Angela Bassett: melhor atriz coadjuvante por Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Foram anunciados neste domingo, 15/01, os vencedores do 28º Critics Choice Awards, importante premiação que elege os melhores da TV e do cinema e é realizada pela Broadcast Film Critics Association, maior organização de críticos americanos e canadenses, que conta com mais de 600 membros.
Nesta 28ª edição, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, de Daniel Kwan e Daniel Scheinert, que liderava a lista com quatorze indicações, foi consagrado com cinco prêmios, entre eles, o de melhor filme. Nas categorias televisivas, Better Call Saul, Abbott Elementary, The Dropout e Pachinko se destacaram.
Entre discursos emocionantes, Angela Bassett, premiada como melhor atriz coadjuvante por Pantera Negra: Wakanda para Sempre, emocionou a plateia: “Mostramos ao mundo que poderíamos criar e liderar um sucesso de bilheteria de bilhões de dólares.E minha oração é que essa porta permaneça aberta e o céu seja o limite para que outros criadores e contadores de histórias negros ao redor do mundo se juntem a nós”. A atriz também lembrou do colega Chadwick Boseman, que morreu em agosto de 2020: “Por seu amor e luz ao nosso redor”.
Muito emocionado, Brendan Fraser, eleito melhor ator por A Baleia, discursou: “É um filme sobre redenção. É sobre encontrar a luz em um lugar escuro”. Ele também elogiou o diretor: “Darren Aronofsky, eu estava no deserto, mas você me encontrou e, como todos os melhores diretores, apenas me mostrou o caminho para me levar onde eu precisava estar”. E concluiu: “Se você, como Charlie, que interpretei neste filme, de alguma forma luta contra a obesidade ou apenas sente que está em um mar escuro, quero que saiba que se tiver força para apenas se levantar e ir para a luz, coisas boas vão acontecer”.
Em cerimônia realizada no Fairmont Century Plaza, em Los Angeles, e apresentada pela atriz Chelsea Handler, o consagrado ator Jeff Bridges foi homenageado com o Critics Choice Lifetime Achievement Award pelo conjunto da obra; a cantora e atriz Janelle Monáe recebeu o SeeHer Award, que destaca uma mulher que defende a igualdade de gênero, retrata personagens com autenticidade, desafia estereótipos e ultrapassa limites.
Conheça os vencedores do 28º Critics Choice Awards nas categorias de cinema:
MELHOR FILME Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR ATOR Brendan Fraser, por A Baleia
MELHOR ATRIZ Cate Blanchett, por Tár
MELHOR ATOR COADJUVANTE Ke Huy Quan, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Angela Bassett, por Pantera Negra: Wakanda para Sempre
MELHOR ATOR/ATRIZ JOVEM Gabriel LaBelle, por Os Fabelmans
MELHOR ELENCO Glass Onion: Um Mistério Knives Out
MELHOR DIREÇÃO Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, escrito por Daniel Kwan e Daniel Scheinert
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Entre Mulheres, escrito por Sarah Polley
MELHOR FOTOGRAFIA Top Gun: Maverick, por Claudio Miranda
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Babilônia, por Florencia Martin e Anthony Carlino
MELHOR EDIÇÃO Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Paul Rogers
MELHOR FIGURINO Pantera Negra: Wakanda para Sempre, por Ruth E. Carter
MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO Elvis
MELHORES EFEITOS VISUAIS Avatar: O Caminho da Água
MELHOR FILME DE COMÉDIA Glass Onion: Um Mistério Knives Out
MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO Pinóquio, de Guillermo del Toro e Mark Gustafson
MELHOR FILME ESTRANGEIRO RRR: Revolta, Rebelião, Revolução, de S.S. Rajamouli (Índia)
MELHOR FILME PARA TV Weird: The Al Yankovic Story, de Eric Appel
MELHOR TRILHA SONORA Tár, por Hildur Guðnadóttir
MELHOR CANÇÃO Naatu Naatu, por RRR: Revolta, Rebelião, Revolução Música: M.M. Keeravani Letra: Chandrabose Intérpretes: Kala Bhairava e Rahul Sipligunj
Milton Ribeiro e Alberto Ruschel em O Cangaceiro, de Lima Barreto: filme completa 70 anos
A Cinemateca Brasileira abrirá sua programação gratuita de 2023 com a Mostra Nordestern: bangue-bangue à brasileira, que acontecerá entre os dias 19 e 28 de janeiro na sala Grande Otelo com exibições de filmes e debates.
Movimento social ocorrido no Nordeste entre o final do século XIX e o início do século XX, o cangaço tem uma presença extensa na filmografia brasileira. Ele começa a aparecer no cinema nordestino, sobretudo pernambucano e baiano, a partir de 1925, quando o fenômeno estava em pleno andamento, em filmes como Filho Sem Mãe (1925), de Tancredo Seabra, Sangue de Irmão (1927), de Jota Soares e Lampião, a Fera do Nordeste (1930), de Guilherme Gáldio. Desses títulos, infelizmente, nenhum sobreviveu.
O título mais antigo da mostra, Lampeão, de 1936, é um registro documental raro e intrigante de Lampião, Maria Bonita e seu grupo, mostrando cenas cotidianas de lazer e tranquilidade realizadas com grande esforço pelo cinegrafista Benjamin Abrahão, cuja odisseia para conquistar a confiança do grupo é ficcionalizada sessenta anos depois em Baile Perfumado (1996), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira.
Mas é com O Cangaceiro (1953), de Lima Barreto, filme que completa 70 anos em 2023, que a representação do cangaço, do Nordeste e do bangue-bangue se consolida como um estilo cinematográfico tipicamente brasileiro, batizado pelo crítico Salvyano Cavalcanti de Paiva de nordestern. Isso porque esses filmes tinham uma clara inspiração nos westerns americanos e seus filmes de aventuras no Velho Oeste. O nordestern, tal como sua contemporânea, a chanchada, torna-se, portanto, um gênero produzido em série, com uma linha própria de valores e códigos.
Gênero controverso, tal como o próprio cangaço, por retratar o movimento por vezes como excessivamente violento, por vezes sob uma ótica romantizada e heroica, o nordestern foi produzido inclusive no sul do país, sempre evocando os signos e o imaginário em torno do Nordeste, sua história e cultura.
Da trama de vingança e as cores vibrantes de A Morte Comanda o Cangaço (1960), de Carlos Coimbra e Walter Guimares Motta, passando pelo documentário sociológico Memória do Cangaço (1964), de Paulo Gil Soares, pelo épico de Glauber Rocha, O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1967), pelo importante documentário A Musa do Cangaço (1982), de José Umberto, que aborda a participação das mulheres no cangaço, até produções contemporâneas que evocam o fenômeno, como Bacurau (2019), de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e Sertânia (2019), de Geraldo Sarno, dentre outros, a mostra convida o público a apreciar o mosaico de produções que compõem esse interessante movimento do cinema brasileiro.
A programação inclui também uma conversa com Kleber Mendonça Filho, codiretor de Bacurau, antes da exibição de seu filme no dia 19/01, quinta-feira, e uma mesa de conversa sobre mulheres no cangaço no dia 28/01, sábado, com Walnice Nogueira Galvão e Maria do Rosário Caetano, organizadora do livro Cangaço: o nordestern no cinema brasileiro, que estará à venda no foyer Grande Otelo depois do debate.
Conheça os filmes que serão exibidos na Mostra Nordestern:
A Morte Comanda o Cangaço, de Carlos Coimbra (1960) A Mulher no Cangaço, de Hermano Penna (1976) A Musa do Cangaço, de José Umberto Dias (1982) Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles (2019) Baile Perfumado, de Paulo Caldas e Lírio Ferreira (1996) Canta Maria, de Francisco Ramalho Jr. (2006) Corisco & Dadá, de Rosemberg Cariry (1996) Lampeão, de Benjamin Abrahão (1936) Memória do Cangaço, de Paulo Gil Soares (1964) Menino de Engenho, de Walter Lima Jr. (1965) O Cangaceiro, de Aníbal Massaini Neto (1997) O Cangaceiro, de Lima Barreto (1953) O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, de Glauber Rocha (1969) O Homem que Virou Suco, de João Batista de Andrade (1980) Os Últimos Cangaceiros, de Wolney Oliveira (2012) Sertânia, de Geraldo Sarno (2019)
Milton Gonçalves no longa A Rainha Diaba, de Antonio Carlos da Fontoura
A 73ª edição do Festival de Berlim, que acontecerá entre os dias 16 e 26 de fevereiro, e que terá a atriz e diretora Kristen Stewart como presidente do júri, revelou, nesta sexta-feira, 13/01, novos filmes em sua programação.
Na mostra Berlinale Shorts, vinte curtas-metragens, que disputam o Urso de Ouro, exploram plenamente as muitas possibilidades da narrativa cinematográfica. O cinema brasileiro marca presença com As Miçangas, de Rafaela Camelo e Emanuel Lavor. Na trama, duas jovens se retiram para uma remota casa de férias. Enquanto uma delas faz um aborto, a outro cuida dela silenciosamente. O elenco conta com Pâmela Germano, Tícia Ferraz e Karine Teles; o filme foi contemplado no primeiro Edital Cardume para produção de curtas.
Em comunicado oficial, Anna Henckel-Donnersmarck, diretora responsável pela mostra, disse: “Mesmo tópicos difíceis são abordados com uma leveza de toque revigorante, sem sacrificar nada de sua seriedade. É emocionante ver que tipo de ferramentas artísticas os cineastas estão usando para comunicar suas histórias e ideias. Estamos muito satisfeitos em receber alguns rostos familiares e muitos novos no festival este ano”.
Além disso, o Brasil aparece também na mostra Forum Special, que tem curadoria de Jacqueline Nsiah e Can Sungu, com a cópia restaurada de A Rainha Diaba, de Antonio Carlos da Fontoura, realizado e lançado em 1974, durante a ditadura militar. Protagonizado por Milton Gonçalves, esse clássico do cinema queer brasileiro conta a história do marginal Rainha Diaba, que controla com mão de ferro o crime organizado da cidade. Para evitar que um de seus homens de frente caia nas mãos da polícia, ele encarrega Catitu de inventar um bandido perigoso e entregá-lo à polícia no lugar do homem procurado. Catitu sai pelas ruas e encontra Bereco, um jovem sustentado pela cantora de cabaré Isa. Ele atrai Bereco para uma série de crimes, projetando-o como um perigoso bandido.
O filme, que conta com Odete Lara, Stepan Nercessian, Nelson Xavier e Wilson Grey no elenco, foi premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro nas categorias de melhor ator para Milton Gonçalves e melhor fotografia para José Medeiros; também venceu o Troféu APCA de melhor figurino para Ângelo de Aquino. A restauração do longa foi realizada pela CinemaScópio e Cinelimite.
Pâmela Germano e Tícia Ferraz no curta brasileiro As Miçangas
O Festival de Berlim também anunciou novos títulos na mostra Berlinale Special, uma das seções mais versáteis do evento, que traz obras com debates aprofundados em painéis de discussão com destaque para temas atuais, formatos inusitados e homenagem a personalidades extraordinárias do cinema. “Essa segunda leva de filmes anunciados é um grande exemplo de como o cinema pode ser colorido, vibrante, comprometido, divertido e envolvente”, disse Carlo Chatrian, diretor artístico do festival.
Outra novidade anunciada recentemente foi o filme de abertura: a comédia dramática She Came to Me, de Rebecca Miller, que traz Peter Dinklage, Marisa Tomei, Joanna Kulig, Brian d’Arcy James e Anne Hathaway no elenco, e será exibida fora de competição no Berlinale Palast.
Como já revelado anteriormente, o consagrado cineasta Steven Spielberg será homenageado com o Urso de Ouro honorário e exibirá seu mais recente trabalho, o premiado Os Fabelmans, que é inspirado em sua infância. “Em uma carreira de 50 anos, Steven Spielberg deixou uma marca decisiva e duradoura na arte de contar histórias cinematográficas, enquanto continua a abordar assuntos delicados. Gerações inteiras de cinéfilos entusiastas em todo o mundo cresceram com sua obra”, disse Rainer Rother, diretor artístico do Deutsche Kinemathek e responsável pela homenagem.
Em dezembro também foram anunciados os primeiros títulos da mostra Panorama, que, neste ano, destaca a forte presença do cinema feminista americano e manifesta uma tendência mundial para a produção cinematográfica transnacional, tanto em filmes de ficção quanto em documentários. “Este ano apresentamos impressionantes produções independentes de todo o mundo. As muitas obras de cineastas de todo o mundo que estão usando seus filmes para desafiar a guerra, a perseguição sistemática e a opressão são particularmente impressionantes. A tendência para a realização de filmes transnacionais se reflete nas numerosas e fortes inscrições. Tudo isso cria um rico terreno fértil para um Panorama 2023 amplo e altamente atual”, disse Michael Stütz, diretor da mostra.
O Festival de Berlim também revelou os 204 cineastas, de 67 países, selecionados para o Berlinale Talents. O Brasil aparece com diversos representantes, entre eles, Carlos Segundo e seu novo projeto, Leite em Pó, Lillah Halla, Janaina Wagner, Fernanda Polacow, entre outros. Filmes e instalações das mostras Forum e Forum Expanded também foram revelados.
Conheça os novos filmes selecionados para o 73º Festival Internacional de Cinema de Berlim:
FORUM SPECIAL
A Lover & Killer of Colour, de Wanjiru Kinyanjui (Alemanha) (1988) A Rainha Diaba, de Antonio Carlos da Fontoura (Brasil) (1973) Aufenthaltserlaubnis, de Antonio Skármeta (Alemanha) (1978) Der Kampf um den heiligen Baum, de Wanjiru Kinyanjui (Alemanha) (1995) Ein Herbst im Ländchen Bärwalde, de Gautam Bora (Alemanha) (1983) I Heard It through the Grapevine, de Dick Fontaine (EUA) (1982) Kara Kafa, de Korhan Yurtsever (Turquia) (1979) Man sa yay, de Safi Faye (Alemanha) (1980) Mein Vater, der Gastarbeiter, de Yüksel Yavuz (Alemanha) (1995) Onun Haricinde, İyiyim, de Eren Aksu (Alemanha/Turquia) (2020) Ordnung, de Sohrab Shahid Saless (Alemanha) (1980) Oyoyo, de Chetna Vora (Alemanha) (1980)
BERLINALE SHORTS
8, de Anaïs-Tohé Commaret (França) A Kind of Testament, de Stephen Vuillemin (França) As Miçangas, de Rafaela Camelo e Emanuel Lavor (Brasil) Back, de Yazan Rabee (Holanda) Eeva, de Morten Tšinakov e Lucija Mrzljak (Estônia/Croácia) From Fish to Moon, de Kevin Contento (EUA) Happy Doom, de Billy Roisz (Áustria) It’s a Date, de Nadia Parfan (Ucrânia) Jill, Uncredited, de Anthony Ing (Reino Unido/Canadá) La herida luminosa, de Christian Avilés (Espanha) Les chenilles, de Michelle Keserwany e Noel Keserwany (França) Marungka tjalatjunu, de Matthew Thorne e Derik Lynch (Austrália) Mwanamke Makueni, de Daria Belova e Valeri Aluskina (Alemanha) Nuits blanches, de Donatienne Berthereau (França) Ours, de Morgane Frund (Suíça) Qin mi, de Cheng Yu (China) Terra Mater – Mother Land, de Kantarama Gahigiri (Ruanda/Suíça) The Veiled City, de Natalie Cubides-Brady (Reino Unido) The Waiting, de Volker Schlecht (Alemanha) Wo de peng you, de Zhang Dalei (China)
BERLINALE SPECIAL
Der vermessene Mensch, de Lars Kraume (Alemanha) Golda, de Guy Nattiv (Reino Unido) Kill Boksoon, de Byun Sung-hyun (Coreia do Sul) L’ultima notte di Amore, de Andrea Di Stefano (Itália) Laggiù qualcuno mi ama, de Mario Martone (Itália) Ming On, de Soi Cheang (Hong Kong/China) Sonne und Beton, de David Wnendt (Alemanha) Talk to Me, de Danny Philippou e Michael Philippou (Austrália)
PANORAMA
Al Murhaqoon, de Amr Gamal (Iêmen/Sudão/Arábia Saudita) Au cimetière de la pellicule, de Thierno Souleymane Diallo (França/Senegal/Guiné/Arábia Saudita) El castillo, de Martín Benchimol (Argentina/França) Hello Dankness, de Soda Jerk (Austrália) Inside, de Vasilis Katsoupis (Grécia/Alemanha/Bélgica) Iron Butterflies, de Roman Liubyi (Ucrânia/Alemanha) La Sirène, de Sepideh Farsi (França/Alemanha/Luxemburgo/Bélgica) Passages, de Ira Sachs (França) Perpetrator, de Jennifer Reeder (EUA) Reality, de Tina Satter (EUA) Silver Haze, de Sacha Polak (Holanda/Reino Unido) Stams, de Bernhard Braunstein (Áustria) Stille Liv, de Malene Choi (Dinamarca) Transfariana, de Joris Lachaise (França/Colômbia)
FORUM
Concrete Valley, de Antoine Bourges (Canadá) Dearest Fiona, de Fiona Tan (Holanda) El juicio, de Ulises de la Orden (Argentina/Itália/França/Noruega) Horse Opera, de Moyra Davey (EUA) Llamadas desde Moscú, de Luís Alejandro Yero (Cuba/Alemanha/Noruega) Mammalia, de Sebastian Mihăilescu (Romênia/Polônia/Alemanha) Poznámky z Eremocénu, de Viera Čákanyová (Eslováquia/Tchéquia) This Is the End, de Vincent Dieutre (França)
FORUM EXPANDED
Comrade leader, comrade leader, how nice to see you, de Walid Raad (EUA) Conspiracy, de Simone Leigh e Madeleine Hunt-Ehrlich (EUA) Es gibt keine Angst, de Anna Zett (Alemanha) Last Things, de Deborah Stratman (França/EUA/Portugal) No Stranger at All, de Priya Sen (Índia) On this shore, here., de Jasmina Metwaly (Alemanha) That Day, on the River, de Lei Lei (China) Un gif larguísimo, de Eduardo Williams (Espanha/Noruega/Grécia)
Kate Winslet e Cliff Curtis em Avatar: O Caminho da Água
O Sindicato dos Produtores da América, Producers Guild of America, conta com mais de 8.500 membros e realiza, desde 1990, uma premiação anual, conhecida como PGA Awards, Producers Guild Awards, que elege os melhores da TV e do cinema.
Considerado uma prévia do Oscar, geralmente seus vencedores coincidem com os premiados pela Academia na categoria de melhor filme. A cerimônia de premiação da 34ª edição acontecerá no dia 25 de fevereiro, no Beverly Hilton Hotel, em Los Angeles.
Neste ano, entre os indicados, vale destacar a presença do documentário O Território, dirigido pelo norte-americano Alex Pritz, uma coprodução entre Brasil, Dinamarca e Estados Unidos. Premiado no Festival de Sundance do ano passado, o filme, que apresenta Neidinha Bandeira e Bitaté Uru Eu Wau Wau, acompanha um jovem líder indígena brasileiro que luta contra fazendeiros que ocupam uma área protegida da Floresta Amazônica.
Parcialmente filmado pelo povo Uru-Eu-Wau-Wau, o longa se baseia em imagens reais capturadas ao longo de três anos, enquanto a comunidade arrisca suas vidas para montar sua própria equipe de mídia na esperança de expor a verdade. Produzido por Darren Aronofsky, Sigrid Dyekjær, Will N. Miller, Gabriel Uchida, Lizzie Gillett e Pritz, o filme tem produção executiva da ativista Txai Suruí, com trilha sonora original de Katya Mihailova e edição de Carlos Rojas Felice; o documentário é uma coprodução com a comunidade indígena Uru-eu-wau-wau.
Nas categorias televisivas, destacam-se: Better Call Saul, The White Lotus, Andor, Ozark, Ruptura, Abbott Elementary, Hacks, Only Murders in the Building, Barry, O Urso, Obi-Wan Kenobi, entre outras produções.
Os homenageados deste ano serão: o consagrado ator e produtor Tom Cruise, de Top Gun: Maverick, que receberá o David O. Selznick Award; a atriz e produtora Mindy Kaling, que será honrada com o Norman Lear Achievement Award; os produtores Michael De Luca e Pamela Abdy, que receberão o Milestone Award; e o longa Till: A Busca por Justiça, que narra a história da ativista Mamie Till-Mobley, mãe de Emmett Till, que foi assassinado aos 14 anos depois de ter sido acusado de ofender uma mulher branca, e será homenageado com o Stanley Kramer Award.
Conheça os indicados ao PGA Awards 2023 nas categorias de cinema:
LONGA-METRAGEM | PRÊMIO DARRYL F. ZANUCK A Baleia Avatar: O Caminho da Água Elvis Glass Onion: Um Mistério Knives Out Os Banshees de Inisherin Os Fabelmans Pantera Negra: Wakanda para Sempre Tár Top Gun: Maverick Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
LONGA-METRAGEM | ANIMAÇÃO Gato de Botas 2: O Último Pedido Marcel the Shell with Shoes On Minions 2: A Origem de Gru Pinóquio Red: Crescer é uma Fera
LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO Afeganistão: A Retirada All That Breathes Navalny Nothing Compares O Território O Último Navio Negreiro Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft
FILME TELEVISIVO OU STREAMING Abracadabra 2 Fire Island: Orgulho & Sedução O Predador: A Caçada Pinóquio Weird: The Al Yankovic Story
A GALECA (Gay and Lesbian Entertainment Critics Association), Associação Gay e Lésbica de Críticos de Entretenimento, anunciou nesta quinta-feira, 12/01, os indicados ao Dorian Awards, prêmio que elege os melhores do ano na TV e no cinema; o nome é em homenagem ao escritor Oscar Wilde em referência ao seu romance O Retrato de Dorian Gray.
Com mais de 260 jornalistas e críticos de veículos importantes dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, muitos integrantes da Associação, fundada em 2009, se identificam como membros da comunidade LGBTQ, seja lésbica, gay, bissexual, transgênero ou queer; porém, diversos jornalistas simpatizantes também fazem parte.
Neste ano, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, de Daniel Kwan e Daniel Scheinert, lidera a lista com nove indicações; Tár, dirigido por Todd Field, aparece na sequência com sete indicações. Os vencedores serão anunciados no dia 23 de fevereiro.
Conheça os indicados do Dorian Awards 2022/2023 nas categorias de cinema:
FILME DO ANO Aftersun Os Banshees de Inisherin Os Fabelmans Tár Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
FILME LGBTQ DO ANO Benediction Mais que Amigos Tár The Inspection Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR DIREÇÃO Charlotte Wells, por Aftersun Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Martin McDonagh, por Os Banshees de Inisherin Sarah Polley, por Women Talking Todd Field, por Tár
ROTEIRO DO ANO | ORIGINAL OU ADAPTADO Aftersun, escrito por Charlotte Wells Os Banshees de Inisherin, escrito por Martin McDonagh Tár, escrito por Todd Field Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, escrito por Daniel Kwan e Daniel Scheinert Women Talking, escrito por Sarah Polley
INTERPRETAÇÃO DO ANO Austin Butler, por Elvis Brendan Fraser, por A Baleia Cate Blanchett, por Tár Colin Farrell, por Os Banshees de Inisherin Danielle Deadwyler, por Till: A Busca por Justiça Jeremy Pope, por The Inspection Mia Goth, por Pearl Michelle Yeoh, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Paul Mescal, por Aftersun Viola Davis, por A Mulher Rei
INTERPRETAÇÃO COADJUVANTE DO ANO Angela Bassett, por Pantera Negra: Wakanda para Sempre Barry Keoghan, por Os Banshees de Inisherin Dolly De Leon, por Triângulo da Tristeza Hong Chau, por A Baleia Jamie Lee Curtis, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Janelle Monáe, por Glass Onion: Um Mistério Knives Out Ke Huy Quan, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Keke Palmer, por Não! Não Olhe! Nina Hoss, por Tár Stephanie Hsu, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
FILME ESTRANGEIRO DO ANO Close, de Lukas Dhont (Bélgica) Decisão de Partir, de Park Chan-wook (Coreia do Sul) EO (IO), de Jerzy Skolimowski (Polônia) Nada de Novo no Front, de Edward Berger (Alemanha) RRR: Revolta, Rebelião, Revolução, de S.S. Rajamouli (Índia)
DOCUMENTÁRIO DO ANO All the Beauty and the Bloodshed, de Laura Poitras Good Night Oppy, de Ryan White Moonage Daydream, de Brett Morgen Navalny, de Daniel Roher Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft, de Sara Dosa
DOCUMENTÁRIO LGBTQ DO ANO All the Beauty and the Bloodshed, de Laura Poitras Framing Agnes, de Chase Joynt Moonage Daydream, de Brett Morgen Nelly & Nadine, de Magnus Gertten Sirens, de Rita Baghdadi
FILME DE ANIMAÇÃO DO ANO Gato de Botas 2: O Último Pedido Marcel The Shell with Shoes On Pinóquio Red: Crescer é uma Fera Wendell & Wild
TRILHA SONORA DO ANO Babilônia, por Justin Hurvitz Elvis, por Elliott Wheeler RRR: Revolta, Rebelião, Revolução, por M.M. Keeravani Tár, por Hildur Guðnadóttir Women Talking, por Hildur Guðnadóttir
FILME VISUALMENTE IMPRESSIONANTE DO ANO Avatar: O Caminho da Água Babilônia Não! Não Olhe! RRR: Revolta, Rebelião, Revolução Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
FILME NÃO CELEBRADO/DESCONHECIDO DO ANO After Yang Aftersun Benediction Boa Sorte, Leo Grande Emily the Criminal O Menu The Eternal Daughter
FILME CAMPY DO ANO Babilônia Elvis Glass Onion: Um Mistério Knives Out Morte, Morte, Morte Pearl RRR: Revolta, Rebelião, Revolução
REVELAÇÃO DO ANO Austin Butler Frankie Corio Gabriel LaBelle Jenna Ortega Jeremy Pope Stephanie Hsu
WILDE ARTIST AWARD (honra uma força verdadeiramente inovadora no cinema, teatro ou TV) Billy Eichner Cate Blanchett Janelle Monáe Keke Palmer Michelle Yeoh
TIMELESS STAR (homenagem a um ator ou atriz cuja carreira exemplar é marcada pelo caráter, sabedoria e sagacidade) Anthony Hopkins Bill Nighy Nathan Lane RuPaul Andre Charles Tom Hanks
Fundado em 1953, o Sindicato dos Figurinistas, Costume Designers Guild, começou com um grupo de 30 pessoas e hoje conta com mais de 900 membros. Desde 1999, realiza o CDG Awards, premiação anual que elege os melhores figurinos da TV e do cinema.
Em comunicado oficial, Terry Gordon, presidente do CDG, disse: “Estou honrada em parabenizar nossos indicados ao CDGA. Este ano é particularmente emocionante, pois é o 25º aniversário da nossa premiação. Estamos ansiosos para celebrar o trabalho extraordinário de nossos talentosos figurinistas”. Os vencedores serão anunciados no dia 27 de fevereiro no Fairmont Century Plaza, em Los Angeles.
Nas categorias televisivas, destacam-se: Bridgerton, The Crown, A Idade Dourada, Maravilhosa Sra. Maisel, Pam & Tommy, A Casa do Dragão, Westworld, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, What We Do in the Shadows, The Witcher: A Origem, Emily em Paris, Euphoria, Hacks, Wandinha, The White Lotus, entre outros.
Nesta 25ª edição, nomes importantes do entretenimento serão homenageados: a figurinista Deborah L. Scott, vencedora do Oscar por Titanic e que está indicada por Avatar: O Caminho da Água, receberá o Career Achievement Award; e a figurinista Rachael M. Stanley, que foi presidente do Sindicato por muitos anos e assinou trabalhos como Ally McBeal: Minha Vida de Solteira, Sisters e Heartbeat, nos quais foi indicada ao Emmy, será honrada com o Distinguished Collaborator Award.
Conheça os indicados ao Costume Designers Guild Awards 2023 nas categorias de cinema:
EXCELÊNCIA EM FILME CONTEMPORÂNEO Glass Onion: Um Mistério Knives Out, por Jenny Eagan Não! Não Olhe!, por Alex Bovaird Tár, por Bina Daigeler Top Gun: Maverick, por Marlene Stewart Women Talking, por Quita Alfred
EXCELÊNCIA EM FILME DE ÉPOCA A Mulher Rei, por Gersha Phillips Babilônia, por Mary Zophres Elvis, por Catherine Martin Não Se Preocupe, Querida, por Arianne Phillips Sra. Harris Vai a Paris, por Jenny Beavan
EXCELÊNCIA EM FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU FANTASIA Abracadabra 2, por Salvador Perez Avatar: O Caminho da Água, por Deborah L. Scott Pantera Negra: Wakanda para Sempre, por Ruth E. Carter Thor: Amor e Trovão, por Mayes C. Rubeo Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Shirley Kurata
Angela Bassett em Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Fundada em 12 de fevereiro de 1909, a NAACP, National Association for the Advancement of Colored People (na tradução, Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor), é a maior e mais antiga organização apartidária de direitos civis dos Estados Unidos.
O principal objetivo da NAACP é assegurar a igualdade política, educacional, social e econômica dos cidadãos dos grupos minoritários dos Estados Unidos e acabar com o preconceito racial. A NAACP procura eliminar todas as barreiras da discriminação racial através dos processos democráticos. Desde 1970, realiza o NAACP Image Awards, premiação multicultural que destaca os afro-americanos mais influentes do cinema, da televisão, da literatura, da música e da internet.
Os indicados desta 54ª edição foram anunciados nesta quinta-feira, 12/01, pelas redes sociais. Pantera Negra: Wakanda para Sempre, de Ryan Coogler, lidera a lista com 12 indicações. Nas categorias televisivas, Abbott Elementary se destaca com nove indicações. Na música, Beyoncé e Kendrick Lamar aparecem empatados na disputa por cinco prêmios.
Em comunicado oficial, Derrick Johnson, presidente e CEO da NAACP, disse: “Os indicados deste ano transmitiram uma ampla gama de histórias autênticas e diversas experiências que ressoaram em nossa comunidade. Estamos orgulhosos de reconhecer suas realizações e desempenhos excepcionais”.
Reconhecida globalmente como uma das mais ilustres premiações multiculturais, o NAACP Image Awards segue uma tradição de excelência, elevando valores que inspiram igualdade, justiça e mudança progressiva, além de destacar artistas comprometidos com esse propósito. Os vencedores serão revelados no dia 25 de fevereiro em uma cerimônia presencial, depois de três anos no formato on-line.
Conheça os indicados ao 54º NAACP Image Awards nas categorias de cinema:
MELHOR FILME A Mulher Rei, de Gina Prince-Bythewood Emancipation: Uma História de Liberdade, de Antoine Fuqua O Homem do Jazz, de Tyler Perry Pantera Negra: Wakanda para Sempre, de Ryan Coogler Till: A Busca por Justiça, de Chinonye Chukwu
MELHOR FILME INDEPENDENTE Breaking, de Abi Damaris Corbin Mr. Malcolm’s List, de Emma Holly Jones Passagem, de Lila Neugebauer Remember Me: The Mahalia Jackson Story, de Denise Dowse The Inspection, de Elegance Bratton
MELHOR FILME INTERNACIONAL Athena, de Romain Gavras (França) Bantú Mama, de Ivan Herrera (República Dominicana) Broker, de Hirokazu Koreeda (Coreia do Sul/Japão) Learn to Swim, de Thyrone Tommy (Canadá) The Silent Twins, de Agnieszka Smoczynska (Polônia/Reino Unido/EUA)
MELHOR DIREÇÃO Antoine Fuqua, por Emancipation: Uma História de Liberdade Chinonye Chukwu, por Till: A Busca por Justiça Gina Prince-Bythewood, por A Mulher Rei Kasi Lemmons, por I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston Ryan Coogler, por Pantera Negra: Wakanda para Sempre
MELHOR ATOR Daniel Kaluuya, por Não! Não Olhe! Jonathan Majors, por Irmãos de Honra Joshua Boone, por O Homem do Jazz Sterling K. Brown, por Honk for Jesus. Save Your Soul. Will Smith, por Emancipation: Uma História de Liberdade
MELHOR ATRIZ Danielle Deadwyler, por Till: A Busca por Justiça Keke Palmer, por Alice Letitia Wright, por Pantera Negra: Wakanda para Sempre Regina Hall, por Honk for Jesus. Save Your Soul. Viola Davis, por A Mulher Rei
MELHOR ATOR COADJUVANTE Aldis Hodge, por Adão Negro Jalyn Hall, por Till: A Busca por Justiça John Boyega, por A Mulher Rei Method Man, por On The Come Up Tenoch Huerta, por Pantera Negra: Wakanda para Sempre
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Angela Bassett, por Pantera Negra: Wakanda para Sempre Danai Gurira, por Pantera Negra: Wakanda para Sempre Janelle Monáe, por Glass Onion: Um Mistério Knives Out Lashana Lynch, por A Mulher Rei Lupita Nyong’o, por Pantera Negra: Wakanda para Sempre
MELHOR ROTEIRO A Mulher Rei, escrito por Dana Stevens e Maria Bello Alice, escrito por Krystin Ver Linden Não! Não Olhe!, escrito por Jordan Peele O Diabo que Conheces, escrito por Charles Murray Pantera Negra: Wakanda para Sempre, escrito por Ryan Coogler
REVELAÇÃO Elvis Mitchell (diretor), por A História do Cinema Negro nos EUA Ericka Nicole Malone (roteirista e produtora), por Remember Me: The Mahalia Jackson Story Krystin Ver Linden (diretora e roteirista), por Alice Mo McRae (diretor e roteirista), por A Lot of Nothing Stephen Adetumbi e Jarrett Roseborough (diretores), por This Is My Black
ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO Jalyn Hall, por Till: A Busca por Justiça Joshua Boone, por O Homem do Jazz Ledisi, por Remember Me: The Mahalia Jackson Story Y’lan Noel, por A Lot of Nothing Yola, por Elvis
MELHOR ELENCO A Mulher Rei Emancipation: Uma História de Liberdade O Homem do Jazz Pantera Negra: Wakanda para Sempre Till: A Busca por Justiça
MELHOR DOCUMENTÁRIO A História do Cinema Negro nos EUA, de Elvis Mitchell Ben Crump pelos Direitos Civis, de Nadia Hallgren Louis Armstrong’s Black & Blues, de Sacha Jenkins O Legado de Sidney Poitier, de Reginald Hudlin O Último Navio Negreiro, de Margaret Brown
MELHOR DIREÇÃO | DOCUMENTÁRIO | FILME OU TV Nadia Hallgren, por Ben Crump pelos Direitos Civis Reginald Hudlin, por O Legado de Sidney Poitier Sacha Jenkins, por Everything’s Gonna Be All White Sacha Jenkins, por Louis Armstrong’s Black & Blues Kamau Bell, por We Need to Talk About Cosby
MELHOR ANIMAÇÃO DC Liga dos Superpets Gato de Botas 2: O Último Pedido Pinóquio Red: Crescer é uma Fera Wendell & Wild
MELHOR VOZ ORIGINAL Angela Bassett, por Wendell & Wild Keke Palmer, por Lightyear Kevin Hart, por DC Liga dos Superpets Lyric Ross, por Wendell & Wild Taraji P. Henson, por Minions 2: A Origem de Gru
MELHOR CURTA-METRAGEM | LIVE ACTION Dear Mama…, de Winter Dunn Fannie, de Christine Swanson Fathead, de C. Craig Patterson Incomplete, de Zoey Martinson Pens & Pencils, de Gia-Rayne Harris
MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO I Knew Superman, de Dana Crypto More Than I Want To Remember, de Amy Bench O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo, de Peter Baynton e Charlie Mackesy Supercilious, de Sophia Ruby We Are Here, de Constanza Castro e Domenica Castro
MELHOR FIGURINO | FILME OU TV A Mulher Rei, por Gersha Phillips, Carly Nicodemo, Lieze Van Tonder, Lynn Paulsen e Tova Harrison Emancipation: Uma História de Liberdade, por Francine Jamison-Tanchuck Pantera Negra: Wakanda para Sempre, por Ruth E. Carter Star Trek: Discovery, por Gersha Phillips, Carly Nicodemo, Heather Constable, Christina Cattle, Sheryl Willock e Becky MacKinnon Uma Equipe Muito Especial, por Trayce Gigi Field
MELHOR MAQUIAGEM | FILME OU TV A Cidade é Nossa, por Debi Young, Sandra Linn, Ngozi Olandu Young e Gina Bateman Doze é Demais, por Angie Wells Emergência, por Ren Rohling, Teresa Vest e Megan Areford Os Últimos Dias de Ptolemy Grey, por Michele Lewis Surface, por Zabrina Matiru
MELHOR CABELO E PENTEADO All American, por Mary Daniels, Kalin Spooner, Darrin Lyons e Eric Gonzalez Fantasy Football, por Tracey Moss, Jerome Allen, Tamika Dixon, Lawrence “Jigga” Simmons e Jason Simmons Pantera Negra: Wakanda para Sempre, por Camille Friend RuPaul’s Drag Race All Stars, por Curtis Foreman e Ryan Randall Till: A Busca por Justiça, por Louisa V. Anthony, Deaundra Metzger e Maurice Beaman
MELHOR TRILHA SONORA | ÁLBUM | FILME OU TV A Mulher Rei, por Terence Blanchard Bridgerton (temporada 2), por Kris Bowers Entergalactic, por Kid Cudi P-Valley (temporada 2) Pantera Negra: Wakanda para Sempre, por Ryan Coogler, Ludwig Göransson, Archie Davis e Dave Jordan
PRÊMIO ESPECIAL | ARTISTA DO ANO Angela Bassett Mary J. Blige Quinta Brunson Viola Davis Zendaya
*Clique aquie confira a lista completa com os indicados em todas as categorias.
O Sindicato de Maquiadores e Cabeleireiros, Make-Up Artists and Hair Stylists Guild, foi fundado em novembro de 1937 e hoje conta com mais de 2.300 membros da indústria do entretenimento de todo o mundo.
Como de costume, anualmente realiza o Make-Up Artists and Hair Stylists Guild Awards, prêmio que elege as melhores maquiagens e estilos de penteados do cinema, da TV, mídias digitais e do teatro. Os indicados da 10ª edição foram anunciados nesta quarta-feira, 11/01, pela presidente Julie Socash. Os vencedores serão revelados no dia 11 de fevereiro, no The Beverly Hilton Hotel, em cerimônia apresentada pela atriz Melissa Peterman.
Neste ano, o maquiador Steve LaPorte, vencedor do Oscar por Os Fantasmas se Divertem, e o cabeleireiro Josée Normand, consagrado no Emmy por Jornada nas Estrelas: Voyager, Jornada nas Estrelas: A Nova Geração e A Gata e o Rato, receberão o Lifetime Achievement Award. O maquiador Fred C. Blau Jr., vencedor do Emmy por Histórias Maravilhosas, e a cabeleireira Judy Crown, premiada no Emmy por Houdini: O Mestre dos Mágicos e Designing Women, serão honrados com o Vanguard Awards.
Conheça os indicados ao MUAHS Awards 2023 nas categorias de cinema:
MELHOR MAQUIAGEM | FILME CONTEMPORÂNEO Batman, por Naomi Donne, Doone Forsyth, Norma Webb e Jemma Carballo Não! Não Olhe!, por Shutchai Tym Buacharern, Jennifer Zide-Essex, Eleanor Sabaduquia e Kato De Stefan O Menu, por Deborah LaMia Denaver, Mazena Puksto, Donna Cicatelli e Deb Rutherford Spirited: Um Conto Natalino, por Monica Huppert, Autumn J. Butler e Vivian Baker Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Michelle Chung, Erin Rosenmann e Dania A. Ridgway
MELHOR MAQUIAGEM EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO Amsterdam, por Nana Fischer, Miho Suzuki e Jason Collins Babilônia, por Heba Thorisdottir, Shaunna Bren Chavez, Jean Black e Mandy Artusato Blonde, por Tina Roesler Kerwin, Elena Arroy e Cassie Lyons Elvis, por Shane Thomas e Angela Conte Till: A Busca por Justiça, por Denise Tunnell, Janice Tunnell e Ashley Langston
MELHOR MAQUIAGEM DE EFEITOS ESPECIAIS A Baleia, por Adrien Morot, Kathy Tse e Chris Gallaher Batman, por Michael Marino, Mike Fontaine, Yoichi Art Sakamoto e Göran Lundström Elvis, por Mark Coulier e Jason Baird Matilda: O Musical, por Barrie Gower, Emma Faulkes e Chloe Muton-Phillips Pantera Negra: Wakanda para Sempre, por Joel Harlow e Kim Felix
MELHOR PENTEADO | FILME CONTEMPORÂNEO Batman, por Zoe Tahir, Melissa Van Tongeran, Paula Price e Andrea Lance Jones Glass Onion: Um Mistério Knives Out, por Jeremy Woodhead, Tracey Smith e Leslie D. Bennett O Menu, por Adruitha Lee, Monique Hyman, Kate Loftis e Barbara Sanders Pantera Negra: Wakanda para Sempre, por Camille Friend, Evelyn Feliciano, Marva Stokes e Victor Paz Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Anissa E. Salazar, Meghan Heaney e Miki Caporusso
MELHOR PENTEADO EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO A Mulher Rei, por Louisa Anthony, Jamika Wilson, Plaxedes Kelias e Charity Gwakuka Amsterdam, por Adruitha Lee, Lori McCoy-Bell, Cassandra L. Russek e Yvette Shelton Babilônia, por Jaime Leigh McIntosh, Ahou Mofid e Aubrey Marie Blonde, por Jaime Leigh McIntosh, Lynnae Duley, Ahou Mofid e Robert Pickens Elvis, por Shane Thomas e Louise Coulston
A cineasta croata Antoneta Alamat Kusijanović no set de Murina: indicada
Foi divulgada nesta quarta-feira, 11/01, a lista completa com os indicados ao 75º DGA Awards, prêmio organizado pelo Sindicato dos Diretores da América, Directors Guild of America, que elege os melhores diretores e diretoras da TV e do cinema desde 1948.
Em comunicado oficial, Lesli Linka Glatter, presidente do Sindicato, disse: “O trabalho reconhecido este ano representa o incrível poder do cinema nas mãos desses talentosos diretores para contar histórias profundamente comoventes que afetam profundamente todos nós. O reconhecimento de nossos colegas em nosso processo criativo altamente colaborativo mostra o coração e a alma no cerne desses filmes. Com isso, parabenizamos os indicados por suas histórias poderosas e contadas de forma brilhante”.
Neste ano, vale destacar a presença da cineasta croata Antoneta Alamat Kusijanović na categoria de melhor direção estreante em longa-metragem com Murina, uma coprodução entre Croácia, Brasil, Estados Unidos e Eslovênia. O filme, premiado no Festival de Cannes, traz os brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’ Anna, da RT Features, na produção, além de Martin Scorsese. Os vencedores do DGA Awards 2022 serão anunciados no dia 18 de fevereiro.
Nas categorias televisivas, destacam-se: Tim Burton, por Wandinha; Ben Stiller, por Ruptura; Jason Bateman, por Ozark; Sam Levinson, por Euphoria; Mike White, por The White Lotus; Deborah Chow, por Obi-Wan Kenobi; entre outros.
Além dos indicados, os homenageados desta 75ª edição também foram revelados: o diretor televisivo Robert A. Fishman receberá o Lifetime Achievement Award; Mark Hansson, primeiro assistente de direção de séries como Animal Kingdom, Cara Gente Branca e Lúcifer, será homenageado com o Frank Capra Achievement Award; e Valdez Flagg, gerente de palco, será honrado com o Franklin J. Schaffner Achievement Award.
Conheça os indicados ao 75º Directors Guild of America Awards nas categorias de cinema:
MELHOR DIREÇÃO | LONGA-METRAGEM Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Joseph Kosinski, por Top Gun: Maverick Martin McDonagh, por Os Banshees de Inisherin Steven Spielberg, por Os Fabelmans Todd Field, por Tár
MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | LONGA-METRAGEM Alice Diop, por Saint Omer Antoneta Alamat Kusijanović, por Murina Audrey Diwan, por O Acontecimento Charlotte Wells, por Aftersun John Patton Ford, por Emily the Criminal
MELHOR DIREÇÃO | DOCUMENTÁRIO Daniel Roher, por Navalny Laura Poitras, por All the Beauty and the Bloodshed Matthew Heineman, por Afeganistão: A Retirada Sara Dosa, por Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft Shaunak Sen, por All That Breathes
MELHOR DIREÇÃO | FILME PARA TV OU MINISSÉRIE Deborah Chow, por Obi-Wan Kenobi Eric Appel, por Weird: The Al Yankovic Story Helen Shaver, por Estação Onze (episódio: Who’s There?) Jeremy Podeswa, por Estação Onze (episódio: Unbroken Circle) Tom Verica, por Inventando Anna (episódio: The Devil Wore Anna)
Elenco de Os Fabelmans, de Steven Spielberg: indicado
O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos divulgou nesta quarta-feira, 11/01, os indicados ao 29º Screen Actors Guild Awards, também conhecido como SAG Awards. O anúncio foi realizado em uma live no Instagram pelas atrizes Ashley Park e Haley Lu Richardson.
A presidente do SAG-AFTRA (Screen Actors Guild‐American Federation of Television and Radio Artists), Fran Drescher, também participou do vídeo, assim como Jason George e Elizabeth McLaughlin, membros do comitê.
O prêmio, que elege os melhores atores da TV e do cinema, é considerado uma prévia para o Oscar, já que seus vencedores quase sempre acabam levando a estatueta dourada para casa. Vale lembrar que o período de elegibilidade para esta edição do SAG foi de 1º de janeiro de 2022 até 31 de dezembro de 2022.
O SAG Awards 2023 acontecerá no dia 26 de fevereiro e a cerimônia, que será realizada no Fairmont Century Plaza, em Los Angeles, será transmitida ao vivo pelo canal da Netflix no YouTube.
Confira a lista com os indicados ao 29º SAG Awards nas categorias de cinema:
MELHOR ELENCO Babilônia Os Banshees de Inisherin Os Fabelmans Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Women Talking
MELHOR ATOR Adam Sandler, por Arremessando Alto Austin Butler, por Elvis Bill Nighy, por Living Brendan Fraser, por A Baleia Colin Farrell, por Os Banshees de Inisherin
MELHOR ATRIZ Ana de Armas, por Blonde Cate Blanchett, por Tár Danielle Deadwyler, por Till: A Busca por Justiça Michelle Yeoh, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Viola Davis, por A Mulher Rei
MELHOR ATOR COADJUVANTE Barry Keoghan, por Os Banshees de Inisherin Brendan Gleeson, por Os Banshees de Inisherin Eddie Redmayne, por O Enfermeiro da Noite Ke Huy Quan, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Paul Dano, por Os Fabelmans
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Angela Bassett, por Pantera Negra: Wakanda para Sempre Hong Chau, por A Baleia Jamie Lee Curtis, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo Kerry Condon, por Os Banshees de Inisherin Stephanie Hsu, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR EQUIPE DE DUBLÊS A Mulher Rei Avatar: O Caminho da Água Batman Pantera Negra: Wakanda para Sempre Top Gun: Maverick
Michelle Yeoh: premiada por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
Foram anunciados nesta terça-feira, 10/01, em cerimônia apresentada pelo comediante Jerrod Carmichael, no Hotel The Beverly Hilton, os vencedores da 80ª edição do Globo de Ouro, prêmio que elege os melhores da TV e do cinema segundo a HFPA, Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood.
Neste ano, Os Banshees de Inisherin, dirigido por Martin McDonagh, que liderava a lista com oito indicações, se destacou e foi premiado em três categorias: melhor filme de comédia ou musical, melhor ator para Colin Farrell e melhor roteiro. Os Fabelmans e Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo aparecem na sequência com dois prêmios cada.
Entre as categorias televisivas, Abbott Elementary, The White Lotus e A Casa do Dragão se destacaram. Amanda Seyfried, Evan Peters, Zendaya, Kevin Costner, Jennifer Coolidge, entre outros, foram consagrados por suas atuações.
A atriz Michelle Yeoh, nascida na Malásia e consagrada por Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, discursou: “Tem sido uma jornada incrível. Mas acho que valeu a pena. Lembro de quando vim para Hollywood pela primeira vez. Foi um sonho que se tornou realidade”.
Seu colega de filme, Ke Huy Quan, premiado como melhor ator coadjuvante, emocionou a plateia: “Fui criado para nunca esquecer de onde vim e para sempre lembrar de quem me deu a primeira oportunidade. Estou muito feliz em ver Steven Spielberg esta noite. Steven, obrigado! Quando comecei minha carreira como ator infantil em Indiana Jones e o Templo da Perdição, me senti muito sortudo por ter sido escolhido. Por muitos anos, tive medo de não ter mais nada a oferecer; que não importaria o que eu fizesse, nunca superaria o que fiz quando criança. Felizmente, mais de 30 anos depois, dois caras [Daniel Kwan e Daniel Scheinert] pensaram em mim e lembraram daquele garoto. E me deram a oportunidade de tentar novamente”.
Para esta edição comemorativa de 80 anos, o ator Eddie Murphy foi homenageado com o Cecil B. deMille Award; o troféu foi entregue pelos amigos e colegas de profissão Tracy Morgan e Jamie Lee Curtis. Já o produtor e roteirista Ryan Murphy foi honrado com o Carol Burnett Award e recebeu o troféu das mãos de Billy Porter, um dos atores da série Pose, de sua autoria. Além disso, Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, fez uma participação na cerimônia com uma mensagem especial de paz, que foi apresentada pelo consagrado ator e diretor Sean Penn.
A premiação contou também com a participação de nomes consagrados, como: Quentin Tarantino, Claire Danes, Hilary Swank, Glen Powell, Jenna Ortega, Natasha Lyonne, Salma Hayek Pinault, Ana de Armas, Jennifer Hudson, Regina Hall, Jennifer Coolidge, entre outros.
Depois de muitas polêmicas envolvendo o Globo de Ouro, um novo Código de Conduta Profissional e Ética foi aprovado. Neste ano, os indicados foram votados por 96 membros e, pela primeira vez, 103 eleitores internacionais. Os novos membros foram recrutados em organizações internacionais da indústria, festivais de cinema estrangeiros e profissionais de jornalismo. Este grupo de votação representa 62 países diferentes ao redor do mundo. Combinado com os membros atuais, o total de votantes do Globo de Ouro agora é: 52% feminino, 51,8% racial e etnicamente diverso, com 19,6% latino-americanos, 12,1% asiáticos, 10,1% negros e 10,1% do Oriente Médio.
O Brasil marca presença entre os votantes da HFPA com Ana Maria Bahiana, Jânio Nazareth, Miriam Spritzer e Paoula Abou-Jaoude, membros da Hollywood Foreign Press Association; e também pelos votantes internacionais: Daniel Herculano, Enoe Lopes Pontes, Isabel Wittmann, Kel Gomes e Mario Abbade.
Neste ano, mais de 100 longas, de diversos países, foram considerados elegíveis para a categoria de melhor filme em língua não inglesa; o Brasil estava representado por Carvão, de Carolina Markowicz; Fogaréu, de Flávia Neves; e Marte Um, de Gabriel Martins. Porém, infelizmente, nenhum dos três títulos foi indicado.
Conheça os vencedores do Globo de Ouro 2023 nas categorias de cinema:
MELHOR FILME | DRAMA Os Fabelmans, de Steven Spielberg
MELHOR FILME | COMÉDIA OU MUSICAL Os Banshees de Inisherin, de Martin McDonagh
MELHOR ATOR | DRAMA Austin Butler, por Elvis
MELHOR ATRIZ | DRAMA Cate Blanchett, por Tár
MELHOR ATOR | COMÉDIA OU MUSICAL Colin Farrell, por Os Banshees de Inisherin
MELHOR ATRIZ | COMÉDIA OU MUSICAL Michelle Yeoh, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR ATOR COADJUVANTE Ke Huy Quan, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Angela Bassett, por Pantera Negra: Wakanda para Sempre
MELHOR DIREÇÃO Steven Spielberg, por Os Fabelmans
MELHOR ROTEIRO Os Banshees de Inisherin, escrito por Martin McDonagh
MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO INGLESA Argentina, 1985, de Santiago Mitre (Argentina)
MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO Pinóquio, de Guillermo del Toro e Mark Gustafson
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL Babilônia, por Justin Hurwitz
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL Naatu Naatu, por RRR: Revolta, Rebelião, Revolução Música: M.M. Keeravani Letra: Chandrabose Intérpretes: Kala Bhairava e Rahul Sipligunj
Felix Kammerer em Nada de Novo no Front: filme indicado
A Cinema Audio Society é uma organização filantrópica e sem fins lucrativos, que foi fundada em 1964 com o objetivo de compartilhar informações entre os profissionais de som da TV e do cinema. Como de costume, anualmente realiza uma premiação para eleger a melhor mixagem de som em produções televisivas e cinematográficas.
Em comunicado oficial, Karol Urban, presidente da CAS, disse: “Há uma infinidade de candidatos dignos de prêmios este ano. A CAS parabeniza nossa indústria pelas ricas tapeçarias sonoras de 2022 e espera celebrar os premiados dessa temporada”. Vale lembrar que os indicados são escolhidos exclusivamente por mixers de som, que celebram a excelência na arte da mixagem de som.
A cerimônia de premiação acontecerá no dia 4 de março no InterContinental Los Angeles Downtown. Os homenageados desta edição serão: o mixador de som Peter J. Devlin, indicado ao Oscar por Pantera Negra, Transformers: O Lado Oculto da Lua, Star Trek, Transformers e Pearl Harbor, que receberá o CAS Career Achievement Award; e o consagrado cineasta mexicano Alejandro G. Iñárritu, de Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades, que será honrado com o CAS Filmmaker of the Year.
Conheça os indicados ao 59º CAS Awards nas categorias de cinema:
MELHOR MIXAGEM DE SOM | LONGA-METRAGEM Avatar: O Caminho da Água Batman Elvis Nada de Novo no Front Top Gun: Maverick
MELHOR MIXAGEM DE SOM | ANIMAÇÃO Gato de Botas 2: O Último Pedido Lightyear Minions 2: A Origem de Gru Pinóquio Red: Crescer é uma Fera
MELHOR MIXAGEM DE SOM | DOCUMENTÁRIO Good Night Oppy Hallelujah: Leonard Cohen, A Journey, A Song Louis Armstrong’s Black & Blues Moonage Daydream Vulcão Whakaari: Resgate na Nova Zelândia
MELHOR MIXAGEM DE SOM | DOCUMENTÁRIO PARA TV, VARIEDADE E SÉRIES MUSICAIS OU ESPECIAIS Carole King & James Taylor: Just Call Out My Name F1: Dirigir para Viver (episódio: Gloves Are Off) George Carlin: O Sonho Americano (episódio 1) Lucy and Desi Obi-Wan Kenobi: O Retorno do Jedi