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Conheça os curtas-metragens paraibanos selecionados para o 17º Fest Aruanda

por: Cinevitor
Norma Goes e Mari Miguel no curta Calunga Maior, de Thiago Costa

Foram anunciados nesta sexta-feira, 28/10, em uma live no YouTube, os curtas-metragens paraibanos selecionados para a mostra competitiva Sob o Céu Nordestino da 17ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que acontecerá entre os dias 1 e 7 de dezembro, em João Pessoa.

O Comitê de Seleção desta mostra foi formado por Amilton Pinheiro, jornalista e crítico de cinema; e Lúcio Vilar, fundador e produtor executivo do festival. A lista traz nove títulos, de quatro cidades paraibanas.

Neste ano, o evento acontecerá, mais uma vez, na rede Cinépolis do Manaíra Shopping e terá entrada franca em todas as sessões. Os curtas-metragens nacionais já foram anunciados anteriormente; a seleção completa será revelada em breve.

Conheça os curtas paraibanos selecionados para o Fest Aruanda 2022:

A Espera, de Ana Célia Gomes (Sumé)
A Praça do Joás, de Gutenberg Pequeno (João Pessoa)
Anjos Cingidos, de Laercio Filho e Maria Tereza Azevedo (Aparecida)
Aratu, de Firmino de Almeida (João Pessoa)
Calunga Maior, de Thiago Costa (João Pessoa)
Era uma Noite de São João, de Bruna Velden (João Pessoa)
Não Existe Pôr do Sol, de Janaína Lacerda (João Pessoa)
O Rebanho de Quincas, de Hipólito Lucena e Rebeca Souza (Campina Grande)
Rendeiros, de Romero Sousa (João Pessoa)

Foto: Divulgação.

Nada de Novo no Front

por: Cinevitor

Im Westen nichts Neues
All Quiet on the Western Front

Direção: Edward Berger

Elenco: Felix Kammerer, Daniel Brühl, Albrecht Schuch, Aaron Hilmer, Moritz Klaus, Adrian Grünewald, Edin Hasanovic, Thibault de Montalembert, Devid Striesow, Andreas Döhler, Sebastian Hülk, Luc Feit, Michael Wittenborn, Michael Stange, Sascha Nathan, Tobias Langhoff, Anton von Lucke, Michael Pitthan, Joe Weintraub, Charles Morillon, Gabriel Dufay, Dan Brown, Philipp Schenker, Cyril Dobrý, Sebastian Jacques, Gregory Gudgeon, Cyril Cechák, Jakob Schmidt, Felix von Bredow, Martin Dostál, Marek Simbersky, Jakob Diehl, Friedrich Berger, Anthony Paliotti, Radek Brodil, Jonathan Henault, Nico Ehrenteit, Hendrik Heutmann, Daniel Kamen, Tomáš Čapek, Markus Tomczyk, Emil Rothermel, Wolf Danny Homann, Michal Závodský, Nicolas Prokop, Jacob Zacharias Eckstein, Adam Mensdorff, Peter Sikorski, Alžběta Malá, Andrea Zatloukalová, Thomas Zielinski, Tomás Weber, Samuel Neduha, Martin Němec, Tomáš Merkl, André Marcon, Alexander Schuster, Dominikus Weileder.

Ano: 2022

Sinopse: O jovem Paul Bäumer se alista voluntariamente no exército alemão, movido por um fervor patriótico que rapidamente se dissipa quando se depara com a realidade brutal do combate. Nas trincheiras, lutando pelas próprias vidas, Paul e seus colegas sentem em primeira mão como a euforia inicial da Primeira Guerra Mundial se transforma em desespero e medo. As crenças de Paul sobre o inimigo e as noções de certo e errado logo desmoronam. Entretanto, em meio à contagem regressiva para o armistício, Paul precisa continuar lutando até o fim, com o único objetivo de satisfazer o desejo das altas patentes de encerrar a guerra com uma ofensiva alemã. Baseado no best-seller homônimo de Erich Maria Remarque.

Nota do CINEVITOR:

IV Transforma – Festival de Cinema da Diversidade de Santa Catarina: conheça os curtas selecionados

por: Cinevitor
Cena do curta Deus Não Deixa, de Marçal Vianna

A quarta edição do Transforma – Festival de Cinema da Diversidade de Santa Catarina anunciou os curtas-metragens selecionados para a Mostra Competitiva de 2022. Serão 44 produções nacionais, originárias de quinze estados brasileiros e do Distrito Federal.

O evento, único do segmento em atividade no sul do Brasil, acontecerá na Sala Gilberto Gerlach, no CIC, Centro Integrado de Cultura, em Florianópolis, entre os dias 16 e 20 de novembro. No total, foram inscritos 110 curtas-metragens, vindos de 51 cidades brasileiras, a qual passaram por uma minuciosa seleção conduzida por grandes especialistas no cenário nacional.

Em comunicado oficial, Thomas Dadam, produtor executivo do festival, disse: “Estávamos esperando um número menor de inscrições devido ao período pandêmico onde muitas produções foram canceladas ou paralisadas. Entretanto, recebemos muitos filmes que foram viabilizados a partir dos recursos dos editais emergenciais da Lei Aldir Blanc, o que nos deixou extremamente contentes. São curtas que narram diferentes vivências, histórias e afetações da comunidade LGBTQIA+ brasileira, o que por si só já é muito importante para reconhecermos quem somos e onde estamos. Recebemos filmes com alta qualidade, não apenas estética, mas também de narrativa”.

Os filmes selecionados serão avaliados por uma comissão de especialistas e pelo público participante. As produções vencedoras, divididas por categorias especiais, serão contempladas com o Troféu Unicórnio de Ouro no encerramento do festival, 20 de novembro, dia em que se celebra a consciência negra em todo o país. 

Conheça os selecionados para o IV Transforma:

A Canção que Dediquei a Você, de Matheus Monteiro (CE)
A Raiz de Um, de Pedro Henrique Lima (PE)
A Sinfonia de Beethoven, de Rafael Oliveira (BA)
A Última Vez que Saímos do Armário, de Bruno Tadeu (MG)
Acesso, de Julia Leite (SP)
Agachem, Segurem, Formem, Arrasem, de Caio Baú (SP)
Amizades Particulares, de Laira Rocha Tenca (SP)
As Canções de Amor de uma Bixa Velha, de André Sandino Costa (RJ)
B Não é de Biscoito, de Hilda Lopes Pontes e Chris Mariani (BA)
Boyzin, de R.B. Lima (PB)
Capim-Navalha, de Michel Queiroz (GO)
Carpela, de Julie de Oliveira (SC)
Como respirar fora d’água, de Júlia Fávero e Victoria Negreiros (SP)
Concha de Água Doce, de Lau Azevedo e João Pires (RS)
Custódia, de Vinicius Sassine (DF)
Deus Não Deixa, de Marçal Vianna (RJ)
Devir Animal, de Andréa Veruska (PE)
Dois Elefantes, de Leonel Costa (SP)
Êxtase, de Nadia Bambirra (RJ)
Guiné, de Sheila dos Anjos e Danilo Cica (SP)
Hortelã, de Thiago Furtado (PI)
Isso Sempre Acontece, de Lara Koer (SC)
Macho Carne, de George Pedrosa (MA)
Makumba, de Emerson Evêncio (ES)
Memória de quem (não) fui, de Thiago Kistenmacker (RJ)
Nem o Mar Tem Tanta Água, de Mayara Valentim (PB)
Nunca Estarei Lá, de Rodrigo Campos (SP)
O Amigo do Meu Tio, de Renato Turnes (SC)
O Babado de Toinha, de Sérgio Bloch (RJ)
O Cérebro é uma Zona Erógena, de Analu Bambirra (MG)
O Pato, de Antônio Galdino (PB)
O que me Cabe, de Felipa Anastácia (SP)
O Último Cinema de Rua, de Marçal Vianna (RJ)
Paralelas, de Amira Massabki (PR)
Piu Piu, de Alexandre Figueirôa (PE)
Pluma Forte, de Coraci Ruiz (SP)
Procura-se Bixas Pretas, de Vinicius Eliziário (BA)
Próprio, de Rafael Thomaseto (SP)
Rafaela, de Ludmila Curi (RJ)
Sad Faggots + Angry Dykes Club, de Viq Viç Vic (PE)
Saindo com Estranhos da Internet, de Eduardo Wahrhaftig (SP)
Ser, de Lucas Laurindo (SP)
Time de Dois, de André Santos (RN)
Uma Paciência Selvagem me Trouxe Até Aqui, de Érica Sarmet (SP)

Foto: Divulgação.

46ª Mostra de São Paulo: conheça os finalistas ao Troféu Bandeira Paulista

por: Cinevitor
Cena do filme paquistanês Joyland, de Saim Sadiq: finalista

Foram anunciados nesta quinta-feira, 27/10, os finalistas ao Troféu Bandeira Paulista da 46ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Durante a primeira semana de programação, foram computados os votos do público dos filmes que participam do evento.

Nos próximos dias, as obras que integram a Competição Novos Diretores que foram mais votadas serão submetidas ao júri desta edição, formado por Rodrigo Areias, Lina Chamie e André Novais Oliveira, que avaliará e escolherá o grande vencedor do Troféu Bandeira Paulista, uma criação da artista plástica Tomie Ohtake, na categoria de melhor filme; os jurados também podem premiar obras em outras categorias.

Os vencedores serão anunciados no dia 2 de novembro, quarta-feira, durante a cerimônia de encerramento da 46ª Mostra de São Paulo, na Cinemateca Brasileira. Vale lembrar que alguns títulos ainda podem ser vistos nos cinemas.

Conheça os finalistas ao Troféu Bandeira Paulista 2022 da Mostra de São Paulo:

Aftersun, de Charlotte Wells (Reino Unido/EUA)
Belas Criaturas (Berreymi), de Guðmundur Arnar Guðmundsson (Islândia/Dinamarca/Suécia/Holanda/República Tcheca)
Biocêntricos, de Fernanda Heinz Figueiredo e Ataliba Benaim (Brasil)
Dalva, de Emmanuelle Nicot (Bélgica/França)
Harka, de Lotfy Nathan (França/Luxemburgo/Tunísia/Bélgica)
Joyland, de Saim Sadiq (Paquistão)
La Parle, de Fanny Boldini, Gabriela Boeri, Kevin Vanstaen e Simon Boulier (França/Brasil)
Luxemburgo, Luxemburgo, de Antonio Lukich (Ucrânia)
Plan 75, de Chie Hayakawa (Japão/França/Filipinas/Qatar)
Salgueiros Cegos, Mulher Dormindo (Saules Aveugles, Femme Endormie), de Pierre Földes (França/Canadá/Holanda/Luxemburgo)
Um Samurai em São Paulo, de Débora Mamber Czeresnia (Brasil) 
Uýra – A Retomada da Floresta, de Juliana Curi (Brasil/EUA)

Foto: Divulgação.

Depois do Universo

por: Cinevitor

Direção: Diego Freitas

Elenco: Giulia Be, Henrique Zaga, João Miguel, Othon Bastos, Rita Assemany, Leo Bahia, Viviane Araújo, Isabel Fillardis, Denise Del Vecchio, Adriana Lessa, Giselle de Prattes, Guilherme Rodio, Amélia Bittencourt, André Garcia, Chan Suan, Daniela Fontanali, Daniele Máximo, Diego Freitas, Fernanda Ross, Juju Carvalho, Julio Aracaki, Ligia Botelho, Luiz Serra, Luiza Dantas, Luiza Moribé, Mateus Ribeiro, Nathalia Nieman, Rafael Facina, Rodrigo de Castro, Rosa Rosah, Sergio Menezes, Tutty Mendes.

Ano: 2022

Sinopse: Nina é uma jovem e talentosa pianista que vê seus sonhos se perderem entre sessões de hemodiálise e a espera por um transplante de rim. Mas o romance com o jovem médico Gabriel a ajuda a superar suas inseguranças e lutar por seu objetivo de tocar nos palcos junto à Orquestra Sinfônica de São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

55º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor
Odécio Antonio e Rita Carelli no longa pernambucano Espumas ao Vento

Foram anunciados nesta quarta-feira, 26/10, no Cine Brasília, os filmes selecionados para a 55ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que acontecerá entre os dias 14 e 20 de novembro. O mais longevo festival de cinema do país apresentará mais de 40 títulos de todas as regiões brasileiras, além de realizar uma homenagem ao veterano realizador Jorge Bodanzky.

Com quase 1.200 filmes inscritos, a seleção oficial é dividida entre longas e curtas das mostras Competitiva Nacional e Brasília, além de duas mostras paralelas de longas e sessões hors-concours. A edição de 2022 está focada no retorno ao ambiente de exibições presenciais e na reconstrução de políticas do audiovisual brasileiro.

Procurando ampliar a janela de filmes em competição e mantendo a marca histórica de 6 longas e 12 curtas nacionais, o Festival de Brasília inicia os trabalhos já com a Mostra Competitiva Nacional na noite de abertura. Os filmes competem por quase 30 troféus Candango, em sessões apresentadas sempre às 20h30, de 14 a 19 de novembro. A direção artística desta edição é assinada pela produtora Sara Rocha

Entre os longas da Mostra Competitiva Nacional foram selecionadas duas produções do Distrito Federal, feito inédito na história do festival: Mato Seco em Chamas, de Adirley Queirós e Joana Pimenta, obra futurista que explora os impactos da presença da extrema-direita em ambientes de favela; e Rumo, de Bruno Victor e Marcus Azevedo, sobre a trajetória de implementação das cotas raciais em universidades brasileiras.

É no debate político-social brasileiro que se firma o restante da programação de longas: o documentário fluminense Mandado, de João Paulo Reys e Brenda Melo Moraes, investiga o sistema penal brasileiro; enquanto o título paulista-amazonense A Invenção do Outro, de Bruno Jorge, acompanha expedição humanitária do indigenista Bruno Pereira na Amazônia em busca da etnia isolada dos Korubos. Entre as ficções selecionadas, o mineiro Canção ao Longe, de Clarissa Campolina, debate questões de classe, família, tradição, raça, gênero e identidade, e o pernambucano Espumas ao Vento, de Taciano Valério, contrapõe o labor da arte à expansão de igrejas neopentecostais pelo Brasil.

Entre os curtas-metragens da Competitiva Nacional do 55º Festival de Brasília, um panorama da produção nacional traz títulos de Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraíba, Pernambuco, São Paulo e Rio Grande do Sul.

A comissão de seleção de longas foi formada pelo crítico de cinema André Dib, o cineasta e curador Erly Vieira Jr, a curadora e produtora Rafaella Rezende e a pesquisadora Janaína Oliveira. Para os curtas, a seleção se deu através dos olhares do jornalista e pesquisador Adriano Garrett, a programadora e produtora Bethania Maia, as curadoras e realizadoras Camila Macedo e Flavia Candida, a atriz e roteirista Julia Katharine e o pesquisador e curador Pedro Azevedo.

Na tradicional Mostra Brasília, quatro longas e oito curtas-metragens produzidos no Distrito Federal disputam 13 troféus Candango, acompanhados de R$ 240 mil em prêmios concedidos pela Câmara Legislativa do DF, incluindo R$ 100 mil para o melhor longa e R$ 30 mil para o melhor curta pelo Júri Oficial. Na categoria júri popular, o longa vencedor receberá R$ 40 mil, enquanto o curta agraciado ficará com R$ 10 mil. A comissão de seleção de filmes foi formada pelo produtor Sidiny Diniz, o publicitário Allyson Xavier, a produtora Simônia Queiroz, o cineasta Péterson Paim e o curador e crítico Sérgio Moriconi.

Diferentemente de edições anteriores, em 2022 o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro já inicia sua programação com a Mostra Competitiva, dispensando um filme de abertura. Outras obras, no entanto, somam-se às obras selecionadas para sessões especiais, com títulos prestigiados do cinema nacional, também para duas mostras paralelas: Reexistências e Festival dos Festivais.

O encerramento do Festival de Brasília contará com uma sessão hors-concurs do filme Diálogos com Ruth de Souza, da diretora paulista Juliana Vicente, antecedendo a cerimônia de premiação, que acontecerá no dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. A data marca também o retorno do Prêmio Zózimo Bulbul, concedido pelo festival em parceria com a APAN e o Centro Afrocarioca de Cinema. Na sequência, haverá sessão especial do documentário Quando a Coisa Vira Outra, de Marcio de Andrade, em homenagem a Vladimir Carvalho, pioneiro do cinema brasiliense.

Em tributo ao diretor Jorge Bodanzky, o 55º FBCB apresentará ao público uma pequena mostra com produções do homenageado desta edição. Paulista, o diretor iniciou sua carreira na Universidade de Brasília e realizou obras junto a Hector Babenco, Antunes Filho e outros, sendo Iracema: Uma Transa Amazônica (1974), seu mais conhecido filme.

Na mostra Reexistências, quatro longas exploram narrativas do presente e do passado, pensando a diversidade em todas suas formas de expressão. Conhecido por dar preferência a títulos inéditos, o Festival de Brasília ganha também a mostra Festival dos Festivais, para apresentar três filmes com passagens bem sucedidas por outras competições nacionais.

Neste ano, o 55º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro retoma as atividades do Ambiente de Mercado, que volta após a pandemia, em sua quarta edição para estimular, fomentar e mediar rodadas de negócios, pitchings e encontros com players. Uma novidade para esta edição será a realização da Clínica de Projetos, uma atividade presencial preparatória para as rodadas de negócios e os pitchings abertos do Ambiente de Mercado

Como forma de democratizar o acesso e o conhecimento para todo o Brasil, as atividades formativas do 55º Festival de Brasília serão realizadas on-line, pela plataforma Zoom, durante os dias do festival. As inscrições estão abertas somente até o dia 31 de outubro.

Conheça os filmes selecionados para o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2022:

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | LONGAS

A Invenção do Outro, de Bruno Jorge (SP/AM)
Canção ao Longe, de Clarissa Campolina (MG)
Espumas ao Vento, de Taciano Valério (PE)
Mandado, de João Paulo Reys e Brenda Melo Moraes (RJ)
Mato Seco em Chamas, de Adirley Queirós e Joana Pimenta (DF)
Rumo, de Bruno Victor e Marcus Azevedo (DF)

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | CURTAS

Anticena, de Tom Motta e Marisa Arraes (DF)
Ave Maria, de Pê Moreira (RJ)
Big Bang, de Carlos Segundo (MG/RN)
Calunga Maior, de Thiago Costa (PB)
Capuchinhos, de Victor Laet (PE)
Escasso, de Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles (RJ)
Lugar de Ladson, de Rogério Borges (SP)
Nem o Mar Tem Tanta Água, de Mayara Valentim (PB)
Nossos Passos Seguirão os Seus…, de Uilton Oliveira (RJ)
São Marino, de Leide Jacob (SP)
Sethico, de Wagner Montenegro (PE)
Um Tempo para Mim, de Paola Mallmann de Oliveira (RS)

MOSTRA BRASÍLIA | LONGAS

Afeminadas, de Wesley Godim
Capitão Astúcia, de Filipe Gontijo
O Pastor e o Guerrilheiro, de José Eduardo Belmonte
Profissão Livreiro, de Pedro Lacerda

MOSTRA BRASÍLIA | CURTAS

Desamor, de Herlon Kremer
Levante pela Terra, de Marcelo Cuhexê
Manual da pós-verdade, de Thiago Foresti
Plutão não é tão longe daqui, de Augusto Borges e Nathalya Brum
Reviver, de Vinícius Schuenquer
Super-Heróis, de Rafael de Andrade
Tá Tudo Bem, de Carolina Monte Rosa
Virada de Jogo, de Juliana Corso

SESSÕES ESPECIAIS

Diálogos com Ruth de Souza, de Juliana Vicente (SP)
Quando a Coisa Vira Outra, de Marcio de Andrade (DF)

MOSTRA REEXISTÊNCIAS

Cordelina, de Jaime Guimarães (PB)
Não é a primeira vez que lutamos pelo nosso amor, de Luis Carlos de Alencar (RJ)
O Cangaceiro da Moviola, de Luís Rocha Melo (MG/RJ)
Uýra – A Retomada da Floresta, de Juliana Curi (AM)

MOSTRA FESTIVAL DOS FESTIVAIS

A Filha do Palhaço, de Pedro Diógenes (CE)
Fogaréu, de Flávia Neves (GO)
Três Tigres Tristes, de Gustavo Vinagre (SP)

HOMENAGEM JORGE BODANZKY

Amazônia, a nova Minamata?, de Jorge Bodanzky 
Compasso de Espera, de Antunes FIlho 
Distopia Utopia, de Jorge Bodanzky 

Foto: Divulgação.

O Enfermeiro da Noite

por: Cinevitor

The Good Nurse

Direção: Tobias Lindholm

Elenco: Jessica Chastain, Eddie Redmayne, Nnamdi Asomugha, Noah Emmerich, Myra Lucretia Taylor, Marcia Jean Kurtz, Devyn McDowell, Alix West Lefler, Ajay Naidu, Jennean Farmer, Navya La Shay, Kim Dickens, David Lavine, Bruce MacVittie, Brooke Stacy Mills, Charlotte Cohn-Williams, Denise Pillott, Dartel McRae, Joseph Fugelo, Judith Delgado, Jesus-Papoleto Melendez, Shaun O’Hagan, Christine Healy, Maria Farrow, Maurice J. Irvin, Alex Bartner, Gabe Fazio, Anjelica Bosboom, Malik Yoba, Maria Dizzia, Rebecca Watson, Jennifer Regan, Beth Dixon, Brian Sayers, Steve Antonucci, Evan Bass, Andrew James Bleidner, David Boston, Marko Caka, Chris Henry Coffey, Victor Cruz, Sheetal Deo, Marcia M Francis, Gina Jun, Becca Marks, Lauren Yaffe.

Ano: 2022

Sinopse: Ao suspeitar que um colega pode ser responsável pelas misteriosas mortes de vários pacientes, uma enfermeira arrisca a própria vida para descobrir a verdade. Baseado em fatos reais e no livro homônimo escrito por Charles Graeber.

Nota do CINEVITOR:

Gotham Awards 2022: conheça os indicados; documentário brasileiro está na disputa

por: Cinevitor
Bitaté Uru-eu-wau-wau no documentário brasileiro O Território, de Alex Pritz

Foram anunciados nesta terça-feira, 25/10, os indicados ao 32º Gotham Awards, um dos principais prêmios do cinema independente, organizado pela IFP, Independent Filmmaker Project, que dá início à temporada de premiações.

O anúncio foi realizado no Cipriani Wall Street, em Nova Iorque, com apresentação da atriz Angelica Ross, de Pose e American Horror Story, ao lado de Jeffrey Sharp, produtor cinematográfico e diretor executivo do Gotham: “Estamos entusiasmados em anunciar os indicados ao Gotham Awards deste ano e esperamos comemorar juntos ao vivo e pessoalmente em algumas semanas. Mais de 500 filmes e programas de TV foram submetidos à consideração este ano. Esses cineastas demonstraram uma tremenda coragem e invenção na produção de seus trabalhos durante esses meses e gostaríamos de parabenizá-los”, disse Sharp.

Como a primeira grande cerimônia de premiação da temporada, o Gotham Awards reconhece e destaca filmes e séries independentes, assim como seus roteiristas, diretores, produtores e atores. Os candidatos são selecionados por comitês de críticos de cinema, jornalistas e curadores de festivais. Júris distintos, compostos por roteiristas, diretores, atores, produtores e editores escolhem os vencedores, que serão anunciados no dia 28 de novembro, em Nova York.

Entre os indicados desta edição, vale destacar a presença do documentário O Território (The Territory), dirigido pelo norte-americano Alex Pritz, uma coprodução entre Brasil, Dinamarca e Estados Unidos. Premiado no Festival de Sundance deste ano, o filme, que apresenta Neidinha Bandeira e Bitaté Uru Eu Wau Wau, acompanha um jovem líder indígena brasileiro que luta contra fazendeiros que ocupam uma área protegida da Floresta Amazônica.

Parcialmente filmado pelo povo Uru-Eu-Wau-Wau, o filme se baseia em imagens reais capturadas ao longo de três anos, enquanto a comunidade arrisca suas vidas para montar sua própria equipe de mídia na esperança de expor a verdade. Produzido por Darren Aronofsky, Sigrid Dyekjær, Will N. Miller, Gabriel Uchida, Lizzie Gillett e Pritz, o longa tem produção executiva da ativista Txai Suruí, com trilha sonora original de Katya Mihailova e edição de Carlos Rojas Felice; o documentário é uma coprodução com a comunidade indígena Uru-eu-wau-wau.

Na categoria de melhor direção revelação, a cineasta Beth de Araújo aparece com Soft & Quiet. Filha de mãe sino-americana e pai brasileiro, Beth nasceu e foi criada em São Francisco, porém tem dupla cidadania. Além disso, o cinema brasileiro se destaca com outro título na mesma categoria: Murina, de Antoneta Alamat Kusijanović, uma coprodução entre Croácia, Brasil, Estados Unidos e Eslovênia. O longa, premiado no Festival de Cannes, que traz os brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’ Anna, da RT Features, na produção, além de Martin Scorsese, também foi indicado na categoria de melhor atuação revelação com Gracija Filipovic.

Confira a lista completa com os indicados ao Gotham Awards 2022:

MELHOR FILME
Aftersun, de Charlotte Wells
Dos Estaciones, de Juan Pablo González
Tár, de Todd Field
The Cathedral, de Ricky D’Ambrose
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, de Dan Kwan e Daniel Scheinert

MELHOR DOCUMENTÁRIO
All That Breathes, de Shaunak Sen
All the Beauty and the Bloodshed, de Laura Poitras
I Didn’t See You There, de Reid Davenport
O Território, de Alex Pritz
What We Leave Behind, de Iliana Sosa

MELHOR FILME INTERNACIONAL
Athena, de Romain Gavras (França)
Corsage, de Marie Kreutzer (Áustria/Luxemburgo/Alemanha/França)
Decision to Leave, de Park Chan-wook (Coreia do Sul)
O Acontecimento, de Audrey Diwan (França)
Os Banshees de Inisherin, de Martin McDonagh (Irlanda/Reino Unido/EUA)
Saint Omer, de Alice Diop (França)

MELHOR DIREÇÃO REVELAÇÃO | PRÊMIO BINGHAM RAY
Antoneta Alamat Kusijanovic, por Murina
Beth de Araújo, por Soft & Quiet
Charlotte Wells, por Aftersun
Elegance Bratton, por The Inspection
Jane Schoenbrun, por We’re All Going to the World’s Fair
Owen Kline, por Funny Pages

MELHOR ROTEIRO
After Yang, escrito por Kogonada
Armageddon Time, escrito por James Gray
Catarina, a Menina Chamada Passarinha, escrito por Lena Dunham
Tár, escrito por Todd Field
Women Talking, escrito por Sarah Polley

MELHOR ATUAÇÃO
Aubrey Plaza, por Emily the Criminal
Brendan Fraser, por The Whale
Cate Blanchett, por Tár
Colin Farrell, por After Yang
Dale Dickey, por Uma Noite no Lago
Danielle Deadwyler, por Till
Michelle Yeoh, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
Paul Mescal, por Aftersun
Taylor Russell, por Até os Ossos
Thandiwe Newton, por God’s Country

MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE
Ben Whishaw, por Women Talking
Brian Tyree Henry, por Passagem
Gabrielle Union, por The Inspection
Hong Chau, por The Whale
Jessie Buckley, por Women Talking
Ke Huy Quan, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
Mark Rylance, por Até os Ossos
Nina Hoss, por Tár
Noémie Merlant, por Tár
Raúl Castillo, por The Inspection

ATUAÇÃO REVELAÇÃO
Anna Cobb, por We’re All Going to the World’s Fair
Anna Diop, por Nanny
Frankie Corio, por Aftersun
Gracija Filipovic, por Murina
Kali Reis, por Catch the Fair One

MELHOR SÉRIE | LONGA
Estação Onze (HBO Max)
Jaqueta Amarela (Showtime)
Pachinko (Apple TV+)
Ruptura (Apple TV+)
This is Going to Hurt (AMC+/BBC)

MELHOR SÉRIE | CURTA
Abbott Elementary (ABC)
Alguém em Algum Lugar (HBO Max)
As We See It (Prime Video)
Maldito Rap (HBO Max)
Mo (Netflix)

SÉRIE REVELAÇÃO | DOCUMENTÁRIO
Diários de Andy Warhol (Netflix)
Memórias de um Assassinato (HBO Max)
O Ensaio (HBO Max)
The Last Movie Stars (HBO Max)
We Need To Talk About Cosby (Showtime)

MELHOR ATUAÇÃO EM SÉRIE NOVA
Ayo Edebiri, por O Urso
Ben Whishaw, por This is Going to Hurt
Bilal Baig, por Tipo Isso
Britt Lower, por Ruptura
Janelle James, por Abbott Elementary
Matilda Lawler, por Estação Onze
Melanie Lynskey, por Jaqueta Amarela
Minha Kim, por Pachinko
Sue Ann Pien, por As We See It
Zahn McClarnon, por Dark Winds

Foto: Divulgação/National Geographic Documentary Films.

30º Festival Mix Brasil: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor
Kika Sena no longa pernambucano Paloma, de Marcelo Gomes

No ano do seu trigésimo aniversário, o Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade acontecerá entre os dias 9 e 20 de novembro com uma programação que traz cinema, música, literatura, teatro, artes visuais, debates e outras manifestações artísticas. Para esta edição, foram inscritos 2.669 títulos, entre longas e curtas-metragens.

Dirigido por Gustavo Vinagre, o longa Três Tigres Tristes, vencedor do Teddy Award deste ano, será o filme de abertura da 30ª edição. Entre os brasileiros, a seleção traz também: A Filha do Palhaço, de Pedro Diógenes, que rendeu o prêmio de melhor ator para Démick Lopes no Cine Ceará; Germino Pétalas no Asfalto, de Coraci Ruiz e Julio Matos, premiado nos festivais de Vitória e Guarnicê; Paloma, de Marcelo Gomes, grande vencedor do Festival do Rio; Panteras, de Breno Baptista, exibido no Queer Lisboa; Regra 34, de Julia Murat, vencedor do Leopardo de Ouro no Festival de Locarno; Transe, de Anne Pinheiro Guimarães e Carolina Jabor, exibido na Mostra de São Paulo; e Uýra – A Retomada da Floresta, de Juliana Curi, premiado no Outfest Los Angeles LGBTQ Film Festival.

Os longas Carvão, de Carolina Markowicz, exibido nos festivais de Toronto e San Sebastián, e Seguindo Todos os Protocolos, de Fábio Leal, premiado na Mostra de Cinema de Tiradentes, serão exibidos fora de competição. A seleção de curtas-metragens brasileiros em competição apresenta 14 títulos, de sete estados. Além disso, também foram anunciados os selecionados para os programas das sessões Curtas Mix Brasil e mostras especiais.

Como de costume, o Panorama Internacional traz títulos que se destacaram em festivais do mundo todo, entre eles: Close, de Lukas Dhont, que recebeu o Grand Prix no Festival de Cannes deste ano; Winter Boy (Le Lycéen), de Christophe Honoré, que rendeu o prêmio de melhor interpetação para Paul Kircher no Festival de San Sebastián; o português Fogo-Fátuo, de João Pedro Rodrigues, também exibibo em Cannes; e o argentino Pornomelancolía, de Manuel Abramovich, que conta com coprodução brasileira, e recebeu o prêmio de melhor fotografia em San Sebastián.

O Festival Mix Brasil é o maior evento cultural sobre a diversidade sexual da América Latina e um dos maiores do mundo. Desde 1993 traz para o Brasil os destaques da produção cinematográfica do gênero e leva para dezenas de festivais, em todo o mundo, filmes nacionais.

Conheça os filmes selecionados para o Mix Brasil 2022:

COMPETITIVA BRASIL | LONGAS E MÉDIAS

A Filha do Palhaço, de Pedro Diógenes (CE)
Germino Pétalas no Asfalto, de Coraci Ruiz e Julio Matos (SP)
Paloma, de Marcelo Gomes (PE)
Panteras, de Breno Baptista (CE)
Regra 34, de Julia Murat (RJ)
Transe, de Anne Pinheiro Guimarães e Carolina Jabor (RJ)
Três Tigres Tristes, de Gustavo Vinagre (SP)
Uýra – A Retomada da Floresta, de Juliana Curi (AM)

SESSÕES ESPECIAIS | LONGAS

Carvão, de Carolina Markowicz (SP/Argentina)
Seguindo Todos os Protocolos, de Fábio Leal (PE)

COMPETITIVA BRASIL | CURTAS

A Voz Dele, de Ralph Somma (RJ)
Chão de Fábrica, de Nina Kopko (SP)
Escasso, de Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles (RJ)
Fantasma Neon, de Leonardo Martinelli (RJ)
Lamento de Força Travesti, de Renna Costa (PE)
luazul, de Letícia Batista e Vitória Liz (SP)
Na Estrada Sem Fim Há Lampejos de Esplendor, de Liv Costa e Sunny Maia (CE)
Nem o Mar Tem Tanta Água, de Mayara Valentim (PB)
Nos Habíamos Amado Tanto y Detestado Sin Pudor, de Solana Llanes (SC)
Pedro Faz Chover, de Felipe César de Almeida (PE)
Possa Poder, de Victor Di Marco e Márcio Picoli (RS)
Promessa de um Amor Selvagem, de Davi Mello (SP)
Todas as Rotas Noturnas Conduzem ao Alvorecer, de Felipe André Silva (PE)
Uma Paciência Selvagem me Trouxe Até Aqui, de Érica Sarmet (RJ/SP)

PANORAMA INTERNACIONAL

Algo que Você Disse Ontem à Noite (Something You Said Last Night), de Luis De Filippis (Canadá/Suíça)
Anima: Os Vestidos do Meu Pai (Anima: Die Kleider meines Vaters), de Uli Decker (Alemanha)
Antes que Eu Mude de Ideia (Before I Change My Mind), de Trevor Anderson (Canadá)
Casa Susanna, de Sébastien Lifshitz (França/EUA)
Close, de Lukas Dhont (Bélgica/França/Holanda)
Corta! (¡Corten!), de Marc Ferrer (Espanha)
Fogo-Fátuo, de João Pedro Rodrigues (Portugal/França)
Girl Picture, de Alli Haapasalo (Finlândia)
Nelly & Nadine, de Magnus Gertten (Suécia/Bélgica/Noruega)
O Amor (El Houb), de Shariff Nasr (Holanda)
O Guia de Erin para Beijar Meninas (Erin’s Guide to Kissing Girls), de Julianna Notten (Canadá)
Objetos Não Identificados (Unidentified Objects), de Juan Felipe Zuleta (EUA)
Petit Mal, de Ruth Caudeli (Colômbia)
Pornomelancolía, de Manuel Abramovich (Argentina/França/Brasil/México)
Sirens, de Rita Baghdadi (EUA/Líbano)
Solitário (Lonesome), de Craig Boreham (Austrália)
Sublime, de Mariano Biasin (Argentina)
Swallowed, de Carter Smith (EUA)
The Five Devils (Les Cinq Diables), de Léa Mysius (França)
Túnica Turquesa (Le Bleu du Caftan), de Maryam Touzani (França/Marrocos/Bélgica/Dinamarca)
Winter Boy (Le Lycéen), de Christophe Honoré (França)

MOSTRAS ESPECIAIS: QUEER.DOC | LONGAS E MÉDIAS

BR Trans, de Raphael Alvarez e Tatiana Issa (RJ)
Corpolítica, de Pedro Henrique França (RJ/SP)
M de Mães, de Livia Perez (SP)
Não é a Primeira Vez que Lutamos pelo Nosso Amor, de Luis Carlos de Alencar (RJ)
Um Pedaço do Mundo, de Tarcísio Rocha Filho, Victor Costa Lopes e Wislan Esmeraldo (CE)

MOSTRAS ESPECIAIS: QUEER.DOC | CURTAS

Benzedeira, de San Marcelo e Pedro Olaia (PA)
Entreaberta, de Bruna Estevam Amorim (RJ)
Filhos da Noite, de Henrique Arruda (PE)
Nullo, de Jan Soldat (Alemanha/Áustria)
O Teu Nome É, de Paulo Patrício (Portugal)
Saindo com Estranhos da Internet, de Eduardo Wahrhaftig (SP)

MOSTRAS ESPECIAIS: REFRAME | LONGAS E MÉDIAS

Entre a Colônia e as Estrelas, de Lorran Dias (RJ)
Sessão Bruta, de As Talavistas e Ela.Ltda (MG)

MOSTRAS ESPECIAIS: REFRAME | CURTAS

Criatura, de María Silvia Esteve (Argentina/Suíça)
Forjados no Caos (Forged in Chaos), de Patricia Gloum (EUA)
Futuros Amantes, de Jessika Goulart (RJ)
Kiss, de Chou Tung-Yen (Taiwan)
Noite Chinesa (Nuit de Chine), de Nicolas Medy (França)

CURTAS MIX BRASIL

Programa: CRESCENDO COM A DIVERSIDADE

A Menina Atrás do Espelho, de Iuri Moreno (GO)
Além das Máscaras, de Letícia Rangueri, Lucas Flores e Carolina Bonformagio (SP)
O Fundo dos Nossos Corações, de Letícia Leão (RJ)
Que Mundo Cinza! (It’s a Gray, Gray World), de Seyed Mohsen Pourmohseni Shakib (Irã)

Programa: CAMPOS DE BATALHA

Maldita, Uma Canção de Amor a Sarajevo (Maldita, a Love Song to Sarajevo), de Amaia Remirez e Raúl de la Fuente Calle (Espanha)
Masisi Wouj, de Zé Kielwagen, Marcos Serafim e Steevens Siméon (Haiti)
Nidhal, de Bassem Ben Brahim (Tunísia)

Programa: COMEDY QUEERS

A Fadinha do Gás (Tank Fairy), de Erich Rettstadt (Taiwan)
Cock N’ Bull 3, de Nathan Adloff (EUA)
Meio (Half), de Jacob Roberts (EUA)
O Teste da Farinha, de Victor Fraga (Brasil, BA/Reino Unido)
Ruptura (Rupture), de Marianne Lavergne (Canadá)

Programa: CONTOS DA PÉRSIA

Adaptação (Adjustment), de Mehrdad Hassani (Irã)
Congênito (Congenital), de Saman Hosseinpuor e Ako Zandkarimi (Irã)
Jouissance, de Sadeq Es-haqi (Irã)
O Aquário (The Aquarium), de Fatemeh Askarpour e Elyas Askarpour (Irã)
Que Mundo Cinza! (It’s a Gray, Gray World), de Seyed Mohsen Pourmohseni Shakib (Irã)

Programa: CORAÇÕES INDOMÁVEIS

Eu Às Vezes Fico Tão Triste (I Get So Sad Sometimes), de Trishtan Perez (Filipinas)
Eu Não Tenho Medo (I Am Not Afraid), de Vladimir Bek (Rússia)
Rosa Neon, de Tiago Tereza (MG)
Todos os Prêmios que Eu Nunca Te Dei, de Caio Scot (RJ)

Programa: DESCOLONIZE MINHA CORPA

Capim-Navalha, de Michel Queiroz (GO)
Fera (Beast), de Urvashi Pathania (EUA)
Marlén, Retrato de Tetas Peludas (Marlén, Retrato de unas Tetas Peludas), de Javier Palacios (Chile)
Orixás Center, de Mayara Ferrão (BA)
Procura-se Bixas Pretas, de Vinicius Eliziário (BA)
Querida Eu Mesma (Priyo Ami), de Suchana (Índia)

Programa: GEN Z

Batimentos, de Clara Dias e Pedro Petriche (SP)
Eu Sou Leo (Weil ich Leo bin), de Tajo Hurrle (Alemanha)
Tá Fazendo Sabão, de Ianca Santos de Oliveira (BA)
Tarneit, de John Sheedy (Austrália)

Programa: LESBIANAS

A Hora Azul (Blue Hour), de Stacey Rushchak (Polônia)
Eu Te Amo é no Sol, de Yasmin Guimarães (MG)
FIST, de Romy Alizée (França/Alemanha)
Isso Não é Tudo, de Stefane Eskelsen (SP)
O Zíper da Minha Calça Está Aberto. Como Meu Coração. (Mein Hosenschlitz ist Offen. Wie Mein Herz.), de Marie Luise Lehner (Áustria)

Programa: MIXTAPE

Cenas da Infância, de Kimberly Palermo (RJ)
Meio Ano-Luz, de Leonardo Mouramateus (Brasil, CE/Portugal)
Naquele Dia Escuro, de Daniel Guarda (SP)
Pelo Menos Eu Saí Lá Fora (At Least I’ve Been Outside), de Jan Soldat (Áustria)
Yon – Me Chame de Jonathan (Yon – Call me Jonathan), de Bárbara Lago (Argentina)

Programa: PAIS, MÃES E FILHES

A Revelação, de Jaime Queiroz (SP)
Adão, Eva e o Fruto Proibido, de R.B. Lima (PB)
O Terceiro Termo Solar (The Third Solar Term), de Zhanfei Song (China)
Olhe para Mim (Will You Look At Me), de Shuli Huang (China)

Programa: PELE SELVAGEM

Azul Piscina, de Pedro Fagim (RJ)
Cinco da Tarde, na Beira do Mar (5PM Seaside), de Valentin Stejskal (Áustria/Grécia)
Cru (Crudo), de Rafael Martinez Calle (Espanha)
Curado (Kigyógyulva), de Márton Csutorás (Hungria)
João, de Rafa Maciel (PA)
Trisal (Trieja), de Patrick Fabrizio Trigoso (México)

Programa: SWEET & SOUR

Aluísio, o Silêncio e o Mar, de Luiz Carlos Vasconcelos (PB)
Clover, de Jonathan D’Rozario (EUA)
Makassar é uma Cidade para Torcedores (Makassar is a City for Football Fans), de Khozy Rizal (Indonésia/França)
Tudo é Lindo e Nada Nos Atinge (Everything Is Beautiful and Nothing Hurts), de R Seventeen e Lucy (Reino Unido)
Xavier e Miguel, de Ricky Mastro (SP)

CURTAS QUE ABREM LONGAS-METRAGENS

Um Quarto na Cidade, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata (Portugal)

Foto: Divulgação/Carnaval Filmes.

Fogaréu: diretora Flávia Neves apresenta filme na 46ª Mostra de São Paulo

por: Cinevitor
Bárbara Colen: protagonista em cena

Depois de passar pela mostra Panorama do Festival de Berlim e conquistar o terceiro lugar em votação popular, Fogaréu, dirigido por Flávia Neves, fez sua estreia na 46ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo na sexta-feira, 21/10, no CineSesc.

Na trama, a jovem Fernanda, interpretada por Bárbara Colen, retorna para casa após a morte de sua mãe adotiva. O processo de volta ao lar é marcado por questionamentos sobre o seu próprio passado e pela descoberta de raízes. Situado em Goiás Velho, antiga capital goiana, o filme utiliza de elementos que estão entre o real e o fantástico. Ao mesmo tempo, coloca em contraste o passado colonial da cidade e a atual modernidade do agronegócio.

Fogaréu marca a estreia de Flávia na direção de um longa-metragem e é baseado em uma história pessoal da cineasta. A goiana, que já havia dirigido a série Amanajé, o Mensageiro do Futuro e o curta Liberdade, agora trabalha no desenvolvimento de seu segundo filme, Tempo de Poder, com apoio do Ibermedia.

O longa, que também passou pelo Festival do Rio e rendeu o prêmio de melhor ator coadjuvante para Timothy Wilson, conta com produção da Bananeira Filmes, de Vania Catani, e da MyMama Entertainment. Com fotografia de Luciana Basseggio e montagem de Will Domingos e Waldir Xavier, o filme também traz Melanie Dimantas no roteiro, em conjunto com Flávia. Tarcila Jacob e Elaine Azevedo e Silva assinam a produção executiva; a distribuição é da ArtHouse. O elenco conta também com Nena Inoue, Eucir de Souza, Fernanda Vianna, Vilminha Chaves, Kelly Crifer, Fernanda Pimenta, Allan Jacinto Santana, Samantha Maneschi e Typyire Ãwa.

Equipe presente no CineSesc

A primeira exibição do filme na Mostra de São Paulo contou com a presença da diretora e também de alguns integrantes da equipe, como: Vania Catani e Mayra Faour Auad, produtoras; Samantha Maneschi, atriz; e Waldir Xavier, montador e editor de som.

Antes da sessão, a equipe apresentou o longa: “Esse filme foi feito com um esforço muito grande e não existiria sem muitas pessoas, como uma equipe dedicada e um elenco incrível. É muita felicidade ver esse cinema cheio, nessa sala que eu amo. Estou muito feliz por estar na Mostra. Desde que comecei minha carreira como produtora, sempre tive filme para exibir aqui. Espero que, apesar desse momento tenso que estamos passando, possamos continuar participando da Mostra com novos projetos”, disse a produtora Vania Catani, da Bananeira Filmes.

Vania também falou do início do projeto: “A Flávia bateu na porta da minha produtora e falou que tinha uma ideia que só eu poderia ajudar a produzir. Eu achei atrevida e gostei. Gosto de gente corajosa, atrevida e sem-vergonha. Eu li e fiquei muito tocada com a história porque, realmente, é muito impressionante. Me senti obrigada a fazer esse filme”.

Para finalizar, a diretora falou: “É um filme sobre um lugar, sobre mim e sobre minha família. É também, infelizmente, sobre o Brasil atual. Inicialmente não era sobre o Brasil de hoje, mas, na verdade, a gente não conhece o nosso país. Por isso, acabou que o filme se revelou muito contemporâneo”.

Fogaréu, que integra a Mostra Brasil, terá mais uma exibição na 46ª Mostra de São Paulo: terça-feira, 25/10, às 15h, na Cinemateca Brasileira.

Fotos: Divulgação/ArtHouse e Vitor Búrigo.

Joyland

por: Cinevitor

Direção: Saim Sadiq

Elenco: Ali Junejo, Rasti Farooq, Alina Khan, Sarwat Gilani, Salmaan Peerzada, Sohail Sameer, Sania Saeed, Mudassar Khan.

Ano: 2022

Sinopse: No coração de Lahore, cidade metropolitana e conservadora do Paquistão, vive a família Rana, um núcleo de classe média baixa patriarcal e feliz, que anseia pelo nascimento de um menino para continuar a linhagem familiar. É então que seu filho mais novo passa a trabalhar secretamente com dança erótica e se apaixona por uma ambiciosa estrela trans. Essa história de amor impossível ilumina lentamente o desejo de rebelião sexual de toda a família.

*Filme visto na 46ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

Uýra – A Retomada da Floresta: diretora Juliana Curi apresenta documentário na 46ª Mostra de São Paulo

por: Cinevitor
A diretora na primeira sessão do filme em São Paulo

Depois de uma bem sucedida carreira em festivais internacionais, o documentário Uýra – A Retomada da Floresta, escrito e coproduzido por Uýra Sodoma (Emerson Pontes) e Martina Sönksen e dirigido por Juliana Curi, fez sua estreia na 46ª edição da Mostra de São Paulo na quinta-feira, 20/10, no IMS Paulista.

O filme, que integra a Mostra Brasil e a Competição Novos Diretores, acompanha Uýra, entidade híbrida amazônica vivida pela artista trans indígena e bióloga Emerson Pontes, que viaja pela floresta e cidades amazônicas em uma jornada de autodescoberta usando arte performática para ensinar jovens indígenas e ribeirinhos que eles são os guardiões das mensagens ancestrais da floresta amazônica. O longa traz também a participação de artistas, ativistas e lideranças indígenas como Zahy Guajajara e a liderança Kambeba Dona Babá, além das performances de Uýra, que são metáforas inspiradas no ciclo ecológico e espelha as lutas sociais.

Além de festivais internacionais em que recebeu o prêmio de melhor filme pelo júri popular no Frameline Film Festival, em São Francisco, na Califórnia, melhor documentário no Festival de Oslo, na Noruega, e Prêmio Especial do Júri na categoria Liberdade no Outfest Los Angeles LGBTQ Film Festival, entre outras participações e indicações, o filme têm sido exibido para comunidades Amazônicas, fortalecendo as comunidades de origem e promovendo trocas de saberes e experiências a partir do diálogo estabelecido pelo filme. 

Em setembro, o longa foi exibido em um evento realizado pela FAS, Fundação Amazônia Sustentável, sobre formação política de jovens amazônidas, em Tumbira, e também no Encontro de Jovens da Floresta, em Manaus, na sede da FAS. O evento contou com cinquenta jovens de oito estados brasileiros, que participaram dos três dias da oficina Formação Política para Jovens Amazônicos; a formação é voltada para jovens amazônicos e líderes sociais atuantes em alguma escala em seus territórios. No dia 15 de outubro, a comunidade de Nossa Senhora de Fátima 1, onde Uýra vive com sua família desde criança, recebeu uma exibição gratuita do filme.

Equipe do filme reunida depois da sessão

Na primeira exibição do filme na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, algumas integrantes da equipe participaram de um debate com o público após a sessão, entre elas, a diretora Juliana Curi e a protagonista Uýra Sodoma.

A cineasta abriu o bate-papo: “Existe um processo muito coletivo na feitura desse filme. Eu gosto de mencionar que Uýra não é apenas a personagem principal, mas também é a autora e coprodutora do filme. O filme nasce de um desejo de que toda a equipe repensasse estruturas hegemônicas do audiovisual”. E completou: “É importante lembrar que se as espécies pioneiras se reconhecerem e se conectarem, dá para fazer brotar muita vida dos terrenos mais inóspitos”, disse Juliana.

Uýra também comentou sobre o documentário: “É muita emoção ver a sala lotada. Nem parece que eu já vi esse filme várias vezes, porque toda vez que assisto eu choro. É uma alegria poder hoje, nesse tempo que nunca existiu, estabelecer diálogos com mundos que não dialogam há algum tempo. A falta de diálogo no mundo é a principal razão sobre o que a gente vê de destruição. Então, conseguir estabelecer diálogos entre mundos tão distantes é uma virada para que outras histórias sejam ouvidas”.

E finalizou: “Nós estamos pelos mundos insistindo por nossas vidas e por nosso valor, reconstituindo uma autoestima que foi destruída. É preciso saber que nossa voz importa. Esse filme começa a ser construído nesse momento em que todas as pessoas estão em seus mundos com a intenção de construir e contar histórias”.

Documentário premiado: protagonista em cena

Uýra Sodoma é uma entidade híbrida criada e performada pela artista indígena residente em Manaus, Emerson Pontes. Utilizando seu corpo como suporte e trânsito coletivo ao unir elementos orgânicos em suas montações, Emerson expressa através de Uýra, uma “árvore que anda” como nomeia, a imbricação entre sabedorias ancestrais e conhecimentos científicos da ecologia, gerando imagens que nos convocam a olharmos as florestas presentes em toda a paisagem urbana e a repensarmos arraigadas noções de natureza.

Neste fluxo, tem atuado correlativamente nos últimos seis anos como bióloga, arte educadora e artista visual. Suas performances, fotos performances, falas, intervenções e instalações também imbricam as causas de preservação ambiental e direitos LGBTQIA+, que a artista também coletiviza em seu corpo.

Uýra – A Retomada da Floresta é uma coprodução entre Brasil e Estados Unidos, com produção de Uýra Sodoma, João Henrique Kurtz, Lívia Cheibub e Martina Sönksen; a distribuição é da Olhar Distribuição e tem estreia comercial prevista para 2023.

O filme terá mais uma exibição na 46ª Mostra de São Paulo: dia 01/11, terça-feira, às 14h, no Cine Satyros Bijou.

Fotos: Mario Miranda Filho e Vitor Búrigo.