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Exibido em Cannes, Bom Comportamento, com Robert Pattinson, ganha trailer oficial

por: Cinevitor

robertcomportamentoRobert Pattinson: atuação elogiada.

Selecionado para a Competição Oficial do Festival de Cannes deste ano, Bom Comportamento, no original Good Time, dirigido pelos irmãos Benny e Josh Safdie, é protagonizado por Robert Pattinson, que interpreta Connie Nikas, um bandido sem escrúpulos, que luta para conseguir tirar seu irmão da prisão.

Após um malsucedido assalto a banco, Connie vê seu irmão mais novo sendo preso e embarca em uma odisseia no submundo da cidade em que vive, numa tentativa cada vez mais desesperada, e perigosa, de tirá-lo da prisão. Ao longo de uma noite repleta de adrenalina, Connie encontra-se em uma onda de violência e caos enquanto corre contra o relógio para salvar seu irmão e ele mesmo, sabendo que suas vidas estão por um fio.

Com estreia marcada para o dia 19 de outubro, o loga conta também com Jennifer Jason Leigh, Barkhad Abdi, Taliah Lennice Webster, Necro e Benny Safdie no elenco.

Confira o trailer de Bom Comportamento:

Foto: Divulgação/Paris Filmes.

Com Marjorie Estiano e Nanda Costa, Entre Irmãs, de Breno Silveira, ganha trailer

por: Cinevitor

entreirmastrailerMarjorie Estiano, Cyria Coentro e Nanda Costa em cena.

Baseado no elogiado e premiado livro A Costureira e o Cangaceiro, de Frances de Pontes Peebles, lançado em mais de 12 países, Entre Irmãs é o novo longa-metragem de Breno Silveira, de 2 Filhos de Francisco: A História de Zezé di Camargo & Luciano, e conta a dramática história de duas irmãs, Luzia e Emília, que vivem destinos antagônicos em um período de grandes transformações políticas e sociais: o nordeste do país nos anos 1920 e 1930.

O filme traz no elenco Marjorie Estiano, como Emília, a jovem que sonha com um príncipe encantado e em se mudar para a capital, e Nanda Costa, como a corajosa Luzia, que faz a opção de seguir um violento grupo de cangaceiros. Criadas para serem costureiras, essas mulheres tecerão suas próprias histórias em cenário francamente adverso à afirmação feminina. Apesar de lutas, conquistas e derrocadas, as duas irmãs separadas pela distância e pelas escolhas, sempre cultivaram uma mesma certeza: que só podiam contar uma com a outra.

O elenco conta também com Julio Machado, como o temível cangaceiro Carcará; Romulo Estrela, como o ambíguo príncipe encantado Degas; Leticia Colin, como Lindalva, a jovem da capital; Cyria Coentro, a Tia Sofia; Cláudio Jaborandy, o Dr. Duarte; Rita Assemany, como D. Dulce; e participações especiais de Ângelo Antônio e Fabio Lago.

Seis semanas de preparação foram utilizadas para criar os mundos paralelos das duas irmãs, o sertão e o Recife dos anos 1930. As filmagens contaram com uma equipe de 90 técnicos e foram realizadas em outubro e novembro de 2016, ao longo de sete semanas: cinco em Piranhas, interior de Alagoas, e duas em Olinda e Recife, em Pernambuco. Mais de dois mil figurantes participaram da produção, que inclui grandes cenas de batalha e campos de refugiados no sertão.

Confira o trailer de Entre Irmãs, que estreia no dia 12 de outubro:

Foto: Divulgação/Sony Pictures.

Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende, é escolhido para representar o Brasil no Oscar 2018

por: Cinevitor

bingoespecial1Vladimir Brichta em cena: o palhaço mais famoso dos anos 1980 na disputa pelo Oscar!

A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta sexta-feira, 15/09, na Cinemateca, em São Paulo, o longa brasileiro que vai disputar uma vaga entre os cinco finalistas na categoria de melhor filme estrangeiro no Oscar 2018.

Entre 23 inscritos, o escolhido foi Bingo: O Rei das Manhãs, dirigido por Daniel Rezende, que conta a história de Augusto, um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar Bingo, um palhaço apresentador de um programa infantil na televisão que é sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara e Augusto se torna o anônimo mais famoso do Brasil.

A definição dos membros da comissão ficou a critério da Academia Brasileira de Cinema, entidade formada por mais de 200 profissionais da área cinematográfica nacional. O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, fez o acompanhamento. A comissão foi presidida pelo diretor vice-presidente da Academia, Jorge Peregrino, e por seis membros da ABC: André Carreira, produtor; Iafa Britz, produtora; David Schurmann, cineasta; Doc Comparato, roteirista; João Daniel Tikhomiroff, cineasta; e Miguel Faria Jr., cineasta.

Em dezembro, antes do anúncio final, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood selecionará nove produções estrangeiras. Desse grupo, saem os cinco finalistas. A lista com os indicados ao Oscar 2018 será divulgada no dia 23 de janeiro e a cerimônia está marcada para o dia 4 de março, em Los Angeles.

O representante brasileiro disputará uma vaga na 90ª edição da premiação mais importante do cinema com produções de outros países, como: Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio (Chile); On Body and Soul, de Ildikó Enyedi (Hungria); Thelma, de Joachim Trier (Noruega); São Jorge, de Marco Martins (Portugal); The Square, de Ruben Östlund (Suécia); In the Fade, de Fatih Akin (Alemanha); Happy End, de Michael Haneke (Áustria); The Insult, de Ziad Doueiri (Líbano); Carpinteros, de José María Cabral (República Dominicana); entre outros.

Vale lembrar que a última vez que o Brasil concorreu na categoria de melhor filme estrangeiro foi em 1999, com Central do Brasil. No ano passado, Pequeno Segredo, de David Schurmann, foi escolhido para representar o país, mas ficou de fora da disputa pela estatueta dourada.

Recentemente, Bingo foi escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga entre os quatro finalistas na categoria de melhor filme ibero-americano na 32ª edição do Prêmio Goya, conhecido como o Oscar espanhol. O longa, inspirado na vida de Arlindo Barreto, que interpretou o palhaço Bozo na TV, é dirigido por Daniel Rezende, premiado montador indicado ao Oscar por Cidade de Deus, com roteiro de Luiz Bolognesi, de Bicho de Sete Cabeças, fotografia de Lula Carvalho, de Tropa de Elite, e é estrelado por Vladimir Brichta, Leandra Leal, Emanuelle Araújo e Tainá Müller.

Estavam na disputa: A Família Dionti, de Alan Minas; A Glória e a Graça, de Flávio Ramos Tambellini; Café, um Dedo de Prosa, de Maurício Squarisi; Cidades Fantasmas, de Tyrell Spencer; Como Nossos Pais, de Laís Bodansky; Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano; Divinas Divas, de Leandra Leal; Elis, de Hugo Prata; Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé; Fala Comigo, de Felipe Sholl; Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa; História Antes de uma História, de Wilson Lazaretti; Joaquim, de Marcelo Gomes; João, o Maestro, de Mauro Lima; La Vingança, de Fernando Fraiha; Malasartes e o Duelo com a Morte, de Paulo Morelli; O Filme da Minha Vida, de Selton Mello; Polícia Federal – A Lei é Para Todos, de Marcelo Antunez; Por Trás do Céu, de Caio Sóh; Quem é Primavera das Neves, de Ana Luiza Azevedo e Jorge Furtado; Real – O Plano por Trás da História, de Rodrigo Bittencourt; e Vazante, de Daniela Thomas.

Foto: Alisson Louback.

Conheça os integrantes do júri oficial do 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

por: Cinevitor

marceliajuriMarcélia Cartaxo no Festival de Brasília, em 2015: prêmio de melhor atriz por Big Jato.

A 50ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começa nesta sexta-feira, 15/09, com nove longas-metragens na disputa pelo Troféu Candango e doze curtas na Mostra Competitiva.

Em todas as edições, o júri é formado por um grupo seleto de cineastas, críticos, pesquisadores e artistas que decidem os vencedores. Nesta 50ª edição histórica, sete jurados convidados irão avaliar a Mostra Competitiva de longa-metragem e outros sete terão a função de julgar a mostra de curtas.

No grupo de jurados da Mostra Competitiva de longas estão: Angela Prysthon, professora da Universidade Federal de Pernambuco e autora de publicações sobre cinema, mídia e literatura; a atriz e diretora Marcélia Cartaxo; Lauro Escorel, um dos mais renomados fotógrafos do cinema brasileiro; o premiado cineasta Joel Zito Araújo; Idê Lacreta, montadora dos filmes Noites do Sertão, A Hora da Estrela, entre outros; a cineasta, produtora e jornalista Luciana Tomasi; e o premiado cineasta André Luiz Oliveira.

Já o júri oficial que avaliará os curtas é composto por Keila Serruya, produtora, cineasta e artista visual; Cleber Eduardo, jornalista, cineasta, crítico de cinema e curador; a cineasta, que atua na área há mais de 15 anos, Dea Ferraz; o premiado cineasta Breno Nina; e Anita Rocha da Silveira, diretora, roteirista e editora.

O público escolherá por meio do aplicativo do festival os melhores filmes de longa e curta-metragem das mostras Competitiva e Brasília. Além disso, três importantes nomes do cinema vão integrar o júri oficial do 22º Troféu Câmara Legislativa. Os filmes vencedores da premiação serão escolhidos pelo cineasta e crítico de cinema Amir Labaki; pela diretora e roteirista Betse de Paula e pelo documentarista e professor Vladimir Carvalho.

O 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro acontece entre os dias 15 e 24/09.

Foto: Divulgação.

Bingo: O Rei das Manhãs será o representante brasileiro na disputa pelo Prêmio Goya 2018

por: Cinevitor

bingoespecial3Vladimir Brichta em cena de Bingo.

Em cartaz nos cinemas, Bingo: O Rei das Manhãs, dirigido por Daniel Rezende, foi escolhido para representar o Brasil nos prêmios Goya, importante premiação realizada pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha.

Inspirado na vida de Arlindo Barreto, conhecido por ter interpretado o palhaço Bozo, o filme conta a história de Augusto, um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar Bingo, um palhaço apresentador de um programa infantil na televisão que é sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara. Augusto, o “Rei das Manhãs”, é o anônimo mais famoso do Brasil.

O longa, protagonizado por Vladimir Brichta, disputará uma vaga entre os quatro finalistas na categoria de melhor filme ibero-americano na 32ª edição do Prêmio Goya, conhecido como o Oscar espanhol. A escolha foi decidida no dia 12/09, na sede da ANCINE, no centro do Rio de Janeiro. A seleção e apreciação das obras foi feita pela Comissão de Seleção do Filme Brasileiro, composta por profissionais indicados por entidades do setor audiovisual.

Participaram do comitê: Josiane Osório de Carvalho, por indicação do Fórum dos Festivais; Amanda Aouad Almeida, por indicação da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (ABRACCINE); André Luiz Pompeia Sturm, por indicação do Programa Cinema do Brasil; Jorge Humberto de Freitas Peregrino, por indicação da Academia Brasileira de Cinema; e Ana Julia Cury de Brito Cabral, por indicação da ANCINE.

“Após debate sobre os filmes inscritos, a Comissão de Seleção propôs Bingo: O Rei das Manhãs como representante brasileiro a ser indicado ao Prêmio Goya de melhor filme ibero-americano, por ser uma obra cinematográfica com consistente marca autoral, força criativa ao apresentar um universo genuinamente brasileiro e capacidade de se comunicar com plateias de todo o mundo”, diz a ata.

Bingo foi escolhido entre 23 produções habilitadas e analisadas. Os demais filmes inscritos foram:

A Cidade Onde Envelheço, de Marília Rocha
A Família Dionti, de Alan Minas
As Duas Irenes, de Fabio Meira
Cidades Fantasmas, de Tyrell Spencer
Comeback, de Erico Rassi
Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky
Deserto, de Guilherme Weber
Elis, de Hugo Prata
El Mate, de Bruno Kott
Fala Comigo, de Felipe Sholl
Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa
Galeria F., de Emília Silveira
Gostosas, Lindas e Sexies, de Ernani Nunes
História Antes de uma História, de Wilson Lazaretti
Joaquim, de Marcelo Gomes
La Vingança, de Fernando Fraiha
Malasartes e o Duelo com a Morte, de Paulo Morelli
Mulher do Pai, de Cristiane Oliveira
O Filme da Minha Vida, de Selton Mello
Por Trás do Céu, de Caio Sóh
Quem é Primavera das Neves, de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo
Redemoinho, de José Luiz Villamarim

A 32ª edição do Goya acontecerá no dia 03 de fevereiro, em Madrid, na Espanha.

Foto: Luiz Maximiano.

Primeiro trailer de Pequena Grande Vida, com Matt Damon e Kristen Wiig, é divulgado

por: Cinevitor

pequenagrandevidatrailerMatt Damon e Kristen Wiig em busca de uma vida melhor.

Escolhido como o filme de abertura do 74º Festival Internacional de Cinema de Veneza, Pequena Grande Vida, no original Downsizing, de Alexander Payne, vem recebendo boas críticas da imprensa internacional. Na história, os personagens de Matt Damon e Kristen Wiig estão insatisfeitos com a vida que levam e, por isso, submetem-se a um procedimento que os deixa com 12 centímetros de altura. O objetivo é conquistar uma vida luxuosa, longe dos percalços da classe média suburbana.

Matt Damon interpreta um morador suburbano de Omaha, nos Estados Unidos, que, junto com sua esposa, papel de Kristen Wiig, sonha com uma vida melhor. Enquanto o mundo encara uma crise de superpopulação, cientistas desenvolvem uma solução radical que pode encolher os humanos a 12 centímetros de altura. As pessoas rapidamente descobrem quanto dinheiro é gasto em um mundo “menor” e, com a promessa de um estilo de vida luxuoso, inimaginável nos sonhos mais insanos, o casal decide se submeter ao controverso procedimento e embarcam em uma aventura que mudará suas vidas para sempre.

O elenco conta ainda com Christoph Waltz, Hong Chau, Rolf Lassgård, Ingjerd Egeberg, Jason Sudeikis, Udo Kier, Maribeth Monroe e James Van Der Beek.

Confira o primeiro trailer de Pequena Grande Vida, que estreia no dia 18 de janeiro de 2018:

Foto: Paramount Pictures/Divulgação.

Confira o trailer de O Que te Faz Mais Forte, filme sobre o atentado à Maratona de Boston, com Jake Gyllenhaal

por: Cinevitor

fazfortetrailerJake Gyllenhaal: protagonista em filme baseado em fatos reais.

Dirigido por David Gordon Green, O Que te Faz Mais Forte, no original Stronger, adapta a história autobiográfica escrita por Jeff Bauman, que se tornou um best-seller internacional. A partir de sua jornada de superação, o longa retrata a fatalidade que vitimou Jeff durante o atentado à Maratona de Boston, em 2013.

Jake Gyllenhaal estrela a produção como Jeff, um jovem trabalhador de 27 anos, que estava na maratona para tentar recuperar sua ex-namorada Erin, papel de Tatiana Maslany. Esperando por ela na linha de chegada quando a explosão ocorre, ele perde as duas pernas no ataque. Depois de recuperar a consciência no hospital, Jeff pode ajudar o policial a identificar um dos criminosos, mas sua própria batalha acaba de começar. O longa retrata meses de reabilitação física e emocional com o apoio inabalável de Erin e sua família.

Exibido recentemente no Festival Internacional de Cinema de Toronto, o longa chega aos cinemas brasileiros no dia 9 de novembro e conta também com Miranda Richardson e Richard Lane Jr. no elenco.

Confira o primeiro trailer de O Que te Faz Mais Forte:

Foto: Divulgação/Paris Filmes.

Com Armie Hammer e Timothée Chalamet, Me Chame Pelo Seu Nome ganha trailer legendado

por: Cinevitor

callmetrailer1Timothée Chalamet e Armie Hammer em cena.

Dirigido pelo italiano Luca Guadagnino, de Um Mergulho No Passado, Me Chame Pelo Seu Nome, no original Call Me by Your Name, mostra o romance entre um jovem e um pesquisador de 24 anos durante um verão na Itália.

É verão de 1983 e Elio Perlman, interpretado por Timothée Chalamet, é um garoto ítalo americano de 17 anos, que passa seus dias na casa de campo de sua família, datada do século 17, preguiçosamente transcrevendo música e flertando com uma amiga. Um dia, Oliver, vivido por Armie Hammer, um charmoso pesquisador americano de 24 anos, que está fazendo doutorado, chega na cidade para trabalhar como estagiário de verão encarregado de ajudar o pai de Elio, papel de Michael Stuhlbarg, um renomado professor especializado em cultura greco-romana. Em meio ao esplendor ensolarado desse cenário, Elio e Oliver descobrem a beleza inebriante do desejo despertado ao longo de um verão que mudará suas vidas para sempre.

Exibido no Festival de Sundance deste ano e elogiado no 42º Festival Internacional de Cinema de Toronto, Me Chame Pelo Seu Nome é produzido pela RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira, e tem estreia prevista por aqui para o dia 18 de janeiro de 2018.

Confira o primeiro trailer legendado:

Foto: Divulgação/Sony Pictures Classics.

Conheça os vencedores do 74º Festival Internacional de Cinema de Veneza

por: Cinevitor

deltorovenezapremioGuillermo del Toro recebe o Leão de Ouro.

Foram anunciados neste sábado, 09/09, os vencedores do 74º Festival de Cinema de Veneza. O júri, presidido pela atriz Annette Bening, concedeu o Leão de Ouro de melhor filme, prêmio máximo do evento, para The Shape of Water, dirigido pelo cineasta mexicano Guillermo del Toro.

Na Mostra Orizzonti, competição internacional dedicada a filmes que representam as últimas tendências estéticas e expressivas no cinema internacional, a cineasta italiana Susanna Nicchiarelli levou o prêmio de melhor filme pelo drama musical Nico, 1988.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Cinema de Veneza 2017:

COMPETIÇÃO OFICIAL:

MELHOR FILME | LEÃO DE OURO: The Shape of Water, de Guillermo del Toro (EUA)
MELHOR DIREÇÃO | LEÃO DE PRATA: Xavier Legrand, por Jusqu’à la garde (França)
GRANDE PRÊMIO DO JÚRI: Foxtrot, de Samuel Maoz (Israel/Alemanha/França/Suíça)
PRÊMIO COPPA VOLPI | MELHOR ATRIZ: Charlotte Rampling, por Hannah (Itália/França/Bélgica)
PRÊMIO COPPA VOLPI | MELHOR ATOR: Kamel El Basha, por L’insulte (The Insult) (Líbano/França/EUA/Bélgica/República do Chipre)
PRÊMIO MARCELLO MASTROIANNI | ATOR/ATRIZ EM ASCENSÃO: Charlie Plummer, por Lean on Pete (França/Alemanha)
MELHOR ROTEIRO: Three Billboards Outside Ebbing, Missouri, escrito por Martin McDonagh (Reino Unido/EUA)
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Sweet Country, de Warwick Thornton (Austrália)

MOSTRA ORIZZONTI:

MELHOR FILME: Nico, 1988, de Susanna Nicchiarelli (Itália/Bélgica)
MELHOR DIREÇÃO: Vahid Jalilvand, por Bedoune Tarikh, Bedoune Emza (No date, no signature) (Irã)
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Caniba, de Lucien Castaing-Taylor e Verena Paravel (França)
MELHOR ATOR: Navid Mohammadzadeh, por Bedoune Tarikh, Bedoune Emza (No date, no signature)
MELHOR ATRIZ: Lyna Khoudri, por Les Bienheureux (França/Bélgica/Qatar)
MELHOR ROTEIRO: Los Versos del Olvido, escrito por Alireza Khatami (França/Alemanha/Holanda/Chile)
MELHOR CURTA-METRAGEM: Gros Chagrin, de Céline Devaux (França)

VENICE VIRTUAL REALITY:

Melhor História: Bloodless, de Gina Kim (Coreia do Sul)
Melhor Experiência em Realidade Virtual: La Camera Insabiatta, de Laurie Anderson e Hsin-Chien Huang (Taiwan)
Prêmio Virtual Reality: Arden’s Wake (Expanded), de Eugene YK Chung (EUA)

VENEZIA CLASSICI:

Melhor Documentário: The Prince and the Dybbuk, de Elwira Niewiera e Piotr Rosolowski  (Polônia/Alemanha)
Melhor Filme Restaurado: Vá e Veja (Idi i smotri), de Elem Klimov (1985)

LEÃO DO FUTURO | MELHOR FILME DE ESTREIA: Jusqu’à la garde, de Xavier Legrand (França)

LEÃO DE OURO | Lifetime Achievement: Jane Fonda e Robert Redford

JAEGER-LECOULTRE GLORY TO THE FILMMAKER AWARD: Stephen Frears

Foto: Divulgação.

Agnès Varda e Donald Sutherland serão homenageados com o Oscar honorário

por: Cinevitor

agnesoscarAgnès Varda no Festival de Cannes deste ano.

O Conselho da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta quarta-feira, 06/09, os quatro homenageados que receberão o Oscar honorário, também conhecido como Governors Awards. Segundo o presidente da Academia, John Bailey, “este ano, os prêmios refletem a amplitude do cinema internacional, independente e mainstream, e são tributos para quatro grandes artistas que incorporam a diversidade com seus trabalhos”.

O Prêmio Honorário celebra o conjunto da obra de importantes personalidades, suas contribuições pelas artes e ciências cinematográficas ou algum serviço excepcional prestado para a Academia. Neste ano, receberão esta estatueta dourada: o cineasta e roteirista Charles Burnett; o diretor de fotografia Owen Roizman; o ator canadense Donald Sutherland; e a cineasta Agnès Varda.

Nascido no Mississippi, Charles Burnett se destacou no cinema independente ao retratar com realismo as famílias negras americanas. Em 1978, escreveu, dirigiu, produziu, fotografou e editou seu primeiro longa-metragem, o drama Killer of Sheep, premiado no Festival de Berlim. My Brother’s Wedding (1983), Não Durma Nervoso (1990), Conspiração Policial (1994) e Namibia: The Struggle for Liberation (2007) são outros destaques de seu currículo, que conta também com diversos documentários, como: America Becoming (1991) e Nat Turner: A Troublesome Property (2003).

Owen Roizman começou a trabalhar como diretor de fotografia em comerciais de TV, até que em 1970 assinou seu primeiro longa-metragem como fotógrafo, o drama Stop, de Bill Gunn. Ganhou destaque ao longo dos anos e foi indicado ao Oscar cinco vezes, por: Operação França (1971), O Exorcista (1973), Rede de Intrigas (1976), Tootsie (1982) e Wyatt Earp (1994). Também trabalhou como diretor de fotografia em videoclipes da cantora Madonna e em diversos outros filmes, como: O Sequestro do Metrô (1974), Três Dias do Condor (1975), A Família Addams (1991) e Surpresas do Coração (1995).

donaldoscarDonald Sutherland no papel de Presidente Snow em Jogos Vorazes: Em Chamas.

Com mais de 180 trabalhos como ator no currículo, Donald Sutherland nunca foi indicado ao Oscar, mas foi premiado duas vezes no Globo de Ouro como ator coadjuvante: em 1996 pela série Cidadão X e em 2003 pelo filme televisivo Path to War. Começou sua carreira na década de 1960 com pequenas participações em seriados e logo ganhou destaque. Em seu currículo, destacam-se os filmes: Fanatismo Macabro (1965), Os Doze Condenados (1967), M.A.S.H (1970), Inverno de Sangue em Veneza (1973), Laços de Sangue (1978), O Clube dos Cafajestes (1978), O Mistério do Rosário Negro (1987), No Coração da Montanha (1991), Desejo Assassino (1993), Assédio Sexual (1994), Ponto de Impacto (1996), Conspiração (1997), Pânico (2000), Cowboys do Espaço (2000), Final Fantasy (2001), Uma Saída de Mestre (2003), Orgulho e Preconceito (2005), Quero Matar Meu Chefe (2011), e quatro filmes da franquia Jogos Vorazes.

Agnès Varda nasceu na Bélgica, em 1928, mas é radicada na França. Sua carreira antecede o início da Nouvelle Vague e ficou marcada pelos documentários e pela maneira como aborda questões sociais relevantes, como o feminismo. No Festival de Cannes deste ano, recebeu o prêmio L’Œil d’or (Olho de Ouro) de melhor documentário por Visages, villages, no qual divide a direção com JR. Mas, Agnès já marcou presença no festival francês outras vezes, sendo homenageada em 2012 com o prêmio Golden Coach e em 2015 com a Palma de Ouro honorária. Além disso, disputou a Palma de Ouro em 1958 com o curta-metragem documental O saisons, ô châteaux e em 1962 com a comédia dramática Cléo das 5 às 7. Premiada em Berlim, Veneza, no prêmio César, Locarno, entre outros, destacam-se em seu currículo: As Duas Faces da Felicidade (1965), As Criaturas (1966), Uma Canta, a Outra Não (1977), Os Renegados (1985), Kung-fu master! (1988), As Cento e Uma Noites (1995), Os Catadores e Eu (2000), Quelques veuves de Noirmoutier (2006), As Praias de Agnès (2008), entre outros.

A entrega das estatuetas douradas do Oscar honorário está marcada para o dia 11/11, em Hollywood.

Fotos: M. Petit/FDC e Murray Close.

Conheça os vencedores do 16º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

por: Cinevitor

elisgpvenceAndréia Horta em Elis: melhor atriz.

Foram anunciados na noite desta terça-feira, 05/09, os vencedores do 16º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, o Oscar do cinema nacional, realizado pela Academia Brasileira de Cinema. Neste ano, Elis, de Hugo Prata, que conta a história da cantora Elis Regina, se consagrou como o grande campeão da noite com oito prêmios, incluindo melhor atriz para Andréia Horta.

O evento, realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e transmitido ao vivo pelo Canal Brasil, foi apresentado pela atriz Bárbara Paz e pelo cineasta Zelito Viana, e homenageou o ator Antonio Pitanga, um dos maiores representantes do Cinema Novo, que participou de mais de 50 produções cinematográficas, e a atriz e diretora Helena Ignez, musa de Glauber Rocha e ícone do Cinema Marginal.

Confira os vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2017:

MELHOR LONGA-METRAGEM | FICÇÃO:
Aquarius, de Kleber Mendonça Filho

MELHOR LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Cinema Novo, de Eryk Rocha e Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil, de Belisario Franca

MELHOR LONGA-METRAGEM | COMÉDIA:
O Shaolin do Sertão, de Halder Gomes

MENÇÃO HONROSA | LONGA-METRAGEM INFANTIL:
Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina, de Mauricio Eça

MELHOR DIREÇÃO:
Kleber Mendonça Filho, por Aquarius

MELHOR ATRIZ:
Andréia Horta, por Elis

MELHOR ATOR:
Juliano Cazarré, por Boi Neon

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Laura Cardoso, por De Onde Eu Te Vejo

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Flavio Bauraqui, por Nise – O Coração da Loucura

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA:
Adrian Teijido, por Elis e Diego Garcia, por Boi Neon

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Boi Neon, escrito por Gabriel Mascaro e BR 716, escrito por Domingos Oliveira

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Big Jato, escrito por Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco e Minha Mãe é uma Peça 2, escrito por Fil Braz e Paulo Gustavo

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Elis, por Frederico Pinto

MELHOR FIGURINO:
Elis, por Cristina Camargo

MELHOR MAQUIAGEM:
Elis, por Anna Van Steen

MELHOR EFEITO VISUAL:
Pequeno Segredo, por Marcelo Siqueira

MELHOR MONTAGEM | FICÇÃO:
Elis, por Tiago Feliciano

MELHOR MONTAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Cinema Novo, por Renato Vallone

MELHOR SOM:
Elis, por Jorge Rezende, Alessandro Laroca, Armando Torres Jr. e Eduardo Virmond Lima

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Elis, por Otavio de Moraes

MELHOR TRILHA SONORA:
Aquarius, por Mateus Alves e Kleber Mendonça Filho

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
A Chegada, de Denis Villeneuve (EUA)

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Vida de Boneco, de Flávio Gomes

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Buscando Helena, de Ana Amélia Macedo e Roberto Berliner

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO:
O Melhor Som do Mundo, de Pedro Paulo de Andrade

MELHOR LONGA-METRAGEM | FICÇÃO | VOTO POPULAR:
Boi Neon, de Gabriel Mascaro

MELHOR LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO | VOTO POPULAR:
Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil, de Belisario Franca

MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO | VOTO POPULAR:
A Garota Dinamarquesa, de Tom Hooper (Reino Unido/EUA/Alemanha/Dinamarca/Bélgica)

Foto: Divulgação/Globo Filmes.

Festival do Rio 2017: conheça os filmes brasileiros selecionados

por: Cinevitor

coisassimrioCaroline Abras e André Antunes em Alguma Coisa Assim, de Esmir Filho e Mariana Bastos.

O Festival do Rio 2017, que acontecerá entre os dias 5 e 15 de outubro, acaba de anunciar a lista de filmes brasileiros que farão parte da programação de sua 19ª edição. Serão 75 produções inéditas, com 59 longas e 16 curtas nacionais.

Na Première Brasil, uma das mostras mais aguardadas e concorridas do evento, destacam-se produções de diretores estreantes e consagrados, com filmes cobrindo a diversidade de temas e regiões do país. O público escolhe o melhor filme nas categorias de ficção, documentário e curta, através do voto popular e um júri oficial elege as demais categorias.

A mostra competitiva Novos Rumos, que se consolida como o espaço de diversas linguagens cinematográficas, vai exibir 6 longas e 4 curtas de cineastas estreantes e veteranos em sua seleção; já a mostra Retratos vai apresentar 8 longas, com recortes que registram de maneira singular personalidades e temas relevantes na história do país.

O Festival do Rio este ano conta com o Prêmio Petrobras de Cinema, oferecido pela empresa para a distribuição comercial do melhor filme de ficção da competição da Première Brasil, e melhor filme da mostra Première Brasil Novos Rumos, escolhidos pelos júris oficiais.

Conheça os filmes brasileiros selecionados para a Première Brasil e também em outras mostras do Festival do Rio 2017:

LONGAS MOSTRAS COMPETITIVAS | FICÇÃO:
Açúcar
, de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira
Alguma Coisa Assim, de Esmir Filho e Mariana Bastos
As Boas Maneiras
, de Juliana Rojas e Marco Dutra
Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor
Como é Cruel Viver Assim, de Júlia Rezende
O Animal Cordial
, de Gabriela Amaral Almeida
O Nome da Morte, de Henrique Goldman
Praça Paris, de Lúcia Murat
Unicórnio, de Eduardo Nunes

LONGAS MOSTRAS COMPETITIVAS | DOCUMENTÁRIO:
Cartas para um Ladrão de Livros
, de Carlos Juliano Barros e Caio Cavechini
Dedo na Ferida, de Silvio Tendler
Em Nome da América, de Fernando Weller
Iran, de Walter Carvalho
Pastor Cláudio, de Beth Formaggini
Piripkura, de Mariana Oliva, Renata Terra e Bruno Jorge
SLAM: Voz De Levante, de Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva

COMPETIÇÃO NOVOS RUMOS:
A Parte do Mundo que me Pertence, de Marcos Pimentel
Amores de Chumbo, de Tuca Siqueira
Até o Próximo Domingo, de Evaldo Mocarzel
Copa 181, de Dannon Lacerda
O Muro, de Lula Buarque
Vende-se Esta Moto, de Marcus Faustini

CURTAS-METRAGENS | MOSTRAS COMPETITIVAS:
Adeus à Carne, de Júlia Anquier
Alcibíades, de Breno Nina
O Bagre de Bolas, de Luiz Botosso e Thiago Veiga
Borá, de Angelo Defanti
Maria, de Lucas Pena
Namoro à Distância, de Carolina Markowicz
Vaca Profana, de René Guerra

CURTAS-METRAGENS | NOVOS RUMOS:
Atrito, de Diego Lima
Capitão Brasil, de Felipe Arrojo Poroger
Sandra Chamando, de João Cândido Zacharias
Tailor, de Calí dos Anjos

LONGAS-METRAGENS | MOSTRAS NÃO COMPETITIVAS:

Hors Concours | Ficção:
Entre Irmãs, de Breno Silveira
Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa
Legalize Já!, de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé
Motorrad, de Vicente Amorim
Zama, de Lucrecia Martel
Bio, de Carlos Gerbase

Hors Concours | Documentário:
Eu, Pecador, de Nelson Hoineff
Os 8 Magníficos, de Domingos de Oliveira
Todos os Paulos do Mundo, de Gustavo Ribeiro e Rodrigo De Oliveira
Torquato Neto – Todas as horas do fim, de Eduardo Ades e Marcus Fernando

Curta:
O Quebra-cabeça de Sara, de Allan Ribeiro

Retratos:
A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro, de Leo Garcia e Zeca Brito
Callado, de Emília Silveira
Clara Estrela, de Susanna Lira e Rodrigo Alzuguir
Desarquivando Alice Gonzaga, de Betse de Paula
Fevereiros, de Marcio Debellian
Henfil, de Angela Zoé
O Cravo e a Rosa, de Jorge Farjalla
Querido Embaixador, de Luiz Fernando Goulart

Première Latina:
Invisible, de Pablo Giorgelli (Brasil/Argentina)
Los territórios, de Iván Granovsky (Argentina/Brasil/Palestina)
Ninguém Está Olhando (Nadie nos Mire), de Julia Solomonoff (Argentina/Brasil/Colômbia)
O Gato de Havana, de Dacio Malta (Brasil)
Severina, de Felipe Hirsch (Brasil/Uruguai)

Panorama do Cinema Mundial:
A Comédia Divina, de Toni Venturi
A Última Chance, de Paulo Thiago
Berenice Procura, de Allan Fiterman
On Yoga the Architecture of Peace, de Heitor Dhalia

Expectativa:
Todas As Razões Para Esquecer, de Pedro Coutinho

Fronteiras:
Limpam com Fogo, de César Vieira, Conrado Ferato e Rafael Crespo
Livres, de Patrick Granja

Mostra Geração:
Que Língua Você Fala?, de Elisa Bracher
Sobre Rodas, de Mauro D’Addio
Yonlu, de Henrique Montanari
Curta:
Caminho dos Gigantes, de Alois Di Leo
Cabelo Bom, de Swahili Vidal
Em busca da terra sem males, de Anna Azevedo

Itinerários Únicos:
Maria – Não Esqueça que Eu Venho Dos Trópicos, de Francisco C. Martins
O Silêncio é uma Prece, de Candé Salles
Tudo é Projeto, de Joana Mendes da Rocha e Patricia Rubano

Midnight:
Serguei, O Último Psicodélico, de Ching Lee
Curta:
Sal, de Diego Freitas

Foto: Divulgação/Vitrine Filmes.