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28º Costume Designers Guild Awards: conheça os indicados ao prêmio do Sindicato dos Figurinistas

por: Cinevitor
Mia Goth em Frankenstein, de Guillermo del Toro

Fundado em 1953, o Sindicato dos Figurinistas, Costume Designers Guild, começou com um grupo de 30 pessoas e hoje conta com mais de 900 membros. Desde 1999, realiza o CDG Awards, premiação anual que elege os melhores figurinos da TV e do cinema.

Na primeira edição do prêmio, Judianna Makovsky foi premiada por seu trabalho em Pleasantville: A Vida em Preto e Branco, que foi indicada ao Oscar, mas perdeu para Shakespeare Apaixonado. Na última edição, Paul Tazewell, de Wicked, levou o prêmio do Sindicato e também a estatueta dourada, tornando-se o primeiro homem negro a vencer nesta categoria no prêmio da Academia

Os vencedores da 28ª edição serão anunciados no dia 12 de fevereiro de 2026 em Los Angeles. Como de costume, a premiação também homenageia nomes relevantes do entretenimento, que serão revelados em breve.

Conheça os indicados ao Costume Designers Guild Awards 2026 nas categorias de cinema:

EXCELÊNCIA EM FILME CONTEMPORÂNEO
A Hora do Mal, por Trish Summerville
Bugonia, por Jennifer Johnson
F1: O Filme, por Julian Day
Uma Batalha Após a Outra, por Colleen Atwood
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out, por Jenny Eagan

EXCELÊNCIA EM FILME DE ÉPOCA
Downton Abbey: O Grande Final, por Anna Mary Scott Robbins
Frankenstein, por Kate Hawley
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Malgosia Turzanska
Hedda, por Lindsay Pugh
Pecadores, por Ruth E. Carter

EXCELÊNCIA EM FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA ou FANTASIA
Avatar: Fogo e Cinzas, por Deborah L. Scott
Como Treinar o Seu Dragão, por Lindsay Pugh
Thunderbolts*, por Sanja Milkovic Hays
Tron: Ares, por Christine Bieselin Clark e Alix Friedberg
Wicked: Parte II, por Paul Tazewell

Foto: Ken Woroner/Netflix.

Fest Aruanda 2025: conheça os vencedores

por: Cinevitor
Ingrid Trigueiro e Luiz Carlos Vasconcelos: paraibanos premiados 

Foram anunciados nesta quarta-feira, 10/12, em cerimônia apresentada por Jãmarrí Nogueira, no Cinépolis Manaira Shopping, em João Pessoa, na Paraíba, os vencedores da 20ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Internacional da Paraíba

Neste ano, os longas Cyclone, de Flavia Castro, e Batguano Returns: Roben na Estrada, de Frederico Benevides e Tavinho Teixeira, se destacaram. O curta paraibano A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros, levou o Troféu Aruanda de melhor filme e mais sete prêmios. 

O júri desta edição foi formado por: Caco Ciocler, Fernando Morais e Simone Zuccolotto na Mostra Competitiva Nacional; Marco Túlio de Alencar, Hermila Guedes e Susanna Lira na mostra Sob o Céu Nordestino; Amanda Aouad, Hipólito Lucena e Renato Félix no Prêmio Abraccine; João Lobo, Sérgio Rodrigo e Bruna Alves Lobo na Competição Internacional; e Clara Câmara, Sérgio Silveira e Ana Dinniz nas categorias de TV universitária e independente

O Prêmio Vladimir Carvalho foi criado em 2024 com a intenção de homenagear o documentarista paraibano, morto naquele ano. A ideia foi prontamente abraçada pela EPC, Empresa Paraibana de Comunicação, que montou um júri com seus principais jornalistas da área de cultura. O troféu é concedido ao melhor documentário do festival; o júri contou com André Cananéa, Audaci Júnior e Renato Félix.

Além disso, o Banco do Nordeste anunciou, durante o encerramento do 20° Fest Aruanda, o lançamento do Prêmio Banco do Nordeste Cultural de Cinema, iniciativa que marca um novo investimento no fortalecimento do audiovisual regional. A premiação contemplará curtas e longas de ficção em festivais realizados nos onze estados da área de atuação da instituição, o chamado Nordeste Expandido, que inclui também parte de Minas Gerais e Espírito Santo. O projeto prevê a seleção de 88 filmes para circulação em pelo menos 50 municípios, reforçando a presença da cultura como vetor estratégico de desenvolvimento regional e ampliando o alcance das produções locais.

A 20ª edição do Fest Aruanda reafirmou sua importância como espaço de celebração da cultura brasileira, reunindo artistas, estudantes, críticos, jornalistas, pesquisadores e o público em torno da força transformadora do cinema e da arte.

Confira a lista completa com os vencedores do Fest Aruanda 2025:

MOSTRA SOB O CÉU NORDESTINO | LONGAS

Melhor Filme: Batguano Returns: Roben na Estrada, de Frederico Benevides e Tavinho Teixeira (PB/CE/RJ/SP)
Melhor Filme | Júri Popular: Malaika, de André Morais (PB)
Melhor Direção: Frederico Benevides e Tavinho Teixeira, por Batguano Returns: Roben na Estrada
Melhor Roteiro: Malaika, escrito por André Morais
Melhor Atriz: Norma Goes, por Malaika
Melhor Atriz Coadjuvante: Edna França, por Outono em Gotham City
Melhor Ator: Tavinho Teixeira, por Batguano Returns: Roben na Estrada
Melhor Ator Coadjuvante: Gilmar Albuquerque, por Outono em Gotham City
Melhor Fotografia: Malaika, por João Carlos Beltrão
Melhor Direção de Arte: Batguano Returns: Roben na Estrada, por Yuri Fechner e F. Nosferatu
Melhor Figurino: Batguano Returns: Roben na Estrada, por Duda Carvalho
Melhor Edição: Batguano Returns: Roben na Estrada, por Frederico Benevides
Melhor Som: Malaika, por Nicolau Domingues
Melhor Trilha Sonora: Batguano Returns: Roben na Estrada, por Pedro Souza e Silva
Menção Honrosa | Ator: Erik Breno, por Outono em Gotham City
Menção Honrosa | Atriz: Vitória Bianco, por Malaika

MOSTRA SOB O CÉU NORDESTINO | CURTAS

Melhor Filme: Cantilena, de Dhiones do Congo (Congo)
Melhor Filme | Júri Popular: No Compasso do Coração, de Ary Régis Lima (Alagoa Grande)
Melhor Direção: Ana Calline, por Boi no Mato
Melhor Roteiro: Boi no Mato, escrito por Ana Calline
Melhor Atriz: Danny Barbosa, por Valéria di Roma
Melhor Ator: Guilherme Hélio, por Cantilena
Melhor Fotografia: Cantilena, por Diego Pontes
Melhor Direção de Arte: Cantilena, por Carlos Mosca
Melhor Figurino: Cantilena, por Carlos Mosca
Melhor Edição: Colmeia, por Óscar Araújo
Melhor Som: Colmeia, por Giancarlo Galdino
Melhor Trilha Sonora: Boi no Mato, por Arthur Cabruêra

MOSTRA NACIONAL | LONGAS

Melhor Filme: Cyclone, de Flavia Castro (RJ)
Melhor Filme | Júri Popular: Honestino, de Aurélio Michiles (DF)
Melhor Direção: Torquato Joel, por Corpo da Paz 
Melhor Roteiro: Ato Noturno, escrito por Filipe Matzembacher e Marcio Reolon
Melhor Atriz: Luiza Mariani, por Cyclone
Melhor Atriz Coadjuvante: Fabíola Morais, por Corpo da Paz
Melhor Ator: Gabriel Faryas, por Ato Noturno
Melhor Ator Coadjuvante: Alex Oliveira, por Corpo da Paz
Melhor Fotografia: Ato Noturno, por Luciana Baseggio
Melhor Direção de Arte: Cyclone, por Ana Paula Cardoso
Melhor Figurino: Cyclone, por Gabriela Marra
Melhor Montagem: Honestino, por André Finotti
Melhor Som: Cyclone, por Ricardo Reis
Melhor Trilha Sonora: Cyclone, por Nina Maia, Chica Barreto e Kassin

MOSTRA NACIONAL | CURTAS

Melhor Filme: A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros (PB)
Melhor Filme | Júri PopularA Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros (PB)
Melhor Direção: Rodolpho de Barros, por A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero
Melhor Roteiro: A Nave que Nunca Pousa, escrito por Jaime Guimarães
Melhor Atriz: Ingrid Trigueiro, por A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero
Melhor Ator: Luiz Carlos Vasconcelos, por A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero
Melhor Fotografia: A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, por Sebastián Cantillo
Melhor Direção de Arte: Safo, por Rosana Urbes
Melhor Figurino: Samba Infinito, por Ana Avelar
Melhor Montagem: Samba Infinito, por Lobo Mauro
Melhor Som: A Nave que Nunca Pousa, por Janaína Lacerda
Melhor Trilha Sonora: Vulkan, por Guile Martins

PRÊMIO VLADIMIR CARVALHO
Melhor Documentário: Honestino, de Aurélio Michiles (DF)

PRÊMIO ABRACCINE | Associação Brasileira de Críticos de Cinema
Melhor longa: Honestino, de Aurélio Michiles (DF)
Melhor curta: A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros (PB)

PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS
A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros (PB)

MOSTRA QUATRO CANTOS DO MUNDO | INTERNACIONAL

Melhor Curta: Kavalyé O Dam, de Sacha Teboul (Academia de Cinema Franco Alemã)
Menção Honrosa | Curta: Peter (Universidade de San Diego)
Melhor Direção: Duy Do, por Gà Lavabo (Universidade de San Diego)
Menção Honrosa | Direção: Margarida Kalinichenko e Vasco Souto, por Um Adeus a Baco (Universidade Lusófona, Portugal)
Melhor Animação: Mãe da Manhã, de Clara Trevisan (Universidade Lusófona, Portugal)
Menção Honrosa | Animação: Cigarra Vermelha (Red Cicada), de Wang Yini e Li Yang (Universidade de Comunicação da China)
Melhor Atriz: Souria Adèle, por Kavalyé O Dam
Melhor Ator: João Nunes Monteiro, por Caio
Melhor Roteiro: The Fool, escrito por Lena Strohmaier (Academia de Cinema Franco Alemã)
Melhor Fotografia: Caio, por André Encarnação (Universidade Lusófona, Portugal)

PRÊMIO LABORATÓRIO NARRATIVAS AUDIOVISUAIS | SUSANNA LIRA

Melhor Projeto: O Espelho de Dandara, de Renálide de Carvalho (PB)
Prêmio Especial | FM PRODUÇÕES: Nós Também, de Victor Fellipe dos Santos (PB)
Menção Honrosa: Mãezinha, de Vanessa Passos (CE) e Vasto Mundo, de Jonas Gonzaga (PB)

TV UNIVERSITÁRIA E INDEPENDENTES 

DOCUMENTÁRIO DE TV
Raízes do Mangue, de Charlotte (TV Unifor)
Menção Honrosa: Horizonte Magüta: A Educação Tikuna, de Rodrigo Gomes e Raíssa Ferreira (Universidade de Brasília)
Justificativa: Por sua estrutura consistente, excelente seleção de depoimentos e organização narrativa. O filme evidencia, com clareza técnica, a resistência frente à invasão cultural branca, consolidando sua relevância temática

REPORTAGEM
Render-CE valoriza arte de artesãs de Aracati em parceria com alunos, de Ana Beatriz Casseb (TV Unifor)
Menção honrosa: Acompanhe o XXV Festival Marco Vivo de Yburana, de Max Eluard (TV Unifor)
Justificativa: Por honrar o tema de forma clara e respeitosa, evidenciando a conquista da demarcação física do território e a interação com o público externo

PROGRAMAS DE TV
Movimento 085, de Ana Beatriz Casseb e Enzo Bezerra (TV Unifor)
Menção Honrosa: ABCD UNIDUNITÊ, de Valeska Picado (TV UFPB)
Justificativa: Por sua proposta relevante e produção excepcional

INTERPROGRAMA
Lápis cor de quem?, de Vinicius Pires (TV Unifor)
Menção Honrosa: 4 – Cena Potiguar Memorias: Dona Militana, de Rosalia Figueirêdo (TV UFRN)
Justificativa: Por seu relato forte, sensível e de grande relevância cultural

TCC | Trabalho de Conclusão de Curso
Hipocondríaco, de Paulo Roberto

VIDEOCLIPE
O Pássaro de Fogo, de Yuri da Costa
Menção Honrosa: Tambaba Corpo e Miragem, de Pedro Anisio
Justificativa: Por sua excepcional montagem; além dos destaques para fotografia, edição e narrativa sonora

CALEIDOSCÓPIO | Universitário
Tire a Mão, de Carol Cavalcanti e Jhofelix

Fotos: My Imagem.

Festival Sundance de Cinema 2026: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor
Jorrybell Agoto no longa Filipiñana, de Rafael Manuel

A edição de 2026 do Festival Sundance de Cinema, um dos eventos mais importantes do cinema independente, que acontecerá entre os dias 22 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026, em Park City e Salt Lake City, em Utah, nos Estados Unidos, anunciou nesta quarta-feira, 10/12, sua seleção oficial.

A edição deste ano será uma homenagem a Robert Redford, fundador do Sundance Institute, que faleceu em setembro de 2025: “Ao nos prepararmos para nos reunirmos para esta edição histórica do nosso festival em um local tão especial, também honramos o impacto duradouro do nosso querido fundador, Robert Redford, e celebramos o que ele criou: um lar dinâmico para narrativas independentes e globais”, disse, em comunicado oficial, Eugene Hernandez, diretor do festival. 

Entre os selecionados, vale destacar o longa Josephine, protagonizado por Mason Reeves e dirigido por Beth de Araújo, na Competição Americana de Drama; a diretora, que é filha de mãe sino-americana e pai brasileiro, nasceu e foi criada em São Francisco, porém tem dupla cidadania.

Neste ano, foram inscritos 16.201 títulos, de 164 países, entre eles, 4.255 longas-metragens (1.676 dos Estados Unidos e 2.579 internacionais). Dos 97 longas selecionados, de 28 países, 40% são de cineastas estreantes.

As homenageadas desta 42ª edição serão: a cineasta Chloé Zhao, de Nomadland e Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, que receberá o Trailblazer Award; a produtora e diretora Nia DaCosta, de Hedda, que será honrada com o Vanguard Award; e a documentarista Geeta Gandbhir, de A Vizinha Perfeita e O Diabo Não Tem Descanso, que também receberá o Vanguard Award. Além disso, para celebrar o legado de Robert Redford, uma nova honraria foi criada: o Robert Redford Luminary Award, que será entregue para o cineasta húngaro Gyula Gazdag e para o ator Ed Harris

Conheça os filmes selecionados para o Festival de Sundance 2026:

COMPETIÇÃO AMERICANA | DRAMA

Bedford Park, de Stephanie Ahn
Carousel, de Rachel Lambert
Ha-Chan, Shake Your Booty!, de Josef Kubota Wladyka
Hot Water, de Ramzi Bashour
Josephine, de Beth de Araújo
Run Amok, de NB Mager
Take Me Home, de Liz Sargent
The Friend’s House is Here, de Hossein Keshavarz e Maryam Ataei
The Musical, de Giselle Bonilla
Union County, de Adam Meeks

COMPETIÇÃO AMERICANA | DOCUMENTÁRIO

American Doctor, de Poh Si Teng
American Pachuco: The Legend of Luis Valdez, de David Alvarado
Barbara Forever, de Brydie O’Connor
Joybubbles, de Rachael J. Morrison
Nuisance Bear, de Gabriela Osio Vanden
Public Access, de David Shadrack Smith
Seized, de Sharon Liese
Soul Patrol, de J.M. Harper
The Lake, de Abby Ellis
Who Killed Alex Odeh?, de Jason Osder e William Lafi Youmans

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DRAMA

Big Girls Don’t Cry, de Paloma Schneideman (Nova Zelândia)
Extra Geography, de Molly Manners (Reino Unido)
Filipiñana, de Rafael Manuel (Singapura/Reino Unido/Filipinas/França/Holanda)
HOLD ONTO ME (Κράτα Με), de Myrsini Aristidou (Chipre/Dinamarca/Grécia)
How to Divorce During the War, de Andrius Blaževičius (Lituânia/Luxemburgo/Irlanda/República Checa)
La Cazadora, de Suzanne Andrews Correa (México/EUA)
LADY, de Olive Nwosu (Reino Unido/Nigéria)
Levitating, de Wregas Bhanuteja (Indonésia/Singapura/França)
Shame and Money, de Visar Morina (Alemanha/Kosovo/Eslovênia/Albânia/Macedônia do Norte/Bélgica)
Tell Me Everything, de Moshe Rosenthal (Israel/França)

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DOCUMENTÁRIO

All About the Money, de Sinéad O’Shea (Irlanda)
Birds of War, de Janay Boulos e Abd Alkader Habak (Reino Unido/Síria/Líbano)
Closure, de Michał Marczak (Polônia)
Everybody To Kenmure Street, de Felipe Bustos Sierra (Reino Unido)
Hanging by a Wire, de Mohammed Ali Naqvi (EUA/Reino Unido/Paquistão)
Kikuyu Land, de Andrew H. Brown e Bea Wangondu (Quênia)
One In A Million, de Itab Azzam e Jack MacInnes (Reino Unido)
Sentient, de Tony Jones (Austrália)
Silenced, de Selina Miles (Austrália)
To Hold a Mountain, de Biljana Tutorov e Petar Glomazić (Sérvia/França/Montenegro/Eslovênia/Croácia)

NEXT

Aanikoobijigan [ancestor/great-grandparent/great-grandchild], de Adam Khalil e Zack Khalil (EUA/Dinamarca)
BURN, de Makoto Nagahisa (Japão)
Ghost in the Machine, de Valerie Veatch (EUA)
If I Go Will They Miss Me, de Walter Thompson-Hernández (EUA)
Jaripeo, de Efraín Mojica e Rebecca Zweig (México/EUA/França)
Night Nurse, de Georgia Bernstein (EUA)
The Incomer, de Louis Paxton (Reino Unido)
TheyDream, de William David Caballero (EUA)
zi, de Kogonada (EUA)

PREMIERES

Antiheroine, de Edward Lovelace e James Hall (EUA/Reino Unido)
Chasing Summer, de Josephine Decker (EUA)
Frank & Louis, de Petra Biondina Volpe (Suíça/Reino Unido)
Gail Daughtry and the Celebrity Sex Pass, de David Wain (EUA)
Give Me the Ball!, de Liz Garbus e Elizabeth Wolff (EUA)
I Want Your Sex, de Gregg Araki (EUA)
In The Blink of An Eye, de Andrew Stanton (EUA)
Jane Elliott Against the World, de Judd Ehrlich (EUA)
Knife: The Attempted Murder of Salman Rushdie, de Alex Gibney (EUA)
Once Upon A Time In Harlem, de William Greaves e David Greaves (EUA)
Paralyzed by Hope: The Maria Bamford Story, de Judd Apatow e Neil Berkeley (EUA)
Queen of Chess, de Rory Kennedy (EUA)
See You When I See You, de Jay Duplass (EUA)
The AI Doc: Or How I Became an Apocaloptimist, de Daniel Roher e Charlie Tyrell (EUA)
The Brittney Griner Story, de Alexandria Stapleton (EUA)
THE DISCIPLE, de Joanna Natasegara (EUA/Reino Unido)
The Gallerist, de Cathy Yan (EUA)
The History of Concrete, de John Wilson (EUA)
The Invite, de Olivia Wilde (EUA)
The Last First: Winter K2, de Amir Bar-Lev (EUA/Reino Unido)
The Moment, de Aidan Zamiri (EUA)
The Oldest Person in the World, de Sam Green (EUA)
The Only Living Pickpocket in New York, de Noah Segan (EUA)
The Shitheads, de Macon Blair (EUA)
The Weight, de Padraic McKinley (EUA)
Time and Water, de Sara Dosa (EUA/Islândia)
Troublemaker, de Antoine Fuqua (África do Sul/EUA/Reino Unido)
When A Witness Recants, de Dawn Porter (EUA)
Wicker, de Eleanor Wilson e Alex Huston Fischer (EUA)

MIDNIGHT

Buddy, de Casper Kelly (EUA)
Leviticus, de Adrian Chiarella (Austrália)
Mum, I’m Alien Pregnant, de THUNDERLIPS (Nova Zelândia)
Rock Springs, de Vera Miao (EUA/Canadá)
Saccharine, de Natalie Erika James (Austrália)
The Best Summer, de Tamra Davis (EUA/Austrália/Indonésia/Tailândia)
undertone, de Ian Tuason (Canadá)

SPOTLIGHT

Broken English, de Jane Pollard e Iain Forsyth (Reino Unido)
Tuner, de Daniel Roher (Canadá/EUA)

FAMILY MATINEE

Cookie Queens, de Alysa Nahmias (EUA)
Fing!, de Jeffrey Walker (Austrália/Reino Unido)

SPECIAL SCREENINGS

The Story of Documentary Film, de Mark Cousins (Reino Unido)

*Clique aqui e conheça os curtas-metragens selecionados

Foto: Divulgação.

Globo de Ouro 2026: O Agente Secreto recebe três indicações; Wagner Moura está na disputa

por: Cinevitor
Enzo Nunes e Wagner Moura em O Agente Secreto

Foram revelados na manhã desta segunda-feira, 08/12, os indicados ao 83º Globo de Ouro, um dos prêmios mais conhecidos do cinema e da TV. O anúncio foi realizado pelos atores Marlon Wayans e Skye P. Marshall ao lado de Helen Hoehne, presidente do Golden Globes.

Neste ano, o cinema brasileiro se destaca com o consagrado O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, em três categorias: melhor filme dramático, melhor ator em drama para Wagner Moura (o primeiro brasileiro a concorrer nesta categoria) e melhor filme em língua não inglesa

Protagonizado por Wagner Moura, o longa é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo, interpretado por Moura, é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife, Pernambuco, em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. Estrelado por Tânia Maria, Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Udo Kier, Hermila Guedes, Thomás Aquino, Alice Carvalho e grande elenco, é uma coprodução entre Brasil (CinemaScópio Produções), França (MK Productions), Holanda (Lemming) e Alemanha (One Two Films) com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes.

O elenco completa-se com Isabél Zuaa, Edilson Silva, Suzy Lopes, Buda Lira, Carlos Francisco, Wilson Rabelo, Roney Villela, Rubens Santos, Albert Tenório, Ítalo Martins, Joalisson Cunha, Aline Marta, Enzo Nunes, Erivaldo Oliveira, Fabiana Pirro, Fafá Dantas, Geane Albuquerque, Gregorio Graziosi, Igor de Araújo, Isadora Ruppert, João Vitor Silva, Kaiony Venancio, Laura Lufési, Licínio Januário, Luciano Chirolli, Marcelo Valle, Márcio de Paula, Nivaldo Nascimento, Robério Diógenes e Robson Andrade. Produzido por Emilie Lesclaux, o filme já alcançou mais de 900 mil espectadores nos cinemas. 

Além disso, outro destaque da lista foi Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson, que lidera com nove indicações, entre elas, melhor ator em comédia ou musical para Leonardo DiCaprio. Nas categorias televisivas, Adolescência e The White Lotus se destacaram. 

A 83ª edição do Globo de Ouro homenageará a atriz e produtora Sarah Jessica Parker, premiada por Sex and the City, com o Carol Burnett Award; e a consagrada atriz britânica Helen Mirren, que já levou a estatueta por Losing Chase, Elizabeth I e A Rainha, com o Cecil B. DeMille Award

Com mais de 300 votantes, de 75 países, entre eles, diversos brasileiros, o Globo de Ouro anunciará seus vencedores no dia 11 de janeiro de 2026 em cerimônia apresentada pela comediante e atriz Nikki Glaser

Conheça os indicados ao Globo de Ouro 2026 nas categorias de cinema:

MELHOR FILME | DRAMA
Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi 
Frankenstein, de Guillermo del Toro 
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, de Chloé Zhao 
O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho 
Pecadores, de Ryan Coogler 
Valor Sentimental, de Joachim Trier 

MELHOR FILME | COMÉDIA ou MUSICAL
Blue Moon, de Richard Linklater
Bugonoia, de Yorgos Lanthimos
Marty Supreme, de Josh Safdie 
No Other Choice, de Park Chan-wook 
Nouvelle Vague, de Richard Linklater
Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson

MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO
Amélie et la métaphysique des tubes, de Liane-Cho Han Jin Kuang e Maïlys Vallade
Arco, de Ugo Bienvenu 
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito, de Hikaru Kondô e Haruo Sotozaki 
Elio, de Adrian Molina, Madeline Sharafian e Domee Shi 
Guerreiras do K-Pop, de Chris Appelhans e Maggie Kang 
Zootopia 2, de Jared Bush e Byron Howard 

MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO INGLESA
Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi (França) 
No Other Choice, de Park Chan-wook (Coreia do Sul) 
O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Brasil) 
Sirât, de Oliver Laxe (Espanha) 
The Voice of Hind Rajab, de Kaouther Ben Hania (Tunísia) 
Valor Sentimental, de Joachim Trier (Noruega) 

MELHOR ATOR | DRAMA
Dwayne Johnson, por Coração de Lutador 
Jeremy Allen White, por Springsteen: Salve-me do Desconhecido
Joel Edgerton, por Sonhos de Trem 
Michael B. Jordan, por Pecadores 
Oscar Isaac, por Frankenstein 
Wagner Moura, por O Agente Secreto 

MELHOR ATRIZ | DRAMA
Eva Victor, por Sorry, Baby
Jennifer Lawrence, por Morra, Amor 
Jessie Buckley, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet 
Julia Roberts, por Depois da Caçada
Renate Reinsve, por Valor Sentimental 
Tessa Thompson, por Hedda 

MELHOR ATOR | COMÉDIA ou MUSICAL
Ethan Hawke, por Blue Moon 
George Clooney, por Jay Kelly 
Jesse Plemons, por Bugonia 
Lee Byung Hun, por No Other Choice 
Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra 
Timothée Chalamet, por Marty Supreme 

MELHOR ATRIZ | COMÉDIA ou MUSICAL
Amanda Seyfried, por O Testamento de Ann Lee 
Chase Infiniti, por Uma Batalha Após a Outra 
Cynthia Erivo, por Wicked: Parte II 
Emma Stone, por Bugonia 
Kate Hudson, por Song Sung Blue: Um Sonho a Dois 
Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria 

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Adam Sandler, por Jay Kelly 
Benicio Del Toro, por Uma Batalha Após a Outra 
Jacob Elordi, por Frankenstein 
Paul Mescal, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet 
Sean Penn, por Uma Batalha Após a Outra 
Stellan Skarsgård, por Valor Sentimental 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Amy Madigan, por A Hora do Mal 
Ariana Grande, por Wicked: Parte II 
Elle Fanning, por Valor Sentimental 
Emily Blunt, por Coração de Lutador 
Inga Ibsdotter Lilleaas, por Valor Sentimental 
Teyana Taylor, por Uma Batalha Após a Outra 

MELHOR DIREÇÃO
Chloé Zhao, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet 
Guillermo Del Toro, por Frankenstein 
Jafar Panahi, por Foi Apenas um Acidente 
Joachim Trier, por Valor Sentimental 
Paul Thomas Anderson, por Uma Batalha Após a Outra 
Ryan Coogler, por Pecadores 

MELHOR ROTEIRO
Foi Apenas um Acidente, escrito por Jafar Panahi
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, escrito por Maggie O’Farrell e Chloé Zhao 
Marty Supreme, escrito por Josh Safdie e Ronald Bronstein
Pecadores, escrito por Ryan Coogler 
Uma Batalha Após a Outra, escrito por Paul Thomas Anderson 
Valor Sentimental, escrito por Joachim Trier e Eskil Vogt 

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
F1: O Filme, por Hans Zimmer
Frankenstein, por Alexandre Desplat 
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Max Richter 
Pecadores, por Ludwig Göransson 
Sirât, por Kangding Ray
Uma Batalha Após a Outra, por Jonny Greenwood 

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
Dream as One, por Miley Cyrus, Simon Franglen, Mark Ronson e Andrew Wyatt (Avatar: Fogo e Cinzas)
Golden, por Ejae, Mark Sonnenblick, Ido, 24 e Teddy (Guerreiras do K-Pop
I Lied to You, por Raphael Saadiq e Ludwig Göransson (Pecadores
No Place Like Home, por Stephen Schwartz (Wicked: Parte II
The Girl in the Bubble, por Stephen Schwartz (Wicked: Parte II
Train Dreams, por Nick Cave e Bryce Dessner (Sonhos de Trem

CINEMATIC AND BOX OFFICE ACHIEVEMENT
A Hora do Mal, de Zach Cregger 
Avatar: Fogo e Cinzas, de James Cameron 
F1: O Filme, de Joseph Kosinski 
Guerreiras do K-Pop, de Chris Appelhans e Maggie Kang 
Missão: Impossível – O Acerto Final, de Christopher McQuarrie
Pecadores, de Ryan Coogler 
Wicked: Parte II, de Jon M. Chu 
Zootopia 2, de Jared Bush e Byron Howard 

Foto: Divulgação/Cinemascópio.

31º Critics Choice Awards: O Agente Secreto e Wagner Moura são indicados

por: Cinevitor
Wagner Moura: duas indicações para o ator brasileiro

A Broadcast Film Critics Association, maior organização de críticos americanos e canadenses, que conta com mais de 600 membros, anunciou nesta sexta-feira, 05/12, os indicados ao 31º Critics Choice Awards, importante premiação que elege os melhores da TV e do cinema.

Nesta edição, Pecadores, de Ryan Coogler, lidera a lista com 17 indicações, entre elas, a de melhor filme e melhor ator para Michael B. Jordan; Uma Batalha Após a Outra, dirigido por Paul Thomas Anderson, aparece na sequência com 14 indicações

O cinema brasileiro se destaca com O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, em duas categorias: melhor filme em língua estrangeira e melhor ator para Wagner Moura, que também foi indicado como melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme para televisão por Ladrões de Drogas, da Apple TV

O filme de Kleber Mendonça Filho, que também apareceu na shortlist do Critics Choice nas categorias de melhor elenco por Gabriel Domingues e melhor figurino para Rita Azevedo, é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo, interpretado por Moura, é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife, Pernambuco, em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. Estrelado por Tânia Maria, Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Udo Kier, Hermila Guedes, Thomás Aquino, Alice Carvalho e grande elenco, é uma coprodução entre Brasil (CinemaScópio Produções), França (MK Productions), Holanda (Lemming) e Alemanha (One Two Films) com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes.

O elenco completa-se com Isabél Zuaa, Edilson Silva, Suzy Lopes, Buda Lira, Carlos Francisco, Wilson Rabelo, Roney Villela, Rubens Santos, Albert Tenório, Ítalo Martins, Joalisson Cunha, Aline Marta, Enzo Nunes, Erivaldo Oliveira, Fabiana Pirro, Fafá Dantas, Geane Albuquerque, Gregorio Graziosi, Igor de Araújo, Isadora Ruppert, João Vitor Silva, Kaiony Venancio, Laura Lufési, Licínio Januário, Luciano Chirolli, Marcelo Valle, Márcio de Paula, Nivaldo Nascimento, Robério Diógenes e Robson Andrade. Produzido por Emilie Lesclaux, o filme já alcançou mais de 900 mil espectadores nos cinemas. 

Além disso, vale destacar a presença do brasileiro Adolpho Veloso, indicado na categoria de melhor fotografia por Sonhos de Trem, da Netflix. Natural de São Paulo, Veloso já foi indicado ao prêmio da American Society of Cinematographers por seu trabalho em Jockey e conta com diversas obras em seu currículo, como: Mosquito, On Yoga: Arquitetura da Paz, Tungstênio, Rodantes, Becoming Elizabeth, entre outros. O fotógrafo, que também é membro da Associação Brasileira de Cinematografia, já está confirmado na equipe de Remain, novo filme de M. Night Shyamalan

Nas categorias televisivas, Adolescência, Ninguém Quer, Abbott Elementary, All Her Fault, Como um Relâmpago, Devil in Disguise: John Wayne Gacy, Ladrões de Drogas, Ghosts, Hacks, Ruptura, A Diplomata, The Morning Show, The Pitt e O Estúdio se destacam. 

Em comunicado oficial, Joey Berlin, CEO da Critics Choice Association, disse: “Estamos muito animados para dar início à temporada de premiações do ano novo, reunindo centenas de estrelas da TV, do cinema e do streaming em um ambiente glamoroso para a primeira grande premiação de 2026. Nossos votantes são críticos e jornalistas de entretenimento que ajudam o público a encontrar o melhor do melhor todos os dias, o ano todo. Suas opiniões coletivas são as mais informadas e confiáveis ​​do setor. Estamos muito felizes em compartilhar este incrível grupo de indicados com o público do mundo todo e mal podemos esperar para celebrar as performances e projetos excepcionais deste ano”.

Os vencedores serão revelados no dia 4 de janeiro de 2026 em cerimônia apresentada pela atriz Chelsea Handler. Neste ano, quatro novas categorias foram adicionadas: melhor série de variedades, melhor design de dublês, melhor elenco e melhor som.

Conheça os indicados ao 31º Critics Choice Awards nas categorias de cinema:

MELHOR FILME
Bugonia
Frankenstein
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Jay Kelly
Marty Supreme
Pecadores
Sonhos de Trem
Uma Batalha Após a Outra
Valor Sentimental
Wicked: Parte II

MELHOR ATOR
Ethan Hawke, por Blue Moon
Joel Edgerton, por Sonhos de Trem
Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
Michael B. Jordan, por Pecadores
Timothée Chalamet, por Marty Supreme
Wagner Moura, por O Agente Secreto

MELHOR ATRIZ
Amanda Seyfried, por O Testamento de Ann Lee
Chase Infiniti, por Uma Batalha Após a Outra
Emma Stone, por Bugonia
Jessie Buckley, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Renate Reinsve, por Valor Sentimental
Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Adam Sandler, por Jay Kelly
Benicio del Toro, por Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi, por Frankenstein
Paul Mescal, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Sean Penn, por Uma Batalha Após a Outra
Stellan Skarsgård, por Valor Sentimental

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Amy Madigan, por A Hora do Mal
Ariana Grande, por Wicked: Parte II
Elle Fanning, por Valor Sentimental
Inga Ibsdotter Lilleaas, por Valor Sentimental
Teyana Taylor, por Uma Batalha Após a Outra
Wunmi Mosaku, por Pecadores

MELHOR ATOR/ATRIZ JOVEM
Cary Christopher, por A Hora do Mal
Everett Blunck, por The Plague
Jacobi Jupe, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Miles Caton, por Pecadores
Nina Ye, por A Garota Canhota
Shannon Mahina Gorman, por Família de Aluguel

MELHOR ELENCO
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Nina Gold 
Jay Kelly, por Douglas Aibel e Nina Gold 
Marty Supreme, por Jennifer Venditti 
Pecadores, por Francine Maisler 
Uma Batalha Após a Outra, por Cassandra Kulukundis 
Wicked: Parte II, por Tiffany Little Canfield e Bernard Telsey 

MELHOR DIREÇÃO
Chloé Zhao, por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Guillermo del Toro, por Frankenstein
Joachim Trier, por Valor Sentimental
Josh Safdie, por Marty Supreme
Paul Thomas Anderson, por Uma Batalha Após a Outra
Ryan Coogler, por Pecadores

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
A Hora do Mal, escrito por Zach Cregger
Jay Kelly, escrito por Noah Baumbach e Emily Mortimer
Marty Supreme, escrito por Ronald Bronstein e Josh Safdie
Pecadores, escrito por Ryan Coogler
Sorry, Baby, escrito por Eva Victor
Valor Sentimental, escrito por Eskil Vogt e Joachim Trier

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Bugonia, escrito por Will Tracy
Frankenstein, escrito por Guillermo del Toro 
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, escrito por Chloé Zhao e Maggie O’Farrell
No Other Choice, escrito por Park Chan-wook, Lee Kyoung-mi, Don Mckellar e Jahye Lee
Sonhos de Trem, escrito por Clint Bentley e Greg Kwedar
Uma Batalha Após a Outra, escrito por Paul Thomas Anderson

MELHOR FOTOGRAFIA
F1: O Filme, por Claudio Miranda 
Frankenstein, por Dan Laustsen 
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Łukasz Żal 
Pecadores, por Autumn Durald Arkapaw 
Sonhos de Trem, por Adolpho Veloso 
Uma Batalha Após a Outra, por Michael Bauman 

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Frankenstein, por Tamara Deverell e Shane Vieau 
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Fiona Crombie e Alice Felton 
Marty Supreme, por Jack Fisk e Adam Willis 
Pecadores, por Hannah Beachler e Monique Champagne 
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, por Kasra Farahani e Jille Azis 
Wicked: Parte II, por Nathan Crowley e Lee Sandales

MELHOR EDIÇÃO
A Vizinha Perfeita, por Viridiana Lieberman 
Casa de Dinamite, por Kirk Baxter 
F1: O Filme, por Stephen Mirrione 
Marty Supreme, por Ronald Bronstein e Josh Safdie
Pecadores, por Michael P. Shawver 
Uma Batalha Após a Outra, por Andy Jurgensen 

MELHOR FIGURINO
Frankenstein, por Kate Hawley 
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Malgosia Turzanska 
Hedda, por Lindsay Pugh 
O Beijo da Mulher Aranha, por Colleen Atwood e Christine Cantella 
Pecadores, por Ruth E. Carter 
Wicked: Parte II, por Paul Tazewell 

MELHOR PENTEADO E MAQUIAGEM
A Hora do Mal, por Leo Satkovich, Melizah Wheat e Jason Collins 
Coração de Lutador, por Kazu Hiro, Felix Fox e Mia Neal 
Extermínio: A Evolução, por Flora Moody e John Nolan
Frankenstein, por Mike Hill, Jordan Samuel e Cliona Furey
Pecadores, por Siân Richards, Ken Diaz, Mike Fontaine e Shunika Terry
Wicked: Parte II, por Frances Hannon, Mark Coulier e Laura Blount

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Avatar: Fogo e Cinzas, por Joe Letteri, Richard Baneham, Eric Saindon e Daniel Barrett
F1: O Filme, por Ryan Tudhope, Nikeah Forde, Robert Harrington, Nicolas Chevallier, Eric Leven, Edward Price e Keith Dawson
Frankenstein, por Dennis Berardi, Ayo Burgess, Ivan Busquets e José Granell
Missão: Impossível – O Acerto Final, por Alex Wuttke, Ian Lowe, Jeff Sutherland e Kirstin Hall
Pecadores, por Michael Ralla, Espen Nordahl, Guido Wolter e Donnie Dean
Superman, por Stephane Ceretti, Enrico Damm, Stéphane Nazé e Guy Williams

MELHOR DESIGN DE DUBLÊ
Bailarina, por Stephen Dunlevy, Kyle Gardiner, Jackson Spidell, Jeremy Marinas, Jan Petřina, Domonkos Párdányi e Kinga Kósa-Gavalda
F1: O Filme, por Gary Powell, Luciano Bacheta e Craig Dolby
Missão: Impossível – O Acerto Final, por Wade Eastwood
Pecadores, por Andy Gill
Tempo de Guerra, por Giedrius Nagys
Uma Batalha Após a Outra, por Brian Machlei

MELHOR FILME DE COMÉDIA
Amizade Tóxica
Amores à Parte
Corra que a Polícia Vem Aí!
Eternidade
O Esquema Fenício
The Ballad of Wallis Island

MELHOR ANIMAÇÃO
Amélie et la métaphysique des tubes
Arco
Elio
Guerreiras do K-Pop
Nos Seus Sonhos
Zootopia 2

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
A Garota Canhota, de Shih-Ching Tsou (Taiwan/França/EUA/Reino Unido)
Belén, de Dolores Fonzi (Argentina)
Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi (Irã/França/Luxemburgo/EUA)
No Other Choice, de Park Chan-wook (Coreia do Sul)
O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Brasil/França/Holanda/Alemanha)
Sirât, de Oliver Laxe (Espanha)

MELHOR CANÇÃO
Clothed by the Sun, por Daniel Blumberg (O Testamento de Ann Lee
Drive, por Ed Sheeran, John Mayer e Blake Slatkin (F1: O Filme
Golden, por Ejae, Mark Sonnenblick, Ido, 24 e Teddy (Guerreiras do K-Pop
I Lied to You, por Raphael Saadiq e Ludwig Göransson (Pecadores
The Girl in the Bubble, por Stephen Schwartz (Wicked: Parte II
Train Dreams, por Nick Cave e Bryce Dessner (Sonhos de Trem

MELHOR TRILHA SONORA
F1: O Filme, por Hans Zimmer 
Frankenstein, por Alexandre Desplat 
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, por Max Richter 
Marty Supreme, por Daniel Lopatin 
Pecadores, por Ludwig Göransson 
Uma Batalha Após a Outra, por Jonny Greenwood 

MELHOR SOM
F1: O Filme, por Al Nelson, Gwendolyn Yates Whittle, Gary A. Rizzo, Juan Peralta e Gareth John
Frankenstein, por Nathan Robitaille, Nelson Ferreira, Christian Cooke, Brad Zoern e Greg Chapman
Pecadores, por Chris Welcker, Benny Burtt, Brandon Proctor, Steve Boeddeker, Felipe Pacheco e David V. Butler
Sirât, por Laia Casanovas
Tempo de Guerra, por Mitch Low, Glenn Freemantle, Ben Barker, Howard Bargroff e Richard Spooner
Uma Batalha Após a Outra, por Jose Antonio Garcia, Christopher Scarabosio e Tony Villaflor

Foto: Divulgação/Cinemascópio.

National Board of Review: O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, está entre os melhores filmes de 2025

por: Cinevitor
Alice Carvalho em O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho

A National Board of Review, importante e tradicional organização de críticos de cinema dos Estados Unidos, fundada em 1909, divulga, desde 1932, uma lista anual com os melhores da indústria cinematográfica. Neste ano, 265 filmes foram analisados por um seleto grupo de cineastas, cinéfilos, profissionais e acadêmicos da sétima arte e muitos dos quais foram seguidos por discussões aprofundadas com diretores, atores, produtores e roteiristas.

Em comunicado oficial, Annie Schulhof, presidente da NBR, falou sobre o grande vencedor deste ano: Paul Thomas Anderson é um dos grandes nomes do cinema contemporâneo. Ele criou um filme ousado, engraçado e emocionante, que é, de alguma forma, um dos filmes mais importantes sobre o mundo em que vivemos e também uma história lúdica e terna sobre a conexão entre um pai e uma filha através de alguns dos eventos mais inusitados que se possa imaginar. O NBR tem a honra de celebrar este filme absolutamente notável”.

Neste ano, o cinema brasileiro marca presença com o consagrado O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, que aparece entre os cinco melhores filmes internacionais de 2025. Protagonizado por Wagner Moura, o longa é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo, interpretado por Moura, é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife, Pernambuco, em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. Estrelado por Tânia Maria, Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Udo Kier, Hermila Guedes, Thomás Aquino, Alice Carvalho e grande elenco, é uma coprodução entre Brasil (CinemaScópio Produções), França (MK Productions), Holanda (Lemming) e Alemanha (One Two Films) com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes.

O elenco completa-se com Isabél Zuaa, Edilson Silva, Suzy Lopes, Buda Lira, Carlos Francisco, Wilson Rabelo, Roney Villela, Rubens Santos, Albert Tenório, Ítalo Martins, Joalisson Cunha, Aline Marta, Enzo Nunes, Erivaldo Oliveira, Fabiana Pirro, Fafá Dantas, Geane Albuquerque, Gregorio Graziosi, Igor de Araújo, Isadora Ruppert, João Vitor Silva, Kaiony Venancio, Laura Lufési, Licínio Januário, Luciano Chirolli, Marcelo Valle, Márcio de Paula, Nivaldo Nascimento, Robério Diógenes e Robson Andrade. Produzido por Emilie Lesclaux, o filme já alcançou mais de 900 mil espectadores nos cinemas. 

A NBR Awards Gala, cerimônia de entrega dos prêmios, está marcada para o dia 13 de janeiro de 2026 em Nova York, com apresentação de Willie Geist.

Confira os melhores do cinema em 2025 segundo a National Board of Review:

MELHOR FILME
Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson

MELHOR DIREÇÃO
Paul Thomas Anderson, por Uma Batalha Após a Outra

MELHOR ATOR
Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra

MELHOR ATRIZ
Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Benicio Del Toro, por Uma Batalha Após a Outra

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Inga Ibsdotter Lilleaas, por Valor Sentimental

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Pecadores, escrito por Ryan Coogler

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Sonhos de Trem, escrito por Clint Bentley e Greg Kwedar

ATUAÇÃO REVELAÇÃO
Chase Infiniti, por Uma Batalha Após a Outra

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE
Eva Victor, por Sorry, Baby

MELHOR FILME INTERNACIONAL
Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi (Irã/França/Luxemburgo/EUA)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Cover-Up, de Mark Obenhaus e Laura Poitras

MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO
Arco, de Ugo Bienvenu

NBR FREEDOM OF EXPRESSION AWARD
Com a Alma na Mão, Caminha, de Sepideh Farsi

EXCELÊNCIA EM FOTOGRAFIA
Autumn Durald Arkapaw, por Pecadores

MELHOR EQUIPE DE DUBLÊ
Missão: Impossível – O Acerto Final

MELHORES FILMES DO ANO
Avatar: Fogo e Cinzas, de James Cameron
F1: O Filme, de Joseph Kosinski
Família de Aluguel, de Hikari
Frankenstein, de Guillermo del Toro
Jay Kelly, de Noah Baumbach
Marty Supreme, de Josh Safdie
Pecadores, de Ryan Coogler
Sonhos de Trem, de Clint Bentley
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out, de Rian Johnson
Wicked: Parte II, de Jon M. Chu

TOP 5 FILMES INTERNACIONAIS
A Garota Canhota, de Shih-Ching Tsou (Taiwan)
Ástin sem eftir er (The Love That Remains), de Hlynur Pálmason (Islândia)
O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Brasil)
Sirât, de Oliver Laxe (Espanha)
Valor Sentimental, de Joachim Trier (Noruega)

TOP 5 DOCUMENTÁRIOS
2000 Meters to Andriivka, de Mstyslav Chernov
Embaixo da Luz de Neon, de Ryan White
My Mom Jayne, de Mariska Hargitay
Natchez, de Suzannah Herbert
Orwell: 2+2=5, de Raoul Peck

TOP 10 FILMES INDEPENDENTES
Amizade Tóxica, de Andrew DeYoung
Bom Menino, de Ben Leonberg
Faça Ela Voltar, de Danny Philippou e Michael Philippou
Pai Mãe Irmã Irmão, de Jim Jarmusch
Rebuilding, de Max Walker-Silverman
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, de Mary Bronstein
Sorry, Baby, de Eva Victor
The Baltimorons, de Jay Duplass
The Mastermind, de Kelly Reichardt
Urchin, de Harris Dickinson

Foto: Divulgação/Cinemascópio.

Independent Spirit Awards 2026: O Agente Secreto e Adolpho Veloso são indicados 

por: Cinevitor
Suzy Lopes, Fafá Dantas, Wagner Moura e Geane Albuquerque em O Agente Secreto

Foram revelados nesta quarta-feira, 03/12, os indicados ao Independent Spirit Awards 2026, prêmio que elege as melhores produções cinematográficas e televisivas independentes do ano. A cerimônia de premiação da 41ª edição acontecerá no dia 15 de fevereiro de 2026 no Hollywood Palladium

Em comunicado oficial, Brenda Robinson, presidente interina do Film Independent, disse: “O trabalho notável e inspirador produzido pelos nossos artistas indicados este ano demonstra tanto a incrível amplitude quanto a natureza essencial da arte independente criada atualmente. Esses artistas demonstram brilhantemente que não há limites para os lugares onde os contadores de histórias podem encontrar drama, humor e beleza, ao mesmo tempo que desafiam o público a permanecer engajado e curioso, para proteger o espaço onde a arte independente pode prosperar”

Neste ano, o drama biográfico Peter Hujar’s Day, dirigido por Ira Sachs, lidera a lista com cinco indicações, entre elas, a de melhor filme. Nas categorias televisivas, Adolescência, Efeitos Colaterais, Para Sempre, Mr Loverman e Ao Norte do Norte se destacam. 

O cinema brasileiro marca presença com o consagrado O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, na categoria de melhor filme internacional. Protagonizado por Wagner Moura, o filme é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo, interpretado por Moura, é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife, Pernambuco, em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. Estrelado por Tânia Maria, Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Udo Kier, Hermila Guedes, Thomás Aquino, Alice Carvalho e grande elenco, é uma coprodução entre Brasil (CinemaScópio Produções), França (MK Productions), Holanda (Lemming) e Alemanha (One Two Films) com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes.

O elenco completa-se com Isabél Zuaa, Edilson Silva, Suzy Lopes, Buda Lira, Carlos Francisco, Wilson Rabelo, Roney Villela, Rubens Santos, Albert Tenório, Ítalo Martins, Joalisson Cunha, Aline Marta, Enzo Nunes, Erivaldo Oliveira, Fabiana Pirro, Fafá Dantas, Geane Albuquerque, Gregorio Graziosi, Igor de Araújo, Isadora Ruppert, João Vitor Silva, Kaiony Venancio, Laura Lufési, Licínio Januário, Luciano Chirolli, Marcelo Valle, Márcio de Paula, Nivaldo Nascimento, Robério Diógenes e Robson Andrade. Produzido por Emilie Lesclaux, o filme já alcançou mais de 900 mil espectadores nos cinemas. 

Além disso, vale destacar a presença do brasileiro Adolpho Veloso, indicado na categoria de melhor fotografia por Sonhos de Trem, da Netflix; o longa, protagonizado por Joel Edgerton, recebeu outras três indicações. Natural de São Paulo, Veloso já foi indicado ao prêmio da American Society of Cinematographers por seu trabalho em Jockey e conta com diversas obras em seu currículo, como: Mosquito, On Yoga: Arquitetura da Paz, Tungstênio, Rodantes, Becoming Elizabeth, entre outros. O fotógrafo, que também é membro da Associação Brasileira de Cinematografia, já está confirmado na equipe de Remain, novo filme de M. Night Shyamalan

Os comitês de indicações do Spirit Awards, conhecido como o Oscar do cinema independente, selecionaram indicados de 18 países com orçamentos variando entre US$ 35.000 e US$ 20 milhões. Os membros contam com roteiristas, diretores, produtores, diretores de fotografia, editores, atores, críticos, diretores de elenco, programadores de festivais e outros profissionais da sétima arte. 

Conheça os indicados ao 41º Independent Spirit Awards nas categorias de cinema:

MELHOR FILME
Peter Hujar’s Day, produzido por Jonah Disend e Jordan Drake
Sonhos de Trem, produzido por Michael Heimler, Will Janowitz, Marissa McMahon, Ashley Schlaifer e Teddy Schwarzman
Sorry, Baby, produzido por Mark Ceryak, Barry Jenkins e Adele Romanski
The Plague, produzido por Derek Dauchy, Joel Edgerton, Roy Lee, Lucy McKendrick, Steven Schneider e Lizzie Shapiro
Twinless: Um Gêmeo a Menos, produzido por David Permut e James Sweeney

MELHOR FILME DE ESTREIA
Blue Sun Palace, de Constance Tsang
Dust Bunny, de Bryan Fuller
East of Wall, de Kate Beecroft
Lurker, de Alex Russell
Um Dia Daqueles, de Lawrence Lamont

MELHOR DIREÇÃO
Clint Bentley, por Sonhos de Trem
Eva Victor, por Sorry, Baby
Ira Sachs, por Peter Hujar’s Day
Lloyd Lee Choi, por Lucky Lu
Mary Bronstein, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria

MELHOR ROTEIRO
A Little Prayer, escrito por Angus MacLachlan
Amores à Parte, escrito por Michael Angelo Covino e Kyle Marvin
Soberano, escrito por Christian Swegal
Sorry, Baby, escrito por Eva Victor
Twinless: Um Gêmeo a Menos, escrito por James Sweeney

MELHOR ROTEIRO DE ESTREIA
Amizade Tóxica, escrito por Andrew DeYoung
Blue Sun Palace, escrito por Constance Tsang
Lurker, escrito por Alex Russell
Outerlands, escrito por Elena Oxman
Um Dia Daqueles, escrito por Syreeta Singleton

MELHOR INTERPRETAÇÃO
Ben Whishaw, por Peter Hujar’s Day
Chang Chen, por Lucky Lu
Dylan O’Brien, por Twinless: Um Gêmeo a Menos
Everett Blunck, por The Plague
Joel Edgerton, por Sonhos de Trem
Kathleen Chalfant, por Toque Familiar
Keke Palmer, por Um Dia Daqueles
Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Tessa Thompson, por Hedda
Théodore Pellerin, por Lurker

MELHOR INTERPRETAÇÃO COADJUVANTE
Archie Madekwe, por Lurker
Haipeng Xu, por Blue Sun Palace
Jacob Tremblay, por Soberano
Jane Levy, por A Little Prayer
Kali Reis, por Rebuilding
Kirsten Dunst, por O Bom Bandido
Naomi Ackie, por Sorry, Baby
Nina Hoss, por Hedda
Rebecca Hall, por Peter Hujar’s Day
Zoey Deutch, por Nouvelle Vague

MELHOR INTERPRETAÇÃO REVELAÇÃO
Kayo Martin, por The Plague
Liz Larsen, por The Baltimorons
Misha Osherovich, por She’s the He
SZA, por Um Dia Daqueles
Tabatha Zimiga, por East of Wall

MELHOR DOCUMENTÁRIO
A Vizinha Perfeita, de Geeta Gandbhir
Embaixo da Luz de Neon, de Ryan White
Endless Cookie, de Peter Scriver
My Undesirable Friends: Part I – Last Air in Moscow, de Julia Loktev
The Tale of Silyan, de Tamara Kotevska

MELHOR FILME INTERNACIONAL
Allly baqi mink (All That’s Left of You), de Cherien Dabis (Palestina/Jordânia/Alemanha/Chipre)
O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Brasil)
On Becoming a Guinea Fowl, de Rungano Nyoni (Zâmbia/Reino Unido/Irlanda)
Sirât, de Oliver Laxe (Espanha)
Un poeta, de Simón Mesa Soto (Colômbia)

MELHOR FOTOGRAFIA
Blue Sun Palace, por Norm Li
Dust Bunny, por Nicole Hirsch Whitaker
Peter Hujar’s Day, por Alex Ashe
Sonhos de Trem, por Adolpho Veloso
Tempo de Guerra, por David J. Thompson

MELHOR EDIÇÃO
Amores à Parte, por Sara Shaw
Bom Menino, por Ben Leonberg
Eephus, por Carson Lund
O Testamento de Ann Lee, por Sofía Subercaseaux
Tempo de Guerra, por Fin Oates

PRÊMIO JOHN CASSAVETES
Boys Go to Jupiter, de Julian Glander
Eephus, de Carson Lund
Esta Isla, de Cristian Carretero e Lorraine Jones Molina
The Baltimorons, de Jay Duplass
Toque Familiar, de Sarah Friedland

PRODUCERS AWARD
Emma Hannaway
Luca Intili
Tony Yang

SOMEONE TO WATCH AWARD
Annapurna Sriram, diretora de Fucktoys
Neo Sora, diretor de Happyend
Tatti Ribeiro, diretora de Valentina

TRUER THAN FICTION AWARD
Brittany Shyne, diretora de Seeds
Rajee Samarasinghe, diretor de Your Touch Makes Others Invisible
Tony Benna, diretor de André is an Idiot

PRÊMIO ROBERT ALTMAN | MELHOR ELENCO
A Longa Marcha: Caminhe ou Morra, de Francis Lawrence
Direção de elenco: Rich Delia
Elenco: Judy Greer, Mark Hamill, Cooper Hoffman, David Jonsson, Tut Nyuot, Joshua Odjick, Charlie Plummer, Ben Wang e Garrett Wareing

Foto: Divulgação/Cinemascópio.

New York Film Critics Circle Awards 2025: O Agente Secreto e Wagner Moura são premiados

por: Cinevitor
Wagner Moura em O Agente Secreto: ator e filme premiados

O New York Film Critics Circle conta com um seleto e respeitado grupo de críticos e jornalistas que elege as melhores produções do ano, tornando-se um termômetro para a temporada de premiações. O evento surgiu com o objetivo de defender filmes que poderiam ser desprezados pelo público e também pela indústria do entretenimento.

Os críticos de Nova York elegem os melhores do cinema desde 1935 e, inicialmente, eram conhecidos por premiar filmes que de certa forma eram injustiçados pelo Oscar, que realizou sua primeira cerimônia em 1929. Cidadão Kane, de Orson Welles, por exemplo, foi eleito o melhor filme de 1941 pelos críticos e não recebeu a famosa estatueta dourada da Academia. O mesmo aconteceu com Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick, em 1971; Os Bons Companheiros, de Martin Scorsese, em 1990; entre outros.

Neste ano, o cinema brasileiro ganha destaque no New York Film Critics Circle Awards com O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, que foi eleito o melhor filme internacional do ano e rendeu também o prêmio de melhor ator para Wagner Moura. Em 2020, Kleber venceu nesta mesma categoria, ao lado de Juliano Dornelles, por Bacurau. Na história da premiação do NYFCC, o Brasil já foi premiado outras vezes: em 1981 com Pixote: A Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco; e em 2003 com Cidade de Deus, de Fernando Meirelles e Kátia Lund

Premiado no Festival de Cannes, O Agente Secreto é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo, interpretado por Moura, é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife, Pernambuco, em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. Estrelado por Tânia Maria, Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Udo Kier, Hermila Guedes, Thomás Aquino, Alice Carvalho e grande elenco, é uma coprodução entre Brasil (CinemaScópio Produções), França (MK Productions), Holanda (Lemming) e Alemanha (One Two Films) com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes.

O elenco completa-se com Isabél Zuaa, Edilson Silva, Suzy Lopes, Buda Lira, Carlos Francisco, Wilson Rabelo, Roney Villela, Rubens Santos, Albert Tenório, Ítalo Martins, Joalisson Cunha, Aline Marta, Enzo Nunes, Erivaldo Oliveira, Fabiana Pirro, Fafá Dantas, Geane Albuquerque, Gregorio Graziosi, Igor de Araújo, Isadora Ruppert, João Vitor Silva, Kaiony Venancio, Laura Lufési, Licínio Januário, Luciano Chirolli, Marcelo Valle, Márcio de Paula, Nivaldo Nascimento, Robério Diógenes e Robson Andrade. Produzido por Emilie Lesclaux, o filme já alcançou mais de 900 mil espectadores nos cinemas. 

Vale destacar que vinte anos antes da Academia começar a entregar o Oscar de melhor filme internacional, o NYFCC já reconhecia e celebrava filmes de outros países, incluindo: os franceses A Grande Ilusão, de Jean Renoir, em 1938, e As Diabólicas, de Henri-Georges Clouzot, em 1955; o italiano Roma, Cidade Aberta, de Roberto Rossellini, em 1946; entre outros. 

Confira a lista completa com os vencedores do New York Film Critics Circle Awards 2025:

MELHOR FILME
Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson

MELHOR DIREÇÃO
Jafar Panahi, por Foi Apenas um Acidente

MELHOR ROTEIRO
Marty Supreme, escrito por Josh Safdie e Ronald Bronstein

MELHOR ATRIZ
Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria

MELHOR ATOR
Wagner Moura, por O Agente Secreto

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Amy Madigan, por A Hora do Mal

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Benicio Del Toro, por Uma Batalha Após a Outra

MELHOR FOTOGRAFIA
Pecadores, por Autumn Durald Arkapaw

MELHOR ANIMAÇÃO
Guerreiras do K-Pop, de Chris Appelhans e Maggie Kang

MELHOR DOCUMENTÁRIO
My Undesirable Friends: Part I – Last Air in Moscow, de Julia Loktev

MELHOR FILME INTERNACIONAL
O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Brasil)

MELHOR PRIMEIRO FILME
Eephus, de Carson Lund

PRÊMIO ESPECIAL
Museum of the Moving Image
Screen Slate

STUDENT PRIZES
London Xhudo (NYU)
Tan Zhiyuan (The New School)

Foto: Victor Jucá. 

Gotham Awards 2025: conheça os vencedores

por: Cinevitor
Jafar Panahi, diretor de Foi Apenas um Acidente: três prêmios

Foram anunciados nesta segunda-feira, 01/12, no Cipriani Wall Street, em Nova York, os vencedores da 35ª edição do Gotham Awards, um dos principais prêmios do cinema independente, organizado pela IFP, Independent Filmmaker Project, que dá início à temporada de premiações.

Neste ano, Foi Apenas um Acidente, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes e dirigido pelo cineasta iraniano Jafar Panahi, se destacou com três prêmios, entre eles, melhor filme internacional. Vale destacar que no mesmo dia da premiação, o diretor foi condenado pelo Irã a um ano de prisão e proibido de viajar para fora do país por dois anos. Em um de seus discursos, disse: “Dedico aos cineastas independentes do Irã e de todo o mundo. Espero que esta dedicatória seja considerada uma pequena homenagem a todos os cineastas que foram privados do direito de ver e de serem vistos, mas que continuam a criar e a existir”

Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson, que liderava a lista com seis indicações, levou o principal prêmio da noite: melhor filme. No palco, o diretor dedicou o prêmio para sua esposa, a atriz Maya Rudolph: “Há 24 anos, no dia 1º de dezembro, eu conheci uma mulher que me tornou um cineasta melhor. Obrigado, Maya!”

O Brasil também estava na disputa desta 35ª edição com O Agente Secreto nas categorias de melhor roteiro original, escrito por Kleber Mendonça Filho, e melhor atuação para Wagner Moura. Porém, o filme brasileiro, infelizmente, não foi premiado. Ainda assim, Moura subiu ao palco e apresentou a categoria de melhor direção revelação ao lado de Rose Byrne

Além dos prêmios, a noite contou também com homenagens: a atriz e cantora Tessa Thompson foi honrada com o Spotlight Tribute; o elenco de Pecadores recebeu o Ensemble Tribute; Guillermo del Toro, Oscar Isaac e Jacob Elordi, de Frankenstein, foram homenageados com o Vanguard Tribute; o cineasta Noah Baumbach recebeu o Director Tribute; Luca Guadagnino e Julia Roberts, de Depois da Caçada, foram honrados com o Visionary Tribute; Kate Hudson e Hugh Jackman, de Song Sung Blue: Um Sonho a Dois, receberam o Musical Tribute; e Jeremy Allen White e Scott Cooper, de Springsteen: Salve-me do Desconhecido, foram homenageados com o Cultural Icon Tribute

Conheça os vencedores do Gotham Awards 2025:

MELHOR FILME
Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson

MELHOR DIREÇÃO
Jafar Panahi, por Foi Apenas um Acidente

MELHOR DOCUMENTÁRIO
My Undesirable Friends: Part I – Last Air in Moscow, de Julia Loktev

MELHOR FILME INTERNACIONAL
Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi (Irã/França/Luxemburgo/EUA)

MELHOR DIREÇÃO REVELAÇÃO
Akinola Davies Jr., por My Father’s Shadow

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Foi Apenas um Acidente, escrito por Jafar Panahi

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Pillion, escrito por Harry Lighton

MELHOR ATUAÇÃO
Sopé Dìrísù, por My Father’s Shadow

MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE
Wunmi Mosaku, por Pecadores

ATUAÇÃO REVELAÇÃO
Abou Sangaré, por A História de Souleymane

Foto: Divulgação/Getty Images.

British Independent Film Awards 2025: conheça os vencedores; brasileira é premiada

por: Cinevitor
Harry Melling e Alexander Skarsgård em Pillion: filme consagrado

O British Independent Film Awards foi criado em 1998 por Elliot Grove e Suzanne Ballantyne, fundadores do Raindance Film Festival, com o objetivo de celebrar o cinema britânico financiado de forma independente, homenageando novos talentos e promovendo tais produções para o grande público.

Neste ano, em sua 28ª edição, os vencedores do BIFA 2025 foram anunciados no domingo, 30/11, em Londres, em cerimônia apresentada pelas comediantes Lou Sanders e Harriet Kemsley. Dirigido por Harry Lighton, o longa Pillion se consagrou com quatro prêmios, entre eles, melhor filme britânico independente

Os premiados nas categorias técnicas do British Independent Film Awards foram revelados anteriormente e vale destacar a presença da brasileira Diandra Ferreira, que levou o prêmio de melhor maquiagem e penteado por Pillion. Formada em Cinema pela PUC, no Rio de Janeiro, Diandra foi morar no Reino Unido, em 2014, e já acumula diversos trabalhos em seu currículo, entre eles, o filme Bob Marley: One Love e a série Heartstopper, da Netflix

Além disso, a consagrada atriz britânica Emily Watson, indicada ao Oscar por Ondas do Destino e Hilary e Jackie, foi homenageada com o Prêmio Richard Harris por sua contribuição artística ao cinema britânico: “Vocês, pensadores críticos, criativos e independentes, vão nos salvar quando as histórias que nos contam, sobre nós ou por nós, forem todas impulsionadas por um algoritmo voraz e faminto. A verdade incômoda dessas histórias é o nosso suporte vital”, disse em seu discurso. 

Conheça os vencedores do British Independent Film Awards 2025:

MELHOR FILME BRITÂNICO INDEPENDENTE
Pillion, de Harry Lighton

MELHOR DOCUMENTÁRIO
A Want in Her, de Myrid Carten

MELHOR FILME INTERNACIONAL INDEPENDENTE
Valor Sentimental, de Joachim Trier (Noruega)

MELHOR ROTEIRO
The Ballad of Wallis Island, escrito por Tom Basden e Tim Key

MELHOR DIREÇÃO
Akinola Davies Jr., por My Father’s Shadow

MELHOR INTERPRETAÇÃO
Robert Aramayo, por I Swear

MELHOR INTERPRETAÇÃO CONJUNTA
Tempo de Guerra, com D’Pharaoh Woon-A-Tai, Will Poulter, Cosmo Jarvis, Kit Connor, Finn Bennett, Joseph Quinn e Charles Melton

MELHOR INTERPRETAÇÃO PROTAGONISTA CONJUNTA 
Tim Key e Tom Basden, por The Ballad of Wallis Island

MELHOR INTERPRETAÇÃO COADJUVANTE
Jay Lycurgo, por Steve

MELHOR INTERPRETAÇÃO REVELAÇÃO
Posy Sterling, por Lollipop

MELHOR ELENCO
I Swear, por Lauren Evans

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | PRÊMIO DOUGLAS HICKOX
Cal McMau, por Wasteman

MELHOR ROTEIRISTA ESTREANTE
Harry Lighton, por Pillion

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | DOCUMENTÁRIO
Myrid Carten, por A Want in Her

MELHOR FOTOGRAFIA
Morra, Amor, por Seamus McGarvey

MELHOR FIGURINO
Pillion, por Grace Snell

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO
Pillion, por Diandra Ferreira

MELHOR EDIÇÃO
Tempo de Guerra, por Fin Oates

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
The Ballad of Wallis Island, por Tom Basden e Adem Ilhan

MELHOR SUPERVISÃO MUSICAL
Morra, Amor, por Raife Burchell e Ian Neil

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
A Colheita, por Nathan Parker

MELHOR SOM
Tempo de Guerra, por Glenn Freemantle, Mitch Low, Howard Bargroff, Ben Barker e Richard Spooner

MELHORES EFEITOS
Tempo de Guerra, por Simon Stanley-Clamp e Ryan Conder

RAINDANCE MAVERICK AWARD
A Want in Her, de Myrid Carten

PRODUTOR REVELAÇÃO
Dhiraj Mahey, por Ish

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO
Magid/Zafar, de Luís Hindman

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI
Warp Films

RICHARD HARRIS AWARD
Emily Watson

Foto: Divulgação.

Cahiers du Cinéma elege os dez melhores filmes de 2025; O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, fica em quarto lugar

por: Cinevitor
Tânia Maria em O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho

Fundada em 1951, a revista francesa Cahiers du Cinéma é considera uma das mais prestigiadas publicações sobre a sétima arte. Como de costume, a redação divulga em dezembro a aguardada lista com os 10 melhores filmes do ano.

Para os críticos da revista, o melhor filme de 2025 foi o docudrama Tardes de soledad, do cineasta espanhol Albert Serra, que faz um retrato provocativo e hipnótico das touradas centrado no jovem toureiro peruano Andrés Roca Rey. O longa foi o grande vencedor do Festival de San Sebastián do ano passado e levou a Concha de Ouro.

Vale destacar a presença do brasileiro O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, que aparece em quarto lugar na lista; o filme, aliás, é a capa da edição de dezembro. Protagonizado por Wagner Moura, o longa foi consagrado no Festival de Cannes com os prêmios de melhor direção e melhor ator. Este é o terceiro título de Kleber na lista da Cahiers du Cinéma: em 2016 apareceu com Aquarius e em 2019 com Bacurau, codirigido por Juliano Dornelles

E mais: O Riso e a Faca, do cineasta português Pedro Pinho, aparece em quinto lugar entre os melhores filmes de 2025. Batizado a partir de uma música homônima do músico cantor e compositor baiano Tom Zé, o longa foi rodado na Guiné-Bissau e no deserto da Mauritânia entre fevereiro de 2022 e janeiro de 2024 e é coproduzido pela brasileira Bubbles Project, com distribuição no Brasil da Vitrine Filmes.

Nas listas individuais dos críticos votantes, o cinema brasileiro também marcou presença com: Morte e Vida Madalena, de Guto Parente, e Suçuarana, de Clarissa Campolina e Sergio Borges, por Claire Allouche; e A Queda do Céu, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, por Thierry Méranger

Sobre a lista, o editorial diz: “Compilar nosso Top 10 foi particularmente difícil, já que o outono trouxe diversas surpresas agradáveis ​​e pintou um retrato sombrio de um mundo abalado por níveis sem precedentes de violência política”. A publicação também destacou os trabalhos de Cindy Sherman, fotógrafa e diretora norte-americana, e do engenheiro de som Stéphane Thiébaut, de A Substância, Titane e Ainda Estou Aqui, e o último mês do 130º aniversário da invenção do cinema

Conheça o Top 10 de 2025 da Cahiers du Cinéma, publicado no editorial da 826ª edição:

1º: Tardes de soledad, de Albert Serra (Espanha/França/Portugal)
2º: Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson (EUA)
3º: Ken (Yes/Oui), de Nadav Lapid (França/Chipre/Alemanha/Israel)
4º: O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Brasil/França/Holanda/Alemanha)
5º: O Riso e a Faca, de Pedro Pinho (França/Portugal/Brasil/Romênia)
6º: L’aventura, de Sophie Letourneur (França)
7º: Sept promenades avec Mark Brown, de Vincent Barré e Pierre Creton (França)
8º: Nouvelle Vague, de Richard Linklater (França/EUA)
9º: Laurent dans le vent, de Anton Balekdjian, Léo Couture e Mattéo Eustachon (França)
10º: Miroirs No. 3, de Christian Petzold (Alemanha)

Foto: Reprodução YouTube/Vitrine Filmes.

Conheça os vencedores da 12ª Mostra de Cinema de Gostoso

por: Cinevitor
Premiado: o curta potiguar Pupá, de Osani 

Foram anunciados na noite desta segunda-feira, 24/11, em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, os vencedores da 12ª edição da Mostra de Cinema de Gostoso. A cerimônia de encerramento aconteceu na sala de cinema montada ao ar livre nas areias da Praia do Maceió.

Durante cinco dias, o evento atraiu um público recorde superior a 8 mil pessoas, que vibraram com uma programação cinematográfica diversificada e de alta qualidade. A noite de encerramento foi o ponto alto, com a aguardada cerimônia de premiação que revelou os filmes vencedores de 2025, seguida pela exibição especial do longa documental Dona Onete: Meu Coração Nesse Pedacinho Aqui, da diretora Mini Kerti.

Os diretores da Mostra, Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld, conduziram a cerimônia, que premiou talentos e produções em diversas categorias escolhidos tanto pelo Júri Popular quanto pelo Júri da Imprensa; a atriz potiguar Tânia Maria, de O Agente Secreto, e o ator Matheus Nachtergaele abriram os envelopes. Os vencedores receberam o Troféu Cascudo, em homenagem ao folclorista potiguar Luís da Câmara Cascudo

Além das premiações tradicionais, do público e imprensa, também foram entregues os prêmios Mistika e DOT no valor total de R$ 8.000,00 em serviços de pós-produção para um curta-metragem; e R$ 30.000,00 em serviços de pós-produção para um longa-metragem. Neste ano, a Heco Produções, o CDHEC e a Mostra de Cinema de Gostoso, em parceria com a O2 Pós e o apoio da Secretaria Estadual de Cultura do Rio Grande do Norte, entregaram dois prêmios de finalização para longas-metragens potiguares realizados a partir da Lei Paulo Gustavo.

Conheça os vencedores da Mostra de Cinema de Gostoso 2025:

MELHOR LONGA-METRAGEM | JÚRI POPULAR
Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia (MG)

MELHOR CURTA-METRAGEM | JÚRI POPULAR
Pupá, de Osani (RN)

PRÊMIO DA IMPRENSA | LONGA-METRAGEM
A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo (DF)

PRÊMIO DA IMPRENSA | CURTA-METRAGEM
Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini (RJ)

PRÊMIO DOT 
Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia (MG)
Ressonância, de Anna Zêpa (RN)

PRÊMIO MISTIKA
A Nave que Nunca Pousa, de Ellen Morais (PB)
Morte e Vida Madalena, de Guto Parente (CE)

PRÊMIO O2 PÓS
Almeidinha, de Gustavo Guedes e Júlio Castro
Paradiso, de Davi Revodero

Foto: Helena Wolfenson.