Cena do curta Tão Bonita que Tão Medonha, realizado por alunos da Oficina Documentando.
A sexta edição da Mostra de Cinema Poesia na Tela acontecerá entre os dias 21 e 23 de abril, em formato on-line e gratuito, com 33 títulos selecionados, entre longas, médias e curtas-metragens. É a primeira vez que o evento será realizado de forma remota, por conta da pandemia de Covid-19. As outras edições foram realizadas no município de Tabira, sertão pernambucano.
Para selecionar os filmes, que serão disponibilizados via streaming no site, a curadoria levou em consideração três aspectos: filmes que tenham ligação com a poesia; que documentam vida de poetisas e poetas; ou são inspirados em poesia das pessoas do Sertão do Pajeú.
Todos os filmes foram realizados no Sertão do Pajeú; exceto Mateus, de Dea Ferraz, que foi feito na Zona da Mata de Pernambuco e foi selecionado por ter como uma das protagonistas a homenageada do evento, a atriz Odília Nunes. Os filmes estão divididos em quatro mostras, entre elas, a de longas-metragens com dois trabalhos; um deles é Bem Virá, de Wilma Queiroz, de Afogados da Ingazeira, primeiro longa dirigido por uma mulher no sertão.
Na mostra Poesia para Todas as Telas, filmes que têm ligação com a poesia feita na região ou documentam a vida de poetisas e poetas ganham destaque. Na mostra Do Pajéu para Todas as Telas, a seleção traz obras que foram produzidas no Sertão do Pajeú. “Tem filmes que são autorais, mas também selecionamos produções oriundas de oficinas audiovisuais que estiveram na programação de eventos parceiros realizadas no sertão”, explica o coordenador da Mostra, Devyd Santos.
Nesta edição, o Poesia na Tela presta homenagem a uma artista natural do sertão do Pajeú, que é símbolo da pluralidade cultural e da busca pela democratização do acesso à arte: Odília Nunes, atriz de teatro e cinema, diretora teatral, dramaturga, cordelista e produtora cultural. Ela nasceu em São José do Egito e foi criada em Tuparetama, onde começou sua carreira artística aos onze anos, em uma companhia de teatro local, na qual atuou por alguns anos seguindo depois para Petrolina. Em 2005, teve seu primeiro solo de teatro, com a criação de Decripolou Totepou, que além de ter sido apresentado em festivais e eventos de diversas cidades do Brasil, Espanha, Portugal e Chile, marca o início do projeto De Povo em Povo, responsável por levar apresentações teatrais a comunidades rurais do Nordeste.
No cinema, sua carreira teve início em 2014, com o curta-metragem documental Mateus, dirigido por Dea Ferraz, que se tornou longa-metragem em 2018. Seus mais recentes trabalhos são: a série Entre Rios – Rio Pajeú, que está em fase de finalização, e o filme Cordelina, de Jaime Guimarães. Além disso, Odília realiza o projeto No Meu Terreiro tem Arte, os festivais Chama Violeta e Palhaçada é Coisa Séria, que integram teatro, circo e música e acontecem na comunidade do Minadouro, em Ingazeira, onde atualmente a atriz mora. Esses dois últimos festivais foram criados para comemorar o aniversário de cada uma das filhas, Violeta e Helena, respectivamente.
Além dos filmes, a programação da Mostra traz também atividades paralelas. Três formações virtuais foram oferecidas para o público nesta sexta edição: Oficina Documentando, ministrada por Marlom Meirelles; Poema em Movimento: Os Caminhos da Videopoesia, com Eva Jofilsan; e Um Passeio pela Poesia Pajeuzeira, com Dulce Lima e Dedé Monteiro.
Conheça os filmes selecionados para a 6ª Mostra de Cinema Poesia na Tela:
MOSTRA LONGAS-METRAGENS
O Bem Virá, de Uilma Queiroz O Silêncio da Noite é que Tem Sido Testemunha das Minhas Amarguras, de Petrônio Lorena
MOSTRA HOMENAGEADA ODÍLIA NUNES
Caldeirão dos Bois, de Carol Virgulino Entre Rios, de João Lucas Melo Mateus, de Dea Ferraz Rio Feiticeiro, de Alexandre Alencar
POESIA PARA TODAS AS TELAS
4 Kordel, de Lírio Ferreira As Severinas – 10 Anos, de Eduardo Crispim Bom Dia, Poeta – Uma Terra Encantada de Mundo, de Alexandre Alencar Coco Moleque – Em Canto e Poesia, de Carol Correia Leonardo Bastião, o Poeta Analfabeto, de Jefferson Sousa Maria, de Carol Correia Não Tem Só Mandacaru, de Tauana Uchôa Poetas do Pajeú pela Democracia, de Oficina Documentando Pra Tocar os Dias, de Oficina Documentando Sala de Reboco, de Ana Célia Gomes Tabira em Poesia, de Direção Coletiva Produção Audiovisual Tem Criança no Repente, de Eduardo Crispim
DO PAJEÚ PARA TODAS AS TELAS
#turismo_selvagem, de Oficina Cine Sesi Cultural A Hora do Tabaqueiro, de Direção Coletiva Oficina Sesc Candidatas, de Bruna Tavares e William Tenório Carta para o Futuro, de Bruna Tavares e William Tenório Chão Duro – A Dobra, de Graciela Guarani e Alexandre Pankararu Cine S. José, de William Tenório Corisco – Radiola Serra Alta, de Direção Coletiva Oficina Videoclipe Experimental Desyrrê, de Oficina Documentando Lampião e o Fogo da Serra Grande, de Anildomá Willans de Souza Memórias Submersas, de William Tenório Novo Mundo, de Bruna Tavares e William Tenório O Mistério da Emafv, de Oficina Cinecrionçada Papo Amarelo – O Primeiro Tiro, de Anildomá Willans de Souza Ser Mais que Cinza, de Daniel Figueiredo Tão Bonita que Tão Medonha, de Oficina Documentando Triunfo, de Oficina Cinemando
A diretoria da Biennale di Venezia anunciou nesta quinta-feira, 15/04, que o cineasta, ator e roteirista italiano Roberto Benigni receberá o Leão de Ouro honorário na 78ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontecerá entre os dias 1 e 11 de setembro. A homenagem foi proposta por Alberto Barbera, diretor do festival.
Em comunicado oficial, Benigni declarou: “Meu coração está cheio de alegria e gratidão. É uma imensa honra receber um reconhecimento tão importante do meu trabalho no Festival Internacional de Cinema de Veneza”.
Sobre a homenagem, Alberto Barbera disse: “Desde sua estreia, marcada por sua abordagem inovadora e irreverente das regras e tradições, Roberto Benigni se destaca no panorama das artes cênicas italianas como uma figura de referência inigualável e sem precedentes. Fazendo malabarismos com suas aparições em palcos teatrais, sets de filmagem e estúdios de televisão, cada vez com resultados surpreendentes, ele brilha em todos eles graças à sua exuberância e impetuosidade, seu jeito generoso com o público e a alegria apaixonada que talvez seja o mais original marca registrada de sua obra. Com um ecletismo admirável e sempre fiel à forma, ele é um dos atores de comédia mais extraordinários em uma galeria reconhecidamente rica de performers italianos; um diretor memorável que faz filmes extremamente populares; e, sua mais recente transformação, um dos mais conceituados performers e divulgadores da Divina Comédia, de Dante. Poucos artistas igualaram sua habilidade de combinar um timing cômico explosivo, que muitas vezes é acompanhado por uma sátira irreverente, com seu admirável talento como ator, a serviço de grandes diretores como Federico Fellini, Matteo Garrone e Jim Jarmusch, e como um envolvente e exegeta literário sofisticado”.
Roberto Benigni nasceu na Castiglion Fiorentino, uma comuna italiana da região da Toscana, em 27 de outubro de 1952. Começou sua carreira no início dos anos 1970 e logo se tornou um dos atores, diretores e roteiristas mais queridos e populares da Itália, conhecido e apreciado em todo o mundo.
Seu filme A Vida é Bela, que escreveu e dirigiu, recebeu o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, em 1998, e, em 1999, das sete indicações ao Oscar, foi premiado nas categorias de melhor filme estrangeiro, na qual concorreu com Central do Brasil, melhor ator para Benigni e melhor trilha sonora para Nicola Piovani. Com o mesmo filme, em 1999, foi premiado no SAG Awards e também no BAFTA por sua atuação. A Vida é Bela é o filme mais popular do cinema italiano com 9,7 milhões de espectadores.
Giorgio Cantarini e Roberto Benigni em A Vida é Bela.
Além dos quatro prêmios David di Donatello que ganhou com A Vida é Bela, Benigni também recebeu os prêmios David di Donatello por O Pequeno Diabo e Johnny Stecchino; o prêmio Nastro d’Argento, do Sindacato Nazionale Giornalisti Cinematografici Italiani, por Daunbailó, Johnny Stecchino e O Tigre e a Neve; e, recentemente, outro David di Donatello como melhor ator coadjuvante por sua interpretação de Geppetto, em Pinóquio, de Matteo Garrone. Em 2008, recebeu em Paris o César honorário. Em 2016, recebeu um Globo de Ouro italiano pelo conjunto de sua obra e, no ano seguinte, um David especial no David di Donatello Awards. Em 2020, foi premiado com o Prix Lumière pelo conjunto de sua obra.
Benigni também fez seu nome no cinema americano, atuando com diretores como Jim Jarmusch (Daunbailó; Uma Noite Sobre a Terra; e Sobre Café e Cigarros), Blake Edwards (O Filho da Pantera Cor-de-Rosa) e Woody Allen (Para Roma, com Amor).
Sua popularidade nas praças da Toscana o convenceu a se mudar para Roma. Seus primeiros sucessos foram no teatro de vanguarda e, mais tarde, em programas de TV. Em seguida, trouxe para o cinema um de seus próprios programas, Berlinguer ti voglio bene, dirigido por Giuseppe Bertolucci. Em seguida, destacou-se como protagonista de Chiedo asilo, de Marco Ferreri, e de Il minestrone, de Sergio Citti; participou de La Luna, de Bernardo Bertolucci, e Il pap’occhio, de Renzo Arbore. Além de ter protagonizado Daunbailó, de Jim Jarmusch, atuou em A Voz da Lua, de Federico Fellini, ao lado de Paolo Villaggio.
Benigni estreou como diretor na comédia Tu mi turbi, em 1983, e junto com Massimo Troisi dirigiu o popular Só Nos Resta Chorar, o primeiro de uma série de sucessos de bilheteria. Desde 1987, trabalha com Nicoletta Braschi, protagonista feminina em todos os seus filmes e cofundadora da empresa Melampo Cinematografica, que, a partir de então, passou a produzir todos os seus filmes.
Em 2005, o Presidente da Itália, Carlo Azeglio Ciampi, nomeou-o como Cavaleiro da Grã-Cruz da Ordem do Mérito da República Italiana; ele recebeu dez títulos honorários e muitos outros prêmios e reconhecimentos em todo o mundo.
Marcélia Cartaxo em Pacarrete: premiada e homenageada.
Foram anunciados nesta quarta-feira, 14/04, os vencedores do 47º Festival Sesc Melhores Filmes, que elege as melhores produções nacionais e estrangeiras na opinião da crítica especializada e do público. O mais longevo festival de cinema de São Paulo terá, pelo segundo ano, uma programação especial em formato on-line por conta da pandemia de Covid-19.
Nesta edição, os premiados foram anunciados virtualmente. A transmissão ao vivo da cerimônia aconteceu no canal do CineSesc no YouTube com apresentação do ator Silvero Pereira, premiado por Bacurau no ano passado. Alguns dos vencedores também marcaram presença no evento on-line, como Bárbara Paz, Allan Deberton, Geraldo Sarno, Juan Paiva, entre outros. Antes da cerimônia, os jornalistas e críticos de cinema Cunha Júnior, Duda Leite e a cineasta Renata Martins aqueceram a premiação comentando sobre os filmes de destaque de 2020.
Depois da premiação, o público foi contemplado com uma exibição única e especial de Valentina, dirigido por Cássio Pereira dos Santos e premiado em diversos festivais. O longa, protagonizado por Thiessa Woinbackk, conta a história de uma menina trans e sua mãe que se mudam para uma pequena cidade, mas rapidamente enfrentam dilemas quando a escola local exige a assinatura da mãe e do pai para se matricular.
De 15 de abril a 5 de maio, a equipe do CineSesc preparou um recorte com alguns dos filmes mais votados e também sessões especiais de clássicos premiados em edições passadas. O público poderá ver e rever os títulos na plataforma Sesc Digital, que estarão disponíveis por 24h, uma semana ou até o término do festival. Clique aqui e confira a programação completa.
Neste ano, o festival apresenta também uma homenagem à atriz brasileira Marcélia Cartaxo, com a exibição dos filmes A História da Eternidade(2015), de Camilo Cavalcante, e A Hora da Estrela (1985), de Suzana Amaral. A programação traz também Na Faixa Especial Abril Indígena, com os filmes brasileiros Serras da Desordem (2006), de Andrea Tonacci, e Martírio, (2017), de Vincent Carelli, Tatiana Almeida e Ernesto de Carvalho. O projeto Abril Indígena integra o Programa Diversidade Cultural do Sesc São Paulo, que aborda questões relativas aos povos originários, com objetivo de valorizar e difundir a diversidade cultural no Brasil.
Completa a programação do festival, uma série de atividades paralelas com pensadores e profissionais do cinema que se reúnem para debater temas importantes e atuais na sociedade e no audiovisual, nos encontros on-line. O CineSesc ainda oferece um curso prático gratuito sobre podcasts de cinema.
Os filmes são escolhidos democraticamente por meio de votação, dividida entre público e júri especializado, composto por críticos e jornalistas de todo o Brasil; participaram da votação desta edição 176 produções. Neste ano, foram contabilizados mais de 4 mil votos do público, além da votação de 184 críticos, entre eles, Vitor Búrigo, aqui do CINEVITOR.
Conheça os vencedores do 47º Festival Sesc Melhores Filmes:
FILMES BRASILEIROS | PÚBLICO
Melhor Filme: Pacarrete, de Allan Deberton Melhor Documentário: Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz Melhor Ator: Juan Paiva, por M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida Melhor Atriz: Marcélia Cartaxo, por Pacarrete Melhor Direção: Jeferson De, por M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida Melhor Roteiro: Pacarrete, escrito por Allan Deberton, André Araújo, Natália Maia e Samuel Brasileiro Melhor Fotografia: Pacarrete, por Beto Martins
FILMES BRASILEIROS | CRÍTICA
Melhor Filme: Pacarrete, de Allan Deberton Melhor Documentário: Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz Melhor Ator: Irandhir Santos, por Fim de Festa Melhor Atriz: Marcélia Cartaxo, por Pacarrete Melhor Direção: Geraldo Sarno, por Sertânia Melhor Roteiro: Pacarrete, escrito por Allan Deberton, André Araújo, Natália Maia e Samuel Brasileiro Melhor Fotografia: Sertânia, por Miguel Vassy
FILMES ESTRANGEIROS | PÚBLICO
Melhor Filme: Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma Melhor Ator: Willem Dafoe, por O Farol Melhor Atriz: Scarlett Johansson, por Jojo Rabbit Melhor Direção: Céline Sciamma, por Retrato de uma Jovem em Chamas
FILMES ESTRANGEIROS | CRÍTICA
Melhor Filme: Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma Melhor Ator: Willem Dafoe, por O Farol Melhor Atriz: Adèle Haenel, por Retrato de uma Jovem em Chamas Melhor Direção: Céline Sciamma, por Retrato de uma Jovem em Chamas
O Festival Sesc Melhores Filmes está em sua 47ª edição sendo o mais antigo e um dos mais tradicionais festivais de cinema de São Paulo. Criado em 1974, o festival oferece ao público a oportunidade de ver ou rever o que passou de mais significativo pelas telas da cidade no ano anterior ao evento.
Carlos Eduardo Ferraz e Mateus Maia no curta Os Últimos Românticos do Mundo.
Foram anunciados nesta quarta-feira, 14/04, os vencedores da Mostra Competitiva Brasil da 14ª edição do Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira. O júri, composto pela curadora e crítica de arte Fernanda Brenner, a documentarista, curadora e jornalista Flavia Guerra, a cineasta, curadora e produtora Graciela Guarani e a multiartista Linn da Quebrada, elegeu Os Últimos Românticos do Mundo, de Henrique Arruda, e Célio’s Circle, de Diego Lisboa, como os vendedores do Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2021.
As 31 obras selecionadas pelos curadores Jaqueline Beltrame, Dirnei Prates, Gustavo Spolidoro e Vinicius Lopes para a Mostra Competitiva Brasil foram avaliadas pelas juradas, que tiveram a missão de eleger o Grande Prêmio do 14º Cine Esquema Novo e mais cinco destaques, todos eles acompanhados de uma justificativa que explicita as razões da escolha.
As obras recebem o troféu assinado pelo artista Luiz Roque, além de R$ 10.000,00 em locação de equipamentos de luz e maquinária da Locall RS e R$ 10.000,00 em utilização dos serviços de infraestrutura de produção e pós-produção do TECNA, centro de Produção Audiovisual, um empreendimento do ecossistema do TECNOPUC. O prêmio será dividido entre os dois vencedores.
Devido ao sucesso desta edição on-line, a organização do 14º Cine Esquema Novo disponibilizará por mais três dias a possibilidade de o público assistir às obras deste ano, que ficarão no site até as 23h59 deste domingo, 18 de abril: “Diferente das edições fisicamente presenciais, e por conta do grande volume de conteúdos disponíveis através dos Cadernos de Artista, recebemos muitos pedidos do público que gostariam de mais tempo para apreciar as obras. Assim surgiu a ideia do Chorinho do CEN”, revela Jaqueline, que também é uma das fundadoras do festival, curadora das três mostras e coordenadora de produção do evento.
Conheça os vencedores do Cine Esquema Novo 2021:
MOSTRA COMPETITIVA BRASIL
GRANDE PRÊMIO 14º CINE ESQUEMA NOVO
Célio’s Circle, de Diego Lisboa (BA/SP) Os Últimos Românticos do Mundo, de Henrique Arruda (PE)
Justificativa do Júri:
Uma escolha que não divide, mas que complementa o olhar sobre o futuro que já é. Presente. “Principício” entre o início e o fim, ou o início do fim. Um mundo termina para que outro sonhado nasça. O mundo como o conhecemos já acabou muitas vezes. E ainda vai acabar tantas outras.
Se em Célio’s Circle o personagem-antena é atravessado por ondas, energias, discursos e um cotidiano duro e de esquecimento, em Os Últimos Românticos do Mundo os corpos são atravessados pela ideia de uma nova realidade construída segundo outros parâmetros. Uma onda rosa substitui um mundo que já demorou para desmoronar.
Em Célio’s Circle, a linguagem quase documental se une à experimentação de montagem e a uma construção engenhosa de um universo sonoro não diegético que não só enriquece mas constrói a própria narrativa.
Em Os Últimos Românticos do Mundo, a narrativa ressignifica e constrói uma nova linguagem a partir de símbolos gastos e já decodificados. Ao dar novos sentidos a eles, o filme propõe novos caminhos e possibilidades para o futuro presente. O primeiro romântico do mundo acena aos últimos.
PRÊMIO QUEBRA DE EIXO
Caminhos Encobertos, de Beatriz Macruz e Maria Clara Guiral (SP); Thiago Henrique Karai Jekupe e Victor Fernandes Karai Mirim (história original)
Justificativa do Júri:
Conduzida pelo som da mata, a câmera caminha junto com os jovens guaranis, Karai Mirim e Karai Jekupe, lideranças Guarani Mbyá da Terra Indígena Jaraguá em São Paulo. Por meio de um olhar coletivo, o filme reescreve e instaura uma narrativa orgânica e de respeito mútuo. Enquanto espectadores, nos tira do eixo, desestabiliza e desloca. O filme amplia o olhar. A inversão do eixo narrativo, tanto cinematográfico quanto histórico, é uma conquista para o cinema e audiovisual brasileiro.
PRÊMIO CONTRA-PLANO
Entre Nós e o Mundo, de Fabio Rodrigo (SP)
Justificativa do Júri:
O diretor lança um olhar afetivo e sagaz de um cotidiano que, via de regra, é retratado friamente pela mídia e pelas estatísticas. Revelando o seu próprio universo, o cineasta se implica na narrativa que conduz. Faz cinema de autor. Ao ser ao mesmo tempo o pássaro que bica e o pássaro que vê, redireciona o modo como vemos e nos movemos diante de um imaginário coletivo dado e instaurado, e, assim, nos aproxima.
PRÊMIO PERSPECTIVA
Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira (SP)
Justificativa do Júri:
O frescor do filme é resultado de um encontro coletivo de realizadores e realizadoras que, a partir das supostas fragilidades apontadas, constroem potência. Aquelas que são colocadas à margem, ocupam o centro da narrativa e o descentraliza. Irreverente, Perifericu descortina temas prementes do momento em que vivemos.
PRÊMIO FRICÇÃO
Atordoado, Eu Permaneço Atento, de Henrique Amud e Lucas H. Rossi dos Santos (RJ/SP)
Justificativa do Júri:
O filme estabelece uma disputa de narrativas. Retoma memórias e tensiona o presente a partir de um relato contundente e pessoal. O filme dá conta de um passado histórico traumático enquanto aponta seus reflexos e cicatrizes na atualidade. Quando se tem um presidente que enaltece a tortura, é ainda mais urgente que o cinema se comprometa em preservar a história de suas vítimas e os fatos, e revele as contradições que compõem a narrativa do país.
PRÊMIO REQUADRO
Ser Feliz no Vão, de Lucas H. Rossi dos Santos (RJ)
Justificativa do Júri:
Colagem caleidoscópica de imagem e som, o filme constrói um ensaio visual fragmentado sobre o racismo e como este se articula de maneira sofisticada e cruel em nosso imaginário. O filme revela um incômodo racial e de classe e, ao mesmo tempo, celebra a vida e a potência das negritudes por meio de sua montagem multifacetada.
Cena do curta Eu Te Amo, Bressan, de Gabriel Borges.
A terceira edição do FESTCiMM, Festival de Cinema no Meio do Mundo, acontecerá de forma totalmente on-line, por conta da pandemia de Covid-19, entre os dias 4 e 8 de maio com caráter independente, cultural e educacional com filmes nacionais e internacionais.
O evento traz olhares dos inúmeros meios e mundos espalhados pelo planeta; são filmes de diferentes países, estados e cidades. A programação traz reflexões e trocas entre realizadores, fomentando o cenário do audiovisual brasileiro e colocando o público em contato com obras de diversos países e estados brasileiros.
Além dos filmes, divididos em categorias competitivas e não competitivas, o FESTCiMM 2021 contará com debates, oficinas e webnários, assim como importantes premiações, entre elas, o Prêmio Seu Zé de melhor filme. A identidade visual deste ano é de Renan Bal-Heitz.
O time de curadores para esta terceira edição foi formado por: João Paulo Campos e Gustavo Maan na Mostra Brasil; Oliver Stiller na Mostra Internacional; Augusto Bozzetti na Mostra Animação; Amanda Ramos na Mostra Foco: Pernambuco; Caio Luiz na Mostra No Meio da Noite; e Ricardo Peres na Mostra de longas-metragens.
O Júri Oficial contará com Amanda Mansur, Breno César e Murilo Morais na Mostra Brasil; Thaiz Freitas, Georges Senga e Tommy Germain na Mostra Internacional; Gabi Etinger, Thais Scabio e Vinícius Neves na Mostra Animação; Fábio Rogério, Manuela Aguiar e Joel Caetano na Mostra No Meio da Noite; Clarissa Kuschnir, Diomédio Piskator e Cristiane Oliveira na Mostra Longa-metragem; Cely Farias, Dayane Teles e Raildon Lucena na Mostra Foco: Pernambuco; e Paula Valadares, Marcos Buccini e Renan Bal-Heitz no Prêmio Seu Zé de melhor cartaz.
Conheça os filmes selecionados para o 3º FESTCiMM:
MOSTRA BRASIL
4 Bilhões de Infinitos, de Marco Antônio Pereira (MG) A Escola é Nossa, de Othilia Balades (SP) Batom Vermelho Sangue, de R.B. Lima (PB) Drama Queen, de Gabriela Luiza (MG) Em Redor do Abismo, de Lucas Guerra (SP) Enterrado no Quintal, de Diego Bauer (AM) Eu Te Amo, Bressan, de Gabriel Borges Philippini (PR) Fazemos da Memória Nossas Roupas, de Maria Del-Vecchio Bogado (RJ) Inocentes, de Pedro Ferreira (PE) Jornada ao Trabalho, de Bruna Schelb Corrêa (MG) Mangue Branco, de Flávia K. Ventura (SP) Manual do Zueiro Sem Noção, de Joacélio Batista (MG/SP) Os Dias com Você, de Letícia Cristina (SP) Ser Feliz no Vão, de Lucas H. Rossi (RJ) Sonho de uma Noite de Tesão, de Sandro Garcia (RJ) Último Gás, de Duda Gambogi (MG) Videomemoria, de Aiano Bemfica e Pedro Maia de Brito (MG)
MOSTRA FOCO: PERNAMBUCO
Assum Preto, de Bako Machado (Arcoverde) Canudos em Minha Pele, de Rosa Amorim (Caruaru) Castainho: Saúde e Resistência Quilombola, de Wanessa Gomes e Paulo Sousa (Garanhuns) D-20 Vermelha, de Djaelton Quirino (Arcoverde) Memórias Submersas, de William Tenório (Afogados da Ingazeira) Nhandesy, de Graciela Guarani (Jatobá) O Som dos Pés, de Tayho Fulni-ô (Águas Belas) Pega-se Facção, de Thaís Braga (Caruaru) Reincidência, de Edvania Kehrle (Garanhuns) Vídeo-poema sobre Maternidade, de Amandine Goisbault (Paudalho)
MOSTRA ANIMAÇÃO
Como um Peixe Fora D’água, de Arthur Lombriga (BA) Exterminador, de Gabriel Palmieri e Gustavo Hikaru (SP) Histórias Migratórias, de Camila Santos e Claudia Erika (SP) Indefinido, de Larissa Lisboa (AL) Irreflect, de Aline dos Santos Silva (SP) Lacrimosa, de Matheus Heinz (RS) Magnética, de Marco Arruda (RS) Maria Quitéria Honra e Glória, de Antonio Silva (BA) Mata, de Ian Campos (RJ) Mãtãnãg, A Encantada, de Shawara Maxakali e Charles Bicalho (MG) Missão Berço Esplêndido, de Joel Caetano (SP) Nimbus, de Marcos Buccini (PE) Nós, de David Francisco dos Santos (RJ) Nunca Mais Me Vi, de Demerson Souza (SP) Rasga Mortalha, de Thiago Martins de Melo (MA) Redundância, de Wayner Tristao (BA) Rubinata, de Maurício Squarisi (SP) Tom, de Felippe Steffens (RS) Transição, de Ian Rocha (MG) Vento Viajante, de Alunos do Projeto Animação Ambiental/IMA, Escolas Municipais de Icapuí (CE)
LONGA-METRAGEM
21 Mão na Cabeça, de Luan Cardoso e Milton Allencar Jr (RJ) A Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha, de Pablo Guelli (SP) Ménage, de Luan Cardoso (SP) Para Miguel, com Amor, de Daniel Neves (SP) Quantos Eram pra Tá?, de Vinícius Silva (SP) Selvagem, de Diego da Costa (SP)
MOSTRA INTERNACIONAL
Anagnorisis, de Arturo Dueñas Herrero (Espanha) Death Offers Life – Last Moments of Vincent Van Gogh, de Saheer Abbas (Índia) Decline, de Jose Leon (Espanha) Kukli, de Shyama Sundar Majhi (Índia) Letter to my mother, de Amin Maher (Irã) Mariam, de Dana Durr (Palestina) Snake Oil, de Remy Archer (Reino Unido) Stimuli, de Kaan Orgunmat (Suécia)
MOSTRA NO MEIO DA NOITE
Amanhã Estaremos em Casa, de Ana Silvia Ferreira (SC) Antônia, de Flávio Carnielli (SP) Contato, de Lorrana Flores e Murilo.JPEG (GO) Coronavídeo, de Alek Lean (RJ) Enquanto Eu Respirar, de Thiago Beckenkamp (RS) Janaína Sem Cabeça, de Bruna Schelb Corrêa (MG) Miragem, de Bruna Guido (PB) Nu Escuru, de Guilherme Telli (SP) O Conto da Perda, de Ângela Coradini (MT) O Cozinheiro do Diabo, de Henrique Linhales Rangel (RJ) O Prazer de Matar Insetos, de Leonardo Martinelli (RJ) Tumbaká, de Fabinho Santinho (SP)
Foram anunciados nesta terça-feira, 13/04, os vencedores do CDG Awards, premiação anual realizada pelo Costume Designers Guild, que elege os melhores figurinos da TV e do cinema. Fundado em 1953, o Sindicato de Figurinistas começou com um grupo de 30 pessoas e hoje conta com quase 900 membros.
Por conta da pandemia de Covid-19, a cerimônia de premiação aconteceu em formato on-line e foi apresentada pela atriz Lana Condor. Também participaram do evento virtual: Rose Byrne, Ilana Glazer, Leslie Odom Jr., Andra Day, O. T. Fagbenle, Nicola Coughlan, Regina King, Amanda Seyfried, Carey Mulligan e Emerald Fennell.
Nesta 23ª edição, duas importantes mulheres do entretenimento foram homenageadas com o Distinguished Collaborator Award: Shonda Rhimes e Betsy Beers, produtoras e parceiras de longa data. Em comunicado, Salvador Perez, presidente do Sindicato, disse: “Ao longo dos anos, as duas criaram momentos de definição cultural para a TV com o apoio de colegas colaboradores e figurinistas. Não podíamos pensar em nenhuma outra dupla mais merecedora deste prêmio”. A dupla é responsável por grandes sucessos, como: Grey’s Anatomy, Private Practice, Bridgerton, How to Get Away with Murder, entre outros.
Além dos filmes premiados, produções televisivas também foram consagradas, como: Schitt’s Creek, O Gambito da Rainha, Westworld e o filme para TV, Hamilton.
Conheça os vencedores do Costume Designers Guild Awards 2021 nas categorias de cinema:
EXCELÊNCIA EM FILME CONTEMPORÂNEO Bela Vingança, por Nancy Steiner
EXCELÊNCIA EM FILME DE ÉPOCA A Voz Suprema do Blues, por Ann Roth
EXCELÊNCIA EM FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU FANTASIA Mulan, por Bina Daigeler
Destaque na programação: cena do filme Roberto Carlos em Ritmo de Aventura.
Em comemoração aos 80 anos de Roberto Carlos, o Canal Brasil homenageará o cantor na próxima segunda-feira, 19/04. A partir das 15h15, vão ar, em sequência, os filmes da trilogia dirigida por Roberto Farias e protagonizada pelo artista, ídolo da música jovem brasileira: Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968), Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa(1970) e Roberto Carlos a 300 km por Hora (1971).
Considerado o rei da música romântica, Roberto Carlos foi o líder do movimento da Jovem Guarda nos anos 1960 e até hoje é considerado um dos maiores nomes da música brasileira. Os clássicos filmes de Farias acompanham o Rei em seus últimos dias de roqueiro irreverente.
Roberto Carlos em Ritmo de Aventura mostra o cantor tendo que interromper filmagens de um longa, ao ser perseguido por uma quadrilha internacional que quer levá-lo aos EUA; o filme inclui a interpretação de sucessos como Eu sou terrível, Como é grande o meu amor por você e Só vou gostar de quem gosta de mim. Em seguida, Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa narra as aventuras do trio da Jovem Guarda, Wanderléa, Roberto e Erasmo Carlos, para manter um pergaminho com a localização de um valioso diamante fora das garras de um vilão. A mostra termina com Roberto Carlos a 300 km por Hora, no qual o cantor interpreta um piloto de corridas.
Saiba mais sobre os filmes da Mostra Roberto Carlos 80 anos:
Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968) *Segunda, 19/04, às 15h15
Direção: Roberto Farias Elenco: Roberto Carlos, Reginaldo Faria, Rose Passini, José Lewgoy, David Cardoso, Márcia Gonçalves. Reapresentações: terça, dia 20/04, às 10h50; sábado, dia 24/04, às 4h50
Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa (1970) *Segunda, 19/04, às 16h55
Direção: Roberto Farias Elenco: Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wanderléa, José Lewgoy, Paulo Porto, Marly de Fátima, Glauce Rocha. Reapresentações: quarta, dia 21/04, às 10h50; domingo, dia 25/04, às 4h50
Roberto Carlos a 300km por Hora (1971) *Segunda, 19/04, às 18h30
Direção: Roberto Farias Elenco: Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Raul Cortez, Flávio Migliaccio, Otelo Zeloni, Reginaldo Faria, Walter Forster, Cristina Martinez, Libânia Almeida, Mário Benvenutti. Reapresentações: quinta, dia 22/04, às 10h45; segunda, dia 26/04, às 4h50
José Dumont no longa Rosa Tirana, de Rogério Sagui.
A 11ª edição do CINEFANTASY – Festival Internacional de Cinema Fantástico acontecerá entre os dias 16 e 29 de abril, em formato on-line, na plataforma Belas Artes à La Carte com acesso em todo território nacional. A seleção conta com mais de 150 filmes, de 70 países, se consolidando como o maior e principal festival brasileiro de cinema fantástico.
A programação desta edição apresenta 15 mostras competitivas, sendo 2 mostras de longas-metragens, documentário e ficção, e 13 mostras de curtas-metragens, divididas pelos temas Horror, Ficção Científica, Fantasteen, Fantasia, Estudante, Brasil Fantástico, Amador, Pequenos Fantásticos, Espanha Fantástica e Animação, além do pioneirismo mundial do gênero fantástico nas mostras Mulheres Fantásticas, Fantástica Diversidade e a novidade deste ano, a mostra Fantastic Black Power.
Todos os títulos das mostras competitivas concorrem ao Troféu José Mojica Marins. Os filmes brasileiros vencedores são indicados para o disputado Prêmio FANTLATAM, premiação internacional da Alianza Latinoamericana de Festivales de Cine Fantastico e o Prêmio Tanu Distribuicion, com distribuição por um ano do filme em festivais da América Latina. Os curtas concorrem ainda ao Prêmio CTav com kit Black Magic e lentes por até 15 dias.
A sessão de abertura acontece na sexta-feira, 16/04, com o aguardado longa Horror Noire: A História do Horror Negro, dirigido por Xavier Burgin. O documentário foi baseado no livro Horror Noire: Blacks in American Horror Films from the 1890s to Present, escrito pela Dra. Robin R. Means Coleman, que mergulha em um século de filmes de gênero e mostra a história dos negros no cinema, a sua presença (ou ausência) nos filmes de terror.
O cineasta Neville D’Almeida, um dos maiores ícones do cinema nacional, é o grande homenageado desta edição. O festival presta uma homenagem aos 80 anos do diretor, que é responsável por recordes de bilheterias com os filmes A Dama do Lotação, Matou a Família e Foi ao Cinema, Navalha na Carne, entre outros sucessos. O evento apresenta uma retrospectiva e uma entrevista exclusiva.
Além dos lançamentos e estreias nacionais e internacionais, o festival promove uma série de atividades formativas, que incluem debates e bate-papos transmitidos pelas redes sociais do evento, além de workshop e um curso com certificado de participação. As atividades acontecem em formato on-line e gratuitas.
O time de curadores deste ano foi formado por: Ana Paula Nogueira na mostra Mulheres Fantásticas; Celso Duvecchi na mostra Fantástica Diversidade; Clara Lobo na Pequenos Fantásticos; Donny Correia na mostra Estudante; Eduardo Santana nas mostras Documentários (longa-metragem) e Horror (curta-metragem); Emanuela Siqueira na mostra Fantasia; Euller Felix na mostra Amador; Filippo Pitanga na mostra de longas; Hsu Chien na mostra Animação; Kátia Coelho na Brasil Fantástico; Kátia Nascimento na Espanha Fantástica; Monica Trigo na mostra Fantasteen; Queops Negronski na mostra Fantastic Black Power; e Sabrina da Paixao na mostra de ficção científica.
Os jurados desse ano serão: Celso Sabadin, Cavi Borges e Lina Chamie na mostra de longas documentais; Claudia Ruiz, Emilio Bustamante e Leopoldo Muñoz na mostra de longas de ficção; Ivo Costa, Maria Izabel Casanovas e William Cristiano na mostra Amador; Marta Russo, Matheus Rufino e Otavio Moulin na mostra Animação; Bertrand Lira, Francisco Gaspar e Ingrid Soares na mostra Brasil Fantástico; Alejandro Yamgotchian, Juan Lozano e Tatiana Lechner Quiroga na mostra Espanha Fantástica; Filipe Falcão, Marciel Consani e Tamires Serket na mostra Estudante; Aryanne Ribeiro, Eduardo Nasi e Renato Chocair na mostra Fantasia; Clarissa Vieira, Juliana Lima e Lobo Mauro na mostra Fantastic Black Power; Celso Curi, Marcio Rosario e Paula Ferreira na mostra Fantástica Diversidade; Julia Maria, Lucia Caus e Chan Suan na mostra Fantasteen; Alfredo Suppia, Getro e Susan Kalik na mostra Ficção Científica; Bruno Carmelo, Helena Albergaria e Marcos Debrito na mostra Horror; Ana de Hollanda, Maria Clara Spinelli e Tati Regis na mostra Mulheres Fantásticas; e Daniella Peneluppi, Lilian Trigo e Mayra Alarcón na mostra Pequenos Fantásticos.
Conheça os filmes selecionados para a 11ª edição do CINEFANTASY:
LONGAS-METRAGENS | FICÇÃO
Amigo, de Óscar Mártin (Espanha) Como Vivem os Bravos, de Daniell Abrew (Brasil) Coração Dilatado (Bloodshot Heart), de Parish Malfitano (Austrália) Mãe, Sou Amiga de Fantasmas (Mom, I Befriended Ghosts), de Sasha Voronov (República Tcheca) Os Guardiões do Tempo (The Time Guardians), de Alexey Telnov (Rússia) Playdurizm, de Gem Deger (República Tcheca) Porcelana (Porcelain), de Jenneke Boeijink (Holanda) Post-Mortem, de Péter Bergendy (Hungria) Ravina (Hasadék), de Balázs Krasznahorkai (Hungria) Rodson ou (Onde o Sol Não Tem Dó), de Cleyton Xavier, Clara Chroma e Orlok Sombra (Brasil) Rosa Tirana, de Rogério Sagui (Brasil) Sayo, de Jeremy Rubier (Canadá) Voltei!, de Ary Rosa e Glenda Nicácio (Brasil)
DOCUMENTÁRIOS
A Senhora que morreu no Trailer, de Alberto Camarero e Alberto de Oliveira (Brasil) A Vingança de Jairo (La Venganza de Jairo), de Simon Hernandez (Colômbia) Horror Noire: A Representação Negra no Cinema de Terror (Horror Noire: A History Of Black Horror), de Xavier Burgin (EUA) Morgana, de Isabel Peppard e Josie Hess (Austrália) Narrativas do Pós, de Graubi Garcia e Jairo Neto (Brasil) O Alvorecer de Kaiju Eiga (The Dawn Of Kaiju Eiga), de Jonathan Bellés (Espanha) O Psicopata, Crônica de um Caso Não Solucionado (El Psicópata, Crónica de un caso sin resolver), de Estefanie Céspedes (Costa Rica)
CURTAS-METRAGENS | BRASIL FANTÁSTICO
Mãtãnãg, A Encantada, de Shawara Maxakali e Charles Bicalho (MG) Não Subestime, de Lipe Veloso (MG) No Verso tem um Céu, de Jonta Oliveira (SE) Nu Escuru, de Guilherme Telli (SP) O Balido Interno, de Eder Deó (PE) O Quebra-Cabeças da Lagoa, de Jorge F. S. Neto (SP) Passarinho, de Vinícius Pessoa (BA)
CURTAS-METRAGENS | PEQUENOS FANTÁSTICOS
A Busca de Willy, de Gabriel Gardiman e Caio Alves (Brasil) A Vida Secreta das Galinhas, de Juliana Lino Paranhos (Brasil) Digestão (Digestion), de Annabelle Tamic, Sarah Erzen, Chloé Musa, Édouard Delfosse e Louis Lukasik (França) Fresquinho e Saboroso (Fresh & Tasty), de Hsin-Hui Wang (Austrália/Taiwan) Gashapon, de Wei-Han Huang (Taiwan) Latitude de Primavera (Latitude du Printemps), de Sylvain Cuvillier, Chloé Bourdic, Théophile Coursimault e Noémie (França) Livre-se, de Matheus Rodrigues Lopes e Vinicius Alves de Lima (Brasil) Microtopia, de Audrey Defonte, Denis Koessler, Philip Gonçalves, Alexandre Terrier, Pierre Duhem e Achille Bauduin (França) O Efeito em Cadeia (The Knock On Effect), de Yu-Wen Wang (Taiwan) Om, de Gabriela Fernández (Argentina) Se a Vida te der um Anzol, de Uli Dile (Brasil) Tédio (Ennui), de Timothey Delhaize, Alexis Maerten-Lammin, Gabriel Richaud e Aurélia Tron (França)
CURTAS-METRAGENS | MULHERES FANTÁSTICAS
Diaba (Diabla), de Ashley George (EUA) Eu Matei o Pelacara (Yo Maté Al Pelacara), de Andrea Eslava e Adeliz Ramos (Peru) Eu Tenho o Blues (J’ai Le Cafard), de Maysaa Almumin (Kuwait/Qatar) Iridescente (Iridescent), de Elena Aguilar (Costa Rica) M1das, de Razan Takash (Emirados Árabes) Minha Amada Virgínia, de Bianca Mansur e Liara Belmira (Brasil) Rong, de Indira Iman (Indonésia) Uma Conversa Com E (A Conversation With E), de Esabella Strickland, Taylor Mitchell e Skylar A (Canadá)
CURTAS-METRAGENS | HORROR
Caninos (Canines), de Abel Danan (França) Fantasma Magnético, de Rafael Van Hayden (Brasil) Juntos (Together), de Neal Dhand (República Tcheca) Matilha (Jauría), de Miguel Vazquez (Argentina) Minimamente Invasivo (Minimally Invasive), de Adam Harvey (Nova Zelândia) O Matar de uma Criança (The Killing Of a Child), de Kim Kokosky Deforchaux (Holanda) Snake Dick, de David Mahmoudieh (EUA) Sonhos Sombrios (Dark Dreams), de Jeremie Sery (França)
CURTAS-METRAGENS | FICÇÃO CIENTÍFICA
B-52, de Flavio Nani (Itália) Cronovirus, de Martin Fox Douglas (Argentina) Eu quero Acreditar, de Lucas Hossoe e Luiz Fernando Coutinho (Brasil) Flashback, de Fumiya Yoshida (Japão) Habitat, de Jaime A. Calachi (Espanha) Idi, de Neo Apelian (Emirados Árabes) O Criador (The Creator), de Sergiy Pudich (Ucrânia) O Homem da Reciclagem (The Recycling Man), de Carlo Ballauri (Itália) O Pastor (The Shepherd), de Ilya Plyusnin (Rússia)
CURTAS-METRAGENS | FANTÁSTICA DIVERSIDADE
Eco (Echo), de Gilberto David Vázquez Gómez (Porto Rico) Emaranhado (Tangled), de M. Noe (Mianmar) Fresa (Freza), de Anna Melnikova (Rússia) Homem ao Mar, de Gabriel Ávila (Brasil) Madeira (Wood), de Yasin Zohrabi (Irã) Mãos e Asas (Hands and Wings), de Byun Sungbin (Coreia do Sul) Primeiro Carnaval, de Alan Medina (Brasil)
CURTAS-METRAGENS | FANTASTIC BLACK POWER
Aluga-se, de Kauan Oliveira e Bruno Grigati (Brasil) Capécia, de Állan Maia (Brasil) Egum, de Yuri Costa (Brasil) Encaixotado (Boxed), de Wanjiru Njendu (EUA) Nata, de Erik Ely (Brasil) Ninguém Chora por Mim, de Victor Xavier (Brasil) Onipresente (Omnipresent), de Abel Mekasha (Etiópia) Paloma, de Alex Reis (Brasil) Perdida (Stray), de Wanjiru Njendu (EUA) República, de Grace Passô (Brasil)
CURTAS-METRAGENS | FANTASTEEN
A Substituta (The Substitute), de Malibu Taetz (Canadá) Anatidaephobia, de Alon Newman (Israel) Colheita de Safras (Siega de Mieses), de Carles Abad Tent (Espanha) Cuco! (Cuckoo!), de Jörgen Scholtens (Holanda) Jamary, de Begê Muniz (Brasil) Jeijay, de Petra Stipetic e Maren Wiese (Alemanha) Poço (Pozo), de Diego Puertas (Espanha) Tina, de Estela Cruz (Espanha) Um dos Seus (One of Their Own), de Allen Colombo (EUA)
CURTAS-METRAGENS | ESTUDANTE
70%, O Filme, de Zefel Coff (Brasil) Contraços, de Ralph Campos e Renan Collier (Brasil) Invasores Espaciais, de Diogo D’Melo (Brasil) Irã, de Iferrdo (Brasil) Onírico, de Cassiano G. Zanella (Brasil) Os Retratos, de Amanda J. Campos, Juliana Naomi Eda e Vit Duarte (Brasil) Um Breve Estado de Ser Humano, de Lucas Calegari Bastos (Brasil) Um Sonho de Lorenzza Fior, de Íris Chadi (Brasil) Verão Sangrento, de Thuanny Lourette (Brasil) Zumbi Social, de João Victor Oliveira Silva (Brasil)
CURTAS-METRAGENS | FANTASIA
2030, de Julio Urbano (Brasil) A Triste Vida do Mágico (La Triste Vita del Mago), de Francesco d’Antonio (Itália) Ao Fim da Noite (At the end of the night), de Juan Camilo Gonzalez Castellanos (Colômbia) Dinossaurite, de Rafael de Campos (Brasil) Ernesto, de Javier Fortuny (Argentina) Morcegos na Noite (Bats in the night), de Moreno Cabitza (Suíça) Toque Poderoso (Big Touch), de Christopher Tenzis (EUA)
CURTAS-METRAGENS | ESPANHA FANTÁSTICA
Apanhador de Sonhos (Dreamcatcher), de Jorge Guerrero Continua Aí? (¿Sigues Ahí?), de Mónica Zamora Conversas com um Macaco (Conversaciones con un Mono), de Grojo Monstro (Monster), de Jaime Olías Plantas, Monstros e Rock&roll (Plantas, Monstruos y Rock&roll), de Edu Marín Rostos (Faces), de Iván Sáinz-Pardo Unidas, de Alberto Cardenas
CURTAS-METRAGENS | MOSTRA ANIMAÇÃO
A Incrível Vacina do Dr. Dickinson (La Increíble Vacuna Del Dr. Dickinson), de Alex Rey (Espanha) Alice, de Aleksey Sukhov (Rússia) Covid-19 Zeitgeist-20, de Eddie Silva (Brasil) Cuidado com a Cuca, de Maria Luiza Correa e Liara Belmira (Brasil) Nunca Mais me Vi, de Demerson Souza e Laysla Brigatto (Brasil) Quarentena, de Emerson Wiskow (Brasil) Rasga Mortalha, de Thiago Martins de Melo (Brasil) Ratos Corajosos (Ratones Intrépidos), de Sara García Gómez e Miriam García Gómez (Espanha) Resta Um (One Left), de Sebastian Doringer (Áustria) Vermelho. A Cor Interior (Red. The Color Within), de William Javier La Portilla Medrano (Peru)
CURTAS-METRAGENS | MOSTRA AMADOR
À Beira do Gatilho, de Lucas Martins (Brasil) Assolado, um Filme sobre a Pandemia, de Renan de Andrade (Brasil) Estático, de Vitor Rennan (Brasil) Mirtes/Muriel, de Morgana Mendes (Brasil) Narciso em Isolamento, de Bruno Costa (Brasil) Néctar, de Gabriel S. de Oliveira (Brasil) O Grito das Sombras, de Caroline Bertelli (Brasil) Paradoxo Roxo, de Leonardo Klotz (Brasil) Penumbra Cinzenta, de Lucas Marinho (Brasil) Rápida Estadia, de Luiz Guilherme (Brasil) Sempiterna, de Lucas Carvalho (Brasil) Um Olhar ao Abismo, de Luiz Santos (Brasil) Vizinhança, de Lucas Carvalho (Brasil)
MOSTRA NEVILLE D’ALMEIDA
Cosmococa (1973) Jardim de Guerra(1968) Matou a Família e foi ao Cinema (1991) Rio Babilônia (1982)
A Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão, British Academy of Film and Television Arts, realizou, pela primeira vez, o EE British Academy Film Awards em duas noites consecutivas no Royal Albert Hall, em Londres.
A abertura aconteceu no sábado, 10/04, com apresentação de Clara Amfo ao lado de Rhianna Dhillon e Joanna Scanlan; oito prêmios foram entregues. A segunda parte aconteceu no domingo, 11/04, e foi apresentada por Edith Bowman e Dermot O’Leary. A cerimônia foi realizada em formato híbrido com apresentadores presencialmente e indicados virtualmente. Hugh Grant, Renée Zellweger, James McAvoy, Tom Hiddleston, Cynthia Erivo, Jonathan Pryce, Gugu Mbatha-Raw, Chiwetel Ejiofor e Richard E. Grant foram alguns dos nomes que passaram pelo palco.
Em sua 74ª edição, 50 filmes ganharam destaque. Nomadland, de Chloé Zhao, que liderava a lista com sete indicações, foi premiado em quatro categorias. O grande homenageado deste ano foi o cineasta Ang Lee, que recebeu o BAFTA Fellowship; o diretor já foi premiado pelos britânicos com Razão e Sensibilidade, O Tigre e o Dragão e O Segredo de Brokeback Mountain. Além disso, Noel Clarke foi honrado com o Outstanding British Contribution to Cinema, prêmio anunciado anteriormente, e a vencedora do EE Rising Star, por voto popular, foi Bukky Bakray, destaque do filme Rocks.
Para esta edição, a British Academy of Film and Television Arts adotou um esquema diferente de votação. Na primeira rodada, todos os membros votantes receberam uma amostra selecionada aleatoriamente de 15 filmes, conforme recomendado para visualização antes da votação. Isso garantiu que todos os títulos inscritos fossem vistos individualmente centenas de vezes. Na segunda rodada de votação, os membros foram obrigados a assistir todos os filmes selecionados para a longlist, que foi revelada no começo de fevereiro, e resultou na lista final.
Conheça os vencedores do BAFTA 2021:
MELHOR FILME Nomadland
MELHOR FILME BRITÂNICO Bela Vingança
MELHOR DIREÇÃO Chloé Zhao, por Nomadland
MELHOR ATOR Anthony Hopkins, por Meu Pai
MELHOR ATRIZ Frances McDormand, por Nomadland
MELHOR ATOR COADJUVANTE Daniel Kaluuya, por Judas e o Messias Negro
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Yuh-jung Youn, por Minari: Em Busca da Felicidade
MELHOR ELENCO Rocks, por Lucy Pardee
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Bela Vingança, escrito por Emerald Fennell
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Meu Pai, escrito por Christopher Hampton e Florian Zeller
MELHOR FILME ESTRANGEIRO Druk – Mais uma Rodada, de Thomas Vinterberg (Dinamarca)
MELHOR DOCUMENTÁRIO Professor Polvo, de Pippa Ehrlich e James Reed
MELHOR ANIMAÇÃO Soul, de Pete Docter e Kemp Powers
MELHOR FOTOGRAFIA Nomadland, por Joshua James Richards
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL Soul, por Jon Batiste, Trent Reznor e Atticus Ross
MELHOR EDIÇÃO O Som do Silêncio, por Mikkel E. G. Nielsen
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Mank, por Donald Graham Burt e Jan Pascale
MELHOR FIGURINO A Voz Suprema do Blues, por Ann Roth
MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO A Voz Suprema do Blues, por Matiki Anoff, Larry M. Cherry, Sergio Lopez-Rivera e Mia Neal
MELHOR SOM O Som do Silêncio, por Jaime Baksht, Nicolas Becker, Phillip Bladh, Carlos Cortés e Michelle Couttolenc
MELHORES EFEITOS VISUAIS Tenet, por Scott Fisher, Andrew Jackson e Andrew Lockley
MELHOR ATOR/ATRIZ EM ASCENSÃO | EE RISING STAR | VOTO POPULAR Bukky Bakray
ROTEIRISTA, DIRETOR(A) OU PRODUTOR(A) BRITÂNICO REVELAÇÃO Remi Weekes (roteirista/diretor), por O que Ficou para Trás
MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO The Present, de Farah Nabulsi
MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO | ANIMAÇÃO The Owl And The Pussycat, de Mole Hill
Foram anunciados neste sábado, 10/04, os vencedores da 73ª edição do DGA Awards, prêmio organizado pelo Sindicato dos Diretores da América, Directors Guild of America, que elege os melhores diretores e diretoras da TV e do cinema desde 1948.
A cerimônia de premiação, que aconteceu virtualmente, consagrou a cineasta Chloé Zhao pelo filme Nomadland. Com isso, torna-se a segunda mulher a ganhar o prêmio principal, em 73 edições; a primeira foi Kathryn Bigelow, por Guerra ao Terror, em 2009.
Participaram do evento on-line: Scott Berger, James Burrows, Jason Cohen, Ava DuVernay, Lesli Linka Glatter, Tiffany Haddish, Bill Hader, Alma Har’el, Matthew Heineman, Spike Jonze, Nicole Kassell, Tina Mabry, Sam Mendes, Don Mischer, Dee Rees e Phil Alden Robinson.
Além dos premiados, os homenageados desta 73ª edição foram: a diretora Betty Thomas, premiada no Emmy Awards por O Esconderijo do Sol, que recebeu o Robert B. Aldrich Award por serviços extraordinários prestados ao Sindicato e aos seus membros; Paris Barclay, duas vezes vencedor do Emmy por Nova York Contra o Crime, que recebeu o Life Membership Award; Brian E. Frankish, produtor e assistente de direção, recebeu o Frank Capra Achievement Award em reconhecimento ao sucesso na indústria; e Joyce Thomas, diretora assistente, foi honrada com o Franklin J. Schaffner Achievement Award.
Conheça os vencedores do 73º Directors Guild of America Awards nas categorias de cinema:
MELHOR DIREÇÃO | LONGA-METRAGEM Chloé Zhao, por Nomadland
MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | LONGA-METRAGEM Darius Marder, por O Som do Silêncio
MELHOR DIREÇÃO | DOCUMENTÁRIO Michael Dweck e Gregory Kershaw, por The Truffle Hunters
MELHOR DIREÇÃO | FILME TELEVISIVO OU MINISSÉRIE Scott Frank, por O Gambito da Rainha
Gary Oldman em Mank, de David Fincher: filme premiado.
Foram anunciados neste sábado, 10/04, os vencedores da 25ª edição do Annual Excellence in Production Design Awards, que reconhece a excelência em design de produção no cinema, televisão, comerciais e videoclipes.
Neste ano, por conta da pandemia de Covid-19, a cerimônia de premiação, apresentada pelo ator J.B. Smoove, foi realizada em formato on-line e contou também com a participação especial de vários nomes da indústria, como: Maria Bakalova, Matt Bomer, Carey Mulligan, Emerald Fennell, Tyra Banks, Aasif Mandvi, Jenna Elfman, Brian Tee, Jordi Mollà, Nicco Annan, Ross Mathews, Fred Schepisi, Herman F. Zimmerman e Nathan Crowley.
Os homenageados também ganharam destaque: Ryan Murphy, premiado no Emmy por American Crime Story, The Normal Heart e Glee, e diretor e produtor de A Festa de Formatura, Pose, Ratched, Feud, Hollywood, entre outros, recebeu o Cinematic Imagery Award. O Lifetime Achievement Award foi entregue para quatro grandes nomes da área: o designer de produção Stuart Wurtzel, indicado ao Oscar por Hannah e Suas Irmãs e premiado no Emmy por Angels in America; o ilustrador John Eaves, de Capitão América 2: O Soldado Invernal e Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas; o artista cênico Patrick DeGreve; e a cenógrafa Martha Johnston, de Planeta dos Macacos: A Guerra, Dunkirk, Interestelar, O Último Samurai, entre outros.
Em outras categorias, além do cinema, The Mandalorian, Ozark, O Gambito da Rainha e Saturday Night Live foram premiados; o cantor Harry Styles venceu pelo videoclipe Falling e Black Is King, álbum visual de Beyoncé, recebeu um prêmio.
Fundada em 1937, a Art Directors Guild (ADG, IATSE Local 800) reúne mais de 2.500 membros do mundo todo, principalmente americanos e canadenses, que trabalham como designers de produção, diretores de arte, cenógrafos, ilustradores, modeladores, assistentes de arte, entre outros. Em 1996, foi realizado o primeiro ADG Awards.
Conheça os vencedores do 25º ADG Awards nas categorias de cinema:
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ÉPOCA Mank, por Donald Graham Burt
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE FANTASIA Tenet, por Nathan Crowley
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME CONTEMPORÂNEO Destacamento Blood, por Wynn Thomas
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ANIMAÇÃO Soul, por Steve Pilcher
Foram anunciados nesta quinta-feira, 08/04, os vencedores da 32ª edição do GLAAD Media Awards, que reconhece e homenageia os meios de comunicação e artistas por suas representações justas, precisas e inclusivas da comunidade LGBTQIA+ e os problemas que afetam sua vidas.
A cerimônia de premiação, realizada de forma virtual no YouTube, por conta da pandemia de Covid-19, foi apresentada pela atriz e produtora Niecy Nash e contou com apresentações especiais de Chika, Rebecca Black, Jessica Betts e Sabrina Carpenter.
Outros convidados ilustres marcaram presença, como: Matt Bomer, Bob the Drag Queen, Sterling K. Brown, Laverne Cox, Gigi Gorgeous, Demi Lovato, Jim Parsons, Katy Perry, Anthony Rapp, Rafael Silva, Sam Smith, JoJo Siwa, Bretman Rock, Daniel Levy, Valeria Vegas, Jedet, Daniela Santiago, entre outros. Um dos momentos mais emocionantes da noite foi a participação especial do elenco da série Glee, que homenageou a atriz Naya Rivera, que morreu em julho do ano passado. O tributo contou com Jane Lynch, Matthew Morrison, Chris Colfer, Amber Riley, Heather Morris, Darren Criss, entre outros.
Neste ano, a cerimônia apresentou um novo prêmio: o TikTok Queer Advocate of the Year, que consagra um tiktoker que levou a visibilidade LGBTQ a novos patamares; o vencedor foi Josh Helfgott. Outros premiados deste ano foram: Sam Smith, as séries Schitt’s Creek, I May Destroy You e Veneno.
O GLAAD também restabeleceu o Prêmio Barbara Gittings de Excelência em Mídia LGBTQ, que homenageia um indivíduo, grupo ou meio de comunicação comunitário pioneiro que tenha feito uma contribuição significativa para o desenvolvimento da mídia LGBTQIA+. O homenageado deste ano foi o jornal Windy City Times, pioneira publicação de notícias LGBTQ de Chicago, criada em 1985 por Jeff McCourt, Bob Bearden, Drew Badanish e Tracy Baim.
Neste ano, o Brasil estava representado com o longa Alice Júnior, de Gil Baroni, como melhor filme para TV/streaming; e também com a cantora Pabllo Vittar, na categoria de melhor artista musical com o álbum 111.
A GLAAD, Gay & Lesbian Alliance Against Defamation, é uma ONG americana que monitora publicações relacionadas ao público LGBTQIA+ na mídia. Foi fundada em novembro de 1985 por jornalistas e escritores em resposta à uma cobertura sensacionalista do New York Post sobre a epidemia da AIDS. Desde 1990 realiza seu tradicional prêmio, que já se tornou a premiação anual LGBTQ mais visível do mundo, com mensagens poderosas de aceitação para o público global.
Conheça os vencedores do 32º GLAAD Media Awards nas categorias de cinema:
MELHOR FILME | LANÇAMENTO AMPLO Alguém Avisa?, de Clea DuVall
MELHOR FILME | LANÇAMENTO LIMITADO The Boys in the Band, de Joe Mantello
MELHOR DOCUMENTÁRIO Revelação, de Sam Feder
MELHOR FILME PARA TV/STREAMING Tio Frank, de Alan Ball
MENÇÃO ESPECIAL Segredos Mágicos, de Steven Clay Hunter