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Ford vs Ferrari

por: Cinevitor

fordvsferrariposterFord v Ferrari

Direção: James Mangold

Elenco: Christian Bale, Matt Damon, Jon Bernthal, Caitriona Balfe, Josh Lucas, Noah Jupe, Tracy Letts, Remo Girone, Ray McKinnon, JJ Feild, Jack McMullen, Corrado Invernizzi, Joe Williamson, Ian Harding, Christopher Darga, Shawn Law, Emil Beheshti, Darrin Prescott, Alex Gurney, Benjamin Rigby, Ben Collins, Francesco Bauco, Guido Cocomello, Adam Mayfield, Sean Carrigan, Lachlan Buchanan, Giles Matthey, Rudolf Martin, Evan Arnold, Darin Cooper, Elizabeth Dement, Wallace Langham, Jonathan LaPaglia, Brad Beyer, Ottavio Taddei, Giovanni Cirfiera, Wyatt Nash, Drew Rausch, Ward Horton, Luigi Debiasse, Michael Lanahan, Tanner Foust, Peter Arpesella, Andrew Burlinson, Lou Beatty Jr., Marc Forget, Stephane Fiorenza, Joss Glennie-Smith, Tim Banning, Arron Shiver, Paul Fox, Zack Zublena, Aylam Orian, Stefania Spampinato, Gian Franco Tordi, Cameron Hennings, Ryan O’Dell, Jenelle McKee, Grace Fae, Jan Munroe, Marisa Petroro, Steven Ziel, Vernon Dew, Angelo Dibello, Larsen Deane, Craig Frosty Silva, Brad McCabe, Brent Pontin, Mark Krenik, Gary Sievers, David Cohen, Troy Dillinger, James Dunn, Jeff Goins, Bridie Latona, Julian Miller, James Tyler Paulson, Alfredo Tavares.

Ano: 2019

Sinopse: História real do visionário designer automotivo americano Carroll Shelby e do destemido piloto britânico Ken Miles. Juntos, eles lutaram contra o domínio corporativo, as leis da física e seus próprios demônios pessoais para construir um carro de corrida revolucionário para a Ford Motor Company, assumir o controle das pistas e derrotar os carros dominantes de Enzo Ferrari, nas 24 Horas de Le Mans, na França, em 1966.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Azougue Nazaré

por: Cinevitor

azouguenazareposter1Direção: Tiago Melo

Elenco: Valmir do Côco, Joana Gatis, Mestre Barachinha, Mohana Uchôa, Edilson Silva, Dona Biu, Zé de Carro, Mestre João Paulo, Mestre José Joaquim, Amaro Vieira, Ananias de Caldas, Paulinho da Kombi Azul, Nanego Lira, Mestre Anderson, Antônio Estevão, Joseilson Victor, José Pedro, Ivanildo José, José Irineu, Edilson Silva, Elex Miguel, Biu do Cumbe, Ronaldo Armando de Souza, Ramires, Clebson, Guilherme Otávio, Maria Cristina, Fernanda Régis, Mestre Cabeça, Beatriz Lacerda, Mestre Bi, Seu Paulo Preto, Kalline Costa, Deborah Bonfá, Lenira Ferreira.

Ano: 2018

Sinopse: Num imenso canavial que parece não ter fim, numa casa isolada, moram o casal Catita e Irmã Darlene. Catita esconde que participa do Maracatu. Darlene é fiel da igreja do Pastor Barachinha, um antigo mestre de maracatu convertido à religião evangélica, que se vê na missão de expulsar o demônio do Maracatu, evangelizando toda a cidade. Em meio ao canavial, um Pai de Santo pratica um ritual religioso com cinco caboclos de lança. Os caboclos ganham poderes, incorporam entidades e desaparecem. A cidade de Nazaré da Mata testemunha acontecimentos misteriosos.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Dora e a Cidade Perdida

por: Cinevitor

doracidadeposterDora and the Lost City of Gold

Direção: James Bobin

Elenco: Isabela Moner, Eva Longoria, Michael Peña, Jeff Wahlberg, Benicio Del Toro, Eugenio Derbez, Madelyn Miranda, Dee Bradley Baker, Malachi Barton, Sasha Toro, Marc Weiner, Joey Vieira, Pia Miller, Adriana Barraza, Damien Garvey, Anikka Abelita, Madeleine Madden, Daniel Donaldson, Nicholas Coombe, Tivon Toito’ona, Emily Bell, Jace Fleming, Michelle Collins, Bailey Hendy, Darcy Worthington, Matt Okine, Natasa Ristic, Christopher Kirby, Temuera Morrison, Christopher Rawlins, Isela Vega, Danny Trejo, Q’orianka Kilcher, Natalie Kinghorn, Michael Rooney, Joel Murphy, Kristin Sparks, Savannah Foran McDaniel, Alexander Andersen, Susan Bush, Sean Edward Frazer, Emilia Lau, Lachlan Winters, Laura Jane Jones, Bianca Wallace, Zeke Azzolini, Seraseini Momo, Tanisha Pili Mvoyi.

Ano: 2019

Sinopse: Tendo passado a maior parte de sua vida explorando a floresta com seus pais, nada poderia preparar Dora para a aventura mais perigosa de todos os tempos: o Ensino Médio. A aventureira Dora rapidamente se vê liderando o macaco Botas, o primo Diego, um misterioso habitante da selva, seus pais e um grupo de adolescentes em uma aventura para resolver um mistério impossível por trás de uma cidade perdida de ouro. Baseado na animação Dora, A Aventureira, da Nickelodeon.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Os Parças 2

por: Cinevitor

parcas2posterDireção: Cris D’Amato

Elenco: Whindersson Nunes, Tom Cavalcante, Bruno de Luca, Tirullipa, Leo Cidade, Mariana Santos, Cristina Mutarelli, Fabiana Karla, Amaral, Falcão, Simone Mendes, Pedro Paulo Vicentini.

Ano: 2019

Sinopse: Toin, Ray Van e Pilôra gastam à larga num hotel de luxo, por conta do dinheiro do casamento de Cintia. Tudo parece ir muito bem, mas a visita de Romeu muda as coisas. Vacário, pai de Cintia, foi preso e fez uma delação premiada que levou seu perigoso chefe, o China, para a cadeia. O super mafioso prometeu vingança. Vacário está preso, Cintia foi mandada pra fora do país e o próximo na linha de vingança é Romeu. Os Parças precisam de grana pra que Romeu possa fugir do país e se encontrar com Cintia. Para isso, eles terão que fazer funcionar uma decadente colônia de férias para adolescentes: reformar as instalações, conquistar seus clientes e ainda competir com a rica colônia vizinha. Eles promovem excursões, jogos, festas, refeições e a missão está perto de se completar quando China descobre o esconderijo.

Nota do CINEVITOR:

nota-1-estrelas

Pacarrete, de Allan Deberton, é o grande vencedor da 6ª Mostra de Cinema de Gostoso

por: Cinevitor

vencedoresgostoso19Pacarrete: Marcélia Cartaxo e Ariadne Mazzetti recebem o Prêmio da Imprensa.

Os vencedores da 6ª Mostra de Cinema de Gostoso, que aconteceu em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, foram anunciados nesta terça-feira, 12/11, na Praia do Maceió, em cerimônia apresentada por Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld, diretores e curadores da Mostra.

O prêmio de melhor longa-metragem segundo o júri popular foi para o cearense Pacarrete, dirigido por Allan Deberton. A trama, protagonizada por Marcélia Cartaxo, conta a história de uma professora aposentada no interior do Ceará, que tinha o sonho de se apresentar como bailarina para a população da cidade onde morava. Além do Troféu Luís da Câmara Cascudo, o filme levou também o Prêmio da Imprensa e o Prêmio DOT Cine (DCP de longa-metragem).

O Prêmio Imprensa, criado na edição passada, foi formado por jornalistas que marcaram presença no evento e escolheram as melhores produções. Vitor Búrigo, do CINEVITOR, subiu ao palco para entregar os troféus, criado por Adriano Fontes, da Marcenaria SMG, uma réplica em miniatura da espreguiçadeira do cinema ao ar livre do evento. Além de Pacarrete, o curta mineiro Sete Anos em Maio, de Affonso Uchôa, também foi consagrado.

Conheça os vencedores da Mostra de Cinema de Gostoso 2019:

MELHOR LONGA-METRAGEM | JÚRI POPULAR:
Pacarrete, de Allan Deberton (CE)

MELHOR CURTA-METRAGEM | JÚRI POPULAR:
A Parteira, de Catarina Doolan (RN)

MENÇÃO HONROSA:
Fendas, de Carlos Segundo (RN)

PRÊMIO DA IMPRENSA | MELHOR CURTA-METRAGEM:
Sete Anos em Maio, de Affonso Uchôa (MG)

PRÊMIO DA IMPRENSA | MELHOR LONGA-METRAGEM:
Pacarrete, de Allan Deberton (CE)

PRÊMIO ELO COMPANY DE DISTRIBUIÇÃO:
Em Reforma, de Diana Coelho (RN)

PRÊMIO MISTIKA DE FINALIZAÇÃO:
Quebramar, de Cris Lyra (SP)

PRÊMIO VIDEOSCHAK | RECURSOS DE ACESSIBILIDADE:
Plano Controle, de Juliana Antunes (MG)

PRÊMIO LACES | MELHOR CURTA DO COLETIVO NÓS DO AUDIOVISUAL:
Júlia Porrada, de Igor Ribeiro

Foto: Rogério Vital.

Documentário brasileiro A Primeira Pedra, de Vladimir Seixas, é indicado ao Emmy Internacional 2019

por: Cinevitor

primeirapedraemmyNa disputa pelo Emmy: documentário brasileiro.

O documentário A Primeira Pedra, dirigido por Vladimir Seixas, é o representante brasileiro na categoria documental do Emmy Internacional 2019, premiação que elege as melhores produções audiovisuais televisivas do mundo. O filme, vencedor do 8º DOC Futura, é uma coprodução do Canal Futura com a produtora Couro de Rato, e investiga a crescente onda de linchamentos no Brasil, aprofundando discussões sobre direitos humanos e racismo na sociedade.

A produção ouve especialistas na área de psicologia, psicanálise, direitos humanos, pesquisadores, advogados e professores, como o sociólogo José de Souza Martins, autor do livro Linchamentos: a justiça popular no Brasil. Segundo levantamento realizado para o livro, no Brasil hoje acontece um linchamento por dia, sendo que em média um milhão de brasileiros já participaram de algum linchamento nos últimos 60 anos.

Por meio de um resgate histórico, a produção apresenta as origens do linchamento na sociedade e explica como ato evolui para uma prática cada vez mais racista e presente, principalmente no Brasil. Afirmações comuns, como “bandido bom é bandido morto” justificam os atos dos linchadores que, na maioria das vezes, se denominam “cidadãos de bem”.

“Queremos dimensionar a barbárie que esses atos cotidianos expressam e disputar a desconstrução das bases motivadoras dessa violência. É uma questão realmente preocupante e, muitas vezes, são noticiados como qualquer outro tipo de violência”, conta o diretor Vladimir Seixas.

As gravações aconteceram nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão e Santa Catarina. Casos reais, amplamente noticiados na mídia e compartilhados nas redes sociais na época, são recontados, e sobreviventes de linchamentos e pessoas que perderam familiares contam suas histórias e lutas diárias de superação.

O filme foi vencedor do Prêmio TAL no DocMontevideo de melhor documentário e recebeu a medalha de bronze na categoria Direitos Humanos do New York Film Festival. A Primeira Pedra está disponível no Futura Play e concorre com Bellingcat: Truth in a Post-Truth World, de Hans Pool, da Holanda; Louis Theroux’s Altered States, do Reino Unido; e Witness – India’s Forbidden Love, do Qatar.

O Canal Futura já foi finalista do Emmy Internacional com o vencedor do 3º Doc Futura, De Volta, em 2014. Este ano, o Brasil foi indicado em nove das 11 categorias do prêmio. A cerimônia de entrega do International Emmy Awards, organizado pela International Academy of Television Arts & Sciences, acontecerá em Nova York, no dia 25 de novembro.

Foto: Divulgação.

MUAHS Awards 2020: conheça os indicados ao prêmio do Sindicato dos Maquiadores e Cabeleireiros

por: Cinevitor

coringaMUAHSJoaquin Phoenix em cena do filme Coringa.

O Sindicato de Maquiadores e Cabeleireiros, Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild, foi fundado em novembro de 1937 e hoje conta com mais de 1.900 membros da indústria do entretenimento em todo o mundo.

Como de costume, anualmente realiza o Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild Awards, prêmio que elege as melhores maquiagens e estilos de cabelo do cinema, da TV, mídias digitais e do teatro. Os vencedores da 7ª edição serão anunciados no dia 11 de janeiro de 2020.

Neste ano, o ator Patrick Stewart receberá o Distinguished Artisan Award; o maquiador Thomas Burman, indicado ao Oscar por Os Fantasmas Contra Atacam e premiado diversas vezes no Emmy Awards, ficou conhecido por estabelecer o título de efeitos especiais de maquiagem, usado até hoje, receberá o Lifetime Achievement Award; o renomado cabeleireiro Martin Samuel, que foi indicado ao Oscar três vezes pelos filmes Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra, Piratas do Caribe: No Fim do Mundo e Hitchcock, também será homenageado pela carreira com o Lifetime Achievement Award.

Conheça os indicados ao MUAHS Awards 2020 nas categorias de cinema:

MELHOR MAQUIAGEM | FILME CONTEMPORÂNEO:
As Golpistas, por Margot Boccia e Roxanne Rizzo
John Wick 3: Parabellum, por Stephen M. Kelley, Anna Stachow e Jacenda Burkett
Nós, por Scott Wheeler, Tym Shutchai Buacharern e Sabrina Castro
O Escândalo, por Vivian Baker, Cristina Waltz e Richard Redlefsen
Vingadores: Ultimato, por John Blake, Francisco Perez e Dennis Liddiard

MELHOR PENTEADO | FILME CONTEMPORÂNEO:
A Lavanderia, por Marie Larkin, Yvette Stone e J. Roy Helland
As Golpistas, por Angel De Angelis e Dierdre Harris
Coringa, por Kay Georgiou, Vanessa Anderson e Mitchell Beck
Esquadrão 6, por Giuliano Mariano, Domingo Santoro e Luco Saccuman  
John Wick 3: Parabellum, por Kerrie Smith e Therese Ducey
O Escândalo, por Anne Morgan, Jaime Leigh McIntosh e Adruitha Lee

MELHOR MAQUIAGEM EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO:
Coringa, por Nicki Ledermann, Tania Ribalow e Sunday Englis
Downton Abbey, por Anne Nosh Oldham, Elaine Browne e Sam Smart
Era Uma Vez em… Hollywood, por Heba Thorisdottir e Gregory Funk
Meu Nome é Dolemite, por Vera Steimberg, Debra Denson e Deborah Huss-Humphries
Rocketman, por Lizzie Yianni Georgiou, Tapio Salmi e Laura Solari

MELHOR PENTEADO EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO:
Downton Abbey, por Anne Nosh Oldham, Elaine Browne e Marc Pilcher
Era Uma Vez em… Hollywood, por Janine Rath-Thompson e Michelle Diamantides
Malévola: Dona do Mal, por Audrey Futterman-Stern
Meu Nome é Dolemite, por Carla Joi Farmer, Stacey Morris e Linda Villalobos
Rocketman, por Lizzie Yianni Georgiou, Tapio Salmi e Laura Solari

MELHOR MAQUIAGEM DE EFEITOS ESPECIAIS:
Capitã Marvel, por Brian Sipe, Alexei Dmitriew e Sabrina Wilson
Esquadrão 6, por Jana Carboni e Leonardo Cruciano
It: Capítulo Dois, por Sean Sansom, Shane Zander e Iantha Goldberg
O Escândalo, por Kazu Hiro, Vivian Baker e Richard Redlefsen
O Irlandês, por Mike Marino, Mike Fontaine e Carla White
Rocketman, por Barrie Gower, Lizzie Yianni Georgiou e Victoria Money

Foto: Divulgação.

CINEVITOR #355: Entrevista com Fernanda Torres | Edição Especial

por: Cinevitor

fernandatorrescinevitorFernanda Torres na Mostra de São Paulo: lançamento do filme O Juízo.

Escritora, atriz e apresentadora, Fernanda Torres é uma das artistas mais admiradas do país. Filha do casal de atores Fernando Torres e Fernanda Montenegro, começou sua carreira no final da década de 1970, em uma peça de Maria Clara Machado. Um ano depois, estreou na TV e fez parte do elenco da série Aplauso, de Domingos Oliveira, na TV Globo.

Nas telinhas, participou de grandes sucessos, como: Baila Comigo, Brilhante, Eu Prometo, Selva de Pedra, Comédia da Vida Privada, entre outros. Ganhou destaque na série Os Normais, escrita por Fernanda Young e Alexandre Machado, na qual dividia a cena com o amigo Luiz Fernando Guimarães. Anos depois, ao lado de Andrea Beltrão, protagonizou o seriado Tapas & Beijos, outro grande sucesso da TV.

No teatro, atuou em dezenas de peças, entre elas, o monólogo A Casa dos Budas Ditosos, baseado na obra de João Ubaldo Ribeiro. Sucesso de público e crítica, venceu o Prêmio Shell de Teatro e o Prêmio Qualidade Brasil de Teatro.

Sua estreia nas telonas aconteceu em 1983, no filme Inocência, de Walter Lima Jr. Em 1985, protagonizou A Marvada Carne, de André Klotzel, que lhe rendeu o kikito de melhor atriz no Festival de Gramado. Com o drama Eu Sei que Vou Te Amar, de Arnaldo Jabor, foi consagrada no Festival de Cannes com o prêmio de melhor atriz. Em Brasília, recebeu o Troféu Candango por sua atuação em Gêmeas, de Andrucha Waddington. Foi indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro por Traição e ganhou o Troféu APCA por O Primeiro Dia do Resto da Sua Vida, de Rémi Bezançon. Em 1991, atuou com Anthony Hopkins no drama paraguaio A Guerra de um Homem, de Sérgio Toledo.

Em 2005, ao lado de sua mãe, protagonizou o drama Casa de Areia. O longa, dirigido pelo marido Andrucha Waddington, lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival Internacional de Cinema de Guadalajara. Entre tantos sucessos, também se destacou em Redentor, longa dirigido pelo irmão, no qual assinou o roteiro; Saneamento Básico, O Filme, de Jorge Furtado; Com Licença, Eu Vou à Luta, de Lui Farias; Terra Estrangeira, de Walter Salles e Daniela Thomas; O Que É Isso, Companheiro?, de Bruno Barreto; Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho; entre outros. Além disso, escreveu três livros: Fim, que foi indicado ao Prêmio Jabuti; Sete Anos: Crônicas; e A Glória e Seu Cortejo de Horrores, lançado em 2017.

Recentemente, Fernanda Torres passou pela 43ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo para apresentar o filme O Juízo, suspense sobrenatural dirigido por Andrucha Waddington, no qual assina o roteiro. O longa, estrelado pelo filho Joaquim Torres Waddington, pela mãe Fernanda Montenegro, Felipe Camargo, Carol Castro, Criolo e Lima Duarte, narra um acerto de contas que leva mais de duzentos anos para se concretizar.

Em entrevista exclusiva ao CINEVITOR, Fernanda falou sobre o novo filme, trabalho em família, a importância do cinema brasileiro, diversidade cultural e relembrou diversos sucessos da carreira nas telonas.

Aperte o play e confira:

Foto: Natali Hernandes/agenciafoto.com.br.

Parasita

por: Cinevitor

parasitaposterfinal2Gisaengchung
Parasite

Direção: Bong Joon-Ho

Elenco: Song Kang-ho, Cho Yeo-jeong, Park So-dam, Choi Woo-shik, Lee Sun Gyun, Jeong Ji-so, Park Seo-joon, Jeong-eun Lee, Andreas Fronk, Myeong-hoon Park, Hye-jin Jang, Hyun-jun Jung, Keun-rok Park, Ji-hye Lee, Joo-hyung Lee, Jeong Esuz, Ik-han Jung, Seong-Bong Ahn, Dong-yong Lee, Hyo-shin Pak, Kang Echae, JaeWook Park.

Ano: 2019

Sinopse: Todos os quatro membros da família Kim estão desempregados, porém uma obra do acaso faz com que o filho adolescente comece a dar aulas privadas de inglês à rica família Park. Fascinados com o estilo de vida luxuoso, os quatro bolam um plano para se infiltrar nos afazeres da casa burguesa. É o início de uma série de acontecimentos incontroláveis dos quais ninguém sairá ileso.

*Filme visto na 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Doutor Sono

por: Cinevitor

doutorsonoposterDoctor Sleep

Direção: Mike Flanagan

Elenco: Ewan McGregor, Rebecca Ferguson, Kyliegh Curran, Cliff Curtis, Zahn McClarnon, Emily Alyn Lind, Selena Anduze, Jacob Tremblay, Robert Longstreet, Carel Struycken, Catherine Parker, James Flanagan, Met Clark, Zackary Momoh, Jocelin Donahue, Dakota Hickman, Carl Lumbly, Thomas Downing, Bruce Greenwood, Sallye Hooks, Alex Essoe, Roger Dale Floyd, George Mengert, Chelsea Talmadge, Violet McGraw, Bethany Anne Lind, Nicholas Pryor, Peggy Tillman, Deadra Moore, Jason Davis, Alyssa Gonzalez, Shane Brady, Danny Lloyd, Michael Monks, Hugh Maguire, Sadie Heim, Kk Heim, Mistie Gibby, Molly C. Quinn, Evan Dumouchel, MacLeod Andrews, Fedor Steer, Marc Farley, Charles Green, Henry Thomas, Molly Jackson, Kaitlyn McCormick, Luis Sanchez, Josh Turner.

Ano: 2019

Sinopse: Doutor Sono continua a história de Danny Torrance, 40 anos após sua assustadora estadia no Hotel Overlook, em O Iluminado. Ainda extremamente marcado pelo trauma que sofreu quando criança, Dan lutou para encontrar o mínimo de paz. Essa paz é destruída quando ele conhece Abra, uma adolescente corajosa com um dom extrassensorial, conhecido como Brilho. Ao reconhecer instintivamente que Dan compartilha seu poder, Abra o procura desesperada para que ele a ajude contra a impiedosa Rose Cartola e seus seguidores do grupo Verdadeiro Nó, que se alimentam do Brilho de inocentes visando a imortalidade. Ao formarem uma improvável aliança, Dan e Abra se envolvem em uma brutal batalha de vida ou morte com Rose. A inocência de Abra e a maneira destemida que ela abraça seu Brilho fazem com que Dan use seus próprios poderes como nunca, enquanto enfrenta seus medos e desperta os fantasmas do passado.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Retablo

por: Cinevitor

retabloposterDireção: Alvaro Delgado Aparicio L.

Elenco: Junior Bejar, Amiel Cayo, Magaly Solier, Mauro Chuchon, Ubaldo Huamán, Hermelinda Luján, Ricardo Bromley López, Claudia Solís.

Ano: 2017

Sinopse: No alto de uma remota montanha peruana, Segundo, de 14 anos, se prepara para seguir os passos de seu pai na tradicional e folclórica arte de construir retablos, caixas artesanais que narram complexas histórias, cenas religiosas ou importantes eventos cotidianos. O garoto reverencia o pai, apesar de, aos poucos, começar a ficar inquieto ao perceber que o peso de carregar o legado da família nos ombros irá mantê-lo na montanha para sempre. Quando ele descobre um segredo de seu pai, passa a enfrentar a realidade crua de sua paisagem profundamente religiosa e conservadora.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anuncia filmes selecionados e homenageados

por: Cinevitor

piedadebrasiliaFernanda Montenegro e Cauã Reymond em Piedade, de Claudio Assis.

A 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que acontecerá entre os dias 22 de novembro e 1º de dezembro, acaba de anunciar a lista de selecionados deste ano. Foram 701 inscritos, entre curtas e longas, e 21 filmes escolhidos que representam o cinema nacional contemporâneo e que disputarão os troféus Candango.

Mais do que a principal janela do festival, a Mostra Competitiva, com premiação de R$ 270 mil no total, é uma provocação ao debate e à avaliação de perspectivas culturais por meio da linguagem audiovisual. Assim, a seleção do Festival de Brasília 2019 lança um olhar atento à diversidade do nosso cinema. Os sete longas escolhidos, representantes de quatro estados, mais o Distrito Federal, abordam assuntos diversos e tratam de temas urgentes, por meio de narrativas únicas e vigorosas, unindo o trabalho de autor ao potencial expressivo da arte e da técnica cinematográfica.

A seleção de curtas-metragens, ainda mais abrangente, traduz de forma inequívoca a produção nacional. Os 14 filmes são oriundos de oito estados, mais o DF, representando o Norte, o Sul, o Nordeste, o Sudeste e o Centro-Oeste brasileiros. E, assim como o conjunto de longas, comprovam o domínio narrativo, a variedade de gêneros e linguagens e a integração em estágio avançado das forças realizadoras de diferentes lugares do Brasil.

alicebrasiliaAnne Celestino Mota, Surya Amitrano e Matheus Moura em Alice Júnior.

A comissão de seleção dos longas foi formada por: Marcus Ligocki Jr., cineasta; Anna Karina de Carvalho, jornalista, produtora e cineasta; Tiago Belotti, crítico de cinema; Erica Lewis, subsecretária de economia criativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal; e Flavia Guerra, jornalista e crítica de cinema. Já a comissão de curtas-metragens foi composta por Marcus Ligocki Jr., Anna Karina de Carvalho, Tiago Belotti e os seguintes profissionais: Joyce Pais, jornalista; Luísa Pécora, jornalista; Patrick de Jongh, compositor de trilhas sonoras, produtor musical, sound designer e produtor cinematográfico; e José Damata, idealizador do Cinema Voador.

A 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro também reserva um espaço para os realizadores candangos: a Mostra Brasília BRB, patrocinada pelo Banco de Brasília, BRB, decidiu associar sua marca ao cinema produzido no Distrito Federal. Com a intenção de ampliar e divulgar a produção local, a Mostra apresentará ao público 12 filmes feitos na capital.

O festival também exibirá mostras paralelas de documentários, longas e curtas-metragens, com trabalhos de grande impacto e que possibilitam o debate sobre as diversas questões da produção audiovisual brasileira contemporânea e sobre os caminhos narrativos praticados pelos cineastas brasileiros.

Os homenageados também ganham destaque. O Festival de Brasília celebra os trabalhadores da sétima arte, a começar pelo grande homenageado desta edição, o ator Stepan Nercessian, passando pelos filmes de abertura e encerramento, a sessão hors-concours, as Sessões Especiais, a Medalha Paulo Emílio Salles Gomes e o Prêmio da Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV).

Muito além de narrar boas histórias, há autores que optam por dedicar suas vidas à manufatura cinematográfica. Isso se traduz na excelência do cinema brasileiro. Para celebrá-lo, o Festival de Brasília destaca algumas produções, como: O Traidor, de Marco Bellocchio, que será o filme de abertura. Uma coprodução entre Itália e Brasil, além de Alemanha e França, é dirigido por um dos grandes mestres do cinema contemporâneo.

E também: Giocondo Dias – Ilustre Clandestino, de Vladimir Carvalho. O filme que encerra o festival apresenta parte da trajetória do militante de esquerda que passou dois terços de sua vida na clandestinidade. Quem narra sua história é Vladimir Carvalho, um dos maiores nomes do cinema brasileiro, diretor de obras seminais como O país de São Saruê, Conterrâneos velhos de guerra e Barra 68, por meio de relatos de testemunhas que conviveram com ele, além de uma rara entrevista do próprio militante.

afebrebrasiliaCena do longa A Febre, de Maya Da-Rin: premiado em Locarno.

Vale destacar também a sessão hors-concours: Boca de Ouro, dirigido por Daniel Filho e baseado na obra de Nelson Rodrigues. Um gigante do cinema brasileiro e um gênio da literatura. Mais de 50 anos depois do primeiro contato do cineasta com a história do temido bicheiro carioca, quando interpretou Leleco na versão de 1963 de Boca de Ouro nos palcos, Filho comanda uma releitura cinematográfica da peça homônima de um de nossos maiores contadores de histórias e um dos mais agudos observadores do caráter e das contradições do brasileiro.

Criada pelo Festival de Brasília em 2016, a Medalha Paulo Emílio Salles Gomes reverencia os grandes nomes do cinema brasileiro. Nesta edição, Fernando Adolfo receberá tal honraria. Membro da Academia Brasileira de Cinema e integrante da equipe que criou a Primeira Semana do Cinema Brasileiro, hoje Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, e coordenador-geral do evento por vários anos, o baiano foi ainda integrante de comissões de seleção e jurado de diversos festivais de cinema.

Além disso, a Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo, ABCV, homenageia a professora, pesquisadora e documentarista alagoana Debora Diniz. Com graduação, mestrado e doutorado em Antropologia pela Universidade de Brasília (UnB), ela tem ampla formação, tendo realizado especializações em diversas instituições. Suas áreas de atuação são gênero, direitos humanos e bioética, sendo uma das fundadoras da Anis – Instituto de Bioética.

Confira os filmes selecionados para o 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro:

LONGAS-METRAGENS

Volume Morto, de Kauê Telloli (SP)
A Febre, de Maya Da-Rin (RJ)
Alice Júnior, de Gil Baroni (PR)
O Tempo que Resta, de Thaís Borges (DF)
Loop, de Bruno Bini (MT)
O Mês que Não Terminou, de Francisco Bosco e Raul Mourão (RJ)
Piedade, de Claudio Assis (RJ)

CURTAS-METRAGENS

A Nave de Mané Socó, de Severino Dadá (PE)
Alfazema, de Sabrina Fidalgo (RJ)
Amor aos vinte anos, de Felipe Arrojo Poroger e Toti Loureiro (SP)
Angela, de Marília Nogueira (MG)
Ari y yo, de Adriana de Faria (PA)
Cabeça de rua, de Angélica Lourenço (MG)
Caranguejo Rei, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE)
Carne, de Camila Kater (SP)
Chico Mendes – Um legado a defender, de João Inácio (DF)
Marco, de Sara Benvenuto (CE)
Parabéns a você, de Andréia Kaláboa (PR)
Pelano!, de Christina Mariani e Calebe Lopes (BA)
, de Julia Zakia e Ana Flavia Cavalcanti (SP)
Sangro, de Tiago Minamisawa, Bruno H Castro e Guto BR (SP)

MOSTRA BRASÍLIA BRB | LONGAS-METRAGENS

Mãe, de Adriana Vasconcelos
Dulcina, de Glória Teixeira
Ainda temos a imensidão da noite, de Gustavo Galvão
Mito e música – A mensagem de Fernando Pessoa, de Rama de Oliveira e André Luiz Oliveira

MOSTRA BRASÍLIA BRB | CURTAS-METRAGENS

Claudia e o Crocodilo, de Raquel Piantino
#SOMOSAMAZÔNIA, de João Inácio
O Véu de Amani, de Renata Diniz
A terra em que pisar, de Fáuston da Silva
Escola sem sentido, de Thiago Foresti
AmbulaTório, de Júlia de Lannoy
Encanto feminino, de Fabíola de Andrade
Luis Humberto: o olhar possível, de Mariana Costa e Rafael Lobo

MOSTRA TERRITÓRIO BRASIL
É a consolidação simbólica da diversidade cultural brasileira. Dezenove estados iluminados nas telas do Festival de Brasília delineiam um país a ser descoberto, que produz cinema em todas as regiões. Multifacetado, o cinema carrega a integridade do povo brasileiro e almeja as salas de cinema de todos os continentes para propor o franco diálogo e a construção coletiva de um mundo criativo e repleto de possibilidades.

A Batalha de Shangri-lá, de Severino Neto e Rafael de Carvalho (MT)
A mulher e o rio, de Bernard Lessa (ES)
Amizade – Tekoayhu, de Chico Faganello (SC)
As órbitas da água, de Frederico Machado (MA)
Dorivando Saravá, o preto que virou mar, de Henrique Dantas (BA)
Eu, um outro, de Silvia Godinho (MG)
Fakir, de Helena Ignez (SP)
Jackson – Na batida do pandeiro, de Marcus Vilar e Cacá Teixeira (PB)
Lamento, de Diego Lopes e Claudio Bitencourt (PR)
Máquina de sonhos, de Nycolas Albuquerque (AP)
Mestre Cupijó e Seu Ritmo, de Jorane Castro (PA)
Niède, de Tiago Tambelli (PI)
O Buscador, de Bernardo Barreto (RJ)
Os bravos nunca se calam, de Marcio Schoenardie (RS)
Servidão, de Renato Barbieri e Neto Borges (DF)
Siron – Tempo sobre tela, de André Guerreiro Lopes e Rodrigo Campos (PE)
Soldados da Borracha, de Wolney Oliveira (CE)
Vermelha, de Getúlio Ribeiro (GO)

MOSTRA VOZES
Procura fortalecer a visibilidade das histórias daqueles que batalham para se fazer ouvir em um mundo contemporâneo desafiador. Unindo a arte e a técnica cinematográfica às narrativas de resistência e luta por seu merecido espaço, os filmes selecionados abrem uma janela para a jornada de quem combate diariamente, das mais diversas formas, as desigualdades socioeconômicas, o racismo, o machismo, o preconceito religioso, a homofobia, a transfobia e toda forma de preconceito.

Maria Luiza, de Marcelo Díaz (DF)
Batalha, de Cristiano Burlan (SP)
Família de Axé, de Tetê Moraes (RJ)
Cine Marrocos, de Ricardo Calil (SP)

MOSTRA GUERRILHA
O cinema é composto por uma complexa teia de peças que precisam conviver em harmonia, da primeira palavra do roteiro até a última correção da pós-produção. Demanda energia, tempo e dinheiro. Mas há aqueles que não se intimidam pela burocracia, que propagam os princípios de Glauber Rocha, mestre do fazer cinematográfico em um país em que muitas vezes guerrilha é a palavra-chave. São os kinólatras, mentes inquietas que se recusam a deixar de filmar. É para eles que existe a Mostra Guerrilha.

O espiral de contos de Deolindo Flores, de Rodrigo Araujo e Thiago L. Soares (SC)
Hopekillers, de Thiago Moyses (RJ)
Incursão, de Eduardo P. Moreira e Silvio Toledo (PB)

MOSTRA NOVOS REALIZADORES
É sempre instigante descobrir um novo olhar no audiovisual. Cinéfilos vivem por testemunhar aquela faísca dos filmes de amanhã. Quais cineastas vão tomar as rédeas da sétima arte e conduzir as próximas histórias que se perpetuarão? A renovação do audiovisual brasileiro contemporâneo é resultado da política pública que torna o acesso ao mercado e à produção mais democrático e diverso, terreno fértil para a inquietação criativa e a construção de novos rumos pelas novas gerações de cineastas.

Música para morrer de amor, de Rafael Gomes (SP)
Rodantes, de Leandro Lara (MG)
A colmeia, de Gilson Vargas (RS)
Um filme de verão, de Jo Serfaty (RJ)

MOSTRA FUTURO BRASIL
Conta com seis longas-metragens não finalizados exibidos em sessões exclusivas para agentes de vendas e curadores de importantes festivais internacionais, convidados a Brasília justamente para identificar filmes brasileiros com potencial de bom desempenho no circuito estrangeiro. O Festival de Brasília atua com o objetivo de contribuir para a articulação internacional da futura geração de filmes brasileiros.

A matéria noturna, de Bernard Lessa (ES)
Mulher Oceano, de Djin Sganzerla (SP)
O Cerco, de Aurélio Aragão, Gustavo Bragança e Rafael Spínola (RJ)
O espaço infinito, de Leo Bello (DF)
Pajeú, de Pedro Diogenes (CE)
Nazinha, de Belisario Franca (RJ)

SÉRIES
Nos últimos anos, as séries ganharam prestígio perante o público e foram rapidamente assimiladas pela comunidade audiovisual brasileira. TVs e plataformas de VOD fazem das séries o carro-chefe da exibição audiovisual fora das salas de cinema, um caminho robusto para o desenvolvimento econômico do setor. Sensível às inovações narrativas, o 52º Festival de Brasília criou a Mostra Séries com o objetivo de exibir os primeiros episódios de séries brasileiras que em breve estarão nesses canais e plataformas.

SESSÕES ESPECIAIS
Homenageiam pessoas que, cada uma a seu modo, dedicaram suas vidas ao cultivo do Brasil.

José Aparecido de Oliveira, de Mário Lúcio Brandão Filho e Gustavo Brandão
Campus Santo, de Márcio Curi

Fotos: Divulgação.