Todos os posts de Cinevitor

Com oito kikitos, Pacarrete, de Allan Deberton, é o grande vencedor do 47º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

pacarretevencegramadoEquipe de Pacarrete no palco: premiados!

Foram anunciados neste sábado, 24/08, no Palácio dos Festivais, os vencedores da 47ª edição do Festival de Cinema de Gramado. Pacarrete, de Allan Deberton, foi eleito o melhor longa-metragem brasileiro deste ano. A produção cearense levou mais sete kikitos, entre eles, o de melhor direção e melhor atriz para Marcélia Cartaxo.

Já entre os longas estrangeiros, a escolha do júri premiou cinco filmes diferentes em seis categorias oficiais. El Despertar de Las Hormigas levou o kikito de melhor filme. Entre os curtas-metragens brasileiros, os prêmios foram distribuídos para onze produções diferentes. Animações, documentários e trabalhos experimentais foram contemplados pelo júri.

A edição 2019 do Festival de Cinema de Gramado foi marcada pela força do audiovisual brasileiro neste momento do país, demonstrada pela qualidade dos concorrentes e pela união dos participantes em defesa do setor. O Palácio dos Festivais foi palco de protestos e manifestações de resistência, que culminou na Carta de Gramado, assinada por 63 entidades. Nela destacou-se a importância do cinema para a cultura e autoestima de um país, assim como sua relevância na economia nacional.

Além disso, durante a cerimônia de premiação, o presidente da Gramadotur, autarquia municipal responsável pelo evento, anunciou a nova curadoria do festival para 2019. Além de renovar a parceria com o jornalista Marcos Santuario, Pedro Bial e Soledad Villamil passam a integrar o time.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Gramado 2019:

LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS

Melhor Filme: Pacarrete, de Allan Deberton
Melhor Direção: Allan Deberton, por Pacarrete
Melhor Ator: Paulo Miklos, por O Homem Cordial
Melhor Atriz: Marcélia Cartaxo, por Pacarrete
Melhor Roteiro: Pacarrete, escrito por Allan Deberton, André Araújo, Natália Maia e Samuel Brasileiro
Melhor Fotografia: Raia 4, por Edu Rabin
Melhor Montagem: Hebe: A Estrela do Brasil, por Joana Collier e Fernanda Krumel
Melhor Trilha Musical: O Homem Cordial, por Sascha Kratzer
Melhor Direção de Arte: Veneza, por Tulé Peake
Melhor Atriz Coadjuvante (empate): Carol Castro, por Veneza e Soia Lira, por Pacarrete
Melhor Ator Coadjuvante: João Miguel, por Pacarrete
Melhor Desenho de Som: Pacarrete, por Rodrigo Ferrante e Cauê Custódio
Prêmio Especial do Júri: 30 Anos Blues, de Andradina Azevedo e Dida Andrade
Júri da Crítica: Raia 4, de Emiliano Cunha
Melhor Filme | Júri Popular: Pacarrete, de Allan Deberton

LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS

Melhor Filme: El Despertar de Las Hormigas, de Antonella Sudasassi Furnis
Melhor Direção: Juan Cáceres, por Perro Bomba
Melhor Ator: Fernando Arze, por Muralla
Melhor Atriz: Julieta Díaz, por La forma de las horas
Melhor Roteiro: En el Pozo, escrito por Bernardo e Rafael Antonaccio
Melhor Fotografia: En el Pozo, por Rafael Antonaccio
Prêmio Especial do Júri: para as meninas Isabella Moscoso e Avril Alpizar do filme El Despertar de Las Hormigas, por suas excelentes atuações.
Menção Honrosa: para a direção de arte de Dos Fridas
Júri da Crítica: El Despertar de Las Hormigas, de Antonella Sudasassi Furnis
Melhor Filme | Júri Popular: Perro Bomba, de Juan Cáceres

LONGAS-METRAGENS GAÚCHOS
Melhor Filme: Raia 4, de Emiliano Cunha

CURTAS-METRAGENS BRASILEIROS

Melhor Filme: Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes
Melhor Direção: Diogo Leite, por O Menino Pássaro
Melhor Ator: Rômulo Braga, por Marie
Melhor Atriz: Cassia Damasceno, por A Mulher que Sou
Melhor Roteiro: O Véu de Amani, escrito por Renata Diniz
Melhor Fotografia: A Ética das Hienas, por Sebastian Cantillo
Melhor Montagem: Invasão Espacial, por Daniel Sena e Thiago Foresti
Melhor Trilha Musical: Teoria Sobre um Planeta Estranho, por Carlos Gomes
Melhor Direção de Arte: Sangro, por Gutor BR
Melhor Desenho de Som: Um Tempo Só, por Gustavo Soesi
Prêmio Especial do Júri: para as atrizes Divina Valéria e Wallie Ruy, em Marie, por nos permitirem vivenciar deslocamentos corporais inesperados e por imaginarem um futuro travesti num país que mais mata trans no mundo
Júri da Crítica: Marie, de Leo Tabosa
Melhor Filme | Júri Popular: Teoria Sobre um Planeta Estranho, de Marco Antônio Pereira
Menção Honrosa: Ester Amanda Schafe, de A Pedra, pela vigorosa interpretação e pelo talento promissor que revela
Prêmio Aquisição Canal Brasil: Marie, de Leo Tabosa

Aperte o play e confira os melhores momentos da cerimônia de premiação:

*O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Edison Vara/Agência Pressphoto.

Andradina Azevedo e Dida Andrade apresentam 30 Anos Blues no 47º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

30anosbluesgramado1Os diretores com a atriz Claudia Alencar no tapete vermelho.

O filme 30 Anos Blues, de Andradina Azevedo e Dida Andrade, encerrou a Mostra Competitiva de Longas Brasileiros do 47º Festival de Cinema de Gramado na sexta-feira, 23/08.

O longa retrata os sintomas da síndrome de Peter Pan vivida pelos personagens que chegam à idade adulta. Ambientada em São Paulo, a trama tem seus diretores como protagonistas e traz Carol Melgaço, Julia Ianina, Adriano Toloza, Bruna Yamatogue, Fabio Penna, Juan Manuel Tellategui e Mariana Hein no elenco, além da participação especial da atriz Claudia Alencar.

A produção é a segunda da dupla formada por Azevedo e Andrade, que levaram o kikito de melhor direção na edição de 2013 do festival por A Bruta Flor do Querer, vencedor ainda do prêmio de melhor fotografia. A produção é assinada por Mayra Faour Auad, ao lado de Dida e Andradina.

No palco do Palácio dos Festivais, diversos integrantes da equipe marcaram presença: “É a terceira vez que viemos para o festival, eu e meu parceiro Diego, que é o cara que diariamente não me faz desistir e que me dá coragem para continuar. Tivemos todos os motivos do mundo para desistir de fazer cinema, assim como muita gente deve ter. Mas, por alguma teimosia, estamos aqui”, disse Andradina Azevedo.

*O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Edison Vara/Agência Pressphoto.

Leonardo Sbaraglia é homenageado com o Kikito de Cristal no 47º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

sbaragliakikitocristal2Simpatia e talento no Palácio dos Festivais.

Na sexta-feira, 23/08, antes da exibição do último filme da Mostra Competitiva do 47º Festival de Cinema de Gramado, o Palácio dos Festivais recebeu a ilustre presença do ator argentino Leonardo Sbaraglia, que foi homenageado com o Kikito de Cristal, honraria que destaca expoentes do cinema latino-americano.

Antes do momento especial, quando recebeu a homenagem das mãos do amigo Jean Pierre Noher, à tarde concedeu uma entrevista coletiva na Cristais de Gramado. Seguindo a tradição, começou a dar forma à estatueta que será entregue ao homenageado da edição de 2020.

Sbaraglia contabiliza mais de cinquenta filmes no currículo. Entre os destaques estão: Relatos Selvagens; No Fim do Túnel; Neve Negra; O Outro Irmão; Las viudas de los jueves; Ar Livre; El Campo; Sin Retorno; Plata Quemada; e O Silêncio do Céu, vencedor dos prêmios de melhor filme brasileiro pelo Júri da Crítica, melhor desenho de som e Prêmio Especial do Júri em Gramado, em 2016.

Também integrou o elenco da série brasileira O Hipnotizador, de José Eduardo Belmonte. Na televisão, seu projeto mais recente é a série Maradona: Sueño Bendito, que deve ser lançada pela Amazon Prime Video ainda neste ano.  No Brasil, Sbaraglia está em cartaz no mais recente filme de Pedro Almodóvar, Dor e Glória. Entre seus projetos mais recentes no cinema estão: Orígenes Secretos, de David Galán Galindo, e Wasp Network, de Olivier Assayas, inspirado no livro Os Últimos Dias da Guerra Fria, de Fernando Morais, com Wagner Moura, Penélope Cruz e Gael García Bernal, e produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features.

Depois de passar pelo tapete vermelho, Sbaraglia subiu ao palco, foi recebido pelo amigo Jean Pierre Noher e, muito simpático, fez um discurso de agradecimento: “É muita emoção estar recebendo todo esse afeto de vocês e do cinema brasileiro. Tenho 49 anos e pela primeira vez sinto que estou descobrindo o mundo. Espero voltar aqui trinta anos depois. Este é o momento de começar a ver o mundo como uma criança”.

Aperte o play e assista aos melhores momentos da homenagem:

*O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Edison Vara/Agência Pressphoto.

Miguel Falabella apresenta Veneza no 47º Festival de Gramado e lê carta em defesa do audiovisual brasileiro

por: Cinevitor

venezafilmegramadoDiretor e elenco no tapete vermelho.

Dirigido por Miguel Falabella, Veneza foi exibido na Mostra Competitiva de Longas Brasileiros do 47º Festival de Cinema de Gramado na quinta-feira, 22/08. O filme conta a história de Gringa, uma cafetina que tem como sonho reencontrar o único homem que amou. Para realizar seu desejo, as prostitutas que trabalham em seu bordel se unem a uma trupe circense e idealizam um plano que atravessa a realidade para levá-la de encontro ao seu amado.

Filmado no Uruguai e na Itália, o filme é uma ode às mulheres latino-americanas com um elenco estrelado pela atriz espanhola Carmen Maura, a argentina Georgina Barbarossa, a uruguaia Camila Vives e a colombiana Carolina Virguez, além das brasileiras Dira Paes, Carol Castro e Danielle Winits. Eduardo Moscovis, Caio Manhente e Magno Bandarz completam o elenco.

Antes de apresentar o filme no Palácio dos festivais, Miguel Falabella subiu ao palco acompanhado por sua equipe e fez a leitura da Carta de Gramado, documento assinado por entidades representativas do audiovisual brasileiro em defesa do setor. Confira na íntegra do documento:

CARTA DE GRAMADO

Profissionais e entidades representativas do Audiovisual Brasileiro vêm se manifestar em apoio à manutenção e ao fortalecimento das políticas públicas para o desenvolvimento do setor. Apoiamos a permanência e independência da Ancine, agência responsável pelas políticas públicas de fomento e regulamentação, cada vez mais ativa, livre e desburocratizada com foco no desenvolvimento de uma cinematografia forte, capaz de representar o Brasil em toda a sua diversidade. Apoiamos o Fundo Setorial do Audiovisual e a sua vinculação à Ancine. Seus recursos são gerados pelo próprio setor de forma autossustentável. Apoiamos a Lei da TV Paga, pelo seu papel decisivo no crescimento do setor e por facilitar o acesso da população ao conteúdo nacional independente. Reivindicamos a renovação da Cota de Tela cujo decreto para o ano de 2019 ainda não foi assinado pelo governo brasileiro. Reivindicamos a renovação imediata do Recine e da Lei do Audiovisual, antes da sua expiração em dezembro deste ano. Apoiamos a regulação do VOD, que precisa estabelecer as bases deste novo mercado e integrar este segmento às políticas de estímulo à produção nacional. Repudiamos a suspensão do Edital de Chamamento das TVs Públicas publicada ontem. Repudiamos qualquer ataque infundado e qualquer tipo de censura que atenta à liberdade de expressão e fere os preceitos constitucionais garantidos pelo Art. 5o da Constituição. O audiovisual brasileiro vive o seu melhor momento, com reconhecido potencial cultural, artístico e econômico dentro e fora do país. A nossa cadeia produtiva é dinâmica e movimenta mais de 25 bilhões de reais por ano, representando 0,46% do PIB brasileiro, tem uma taxa de crescimento de 8,8% ao ano e é responsável por mais de 330 mil empregos. Garantir um audiovisual fortalecido e livre é fundamental para nossa soberania nacional.

Aperte o play e assista aos melhores momentos da apresentação do filme e também entrevistas exclusivas com Miguel Falabella, Carol Castro, Eduardo Moscovis e Magno Bandarz:

*O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Cleiton Thiele/Agência Pressphoto.

Com Andrea Beltrão, Hebe: A Estrela do Brasil é exibido no 47º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

andrebeltraogramadoProtagonista: Andrea Beltrão no tapete vermelho.

A história da Rainha da Televisão Brasileira, Hebe Camargo, tomou conta do Palácio dos Festivais na quarta-feira, 21/08, na Mostra Competitiva de Longas Brasileiros do 47º Festival de Cinema de Gramado.

A cinebiografia Hebe: A Estrela do Brasil se passa nos anos 1980 e traz como pano de fundo um retrato dos costumes, da cultura e da política do Brasil pelo olhar de Hebe Camargo. Sem pudor ou medo da crítica, como sempre foi na vida, a loira se revela inteira: na alegria e na tristeza, na saúde e na doença.

Além de Andrea Beltrão como protagonista, o elenco conta também com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Telles e Daniel Boaventura. Com direção de Maurício Farias e roteiro de Carolina Kotscho, de 2 Filhos de Francisco, o filme mostra como Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras dona de sua voz e única autora de sua própria história.

Na trama, que se passa em São Paulo, o Brasil vive uma de suas piores crises e Hebe aparece na tela exuberante: é a imagem perfeita do poder e do sucesso. Ao completar 40 anos de profissão, perto de chegar aos 60 anos de vida, está madura e já não aceita ser apenas um produto que vende bem na tela da TV. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário, ao governo e aos costumes vigentes. Durante o período de abertura política do país, na transição da ditadura militar para a democracia, Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras dona de sua voz e única autora de sua própria história.

Entre o brilho da vida pública e a escuridão da dor privada, Hebe enfrenta o preconceito, o machismo, o marido ciumento, os chefes poderosos e a ditadura militar para se tornar a mais autêntica e mais querida celebridade da história da nossa TV: uma personagem extraordinária, com dramas comuns a qualquer um de seus milhões de fãs.

Para apresentar o filme no Palácio dos Festivais, diversos integrantes da equipe subiram ao palco, entre eles, a protagonista Andrea BeltrãoClaudio Pessutti, sobrinho da apresentadora e um dos produtores do filme: “Esse filme gerou, até o presente momento, 1.267 empregos diretos. E vai gerar muito mais”, disse o produtor Lucas Pacheco. A roteirista Carolina Kotscho também discursou: “A Hebe é a prova de que defender o que é certo não é uma questão de ideologia. É uma questão de caráter. E tudo que ela disse há 30 anos é o que estamos precisando muito ouvir hoje”, disse.

O diretor Maurício Farias aproveitou para ler uma carta sobre a atual situação do cinema brasileiro e a importância do audiovisual no país: “Nós vamos continuar fazendo filmes, séries, peças, livros, shows, exposições. Todos os movimentos culturais com os conteúdos mais diversos. Não vão nos parar. Ninguém vai calar a cultura brasileira”, disse.

Aperte o play e assista aos melhores momentos da apresentação de Hebe: A Estrela do Brasil no Festival de Gramado 2019:

*O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Cleiton Thiele/Agência Pressphoto.

47º Festival de Cinema de Gramado: Mauricio de Sousa recebe o Troféu Cidade de Gramado

por: Cinevitor

mauriciosousagramado3Mauricio de Sousa recebeu a homenagem acompanhado pela Turma da Mônica.

O Palácio dos Festivais recebeu na quarta-feira, 21/08, a ilustre presença de Mauricio de Sousa no 47º Festival de Cinema de Gramado. O desenhista, cartunista, criador, roteirista, produtor, diretor e pai da Turma da Mônica foi homenageado com o Troféu Cidade de Gramado, honraria que destaca nomes que têm ligação com Gramado e o festival, contribuindo para o crescimento e a divulgação da cidade e do evento.

Mônica, a menina dentuça, baixinha, gorducha, forte e briguenta, nascida há 56 anos, é uma de suas criações mais queridas do público até hoje. Porém, são inúmeros os personagens que conquistaram a admiração de pelo menos duas gerações, mas o astro de 2019 é o Bidu, o primeiro deles. A tirinha precursora do cãozinho azul, e também de Mauricio, foi publicada em julho de 1959, mais precisamente no dia 18, no jornal Folha de São Paulo, e completa 60 anos.

No palco do Palácio dos Festivais, recebeu o Troféu Cidade de Gramado das mãos do prefeito João Alfredo de Castilhos Bertolucci e um abraço caloroso do elenco que interpretou Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali nas telonas: Giulia Benite, Kevin Vechiatto, Gabriel Moreira e Laura Rauseo.

Além da homenagem, Mauricio também participou da exibição de Turma da Mônica – Laços na Mostra Infantil, que aconteceu pela manhã de quarta. A sessão contou com a presença do diretor Daniel Rezende e dos protagonistas. Aproveitando sua passagem pela cidade, lançou a pedra fundamental do Parque Turma da Mônica Gramado, no Parque Tomasini. A inauguração deve acontecer no primeiro semestre do ano que vem.

Com o troféu em mãos, discursou: “Quantas surpresas, emoções e coisas novas. Gramado me presenteou com tantas coisas lindas e maravilhosas. Estou muito feliz. É difícil alguém que escreve não ter palavras, mas agora estou. É uma honra estar ao lado do prefeito desta cidade linda”.

Aperte o play e confira os melhores momentos da homenagem:

*O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Cleiton Thiele/Agência Pressphoto.

Protagonizado por Marcélia Cartaxo, Pacarrete, de Allan Deberton, é ovacionado no 47º Festival de Gramado

por: Cinevitor

pacarretegramado1Diretor e elenco no tapete vermelho.

Estreia de Allan Deberton na direção de um longa-metragem, Pacarrete foi exibido na terça-feira, 20/08, no Palácio dos Festivais, na Mostra Competitiva de Longas Brasileiros do 47º Festival de Cinema de Gramado.

Inspirado em fatos reais, foi filmado na cidade de Russas, no Ceará, onde viveu a personagem protagonista. O longa aborda questões como a loucura, a permanência do sonho e o drama da velhice de uma bailarina clássica, que gostava de ser chamada de Pacarrete, que significa margarida em francês. Além da estreia em Gramado, o filme encerrará o 29º Cine Ceará e foi exibido no Shanghai International Film Festival.

Para dar mais realismo à produção, as filmagens foram realizadas na cidade natal do diretor. Nascida e criada em Russas, Pacarrete alimentou desde criança o sonho de ser artista e viver a vida na ponta da sapatilha, mesmo sendo de uma cidade conservadora onde mulher nasceu para casar e ter filhos. Mas é em Fortaleza que ela consegue estar nos centros dos palcos como bailarina clássica e se tornar professora de ballet. Com a aposentadoria, retorna para sua cidade natal onde pretende dar continuidade ao seu trabalho artístico, mas só se depara com desrespeito à sua arte: em vez de plateias de admiradores e aplausos, ela se defronta com o despeito daqueles que cruzam seu caminho. A bailarina de outrora, que acredita ainda ser, transformou-se na “louca da cidade”.

marceliacartaxoallangramadoA protagonista Marcélia Cartaxo e o diretor Allan Deberton: aclamados em Gramado.

Para viver essa mulher que fez da aspiração de ser uma bailarina clássica o objetivo de sua vida, Deberton convidou a premiada atriz paraibana Marcélia Cartaxo, que foi ovacionada no Palácio dos Festivais. Os aplausos, primeiramente, apareceram no início da projeção, logo depois da cena de abertura. Depois, nos créditos finais, o público presente ficou em pé e aplaudiu por mais de cinco minutos. Já na saída do local, ainda nas escadarias do Palácio dos Festivais, Marcélia e equipe foram novamente saudados e aplaudidos pelos espectadores, visivelmente emocionados.

Além disso, antes da exibição, o diretor subiu ao palco acompanhado por alguns integrantes da equipe e do elenco, como o ator João Miguel e as atrizes Zezita Matos e Soia Lira. Em silêncio, levantaram cartazes com frases como “Ancine Sim”, “Ditadura Não” e “Marielle Presente” e foram muito aplaudidos.

Vale lembrar que em breve teremos uma entrevista especial com a protagonista Marcélia Cartaxo. Enquanto isso, aperte o play e confira os melhores momentos da apresentação de Pacarrete e também uma entrevista exclusiva com as atrizes Zezita Matos e Soia Lira:

*O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Cleiton Thiele/Agência Pressphoto.

Entrevista: Orlando Morais e Antonia Morais falam sobre Orlamundo, exibido no 47º Festival de Gramado

por: Cinevitor

orlandoantoniagramadoPai e filha: juntos na música e no cinema.

Depois de ganhar o prêmio de melhor documentário no Los Angeles Independent Film Festival Awards, LAIFAA, o longa-metragem Orlamundo, com argumento de Orlando Morais, foi exibido pela primeira vez no Brasil em sessão hors-concours no 47º Festival de Cinema de Gramado na terça-feira, 20/08, na mostra Sessão Especial no Palácio dos Festivais.

Idealizado e produzido pelo cantor e compositor Orlando Morais, o filme é conduzido por reflexões sobre a sua trajetória, que vai sendo retratada através de misturas musicais com artistas internacionais e brasileiros. Com produção da Audaz Filmes e direção de Alexandre Bouchet, o filme é uma experiência sensorial, com trilha sonora orquestrada pelo produtor musical francês Jean Lamoot, com quem Orlando Morais recebeu o prestigioso prêmio francês Victoire de la Musique pelo grupo Rivière Noire, em 2015.

Como cenário principal, as dunas e paisagens do exuberante Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, no Nordeste, que recebeu a maior parte dos convidados como o chinês Guo Gan, um mestre do milenar instrumento Erhu; o multinstrumentista nigeriano Kuku; o malinês Kasse Mady Diabaté, o grande Griôt do Mali, falecido após as filmagens; a cantora vietnamita Huong Thanh; além da dupla de violeiros goianos Marcus Biancardini e Jairo Reis.

Orlando também viaja até alguns lugares para encontros com a Velha Guarda de sua escola de samba de coração, Portela, que através de Dona Áurea Martins, Mestre Monarco e Serginho Procópio representa um pouco da história musical do Rio, cidade que ele escolheu para viver há mais de 40 anos. É no Rio também que ele divide a cena com Caetano Veloso, sua maior influência artística/musical. O filme conta ainda com uma emocionante participação da cantora e compositora Antonia Morais, interpretando os versos da canção Sertão, que também trabalhou na produção, ao lado do marido Wagner Santisteban.

Em entrevista exclusiva para o CINEVITOR, Orlando Morais e a filha Antonia falaram sobre a produção, os bastidores, influências musicais e participações em festivais.

Aperte o play e confira:

*O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Cleiton Thiele/Agência Pressphoto.

Bruna Marquezine apresenta Vou Nadar Até Você, de Klaus Mitteldorf, no 47º Festival de Gramado

por: Cinevitor

brunaklausgramadoA protagonista e o diretor no tapete vermelho.

Comemorando sua estreia como protagonista nas telonas, Bruna Marquezine causou alvoroço ao passar pelo tapete vermelho do 47º Festival de Cinema de Gramado, na segunda-feira, 19/08. A atriz marcou presença no evento gaúcho para apresentar Vou Nadar Até Você, filme dirigido por Klaus Mitteldorf e exibido na Mostra Competitiva de Longas Brasileiros.

O filme conta a história de Ophelia, interpretada por Marquezine, uma jovem que decide ir, a nado, em busca do pai que nunca conheceu. Com cenas filmadas na Alemanha e no litoral paulista, ao longo da estrada Rio-Santos, o longa conta também com o ator alemão Peter Ketnath, Fernando Alves Pinto, Fabio Audi e Clara Gallo no elenco.

O diretor subiu ao palco do Palácio dos Festivais acompanhado por alguns integrantes de sua equipe, entre eles, o ator Fernando Alves Pinto, a protagonista Bruna Marquezine, as produtoras Joana Mariani e Diane Maia, e a atriz Ondina Clais.

Bruna, que levou os pais Telmo e Neide para o evento, se emocionou ao falar de filme e também ao relembrar o discurso do ator Lázaro Ramos, que tinha acabado de ser homenageado com o Troféu Oscarito. Com os olhos cheios de lágrimas, falou: “Que potência, Lázaro Ramos! Obrigada por me inspirar. Ainda emocionada com a noite de hoje e com o poder da arte. Imensamente feliz por ser artista”. E completou: “Feliz porque assim como você, Lázaro, eu também tenho meus pais hoje aqui para a minha estreia no cinema”, comentou sobre a presença dos familiares.

No dia seguinte à exibição, a equipe participou de uma coletiva de imprensa: “Eu tinha esse desejo, um sonho, uma necessidade artística de viver isso e de fazer cinema. Continuo tendo. Quero fazer mais e mais. Me apaixonei pelo formato”, revelou Bruna.

Aperte o play e assista aos melhores momentos da apresentação de Vou Nadar Até Você no Palácio dos Festivais e também da coletiva de imprensa:

*O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Edison Vara/Agência Pressphoto.

67º Festival Internacional de Cinema de San Sebastián: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

pacificadosansebastianCassia Gil em Pacificado, de Paxton Winters: na disputa pela Concha de Ouro.

Considerado o mais importante festival de cinema da Espanha e um dos mais antigos da Europa, o Festival Internacional de Cinema de San Sebastián é também um dos mais prestigiados do mundo. Seu principal prêmio, a Concha de Ouro, é concedido ao melhor filme em competição da Seleção Oficial.

Os selecionados da 67ª edição, que acontecerá entre os dias 20 e 28 de setembro, foram anunciados nesta semana. O cinema brasileiro está na disputa pelo prêmio máximo com o drama Pacificado, coprodução americana dirigida por Paxton Winters. O cineasta Darren Aronofsky assina como um dos produtores do filme.

Na trama, Zé, é um ex-traficante que é solto da prisão durante os dias que antecedem as Olimpíadas Rio 2016. Respeitado pela comunidade, muitos acreditam que ele novamente assumirá o posto de dono do morro, mas a jovem Tati aparece com outros planos. Uma improvável amizade cresce entre eles, e, juntos, lutam para superar um futuro incerto enquanto as tensões sociais, tanto dentro e fora da comunidade, entram em ebulição. O longa conta com Débora Nascimento, Cassia Gil, Bukassa Kabengele, Léa Garcia, José Loreto e Shirley Cruz  no elenco.

O suspense Araña, de Andrés Wood, uma coprodução entre Chile, Argentina e Brasil, se destaca na mostra Horizontes Latinos. The Lighthouse, de Robert Eggers, e Wasp Network, de Olivier Assayas, ambos produzidos pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features, também serão exibidos no festival.

O júri da Seleção Oficial será presidido pelo cineasta irlandês Neil Jordan e formado por: Pablo Cruz, ator mexicano; Lisabi Fridell, diretora de fotografia; Bárbara Lennie, atriz espanhola; Mercedes Morán, atriz argentina; e Katriel Schory, produtor. Em outras mostras, duas brasileiras farão parte do júri: Silvia Cruz, fundadora da Vitrine Filmes, na Zabaltegi-Tabakalera; e a produtora Vania Catani, na Europe-Latin America Co-Production Forum.

Neste ano, o cineasta mexicano Roberto Gavaldón ganhará uma retrospectiva. Além dos filmes, o festival também presta homenagens a grandes nomes da sétima arte com o Prêmio Donostia, que será entregue para: a atriz espanhola Penélope Cruz, que estampa o pôster desta edição; o cineasta grego Costa-Gavras; e o ator canadense Donald Sutherland. O produtor cinematográfico espanhol Jose María ‘Txepe’ Lara receberá o Lara Zinemira Award.

Conheça os filmes selecionados para o Festival de San Sebastián 2019:

SELEÇÃO OFICIAL:

Blackbird, de Roger Michell (EUA) (filme de abertura)
The Song of Names, de François Girard (filme de encerramento) (fora de competição)
A Dark-Dark Man, de Adilkhan Yerzhanov (Cazaquistão)
Das Vorspiel (The Audition), de Ina Weisse (Alemanha/França)
Il pleuvait des oiseaux (And the Birds Rained Down), de Louise Archambault (Canadá)
La hija de un ladrón (A thief’s daughter), de Belén Funes (Espanha)
La trinchera infinita, de Aitor Arregi, Jon Garaño e Jose Mari Goenaga (França/Espanha)
Lhamo and Skalbe, de Sonthar Gyal (China)
Mano de obra, de David Zonana (México)
Mientras dure la guerra, de Alejandro Amenábar (Espanha/Argentina)
Pacificado, de Paxton Winters (Brasil/EUA)
Patrick, de Gonçalo Waddington (Portugal)
Proxima, de Alice Winocour (França/Alemanha)
Rocks, de Sarah Gavron (Reino Unido)
Thalasso, de Guillaume Nicloux (França)
The Other Lamb, de Małgorzata Szumowska (Irlanda/Bélgica/EUA)
Vendrá la muerte y tendrá tus ojos, de José Luis Torres Leiva (Chile/Alemanha/Argentina)
Zeroville, de James Franco (EUA)
Diecisiete, de Daniel Sánchez Arévalo (Espanha) (fora de competição)
La odisea de los giles, de Sebastián Borensztein (Argentina/Espanha) (fora de competição)

HORIZONTES LATINOS:

La cordillère des songes, de Patricio Guzmán (França/Chile) (filme de abertura)
La llorona, de Jayro Bustamante (Guatemala/França) (filme de encerramento)
Agosto, de Armando Capó (Cuba/Costa Rica/França)
Araña (Spider), de Andrés Wood (Chile/Argentina/Brasil)
Así habló el cambista, de Federico Veiroj (Uruguai/Argentina/Alemanha)
Chicuarotes, de Gael García Bernal (México)
De Nuevo Otra Vez, de Romina Paula (Argentina)
El Príncipe, de Sebastián Muñoz (Chile/Argentina/Bélgica)
La bronca, de Daniel Vega e Diego Vega (Peru)
Los sonámbulos, de Paula Hernández (Argentina/Uruguai)
Los tiburones, de Lucía Garibaldi (Uruguai/Argentina/Espanha)
Monos, de Alejandro Landes (Colômbia/Argentina/Holanda/Alemanha/Suécia/Uruguai/EUA/Suíça/Dinamarca)
Nuestras madres, de César Díaz (Guatemala/Bélgica/França)
Temblores, de Jayro Bustamante (Guatemala/França/Luxemburgo)
Que Sea Ley, de Juan Solanas (Argentina/França/Uruguai)

NEW DIRECTORS:

Africa, de Oren Gerner (Israel)
Algunas Bestias, de Jorge Riquelme Serrano (Chile)
Disco, de Jorunn Myklebust Syversen (Noruega)
La inocencia, de Lucía Alemany (Espanha)
Las Buenas Intenciones, de Ana García Blaya (Argentina)
Las letras de Jordi, de Maider Fernández Iriarte (Espanha)
Le milieu de l’horizon, de Delphine Lehericey (Suíça/Bélgica)
Le Rêve de Noura, de Hinde Boujemaa (Tunísia/França/Bélgica/Qatar)
Lynn + Lucy, de Fyzal Boulifa (Reino Unido/França)
Nematoma, de Ignas Jonynas (Lituânia/Ucrânia/Letônia)
Scattered Night (Heuteojin Bam), de Sol Kim e Jihyoung Lee (Coreia do Sul)
Sestra (Sister), de Svetla Tsotsorkova (Bulgária/Qatar)
The Giant, de David Raboy (EUA/França)
Bonfire at Dawn, de Koichi Doi (Japão)

ZABALTEGI TABAKALERA:

Atlantique, de Mati Diop (França/Senegal/Bélgica)
Blue Boy, de Manuel Abramovich (Argentina/Alemanha) (curta)
Delphine et Carole, insoumuses, de Callisto McNulty (França/Suíça)
El fiscal, la presidenta y el espia, de Justin Webster (Espanha/Alemanha)
Ficción Privada, de Andrés Di Tella (Argentina)
Giraffe, de Anna Sofie Hartmann (Alemanha/Dinamarca)
Hatsukoi, de Takashi Miike (Japão/Reino Unido)
Ich war zuhause, aber, de Angela Schanelec (Alemanha/Sérvia)
L’Île aux oiseaux (Bird Island), de Maya Kosa e Sergio da Costa (Suíça)
Les enfants d’Isadora, de Damien Manivel (França/Coreia do Sul)
Leyenda dorada, de Ion De Sosa e Chema García Ibarra (Espanha) (curta)
Lursaguak, de Izebene Oñederra (Espanha) (curta)
Nan Fang Che Zhan De Ju Hui (The Wild Goose Lake), de Diao Yinan (China/França)
Nimic, de Yorgos Lanthimos (Alemanha/EUA/Reino Unido) (curta)
Nos défaites, de Jean-Gabriel Périot (França)
Play, de Anthony Marciano (França)
Répertoire des villes disparues, de Denis Côté (Canadá)
Shakti, de Martín Rejtman (Argentina/Chile) (curta)
Urpean Lurra, de Maddi Barber (Espanha)
Zombi Child, de Bertrand Bonello (França)

PERLAK:

Seberg, de Benedict Andrews (EUA/Reino Unido) (filme de abertura)
The Climb, de Michael Angelo Covino (filme de encerramento) (fora de competição)
Alice et le maire, de Nicolas Pariser (França/Bélgica)
Amazing Grace, de Alan Elliott e Sydney Pollack (EUA)
Dylda (Beanpole), de Kantemir Balagov (Rússia)
Di jiu tian chang (So Long, My Son), de Wang Xiaoshuai (China)
Ema, de Pablo Larraín (Chile)
Parasita (Gisaengchung/Parasite), de Bong Joon-ho (Coreia do Sul)
Hors normes, de Olivier Nakache e Éric Toledano (França)
La Vérité (The Truth), de Hirokazu Kore-eda (França/Japão)
Les misérables, de Ladj Ly (França)
A Luz no Fim do Mundo (Light of My Life), de Casey Affleck (EUA)
O que arde, de Oliver Laxe (Espanha/França/Luxemburgo)
Retrato de uma Jovem em Chamas (Portrait de la jeune fille en feu), de Céline Sciamma (França)
Sorry We Missed You, de Ken Loach (Reino Unido/França/Bélgica)
Tenki no ko (Weathering with You), de Makoto Shinkai (Japão)
A Lavanderia (The Laundromat), de Steven Soderbergh (EUA)
The Lighthouse, de Robert Eggers (EUA/Canadá)
Waiting for the Barbarians, de Ciro Guerra (Itália/EUA)

DONOSTIA AWARD SCREENINGS:

Adults in the Room, de Costa-Gavras (França/Grécia)
The Burnt Orange Heresy, de Giuseppe Capotondi (Reino Unido/Itália)
Wasp Network, de Olivier Assayas (França/Espanha/Bélgica/Brasil)

Foto: Divulgação.

Brinquedo Assassino

por: Cinevitor

brinquedoassassinonovoposterChild’s Play

Direção: Lars Klevberg

Elenco: Gabriel Bateman, Aubrey Plaza, Mark Hamill, Tim Matheson, Brian Tyree Henry, David Lewis, Beatrice Kitsos, Ty Consiglio, Marlon Kazadi, Carlease Burke, Nicole Anthony, Trent Redekop, Nicholas Dohy, Mia Bella, Amber Taylor, Olivia Poon, Eddie Flake, Johnson Phan, Ben Andrusco-Daon, Veenu Sandhu, Amro Majzoub, Kristin York, Hannah Drew, Romulus Stoicescu, Kenneth Tynan, Zahra Anderson, Anantjot S Aneja, Michael Bardach, Ariana Nica.

Ano: 2019

Sinopse: Mais que um brinquedo, ele é o seu melhor amigo. No dia do seu aniversário, Andy ganha de presente de sua mãe, Karen: o boneco mais aguardado dos últimos tempos. Altamente tecnológico, ele pode se conectar a qualquer dispositivo inteligente da Kaslan, empresa responsável por sua fabricação. No entanto, quando crimes estranhos começam a acontecer, eles passam a suspeitar que o brinquedo pode não ser tão inofensivo quanto parece.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Uma Noite Não é Nada

por: Cinevitor

noitenadaposterDireção: Alain Fresnot

Elenco: Paulo Betti, Claudia Mello, Luiza Braga, Fernanda Vianna, Daniel Hendler.

Ano: 2019

Sinopse: São Paulo, meados dos anos 1980. Agostinho, um decadente professor de física, acaba se apaixonando por Márcia, uma de suas alunas. Márcia é uma mulher bem mais jovem que ele, emocionalmente perturbada e soropositiva. Eles começam um intenso relacionamento, fazendo com que Agostinho comece a arriscar seu casamento com Januária.

Nota do CINEVITOR:

nota-1,5-estrelas