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Edson Celulari é homenageado com o Troféu Oscarito no 46º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

edsonoscaritorecebegramadoEmoção no palco: Edson Celulari recebe homenagem em Gramado.

Com 40 anos de carreira, o ator Edson Celulari recebeu o troféu Oscarito desta 46ª edição do Festival de Cinema de Gramado, entregue a grandes atores do cinema brasileiro, na segunda-feira, 20/08, no Palácio dos Festivais.

Este ano, Celulari marcou presença nas telonas com o longa Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos, dirigido pelo cineasta gaúcho Paulo Nascimento. Também foi com Paulo Nascimento que Celulari fez Diário de um Novo Mundo, baseado no romance de Luiz Antonio de Assis Brasil e exibido no Festival de Cinema de Gramado, em 2005.

Depois de passar pelo tapete vermelho, subiu ao palco sob aplausos e ao ritmo de samba, com direito a um passista relembrando seu personagem na comédia musical Ópera do Malandro, de Ruy Guerra: “Tenho 40 anos de carreira, e quando comecei, esse festival já era uma referência”, relembrou. Em 1981, quando recebeu o prêmio de melhor ator no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em sua estreia nas telonas com Asa Branca: Um Sonho Brasileiro, de Djalma Limongi Batista, o evento gaúcho já tinha quase uma década de existência.

Além do discurso, Celulari foi surpreendido com uma mensagem da colega de elenco de Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos, a atriz argentina Soledad Villamil: “Um grande ator, generoso, companheiro, que sabe contar piadas. Esse prêmio é mais que merecido”, disse em vídeo exibido no telão do cinema. Leonardo Machado, apresentador do festival e também colega de trabalho e amigo do homenageado, também deixou seu recado: “Um grande homem, um exemplo de lutador”, disse emocionado.

Ao final do discurso, Edson Celulari mandou um recado para o público: “Estou muito feliz e honrado. Gostaria de dizer que estou pronto para mais 40 anos. E esses próximos 40 anos não serão só como ator, mas também como diretor. Aguardem!”, finalizou.

Aperte o play e confira os melhores momentos da homenagem:

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Foto: Edison Vara/Pressphoto.

Marina Meliande apresenta Mormaço no 46º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

mormacogramadoEquipe do filme reunida antes da exibição.

Primeiro longa-metragem solo de Marina Meliande, Mormaço foi exibido na mostra competitiva de longas brasileiros do 46º Festival de Cinema de Gramado, no domingo, 19/08. Roteirizado pela própria Marina, em parceria com Felipe Bragança, o longa traz Marina Provenzzano como protagonista.

Ana é uma jovem advogada carioca que se divide entre seu trabalho em uma comunidade prestes a ser despejada por conta dos Jogos Olímpicos do Rio, um novo amor e uma doença misteriosa. O longa teve estreia mundial na competição oficial do Festival Internacional de Cinema de Roterdã no início do ano.

A dupla de roteiristas já trabalhou junta em outros projetos e assina a direção de longas como A Fuga da Mulher Gorila, que estreou no Festival de Locarno, em 2009, e A Alegria, que esteve na Quinzena dos Realizadores, no Festival de Cannes, em 2010. Além de Marina Provenzzano, o elenco conta com o estreante Pedro Gracindo, Diego de Abreu, Analu Prestes, Igor Angelkorte e Sandra Souza.

A história se passa no Rio de Janeiro, em 2016, num verão escaldante. A cidade está se preparando para os Jogos Olímpicos. Ana, uma defensora pública de 32 anos, trabalha na defesa de uma comunidade ameaçada de remoção pelas obras do Parque Olímpico. Enquanto isso, misteriosas manchas roxas, similares a fungos, aparecem em seu corpo. Coisas estranhas começam a acontecer na cidade e no corpo de Ana. A temperatura sobe, criando uma atmosfera úmida e sufocante. O mormaço acumula, abrindo caminho para uma forte chuva.

No palco do Palácio dos Festivais, a diretora subiu acompanhada por sua equipe e fez um discurso importante e reflexivo: “Estou muito feliz e honrada de estar aqui. É a primeira exibição do filme no Brasil e isso é muito importante. Mormaço é sobre resistência, filmado em 2016 e alguns meses antes das Olimpíadas do Rio de Janeiro. É um filme que fala bastante sobre a relação das pessoas com a cidade em transformação e de como nossos corpos resistem a essas transformações, que muitas vezes são bastante violentas e agressivas”, disse.

Aperte o play e confira na íntegra o discurso de Marina Meliande em Gramado:

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Foto: Fabio Winter/Pressphoto.

46º Festival de Cinema de Gramado: conheça os vencedores da Mostra Gaúcha de Curtas

por: Cinevitor

curtasgauchos18gramadoOs premiados no palco de Gramado.

Como de costume, o primeiro fim de semana do 46º Festival de Cinema de Gramado exibiu e premiou os melhores curtas-metragens produzidos no Rio Grande do Sul. A cerimônia aconteceu na noite de domingo, 19/08, no Palácio dos Festivais, e consagrou Um Corpo Feminino, de Thaís Fernandes, como o melhor filme do Prêmio Assembleia Legislativa – Mostra Gaúcha de Curtas.

O documentário, que faz parte de um projeto transmídia e levou também o prêmio de melhor roteiro, propõe um jogo aparentemente simples onde pergunta para mulheres de diversas gerações a definição de “um corpo feminino”; a produção Sem Abrigo, que mostra a luta de uma moradora de rua para sobreviver ao frio do inverno em Porto Alegre, ganhou três troféus: melhor montagem, melhor fotografia e melhor atriz para Rejane Arruda.

Ao todo foram distribuídos 48 mil reais em dinheiro aos vencedores das 12 categorias (onze troféus Assembleia Legislativa e o Prêmio da Crítica especializada); o melhor filme recebeu ainda um crédito de R$ 10 mil para utilizar em locação de equipamentos da Naymar.

Os vencedores foram escolhidos por cinco jurados: o jornalista Hermes Leal, o produtor Julio Uchoa, a atriz Lu Grimaldi, a diretora de arte Maíra Carvalho e o crítico de cinema Rafael Carvalho. Ao todo, 20 produções concorreram na categoria.

Conheça os vencedores da Mostra Gaúcha de curtas-metragens do Festival de Gramado 2018:

Melhor Produção | Produção Executiva: Mulher Ltda, por Rafael Duarte e Taísa Ennes
Melhor Edição de Som: Abismo, por Guilherme Cassio
Melhor Música: Nós Montanha, por Jonts Ferreira
Melhor Direção de Arte: Mulher Ltda, por Taísa Ennes
Melhor Montagem: Sem Abrigo, por Germano de Oliveira
Melhor Fotografia: Sem Abrigo, por Marco Antônio Nunes
Melhor Roteiro: Um Corpo Feminino, escrito por Thaís Fernandes
Melhor Atriz: Rejane Arruda, por Sem Abrigo
Melhor Ator: Sirmar Antunes e Clemente Viscaíno, por Grito
Melhor Curta Gaúcho | Júri da Crítica: Sem Abrigo, de Leonardo Remor
Menção Honrosa: A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina, de Tiago Ribeiro
Melhor Direção: Fè Mye Talè, de Henrique Both Lahude
Melhor Filme: Um Corpo Feminino, de Thaís Fernandes

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Foto: Fabio Winter/Pressphoto.

Com Karine Teles e Adriana Esteves, Benzinho é exibido no 46º Festival de Gramado

por: Cinevitor

benzinhogramado18Equipe do filme no tapete vermelho de Gramado.

Estrelado por Karine Teles, Adriana Esteves, Otávio Müller e Konstantinos Sarris, Benzinho, de Gustavo Pizzi, foi exibido neste sábado, 18/08, na competição de longas brasileiros do 46º Festival de Cinema de Gramado.

Na história, Irene, vivida por Karine Teles, mora com o marido Klaus, papel de Otávio Müller, e seus quatro filhos nos arredores do Rio de Janeiro. Entre os empreendimentos sem sucesso do parceiro e os problemas da irmã, interpretada por Adriana Esteves, Irene se desdobra para ajudar a todos e dar atenção aos filhos. Mas é quando seu primogênito Fernando, vivido por Konstantinos Sarris, ator grego em sua estreia nos cinemas, é convidado para jogar handebol na Alemanha, que ela terá que lidar com o maior de seus problemas, a despedida antes do previsto.

Benzinho foi rodado em Petrópolis e Araruama, no Rio de Janeiro, e também traz no elenco o ator uruguaio César Troncoso, vivendo Alan, marido de Sônia e Vicente Demori como Thiago, filho do casal. Mateus Solano é Paçoca, e faz uma participação especial como o professor de handebol de Fernando. Luan Teles, interpreta Rodrigo, filho do meio de Irene; os gêmeos mais novos são vividos por Arthur e Francisco Teles Pizzi, filhos do diretor Gustavo Pizzi e da atriz Karine Teles, que foram casados e se inspiraram nessa experiência pessoal para criar a história do filme. A dupla volta a trabalhar em parceria depois do premiado longa Riscado, de 2010, que faturou os kikitos de melhor direção, atriz, roteiro e Júri da Crítica em Gramado.

O longa teve sua estreia mundial na competição do Festival de Sundance e participou da mostra Voices no Festival de Roterdã. Venceu o prêmio de melhor filme pelo júri e pela crítica do Festival de Málaga e pelo júri do Festival de Cinema Luso-brasileiro de Santa Maria da Feira. Também participou dos festivais de Gotemburgo, São Francisco, Washington DC, Berkshire, Provincetown, Edimburgo, Festival Internacional do Cinema Latino de Los Angeles, Festival de Karlovy Vary, na República Checa, e no Rooftop Films Summer Series.

benzinhotrailerAdriana Esteves e Karine Teles em cena: atuações brilhantes.

Benzinho foi vendido para diversos países, como França, China, Austrália, Nova Zelândia, República Checa, Portugal, México, Polônia, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Grécia, Espanha, Suíça, Áustria, Bósnia e Herzegovina, Croácia, Macedônia, Montenegro, Sérvia e Eslovênia. Estreou no Uruguai em março, no México em julho e no Brasil no dia 23 de  agosto.

No palco do Palácio dos Festivais, a protagonista Karine Teles fez um discurso importante e comovente: “A Irene [personagem de Karine], em primeiro lugar, é uma mulher como protagonista e não como objeto de um filme. Eu acho isso revolucionário. Precisamos dar voz a outras histórias no nosso cinema, a gente precisa dar espaço para outros olhares”, falou.

No dia seguinte à exibição, o diretor Gustavo Pizzi participou de uma coletiva de imprensa ao lado dos atores Otávio Müller, Adriana Esteves, Karine Teles e dos filhos Arthur e Francisco Teles Pizzi. A produtora executiva Tatiana Leite e o coprodutor Roberto Berliner também fizeram parte da mesa.

Aperte o play e confira os melhores momentos da apresentação e do debate:

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Foto: Edison Vara/Pressphoto.

Carlos Saldanha recebe o Troféu Eduardo Abelin no 46º Festival de Gramado

por: Cinevitor

saldanhatrofeugramadoHomenageado: reconhecimento no exterior e no Brasil.

O primeiro homenageado da 46ª edição do Festival de Cinema de Gramado subiu ao palco do Palácio dos Festivais no sábado, 18/07: o cineasta Carlos Saldanha, mestre da animação brasileira e indicado duas vezes ao Oscar, recebeu o Troféu Eduardo Abelin, que destaca a trajetória e a contribuição de diretores brasileiros.

Nascido no Rio de Janeiro e morador de Nova Iorque desde os anos 1990, Carlos Saldanha é um dos principais nomes da Blue Sky Studios, responsável por animações como A Era do Gelo, Robôs, Rio e O Touro Ferdinando, que foi indicado recentemente ao Oscar de melhor animação. A obra é dirigida por Saldanha, que exerceu a mesma função em Rio, de 2011, filme que ele criou para ser uma carta de amor para sua cidade natal e que se tornou um sucesso mundial.

Na trilogia de A Era do Gelo, dividiu a direção do primeiro filme e depois assumiu integralmente a condução das duas sequências, sendo que a última, A Era do Gelo 3, se tornou um dos maiores filmes de animação de todos os tempos, arrecadando quase 900 milhões de dólares em todo o mundo.

No palco do Palácio dos Festivais, o cineasta gaúcho Otto Guerra, que recebeu este mesmo troféu no ano passado e também é conhecido por suas animações, preparou uma sequência especial com imagens de seus filmes que foram projetadas no telão e brincavam com Saldanha. Depois, entregou o troféu ao homenageado: “Fiz minha carreira praticamente lá fora, mas ganhar um prêmio no Brasil tem um gostinho muito especial”, disse Carlos. E completou: “Todos nós queremos contar boas histórias, criar bons personagens e não importa como. O que importa é estar na telona para que possa ser apreciado“.

Aperte o play e confira os melhores momentos da homenagem:

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Foto: Edison Vara/Pressphoto.

Com Marieta Severo, A Voz do Silêncio, de André Ristum, é exibido no 46º Festival de Gramado

por: Cinevitor

vozdosilenciogramadoEquipe do filme no tapete vermelho do Palácio dos Festivais.

Depois da exibição do filme de abertura na primeira noite do 46º Festival de Cinema de Gramado, o cineasta André Ristum subiu ao palco do Palácio dos Festivais na sexta-feira, 17/08, para abrir a competição de longas brasileiros com seu novo trabalho, o drama A Voz do Silêncio.

Baseado em experiências reais da vida do diretor, o filme traz um olhar atento que varre a cidade grande e suas pessoas anônimas que vivem em tensão pela sobrevivência, resignados com seus próprios destinos. Um eclipse lunar pontua as mudanças nas vidas dessas pessoas, que compõem um mosaico da cidade.

A Voz do Silêncio fez sua estreia mundial na competição oficial do Festival de Málaga deste ano e abriu o Festival de Tucuman, na Argentina, onde foi lançado comercialmente em junho. No Brasil, tem estreia prevista para novembro deste ano.

Primeira atriz a vencer o Troféu Oscarito, em 2002, Marieta Severo marcou presença no evento para apresentar o filme. Na história, ela interpreta uma mulher submersa em culpa depois de ter rejeitado o filho. O filme descortina as razões para a atitude e apresenta a personagem que, com problemas psíquicos, precisa lidar com um estado emocional e mental muito particular. A personagem integra um mosaico de histórias cotidianas onde o diretor André Ristum, premiado pelo júri popular em Gramado no ano de 2015 com O Outro Lado do Paraíso.

marietagramado18Marieta Severo nos bastidores do festival.

Em entrevista exclusiva ao CINEVITOR, Marieta disse: “É sempre muito especial estar em Gramado. Mostrar um filme aqui tem um sabor especial. Quando a gente sabe que foi selecionado para Gramado é uma alegria”. A atriz também falou sobre o público: “É um público com um olhar atento que vem absorver o que tem de melhor no nosso cinema. E, neste ano, a seleção está muito boa”.

O diretor André Ristum também falou ao CINEVITOR: “É meu terceiro filme em Gramado e a recepção foi incrível”, revelou. Questionado sobre o talento e o entrosamento do elenco, disse: “São atores que eu sempre quis trabalhar, alguns eu até escrevi o personagem pensando neles”. E completou: “Eu queria trabalhar com atores que tivessem o talento de comunicar sem falar, transmitindo algo pelo olhar de uma forma muito forte. Hoje eu assisto ao filme e realmente vejo que o trabalho do elenco ficou sensacional”, finalizou.

A Voz do Silêncio conta também com Ricardo Merkin, Arlindo Lopes, Claudio Jaborandy, Stephanie de Jongh, Marat Descartes, Tássia Cabanas, Nicola Siri, Marina Glezer, Milhem Cortaz e Augusto Madeira no elenco.

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Fotos: Cleiton Thiele e Edison Vara/Pressphoto.

O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, abre o 46º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

gramado46circoaberturaO diretor apresenta o filme no palco ao lado da equipe.

A 46ª edição do Festival de Cinema de Gramado começou nesta sexta-feira, 17/08, com O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, como o filme de abertura. Inspirado no poema de Jorge de Lima, e com trilha sonora repleta de clássicos de Chico Buarque e Edu Lobo, o longa conta a história de cinco gerações de uma mesma família circense, do apogeu à decadência, passando por grandes amores e aventuras.

Diretor de filmes como Xica da Silva, Bye Bye Brasil, Quilombo, Um Trem para as Estrelas e Tieta do Agreste, Cacá Diegues participou recentemente do Festival de Cannes com a exibição de O Grande Circo Místico, seu 18º longa-metragem, fora de competição. O filme conta com Jesuíta Barbosa, Bruna Linzmeyer, Antonio Fagundes, Juliano Cazarré, Rafael Lozano, Marcos Frota, Mariana Ximenes e Vincent Cassel no elenco.

No palco do Palácio dos Festivais, o consagrado diretor revelou estar feliz e honrado em abrir o evento, sendo a primeira exibição pública do filme no Brasil: “O Festival de Gramado faz parte da história do cinema brasileiro e merece toda nossa atenção e respeito. Por aqui foram revelados grandes filmes”, disse Cacá.

No dia seguinte à exibição, o cineasta participou de uma coletiva de imprensa ao lado dos atores Jesuíta Barbosa, Mariana Ximenes, Marcos Frota e Bruna Linzmeyer e da produtora Renata Almeida Magalhães. Entre tantos assuntos, falaram sobre a preparação dos personagens, naturalismo no cinema brasileiro, referências e efeitos especiais.

Aperte o play e confira os melhores momentos da coletiva de imprensa de O Grande Circo Místico:

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Foto: Cleiton Thiele/Pressphoto.

CINEVITOR #296: Entrevistas com Patricia Pillar, Lee Taylor e Eduardo Nunes | Unicórnio

por: Cinevitor

unicorniopgmcinevitorPatricia Pillar e Lee Taylor em cena.

Exibido na mostra Generation do Festival de Berlim deste ano, Unicórnio, de Eduardo Nunes, teve sua estreia mundial na Première Brasil no Festival do Rio do ano passado e agora chega aos cinemas nesta quinta-feira, 16/08, com distribuição da Vitrine Filmes, integrando o projeto Sessão Vitrine Petrobras.

Unicórnio é adaptado da obra da escritora brasileira Hilda Hilst e foi rodado em dezembro de 2016 na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. A equipe técnica foi a mesma do filme anterior de Nunes, Sudoeste, que recebeu 23 prêmios internacionais e foi exibido em mais de 30 países. A fotografia é assinada por Mauro Pinheiro Jr., ABC, e a direção de arte por André Weller. Zé Nogueira é responsável pela trilha sonora.

Na história, Maria, vivida por Barbara Luz, aguarda com a mãe, interpretada por Patricia Pillar, a volta de seu pai, papel de Zécarlos Machado. A relação das duas muda com a chegada de um outro homem, vivido por Lee Taylor, à rústica casa de campo em que moram.

Para falar mais sobre o filme, conversamos com o diretor Eduardo Nunes, com a protagonista Patricia Pillar e com o ator Lee Taylor. Aperte o play e confira:

Foto: Zeca Miranda.

Unicórnio

por: Cinevitor

unicornioposterDireção: Eduardo Nunes

Elenco: Patrícia Pillar, Barbara Luz, Zécarlos Machado, Lee Taylor, Inês Peixoto , Eduardo Moreira.

Ano: 2018

Sinopse: Maria, uma menina, está sentada num banco ao lado de seu pai. A conversa que eles têm ali, conduz a narrativa do filme: acompanhamos a história na rústica casa de campo, onde ela mora com a mãe, e aguardam a volta deste mesmo pai. A relação entre Maria e a sua mãe muda com a chegada de um outro homem.

*Clique aqui e confira o programa especial sobre o filme com entrevistas com o diretor e com os atores Patricia Pillar e Lee Taylor.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Filme brasileiro O Segredo de Davi é selecionado para o Festival Internacional de Cinema de Montreal

por: Cinevitor

osegredodedavimontrealNicolas Prattes em cena: estreia nas telonas.

Dirigido por Diego Freitas, O Segredo de Davi acaba de ser selecionado para o Festival Internacional de Cinema de Montreal (Montreal World Film Festival, MWFF), que acontece entre os dias 23 de agosto e 3 de setembro. O evento é o único festival de cinema competitivo da América do Norte credenciado pela FIAPF, Federação Internacional de Associações de Produtores Cinematográficos. A ficção é o único longa brasileiro entre os 19 selecionados da mostra First Fiction Films World Competition.

“Estamos super felizes. O festival abriu espaço para um filme do gênero suspense e brasileiro na mostra competitiva junto com filmes de todo o mundo. A estreia em Montreal tem um gostinho especial porque é a primeira vez que o filme será exibido, ninguém o viu ainda. Estou ansioso pra ver a reação de um público diferente do nosso e com outra cultura. É uma forma de mostrar a universalidade da nossa história e do nosso tema. Estou honrado e orgulhoso da nossa equipe”, disse Diego Freitas.

Em sua estreia nos cinemas, Nicolas Prattes dá vida a esse anti-herói cheio de mistérios, numa trama focada em um jovem universitário que se transforma em um famoso serial killer. Com lançamento previsto para novembro de 2018 em todo o Brasil e distribuição da Elo Company, o longa traz também no elenco os atores João Côrtes, Cris Vianna, Bianca Müller, Eucir de Souza, Giselle de Prattes, Tuna Dwek, André Hendges e Neusa Maria Faro.

O roteiro original foi criado pelo diretor Diego Freitas, internacionalmente premiado como melhor diretor pelo curta Sal, de 2016. Elisa Tolomelli, de Cidade de Deus e Central do Brasil, assina a coprodução juntamente com Luciano Reck, Amadeu Alban e Marcio Yatsuda, que são os produtores executivos.

Clique aqui e confira o teaser trailer de O Segredo de Davi.

Foto: Divulgação/Parakino Filmes.

Festival de Toronto 2018: novos filmes são anunciados na programação

por: Cinevitor

outlawkingtorontoChris Pine e Lorne MacFadyen, em Outlaw King, de David Mackenzie.

Considerado um dos eventos mais importantes do cinema mundial e conhecido como um termômetro para o Oscar, o Festival Internacional de Cinema de Toronto anunciou novos filmes na programação de sua 43ª edição, que acontecerá entre os dias 6 e 16 de setembro.

Nesta nova leva de filmes anunciados, nomes premiados e consagrados da sétima arte se destacam com seus novos trabalhos, como: Peter Farrelly, Xavier Dolan, Paul GreengrassJoel Edgerton, Sebastián LelioSam Taylor-Johnson, Naomi Kawase, Errol Morris, Michael Moore, entre outros.

Conheça os novos filmes selecionados para o Festival de Toronto 2018:

GALA PRESENTATIONS:

Green Book, de Peter Farrelly (EUA)
Jeremiah Terminator LeRoy, de Justin Kelly (Canadá/EUA/Reino Unido) (filme de abertura)
The Lie, de Veena Sud (Canadá)
Outlaw King, de David Mackenzie (EUA/Reino Unido) (filme de encerramento)

SPECIAL PRESENTATIONS:

22 July, de Paul Greengrass (Noruega/Islândia)
American Woman, de Jake Scott (EUA)
Baby (Bao Bei Er), de Liu Jie (China)
Boy Erased, de Joel Edgerton (EUA)
Driven, de Nick Hamm (Porto Rico/Reino Unido/EUA)
Duelles (Mothers’ Instinct), de Olivier Masset-Depasse (Bélgica/França)
A Faithful Man (L’homme fidèle), de Louis Garrel (França)
Gloria Bell, de Sebastián Lelio (EUA/Chile)
Hold the Dark, de Jeremy Saulnier (EUA)
Kursk, de Thomas Vinterberg (Bélgica/Luxemburgo)
Legend of the Demon Cat – Director’s Cut, de Chen Kaige (China/Japão)
Mid90s, de Jonah Hill (EUA)
A Million Little Pieces, de Sam Taylor-Johnson (EUA)
Never Look Away (Werk ohne Autor), de Florian Henckel von Donnersmarck (Alemanha)
The Death and Life of John F. Donovan, de Xavier Dolan (Canadá/Reino Unido)
The Quietude (La Quietud), de Pablo Trapero (Argentina)
Skin, de Guy Nattiv (EUA)
Teen Spirit, de Max Minghella (EUA)
Tell It To The Bees, de Annabel Jankel (Reino Unido)
Viper Club, de Maryam Keshavarz (EUA)
Vision, de Naomi Kawase (Japão/França)
Vita & Virginia, de Chanya Button (Reino Unido/Irlanda)
Wild Rose, de Tom Harper (Reino Unido)

PLATFORM:

Angelo, de Markus Schleinzer (Áustria/Luxemburgo)
Cities of Last Things, de Ho Wi Ding (Taiwan/China/EUA/França)
Destroyer, de Karyn Kusama (EUA)
Donnybrook, de Tim Sutton (EUA) (filme de abertura)
The Good Girls (Las niñas bien), de Alejandra Márquez Abella (México)
Her Smell, de Alex Ross Perry (EUA)
The Innocent, de Simon Jaquemet (Suíça/Alemanha)
Jessica Forever, de Caroline Poggi e Jonathan Vinel (França) (filme de encerramento)
Mademoiselle de Joncquières, de Emmanuel Mouret (França)
Out of Blue, de Carol Morley (Reino Unido)
The River, de Emir Baigazin (Cazaquistão/Polônia/Noruega)
Rojo, de Benjamín Naishtat (Argentina/Brasil/França/Holanda/Alemanha)

TIFF DOCS:

American Dharma, de Errol Morris (EUA/Reino Unido)
Angels Are Made Of Light, de James Longley (EUA/Dinamarca/Noruega)
The Biggest Little Farm, de John Chester (EUA)
Carmine Street Guitars, de Ron Mann (Canadá)
Divide and Conquer: The Story of Roger Ailes, de Alexis Bloom (EUA)
The Elephant Queen, de Victoria Stone e Mark Deeble (Reino Unido/Quênia)
Fahrenheit 11/9, de Michael Moore (EUA) (filme de abertura)
Free Solo, de E. Chai Vasarhelyi e Jimmy Chin (EUA)
Freedom Fields, de Naziha Arebi (Líbia/Reino Unido/Holanda/EUA/Qatar/Líbano/Canadá)
Ghost Fleet, de Shannon Service e Jeffrey Waldron (EUA)
Graves Without a Name (Les tombeaux sans noms), de Rithy Panh (França/Camboja)
Heartbound (Hjertelandet), de Janus Metz e Sine Plambech (Dinamarca/Holanda/Suécia)
Maiden, de Alex Holmes (Reino Unido)
Maria by Callas, de Tom Volf (França)
Meeting Gorbachev, de Werner Herzog e André Singer (Reino Unido/EUA/Alemanha)
This Changes Everything, de Tom Donahue (EUA)
Monrovia, Indiana, de Frederick Wiseman (EUA)
Prosecuting Evil: The Extraordinary World of Ben Ferencz, de Barry Avrich (Canadá)
Putin’s Witnesses (Svideteli Putina), de Vitaly Mansky (Letônia/Suíça/República Checa)
Quincy, de Rashida Jones e Alan Hicks (EUA)
Screwball, de Billy Corben (EUA)
Searching for Ingmar Bergman, de Margarethe von Trotta (Alemanha/França) (filme de encerramento)
The Truth About Killer Robots, de Maxim Pozdorovkin (EUA)
Walking on Water, de Andrey Paounov (Itália/EUA)
What is Democracy?, de Astra Taylor (Canadá)
When Arabs Danced (Au temps où les Arabes dansaient), de Jawad Rhalib (Bélgica)
Women Make Film: A New Road Movie Through Cinema, de Mark Cousins (Reino Unido)

Foto: Divulgação/Netflix.

Desyrrê

por: Cinevitor

desyrreposter1Direção: Oficina Documentando

Elenco: Desyrrê Cândido de Lima

Ano: 2018

Sinopse: Dos caminhos, dos rumos, destinos e desatinos percorridos e das (re)existências pelo Sertão do Pajeú, a força de Desyrrê inspira. Mulher sertaneja de pulso firme se faz poesia entre nós, tem uma Vida & Morte Severina transgressora, com brilho nos olhos, vaidade para abraçar o melhor da vida e garra para enfrentar seus medos, preconceitos e as adversidades. Seu salto alto lhe empodera e do alto dele ela reina absoluta; é divina, diva apoteótica, prece subversiva, oração em forma de prosa. Ser um corpo dissidente, um corpo, um corpo marcado por territórios minados no Oásis do Sertão, é uma luta diária por reconhecimento e visibilidade mais assídua. Desyrrê vivencia na pele esse resistir e persistir em sua trajetória. Desyrrê é pele, derme, epiderme, carne sacra, carne viva que transborda, é fluxo, travessia, rio que corre em nossa aorta. Filme realizado por alunos da Oficina Documentando.

Nota do CINEVITOR:

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