Elenco: Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Jude Law, Annette Bening, Lashana Lynch, Clark Gregg, Rune Temte, Gemma Chan, Algenis Perez Soto, Djimon Hounsou, Lee Pace, Chuku Modu, Matthew Maher, Akira Akbar, Azari Akbar, Kenneth Mitchell, Stephen A. Chang, Pete Ploszek, Mark Daugherty, Vik Sahay, Sharon Blynn, Mckenna Grace, London Fuller, Colin Ford, Stan Lee, Marilyn Brett, Diana Toshiko, Robert Kazinsky, Emily Ozrey, Abigaille Ozrey, Gil De St. Jeor, Matthew Bellows, Richard Zeringue, Ana Ayora, Stanley Wong, Don Cheadle, Chris Evans, Scarlett Johansson, Mark Ruffalo, Amir Abdalla, Jeff Bragg, Eddy Rome.
Ano: 2019
Sinopse: Ambientado nos anos 1990, Capitã Marvel é uma aventura totalmente nova de um período nunca visto na história do Universo Cinematográfico da Marvel, que acompanha a jornada de Carol Danvers conforme ela se torna uma das personagens mais poderosas do universo. Enquanto uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas chega à Terra, Danvers se vê junto a um pequeno grupo de aliados bem no meio da ação.
Elenco: Rady Gamal, Ahmed Abdelhafiz, Osama Abdallah, Mohamed Abdel Azim, Shahira Fahmy, Shehab Ibrahim.
Ano: 2018
Sinopse: Beshay, um homem que foi curado de lepra, nunca deixou a colônia isolada, no deserto do Egito, onde foi abandonado quando criança. Após a morte de sua mulher, ele finalmente decide partir em uma jornada em busca de suas raízes. Acompanhado de seu burro e de Obama, um jovem órfão, Beshay cruza o país na esperança de encontrar uma família, um lar e um pouco de humanidade.
*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.
Sinopse: Frequentando aulas de alfabetização para adultos em escolas na periferia e no presídio feminino em Salvador, três mulheres buscam sobreviver em um sistema que insiste em apagar suas vidas. Diários de Classe acompanha o cotidiano de uma jovem trans, uma mãe encarcerada e uma empregada doméstica. Embora trilhem caminhos distintos, suas trajetórias coincidem nos preconceitos e injustiças sofridos cotidianamente.
*Filme assistido no 7º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba.
*Clique aqui e assista nossa entrevista com os diretores no Olhar de Cinema.
Elenco: Marco Giallini, Elio Germano, Eleonora Danco, Jo Sung, Francesco Gheghi, Carlo Bigini, Marcello Fonte, Franco Boccuccia, Paola Da Grava, Federica Santoro, Pamela Brown, Luciano Curreli, Jean Paul Buana, Stayko Yonkinsky, Mimmo Epifani, Simonetta Columbu, Klea Marku, Sara Deghdak, Elena Bouryka.
Ano: 2018
Sinopse: Numa Tempesta é um focado e carismático homem de negócios que, levado por uma gigante ambição em ser bem sucedido, faz qualquer coisa para fechar novos acordos, mesmo que isso o leve a infringir a lei. Depois de uma negociação dar errado, ele é pego pela polícia e condenado a cumprir um ano de serviço social. Para tentar salvar sua fortuna, Numa encontrará uma solução onde menos espera.
O ator brasileiro em cena: filme se passa em Cuba no ano de 1989.
No drama O Tradutor, Rodrigo Santoro interpreta Malin, um professor universitário de literatura russa que vê sua vida transformada ao ser designado como intérprete na ala infantil de um hospital cubano. Ele deve ajudar na comunicação entre os médicos e vítimas do acidente nuclear de Chernobyl que acabam de chegar a Havana. Relutante a princípio, Malin passará por uma profunda mudança.
O filme, uma coprodução entre Cuba e Canadá, conta a história real dos pais dos dois diretores, Rodrigo e Sebastián Barriuso, que foram premiados no Shanghai International Film Festival; além disso, foi exibido na Competição Internacional do Festival de Sundance do ano passado. O elenco conta também com Maricel Álvarez, Nataliya Rodina, Milda Gecaite, Genadijs Dolganovs, Eslinda Núñez, Yoandra Suárez, entre outros.
Em junho do ano passado, Rodrigo Santoro foi homenageado na 22ª edição do Cine PE – Festival Audiovisual e, durante a coletiva de imprensa, falou sobre o filme. Clique aqui e assista.
Confira o trailer de O Tradutor, que estreia nos cinemas brasileiros no dia 28 de março:
O Rei do Pop, que morreu em 2009, é tema de documentário polêmico.
Dirigido por Dan Reed e exibido no Festival de Sundance, o documentário Deixando Neverland, no original Leaving Neverland, é baseado nos relatos de James “Jimmy” Safechuck e Wade Robson, que se tornaram amigos do cantor Michael Jackson no auge de sua carreira. Agora adultos, eles relatam como lidaram com as consequências de seus respectivos relacionamentos com o rei do pop.
O longa é dividido em duas partes e será exibido na HBO Brasil: a primeira vai ao ar no sábado, 16 de março, às 20h, e a parte final no dia seguinte, domingo, 17, também às 20h, no canal HBO e na HBO GO.
O filme acompanha a história vivida por Safechuck e Robson que, ainda crianças, conquistaram a amizade de Jackson e, junto com suas famílias, foram levados ao mundo mágico do artista, localizado no rancho de Neverland, em Santa Bárbara, na Califórnia. Trinta anos depois, por meio de entrevistas devastadoras, o documentário expõe o passado de abuso sexual contínuo e os sentimentos complexos que levaram os rapazes a revelarem essas situações.
James Safechuck era um ator infantil de Simi Valley, Califórnia. Em 1986, fez uma participação em um comercial da Pepsi junto com Michael Jackson. Fascinado por Safechuck, em poucos meses o cantor se transformou em amigo da família. Já Wade Robson era um bailarino mirim de Brisbane, na Austrália. Em 1987, aos 5 anos, teve a oportunidade de conhecer o artista após vencer um concurso em que o imitava. Jackson entrou nas vidas destas famílias de forma semelhante. O artista se tornou amigo, mentor e confidente das crianças, expressando seu amor pelos dois, enquanto gradualmente os isolava das famílias.
Michael Jackson nos bastidores com uma das crianças.
As visitas rapidamente começaram a incluir estadias na casa, onde Jackson dormiria no mesmo quarto que os seus jovens hóspedes, afastados dos pais. Tanto Robson como Safechuck descrevem como o que teve início como inocentes festas do pijama levou a um contato íntimo com o artista. Quando os abusos sexuais começaram, Robson tinha 7 anos e Safechuck, 10. Logo, como Safechuck recorda dolorosamente, quase todos os lugares especiais em Neverland foram marcados por um encontro sexual.
Na década de 1990, quando outros garotos o acusaram de abuso, Jackson pediu que Safechuck e Robson o defendessem. Ambos negaram veementemente aos pais e ao público que Jackson tivesse se comportado de forma inapropriada com eles. Robson se tornou um dos coreógrafos jovens mais bem-sucedidos da sua geração; trabalhou com a banda ‘NSYNC e com Britney Spears nos seus períodos de maior apogeu. Mas o sucesso foi ofuscado pela melancolia e pela depressão. Safechuck, que queria ser diretor de cinema e músico de rock, também enfrentou crises de depressão e dependência química. Ambos se casaram e tiveram filhos.
Finalmente, em função das sucessivas crises emocionais, os dois, agora adultos, se dispuseram a contar a verdade para as suas famílias. No documentário, parentes relembram quando Robson e Safechuck se abriram pela primeira vez, quando compreenderam os danos deixados pelo abuso físico. Depois, começaram a enfrentar o trauma, tentando compreender suas recordações e sanar as relações familiares rompidas.
Patricya Travassos em cena: uma das entrevistadas.
O documentário Tá Rindo de Quê? – Humor e Ditadura, dirigido por Claudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga, aborda desde a precursora revista Pif Paf, criada por Millôr Fernandes, passando pelo Pasquim, que se consagraram com a irreverência crítica com que trataram a política, e vai até o grupo teatral cômico e anárquico Asdrúbal Trouxe o Trombone. Programas de TV como o primeiro seriado brasileiro de sucesso Família Trapo e os humorísticos de Chico Anysio, Jô Soares e Os Trapalhões também se destacam.
No período da ditadura militar, mesmo com toda a brutalidade, truculência e obscurantismo inerentes aos regimes de exceção, muita gente fez rir. O humor serviu como arma de resistência, mas também como válvula de escape; criou formas de driblar patrulhas e censuras, revolucionou linguagens, criou, debochou, divertiu, foi perseguido, proibido, encarcerado e, ainda bem, riu por último.
Para falar mais sobre o filme, que foi exibido no Festival do Rio, conversamos com os três diretores sobre a ideia do projeto, entrevistados, pesquisa e Rindo à toa – Humor Sem Limites, próximo filme do trio.
Sinopse: Baseado em uma história real, o filme se passa no outono de 1960, quando os padres Thomas Riley e John Thornton foram enviados pelo Vaticano para investigar um evento milagroso em um lar irlandês, feito para órfãs, grávidas solteiras e mulheres com distúrbios mentais. Quando conhecem uma adolescente grávida, com sinais de possessão demoníaca, descobrem algo terrível: algumas portas não devem ser abertas.
Elenco: Agildo Ribeiro, Alcione Mazzeo, Ary Toledo, Bem Vindo Sequeira, Boni, Bruno Mazzeo, Carlos Alberto de Nóbrega, Carmem Verônica, Chico Caruso, Daniel Filho, Eliezer Motta, Evandro Mesquita, Fafy Siqueira, Hamilton Vaz Pereira, Jaguar, Juca Chaves, Kate Lyra, Lucio Mauro Filho, Luiz Fernando Guimarães, Patricya Travassos, Paulo Cesar Pereio, Regina Casé, Roberto Guilherme, Silvio de Abreu, Jô Soares, Chico Anysio, Renato Aragão.
Ano: 2019
Sinopse: No período da ditadura militar, mesmo com toda a brutalidade, truculência e obscurantismo inerentes aos regimes de exceção, muita gente fez rir. O humor serviu como arma de resistência, mas também como válvula de escape, criou formas de driblar patrulhas e censuras, revolucionou linguagens, criou, debochou, divertiu, foi perseguido, proibido, encarcerado e, ainda bem, riu por último.
*Clique aqui e assista ao programa especial sobre o filme com entrevistas com os diretores.
Elenco: Matthew McConaughey, Anne Hathaway, Diane Lane, Jason Clarke, Djimon Hounsou, Jeremy Strong, Charlotte Butler, David Butler, Rafael Sayegh, Michael Richard, Robert Hobbs, Kenneth Fok, Garion Dowds, John Whiteley, Edeen Bhugeloo, Redd Pepper, Guillaume Silavant, Vinaya Sungkur.
Ano: 2019
Sinopse: Baker Dill ganha a vida levando turistas para pescar em seu barco ao lado de Duke. Essa vida, até então pacata, muda quando Karen, a mulher que o abandonou anos atrás para se casar com um poderoso empresário, aparece na ilha com uma proposta inesperada. O presente e o passado se entrelaçam em um mistério cada vez mais intrigante.
Grupo de quarentões encontra uma inesperada válvula de escape: aulas de nado sincronizado.
Depois de passar fora de competição no Festival de Cannes, Um Banho de Vida, de Gilles Lellouche, chega aos cinemas brasileiros no dia 21 de março. O longa recebeu dez indicações no César 2019, o Oscar francês, e foi premiado na categoria de melhor ator coadjuvante para Philippe Katerine.
Na história, Bertrand, vivido por Mathieu Amalric, está no auge dos seus quarenta anos e sofre de depressão. Depois de usar uma série de medicamentos que não surtiram nenhum efeito, ele começa a frequentar a piscina municipal do bairro em que vive. Lá ele conhece outros homens com histórias semelhantes. O grupo se junta e forma uma equipe de nado sincronizado masculino, algo incomum dentro do esporte. Sob o comando de Delphine, interpretada por Virginie Efira, uma ex-atleta vitoriosa, Bertrand e os novos companheiros decidem participar do Campeonato Mundial de Nado Sincronizado, encontrando, enfim, um novo propósito para sua vida.
A comédia dramática alcançou mais de 4 milhões de espectadores na França e o elenco conta também com Guillaume Canet, Benoît Poelvoorde, Jean-Hugues Anglade, Leïla Bekhti, Marina Foïs, Félix Moati, Alban Ivanov, Balasingham Thamilchelvan, Jonathan Zaccaï, Mélanie Doutey, entre outros.
Iñárritu foi o primeiro cineasta mexicano a receber o prêmio de melhor direção em Cannes.
A 72ª edição do Festival de Cannes, que acontecerá entre os dias 14 e 25 de maio, acaba de anunciar o nome do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu como presidente do júri, tornando-se o primeiro cineasta latino-americano a assumir esta função. Na última edição, o cargo foi ocupado pela atriz Cate Blanchett.
Em comunicado oficial, o diretor declarou: “Cannes é um festival que tem sido importante para mim desde o começo da minha carreira. Fico emocionado em voltar este ano com a imensa honra de presidir o júri. O cinema corre pelas veias do planeta e este festival tem sido o seu coração. No júri, teremos o privilégio de testemunhar o novo e excelente trabalho de outros cineastas do mundo todo. Este é um verdadeiro deleite e uma responsabilidade, que vamos assumir com paixão e devoção”.
Pierre Lescure, presidente do Festival de Cannes, e Thierry Frémaux, diretor geral, falaram sobre o cineasta: “É muito raro Alejandro G. Iñárritu concordar em participar de um júri. É a primeira vez que o júri do Festival de Cannes é presidido por um cineasta latino-americano. Cannes abraça todos os tipos de cinema e, através da presença do diretor de Babel, é o cinema mexicano que o festival estará celebrando. Ele não é apenas um cineasta ousado e um diretor cheio de surpresas. Alejandro é também um homem de convicção, um artista de sua época. Estamos sempre felizes em recebê-lo na Croisette”.
Iñárritu fez sua estreia em Cannes na Semana da Crítica, em 2000, com Amores Brutos, pelo qual venceu o Grande Prêmio. Além disso, o longa foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Em 2006, participou da Competição Oficial com Babel e levou o prêmio de melhor direção. Com Biutiful, em 2010, também disputou o prêmio mais cobiçado, a Palma de Ouro; não venceu, mas o filme rendeu o prêmio de melhor ator para Javier Bardem.
Em 2017, participou do Festival de Cannes com a instalação em realidade virtual chamada Carne y Arena. O projeto, aclamado pela crítica, recebeu, em uma ocasião rara, um Prêmio Especial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, na cerimônia de entrega do Oscar honorário. A instalação, exibida em diversas cidades do mundo, fala sobre a angustiante experiência de imigração para os Estados Unidos.
Além disso, Iñárritu é considerado o primeiro cineasta mexicano a ser indicado na categoria de melhor direção na história do Oscar e é também o primeiro cineasta mexicano a receber o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes. O cineasta acumula duas estatuetas douradas pela direção em Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) e O Regresso.