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Democracia em Vertigem, de Petra Costa, está entre os semifinalistas ao Oscar 2020 de melhor documentário

por: Cinevitor

dilmadocoscarDilma Rousseff no documentário de Petra Costa.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgou, nesta segunda-feira, 16/12, listas de diversas categorias com os filmes que seguem na disputa pela estatueta dourada no Oscar 2020, entre elas, a de melhor longa internacional, na qual o Brasil não foi selecionado com A Vida Invisível, de Karim Aïnouz. O mesmo aconteceu com o curta-metragem Guaxuma, de Nara Normande, que não foi adiante na competição.

Porém, entre os quinze documentários pré-selecionados, entre 159 inscritos, o cinema brasileiro segue na corrida com Democracia em Vertigem, de Petra Costa. O longa, que foi exibido no Festival de Sundance e eleito pelo New York Times como um dos melhores filmes do ano, narra os bastidores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

A lista final com os indicados será revelada no dia 13 de janeiro e a cerimônia está marcada para 9 de fevereiro no Dolby Theatre, em Hollywood.

Conheça os quinze documentários semifinalistas ao Oscar 2020:

Apollo 11, de Todd Douglas Miller
Aquarela, de Viktor Kosakovskiy
Defensora (Advocate), de Philippe Bellaiche e Rachel Leah Jones
Democracia em Vertigem, de Petra Costa
Família da Madrugada (Midnight Family), de Luke Lorentzen
For Sama, de Waad Al-Kateab e Edward Watts
Honeyland, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov
Indústria Americana (American Factory), de Steven Bognar e Julia Reichert
Maiden, de Alex Holmes
One Child Nation (Born in China), de Nanfu Wang e Jialing Zhang
Privacidade Hackeada (The Great Hack), de Karim Amer e Jehane Noujaim
The Apollo, de Roger Ross Williams
The Biggest Little Farm, de John Chester
The Cave, de Feras Fayyad
Virando a Mesa do Poder (Knock Down the House), de Rachel Lears

Foto: Reprodução Youtube/Netflix.

Oscar 2020: conheça os semifinalistas ao prêmio de melhor filme internacional; Brasil está fora

por: Cinevitor

doregloriaoscar2020Antonio Banderas em Dor e Glória, de Pedro Almodóvar.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgou, nesta segunda-feira, 16/12, os filmes que seguem na disputa pelo prêmio de melhor filme internacional no Oscar 2020, categoria antes chamada de melhor filme estrangeiro. Neste ano, 93 países foram classificados.

O Brasil estava representado com A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, premiado na mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes. O longa, produzido por Rodrigo Teixeira, da RT Features, é uma livre adaptação da obra de Martha Batalha e traz Fernanda Montenegro, Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier e Maria Manoella no elenco.

Neste ano, a Academia apresentou uma novidade na categoria. Ao invés de nove pré-indicados, o número expandiu para dez, sendo sete escolhidos pelo Comitê Internacional e três filmes aleatórios selecionados pelo Comitê Executivo.

Vale lembrar que a última vez que o Brasil concorreu na categoria de melhor filme internacional foi em 1999, com Central do Brasil; e em 2008, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, de Cao Hamburger, ficou entre os semifinalistas.

Confira a lista com os dez semifinalistas ao Oscar 2020 de melhor filme internacional:

COREIA DO SUL: Parasita, de Bong Joon-ho
ESPANHA: Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
ESTÔNIA: Truth and Justice (Tõde ja õigus), de Tanel Toom
FRANÇA: Os Miseráveis (Les misérables), de Ladj Ly
HUNGRIA: Aqueles que Ficaram (Akik maradtak), de Barnabás Tóth
MACEDÔNIA DO NORTE: Honeyland, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov
POLÔNIA: Corpus Christi, de Jan Komasa
REPÚBLICA CHECA: O Pássaro Pintado (Nabarvené ptáce), de Václav Marhoul
RÚSSIA: Uma Mulher Alta (Dylda/Beanpole), de Kantemir Balagov
SENEGAL: Atlantique, de Mati Diop

Foto: Divulgação/El deseo.

67º MPSE Golden Reel Awards: conheça os indicados ao prêmio que elege os melhores editores de som

por: Cinevitor

johnwickMPSEKeanu Reeves em John Wick 3: Parabellum, de Chad Stahelski.

Fundada em 1953, a MPSE, Motion Picture Sound Editors, é uma organização dedicada a melhorar o reconhecimento de seus membros, educando o público e o resto da comunidade cinematográfica quanto ao mérito artístico da edição sonora.

Os membros da MPSE criam os efeitos sonoros dramáticos e inventam novos sons para mundos imaginários. Além dos editores de efeitos de som, a organização conta também com: editores de Foley, que reproduzem efeitos sonoros complementares para um filme (também conhecido como sonoplastia), como por exemplo, barulho de um vidro quebrando ou de um zíper sendo aberto; editores de diálogos, que são os artesãos que suavizam meticulosamente o som da produção gravado no local; editores de ADR, que ajudam a tecer o diálogo recriado e substituem faixas problemáticas; e editores de música, que trabalham com compositores e supervisores musicais que detectam pontos capazes de coser uma tapeçaria sônica da partitura original e da música pré-gravada em várias fontes.

Anualmente, a Motion Picture Sound Editors realiza o Golden Reel Awards, premiação que elege os melhores trabalhos nas áreas de edição de som na TV e no cinema. Neste ano, os vencedores serão anunciados no dia 19 de janeiro, em Los Angeles.

Conheça os indicados ao 67º MPSE Golden Reel Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | DIÁLOGOS/ADR:
1917
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood
Ford vs Ferrari
Jojo Rabbit
O Irlandês
Rocketman
Vingadores: Ultimato

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | EFEITOS/FOLEY:
1917
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood
Ford vs Ferrari
John Wick 3: Parabellum
Star Wars: A Ascensão Skywalker
Uma Vida Oculta
Vingadores: Ultimato

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO:
Abominável
Como Treinar o Seu Dragão 3
Frozen 2
Link Perdido
O Rei Leão
Toy Story 4
Um Espião Animal
White Snake

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO:
Apollo 11
Echo in the Canyon
Linda Ronstadt: The Sound of My Voice
Making Waves: The Art of Cinematic Sound
Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese
Sea of Shadows
The Cave

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME ESTRANGEIRO:
A Queda do Império Americano (Canadá)
Atlantique (França/Senegal/Bélgica)
Gully Boy (Índia)
Parasita (Coreia do Sul)
Shadow (China/Hong Kong)
The Sound Story (Índia)

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | TRILHA SONORA:
Ad Astra: Rumo às Estrelas
Adoráveis Mulheres
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood
Jojo Rabbit
Meu Nome é Dolemite
Queen & Slim
Waves

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | MUSICAL:
Cats
Echo in the Canyon
Frozen 2
Judy: Muito Além do Arco-íris
Rocketman
Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story By Martin Scorsese
Western Stars

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME NÃO LANÇADO NO CINEMA:
A Dama e o Vagabundo
Deadwood: The Movie
Escape Plan: Extractors
Guava Island
IO – O Último Na Terra
Mary
O.G.
Togo

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO NÃO LANÇADO NO CINEMA:
Apollo: Missions to the Moon
Epic Yellowstone
Hostile Planet: Oceans
Our Planet: One Planet
The Apollo
The Cornell Lab of Ornithology: Bird of Prey
This Is Football
Serengeti
What’s My Name: Muhammad Ali

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO NÃO LANÇADA NO CINEMA:
Batman: Silêncio
Batman vs As Tartarugas Ninjas
Invader Zim: Enter the Florpus
Lego DC Batman: Assunto de Família
Lucky
Mulher-Maravilha: Linhagem de Sangue
Reino do Superman

Foto: Divulgação/Paris Filmes.

Women Film Critics Circle Awards 2019: conheça as vencedoras

por: Cinevitor

womencritics2019Adèle Haenel e Noémie Merlant em Retrato de uma Jovem em Chamas: premiadas.

A Women Film Critics Circle é a primeira organização americana de críticas de cinema que se dedica pelo reconhecimento das mulheres na sétima arte. Todo ano, desde 2004, elas anunciam uma lista com os melhores trabalhos no cinema, premiando atrizes, filmes, diretoras e roteiristas.

Nesta edição, o francês Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma, premiado no Festival de Cannes deste ano, foi o grande vencedor. Adoráveis Mulheres, de Greta Gerwig, também se destacou.

Confira a lista completa com os vencedores do Women Film Critics Circle Awards 2019:

MELHOR FILME SOBRE MULHERES:
Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma
2º lugar: Adoráveis Mulheres, de Greta Gerwig

MELHOR FILME REALIZADO POR UMA MULHER:
Harriet, de Kasi Lemmons
2º lugar: Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma

MELHOR ROTEIRISTA MULHER:
Adoráveis Mulheres, escrito por Greta Gerwig
2º lugar: Retrato de uma Jovem em Chamas, escrito por Céline Sciamma

MELHOR ATRIZ:
Cynthia Erivo, por Harriet e Lupita Nyong’o, por Nós
2º lugar: Renée Zellweger, por Judy: Muito Além do Arco-íris

MELHOR ATOR:
Adam Driver, por História de um Casamento
2º lugar: Joaquin Phoenix, por Coringa

MELHOR FILME ESTRANGEIRO REALIZADO POR OU SOBRE MULHERES:
Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma (França)
2º lugar: Atlantique, de Mati Diop (França/Senegal/Bélgica)

MELHOR DOCUMENTÁRIO REALIZADO POR OU SOBRE MULHERES:
Varda por Agnès, de Agnès Varda
2º lugar: Maiden, de Alex Holmes e Honeyland, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov

MELHOR CASAL EM CENA:
Noémie Merlant e Adèle Haenel, em Retrato de uma Jovem em Chamas e Scarlett Johansson e Adam Driver, em História de um Casamento
2º lugar: Jennifer Lopez e Constance Wu, em As Golpistas

MELHOR IGUALDADE DE SEXOS:
História de um Casamento, de Noah Baumbach
2º lugar: The Aeronauts, de Tom Harper

MELHOR PERSONAGEM FEMININA EM ANIMAÇÃO:
Anna, de Frozen 2
2º lugar: Bo Peep, de Toy Story 4

PRÊMIO ADRIENNE SHELLY (filme que se opõe à violência contra a mulher):
O Escândalo, de Jay Roach e The Nightingale, de Jennifer Kent
2º lugar: As Golpistas, de Lorene Scafaria

PRÊMIO JOSEPHINE BAKER (filme que melhor expressa a mulher negra nos Estados Unidos):
Harriet, de Kasi Lemmons
2º lugar: Queen & Slim, de Melina Matsoukas

PRÊMIO KAREN MORLEY (filme que exemplifica o lugar da mulher na história ou na sociedade e sua corajosa busca pela identidade):
Harriet, de Kasi Lemmons
2º lugar: Adoráveis Mulheres, de Greta Gerwig

PRÊMIO AÇÃO E ATIVISMO:
Jane Fonda

PRÊMIO PELO CONJUNTO DA OBRA:
Alfre Woodard

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 21º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco

por: Cinevitor

vencedoresfestcine2019Cinema São Luiz: palco das exibições dos filmes ao longo de uma semana.

Foram anunciados neste sábado, 14/12, no Cinema São Luiz, no Recife, os vencedores da 21ª edição do FestCine, Festival de Curtas de Pernambuco, que entregou 58,5 mil reais em premiações, além do Troféu Fernando Spencer.

Neste ano, 152 produções foram inscritas e 49 selecionadas. A comissão de seleção foi formada por Luciana Poncioni, Juliana Araújo, Nathalia Mesquita, Hugo Fulco, Djair Freire, Márcio Batista e Hermano Mendes. O evento tem como objetivo incentivar a produção audiovisual pernambucana.

Além disso, na noite de encerramento, foi exibido o longa Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, com recursos de acessibilidade comunicacional. A noite contou também com uma seleção especial da mostra Documentando, oficina criada em 2009 pelo cineasta Marlom Meirelles, que comemorou dez anos, e exibiu os filmes O Dia é Transparente (Recife), Mata (Caruaru), Tão Bonita que Tão Medonha (Triunfo) e SAPACREW (Recife); uma seleção da oficina Formatos viáveis e midiativismo, ministrada pelo coletivo Mulheres no Audiovisual PE (Mape) também foi destaque da programação de encerramento.

Conheça os vencedores do Festival de Curtas de Pernambuco 2019:

MOSTRA COMPETITIVA | GERAL

Melhor Atriz: Laís Vieira, por Rosário
Melhor Ator: Everaldo Pontes, por Naticoda
Melhor Som: Ex-Humanos, por Nicolas Mallet e Simone Dourado
Melhor Trilha Sonora: Mansão do Amor, por Guga Rocha
Melhor Direção de Arte: Um Peixe Para Dois, por Chia Beloto
Melhor Produção: Fernanda Régis, por Atrofia
Melhor Montagem: Piu Piu, por Chico Lacerda
Melhor Fotografia: Ex-Humanos, por Ernesto Carvalho
Melhor Roteiro: Marie, escrito por Leo Tabosa
Melhor Direção: Mariana Porto, por Ex-Humanos

MELHOR FILME | FICÇÃO
1° Lugar: Ex-Humanos, de Mariana Porto (Recife)
2° Lugar: Rosário, de Juliana Soares e Igor Travassos (Recife)
3° Lugar: Marie, de Leo Tabosa (Recife)

MELHOR FILME | DOCUMENTÁRIO
1° Lugar: Nome de Batismo – Frances, de Tila Chitunda (Olinda)
2° Lugar: Piu Piu, de Alexandre Figueirôa (Recife)
3° Lugar: Deus te dê boa sorte, de Jaqueline Farias (Tacaratu, Jatobá e Petrolândia)

MELHOR FILME | ANIMAÇÃO
1° Lugar: Não moro mais aqui, de Laura de Araújo (Recife)
2° Lugar: Um Peixe pra Dois, de Chia Belloto e Marila Cantuária (Olinda)
3° Lugar: Barbas de Molho, de Eduardo Padrão e Leanndro Amorim (Recife)

MELHOR FILME EXPERIMENTAL/VIDEOARTE
1° Lugar: Naticoda, de Taciano Valério (Buíque)
2° Lugar: Corpo Monumento, de Alexandre Salomão (Recife)
3° Lugar: Banzo, de Rafael Nascimento (Recife)

MELHOR VIDEOCLIPE
1° Lugar: Brega Protesto – Sem Destruição, de Grupo AdoleSER e Coque Vídeo (Recife)
2° Lugar: UNA – Faz Ideia, de Chico Ludermir (Recife)
3° Lugar: Desumanize o Humano, de Sérgio Dantas (Recife)

PRÊMIO CIARIO/CONNE:
Ex-Humanos, de Mariana Porto

MOSTRA COMPETITIVA | FORMAÇÃO

Ficção
1° Lugar: O Menino que tinha medo do rio, de Direção Coletiva (Petrolândia)
2° Lugar: AA-, de Pedro Ferreira (Recife)

Documentário
1° Lugar: Legado e Resistência, de Direção Coletiva (Recife)
2° Lugar: A Última Feira, de Tharsiele Santiago (Recife)

TROFÉU ABD/APECI: A Última Feira, de Tharsiele Santiago (Recife)
Menção Honrosa: Linha da Mão, de Vitória Drahomiro; Marie, de Leo Tabosa; Legado e Resistência, de Direção Coletiva; Brega Protesto – Sem Destruição, de Grupo AdoleSER e Coque Vídeo; Elos, de Juliana Lima; AA-, de Pedro Ferreira; Não moro mais aqui, de Laura de Araújo; e Ouça o corpo falar, de Ana Gabriela Nunes e Sofia de Oliveira

TROFÉU ABCA | ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CINEMA DE ANIMAÇÃO:
Um Peixe pra Dois, de Chia Belloto e Marila Cantuária (Olinda)
Menção Honrosa: O Mundo de Clara, de Ayodê França (Recife)

Foto: Jan Ribeiro/Secult PE – Fundarpe.

41º Festival de Havana: conheça os vencedores; filmes brasileiros são premiados

por: Cinevitor

vidainvisivelcubavenceGregorio Duvivier e Carol Duarte em A Vida Invisível, de Karim Aïnouz.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 13/12, os vencedores da 41ª edição do Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano, também conhecido como Festival de Havana, realizado pelo ICAIC (Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematográficos).

O festival, que acontece desde 1979, surgiu com a intenção de se tornar uma continuação dos festivais de Viña del Mar, Mérida e Caracas, reunindo filmes e cineastas que representam as tendências cinematográficas mais inovadoras da América Latina.

Os filmes em competição, que concorrem ao Prêmio Coral, ou Premios Coral no original, são divididos em categorias: ficção, documentário e animação. O cinema brasileiro, representado com mais de 60 obras, saiu vitorioso com A Vida Invisível, Bacurau, Três Verões, Diz a Ela que Me Viu Chorar e as animações A Cidade dos Piratas, Carne e Sangro.

Conheça os vencedores da 41ª edição do Festival de Havana:

FICÇÃO | PRÊMIO CORAL

Melhor Filme: Los sonámbulos, de Paula Hernández (Argentina/Uruguay)
Prêmio Especial do Júri: La Llorona, de Jayro Bustamante (Guatemala/França) e Algunas Bestias, de Jorge Riquelme Serrano (Chile)
Melhor Atriz: Érica Rivas, por Los sonámbulos
Melhor Ator: Luis Brandoni, por A Odisseia dos Tontos e A Grande Dama do Cinema
Melhor Direção: Jorge Riquelme Serrano, por Algunas Bestias
Melhor Roteiro: Los sonámbulos, escrito por Paula Hernández
Melhor Fotografia: A Vida Invisível, por Héléne Louvart
Melhor Edição: Três Verões, por Sergio Mekler e Laura Marques
Melhor Som: La Llorona, por Eduardo Cáceres
Melhor Trilha Sonora Original: Bacurau, por Mateus Alves e Tomaz Alvez
Melhor Direção de Arte: A Vida Invisível, por Rodrigo Martirena

CURTAS-METRAGENS | PRÊMIO CORAL

Melhor Curta-metragem | Ficção: Flying Pigeon, de Daniel Santoyo Hernández (Cuba)
Prêmio Especial do Júri | Ficção: El tamaño de las cosas, de Carlos Felipe Montoya (Colômbia)
Melhor Curta-metragem | Documentário: Arde la tierra, de Juan Camilo Olmos Feris (Colômbia)
Prêmio Especial do Júri | Documentário: Romance de la ternura tardía, de Ana Bugni (Argentina)

PRIMEIRO FILME | PRÊMIO CORAL

Melhor Primeiro Filme: Agosto, de Armando Capo (Cuba)
Prêmio Especial do Júri: Las buenas intenciones, de Ana Garcia Blaya (Argentina)
Prêmio Contribuição Artística: El Príncipe, de Sebastián Muñoz (Chile)
Menção Especial: Nuestras Madres, de Cesar Díaz (Guatemala)

DOCUMENTÁRIO | PRÊMIO CORAL

Melhor Filme: A media voz, de Patricia Pérez Fernández e Heidi Hassan (Cuba/Espanha/Suíça/França)
Prêmio Especial do Júri: Diz a Ela que Me Viu Chorar, de Maíra Bühler (Brasil)

ANIMAÇÃO | PRÊMIO CORAL

Melhor Filme: A Cidade dos Piratas, de Otto Guerra (Brasil)
Melhor curta-metragem: Carne, de Camila Kater (Brasil/Espanha)
Prêmio Especial do Júri: Sangro, de Tiago Minamisawa, Bruno H. Castro e Guto BR (Brasil)

OUTROS PRÊMIOS

PRÊMIO SIGNIS | Melhor Filme: Los lobos, de Samuel Kishi Leopo (México)
PRÊMIO DO PÚBLICO: A Grande Dama do Cinema, de Juan José Campanella (Argentina)
MELHOR PÔSTER: Olga, por Diana Carmenate (Cuba)
MELHOR ROTEIRO INÉDITO: Desde el apocalipsis, de Sebastián Dietsch (Argentina)
MENÇÃO ESPECIAL | ROTEIRO INÉDITO: Una noche con los Rolling Stones, de Patricia Ramos (Cuba)
PRÊMIO FIPRESCI: Blanco en Blanco, de Theo Court (Chile)

Foto: Bruno Machado.

Os Escravos de Jó, de Rosemberg Cariry, será o filme de abertura da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes

por: Cinevitor

escravosjotiradentesO ator Antonio Pitanga em cena.

Para abrir a 23ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes, o filme escolhido trafega na imaginação libertária do cinema brasileiro e tem Antonio Pitanga, homenageado nesta edição, no elenco. Os Escravos de Jó, do diretor cearense Rosemberg Cariry e filmado em Ouro Preto, estará em pré-estreia mundial na noite de 24 de janeiro, no Cine-Tenda.

No filme, o 12º longa-metragem de Cariry, os estudantes Samuel e Yasmina se apaixonam na cidade mineira e precisam vencer dificuldades e preconceitos para afirmarem o amor. Personagens do passado e do presente cruzam os caminhos dos jovens, arrastando-os para um inesperado destino. No enredo, Pitanga interpreta um livreiro amigo do protagonista e foi especialmente convidado para o papel pelo diretor Rosemberg Cariry. “Ele faz esse velho livreiro de ascendência judaica, chamado Jerémie Valés, imigrante do norte da África com história de vida passada também na França. Um personagem que viveu os horrores da Segunda Guerra Mundial, mas que manteve viva a esperança e a chama da poesia”, conta Cariry.

Para o cineasta, ter Antonio Pitanga em Os Escravos de Jó foi um privilégio: “Ele é um grande ator, por quem tenho admiração e respeito. Afora o reconhecido talento para o cinema e para o teatro, Pitanga é uma pessoa de alma boa, do bem. Está sempre disposto a colaborar e faz, com a sua criatividade, o filme crescer”, exalta Cariry. “Além do extraordinário artista que é, Pitanga é um cidadão politicamente consciente e de ideias libertárias. Em resumo: é um grande brasileiro, um dos símbolos do nosso povo e do nosso cinema”, finalizou.

A 23ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes acontecerá entre os dias 24 de janeiro e 1º de fevereiro e também homenageará Camila Pitanga. Com o tema A imaginação como potência, a curadoria, sob coordenação do crítico Francis Vogner dos Reis, propôs essa temática para reforçar que, mesmo numa época de dúvidas, o cinema brasileiro vive um momento de absoluta efervescência criativa e de recepção.

Foto: Petrus Cariry/Divulgação.

Conheça os filmes selecionados para o 3º CINEFESTIVAL – Festival de Cinema do Vale do Jaguaribe

por: Cinevitor

misteriocarnecurtaPâmela Germano e Bianca Terraza no curta O Mistério da Carne, de Rafaela Camelo.

Idealizado com o objetivo de formar público consumidor de arte cinematográfica no interior do Ceará, além de fomentar a discussão acerca da experiência audiovisual brasileira contemporânea, a terceira edição do CINEFESTIVAL – Festival de Cinema do Vale do Jaguaribe acontecerá entre os dias 18 e 21 de dezembro, em Russas.

Com curadoria de Pedro Azevedo, a programação conta com 14 curtas-metragens de 7 estados, que disputam o Troféu Araibu conferido aos melhores filmes escolhidos pelo Júri Oficial, que neste ano será composto por: Ariadne Mazzetti, produtora e fundadora da Mistika Post; André Araújo, roteirista; Camila Lamha, analista de pesquisa e aquisição de conteúdo no Canal Brasil; William Hinestrosa, realizador e pesquisador; e Patricia Baia, sócia da Corte Seco Filmes e homenageada no festival neste ano.

Além dos curtas, o evento apresenta três oficinas com o objetivo de incentivar os participantes para o desenvolvimento de suas iniciativas artísticas por meio de capacitação, além de promover intercâmbio cultural, artístico e de conhecimento entre todos os envolvidos. São elas: Documentando, com o cineasta Marlom Meirelles; Animação Stop Motion, com Quiá Rodrigues; e Interpretação, com René Guerra. As inscrições podem ser realizadas pelo site.

O festival também conta com um espaço aberto de Ambiente de Mercado, com acesso gratuito, onde produtores e realizadores terão a oportunidade de apresentar seus trabalhos a players convidados do mercado, para prospectarem conteúdos e comporem carteiras de programação e negócios. Entre os profissionais confirmados estão: Camila Lamha, Patricia Baia e Ariadne Mazzetti.

A noite de abertura terá uma exibição especial do premiado longa Pacarrete, de Allan Deberton, que foi filmado em Russas, cidade natal do diretor. Protagonizado por Marcélia Cartaxo, o filme foi consagrado em diversos festivais, como Gramado e FAM. Outra produção cearense que será exibida fora de competição, durante a semana, será Greta, de Armando Praça, grande vencedor do 29º Cine Ceará e estrelado por Marco Nanini.

Conheça os filmes selecionados para o III CINEFESTIVAL – Festival de Cinema do Vale do Jaguaribe:

A Mulher de Pele Azul, de Esther Arruda e Pedro Ulee (CE)
A Mulher que Sou, de Nathalia Tereza (PR)
A Volta Para Casa, de Diego Freitas (SP)
Ilhas de Calor, de Ulisses Arthur (AL)
Maria Maculada, de Leão Neto e Bruno Bressam (CE)
Marie, de Leo Tabosa (PE)
O Mistério da Carne, de Rafaela Camelo (DF)
O Tempo do Olhar e o Olhar no Tempo, de Samuel Brasileiro (CE)
Oceano, de Michelline Helena e Amanda Pontes (CE)
Oração ao Cadáver Desconhecido, de Sávio Fernandes (CE)
Plano Controle, de Juliana Antunes (MG)
Rosário, de Juliana Soares e Igor Travassos (PE)
Sangro, de Tiago Minamisawa, Bruno H. Castro e Guto BR (SP)
Sem Asas, de Renata Martins (SP)

Foto: Divulgação.

Antonio e Camila Pitanga serão homenageados na 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes

por: Cinevitor

camilaantoniohomenagem1Pai e filha: carreiras de sucesso.

A partir da temática A Imaginação Como Potência, a 23ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes, que acontecerá entre os dias 24 de janeiro e 1º de fevereiro, homenageará os atores Antonio e Camila Pitanga. Pai e filha, homem e mulher, negro e negra, 80 e 42 anos. Ícones de seus próprios tempos, por motivos e trajetórias distintas, Antonio e Camila emulam em seus corpos e suas posturas a brasilidade mais original e singular, o talento e a presença de quem vivencia as contradições do país por dentro.

Entre a centralidade de Antonio Pitanga na revolução do Cinema Novo, entre o final dos anos 1950 e meados dos anos 1970, e a constância de Camila Pitanga no imaginário da TV e do cinema nas últimas duas décadas, estão a diversidade e a força de duas formas de trabalhar e mapear uma história do audiovisual brasileiro que atravessa ambos.

Pitanga, o pai, nasceu em 1939 em Salvador. Fez teatro e cinema desde muito jovem e estreou nas telas em 1960 com Bahia de Todos os Santos, de Trigueirinho Neto. Seguiu numa série de filmes marcantes que remodelaram todo um jeito de fazer cinema no Brasil, como: A Grande Feira, de Roberto Pires; O Pagador de Promessas, de Anselmo Duarte; Barravento, de Glauber Rocha; Ganga Zumba, de Carlos Diegues; Os Fuzis, de Ruy Guerra; entre outros.

Camila nasceu em 1977 no Rio de Janeiro. Estreou nos cinemas ainda criança, em 1984,  junto com o irmão Rocco, num filme emblemático, Quilombo, de Carlos Diegues, que marcou época por reunir um histórico elenco negro que incluía Grande Otelo, Zezé Motta, Antonio Pompêo, Tony Tornado, Léa Garcia, Milton Gonçalves, Zózimo Bulbul e Antonio, pai de Camila.

Dali adiante, a trajetória cinematográfica de Camila Pitanga transitou por praticamente todos os tipos de filmes realizados do Brasil desde a Retomada nos anos 1990: Super Colosso, de Luiz Ferré; Caramuru – A Invenção do Brasil, de Guel Arraes; O Preço da Paz, de Paulo Morelli; Redentor, de Cláudio Torres; O Signo do Caos, de Rogério Sganzerla; Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios, de Beto Brant; Saneamento Básico, o Filme, de Jorge Furtado; e o documentário, filmando justamente a trajetória do pai, em Pitanga, com codireção de Beto Brant.

Integram a Mostra Homenagem a pré-estreia mundial de Os Escravos de Jó, de Rosemberg Cariry, que conta com Antonio Pitanga no elenco; Na Boca do Mundo, de 1978, com direção e atuação de Antonio; Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios, de Beto Brant, com Camila Pitanga; e o documentário Pitanga.

Foto: Leo Lara/Universo Produção.

American Cinema Editors: conheça os indicados ao 70º Eddie Awards

por: Cinevitor

fordferrariedicaoMatt Damon e Christian Bale em Ford vs Ferrari, de James Mangold.

Com o objetivo de discutir e promover a arte criativa do trabalho dos editores, em 1951 foi criada a American Cinema Editors, sociedade formada por diversos nomes renomados da área, que hoje conta com mais de 800 membros.

Inicialmente, era realizado um jantar de gala para celebrar os profissionais indicados na categoria de melhor edição do Oscar. Em 1962, os integrantes da ACE decidiram criar o Eddie Awards, prêmio que elege, em votação realizada pelos membros da sociedade, os melhores editores da indústria televisiva e cinematográfica. Em sua primeira edição, Philip W. Anderson foi premiado por seu trabalho na comédia O Grande Amor de Nossas Vidas, de David Swift.

Considerado uma prévia do Oscar, os vencedores do Eddie Awards coincidiram, diversas vezes, com os premiados pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, como: Mary Poppins, A Noviça Rebelde, Touro Indomável, A Lista de Schindler, Titanic, Chicago, Guerra ao Terror, Dunkirk, entre outros. No ano passado, por exemplo, Bohemian Rhapsody foi consagrado pelos associados e também levou a estatueta dourada.

Os vencedores de 2020 serão anunciados no dia 17 de janeiro, no Beverly Hilton Hotel. Conheça os indicados ao 70º ACE Eddie Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO | DRAMA:
Coringa, por Jeff Groth
Ford vs Ferrari, por Michael McCusker e Andrew Buckland
História de um Casamento, por Jennifer Lame
O Irlandês, por Thelma Schoonmaker
Parasita, por Jinmo Yang

MELHOR EDIÇÃO | COMÉDIA:
Entre Facas e Segredos, por Bob Ducsay
Era Uma Vez em… Hollywood, por Fred Raskin
Jojo Rabbit, por Tom Eagles
Meu Nome é Dolemite, por Billy Fox
The Farewell, por Michael Taylor e Matthew Friedman

MELHOR EDIÇÃO | ANIMAÇÃO:
Frozen 2, por Jeff Draheim
Perdi Meu Corpo, por Benjamin Massoubre
Toy Story 4, por Axel Geddes

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO:
Apollo 11, por Todd Douglas Miller
Indústria Americana, por Lindsay Utz
Linda Ronstadt: The Sound of My Voice, por Jake Pushinsky e Heidi Scharfe
Making Waves: The Art of Cinematic Sound, por David J. Turner e Thomas G. Miller

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO | SMALL SCREEN:
Bathtubs Over Broadway, por Dava Whisenant
Leaving Neverland, por Jules Cornell
Sequestrada à Luz do Dia, por James Cude
What’s My Name: Muhammad Ali, por Jake Pushinsky

Foto: Merrick Morton/20th Century Fox.

26º SAG Awards: conheça os indicados

por: Cinevitor

parasitasagawardsLee Sun Gyun e Cho Yeo-jeong em Parasita, de Bong Joon-Ho.

O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos divulgou nesta quarta-feira, 11/12, os indicados ao 26º Screen Actors Guild Awards, também conhecido como SAG Awards. O anúncio foi realizado pelas atrizes America Ferrera e Danai Gurira, acompanhadas por Gabrielle Carteris, presidente do SAG-AFTRA (Screen Actors Guild‐American Federation of Television and Radio Artists); JoBeth Williams, presidente do Comitê do SAG Awards; e Elizabeth McLaughlin, membro do Comitê.

O prêmio, que elege os melhores atores da TV e do cinema, é considerado uma prévia para o Oscar, já que seus vencedores quase sempre acabam levando a estatueta dourada para casa. Nesta 26ª edição, o ator Robert De Niro será homenageado com o SAG Life Achievement Award pelo conjunto da obra.

O SAG Awards 2020 acontecerá no dia 19 de janeiro, em Los Angeles, e o apresentador da cerimônia ainda não foi anunciado.

Confira a lista com os indicados ao 26º SAG Awards nas categorias de cinema:

MELHOR ELENCO:
Era Uma Vez em… Hollywood
Jojo Rabbit
O Escândalo
O Irlandês
Parasita

MELHOR ATOR:
Adam Driver, por História de um Casamento
Christian Bale, por Ford vs Ferrari
Joaquin Phoenix, por Coringa
Leonardo DiCaprio, por Era Uma Vez em… Hollywood
Taron Egerton, por Rocketman

MELHOR ATRIZ:
Charlize Theron, por O Escândalo
Cynthia Erivo, por Harriet
Lupita Nyong’o, por Nós
Renée Zellweger, por Judy
Scarlett Johansson, por História de um Casamento

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Al Pacino, por O Irlandês
Brad Pitt, por Era Uma Vez em… Hollywood
Jamie Foxx, por Luta por Justiça
Joe Pesci, por O Irlandês
Tom Hanks, por Um Lindo Dia na Vizinhança

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Jennifer Lopez, por As Golpistas
Laura Dern, por História de um Casamento
Margot Robbie, por O Escândalo
Nicole Kidman, por O Escândalo
Scarlett Johansson, por Jojo Rabbit

MELHOR EQUIPE DE DUBLÊS:
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood
Ford vs Ferrari
O Irlandês
Vingadores: Ultimato

Foto: Divulgação.

Cinema Audio Society anuncia os indicados ao 56º CAS Awards

por: Cinevitor

rocketmanCASTaron Egerton interpreta Elton John em Rocketman.

A Cinema Audio Society é uma organização filantrópica e sem fins lucrativos, que foi fundada em 1964 com o objetivo de compartilhar informações entre os profissionais de som da TV e do cinema. Como de costume, todos os anos realiza uma premiação para eleger a melhor mixagem de som em produções televisivas e cinematográficas.

Ao longo dos anos, filmes vencedores do CAS Awards também foram premiados no Oscar, como: Gravidade, Os Miseráveis, A Invenção de Hugo Cabret e Bohemian Rhapsody. Os vencedores do Cinema Audio Society Awards 2019 serão anunciados no dia 25 de janeiro, em Los Angeles, em cerimônia apresentada pela atriz Kirsten Vangsness.

Conheça os indicados ao 56º CAS Awards nas categorias de cinema:

MELHOR MIXAGEM DE SOM | LONGA-METRAGEM:
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood
Ford vs Ferrari
O Irlandês
Rocketman

MELHOR MIXAGEM DE SOM | ANIMAÇÃO:
Abominável
Como Treinar o Seu Dragão 3
Frozen 2
O Rei Leão
Toy Story 4

MELHOR MIXAGEM DE SOM | DOCUMENTÁRIO:
Apollo 11
Echo in the Canyon
Making Waves: The Art of Cinematic Sound
Miles Davis: Birth of the Cool
Woodstock: Three Days That Defined a Generation

Foto: David Appleby/Paramount Pictures.