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O Irlandês, de Martin Scorsese, com Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci, ganha primeiro trailer

por: Cinevitor

oirlandestrailernetflixJoe Pesci e Robert De Niro em cena.

Com Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci no elenco, O Irlandês, saga épica do diretor Martin Scorsese, original da Netflix, que fala sobre o crime organizado nos Estados Unidos pós-guerra, acaba de ganhar seu primeiro trailer.

O longa é contado sob a perspectiva do veterano da Segunda Guerra Mundial, Frank Sheeran, interpretado por Robert De Niro, um assassino profissional que trabalhou ao lado de algumas das personalidades mais marcantes do século 20. O filme narra um dos grandes mistérios não resolvidos da história americana, o desaparecimento do lendário líder sindical Jimmy Hoffa, papel de Al Pacino, e se transforma em uma jornada monumental pelos corredores do crime organizado: seus mecanismos, rivalidades e associações políticas.

Com roteiro de Steven Zaillian, de A Lista de Schindler e Gangues de Nova York, baseado no livro de Charles Brandt, o longa conta também com Harvey Keitel, Ray Romano, Bobby Cannavale, Anna Paquin, Stephen Graham, Stephanie Kurtzuba, Jack Huston, Kathrine Narducci, Jesse Plemons, Domenick Lombardozzi, Paul Herman, Gary Basaraba e Marin Ireland no elenco.

Confira o primeiro trailer de O Irlandês, que chega em breve na Netflix:

Foto: Divulgação/Netflix.

23º Cine PE começa com homenagem a Graça Araújo, filme sobre Frei Damião e curta de Katia Mesel

por: Cinevitor

cinepe2019aberturaEquipe do festival no palco para homenagear Graça Araújo.

Começou nesta segunda-feira, 29/07, a 23ª edição do Cine PE – Festival Audiovisual, que apresentará em sua programação seis longas, sendo três na categoria ficção e três na categoria documentário, na Mostra Competitiva de Longas-Metragens, sete títulos na Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Pernambucanos e dezenove na Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Nacionais.

A abertura, realizada no Cinema São Luiz, começou com uma emocionante homenagem à jornalista e cerimonialista Graça Araújo, que morreu em setembro de 2018. Durante 22 anos, Graça emprestou sua potente voz ao festival: “Ela era a cara do Cine PE. Não tem como pensar em um e não lembrar do outro”, descreveu a diretora do evento, Sandra Bertini. Não à toa, Sandra decidiu oferecer a grande homenagem da 23ª edição do Cine PE à amiga.

Para a surpresa do público, o palco se iluminou com um holograma que trazia o rosto e a voz da jornalista. A homenagem, ovacionada pelo público, também foi recebida com muito choro por colegas de trabalho, amigos e familiares de Graça. O vídeo-simulação foi seguido pela estreia da atriz Nínive Caldas como cerimonialista do evento. “A vida da Graça (a nossa, Araújo) é uma extensão da vida do Cine PE”, dizia um dos trechos do texto de Sandra Bertini.

A homenagem se encerrou com um vídeo de memórias e com o troféu Calunga de Ouro, a maior honraria do festival, entregue à irmã de Graça pela equipe que trabalhou nos bastidores com a jornalista durante os últimos 22 anos.

freidamiaocinepeaberturaA diretora Deby Brennand apresenta seu filme no evento.

Na abertura da programação, o Cine PE exibiu os dois filmes da mostra Hors Concours: o curta Parto Sim, de Katia Mesel, e o longa-metragem Frei Damião – O Santo do Nordeste, de Deby Brennand.

Baseado em fatos reais, a ficção Parto Sim retrata a delicada situação das grávidas de Fernando de Noronha, que precisam deixar suas casas até a 34ª semana de gestação e ir para o Recife, onde há oferta de assistência médica adequada. “Gravidez precoce, adoção e aborto são mencionados dentro do enredo, então este é um filme que incomoda”, comentou a cineasta.

Por fim, o evento contou com a estreia do longa-metragem Frei Damião – O Santo do Nordeste, documentário que desvenda, por meio de entrevistas com alguns descendentes de italianos, amigos, párocos e frades franciscanos que conviveram com Frei Damião, o homem por trás do mito religioso. “É um prazer estrear meu segundo longa dentro do Cine PE. Antes de sonhar em ser cineasta, eu já prestigiava o evento”, comentou Deby no palco, acompanhada pela equipe.

*O CINEVITOR está em Recife a convite do evento e você acompanha a cobertura do festival por aqui e pelas redes sociais: Twitter, Facebook, Instagram e YouTube.

Fotos: Felipe Souto Maior.

As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra, lidera indicações ao 24º Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro

por: Cinevitor

boasmaneirasguaraniIsabél Zuaa em As Boas Maneiras: indicada na categoria de melhor atriz.

Entre longas e curtas, nacionais e estrangeiros, de ficção, documentário e animação, foram anunciados nesta semana os indicados ao 24º Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro, a maior e mais ampla premiação da crítica nacional.

Neste ano, 50 filmes foram lembrados com ao menos uma indicação. Os recordes começaram a ser quebrados antes de qualquer título ser citado, no entanto. A formação da Academia Guarani de Cinema foi composta por mais de 50 críticos de cinema, professores, jornalistas e pesquisadores, entre eles, Vitor Búrigo, aqui do CINEVITOR.

O grupo foi responsável por escolher, entre os 165 longas nacionais lançados comercialmente no último ano, 70 curtas-metragens premiados nos principais festivais de cinema do Brasil e cerca de uma centena de produções estrangeiras, os melhores de 2018. Agora, começa uma nova fase de votação, quando será definido o grande vencedor dentre os cinco finalistas de cada uma das 24 categorias da premiação. Para essa segunda etapa, mais de uma centena de reconhecidos profissionais da área já confirmaram suas participações.

Neste ano, o campeão de indicações é o drama sobrenatural As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra, que concorre em 13 categorias. Logo em seguida vem o suspense O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida, com 11 indicações. Os dramas familiares O Beijo no Asfalto, de Murilo Benício, e Benzinho, de Gustavo Pizzi, ficaram empatados com 9 indicações, enquanto que o drama social Arábia, de Affonso Uchoa e João Dumans, aparece em sete categorias. Estes cinco são também os finalistas a melhor filme do ano e são os mesmos que disputam, também, a categoria de melhor direção.

Neste ano, algumas novidades foram adicionadas ao Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro. A categoria de curta-metragem, que foi incluída pela primeira vez em 2017, dessa vez foi dividida em duas: documentário em curta e ficção em curta. Já as produções animadas no formato disputarão em pé de igualdade com os longas na unificada melhor animação. Outra divisão se fez na categoria de Revelação, agora separada em masculina e feminina. Em filme estrangeiro, dois fatos inéditos: é a primeira vez que quatro dos cinco finalistas concorreram também ao Oscar de melhor filme, e três dos cinco indicados tem como língua majoritária o inglês. Entre os longas brasileiros, outro recorde: 31 produções foram lembradas.

“O Guarani representa a diversidade e a multiplicidade do cinema brasileiro em 2018 a partir do olhar de quem realmente assiste e reflete sobre a produção nacional. Por ser uma premiação que começa a partir do olhar dos críticos, dos professores, dos pesquisadores, dos jornalistas, de quem realmente está convivendo com este universo no seu dia a dia, apresenta uma reflexão muito apurada do melhor do nosso cinema”, disse Robledo Milani, criador e editor-chefe do site Papo de Cinema e idealizador e organizador do Prêmio Guarani, em entrevista ao CINEVITOR.

Clique aqui e confira a lista completa com os indicados ao 24º Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro.

Foto: Divulgação.

29º Cine Ceará: quatro longas terão exibições especiais na programação

por: Cinevitor

mariacaritocearaLilia Cabral em Maria do Caritó: uma solteirona em busca do amor verdadeiro.

A 29ª edição do Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema, que acontecerá entre os dias 30 de agosto e 6 de setembro, em Fortaleza, acaba de anunciar os longas-metragens que terão Exibições Especiais neste ano.

Além do já divulgado A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Karim Aïnouz, escolhido para abrir o festival, outros dois diretores cearenses levam seus longas para o 29º Cine Ceará: Soldados da Borracha, documentário de Wolney Oliveira, e Pacarrete, de Allan Deberton, que encerra a programação. A ficção Maria do Caritó, estrelada por Lilia Cabral e dirigida por João Paulo Jabur, também está na lista e fará sua estreia mundial no Cine Ceará.

Conheça mais sobre os longas selecionados para Exibições Especiais:

SOLDADOS DA BORRACHA, de Wolney Oliveira
O documentário resgata a saga de cerca de 60 mil brasileiros, enviados para a região amazônica pelos governos do Brasil e dos Estados Unidos durante a segunda Guerra Mundial, em mirabolante plano para extrair látex, material estratégico imprescindível para a vitória dos Aliados. As promessas da volta a casa como heróis da pátria e de aposentadoria equivalente à dos militares, nunca se cumpriram. Hoje centenas deles, já com idade avançada e em situação de pobreza, esperam o dia do reconhecimento oficial.

O documentário estreou mundialmente no 24º Festival É Tudo Verdade e conquistou o prêmio de melhor longa-metragem brasileiro pelo júri da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas, ABD-SP.

MARIA DO CARITÓ, de João Paulo Jabur
Cansada da vida solitária que leva, Maria sonha em encontrar um verdadeiro amor. Prometida pelo pai para ser entregue virgem a São Djalminha, um santo de quem ninguém nunca ouviu falar, só mesmo um milagre poderia ajudar. A única certeza que Maria tem é que, custe o que custar, ela precisa desencalhar e sair de uma vez desse Caritó.

O longa é baseado em uma peça homônima, “escrita especialmente para o retorno da atriz Lilia Cabral ao teatro”, como conta o escritor Newton Moreno. A comédia dramática ficou cinco anos em cartaz antes de ganhar as telas dos cinemas e foi um verdadeiro sucesso de público. Indicada a seis categorias no Prêmio Shell, em 2010, a peça Maria do Caritó contou ainda com a vitória de Lilia Cabral na categoria de melhor atriz no Prêmio Contigo, em 2011. A sua première mundial será no 29º Cine Ceará.

pacarretevitoriafilmeMarcélia Cartaxo em cena de Pacarrete, de Allan Deberton.

PACARRETE, de Allan Deberton
Pacarrete é uma bailarina incomum que vive em Russas, no interior do Ceará. Na véspera da festa de 200 anos da cidade, ela decide fazer uma apresentação de dança, como presente, para o povo. Mas parece que ninguém se importa.

O longa estreou mundialmente no Festival Internacional de Cinema de Xangai e foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Gramado. No Cine Ceará, foi escolhido para ser o filme de encerramento. A exibição será no dia 6 de setembro, no Cineteatro São Luiz.

A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO, de Karim Aïnouz
Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.

Após vencer o prêmio de melhor filme na mostra Un Certain Regard, do Festival de Cannes, o projeto foi contemplado com o também inédito CineCoPro Award no Filmfest München, na Alemanha. O longa de Aïnouz foi escolhido para ser o filme de abertura do festival e será exibido dia 30 de agosto, no Cineteatro São Luiz.

*Clique aqui e confira a lista completa com os longas selecionados para a competição.

Fotos: Selmy Yassuda/Divulgação.

Morre, aos 98 anos, a atriz Ruth de Souza

por: Cinevitor

ruthdesouza2Pioneira, referência e talentosa.

Morreu neste domingo, 28/07, aos 98 anos, a atriz carioca Ruth de Souza. Segundo informações divulgadas por amigos e familiares, ela estava internada em um hospital no Rio de Janeiro por conta de uma pneumonia. Considerada pioneira na conquista por espaço nos palcos e nas telas para os atores negros, se tornou referência, abriu caminhos e lutou contra a discriminação.

Ruth de Souza, que nasceu em 12 de maio de 1921, se interessou pela arte de atuar muito cedo, quando frequentava recitais no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Ao descobrir o Teatro Experimental do Negro, grupo liderado por Abdias do Nascimento, juntou-se a eles e estreou nos palcos em maio de 1945, no Municipal, com o espetáculo O Imperador Jones, de Eugene O’Neill. Desacreditada no começo, já que atores negros não conseguiam bons papéis no teatro e no cinema, Ruth quebrou barreiras e abriu caminho para muitos que vieram depois dela.

Estudou teatro nos Estados Unidos durante um ano e quando voltou fez sua estreia nas telonas, em 1948, no filme Terra Violenta, de Edmond F. Bernoudy e Paulo Machado, uma adaptação de Terras do Sem Fim, de Jorge Amado, que a indicou para o papel. Depois disso, trabalhou nas três companhias cinematográficas da época: Atlântida, Maristela e Vera Cruz.

Com o amigo de toda vida, Grande Otelo, fez Também Somos Irmãos, de José Carlos Burle, uma produção da Atlântida. Porém, foi na Vera Cruz que Ruth de Souza ganhou ainda mais destaque. Atriz contratada da companhia, atuou em Terra É Sempre Terra (1951), de Tom PayneÂngela (1951), de Abilio Pereira de AlmeidaTom Payne; e Sinhá Moça (1953), de Tom Payne e Oswaldo Sampaio, que lhe rendeu uma indicação ao prêmio de atuação feminina, Volpi Cup, no Festival de Veneza. Com isso, tornou-se a primeira atriz brasileira a receber uma indicação em um festival internacional; o longa foi premiado em Veneza e também no Festival de Berlim.

ruthdesouza1No filme Sinhá Moça: reconhecimento internacional.

Além disso, Ruth foi a primeira atriz negra a encenar um espetáculo no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a protagonizar uma novela, A Cabana de Pai Tomás, em 1969, na Rede Globo. No cinema foram mais de 30 filmes, entre eles: Pureza Proibida (1974), de Alfredo Sternheim, que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz coadjuvante pela APCAAssociação Paulista de Críticos de ArteO Assalto ao Trem Pagador (1962), de Roberto FariasRavina (1958), de Rubem Biafora; Fronteiras do Inferno (1959), de Walter Hugo Khouri; Mistério na Ilha de Vênus (1960), de Douglas Fowley, uma coprodução entre Brasil e Estados Unidos;  A Morte Comanda o Cangaço (1960), de Carlos Coimbra e Walter Guimares Motta; Gimba, Presidente dos Valentes (1963), de Flavio Rangel; O Homem Nu (1968), de Roberto Santos; Um Homem Célebre (1974), de Miguel Faria Jr.; Ladrões de Cinema (1977), de Fernando Campos; Jubiabá (1986), de Nelson Pereira dos Santos; Um Copo de Cólera (1999), de Aluizio Abranches; O Vendedor de Passados (2015), de Lula Buarque de Hollanda; Pitanga (2017), de Beto Brant e Camila Pitanga; entre outros.

Em 2004, foi premiada com o kikito de melhor atriz, no Festival de Cinema de Gramado, pelo filme Filhas do Vento, de Joel Zito Araújo. No ano passado, recebeu uma Menção Honrosa no Festival Brasil de Cinema Internacional, pelo longa Primavera, de Carlos Porto de Andrade Junior. Em 2013, foi homenageada no Grande Prêmio Brasileiro de Cinema e em janeiro deste ano, a escola de samba carioca Acadêmicos de Santa Cruz homenageou a atriz no Carnaval com o enredo Ruth de Souza – Senhora liberdade, Abre as asas sobre nós.

ruthdesouza3Com Maria Ceiça e Danielle Ornelas em Filhas do Vento: premiada.

O projeto Pérola Negra, do CCBB, Centro Cultural Banco do Brasil, que busca a valorização de personalidades afrodescendentes que marcaram a cultura e a história brasileira no século XX e começo do XXI, realizou a mostra Pérola Negra: Ruth de Souza, em 2016, com a exibição de 25 trabalhos da atriz.

Além dos palcos e das telonas, Ruth de Souza também se consagrou na TV: na década de 1950, participou de radionovelas e atuou em produções da TV Tupi. Depois, ganhou destaque na telenovela A Deusa Vencida, de Ivani Ribeiro, na TV Excelsior. Em 1968, foi contratada pela TV Globo e atuou em diversas obras, como: Pigmalião 70, O Bem Amado, Os Ossos do Barão, O Rebu, Sinhazinha Flô, Corpo a Corpo, Cambalacho, Rainha da Sucata, O Clone, Senhora do Destino, Mister Brau, entre outras. Seu último trabalho na emissora foi na minissérie Se Eu Fechar os Olhos Agora, em agosto de 2018.

Fotos: Divulgação/Genco Assessoria.

23º Festival de Cinema Brasileiro de Miami: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

venezafalabellamiamiDira Paes e Eduardo Moscovis em Veneza, de Miguel Falabella: selecionado.

O Festival de Cinema Brasileiro de Miami acaba de anunciar a seleção de filmes de sua 23ª edição, que acontecerá entre os dias 14 e 21 de setembro, na Flórida. Durante oito dias, atores, diretores, produtores nacionais e estrangeiros, além de executivos americanos e latinos do setor audiovisual, estarão na cidade para assistir produções nacionais da safra 2018-2019 e discutir caminhos para a coprodução com países latino-americanos e para a distribuição internacional nas mais variadas janelas de exibição.

Seis longas concorrerão ao troféu Lente de Cristal: os ainda inéditos no Brasil Veneza, de Miguel Falabella e Boca de Ouro, de Daniel Filho; a cinebiografia Simonal, de Leonardo Domingues, que será lançada no Brasil no dia 8 de agosto; o romance Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani; o drama Deslembro, de Flavia Castro; e a comédia romântica De Pernas Pro Ar 3, de Julia Rezende. Todos serão exibidos no Regal Cinema, na Lincoln Road, em South Beach. A grande homenageada desta edição é a atriz Dira Paes, que estrela Veneza e também Divino Amor, de Gabriel Mascaro, que terá exibição hors concours.

“O festival é uma ação de resistência. Fomos o primeiro com conteúdo exclusivamente brasileiro produzido no exterior. Ao longo dos últimos 23 anos nossa missão foi e continua sendo a de estimular o público estrangeiro a conhecer, se familiarizar e começar a consumir a cinematografia brasileira”, diz Adriana L. Dutra.

Na noite de abertura do festival, serão exibidos, fora de competição, Maria do Caritó, de João Paulo Jabur e O Beijo no Asfalto, dirigido por Murilo Benício. A Mostra Panorama apresenta, também fora de competição, o inédito Orlamundo, filme de Orlando Morais, dirigido por Alexandre Bouchet, que foi premiado em junho no LAIFFA, Los Angeles Independent Film Festival como o melhor documentário em longa-metragem; Chacrinha: O Velho Guerreiro, de Andrucha Waddington; Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral, de Halder Gomes; Minha Vida em Marte, de Susana Garcia; O Fantástico Patinho Feio, de Denilson Félix; e Tá Rindo de Quê?, de Claudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga.

todascancoespgmcinevitorMarina Ruy Barbosa e Bruno Gagliasso em Todas as Canções de Amor.

Além das mostras de filmes, a Inffinito, uma das mais importantes produtoras culturais do Brasil e a maior vitrine do cinema nacional no exterior, realiza este ano seu evento de mercado com um novo formato: o Inffinito Connect, que reunirá players brasileiros, latinos e americanos para painéis e debates, pela primeira vez também será disponibilizado ao vivo via streaming pelas redes sociais da Inffinito, mediante inscrição. Como foco na coprodução entre Brasil e países latino-americanos e na distribuição internacional nas mais diversas janelas de exibição, destaque para o painel Quais as oportunidades atuais para a inserção do conteúdo Brasil no mercado internacional?.

“Durante estes 23 anos foram realizados, ao todo, 148 painéis mercadológicos, com a presença de cerca de 400 players internacionais, que fizeram um forte network com os realizadores brasileiros e encontraram algum tipo de comercialização para TV, VOD, remakers, coproduções, convites para festivais internacionais, distribuição para cinema, universidades e centros culturais no mercado latino e americano”, diz Claudia Dutra.

Idealizado pelas produtoras Adriana L. Dutra, Claudia Dutra e Viviane Spinelli, o BRAFF (Brazilian Film Festival of Miami, Festival de Cinema Brasileiro de Miami) é pioneiro na exibição exclusiva de cinema brasileiro no exterior e tem sido o maior responsável, nas últimas décadas, pelo fomento do audiovisual nacional no exterior. O evento integra o calendário oficial da cidade de Miami e Miami Beach, e é reconhecido como um festival de mercado, considerado uma importante plataforma de negócios e comunicação entre profissionais e empresas do setor audiovisual nas Américas.

“Ao longo de suas edições, o BRAFF Miami já exibiu cerca de 850 filmes em diversos gêneros e formatos e, principalmente, propiciou a oportunidade de geração de novos negócios para cerca de 40% destes filmes exibidos. Hoje, o público do Festival é composto em 70% por estrangeiros, com todas suas sessões absolutamente lotadas”, conta Viviane Spinelli.

A curadoria do BRAFF Miami é composta por profissionais do setor audiovisual, do mercado brasileiro e latino. Esta é uma estratégia que vem sendo utilizada há décadas pelo Festival e tem contribuído de maneira efetiva no network dos profissionais brasileiros com players internacionais. A comissão de seleção é formada por: Adriana L. Dutra, cineasta, documentarista e diretora do Circuito Inffinito; Jal Guerreiro, diretora da Box Brazil; Liliana Kawase, produtora independente; e Viviane Spinelli, produtora e diretora do Circuito Inffinito.

Até o dia 21 de setembro, Miami será tomada pela programação do festival, com filmes inéditos ou recém-lançados no Brasil (e todos inéditos na Flórida), em diversos espaços da cidade, como o tradicional cinema Regal South Beach 18 (onde acontece a mostra competitiva), o Colony Theather (teatro art déco que sedia a cerimônia de encerramento), a Florida Internacional University (FIU), que exibe dois filmes dentro da programação oficial: América Armada, de Alice Lanari e Pedro Asbeg, e Sócrates, de Alex Moratto; além do Silverspot Cinema, que recebe a Mostra Panorama.

Fotos: Mariana Vianna/Divulgação.

CINEVITOR #346: Entrevista com Andrea Beltrão | Hebe: A Estrela do Brasil + coletiva de lançamento do trailer

por: Cinevitor

hebepgmespecialGracinha: Andrea Beltrão em cena.

Selecionado para a Mostra Competitiva de longas brasileiros do 47º Festival de Cinema de Gramado, Hebe: A Estrela do Brasil chega aos cinemas no dia 26 de setembro com Andrea Beltrão como protagonista, no papel da Rainha da Televisão Brasileira.

O longa se passa nos anos 1980 e traz como pano de fundo um retrato dos costumes, da cultura e da política do Brasil pelo olhar de Hebe Camargo. Sem pudor ou medo da crítica, como sempre foi na vida, a loira se revela inteira: na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. Além de Andrea Beltrão, o elenco conta também com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Teles e Daniel Boaventura.

Com direção de Maurício Farias, da franquia Vai que dá Certo, e roteiro de Carolina Kotscho, de 2 Filhos de Francisco, o filme mostra como Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras dona de sua voz e única autora de sua própria história.

No começo deste ano, o trailer foi apresentado primeiramente para a imprensa em um evento especial, no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, realizado na casa da própria Hebe Camargo, que completaria 90 anos na data. Marcaram presença o diretor Maurício Farias, a protagonista Andrea Beltrão, a roteirista Carolina Kotscho e o sobrinho da apresentadora, Claudio Pessutti.

Durante a coletiva de imprensa, eles relembraram alguns momentos das filmagens, falaram também sobre a caracterização da protagonista, roteiro, contaram histórias divertidas de bastidores sobre as joias e os figurinos, elogiaram os discursos da apresentadora, entre outros assuntos. Neste programa especial sobre Hebe: A Estrela do Brasil, registramos os melhores momentos do bate-papo com a imprensa e entrevistamos a atriz Andrea Beltrão.

Aperte o play e confira:

Foto: Jonas Tucci.

Modo Avião, filme original da Netflix, com Larissa Manoela e Erasmo Carlos, começa a ser rodado

por: Cinevitor

larissaerasmonetflixElenco reunido nos bastidores.

A Netflix, principal serviço de entretenimento por internet do mundo, iniciou neste mês as gravações do filme original brasileiro Modo Avião. O longa é estrelado por Larissa Manoela e Erasmo Carlos.

A trama conta a história da jovem Ana, vivida por Larissa Manoela, que estudou moda sonhando em ser uma grande estilista. Mas largou tudo para virar uma influenciadora digital da famosa marca True Fashion, liderada pela executiva Carola, interpretada por Katiuscia Canoro. Ana passa tanto tempo postando fotos e vídeos para promover a marca, que não larga o celular nem para dirigir. Até que um dia, ela sofre um acidente mais sério e, a partir desse momento, é obrigada a se afastar das redes sociais. A partir daí, a jovem vai para o interior na casa do avô Germano, papel de Erasmo Carlos, para uma espécie de detox digital.

Na casa do avô, Ana vai ajudá-lo a consertar seu velho Mustang, com João, vivido por André Frambach, e sua mãe Antônia, interpretada por Dani Ornellas, donos de uma oficina na região. Neste período no interior, Ana vai descobrir histórias da sua família e iniciar uma jornada de autoconhecimento.

Baseado em um roteiro escrito por Alberto Bremmer, Modo Avião tem a versão brasileira escrita por Renato Fagundes, de Os Penetras 2 – Quem Dá Mais? e Vai Que Cola 2 – O Começo, e Alice Name-Bomtempo. Dirigido por César Rodrigues, de Minha Mãe é um Peça 2, o filme é produzido por Luiz Noronha, de A Fábrica.

Foto: Aline Arruda/Netflix

Festival de Veneza 2019 anuncia filmes selecionados; programação conta com produções brasileiras

por: Cinevitor

penelopecruzwaspnetworkPenélope Cruz em Wasp Network, de Olivier Assayas: filme produzido por brasileiros.

A 76ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontecerá entre os dias 28 de agosto e 7 de setembro, acaba de anunciar a lista completa com os filmes selecionados para este ano.

Na programação, destacam-se os novos trabalhos de Noah Baumbach, Roman Polanski, Steven Soderbergh, Ciro Guerra, Todd Phillips, Pablo Larraín e Hirokazu Kore-eda, que exibirá La vérité, com Catherine Deneuve, Juliette Binoche e Ethan Hawke, na noite de abertura. Neste ano, o júri será presidido pela cineasta argentina Lucrecia Martel.

O suspense The Burnt Orange Heresy, de Giuseppe Capotondi, será o filme de encerramento, exibido fora de competição. Além disso, o cineasta espanhol Pedro Almodóvar será homenageado com o Leão de Ouro pelo conjunto de sua obra.

O Brasil marcará presença nesta edição: na mostra Venice Classics, que apresenta uma seleção de clássicos restaurados e documentários sobre cinema ou autores atuais e do passado, destaca-se Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz, que traça um paralelo entre a arte e a doença do cineasta, que morreu em julho de 2016. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida. A produção marca a estreia de Bárbara Paz como produtora e diretora de um longa-metragem: “O filme é um poema visual, minha ode para Hector. É também minha despedida para ele. A partir dos meus olhos se revelam o homem interior e seu amor pelo cinema, amor este que o ajudou a manter-se vivo por tantos anos. Ele morreu bem como viveu, filmando até o fim”, comentou Bárbara.

babencobarbaravenezaDocumentário de Bárbara Paz sobre Hector Babenco: selecionado.

Outro destaque brasileiro aparece na mostra competitiva de Realidade Virtual: A Linha, de Ricardo Laganaro. Com a voz do ator Rodrigo Santoro, a experiência narrativa e interativa convida o público para uma imersão na São Paulo da década de 1940, onde apresenta a história de Rosa e Pedro, dois bonecos de maquete que devem lidar com a rotina e o medo da mudança. Através da movimentação do corpo, a história conduz o usuário aos altos e baixos da história de amor dos dois personagens. “A realidade virtual é uma oportunidade única de utilizar um novo meio de comunicação e criar a linguagem e os padrões dele junto com qualquer outro país do mundo. A barreira de entrada é muito pequena e todos os países estão começando ao mesmo tempo. No Brasil não podemos deixar esse momento passar e correr o risco de reproduzir o abismo que já existe em outras indústrias de entretenimento. Estar no Festival de Veneza comprova que podemos ser protagonistas desse momento, dessa revolução e contar a história do nosso jeito, com as nossas cores, com uma equipe brasileira”, disse Laganaro.

alinhaveneza1A Linha, de Ricardo Laganaro: na disputa por dois prêmios.

Além disso, dois longas produzidos pelos brasileiro Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’ Anna, da RT Features, estão na disputa pelo Leão de Ouro na Competição Internacional: Wasp Network, de Olivier Assayas, com Wagner Moura, Penélope Cruz e Gael García Bernal, e baseado no livro de Fernando Morais, Os Últimos Soldados da Guerra Fria, com produção executiva do também brasileiro Fernando Fraiha, da Biônica Filmes; e Ad Astra, de James Gray, com Brad Pitt e Liv Tyler. “Trabalhar com James Gray e Olivier Assayas, diretores reconhecidos e já premiados em Veneza, é um sonho realizado, além do elenco estelar que compõe ambos os filmes. Posso, sem dúvida, afirmar que essas produções foram das mais desafiadoras da história da RT”, comentou Teixeira.

Neste ano, na 7ª edição do Final Cut in Venice, projeto que fornece desde 2013 assistência concreta na realização de filmes de todos os países africanos e do Iraque, Jordânia, Líbano, Palestina e Síria, seis projetos foram selecionados, entre eles, o documentário Nardjes, Alger, Mars, do cineasta brasileiro Karim Aïnouz, uma coprodução entre Argélia, França, Alemanha e Brasil.

Conheça os filmes selecionados para o 76º Festival de Veneza:

VENEZIA 76 | COMPETIÇÃO INTERNACIONAL:

The Perfect Candidate, de Haifaa Al Mansour (Arábia Saudita/Alemanha)
Om det oändliga (About Endlessness), de Roy Andersson (Suécia/Alemanha/Noruega)
Wasp Network, de Olivier Assayas (França/Bélgica)
Marriage Story, de Noah Baumbach (EUA)
Guest of Honour, de Atom Egoyan (Canadá)
Ad Astra, de James Gray (EUA)
A Herdade, de Tiago Guedes (Portugal/França)
Gloria Mundi, de Robert Guédiguian (França/Itália)
Waiting for the Barbarians, de Ciro Guerra (Itália)
La vérité (The Truth), de Hirokazu Kore-eda (França/Japão)
Ema, de Pablo Larraín (Chile)
Lan xin da ju yuan (Saturday Fiction), de Ye Lou (China)
Martin Eden, de Pietro Marcello (Itália/França)
La mafia non è più quella di una volta, de Franco Maresco (Itália)
The Painted Bird, de Václav Marhoul (República Checa/Ucrânia/Eslováquia)
Il sindaco del Rione Sanità (The Mayor of Rione Sanità), de Mario Martone (Itália)
Babyteeth, de Shannon Murphy (Austrália)
Coringa (Joker), de Todd Phillips (EUA)
J’accuse, de Roman Polanski (França/Itália)
The Laundromat, de Steven Soderbergh (EUA)
Ji Yuan Tai Qi Hao (No. 7 Cherry Lane), de Yonfan (Hong Kong)

ORIZZONTI:

Zumiriki, de Oskar Alegria (Espanha)
Bik eneich – Un fils, de Mehdi M. Barsaoui (Tunísia/França/Líbano/Qatar)
Blanco en Blanco, de Theo Court (Espanha/Chile/França/Alemanha)
Mes jours de gloire, de Antoine de Bary (França)
Nevia, de Nunzia De Stefano (Itália)
Pelikanblut, de Katrin Gebbe (Alemanha/Bulgária)
Moffie, de Oliver Hermanus (África do Sul/Reino Unido)
Rialto, de Peter Mackie Burns (Irlanda/Reino Unido)
Borotmokmedi (The Criminal Man), de Dmitry Mamuliya (Geórgia/Rússia)
Revenir, de Jessica Palud (França)
Giants Being Lonely, de Grear Patterson (EUA)
Verdict, de Raymund Ribay Gutierrez (Filipinas)
Metri Shesho Nim (Just 6.5), de Saeed Roustaee (Irã)
Chola (Shadow of Water), de Sasidharan Sanal Kumar (Índia)
Hava, Maryam, Ayesha, de Sahraa Karimi (Afeganistão)
Sole, de Carlo Sironi (Itália/Polônia)
Madre, de Rodrigo Sorogoyen (Espanha/França)
Qiqiu (Balloon), de Pema Tseden (China)
Atlantis, de Valentyn Vasyanovych (Ucrânia)

ORIZZONTI | CURTAS-METRAGENS:

Supereroi senza superpoteri (Superheroes without Superpowers), de Beatrice Baldacci (Itália)
Kingdom Come, de Sean Robert Dunn (Reino Unido)
Give Up The Ghost, de Zain Duraie (Jordânia/Suécia)
Nach zwei Stunden waren zehn Minuten vergangen (After Two Hours, Ten Minutes Had Passed), de Steffen Goldkamp (Alemanha)
The Diver, de Jamie Helmer e Michael Leonard (França/Austrália)
Roqaia, de Diana Saqeb Jamal (Afeganistão/Bangladesh)
Morae (Sand), de Kyungrae Kim (Coreia do Sul)
Le coup des larmes (The Tears Thing), de Clémence Poesy (França)
Delphine, de Chloé Robichaud (Canadá)
Darling, de Saim Sadiq (Paquistão/EUA)
Sh_t Happens, de David Štumpf e Michaela Mihályi (República Checa/Eslováquia/França)
Cães que ladram aos pássaros (Dogs Barking at Birds), de Leonor Teles (Portugal)
Fiebre austral (Austral Fever), de Thomas Woodroffe (Chile)
Condor One, de Kevin Jerome Everson (EUA) (fora de competição)
GUO4, de Peter Strickland (Hungria) (fora de competição)

FORA DE COMPETIÇÃO | FICÇÃO:

Seberg, de Benedict Andrews (EUA)
Vivere (To Live), de Francesca Archibugi (Itália)
The Burnt Orange Heresy, de Giuseppe Capotondi (Reino Unido/Itália)
Mosul, de Matthew Michael Carnahan (EUA)
Adults in the Room, de Costa Gavras (França/Grécia)
The King, de David Michôd (Reino Unido/Hungria)
Tutto il mio folle amore, de Gabriele Salvatores (Itália)

FORA DE COMPETIÇÃO | DOCUMENTÁRIO:

Woman, de Yann Arthus-Bertrand e Anastasia Mikova (França)
Roger Waters Us + Them, de Sean Evans e Roger Waters (Reino Unido)
I diari di Angela – Noi due cineasti. Capitolo secondo, de Yervant Gianikian (Itália)
Citizen K, de Alex Gibney (Reino Unido/EUA)
Citizen Rosi, de Didi Gnocchi e Carolina Rosi (Itália)
The Kingmaker, de Lauren Greenfeld (EUA)
State Funeral, de Sergei Loznitsa (Holanda/Lituânia)
Colectiv (Collective), de Alexander Nanau (Romênia/Luxemburgo)
45 Seconds of Laughter, de Tim Robbins (EUA)
Il pianeta in mare, de Andrea Segre (Itália)

VENICE CLASSICS | DOCUMENTÁRIOS:

Fellini fine mai, de Eugenio Cappuccio (Itália)
Boia, maschere e segreti: l’horror italiano degli anni sessanta, de Steve Della Casa (Itália)
800 mal einsam: ein Tag mit dem Filmemacher Edgar Reitz, de Anna Hepp (Alemanha)
Se c’è un aldilà sono fottuto. Vita e cinema di Claudio Caligari, de Simone Isola e Fausto Trombetta (Itália)
Life as a B-Movie: Piero Vivarelli, de Fabrizio Laurenti e Niccolò Vivarelli (Itália/Cuba/França)
Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz (Brasil)
Leap of Faith, de Alexandre O. Philippe (EUA)
Fulci For Fake, de Simone Scafidi (Reino Unido/Itália)
Tarkovskij Cinema Prayer, de Andrej Andrejevich Tarkovskij Jr. (Itália/Rússia/Suécia)

VENICE VIRTUAL REALITY | COMPETIÇÃO | INTERATTIVO:

These Sleepless Nights, de Gabo Arora (EUA/Canadá)
Loveseat, de Kiira Benzing (EUA)
Glimpse (Preview), de Benjamin Cleary e Michael O’Connor (Reino Unido/Irlanda)
Porton Down, de Callum Cooper (Reino Unido)
Bodyless, de Hsin-Chien Huang (Taiwan)
Pagan Peak VR, de Ioulia Isserlis e Max Sacker (Alemanha)
A Life in Flowers, de Armando Kirwin (EUA/Japão)
A Linha (The Line), de Ricardo Laganaro (Brasil)
Inori, de Liu Szu-ming e Takahashi Kisei (Taiwan/Japão)
Cosmos Within Us, de Tupac Martir (Reino Unido/Luxemburgo)
Doctor Who The Edge of Time, de Marcus Moresby (Reino Unido)
Britannia VR: Out of Your Mind, de Kim-Leigh Pontin (Reino Unido)
Downloaded, de Ollie Rankin (Canadá)
The Key, de Celine Tricart (EUA)

SPECIAL EVENT | FORA DE COMPETIÇÃO:

Bu San (Goodbye, Dragon Inn), de Tsai Ming- Liang (Taiwan)

SPECIAL SCREENINGS | FORA DE COMPETIÇÃO:

No One Left Behind, de Guillermo Arriaga (México)
Electric Swan, de Konstantina Kotzamani (França/Grécia/Argentina)
Irréversible – Inversion intégrale, de Gaspar Noé (França)
Zerozerozero, de Stefano Sollima (Itália)
The New Pope, de Paolo Sorrentino (Itália/França/Espanha)
Never Just a Dream: Stanley Kubrick and Eyes Wide Shut, de Matt Wells (Reino Unido)
De Olhos Bem Fechados (Eyes Wide Shut), de Stanley Kubrick (1999)

Clique aqui e confira a seleção completa de outras mostras.

Fotos: Divulgação.

As Trapaceiras

por: Cinevitor

astrapaceirasposterThe Hustle

Direção: Chris Addison

Elenco: Anne Hathaway, Rebel Wilson, Ingrid Oliver, Alex Sharp, Timothy Simons, Douggie McMeekin, Ashley McGuire, Casper Christensen, Eloise Lovell Anderson, Philip Desmeules, Jarreau Antoine, Nicholas Woodeson, Celine Abrahams, Raffaello Degruttola, Alex Gaumond, Guy Warren-Thomas, Tom Moutchi, John Hales, Alice Fofana, Dean Norris, Francisco Labbe, Aaron Neil, Martin Bishop, Guy Remy, Joe Manjón, Bruno Sevilla, Meena Rayann, William Brand, Hannah Waddingham, Rebekah Staton, Jocelyn Jee Esien, Christophe de Choisy, Emma Davies, Margaret Cabourn-Smith, Anwar Lynch, Rob Delaney, John Akanmu, Deepak Anand, Alphonso Austin, Ken Byrd, Karl Farrer, Samuel Gaspard, Ekran Mustafa, Tim Blake Nelson, Jeremy Oliver, Kumud Pant, Sarah-Stephanie.

Ano: 2019

Sinopse: O filme apresenta a história de duas golpistas com estilos extremamente diferentes, mas com um objetivo em comum: se apropriar da fortuna de um jovem bilionário. Com o passar do tempo, as duas passam a perceber que possuem mais pontos em comum do que tinham imaginado. Adaptação da comédia Os Safados, de Frank Oz, lançada em 1988, com Steve Martin e Michael Caine.

Nota do CINEVITOR:

nota-2,5-estrelas

Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal

por: Cinevitor

tedbundyposterExtremely Wicked, Shockingly Evil and Vile

Direção: Joe Berlinger

Elenco: Zac Efron, Lily Collins, Angela Sarafyan, Haley Joel Osment, Kaya Scodelario, John Malkovich, Jim Parsons, Sydney Vollmer, Macie Carmosino, Ava Inman, Morgan Pyle, James Hetfield, Richard K. Jones, Justin Inman, Grace Victoria Cox, Alan B. Jones, Jeffrey Donovan, Maya Berlinger, Derek Snow, Dylan Baker, Terry Kinney, Leilani Barrett, Ryan Wesley Gilreath, Ken Strunk, Jared Joplin, Justin McCombs, Joe Berlinger, Brandon Trost, Chris Petty, Kevin McClatchy, Brian Geraghty, Tess Talbot, Ming Wang, Savannah Rodin, James Harper, Forba Shepherd, Barry Mulholland, Ally Sereda, Grace Balbo, David Beck, Brian Bowman, Dominic Cancelliere, Alejandro Castillo, Michael Cipiti, William Cross, Michelle Dobrozsi, Corey Dolan, John French, Robert Gerding, Jason Marcus Griffith, Chris Hahn, Zach Kaltenbach, Anita S Martin, Charles Poole, Vince Hobart Smith, Stephanie Trabel, Robert Wells.

Ano: 2019

Sinopse: Ted Bundy foi um dos serial killers mais perigosos dos anos 1970, e, além de ser um assassino, era sequestrador, estuprador, ladrão e necrófilo. Sua namorada, Elizabeth Kloepfer, tornou-se uma de suas defensoras mais leais, recusando-se a acreditar na verdade sobre Ted. A história de seus numerosos e terríveis crimes é contada pelos olhos de Elizabeth.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

O Mistério de Henri Pick

por: Cinevitor

misteriohenripickposterLe mystère Henri Pick

Direção: Rémi Bezançon

Elenco: Fabrice Luchini, Camille Cottin, Alice Isaaz, Bastien Bouillon, Josiane Stoléru, Astrid Whettnall, Marc Fraize, Hanna Schygulla, Marie-Christine Orry, Vincent Winterhalter, Florence Muller, Philypa Phoenix, Lyès Salem, Tristan Carné, Annie Mercier, Marion Petitjean, Vanessa Marillier, Jeanne François, Mélanie Leray, Timéo Guennoc, Jean Kergrist, Youlia Zimina, Muriel Riou, Hervé Mahieux, Eva Lallier, Clément Vieu, Thierry Barbet, Aymeric Cormerais, Pierre Bourel, Louka Meliava, Louis Descols, Serguei Vladimirov, Jean-Claude Tagand, Michel Nabokoff.

Ano: 2019

Sinopse: Em uma biblioteca bretã bizarra, que guarda manuscritos nunca publicados, uma jovem editora descobre um romance que ela considera uma obra-prima. O texto foi escrito por um certo Henri Pick, um mero cozinheiro que morreu há dois anos e que, de acordo com sua viúva, nunca havia lido um livro em sua vida ou escrito nada além de uma lista de compras. Teria ele uma vida secreta? Quando o livro se torna um grande best-seller, Jean-Michel Rouche, um crítico literário cético e teimoso, junta-se a Joséphine, a filha de Pick, para desvendar esse mistério.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas