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Roma, de Alfonso Cuarón, é o grande vencedor do Prêmio Platino 2019

por: Cinevitor

romavenceplatino2019Daniela Demesa e Yalitza Aparicio em Roma: filme premiado.

Foram anunciados neste domingo, 12/05, os vencedores do 6º Prêmio Platino (ou Premios Platino del Cine Iberoamericano), premiação criada em 2014 que destaca as melhores produções ibero-americanas.

Em sua sexta edição, o drama mexicano Roma, de Alfonso Cuarón, que liderava com nove indicações, se consagrou como o grande campeão em cinco categorias, entre elas, a de melhor filme ibero-americano; isso sem contar as categorias especiais com voto popular.

O cinema brasileiro estava representado com O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, indicado em duas categorias: melhor trilha sonora por Chico Buarque e Edu Lobo e melhor direção de arte por Artur Pinheiro. O paraguaio As Herdeiras, uma coprodução entre Brasil e Uruguai, recebeu cinco indicações e venceu em duas categorias.

A cerimônia, realizada no Teatro Gran Tlachco de Xcaret, em Riviera Maya, no México, foi comandada pelo ator espanhol Santiago Segura e pela atriz mexicana Cecilia Suárez. Além disso, o cantor e ator espanhol Raphael, que soma mais de 50 milhões de cópias vendidas ao longo de sua carreira, foi homenageado com o Prêmio Platino de Honra.

Conheça os vencedores do Prêmio Platino de Cinema Ibero-Americano 2019:

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO | FICÇÃO:
Roma (México)

MELHOR DIREÇÃO:
Alfonso Cuarón, por Roma

MELHOR ROTEIRO:
Roma, escrito por Alfonso Cuarón

MELHOR ATRIZ:
Ana Brun, por As Herdeiras

MELHOR ATOR:
Antonio de la Torre, por El reino

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Yuli, por Alberto Iglesias

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
Un día más con vida, de Raúl de la Fuente e Damian Nenow (Espanha)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
O Silêncio dos Outros, de Robert Bahar e Almudena Carracedo (Espanha)

MELHOR PRIMEIRO FILME IBERO-AMERICANO DE FICÇÃO:
As Herdeiras, de Marcelo Martinessi (Paraguai/Uruguai/Brasil)

MELHOR EDIÇÃO:
El reino, por Alberto del Campo

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Pássaros de Verão, por Angélica Perea

MELHOR FOTOGRAFIA:
Roma, por Alfonso Cuarón

MELHOR SOM:
Roma, por Sergio Diaz, Skip Lievsay, Craig Henighan e José Antonio García

PREMIO PLATINO AL CINE Y EDUCACIÓN EN VALORES:
Campeones, de Javier Fesser (Espanha)

MELHOR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Arde Madrid (Espanha)

MELHOR ATOR | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Diego Luna, por Narcos: México

MELHOR ATRIZ | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Cecilia Suárez, por A Casa das Flores

MELHOR FILME | PRÊMIO DO PÚBLICO:
Roma, de Alfonso Cuarón (México)

MELHOR ATOR | PRÊMIO DO PÚBLICO:
Javier Bardem, por Todos Já Sabem

MELHOR ATRIZ | PRÊMIO DO PÚBLICO:
Yalitza Aparicio, por Roma

Foto: Divulgação/Netflix.

Morre, aos 92 anos, o ator e humorista Lúcio Mauro

por: Cinevitor

luciomauromorreO ator nos bastidores da novela A Favorita, em 2008.

Morreu na noite deste sábado, 11/05, aos 92 anos, o ator e humorista Lúcio Mauro, conhecido como um dos pioneiros da TV brasileira. Há três anos sofreu um forte AVC e resistiu. Recentemente, foi internado em uma clínica, no Rio de Janeiro, para tratar de problemas respiratórios.

Nascido em Belém, no Pará, atuava no teatro estudantil e logo foi trabalhar na companhia teatral do ator Mário Salaberry. Depois disso, foi para a turma de Barreto Júnior. No começo da década de 1960, fez seu primeiro programa de humor, o Beco sem Saída, na TV Rádio Clube de Pernambuco. Três anos depois, mudou-se para o Rio de Janeiro e trabalhou na TV Rio. Foi para a TV Tupi e, em 1966, começou a trabalhar na TV Globo.

O talento de Lúcio Mauro ganhou reconhecimento em quadros de programas humorísticos, principalmente naqueles comandados por Chico Anysio: na Escolinha do Professor Raimundo, interpretou Aldemar Vigário; no Chico Anysio Show, o divertido assistente do personagem Alberto Roberto.

Em 1968, criou e dirigiu o programa Balança Mas Não Cai, na Rede Globo, e se destacou com o personagem Fernandinho, um homem rico que tinha uma esposa ignorante chamada Ofélia, na época interpretada por Sônia Mamede. Anos depois, o casal voltou a fazer sucesso no extinto programa Zorra Total, no qual Lúcio Mauro atuava ao lado de Cláudia Rodrigues. Em 1980, entrou para o elenco da peça Além da Vida, escrita por Chico Xavier e Divaldo Franco. Em 2008, estreou a peça Lúcio 80-30, dividindo o palco com o filho Lucio Mauro Filho, autor e diretor do espetáculo, e com outros dois filhos, Alexandre Barbalho e Luly Barbalho.

chicolucioChico Anysio e Lúcio Mauro no humorístico Zorra Total: personagens conhecidos.

Nas telonas, Lúcio Mauro também ganhou destaque. Seu primeiro trabalho no cinema foi em 1963, no drama Terra Sem Deus, de José Carlos Burle. Depois atuou em: 007 1/2 no Carnaval (1966), ao lado de Chacrinha e Costinha, O Rei da Pilantragem (1968), Cleópatra (2007), de Júlio Bressane, Bezerra de Menezes: O Diário de um Espírito (2008), Feliz Natal (2008), A Mulher Invisível (2009), Muita Calma Nessa Hora (2010), Vai que dá Certo (2013), entre outros.

Na TV, o sucesso foi comemorado com diversos personagem marcantes em programas como: Chico City, A Praça da Alegria, A Festa é Nossa, a minissérie O Pagador de Promessas, Malhação, Caça Talentos, Sai de Baixo, Os Normais, Sob Nova Direção, Carga Pesada, as novelas Pecado Capital, A Favorita, Paraíso Tropical, Caminho das Índias, entre outras.

Em sua conta no Instagram, o filho e também ator, Lucio Mauro Filho, prestou uma emocionante homenagem ao pai: “Por volta das 22 horas deste sábado, meu amado pai serenou. Ele merecia esse descanso. Lucio Mauro teve uma vida linda, uma carreira vitoriosa, 5 filhos, 5 netos, dois casamentos, com Arlete e Lu, duas mulheres fantásticas que se tornaram amigas e mantiveram essa família unida. Papai foi um pioneiro, saiu do teatro de estudante lá no Pará, foi pro Recife, fez rádio, inaugurou a televisão no Nordeste e de lá, veio para o Rio de Janeiro pra se tornar um dos maiores artistas deste país. Me influenciou em tudo. O homem que sou, o artista, o pai de família, o amigo. Eu nada seria sem seus ensinamentos. Tivemos o prazer de trabalhar juntos, na TV, no Teatro, no Cinema e na Publicidade. Rodamos o Brasil colocando nossas vidas a serviço da arte, em Lucio 80-30, quando ele teve a chance de dividir o palco com os filhos. Não faltou nada. Há três anos ele sofreu um AVC. Foi forte e resistiu. Mas já não era a mesma coisa. Preso a uma HomeCare, ele lutou até suas últimas forças. Ainda teve a alegria de conhecer Liz, a neta inesperada que chegou pra promover o ciclo da vida. Estava internado há quase quatro meses. A esticada foi longa e sofrida. Agora só restava o descanso que ele tanto merece. Meus agradecimentos á todos os funcionários da Clínica São Vicente, onde papai sempre foi cuidado com carinho e profissionalismo. À Rede Globo pela parceria e lealdade. Nós ficamos por aqui, celebrando sua existência e seguindo com seu legado. Vai com Deus meu velho. Vai se juntar a Chico, Agildo, Silvino, Rogerio, Miele e tantos outros, para juntos fazerem cócegas nas estrelas. Obrigado por tudo! Viva Lucio Mauro!”.

Fotos: Ivone Perez e Zé Paulo Cardeal/TV Globo.

Com Sonia Braga, Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, ganha teaser

por: Cinevitor

bacurauteaserSonia Braga: depois do sucesso em Aquarius, ela está de volta!

Antes de sua estreia mundial no Festival de Cannes, Bacurau, escrito e dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, acaba de ganhar seu primeiro teaser. A sessão de gala na Competição Oficial do festival francês será na próxima quarta, dia 15/05, às 22h, no Théâtre Lumière, com a presença dos diretores, da produtora Emilie Lesclaux e de vários nome da equipe e do elenco, como: Karine Teles, Bárbara Colen, Udo Kier, Thomás Aquino, Alli Willow e Silvero Pereira.

Na descrição de seus diretores, Bacurau é um filme de aventura ambientado no Brasil daqui a alguns anos. O longa foi rodado no Sertão do Seridó, divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba, exatamente um ano atrás. As locações foram encontradas depois da equipe percorrer mais de dez mil quilômetros em Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. As filmagens duraram dois meses e três dias, com uma equipe de 150 pessoas. As cidades de Parelhas e Acari serviram de base para a produção.

Depois do sucesso internacional de Aquarius, em 2016, que também teve sua estreia mundial na principal mostra do Festival de Cannes, há 3 anos, Bacurau é a segunda coprodução entre a CinemaScopio do Recife e a SBS em Paris. O longa também é uma coprodução com a Globo Filmes, Simio Filmes, Arte France Cinema, Telecine e Canal Brasil. O lançamento nos cinemas brasileiros pela Vitrine Filmes será no segundo semestre.

Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho colaboraram em curtas metragens premiados no Brasil e exterior, como: Eletrodoméstica e Recife Frio; e nos longas também aclamados internacionalmente: O Som ao Redor e Aquarius, filmes dirigidos por Kleber Mendonça Filho e com direção de arte de Juliano Dornelles. Como realizador, Juliano fez o curta Mens Sana in Corpore Sano, premiado no Festival de Locarno, em 2011, e o longa O Ateliê da Rua do Brum, que está em pós-produção. Na equipe de Bacurau a parceria estabelecida em projetos anteriores também se repete na fotografia, assinada por Pedro Sotero, no som de Nicolas Hallet e na direção de arte de Thales Junqueira.

A sinopse oficial diz: um western brasileiro, um filme de aventura e ficção científica. Daqui a alguns anos… Bacurau, um pequeno povoado do sertão brasileiro, dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida, falecida aos 94 anos. Dias depois, os moradores de Bacurau percebem que a comunidade não consta mais nos mapas. Sonia Braga, o alemão Udo Kier e Karine Teles fazem parte de um elenco composto por dezenas de atores, como Bárbara Colen, Silvero Pereira, Thomás Aquino, Antonio Saboia, Rubens Santos e Lia de Itamaracá.

Confira o teaser de Bacurau, que disputará a Palma de Ouro em Cannes:

Foto: Victor Jucá.

IT: Capítulo Dois, com Jessica Chastain e James McAvoy, ganha trailer

por: Cinevitor

itcapitulodoistrailer1Bill Skarsgård retorna no papel de Pennywise.

A Warner Bros. Pictures acaba de divulgar o primeiro trailer de IT: Capítulo Dois. O vídeo revela o Clube dos Perdedores adulto e destaca o retorno de Beverly Marsh, personagem de Jessica Chastain, a Derry, para a cidade onde tudo começou. O longa tem estreia prevista para 5 de setembro e conta com a direção de Andy Muschietti.

O filme é a continuidade de Muschietti para o sucesso de bilheteria mundial IT – A Coisa, de 2017, aclamado pela crítica e que arrecadou mais de 700 milhões de dólares em todo o mundo. Redefinindo e transcendendo o gênero, IT tornou-se um zeitgeist cultural, além de ser o filme de terror de maior bilheteria de todos os tempos.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, em Maine, IT: Capítulo Dois traz os mesmos personagens, que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos, de volta como adultos quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme. O mal ressurge em Derry quando o Clube dos Perdedores, jovem e adulto, retorna para onde tudo começou.

James McAvoy estrela como Bill; Jessica Chastain é Beverly; Bill Hader interpreta Richie; Isaiah Mustafa é Mike; Jay Ryan interpreta Ben; James Ransone estrela como Eddie; e Bill Skarsgård retorna no papel de Pennywise. Andy Bean interpreta Stanley e reprisando seus papéis como os membros originais do Clube dos Perdedores estão Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Muschietti dirige a partir do roteiro de Gary Dauberman, de IT – A Coisa, Annabelle 2: A Criação do Mal, baseado no romance de Stephen King.

Confira o primeiro trailer de IT: Capítulo Dois, que estreia em setembro:

Foto: Warner Bros.

8º Olhar de Cinema: conheça os filmes selecionados para as mostras competitivas

por: Cinevitor

olhardecinema2019selecaoNayara Souza em Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai: premiado em Berlim.

O 8º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, que acontecerá entre os dias 5 e 13 de junho, anunciou nesta quinta-feira, 09/05, os filmes de suas três mostras competitivas. O anúncio foi feito pelo diretor geral e artístico do festival, Antônio Junior, e transmitido ao vivo pelas redes sociais do evento.

Além das mostras competitivas, Antônio Junior falou rapidamente sobre os filmes das outras mostras e sobre os filmes de abertura e encerramento. Banquete Coutinho, o documentário sobre Eduardo Coutinho, um dos mais importantes documentaristas do Brasil, dirigido por Josafá Veloso, abrirá o festival no dia 5 de junho. O longa de encerramento será Breve História de um do Planeta Verde, de Santiago Loza, vencedor do prêmio de melhor filme no Teddy Award, em Berlim.

A mostra competitiva de longa e curta-metragem é composta por um conjunto de apostas, e também descobertas, de filmes recém-chegados ao mundo, ainda inéditos no Brasil. Aqui, há a busca do equilíbrio entre inventividade, abordagem de temas contemporâneos e potencial de comunicação com o público.

A mostra competitiva Novos Olhares vai permitir, mais uma vez, conhecer trabalhos que exploram e tentam expandir os limites dos gêneros cinematográficos e que desafiam o espectador a pensar o seu lugar frente a obras instigantes. Já a mostra competitiva Outros Olhares é o espaço onde o festival reflete de maneira ampla sobre os dilemas sociais e humanos que marcam o nosso tempo e que encontram no cinema a caixa de ressonância mais forte. Assim como nas outras mostras, aqui também temos filmes de enorme destaque internacional, que combinam ficções e documentários dos mais diferentes lugares do mundo.

Também foram anunciados os júris oficiais. Os curadores Alberto Ramos e Flávia Cândida e a cineasta Rita Azevedo integram o júri da Mostra Competitiva. Já a Novos Olhares/Melhor Filme Brasileiro tem o júri composto pelo crítico Daniel Kasman e os programadores Javier Garcia Puerto e Sarah-Tai Black. No júri da mostra Outros Olhares estão o cineasta André Felix, a pesquisadora e professora Patricia Machado e o programador Raúl Camargo.

Além dos júris oficiais, o festival conta com um júri para o prêmio AVEC-PR (melhor curta-metragem da mostra Mirada Paranaense) e o júri para o Prêmio Abraccine, escolhido pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema.

Confira a lista completa com os filmes selecionados para o 8º Olhar de Cinema:

FILME DE ABERTURA:
Banquete Coutinho, de Josafá Veloso (Brasil)

FILME DE ENCERRAMENTO:
Breve História do Planeta Verde (Breve historia del planeta verde), de Santiago Loza (Argentina/Alemanha/Brasil/Espanha)

COMPETITIVA | LONGAS-METRAGENS:
Casa, de Letícia Simões (Brasil)
Chão, de Camila Freitas (Brasil)
De Novo Outra Vez (De Nuevo Otra Vez), de Romina Paula (Argentina)
Diz a Ela que Me Viu Chorar, de Maíra Bühler (Brasil)
Entre Duas Águas (Entre Dos Aguas), de Isaki Lacuesta (Espanha)
Família da Madrugada (Midnight Family), de Luke Lorentzen (EUA/México)
Etangs Noirs, de Pieter Dumoulin e Timeau De Keyser (Bélgica)
Seguir Filmando (Still Recording), de Ghiath Ayoub e Saeed Al Batal (França)
Tel Aviv em Chamas (Tel Aviv on Fire), de Sameh Zoabi (Bélgica/França/Israel/Luxemburgo)
Pretérito.Imperfeito (Wan Mei Xian Zai Shi), de Shengze Zhu (China/EUA)

COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS:
Aqueles que Desejam (Los que Desean), de Elena López Riera (Espanha/Suíça)
Atalhos (Atajos), de Daniela Delgado Viteri (Equador)
Aziza, de Kaadan Soudade (Líbano/Síria)
Entropia, de Flóra Anna Buda (Hungria)
Em Caso de Fogo, de Tomás Paula Marques (Portugal)
Presente (Kado), de Aditya Ahmad (Indonésia)
Sete Anos em Maio, de Affonso Uchôa (Brasil)
Thinya, de Lia Letícia (Brasil)
Terras do Mar (Tierras del Mar), de Azucena Losana (Argentina/Chile)

NOVOS OLHARES:
A Cidade Escondida (La Ciudad Oculta), de Victor Moreno (Espanha)
A Noite Amarela, de Ramon Porto Mota (Brasil)
Domínios (Domains), de Natsuka Kusano (Japão)
Não Pense que Eu Vou Gritar (Just Don’t Think I’ll Scream), de Frank Beauvais (França)
MS Slavic 7, de Deragh Campbell e Sofia Bohdanowicz (Canadá)
Levando Doces ao Cavalo (Ghode ko Jalebi Khilane le ja Riya Hoon), de Anamika Haksar (Índia)

OUTROS OLHARES | LONGAS-METRAGENS:
A Cor Branca, de Afonso Nunes (Brasil)
Cinzas e Brasas (De Cendres et de Braises), de Manon Ott (França)
Daniel (Daniel Fait Face), de Atlan Marine (França)
Enquanto Estamos Aqui, de Clarissa Campolina e Luiz Pretti (Brasil)
Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai (Brasil)
No Alto da Montanha (Huo Shan), de Yang Zhang (China)
Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa (Brasil)
No Salão Jolie (Chez Jolie Coiffure), de Rosine Mbakam (Bélgica)
Pahokee, de Ivete Lucas e Patrick Bresnan (EUA)
Segunda Vez, de Dora García (Bélgica/Noruega)
Uma Corrente Selvagem (Una Corriente Salvaje), de Nuria Ibáñez Castañeda (México)
Uma Noite de Inverno (Gyeo-Wul-Ba-Me), de Woo-Jin Jang (Coreia do Sul)

OUTROS OLHARES | CURTAS-METRAGENS:
Aurora, de Everlane Moraes (Cuba)
Caranguejo Rei, de Enock Carvalho e Matheus Farias (Brasil)
Na Boca da Mina (En la Boca de la Mina), de Brandán Cerviño (Cuba)
Polis, de Rafael Baptista (Brasil)
Quebramar, de Cris Lyra (Brasil)
Sabá, de Sérgio de Carvalho (Brasil)
Tudo que é Apertado Rasga, de Fabio Rodrigues da Silva Filho (Brasil)
Uma História Africana (A Story from Africa), de Billy Woodberry (Portugal)
Terra Abençoada (Một Khu Đất Tốt), de Phan Ngoc Lân (Vietnã)
Enclausurado (ΚΛΕΙΣΑΜΕ), de Sol Prado (Espanha)
Instruções Para Fazer um Filme (Instructions on How to Make a Film), de Nazli Dinçel (EUA)
Linhas de Riso (Lachfalten), de Patricia Wenger (Suíça)
Make It Soul, de Jean-Charles Mbotti Malolo (França)
Omarska, de Varun Sasindran (França)

Neste ano, o Olhar de Cinema traz uma novidade: o aplicativo do festival, onde estão todas as informações dos filmes e a programação completa, com local de exibição, data e horários. O aplicativo está disponível para Android e iOS e pode ser baixado nas respectivas lojas virtuais.

*Para conferir os filmes selecionados da mostra Olhares Clássicos, clique aqui; Foco Camila José Donoso, clique aqui; mostra Exibições Especiais, clique aqui; Olhar Retrospectivo – Raúl Ruiz e Diálogos no Exílio, clique aqui; Mirada Paranaense e Pequenos Olhares, clique aqui; e Olhares Brasil, clique aqui.

Foto: Divulgação.

8º Olhar de Cinema: conheça os filmes selecionados para a mostra Exibições Especiais

por: Cinevitor

seducaocarnecuritibaA atriz Mariana Lima em Sedução da Carne, de Júlio Bressane.

A 8ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, que acontecerá entre os dias 5 e 13 de junho, acaba de anunciar os filmes selecionados para a mostra Exibições Especiais deste ano.

“O Brasil vive no meu imaginário desde minha infância”, diz a cineasta portuguesa Rita Azevedo Gomes, cujo mais recente filme, A Portuguesa, terá sua estreia brasileira nesta mostra. “Uma terra vasta como o mundo; uma terra de contraste, de aflição e de serenidade simultâneas. Exibir um filme meu, em qualquer local deste país, é sempre uma ocasião a ser observada por um ponto de vista parcialmente desconhecido e, por isso mesmo, se torna fascinante e me deixa num estado alerta de curiosidade. No final, não é por acaso que alguns dos mais apurados comentadores, críticos e espectadores que conheço são brasileiros”, complementou a diretora.

A Portuguesa conta a história de uma jovem rica na Itália medieval que se esforça para se habituar em sua nova pátria enquanto seu marido luta em uma guerra longínqua. O filme, exibido em festivais em Mar del Plata e Berlim, ocorre no passado, mas fala diretamente ao público através de métodos teatrais que trazem a sensação urgente e comovente do presente. A diretora estará presente ao festival como parte do corpo de jurados e vai apresentar as sessões de seu filme.

O filme da realizadora portuguesa é um dos cinco programas da mostra Exibições Especiais deste ano. A seleção apresenta dois novos filmes de mestres brasileiros do cinema experimental. Sedução da Carne, que estreou em Locarno no ano passado, é o mais recente longa-metragem de ficção de Júlio Bressane, cuja apresentação delicada da história de vida de uma escritora viúva dá continuidade aos esforços de um dos maiores cineastas brasileiros em explorar os mistérios da humanidade. O filme de Bressane será exibido junto com o novo integrante da série Sem Título de Carlos Adriano, Sem Título #5: A Rotina Terá Seu Enquanto, vencedor da competição de curtas no mês passado no festival É Tudo Verdade e que, liricamente, intercala material do último filme de Yasujiro Ozu com um passeio de trem na companhia de um novo amor.

aportuguescuritibaClara Riedenstein e João Vicente em A Portuguesa, de Rita Azevedo Gomes.

Outra sessão da mostra Exibições Especiais presta homenagem a uma lenda do cinema brasileiro, cujas parcerias incluem renomados nomes, como Bressane, Joaquim Pedro de Andrade, Glauber Rocha, Rogério Sganzerla, além dela mesma. A Mulher da Luz Própria, dirigido por Sinai Sganzerla, presta homenagem à mãe da cineasta, Helena Ignez, ao permitir que a diretora e atriz de teatro e cinema reconte sua vida com suas próprias palavras. A fala de Helena se desenvolve em conjunto com uma coleção de material de arquivo, abrangendo mais de seis décadas de sua atuação como uma importante artista e ativista. O filme terá sua estreia mundial dentro do Olhar de Cinema.

“A Mulher da Luz Própria é um filme de um personagem, a mulher e seus filmes realizados como atriz e diretora, desde o Cinema Novo até os dias atuais”, diz Helena. “O resultado é forte, feminista e livre de noções preconcebidas. Ouvi de Sinai que A Mulher de Luz Própria não seria um filme sobre sua mãe. Nesse momento tive certeza que o filme seria bom e interessante”.

Uma homenagem será feita à cineasta americana falecida recentemente, Barbara Hammer, dentro de um programa de seis curtas-metragens coletivamente chamados de Diálogos Barbara Hammer. A programação apresenta cópias digitais em alta resolução de dois dos filmes mais conhecidos da prolífica Hammer: Dyketactics (1974) e Força Dupla (1978), bem como a bela homenagem de Deborah Stratman, Vever (para Barbara) (2019), cuja estreia se deu este ano em Berlim, pouco antes de sua morte. Esses filmes serão exibidos em diálogo com três curtas brasileiros contemporâneos: Boca de Loba, de Barbara Cabeça; Latifúndio, de Érica Sarmet; e X-Manas, de Clarissa Ribeiro.

“Barbara Hammer foi detentora de uma carreira de mais de 40 anos e 100 filmes, tendo falecido em março deste ano após uma longa batalha contra o câncer”, diz Carla Italiano, programadora no Olhar de Cinema. “Mais do que um tributo à realizadora, que foi responsável por um pioneiro e influente cinema experimental lésbico, a sessão propõe aproximar os trabalhos de Hammer feitos na década de 1970 com curtas-metragens de diretoras brasileiras contemporâneas e o último filme da artista Deborah Stratman. A intenção é atualizar a proposta estética de Hammer com o cinema contemporâneo, com atenção especial aos modos não normativos de abordar cinematograficamente os corpos e as sexualidades LGBTQ. Compõe, assim, um mosaico de tempos e imagens em uma proposição assumidamente queer”.

fabricapaocuritibaTrevor St. John, George Young e Janet Hsieh em Uma Fábrica de Pão, Parte Um.

O último programa da mostra Exibições Especiais é o de duração mais longa, mas possivelmente também a sua maior surpresa. A obra de ficção de Patrick Wang, Uma Fábrica de Pão, consiste em dois filmes, cada um com duas horas de duração, que serão exibidos no Olhar sequencialmente, com um intervalo. A história se desenrola em um centro de artes, uma fábrica de pães reformada, de uma pequena cidade no estado de Nova Iorque e apresenta as aventuras de diversas pessoas que produzem teatro, poesia, cinema entre outras atividades e montam atos de resistência contra os esforços capitalistas de fechar o espaço. Apesar de um elenco composto de atores norte-americanos conhecidos tais como Tyne Daly, James Marsters e Janeane Garofalo, Uma Fábrica de Pão ainda não recebeu a merecida atenção.

“É muito fácil falar em arte independente, outra coisa é apoiá-la”, diz Wang. “Cada vez mais as forças políticas e econômicas buscam sufocá-la, mas um sempre foco resiste aqui e lá. Estou muito feliz por ter encontrado este foco em Curitiba e recebê-lo em nossa irmandade de fábricas de pão”, explica o realizador.

Fotos: Basilisco Filmes/Divulgação.

Heinz Emigholz e Jonathan Perel são os destaques da próxima Sessão Mutual Films

por: Cinevitor

imsmaiomutualJonathan Perel e John Erdman em Streetscapes, de Heinz Emigholz.

Nos dias 8 e 9 de maio, o IMS Paulista promove a nova edição da Sessão Mutual Films, realizada a cada dois meses. Desta vez, será abordada a produção do cineasta alemão Heinz Emigholz e do documentarista argentino Jonathan Perel, ambos dedicados a explorar a paisagem e a arquitetura como expressões da consciência humana. Os dois diretores virão ao evento para apresentar uma sessão e participar de um debate com o público.

No dia 8 de maio, às 20h, será projetado o filme Streetscapes [Dialogue], de Heinz Emigholz. O longa-metragem encena uma conversa entre um cineasta e seu analista enquanto passeiam por construções projetadas por importantes arquitetos. O filme conta com a participação de Jonathan Perel, que atua no papel do analista. Streetscapes [Dialogue] terá sua estreia brasileira no IMS. Antes da sessão, haverá uma breve apresentação de Heinz Emigholz e Perel.

No dia 9 de maio, às 19h30, serão projetados os filmes mais recentes dirigidos por Jonathan Perel: o curta 5-T-2 Ushuaia, que terá sua estreia brasileira no IMS, e o longa-metragem Toponímia. Ambos são estudos documentais sobre o legado de violência da ditadura argentina. Após a sessão, haverá um debate com Emigholz e Perel. Além de falar sobre suas obras anteriores, os dois conversão com o público sobre o seu novo projeto. Eles estão fazendo um filme juntos, que será parcialmente rodado em São Paulo, com direção de Emigholz e a participação de Perel como ator.

Segundo os curadores da Sessão Mutual Films, Aaron Cutler e Mariana Shellard, “os filmes de Emigholz e Perel são tanto registros documentais quanto encenações de jornadas de exumação e catarse. Eles encapsulam camadas temporais ao adotar uma perspectiva subjetiva que coloca os diretores como testemunhas da história recente”.

Streetscapes [Dialogue], 5-T-2 Ushuaia e Toponímia serão exibidos novamente no dia 26 de maio. Para mais informações, clique aqui.

Foto: Filmgalerie 451/Divulgação.

8º Olhar de Cinema: conheça os filmes selecionados para as mostras Pequenos Olhares e Mirada Paranaense

por: Cinevitor

grandeamorlobocuritibaCena do curta O Grande Amor de um Lobo, de Kennel Rogis: selecionado.

No 8º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, que acontecerá entre os dias 5 e 13 de junho, duas mostras já tradicionais reforçam a identidade do festival e destacam um de seu maiores objetivos: fazer com que a produção audiovisual alcance cada vez mais pessoas. As mostras Pequenos Olhares e Mirada Paranaense estão nos dois lados da promoção desse alcance.

A Pequenos Olhares preocupa-se com a formação de público, trazendo filmes que dialoguem com os pequenos e os adolescentes, em programas selecionados para cada faixa de idade. Além de possibilitar a vivência de um festival de cinema, faz com que os títulos cheguem a um público que dificilmente teria acesso a eles se dependesse do circuito comercial.

Nesta oitava edição, a Pequenos Olhares apresenta o longa-metragem Um Filme de Verão, dirigido por Jô Serfaty, sobre o cotidiano de um grupo de jovens em uma comunidade do Rio de Janeiro. O filme foi destaque na última Mostra de Cinema de Tiradentes, onde levou o prêmio de melhor montagem pelo trabalho de Cristina Amaral. Onze curtas-metragens, divididos em três programas, completam a seleção.

A Mirada Paranaense chega completando o ciclo ao fazer com que os títulos produzidos no estado do Paraná sejam conhecidos pelo público paranaense. A mostra demonstra toda a diversidade e pluralidade desta produção em uma seleção de nove filmes. O longa-metragem Pinhão, que fala de uma realidade muito própria de Curitiba, onde a economia encontrou uma nova moeda. A seleção se completa com oito curtas-metragens, numa mistura de temas, abordagens e linguagens, divididos em dois programas.

Confira a lista de filmes selecionados por mostra:

PEQUENOS OLHARES:

Alma, de Santiago León Cuéllar (Colômbia)
Circuito, de Delia Hess (Suíça)
Impermeável Pavio Curto, de Higor Gomes (Brasil)
Kids, de Michael Frei (Suíça)
Lily’s Hair, de Raphael Gustavo da Silva (Brasil)
Marionete, de Thimotée Crabbé (Bélgica)
Mosca Seca (Dry Fly), de Rut Juan (Espanha)
NEGRUM3, de Diego Paulino (Brasil)
O Grande Amor de um Lobo, de Kennel Rogis e Adrianderson Barbosa (Brasil)
O Malabarista, de Iuri Moreno (Brasil)
Um Filme de Verão, de Jô Serfaty (Brasil)
Vivi Lobo e o Quarto Mágico, de Isabelle Santos e Edu MZ Camargo (Brasil)

MIRADA PARANAENSE:

Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes
Aquele Casal, de William de Oliveira
Bicha-Bomba, de Renan de Cillo
Criativa(mente) Destoante, de Natacha Oleinik
Essa Terra Não Vai Terminar, de Matias Dala Stella
Fronteiras/Guaíra, de Juliana Sanson
Maldita, de Laysa Machado
Mirror Mirror On The Wall, de Igor Urban
Pinhão, de Andréia Kaláboa

Foto: Kennel Rogis.

Com Tom Holland, Homem-Aranha: Longe de Casa ganha novo trailer

por: Cinevitor

longedecasatrailer2Aviso do Tom Holland: trailer contém spoiler de Vingadores: Ultimato.

A Sony Pictures acaba de divulgar o novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa, filme dirigido por Jon Watts, mesmo diretor de Homem-Aranha: De Volta ao Lar, e roteiro de Chris McKenna e Erik Sommers.

Na história, o amigão da vizinhança decide se unir aos seus melhores amigos para passar férias na Europa. Mas o plano de Peter Parker, interpretado por Tom Holland, de abandonar seus feitos heroicos por algumas semanas logo são mudados quando ele concorda em ajudar Nick Fury, vivido por Samuel L. Jackson, a solucionar o mistério de ataques de criaturas elementais, criando uma destruição pelo continente.

O elenco conta também com Jake Gyllenhaal, no papel do vilão Mysterio, Zendaya, Cobie Smulders, Marisa Tomei, Jon Favreau, Michael Keaton, Angourie Rice, Martin Starr, Numan Acar, Tony Revolori e Jacob Batalon.

Assista ao novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa, que estreia no dia 4 de julho:

Foto: Divulgação/Sony Pictures.

Ilha das Flores, de Jorge Furtado, é eleito o melhor curta-metragem brasileiro de todos os tempos em votação da Abraccine

por: Cinevitor

ilhadasfloresabraccineCena de Ilha das Flores, de Jorge Furtado: medalha de ouro!

No ano em que comemora três décadas de seu lançamento, o filme Ilha das Flores, de Jorge Furtado, foi eleito o melhor curta-metragem brasileiro de todos os tempos, em levantamento realizado pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema, Abraccine, e que servirá de base para o livro Curta Brasileiro – 100 Filmes Essenciais, produzido em parceria com o Canal Brasil e a editora Letramento.

A produção gaúcha, vencedora do Urso de Prata no Festival de Berlim, em 1990, aparece na primeira posição de uma lista com cem títulos, que abrange desde obras feitas em 1913, como Os Óculos do Vovô, de Francisco Santos, o mais antigo filme brasileiro ficcional ainda preservado, até curtas recentes como as animações Torre, de Nádia Mangolini e Guaxuma, de Nara Normande.

Em segundo lugar na votação promovida pela Abraccine com críticos, professores e pesquisadores de todo o país, aparece Di, de Glauber Rocha, ganhador do Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes. O cineasta Joaquim Pedro de Andrade tem quatro filmes selecionados entre os 25 primeiros colocados. Porém, o diretor com mais produções na lista é Aloysio Raulino, que, como cineasta, construiu um corpo de obra muito mais prolífico e marcante no curta-metragem.

velhaafiarcurtaA Velha a Fiar, de Humberto Mauro: curta realizado em 1964.

Também ganha destaque na votação a filmografia de Ivan Cardoso com quatro títulos. Da produção mais recente, aparecem Kleber Mendonça Filho e André Novais Oliveira, cada um com três filmes. A votação também levou em consideração os médias-metragens com até 50 minutos, produção feita em menor quantidade no país e que teve grande representatividade na lista.

Organizado por Gabriel Carneiro e Paulo Henrique Silva, a publicação Curta Brasileiro – 100 Filmes Essenciais será lançada no segundo semestre de 2019. Produzida em formato de livro de luxo, contará com ensaios dedicados a cada um dos 100 títulos escritos por autores diferentes ligados à crítica e à pesquisa de cinema. Terá ainda 20 artigos sobre a história do curta-metragem no Brasil.

Curta Brasileiro encerra a coleção 100 Melhores Filmes, formada por: 100 Melhores Filmes Brasileiros (2016), Documentário Brasileiro – 100 Filmes Essenciais e Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais (2018), produzidos em conjunto por Abraccine, Canal Brasil e Editora Letramento. O de animação ainda teve a parceria da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA) e patrocínio da Secretaria do Audiovisual.

Confira a lista completa com os 100 melhores curtas-metragens segundo a Abraccine:

1º: Ilha das Flores, de Jorge Furtado (1989)
2º: Di, de Glauber Rocha (1977)
3º: Blábláblá, de Andrea Tonacci (1968)
4º: A Velha a Fiar, de Humberto Mauro (1964)
5º: Couro de Gato, de Joaquim Pedro de Andrade (1962)
6º: Aruanda, de Linduarte Noronha (1960)
7º: SuperOutro, de Edgard Navarro (1989)
8º: Maioria Absoluta, de Leon Hirszman (1964)
9º: A Entrevista, de Helena Solberg (1966)
10º: Arraial do Cabo, de Paulo Cezar Saraceni e Mário Carneiro (1959)

11º: Alma no Olho, de Zózimo Bulbul (1973)
12º: Viramundo, de Geraldo Sarno (1965)
13º: Vinil Verde, de Kleber Mendonça Filho (2004)
14º: Documentário, de Rogério Sganzerla (1966)
15º: Vereda Tropical, de Joaquim Pedro de Andrade (1977)
16º: Recife Frio, de Kleber Mendonça Filho (2009)
17º: Nelson Cavaquinho, de Leon Hirszman (1969)
18º: Zezero, de Ozualdo Candeias (1974)
19º: Sangue Corsário, de Carlos Reichenbach (1980)
20º: O dia em que Dorival encarou a guarda, de Jorge Furtado e José Pedro Goulart (1986)

21º: O Poeta do Castelo, de Joaquim Pedro de Andrade (1959)
22º: Brasília, contradições de uma cidade nova, de Joaquim Pedro de Andrade (1967)
23º: Maranhão 66, de Glauber Rocha (1966)
24º: O Som ou Tratado de Harmonia, de Arthur Omar (1984)
25º: Subterrâneos do Futebol, de Maurice Capovilla (1965)
26º: Mato eles?, de Sérgio Bianchi (1983)
27º: Guaxuma, de Nara Normande (2018)
28º: Meow!, de Marcos Magalhães (1981)
29º: Eletrodoméstica, de Kleber Mendonça Filho (2005)
30º: O Rei do Cagaço, de Edgard Navarro (1977)

31º: Fantasmas, de André Novais Oliveira (2010)
32º: Socorro Nobre, de Walter Salles (1995)
33º: À meia noite com Glauber, de Ivan Cardoso (1997)
34º: Dias de Greve, de Adirley Queirós (2009)
35º: A Pedra da Riqueza, de Vladimir Carvalho (1975)
36º: Memória do Cangaço, de Paulo Gil Soares (1965)
37º: O Duplo, de Juliana Rojas (2012)
38º: Quintal, de André Novais Oliveira (2015)
39º: Fala Brasília, de Nelson Pereira dos Santos (1966)
40º: O Porto de Santos, de Aloysio Raulino (1978)

41º: Horror Palace Hotel, de Jairo Ferreira (1978)
42º: Esta rua tão Augusta, de Carlos Reichenbach (1968)
43º: Muro, de Tião (2008)
44º: Manhã Cinzenta, de Olney São Paulo (1969)
45º: O Tigre e a Gazela, de Aloysio Raulino (1977)
46º: Cinema Inocente, de Julio Bressane (1980)
47º: …a rua chamada Triumpho 969/70, de Ozualdo Candeias (1971)
48º: Carro de bois, de Humberto Mauro (1974)
49º: Olho por Olho, de Andrea Tonacci (1966)
50º: Praça Walt Disney, de Renata Pinheiro e Sergio Oliveira (2011)

51º: Chapeleiros, de Adrian Cooper (1983)
52º: Juvenília, de Paulo Sacramento (1994)
53º: Os óculos do vovô, de Francisco Santos (1913)
54º: Dossiê Rê Bordosa, de Cesar Cabral (2008)
55º: Lampião, o rei do cangaço, de Benjamin Abrahão (1937)
56º: Animando, de Marcos Magalhães (1983)
57º: Jardim Nova Bahia, de Aloysio Raulino (1971)
58º: Partido Alto, de Leon Hirszman (1982)
59º: Torre, de Nádia Mangolini (2017)
60º: Mauro, Humberto, de David Neves (1975)

61º: Ver ouvir, de Antônio Carlos Fontoura (1966)
62º: Congo, de Arthur Omar (1972)
63º: Caramujo-flor, de Joel Pizzini (1988)
64º: Lacrimosa, de Aloysio Raulino e Luna Alkalay (1970)
65º: Palíndromo, de Philippe Barcinski (2001)
66º: Um sol alaranjado, de Eduardo Valente (2002)
67º: Cantos de trabalho, de Humberto Mauro (1955)
68º: O Guru e os Guris, de Jairo Ferreira (1973)
69º: Nosferato no Brasil, de Ivan Cardoso (1970)
70º: Mulheres de Cinema, de Ana Maria Magalhães (1976)

71º: Kbela, de Yasmin Thayná (2015)
72º: A voz e o vazio: a vez de Vassourinha, de Carlos Adriano (1998)
73º: Libertários, de Lauro Escorel (1976)
74º: Meu Compadre Zé Ketti, de Nelson Pereira dos Santos (2001)
75º: Seams, de Karim Aïnouz (1993)
76º: Céu sobre água, de José Agrippino de Paula (1978)
77º: Dov’è Meneghetti?, de Beto Brant (1989)
78º: Teremos infância, de Aloysio Raulino (1974)
79º: Texas Hotel, de Cláudio Assis (1999)
80º: Rituais e Festas Bororo, de Major Thomaz Reis (1917)

81º: Integração Racial, de Paulo Cezar Saraceni (1964)
82º: HO, de Ivan Cardoso (1979)
83º: Kyrie ou o início do caos, de Debora Waldman (1998)
84º: Pouco mais de um mês, de André Novais Oliveira (2013)
85º: Cartão Vermelho, de Laís Bodanzky (1994)
86º: Um dia na rampa, de Luiz Paulino dos Santos (1960)
87º: Moreira da Silva, de Ivan Cardoso (1973)
88º: Nada, de Gabriel Martins (2017)
89º: Nada levarei quando morrer aqueles que mim deve cobrarei no inferno, de Miguel Rio Branco (1981)
90º: O Ataque das Araras, de Jairo Ferreira (1975)

91º: Enigma de um dia, de Joel Pizzini (1996)
92º: Amor!, de José Roberto Torero (1994)
93º: Menino da calça branca, de Sérgio Ricardo (1961)
94º: Estado Itinerante, de Ana Carolina Soares (2016)
95º: Amor só de mãe, de Dennison Ramalho (2002)
96º: Carolina, de Jeferson De (2003)
97º: Contestação, de João Silvério Trevisan (1969)
98º: Guida, de Rosana Urbes (2014)
99º: Exemplo Regenerador, de José Medina (1919)
100º: Frankstein Punk, de Cao Hamburger e Eliana Fonseca (1986)

Fotos: Reprodução YouTube.

Conheça os vencedores do 30º GLAAD Media Awards; Madonna é homenageada

por: Cinevitor

madonnaglaad2019Madonna no palco: apoio à comunidade LGBTQ.

A GLAAD, Gay & Lesbian Alliance Against Defamation, é uma ONG americana que monitora publicações relacionadas ao público LGBTQ na mídia. Foi fundada em novembro de 1985 por jornalistas e escritores em resposta à uma cobertura sensacionalista do New York Post sobre a epidemia da AIDS.

Desde 1990 realiza uma premiação, conhecida como GLAAD Media Awards, que reconhece e homenageia os meios de comunicação por suas representações justas, precisas e inclusivas da comunidade LGBTQ e os problemas que afetam sua vidas.

Neste ano, em sua 30ª edição, a cerimônia aconteceu no sábado, 04/05, e a cantora Madonna foi homenageada com o Advocate for Change Award, tornando-se a segunda pessoa, e primeira mulher, a receber tal honraria. Em 2013, o prêmio foi entregue ao presidente Bill Clinton por seu trabalho para derrubar a Lei de Defesa do Casamento anti-LGBTQ e promover a igualdade matrimonial em todo o país. Vale lembrar que Madonna já foi homenageada no GLAAD Media Awards, em 1991, com o prêmio Excellence in Media.

A homenagem foi apresentada por Anderson Cooper, Mykki Blanco e Rosie O’Donnell. No palco, Madonna fez um discurso emocionante: “Assim que você realmente entende o que significa amar, você entende o que é preciso para se tornar um ser humano; e que é dever de todo mundo lutar, defender, fazer o que pudermos e o que for preciso”. Além disso, o locutor de rádio Andy Cohen também foi homenageado e recebeu o Vito Russo Award das mãos de Sarah Jessica Parker.

As séries Pose e The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story e a cantora Janelle Monáe foram alguns dos premiados da noite.

Conheça os vencedores do 30º GLAAD Media Awards nas categorias de cinema:

MELHOR FILME | LANÇAMENTO AMPLO:
Com Amor, Simon

MELHOR FILME | LANÇAMENTO LIMITADO:
Boy Erased: Uma Verdade Anulada

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Believer

Foto: Getty Images North America.

Confira o trailer de Patrulha Canina: Super Filhotes, animação baseada na popular série de TV

por: Cinevitor

patrulhacaninasuperfilhotestrailerPopular série de TV exibida pela Nickelodeon: sucesso com o público infantil.

Quando um meteoro cai sobre a terra, os cãezinhos mais adorados da TV embarcam numa inédita aventura, que chega aos cinemas brasileiros no dia 6 de junho. Em Patrulha Canina: Super Filhotes, no original Paw Patrol Mighty Pups, os famosos personagens do universo infantil ganham superpoderes e embarcam numa história colorida repleta de fantasia e mistérios.

Baseado na popular série de TV, o filme de animação dirigido por Charles E. Bastien reúne Chase, Rocky, Marshall, Skye, Everest, Rubble e Zuma que presenciam a queda de um meteoro na Baía da Aventura e uma misteriosa luz faz com que eles ganhem incríveis superpoderes.

Na história, o prefeito Humdinger bola um de seus planos mais ousados: ser o primeiro prefeito a pisar na lua. Com a ajuda de seu sobrinho Harold, ele constrói um foguete no qual pretende chegar até o satélite da Terra. Mas, como sempre, seu plano dá errado e o foguete acaba partindo sem ele. Porém, no caminho o foguete desvia a rota de um meteoro, fazendo com que ele fosse em direção à Terra. Os filhotes da Patrulha Canina unem suas forças para evacuar as ruas e proteger os cidadãos da Baía da Aventura. Após todos estarem em segurança, o meteoro cai na praia.

Os filhotes e o Harold são os primeiros a chegarem perto do meteoro e quando avistam a rocha espacial, uma grande explosão de energia dourada os atinge. Logo eles descobrem que têm superpoderes: o Chase pode correr super rápido, o Rocky cria ferramentas de energia, a Skye pode voar, o Rubble ganha super força, a Everest pode congelar as coisas, o Marshall consegue controlar o calor e o Zuma a água. Juntos eles se tornam os Super Filhotes! Mas eles não foram os únicos que receberam poderes do meteoro. Logo, Harold percebe que consegue construir qualquer tipo de máquina com o poder da mente. Ao saber dos poderes do sobrinho, o Prefeito Humdinger decide ganhar poderes também. Mas para isso, ele precisa da energia do meteoro, que está guardado na prefeitura da Baía da Aventura. O Prefeito Humdinger e seu sobrinho Harold partem então em uma missão para roubar o meteoro, enquanto os Super Filhotes precisam salvar o dia.

Confira o trailer de Patrulha Canina: Super Filhotes, que estreia em junho:

Foto: Divulgação/Paris Filmes.