O Sindicato de Maquiadores e Cabeleireiros, Make-Up Artists and Hair Stylists Guild, foi fundado em novembro de 1937 e hoje conta com mais de 2.300 membros da indústria do entretenimento de todo o mundo.
Como de costume, anualmente realiza o Make-Up Artists and Hair Stylists Guild Awards, prêmio que elege as melhores maquiagens e estilos de penteados do cinema, da TV, mídias digitais e do teatro. Os indicados da 10ª edição foram anunciados nesta quarta-feira, 11/01, pela presidente Julie Socash. Os vencedores serão revelados no dia 11 de fevereiro, no The Beverly Hilton Hotel, em cerimônia apresentada pela atriz Melissa Peterman.
Neste ano, o maquiador Steve LaPorte, vencedor do Oscar por Os Fantasmas se Divertem, e o cabeleireiro Josée Normand, consagrado no Emmy por Jornada nas Estrelas: Voyager, Jornada nas Estrelas: A Nova Geração e A Gata e o Rato, receberão o Lifetime Achievement Award. O maquiador Fred C. Blau Jr., vencedor do Emmy por Histórias Maravilhosas, e a cabeleireira Judy Crown, premiada no Emmy por Houdini: O Mestre dos Mágicos e Designing Women, serão honrados com o Vanguard Awards.
Conheça os indicados ao MUAHS Awards 2023 nas categorias de cinema:
MELHOR MAQUIAGEM | FILME CONTEMPORÂNEO Batman, por Naomi Donne, Doone Forsyth, Norma Webb e Jemma Carballo Não! Não Olhe!, por Shutchai Tym Buacharern, Jennifer Zide-Essex, Eleanor Sabaduquia e Kato De Stefan O Menu, por Deborah LaMia Denaver, Mazena Puksto, Donna Cicatelli e Deb Rutherford Spirited: Um Conto Natalino, por Monica Huppert, Autumn J. Butler e Vivian Baker Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Michelle Chung, Erin Rosenmann e Dania A. Ridgway
MELHOR MAQUIAGEM EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO Amsterdam, por Nana Fischer, Miho Suzuki e Jason Collins Babilônia, por Heba Thorisdottir, Shaunna Bren Chavez, Jean Black e Mandy Artusato Blonde, por Tina Roesler Kerwin, Elena Arroy e Cassie Lyons Elvis, por Shane Thomas e Angela Conte Till: A Busca por Justiça, por Denise Tunnell, Janice Tunnell e Ashley Langston
MELHOR MAQUIAGEM DE EFEITOS ESPECIAIS A Baleia, por Adrien Morot, Kathy Tse e Chris Gallaher Batman, por Michael Marino, Mike Fontaine, Yoichi Art Sakamoto e Göran Lundström Elvis, por Mark Coulier e Jason Baird Matilda: O Musical, por Barrie Gower, Emma Faulkes e Chloe Muton-Phillips Pantera Negra: Wakanda para Sempre, por Joel Harlow e Kim Felix
MELHOR PENTEADO | FILME CONTEMPORÂNEO Batman, por Zoe Tahir, Melissa Van Tongeran, Paula Price e Andrea Lance Jones Glass Onion: Um Mistério Knives Out, por Jeremy Woodhead, Tracey Smith e Leslie D. Bennett O Menu, por Adruitha Lee, Monique Hyman, Kate Loftis e Barbara Sanders Pantera Negra: Wakanda para Sempre, por Camille Friend, Evelyn Feliciano, Marva Stokes e Victor Paz Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Anissa E. Salazar, Meghan Heaney e Miki Caporusso
MELHOR PENTEADO EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO A Mulher Rei, por Louisa Anthony, Jamika Wilson, Plaxedes Kelias e Charity Gwakuka Amsterdam, por Adruitha Lee, Lori McCoy-Bell, Cassandra L. Russek e Yvette Shelton Babilônia, por Jaime Leigh McIntosh, Ahou Mofid e Aubrey Marie Blonde, por Jaime Leigh McIntosh, Lynnae Duley, Ahou Mofid e Robert Pickens Elvis, por Shane Thomas e Louise Coulston
A cineasta croata Antoneta Alamat Kusijanović no set de Murina: indicada
Foi divulgada nesta quarta-feira, 11/01, a lista completa com os indicados ao 75º DGA Awards, prêmio organizado pelo Sindicato dos Diretores da América, Directors Guild of America, que elege os melhores diretores e diretoras da TV e do cinema desde 1948.
Em comunicado oficial, Lesli Linka Glatter, presidente do Sindicato, disse: “O trabalho reconhecido este ano representa o incrível poder do cinema nas mãos desses talentosos diretores para contar histórias profundamente comoventes que afetam profundamente todos nós. O reconhecimento de nossos colegas em nosso processo criativo altamente colaborativo mostra o coração e a alma no cerne desses filmes. Com isso, parabenizamos os indicados por suas histórias poderosas e contadas de forma brilhante”.
Neste ano, vale destacar a presença da cineasta croata Antoneta Alamat Kusijanović na categoria de melhor direção estreante em longa-metragem com Murina, uma coprodução entre Croácia, Brasil, Estados Unidos e Eslovênia. O filme, premiado no Festival de Cannes, traz os brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’ Anna, da RT Features, na produção, além de Martin Scorsese. Os vencedores do DGA Awards 2022 serão anunciados no dia 18 de fevereiro.
Nas categorias televisivas, destacam-se: Tim Burton, por Wandinha; Ben Stiller, por Ruptura; Jason Bateman, por Ozark; Sam Levinson, por Euphoria; Mike White, por The White Lotus; Deborah Chow, por Obi-Wan Kenobi; entre outros.
Além dos indicados, os homenageados desta 75ª edição também foram revelados: o diretor televisivo Robert A. Fishman receberá o Lifetime Achievement Award; Mark Hansson, primeiro assistente de direção de séries como Animal Kingdom, Cara Gente Branca e Lúcifer, será homenageado com o Frank Capra Achievement Award; e Valdez Flagg, gerente de palco, será honrado com o Franklin J. Schaffner Achievement Award.
Conheça os indicados ao 75º Directors Guild of America Awards nas categorias de cinema:
MELHOR DIREÇÃO | LONGA-METRAGEM Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Joseph Kosinski, por Top Gun: Maverick Martin McDonagh, por Os Banshees de Inisherin Steven Spielberg, por Os Fabelmans Todd Field, por Tár
MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | LONGA-METRAGEM Alice Diop, por Saint Omer Antoneta Alamat Kusijanović, por Murina Audrey Diwan, por O Acontecimento Charlotte Wells, por Aftersun John Patton Ford, por Emily the Criminal
MELHOR DIREÇÃO | DOCUMENTÁRIO Daniel Roher, por Navalny Laura Poitras, por All the Beauty and the Bloodshed Matthew Heineman, por Afeganistão: A Retirada Sara Dosa, por Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft Shaunak Sen, por All That Breathes
MELHOR DIREÇÃO | FILME PARA TV OU MINISSÉRIE Deborah Chow, por Obi-Wan Kenobi Eric Appel, por Weird: The Al Yankovic Story Helen Shaver, por Estação Onze (episódio: Who’s There?) Jeremy Podeswa, por Estação Onze (episódio: Unbroken Circle) Tom Verica, por Inventando Anna (episódio: The Devil Wore Anna)
Elenco de Os Fabelmans, de Steven Spielberg: indicado
O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos divulgou nesta quarta-feira, 11/01, os indicados ao 29º Screen Actors Guild Awards, também conhecido como SAG Awards. O anúncio foi realizado em uma live no Instagram pelas atrizes Ashley Park e Haley Lu Richardson.
A presidente do SAG-AFTRA (Screen Actors Guild‐American Federation of Television and Radio Artists), Fran Drescher, também participou do vídeo, assim como Jason George e Elizabeth McLaughlin, membros do comitê.
O prêmio, que elege os melhores atores da TV e do cinema, é considerado uma prévia para o Oscar, já que seus vencedores quase sempre acabam levando a estatueta dourada para casa. Vale lembrar que o período de elegibilidade para esta edição do SAG foi de 1º de janeiro de 2022 até 31 de dezembro de 2022.
O SAG Awards 2023 acontecerá no dia 26 de fevereiro e a cerimônia, que será realizada no Fairmont Century Plaza, em Los Angeles, será transmitida ao vivo pelo canal da Netflix no YouTube.
Confira a lista com os indicados ao 29º SAG Awards nas categorias de cinema:
MELHOR ELENCO Babilônia Os Banshees de Inisherin Os Fabelmans Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Women Talking
MELHOR ATOR Adam Sandler, por Arremessando Alto Austin Butler, por Elvis Bill Nighy, por Living Brendan Fraser, por A Baleia Colin Farrell, por Os Banshees de Inisherin
MELHOR ATRIZ Ana de Armas, por Blonde Cate Blanchett, por Tár Danielle Deadwyler, por Till: A Busca por Justiça Michelle Yeoh, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Viola Davis, por A Mulher Rei
MELHOR ATOR COADJUVANTE Barry Keoghan, por Os Banshees de Inisherin Brendan Gleeson, por Os Banshees de Inisherin Eddie Redmayne, por O Enfermeiro da Noite Ke Huy Quan, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Paul Dano, por Os Fabelmans
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Angela Bassett, por Pantera Negra: Wakanda para Sempre Hong Chau, por A Baleia Jamie Lee Curtis, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Kerry Condon, por Os Banshees de Inisherin Stephanie Hsu, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR EQUIPE DE DUBLÊS A Mulher Rei Avatar: O Caminho da Água Batman Pantera Negra: Wakanda para Sempre Top Gun: Maverick
Michelle Yeoh: premiada por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
Foram anunciados nesta terça-feira, 10/01, em cerimônia apresentada pelo comediante Jerrod Carmichael, no Hotel The Beverly Hilton, os vencedores da 80ª edição do Globo de Ouro, prêmio que elege os melhores da TV e do cinema segundo a HFPA, Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood.
Neste ano, Os Banshees de Inisherin, dirigido por Martin McDonagh, que liderava a lista com oito indicações, se destacou e foi premiado em três categorias: melhor filme de comédia ou musical, melhor ator para Colin Farrell e melhor roteiro. Os Fabelmans e Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo aparecem na sequência com dois prêmios cada.
Entre as categorias televisivas, Abbott Elementary, The White Lotus e A Casa do Dragão se destacaram. Amanda Seyfried, Evan Peters, Zendaya, Kevin Costner, Jennifer Coolidge, entre outros, foram consagrados por suas atuações.
A atriz Michelle Yeoh, nascida na Malásia e consagrada por Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, discursou: “Tem sido uma jornada incrível. Mas acho que valeu a pena. Lembro de quando vim para Hollywood pela primeira vez. Foi um sonho que se tornou realidade”.
Seu colega de filme, Ke Huy Quan, premiado como melhor ator coadjuvante, emocionou a plateia: “Fui criado para nunca esquecer de onde vim e para sempre lembrar de quem me deu a primeira oportunidade. Estou muito feliz em ver Steven Spielberg esta noite. Steven, obrigado! Quando comecei minha carreira como ator infantil em Indiana Jones e o Templo da Perdição, me senti muito sortudo por ter sido escolhido. Por muitos anos, tive medo de não ter mais nada a oferecer; que não importaria o que eu fizesse, nunca superaria o que fiz quando criança. Felizmente, mais de 30 anos depois, dois caras [Daniel Kwan e Daniel Scheinert] pensaram em mim e lembraram daquele garoto. E me deram a oportunidade de tentar novamente”.
Para esta edição comemorativa de 80 anos, o ator Eddie Murphy foi homenageado com o Cecil B. deMille Award; o troféu foi entregue pelos amigos e colegas de profissão Tracy Morgan e Jamie Lee Curtis. Já o produtor e roteirista Ryan Murphy foi honrado com o Carol Burnett Award e recebeu o troféu das mãos de Billy Porter, um dos atores da série Pose, de sua autoria. Além disso, Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, fez uma participação na cerimônia com uma mensagem especial de paz, que foi apresentada pelo consagrado ator e diretor Sean Penn.
A premiação contou também com a participação de nomes consagrados, como: Quentin Tarantino, Claire Danes, Hilary Swank, Glen Powell, Jenna Ortega, Natasha Lyonne, Salma Hayek Pinault, Ana de Armas, Jennifer Hudson, Regina Hall, Jennifer Coolidge, entre outros.
Depois de muitas polêmicas envolvendo o Globo de Ouro, um novo Código de Conduta Profissional e Ética foi aprovado. Neste ano, os indicados foram votados por 96 membros e, pela primeira vez, 103 eleitores internacionais. Os novos membros foram recrutados em organizações internacionais da indústria, festivais de cinema estrangeiros e profissionais de jornalismo. Este grupo de votação representa 62 países diferentes ao redor do mundo. Combinado com os membros atuais, o total de votantes do Globo de Ouro agora é: 52% feminino, 51,8% racial e etnicamente diverso, com 19,6% latino-americanos, 12,1% asiáticos, 10,1% negros e 10,1% do Oriente Médio.
O Brasil marca presença entre os votantes da HFPA com Ana Maria Bahiana, Jânio Nazareth, Miriam Spritzer e Paoula Abou-Jaoude, membros da Hollywood Foreign Press Association; e também pelos votantes internacionais: Daniel Herculano, Enoe Lopes Pontes, Isabel Wittmann, Kel Gomes e Mario Abbade.
Neste ano, mais de 100 longas, de diversos países, foram considerados elegíveis para a categoria de melhor filme em língua não inglesa; o Brasil estava representado por Carvão, de Carolina Markowicz; Fogaréu, de Flávia Neves; e Marte Um, de Gabriel Martins. Porém, infelizmente, nenhum dos três títulos foi indicado.
Conheça os vencedores do Globo de Ouro 2023 nas categorias de cinema:
MELHOR FILME | DRAMA Os Fabelmans, de Steven Spielberg
MELHOR FILME | COMÉDIA OU MUSICAL Os Banshees de Inisherin, de Martin McDonagh
MELHOR ATOR | DRAMA Austin Butler, por Elvis
MELHOR ATRIZ | DRAMA Cate Blanchett, por Tár
MELHOR ATOR | COMÉDIA OU MUSICAL Colin Farrell, por Os Banshees de Inisherin
MELHOR ATRIZ | COMÉDIA OU MUSICAL Michelle Yeoh, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR ATOR COADJUVANTE Ke Huy Quan, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Angela Bassett, por Pantera Negra: Wakanda para Sempre
MELHOR DIREÇÃO Steven Spielberg, por Os Fabelmans
MELHOR ROTEIRO Os Banshees de Inisherin, escrito por Martin McDonagh
MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO INGLESA Argentina, 1985, de Santiago Mitre (Argentina)
MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO Pinóquio, de Guillermo del Toro e Mark Gustafson
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL Babilônia, por Justin Hurwitz
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL Naatu Naatu, por RRR: Revolta, Rebelião, Revolução Música: M.M. Keeravani Letra: Chandrabose Intérpretes: Kala Bhairava e Rahul Sipligunj
Felix Kammerer em Nada de Novo no Front: filme indicado
A Cinema Audio Society é uma organização filantrópica e sem fins lucrativos, que foi fundada em 1964 com o objetivo de compartilhar informações entre os profissionais de som da TV e do cinema. Como de costume, anualmente realiza uma premiação para eleger a melhor mixagem de som em produções televisivas e cinematográficas.
Em comunicado oficial, Karol Urban, presidente da CAS, disse: “Há uma infinidade de candidatos dignos de prêmios este ano. A CAS parabeniza nossa indústria pelas ricas tapeçarias sonoras de 2022 e espera celebrar os premiados dessa temporada”. Vale lembrar que os indicados são escolhidos exclusivamente por mixers de som, que celebram a excelência na arte da mixagem de som.
A cerimônia de premiação acontecerá no dia 4 de março no InterContinental Los Angeles Downtown. Os homenageados desta edição serão: o mixador de som Peter J. Devlin, indicado ao Oscar por Pantera Negra, Transformers: O Lado Oculto da Lua, Star Trek, Transformers e Pearl Harbor, que receberá o CAS Career Achievement Award; e o consagrado cineasta mexicano Alejandro G. Iñárritu, de Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades, que será honrado com o CAS Filmmaker of the Year.
Conheça os indicados ao 59º CAS Awards nas categorias de cinema:
MELHOR MIXAGEM DE SOM | LONGA-METRAGEM Avatar: O Caminho da Água Batman Elvis Nada de Novo no Front Top Gun: Maverick
MELHOR MIXAGEM DE SOM | ANIMAÇÃO Gato de Botas 2: O Último Pedido Lightyear Minions 2: A Origem de Gru Pinóquio Red: Crescer é uma Fera
MELHOR MIXAGEM DE SOM | DOCUMENTÁRIO Good Night Oppy Hallelujah: Leonard Cohen, A Journey, A Song Louis Armstrong’s Black & Blues Moonage Daydream Vulcão Whakaari: Resgate na Nova Zelândia
MELHOR MIXAGEM DE SOM | DOCUMENTÁRIO PARA TV, VARIEDADE E SÉRIES MUSICAIS OU ESPECIAIS Carole King & James Taylor: Just Call Out My Name F1: Dirigir para Viver (episódio: Gloves Are Off) George Carlin: O Sonho Americano (episódio 1) Lucy and Desi Obi-Wan Kenobi: O Retorno do Jedi
Cena do longa pernambucano Propriedade, de Daniel Bandeira
A 26ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes, que acontecerá entre os dias 20 e 28 de janeiro, contará com 134 filmes brasileiros: 38 longas, 3 médias e 93 curtas-metragens, vindos de 18 estados. Os títulos serão exibidos em 57 sessões de pré-estreias e mostras temáticas em três cinemas instalados pelo evento.
Como já anunciado, o público vai conhecer a trajetória dos cineastas homenageados desta edição, Ary Rosa e Glenda Nicácio, em debate e filmes; a dupla assina a direção conjunta de seis longas-metragens em cinco anos. As obras são da Rosza Filmes, uma produtora exemplar e singular de experiências que se disseminam no Brasil e podem nos orientar para a reflexão e a prática de um audiovisual do século XXI tão grande diverso, complexo e fascinante quanto o país pode ser nas suas identidade e diferenças.
Em sua 16ª versão, a Mostra Aurora, também já anunciada, é dedicada a filmes independentes feitos por realizadores com até três longas-metragens no currículo e que se caracteriza por trabalhos de risco estético e narrativo representativos, em várias medidas, do que de mais vigoroso se faz na produção brasileira contemporânea. Como de costume, apresentará os tradicionais setetítulos inéditos, em pré-estreia mundial, escolhidos pela curadoria de Francis Vogner dos Reis, Lila Foster e Camila Vieira. Clique aqui e saiba mais.
Neste ano, serão apresentados 93 curtas-metragens de 18 estados brasileiros em diferentes seções que abarcam a pluralidade da produção audiovisual brasileira em um de seus formatos mais inventivos, distribuídos em diversas mostras. Clique aqui e saiba mais.
Já a Mostra Olhos Livres apresenta um recorte de longas-metragens que se caracteriza pela diversidade de formas e conceitos, sem regulamento prévio e muitas vezes alternando entre cineastas de carreiras consolidadas e em começo de trajetória. Trata-se de um panorama amplo de algumas das proposições mais instigantes do cinema contemporâneo brasileiro. A curadoria é assinada por Francis Vogner dos Reis, Lila Foster e Camila Vieira e inclui seis títulos.
Em filmes de apelo popular e relevância criativa para um diálogo imediato com o público, os títulos da Mostra Praça em 2023 trafegam entre a ficção e o documentário apresentando propostas instigantes a quem estiver pelo centro da cidade histórica. O conceito de Cinema Mutirão, que foi adotado como temática na Mostra de Tiradentes neste ano, tem por objetivo chamar para o debate todos aqueles e aquelas que queiram colaborar para construir uma base sólida para a construção e reconstrução do audiovisual brasileiro. Além de debates e discussões, uma mostra de filmes escolhidos especificamente dentro da proposta temática compõe a programação.
Cena do longa Na Rédea Curta, dirigido pelos homenageados deste ano
Na Sessão Debate, destaque para o vencedor do prêmio de melhor filme no Festival de Brasília de 2022, o documentário A Invenção do Outro, dirigido por Bruno Jorge, que acompanha a expedição humanitária na Amazônia em busca da etnia isolada dos Korubos. A ação foi promovida pelo indigenista Bruno Pereira, assassinado em junho de 2022 junto com o jornalista britânico Dom Phillips durante viagem pelo Vale do Javari, num dos casos de maior repercussão mundial no noticiário recente brasileiro. O filme será seguido de um bate-papo com o realizador e convidados para discutir seus desdobramentos, produção e impacto, tanto em termos estéticos como políticos e narrativos.
A Mostra Autorais traz Canção ao Longe, da diretora mineira Clarissa Campolina, que trabalha a partir de roteiro seu em parceria com Caetano Gotardo e Sara Pinheiro. O outro filme desta seção é Amazônia, a Nova Minamata?, dirigido pelo veterano Jorge Bodanzky. O documentário denuncia o envenenamento de povos indígenas Munduruku a partir das investigações da líder Alessandra Korap e de integrantes da Fiocruz.
Integrando a Mostra Foco Minas, será exibido o longa Corpo Presente, de Leonardo Barcelos, em pré-estreia mundial. O filme, enquanto ainda projeto, fez parte da 7ª edição do Brasil CineMundi, encontro de coprodução idealizado pela Universo Produção e que ocorre no âmbito da Mostra CineBH.
Na Mostrinha, duas animações completam a programação: A Ilha dos Ilús, de Paulo GC Miranda, que explora o imaginário de um lugar onde ficam os animais antes de virem ao mundo; e Chef Jack, do mineiro Guilherme Fiúza Zenha, com dublagem de Danton Mello.
Uma iniciativa da Universo Produção, a Mostra Valores tem o propósito de dialogar e valorizar pessoas, ações, programas e comunidades das cidades de Tiradentes, Ouro Preto e Belo Horizonte, que estão inseridas no âmbito do Cinema sem Fronteiras, programa internacional de audiovisual que reúne as três Mostras anuais, diferenciadas e complementares, com o intuito de exibir e discutir a produção contemporânea do cinema, sua história, patrimônio, linguagens, estéticas e formas de inserção no mercado audiovisual. Na 26ª Mostra Tiradentes, a programação da Mostra Valores contará com o longa Down Quixote, de Leonardo Cortez. Com parte do longa filmada em Tiradentes, a produção conta com atores com Síndrome de Down no papel dos protagonistas.
Numa iniciativa inédita, a Mostra irá promover o 1º Fórum de Tiradentes – Encontros pelo Audiovisual Brasileiro, entre os dias 21 e 25 de janeiro, que reunirá mais de 50 profissionais de diversos segmentos do audiovisual brasileiro para o diagnóstico dos pontos críticos da atividade e a construção de balizadores para a formulação de novas políticas públicas, tendo por atenção prioritária o fortalecimento das cadeias produtivas regionais e garantias para a diversidade de expressão.
Démick Lopes no longa cearense A Filha do Palhaço, de Pedro Diogenes
Pelo segundo ano consecutivo, a Universo Produção realiza a Conexão Brasil CineMundi, edição itinerante do programa com a apresentação de longas brasileiros na fase Work In Progress (WIP) – Corte Final. A curadoria de Pedro Butcher e Lila Foster selecionou sete filmes em finalização para sessões fechadas a uma plateia de profissionais da indústria audiovisual internacional e nacional. Um total de 16 festivais internacionais terão representantes na Mostra, vindos de 11 países.
A Mostra de Tiradentes tem também o compromisso de investir em novos talentos e promove o Programa de Formação com a oferta de oficinas audiovisuais para o público jovem e adulto, visando à capacitação técnica para o mercado de cinema em diversas frentes possíveis de trabalho. Desde sua primeira edição, em 1998, já foram certificados aproximadamente 7.000 alunos, em quase 300 oficinas ministradas.
As ruas tricentenárias de Tiradentes serão embaladas por cores, música, artes cênicas, sons e imagens durante a 26ª Mostra. Serão duas performances audiovisuais, quatro performances musicais, três exposições temáticas, cinco lançamentos de livros, dois teatros de rua, um cortejo musical, um cortejo da arte, cinco shows musicais fazendo a conexão do cinema com as outras artes, expressões artísticas da cultura brasileira.
E mais: o 26º Seminário do Cinema Brasileiro reafirma a tradição de ser um dos ambientes mais intensos de debates e discussões sobre o cinema no país. Somam-se a ele encontros no Cine-Lounge e no Cine-Praça, em bate-papos e rodas de conversa que ampliam a experiência cinematográfica do público. Mais de 150 profissionais (críticos, realizadores, produtores, atores, acadêmicos, pesquisadores e jornalistas) em 40 encontros e debates, incluindo debates conceituais, a série Encontros com os Filmes, diálogos do audiovisual, rodas de conversa e bate-papos no Cine-Praça.
A programação on-line do evento acontecerá na plataforma oficial e poderá ser acessada gratuitamente. O sinal estará aberto para o mundo, com programação de filmes, cinejornais com notícias do evento e informações diversas. Estarão disponíveis virtualmente 40 filmes das mostras Homenagem, Temática e os curtas-metragens da seção Panorama, além dos debates temáticos, abertura e encerramento.
A 26ª edição da Mostra de Tiradentes termina na noite de 28 de janeiro, com a exibição de Propriedade, novo longa-metragem do pernambucano Daniel Bandeira. A ficção mostra uma reclusa estilista que se enclausura num carro blindado para se proteger de uma revolta dos trabalhadores da fazenda de família.
Conheça os longas e médias-metragens selecionados para a 26ª Mostra de Cinema de Tiradentes:
MOSTRA OLHOS LIVRES A Alegria é a Prova dos Nove, de Helena Ignez (SP) Alegorias, de Leonel Costa (SP) Cambaúba, de Cris Ventura (GO) O Cangaceiro da Moviola, de Luís Rocha Melo (MG/RJ) O Canto das Amapolas, de Paula Gaitán (Brasil/Alemanha) Terruá Pará, de Jorane Castro (PA)
MOSTRA PRAÇA A Filha do Palhaço, de Pedro Diogenes (CE) Andança – Os Encontros e as Memórias de Beth Carvalho, de Pedro Bronz (RJ) Diálogos com Ruth de Souza, de Juliana Vicente (SP) Lupicínio Rodrigues: Confissões de um Sofredor, de Alfredo Manevy (SP)
MOSTRA HOMENAGEM *Filmes dirigidos pela dupla Ary Rosa e Glenda Nicácio Até o Fim Café com Canela Ilha Mugunzá Na Rédea Curta Voltei!
MOSTRA TEMÁTICA Caixa Preta, de Saskia e Bernardo Oliveira (RJ/SP) Entre a Colônia e as Estrelas, de Lorran Dias (RJ) Partida de Vôlei à Sombra do Vulcão, de Clarissa Campolina e Fernanda Vianna (MG)
MOSTRA AUTORIAS Amazônia, A Nova Minamata?, de Jorge Bodanzky (SC) Canção ao Longe, de Clarissa Campolina (MG)
SESSÃO DEBATE A Invenção do Outro, de Bruno Jorge (SP/AM)
MOSTRINHA A Ilha dos Ilús, de Paulo G C Miranda (GO) Chef Jack, de Guilherme Fiuza Zenha (MG)
MOSTRA FOCO MINAS Corpo Presente, de Leonardo Barcelos (MG)
MOSTRA VALORES Down Quixote, de Leonardo Cortez (SP/MG)
MOSTRA WIP | CONEXÃO BRASIL CINEMUNDI Amanhã, de Marcos Pimentel (MG) As Muitas Mortes de Antônio Parreiras, de Lucas Parente (RJ) O Brilho dos Meus Olhos, de Allan Ribeiro (RJ) O Estranho, de Flora Dias e Juruna Mallon (SP) Tudo o que Você Podia Ser, de Ricardo Alves Jr. (MG) V Idade da Pedra, de Renan Rovida (SP) Viola no Redemoinho, de Guilherme Bacalhao (DF)
FILME DE ENCERRAMENTO Propriedade, de Daniel Bandeira (PE)
Cena do documentário O Território: coprodução brasileira indicada
Fundada em 1953, a MPSE, Motion Picture Sound Editors, é uma organização dedicada a melhorar o reconhecimento de seus membros, educando o público e o resto da comunidade cinematográfica quanto ao mérito artístico da edição sonora.
Os membros da MPSE criam os efeitos sonoros dramáticos e inventam novos sons para mundos imaginários. Além dos editores de efeitos de som, a organização conta também com: editores de Foley, que reproduzem efeitos sonoros complementares para um filme (também conhecido como sonoplastia), como por exemplo, barulho de um vidro quebrando ou de um zíper sendo aberto; editores de diálogos, que são os artesãos que suavizam meticulosamente o som da produção gravado no local; editores de ADR, que ajudam a tecer o diálogo recriado e substituem faixas problemáticas; e editores de música, que trabalham com compositores e supervisores musicais que detectam pontos capazes de coser uma tapeçaria sônica da partitura original e da música pré-gravada em várias fontes.
Anualmente, a Motion Picture Sound Editors realiza o Golden Reel Awards, premiação que elege os melhores trabalhos nas áreas de edição de som na TV, cinema, games e produções estudantis. Os vencedores desta 70ª edição serão anunciados no dia 26 de fevereiro no Wilshire Ebell Theatre, em Los Angeles.
Neste ano, entre os indicados, vale destacar a presença do documentário O Território, dirigido pelo norte-americano Alex Pritz, uma coprodução entre Brasil, Dinamarca e Estados Unidos. Premiado no Festival de Sundance do ano passado, o filme, que apresenta Neidinha Bandeira e Bitaté Uru Eu Wau Wau, acompanha um jovem líder indígena brasileiro que luta contra fazendeiros que ocupam uma área protegida da Floresta Amazônica.
Parcialmente filmado pelo povo Uru-Eu-Wau-Wau, o longa se baseia em imagens reais capturadas ao longo de três anos, enquanto a comunidade arrisca suas vidas para montar sua própria equipe de mídia na esperança de expor a verdade. Produzido por Darren Aronofsky, Sigrid Dyekjær, Will N. Miller, Gabriel Uchida, Lizzie Gillett e Pritz, o filme tem produção executiva da ativista Txai Suruí, com trilha sonora original de Katya Mihailova e edição de Carlos Rojas Felice; o documentário é uma coprodução com a comunidade indígena Uru-eu-wau-wau.
Os integrantes da equipe de O Território, que foram indicados, são: Rune Klausen e Peter Albrechtsen, designers de som e supervisores dos editores de som; Mikkel Nielsen e Tim Nielsen, editores de efeitos sonoros; Sebastian Vaskio e Guilherme Tortolo Magrin, editores de diálogos; Pietu Korhonen, editor de foley; e Heikki Kossi, artista de foley.
Conheça os indicados ao 70º MPSE Golden Reel Awards nas categorias de cinema:
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | DIÁLOGOS/ADR Batman Elvis Empire of Light Os Banshees de Inisherin Top Gun: Maverick Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | EFEITOS/FOLEY Avatar: O Caminho da Água Batman Jurassic World: Domínio Não! Não Olhe! Top Gun: Maverick Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO DC Liga dos Superpets Gato de Botas 2: O Último Pedido Lightyear Pinóquio
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO Good Night Oppy Louis Armstrong’s Black & Blues Moonage Daydream O Território
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME ESTRANGEIRO Argentina, 1985 (Argentina) Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades (México) EO (IO) (Polônia) Nada de Novo no Front (Alemanha) The Quiet Girl (An Cailín Ciúin) (Irlanda) Triângulo da Tristeza (Suécia)
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | MÚSICA | FICÇÃO Elvis I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston Pinóquio Tár Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | MÚSICA | DOCUMENTÁRIO A Queda: Deus, Avareza e o Culto de Gwen Shamblin (episódio: Revelations) Louis Armstrong’s Black & Blues Moonage Daydream My Life as a Rolling Stone: Mick Jagger
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME | STREAMING O Predador: A Caçada Pinóquio Weird: The Al Yankovic Story Women of the Movement
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO | STREAMING F1: Dirigir para Viver (episódio: Gloves Are Off) George Carlin: O Sonho Americano Lucy and Desi Selena Gomez: Minha Mente e Eu Tony Hawk: Até as Rodinhas Caírem Trainwreck: Woodstock ’99 (episódio: Kerosene, Match. Boom!)
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO | STREAMING A Era do Gelo: As Aventuras de Buck Jurassic World: Camp Cretaceous (episódio: Hidden Adventure) LEGO Star Wars: Férias de Verão O Despertar das Tartarugas Ninja: O Filme
STUDENT FILM | VERNA FIELDS AWARD Ascent Brutal Enemy Alien Entertain Me Key of See Spring Roll Dream This is Your Captain Speaking Whiteboy
Cena do filme Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades, de Alejandro G. Iñárritu
Fundada em 1919, a American Society of Cinematographers é uma organização, e não um sindicato, que reúne diretores e diretoras de fotografia com a intenção de discutir técnicas e promover o cinema como uma forma de arte. Desde 1986 realiza um prêmio anual, o American Society of Cinematographers Awards, que elege a melhor direção de fotografia em TV e cinema.
Como de costume, a premiação homenageará nomes importantes: Stephen Goldblatt, indicado ao Oscar pela fotografia de O Príncipe das Marés e Batman Eternamente, receberá o Lifetime Achievement Award; Darius Khondji, indicado ao Oscar por Evita e na disputa deste ano do ASC Awards por Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades, será homenageado com o International Award; Fred Murphy, indicado ao Emmy pelas séries The Good Wife e Em Terapia e pelos filmes televisivos Proteção à Testemunha e The Final Days, será honrado com o ASC Career Achievement in Television Award; Charlie Lieberman receberá o President’s Award; e Sam Nicholson, vencedor do Emmy pelos efeitos visuais da série Pesadelos e Paisagens Noturnas e do filme televisivo Asteróide, receberá o Curtis Clark Technical Achievement Award.
Além disso, a consagrada atriz Viola Davis será homenageada nesta edição com o ASC Board of Governors Award, que reconhece indivíduos da indústria cujo trabalho faz contribuições significativas e indeléveis para o cinema. Os vencedores serão anunciados no dia 5 de março em cerimônia realizada no The Beverly Hilton, em Beverly Hills.
Conheça os indicados ao ASC Awards 2023 nas categorias de cinema:
MELHOR FOTOGRAFIA | LONGA-METRAGEM | FICÇÃO Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades, por Darius Khondji Batman, por Greig Fraser Elvis, por Mandy Walker Império da Luz, por Roger Deakins Top Gun: Maverick, por Claudio Miranda
MELHOR FOTOGRAFIA | LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO All That Breathes, por Ben Bernhard e Riju Das Chef’s Table: Pizza (episódio: Franco Pepe), por Adam Bricker This Stolen Country of Mine, por Wolfgang Held
MELHOR FOTOGRAFIA | FILME PARA TV OU SÉRIE LIMITADA OU PILOTO O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro (episódio: The Autopsy), por Anastas Michos O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro (episódio: The Outside), por Jeremy Benning Ollie, o Coelhinho Perdido (episódio: Bali Hai), por C. Kim Miles The Old Man (episódio: I), por Sean Porter Winning Time: The Rise of the Lakers Dynasty (episódio: The Swan), por Todd Banhazl
PRÊMIO SPOTLIGHT Andrew Wheeler, por God’s Country Kate McCullough, por The Quiet Girl (An Cailín Ciúin) Sturla Brandth Grøvlen, por War Sailor
Fundada em 1937, a Art Directors Guild (ADG, IATSE Local 800) reúne mais de 3.000 membros do mundo todo, principalmente americanos e canadenses, que trabalham como designers de produção, diretores de arte, cenógrafos, ilustradores, modeladores, assistentes de arte, entre outros.
Em 1996, foi realizado o primeiro ADG Awards, prêmio anual de excelência em design de produção no cinema, na TV e no teatro. Ao longo dos anos, filmes consagrados pela associação também receberam o Oscar nesta categoria, entre eles, Duna, por Patrice Vermette e Zsuzsanna Sipos, no ano passado.
Os vencedores da 27ª edição nas categorias de filmes, televisão, videoclipes e comerciais serão anunciados no dia 18 de fevereiro, no InterContinental Los Angeles Downtown; os homenageados serão revelados em breve. Vale lembrar que, dentro da estrutura do cinema brasileiro, o designer de produção é mais conhecido como diretor de arte.
Conheça os indicados ao 27º Annual Excellence in Production Design Awards nas categorias de cinema:
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ÉPOCA Babilônia, por Florencia Martin Elvis, por Catherine Martin Nada de Novo no Front, por Christian M. Goldbeck Os Fabelmans, por Rick Carter Ruído Branco, por Jess Gonchor
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE FANTASIA Avatar: O Caminho da Água, por Dylan Cole e Ben Procter Batman, por James Chinlund Não! Não Olhe!, por Ruth De Jong Pantera Negra: Wakanda para Sempre, por Hannah Beachler Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Jason Kisvarday
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME CONTEMPORÂNEO Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades, por Eugenio Caballero Glass Onion: Um Mistério Knives Out, por Rick Heinrichs Tár, por Marco Bittner Rosser Top Gun: Maverick, por Jeremy Hindle Trem-Bala, por David Scheunemann
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ANIMAÇÃO Gato de Botas 2: O Último Pedido, por Nate Wragg Lightyear, por Tim Evatt Marcel the Shell with Shoes On, por Liz Toonkel Pinóquio, por Curt Enderle e Guy Davis Red: Crescer é uma Fera, por Rona Liu
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME PARA TV/STREAMING OU SÉRIE LIMITADA Estação Onze, por Ruth Ammon Moon Knight, por Stefania Cella O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro, por Tamara Deverell Obi-Wan Kenobi, por Todd Cherniawsky e Doug Chiang Pinóquio, por Doug Chiang e Stefan Dechan
Idealizada por Marcelo Adnet e Augusto Casé, a comédia Nas Ondas da Fé chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 12/01. Protagonizado pelo humorista, o filme conta a história de Hickson, um técnico de informática e locutor de telemensagem, que ganha a vida fazendo bicos e sonha em ser radialista. Até que surge uma oportunidade em uma rádio evangélica.
Com direção de Felipe Joffily, de Muita Calma Nessa Hora, a trama se passa no subúrbio carioca, onde o casal Hickson e Jéssika, interpretada por Letícia Lima, leva uma vida comum; ele se virando como pode e ela como funcionária de um salão de beleza. A fim de ajudar o marido a realizar seu sonho de ser radialista, Jéssika o convence a ir ao culto do apóstolo Adriano, papel de Thelmo Fernandes. Após conhecê-lo, Hickson consegue um emprego como locutor na rádio evangélica Nas Ondas da Fé e, com seu carisma, vai revelando seu talento e conquistando cada vez mais o carinho dos fiéis. O protagonista estuda e vai galgando espaços dentro da Igreja Evangélica, se tornando pastor e ministrando cultos lotados na Igreja Internacional dos 12 Apóstolos. Porém, seu crescimento e notoriedade despertam inveja.
Com produção da Casé Filmes e coprodução da Orion Classics e Imagem Filmes, o longa conta também com Otavio Muller, Tonico Pereira, Elisa Lucinda, Stepan Nercessian, Gregorio Duvivier, Roberta Rodrigues, Debora Lamm, Fernando Caruso, Michel Melamed, entre muitos outros.
Para falar mais sobre Nas Ondas da Fé, conversamos com os atores Marcelo Adnet, que também colabora no roteiro assinado por Lusa Silvestre, e Letícia Lima. No bate-papo, falaram sobre a preparação para seus personagens, entrosamento com o elenco, religião, fé, comediantes atuando em outros gêneros, entre outros assuntos.
Fundada em 1966, a National Society of Film Critics é formada por importantes críticos americanos e o seu prêmio anual, que elege os melhores da sétima arte, é considerado um dos mais prestigiados da indústria cinematográfica.
Os 62 membros da NSFC, que tem Justin Chang, do Los Angeles Times, como presidente, trabalham nos principais jornais e veículos de Los Angeles, Boston, Nova York, Filadélfia e Chicago, incluindo: Wall Street Journal, New Yorker, Christian Science Monitor, NPR, Rolling Stone, Variety, TheWrap, IndieWire, Deadline, The Hollywood Reporter, Time, entre outros.
Nesta 57ª edição, o drama Tár, dirigido por Todd Field, e que conta a história da maestrina Lydia Tár, interpretada por Cate Blanchett, foi eleito o melhor filme de 2022 pelos críticos. O segundo lugar ficou com Aftersun, de Charlotte Wells; No Bears, do cineasta iraniano Jafar Panahi, aparece na sequência.
Vale lembrar que qualquer filme que estrear nos Estados Unidos durante o ano, nos cinemas ou em plataformas de streaming, é elegível para consideração. Não há processo de nomeação e submissões não são necessárias. Porém, links podem ser enviados para os membros antes da votação.
Além disso, os prêmios foram dedicados à memória de Sheila Benson, que fez parte da National Society of Film Critics e morreu em fevereiro do ano passado: “Dedicamos esta reunião para Sheila Benson, a mais calorosa e graciosa das colegas. Como crítica de cinema do Los Angeles Times e outras publicações, ela escreveu sobre filmes com alegria contagiante e habilidade invejável. Sentimos muito sua falta”, disse o comunicado publicado durante a reunião de votação, que aconteceu neste sábado, 07/01.
Confira a lista com os melhores de 2022 segundo a National Society of Film Critics Award:
MELHOR FILME Tár, de Todd Field (61 pontos) 2º: Aftersun, de Charlotte Wells (49 pontos) 3º: No Bears, de Jafar Panahi (32 pontos)
MELHOR DIREÇÃO Charlotte Wells, por Aftersun (60 pontos) 2º: Park Chan-wook, por Decisão de Partir (47 pontos) 3º: Jafar Panahi, por No Bears (36 pontos)
MELHOR ATRIZ Cate Blanchett, por Tár (59 pontos) 2º: Michelle Yeoh, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (38 pontos) 3º: Tilda Swinton, por The Eternal Daughter, e Michelle Williams, por Os Fabelmans (27 pontos)
MELHOR ATOR Colin Farrell, por After Yang e Os Banshees de Inisherin (71 pontos) 2º: Paul Mescal, por Aftersun (55 pontos) 3º: Bill Nighy, por Living (33 pontos)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Kerry Condon, por Os Banshees de Inisherin (57 pontos) 2º: Nina Hoss, por Tár (43 pontos) 3º: Dolly de Leon, por Triângulo da Tristeza (35 pontos)
MELHOR ATOR COADJUVANTE Ke Huy Quan, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (45 pontos) 2º: Brian Tyree Henry, por Passagem (35 pontos) 3º: Barry Keoghan, por Os Banshees de Inisherin (27 pontos)
MELHOR ROTEIRO Tár, escrito por Todd Field (61 pontos) 2º: Os Banshees de Inisherin, escrito por Martin McDonagh (42 pontos) 3º: Armageddon Time, escrito por James Gray (18 pontos)
MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO INGLESA EO (IO), de Jerzy Skolimowski (Polônia) (43 pontos) 2º lugar: No Bears, de Jafar Panahi (Irã) (37 pontos) 3º lugar: Decisão de Partir, de Park Chan-wook (Coreia do Sul) (34 pontos)
MELHOR DOCUMENTÁRIO All the Beauty and the Bloodshed, de Laura Poitras (46 pontos) 2º: O Último Navio Negreiro, de Margaret Brown (40 pontos) 3º: All That Breathes, de Shaunak Sen (27 pontos)
MELHOR FOTOGRAFIA EO, por Michał Dymek (62 pontos) 2º: Não! Não Olhe!, por Hoyte van Hoytema (37 pontos) 3º: Decisão de Partir, por Kim Ji-yong (34 pontos)
FILM HERITAGE AWARD Jeanine Basinger: um de nossos estudiosos de cinema mais estimados e importantes, cujo trabalho na Wesleyan University tem continuamente feito a ponte entre Hollywood e a academia, os estudos e o amor pelo cinema Screen Slate: editada por Jon Dieringer, é uma publicação on-line diária, e essencial, que tem feito muito para construir e sustentar as comunidades de cinema, exibição teatral e crítica da cidade de Nova York e, por extensão, do mundo em geral Turner Classic Movies: por uma rica gama de programação que abrange profundamente a história do cinema, um serviço facilmente subestimado pelo público e digno do maior cuidado e atenção de seus proprietários corporativos
Priscilla Vilela e Beatriz Silva no curta potiguar Bucho de Peixe, de Johann Jean
A 26ª Mostra de Cinema de Tiradentes, que acontecerá entre os dias 20 e 28 de janeiro, exibirá 93 curtas-metragens de 18 estados brasileiros em diferentes seções que abarcam a pluralidade da produção audiovisual brasileira em um de seus formatos mais inventivos. A edição marca ainda o retorno ao formato presencial, depois de dois anos de realização virtual do evento.
A curadoria de curta-metragem para 2023 foi coordenada por Camila Vieira, com participações de Tatiana Carvalho Costa, Pedro Maciel Guimarães e Mariana Queen. Foram recebidas 806 inscrições, das quais definiram-se os 93 títulos a serem exibidos, distribuídos em diversas mostras.
Os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro têm a maior quantidade de trabalhos na seleção, respectivamente 40, 30 e 21. Há também filmes de Amazonas (2), Bahia (5), Ceará (8), Distrito Federal (2), Espírito Santo (3), Mato Grosso (1), Pará (1), Paraíba (2), Paraná (1), Pernambuco (4), Rio Grande do Norte (1), Rio Grande do Sul (1), Roraima (2) e Santa Catarina (2).
“Depois de quase três anos de vivência de pandemia, é perceptível como a produção de curtas-metragens que compõe a seleção em 2023 começa a responder de forma mais imediata ao desejo de sentir novamente a presença do corpo em relação com a alteridade. É uma vontade de se conectar com as pessoas, com os lugares, com formas diferentes de viver em coletivo. Por outro lado, também continuam produções ancoradas na ideia de clausura, do confinamento e das angústias individuais, características que marcaram bastante a produção em 2020 e 2021”, afirma Camila Vieira.
Para Tatiana Carvalho Costa, os filmes que seguem elaborando a experiência com a pandemia podem ser divididos em duas frentes: uma que se concentra em experiências individuais ou de pequenos grupos frente ao isolamento, ao desconhecido, ao medo e às possibilidades de vida nessas restrições por um lado; e filmes realizados a partir da aproximação de outros campos artísticos com o cinema, por força das circunstâncias, sobretudo artes cênicas e artes visuais.
“Alguns destes filmes pandêmicos vão ao encontro da temática deste ano, Cinema Mutirão, em função de um necessário e fértil arranjo coletivo que possibilitou não só a sobrevivência, material, psíquica e afetiva, mas também experimentos de uma poética instigante, com resultados muito fortes e belos, especialmente nos que são forjados na aproximação cinema-teatro”, disse a curadora.
O levantamento anual feito pelo assistente de curadoria Rubens Fabricio Anzolin revela informações interessantes sobre o cenário de curta-metragem que se apresentou à Mostra de Tiradentes. Um total de 11% dos curtas selecionados tiveram financiamento da Lei Aldir Blanc, o que demonstra que os recursos liberados em 2021 ainda foram possíveis de serem utilizados em trabalhos durante 2022.
Em termos de representatividade, segundo dados de autodeclaração, 52,5% de quem assina os filmes são homens cis; 27,3% são mulheres cis; 4% são não-binários; e 1%, travestis. Completando os números, 15,2% preferiram não responder. Na pesquisa por raça/etnia, também autodeclaratória, 57,1% de realizadores se dizem brancos; 32,1% responderam preto; 4,8%, indígenas; 2,4%, mestiço; e 1,2%, latino.
Segundo Tatiana Carvalho, os curtas realizados por pessoas negras, indígenas e/ou queer, trans, travestis e não-bináries seguem “os experimentos e proposições estéticas para além das abordagens enquanto tema ou circunscrita à representação dita identitária, desafiando os conhecimentos cristalizados sobre cinema brasileiro. Esses filmes questionam uma pretensa universalidade subjetiva e narrativa, problematizam as versões consolidadas da história do país e de uma própria definição de Brasil, ou ainda, entre outras possibilidades, criam alegorias e fábulas sobre uma condição de existência na dissidência”, disse.
Mariana Queen, também da curadoria, completa que outra tendência percebida nos curtas da próxima edição da Mostra de Tiradentes é “a dos filmes que refletem, pela ficção e pelo documentário, a polarização ideológica e política no Brasil pré e pós-pandêmico como trauma, horror, incompreensão antropológica e comédia tragicômica”.
Conheça os curtas-metragens selecionados para a 26ª Mostra de Cinema de Tiradentes:
MOSTRA FOCO
Febre, de Marcio Abreu (MG) Kenzo ou o Triunfo da Auto-desintegração, de Pedrokas (CE) Labirinto, de Filipe dos Santos Barrocas, Isadora Maria Torres, Léo Bortolin, Lucas Eskinazi e Yuji Kodato (SP) Lalabis, de Noá Bonoba (CE) O Último Rock, de Diego de Jesus (ES) Os Animais Mais Fofos e Engraçados do Mundo, de Renato Sircilli (SP) Pedra Polida, de Danny Barbosa (PB) Pés que Sangram, de Roberta Takamatsu (PR) Promessa de um Amor Selvagem, de Davi Mello (SP) Remendo, de Roger Ghil [GG] (ES) Solmatalua, de Rodrigo Ribeiro-Andrade (SC/RJ/SP)
MOSTRA PRAÇA
A Jornada do Valente, de Rodrigo de Janeiro (RJ) A Orquestra das Diretas, de Caue Nunes (SP) Crepúsculo das Deusas, de Fábio Rogerio (SP) Estrelas de um Só Hit, de Luísa Guarnieri (SP) Ferro’s Bar, de Cine Sapatão [Aline A. Assis, Fernanda Elias, Nayla Guerra e Rita Quadros] (SP) O que Nos Espera, de Bruno Xavier e Chico Bahia (SP) Pedro e Inácio, de Caio Dornelas (PE) Quinze Primaveras, de Leão Neto (CE) São Marino, de Leide Jacob (SP) Se Trans For Mar, de Cibele Appes (SP) Teatro de Máscaras, de Eduardo Ades (RJ) Último Domingo, de Renan Barbosa Brandão e Joana Claude (RJ)
MOSTRA PANORAMA
A Velhice Ilumina o Vento, de Juliana Segóvia (MT) Amigo Secreto, de Rui Calvo (SP) Arrimo, de Rogério Borges (SP) Através da Cidade Invisível, de Paulo Grangeiro (SP) Bucho de Peixe, de Johann Jean (RN) Busca, de Rodrigo Sousa & Sousa (SP) Capuchinhos, de Victor Laet (PE) Carta para Glauber, de Gregory Baltz (RJ) Casa de Luiza, de Rodrigo Antonio (PA) Cine Pornô – Fragmentos de Desejo e Medo, de Luis Teixeira Mendes (RJ) Claudio, de Calebe Lopes (BA) Conserva, de Diego Benevides (PB) Corpo Onírico, de Marina Barbosa Mahmood (PE) De Como me Tornei Invisível pra Caber em Meu Espírito, de Padmateo (BA) Do Tanto de Telha no Mundo, de Bruno Brasileiro (CE) Ensaio para uma Voz Humana, de Georgette Fadel (SP) Espectro Restauración, de Felippe Mussel (RJ) Eu, Negra, de Juh Almeida (SP/BA) Infantaria, de Laís Santos Araújo (AL) No Caminho de Casa, de Hugo Anikulapo Lima (RJ) Nós Duas, de Wéllima Kelly e Leandro Alves (AL) O Vampiro que Pensa Vozes, de Paulinho Sacramento (RJ) Onde a Gente Se Encontra, de Talita Virginia (SP) Plutão Não é Tão Longe Daqui, de Augusto Borges e Nathalya Brum (DF) Primavera em Cada Vida, de Joaquim Castro e Rafael Saar (SP/RJ) Soberane, de Wara (CE) Todavia Sinto, de Evelyn Santos (SP) Voto Nulo, de Gustavo de Carvalho (SP) Xar: Sueño de Obsidiana, de Fernando Pereira dos Santos e Edgar Calel (SP)
MOSTRA TEMÁTICA
Da Ponte pra Cá, de Isabela da Silva Alves (SP) Escasso, de Encruza [Gabriela Gaia Meirelles e Clara Anastácia] (RJ) Luta pela Terra, de Camilla Shinoda e Tiago de Aragão (DF/AM/RR) Paola, de Ziel Karapotó (PE) Thuë Pihi Kuuwi – Uma Mulher Pensando, de Aida Harika Yanomami, Edmar Tokorino Yanomami e Roseane Yariana Yanomami (RR)
MOSTRA FOCO MINAS
A Última Vez que Ouvi Deus Chorar, de Marco Antonio Pereira Aragem, de Ricardo Alves Jr. Marina Não Vai à Praia, de Cássio Pereira dos Santos Não Há Coincidências Ocupando Esta Carne, de Júlia Elisa Nossa Mãe Era Atriz, de André Novais Oliveira e Renato Novaes O Capitalismo Matou Meus Pais, de Lucas Tunes e Karen Suzane Rosa Neon, de Tiago Tereza Tenho Medo de Avião, de Arthur Pereira Terremoto, de Gabriel Martins
MOSTRINHA
A Menina e o Mar, de Gabriel Mellin (RJ) Barra Nova, de Diego Maia (CE) João no Reino de Papelão, de Rodrigo Vulcano e Lucas Lima (SP) Jussara, de Camila Cordeiro Ribeiro (BA) Teo, O Menino Azul, de Hygor Amorim (SP)
MOSTRA JOVEM
Bolha, de Leandro Wenceslau (MG) De Onde Nasce o Sol, de Gabriele Stein (ES) Isso Não é Tudo, de Stefane Eskelsen (SP) Trancinhas, de Mariana Stolf (MG) Travessia, de Ariely Cauany Suptitz (SC) Xavier e Miguel, de Ricky Mastro (SP)
MOSTRA REGIONAL
Camaco, de Breno Alvarenga (MG) Encontro, de Rafael Brandão (MG) Morro do Cemitério, de Rodrigo R. Meireles (MG) Pivete, de Júlia Gama Fernandes e Ariel Rezende (MG)
MOSTRA FORMAÇÃO
As Lavadeiras do Rio Acaraú Transformam a Embarcação em Nave de Condução, de Kulumym-Açu (CE) Cartas pra Mim, de Marina Vergueiro (SP) Ciclo, de Isadora Grillo Polatscheck (MG) Fagulha, de Jessica Menzel e JP Siliprandi (RS) Jorge, de Bruno Felix (SP) Mecanismo, de Isaac Morais, Gabriel Lima e Maria Beatriz (CE) Meu Outro Nome é Luiza, de Ana Luísa Hartmann (SP) Pelas Ondas Lambem-se as Margens, de Hyndra (BA) Presente, de Pedro Coelho Xavier (MG) Sanc_pc1317_03_01_a_1 – Versão 2, de Henrique Amud e Hakaima Sadamitsu (AM)
MOSTRA VALORES
Bolinho de Feijão Fradinho: Uma Delícia Recheada de História, de Jackson Jardel dos Santos e Giulia Attolini Muraro (MG) Séc. XVIII: A História, Memória, Técnica e Paixão de Gerações Numa Dose de Cachaça, de Jackson Jardel dos Santos e Giulia Attolini Muraro (MG)