Fundado em 1953, o Sindicato dos Figurinistas, Costume Designers Guild, começou com um grupo de 30 pessoas e hoje conta com mais de 900 membros. Desde 1999, realiza o CDG Awards, premiação anual que elege os melhores figurinos da TV e do cinema.
Na primeira edição do prêmio, Judianna Makovsky foi premiada por seu trabalho em Pleasantville: A Vida em Preto e Branco, que foi indicada ao Oscar, mas perdeu para Shakespeare Apaixonado. Na última edição, Paul Tazewell, de Wicked, levou o prêmio do Sindicato e também a estatueta dourada, tornando-se o primeiro homem negro a vencer nesta categoria no prêmio da Academia.
Os vencedores da 28ª edição serão anunciados no dia 12 de fevereiro de 2026 em Los Angeles. Como de costume, a premiação também homenageia nomes relevantes do entretenimento, que serão revelados em breve.
Conheça os indicados ao Costume Designers Guild Awards 2026 nas categorias de cinema:
EXCELÊNCIA EM FILME CONTEMPORÂNEO A Hora do Mal, por Trish Summerville Bugonia, por Jennifer Johnson F1: O Filme, por Julian Day Uma Batalha Após a Outra, por Colleen Atwood Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out, por Jenny Eagan
EXCELÊNCIA EM FILME DE ÉPOCA Downton Abbey: O Grande Final, por Anna Mary Scott Robbins Frankenstein, por Kate Hawley Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Malgosia Turzanska Hedda, por Lindsay Pugh Pecadores, por Ruth E. Carter
EXCELÊNCIA EM FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA ou FANTASIA Avatar: Fogo e Cinzas, por Deborah L. Scott Como Treinar o Seu Dragão, por Lindsay Pugh Thunderbolts*, por Sanja Milkovic Hays Tron: Ares, por Christine Bieselin Clark e Alix Friedberg Wicked: Parte II, por Paul Tazewell
Neste ano, os longas Cyclone, de Flavia Castro, e Batguano Returns: Roben na Estrada, de Frederico Benevides e Tavinho Teixeira, se destacaram. O curta paraibano A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros, levou o Troféu Aruanda de melhor filme e mais sete prêmios.
O júri desta edição foi formado por: Caco Ciocler, Fernando Morais e Simone Zuccolotto na Mostra Competitiva Nacional; Marco Túlio de Alencar, Hermila Guedes e Susanna Lira na mostra Sob o Céu Nordestino; Amanda Aouad, Hipólito Lucena e Renato Félix no Prêmio Abraccine; João Lobo, Sérgio Rodrigo e Bruna Alves Lobo na Competição Internacional; e Clara Câmara, Sérgio Silveira e Ana Dinniz nas categorias de TV universitária e independente.
O Prêmio Vladimir Carvalho foi criado em 2024 com a intenção de homenagear o documentarista paraibano, morto naquele ano. A ideia foi prontamente abraçada pela EPC, Empresa Paraibana de Comunicação, que montou um júri com seus principais jornalistas da área de cultura. O troféu é concedido ao melhor documentário do festival; o júri contou com André Cananéa, Audaci Júnior e Renato Félix.
Além disso, o Banco do Nordeste anunciou, durante o encerramento do 20° Fest Aruanda, o lançamento do Prêmio Banco do Nordeste Cultural de Cinema, iniciativa que marca um novo investimento no fortalecimento do audiovisual regional. A premiação contemplará curtas e longas de ficção em festivais realizados nos onze estados da área de atuação da instituição, o chamado Nordeste Expandido, que inclui também parte de Minas Gerais e Espírito Santo. O projeto prevê a seleção de 88 filmes para circulação em pelo menos 50 municípios, reforçando a presença da cultura como vetor estratégico de desenvolvimento regional e ampliando o alcance das produções locais.
A 20ª edição do Fest Aruanda reafirmou sua importância como espaço de celebração da cultura brasileira, reunindo artistas, estudantes, críticos, jornalistas, pesquisadores e o público em torno da força transformadora do cinema e da arte.
Confira a lista completa com os vencedores do Fest Aruanda 2025:
MOSTRA SOB O CÉU NORDESTINO | LONGAS
Melhor Filme: Batguano Returns: Roben na Estrada, de Frederico Benevides e Tavinho Teixeira (PB/CE/RJ/SP) Melhor Filme | Júri Popular: Malaika, de André Morais (PB) Melhor Direção: Frederico Benevides e Tavinho Teixeira, por Batguano Returns: Roben na Estrada Melhor Roteiro: Malaika, escrito por André Morais Melhor Atriz: Norma Goes, por Malaika Melhor Atriz Coadjuvante: Edna França, por Outono em Gotham City Melhor Ator: Tavinho Teixeira, por Batguano Returns: Roben na Estrada Melhor Ator Coadjuvante: Gilmar Albuquerque, por Outono em Gotham City Melhor Fotografia: Malaika, por João Carlos Beltrão Melhor Direção de Arte: Batguano Returns: Roben na Estrada, por Yuri Fechner e F. Nosferatu Melhor Figurino: Batguano Returns: Roben na Estrada, por Duda Carvalho Melhor Edição: Batguano Returns: Roben na Estrada, por Frederico Benevides Melhor Som: Malaika, por Nicolau Domingues Melhor Trilha Sonora: Batguano Returns: Roben na Estrada, por Pedro Souza e Silva Menção Honrosa | Ator: Erik Breno, por Outono em Gotham City Menção Honrosa | Atriz: Vitória Bianco, por Malaika
MOSTRA SOB O CÉU NORDESTINO | CURTAS
Melhor Filme: Cantilena, de Dhiones do Congo (Congo) Melhor Filme | Júri Popular: No Compasso do Coração, de Ary Régis Lima (Alagoa Grande) Melhor Direção: Ana Calline, por Boi no Mato Melhor Roteiro: Boi no Mato, escrito por Ana Calline Melhor Atriz: Danny Barbosa, por Valéria di Roma Melhor Ator: Guilherme Hélio, por Cantilena Melhor Fotografia: Cantilena, por Diego Pontes Melhor Direção de Arte: Cantilena, por Carlos Mosca Melhor Figurino: Cantilena, por Carlos Mosca Melhor Edição: Colmeia, por Óscar Araújo Melhor Som: Colmeia, por Giancarlo Galdino Melhor Trilha Sonora: Boi no Mato, por Arthur Cabruêra
MOSTRA NACIONAL | LONGAS
Melhor Filme: Cyclone, de Flavia Castro (RJ) Melhor Filme | Júri Popular: Honestino, de Aurélio Michiles (DF) Melhor Direção: Torquato Joel, por Corpo da Paz Melhor Roteiro: Ato Noturno, escrito por Filipe Matzembacher e Marcio Reolon Melhor Atriz: Luiza Mariani, por Cyclone Melhor Atriz Coadjuvante: Fabíola Morais, por Corpo da Paz Melhor Ator: Gabriel Faryas, por Ato Noturno Melhor Ator Coadjuvante: Alex Oliveira, por Corpo da Paz Melhor Fotografia:Ato Noturno, por Luciana Baseggio Melhor Direção de Arte: Cyclone, por Ana Paula Cardoso Melhor Figurino: Cyclone, por Gabriela Marra Melhor Montagem: Honestino, por André Finotti Melhor Som: Cyclone, por Ricardo Reis Melhor Trilha Sonora: Cyclone, por Nina Maia, Chica Barreto e Kassin
MOSTRA NACIONAL | CURTAS
Melhor Filme: A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros (PB) Melhor Filme | Júri Popular: A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros (PB) Melhor Direção: Rodolpho de Barros, por A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero Melhor Roteiro: A Nave que Nunca Pousa, escrito por Jaime Guimarães Melhor Atriz: Ingrid Trigueiro, por A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero Melhor Ator: Luiz Carlos Vasconcelos, por A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero Melhor Fotografia: A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, por Sebastián Cantillo Melhor Direção de Arte: Safo, por Rosana Urbes Melhor Figurino: Samba Infinito, por Ana Avelar Melhor Montagem: Samba Infinito, por Lobo Mauro Melhor Som: A Nave que Nunca Pousa, por Janaína Lacerda Melhor Trilha Sonora: Vulkan, por Guile Martins
PRÊMIO VLADIMIR CARVALHO Melhor Documentário: Honestino, de Aurélio Michiles (DF)
PRÊMIO ABRACCINE | Associação Brasileira de Críticos de Cinema Melhor longa: Honestino, de Aurélio Michiles (DF) Melhor curta: A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros (PB)
PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros (PB)
MOSTRA QUATRO CANTOS DO MUNDO | INTERNACIONAL
Melhor Curta: Kavalyé O Dam, de Sacha Teboul (Academia de Cinema Franco Alemã) Menção Honrosa | Curta: Peter (Universidade de San Diego) Melhor Direção: Duy Do, por Gà Lavabo(Universidade de San Diego) Menção Honrosa | Direção: Margarida Kalinichenko e Vasco Souto, por Um Adeus a Baco (Universidade Lusófona, Portugal) Melhor Animação: Mãe da Manhã, de Clara Trevisan (Universidade Lusófona, Portugal) Menção Honrosa | Animação: Cigarra Vermelha (Red Cicada), de Wang Yini e Li Yang (Universidade de Comunicação da China) Melhor Atriz: Souria Adèle, por Kavalyé O Dam Melhor Ator: João Nunes Monteiro, por Caio Melhor Roteiro: The Fool, escrito por Lena Strohmaier (Academia de Cinema Franco Alemã) Melhor Fotografia: Caio, por André Encarnação (Universidade Lusófona, Portugal)
Melhor Projeto: O Espelho de Dandara, de Renálide de Carvalho (PB) Prêmio Especial | FM PRODUÇÕES: Nós Também, de Victor Fellipe dos Santos (PB) Menção Honrosa: Mãezinha, de Vanessa Passos (CE) e Vasto Mundo, de Jonas Gonzaga (PB)
TV UNIVERSITÁRIA E INDEPENDENTES
DOCUMENTÁRIO DE TV Raízes do Mangue, de Charlotte (TV Unifor) Menção Honrosa: Horizonte Magüta: A Educação Tikuna, de Rodrigo Gomes e Raíssa Ferreira (Universidade de Brasília) Justificativa: Por sua estrutura consistente, excelente seleção de depoimentos e organização narrativa. O filme evidencia, com clareza técnica, a resistência frente à invasão cultural branca, consolidando sua relevância temática
REPORTAGEM Render-CE valoriza arte de artesãs de Aracati em parceria com alunos, de Ana Beatriz Casseb (TV Unifor) Menção honrosa: Acompanhe o XXV Festival Marco Vivo de Yburana, de Max Eluard (TV Unifor) Justificativa: Por honrar o tema de forma clara e respeitosa, evidenciando a conquista da demarcação física do território e a interação com o público externo
PROGRAMAS DE TV Movimento 085, de Ana Beatriz Casseb e Enzo Bezerra (TV Unifor) Menção Honrosa: ABCD UNIDUNITÊ, de Valeska Picado (TV UFPB) Justificativa: Por sua proposta relevante e produção excepcional
INTERPROGRAMA Lápis cor de quem?, de Vinicius Pires (TV Unifor) Menção Honrosa: 4 – Cena Potiguar Memorias: Dona Militana, de Rosalia Figueirêdo (TV UFRN) Justificativa: Por seu relato forte, sensível e de grande relevância cultural
TCC | Trabalho de Conclusão de Curso Hipocondríaco, de Paulo Roberto
VIDEOCLIPE O Pássaro de Fogo, de Yuri da Costa Menção Honrosa: Tambaba Corpo e Miragem, de Pedro Anisio Justificativa: Por sua excepcional montagem; além dos destaques para fotografia, edição e narrativa sonora
CALEIDOSCÓPIO | Universitário Tire a Mão, de Carol Cavalcanti e Jhofelix
Jorrybell Agoto no longa Filipiñana, de Rafael Manuel
A edição de 2026 do Festival Sundance de Cinema, um dos eventos mais importantes do cinema independente, que acontecerá entre os dias 22 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026, em Park City e Salt Lake City, em Utah, nos Estados Unidos, anunciou nesta quarta-feira, 10/12, sua seleção oficial.
A edição deste ano será uma homenagem a Robert Redford, fundador do Sundance Institute, que faleceu em setembro de 2025: “Ao nos prepararmos para nos reunirmos para esta edição histórica do nosso festival em um local tão especial, também honramos o impacto duradouro do nosso querido fundador, Robert Redford, e celebramos o que ele criou: um lar dinâmico para narrativas independentes e globais”, disse, em comunicado oficial, Eugene Hernandez, diretor do festival.
Entre os selecionados, vale destacar o longa Josephine, protagonizado por Mason Reeves e dirigido por Beth de Araújo, na Competição Americana de Drama; a diretora, que é filha de mãe sino-americana e pai brasileiro, nasceu e foi criada em São Francisco, porém tem dupla cidadania.
Neste ano, foram inscritos 16.201 títulos, de 164 países, entre eles, 4.255 longas-metragens (1.676 dos Estados Unidos e 2.579 internacionais). Dos 97 longas selecionados, de 28 países, 40% são de cineastas estreantes.
As homenageadas desta 42ª edição serão: a cineasta Chloé Zhao, de Nomadland e Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, que receberá o Trailblazer Award; a produtora e diretora Nia DaCosta, de Hedda, que será honrada com o Vanguard Award; e a documentarista Geeta Gandbhir, de A Vizinha Perfeita e O Diabo Não Tem Descanso, que também receberá o Vanguard Award. Além disso, para celebrar o legado de Robert Redford, uma nova honraria foi criada: o Robert Redford Luminary Award, que será entregue para o cineasta húngaro Gyula Gazdag e para o ator Ed Harris.
Conheça os filmes selecionados para o Festival de Sundance 2026:
COMPETIÇÃO AMERICANA | DRAMA
Bedford Park, de Stephanie Ahn Carousel, de Rachel Lambert Ha-Chan, Shake Your Booty!, de Josef Kubota Wladyka Hot Water, de Ramzi Bashour Josephine, de Beth de Araújo Run Amok, de NB Mager Take Me Home, de Liz Sargent The Friend’s House is Here, de Hossein Keshavarz e Maryam Ataei The Musical, de Giselle Bonilla Union County, de Adam Meeks
COMPETIÇÃO AMERICANA | DOCUMENTÁRIO
American Doctor, de Poh Si Teng American Pachuco: The Legend of Luis Valdez, de David Alvarado Barbara Forever, de Brydie O’Connor Joybubbles, de Rachael J. Morrison Nuisance Bear, de Gabriela Osio Vanden Public Access, de David Shadrack Smith Seized, de Sharon Liese Soul Patrol, de J.M. Harper The Lake, de Abby Ellis Who Killed Alex Odeh?, de Jason Osder e William Lafi Youmans
COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DRAMA
Big Girls Don’t Cry, de Paloma Schneideman (Nova Zelândia) Extra Geography, de Molly Manners (Reino Unido) Filipiñana, de Rafael Manuel (Singapura/Reino Unido/Filipinas/França/Holanda) HOLD ONTO ME (Κράτα Με), de Myrsini Aristidou (Chipre/Dinamarca/Grécia) How to Divorce During the War, de Andrius Blaževičius (Lituânia/Luxemburgo/Irlanda/República Checa) La Cazadora, de Suzanne Andrews Correa (México/EUA) LADY, de Olive Nwosu (Reino Unido/Nigéria) Levitating, de Wregas Bhanuteja (Indonésia/Singapura/França) Shame and Money, de Visar Morina (Alemanha/Kosovo/Eslovênia/Albânia/Macedônia do Norte/Bélgica) Tell Me Everything, de Moshe Rosenthal (Israel/França)
COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DOCUMENTÁRIO
All About the Money, de Sinéad O’Shea (Irlanda) Birds of War, de Janay Boulos e Abd Alkader Habak (Reino Unido/Síria/Líbano) Closure, de Michał Marczak (Polônia) Everybody To Kenmure Street, de Felipe Bustos Sierra (Reino Unido) Hanging by a Wire, de Mohammed Ali Naqvi (EUA/Reino Unido/Paquistão) Kikuyu Land, de Andrew H. Brown e Bea Wangondu (Quênia) One In A Million, de Itab Azzam e Jack MacInnes (Reino Unido) Sentient, de Tony Jones (Austrália) Silenced, de Selina Miles (Austrália) To Hold a Mountain, de Biljana Tutorov e Petar Glomazić (Sérvia/França/Montenegro/Eslovênia/Croácia)
NEXT
Aanikoobijigan [ancestor/great-grandparent/great-grandchild], de Adam Khalil e Zack Khalil (EUA/Dinamarca) BURN, de Makoto Nagahisa (Japão) Ghost in the Machine, de Valerie Veatch (EUA) If I Go Will They Miss Me, de Walter Thompson-Hernández (EUA) Jaripeo, de Efraín Mojica e Rebecca Zweig (México/EUA/França) Night Nurse, de Georgia Bernstein (EUA) The Incomer, de Louis Paxton (Reino Unido) TheyDream, de William David Caballero (EUA) zi, de Kogonada (EUA)
PREMIERES
Antiheroine, de Edward Lovelace e James Hall (EUA/Reino Unido) Chasing Summer, de Josephine Decker (EUA) Frank & Louis, de Petra Biondina Volpe (Suíça/Reino Unido) Gail Daughtry and the Celebrity Sex Pass, de David Wain (EUA) Give Me the Ball!, de Liz Garbus e Elizabeth Wolff (EUA) I Want Your Sex, de Gregg Araki (EUA) In The Blink of An Eye, de Andrew Stanton (EUA) Jane Elliott Against the World, de Judd Ehrlich (EUA) Knife: The Attempted Murder of Salman Rushdie, de Alex Gibney (EUA) Once Upon A Time In Harlem, de William Greaves e David Greaves (EUA) Paralyzed by Hope: The Maria Bamford Story, de Judd Apatow e Neil Berkeley (EUA) Queen of Chess, de Rory Kennedy (EUA) See You When I See You, de Jay Duplass (EUA) The AI Doc: Or How I Became an Apocaloptimist, de Daniel Roher e Charlie Tyrell (EUA) The Brittney Griner Story, de Alexandria Stapleton (EUA) THE DISCIPLE, de Joanna Natasegara (EUA/Reino Unido) The Gallerist, de Cathy Yan (EUA) The History of Concrete, de John Wilson (EUA) The Invite, de Olivia Wilde (EUA) The Last First: Winter K2, de Amir Bar-Lev (EUA/Reino Unido) The Moment, de Aidan Zamiri (EUA) The Oldest Person in the World, de Sam Green (EUA) The Only Living Pickpocket in New York, de Noah Segan (EUA) The Shitheads, de Macon Blair (EUA) The Weight, de Padraic McKinley (EUA) Time and Water, de Sara Dosa (EUA/Islândia) Troublemaker, de Antoine Fuqua (África do Sul/EUA/Reino Unido) When A Witness Recants, de Dawn Porter (EUA) Wicker, de Eleanor Wilson e Alex Huston Fischer (EUA)
MIDNIGHT
Buddy, de Casper Kelly (EUA) Leviticus, de Adrian Chiarella (Austrália) Mum, I’m Alien Pregnant, de THUNDERLIPS (Nova Zelândia) Rock Springs, de Vera Miao (EUA/Canadá) Saccharine, de Natalie Erika James (Austrália) The Best Summer, de Tamra Davis (EUA/Austrália/Indonésia/Tailândia) undertone, de Ian Tuason (Canadá)
SPOTLIGHT
Broken English, de Jane Pollard e Iain Forsyth (Reino Unido) Tuner, de Daniel Roher (Canadá/EUA)
FAMILY MATINEE
Cookie Queens, de Alysa Nahmias (EUA) Fing!, de Jeffrey Walker (Austrália/Reino Unido)
SPECIAL SCREENINGS
The Story of Documentary Film, de Mark Cousins (Reino Unido)
*Clique aqui e conheça os curtas-metragens selecionados
Foram revelados na manhã desta segunda-feira, 08/12, os indicados ao 83º Globo de Ouro, um dos prêmios mais conhecidos do cinema e da TV. O anúncio foi realizado pelos atores Marlon Wayans e Skye P. Marshall ao lado de Helen Hoehne, presidente do Golden Globes.
Neste ano, o cinema brasileiro se destaca com o consagrado O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, em três categorias: melhor filme dramático, melhor ator em drama para Wagner Moura (o primeiro brasileiro a concorrer nesta categoria) e melhor filme em língua não inglesa.
Protagonizado por Wagner Moura, o longa é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo, interpretado por Moura, é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife, Pernambuco, em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. Estrelado por Tânia Maria, Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Udo Kier, Hermila Guedes, Thomás Aquino, Alice Carvalho e grande elenco, é uma coprodução entre Brasil (CinemaScópio Produções), França (MK Productions), Holanda (Lemming) e Alemanha (One Two Films) com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes.
O elenco completa-se com Isabél Zuaa, Edilson Silva, Suzy Lopes, Buda Lira, Carlos Francisco, Wilson Rabelo, Roney Villela, Rubens Santos, Albert Tenório, Ítalo Martins, Joalisson Cunha, Aline Marta, Enzo Nunes, Erivaldo Oliveira, Fabiana Pirro, Fafá Dantas, Geane Albuquerque, Gregorio Graziosi, Igor de Araújo, Isadora Ruppert, João Vitor Silva, Kaiony Venancio, Laura Lufési, Licínio Januário, Luciano Chirolli, Marcelo Valle, Márcio de Paula, Nivaldo Nascimento, Robério Diógenes e Robson Andrade. Produzido por Emilie Lesclaux, o filme já alcançou mais de 900 mil espectadores nos cinemas.
Além disso, outro destaque da lista foi Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson, que lidera com nove indicações, entre elas, melhor ator em comédia ou musical para Leonardo DiCaprio. Nas categorias televisivas, Adolescência e The White Lotus se destacaram.
A 83ª edição do Globo de Ouro homenageará a atriz e produtora Sarah Jessica Parker, premiada por Sex and the City, com o Carol Burnett Award; e a consagrada atriz britânica Helen Mirren, que já levou a estatueta por Losing Chase, Elizabeth I e A Rainha, com o Cecil B. DeMille Award.
Com mais de 300 votantes, de 75 países, entre eles, diversos brasileiros, o Globo de Ouro anunciará seus vencedores no dia 11 de janeiro de 2026 em cerimônia apresentada pela comediante e atriz Nikki Glaser.
Conheça os indicados ao Globo de Ouro 2026 nas categorias de cinema:
MELHOR FILME | DRAMA Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi Frankenstein, de Guillermo del Toro Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, de Chloé Zhao O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho Pecadores, de Ryan Coogler Valor Sentimental, de Joachim Trier
MELHOR FILME | COMÉDIA ou MUSICAL Blue Moon, de Richard Linklater Bugonoia, de Yorgos Lanthimos Marty Supreme, de Josh Safdie No Other Choice, de Park Chan-wook Nouvelle Vague, de Richard Linklater Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson
MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO Amélie et la métaphysique des tubes, de Liane-Cho Han Jin Kuang e Maïlys Vallade Arco, de Ugo Bienvenu Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito, de Hikaru Kondô e Haruo Sotozaki Elio, de Adrian Molina, Madeline Sharafian e Domee Shi Guerreiras do K-Pop, de Chris Appelhans e Maggie Kang Zootopia 2, de Jared Bush e Byron Howard
MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO INGLESA Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi (França) No Other Choice, de Park Chan-wook (Coreia do Sul) O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Brasil) Sirât, de Oliver Laxe (Espanha) The Voice of Hind Rajab, de Kaouther Ben Hania (Tunísia) Valor Sentimental, de Joachim Trier (Noruega)
MELHOR ATOR | DRAMA Dwayne Johnson, por Coração de Lutador Jeremy Allen White, por Springsteen: Salve-me do Desconhecido Joel Edgerton, por Sonhos de Trem Michael B. Jordan, por Pecadores Oscar Isaac, por Frankenstein Wagner Moura, por O Agente Secreto
MELHOR ATRIZ | DRAMA Eva Victor, por Sorry, Baby Jennifer Lawrence, por Morra, Amor Jessie Buckley, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet Julia Roberts, por Depois da Caçada Renate Reinsve, por Valor Sentimental Tessa Thompson, por Hedda
MELHOR ATOR | COMÉDIA ou MUSICAL Ethan Hawke, por Blue Moon George Clooney, por Jay Kelly Jesse Plemons, por Bugonia Lee Byung Hun, por No Other Choice Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra Timothée Chalamet, por Marty Supreme
MELHOR ATRIZ | COMÉDIA ou MUSICAL Amanda Seyfried, por O Testamento de Ann Lee Chase Infiniti, por Uma Batalha Após a Outra Cynthia Erivo, por Wicked: Parte II Emma Stone, por Bugonia Kate Hudson, por Song Sung Blue: Um Sonho a Dois Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
MELHOR ATOR COADJUVANTE Adam Sandler, por Jay Kelly Benicio Del Toro, por Uma Batalha Após a Outra Jacob Elordi, por Frankenstein Paul Mescal, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet Sean Penn, por Uma Batalha Após a Outra Stellan Skarsgård, por Valor Sentimental
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Amy Madigan, por A Hora do Mal Ariana Grande, por Wicked: Parte II Elle Fanning, por Valor Sentimental Emily Blunt, por Coração de Lutador Inga Ibsdotter Lilleaas, por Valor Sentimental Teyana Taylor, por Uma Batalha Após a Outra
MELHOR DIREÇÃO Chloé Zhao, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet Guillermo Del Toro, por Frankenstein Jafar Panahi, por Foi Apenas um Acidente Joachim Trier, por Valor Sentimental Paul Thomas Anderson, por Uma Batalha Após a Outra Ryan Coogler, por Pecadores
MELHOR ROTEIRO Foi Apenas um Acidente, escrito por Jafar Panahi Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, escrito por Maggie O’Farrell e Chloé Zhao Marty Supreme, escrito por Josh Safdie e Ronald Bronstein Pecadores, escrito por Ryan Coogler Uma Batalha Após a Outra, escrito por Paul Thomas Anderson Valor Sentimental, escrito por Joachim Trier e Eskil Vogt
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL F1: O Filme, por Hans Zimmer Frankenstein, por Alexandre Desplat Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Max Richter Pecadores, por Ludwig Göransson Sirât, por Kangding Ray Uma Batalha Após a Outra, por Jonny Greenwood
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL Dream as One, por Miley Cyrus, Simon Franglen, Mark Ronson e Andrew Wyatt (Avatar: Fogo e Cinzas) Golden, por Ejae, Mark Sonnenblick, Ido, 24 e Teddy (Guerreiras do K-Pop) I Lied to You, por Raphael Saadiq e Ludwig Göransson (Pecadores) No Place Like Home, por Stephen Schwartz (Wicked: Parte II) The Girl in the Bubble, por Stephen Schwartz (Wicked: Parte II) Train Dreams, por Nick Cave e Bryce Dessner (Sonhos de Trem)
CINEMATIC AND BOX OFFICE ACHIEVEMENT A Hora do Mal, de Zach Cregger Avatar: Fogo e Cinzas, de James Cameron F1: O Filme, de Joseph Kosinski Guerreiras do K-Pop, de Chris Appelhans e Maggie Kang Missão: Impossível – O Acerto Final, de Christopher McQuarrie Pecadores, de Ryan Coogler Wicked: Parte II, de Jon M. Chu Zootopia 2, de Jared Bush e Byron Howard
Wagner Moura: duas indicações para o ator brasileiro
A Broadcast Film Critics Association, maior organização de críticos americanos e canadenses, que conta com mais de 600 membros, anunciou nesta sexta-feira, 05/12, os indicados ao 31º Critics Choice Awards, importante premiação que elege os melhores da TV e do cinema.
Nesta edição, Pecadores, de Ryan Coogler, lidera a lista com 17 indicações, entre elas, a de melhor filme e melhor ator para Michael B. Jordan; Uma Batalha Após a Outra, dirigido por Paul Thomas Anderson, aparece na sequência com 14 indicações.
O cinema brasileiro se destaca com O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, em duas categorias: melhor filme em língua estrangeira e melhor ator para Wagner Moura, que também foi indicado como melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme para televisão por Ladrões de Drogas, da Apple TV.
O filme de Kleber Mendonça Filho, que também apareceu na shortlist do Critics Choice nas categorias de melhor elenco por Gabriel Domingues e melhor figurino para Rita Azevedo, é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo, interpretado por Moura, é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife, Pernambuco, em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. Estrelado por Tânia Maria, Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Udo Kier, Hermila Guedes, Thomás Aquino, Alice Carvalho e grande elenco, é uma coprodução entre Brasil (CinemaScópio Produções), França (MK Productions), Holanda (Lemming) e Alemanha (One Two Films) com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes.
O elenco completa-se com Isabél Zuaa, Edilson Silva, Suzy Lopes, Buda Lira, Carlos Francisco, Wilson Rabelo, Roney Villela, Rubens Santos, Albert Tenório, Ítalo Martins, Joalisson Cunha, Aline Marta, Enzo Nunes, Erivaldo Oliveira, Fabiana Pirro, Fafá Dantas, Geane Albuquerque, Gregorio Graziosi, Igor de Araújo, Isadora Ruppert, João Vitor Silva, Kaiony Venancio, Laura Lufési, Licínio Januário, Luciano Chirolli, Marcelo Valle, Márcio de Paula, Nivaldo Nascimento, Robério Diógenes e Robson Andrade. Produzido por Emilie Lesclaux, o filme já alcançou mais de 900 mil espectadores nos cinemas.
Além disso, vale destacar a presença do brasileiroAdolpho Veloso, indicado na categoria de melhor fotografia por Sonhos de Trem, da Netflix. Natural de São Paulo, Veloso já foi indicado ao prêmio da American Society of Cinematographers por seu trabalho em Jockey e conta com diversas obras em seu currículo, como: Mosquito, On Yoga: Arquitetura da Paz, Tungstênio, Rodantes, Becoming Elizabeth, entre outros. O fotógrafo, que também é membro da Associação Brasileira de Cinematografia, já está confirmado na equipe de Remain, novo filme de M. Night Shyamalan.
Nas categorias televisivas, Adolescência, Ninguém Quer, Abbott Elementary, All Her Fault, Como um Relâmpago, Devil in Disguise: John Wayne Gacy, Ladrões de Drogas, Ghosts, Hacks, Ruptura, A Diplomata, The Morning Show, The Pitt e O Estúdio se destacam.
Em comunicado oficial, Joey Berlin, CEO da Critics Choice Association, disse: “Estamos muito animados para dar início à temporada de premiações do ano novo, reunindo centenas de estrelas da TV, do cinema e do streaming em um ambiente glamoroso para a primeira grande premiação de 2026. Nossos votantes são críticos e jornalistas de entretenimento que ajudam o público a encontrar o melhor do melhor todos os dias, o ano todo. Suas opiniões coletivas são as mais informadas e confiáveis do setor. Estamos muito felizes em compartilhar este incrível grupo de indicados com o público do mundo todo e mal podemos esperar para celebrar as performances e projetos excepcionais deste ano”.
Os vencedores serão revelados no dia 4 de janeiro de 2026 em cerimônia apresentada pela atriz Chelsea Handler. Neste ano, quatro novas categorias foram adicionadas: melhor série de variedades, melhor design de dublês, melhor elenco e melhor som.
Conheça os indicados ao 31º Critics Choice Awards nas categorias de cinema:
MELHOR FILME Bugonia Frankenstein Hamnet: A Vida Antes de Hamlet Jay Kelly Marty Supreme Pecadores Sonhos de Trem Uma Batalha Após a Outra Valor Sentimental Wicked: Parte II
MELHOR ATOR Ethan Hawke, por Blue Moon Joel Edgerton, por Sonhos de Trem Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra Michael B. Jordan, por Pecadores Timothée Chalamet, por Marty Supreme Wagner Moura, por O Agente Secreto
MELHOR ATRIZ Amanda Seyfried, por O Testamento de Ann Lee Chase Infiniti, por Uma Batalha Após a Outra Emma Stone, por Bugonia Jessie Buckley, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet Renate Reinsve, por Valor Sentimental Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
MELHOR ATOR COADJUVANTE Adam Sandler, por Jay Kelly Benicio del Toro, por Uma Batalha Após a Outra Jacob Elordi, por Frankenstein Paul Mescal, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet Sean Penn, por Uma Batalha Após a Outra Stellan Skarsgård, por Valor Sentimental
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Amy Madigan, por A Hora do Mal Ariana Grande, por Wicked: Parte II Elle Fanning, por Valor Sentimental Inga Ibsdotter Lilleaas, por Valor Sentimental Teyana Taylor, por Uma Batalha Após a Outra Wunmi Mosaku, por Pecadores
MELHOR ATOR/ATRIZ JOVEM Cary Christopher, por A Hora do Mal Everett Blunck, por The Plague Jacobi Jupe, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet Miles Caton, por Pecadores Nina Ye, por A Garota Canhota Shannon Mahina Gorman, por Família de Aluguel
MELHOR ELENCO Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Nina Gold Jay Kelly, por Douglas Aibel e Nina Gold Marty Supreme, por Jennifer Venditti Pecadores, por Francine Maisler Uma Batalha Após a Outra, por Cassandra Kulukundis Wicked: Parte II, por Tiffany Little Canfield e Bernard Telsey
MELHOR DIREÇÃO Chloé Zhao, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet Guillermo del Toro, por Frankenstein Joachim Trier, por Valor Sentimental Josh Safdie, por Marty Supreme Paul Thomas Anderson, por Uma Batalha Após a Outra Ryan Coogler, por Pecadores
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL A Hora do Mal, escrito por Zach Cregger Jay Kelly, escrito por Noah Baumbach e Emily Mortimer Marty Supreme, escrito por Ronald Bronstein e Josh Safdie Pecadores, escrito por Ryan Coogler Sorry, Baby, escrito por Eva Victor Valor Sentimental, escrito por Eskil Vogt e Joachim Trier
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Bugonia, escrito por Will Tracy Frankenstein, escrito por Guillermo del Toro Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, escrito por Chloé Zhao e Maggie O’Farrell No Other Choice, escrito por Park Chan-wook, Lee Kyoung-mi, Don Mckellar e Jahye Lee Sonhos de Trem, escrito por Clint Bentley e Greg Kwedar Uma Batalha Após a Outra, escrito por Paul Thomas Anderson
MELHOR FOTOGRAFIA F1: O Filme, por Claudio Miranda Frankenstein, por Dan Laustsen Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Łukasz Żal Pecadores, por Autumn Durald Arkapaw Sonhos de Trem, por Adolpho Veloso Uma Batalha Após a Outra, por Michael Bauman
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Frankenstein, por Tamara Deverell e Shane Vieau Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Fiona Crombie e Alice Felton Marty Supreme, por Jack Fisk e Adam Willis Pecadores, por Hannah Beachler e Monique Champagne Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, por Kasra Farahani e Jille Azis Wicked: Parte II, por Nathan Crowley e Lee Sandales
MELHOR EDIÇÃO A Vizinha Perfeita, por Viridiana Lieberman Casa de Dinamite, por Kirk Baxter F1: O Filme, por Stephen Mirrione Marty Supreme, por Ronald Bronstein e Josh Safdie Pecadores, por Michael P. Shawver Uma Batalha Após a Outra, por Andy Jurgensen
MELHOR FIGURINO Frankenstein, por Kate Hawley Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Malgosia Turzanska Hedda, por Lindsay Pugh O Beijo da Mulher Aranha, por Colleen Atwood e Christine Cantella Pecadores, por Ruth E. Carter Wicked: Parte II, por Paul Tazewell
MELHOR PENTEADO E MAQUIAGEM A Hora do Mal, por Leo Satkovich, Melizah Wheat e Jason Collins Coração de Lutador, por Kazu Hiro, Felix Fox e Mia Neal Extermínio: A Evolução, por Flora Moody e John Nolan Frankenstein, por Mike Hill, Jordan Samuel e Cliona Furey Pecadores, por Siân Richards, Ken Diaz, Mike Fontaine e Shunika Terry Wicked: Parte II, por Frances Hannon, Mark Coulier e Laura Blount
MELHORES EFEITOS VISUAIS Avatar: Fogo e Cinzas, por Joe Letteri, Richard Baneham, Eric Saindon e Daniel Barrett F1: O Filme, por Ryan Tudhope, Nikeah Forde, Robert Harrington, Nicolas Chevallier, Eric Leven, Edward Price e Keith Dawson Frankenstein, por Dennis Berardi, Ayo Burgess, Ivan Busquets e José Granell Missão: Impossível – O Acerto Final, por Alex Wuttke, Ian Lowe, Jeff Sutherland e Kirstin Hall Pecadores, por Michael Ralla, Espen Nordahl, Guido Wolter e Donnie Dean Superman, por Stephane Ceretti, Enrico Damm, Stéphane Nazé e Guy Williams
MELHOR DESIGN DE DUBLÊ Bailarina, por Stephen Dunlevy, Kyle Gardiner, Jackson Spidell, Jeremy Marinas, Jan Petřina, Domonkos Párdányi e Kinga Kósa-Gavalda F1: O Filme, por Gary Powell, Luciano Bacheta e Craig Dolby Missão: Impossível – O Acerto Final, por Wade Eastwood Pecadores, por Andy Gill Tempo de Guerra, por Giedrius Nagys Uma Batalha Após a Outra, por Brian Machlei
MELHOR FILME DE COMÉDIA Amizade Tóxica Amores à Parte Corra que a Polícia Vem Aí! Eternidade O Esquema Fenício The Ballad of Wallis Island
MELHOR ANIMAÇÃO Amélie et la métaphysique des tubes Arco Elio Guerreiras do K-Pop Nos Seus Sonhos Zootopia 2
MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA A Garota Canhota, de Shih-Ching Tsou (Taiwan/França/EUA/Reino Unido) Belén, de Dolores Fonzi (Argentina) Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi (Irã/França/Luxemburgo/EUA) No Other Choice, de Park Chan-wook (Coreia do Sul) O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Brasil/França/Holanda/Alemanha) Sirât, de Oliver Laxe (Espanha)
MELHOR CANÇÃO Clothed by the Sun, por Daniel Blumberg (O Testamento de Ann Lee) Drive, por Ed Sheeran, John Mayer e Blake Slatkin (F1: O Filme) Golden, por Ejae, Mark Sonnenblick, Ido, 24 e Teddy (Guerreiras do K-Pop) I Lied to You, por Raphael Saadiq e Ludwig Göransson (Pecadores) The Girl in the Bubble, por Stephen Schwartz (Wicked: Parte II) Train Dreams, por Nick Cave e Bryce Dessner (Sonhos de Trem)
MELHOR TRILHA SONORA F1: O Filme, por Hans Zimmer Frankenstein, por Alexandre Desplat Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Max Richter Marty Supreme, por Daniel Lopatin Pecadores, por Ludwig Göransson Uma Batalha Após a Outra, por Jonny Greenwood
MELHOR SOM F1: O Filme, por Al Nelson, Gwendolyn Yates Whittle, Gary A. Rizzo, Juan Peralta e Gareth John Frankenstein, por Nathan Robitaille, Nelson Ferreira, Christian Cooke, Brad Zoern e Greg Chapman Pecadores, por Chris Welcker, Benny Burtt, Brandon Proctor, Steve Boeddeker, Felipe Pacheco e David V. Butler Sirât, por Laia Casanovas Tempo de Guerra, por Mitch Low, Glenn Freemantle, Ben Barker, Howard Bargroff e Richard Spooner Uma Batalha Após a Outra, por Jose Antonio Garcia, Christopher Scarabosio e Tony Villaflor
Alice Carvalho em O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho
A National Board of Review, importante e tradicional organização de críticos de cinema dos Estados Unidos, fundada em 1909, divulga, desde 1932, uma lista anual com os melhores da indústria cinematográfica. Neste ano, 265 filmes foram analisados por um seleto grupo de cineastas, cinéfilos, profissionais e acadêmicos da sétima arte e muitos dos quais foram seguidos por discussões aprofundadas com diretores, atores, produtores e roteiristas.
Em comunicado oficial, Annie Schulhof, presidente da NBR, falou sobre o grande vencedor deste ano: “Paul Thomas Anderson é um dos grandes nomes do cinema contemporâneo. Ele criou um filme ousado, engraçado e emocionante, que é, de alguma forma, um dos filmes mais importantes sobre o mundo em que vivemos e também uma história lúdica e terna sobre a conexão entre um pai e uma filha através de alguns dos eventos mais inusitados que se possa imaginar. O NBR tem a honra de celebrar este filme absolutamente notável”.
Neste ano, o cinema brasileiro marca presença com o consagrado O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, que aparece entre os cinco melhores filmes internacionais de 2025. Protagonizado por Wagner Moura, o longa é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo, interpretado por Moura, é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife, Pernambuco, em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. Estrelado por Tânia Maria, Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Udo Kier, Hermila Guedes, Thomás Aquino, Alice Carvalho e grande elenco, é uma coprodução entre Brasil (CinemaScópio Produções), França (MK Productions), Holanda (Lemming) e Alemanha (One Two Films) com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes.
O elenco completa-se com Isabél Zuaa, Edilson Silva, Suzy Lopes, Buda Lira, Carlos Francisco, Wilson Rabelo, Roney Villela, Rubens Santos, Albert Tenório, Ítalo Martins, Joalisson Cunha, Aline Marta, Enzo Nunes, Erivaldo Oliveira, Fabiana Pirro, Fafá Dantas, Geane Albuquerque, Gregorio Graziosi, Igor de Araújo, Isadora Ruppert, João Vitor Silva, Kaiony Venancio, Laura Lufési, Licínio Januário, Luciano Chirolli, Marcelo Valle, Márcio de Paula, Nivaldo Nascimento, Robério Diógenes e Robson Andrade. Produzido por Emilie Lesclaux, o filme já alcançou mais de 900 mil espectadores nos cinemas.
A NBR Awards Gala, cerimônia de entrega dos prêmios, está marcada para o dia 13 de janeiro de 2026 em Nova York, com apresentação de Willie Geist.
Confira os melhores do cinema em 2025 segundo a National Board of Review:
MELHOR FILME Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson
MELHOR DIREÇÃO Paul Thomas Anderson, por Uma Batalha Após a Outra
MELHOR ATOR Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
MELHOR ATRIZ Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
MELHOR ATOR COADJUVANTE Benicio Del Toro, por Uma Batalha Após a Outra
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Inga Ibsdotter Lilleaas, por Valor Sentimental
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Pecadores, escrito por Ryan Coogler
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Sonhos de Trem, escrito por Clint Bentley e Greg Kwedar
ATUAÇÃO REVELAÇÃO Chase Infiniti, por Uma Batalha Após a Outra
MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE Eva Victor, por Sorry, Baby
MELHOR FILME INTERNACIONAL Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi (Irã/França/Luxemburgo/EUA)
MELHOR DOCUMENTÁRIO Cover-Up, de Mark Obenhaus e Laura Poitras
MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO Arco, de Ugo Bienvenu
NBR FREEDOM OF EXPRESSION AWARD Com a Alma na Mão, Caminha, de Sepideh Farsi
EXCELÊNCIA EM FOTOGRAFIA Autumn Durald Arkapaw, por Pecadores
MELHOR EQUIPE DE DUBLÊ Missão: Impossível – O Acerto Final
MELHORES FILMES DO ANO Avatar: Fogo e Cinzas, de James Cameron F1: O Filme, de Joseph Kosinski Família de Aluguel, de Hikari Frankenstein, de Guillermo del Toro Jay Kelly, de Noah Baumbach Marty Supreme, de Josh Safdie Pecadores, de Ryan Coogler Sonhos de Trem, de Clint Bentley Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out, de Rian Johnson Wicked: Parte II, de Jon M. Chu
TOP 5 FILMES INTERNACIONAIS A Garota Canhota, de Shih-Ching Tsou (Taiwan) Ástin sem eftir er (The Love That Remains), de Hlynur Pálmason (Islândia) O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Brasil) Sirât, de Oliver Laxe (Espanha) Valor Sentimental, de Joachim Trier (Noruega)
TOP 5 DOCUMENTÁRIOS 2000 Meters to Andriivka, de Mstyslav Chernov Embaixo da Luz de Neon, de Ryan White My Mom Jayne, de Mariska Hargitay Natchez, de Suzannah Herbert Orwell: 2+2=5, de Raoul Peck
TOP 10 FILMES INDEPENDENTES Amizade Tóxica, de Andrew DeYoung Bom Menino, de Ben Leonberg Faça Ela Voltar, de Danny Philippou e Michael Philippou Pai Mãe Irmã Irmão, de Jim Jarmusch Rebuilding, de Max Walker-Silverman Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, de Mary Bronstein Sorry, Baby, de Eva Victor The Baltimorons, de Jay Duplass The Mastermind, de Kelly Reichardt Urchin, de Harris Dickinson
Suzy Lopes, Fafá Dantas, Wagner Moura e Geane Albuquerque em O Agente Secreto
Foram revelados nesta quarta-feira, 03/12, os indicados ao Independent Spirit Awards 2026, prêmio que elege as melhores produções cinematográficas e televisivas independentes do ano. A cerimônia de premiação da 41ª edição acontecerá no dia 15 de fevereiro de 2026 no Hollywood Palladium.
Em comunicado oficial, Brenda Robinson, presidente interina do Film Independent, disse: “O trabalho notável e inspirador produzido pelos nossos artistas indicados este ano demonstra tanto a incrível amplitude quanto a natureza essencial da arte independente criada atualmente. Esses artistas demonstram brilhantemente que não há limites para os lugares onde os contadores de histórias podem encontrar drama, humor e beleza, ao mesmo tempo que desafiam o público a permanecer engajado e curioso, para proteger o espaço onde a arte independente pode prosperar”.
Neste ano, o drama biográfico Peter Hujar’s Day, dirigido por Ira Sachs, lidera a lista com cinco indicações, entre elas, a de melhor filme. Nas categorias televisivas, Adolescência, Efeitos Colaterais, Para Sempre, Mr Loverman e Ao Norte do Norte se destacam.
O cinema brasileiro marca presença com o consagrado O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, na categoria de melhor filme internacional. Protagonizado por Wagner Moura, o filme é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo, interpretado por Moura, é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife, Pernambuco, em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. Estrelado por Tânia Maria, Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Udo Kier, Hermila Guedes, Thomás Aquino, Alice Carvalho e grande elenco, é uma coprodução entre Brasil (CinemaScópio Produções), França (MK Productions), Holanda (Lemming) e Alemanha (One Two Films) com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes.
O elenco completa-se com Isabél Zuaa, Edilson Silva, Suzy Lopes, Buda Lira, Carlos Francisco, Wilson Rabelo, Roney Villela, Rubens Santos, Albert Tenório, Ítalo Martins, Joalisson Cunha, Aline Marta, Enzo Nunes, Erivaldo Oliveira, Fabiana Pirro, Fafá Dantas, Geane Albuquerque, Gregorio Graziosi, Igor de Araújo, Isadora Ruppert, João Vitor Silva, Kaiony Venancio, Laura Lufési, Licínio Januário, Luciano Chirolli, Marcelo Valle, Márcio de Paula, Nivaldo Nascimento, Robério Diógenes e Robson Andrade. Produzido por Emilie Lesclaux, o filme já alcançou mais de 900 mil espectadores nos cinemas.
Além disso, vale destacar a presença do brasileiroAdolpho Veloso, indicado na categoria de melhor fotografia por Sonhos de Trem, da Netflix; o longa, protagonizado por Joel Edgerton, recebeu outras três indicações. Natural de São Paulo, Veloso já foi indicado ao prêmio da American Society of Cinematographers por seu trabalho em Jockey e conta com diversas obras em seu currículo, como: Mosquito, On Yoga: Arquitetura da Paz, Tungstênio, Rodantes, Becoming Elizabeth, entre outros. O fotógrafo, que também é membro da Associação Brasileira de Cinematografia, já está confirmado na equipe de Remain, novo filme de M. Night Shyamalan.
Os comitês de indicações do Spirit Awards, conhecido como o Oscar do cinema independente, selecionaram indicados de 18 países com orçamentos variando entre US$ 35.000 e US$ 20 milhões. Os membros contam com roteiristas, diretores, produtores, diretores de fotografia, editores, atores, críticos, diretores de elenco, programadores de festivais e outros profissionais da sétima arte.
Conheça os indicados ao 41º Independent Spirit Awards nas categorias de cinema:
MELHOR FILME Peter Hujar’s Day, produzido por Jonah Disend e Jordan Drake Sonhos de Trem, produzido por Michael Heimler, Will Janowitz, Marissa McMahon, Ashley Schlaifer e Teddy Schwarzman Sorry, Baby, produzido por Mark Ceryak, Barry Jenkins e Adele Romanski The Plague, produzido por Derek Dauchy, Joel Edgerton, Roy Lee, Lucy McKendrick, Steven Schneider e Lizzie Shapiro Twinless: Um Gêmeo a Menos, produzido por David Permut e James Sweeney
MELHOR FILME DE ESTREIA Blue Sun Palace, de Constance Tsang Dust Bunny, de Bryan Fuller East of Wall, de Kate Beecroft Lurker, de Alex Russell Um Dia Daqueles, de Lawrence Lamont
MELHOR DIREÇÃO Clint Bentley, por Sonhos de Trem Eva Victor, por Sorry, Baby Ira Sachs, por Peter Hujar’s Day Lloyd Lee Choi, por Lucky Lu Mary Bronstein, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
MELHOR ROTEIRO A Little Prayer, escrito por Angus MacLachlan Amores à Parte, escrito por Michael Angelo Covino e Kyle Marvin Soberano, escrito por Christian Swegal Sorry, Baby, escrito por Eva Victor Twinless: Um Gêmeo a Menos, escrito por James Sweeney
MELHOR ROTEIRO DE ESTREIA Amizade Tóxica, escrito por Andrew DeYoung Blue Sun Palace, escrito por Constance Tsang Lurker, escrito por Alex Russell Outerlands, escrito por Elena Oxman Um Dia Daqueles, escrito por Syreeta Singleton
MELHOR INTERPRETAÇÃO Ben Whishaw, por Peter Hujar’s Day Chang Chen, por Lucky Lu Dylan O’Brien, por Twinless: Um Gêmeo a Menos Everett Blunck, por The Plague Joel Edgerton, por Sonhos de Trem Kathleen Chalfant, por Toque Familiar Keke Palmer, por Um Dia Daqueles Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria Tessa Thompson, por Hedda Théodore Pellerin, por Lurker
MELHOR INTERPRETAÇÃO COADJUVANTE Archie Madekwe, por Lurker Haipeng Xu, por Blue Sun Palace Jacob Tremblay, por Soberano Jane Levy, por A Little Prayer Kali Reis, por Rebuilding Kirsten Dunst, por O Bom Bandido Naomi Ackie, por Sorry, Baby Nina Hoss, por Hedda Rebecca Hall, por Peter Hujar’s Day Zoey Deutch, por Nouvelle Vague
MELHOR INTERPRETAÇÃO REVELAÇÃO Kayo Martin, por The Plague Liz Larsen, por The Baltimorons Misha Osherovich, por She’s the He SZA, por Um Dia Daqueles Tabatha Zimiga, por East of Wall
MELHOR DOCUMENTÁRIO A Vizinha Perfeita, de Geeta Gandbhir Embaixo da Luz de Neon, de Ryan White Endless Cookie, de Peter Scriver My Undesirable Friends: Part I – Last Air in Moscow, de Julia Loktev The Tale of Silyan, de Tamara Kotevska
MELHOR FILME INTERNACIONAL Allly baqi mink (All That’s Left of You), de Cherien Dabis (Palestina/Jordânia/Alemanha/Chipre) O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Brasil) On Becoming a Guinea Fowl, de Rungano Nyoni (Zâmbia/Reino Unido/Irlanda) Sirât, de Oliver Laxe (Espanha) Un poeta, de Simón Mesa Soto (Colômbia)
MELHOR FOTOGRAFIA Blue Sun Palace, por Norm Li Dust Bunny, por Nicole Hirsch Whitaker Peter Hujar’s Day, por Alex Ashe Sonhos de Trem, por Adolpho Veloso Tempo de Guerra, por David J. Thompson
MELHOR EDIÇÃO Amores à Parte, por Sara Shaw Bom Menino, por Ben Leonberg Eephus, por Carson Lund O Testamento de Ann Lee, por Sofía Subercaseaux Tempo de Guerra, por Fin Oates
PRÊMIO JOHN CASSAVETES Boys Go to Jupiter, de Julian Glander Eephus, de Carson Lund Esta Isla, de Cristian Carretero e Lorraine Jones Molina The Baltimorons, de Jay Duplass Toque Familiar, de Sarah Friedland
PRODUCERS AWARD Emma Hannaway Luca Intili Tony Yang
SOMEONE TO WATCH AWARD Annapurna Sriram, diretora de Fucktoys Neo Sora, diretor de Happyend Tatti Ribeiro, diretora de Valentina
TRUER THAN FICTION AWARD Brittany Shyne, diretora de Seeds Rajee Samarasinghe, diretor de Your Touch Makes Others Invisible Tony Benna, diretor de André is an Idiot
PRÊMIO ROBERT ALTMAN | MELHOR ELENCO A Longa Marcha: Caminhe ou Morra, de Francis Lawrence Direção de elenco: Rich Delia Elenco: Judy Greer, Mark Hamill, Cooper Hoffman, David Jonsson, Tut Nyuot, Joshua Odjick, Charlie Plummer, Ben Wang e Garrett Wareing
Wagner Moura em O Agente Secreto: ator e filme premiados
O New York Film Critics Circle conta com um seleto e respeitado grupo de críticos e jornalistas que elege as melhores produções do ano, tornando-se um termômetro para a temporada de premiações. O evento surgiu com o objetivo de defender filmes que poderiam ser desprezados pelo público e também pela indústria do entretenimento.
Os críticos de Nova York elegem os melhores do cinema desde 1935 e, inicialmente, eram conhecidos por premiar filmes que de certa forma eram injustiçados pelo Oscar, que realizou sua primeira cerimônia em 1929. Cidadão Kane, de Orson Welles, por exemplo, foi eleito o melhor filme de 1941 pelos críticos e não recebeu a famosa estatueta dourada da Academia. O mesmo aconteceu com Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick, em 1971; Os Bons Companheiros, de Martin Scorsese, em 1990; entre outros.
Neste ano, o cinema brasileiro ganha destaque no New York Film Critics Circle Awards com O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, que foi eleito o melhor filme internacional do ano e rendeu também o prêmio de melhor ator para Wagner Moura. Em 2020, Kleber venceu nesta mesma categoria, ao lado de Juliano Dornelles, por Bacurau. Na história da premiação do NYFCC, o Brasil já foi premiado outras vezes: em 1981 com Pixote: A Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco; e em 2003 com Cidade de Deus, de Fernando Meirelles e Kátia Lund.
Premiado no Festival de Cannes, O Agente Secreto é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo, interpretado por Moura, é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife, Pernambuco, em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. Estrelado por Tânia Maria, Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Udo Kier, Hermila Guedes, Thomás Aquino, Alice Carvalho e grande elenco, é uma coprodução entre Brasil (CinemaScópio Produções), França (MK Productions), Holanda (Lemming) e Alemanha (One Two Films) com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes.
O elenco completa-se com Isabél Zuaa, Edilson Silva, Suzy Lopes, Buda Lira, Carlos Francisco, Wilson Rabelo, Roney Villela, Rubens Santos, Albert Tenório, Ítalo Martins, Joalisson Cunha, Aline Marta, Enzo Nunes, Erivaldo Oliveira, Fabiana Pirro, Fafá Dantas, Geane Albuquerque, Gregorio Graziosi, Igor de Araújo, Isadora Ruppert, João Vitor Silva, Kaiony Venancio, Laura Lufési, Licínio Januário, Luciano Chirolli, Marcelo Valle, Márcio de Paula, Nivaldo Nascimento, Robério Diógenes e Robson Andrade. Produzido por Emilie Lesclaux, o filme já alcançou mais de 900 mil espectadores nos cinemas.
Vale destacar que vinte anos antes da Academia começar a entregar o Oscar de melhor filme internacional, o NYFCC já reconhecia e celebrava filmes de outros países, incluindo: os franceses A Grande Ilusão, de Jean Renoir, em 1938, e As Diabólicas, de Henri-Georges Clouzot, em 1955; o italiano Roma, Cidade Aberta, de Roberto Rossellini, em 1946; entre outros.
Confira a lista completa com os vencedores do New York Film Critics Circle Awards 2025:
MELHOR FILME Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson
MELHOR DIREÇÃO Jafar Panahi, por Foi Apenas um Acidente
MELHOR ROTEIRO Marty Supreme, escrito por Josh Safdie e Ronald Bronstein
MELHOR ATRIZ Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
MELHOR ATOR Wagner Moura, por O Agente Secreto
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Amy Madigan, por A Hora do Mal
MELHOR ATOR COADJUVANTE Benicio Del Toro, por Uma Batalha Após a Outra
MELHOR FOTOGRAFIA Pecadores, por Autumn Durald Arkapaw
MELHOR ANIMAÇÃO Guerreiras do K-Pop, de Chris Appelhans e Maggie Kang
MELHOR DOCUMENTÁRIO My Undesirable Friends: Part I – Last Air in Moscow, de Julia Loktev
MELHOR FILME INTERNACIONAL O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Brasil)
MELHOR PRIMEIRO FILME Eephus, de Carson Lund
PRÊMIO ESPECIAL Museum of the Moving Image Screen Slate
STUDENT PRIZES London Xhudo (NYU) Tan Zhiyuan (The New School)
Jafar Panahi, diretor de Foi Apenas um Acidente: três prêmios
Foram anunciados nesta segunda-feira, 01/12, no Cipriani Wall Street, em Nova York, os vencedores da 35ª edição do Gotham Awards, um dos principais prêmios do cinema independente, organizado pela IFP, Independent Filmmaker Project, que dá início à temporada de premiações.
Neste ano, Foi Apenas um Acidente, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes e dirigido pelo cineasta iraniano Jafar Panahi, se destacou com três prêmios, entre eles, melhor filme internacional. Vale destacar que no mesmo dia da premiação, o diretor foi condenado pelo Irã a um ano de prisão e proibido de viajar para fora do país por dois anos. Em um de seus discursos, disse: “Dedico aos cineastas independentes do Irã e de todo o mundo. Espero que esta dedicatória seja considerada uma pequena homenagem a todos os cineastas que foram privados do direito de ver e de serem vistos, mas que continuam a criar e a existir”.
Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson, que liderava a lista com seis indicações, levou o principal prêmio da noite: melhor filme. No palco, o diretor dedicou o prêmio para sua esposa, a atriz Maya Rudolph: “Há 24 anos, no dia 1º de dezembro, eu conheci uma mulher que me tornou um cineasta melhor. Obrigado, Maya!”.
O Brasil também estava na disputa desta 35ª edição com O Agente Secreto nas categorias de melhor roteiro original, escrito por Kleber Mendonça Filho, e melhor atuação para Wagner Moura. Porém, o filme brasileiro, infelizmente, não foi premiado. Ainda assim, Moura subiu ao palco e apresentou a categoria de melhor direção revelação ao lado de Rose Byrne.
Além dos prêmios, a noite contou também com homenagens: a atriz e cantora Tessa Thompson foi honrada com o Spotlight Tribute; o elenco de Pecadores recebeu o Ensemble Tribute; Guillermo del Toro, Oscar Isaac e Jacob Elordi, de Frankenstein, foram homenageados com o Vanguard Tribute; o cineasta Noah Baumbach recebeu o Director Tribute; Luca Guadagnino e Julia Roberts, de Depois da Caçada, foram honrados com o Visionary Tribute; Kate Hudson e Hugh Jackman, de Song Sung Blue: Um Sonho a Dois, receberam o Musical Tribute; e Jeremy Allen White e Scott Cooper, de Springsteen: Salve-me do Desconhecido, foram homenageados com o Cultural Icon Tribute.
Conheça os vencedores do Gotham Awards 2025:
MELHOR FILME Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson
MELHOR DIREÇÃO Jafar Panahi, por Foi Apenas um Acidente
MELHOR DOCUMENTÁRIO My Undesirable Friends: Part I – Last Air in Moscow, de Julia Loktev
MELHOR FILME INTERNACIONAL Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi (Irã/França/Luxemburgo/EUA)
MELHOR DIREÇÃO REVELAÇÃO Akinola Davies Jr., por My Father’s Shadow
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Foi Apenas um Acidente, escrito por Jafar Panahi
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Pillion, escrito por Harry Lighton
MELHOR ATUAÇÃO Sopé Dìrísù, por My Father’s Shadow
MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE Wunmi Mosaku, por Pecadores
ATUAÇÃO REVELAÇÃO Abou Sangaré, por A História de Souleymane
Harry Melling e Alexander Skarsgård em Pillion: filme consagrado
O British Independent Film Awards foi criado em 1998 por Elliot Grove e Suzanne Ballantyne, fundadores do Raindance Film Festival, com o objetivo de celebrar o cinema britânico financiado de forma independente, homenageando novos talentos e promovendo tais produções para o grande público.
Neste ano, em sua 28ª edição, os vencedores do BIFA 2025 foram anunciados no domingo, 30/11, em Londres, em cerimônia apresentada pelas comediantes Lou Sanders e Harriet Kemsley. Dirigido por Harry Lighton, o longa Pillion se consagrou com quatro prêmios, entre eles, melhor filme britânico independente.
Os premiados nas categorias técnicas do British Independent Film Awards foram revelados anteriormente e vale destacar a presença da brasileiraDiandra Ferreira, que levou o prêmio de melhor maquiagem e penteado por Pillion. Formada em Cinema pela PUC, no Rio de Janeiro, Diandra foi morar no Reino Unido, em 2014, e já acumula diversos trabalhos em seu currículo, entre eles, o filme Bob Marley: One Love e a série Heartstopper, da Netflix.
Além disso, a consagrada atriz britânica Emily Watson, indicada ao Oscar por Ondas do Destino e Hilary e Jackie, foi homenageada com o Prêmio Richard Harris por sua contribuição artística ao cinema britânico: “Vocês, pensadores críticos, criativos e independentes, vão nos salvar quando as histórias que nos contam, sobre nós ou por nós, forem todas impulsionadas por um algoritmo voraz e faminto. A verdade incômoda dessas histórias é o nosso suporte vital”, disse em seu discurso.
Conheça os vencedores do British Independent Film Awards 2025:
MELHOR FILME BRITÂNICO INDEPENDENTE Pillion, de Harry Lighton
MELHOR DOCUMENTÁRIO A Want in Her, de Myrid Carten
MELHOR FILME INTERNACIONAL INDEPENDENTE Valor Sentimental, de Joachim Trier (Noruega)
MELHOR ROTEIRO The Ballad of Wallis Island, escrito por Tom Basden e Tim Key
MELHOR DIREÇÃO Akinola Davies Jr., por My Father’s Shadow
MELHOR INTERPRETAÇÃO Robert Aramayo, por I Swear
MELHOR INTERPRETAÇÃO CONJUNTA Tempo de Guerra, com D’Pharaoh Woon-A-Tai, Will Poulter, Cosmo Jarvis, Kit Connor, Finn Bennett, Joseph Quinn e Charles Melton
MELHOR INTERPRETAÇÃO PROTAGONISTA CONJUNTA Tim Key e Tom Basden, por The Ballad of Wallis Island
MELHOR INTERPRETAÇÃO COADJUVANTE Jay Lycurgo, por Steve
MELHOR INTERPRETAÇÃO REVELAÇÃO Posy Sterling, por Lollipop
MELHOR ELENCO I Swear, por Lauren Evans
MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | PRÊMIO DOUGLAS HICKOX Cal McMau, por Wasteman
MELHOR ROTEIRISTA ESTREANTE Harry Lighton, por Pillion
MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | DOCUMENTÁRIO Myrid Carten, por A Want in Her
MELHOR FOTOGRAFIA Morra, Amor, por Seamus McGarvey
MELHOR FIGURINO Pillion, por Grace Snell
MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO Pillion, por Diandra Ferreira
MELHOR EDIÇÃO Tempo de Guerra, por Fin Oates
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL The Ballad of Wallis Island, por Tom Basden e Adem Ilhan
MELHOR SUPERVISÃO MUSICAL Morra, Amor, por Raife Burchell e Ian Neil
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO A Colheita, por Nathan Parker
MELHOR SOM Tempo de Guerra, por Glenn Freemantle, Mitch Low, Howard Bargroff, Ben Barker e Richard Spooner
MELHORES EFEITOS Tempo de Guerra, por Simon Stanley-Clamp e Ryan Conder
RAINDANCE MAVERICK AWARD A Want in Her, de Myrid Carten
PRODUTOR REVELAÇÃO Dhiraj Mahey, por Ish
MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO Magid/Zafar, de Luís Hindman
Tânia Maria em O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho
Fundada em 1951, a revista francesa Cahiers du Cinéma é considera uma das mais prestigiadas publicações sobre a sétima arte. Como de costume, a redação divulga em dezembro a aguardada lista com os 10 melhores filmes do ano.
Para os críticos da revista, o melhor filme de 2025 foi o docudrama Tardes de soledad, do cineasta espanhol Albert Serra, que faz um retrato provocativo e hipnótico das touradas centrado no jovem toureiro peruano Andrés Roca Rey. O longa foi o grande vencedor do Festival de San Sebastián do ano passado e levou a Concha de Ouro.
Vale destacar a presença do brasileiroO Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, que aparece em quarto lugar na lista; o filme, aliás, é a capa da edição de dezembro. Protagonizado por Wagner Moura, o longa foi consagrado no Festival de Cannes com os prêmios de melhor direção e melhor ator. Este é o terceiro título de Kleber na lista da Cahiers du Cinéma: em 2016 apareceu com Aquarius e em 2019 com Bacurau, codirigido por Juliano Dornelles.
E mais: O Riso e a Faca, do cineasta português Pedro Pinho, aparece em quinto lugar entre os melhores filmes de 2025. Batizado a partir de uma música homônima do músico cantor e compositor baiano Tom Zé, o longa foi rodado na Guiné-Bissau e no deserto da Mauritânia entre fevereiro de 2022 e janeiro de 2024 e é coproduzido pela brasileira Bubbles Project, com distribuição no Brasil da Vitrine Filmes.
Nas listas individuais dos críticos votantes, o cinema brasileiro também marcou presença com: Morte e Vida Madalena, de Guto Parente, e Suçuarana, de Clarissa Campolina e Sergio Borges, por Claire Allouche; e A Queda do Céu, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, por Thierry Méranger.
Sobre a lista, o editorial diz: “Compilar nosso Top 10 foi particularmente difícil, já que o outono trouxe diversas surpresas agradáveis e pintou um retrato sombrio de um mundo abalado por níveis sem precedentes de violência política”. A publicação também destacou os trabalhos de Cindy Sherman, fotógrafa e diretora norte-americana, e do engenheiro de som Stéphane Thiébaut, de A Substância, Titane e Ainda Estou Aqui, e o último mês do 130º aniversário da invenção do cinema.
Conheça o Top 10 de 2025 da Cahiers du Cinéma, publicado no editorial da 826ª edição:
1º: Tardes de soledad, de Albert Serra (Espanha/França/Portugal) 2º: Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson (EUA) 3º: Ken (Yes/Oui), de Nadav Lapid (França/Chipre/Alemanha/Israel) 4º: O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Brasil/França/Holanda/Alemanha) 5º: O Riso e a Faca, de Pedro Pinho (França/Portugal/Brasil/Romênia) 6º: L’aventura, de Sophie Letourneur (França) 7º: Sept promenades avec Mark Brown, de Vincent Barré e Pierre Creton (França) 8º: Nouvelle Vague, de Richard Linklater (França/EUA) 9º: Laurent dans le vent, de Anton Balekdjian, Léo Couture e Mattéo Eustachon (França) 10º: Miroirs No. 3, de Christian Petzold (Alemanha)
Foram anunciados na noite desta segunda-feira, 24/11, em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, os vencedores da 12ª edição da Mostra de Cinema de Gostoso. A cerimônia de encerramento aconteceu na sala de cinema montada ao ar livre nas areias da Praia do Maceió.
Durante cinco dias, o evento atraiu um público recorde superior a 8 mil pessoas, que vibraram com uma programação cinematográfica diversificada e de alta qualidade. A noite de encerramento foi o ponto alto, com a aguardada cerimônia de premiação que revelou os filmes vencedores de 2025, seguida pela exibição especial do longa documental Dona Onete: Meu Coração Nesse Pedacinho Aqui, da diretora Mini Kerti.
Os diretores da Mostra, Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld, conduziram a cerimônia, que premiou talentos e produções em diversas categorias escolhidos tanto pelo Júri Popular quanto pelo Júri da Imprensa; a atriz potiguar Tânia Maria, de O Agente Secreto, e o ator Matheus Nachtergaele abriram os envelopes. Os vencedores receberam o Troféu Cascudo, em homenagem ao folclorista potiguar Luís da Câmara Cascudo.
Além das premiações tradicionais, do público e imprensa, também foram entregues os prêmios Mistika e DOT no valor total de R$ 8.000,00 em serviços de pós-produção para um curta-metragem; e R$ 30.000,00 em serviços de pós-produção para um longa-metragem. Neste ano, a Heco Produções, o CDHEC e a Mostra de Cinema de Gostoso, em parceria com a O2 Pós e o apoio da Secretaria Estadual de Cultura do Rio Grande do Norte, entregaram dois prêmios de finalização para longas-metragens potiguares realizados a partir da Lei Paulo Gustavo.
Conheça os vencedores da Mostra de Cinema de Gostoso 2025:
MELHOR LONGA-METRAGEM | JÚRI POPULAR Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia (MG)
MELHOR CURTA-METRAGEM | JÚRI POPULAR Pupá, de Osani (RN)
PRÊMIO DA IMPRENSA | LONGA-METRAGEM A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo (DF)
PRÊMIO DA IMPRENSA | CURTA-METRAGEM Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini (RJ)
PRÊMIO DOT Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia (MG) Ressonância, de Anna Zêpa (RN)
PRÊMIO MISTIKA A Nave que Nunca Pousa, de Ellen Morais (PB) Morte e Vida Madalena, de Guto Parente (CE)
PRÊMIO O2 PÓS Almeidinha, de Gustavo Guedes e Júlio Castro Paradiso, de Davi Revodero