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Casa da Xiclet

por: Cinevitor

casadaxicletposterDireção: Sofia Amaral

Elenco: Xiclet, Laerte, Nelson Leirner, Lisette Lagnado.

Ano: 2017

Sinopse: Adriana Duarte, mais conhecida como Xiclet, é uma artista plástica capixaba que se estabeleceu em São Paulo no início dos anos 2000 e, desde então, transformou a casa onde mora em um espaço público, voltado para a divulgação de artistas que ficam de fora do grande circuito das artes. O local, visto como uma galeria de arte independente, serve também como residência artística, espaço de exibição, produção e, especialmente, reflexão sobre as artes. Além de artista e galerista, Xiclet é uma provocadora incansável do status quo.

*Filme visto no 25º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

As Histórias Não Contadas de Armistead Maupin

por: Cinevitor

armisteadmaupinposter1The Untold Tales of Armistead Maupin

Direção: Jennifer M. Kroot

Elenco: Armistead Maupin, Laura Linney, Ian McKellen, Olympia Dukakis, Neil Gaiman, Amy Tan.

Ano: 2017

Sinopse: Uma análise da vida e do trabalho de um dos contadores de histórias mais amados, seguindo seu desenvolvimento de filho conservador do Velho Sul a um pioneiro defensor dos direitos gays cujos livros inspiraram milhões a reivindicarem suas próprias verdades. Com a ajuda de seus amigos, Armistead Maupin, mais conhecido por sua série de livros Tales of the City, oferece um olhar franco à jornada que o trouxe das selvas do Vietnã às casas de banho de São Francisco nos anos 1970 e para a linha de frente da guerra cultural americana.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

*Filme assistido no 25º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Liga da Justiça

por: Cinevitor

ligaposterfinalJustice League

Direção: Zack Snyder

Elenco: Ben Affleck, Gal Gadot, Jason Momoa, Ezra Miller, Ray Fisher, Henry Cavill, Amy Adams, Robin Wright, Connie Nielsen, Amber Heard, Diane Lane, Kiersey Clemons, Billy Crudup, J.K. Simmons, Ciarán Hinds, Jeremy Irons, Joe Morton, Jesse Eisenberg, Daniel Stisen, Erin Eliza Blevins, Lisa Loven Kongsli, Michael McElhatton, Samantha Jo, Andrea Vasiliou, Suan-Li Ong, Eleanor Matsuura, Tina Balthazar, Carl Lindquist, Tessa Bonham Jones, Omri Rose.

Ano: 2017

Sinopse: Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de meta-humanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis com Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash, talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

Crítica do CINEVITOR: Depois do sucesso estrondoso de Mulher-Maravilha nos cinemas, criou-se ainda mais expectativa para que Liga da Justiça atingisse o mesmo patamar. O filme, que reúne pela primeira vez nos cinemas o tão poderoso time de super-heróis da DC Comics, não decepciona, mas também não empolga tanto quanto o longa solo da Princesa Amazona da ilha de Themyscira. Se comparado ao fraco Esquadrão Suicida, lançado em agosto do ano passado, Liga da Justiça é um acerto do estúdio e também do diretor Zack Snyder, que dessa vez optou por deixar de lado aquele visual escuro e sombrio que tanto incomodou em Batman vs Superman: A Origem da Justiça. Os créditos iniciais, apresentados ao som de Everybody Knows, da cantora norueguesa Sigrid, já apontam para uma diferença estética na produção, que, ao invés de começar com alguma cena impactante repleta de efeitos visuais, surpreende com um videoclipe melancólico que mostra a reação da população à morte do Superman. Na sequência, começamos a acompanhar a jornada de Bruce Wayne em busca de colegas superpoderosos para aquela já tão conhecida missão: salvar o mundo. O ritmo de Liga da Justiça não é dos mais eletrizantes e aquela suposta narrativa mais profunda, apresentada no início, logo se perde na primeira parte do filme. Somos apresentados aos integrantes da equipe e, em uma pincelada, conhecemos um pouco da história de cada um, principalmente daqueles que ainda não tinham ganhado destaque, como Aquaman, Ciborgue e Flash. Este último, aliás, é o alívio cômico do longa. Interpretado por Ezra Miller, o rapaz, que consegue até mesmo ultrapassar a velocidade da luz, é o mais carismático do time e rende momentos divertidos à trama, na medida certa. Diferente da Marvel, que adora preencher suas histórias com humor, a DC se preocupa mais em humanizar seus personagens e tal característica está presente em Liga da Justiça com um certo tom melodramático. Porém, não demora muito para que o enredo caia na mesmice, sem grandes surpresas. Como um filme de super-heróis não deixa a desejar: traz ação, aventura, embates explosivos, efeitos visuais (bem exagerados em certos momentos), um vilão caricato sedento pelo fim do mundo, superpoderes e até uma mensagem piegas de esperança, comum em filmes deste gênero. Mas, no geral, falta uma estrutura narrativa mais dinâmica para costurar as ações de seus protagonistas. Se a intenção do estúdio era consertar alguns deslizes cometidos em seus filmes anteriores, deu certo. A começar pela duração do filme, que, a princípio, teria quase três horas de projeção (podendo bagunçar o roteiro e comprometer o longa) e que, felizmente, foi reduzida a 120 minutos. Liga da Justiça chega aos cinemas pisando em ovos, porém, sem o deslumbre cinematográfico da DC, visto anos atrás, de querer realizar um filme épico. Dessa vez, a opção por apresentar algo mais enxuto foi a escolha correta, ainda que falte um pouco de ousadia. (Vitor Búrigo)

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha

por: Cinevitor

victoriaabdulposterVictoria and Abdul

Direção: Stephen Frears

Elenco: Judi Dench, Ali Fazal, Tim Pigott-Smith, Eddie Izzard, Adeel Akhtar, Michael Gambon, Paul Higgins, Olivia Williams, Fenella Woolgar, Julian Wadham, Robin Soans, Ruth McCabe, Simon Callow, Sukh Ojla, Kemaal Deen-Ellis, Simon Paisley Day, Amani Zardoe, Sophie Trott, Penny Ryder, Trevor Fox, Joe Caffrey, John Stahl, Tim McMullan, Jonathan Harden, John Rowe, Benjamin Haigh, Sandy Grierson, Alaistair Pether, Sally Jokhan, Charlie Stewart, Willie Cochrane, Jonathan Mayer, Mitel Purohit, Sam Kenyon, Samuel Stefan, Deano Bugatti, Will Christopherson, Rita McDonald Damper, Christopher McMullen, Stuart Whelan.

Ano: 2017

Sinopse: A história real de uma amizade inesperada entre a Rainha Victoria e Abdul Karim, um jovem empregado que viaja ao Reino Unido para participar do Jubileu de Ouro e é surpreendido ao conhecer a própria Rainha. Ao se aproximarem, eles criam uma aliança improvável de dedicação e lealmente mútua, que afrontará o circulo doméstica da Rainha. Quando a amizade se aprofunda, Victoria começa a ver um mundo de mudanças através dos olhos de Abdul.

Crítica do CINEVITOR: Não é difícil identificar um filme de Stephen Frears. O cineasta britânico gosta de emocionar, seja com lágrimas ou risadas. Basta relembrar seus últimos trabalhos mais marcantes: A Rainha, Philomena e Florence: Quem é Essa Mulher?. Com Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha não foi diferente. Baseado em uma história real, o longa narra uma amizade inesperada entre a Rainha Victoria e Abdul Karim, um empregado indiano que viaja para participar do Jubileu de Ouro. Quando se conhecem, criam uma aliança improvável de dedicação e lealdade, afrontando a realeza. Ainda que apresente uma história comovente e até então pouco conhecida, é Judi Dench quem rouba a cena com uma atuação, mais uma vez, brilhante. (Vitor Búrigo)

*Crítica publicada na edição 102 (março/2018) da Revista Preview.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

A Trama

por: Cinevitor

atramaposter2L’atelier

Direção: Laurent Cantet

Elenco: Marina Foïs, Matthieu Lucci, Florian Beaujean, Mamadou Doumbia, Mélissa Guilbert, Warda Rammach, Julien Souve, Issam Talbi, Olivier Thouret, Charlie Barde, Marie Tarabella, Youcef Agal, Marianne Esposito, Thibaut Hernandez, Axel Caillet, Lény Sellam, Anne-Sophie Fayolle, Cédric Martinez, Chiara Fauvel, Jorys Leuthreau, Pierre Bouvier, Téva Agobian, Patrick Albenque, François Cottrelle, Franck Libert, Véronique Delclos, Jonathan Trullard.

Ano: 2017

Sinopse: Durante o verão, Antoine cursa um workshop de escrita para o qual alguns jovens foram selecionados para escrever um thriller com a ajuda de Olivia, uma escritora famosa. O processo criativo relembrará o passado industrial da cidade, uma nostalgia que é indiferente para Antoine. Mais preocupado com os temores do mundo moderno, ele logo irá confrontar o grupo e Olivia, que parece ao mesmo tempo assustada e encantada pela violência de Antoine.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

*Filme assistido na 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Human Flow: Não Existe Lar Se Não Há Para Onde Ir

por: Cinevitor

humanflowposter2Direção: Ai Weiwei

Elenco: Israa Abboud, Hiba Abed, Rami Abu Sondos, Asmaa Al-Bahiyya, Eman Al-Masina, Maya Ameratunga, Hanan Ashrawi, Peter Bouckaert, Boris Cheshirkov, Marin Din Kajdomcaj, Filippo Grandi, Hamza Khawalda, Muhammed Hassan, Rafik Ismail, Princess Dana Firas of Jordan, Salam Kamal Aldeen, Rania Khaleel Awad Al-Mutamid, Muna Khalid Karraz, Abeer Khalid, Haneen Khalid, Amir Khalil, Wella Kouyou, Marisa P. Elham, Nida Muhammad, Samah Nabeel, Hind Nahid, Rozhan Hossin, Ahmad Shuja, Ai Weiwei.

Ano: 2017

Sinopse: Filmado ao longo de um ano em 23 países, o filme segue uma corrente de histórias que se espalha pelo mundo em países como Afeganistão, Bangladesh, França, Grécia, Alemanha, Iraque, Israel, Itália, Quênia, México e Turquia. Uma busca desesperada por segurança, abrigo e justiça: dos campos de refugiados lotados a perigosas travessias pelo oceano e fronteiras delimitadas por arames farpados; do deslocamento e da desilusão à coragem, resistência e adaptação; da ilusão de deixar vidas para trás ao potencial desconhecido do futuro.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

*Filme assistido na 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo

por: Cinevitor

historiapertencemposterAmori che non sanno stare al mondo

Direção: Francesca Comencini

Elenco: Lucia Mascino, Thomas Trabacchi, Valentina Bellè, Iaia Forte, Carlotta Natoli.

Ano: 2017

Sinopse: Claudia e Flavio foram perdidamente apaixonados por muito tempo até este relacionamento feroz finalmente chegar ao fim. Claudia então se descobre uma alma perdida aos 50 anos de idade e começa uma batalha para reconquistar o coração de Flavio, apesar deste já não lhe pertencer.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

CINEVITOR #258: 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo | Edição Especial

por: Cinevitor

programamostra4141ª Mostra de São Paulo: encontro de cinéfilos.

Depois de duas semanas, a 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo chegou ao fim. Neste ano, foram 394 títulos de 59 países na programação, além de encontros, debates, entrevistas. Como de costume, para encerrar com chave de ouro nossa cobertura, fizemos um programa especial com diversos convidados ilustres que marcaram presença no evento.

Do filme O Beijo no Asfalto, inspirado na peça de Nelson Rodrigues, conversamos com o diretor Murilo Benício e com a atriz Débora Falabella; para falar sobre o suspense Berenice Procura, batemos um papo com as atrizes Cláudia Abreu e Valentina Sampaio; o premiado As Boas Maneiras também foi exibido na Mostra e entrevistamos o cineasta Marco Dutra, que divide a direção com Juliana Rojas; tivemos a honra de entrevistar dois grandes nomes do cinema brasileiro: a diretora Helena Ignez, que apresentou seu novo filme, A Moça do Calendário, e a atriz Sonia Braga, que marcou presença na sessão do documentário Todos os Paulos do Mundo, que fala sobre o ator Paulo José; batemos um papo com Ahmad Kiarostami, filho do cineasta Abbas Kiarostami, que representou o pai, morto em junho do ano passado, na exibição do seu último longa, 24 Frames; premiado na Semana da Crítica, do Festival de Cannes, Gabriel e a Montanha foi um dos destaques nacionais desta edição e conversamos com o diretor Fellipe Barbosa e com os atores João Pedro Zappa e Caroline Abras; sobre Não Devore Meu Coração, falamos com o protagonista Cauã Reymond e com o diretor Felipe Bragança; batemos um papo com o cineasta francês Paul Vecchiali, que recebeu o Prêmio Leon Cakoff e também com o diretor de Bikini Moon, Milcho Manchevski.

Aperte o play e confira o nosso programa especial sobre a 41ª Mostra de São Paulo:

Foto: Claudio Pedroso/Agência Foto.

Agnès Varda e outras personalidades do cinema recebem o Oscar honorário

por: Cinevitor

honorario17Os homenageados da noite.

O Oscar 2018 está marcado para o dia 4 de março, mas, algumas estatuetas douradas já foram entregues, começando pelos vencedores do Oscar honorário. Neste sábado, 11/11, aconteceu a cerimônia do Governors Awards, prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood destinado às pessoas de destaque na indústria do cinema.

O primeiro homenageado que subiu ao palco foi o diretor de fotografia Owen Roizman, indicado ao Oscar cinco vezes, por: Operação França (1971), O Exorcista (1973), Rede de Intrigas (1976), Tootsie (1982) e Wyatt Earp (1994). Emocionado, disse: “Sou grato por todos esses maravilhosos colaboradores que tive ao longo dos anos e que contribuíram para a composição, foco, iluminação e movimento do meu trabalho”.

Nascida na Bélgica e radicada na França, Agnès Varda ficou conhecida pelos documentários e pela maneira como aborda questões sociais relevantes, como o feminismo, em seus filmes. No palco, recebeu o Oscar honorário das mãos de Angelina Jolie, que disse: “Seus filmes possuem um toque hábil e original”. Em um discurso divertido, Varda agradeceu aos seus colegas da indústria francesa, sua família e relembrou, com alegria, quando acordava antes do amanhecer, na França, para assistir ao Oscar.

vardajolieVarda aproveitou a ocasião e dançou com Angelina Jolie no palco.

Em uma ocasião rara, um Prêmio Especial foi apresentado a uma conquista única que ajudou a transmitir a linguagem do cinema: Carne y Arena, uma instalação imersiva de realidade virtual sobre a angustiante experiência de imigração para os Estados Unidos. A ideia do diretor Alejandro González Iñárritu, do diretor de fotografia Emmanuel Lubezki e da produtora Mary Parent foi aclamada pelo cineasta Gregory Nava: “É um argumento convincente para não construir paredes de ódio e de medo e, sim, para construir pontes de compaixão e compreensão”. Iñárritu subiu ao palco para receber o Oscar especial e dedicou o prêmio para os artistas e técnicos que tornaram possível este novo tipo de experiência cinematográfica.

A cineasta americana Ava DuVernay subiu ao palco para entregar o Oscar honorário para Charles Burnett, que se destacou no cinema independente ao retratar com realismo as famílias negras americanas. Em seu discurso, Burnett lembrou de quando estava na UCLA e as pessoas de cor eram muito menos visíveis, e lá, encontrou um lugar que lhe dava acesso a excelentes professores e um diálogo aberto sobre como contar histórias em filmes abordando a mudança social fora do sistema de Hollywood.

charleshonorarioCharles Burnett durante o discurso.

O último homenageado da noite a receber o prêmio honorário foi o ator Donald Sutherland, que atuou em diversas produções, entre elas: M.A.S.H (1970), O Clube dos Cafajestes (1978), Orgulho e Preconceito (2005) e quatro filmes da franquia Jogos Vorazes. Sutherland recebeu homenagens de Whoopi GoldbergColin Farrell, Ron Meyer e Jennifer Lawrence. No palco, discursou emocionado: “Isso é muito importante para mim. É para a minha família. É um sentimento refrescante que vai demorar muito além dessa noite mágica com uma série de pioneiros de filmes que continuarão a influenciar as próximas gerações”.

Clique aqui e saiba mais sobre os vencedores do Oscar honorário 2017, também conhecido como Governors Awards.

Fotos: Invision/AP/Divulgação.

Começam as filmagens de Abe, novo filme de Fernando Grostein Andrade, com Noah Schnapp e Seu Jorge

por: Cinevitor

abefilmagensNoah Schnapp e Seu Jorge em cena.

O cineasta Fernando Grostein Andrade, de Quebrando o Tabu, Coração Vagabundo e Na Quebrada, iniciou as filmagens de seu novo longa, Abe, no Brooklyn, em Nova York. O filme, idealizado pelo diretor brasileiro e roteirizado pelos dramaturgos Jacob Kader e Lameece Issaq, conta a história de Abe, um garoto de 12 anos, que ama cozinhar e nunca teve um jantar de família sem brigas.

Filho de um casamento misto entre uma mãe judia de origem israelense e um pai de origem muçulmana e palestino, Abe sonha em unir a família cozinhando um jantar tão bom, que seja capaz de fazer a família parar de brigar ao menos por uma noite.  Ele aprende a cozinhar com Chico Catuaba, chef brasileiro, que cozinha acarajé nas feiras gastronômicas multiculturais do Brooklyn.

O filme, uma produção da Spray Filmes e da Gullane, conta com Noah Schnapp, de Stranger Things, Seu Jorge e Mark Margolis no elenco, além de participações especiais de Gero Camilo, Ildi Silva e Victor Mendes. A direção de fotografia é do fotógrafo italiano Blasco Giurato, de Cinema Paradiso, com a câmera sendo operada por Renato Falcão, das franquias A Era do Gelo e Rio.

Foto: Divulgação.

Oscar 2018: Academia divulga lista com 26 filmes inscritos para o prêmio de melhor animação

por: Cinevitor

vangoghoscarCom Amor, Van Gogh: 125 pintores responsáveis pela animação.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgou nesta quinta-feira, 09/11, uma lista com 26 títulos que estão na disputa por uma vaga entre os finalistas da categoria de melhor animação da 90ª edição do Oscar.

Os inscritos só avançam no processo de votação se cumprirem todas as regras de qualificação. Dezesseis ou mais animações devem se qualificar para que cinco finalistas, número máximo, cheguem na fase final. Vale lembrar que os filmes apresentados nesta categoria também podem concorrer a outros prêmios da Academia, como melhor filme, por exemplo, desde que cumpram os requisitos necessários.

Neste ano, pela primeira vez, as votações nesta categoria estão abertas para todos os membros da Academia. O brasileiro Carlos Saldanha, diretor das franquias A Era do Gelo e Rio, está na disputa com O Touro Ferdinando, que estreia por aqui em janeiro.

O anúncio oficial dos indicados ao Oscar 2018 acontece no dia 23 de janeiro e a cerimônia de premiação está marcada para o dia 4 de março, no Dolby Theatre, em Los Angeles.

Conheça os 26 filmes que estão na disputa pelo Oscar de melhor animação:

A Estrela de Belém (The Star)
A Menina Sem Mãos (La jeune fille sans mains)
As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme (Captain Underpants The First Epic Movie)
Carros 3 (Cars 3)
Com Amor, Van Gogh (Loving Vincent)
Emoji: O Filme (The Emoji Movie)
Ethel & Ernest
Gatta Cenerentola (Cinderella the Cat)
Gekijo-ban Sword Art Online: Ordinal Scale (Sword Art Online: The Movie – Ordinal Scale)
Hirune-hime: Shiranai watashi no monogatari (Napping Princess)
Koe no katachi (A Silent Voice)
Le Grand Méchant Renard et autres contes… (The Big Bad Fox & Other Tales)
LEGO Batman: O Filme (The Lego Batman Movie)
LEGO Ninjago – O Filme (The Lego Ninjago Movie)
Meari to majo no hana (Mary and the Witch’s Flower)
Meu Malvado Favorito 3 (Despicable Me 3)
Muumien joulu (Moomins and the Winter Wonderland)
My Entire High School Sinking into the Sea
Neste Canto do Mundo (Kono sekai no katasumi ni)
O Poderoso Chefinho (The Boss Baby)
O Touro Ferdinando (Ferdinand)
Os Smurfs e a Vila Perdida (Smurfs: The Lost Village)
Psiconautas, as crianças esquecidas (Psiconautas, los niños olvidados)
The Breadwinner
Viva – A Vida é uma Festa (Coco)
Window Horses The Poetic Persian Epiphany of Rosie Ming

Foto: Divulgação.

Qualificados para o Oscar, vencedores do 27º Festival Curta Cinema são anunciados

por: Cinevitor

valentinacurta A atriz Gabriella Fabbriani em cena do curta Valentina.

A 27ª edição do Festival Curta Cinema exibiu 150 filmes com o melhor da produção mundial da safra 2016-2017. Na cerimônia de encerramento, que aconteceu nesta quarta-feira, 8/11, no Rio de Janeiro, o diretor geral do festival, Ailton Franco, anunciou os grandes vencedores da noite, que se tornam qualificados para concorrer a uma vaga no Oscar: A Nova Melancolia, de Alvaro Andrade Alves e Marcus Curvelo e In White, de Dania Bdeir, do Líbano.

Foram anunciados também os premiados nas atividades paralelas do Curta Cinema. No Laboratório de Projetos de Curta-Metragem foi reconhecido como melhor projeto nacional o filme Quero Me Guardar em Seu Peito, de Pedro Jorge; Briga de Irmãos, de Victor Ozanam Simões e Essa Noite Seremos Felizes, de Diego dos Anjos e Daniel Fraiha foram eleitos os melhores projetos do Rio de Janeiro.

Conheça os vencedores do Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas no Rio de Janeiro 2017:

COMPETIÇÃO NACIONAL
Júri composto por Eileen Hofer, Sabrina Fidalgo e Stephen Bocskay

GRANDE PRÊMIO NACIONAL 2017:
A Nova Melancolia, de Alvaro Andrade Alves e Marcus Curvelo (BA/MG)

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:
Boca de Fogo, de Luciano Pérez Fernandez (RJ)

MELHOR DIREÇÃO:
O Vestido de Myriam
, de Lucas Rossi (RJ)

MENÇÃO HONROSA #1:
Deus, de Vinícius Silva (SP)
MENÇÃO HONROSA #2:
Waapa, de David Reeks e Renata Meirelles (SP)

PRÊMIO CANAL BRASIL:
Júri composto por Francisco Russo, Roni Filgueiras, Lully e Ricardo Schott
Deus, de Vinícius Silva

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL
Júri composto por Ivana Bentes, Samantha Brasil e Antoine Guerreiro do Divino Amor

GRANDE PRÊMIO CURTA CINEMA 2017:
In White, de Dania Bdeir (Líbano)

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:
Meryem, de Reber Dosky (Holanda)

PRÊMIO MELHOR DIREÇÃO:
Heyvan, de Bahram Ark (Irã)

MENÇÃO HONROSA:
Verde, de Alonso Ruizpalacios (México)

PRÊMIO DA CRÍTICA DA ACCRJ
Júri composto por Nelson Hoineff, Filippo Pitanga e Francisco Carbone

MENÇÃO HONROSA:
Pela qualidade de filmes em Competição, o Júri da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro decidiu outorgar duas menções honrosas:
Tentei, de Laís Melo: pela crueza em retratar a situação da mulher silenciada na sociedade
Ao Final da Conversa, Eles se Despedem Com Um Abraço, de Renan Brandão: por lançar um novo olhar sobre o encontro de gerações.

PRÊMIO DA ASSOCIAÇÃO DE CRÍTICOS DE CINEMA DO RIO DE JANEIRO:
O Porteiro do Dia, de Fábio Leal: por abordar em paralelo questões de gênero e de diferenças sociais com uma linguagem ousada e madura.

PRÊMIO DE PÚBLICO

PANORAMA CARIOCA:
Tia Ciata, de Mariana Campos e Raquel Beatriz

PANORAMA LATINO-AMERICANO:
Valentina, de André Félix e Estevão Meneguzzo

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL:
Pria, de Yudho Aditya

COMPETIÇÃO NACIONAL:
Deus, de Vinícius Silva

Foto: Divulgação.