Elenco: Kenneth Branagh, Daisy Ridley, Leslie Odom Jr., Penélope Cruz, Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Judi Dench, Willem Dafoe, Josh Gad, Tom Bateman, Lucy Boynton, Sergei Polunin, Olivia Colman, Phil Dunster, Miranda Raison, Hayat Kamille, Rami Nasr, Todd Boyce, Michael Rouse, Paapa Essiedu, Asan N’Jie, Elliot Levey, David Annen, Joseph Long, Andy Apollo, Hadley Fraser, Ziad Abaza, Miltos Yerolemou, Kathryn Wilder, Manuel Garcia-Rulfo, Richard Clifford, Derek Jacobi, Adam Garcia, Marwan Kenzari, Harry Lister Smith, Matthew Hawksley.
Ano: 2017
Sinopse: Um luxuoso e agradável passeio de trem pela Europa rapidamente se desdobra em um dos mistérios mais elegantes, tensos e emocionantes já contados. Treze estranhos estão presos no trem e todos são suspeitos. Um homem deve correr contra o tempo para resolver o quebra-cabeça antes que o assassino ataque novamente. Baseado no romance de Agatha Christie.
Elenco: Douglas Booth, Josh Burdett, Holly Earl, Robin Hodges, Chris O’Dowd, John Sessions, Helen McCrory, Eleanor Tomlinson, Aidan Turner, Saoirse Ronan, Joe Stuckey, James Greene, Martin Herdman, Bill Thomas, Jerome Flynn, Robert Gulaczyk, Piotr Pamula, Cezary Lukaszewicz, Bozena Berlinska-Bryzek, Anastazja Seweryn, Borys Dominiuk, Bartlomiej Sroka, Kamila Dyoubari, Przemyslaw Furdak, Adam Pabudzinski, Keith Heppenstall, Graham Pavey, Nina Supranionek, Marcin Sosinski, Richard Banks, Carole Le Clanche, Shaun Newnham, Andrew Scott-Marshall.
Ano: 2017
Sinopse: A vida e a controversa morte de Vincent van Gogh contadas a partir de suas pinturas e dos personagens que as habitam. A narrativa se desenvolve por meio de entrevistas com personagens próximos ao artista e de reconstruções dramáticas dos eventos que o levaram à morte. O filme apresenta seus mais importantes quadros e o enredo é baseado em cartas escritas por ele. Primeiro longa-metragem feito totalmente em óleo sobre tela.
Crítica do CINEVITOR: Nascido na Holanda, Vincent van Gogh é considerado um dos mais famosos e importantes pintores da história da arte, com mais de duas mil obras, a maioria pintadas a óleo. O reconhecimento artístico só veio depois de sua morte, mas também ficou conhecido pela vida conturbada que levou. Chamado de artista torturado, foi internado em hospitais psiquiátricos, enfrentou períodos de depressão e em um ataque de raiva, cortou parte de sua orelha esquerda, episódio este que marcou sua trajetória. Em julho de 1890, cometeu suicídio ao disparar um revólver contra o peito. Há controvérsias sobre sua morte. Ao longo da vida, trocou centenas de carta com Theo van Gogh, seu irmão mais novo. Esses registros foram publicados tempos depois, tornando-se a maior fonte sobre a verdadeira história do pintor. E foram essas cartas que inspiraram Dorota Kobiela a realizar Com Amor, Van Gogh, primeira animação feita totalmente em óleo sobre a tela. Na equipe do longa, 125 pessoas pintaram manualmente 65 mil quadros, reproduzindo fielmente os traços do artista. A história do filme narra a visita de um jovem a cidade natal de Van Gogh com a intenção de entregar a última carta do pintor. No local, ele começa a investigar a vida do artista por meio de conversas com os moradores. Primeiramente, os atores filmaram todas as cenas e em seguida iniciou-se o árduo processo de pintar as imagens em movimento, quadro a quadro. O resultado desse trabalho desafiador está impresso nos 94 minutos de projeção do longa. Com Amor, Van Gogh é, literalmente, uma obra de arte cinematográfica onde as pinturas ganham vida. Com uma técnica impecável, a animação reproduz com perfeição as pinceladas do artista. Seus traços, seu estilo, seus autorretratos, as flores, os campos de trigo, as árvores: todas as suas características artísticas tomam conta da tela. Aqui, passeamos pela trajetória de Van Gogh e nos deparamos com uma imensidão de cores, paisagens e contornos. Vemos A Noite Estrelada, Campo de Trigo com Corvos, La Mousmé, O Café à Noite na Place Lamartine, Retrato de Père Tanguy, Quarto em Arles, Homem Velho com a Cabeça em Suas Mãos, Retrato de Dr. Gachet, entre tantas outras obras marcantes. Porém, apesar dos quadros animados com maestria, o filme peca no quesito narrativo. Com Amor, Van Gogh chama mais atenção pela técnica do que por seu enredo. A jornada de seu protagonista apresenta-se de maneira monótona em alguns momentos e diversas situações parecem ter sido inseridas apenas para mostrar a obra do pintor, como se estivéssemos em um museu apreciando seu trabalho. Há também espaço para destacar alguns personagens marcantes na trajetória do artista, que também se tornaram mundialmente conhecidos, como Toulouse-Lautrec e Paul Gaugin, mas suas participações são breves. Ainda que falte um arco dramático bem construído, Com Amor, Van Gogh é, visualmente, um belíssimo filme que transforma pinturas em imagens em movimento de maneira sublime. Aqui, os traços de Vincent van Gogh ganham vida em uma homenagem mais do que merecida a um grande artista. (Vitor Búrigo)
*Filme assistido na 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.
Elenco: Eili Harboe, Okay Kaya, Henrik Rafaelsen, Ellen Dorrit Petersen, Ludvig Algeback, Isabel Christine Andreasen, Camilla Belsvik, Lars Berge, Vanessa Borgli, Sigve Bøe, Ingrid Jørgensen Dragland, Peter Ekedahl, Grethe Eltervåg, Vidar Fransson, Ingrid Giæver, Steinar Klouman Hallert, Martha Kjørven, Vibeke Lundquist, Oskar Pask, Ian Twedmark, Irina Eidsvold Tøien.
Ano: 2017
Sinopse: Thelma é uma jovem tímida que acaba de deixar a casa dos pais para estudar em Oslo, onde vive seu primeiro amor. Seu relacionamento é logo afetado pela intromissão opressiva de sua família, que com suas crenças religiosas fundamentalistas conseguem afetar a vida da jovem. Quando Thelma fica chateada, coisas estranhas começam a acontecer e esses fenômenos sobrenaturais só aumentam. Enquanto busca respostas sobre esses poderes que ela não consegue controlar, seus pais severos e religiosos se preparam para o pior.
Crítica do CINEVITOR: Em Thelma, de Joachim Trier, escolhido pela Noruega para disputar o Oscar de melhor filme estrangeiro, a personagem-título deixa a casa dos pais para estudar e conhece seu primeiro amor. Logo, seu relacionamento é abalado pela intromissão opressiva de sua família com suas crenças religiosas e coisas estranhas começam a acontecer com Thelma, que decide procurar respostas sobre tais fenômenos sobrenaturais. Neste suspense psicológico, Trier cria, com competência, uma narrativa perturbadora para fragmentar os mistérios de sua protagonista com símbolos e efeitos sonoros e visuais que completam a proposta do filme. (Vitor Búrigo)
*Crítica publicada na edição 98 (novembro/2017) da Revista Preview.
Elenco: Danielle Macdonald, Bridget Everett, Siddharth Dhananjay, Mamoudou Athie, Cathy Moriarty, McCaul Lombardi, Patrick Brana, Dylan Blue, Warren Bub, Mackenzie Grace Castle, Brett Diggs, Robert Eckard, Ray Iannicelli, Kirk Knight, Yair Koas, Faith Logan, MC Lyte, Alexandra Moruzzi, Sahr Ngaujah, Anthony Ramos, Meg Scanlon, Adam Scarimbolo, John Sharian, Wass Stevens, Anna Suzuki, Johanna Tolentino, Debbie Troche, Kira Yamanashi.
Ano: 2017
Sinopse: Patricia “Killa P” Dombrowski canta suas rimas atrás do balcão de um bar para conseguir pagar os gastos médicos de sua avó e sustentar sua mãe alcoólatra cuja carreira musical nunca deu certo. Patti e seu parceiro e melhor amigo Jheri sonham com fama, fortuna e escapar de Dirty Jersey o mais rápido possível, mas ainda não encontraram um produtor que possa alavancar suas carreiras. Até que ela inesperadamente se aproxima de Basterd, um recluso músico de goth metal que poderá ser sua chance de chegar ao estrelato no hip-hop.
Crítica do CINEVITOR: Em seu primeiro longa-metragem, Geremy Jasper narra a história de Patti Dombrowski, uma garota que canta suas rimas para conseguir pagar os gastos médicos de sua avó e sustentar sua mãe alcoólatra. Ela e seu melhor amigo sonham com fama e fortuna, mas falta encontrar um produtor para alavancar suas carreiras. Até que conhecem um músico de goth metal que poderá levá-los ao estrelato. Esse conto de fadas moderno, embalado pelo hip hop, diverte o espectador com seus personagens carismáticos, anima com sua trilha sonora e apresenta uma estética de videoclipe para falar de sonhos, bullying e empoderamento feminino. (Vitor Búrigo)
*Crítica publicada na edição 98 (novembro/2017) da Revista Preview.
Elenco: Fernando Ribeiro, Giu Nonato, Linn da Quebrada, Paula Beatriz.
Ano: 2017
Sinopse: O filme aborda o cotidiano de quatro militantes LGBT que vivem em periferias de São Paulo. A partir da intimidade e do contexto social dos personagens, o documentário levanta questões contemporâneas sobre a população trans e suas disputas políticas.
Elenco: Tom Cavalcante, Whindersson Nunes, Tirullipa, Bruno de Luca, Paloma Bernardi, Oscar Magrini, Taumaturgo Ferreira, André Bankoff, Carolina Chalita, Carol Garcia, Pedro Henrique Moutinho, Carlos Alberto de Nóbrega, Milhem Cortaz, Marcos Oliveira, Romeu Evaristo, Ricardo Macchi, Fábio Goulart, Silmara Volpi, LC Galetto, Dayse Brucieri, Wesley Safadão, Neymar.
Ano: 2017
Sinopse: Fugindo de problemas, um locutor de loja de varejo, dois trambiqueiros e um técnico de informática atrapalhado são obrigados a participar de um golpe. Eles são chantageados por Mário, um vigarista que se aproveita da boa-fé alheia para ganhar dinheiro. O desafio é nada mais nada menos do que montar uma firma de casamento para produzir a festa da filha do maior contrabandista da Rua 25 de Março, o temido Vacário. Juntos eles vão enfrentar muitos desafios na produção da festa e terão que fazer de tudo para não levantar a desconfiança de Vacário.
Sinopse: Após dez anos vivendo na Suíça, Catherine retorna a Luxemburgo. Durante esse período, sua mãe, Elisabeth, foi responsável pela criação de sua filha, Alba. De volta para casa, Catherine entende que os papéis de cada uma dentro da família já foram determinados, mas sente que precisa lutar. Começa, então, uma jornada inquietante no complicado mundo do amor maternal, apenas para descobrir que, às vezes, o seu verdadeiro adversário pode ser você mesmo.
Tifanny Dopke e Giovanni De Lorenzi em Ferrugem, de Aly Muritiba: filme selecionado.
A 40ª edição do Festival Sundance de Cinema, um dos eventos mais importantes do cinema independente, que acontecerá entre os dias 18 e 28 de janeiro de 2018, anunciou, nesta quarta-feira, 29/11, sua seleção oficial.
Neste ano, 110 longas-metragens de 29 países foram selecionados entre 13.468 inscrições, incluindo 3.901 longas e 8.740 curtas-metragens. Das produções apresentadas, 1.799 eram americanas e 2.102 eram internacionais.
Na Competição Americana, destacam-se ficções e documentários inéditos de novos nomes do cinema independente americano; na Competição Internacional, produções dirigidas por talentos emergentes do cinema mundial oferecem novas perspectivas e estilos inventivos; na Mostra Next, filmes americanos considerados ousados e criativos completam a programação; na seção Premieres, destacam-se algumas das estreias mais esperadas para o próximo ano; em Midnight, uma seleção que vai do horror à comédia, com obras que desafiam a classificação de gênero; em Spotlight, é possível rever alguns filmes consagrados no ano anterior; e na seção Kids, uma programação dedicada aos espectadores mais jovens.
Neste ano, o cinema brasileiro marca presença na Competição Internacional com dois filmes: Benzinho, de Gustavo Pizzi, estrelado por Karine Teles, Adriana Esteves e Otávio Müller; e Ferrugem, de Aly Muritiba (confira o teaser no final do post), que conta com Giovanni De Lorenzi, Tifanny Dopke, Enrique Diaz, Clarissa Kiste, Duda Azevedo e Pedro Inoue no elenco. Além disso, o documentário The Cleaners, uma coprodução entre Alemanha e Brasil, dirigido por Moritz Riesewieck e Hans Block, também foi selecionado.
Cena de Benzinho, de Gustavo Pizzi: filme brasileiro selecionado.
Em comunicado oficial, Robert Redford, presidente e fundador do Sundance Institute, disse: “O trabalho dos contadores de histórias independentes pode desafiar e possivelmente mudar a cultura, iluminando as imperfeições e possibilidades do nosso mundo. O Festival deste ano está cheio de histórias que provocam pensamentos, impulsionam a empatia e permitem ao público uma conexão, de maneira profundamente pessoal, à experiência humana universal”.
Conheça os filmes selecionados para o Festival de Sundance 2018:
COMPETIÇÃO AMERICANA | DRAMA:
American Animals, de Bart Layton Blaze, de Ethan Hawke Blindspotting, de Carlos Lopez Estrada Burden, de Andrew Heckler Eighth Grade, de Bo Burnham I Think We’re Alone Now, de Reed Morano The Kindergarten Teacher, de Sara Colangelo Lizzie, de Craig William Macneill The Miseducation of Cameron Post, de Desiree Akhavan Monster, de Anthony Mandler Monsters and Men, de Reinaldo Marcus Green Nancy, de Christina Choe Sorry to Bother You, de Boots Riley The Tale, de Jennifer Fox Tyrel, de Sebastian Silva Wildlife, de Paul Dano
COMPETIÇÃO AMERICANA | DOCUMENTÁRIO:
Bisbee ’17, de Robert Greene Crime + Punishment, de Stephen Maing Dark Money, de Kimberly Reed The Devil We Know, de Stephanie Soechtig Hal, de Amy Scott Hale County This Morning, This Evening, de RaMell Ross Inventing Tomorrow, de Laura Nix Kailash, de Derek Doneen Kusama – Infinity, de Heather Lenz The Last Race, de Michael Dweck Minding the Gap, de Bing Liu On Her Shoulders, de Alexandria Bombach The Price of Everything, de Nathaniel Kahn Seeing Allred, de Sophie Sartain e Roberta Grossman The Sentence, de Rudy Valdez Three Identical Strangers, de Tim Wardle
COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DRAMA:
And Breathe Normally (Andið eðlilega), de Ísold Uggadóttir (Islândia) Butterflies (Kelebekler), de Tolga Karaçelik (Turquia) Dead Pigs, de Cathy Yan (China) The Guilty (Den skyldige), de Gustav Möller (Dinamarca) Holiday, de Isabella Eklöf (Dinamarca) Benzinho (Loveling), de Gustavo Pizzi (Brasil/Uruguai) Pity, de Babis Makridis (Grécia/Polônia) The Queen of Fear, de Valeria Bertuccelli e Fabiana Tiscornia (Argentina/Dinamarca) Ferrugem (Rust), de Aly Muritiba (Brasil) Time Share (Tiempo Compartido), de Sebastián Hofmann (México/Holanda) Un Traductor, de Rodrigo Barriuso e Sebastián Barriuso (Canadá/Cuba) Yardie, de Idris Elba (Reino Unido)
COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DOCUMENTÁRIO:
A Polar Year, de Samuel Collardey (França) Anote’s Ark, de Matthieu Rytz (Canadá) The Cleaners, de Moritz Riesewieck e Hans Block (Alemanha/Brasil) Genesis 2.0, de Christian Frei e Maxim Arbugaev (Suíça) MATANGI/MAYA/M.I.A., de Stephen Loveridge (Sri Lanka/Reino Unido/EUA) Of Fathers and Sons, de Talal Derki (Alemanha/Síria/Líbano) The Oslo Diaries, de Mor Loushy e Daniel Sivan (Israel/Canadá) Our New President, de Maxim Pozdorovkin (Rússia/EUA) Shirkers, de Sandi Tan (EUA) This is Home, de Alexandra Shiva (EUA/Jordânia) Westwood, de Lorna Tucker (Reino Unido) A Woman Captured, de Bernadett Tuza-Ritter (Hungria)
NEXT:
306 Hollywood, de Elan Bogarín e Jonathan Bogarín (EUA/Hungria) A Boy, A Girl, A Dream., de Qasim Basir (EUA) An Evening With Beverly Luff Linn, de Jim Hosking (Reino Unido/EUA) Clara’s Ghost, de Bridey Elliott (EUA) Madeline’s Madeline, de Josephine Decker (EUA) Night Comes On, de Jordana Spiro (EUA) Search, de Aneesh Chaganty (EUA) Skate Kitchen, de Crystal Moselle (EUA) We The Animals, de Jeremiah Zagar (EUA) White Rabbit, de Daryl Wein (EUA)
PREMIERES:
A Kid Like Jake, de Silas Howard (EUA) Beirut, de Brad Anderson (EUA) The Catcher Was a Spy, de Ben Lewin (EUA) Colette, de Wash Westmoreland (Reino Unido) Come Sunday, de Joshua Marston (EUA) Damsel, de David Zellner e Nathan Zellner (EUA) Don’t Worry, He Won’t Get Far On Foot, de Gus Van Sant (EUA) Futile and Stupid Gesture, de David Wain (EUA) The Happy Prince, de Rupert Everett (Alemanha/Bélgica/Itália) Hearts Beat Loud, de Brett Haley (EUA) Juliet, Naked, de Jesse Peretz (Reino Unido) Ophelia, de Claire McCarthy (Reino Unido) Puzzle, de Marc Turtletaub (EUA) Untitled Debra Granik Project, de Debra Granik (EUA) What They Had, de Elizabeth Chomko (EUA)
PREMIERES | DOCUMENTÁRIO:
Bad Reputation, de Kevin Kerslake (EUA) Believer, de Don Argott (EUA) Chef Flynn, de Cameron Yates (EUA) The Game Changers, de Louie Psihoyos (EUA) Generation Wealth, de Lauren Greenfield (EUA) Half The Picture, de Amy Adrion (EUA) Jane Fonda in Five Acts, de Susan Lacy (EUA) King In The Wilderness, de Peter Kunhardt (EUA) Quiet Heroes, de Jenny Mackenzie (EUA) RBG, de Betsy West e Julie Cohen (EUA) Robin Williams: Come Inside My Mind, de Marina Zenovich (EUA) Studio 54, de Matt Tyrnauer (EUA) Won’t You Be My Neighbor?, de Morgan Neville (EUA)
MIDNIGHT:
Arizona, de Jonathan Watson (EUA) Assassination Nation, de Sam Levinson (EUA) Mandy, de Panos Cosmatos (Bélgica/EUA) Never Goin’ Back, de Augustine Frizzell (EUA) Piercing, de Nicolas Pesce (EUA) Revenge, de Coralie Fargeat (França) Summer of ’84, de Francois Simard, Anouk Whissell e Yoann Whissell (Canadá/EUA)
SPOTLIGHT:
Beast, de Michael Pearce (Reino Unido) The Death of Stalin, de Armando Iannucci (França/Reino Unido/Bélgica) Foxtrot, de Samuel Maoz (Israel) I Am Not a Witch, de Rungano Nyoni (Reino Unido) The Rider, de Chloé Zhao (EUA) Super Size Me 2: Holy Chicken!, de Morgan Spurlock (EUA)
KIDS:
Lu Over the Wall (Yoake tsugeru Rû no uta), de Masaaki Yuasa (Japão) Science Fair, de Cristina Costantini e Darren Foster (EUA) White Fang, de Alexandre Espigares (EUA)
[ATUALIZADO – 19/01/18 – 13h22]: confira o teaser de Ferrugem, dirigido por Aly Muritiba:
Fionn Whitehead em Dunkirk, de Christopher Nolan: onze indicações.
Fundada em 1996, a International Press Academy é uma associação de mídia de entretenimento com membros votantes do mundo todo que atuam em jornais, TV, rádio, blogs e novas plataformas de mais de vinte países.
Com a intenção de honrar as excelências artísticas dos filmes, seriados, rádio e novas mídias, a IPA criou o Satellite Awards, antes conhecido como The Golden Satellite Awards, prêmio que elege os melhores da indústria do entretenimento em categorias diversas. Na primeira edição, o musical Evita, de Alan Parker, protagonizado por Madonna e Antonio Banderas, se destacou com os prêmios de melhor filme e melhor canção original para You Must Love Me.
Neste ano, em sua 22ª edição, o supervisor de efeitos visuais Robert Legato será homenageado com o Prêmio Nikola Tesla, entregue para aqueles que se destacam pela realização visionária na tecnologia cinematográfica, cujo trabalho influenciará gerações futuras. Legato já foi premiado pela Academia três vezes com o Oscar de melhores efeitos visuais por Mogli – O Menino Lobo, A Invenção de Hugo Cabret e Titanic, além de ter sido indicado por seu trabalho em Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo.
Os vencedores serão anunciados no dia 10 de fevereiro de 2018, em Los Angeles.
MELHOR FILME FEITO PARA TV: A Vida Imortal de Henrietta Lacks King Charles III O Mago das Mentiras Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe To Walk Invisible: The Bronte Sisters War Machine
MELHOR DIREÇÃO: Christopher Nolan, por Dunkirk Dee Rees, por Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar Guillermo del Toro, por A Forma da Água Jordan Peele, por Corra! Sean Baker, por Projeto Flórida
MELHOR ATRIZ: Diane Kruger, por Em Pedaços Emma Stone, por A Guerra dos Sexos Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime Jessica Chastain, por A Grande Jogada Judi Dench, por Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha Margot Robbie, por Eu, Tonya Sally Hawkins, por A Forma da Água Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Allison Janney, por Eu, Tonya Holly Hunter, por Doentes de Amor Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar Lois Smith, por Marjorie Prime Mary J. Blige, por Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi Melissa Leo, por Novitiate
MELHOR ATOR: Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma Gary Oldman, por O Destino de uma Nação Harry Dean Stanton, por Lucky Jake Gyllenhaal, por O Que te Faz Mais Forte James Franco, por Artista do Desastre Jeremy Renner, por Terra Selvagem Robert Pattinson, por Bom Comportamento
MELHOR ATOR COADJUVANTE: Armie Hammer, por Me Chame Pelo Seu Nome Dustin Hoffman, por Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe Mark Rylance, por Dunkirk Michael Shannon, por A Forma da Água Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime Willem Dafoe, por Projeto Flórida
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL: A Forma da Água Corra! Dunkirk Lady Bird – A Hora de Voar Projeto Flórida Três Anúncios Para um Crime
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: A Grande Jogada Artista do Desastre Me Chame Pelo Seu Nome Mulher-Maravilha Sem Fôlego Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha
MELHOR TRILHA SONORA: A Forma da Água Dunkirk Mulher-Maravilha O Destino de uma Nação Planeta dos Macacos: A Guerra Sem Fôlego
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL: It Ain’t Fair, por The Roots (Detroit em Rebelião) I Don’t Wanna Live Forever, por Taylor Swift e Zayn Malik (Cinquenta Tons Mais Escuros) Prayers for This World, por Cher (Cries from Syria) Stand Up for Something, por Andra Day e Common (Marshall) The Promise, por Chris Cornell (A Promessa) Truth to Power, por OneRepublic (Uma Verdade Mais Inconveniente)
MELHOR SOM | EDIÇÃO E MIXAGEM: Blade Runner 2049 Dunkirk Logan O Destino de uma Nação Planeta dos Macacos: A Guerra Viva – A Vida é uma Festa
MELHORES EFEITOS VISUAIS: A Forma da Água Alien: Covenant Blade Runner 2049 Dunkirk Mulher-Maravilha Planeta dos Macacos: A Guerra
MELHOR ELENCO | FILME: Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi
MELHOR PRIMEIRO FILME: Lucky, de John Carroll Lynch
Os irmãos Maysles com Mick Jagger e Charlie Watts da banda The Rolling Stones.
De 30 de novembro a 13 de dezembro, o público brasileiro terá a oportunidade de conferir uma retrospectiva completa da obra dos irmãos Maysles. A mostra Irmãos Maysles – A Disciplina do Olhar exibirá 30 filmes, entre curtas, médias e longas, e também promoverá debate e masterclass no Caixa Belas Artes, em São Paulo.
Pioneiros do Cinema Direto, nas décadas de 1960 e 1970, Albert e David Maysles surgiram como uma revolução estilística no gênero. Apoiados principalmente nas novas técnicas disponíveis, eles propunham uma captação da realidade no seu estado mais puro, aproveitando do uso de uma câmera móvel no ombro e do som direto. O objetivo era retratar o mundo real como se a câmera não estivesse presente, criando uma liberdade para filmar que, até então, não se tinha.
A partir desse método de fazer cinema, os irmãos Maysles realizaram mais de 40 documentários, alguns deles de grande sucesso, como: Grey Gardens, que retrata a vida das irmãs Beale, parentes de Jacqueline Kennedy; Caixeiro-Viajante, que conta a história de um grupo que tenta vender bíblias caras a católicos de baixa renda; Gimme Shelter, sobre o histórico e trágico concerto gratuito dos Rolling Stones no Altamont Speedway em 6 de dezembro de 1969; Christo’s Valley Curtain, indicado ao Oscar de melhor documentário de curta-metragem; entre outros.
Além da exibição de filmes, a mostra discutirá o pensamento do Cinema Direto e suas implicações nas produções contemporâneas. O dramaturgo e escritor Jonathan B. Vogels realizará uma masterclass sobre a filmografia dos irmãos Maysles. Autor do livro The Direct Cinema of David and Albert Maysles, a maior publicação inteiramente dedicada à obra dos cineastas nos EUA, Vogels discutirá a trajetória da dupla e o Cinema Direto.
O documentarista João Moreira Salles se junta à doutora em Cinema Patrícia Mourão no debate Nem moscas nem paredes: empatia e dramaticidade no cinema dos Irmãos Maysles para discutir o Cinema Direto, com foco na obra dos cineastas, e seus desdobramentos.
A mostra tem curadoria de Angelo Defanti, Felippe Mussel e Nina Kopko, realização da Boulevard Filmes com apoio do Maysles Films, instituto que preserva a filmografia dos irmãos.
Conheça os filmes que serão exibidos na mostra:
Psychiatry in Russia (1955) Russia Close-Up (1957) Safari Ya Gari (1961) Anastasia (1962) Showman (1963) Orson Welles in Spain (1966) What’s Happening! The Beatles in the U.S.A. (1964) IBM: A Self Portrait (1964) Cut Piece (1965) Meet Marlon Brando (1966) With Love from Truman (1966) Caixeiro-Viajante (1968) Gimme Shelter (1970) Christo’s Valley Curtain (1974) Grey Gardens (1975) Running Fence (1977) Muhammad and Larry (1980) Vladimir Horowitz: The Last Romantic (1985) Ozawa (1985) Islands (1987) Horowitz Plays Mozart (1987) Jessye Norman Sings Carmen (1989) Christo in Paris (1990) Soldiers Of Music: Rostorpovitch Returns To Russia (1991) Accent on the Offbeat (1994) Umbrellas (1994) The Beales of Grey Gardens (2006) The Gates (2007) Sally Gross: The Pleasure of Stillness (2007) Iris, Uma Vida de Estilo (2014)
Clique aqui e confira a programação completa da mostra com datas e horários.
O filme marca o início das comemorações do 10º aniversário da Marvel Studios.
Em uma jornada cinematográfica sem precedentes que está sendo elaborada há dez anos e abrange todo o Universo Cinematográfico Marvel, Vingadores: Guerra Infinita, da Marvel Studios, leva às telonas o maior e mais mortal confronto de todos os tempos.
No filme, dirigido por Anthony e Joe Russo, Os Vingadores e seus aliados super-heróis devem se dispor a sacrificar tudo em uma tentativa de derrotar o poderoso Thanos antes que seu ataque de devastação e ruína dê um fim ao universo.
O elenco conta com Scarlett Johansson, Chris Hemsworth, Chris Evans, Tom Hiddleston, Robert Downey Jr., Mark Ruffalo, Elizabeth Olsen, Jeremy Renner, Tom Holland, Chadwick Boseman, Gwyneth Paltrow, Josh Brolin, Sebastian Stan, Chris Pratt, Benedict Cumberbatch, Zoe Saldana, Pom Klementieff, Benicio Del Toro, Paul Rudd, entre outros.
Com roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely, Vingadores: Guerra Infinita estreia nos cinemas brasileiros no dia 26 de abril de 2018.
A jornada de uma das figuras mais enigmáticas e incompreendidas da história chega aos cinemas em 2018. O drama Maria Madalena, no original Mary Magdalene, traz Rooney Mara no papel-título e Joaquin Phoenix como Jesus.
Dirigido por Garth Davis, de Lion – Uma Jornada Para Casa, a cinebiografia retrata a história de uma jovem em busca de uma nova maneira de viver. Contrariada pelas hierarquias, Maria Madalena desafia sua família tradicional para se juntar a Jesus de Nazaré. Ela logo encontra um lugar para si mesma dentro de um movimento que a levará para Jerusalém.
Com roteiro de Helen Edmundson e Philip Goslett, o longa conta também com Chiwetel Ejiofor, Ariane Labed, Ryan Corr, Tahar Rahim, Sarah-Sofie Boussnina e Lubna Azabal no elenco.
Confira o trailer de Maria Madalena, que estreia no dia 22 de março de 2018: