Bruna Linzmeyer e Johnny Massaro em O Filme da Minha Vida: destaque na programação.
A segunda edição do Festival Imperial de Cinema de Petrópolis volta à cena cultural em 2017 ampliado e cheio de novidades. O evento, que acontecerá entre os dias 18 e 22 de outubro, terá programação gratuita e exibição de filmes nacionais e estrangeiros, documentários, workshops, oficinas e debates com painéis sobre os destinos do cinema nacional, trilhas sonoras e adaptações literárias.
A abertura será no Theatro D. Pedro com a exibição do filme João, O Maestro, de Mauro Lima, que conta a vida de João Carlos Martins. Encerrando a noite haverá o tradicional Baile de Máscaras no Palácio de Cristal para os convidados.
O II Festival Imperial de Cinema de Petrópolis contará com sete longas-metragens atuais, de perfil autoral e comercial na mostra Panorama Nacional. São eles: Macaco Tião, O Candidato do Povo, de Alex Heller; Maverick: Caçada no Brasil, de Emiliano Ruschel; O Encontro Improvável, de André Costa; Malasartes e o Duelo com a Morte, de Paulo Morelli; O Filme da Minha Vida, de Selton Mello; Não Devore Meu Coração, de Felipe Bragança; e Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky.
Maria Ribeiro e Clarisse Abujamra em cena de Como Nossos Pais.
Em parceria com a Cinemateca Francesa, a mostra Musas do Cinema Francês exibirá clássicos restaurados onde Bardot, Deneuve, Anna Karina, Jeanne Moreau e Danielle Darrieux protagonizam a visão de Jean-Luc Godard, Louis Malle, Jacques Demy e Max Ophüls.
A mostra GloboNews Documentários apresentará o retrato de personalidades como Antonio Callado, Gabeira, Pitanga e Dom Paulo Evaristo Arns, que representarão esse trabalho. Na mesma linha de parceria audiovisual, será exibida a série de documentários Bravos!, da TV Brasil, que retrata, com uma visão humana, histórias de superação de brasileiros no seu dia a dia, com um painel com os realizadores.
O II Festival Imperial de Cinema de Petrópolis agrega, este ano, uma ação social que beneficia 130 crianças do Ensino Fundamental da rede pública municipal, com a doação de óculos de grau. A parceria é das idealizadoras e diretoras Luciana Pacheco e Daniela Brescianini com a Prefeitura de Petrópolis por meio do Instituto Municipal de Cultura e Esportes, Secretarias de Saúde, Educação, Assistência Social e empresas privadas.
Sessões infantis, painel sobre trilhas sonoras, mesa de literatura, workshops de direção para atores e oficina infantil audiovisual completam a programação deste ano.
Para mais informações sobre o festival, clique aqui.
Dirigido por Ryan Coogler, de Creed: Nascido para Lutar, Pantera Negra acompanha T’Challa, interpretado por Chadwick Boseman, que, após os eventos de Capitão América: Guerra Civil, volta para casa para a isolada e tecnologicamente avançada nação africana para a sucessão ao trono e para ocupar o seu lugar de direito como rei.
Porém, com o reaparecimento de um velho e poderoso inimigo, o valor de T’Challa como rei, e como Pantera Negra, é testado quando ele é levado a um conflito formidável que coloca o destino de Wakanda, e do mundo todo, em risco. Confrontado pela traição e o perigo, o jovem rei precisar reunir seus aliados e liberar todo o poder do Pantera Negra para derrotar seus inimigos e assegurar a segurança de seu povo e de seu modo de viver.
Pantera Negra, da Marvel Studios, é produzido por Kevin Feige e conta com Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman, Daniel Kaluuya, Angela Bassett, Forest Whitaker, Andy Serkis, Florence Kasumba e Letitia Wright no elenco.
Confira o novo trailer de Pantera Negra, que chega aos cinemas no dia 15 de fevereiro de 2018:
Marjorie Estiano e Isabél Zuaa em As Boas Maneiras: cinco prêmios.
Foram anunciados na noite deste domingo, 15/10, os vencedores do Festival do Rio 2017. As Boas Maneiras, dirigido por Juliana Rojas e Marco Dutra, se consagrou como o grande campeão da 19ª edição e recebeu o Troféu Redentor de melhor filme de ficção, além de vencer em outras quatro categorias.
Pelo quarto ano, o Prêmio Felix elegeu o melhor filme de temática LGBTQ dentre uma seleção de 32 longas e 4 curtas. O escolhido pelo júri desta edição foi o documentário Queercore: How to Punk a Revolution, dirigido por Yony Leyser.
Confira a lista completa com os vencedores do Festival do Rio 2017:
PREMIÈRE BRASIL | MOSTRA COMPETITIVA:
MELHOR FILME DE FICÇÃO: As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra MELHOR DOCUMENTÁRIO: Piripkura, de Mariana Oliva, Renata Terra e Bruno Jorge MELHOR DIREÇÃO | FICÇÃO: Lúcia Murat, por Praça Paris MELHOR DIREÇÃO | DOCUMENTÁRIO: Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva, por SLAM: Voz de Levante MELHOR ATRIZ: Grace Passô, por Praça Paris MELHOR ATOR: Daniel de Oliveira, por Aos Teus Olhos e Murilo Benício, por O Animal Cordial MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Marjorie Estiano, por As Boas Maneiras MELHOR ATOR COADJUVANTE: Marco Ricca, por Aos Teus Olhos MELHOR FOTOGRAFIA: As Boas Maneiras, por Rui Poças MELHOR MONTAGEM: Alguma Coisa Assim, por Caroline Leone MELHOR ROTEIRO: Aos Teus Olhos, escrito por Lucas Paraizo PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: SLAM: Voz de Levante, de Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva MELHOR FILME DE FICÇÃO | VOTO POPULAR: Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor MELHOR DOCUMENTÁRIO | VOTO POPULAR: Dedo na Ferida, de Silvio Tendler
PRÊMIO DA CRÍTICA | FIPRESCI: As Boas Maneiras, de Marco Dutra e Juliana Rojas
MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS:
MELHOR CURTA-METRAGEM | JÚRI OFICIAL: Borá, de Angelo Defanti MELHOR CURTA-METRAGEM | VOTO POPULAR: Vaca Profana, de René Guerra MENÇÃO HONROSA: Roberta Gretchen Coppola, por Vaca Profana
MOSTRA PREMIÈRE BRASIL | NOVOS RUMOS:
MELHOR LONGA-METRAGEM: A parte do mundo que me pertence, de Marcos Pimentel MELHOR CURTA-METRAGEM: Atrito, de Diego Lima PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Vende-se esta moto, de Marcus Faustini
PRÊMIO FELIX:
MELHOR FILME DE FICÇÃO: As Boas Maneiras, de Marco Dutra e Juliana Rojas (Brasil/França) MELHOR DOCUMENTÁRIO: Queercore: How to Punk a Revolution, de Yony Leyser (Alemanha) MELHOR CURTA-METRAGEM: Sandra Chamando, de João Cândido Zacharias (Brasil)
MOSTRA GERAÇÃO:
MELHOR FILME: Sobre Rodas, de Mauro D’Addio (Brasil) MENÇÃO HONROSA: Altas Expectativas, de Pedro Antonio Paes e Álvaro Campos e Historietas Assombradas – O Filme, de Vitor-Hugo Borges
Caroline Abras e André Antunes em cena: estreia no Festival do Rio 2017.
Em 2006, o curta-metragem Alguma Coisa Assim, de Esmir Filho e codirigido por Mariana Bastos, foi exibido na 45ª Semana da Crítica do Festival de Cannes e recebeu o prêmio Grand Cru de melhor roteiro. Também foi premiado no Festival de Gramado e fez carreira em diversos festivais.
Esmir e Mariana reuniram-se em 2013 com o objetivo de dar sequência à história de Caio e Mari, interpretados pro André Antunes e Caroline Abras, onde captaram o reencontro dos personagens com os mesmos atores em São Paulo e, posteriormente, em um novo momento, em Berlim, em 2016. O resultado dos três encontros, que atravessaram uma década, é o longa Alguma Coisa Assim, que mergulha na transformação da relação entre os dois através dos tempos e propõe uma reflexão sobre temas atuais como sexualidade, rótulos, aborto e novas formas de família.
O filme fez sua estreia na Première Brasil, uma das mostras mais concorridas do Festival do Rio, na quinta-feira, 12/10, e está na disputa pelo Troféu Redentor: “O curta é muito especial na trajetória de todos nós. Ele marca o início da carreira de todos da equipe. Foi meu primeiro filme e hoje, graças a nossa inquietude, se transformou em um longa, rodado durante dez anos. É um filme do nosso coração, que faz parte das nossas vidas e que também permeou nossa amizade”, disse a protagonista Caroline Abras no tapete vermelho do evento.
“O curta aborda um tema que há dez anos era mais difícil de falar, que é a questão da sexualidade. A relação desses personagens conversa muito com a geração atual e a vontade de continuar tudo isso persistiu dentro da gente”, revelou Mariana Bastos, que assina a direção do longa com Esmir.
Equipe do filme no Cinépolis Lagoon: estreia nacional.
Em entrevista para o CINEVITOR, Esmir Filho falou: “Eu poderia dizer que estou há dez anos fazendo esse filme, mas não foi isso que aconteceu. Porque tudo começou com o curta, que marcou nosso encontro. Sete anos depois nos encontramos e pensamos em continuar a história desses personagens. A princípio seria um segundo curta, como se fosse uma continuação, mas vimos que tinha mais material e continuamos a escrever sobre esse relacionamento sem rótulo dos personagens”.
“As ideias surgiram ao longo do tempo e você pode até pensar no estilo Boyhood, que eu acredito que tenha sido mais planejado, no sentido de que eles já tinham o roteiro. No nosso, não. Pensamos: ‘vamos gravar mais uma parte?’ e no fim temos esse mosaico que é o longa, que passeia entre os tempos para falar de um relacionamento que não depende de passado, presente e futuro”, completou Esmir.
O protagonista André Antunes, que fez sua estreia no cinema com o curta, disse: “O filme tem três momentos dos personagens e das nossas vidas também, porque eu e a Carol convivemos durante esses dez anos com os diretores”.
Os protagonistas em cena.
No dia seguinte à primeira exibição do filme, a equipe participou do Cine Encontro, no Cine Odeon (Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro), que realiza um debate com o público depois da sessão. Mediado pela youtuberLuisa Clasen, o bate-papo destacou os bastidores da produção: “Era uma equipe do mundo inteiro e rolou uma sinergia incrível com todos, que resultou em uma relação muito boa que pode ser vista na tela. Nós tínhamos um mês para fechar uma coprodução e por isso apressamos para conseguir fechar os contratos”, disse o produtor Fernando Sapelli, da Claraluz Filmes. “Existia um desejo de fazer de qualquer maneira e de repente as coisas se configuraram e tudo deu certo”, revelou Esmir.
“Já tínhamos tudo planejado, mesmo sem saber como filmar por causa da verba, mas tinha que ser naquele momento”, completou a produtora Thereza Menezes. “Cinema é assim. Tem o momento de criação que e muito caótico e muito saudável, que é quando você conversa e esbarra nas coisas e essas coisas vão ficando em algum lugar que você vai guardando”, finalizou Esmir.
Produzido pelas produtoras brasileiras Saliva Shots e Claraluz Filmes, e pela alemã Zak Films, Alguma Coisa Assim será distribuído pela Vitrine Filmes e deve chegar aos cinemas brasileiros no primeiro semestre de 2018.
Foi divulgado nesta sexta-feira, 13/10, o primeiro trailer oficial de Os Novos Mutantes, novo filme da franquia X-Men, que conta a história de uma equipe de heróis mutantes formada pelos primeiros graduados pela escola de Charles Xavier.
Dirigido por Josh Boone, de A Culpa é das Estrelas, o longa conta com a atriz brasileira Alice Braga no elenco e também com Anya Taylor-Joy, Charlie Heaton, Maisie Williams, Henry Zaga, Blu Hunt, Happy Anderson, Mickey Gilmore e Thomas Kee.
Na história, cinco jovens mutantes começam a descobrir suas habilidades enquanto se mantêm em uma instalação secreta, onde terão que lutar para sobreviver e escapar dos pecados do passado.
Confira o primeiro trailer de Os Novos Mutantes, que tem previsão de estreia para abril de 2018:
Documentário brasileiro: carreira internacional em festivais.
Dirigido por João Moreira Salles, No Intenso Agora recebeu o Prêmio Especial do Júri de melhor documentário na 15ª edição do Yamagata International Documentary Film Festival no Japão, um dos principais festivais de cinema da Ásia. O longa já havia conquistado três outros prêmios no Cinéma Du Réel – Festival Internacional de Documentários, em abril na França: melhor trilha, por Rodrigo Leão; melhor filme pela Scam (Sociedade Civil dos Autores Multimídia); e pelo júri das bibliotecas.
O longa, que estreou no Festival de Berlim deste ano, na mostra Panorama, investiga a natureza efêmera dos momentos de grande intensidade, a partir de imagens da Revolução Cultural na China, em 1966, e os eventos de 1968 na França, na Checoslováquia e, em menor medida, no Brasil.
Paralelo à carreira em festivais, o site do filme continua a série especial de entrevistas que ampliam as discussões em torno dos temas abordados em No Intenso Agora. Com o título de Ruas Rebeldes, as entrevistas conduzidas pelo jornalista Bruno Torturra reúnem personagens que participaram intensamente de grandes mobilizações de rua no Brasil e no mundo. Entre os próximos vídeos estão o da cineasta e documentarista Julia Mariano e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Com estreia marcada para a 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o documentário Soldados do Araguaia, dirigido por Belisario Franca, conta a história dos soldados de baixa patente enviados para o interior da selva amazônica com a missão de exterminar a Guerrilha do Araguaia, movimento de oposição à Ditadura Militar no país. Quarenta anos depois do fim da guerra, eles descrevem pela primeira vez a sua versão dos fatos.
O filme, roteirizado por Belisario Franca e Ismael Machado, retrata uma guerra sem vencedores. Rejeitados pela História por sua filiação ao Exército e pelos próprios militares por suas denúncias contra a corporação, os soldados não trouxeram para casa nada além de cicatrizes e memórias do horror que testemunharam.
Soldados do Araguaia dá sequência à trilogia do silenciamento, um projeto de Belisario que procura recuperar histórias e personagens brasileiros que vivem à margem da historiografia nacional. O primeiro filme-causa da trilogia foi o premiado Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil, lançado em 2016.
Marginalizados pela historiografia oficial por sua filiação ao Exército e pelo próprio Exército por suas denúncias contra a corporação, os personagens de Soldados do Araguaia encontram aqui uma oportunidade inédita de compartilhar sua versão dos fatos. Da convocação junto às comunidades ribeirinhas e rurais até a dispensa após o extermínio da guerrilha comunista, os relatos dos ex-soldados compõem uma narrativa em que recrutas e guerrilheiros se confundem debaixo da opressão militar.
No Vietnã brasileiro, os vencedores retornam apenas como fantasmas: mesmo aqueles capazes de ultrapassar a psicose, o alcoolismo, o desejo de suicídio e inúmeras manifestações de estresse pós-traumático precisam lutar até hoje para superar os episódios de abuso e violência que sofreram e testemunharam.
As protagonistas de As Duas Irenes: Isabela Torres e Priscila Bittencourt.
Criado em 2014 e organizado pela Cinema 23, o Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix celebra o trabalho daqueles que se dedicam ao cinema na América Latina, Espanha e Portugal. A premiação anual reúne a comunidade cinematográfica ibero-americana para reconhecer aqueles que contribuem para o cinema da região com seu trabalho criativo.
O troféu concedido aos vencedores foi criado pelo artista brasileiro Artur Lescher e representa um ovo da ave Fênix, que faz uma metáfora do renascimento em diferentes processos que compõem a criação cinematográfica: ideia, desenvolvimento, realização, distribuição e exibição.
Neste ano, na quarta edição do evento, que será realizada no dia 6 de dezembro, o Brasil está representado com três filmes: As Duas Irenes, de Fabio Meira, nas categorias de melhor direção de arte e figurino; No Intenso Agora, de João Moreira Salles, indicado aos prêmios de melhor documentário e trilha sonora original; e Joaquim, de Marcelo Gomes, na categoria de melhor figurino.
Conheça os indicados aos Premios Fénix 2017:
MELHOR FILME | FICÇÃO: A Fábrica de Nada, de Pedro Pinho (Portugal) A Região Selvagem (La región salvaje), de Amat Escalante (México/Dinamarca/França/Alemanha/Noruega/Suíça) O Cidadão Ilustre, de Gastón Duprat e Mariano Cohn (Argentina/Espanha) O Ornitólogo, de João Pedro Rodrigues (Portugal/França/Brasil) Uma Mulher Fantástica (Una Mujer Fantástica), de Sebastián Lelio (Chile/Alemanha/Espanha/EUA) Viejo Calavera, de Kiro Russo (Bolívia/Qatar) Verão 1993 (Estiu 1993), de Carla Simón (Espanha)
MELHOR FILME | DOCUMENTÁRIO: A Liberdade do Diabo (La Libertad del Diablo), de Everardo González (México) Cuatreros, de Albertina Carri (Argentina) El Pacto de Adriana, de Lissette Orozco (Chile) No Intenso Agora, de João Moreira Salles (Brasil) O Que Me Motiva II (Como me da la gana II), de Ignacio Agüero (Chile)
MELHOR DIREÇÃO: Amat Escalante, por A Região Selvagem Carla Simón, por Verão 1993 Gastón Duprat e Mariano Cohn, por O Cidadão Ilustre João Pedro Rodrigues, por O Ornitólogo Sebastián Lelio, por Uma Mulher Fantástica
MELHOR ATRIZ: Antonia Zegers, por Los Perros Bárbara Lennie, por María (y los demás) Daniela Vega, por Uma Mulher Fantástica Liliana Biamonte, por Medea Paulina García, por La Novia del Desierto
MELHOR ATOR: Eduard Fernández, por O Homem das Mil Caras Eduardo Martinez, por Santa e Andrés Leonardo Sbaraglia, por El otro hermano Oscar Martínez, por O Cidadão Ilustre Ricardo Darín, por La Cordillera
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE: As Duas Irenes, por Fernanda Carlucci (Brasil) La Cordillera, por Sebastián Orgambide e Micaela Saiegh (Argentina/França/Espanha) O Homem das Mil Caras, por Pepe Domínguez del Olmo (Espanha) Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Eugenio Caballero (Reino Unido/Espanha/EUA) Uma Mulher Fantástica, por Estefania Larrain (Chile/Alemanha/Espanha/EUA)
MELHOR EDIÇÃO: A Fábrica de Nada, por Cláudia Rita Oliveira, José Edgar Feldman e Luisa Homem A Região Selvagem, por Fernanda De la Peza e Jacob Secher Schulsinger Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Bernat Vilaplana e Jaume Martí Uma Mulher Fantástica, por Soledad Salfate Verão 1993, por Ana Pfaff e Didac Palou
MELHOR FOTOGRAFIA | FICÇÃO: A Região Selvagem, por Manuel Alberto Claro El Invierno, por Ramiro Civita La Cordillera, por Javier Julia Uma Mulher Fantástica, por Benjamín Echazarreta Viejo Calavera, por Pablo Paniagua
MELHOR FOTOGRAFIA | DOCUMENTÁRIO: A Liberdade do Diabo, por María Secco (México) Amazona, por Nicolas van Hemelryck (Colômbia) El teatro de la desaparición, por Mario Caporali (Argentina/Coreia do Sul) Ejercicios de memoria, por Matías Mesa (Paraguai) Niñato, por Adrián Orr (Espanha)
MELHOR ROTEIRO: A Fábrica de Nada, escrito por Pedro Pinho, Luisa Homem, Leonor Noivo e Tiago Hespanha A Região Selvagem, escrito por Amat Escalante e Gibrán Portela O Cidadão Ilustre, escrito por Andrés Duprat Tarde para la ira, escrito por Raúl Arévalo e David Pulido (Espanha) Verão 1993, escrito por Carla Simón
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL: A Liberdade do Diabo, por Quincas Moreira Amazona, por Camilo Sanabria La Cordillera, por Alberto Iglesias No Intenso Agora, por Rodrigo Leão Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Fernando Velázquez
MELHOR SOM: A Região Selvagem, por Sergio Diaz Vincent Arnardi e Raúl Locatelli El Invierno, por Santiago Fumagalli, Pierre-Yves Lavoué e Federico Esquerro La Cordillera, por Santiago Fumagalli e Federico Esquerro Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Marc Orts, Oriol Tarragó e Peter Glossop O Ornitólogo, por Nuno Carvalho
MELHOR FIGURINO: As Duas Irenes, por Anne Cerutti Joaquim, por Rô Nascimento (Brasil/Portugal) O Cidadão Ilustre, por Laura Donari Uma Mulher Fantástica, por Muriel Parra Verão 1993, por Anna Aguilà
No novo capítulo da saga Star Wars, Rey, interpretada por Daisy Ridley, segue sua jornada épica ao lado de Finn (John Boyega), Poe (Oscar Isaac) e Luke Skywalker (Mark Hamill). A saga da família Skywalker continua quando os heróis de O Despertar da Força se unem a lendas da galáxia em uma aventura que desvenda antigos mistérios da Força com revelações surpreendentes do passado.
Dirigido por Rian Johnson, o elenco de Star Wars: Os Últimos Jedi conta também com Adam Driver, Gwendoline Christie, Domhnall Gleeson, Andy Serkis e Carrie Fisher, que morreu em dezembro do ano passado. Novos nomes como Laura Dern e Benicio Del Toro também estão confirmados no filme.
Confira o novo trailer de Star Wars: Os Últimos Jedi, que estreia no dia 14 de dezembro:
Cena de Happy End, de Michael Haneke, que conta com Isabelle Huppert no elenco.
A 41ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo acontecerá entre os dias 19 de outubro e 1º de novembro. A seleção deste ano faz um apanhado do que o cinema contemporâneo mundial está produzindo, além das principais tendências, temáticas, narrativas e estéticas produzidas em todo o mundo.
Serão 394 títulos de 59 países, contando os 30 curtas-metragens inseridos em retrospectiva, apresentação especial e programação de realidade virtual. Os filmes serão apresentados em mais de 30 espaços, entre cinemas, espaços culturais e museus espalhados pela capital paulista, incluindo exibições gratuitas e ao ar livre.
O artista chinês Ai Weiwei, que assina o pôster desta edição, estará presente na abertura do evento, que exibirá seu documentário Human Flow – Não Existe Lar Se Não Há Para Onde Ir. O filme, que fez parte da Competição Internacional do Festival de Veneza, aborda a crise dos refugiados de maneira detalhada e intimista, com cenas e entrevistas que percorreram mais de 22 países. Além disso, a trajetória do artista também será relembrada nesta edição, com a apresentação especial do documentário de Alison Klayman, Ai Weiwei – Sem Perdão, vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival de Sundance de 2012.
Cena de Human Flow, de Ai Weiwei: filme de abertura.
Como de costume, a seleção de títulos da 41ª Mostra de São Paulo apresenta filmes premiados em festivais internacionais. Do Festival de Cannes, serão exibidos: The Square, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro; Loveless (Nelyubov), de Andrey Zvyagintsev, que levou o Prêmio do Júri; e Esplendor (Hikari), de Naomi Kawase, agraciado pelo Júri Ecumênico do festival francês.
Do Festival de Veneza, destacam-se: Custódia (Jusqu’à la garde), de Xavier Legrand, Leão de Prata de melhor direção; e os premiados na seção Orizzonti, Nico, 1988, de Susanna Nicchiarelli, eleito o melhor filme; Sem Data, Sem Assinatura (Bedoune Tarikh, Bedoune Emza), de Vahid Jalilvand, prêmio de melhor direção; e Os Versos Esquecidos (Los Versos del Olvido), de Alireza Khatami, eleito o melhor roteiro.
Filmes premiados no Festival de Berlim também fazem parte da programação, como: Félicité, de Alain Gomis, vencedor do Grande Prêmio do Júri; O Outro Lado da Esperança (Toivon tuolla puolen), de Aki Kaurismäki, ganhador do Urso de Prata de melhor direção; Noites Brilhantes (Helle Nächte), de Thomas Arslan, que teve Georg Friedrich premiado como melhor ator; 1945, de Ferenc Török, que ficou em terceiro lugar na escolha do público na seção Panorama; e Ana, Meu Amor (Ana, mon amour), de Calin Peter Netzer, vencedor do Urso de Prata de Melhor Contribuição Artística pela edição de Dana Bunescu.
O ator Thomas Gioria em cena de Custódia, de Xavier Legrand.
O vencedor do Festival de Toronto, Três Anúncios Para um Crime, de Martin McDonagh, está presente na seleção, assim como Doce País (Sweet Country), de Warwick Thornton, eleito o melhor filme da Toronto Plataform. De Locarno, esta edição traz 9 Dedos (9 Doigts), de F.J. Ossang, premiado como melhor direção e outros reconhecidos pelo festival, como: Cocote, de Nelson Carlo De Los Santos Arias, melhor filme da mostra Signs of Life; Irmãos do Inverno (Vinterbrødre), de Hlynur Pálmason, que rendeu o prêmio de melhor ator para Elliott Crosset Hove, entre outros; Scary Mother (Sashishi deda), de Ana Urushadze, eleito o melhor primeiro filme; Aqueles que Estão Bem (Dene wos guet geit), de Cyril Schäublin, que recebeu Menção Especial; e Lucky, de John Carroll Lynch, que traz um dos últimos trabalhos do ator Harry Dean Stanton e foi premiado pelo Júri Ecumênico do evento.
A seleção ainda apresenta Livre e Fácil (Free and Easy), de Jun Geng, vencedor do Prêmio Especial do Júri do Festival de Sundance; Tempo de Qualidade (Quality Time), de Daan Bakker, premiado em Roterdã; Mulheres Divinas (Die göttliche Ordnung), de Petra Volpe, consagrado pelo público do Festival de Tribeca como o melhor filme da edição; Inflamar (Kaygi), de Ceylan Özgün Özçelik, premiado no South by Southwest (SXSW); e Com Amor, Van Gogh (Loving Vincent), de Dorota Kobiela e Hugh Welchman, vencedor do Golden Goblet de melhor filme de animação do Shanghai International Film Festival.
Frances McDormand em Três Anúncios Para um Crime: premiado em Veneza e Toronto.
Outros destaques deste ano são: 24 Frames, de Abbas Kiarostami; O Terceiro Assassinato (Sandome no satsujin), de Hirokazu Koreeda, exibido em Veneza; Abrigo (Shelter), de Eran Riklis; Where Has the Time Gone?, produção dos países do BRICS, com Walter Salles, Jia Zhangke, Aleksey Fedorchenko, Madhur Bhandarkar e Jahmil Qubeka na direção dos segmentos; Django, de Etienne Comar, filme de abertura do Festival de Berlim; Emma, de Silvio Soldini, exibido como hors concours no Festival de Veneza; os indicados ao Golden Eye, em Cannes, Napalm, longa sobre a Coreia do Norte dirigido por Claude Lanzmann e Uma Verdade Mais Inconveniente (An Inconvenient Sequel: Truth to Power), de Bonni Cohen e Jon Shenk; e os selecionados para Cannes deste ano: Happy End, de Michael Haneke; O Dia Depois (Geu-hu), de Hong Sang-Soo; Lover For a Day (L’amant d’un jour), de Philippe Garrel; e A Trama (L’atelier), de Laurent Cantet, que será o filme de encerramento da 41ª Mostra de São Paulo e contará com a presença do diretor.
A programação também traz 14 obras já indicadas por seus respectivos países para concorrerem à uma vaga ao Oscar de melhor filme estrangeiro: Zama, de Lucrecia Martel, da Argentina; Happy End, de Michael Haneke, da Áustria; O Motorista de Táxi (Taeksi Woonjunsa), de Hun Jang, da Coreia do Sul; Scary Mother (Sashishi deda), de Ana Urushadze, da Geórgia; Respiro (Nafas), de Narges Abyar, do Irã; Canção de Granito (Song of Granite), de Pat Collins, da Irlanda; A Sombra da Árvore (Undir trénu), de Hafsteinn Gunnar Sigurðsson, da Islândia; Mil Cordas (One Thousand Ropes), de Tusi Tamasese, da Nova Zelândia; Mãe no Gelo (Bába z ledu), de Bohdan Sláma, da República Checa; Loveless (Nelyubov), de Andrey Zvyagintsev, da Rússia; The Square, de Ruben Östlund, da Suécia; Mulheres Divinas (Die göttliche Ordnung), de Petra Volpe, da Suíça; Félicité, de Alain Gomis, do Senegal; e El Inca, de Ignacio Castillo Cottin, da Venezuela.
Cena de Zama, da argentina Lucrecia Martel, que conta com Matheus Nachtergaele no elenco.
A 41ª Mostra vai exibir 64 títulos brasileiros nas seções Apresentação Especial, Competição Novos Diretores e Perspectiva Internacional. Entre os selecionados, destacam-se: Café com Canela, de Ary Rosa e Glenda Nicácio, premiado no Festival de Brasília; A Moça do Calendário, de Helena Ignez; Açúcar, de Renata Pinheiro e Sergio Oliveira, com Maeve Jinkings e Magali Biff; Antes do Fim, de Cristiano Burlan; Antes que Eu Me Esqueça, de Tiago Arakilian, com Mariana Lima e Dedé Santana; António Um Dois Três, de Leonardo Mouramateus, exibido em Roterdã; Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor, selecionado para o Festival de Chicago; Arábia, de Affonso Uchoa e João Dumans, grande vencedor do Festival de Brasília; As Boas Maneiras, de Marco Dutra e Juliana Rojas, vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival de Locarno; o documentário Até o Próximo Domingo, de Evaldo Mocarzel; Berenice Procura, de Allan Fiterman, com Claudia Abreu e Eduardo Moscovis; Cartas para Um Ladrão de Livros, de Caio Cavechini e Carlos Juliano Barros; Construindo Pontes, de Heloisa Passos; o drama Foro Íntimo, de Ricardo Mehedff, premiado como melhor filme estrangeiro no London Independent Film Awards.
Destacam-se também: Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa, premiado na Semana da Crítica, no Festival de Cannes; Homem Livre, de Alvaro Furloni, exibido no 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba; Legalize Já!, de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que reconta história de amizade que culminou na formação do Planet Hemp; Música para Quando as Luzes Se Apagam, de Ismael Caneppele, premiado em Brasília; Não Devore Meu Coração, de Felipe Bragança, selecionado para o Festival de Sundance; o documentário O Muro, de Lula Buarque, sobre a política nacional; O Nome da Morte, de Henrique Goldman, com Marco Pigossi, Matheus Nachtergaele e Fabiula Nascimento; Paulo Autran – O Senhor dos Palcos, documentário dirigido por Marco Abujamra; Pela Janela, de Caroline Leone, exibido no Festival de Gramado; Querida Mamãe, de Jeremias Moreira, adaptação da peça homônima de Maria Adelaide Amaral, com Selma Egrei e Letícia Sabatella; Severina, de Felipe Hirsch, exibido em Locarno; Soldados do Araguaia, de Belisario Franca; Todas as Razões para Esquecer, comédia dramática de Pedro Coutinho, com Johnny Massaro e Bianca Comparato; Vazante, de Daniela Thomas; entre outros.
Julia Lemmertz em Música para Quando as Luzes Se Apagam, de Ismael Caneppele.
A Mostra vem desenvolvendo nas últimas edições a tradição de trazer para o público um panorama da produção cinematográfica de um país diferente. Neste ano, o recorte escolhido foi a Suíça, com destaque para as homenagens aos diretores Alain Tanner, que terá sete títulos exibidos em retrospectiva no evento, e Georges Schwizgebel, com sete curtas-metragens animados em apresentações especiais, além do filme Ascensão e Queda de uma Pequena Produtora de Cinema que o cultuado diretor Jean-Luc Godard fez para a televisão em 1976, além de uma vasta seleção de longas contemporâneos que passaram por festivais internacionais.
Uma das precursoras da Nouvelle Vague e ícone do feminismo no cinema, a diretora belga Agnès Varda, que será agraciada com um Oscar honorário em novembro, receberá uma homenagem da 41ª Mostra com o Prêmio Humanidade, entregue, a cada edição do evento, a um cineasta cuja obra reflete questões humanísticas. Além disso, sua trajetória será relembrada em uma retrospectiva de 10 longas e também com a exibição de seu último filme, Faces Places (Visages, villages), codirigido pelo muralista JR, que foi premiado em Cannes e eleito o melhor documentário pelo público do Festival de Toronto.
Agnès Varda e JR no documentário Visages, villages.
O veterano diretor francês Paul Vecchiali terá oito longas restaurados exibidos no evento junto de seus três últimos trabalhos lançados no Brasil, além da estreia mundial de Os 7 Desertores (Les sept déserteurs ou La guerre en vrac), do curta inédito Três Palavras de Passagem (Trois mots en passant), de 2015, e do documentário média-metragem Revisitando La Martine, de Pascal Catheland, que registra a filmagem do curta. Também reconhecido por ser o primeiro realizador a vincular homossexualidade e Aids nas telonas, Paul Vecchiali vem a São Paulo para receber o Prêmio Leon Cakoff.
A tradicional programação de exibições gratuitas no Vão Livre do MASP inclui apresentações especiais, como a homenagem aos 80 anos que o cineasta Leon Hirszman completaria no próximo dia 22 de novembro, com a exibição de Eles Não Usam Black-Tie, filme vencedor do Leão de Prata do Festival de Veneza, em 1981. Além disso, a 41ª Mostra também homenageia o ator Paulo José com a entrega do Prêmio Leon Cakoff e apresenta três filmes estrelados por ele: O Homem Nu, de Hugo Carvana, e os clássicos Macunaíma e O Padre e a Moça, de Joaquim Pedro de Andrade.
Para ver a lista completa dos filmes selecionados para a 41ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, clique aqui.
Aperte o play e confira os melhores momentos da coletiva de imprensa da 41ª Mostra, que aconteceu neste sábado, 07/10, em São Paulo. No vídeo, Renata de Almeida, diretora da Mostra, fala sobre os homenageados desta edição, liberdade artística, Abbas Kiarostami, filmes dirigidos por mulheres, realidade virtual, Foco Suíça e outros assuntos:
Com Ben Affleck, Gal Gadot, Jason Momoa, Ezra Miller, Henry Cavill e Ray Fisher no elenco, Liga da Justiça, dirigido por Zack Snyder, acaba de ganhar um novo trailer.
Movido por sua restaurada fé na humanidade e inspirado pelo generoso ato de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada Diana Prince para enfrentar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e a Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para localizar e recrutar uma equipe de meta-humanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas, apesar da formação desta liga de heróis sem precedentes – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash – talvez já seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.
Amy Adams, Connie Nielsen, Amber Heard, Diane Lane, Jeremy Irons, J.K. Simmons, Willem Dafoe, Kiersey Clemons, Jesse Eisenberg e Ciarán Hinds também integram o elenco.
O roteiro de Liga da Justiça é de Chris Terrio, de Argo e Batman vs Superman: A Origem da Justiça, que construiu a história junto com Zack Snyder, baseado em personagens da DC e Superman, criados por Jerry Siegel e Joe Shuster.
Confira o novo trailer de Liga da Justiça, que chega aos cinemas brasileiros no dia 16 de novembro:
O primeiro trailer de Círculo de Fogo: A Revolta, sequência da produção que arrecadou mais de R$ 14 milhões em bilheteria e levou mais de 1 milhão de pessoas aos cinemas somente no Brasil, acaba de ser divulgado.
Com produção de Guillermo del Toro e direção de Steven S. DeKnight, o filme traz John Boyega e Scott Eastwood em uma história de conflitos entre monstros de destruição em massa e super máquinas pilotadas por humanos.
Na sequência, o rebelde Jake Pentecost, um piloto promissor de Jaeger cujo pai deu a vida para garantir a vitória da humanidade contra o monstruoso Kaiju, abandona sua formação apenas para tornar-se preso ao submundo do crime. Quando uma ameaça ainda mais imbatível desencadeia pelas cidades, ele tem uma última oportunidade de honrar o legado de seu pai através de sua irmã distante, Mako Mori.
O elenco conta também com Jing Tian, Cailee Spaeny, Rinko Kikuchi, Burn Gorman, Adria Arjona, Dustin Clare, Daniel Feuerriegel e Charlie Day.
Confira o primeiro trailer de Círculo de Fogo: A Revolta, que tem estreia prevista para o dia 22 de março de 2018: