O ator no palco do Palácio dos Festivais: homenageado.
Na 50ª edição do Festival de Cinema de Gramado, o Troféu Oscarito, a mais tradicional honraria concedida desde 1990 pelo evento, foi entregue ao ator Marcos Palmeira, que atualmente está no ar na novela Pantanal.
Com mais de uma centena de trabalhos, incluindo cinema, televisão e teatro, Marcos é um dos nomes mais conhecidos e respeitados no Brasil; coleciona vitórias e indicações em alguns dos principais festivais de cinema do país e da Ibero-América.
Em Gramado, levou seu primeiro kikito pelo papel de Alpino em Dedé Mamata, em 1988, na categoria de coadjuvante. Dois anos depois, foi consagrado como melhor ator por Barrela: Escola de Crimes. Durante a 43° edição do festival, Palmeira subiu ao palco do Palácio dos Festivais para homenagear seu pai, o cineasta Zelito Viana, que recebeu o Troféu Eduardo Abelin (clique aqui e relembre a homenagem).
Em 2013, foi indicado ao Emmy Internacional pela série Mandrake; em 1997 foi consagrado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro por sua atuação em Anahy de las Misiones, de Sérgio Silva, além de ter sido premiado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro do ano passado por Boca de Ouro, de Daniel Filho.
Marcos Palmeira, que vem de uma família de artistas, iniciou sua trajetória em 1975 no especial O Menino Atrasado, da TVE Brasil. Depois, já na década de 1980, fez parte do humorístico Chico Anysio Show, na Rede Globo. Entre participações, ganhou destaque em 1990 ao interpretar Tadeu Aparecido Leôncio na telenovela Pantanal, da Rede Manchete; hoje interpreta Zé Leôncio na nova versão da novela, exibida na TV Globo.
Seu currículo televisivo conta com obras e personagens marcantes, como: Renascer, Memorial de Maria Moura, Irmãos Coragem, A Vida Como Ela é…, Torre de Babel, Porto dos Milagres, Esperança, Celebridade, Cheias de Charme, Babilônia, Velho Chico, entre muitos outras.
No cinema também atuou em diversas obras, entre elas, Um Trem para as Estrelas, Carlota Joaquina, Princesa do Brazil, Villa-Lobos: Uma Vida de Paixão, O Casamento de Louise, Dom, Bela Noite para Voar, A Noite da Virada, Os Homens São de Marte… E É Pra Lá que Eu Vou, A Divisão, entre outros.
Para celebrar sua homenagem no Festival de Gramado, fizemos um programa especial com o ator. No bate-papo, Marcos Palmeira falou sobre a emoção de receber o Troféu Oscarito, reconhecimento e carinho do público, orgulho de ser um ator popular, relembrou a primeira versão de Pantanal e outros trabalhos marcantes, como Irmãos Coragem, Boca de Ouro e O Homem que Desafiou o Diabo, refletiu sobre sua trajetória e destacou outros assuntos. Além disso, também registramos os melhores momentos de seu discurso no Palácio dos Festivais.
Aperte o play e confira:
*O CINEVITOR esteve em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal do YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.
João de Cordeira no curta pernambucano Cabocolino, de João Marcelo.
A nona edição do Festival de Cinema de Caruaru aconteceu entre os dias 21 e 27 de agosto, na região do Agreste Pernambucano, no Teatro João Lyra Filho. Depois de dois anos de realização on-line, o festival retomou sua versão presencial com oito mostras competitivas, além de atividades educativas voltadas para o audiovisual.
A curadoria selecionou 74 obras, sendo 5 longas e 69 curtas; e foi assinada por: Edvaldo Santos, realizador e professor; Luciano Torres, ator e diretor; Priscila Urpia, jornalista, fotógrafa e produtora; e Stephanie Sá, jornalista.
Neste ano, a atriz, produtora, diretora, educadora e formada em Direito e Contabilidade, Arary Marrocos, um dos principais símbolos das Artes Cênicas em Caruaru, foi a grande homenageada. Natural de Belo Jardim, mudou-se para a capital do Agreste ainda no início da adolescência, quando, em 1952, iniciou suas atividades artísticas, fundando, junto aos amigos da época, o grupo Teatro Estudantil do Colégio Estadual de Caruaru.
Depois de atuar como professora, fundou o MTR, Movimento Teatral Renovador, que, depois de um tempo, recebeu uma nova nomenclatura que carrega até hoje: TEA, Teatro Experimental de Arte. A entidade, que é a segunda mais antiga em atividades ininterruptas no Brasil, é voltada para o desenvolvimento das Artes Cênicas entre a juventude caruaruense, principalmente para estudantes do Ensino Fundamental e Médio e já formou mais de mil atores em seus 60 anos de existência.
Para além do teatro, Arary também tem uma participação no cinema caruaruense, atuando em filmes independentes como o Dia do Caçador, exibido no Festival de Cinema de Caruaru, e contribuindo para a formação de atores que figuram diversas outras obras cinematográficas a nível regional e nacional.
O júri desta edição foi formado por: Amanda Mansur, Bertrand Lira e Juliana Leitão na mostra de longa-metragem; Carlos Kamara, Adelina Pontual e Maria Alves nas mostras de curtas-metragens; e Dayane Jeniffer, Gabriel Jeneci, Joane Isabel, Katherine Soares e Maria Ferreira no Júri Jovem, formado a partir da oficina de Introdução à Crítica Cinematográfica.
O prêmio de melhor longa-metragem brasileiro, segundo o Júri Oficial, foi para Ursa, de William de Oliveira. A justificativa diz: “O filme emociona do início ao fim. O roteiro parte de uma história que vemos diariamente nos jornais, mas com uma singularidade muito própria. O cuidado ao contar a trajetória de uma mãe que sofre uma realidade com a qual muitos podem se identificar é digno de todos os aplausos”.
Já o prêmio de melhor filme da Mostra Agreste foi para Cabocolino, de João Marcelo, com a seguinte justificativa: “O filme tem a retórica de manter viva a cultura popular, através de uma tradição popular que repassa a ancestralidade, que dá destaque a arte popular e a fé de um povo”.
O júri da Mostra Brasil concedeu o prêmio principal para o curta-metragemSideral, de Carlos Segundo. A justificativa diz: “O filme tratou o tema da relação familiar com bastante originalidade. A narrativa seguiu em um ritmo conciso e seguro, chegando ao clímax do inusitado, o que foi abordado de maneira trangicômica na narrativa do filme”.
Conheça os vencedores do 9º Festival de Cinema de Caruaru:
MOSTRA BRASIL | LONGA-METRAGEM
Melhor Filme: Ursa, de William de Oliveira (PR) Melhor Direção: William de Oliveira, por Ursa Melhor Roteiro: Ursa, escrito por William de Oliveira Melhor Ator: Enzo Gabriel, por Onde Fica a Nova Esperança? Melhor Atriz: Adriana Sottomaior, por Ursa Melhor Fotografia: Onde Fica a Nova Esperança?, por Alan Schvarsberg Melhor Direção de Arte: Onde Fica a Nova Esperança?, por Marcus Takatsuka Melhor Desenho de Som: Ursa, por Henrique Bertol Melhor Pôster: Achados Não Procurados Menção Honrosa: trilha sonora de Achados Não Procurados, por Zeca Baleiro
MOSTRA BRASIL | CURTA-METRAGEM
Melhor Filme: Sideral, de Carlos Segundo (RN) Melhor Direção: Arthur Gonzaga, por Filhos da Periferia Melhor Roteiro: Memória de Quem (Não) Fui, escrito por Thiago Kistenmacker Melhor Ator: Wesley Guimarães, por Quantos Mais? Melhor Atriz: Estela Nunes, por Lado a Lado Melhor Fotografia: Jamary, por Reginaldo Tyson Melhor Direção de Arte: Neila Albertina, por Desejo Melhor Desenho de Som: Lado a Lado, por Rafael Laurenti Melhor Pôster: Filhos da Noite
MOSTRA AGRESTE
Melhor Filme: Cabocolino, de João Marcelo (Surubim, PE) Melhor Direção: Fabi Melo, por Nem Todas as Manhãs São Iguais Melhor Roteiro: Essa Saudade, escrito por Samy Sah Melhor Fotografia: Cabocolino, por Marlom Meirelles Melhor Direção de Arte: O Peso do Ser, por Iomana Rocha Melhor Desenho de Som: Chiquinho da Rata, por Giancarlo Galdino Melhor Ator: Icaro Limeira, por Chiquinho da Rata Melhor Atriz: Maria Alice Santos, por Nem Todas as Manhãs São Iguais Melhor Pôster: Alto das Flores Menção Honrosa: Cine Aurélio, de Kennel Rógis; através da metalinguagem, o filme aborda o personagem principal para mostrar a força do cinema e sua resistência no interior do estado de Pernambuco. O protagonista personifica a luta de manter as portas abertas dos poucos cinemas de rua que ainda persistem e insistem em mostrar à população o cinema que, inclusive, é feito por pernambucanos.
MOSTRA LATINO-AMERICANA | CURTA-METRAGEM Melhor Filme: Latente, de Clara Eva Faccioli (Argentina)
MOSTRA FANTÁSTICOS Melhor Filme: Mamãe, de Hilda Lopes Pontes (BA)
MOSTRA ADOLESCINE Melhor Filme: Miado, de Victória Silvestre (SP)
MOSTRA INFANTIL Melhor Filme: A Menina Atrás do Espelho, de Iuri Moreno (GO)
MOSTRA VIDEOCLIPE Chorar, de Karola Nunes, Pacha Ana e Curumin; dirigido por Juliana Segóvia (MT)
JÚRI JOVEM | MELHOR FILME
Mostra Brasil (longas): Achados Não Procurados, de Fabi Penna (SC) Justificativa: com uma construção narrativa excelente e subversiva, o filme satiriza mostrando possíveis e palpáveis absurdos. Esse passeio é conduzido com excelência por uma direção apaixonada, que faz um ótimo uso de seus planos sequência. Um dos protagonistas, interpretado por Roney Villela, tem uma presença marcante, que traz ainda mais dinamismo para o filme e potencializa o humor em diversas cenas, reforçando esse lado satírico retratado no longa. Sutilmente agressivo, o filme consegue ser extremamente provocativo, o que é consolidado a partir dos cenários criados por Carlos Mosca. Achados Não Procurados é um título que funciona para a excelente experiência de assisti-lo, já que Fabi Penna entrega um verdadeiro achado que não estávamos procurando.
Mostra Brasil (curtas): Sideral, de Carlos Segundo (RN) Justificativa: Sideral constrói sua narrativa distópica com uma brilhante sobriedade estética. Ao utilizar a fotografia em preto e branco, a obra consegue nos surpreender combinando a tensão sóbria das imagens e a comicidade dos diálogos construídos. O curta também nos apresenta a condição da mulher naquele ambiente e como isso está atrelado a realidade brasileira. O filme nos encanta pelo seu roteiro bem trabalhado, pelo uso da câmera estática e pela incrível atuação que consegue transpassar de forma espontânea o objetivo da obra. Ao destacar esses pontos, consideramos Sideralum filme impressionante.
Mostra Agreste: Cine Aurélio, de Kennel Rógis (Toritama, PE) Justificativa: com uma história bonita e singela, nos mostra como é se apaixonar genuinamente pelo cinema. Com esse recorte, Cine Aurélio demonstra não apenas como contar uma história, mas também como mostrá-la. A câmera intimista que passa pelo documentário, a narração pontual e a montagem básica, clara e precisa, passa a quem assiste toda a grandiosidade da história. A última cena, espetacular, fecha bem o curta, nos fazendo entender como o cinema, além de ser algo coletivo, é uma atividade individual. Diante disso, podemos observar a importância dessa obra para o cinema do agreste.
Livremente inspirado em fatos reais, o filme de ação Assalto na Paulista, dirigido por Flavio Frederico, do documentário Em um Mundo Interior, já está em cartaz nos cinemas. A trama tem como pano de fundo um dos maiores assaltos a bancos privados no Brasil: o assalto à agência 0262 do Banco Itaú, na Avenida Paulista, em São Paulo, centro financeiro do país.
Em um sábado à noite, sem ser incomodada, uma quadrilha passou quase dez horas dentro da agência e roubou 170 cofres particulares localizados no subsolo. Em apenas três deles, obteve cerca de R$ 10 milhões em joias e dinheiro. A estimativa é de que o assalto da Avenida Paulista tenha rendido mais de R$ 100 milhões aos assaltantes. O que chama atenção é que, após uma semana, pouquíssimos clientes prestaram queixa, num indicativo de que a maioria dos cofres continha bens não declarados oficialmente.
Para o longa, os personagens foram totalmente ficcionados, assim como os fatos e encadeamento das ações, porém o modus operandi, ou seja, como os bandidos conseguiram driblar o esquema de segurança do banco e a polícia foram inspirados nos eventos reais. O assalto acontece no presente da narrativa e o filme mostra os detalhes da preparação da ação: o planejamento, como se dá a articulação entre os assaltantes durante o processo de entrada no banco, como os cofres particulares vão sendo arrombados e, finalmente, como acontece a fuga. Na medida em que o conteúdo dos cofres se revela, aspectos da vida de Rubens, interpretado por Eriberto Leão, e de Leônia, papel de Bianca Bin, aparecem em flashbacks, que começam sempre ligando um objeto encontrado com o passado de um deles.
Com referências como Domingo Sangrento, de Paul Greengrass, a linha narrativa do filme revela os dramas pessoais e a deterioração das relações humanas deste grupo durante esta noite no interior do banco e nos dias subsequentes.
A trilha sonora original composta por BiD é climática, densa, mas também moderna e ágil nos momentos de ação, mesclando elementos de pop e rock e trazendo uma forte influência dos westerns de Sergio Leone. Ela é mesclada com diversos fonogramas de diferentes gêneros da música brasileira, escolhidos pela própria roteirista Mariana Pamplona; há desde um grande clássico sertanejo, assim como o auge do rock nacional dos anos 1980, como Plebe Rude e mestres da MPB como Belchior e Gal Costa.
Com fotografia de Carlos André Zalasik, o longa conta também com Adriano Bolshi, Daniela Nefussi, Kauê Telloli, Luciano Riso, Jefferson Brasil, Kiko Marques, Ademir Emboava e Helo Santos no elenco.
Em abril de 2019 visitamos o set de filmagem de Assalto na Paulista, que tem distribuição da Kinoscópio Cinematográfica e O2 Play, e conversamos com o protagonista Eriberto Leão, com a roteirista Mariana Pamplona e com o diretor Flavio Frederico.
Neste ano, o evento, dirigido pela produtora cultural Zita Carvalhosa, exibiu 228 filmes, representando 41 países. Foram programados 119 títulos brasileiros, sendo 37 deles em pré-estreia mundial. Foram promovidos encontros, debates, masterclass, lançamento de livros, seminário Conexão USP Kinoforum e uma exposição de arte com NFT.
O Prêmio Revelação, para cineastas de filmes realizados em escolas e cursos audiovisuais, foi entregue para Cantareira, produção paulista assinada por Rodrigo Ribeyro. A obra, que se destacou no Festival de Cannes do ano passado, acompanha um jovem garçom em seu retorno ao lugar em que cresceu: a casa do avô na Serra da Cantareira. A premiação concede uma série de materiais e serviços, que permitem ao diretor a realização de um novo curta-metragem, oferecidos por empresas da área audiovisual, como locação de equipamentos e mixagem. O júri foi formado por Cecilia Barroso, Isabel Wittmann e Mariana Queen Nwabasili.
Além disso, quatro prêmios de aquisição, fruto de parcerias do evento com emissoras de TV e plataformas digitais de streaming, foram revelados. O Prêmio Canal Brasil de Curtas, no valor de R$ 15 mil e um contrato de licenciamento para o melhor filme dos programas brasileiros, escolhido por um júri especializado, teve como vencedor Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo, de Guilherme Xavier Ribeiro, que se passa na periferia de uma cidade do interior paulista na qual um jovem tenta recuperar sua égua enquanto convive com o crime e o barulho ensurdecedor de uma sociedade conservadora.
O Prêmio TV Cultura, no valor de R$ 8 mil e destinado a um curta produzido no estado de São Paulo a ser exibido na grade de programação da emissora, foi conquistado por Tamo Junto, de Pedro Conti. Na trama, dois vizinhos passam a tornar cada momento de interação como grandes preciosidades; o trabalho conta com a voz do rapper Criolo e da atriz Luciana Silveira, com a participação de Emicida na trilha sonora. O júri, nomeado pelo canal, foi composto pela artista visual Claudia Colagrande e pelos cineastas Daniel Santiago e Toni Venturi.
Já a Menção TV Cultura para Novos Olhares, outorgada para curtas produzidos em oficinas de realização audiovisual, garantindo uma janela de exibição na grade da emissora, foi para Raízes do Mercado, de Jaime Santos, Daniel C. Souza, Samara Faustino e Francina F. de Lisboa; a obra é uma realização das Oficinas Querô.
O Prêmio SescTV, destinado a diretores estreantes, contempla um filme brasileiro e um filme estrangeiro com R$ 6 mil cada, além de licenciamento pelo período de dois anos. O Prêmio Porta Curtas e Canal Curta!, promovido, respectivamente, pelo portal e pelo canal a cabo, é destinado a um filme da Mostra Brasil, que recebe R$ 5 mil, e é eleito de forma on-line pelos usuários do portal.
Nova premiação no evento, o Prêmio API é concedido pela Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro para um para um filme da Mostra Limite e para um título da Mostra Latino-Americana. O Troféu Borboleta de Ouro reconhece três destaques (um brasileiro, um estrangeiro e um prêmio especial) para curtas que tratam da diversidade sexual, selecionados pela equipe do Cineclube LGBT+ entre os filmes de 2021 e 2022 programados no festival. Por sua vez, o Troféu Kaiser – Destaque ABCA para a melhor animação, promovido pela Associação Brasileira de Cinema de Animação, elege o melhor filme animado exibido no evento.
Vale lembrar que a programação do 33º Curta Kinoforum continua neste fim de semana, com sessões especiais. No Centro Cultural São Paulo serão exibidas, no sábado e domingo, programas infantis. No mesmo local, assim como no MIS e na Cinemateca Brasileira, estão programadas sessões com as obras favoritas do público e um programa com destaques brasileiros do festival este ano. Ainda no Centro Cultural São Paulo, no domingo estão programados a exibição de trabalhos realizados por oficinas de realização e um encontro reunindo coletivos audiovisuais.
Até domingo, 28/08, seguem disponíveis dezenas de títulos do festival nas plataformas digitais Itaú Cultural Play, Porta Curtas e Sesc Digital. O projeto Cinema na Comunidade apresenta curtas da programação na Casa de Cultura da Penha e no Cine Minhocão (ambos no sábado), no Cineclube ETEC Jornalista Roberto Marinho, em Cidade Monções (terça-feira, 30/08) e no Cine Taipas, no Jardim Alvina (quarta-feira, 31/08).
Já no blog Crítica Curta, acessível através do site oficial do festival, estão resenhas de filmes e programas do 33º Curta Kinoforum, resultado de oficina de crítica cinematográfica coordenada pelo jornalista e crítico Thiago Stivaletti.
Conheça os vencedores do Curta Kinoforum 2022:
PRÊMIO REVELAÇÃO Cantareira, de Rodrigo Ribeyro (SP)
10+ BRASIL | VOTO DO PÚBLICO
Adão, Eva e o Fruto Proibido, de R.B. Lima (PB) Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo, de Guilherme Xavier Ribeiro (SP) Cantareira, de Rodrigo Ribeyro (SP) Chaguinhas, de Diego Hajjar e Fernando Martins (SP) Chão de Fábrica, de Nina Kopko (SP) Coletânea de Histórias Extremamente Curtas, de Pedro Fraga Villaça (SP) Ela Mora Logo Ali, de Fabiano Tertuliano de Barros e Rafael Rogante (RO) Fantasma Neon, de Leonardo Martinelli (RJ) Pedra Polida, de Danny Barbosa (PB) Tamo Junto, de Pedro Conti (SP)
10+ ESTRANGEIROS | VOTO DO PÚBLICO
Aéreo, de Andrzej Jobczyk (Polônia) Datsun, de Mark Albiston (Nova Zelândia) Frida, de Mohamed Bouhjar (Tunísia) Meu Tigre, de Jean-Jean Arnoux (França) O Marinheiro Voador, de Wendy Tilby (Canadá) O Nascimento de uma Mão, de Lucila Podestá (Argentina) O Sonho de um Cavalo, de Marjan Khosravi (Irã) Passageiro, de Juan Pablo Zaramella (Argentina) Sapatos Vermelhos, de Anna Paděrová (República Tcheca) Soldado, de Francisco Sánchez Solís (México)
DESTAQUE LGBTQIA+ | TROFÉU BORBOLETA DE OURO Brasileiro: Adão, Eva e o Fruto Proibido, de R.B. Lima (PB) Internacional: A Vulvaláxia, de Sabrina Franco e Alejandra Gómez de la Torre (Peru) Prêmio Especial: Carla da Vitória, personagem de Transviar, de Maíra Tristão (ES/Alemanha)
DESTAQUE ABCA | MELHOR ANIMAÇÃO | TROFÉU KAISER Bestia, de Hugo Covarrubias (Chile) Menção Honrosa: O Teu Nome É, de Paulo Patrício (Portugal/Bélgica)
PRÊMIO API | ASSOCIAÇÃO DAS PRODUTORAS INDEPENDENTES DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO Mostra Limite: The Spiral, de María Silvia Esteve (Argentina) Mostra Latino-Americana: Bestia, de Hugo Covarrubias (Chile)
PRÊMIO AQUISIÇÃO
Prêmio Canal Brasil: Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo, de Guilherme Xavier Ribeiro (SP) Prêmio TV Cultura: Tamo Junto, de Pedro Conti (SP) Menção TV Cultura para Novos Olhares: Raízes do Mercado, de Jaime Santos, Daniel Calado Souza, Samara Faustino e Francina Ferreira de Lisboa (SP) Prêmio Sesc TV | Mostra Internacional: Yon, de Bárbara Lago (Argentina) Prêmio Sesc TV | Mostra Brasil: Através da Cidade Invisível, de Paulo Grangeiro (SP) Prêmio Porta Curtas e Canal Curta!: Manhã de Domingo, de Bruno Ribeiro (RJ)
Considerado um dos principais festivais de vanguarda do cinema fantástico no continente e membro fundador da FANTLATAM – Aliança de Festivais de Cinema Fantástico da América Latina, com direção de Monica Trigo, Eduardo Santana e Filippo Pitanga, o CINEFANTASY – Festival Internacional de Cinema Fantástico chega à sua 14ª edição entre os dias 13 e 18 de setembro.
Com algumas das estreias mundiais mais aguardadas de cineastas aclamados, e algumas estreias latino-americanas premiadas ao redor do mundo, a programação traz o que há de melhor e mais inovador no cinema fantástico. São mostras diversas para todos os gostos e cinefilias, com produções advindas de todo o Brasil, da América Latina e do mundo.
A programação conta com 115 filmes: 14 longas, 92 curtas-metragens, cinco filmes convidados da mostra Final Girls Berlin e quatro do homenageado desta edição, o premiado ator José Dumont. As exibições acontecem em diversos locais da cidade de São Paulo, como Reserva Cultural e Cine Satyros Bijou.
O CINEFANTASY tem como meta a preocupação social e leva as produções para as periferias de São Paulo em um projeto permanente de difusão e circulação, contando com workshops e oficinas formativas de fomento para públicos diversos e também para as novas gerações. Além disso, foi precursor de metas de integração latino-americanas, igualmente estando na vanguarda do cinema fantástico em pautas afirmativas e de promoção de visibilidade à obras realizadas por diretoras mulheres e por diretores negros; foi também o primeiro festival do universo fantástico do mundo a incluir a temática LGBTQIA+ em seu regulamento.
Conheça os filmes selecionados para o 14º CINEFANTASY:
LONGAS-METRAGENS
A História do Metal e Terror (The History of Metal and Horror), de Mike Schiff (EUA) Antártica (Antarctica), de Keith Bearden (EUA) Bipolar, de Queena Li (China) Ivan, de Dani Manzini (Brasil) Mundo Proibido, de Alê Camargo e Camila Carrossine (Brasil) Mungunzá, de Ary Rosa e Glenda Nicácio (Brasil) Não Sei Quantas Almas Tenho, de Patrícia Niedermeier e Cavi Borges (Brasil) O Olho e a Parede (The Eye And The Wall), de Javier del Cid (Guatemala) O Sacrifício (El Sacrificio), de Diego Cañizal, Simón Tejeira e Alberto Serra (Panamá) Os Esquecidos: Cicatrizes (Los Olvidados: Scars), de Nicolás Onetti (Argentina) Stoyan, de Roberto Ruiz Céspedes (Espanha) Tempo com Gatos Nunca é Desperdício (Time Spent With Cats is Never Wasted), de Clive Michael Will (África do Sul) Verão Fantasma, de Matheus Marchetti (Brasil) Visitante, de Alberto Evangelio Ramos (Espanha)
CURTA BRASIL FANTÁSTICO
Blackout, de Rodrigo Grota Choke, de Rogério Cathalá Don Javier, de Cadu Rosenfeld O Crime da Penha, de Daniel Souza Ferreira e Dudu Marella O Peixe, de Natasha Jascalevich Ok, Karen, de Hugo L. V. e Oliveira Silêncio Bruto, de João Gabriel Kowalski e João Gabriel Ferreira The Moons, de Gabriel Kalim Mucci Todos os Rostos que Amo se Parecem, de Davi Mello e Deborah Perrotta
CURTA FICÇÃO CIENTÍFICA
Alcançar o Vórtex (Alcanzar El Vortice), de Pedro Poveda (Espanha) Cracolice, de Fabio Cerpa (Itália) Invasão (Invasión), de Alejandro Cervantes (México) O Pulverizador (The Sprayer), de Farnoosh Abedi (Irã) Reenceto, de Lipe Veloso (Brasil) Será que no Futuro Seremos Todos Cactos?, de Thais de Almeida Prado e Fernanda Valdivieso (Brasil) To Err, de Nanci Cruz (Reino Unido) Única (Highlife), de Manuel Fernandez (México) Verão (Verano), de Anabel Diez (Espanha)
CURTA HORROR
Amara, de Danielle Amaral e Fernando Pompeu Neto (Brasil) Cruzeiro (Cruise), de Sam Rudykoff (Canadá) Estourando (Peaking), de Daniel Rands (Reino Unido) Gravidez (Expectancy), de Juho Fossi (Finlândia) Latente (Latent), de Clara Sosa Faccioli (Argentina) No Solo (In The Soil), de Casper Rudolf Emil Kjeldsen (Dinamarca) O Fundo (The Bottom), de Morgan Ruaidhrí O’Sullivan e James Kautz (EUA) Preso (Stuck), de David A. Roncone (Itália) Umbral, de Robert Gutiérrez del Álamo Guijarro (Espanha)
CURTA MULHERES FANTÁSTICAS
Areia (Sand), de Rossana Montoya (Colômbia) Entre Dois Mundos (Between Two Worlds), de Sofia Gutman (França) Futuros Amantes, de Jessika Goulart (Reino Unido) Gaueko, de María Monreal (Espanha) Triskelion, de Jessica Raes (Bélgica) Uma Pequena Morte (A Little Death), de Maria Pawlikowska (Reino Unido)
CURTA AMADOR/ESTUDANTE
A Botija, o Beato e a Besta-fera, de Túlio Beat (Brasil) Caveira Dourada, de João Augusto de Nardo Matos e JC Botelho (Brasil) Darklands, de Rafael Cipriani (Brasil) Emicouto feat Lill Lucaxxx – Covid 19, de Vinicius Kaham e Marco Souza (Brasil) Estática, de Gabriela Queiroz (Brasil) O Prazer de Matar Insetos, de Leonardo Martinelli (Brasil) Perpétuo, de Eduardo Sarmento, Isabela Firmo, Marcelo Barros, Mario Leite, Pedro Rosalba e Sofia Travassos (Brasil) Quando Ele Deitou Pela Última Vez, de Júlio Martínez de Mendonça (Brasil) Retrato, de Rodrigo Ribeiro Vieira (Brasil) Tic Tac, de Luara Moraes Leão (Brasil) Trem Parada Dura, de Lucas Gomes da Silveira (Brasil)
CURTA ANIMAÇÃO
Código (Kood), de Rao Heidmets (Estônia) Comam os Ricos (Eat The Rich), de Niven Wilson (EUA) Estranho Estrangeiro (Euh… Etrange ÉTranger), de Jef Dubrana (França) Lágrimas do Sena (Les Larmes De La Seine), de Alice Letailleur (França) Legado, de Pamela Falkenberg e Jack Cochran (Canadá) Me Liberte (Set Me Free), de Debrabata Kar (Índia) Mesa, de João Fazenda (Portugal) Mundo Dominó (Mondo Domino), de SUKI (França) Não Baixe A Guarda… Acerte-a! (Non Abassare La Guardia… Colpiscila!), de Lorenzo Clemente (Itália) O Pacote (La Meute), de Victoria Normand (França) Passagem (Passage), de Bartosz Jan Stępnik (Portugal) Selo, de Alessandro Corrêa (Brasil)
CURTA FANTASIA
Entrevista com Lo-Ting (Interview With Lo-Ting), de KaShing Chu (Hong Kong) Lã Quente (Hot Wool), de Tony Olsen (Nova Zelândia) Linde, de Miguel Pertejo (Espanha) Miragem (Mirage), de Sil van der Woerd (Holanda) Tenda do Amor (Love Shack), de Katsuto Kobayashi e Kenji Kobayashi (EUA) Valentina Versus, de E. M. Z. Camargo e Anne Lise Ale (Brasil)
CURTA FANTASTEEN/PEQUENOS FANTÁSTICOS
A Família Infernal (La Família Infernal), de Toni O. Prats e Callahan Ruiz (Espanha) A Incrível Sra. Lien Mourlen (The Incredible Mrs. Lien Mourlen), de Eleni Xoupa (Grécia) Baile da Magia, de Ana Maria Teixeira Hora e Lucas Correa de Castro Foresti (Brasil) Lágrimas de Bukhara (Tears of Bukhara), de Markel Goikoetxea Markaida (Uzbequistão) O Peixe Vermelho (The Red Fish), de Bassem Ben Brahim (Tunísia) O Sonho de Rebecca, de Laura Prado Lindman (Brasil) O Templo do Rei, de Verônica Cabral (Brasil) Pânico Panqueca! (Pancake Panic!), de David Filmore (EUA) Pintura Digital (Digital Painting), de Joana Buyo e Renan Ramos (Brasil)
CURTA FANTÁSTICA DIVERSIDADE
Ausência, de Alexia Araujo (Brasil) Bixa de Família, de João Luis Silva (Brasil) Body Truck Gostoso (Yummy Body Truck), de Noam Youngrak Son (Bélgica) Eu, Sereia (I, Mermaid), de Augusto Almoguera (Espanha) Macho Carne, de George Pedrosa (Brasil) Semente (Seed), de Nikhail Asnani (EUA) Threesome, de Thais de Almeida Prado, Va-Bene Elikem Fiatsi e John Heman (Brasil)
CURTA FANTÁSTICO BLACK POWER
Antes que Seja Tarde, de Alek Lean (Brasil) Deletricidade (Delectricity), de Douglas Henrique (Brasil) Mãe Solo, de Camila de Moraes (Brasil) Mil Vinny’s – Suíte Cachoeirana, de Luan Santos (Brasil) O Quarto (The Fourth), de Johnny Kirk (EUA) Orixás Center, de Mayara Dórea Ferreira Ferrão (Brasil) Sethico, de Wagner Montenegro (Brasil)
CURTA ESPANHA FANTÁSTICA
A Luz (La Luz), de Iago Soto Luz de Mar, de John Doe Não Estamos Sós (No Estamos Solos), de Jorge Dolz O Semblante (El Semblante), de Carlos Moriana e Raúl Cerezo Pasaia, de Xanti Rodriguez Ponto de Virada (Punto de Giro), de Ainhoa Menéndez Sucessão (Sucesión), de Carlos Cobos Aroca e Martí Brussosa Ventura
FINAL GIRLS BERLIN
Atualizado (Updated), de Nivi Pedersen (Groenlândia) Mãos Tão Pequeninas (Such Small Hands), de Maria Martínez Bayona (Reino Unido) O Custo de Viver (The Cost of Living), de Alice Trueman (Reino Unido) O Peixinho Dourado (The Goldfish), de Ashley Paige Brim (EUA) Registro de Assombração (Ghoul Log), de Christine Pfister (EUA)
O filme apresenta uma nova perspectiva sobre a cantora e compositora.
A 47ª edição do Festival Internacional de Cinema de Toronto, que acontecerá entre os dias 8 e 18 de setembro, divulgou novos títulos e também nomes que serão homenageados este ano; o evento é considerado um dos mais importantes do cinema mundial e conhecido como um termômetro para o Oscar.
Na mostra TIFF Docs, a seleção apresenta documentários de mais de 50 países: “A programação deste ano tem uma mistura maravilhosa de alegria, criatividade e engenhosidade diante das adversidades. Nos últimos anos, testemunhamos vários filmes lançados nesta seção em acordos de distribuição e indicações ao Oscar; este ano tem uma safra rica para ambos”, disse o programador do TIFF Docs, Thom Powers.
Entre os documentários selecionados, o Brasil aparece com Miúcha, a Voz da Bossa Nova, de Daniel Zarvos e Liliane Mutti. Apesar de sua posição no epicentro da cena bossa nova brasileira, a cantora Heloísa Maria Buarque de Hollanda, conhecida como Miúcha, tem sido amplamente subestimada. Este documentário, que mergulha em sua carreira e vida pessoal através de um rico acervo, pretende mudar isso.
A bossa nova tornou-se uma sensação da música internacional no final dos anos 1950 com sua fusão de samba brasileiro e cool jazz. As histórias do gênero tendem a se concentrar em seus famosos compositores masculinos. Porém, Miúcha, a Voz da Bossa Nova apresenta uma nova perspectiva sobre uma cantora e compositora chave que tem sido pouco apreciada. Entre os homens cujos nomes se tornaram mais celebrados, ela era irmã de Chico Buarque, aluna de Vinicius de Moraes, segunda esposa de João Gilberto, parceira musical de Antônio Carlos Jobim e a voz que acompanhava o saxofone de Stan Getz.
O diretor Daniel Zarvos, primo de Miúcha, e a codiretora Liliane Mutti tiveram acesso aos arquivos da família: cartas pessoais, diários, diários em áudio, filmes caseiros e os expressivos desenhos em aquarela da cantora, que foram animados para o filme. Eles permitem que a história de Miúcha, que faleceu em dezembro de 2018, seja contada em grande parte com suas próprias palavras.
Outro destaque é Maya and the Wave, dirigido por Stephanie Johnes, uma produção americana, que acompanha a surfista brasileira campeã mundial Maya Gabeira, que luta contra ondas monstruosas e contra o chauvinismo no campo do surf competitivo. Além disso, a trama segue a atleta em busca de quebrar um recorde mundial na cidade portuguesa de Nazaré, conhecida por suas ondas grandes. A cineasta acompanha Maya ao longo de vários anos enquanto ela persevera em meio a contratempos, lesões e uma experiência de quase morte para perseguir seu objetivo. O filme ganha uma intimidade com Maya e sua família: a força de sua mãe, a estilista Yamê Reis, e seu pai, Fernando Gabeira.
Já na mostra Contemporary World Cinema, a programação traz uma seleção cuidadosa de histórias únicas de cineastas e talentos estabelecidos com visões ousadas de todos os cantos do mundo: “Através de um programa ambicioso de mais de 50 filmes, o público terá a oportunidade de se envolver com as direções emocionantes nas quais o cinema pode levar nossa compreensão de uma ampla gama de tópicos e experiências humanas”, disse Diana Cadavid, programadora internacional.
Além de revelar um novo título para a mostra Discovery, o festival também divulgou os curtas-metragens selecionados para este ano: 39 filmes, de 18 países, serão exibidos na programação: “Estamos entusiasmados por retornar com uma das nossas seleções mais fortes de curtas-metragens de diretores de todo o mundo. Sempre nos surpreendemos com a amplitude, profundidade e diversidade dos talentos que trabalham no cinema de curta duração, sejam cineastas que já tivemos o privilégio de apresentar no TIFF ou contadores de histórias emergentes que mal podemos esperar apresentar ao nosso público”, disse Jason Anderson, programador internacional de curtas.
O festival também divulgou que o ator Brendan Fraser, de A Múmia, será homenageado com o TIFF Tribute Award por sua atuação no longa The Whale, de Darren Aronofsky. A compositora islandesa Hildur Guðnadóttir, vencedora do Oscar pela trilha sonora de Coringa, receberá o TIFF Variety Artisan Award; a cineasta Sally El Hosaini, premiada em Berlim por My Brother the Devil, que abrirá o Festival de Toronto com The Swimmers, será honrada com o TIFF Emerging Talent Award; e o diretor Sam Mendes receberá o TIFF Ebert Director Award e exibirá Empire of Light, seu mais novo filme.
Conheça os novos filmes selecionados para o 47º Festival de Toronto:
TIFF DOCS
752 Is Not A Number, de Babak Payami (Canadá) All the Beauty and the Bloodshed, de Laura Poitras (EUA) Buffy Sainte-Marie: Carry It On, de Madison Thomas (Canadá) Casa Susanna, de Sébastien Lifshitz (França/EUA) Ciné-Guerrillas: Scenes from the Labudovic Reels, de Mila Turajlic (Sérvia/França/Croácia/Montenegro) Documentary Now!, de Alex Buono, Rhys Thomas e Micah Gardner (EUA) Ever Deadly, de Tanya Tagaq e Chelsea McMullan (Canadá) Free Money, de Sam Soko e Lauren DeFilippo (Quênia/EUA) In Her Hands, de Tamana Ayazi e Marcel Mettelsiefen (EUA/Afeganistão) Louis Armstrong’s Black & Blues, de Sacha Jenkins (EUA) (filme de abertura) Mariupolis 2, de Mantas Kvedaravičius (Lituânia/França/Alemanha) Maya and the Wave, de Stephanie Johnes (EUA) Mi País Imaginario, de Patricio Guzmán (Chile/França) Miúcha, a Voz da Bossa Nova, de Daniel Zarvos e Liliane Mutti (Brasil/França) Patrick and the Whale, de Mark Fletcher (Áustria) Pray for our Sinners, de Sinéad O’Shea (Irlanda) Self-Portrait as a Coffee Pot, de William Kentridge (África do Sul/EUA) The Colour of Ink, de Brian D. Johnson (Canadá) The Grab, de Gabriela Cowperthwaite (EUA) Theatre of Thought, de Werner Herzog (EUA) To Kill a Tiger, de Nisha Pahuja (Canadá) While We Watched, de Vinay Shukla (Reino Unido)
CONTEMPORARY WORLD CINEMA
Aftersun, de Charlotte Wells (Reino Unido/EUA) Alam, de Firas Khoury (França/Palestina/Tunísia/Arábia Saudita/Qatar) Amanda, de Carolina Cavalli (Itália) Amor y matemáticas (Love and Mathematics), de Claudia Sainte-Luce (México) Ashkal, de Youssef Chebbi (França/Tunísia/Qatar) Autobiography, de Makbul Mubarak (Indonésia/França/Singapura/Polônia/Filipinas/Alemanha/Qatar) Beyond the Wall (Shab, Dkheli, Divar), de Vahid Jalilvand (Irã) Blind Willow, Sleeping Woman, de Pierre Földes (França/Luxemburgo/Canadá/Holanda) Bones of Crows, de Marie Clements (Canadá) Coyote (Le Coyote), de Katherine Jerkovic (Canadá) Domingo and the Mist (Domingo y la Niebla), de Ariel Escalante Meza (Costa Rica/Qatar) El agua, de Elena López Riera (Suíça/Espanha/França) EO, de Jerzy Skolimowski (Polônia/Itália) Falcon Lake, de Charlotte Le Bon (Canadá) Fixation, de Mercedes Bryce Morgan (Canadá/EUA/Alemanha) Godland (Vanskabte Land/Volaða Land), de Hlynur Pálmason (Dinamarca/Islândia/França/Suécia) La Jauría, de Andrés Ramírez Pulido (Colômbia/França) Le Lycéen (Winter Boy), de Christophe Honoré (França) Life (Жизнь), de Emir Baigazin (Cazaquistão) Living, de Oliver Hermanus (Reino Unido) Love Life, de Koji Fukada (Japão/França) Luxembourg, Luxembourg, de Antonio Lukich (Ucrânia) Manticore (Mantícora), de Carlos Vermut (Espanha) Muru, de Tearepa Kahi (Nova Zelândia) My Sailor, My Love, de Klaus Hӓrӧ (Finlândia/Irlanda) Nightalk, de Donald Shebib (Canadá) North of Normal, de Carly Stone (Canadá) Plan 75, de Chie Hayakawa (Japão/França/Filipinas/Qatar) Return to Dust, de Li Ruijun (China) R.M.N., de Cristian Mungiu (Romênia/França) So Much Tenderness, de Lina Rodriguez (Canadá) Sparta, de Ulrich Seidl (Áustria/França/Alemanha) Stellar, de Darlene Naponse (Canadá) Stonewalling, de Huang Ji e Ryuji Otsuka (Japão) The End of Sex, de Sean Garrity (Canadá) The Happiest Man in the World, de Teona Strugar Mitevska (Macedônia do Norte/Bélgica/Eslovênia/Dinamarca/Croácia/Bósnia e Herzegovina) The Hotel, de Wang Xiaoshuai (Hong Kong) The Maiden, de Graham Foy (Canadá) The Origin of Evil, de Sébastien Marnier (França/Canadá) The Swearing Jar, de Lindsay MacKay (Canadá) The Umbrella Men, de John Barker (África do Sul) The Worst Ones, de Romane Gueret e Lise Akoka (França) Under the Fig Trees, de Erige Sehiri (Tunísia/Suíça/França/Qatar) Valeria Is Getting Married, de Michal Vinik (Israel) Victim (OBEŤ), de Michal Blaško (Eslováquia/República Tcheca/Alemanha) Vicenta B., de Carlos Lechuga (Cuba/França/EUA/Colômbia/Noruega) War Sailor (Krigsseileren), de Gunnar Vikene (Noruega/Alemanha/Malta) We Are Still Here, de Beck Cole, Dena Curtis, Tracey Rigney, Danielle MacLean, Tim Worrall, Renae Maihi, Miki Magasiva, Mario Gaoa, Richard Curtis e Chantelle Burgoyne (Austrália/Nova Zelândia) Wildflower, de Matt Smukler (EUA) Zwigato, de Nandita Das (Índia)
DISCOVERY
Bruiser, de Miles Warren (EUA)
SHORT CUTS
À la vie à l’amor, de Emilie Mannering (Canadá) Against Reality, de Olivia Peace (EUA) Airhostess-737, de Thanasis Neofotistos (Grécia) Anastasia (Анастасия), de Sarah McCarthy (Reino Unido) Baba, de Mbithi Masya (Quênia) backflip, de Nikita Diakur (Alemanha/França) CANARY, de Pierre-Hugues Dallaire e Benoit Therriault (Canadá) Diaspora, de Tyler Mckenzie Evans (Canadá) Gary Screams For You, de Cody McGlashan e Nolan Sordyl (EUA) Hills and Mountains (Koha wa Tapaha), de Salar Pashtoonyar (Afeganistão/Canadá) I’m On Fire, de Michael Spiccia (EUA/Austrália) Ice Merchants, de João Gonzalez (Portugal/França/Reino Unido) It’s What Each Person Needs, de Sophy Romvari (Canadá) Lay Me by the Shore, de David Findlay (Canadá) Le Pupille, de Alice Rohrwacher (Itália/EUA) Liturgy of Anti-Tank Obstacles (Літургія протитанкових перешкод), de Dmytro Sukholytkyy-Sobchuk (Ucrânia/EUA) Mirror Mirror, de Sandulela Asanda (África do Sul) Municipal Relaxation Module, de Matthew Rankin (Canadá) N’xaxaitkw, de Asia Youngman (Canadá) Nanitic, de Carol Nguyen (Canadá) No Ghost in the Morgue (Pas de fantôme à la morgue), de Marilyn Cooke (Canadá) O Homem do Lixo (The Garbage Man), de Laura Gonçalves (Portugal) Pleasure Garden, de Rita Ferrando (Canadá) Quiet Minds Silent Streets, de Karen Chapman (Canadá) Rest Stop, de Crystal Kayiza (EUA) Same Old Lloyd, de Lee Choi (EUA/Canadá) Scaring Women At Night, de Karimah Zakia Issa (Canadá) Shadow of the Butterflies (خيال الفراشات), de Sofia El Khyari (França/Qatar/Portugal) She Always Wins, de Hazel McKibbin (EUA/Reino Unido) Simo (سيمو), de Aziz Zoromba (Canadá) Snow in September (9-р Сарын Цас) Lkhagvadulam (Dulmaa), de Purev-Ochir (Mongólia/França) The Chase, de Gurjeet Kaur Bassi (Canadá) The Flying Sailor, de Wendy Tilby e Amanda Forbis (Canadá) Todo incluido (All-inclusive), de Duván Duque Vargas (Colômbia/França) The Melting Creatures (Las criaturas que se derriten bajo el sol), de Diego Céspedes (Chile/França) The Pass, de Pepi Ginsberg (EUA) The Water Murmurs (海边升起一座悬崖 HAI BIAN SHENG QI YI ZUO XUAN YA), de Jianying (Story) Chen (China) Tremor (Beben), de Rudolf Fitzgerald Leonard (Alemanha) Untold Hours, de Daniel Warth (Canadá)
Elenco: Rejane Faria, Carlos Francisco, Camilla Damião, Cícero Lucas, Ana Hilário, Russo APR, Dircinha Macedo, Tokinho, Juan Pablo Sorrin.
Ano: 2022
Sinopse: Uma família negra de classe média baixa, conhecida como os Martins, segue a vida entre seus compromissos do dia a dia e seus desejos e expectativas, mesmo com a tensão de um governo conservador que acaba de assumir o poder no país. Em meio a esse cotidiano, Tércia cuida da casa enquanto passa por crises de angústia; o pai Wellington, que é porteiro em um prédio de elite, quer ver o filho virar jogador de futebol profissional; Eunice pretende se mudar para um apartamento com sua namorada, mas não tem coragem de contar aos pais; e o pequeno Deivinho sonha em ser astrofísico e participar de uma missão que em 2030 irá colonizar o planeta vermelho.
*Filme visto no 50º Festival de Cinema de Gramado.
*Clique aqui e confira nossa entrevista com o diretor; e clique aqui e leia nossa matéria sobre a exibição do filme em Gramado.
Direção: Chris Bailey, Mark Koetsier, Rob Minkoff.
Elenco: Paulo Vieira, Deborah Secco, Ary Fontoura, Michael Cera, Samuel L. Jackson, Ricky Gervais, Kylie Kuioka, Mel Brooks, George Takei, Gabriel Iglesias, Aasif Mandvi, Djimon Hounsou, Michelle Yeoh, Cathy Shim, Steve Apostolina, Kirk Baily, Steve Blum, Ranjani Brow, William Calvert, David Chen, Matt Corboy, Miles Clark, Seth Clark, Jeffrey Todd Fischer, Jason Griffith, Larry Herron, Bridget Hoffman, Rif Hutton, Ashley Lambert, Lex Lang, Terence Mathews, Tom McGrath, Scott Menville, David Michie, Rob Minkoff, Zoe Minkoff, Edie Mirman, Juan Pacheco, Michelle Ruff, Warren Sroka, Kelly Stables, Jaquita Ta’le, Arianna Trames, Floyd Van Buskirk, Kirk Wise, Matthew Wolf.
Ano: 2022
Sinopse: Hank é um cão de caça sem muita sorte, que está em uma cidade de gatos. Eles precisam de um herói para defendê-los do plano maligno de um vilão implacável que quer varrer a cidade do mapa. Com a ajuda de Shogun, um professor relutante para treiná-lo, o cachorro deve assumir o papel de samurai da região e se unir aos aldeões para salvar o dia. Baseado no clássico Banzé no Oeste, de Mel Brooks.
*Clique aqui e assista ao programa especial com entrevista com os dubladores Paulo Vieira e Ary Fontoura.
Ary Fontoura e Paulo Vieira durante a pré-estreia do filme.
Dirigido por Chris Bailey (indicado ao Oscar pelo curta Mickey e seu Cérebro em Apuros), Mark Koetsier e Rob Minkoff (de O Rei Leão e O Pequeno Stuart Little), a animação O Lendário Cão Guerreiro, no original Paws of Fury: The Legend of Hank, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 25/08.
O filme conta a história de Hank, um cão de caça sem muita sorte que está em uma cidade cheia de gatos. O local precisa de um herói para defendê-los do plano maligno de um vilão que quer varrer a cidade do mapa. Com a ajuda de Shogun, um professor relutante, para treiná-lo, o cachorro deve assumir o papel de um samurai e se unir aos aldeões para salvar o dia.
O Lendário Cão Guerreiro marca a estreia do humorista Paulo Vieira como dublador interpretando o personagem principal Hank. Deborah Secco dubla Yuki, uma mãe preocupada e muito protetora; e Ary Fontoura aparece no papel de Xogum, a autoridade máxima do território onde se passa o filme.
Além do elenco brasileiro de dubladores, as vozes originais contam com: Michael Cera no papel de Hank, Samuel L. Jackson como Jimbo e Michelle Yeoh como Yuki; Ricky Gervais, Kylie Kuioka, George Takei, Gabriel Iglesias, Aasif Mandvi, Djimon Hounsou, Cathy Shim, entre outros. A trama é uma adaptação do live-action Banzé no Oeste, lançado em 1974, obra de Mel Brooks, que também é produtor executivo da animação.
Para falar mais sobre o longa, conversamos com os atores e dubladores Ary Fontoura e Paulo Vieira. Aperte o play e confira:
Consagrado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro com oito troféus, Marighella, dirigido por Wagner Moura, foi anunciado pela Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais como o representante do Brasil na disputa por uma indicação na categoria de melhor filme ibero-americano da 37ª edição do Prêmio Goya (ou Premios Goya).
O evento, realizado pela Academia de las Artes y las Ciencias Cinematográficas de España, que elege os melhores filmes e profissionais do cinema e é conhecido como o Oscar espanhol, acontecerá no dia 11 de fevereiro de 2023, em Sevilha, na Espanha.
Primeiro longa-metragem de Wagner Moura como diretor, o filme, que começou sua trajetória no Festival de Berlim em 2019, estreou nos cinemas no dia 4 de novembro de 2021, exatamente 52 anos após o assassinato de Carlos Marighella.
A trama conta a história dos últimos anos do guerrilheiro que liderou um dos maiores movimentos de resistência contra a ditadura militar no Brasil, na década de 1960. Comandando um grupo de jovens guerrilheiros, Carlos Marighella, interpretado por Seu Jorge, tenta divulgar sua luta contra a ditadura para o povo brasileiro, mas a censura desmerece a revolução. Seu principal opositor é Lucio, vivido por Bruno Gagliasso, policial que o rotula de inimigo público número 1. Quando o cerco se fecha, o próprio Marighella é emboscado e morto, mas seus ideais sobrevivem nas ações dos jovens guerrilheiros, que persistem na revolução.
O elenco conta também com Luiz Carlos Vasconcellos, Herson Capri, Humberto Carrão, Adriana Esteves, Bella Camero, Maria Marighella (neta de Carlos Marighella), Ana Paula Bouzas, Carla Ribas, Jorge Paz, Tuna Dwek, entre outros.
Rodado na Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro, o longa passou por diversos festivais mundo afora: Seattle, Hong Kong, Sydney, Santiago, Havana, Istambul, Atenas, Estocolmo, Cairo, entre outros. Foi premiado no CinEuphoria Awards na categoria de melhor ator coadjuvante para Bruno Gagliasso; no Mill Valley Film Festival levou o prêmio do público de melhor filme; e na 48ª edição do Festival Sesc Melhores Filmes foi consagrado com oito prêmios, entre eles, melhor filme segundo o público e a crítica.
O diretor no tapete vermelho do Festival de Gramado.
Depois de vencer quatro kikitos na 50ª edição do Festival de Cinema de Gramado, entre eles, o de melhor longa brasileiro pelo voto do público, Marte Um, dirigido por Gabriel Martins, chega aos cinemas nesta quinta-feira, 25/08.
O filme é o segundo longa do cineasta mineiro (o primeiro solo, sem a parceria de Maurilio Martins, com quem fez No Coração do Mundo), e tem como um de seus temas centrais a realização de um sonho infantil. A trama apresenta o cotidiano de uma família periférica, nos últimos meses de 2018, pouco depois das eleições presidenciais.
O garoto Deivid, interpretado por Cícero Lucas, o caçula da família Martins, sonha em ser astrofísico, e participar de uma missão que em 2030 irá colonizar o planeta vermelho. Morando na periferia de um grande centro urbano, não há muitas chances para isso, mas mesmo assim, ele não desiste. Passa horas assistindo vídeos e palestras sobre astronomia na internet.
O pai, Wellington, papel de Carlos Francisco, é porteiro em um prédio de elite e há um bom tempo está sem beber, uma informação que compartilha com orgulho em sessões do AA. Tércia, vivida por Rejane Faria, é a matriarca que, depois um incidente envolvendo uma pegadinha de televisão, acredita que está sofrendo de uma maldição. Por fim, a filha mais velha é Eunice (Camilla Damião), que pretende se mudar para um apartamento com sua namorada (Ana Hilário), mas não tem coragem de contar aos pais.
Marte Um teve sua estreia mundial no Festival de Sundance, em janeiro passado, onde foi bem recebido pelo público. Depois disso, foi exibido em 35 festivais internacionais, ganhando prêmios de melhor longa no Outfest Los Angeles LGBTQ Film Festival, no Black Star e no San Francisco Film Festival. Em Gramado, além do kikito de melhor filme pelo voto popular, foi consagrado também nas categorias de melhor roteiro, trilha musical por Daniel Simitan e Prêmio Especial do Júri.
O longa, que disputará uma vaga para representar o Brasil no Oscar, é assinado pela produtora mineira Filmes de Plástico, coproduzido pelo Canal Brasil e será lançado pela Embaúba Filmes.
Para falar mais sobre o filme, conversamos com o diretor durante o Festival de Gramado, que falou sobre a recepção do público no evento, construção do roteiro, entrosamento do elenco, repercussão internacional e Oscar 2023.
Aperte o play e confira:
*O CINEVITOR esteve em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal do YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.
Cena do curta Aluísio, o Silêncio e o Mar, de Luiz Carlos Vasconcelos.
A primeira edição do Muído – Festival de Cinema de Campina Grande, mais uma janela da produção cinematográfica paraibana e nordestina, aconteceu entre os dias 19 e 21 de agosto no Cine São José.
O Muído é um festival genuinamente paraibano e que tem como um dos objetivos ser uma tela para a produção do estado, do litoral ao sertão, passando pelo Cariri, Curimataú, Brejo, Seridó, entre outros. Além dos filmes, a programação contou também com diversas atividades paralelas.
A curadoria foi formada por: Breno César e Janaína Lacerda na Mostra Mundaréu; e Milene Migliano e Érico Oliveira na Mostra Facheiro Luzente, só com filmes paraibanos. O júri contou com Bruna Tavares, Bruno Ribeiro e Cris Lima, que escolheram os ganhadores do troféu Faxêxo, criado pelo artista William Nunes.
Conheça os vencedores do 1º Muído – Festival de Cinema de Campina Grande:
MELHOR FILME NORDESTINO | MOSTRA MUNDARÉU Nossas Mãos Sagradas, de Júlia Morim (PE)
PRÊMIO ELY MARQUES | MELHOR FILME PARAIBANO Desejo e Necessidade, de Milso Roberto (Campina Grande)
MELHOR DIREÇÃO Luiz Carlos Vasconcelos, por Aluísio, o Silêncio e o Mar
MELHOR ROTEIRO Pedro, escrito por Leo Silva
PRÊMIO ALLAN VIDAL | MELHOR MONTAGEM Desejo e Necessidade, por Milso Roberto
MELHOR FOTOGRAFIA Aluísio, o Silêncio e o Mar, por Vitor Bossa
MELHOR DESENHO DE SOM Aluísio, o Silêncio e o Mar, por Gian Orsini, Abraão Bahia e Astral Music Productions
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE A Barca, por Nina Magalhães
MELHOR PERSONAGEM Luiz Gonzaga de Melo, por Urubá
MENÇÃO HONROSA Miragem, de Bruna Guido (PB) Mãe Solo, de Camila de Moraes (BA) Central de Memórias, de Rayssa Coelho (BA)