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Cine PE 2018: Cássia Kis é homenageada com o Troféu Calunga de Ouro

por: Cinevitor

cassiakishomenagem18Gabriel Leone entrega o troféu para a homenageada Cássia Kis no Cinema São Luiz.

Além dos curtas e longas exibidos na programação, a segunda noite do 22º Cine PE – Festival Audiovisual também foi marcada pela emocionante homenagem à atriz Cássia Kis, que recebeu o Troféu Calunga de Ouro por sua competência e importância para o audiovisual.

Cássia começou sua carreira no teatro amador e estreou na TV no final da década de 1970. Ao longo dos anos, se destacou com diversas personagens que fizeram sucesso em novelas e minisséries, como: Roque Santeiro, Pantanal, Barriga de Aluguel, Fera Ferida, Porto dos Milagres, Morde & Assopra, Amores Roubados, O Rebu e A Regra do Jogo.

Nas telonas, ganhou prestígio por conta de atuações elogiáveis em filmes como: Bicho de Sete Cabeças, A Hora Marcada, Não por Acaso, Meu Nome Não é Johnny, A Festa da Menina Morta, Chico Xavier, Billi Pig, Boa Sorte, Redemoinho, entre outros.

No palco do Cinema São Luiz, Cássia foi surpreendida e se emocionou ao receber o prêmio das mãos do ator Gabriel Leone, que interpretou seu filho na minissérie Os Dias Eram Assim, da Rede Globo. Em seu discurso, Leone revelou: “Antes de eu pensar em fazer teatro ou de ter qualquer relação com a arte, eu já te admirava. Quando eu te conheci, esse sentimento extrapolou”, disse o ator.

Na manhã seguinte, a atriz participou de uma coletiva de imprensa e falou sobre diversos assuntos, entre eles: trabalho em equipe, atuação, Fernanda Montenegro, cinema brasileiro e TV.

Aperte o play e confira os melhores momentos:

Foto: Felipe Souto Maior.

Katia Mesel é homenageada na noite de abertura do 22º Cine PE – Festival do Audiovisual

por: Cinevitor

katiameselcinepeCineasta pernambucana: referência no cenário do audiovisual brasileiro.

Depois de ser adiado por conta da greve dos caminhoneiros, que movimentou todo o Brasil, a 22ª edição do Cine PE – Festival do Audiovisual ganhou nova data e começou na quinta-feira, 31/05, no Cinema São Luiz, no Recife. A noite de abertura contou com a exibição do filme Mulheres Alteradas, de Luis Pinheiro, fora de competição.

Além disso, a cineasta recifense Katia Mesel foi homenageada pelos 50 anos de carreira e também pela contribuição ao cinema pernambucano. Como parte das homenagem, o Cine PE promoverá a Mostra Katia Mesel: 50 anos de Audiovisual, no dia 03/06, às 14h, no Cinema São Luiz, com entrada franca. Na ocasião, serão exibidos oito filmes mais conhecidos da diretora.

Katia Mesel é considerada pioneira em vários aspectos: foi a primeira mulher a fazer cinema em Pernambuco e também a primeira a participar de um festival de cinema nacional; primeiro realizador de Pernambuco a aprovar um projeto na Embrafilme e a primeira cineasta a ter um programa de televisão semanal e independente, exibido na TV Pernambuco. Já realizou mais de 300 obras audiovisuais em todas as bitolas, vídeos em todos os suportes, gêneros, mídias, duração, comerciais, educativos e culturais, programas de TV, videoclipes, campanhas, projetos coletivos, nacionais e internacionais, nas mais diversas linguagens do audiovisual.

Depois da homenagem, participou de uma coletiva de imprensa e falou sobre diversos assuntos interessantes, como a presença de novas tecnologias: “Essa melhoria técnica é do bem. Mas tem que ter algo a se contar e algo a se emocionar”. O papo ainda rendeu temas, como: participações em festivais, filmes em película, profissão cineasta, cinema brasileiro, novas mídias, homenagem, mulheres no set, preconceito, YouTube, entre outros.

Aperte o play e confira os melhores momentos da coletiva de imprensa com Katia Mesel no Cine PE 2018:

Foto: Felipe Souto Maior.

Beach Rats

por: Cinevitor

beachratsposterDireção: Eliza Hittman

Elenco: Harris Dickinson, Madeline Weinstein, Kate Hodge, Neal Huff, Nicole Flyus, Frank Hakaj, David Ivanov, Anton Selyaninov, Harrison Sheehan, Douglas Everett Davis, Gabriel Gans, Erik Potempa, Kris Eivers, J. Stephen Brantley, Christian Whelan, Lila Golubitskaya, Bruce Anthony Clough, Jason Kaminsky, Valentin Osipov, Alan Slobodsky, Oksana Vodoviz, Chanelle A. McCoy, Lindajean Milioto, Olen Nedoliz, Aziz Ametov, James Brewer, Jeremy Hersh, Hassan Farrow, Kenny Chen, Alexander Aufrichtig, John Maffeo, Katlen Mintsis, Joseph Tuzzolo, Giovanna Salimeni, Victoria Mattos.

Ano: 2017

Sinopse: Um garoto de dezenove anos, do Brooklyn, se questiona sobre sua sexualidade e fica dividido entre os amigos machões, com quem usa drogas, a família e os homens mais velhos que conhece pela internet.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Paraíso Perdido

por: Cinevitor

paraisoperdidoposterDireção: Monique Gardenberg

Elenco: Julio Andrade, Lee Taylor, Hermila Guedes, Julia Konrad, Erasmo Carlos, Marjorie Estiano, Seu Jorge, Jaloo, Felipe Abib, Humberto Carrão, Malu Galli, Celso Frateschi, Cristina Mutarelli, Nicole Puzzi.

Ano: 2018

Sinopse: José é um ex-professor de Literatura e pai de Angelo e Eva. Ele tem ainda um filho adotivo, Teylor, seu confidente. A família se completa com seus netos Celeste, filha de Angelo, e a drag queen Imã, filho de Eva. Em torno desse núcleo, estão o policial Odair, sua mãe, Nádia, o professor de inglês Pedro, o namorado de Celeste, Joca, e a misteriosa Milene, companheira de Eva no presídio. Após Imã ser salvo pelo policial Odair de um ataque homofóbico, José o contrata para proteger o neto. O policial vivia isolado com a mãe, uma ex-cantora que ficou surda, até entrar em contato com o mundo da Paraíso Perdido. O cantor Angelo lamenta não ter perdoado a traição de sua mulher, que desaparece no mundo sem deixar rastros. Apaixonado, ainda não consegue esquecê-la trinta anos depois. Sua irmã, Eva, está prestes a ser solta após vinte anos na cadeia, por matar o homem que a espancou quando estava grávida de Imã. O viúvo José faz de tudo para garantir a felicidade do seu clã e conta com a cumplicidade de Teylor.

*Clique aqui e assista aos programas especiais sobre o filme com entrevistas com a diretora e elenco.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim

por: Cinevitor

gnomeujulietajardimposterSherlock Gnomes

Direção: John Stevenson

Elenco: Kelly Asbury, Mary J. Blige, Emily Blunt, Michael Caine, Johnny Depp, Chiwetel Ejiofor, Dexter Fletcher, James Hong, Ashley Jensen, Matt Lucas, James McAvoy, Stephen Merchant, Ozzy Osbourne, Maggie Smith, Dan Starkey, John Stevenson, Julie Walters, Stephen Wight, Richard Wilson, Julio Bonet, Gary Bradbury, Gang Chi, Rosalie Craig, Jamie Demetriou, Steve Hamilton Shaw, Leyla Hobart, Javone Prince, Eve Webster, Xin Zhao.

Ano: 2018

Sinopse: Os adorados gnomos de jardim Gnomeu e Julieta estão de volta para uma aventura totalmente nova em Londres. Quando os dois chegam à capital inglesa com seus amigos e família, a maior preocupação da dupla é preparar seu novo jardim para a primavera. Porém, eles logo descobrem que alguém está raptando gnomos por toda a cidade. Quando Gnomeu e Julieta retornam para casa e descobrem que todos do seu jardim estão desaparecido, existe somente um nome a recorrer: Sherlock Gnomes. O famoso detetive e protetor dos gnomos de jardim de Londres chega para investigar o caso, junto com seu inseparável companheiro Watson. O mistério levará todos a uma aventura exuberante, onde encontrarão muitos ornamentos novos e explorarão um lado desconhecido da cidade.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Em um Mundo Interior

por: Cinevitor

emmundointeriorposterDireção: Flavio Frederico, Mariana Pamplona.

Ano: 2017

Sinopse: O documentário registra a vida de famílias de classes sociais e regiões distintas, cujos filhos manifestam transtornos sensoriais ou cognitivos. Assim, o projeto busca compreender a percepção do mundo pelo ponto de vista dos jovens com Transtornos do Espectro do Autismo.

*Filme assistido no 22º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Não Se Aceitam Devoluções

por: Cinevitor

naoaceitemposterbrasilDireção: André Moraes

Elenco: Leandro Hassum, Manuela Kfouri, Laura Ramos, Jarbas Homem de Mello, Zéu Britto, Guilherme Rodio, Maria Bia, Kathia Calil, Rodrigo Fernandes, Hsu Chien Hsin, Ana Carolina Machado, Will Roberts, Bryan Ruffo.

Ano: 2018

Sinopse: Juca Valente é um sedutor descompromissado. Um dia, Brenda, sua ex-namorada americana, abandona a pequena Emma, ainda bebê, com ele. Desesperado, Juca viaja para os Estados Unidos atrás de Brenda com a esperança de lhe devolver a criança. Seu plano não dá certo e ele fica por lá, trabalhando como dublê. Quando a menina faz seis anos, a mãe reaparece para pedir a guarda da criança. Versão brasileira do mexicano Não Aceitamos Devoluções (No se aceptan devoluciones).

*Clique aqui e assista ao programa especial sobre o filme com entrevista com Leandro Hassum e Manuela Kfouri.

Nota do CINEVITOR:

nota-2-estrelas

Eu Só Posso Imaginar

por: Cinevitor

eusopossoimaginarposterI Can Only Imagine

Direção: Andrew Erwin, Jon Erwin.

Elenco: J. Michael Finley, Madeline Carroll, Dennis Quaid, Trace Adkins, Cloris Leachman, Jason Burkey, Mark Furze, Randy McDowell, Cole Marcus, Alexander Dominguez, Brody Rose, Taegen Burns, J.R. Cacia, Tanya Clarke, Nicole DuPort, Jake B. Miller, Priscilla C. Shirer, Gianna Simone, Josh Walsh, Mark Robert Ellis, Samuel Sadovnik, Erick Ashlock, Kerry McCormick, David Norona, Kevin Downes, Rhoda Griffis, Bill ‘Bubba’ Bussey Jr., Delilah, Amy Grant.

Ano: 2018

Sinopse: A inspiradora e desconhecida história por trás da música I Can Only Imagine, da banda MercyMe, que trouxe esperança para milhões. Com um lembrete emocionante sobre o poder do perdão, o filme ilustra que ninguém está sempre muito longe do amor de Deus ou de um lar eterno no céu.

Nota do CINEVITOR:

nota-2-estrelas

CINEVITOR #285: Entrevista com Monique Gardenberg e elenco | Paraíso Perdido

por: Cinevitor

elencoparaisoperdidoGrande elenco: talento e muita música.

Dez anos depois de Ó Paí, Ó, a cineasta Monique Gardenberg volta às telonas com Paraíso Perdido, um melodrama que conta, ao som de clássicos da música popular romântica, a história de uma excêntrica família de cantores unida por um amor incondicional.

Mais do que apenas compor a trilha sonora, as músicas conduzem a narrativa. Em meio a canções como De que Vale Ter Tudo na Vida e Não Creio em Mais Nada, o longa acompanha a trajetória da família liderada pelo patriarca José, interpretado por Erasmo Carlos. Incapaz de superar a perda da mulher amada, ele abandona a carreira acadêmica e abre a boate Paraíso Perdido.

O filme chega aos cinemas nesta quinta-feira, 31/05, e, além de um grande elenco, conta também com músicas de José AugustoRoberto Carlos, Fernando Mendes, Odair José, Waldick Soriano, Raul Seixas, Reginaldo Rossi e Belchior, interpretadas pelos atores.

Para falar mais sobre o filme, fizemos três programas especiais com entrevistas com a diretora e elenco. Confira:

PARTE 1:
Entrevista com Jaloo, Lee Taylor e Humberto Carrão

PARTE 2:
Entrevista com Malu Galli, Monique Gardenberg e Marjorie Estiano

PARTE 3:
Entrevista com Seu Jorge, Julia Konrad e Julio Andrade

Foto: Divulgação/Vitrine Filmes.

CINEVITOR #284: Entrevista com Leandro Hassum e Manuela Kfouri | Não Se Aceitam Devoluções

por: Cinevitor

hassummanuelafilmeLeandro Hassum e Manuela Kfouri em cena: pai e filha na ficção.

Dirigido por André Moraes, Não Se Aceitam Devoluções chega aos cinemas nesta quinta-feira, 31/05. O longa é uma versão nacional de No se aceptan devoluciones, recordista de bilheteria no México e na América Latina e considerada a produção de língua espanhola de maior público nos Estados Unidos.

Na história, que mescla emoção com diversão, Juca, interpretado por Leandro Hassum, é um namorador descompromissado, dono de um quiosque no litoral de São Paulo, que prefere levar uma vida sem muitos desafios. Até que sua ex-namorada americana, Brenda, papel de Laura Ramos, reaparece com Emma, um encantador bebê de apenas um ano. A partir daí, a vida de Juca vira do avesso, ao mesmo tempo em que ganha outro significado.

Para falar mais sobre o filme, conversamos com os protagonistas Leandro Hassum e Manuela Kfouri, que interpretam pai e filha na ficção. O papo rendeu diversos assuntos, como: descontração no set, humor no cinema, entrosamento do elenco, Charlie Chaplin, Ivete Sangalo, nuances de atuação, bastidores, entre outros.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Fox Film do Brasil.

Começam as filmagens de A Vida Invisível, novo filme de Karim Aïnouz e produzido por Rodrigo Teixeira

por: Cinevitor

avidainvisivelfilmagemAs protagonistas do filme com o diretor Karim Aïnouz e o produtor, Rodrigo Teixeira.

O cineasta Karim Aïnouz, de Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, O Abismo Prateado e Praia do Futuro, vai dirigir a livre adaptação de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Martha Batalha. Com produção de Rodrigo Teixeira, da RT Features, o longa traz as atrizes Carol Duarte e Júlia Stockler como protagonistas da história e também com Gregorio Duvivier no elenco.

No Rio de Janeiro dos anos 1950, as irmãs Guida e Eurídice são como duas faces da mesma moeda: duas irmãs apaixonadas, cúmplices, inseparáveis. Eurídice, a mais nova, é uma pianista prodígio, enquanto Guida, romântica e cheia de vida, sonha em se casar e ter uma família. Um dia, com 18 anos, Guida foge de casa com o namorado. Ao retornar grávida, seis meses depois e sem namorado, o pai, um português conservador, a expulsa de casa de maneira cruel. Guida e Eurídice são separadas para sempre e passam suas vidas tentando encontrar uma a outra, como se só juntas fossem capazes de seguirem suas vidas.

A Vida Invisível é um melodrama contemporâneo sobre sororidade e também uma crônica da condição feminina nos anos 1950 no Rio de Janeiro, década marcada por um conservadorismo profundo. Ao longo da história, revelam-se a vida adversa de mãe solo que Guida levou longe da família e o apagamento vivido por Eurídice, que acabou por abandonar o sonho de ser uma pianista profissional para se tornar uma dona de casa exemplar e satisfazer o marido e os pais.

Para Aïnouz, a história o tocou de maneira profunda: “Por razões pessoais, eu fiquei impressionado quando li o livro pela primeira vez. Ecoou memórias vividas da minha vida. Fui criado numa família na sua maioria de mulheres, num Nordeste conservador, na década de 1960. Minha mãe foi mãe solo, minha tia trabalhava como dona de casa. A maioria dos homens da minha família tinha ido embora ou era muito ausente. Era um mundo muito machista. As mulheres eram guerreiras, que tiveram que lutar para manter a cabeça fora d’água em um mundo violentamente machista. ‘A Vida Invisível’ é sobre isso; sobre a resiliência, o desafio de ser mulher em um mundo que insistia, e insiste, em deixá-las invisíveis”, revela o diretor.

Durante a pesquisa para o roteiro, Karim entrevistou várias senhoras entre 70 e 90 anos, perguntando sobre suas primeiras experiências sexuais, o casamento e suas vidas privadas. Refletindo sobre o mundo hoje, a partir destas histórias e das mulheres de sua família, Aïnouz compreendeu a urgência de A Vida Invisível como um filme que jogasse luz em tantas vidas e histórias invisíveis, como um filme necessário: “Eu estou ciente de que as histórias particulares não necessariamente fazem bons filmes. Filmes são bons quando eles contam uma história ainda não contada, histórias que precisam ser contadas”, completa Karim.

Esta é a segunda vez que Karim Aïnouz e Rodrigo Teixeira trabalham juntos. Em 2011, o filme O Abismo Prateado teve sua estreia mundial no Festival de Cannes, onde foi exibido na Quinzena dos Realizadores. Para Rodrigo, repetir essa parceria é uma grande alegria: “Depois do ‘Abismo Prateado’, eu procurava um projeto para trabalharmos novamente juntos e, quando eu recebi o manuscrito deste livro, enxerguei uma compatibilidade entre a filmografia e a história de vida do Karim e o momento histórico que vivemos. Passamos algum tempo trabalhando no desenvolvimento do roteiro, construindo esse grande desencontro na vida dessas irmãs e estou muito contente com o início das filmagens”.

Com roteiro assinado por Murilo Hauser e colaboração de Inés Bortagaray, o longa começou a ser rodado nos bairros da Tijuca, Santa Teresa, Estácio e São Cristovão, onde o Rio de Janeiro dos anos 1950 ganhará vida. Quem assina a fotografia é Hélène Louvart, que foi fotógrafa dos longas Pina, de Wim Wenders, O Cheiro da Gente, de Larry Clark e As Praias de Agnès, de Agnès Varda, entre outros. Com coprodução do Canal Brasil e distribuição da Sony Pictures, A Vida Invisível tem previsão de estreia para 2019.

Foto: Divulgação.

CINEVITOR #283: Entrevista com Luiz Fernando Carvalho + A Paixão Segundo G.H. e Objetos Perdidos

por: Cinevitor

luizfernandocarvalhofilmesLuiz Fernando Carvalho nos bastidores da apresentação de seus novos filmes.

Em 2001, o cineasta Luiz Fernando Carvalho lançou Lavoura Arcaica, filme baseado no romance homônimo de Raduan Nassar, publicado em 1975. Elogiado pelo público e pela crítica, entrou para a lista de melhores filmes brasileiros de todos os tempos realizada pela Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema.

Com Selton Mello, Caio Blat e Simone Spoladore no elenco, Lavoura Arcaica colecionou mais de 50 prêmios ao redor do mundo. Depois disso, Luiz Fernando Carvalho se dedicou à televisão, onde realizou obras marcantes, como: Os Maias, O Rei do Gado, Hoje é Dia de Maria, A Pedra do Reino, Capitu, Meu Pedacinho de Chão, Velho Chico, entre outras.

Agora, o diretor está de volta às telonas com dois novos projetos. Para apresentá-los, abriu o galpão que abriga o processo criativo dos próximos longas: A Paixão Segundo G.H., a partir da obra homônima de Clarice Lispector e Objetos Perdidos, roteiro do diretor em parceria com o escritor João Paulo Cuenca.

O evento, que aconteceu em dezembro de 2017, em São Paulo, contou com performances do coreógrafo Ismael Ivo, do bboy Taz Crewest, da cantora Marina de La Riva, da Orquestra Mundana Refugi e da atriz Maria Fernanda Cândido.

O CINEVITOR marcou presença no lançamento dos projetos e registrou os melhores momentos das apresentações, além de conversar com o diretor Luiz Fernando Carvalho. Aperte o play e confira:

Foto: Rodrigo Trevisan.