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Dublado por T.J. Miller e James Corden, Emoji – O Filme ganha trailer oficial

por: Cinevitor

emojitrailerA animação revela um mundo secreto jamais visto dentro de um smartphone.

Foi divulgado nesta terça-feira, 16/05, durante um evento especial no Festival de Cannes, o trailer oficial de Emoji – O Filme. O ator T.J. Miller, que dá voz ao Gene na versão em inglês, chegou de parasel no photocall temático do filme, no Carlton Pier, e encontrou com os personagens que esperavam por ele para o lançamento do vídeo.

Escondido no aplicativo de mensagens encontra-se Textópolis, uma cidade movimentada onde moram os emojis, torcendo para serem selecionados pelo usuário do celular. Neste mundo, cada emoji possui apenas uma única expressão, exceto o Gene, um extravagante emoji que nasceu sem filtro e exala múltiplas expressões. Decidido voltar à normalidade como os outros, Gene pede ajuda para o seu melhor amigo Hi-5, dublado por James Corden, e a intrépida e rebelde emoji Jailbreak, voz de Ilana Glazer. Juntos embarcarão numa épica aventura através dos aplicativos do celular, cada um com seu próprio mundo selvagem e divertido, para achar o código que consertará o Gene. Mas quando um grande perigo ameaça o celular, o destino dos emojis depende desses três improváveis amigos que deverão salvar seu mundo antes que seja apagado para sempre.

O elenco de dubladores conta também com Anna Faris, Sofía Vergara, Patrick Stewart, Jennifer Coolidge, Christina Aguilera, Maya Rudolph, Jake T. Austin, Rob Riggle, Steven Wright, entre outros.

Confira o trailer de Emoji – O Filme, que estreia no dia 31 de agosto:

Foto: Divulgação/Sony Pictures.

Aquarius e Boi Neon são os grandes vencedores do Prêmio APCA 2016

por: Cinevitor

boineonapcaAlyne Santana e Juliano Cazarré em cena de Boi Neon.

Aconteceu nesta segunda-feira, 15/05, a cerimônia do Prêmio APCA, organizado pela Associação Paulista de Críticos de Artes, que conta com os melhores do ano nas seguintes categorias: Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Literatura, Música Erudita, Música Popular, Rádio, Teatro, Teatro Infantil e Televisão.

Na categoria Cinema, os críticos Inácio Araújo, Luiz Carlos Merten, Orlando Margarido, Rodrigo Baldin e Walter Cezar Addeo escolheram Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, como o melhor filme do ano passado.

Conheça os vencedores do Prêmio APCA 2016:

MELHOR FILME: Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
MELHOR DIREÇÃO: Gabriel Mascaro, por Boi Neon
MELHOR ROTEIRO: Aquarius, escrito por Kleber Mendonça Filho
MELHOR ATOR: Julio Andrade, por Sob Pressão
MELHOR ATRIZ: Andréia Horta, por Elis
MELHOR DOCUMENTÁRIO: Cinema Novo, de Eryk Rocha
MELHOR FOTOGRAFIA: Boi Neon, por Diego García

Foto: Divulgação.

Associação Brasileira de Cinematografia anuncia os vencedores do Prêmio ABC 2017

por: Cinevitor

elisABCAndréia Horta, protagonista de Elis: grande vencedor com três prêmios.

Foram anunciados neste sábado, 13/05, os vencedores do Prêmio ABC 2017, organizado pela Associação Brasileira de Cinematografia (ABC), fundada em 2 de janeiro de 2000, que reúne profissionais do audiovisual brasileiro, especialmente diretores de fotografia, com o objetivo de incentivar a troca de ideias e informações para democratizar e multiplicar o aperfeiçoamento técnico e artístico da categoria.

Neste ano, a cerimônia foi apresentada pela atriz Andréia Horta e o homenageado da noite foi o piloto e dublê Stanley Ostrower. O evento também contou com a participação de diversas personalidades do cinema brasileiro que entregaram os prêmios, como: a atriz Maria Manoella, os atores Felipe Folgosi e Milhem Cortaz, os diretores João Daniel Tikhomiroff e Fernando Coimbra, a diretora de fotografia Heloisa Passos, o supervisor de som Luiz Adelmo, a diretora da Cinemateca Brasileira, Olga Futemma, entre outros.

Conheça os vencedores do Prêmio ABC 2017:

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA:
Elis, por Adrian Teijido (ABC)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Elis, por Frederico Pinto

MELHOR MONTAGEM:
Aquarius, por Eduardo Serrano

MELHOR SOM:
Elis, por Jorge Rezende, Armando Torres Jr (ABC) e Alessandro Laroca

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | DOCUMENTÁRIO:
Do Pó da Terra, por Rodrigo Carvalho

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | CURTA-METRAGEM:
Lunatique, por Otavio Pupo

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | SÉRIE DE TV:
Justiça, por Walter Carvalho (ABC)

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | FILME PUBLICITÁRIO:
C&A – Misture, Ouse e Divirta-se, por Azul Serra

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | FILME ESTUDANTIL:
Olhos de Argila, por Luiz Augusto Moura (Academia Internacional de Cinema)

Foto: Divulgação/Globo Filmes.

Conheça os 125 filmes selecionados para o 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

por: Cinevitor

reyolharcuritibaO ator Rodrigo Lisboa em Rey, de Niles Atallah: filme premiado no Festival de Roterdã.

Foram anunciados nesta quinta-feira, 11/05, os 125 filmes selecionados para o 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, que acontecerá entre os dias 7 e 15 de junho na capital paranaense.

As produções, de diversas partes do mundo, têm como objetivo provocar e convidar o público à reflexão acerca do papel do cinema como ferramenta de sensibilização e resistência coletiva. Além das exibições, o festival conta ainda com oficinas, seminários, encontros de negócio, master class, festas e debates, oferecendo uma programação ampla, acessível e variada para todo o público.

Confira a lista completa com os filmes selecionados para o 6º Olhar de Cinema:

FILME DE ABERTURA: A Família (La familia), de Gustavo Rondón Córdova (Venezuela/Chile/Noruega)
FILME DE ENCERRAMENTO: Baronesa, de Juliana Antunes (Brasil)

COMPETITIVA | LONGAS-METRAGENS:
300 Milhas (300 miles), de Orwa Al Mokdad (Síria)
Corpo Estrangeiro (Corps étranger), de Raja Amari (França/Tunísia)
Fernando, de Igor Angelkorte, Julia Ariani e Paula Vilela (Brasil)
El Mar La Mar, de Joshua Bonnetta e J.P. Sniadecki (EUA)
Grande Grande Mundo (Koca Dünya), de Reha Erdem (Turquia)
Máquinas (Machines), de Rahul Jain (Índia/Alemanha/Finlândia)
Navios de Terra, de Simone Cortezão (Brasil)
Newton, de Amit Masurkar (Índia)
Rey (King), de Niles Atallah (Chile/França/Alemanha/Holanda/Qatar)
Soldado, de Manuel Abramovich (Argentina)
Vangelo, de Pippo Delbono (Itália)

COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS:
A Ilha do Farol, de Jo Serfaty e Mariana Kaufman (Brasil)
Balança Brasil, de Carlos Segundo (Brasil)
Ciudad Maya, de Andrés Padilla Domene (França/México)
Fajr, de Lois Patiño (Fiji)
Nyo Vweta Nafta, de Ico Costa (Portugal)
O Disco Resplandece (La disco resplandece), de Chema García Ibarra (Turquia/Espanha)
Ocorridos em um Recanto Obscuro (Events in a cloud chamber), de Ashim Ahluwalia (Índia)
Penúmbria, de Eduardo Brito (Portugal)
Selva, de Sofía Quirós Ubeda (Costa Rica)
Vazio/a (Vacío/a), de Carmen Rojas Gamarra (Peru)

NOVOS OLHARES:
Garatujas, Badamecos e Outros Monstros, de João Castelo Branco e Elizabeth Moreschi (Brasil)
La Tierra aún se mueve, de Pablo Chavarría Gutiérrez (México)
Occidental, de Neïl Beloufa (França)
Parque Tonsler (Tonsler Park), de Kevin Jerome Everson (EUA)
People Power Bombshell: O Diário de Vietnam Rose (People Power Bombshell: The Diary of Vietnam Rose), de John Torres (Filipinas)
Todas as Cidades do Norte (Svi severni gradovi), de Dane Komljen (Sérvia/Bósnia e Herzegovina/Montenegro)

OUTROS OLHARES | LONGAS-METRAGENS:
A Casa de Lucia, de João Marcelo e Lucia Luz (Brasil)
ALIPATO – A Brevíssima Vida de um Malandro (ALIPATO – The Very Brief Life Of An Ember), de Khavn De La Cruz (Filipinas/Alemanha)
Convicções (Ubezhdeniya), de Tatyana Chistova (Rússia/Polônia)
De Um Ano Sem Eventos (Aus einem Jahr der Nichtereignisse), de Ann Carolin Renninger e René Frölke (Alemanha)
Hema Hema: Cante Para Mim Enquanto Eu Espero (Hema Hema: sing me a song while I wait), de Khyentse Norbu Rimpoche (Butão/Hong Kong)
Homem Livre, de Alvaro Furloni (Brasil)
Meu Corpo é Político, de Alice Riff (Brasil)
Moscas Noturnas (Overnight Flies), de Georg Tiller (Áustria/Suécia)
O Vislumbre da Separação (The scope of separation), de Yue Chen (China)
Outono, Outono (Chun-cheon, Chun-cheon), de Jang Woojin (Coreia do Sul)
Uma Paisagem de Yangtze (Changjiang), de Xu Xin (China)

OUTROS OLHARES | CURTAS-METRAGENS:
A Concha que Chora (The crying conch), de Vincent Toi (Canadá/Haiti)
Acaiaca, de Leonardo Good God (Brasil)
Cilaos, de Camilo Restrepo e Anne Luthaud (França)
Coplas de uma Noite Sem Manhã (Beti bezperako koplak), de Ageda Kopla Taldea (Espanha)
Estado Itinerante, de Ana Carolina Soares (Brasil)
Manodopera, de Loukianos Moshonas (Grécia/França)
Na Missão, com Kadu, de Aiano Bemfica, Kadu Freitas e Pedro Maia de Brito (Brasil)
Nunca é Noite no Mapa, de Ernesto de Carvalho (Brasil)
O Conto de Antonia (El cuento de Antonia), de Jorge Cadena (Colômbia/Suíça)
O Porteiro do Dia, de Fábio Leal (Brasil)
Regresso de Saturno, de Bianca Muniz e Marcus Curvelo (Brasil)
Senhores (Sem Culpa) (Ñores (sin señalar)), de Annalisa D. Quagliata (México)
Setembro (September), de Leonor Noivo (Portugal/Bulgária)

OLHARES CLÁSSICOS:
Anatahan, de Josef von Sternberg (Japão, 1953)
Boudu, Salvo das Águas (Boudu, sauvé des eaux), de Jean Renoir (França, 1932)
Conversas no Maranhão, de Andrea Tonacci (Brasil, 1983)
Couro de Gato, de Joaquim Pedro de Andrade (Brasil, 1962)
História da Noite (Geschichte der nacht), de Clemens Klopfenstein (Suíça/Itália/Alemanha/França, 1979)
História em Taipei (Qing mei zhu ma), de Edward Yang (Taiwan, 1985)
Longo Caminho da Morte, de Júlio Calasso (Brasil, 1971)
Momento Assustador (A scary time), de Shirley Clarke (EUA, 1960)
Monangambé (Monangambeee), de Sarah Maldoror (Argélia, 1968)
Os Inconfidentes, de Joaquim Pedro de Andrade (Brasil, 1972)
Programa de curtas Norman McLaren, de Norman McLaren (Canadá, 1942-1964)
Viagem à Lua (Voyage dans le lune), de Georges Méliès (França, 1902)
Viagem ao Fim do Universo (Ikarie XB 1), de Jindrich Polák (República Tcheca, 1963)
Visionários, de Fernando Severo (Brasil, 2002)

FOCO | ANOCHA SUWICHAKORNPONG:
Almoço (Lunch), de Anocha Suwichakornpong (Singapura, 2010)
Anoitecer (Nightfall), de Anocha Suwichakornpong e Tulapop Saenjaroen (Tailândia, 2016)
Como. Amor. Verdadeiro. (Like. Real. Love.), de Anocha Suwichakornpong (Tailândia, 2008)
Dao khanong, de Anocha Suwichakornpong (Tailândia/Países Baixos/França/Qatar, 2016)
Espelho Negro (Black mirror), de Anocha Suwichakornpong (Tailândia, 2008)
Estrangeiro (Pohn talay), de Anocha Suwichakornpong e Wichanon Somunjarn (Tailândia, 2012)
Fantasmas (Ghosts), de Anocha Suwichakornpong (Tailândia/EUA, 2005)
Graceland, de Anocha Suwichakornpong (Tailândia, 2006)
História Mundana (Jao nok krajok), de Anocha Suwichakornpong (Tailândia, 2009)
Objeto Misterioso ao meio-dia (Dokfa nai meuman), de Apichatpong Weerasethakul (Tailândia, 2000)

EXIBIÇÕES ESPECIAIS:
66 kinos, de Philipp Hartmann (Alemanha, 2016)
Modo de Produção, de Dae Ferraz (Brasil, 2017)
Não-reconciliados (Nicht versöhnt oder Es hilft nur Gewalt wo Gewalt herrscht), de Jean-Marie Straub (França, 1966) (Serão exibidos os curtas Où en êtes-vous, Jean-Marie Straub? e Pour Renato)
O Limoeiro Real (El limonero real), de Gustavo Fontán (Argentina, 2016)
O que me Motiva (Como me da la gana), de Ignacio Agüero (Chile, 1985)
O que me Motiva II (Como me da la gana II), de Ignacio Agüero (Chile, 2016)
Rifle, de Davi Pretto (Brasil/Alemanha, 2016)
Um Sonho Tranquilo (Chun-mong), de Lu Zhang (Coreia do Sul, 2016)

OLHAR RETROSPECTIVO | F. W. MURNAU:
A Última Gargalhada (Der letzte mann) (1924)
As Finanças do Grão-Duque (Die finanzen des grossherzogs) (1924)
Aurora (Sunrise: a song for two humans) (1927)
Caminhada Noite Adentro (Der gang in die nacht) (1921)
Fantasma (Phantom) (1922)
Fausto (Faust – Eine deutsche Volkssage) (1926)
Nosferatu (Nosferatu, eine symphonie des grauens) (1922)
O Castelo Vogelöd (Schloss Vogelöd) (1921)
Tabu (Tabu: a story of the south seas) (1931)
Tartufo (Herr Tartüff) (1925)

MIRADA PARANAENSE | LONGA-METRAGEM:
Entre Nós, o Estranho, de Guto Pasko

MIRADA PARANAENSE | CURTAS-METRAGENS:
#NÓSMANTEREMOSFIRMES, de Diego Florentino
A Canção do Asfalto, de Pedro Giongo
A Cor do Silêncio, de Karize Kresteniuk
A Rua Muda, de Eduardo Colgan
O Mundo Estratifica O Corpo se Desloca, de Igor Urban
Órion, de Rodriane DL
Sobejar, de Helena Volani
Você Ainda Não Está Morta, de Ana Johann

PEQUENOS OLHARES:
A Piscina de Caíque, de Raphael Gustavo da Silva (Brasil)
Caminho dos Gigantes, de Alois Di Leo (Brasil)
Desmonte, de Mariana Cavalcanti (Brasil)
Dois Trens (Dva tramvaya), de Svetlana Andrianova (Rússia)
Garoto VHS, de Carlos Daniel Reichel (Brasil)
Lago Cristal (Crystal lake), de Jennifer Reeder (EUA)
Médico de Monstro, de Gustavo Teixeira (Brasil)
O Horizonte de Bene (L’horizon de bene), de Eloic Gimenez e Jumi Yoon (França)
Psiconautas, As Crianças Esquecidas (Psiconautas, los niños olvidados), de Alberto Vazquez e Pedro Rivero (Espanha)
Ringo, de Adrià Pagès (Espanha)
Teddy Tranquilo (Medo trapavko), de Tomislav Gregl (Croácia)
Tailor, de Calí dos Anjos (Brasil)

Foto: Divulgação.

Michael Parks, ator de Kill Bill, morre aos 77 anos

por: Cinevitor

parksmorreO ator em cena do terror Seita Mortal, de Kevin Smith.

Morreu nesta quarta-feira, 10/05, aos 77 anos, o ator americano Michael Parks. A informação foi divulgada por Jane Schulman, agente de Parks, porém, a causa da morte não foi revelada.

Michael Parks, veterano em Hollywood, começou sua carreira na TV, em 1960, no programa Zane Grey Theater. Seu primeiro papel nas telonas veio cinco anos depois, em Vítima de um Pecado, de Brian G. Hutton.

Se destacou como o xerife Earl McGrawem em Kill Bill: Volume 1 e Kill Bill: Volume 2, de Quentin Tarantino, com quem trabalhou em outros filmes: À Prova de Morte (2007) e Django Livre (2012); e Um Drink no Inferno (1996) e Planeta Terror (2007), dirigidos por Robert Rodriguez, com Tarantino na equipe.

Além disso, atuou nas séries Then Came Bronson, Police Woman, Twin Peaks, Chuck Norris: O Homem da Lei, entre outras. No cinema, trabalhou em mais de 50 filmes, entre eles: Resgate Suicida (1980), Conexão Francesa (1986), Hitman – Disfarce Perigoso (1991), O Impostor (1997), Diabólica (1998), O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford (2007), Seita Mortal (2011), Argo (2012), Somos o Que Somos (2013), Tusk (2014), Herança de Sangue (2016), Greater (2016), entre outros.

O cineasta Kevin Smith, que dirigiu Parks em Seita Mortal e Tusk, fez uma homenagem em sua conta no Instagram: “Michael era, e provavelmente permanecerá para sempre, o melhor ator que já conheci. Ele elevou qualquer filme ou programa de TV em que participou e elevou todos os diretores com os quais trabalhou. Eu fui abençoado por ter trabalhado com esse gênio”, escreveu.

Foto: Divulgação.

Confira o novo trailer de Baywatch, com Dwayne Johnson e Zac Efron

por: Cinevitor

baywatchtrailerElenco reunido na versão cinematográfica da famosa série de TV.

Eles garantem a segurança dos banhistas, protegem as praias e, de quebra, ainda desvendam crimes. Liderado por Dwayne Johnson, que interpreta Mitch Buchannon, o time salva-vidas de Baywatch precisará unir forças extracurriculares para desmascarar uma conspiração que ameaça o futuro da baía onde trabalham. Ao mesmo tempo, o grupo deve se entender com Matt Broady, papel de Zac Efron, um insubordinado e prepotente novo recruta.

O novo trailer da comédia, que acaba de ser divulgado, mostra que para superar as desavenças e resgatar a paz na orla, eles vão usar todas as suas armas, incluindo muito bom humor.

Dirigido por Seth Gordon, de Quero Matar Meu Chefe e Uma Ladra Sem Limites, o filme conta também com Alexandra Daddario, Priyanka Chopra, Jon Bass, Kelly Rohrbach, Ilfenesh Hadera e Hannibal Buress no elenco, além de participações especiais de David Hasselhoff e Pamela Anderson, que fizeram parte da famosa série de TV homônima, criada em 1989.

Confira o trailer de Baywatch, que chega aos cinemas brasileiros no dia 15 de junho:

Foto: Divulgação/Paramount Pictures.

Morre, aos 75 anos, o ator Nelson Xavier

por: Cinevitor

nelsonxaviermorteNelson Xavier, em 2014, no Festival de Gramado: melhor ator.

Morreu na madrugada desta quarta-feira, 10/05, aos 75 anos, o ator Nelson Xavier. A informação foi divulgada por sua filha, Tereza Villela Xavier, em seu perfil no Facebook: “Lamento informar a quem possa interessar que meu pai, Nelson Xavier, faleceu esta noite em Uberlândia. Seu corpo será transferido, celebrado e cremado no Rio de Janeiro em cemitério ainda não determinado. Agradeço desde já as mensagens de apoio. Ele virou um planeta! Estrela ele já era. Fez tudo o que quis, do jeito que quis e da sua melhor maneira possível, sempre”, escreveu.

O ator foi internado no Hospital Santa Genoveva, em Uberlândia, Minas Gerais, na terça-feira, devido complicações de uma doença pulmonar. Em 2004, Nelson fez tratamento contra um câncer de próstata e sua morte pode estar relacionada com a doença.

Nelson Xavier apareceu pela primeira vez nas telonas em 1959, no longa Fronteiras do Inferno, de Walter Hugo Khouri. Depois disso, atuou em mais de 50 filmes, entre eles: A Falecida (1965), Dois Perdidos numa Noite Suja (1971), Vai Trabalhar Vagabundo (1973), Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), A Queda (1978), A Rainha do Rádio (1979), Eles Não Usam Black-Tie (1981), Gabriela (1983), O Cangaceiro Trapalhão (1983), O Mágico e o Delegado (1983), Brincando nos Campos do Senhor (1991), Lamarca (1994), O Testamento do Senhor Napumoceno (1997), Benjamim (2003), Narradores de Javé (2003), Chico Xavier (2010), Trash: A Esperança Vem do Lixo (2014), A Floresta que se Move (2015), entre outros.

Em 2014, recebeu o prêmio de melhor ator no Festival de Gramado por sua atuação no filme A Despedida, de Marcelo Galvão, no qual interpretou um senhor de 92 anos, com espírito jovem, que resolve realizar o desejo de rever o maior amor de sua vida, uma mulher 55 anos mais nova, vivida por Juliana Paes. Clique aqui e relembre nosso entrevista com o ator no festival.

Em 1978, dirigiu com Ruy Guerra o drama A Queda, que foi premiado no Festival de Berlim com o Urso de Prata do Prêmio Especial do Júri e rendeu para Nelson o prêmio de melhor ator no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

No ano passado, foi escolhido como o melhor ator do Festival do Rio pelo filme Comeback, de Erico Rassi, que estreia no próximo dia 25 de maio.

Nelson também teve uma brilhante carreira no teatro e na TV e participou de grandes sucessos da teledramaturgia brasileira, como: A História de Ana Raio e Zé Trovão, Pedra Sobre Pedra, Renascer, Memorial de Maria Moura, Irmãos Coragem, Senhora do Destino, A Favorita, entre outras.

Foto: Edison Vara/PressPhoto.

Com Gal Gadot, trailer final de Mulher-Maravilha é divulgado

por: Cinevitor

mulherfinaltrailerGal Gadot estrela primeiro filme da princesa Amazona da DC como protagonista.

Foi divulgado neste domingo, 07/05, durante o MTV Movie & TV Awards, o trailer final de Mulher-Maravilha, que chega aos cinemas brasileiros no dia 1º de junho.

Antes de tornar-se Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas e treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa isolada ilha paradisíaca, Diana descobre que um grande conflito assola o mundo quando um piloto americano cai com seu avião nas areias da costa. Convencida de que é capaz de vencer a ameaça de destruição, Diana deixa a ilha. Lutando lado a lado com homens em uma guerra que pretende acabar de vez com todas as guerras, ela vai descobrir todos os seus poderes e seu verdadeiro destino.

Baseado nos personagens da DC Entertainment, o longa conta com Gal Gadot como protagonista desse épico de ação e aventura dirigido por Patty Jenkins. O roteiro é de Allan Heinberg e a história de Zack Snyder, Allan Heinberg e Jason Fuchs.

Chris Pine, Connie Nielsen, Robin Wright, David Thewlis, Danny Huston, Elena Anaya, Ewen Bremner e Saïd Taghmaoui também integram o elenco.

Confira o trailer final de Mulher-Maravilha:

Foto: Divulgação/Warner Bros. Pictures.

Conheça os vencedores do MTV Movie & TV Awards 2017

por: Cinevitor

emmamtvbelaEmma Watson: melhor atuação por A Bela e a Fera.

Foram anunciados neste domingo, 07/05, os vencedores da premiação mais divertida do cinema e agora também da TV, já que neste ano o prêmio mudou de MTV Movie Awards para MTV Movie & TV Awards, incluindo pela primeira vez séries de TV entre os indicados.

Outra novidade desta edição foi na categoria de melhor atuação, que extinguiu a diferenciação de gênero entre os indicados. Emma Watson foi premiada por seu trabalho em A Bela e a Fera e fez um discurso emocionante: “Este é o primeiro prêmio de atuação da história que não separa o indicado com base em seu sexo. Acredito ter vencido pelo o que a Bela é e pelo o que ela representa”.

A cerimônia, apresentada pelo ator Adam DeVine, contou com outros discursos importantes. Taraji P. Henson subiu ao palco para receber o prêmio de melhor luta contra o sistema, nova categoria, para o filme Estrelas Além do Tempo: “Deus fez todos nós diferentes por uma razão”; os atores Ashton Sanders e Jharrel Jerome, de Moonlight: Sob a Luz do Luar, foram premiados com a pipoca dourada de melhor beijo: “Este prêmio é maior do que Jharrel e eu. Isso representa mais do que um beijo, representa aqueles que se sentem como os outros, os desajustados. Isso nos representa”, disse Ashton.

Conheça os vencedores do MTV Movie & TV Awards 2017:

FILME DO ANO:
A Bela e a Fera

SÉRIE DO ANO:
Stranger Things

MELHOR BEIJO:
Ashton Sanders e Jharrel Jerome em Moonlight: Sob a Luz do Luar

MELHOR VILÃO:
Jeffrey Dean Morgan, por The Walking Dead

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
A 13ª Emenda

MELHOR ATUAÇÃO | CINEMA:
Emma Watson, por A Bela e a Fera

MELHOR PERFORMANCE CÔMICA:
Lil Rel Howery, por Corra!

MELHOR HERÓI:
Taraji P. Henson, por Estrelas Além do Tempo

MOMENTO QUE TE FAZ CHORAR:
This Is Us, Jack e Randall no karatê

MELHOR DUPLA:
Hugh Jackman e Dafne Keen em Logan

MELHOR LUTA CONTRA O SISTEMA:
Estrelas Além do Tempo

MELHOR ATUAÇÃO | SÉRIE:
Millie Bobby Brown, por Stranger Things

MELHOR APRESENTADOR:
Trevor Noah, por The Daily Show

MELHOR REALITY SHOW DE COMPETIÇÃO:
RuPaul’s Drag Race

MELHOR HISTÓRIA AMERICANA:
Black-ish

MELHOR MOMENTO MUSICAL:
You’re The One I Want, de Grease: Live!

GENERATION AWARD:
Franquia Velozes & Furiosos

NEXT GENERATION:
Daniel Kaluuya

PRÊMIO TRENDING:
Channing Tatum e Beyoncé com Run The World (Girls) em Lip Sync Battle

Foto: Divulgação.

Confira o trailer de Comeback, dirigido por Erico Rassi e protagonizado por Nelson Xavier

por: Cinevitor

nelsoncomebackNelson Xavier: protagonista premiado.

Dirigido por Erico Rassi, Comeback conta a história de Amador, um ex pistoleiro aposentado e relegado ao ostracismo. Solitário e amargurado, ele coleciona em um álbum os recortes de jornal de seus antigos crimes. Após várias humilhações, Amador vai reagir com violência à hostilidade do mundo que o cerca ao mesmo tempo em que resolve tentar voltar à ativa.

Protagonizado por Nelson Xavier, vencedor do prêmio de melhor ator no Festival do Rio do ano passado, o longa se utiliza de diálogos irônicos e situações inusitadas para abordar as angústias da solidão, da velhice e das relações de poder que flagelam o protagonista. Mesmo em momentos de tensão ou picos dramáticos, o inusitado quebra as expectativas e ajuda a instaurar um sutil tom de farsa na narrativa.

Neste seu primeiro longa de ficção, o diretor Erico Rassi, que também assina como roteirista, escolheu filmar em sua cidade natal, Anápolis, em Goiás, trazendo para o filme um visual singular, com a apresentação de um ambiente urbano periférico, permeado pelo submundo da contravenção e do jogo ilegal e diversos elementos que faz homenagem ao gênero western.

O longa recebeu os prêmios de melhor direção e melhor filme pela crítica no FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa, que aconteceu em março, em Lisboa.

Confira o trailer de Comeback, que estreia no dia 25 de maio:

Foto: Divulgação.

Festival Varilux de Cinema Francês 2017: conheça alguns destaques da programação

por: Cinevitor

deneuvevariluxCatherine Deneuve e Catherine Frot em O Reencontro: destaque na programação.

O Festival Varilux de Cinema Francês 2017, que acontecerá entre os dias 7 e 21 de junho, em 55 cidades brasileiras, contará com filmes exibidos nos principais festivais internacionais, como Veneza, Berlim e Cannes.

Rodin, de Jacques Doillon, que estreia mundialmente em maio, na Competição Oficial do Festival de Cannes, é um dos destaques da programação. Em Paris de 1880, Auguste Rodin, interpretado por Vincent Lindon, finalmente recebe, aos 40 anos, sua primeira encomenda do Estado: A Porta do Inferno, obra composta de figuras que farão sua glória, como O Beijo e O Pensador. Ele divide sua vida com Rose, sua companheira, quando conhece a jovem Camille Claudel, vivida por Izïa Higelin, sua aluna mais talentosa, que rapidamente torna-se sua assistente e, em seguida, sua amante.

Outro longa que vem da seleção principal de Cannes do ano passado é Um Instante de Amor, de Nicole Garcia, com Marion Cotillard no elenco. Em elogiada atuação, a atriz interpreta Gabrielle, uma jovem cheia de desejo e infeliz em seu casamento arranjado por sua família. Quando ela adoece, é enviada para se tratar em águas termais na Suíça, onde se apaixona pelo militar casado Andre Sauvage, papel de Louis Garrel.

frantzvariluxPierre Niney e Paula Beer em Frantz, de François Ozon.

Frantz, de François Ozon, selecionado para o Festival de Sundance deste ano, após ter participado do Festival de Toronto e concorrido ao Leão de Ouro no Festival de Veneza, também estará na programação do Varilux. Indicado ao prêmio César, o Oscar francês, em nove categorias, o drama é uma livre adaptação do filme Não Matarás, de 1932, dirigido por Ernst Lubitsch, que se passa em uma pequena cidade alemã após a Primeira Guerra Mundial.

O drama de época A Vida de Uma Mulher, de Stéphane Brizé, e selecionado para Veneza, é outra atração do festival. Ao interpretar Jeanne, uma moça ingênua do século 19 que se apaixona pelo visconde Julien de Lamare, Judith Chemla recebeu uma indicação ao César de melhor atriz.

marion2variluxMarion Cotillard na comédia musical Rock’n Roll – Por trás da Fama.

Do Festival de Berlim, a programação do Varilux traz O Reencontro, de Martin Provost, comédia dramática em que uma parteira que exerce sua profissão com paixão e vive de maneira rígida e disciplinada, de repente tem que conviver com Béatrice, papel de Catherine Deneuve, a extravagante, irresponsável e inconveniente ex-mulher de seu pai.

Além destes, outros cinco filmes na programação do Festival Varilux participaram de festivais internacionais em suas últimas edições. De Cannes: Na Vertical, de Alain Guiraudie, Na Cama com Vitória, de Justine Triet e Tour de France, de Rachid Djaïdani; de Veneza: Coração e Alma, de Katell Quillévéré; do Festival de Toronto: Rock’n Roll – Por trás da Fama, de Guillaume Canet.

Em breve, novos filmes serão anunciados na programação do Festival Varilux de Cinema Francês 2017.

Fotos: Divulgação.

Conheça os filmes brasileiros selecionados para o 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

por: Cinevitor

homemlivrecuritibaFlavio Bauraqui em cena do filme Homem Livre, de Alvaro Furloni: selecionado.

Entre os dias 7 e 15 de junho, acontecerá na capital paranaense o 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, que, como de costume, conta com uma programação variada com produções brasileiras e internacionais, além de discussões e debates sobre o audiovisual com realizadores, críticos e gestores.

Nesta semana, foram divulgados os filmes brasileiros selecionados desta edição: serão sete longas entre documentários, ficções e experimentais. Confira:

MOSTRA COMPETITIVA | LONGAS:
Fernando, de Igor Angelkorte, Julia Ariani e Paula Vilela (Documentário/Ficção)
Navios de Terra, de Simone Cortezão (Híbrido)

MOSTRA OUTROS OLHARES | LONGAS:
A Casa de Lucia, de João Marcelo e Lucia Luz (Documentário)
Homem Livre, de Alvaro Furloni (Ficção)
Meu Corpo é Político, de Alice Riff (Documentário)

MOSTRA NOVOS OLHARES:
Garatujas, Badamecos e Outros Monstros, de João Castelo Branco e Elizabeth Moreschi (Documentário/Experimental)

MOSTRA MIRADA PARANAENSE:
Entre Nós, o Estranho, de Guto Pasko (Documentário)

Além disso, neste ano, na mostra Olhar Retrospectivo, o renomado cineasta alemão F.W. Murnau será homenageado; e a mostra Foco terá como tema a cineasta tailandesa Anocha Suwichakornpong.

Na próxima quinta-feira, 11/05, será anunciada a programação completa do 6º Olhar de Cinema.

Foto: Divulgação.