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O Homem que Cuida

por: Cinevitor

homemcuidaposter2El hombre que cuida

Direção: Alejandro Andújar

Elenco: Héctor Aníbal, Fiora Cruz, Paula Ferry, Eyra Aguero Joubert, Archie Lopez, Héctor Medina, Yasser Michelén, Julietta Rodriguez.

Ano: 2017

Sinopse: Juan mora isolado no pequeno povoado de pescadores de Palmar de Ocoa, na costa dominicana, onde trabalha como caseiro na propriedade de uma família endinheirada da capital. Sua rotina pacata será interrompida pela chegada sem aviso do filho do dono e seus amigos. No transcurso do fim de semana, Juan terá de tomar decisões que irão afetar o resto da sua vida.

*Filme assistido no 27º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema.

Nota do CINEVITOR:

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Pacarrete, de Allan Deberton, é o grande vencedor do 23º Florianópolis Audiovisual Mercosul

por: Cinevitor

pacarretevenceFAMMarcélia Cartaxo em Pacarrete, de Allan Deberton: filme premiado.

Os vencedores da 23ª edição do Florianópolis Audiovisual Mercosul foram anunciados nesta quarta-feira, 02/10, no Teatro Álvaro de Carvalho, no centro da capital catarinense. Na Mostra Longas Ficção Mercosul, Pacarrete, de Allan Deberton, foi consagrado com dois prêmios: melhor filme pelo júri oficial e popular.

Ao todo, foram mais de R$ 230 mil em serviços de pós-produção e finalização para os oito vencedores das mostras competitivas, oferecidos pelos parceiros do festival e destinados aos próximos projetos dos realizadores. A estreante Mostra Work-In-Progress é a única que traz prêmios destinados à finalização do próprio filme apresentado no festival, uma vez que trata de um projeto ainda em fase de finalização.

Confira a lista completa com os vencedores do FAM 2019:

MOSTRA LONGAS FICÇÃO MERCOSUL

Melhor Filme: Pacarrete, de Allan Deberton (Brasil)
Menção Honrosa: Huenu Paz Paredes, por Yo Niña (Argentina)
Melhor Filme | Júri Popular: Pacarrete, de Allan Deberton

MOSTRA DOC-FAM

Melhor Filme: Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai (Brasil)
Menção Honrosa: Zurita, de Alejandra Carmona (Chile)
Melhor Filme | Júri Popular: Zurita, de Alejandra Carmona (Chile)

MOSTRA CURTAS CATARINENSE

Melhor Filme: Nossa Terra, de Samuel Moreira (Itajaí/José Boiteux/Florianópolis)
Melhor Filme | Júri Popular: Nas Curvas da Estrada, de Viviane Mayumi (Florianópolis/Guarujá do Sul/Curitiba)

MOSTRA CURTAS MERCOSUL

Melhor Filme: Ausencia, de Andrés Tudela (Colômbia)
Melhor Filme | Júri Popular: A Volta para Casa, de Diego Freitas (Brasil, SP)

MOSTRA CURTAS CATARINENSE e MOSTRA CURTAS MERCOSUL

Melhor Ator: Lima Duarte, por A Volta para Casa
Melhor Atriz: Marina Corredor, por Ausencia
Melhor Direção de Arte: Cabrita Sin Cuernos, por Aureliano Gentile
Melhor Trilha Sonora: A Volta para Casa, por Ed Côrtes
Melhor Som: The End of Eternity, por Pablo Radice
Melhor Fotografia: Kîriri, por Ángel Molina
Melhor Montagem: Oyentes, por Café 80
Melhor Roteiro: Ausencia, escrito por Andrés Tudela
Melhor Direção: Miguel Agüero, por Kîriri
Melhor Ficção: Ausencia, de Andrés Tudela
Melhor Documentário: Aqueles Dois, de Émerson Maranhão
Melhor Animação: Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes

MOSTRA INFANTOJUVENIL

Melhor Filme: Guaxuma, de Nara Normande (Brasil/França)
Menção Honrosa: As Quatro Estações, de Lícia Brancher (Brasil, SC)
Melhor Filme | Júri Popular: Guaxuma, de Nara Normande

MOSTRA VIDEOCLIPE

Júri Oficial: Tenemos Voz, Juan Manuel Costa (Argentina e França)
Júri Popular: Ore Kunhangue – Mbya Resiste, Luiz Fernando F. Machado (Brasil, SC)
Menção Honrosa: Pra que ser tão normal, Romã (Brasil, RJ)

PRÊMIO RECAM

Júri Oficial | Longas: Yo Niña, de Natural Arpajou (Argentina)
Júri Oficial | Curtas: Vivi Lobo e o Quarto Mágico, de Isabelle Santos e Edu MZ Camargo (Brasil, PR)

MOSTRA WIP

Menção Honrosa: El Film Justifica Los Medios, de Juan Jacobo Del Castillo
Melhor Filme: El Árbol Rojo, de Joan Gómez Endara

RALLY UNIVERSITÁRIO: El Gran Día – Equipe 2

Foto: Mauro Angeli.

29º Festival Curta Cinema: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

limaduartecurtarioLima Duarte no curta A Volta Para Casa, de Diego Freitas.

O Festival Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro é exclusivamente dedicado à exibição e à promoção de obras audiovisuais de curta-metragem. O evento exibe trabalhos finalizados em suportes digitais, com duração máxima de 30 minutos, e tem caráter competitivo e informativo.

A programação da 29ª edição, que acontecerá entre os dias 30 de outubro e 6 de novembro, será constituída por: Competição Internacional, Competição Nacional, Panoramas latino-americano e carioca e Programas Especiais, com o objetivo principal de promover a exibição, a distribuição e a produção da obra audiovisual de curta-metragem.

Além disso, o Curta Cinema é um festival que qualifica os ganhadores do Grande Prêmio da Competição Nacional e Internacional a pleitearem uma indicação ao Oscar, premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, e também ao BAFTA, realizado pela British Academy of Film and Television Arts. Além da exibição de filmes, o festival também promove workshops, laboratório de projetos de curta metragem, palestras e debates.

Conheça os filmes selecionados para o Curta Cinema 2019:

ABERTURA:

2 ou 3 choses de Marie Jacobson, de Anne Azoulay (França)
Agora como Antes, de Thiago Carvalhaes (Brasil, SP)
Aiku’è, de Mariana Villas-Bôas (Brasil, RJ)
Estrondo, de Felipe Nepomuceno (Brasil, RJ)
O Muro era muito alto, de Marcelo Marão (Brasil, RJ)

COMPETIÇÃO NACIONAL:

A ética das hienas, de Rodolpho de Barros (PB)
A Nave de Mané Socó, de Severino Dadá (RJ)
A Profundidade da Areia, de Hugo Reis (ES)
A Volta Para Casa, de Diego Freitas (SP)
Água e Sal, de Luisa Mello (RJ)
Amor aos vinte anos, de Toti Loureiro e Felipe Poroger (SP)
Auto Falo, de Caio Dornelas (PB)
Avoada, de Magno Pinheiro (RJ)
Baile, de Cíntia Domit Bittar (SC)
Caçador, de Leonardo Sette (PE)
Carne, de Camila Kater (SP)
Estamos Sendo, de Claryssa Almeida (MG)
Extratos, de Sinai Sganzerla (SP)
Guará, de Fabrício Cordeiro e Luciano Evangelista (GO)
Ilhas de Calor, de Arthur Macedo Ulisses (AL)
Joderismo, de Marcus Curvelo (BA)
Jorge, de Jéferson (RJ)
Looping, de Maick Hannder (MG)
Malandro de Ouro, de Flávio C. von Sperling (MG)
Marie, de Leo Tabosa (PE)
Nove Águas, de Gabriel Martins e Quilombo dos Marques (MG)
Planeta Fábrica, de Julia Zakia (SP)
Quebramar, de Cris Lyra (SP)
, de Ana Flavia Cavalcanti (SP)
Revolver, de Frederico Benevides e Tadeu Capistrano (RJ)
Rocha, de Luiz Matoso (MG)
Sangro, de de Tiago Minamisawa, Bruno H. Castro e Guto BR (SP)
Sem Asas, de Renata Cilene Martins (SP)
Sol, de Higor Mourão (SP)
Thinya, de Lia Letícia Leite (PE)
Tuã Ingügu (Olhos D’Água), de Daniela Thomas (RJ)
Xandoca, de Takumã Kuikuro (MT)

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL:

Above us only sky, de Arthur Kleinjan (Holanda)
Acadiana, de Guillaume Fournier, Samuel Matteau e Yannick Nolin (Canadá)
All Fires the Fire, de Efthimis Kosemund Sanidis (Grécia)
Blue Boy, de Manuel Abramovich (Argentina/Alemanha)
Cães que ladram aos pássaros, de Leonor Teles (Portugal)
Club Splendida, de Caio Amado Soares (Alemanha)
Destierra, de Juan David Mejía Vásquez (Colômbia)
Dia de Festa, de Sofia Bost (Portugal)
Dossier of the dossier, de Sorayos Prapapan (Tailândia)
Em Caso de Fogo, de Tomás Paula Marques (Portugal)
Fakh (The Trap), de Nada Riyadh (Egito/Alemanha)
Figurant, de Jan Vejnar (República Checa/França)
Greykey, de Enric Ribes (Espanha)
Günst ul vándrafoo (Ráfagas de vida salvaje), de Jorge Cantos (Espanha)
Hãy tỉnh thức và sẵn sàng (Stay Awake, be Ready), de Pham Thien An (Coreia do Sul/EUA/Vietnã)
Hierophany, de Frank O’Neill (EUA)
Home, de Alejandro Alonso (Cuba)
Insectopedia, de Antoine Fontaine (Bélgica/França)
Kembalilah Dengan Tenang (Rest in peace), de M. Reza Fahriyansyah (Indonésia)
Kolektyviniai sodai (Community Gardens), de Vytautas Katkus (Lituânia)
La siesta, de Federico Luis Tachella (Argentina)
Mabat shlishi (Third Look), de Efrat Rasner (Israel)
Monstruo Díos, de Agustina San Martín (Argentina)
Nachts sind alle Katzen grau (All Cats Are Grey in the Dark), de Lasse Linder (Suíça)
Nilalang (Of Beings and Deceit), de Juan Carlo Tarobal (Filipinas)
Scarcity, de Przemek Węgrzyn (Polônia)
Soledad, de Stiliyan Stoyanov (Bulgária)
Spacewalkers, de Juan Pablo Caballero (Colômbia)
Supine, de Nicole Goode (República Checa)
The Van, de Erenik Beqiri (Albânia/França)
Tigre, de Delphine Deloget (França)
Transparent, the world is., de Yuri Muraoka (Japão)
Ultimul Drum Spre Mare (The last trip to the seaside), de Aidi Voicu (Romênia)

PANORAMA CARIOCA:

A Mentira, de Rafael Spínola e Klaus Diehl
Abraço, de Matheus Murucci
Afeto, de Tainá Medina e Gabriela Gaia Meirelles
Alfazema, de Sabrina Fidalgo
Aurora, de Renata Spitz
Cadeia Alimentar, de Raphael Medeiros
Cravo, Lírio e Rosa, de Maju Paiva
Intervenção Jah, de Daniel Santos (Brasil/Guiné-Bissau)
Kopacabana, de Khalil Charif e Marcos Bonisson
Maurício, de Rafael Machado
Na Rota do Vento – O Cinema na Música de Sergio Ricardo, de Victor Magrath, Marina Lufti e Cavi Borges
O rio em mim, de Elena Duarte Parravicini
Panóptico, de Cesar Duro
Peixe Pequeno, de Caio Alvarenga
Vento de Sal, de Anna Azevedo
Vidas Inventadas de Amélia Aragão, de Luiza Quental
Tarântula, de Tiago Ferreira Fonseca, Bruna Mello, Lucas Melo, Uli Dile e Vitor Valadão

PANORAMA BRASIL:

A Era de Lareokotô, de Rita Carelli (SP)
Aulas que matei, de Amanda Devulsky e Pedro B. Garcia (DF)
Aurora, de Leo Ayres (Brasil, MG/Cuba)
Cão Maior, de Filipe Alves (DF)
Cartuchos de Super Nintendo em Anéis de Saturno, de Leon Reis (CE)
Dia de Eleição, de Nereu Afonso (SP)
Diz Que É Verdade, de Pedro Estrada e Claryssa Almeida (MG)
Dois, de Leticia Rheingantz e Gabriela Boeri (SP)
Entre, de Ana Carolina Marinho e Bárbara Santos (SP)
Frescor Marine, de Tothi dos Santos (GO)
Mesmo Com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond (SP)
Mona, de Luíza Zaidan e Thiago Schindler (SP)
O Rabequeiro Maneta e a Fúria da Natureza, de Manu Maltez (SP)
Pelano!, de Calebe Lopes e Christina Mariani (BA)
Ressurreição, de Otto Guerra (RS)
Selma depois da Chuva, de Loli Menezes (SC)
Tempestade, de Fellipe Fernandes (PE)
Teoria sobre um planeta estranho, de Marco Antonio Pereira (MG)
Tipóia, de Paulo Silver (AL)
Um ensaio sobre a ausência, de David Aynan (BA)

PANORAMA LATINO-AMERICANO:

Abisal, de Esteban Santana (Chile)
Ari y Yo, de Adriana Faria (Brasil/Cuba)
Bodas de Oro, de Lorenzo Tocco (Chile/Uruguai)
Cuadros, de Juan Sebastian Abello Acosta (Colômbia)
El agua, de Andrea Dargenio (Argentina)
El futuro, de Ernesto Martínez Bucio (México)
Exiliada, de Leonor Zúniga (Nicarágua/EUA)
Feelings, de Fermin Pedros (Peru)
Fiebre Austral, de Thomas Woodroffe (Chile)
Franco, de Mariana Martínez Gómez (México)
Héctor, de Victoria Giesen Carvajal (Chile)
Hogar, de Gerardo Minutti (Uruguai)
La Xarxa, de Sofia Marcos Sofia (República Dominicana/Portugal)
Liremu Barana (Soul of the sea), de Elvis Rigoberto Caj Cojoc (Guatemala/Noruega)
Mundo Viejo, de Luis Garay Guevara (Argentina)
No faltes, Mili, de Carla Gutiérrez Yañez (Argentina)
Oliva, de Irene Ponce (Cuba/Espanha)
Pleamar, de Marco Salaverría (Venezuela)
Tierra Mojada, de Juan Sebastian Mesa (Colômbia)
Todo lo que flota, de María Matiz (Colômbia)
Trois Machettes, de Matthieu Maunier Rossi (França/Haiti)

PROGRAMAS ESPECIAIS

EM TRÂNSITO:

Brasil, Cuba, de Bertrand Lira e Arturo de la Garza (Brasil, PB/México)
Budapest, de Gabriel Motta (Brasil, RS/Hungria)
Nome de Batismo – Frances, de Tila Chitunda (SP)
Refúgio, de Shay Peled e Gabriela Alves (SP)
Ver a China, de Amanda Carvalho (Brasil, SP/China)

INTERZONA – PRÊMIO ITAMARATY:

Caranguejo Rei, de Matheus Farias e Enock Carvalho (PB)
Cova humana, de Joel Caetano (SP)
Nervo, de Sabrina Maróstica e Pedro Jorge (SP)
Pop Ritual, de Mozart Freire (CE)
Sobrado, de Renato Sircilli (SP)
Who’s That Man Inside My House?, de Lucas Reis (RS)

PRIMEIROS QUADROS – PRÊMIO JÚRI JOVEM:

À Margem das Torres, de Nilton Apolinario (RJ)
Antes de Ontem, de Caio Franco (SP)
Aqueles Dois, de Émerson Maranhão (CE)
As Constituintes de 88, de Gregory Baltz (RJ)
Com Cassis?, de Nicole Gullane (SP)
Derradeiro, de Renata Alves (SP)
Em busca de Alzira, de Maria Julia Andrade (RJ)
Fosfeno, de Clara Vilas Boas e Emanuele Sales (MG)
Jaíza, de João Paulo de Freitas e Ana Clara Gonçalves França (MG)
Mãe não chora, de Vaneza Oliveira e Carol Rodrigues (SP)
NEGRUM3, de Diego Paulino (SP)
Nova Redenção, de Rafael Rodrigues (RJ)
Pogrom, de Guilherme Folly e Fernanda Cavalcanti (RJ)
Polis, de Rafael Baptista da Costa Magalhães (RJ)
Quântica, de Tati Lenna (SP)
Volta Seca, de Roberto Veiga (PE)

PROGRAMA INFANTO-JUVENIL:

A Common Activity, de Gustavo Carvalho e Jefferson Messias (Brasil, RJ/EUA)
Balão Azul, de Alice Gomes (RJ)
O Vestido, de Carla Saavedra Brychcy (Brasil, SP/Bolívia)
O Véu de Amani, de Renata Diniz (DF)
Trincheira, de Paulo Silver (AL)

Foto: Guilherme Raya.

Aves de Rapina, com Margot Robbie como Arlequina, ganha trailer

por: Cinevitor

avesrapinatrailer1Depois de Esquadrão Suicida, Margot Robbie está de volta como Arlequina.

Dirigido por Cathy Yan, Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa) traz Margot Robbie novamente no papel de Arlequina. Na trama, depois do rompimento com o Coringa, ela busca um novo início: sua emancipação na cidade de Gotham junto com outras companheiras.

O elenco conta também com Mary Elizabeth Winstead como Caçadora; Jurnee Smollett-Bell como Canário Negro; Rosie Perez como Renee Montoya; Chris Messina como Victor Zsasz; e Ewan McGregor como Roman Sionis. A novata Ella Jay Basco também estrela como Cassandra “Cass” Cain em seu primeiro filme.

Com base no roteiro de Christina Hodson, de Bumblebee, o filme é baseado nos personagens da DC. Robbie também produz o longo ao lado de Bryan Unkeless e Sue Kroll. Os produtores executivos são Walter Hamada, Galen Vaisman, Geoff Johns, David Ayer e Hans Ritter.

Confira o primeiro trailer de Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa), que tem previsão de estreia para o dia 6 de fevereiro de 2020:

Foto: Warner Bros. Pictures/Divulgação.

Conheça os vencedores do 26º Festival de Cinema de Vitória

por: Cinevitor

vencedores26vitoriaMarcélia Cartaxo com os cineastas Allan Deberton e Bertrand Lira: melhor interpretação.

O Festival de Cinema de Vitória anunciou neste domingo, 29/09, no Teatro Glória, do Centro Cultural Sesc Glória, os vencedores de sua 26ª edição. Na Competição Nacional de Longas, o Troféu Vitória de melhor filme foi para o documentário Casa, de Letícia Simões. A produção revela a relação entre mãe e filha e, na construção dos espaços de afeto entre essas mulheres, questiona o que é sanidade, memória, solidão e família.

O cineasta paraibano Bertrand Lira ganhou os prêmios de melhor direção e melhor roteiro pela ficção O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira) e o cearense Pacarrete, de Allan Deberton, venceu na categoria Interpretação, pela atuação de Marcélia Cartaxo. O documentário gaúcho Mirante, de Rodrigo John, levou o Troféu Vitória na categoria Contribuição Artística.

Antes da premiação, o público assistiu ao curta-metragem de suspense Uma Faca Só Lâmina, produzido, filmado e finalizado pelos alunos da oficina ministrada durante o festival pelo cineasta Luiz Carlos Lacerda, o Bigode.

Conheça os vencedores do 26º Festival de Cinema de Vitória:

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE LONGAS

Melhor Filme: Casa, de Letícia Simões (PE)
Melhor Direção: Bertrand Lira, por O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira)
Melhor Interpretação: Marcélia Cartaxo por Pacarrete e O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira)
Melhor Roteiro: O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira), escrito por Bertrand Lira
Prêmio de Contribuição Artística: Mirante, de Rodrigo John (RS)
Menção Honrosa: Willian Muniz, pelo papel de Laura de Jezebel no filme O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira)

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE CURTAS

Melhor Filme: NEGRUM3, de Diego Paulino (SP)
Melhor Filme | Júri Popular: Sangro, de Tiago Minamisawa, Bruno H Castro e Guto BR (SP)
Melhor Direção: Diego Paulino, por NEGRUM3
Melhor Interpretação: Kauan Alvarenga, por O Órfão
Melhor Roteiro: A Praga do Cinema Brasileiro, escrito por Willian Alves e Zefel Coff
Prêmio de Contribuição Artística: Quando Elas Cantam, de Maria Franchin (SP)
Prêmio Especial do Júri: Guaxuma, de Nara Normande (PE)

FESTIVALZINHO DE CINEMA DE VITÓRIA

Melhor Filme | Júri Popular: Arani Tempo Furioso, de Roobertchay Domingues Rocha (ES)

MOSTRA DO OUTRO LADO

Melhor Filme: Caranguejo Rei, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE)
Menção Honrosa: Carne Infinita, de Isadora Cavalcanti (RJ)

MOSTRA NACIONAL DE CINEMA AMBIENTAL

Melhor Filme: KA’A ZAR WKYZE WA – Os Donos da Floresta em Perigo, de Flay Guajajara, Edvan dos Santos Guajajara e Erivan Bone Guajajara (SP)

MOSTRA NACIONAL DE VIDEOCLIPES

Melhor Filme: Pedrinho, de Tulipa Ruiz (Pedro Henrique França, Fabio Lamounier e Rodrigo Ladeira, SP)
Menção Honrosa: Ok Ok Ok, de Gilberto Gil (Victor Hugo Fiuza, RJ)

MOSTRA MULHERES NO CINEMA

Melhor Filme: Deus te dê Boa Sorte, de Jaqueline Farias (PE)
Menção Honrosa: Afeto, de Gabriela Gaia Meirelles e Tainá Medina (RJ)

MOSTRA CINEMA E NEGRITUDE

Melhor Filme: Sem Asas, de Renata Martins (SP)
Menção Honrosa: Motriz, de Tais Amordivino (BA)

MOSTRA OUTROS OLHARES

Melhor Filme: Do Outro Lado, de Bob Yang e Frederico Evaristo (SP)
Menção Honrosa: Kris Bronze, de Larry Machado (GO)

MOSTRA CORSÁRIA

Melhores Filmes: A Profundidade da Areia, de Hugo Reis (ES) e Plano-Controle, de Juliana Antunes (MG)

MOSTRA FOCO CAPIXABA

Melhor Filme: Jardim Secreto, de Shay Peled

MOSTRA QUATRO ESTAÇÕES

Melhor Filme: Tea for Two, de Julia Katharine (SP)

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Foto: Levi Mori.

Bernadette Lyra é homenageada no 26º Festival de Cinema de Vitória

por: Cinevitor

bernadettelyravitoriaBernadette Lyra: amor ao cinema.

Além da premiação, o último dia do 26º Festival de Cinema de Vitória foi marcado pela entrega do Troféu Vitória para Bernadette Lyra por sua contribuição ao audiovisual. Conhecida por ser uma das mais importantes escritoras do país, é também considerada uma entusiasta do cinema. Sua paixão pela sétima arte a levou aos estudos. Criou o termo Cinema de Bordas, que define produções periféricas, de baixo orçamento, realizadas por cineastas autodidatas de pequenas cidades ou arredores das grandes capitais.

Nascida em Conceição da Barra, em 1938, Bernadette Lyra é uma das escritoras mais aclamadas e respeitadas dentro e fora do Estado, com 15 livros lançados. Sua obra mais recente, Ulpiana, foi lançada no mês de junho deste ano. Sua paixão pelas letras começou cedo, com o avô, que a apresentou aos livros e também ao cinema. Essa dualidade entre a palavra escrita e o audiovisual também permeou toda a sua vida profissional, uma vez que se formou em Letras, na Ufes, mas escolheu o cinema como tema para o doutorado, pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado na Université René Descartes/Sorbonne, em Paris.

Além do troféu, a homenageada também recebeu um caderno especial, com reportagem de Jace Theodoro. No palco do Teatro Glória, foi aplaudida pela plateia ao discursar e relembrar, aos 80 anos, sua trajetória.

Aperte o play e assista aos melhores momentos da homenagem:

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Foto: Sérgio Cardoso.

Entrevista: Anne Celestino Mota e Gil Baroni falam sobre Alice Júnior, exibido no 26º Festival de Cinema de Vitória

por: Cinevitor

alicejuniorvitoriaA equipe do filme no palco: muitos aplausos.

O penúltimo dia da 9ª Mostra Competitiva Nacional de Longas da 26ª edição do Festival de Cinema de Vitória marcou a estreia brasileira de Alice Júnior, filme de Gil Baroni, que contou com a presença de diversos integrantes da equipe no palco.

O longa conta a história de Alice, interpretada por Anne Celestino Mota, uma garota transexual que quer dar o primeiro beijo, ser feliz e viver as experiências da adolescência sem ser rotulada e reprimida. No palco, o diretor fez seu discurso: “Queria agradecer ao Festival de Vitória, a curadoria, toda equipe do evento e dedicar esse filme à Anne Celestino, que foi fundamental para nós durante esse processo longo de realização. E toda minha equipe que veio de Curitiba para trazer o nosso calor para a exibição. Estamos aqui com muito amor”.

O filme fala sobre a adolescência, suas inquietações, seus sonhos e retrata a escola como um ambiente de ensino indispensável, mas que muitas vezes pode ser opressor. O diretor Gil Baroni, o roteirista e criador da ideia original Luiz Bertazzo e o coroteirista Adriel Nizer Silva, desenvolveram a história ao longo de um ano e meio. “Foi um processo de muito aprendizado. A primeira Alice Júnior tinha outros padrões de pensamento e outras características. Quando encontramos a Anne, muita coisa mudou. Eu queria falar de outros problemas que aparecem depois de sair do armário. Alice Júnior é uma personagem muito mais catalisadora do entorno do que necessariamente uma personagem que faz suas mudanças internas”, disse Bertazzo na coletiva de imprensa.

A protagonista, natural de Recife, visitou a equipe em Curitiba e após várias conversas não só ganhou o papel de Alice como contribuiu com várias mudanças na escrita do roteiro, pois a equipe entendeu que a história deveria ser contada a partir do seu olhar, da sua militância, suas experiências e que seu lugar de fala deveria ser respeitado. “O filme traz uma personagem trans para o protagonismo da história. Como contar essa história sendo coerente com a realidade de um país transfóbico, mas ao mesmo tempo como fazer com que essa personagem tivesse força para representar a coragem, a superação e a vitória? Esse foi o maior desafio”, contou o diretor.

O filme, que foi muito aplaudido no Teatro Glória durante sua exibição e nos créditos finais, tem estreia prevista para 2020 pela Olhar Distribuição, e conta também com Emmanuel Rosset, Matheus Moura, Surya Amitrano, Thais Schier, Igor Augustho, Gustavo Piaskoski, Kátia Horn, Cida Rolim e Marcel Szymanski no elenco.

Para falar mais sobre Alice Júnior, conversamos com o diretor e com a protagonista. Aperte o play e confira:

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Foto: Sérgio Cardoso.

Filme brasileiro Pacificado, de Paxton Winters, é o grande vencedor do 67º Festival de San Sebastián

por: Cinevitor

pacificadoconchadeouroPaxton Winters, diretor de Pacificado, recebe o prêmio máximo.

Foram anunciados neste sábado, 28/09, os vencedores da 67ª edição do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián. O drama brasileiro Pacificado, coprodução com Estados Unidos e dirigida pelo americano Paxton Winters, recebeu a Concha de Ouro de melhor filme, prêmio máximo do evento.

Além disso, o longa, produzido pelo cineasta Darren Aronofsky, também foi premiado nas categorias de melhor fotografia para Laura Merians e melhor ator para Bukassa Kabengele. Pacificado conta também com Cássia Nascimento, José Loreto, Léa Garcia e Débora Nascimento no elenco.

A história se passa no morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro, na época dos Jogos Olímpicos, em 2016, e as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) ocupam os morros para manter o controle durante o evento. Tati, uma garota introvertida de 13 anos, mantém uma relação problemática com a mãe dependente de drogas e sonha conhecer seu pai, Jaca, ex-chefe do tráfico local, que está prestes a sair da prisão. Ao voltar para casa, Jaca sonha em começar uma nova vida, longe do tráfico. Quer encontrar um novo lugar para ele e sua família num morro agora comandado por Nelson, um jovem traficante. Mas, encontrar a paz num mundo dominado pela violência não será tarefa fácil, pois a realidade se mostra mais dura do que ele imaginava.

Conheça os vencedores do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián 2019:

CONCHA DE OURO | MELHOR FILME:
Pacificado, de Paxton Winters (Brasil/EUA)

CONCHA DE PRATA | MELHOR DIREÇÃO:
La trinchera infinita, por Aitor Arregi, Jon Garaño e Jose Mari Goenaga (França/Espanha)

CONCHA DE PRATA | MELHOR ATRIZ (empate):
Nina Hoss, por Das Vorspiel (The Audition) e Greta Fernández, por La hija de un ladrón (A thief’s daughter)

CONCHA DE PRATA | MELHOR ATOR:
Bukassa Kabengele, por Pacificado

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:
Proxima, de Alice Winocour (França/Alemanha)

PRÊMIO DO JÚRI | MELHOR ROTEIRO:
La trinchera infinita, escrito por Luiso Berdejo e Jose Mari Goenaga

PRÊMIO DO JÚRI | MELHOR FOTOGRAFIA:
Pacificado, por Laura Merians

PRÊMIO NOVOS DIRETORES:
Algunas Bestias, de Jorge Riquelme Serrano (Chile)
Menção Especial: Sestra (Sister), de Svetla Tsotsorkova (Bulgária/Qatar)

PRÊMIO HORIZONTES:
De Nuevo Otra Vez, de Romina Paula (Argentina)
Menção Especial: La bronca, de Daniel Vega e Diego Vega (Peru)

PRÊMIO  ZABALTEGI-TABAKALERA:
Ich war zuhause, aber, de Angela Schanelec (Alemanha/Sérvia)
Menção Especial: Les enfants d’Isadora, de Damien Manivel (França/Coreia do Sul)

JÚRI POPULAR | MELHOR FILME | CITY OF DONOSTIA:
Hors normes, de Olivier Nakache e Éric Toledano (França)

JÚRI POPULAR | MELHOR FILME EUROPEU | CITY OF DONOSTIA:
Sorry We Missed You, de Ken Loach (Reino Unido/França/Bélgica)

PRÊMIO FIPRESCI:
La trinchera infinita, de Aitor Arregi, Jon Garaño e Jose Mari Goenaga (França/Espanha)

IRIZAR BASQUE FILM AWARD:
La trinchera infinita, de Aitor Arregi, Jon Garaño e Jose Mari Goenaga (França/Espanha)
Menção Especial: Glittering Misfits, de Iban Del Campo (Espanha/EUA)

YOUTH AWARD:
Las Buenas Intenciones, de Ana García Blaya (Argentina)

Foto: Getty Images Europe.

Vera Fischer é homenageada no 26º Festival de Cinema de Vitória e relembra trajetória, filmes e personagens marcantes

por: Cinevitor

verafischervitoria2A homenageada no palco do Teatro Glória.

A noite de quinta-feira, 26/09, da 26ª edição do Festival de Cinema de Vitória foi tomada por muita emoção por conta da presença da atriz Vera Fischer, uma das homenageadas deste ano. Com um extenso currículo, que inclui 22 filmes, 23 novelas e mais de 10 séries e programas especiais de TV, além de 12 peças para o teatro, a atriz recebeu o Troféu Vitória no Centro Cultural Sesc Glória.

A cerimônia começou com os discursos do produtor Marcio Rosario e do diretor Daniel Ghivelder, responsáveis pela volta de Vera ao cinema, depois de duas décadas, com Quase Alguém, que está em fase de produção e teve um teaser apresentado com exclusividade no evento. Depois disso, um vídeo com os melhores momentos da carreira da homenageada, realizado pelo Canal Brasil, foi exibido e, na sequência, o público foi surpreendido pelo músico George Israel, que tocou uma versão instrumental de Luíza, de Tom Jobim, no saxofone pelos corredores do teatro. No palco, ele cantou Olhar de Mangá, música de Erasmo Carlos, que cita a atriz.

Depois dos momentos musicais, Vera subiu ao palco para receber o Troféu Vitória, entregue pela diretora do Festival de Cinema de Vitória, Lucia Caus. Com seu discurso, a homenageada emocionou e divertiu o público: “Eu amo o cinema e a gente não vai parar. Eu fico sempre muito prosa quando vejo essas pessoas novas que estão começando, pessoas das antigas, todo mundo participando junto. Eu sou das antigas e sou das novas também. Estamos juntos. Eu estou sempre junto. Feliz de estar aqui mesmo”.

Dona de uma presença marcante nas produções das quais participou, Vera Fischer nasceu em Blumenau, Santa Catarina, e iniciou sua carreira artística sendo eleita Miss Brasil em 1969, o que lhe conferiu projeção nacional. Sua primeira incursão no universo audiovisual foi no cinema nacional, em 1973, no longa A Super Fêmea, de Anibal Massaini Neto. Porém, sua estreia nas telenovelas como Diana Queiroz, em Espelho Mágico, de 1977, na Rede Globo, elevou seu status para atriz de grandes produções televisivas, que permanecem na mente de muitos brasileiros, como Sinal de Alerta (1978), Os Gigantes (1979), Coração Alado (1980), Laços de Família (2000) e Brilhante (1981). Clique aqui para saber mais sobre a carreira da atriz.

vera2vitoriaA homenageada na plateia.

Antes da cerimônia no Centro Cultural Sesc Glória, aconteceu uma coletiva de imprensa junto com o lançamento do Caderno da Homenageada no Hotel Senac Ilha do Boi. O bate-papo foi mediado por Lobo Pasolini e contou com a participação do jornalista Jace Theodoro, autor da publicação.

Entre os diversos assuntos, ela falou sobre o amor que sente por seu ofício: “Eu sou apaixonada por arte. Ela está dentro de mim e eu preciso colocar pra fora”. Questionada sobre a atual situação do país, Vera disse: “O governo está com ódio e com raiva de artista. É um ódio geral contra a arte. Artista é perigoso porque pensa e é isso que eles não querem”.

Para falar mais sobre a homenageada, fizemos dois vídeos especiais. No primeiro, registramos os melhores momentos da coletiva, na qual Vera falou sobre: a polêmica do filme Amor Estranho Amor com Xuxa Meneghel, o afastamento do cinema, o novo trabalho nas telonas, política brasileira, redes sociais, aulas de canto, concurso Miss Brasil, preconceito, pornochanchada, rótulos, relembrou personagens e trabalhos marcantes, como os filmes Navalha na Carne e A Super Fêmea, a novela Pátria Minha, a minissérie Desejo, entre outros. No segundo vídeo, registramos os melhores momentos da homenagem no palco do Teatro Glória.

Aperte o play e confira:

COLETIVA DE IMPRENSA:

HOMENAGEM:

*O CINEVITOR está em Vitória e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Fotos: Levi Mori.

Com Eriberto Leão, Intruso, de Paulo Fontenelle, ganha trailer e data de estreia

por: Cinevitor

intrusotrailerEriberto Leão em cena.

Dirigido por Paulo Fontenelle, de Apaixonados e Divã a 2, o suspense Intruso, que acaba de divulgar seu trailer oficial, conta com Eriberto Leão, Danton Mello, Genézio de Barros, Lu Grimaldi, Juliana Knust, Karla Muga (também responsável pela produção executiva), Charles Daves e Ingrid Clemente no elenco.

O thriller conta a história de uma família obrigada a receber em casa um visitante inesperado. Tensos, assustados e cheios de questionamentos, todos tentam manter suas vidas normalmente, mas a chegada desse hóspede, vivido por Eriberto Leão, muda o cotidiano da família ao exigir que certas regras sejam seguidas. Apenas o patriarca e sua esposa, interpretados por Genézio de Barros e Lu Grimaldi, parecem saber o motivo da visita. Ninguém pode deixar o local ou comunicar-se com outras pessoas. Aqueles que quebram as regras são severamente punidos; ninguém pode ajudá-los.

O diretor também assina o roteiro e a montagem. A ideia original era fazer um filme claustrofóbico, rodado em uma casa antiga, exatamente como descreveu no roteiro, onde uma família passa por tortura psicológica sem entender claramente os motivos que trazem o visitante indesejado até sua moradia.

Rodado em 2007 em apenas doze dias em Itaipava, região serrana do Rio de Janeiro, Intruso foi realizado com recursos próprios de Paulo Fontenelle, sem recorrer a leis de incentivo: “Filmamos com 10 mil reais, com todo o elenco e os profissionais envolvidos trabalhando porque se apaixonaram pelo roteiro. Todos se tornaram um pouco donos do projeto. A filmagem em si foi uma aventura, todos em prol de uma causa, reunidos numa casa, numa imersão total na história”, revelou o diretor.

Premiado na categoria de melhor filme pelo Júri Popular no Rio Fantastik Film Festival, em 2016, o longa também foi exibido no Festival do Rio, em 2009, e no FESTin Lisboa, em 2017.

Confira o trailer de Intruso, que chega aos cinemas no dia 31 de outubro, com distribuição da Pipa Produções:

Foto: Reprodução/Vimeo.

43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo divulga pôster e destaques da programação

por: Cinevitor

parasita43mostraPark So-dam e Choi Woo-shik em Parasita: um dos destaques da programação.

O cartaz da 43ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que acontecerá entre os dias 17 e 30 de outubro, acaba de ser divulgado. Este ano, o pôster é assinado pela artista brasileira Nina Pandolfo, conhecida por pintar universos lúdicos compostos de meninas de olhos grandes e expressivos em grafites nas ruas da cidade e em telas expostas em galerias paulistas e estrangeiras.

Segundo a artista, o pôster desta edição da Mostra destaca a arte do cinema: “Tudo começa na cabeça: as ideias, a parte da cenografia, o ator, quando lê o roteiro, pensa o personagem na cabeça dele. Por isso a cabeça é o centro”.

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É dessa cabeça descrita por Nina que nascem todos os outros elementos do cartaz: ela é composta de um olho azul e outro vermelho, que simboliza as antigas experiências com óculos 3D, e balões que saem deles, além de uma casa que lembra contos de fadas. “Quando você entra no universo do cinema, é uma viagem, que conduz tanto os criadores quanto quem está assistindo. É a união de várias pessoas, de várias ideias que constroem o universo principal, o filme. Por isso tem essa miscelânea de inspirações”, completa.

Nina Pandolfo iniciou sua carreira artística nos anos 1990 usando como suporte para sua arte telas e muros. Desde então participou de projetos de intervenção urbana e exposições em galerias no Brasil e ao redor do mundo, como Alemanha, Inglaterra, Espanha, EUA, Suécia, França, Grécia, entre outros. Em 2007, integrou a equipe responsável pela criação e execução da pintura na fachada do Castelo Kelburn, em Glasgow, na Escócia. Sua obra Um amor sem igual, de 2013, está no MAC-SP. Atualmente, Nina está se preparando para outros eventos no Brasil e para sua próxima exposição em Londres.

Além do pôster, a 43ª edição da Mostra de São Paulo já anunciou alguns destaques da sua programação, como o filme de abertura que será Wasp Network, de Olivier Assayas. O longa, que é inspirado na obra Os Últimos Soldados da Guerra Fria, de Fernando Morais, foi produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features, e conta com Gael García Bernal, Wagner Moura e Penélope Cruz no elenco.

Na noite de encerramento, o longa escolhido foi Dois Papas, dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles, e exibido recentemente no Festival de Toronto. O longa, inspirado em fatos reais, apresenta a história dos bastidores de uma das mais dramáticas transições de poder nos últimos dois mil anos. Frustrado com a direção da Igreja, o cardeal Bergoglio, interpretado por Jonathan Pryce, pede permissão ao papa Bento XVI, vivido por Anthony Hopkins, para se aposentar em 2012. Em vez disso, enfrentando escândalos e sua própria insegurança, o introspectivo papa chama seu maior crítico e futuro sucessor a Roma para revelar um segredo que abalaria os alicerces da Igreja Católica. O que se vê dentro dos muros do Vaticano, então, é a disputa entre a tradição e o progresso, a culpa e o perdão, e dois homens muito diferentes confrontando seus passados em busca de terreno comum para forjar o futuro de um bilhão de seguidores em todo o mundo.

meirellestoronto2019Anthony Hopkins e Jonathan Pryce em Dois Papas, do brasileiro Fernando Meirelles.

O Theatro Municipal de São Paulo, localizado no centro da cidade, vai abrigar um pedacinho da programação da 43ª edição da Mostra Internacional de Cinema. As exibições no local histórico fazem parte de uma parceria da Mostra com a Spcine e serão realizadas nos dias 18, 19 e 20 de outubro. A Vida Invisível, do cineasta Karim Aïnouz, filme vencedor do prêmio máximo da mostra Un Certain Regard no último Festival de Cannes, vai inaugurar as sessões especiais.

Outros filmes já confirmados nesta 43ª edição: Parasita, de Bong Joon-ho, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano; Cavalos Roubados (Ut og stjæle hester), de Hans Petter Moland e premiado no Festival de Berlim; Abe, de Fernando Grostein Andrade, com Noah Schnapp e Seu Jorge, exibido no Festival de Sundance; Três Verões, de Sandra Kogut e protagonizado por Regina Casé, exibido em Toronto; o documentário Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz, premiado no Festival de Veneza; Cães do Espaço (Space Dogs), de Elsa Kremser e Levin Peter, premiado no Festival de Locarno; Afterlife (Hiernamaals), de Willem Bosch; Sem Túmulo (As I Lay Dying), de Mostafa Sayari, exibido em Veneza; Viver para Cantar (To Live to Sing), de Johnny Ma e exibido em Cannes; entre outros que devem ser anunciados em breve.

Fotos: Pandora Filmes e Netflix/Divulgação.

Hebe: A Estrela do Brasil

por: Cinevitor

hebeposterDireção: Mauricio Farias

Elenco: Andrea Beltrão, Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Danilo Grangheia, Ivo Müller, Felipe Rocha, Karine Teles, Cláudia Missura, Stella Miranda, Valentina Herszage, Roberto Gouvea, Fernando Eiras, Gabriel Braga Nunes, Daniel Boaventura, Renata Bastos, Otávio Augusto, Rodrigo Arijon, Georgina Castro.

Ano: 2019

Sinopse: São Paulo, anos 1980. O Brasil vive uma de suas piores crises e Hebe aparece na tela exuberante: é a imagem perfeita do poder e do sucesso. Ao completar 40 anos de profissão, perto de chegar aos 60 anos de vida, está madura e já não aceita ser apenas um produto que vende bem na tela da TV. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário, ao governo e aos costumes vigentes. Durante o período de abertura política do país, na transição da ditadura militar para a democracia, Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras dona de sua voz e única autora de sua própria história. Entre o brilho da vida pública e a escuridão da dor privada, Hebe enfrenta o preconceito, o machismo, o marido ciumento, os chefes poderosos e a ditadura militar para se tornar a mais autêntica e mais querida celebridade da história da nossa TV: uma personagem extraordinária, com dramas comuns a qualquer um de seus milhões de fãs.

*Filme visto no 47º Festival de Cinema de Gramado

*Clique aqui e assista ao programa especial sobre o filme com entrevistas com a protagonista, diretor e a roteirista Carolina Kotscho.

*Clique aqui e confira a matéria especial sobre o filme em Gramado.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas