Protagonista: Johnny Massaro interpreta o jovem Tony.
Terceiro longa-metragem dirigido por Selton Mello, O Filme da Minha Vida, baseado no livro Um Pai de Cinema, de Antonio Skármeta, autor chileno de obras como O Carteiro e o Poeta e No Pasó Nada, acaba de ganhar seu primeiro trailer.
O roteiro adaptado foi escrito por Selton e Marcelo Vindicatto e as filmagens aconteceram nas cidades de Cotiporã, Veranópolis, Bento Gonçalves, Garibaldi, Farroupilha, Monte Belo do Sul e Santa Tereza, no Rio Grande do Sul.
Ambientado no sul do Brasil, na década de 1960, com belas paisagens e uma história de reestruturação de uma família, o filme mostra o processo de amadurecimento do jovem Tony, interpretado por Johnny Massaro, sua relação estreita com a mãe, a ausência do pai, o francês Nicolas, papel de Vincent Cassel, seus anseios, dilemas e amores.
O diretor também faz parte do elenco, no papel de Paco, o amigo fanfarrão da família do protagonista, ao lado de Bruna Linzmeyer, Rolando Boldrin, Ondina Clais, Bia Arantes, João Prates, Erika Januza, Martha Nowill e Antonio Skármeta, em uma participação especial.
Confira o primeiro trailer e o pôster de O Filme da Minha Vida, que estreia no dia 3 de agosto:
A HBO Films divulgou nesta terça-feira, 06/06, que Al Pacino vai estrelar seu novo filme original, dirigido por Barry Levinson, de A Revolta dos Brinquedos e O Último Ato. No longa, ainda sem título definido, ele interpretará Joe Paterno, o ex-treinador de futebol da Universidade Penn State.
Depois de se tornar o treinador mais vitorioso da história do futebol universitário, Joe Paterno se envolveu em um escândalo de abuso sexual quando os crimes do treinador assistente Jerry Sandusky vieram à tona, desafiando seu legado. Um relatório concluiu que Paterno e outros funcionários do time estavam cientes das ações de Sandusky, mas optaram por ignorar o fato.
Escrito por Debora Cahn, John C. Richards e David McKenna, o filme é dirigido por Levinson, que também assina a produção executiva junto com Jason Sosnoff, Tom Fontana, Edward Pressman, Lindsay Sloane e Rick Nicita. O longa será produzido em parceria com a Sony Pictures Television.
O filme sobre Paterno, ainda sem previsão de estreia, é mais um projeto de Al Pacino com a HBO, que já conta com You Don’t Know Jack, Phil Spector e Angels in America.
Foram anunciados nesta quarta-feira, 31/05, os indicados aos Prêmios Platinos, premiação criada em 2013, que destaca as melhores produções ibero-americanas. Em sua quarta edição, o drama Sete Minutos Depois da Meia-Noite, dirigido por J.A. Bayona, lidera a lista com sete indicações.
O Brasil está representado com Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, em três categorias: melhor filme ibero-americano, direção e atriz, para Sonia Braga; Boi Neon, de Gabriel Mascaro, indicado a melhor fotografia; o documentário Cinema Novo, de Eryk Rocha; e a animação Bruxarias, de Virginia Curia Martinez, uma coprodução com a Espanha.
Os vencedores serão anunciados no dia 22 de julho, em Madrid. Conheça os indicados aos Prêmios Platinos 2017:
MELHOR DIREÇÃO: J.A. Bayona, por Sete Minutos Depois da Meia-Noite Kleber Mendonça Filho, por Aquarius Gastón Duprat e Mariano Cohn, por O Cidadão Ilustre Pablo Larraín, por Neruda Pedro Almodóvar, por Julieta
MELHOR ROTEIRO: A Estreita Faixa Amarela, escrito por Celso R. García El acompañante, escrito por Pavel Giroud, Pierre Edelman e Alejandro Brugués O Homem das Mil Caras, escrito por Alberto Rodríguez e Rafael Cobos Neruda, escrito por Guillermo Calderón O Cidadão Ilustre, por Andrés Duprat
MELHOR ATRIZ: Angie Cepeda, por La semilla del silencio Emma Suárez, por Julieta Juana Acosta, por Anna Natalia Oreiro, por Gilda, no me arrepiento de este amor Sonia Braga, por Aquarius
MELHOR ATOR: Alfredo Castro, por De Longe Te Observo Damián Alcázar, por A Estreita Faixa Amarela Eduard Fernández, por O Homem das Mil Caras Luis Gnecco, por Neruda Oscar Martínez, por O Cidadão Ilustre
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL: Esteban, por Chucho Valdés Julieta, por Alberto Iglesias Luz Incidente, por Mariano Loiácono Neruda, por Federico Jusid Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Fernando Velázquez
MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO: As Aventuras de Ozzy (Espanha) Bruxarias (Espanha/Brasil) La Leyenda del Chupacabras (México) Psiconautas, los niños olvidados (Espanha) Teresa y Tim (Espanha)
MELHOR DOCUMENTÁRIO: 2016. Nacido en Siria (Espanha) Atrapados en Japón (Chile) Cinema Novo (Brasil) Frágil Equilibrio (Espanha) Todo comenzó por el fin (Colômbia)
MELHOR PRIMEIRO FILME IBERO-AMERICANO DE FICÇÃO: A Estreita Faixa Amarela, de Celso R. García (México) De Longe Te Observo, de Lorenzo Vigas (México/Venezuela) Rara, de Pepa San Martín (Argentina/Chile) Tarde para la ira, de Raúl Arévalo (Espanha) Viejo Calavera, de Kiro Russo (Bolívia)
MELHOR EDIÇÃO: A Estreita Faixa Amarela, por Jorge Arturo García De Longe Te Observo, por Isabela Monteiro de Castro Que Dios nos perdone, por Alberto del Campo e Fernando Franco Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Jaume Martí e Bernat Vilaplana Sin muertos no hay carnaval, por Sebastián Cordero e Jorge García
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO: A Morte de Luís XIV, por Sebastián Vogler Cartas da Guerra, por Nuno Mello La reina de España, por Juan Pedro De Gaspar Luz Incidente, por Ailí Chen Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Eugenio Caballero
MELHOR FOTOGRAFIA: As Escolhidas, por Carolina Costa Boi Neon, por Diego García Cartas da Guerra, por João Ribeiro Luz Incidente, por Guillermo Nieto Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Óscar Faura
MELHOR SOM: Cartas da Guerra, por Ricardo Leal e Tiago Matos Desierto, por Sergio Díaz De Longe Te Observo, por Waldir Xavier O Homem das Mil Caras, por Daniel de Zayas, César Molina e José A. Manovel Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Peter Glossop, Oriol Tarragó e Marc Orts
PREMIO PLATINO AL CINE Y EDUCACIÓN EN VALORES: El acompañante (Cuba/Venezuela/Colômbia) El Jeremías (México) Esteban (Cuba/Espanha) Rara (Argentina/Chile) Sete Minutos Depois da Meia-Noite (Espanha)
MELHOR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO: Bala Loca (Chile) Cuatro estaciones en La Habana (Cuba/Espanha) El Marginal (Argentina) El Ministerio del Tiempo (Espanha) La Niña (Colômbia) Velvet (Espanha)
Johnny Depp em cena: nova adaptação cinematográfica do livro de Agatha Christie.
O que começa como um luxuoso passeio de trem pela Europa rapidamente se desdobra em um dos mistérios mais elegantes, tensos e emocionantes já contados. Do romance da autora mais vendida do mundo, Agatha Christie, Assassinato no Expresso do Oriente conta a história de treze estranhos presos em um trem, onde todos são suspeitos. Um homem deve correr contra o tempo para resolver o quebra-cabeça antes que o assassino ataque novamente.
Dirigido por Kenneth Branagh, de Cinderela e Operação Sombra: Jack Ryan, o elenco conta com Penélope Cruz, Willem Dafoe, Judi Dench, Leslie Odom Jr., Johnny Depp, Derek Jacobi, Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley e Josh Gad.
Confira o primeiro trailer de Assassinato no Expresso do Oriente, que tem estreia prevista para novembro:
Owen Wilson, Jacob Tremblay, Izabela Vidovic e Julia Roberts em cena.
Dirigido por Stephen Chbosky, de As Vantagens de Ser Invisível, e adaptado do best-seller homônimo de R. J. Palacio, Extraordinário, que chega aos cinemas brasileiros no dia 23 de novembro, acaba de ganhar seu primeiro trailer legendado.
O longa retrata a vida do garotinho Auggie Pullman, interpretado por Jacob Tremblay, de O Quarto de Jack, que nasceu com uma séria síndrome genética que o deixou com deformidades faciais, fazendo com que ele passasse por diversas cirurgias e complicações médicas ao longo dos seus poucos anos de vida. Com a ajuda de seus pais Isabel, papel de Julia Roberts, e Nate, interpretado por Owen Wilson, o menino procura se adequar a uma nova rotina quando ingressa pela primeira vez numa escola convencional.
A relação familiar e seu processo de adaptação são revelados no trailer, que expõe os medos e as dificuldades enfrentadas por Auggie e a transformação da comunidade escolar com a chegada do estudante.
Confira o primeiro trailer de Extraordinário, que conta também com a atriz brasileira Sonia Braga no elenco, no papel de avó do menino Auggie:
Diane Kruger: premiado por sua atuação em Aus dem Nichts, de Fatih Akin.
Foram anunciados neste domingo, 28/05, os vencedores do 70º Festival de Cannes, que este ano contou com o cineasta espanhol Pedro Almodóvar como presidente do júri. Maren Ade, Park Chan-wook, Jessica Chastain, Paolo Sorrentino, Fan Bingbing, Will Smith, Agnès Jaoui e Gabriel Yared completavam o time responsável por avaliar e premiar os filmes da Competição Oficial.
Em sua 70ª edição, a comédia dramática The Square, dirigida pelo sueco Ruben Östlund, recebeu a Palma de Ouro, prêmio máximo do festival. Na categoria de melhor roteiro houve um empate entre The Killing of a Sacred Deer (Mise à mort du cerf sacré), de Yorgos Lanthimos e You Were Never Really Here, de Lynne Ramsay.
Além disso, a Palma de Ouro contou com uma novidade: além de 118 gramas de ouro, o troféu, produzido pela Chopard, joalheria suíça e parceira do festival há muito tempo, foi revestida com 167 diamantes.
Neste ano, para comemorar os 70 anos do festival, o júri criou um prêmio especial que foi entregue para Nicole Kidman, que participou desta edição com três filmes e uma série. A atriz não estava presente na cerimônia, mas gravou um vídeo de agradecimento.
O filme Jeune femme, dirigido por Léonor Serraille e exibido na mostra Un Certain Regard, recebeu o prêmio Câmera de Ouro, dedicado a diretores estreantes, que contou com a atriz francesa Sandrine Kiberlain como presidente do júri.
Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Cannes 2017:
COMPETIÇÃO OFICIAL:
Palma de Ouro: The Square, dirigido por Ruben Östlund (Suécia/Alemanha/França/Dinamarca) Grand Prix: 120 battements par minute, de Robin Campillo (França) Melhor Direção: Sofia Coppola, por O Estranho que Nós Amamos (The Beguiled) (EUA) Prêmio do Júri: Loveless (Nelyubov), de Andrey Zvyagintsev (Rússia/França) Melhor Ator: Joaquin Phoenix, por You Were Never Really Here Melhor Atriz: Diane Kruger, por Aus dem Nichts (In the Fade) Melhor Roteiro (empate): The Killing of a Sacred Deer (Mise à mort du cerf sacré), de Yorgos Lanthimos (Reino Unido/Irlanda) e You Were Never Really Here, de Lynne Ramsay (EUA/França) Palma de Ouro | Curta-metragem: Xiao Cheng Er Yue(A Gentle Night), dirigido por Qiu Yang (China) Menção Especial do Júri | Curta-metragem: Katto (The Ceiling), dirigido por Teppo Airaksinen (Finlândia)
Prêmio Especial | 70º aniversário do Festival de Cannes: Nicole Kidman
CÂMERA DE OURO: Jeune femme, dirigido por Léonor Serraille (França/Bélgica)
MOSTRA UN CERTAIN REGARD/UM CERTO OLHAR:
Prêmio Un Certain Regard: Lerd (A Man of Integrity), de Mohammad Rasoulof (Irã) Melhor Atriz: Jasmine Trinca, por Fortunata, de Sergio Castellitto (Itália) Prêmio do Júri:Las hijas de Abril, de Michel Franco (México) Melhor Direção: Taylor Sheridan, por Wind River (Reino Unido/Canadá/EUA) Melhor Narrativa Poética: Barbara, escrito por Mathieu Amalric (França)
QUINZENA DOS REALIZADORES:
Prêmio Art Cinema: The Rider, dirigido por Chloé Zhao (EUA) Prêmio SACD (Society of Dramatic Authors and Composers) (empate): Un beau soleil intérieur (Bright Sunshine In), de Claire Denis (França) e L’amant d’un jour, de Philippe Garrel (França) Label Cinema Europa: A Ciambra, dirigido por Jonas Carpignano (Itália/Brasil/Alemanha/França/EUA/Suécia) Prêmio Océans France Ô | Curta-metragem: Tangente, de Julie Jouve e Rida Belghiat (França) Prêmio illy | Melhor curta-metragem: Retour à Genoa City, de Benoît Grimalt (França)
SEMANA DA CRÍTICA:
Grande Prêmio: Makala, de Emmanuel Gras (França) Prêmio Revelação France 4: Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa (Brasil) Prêmio SACD (Society of Dramatic Authors and Composers): Ava, escrito por Léa Mysius (França) Prêmio Gan Foundation de Distribuição: Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa (Brasil) Prêmio Canal+ de curta-metragem: Najpiękniejsze fajerwerki ever (The best fireworks ever), de Aleksandra Terpińska (Polônia) Prêmio Descoberta Leica Cine | Curta-metragem: Los desheredados, de Laura Ferrés (Espanha)
PRÊMIOS FIPRESCI | Federação Internacional de Críticos de Cinema:
Competição Oficial: 120 battements par minute, de Robin Campillo (França) Un Certain Regard: Tesnota (Étroitesse), de Kantemir Balagov (Rússia) Semana da Crítica/Quinzena dos Realizadores: A Fábrica de Nada, de Pedro Pinho (Portugal)
JÚRI ECUMÊNICO: Melhor Filme: Hikari (Radiance), de Naomi Kawase (Japão/França)
L’Œil d’or (Olho de Ouro) | MELHOR DOCUMENTÁRIO: Visages, villages, de Agnès Varda e JR (França)
CINÉFONDATION:
Primeiro Prêmio: Paul est là (Paul Is Here), de Valentina Maurel (Bélgica) Segundo Prêmio: Heyvan (AniMal), de Bahram & Bahman Ark (Irã) Terceiro Prêmio: Deux Égarés Sont Morts (Two Youths Died), de Tommaso Usberti (França)
A atriz Soudabeh Beizaee no iraniano Lerd: filme premiado.
A Palma de Ouro, prêmio máximo do Festival de Cannes, só será entregue amanhã, 28/05, mas, durante a semana alguns vencedores de mostras paralelas já foram anunciados, como a Semana da Crítica, que rendeu dois prêmios ao brasileiro Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa, e a Quinzena dos Realizadores, que colabora com a descoberta de novos cineastas independentes e contemporâneos.
Neste sábado, 27/05, foram anunciados os premiados da mostra Un Certain Regard (Um Certo Olhar), que conta com filmes mais atípicos que os da Competição Oficial. O júri, presidido pela atriz Uma Thurman, elegeu o drama iraniano Lerd, de Mohammad Rasoulof, como o melhor filme.
Além disso, também foram divulgados os vencedores dos três prêmios concedidos pela FIPRESCI, Federação Internacional de Críticos de Cinema, que elege as melhores produções da Competição Oficial, da mostra Un Certain Regard e da Semana da Crítica ou Quinzena dos Realizadores. O crítico brasileiro Rodrigo Fonseca fez parte do júri. Na mesma cerimônia, o japonês Hikari, de Naomi Kawase, recebeu o prêmio de melhor filme segundo o Júri Ecumênico, formado por integrantes de diferentes crenças e culturas, como jornalistas, críticos, teólogos, pesquisadores e professores, que analisam as qualidades humanas das obras e a maneira como abordam a dimensão espiritual da existência do ser humano.
Na 20ª edição da mostra Cinéfondation, que apresentou 16 filmes de estudantes do mundo todo, o júri elegeu o curta-metragem belga Paul est là, de Valentina Maurel, como o melhor da seleção.
Conheça os vencedores da 70ª edição do Festival de Cannes em mostras paralelas:
MOSTRA UN CERTAIN REGARD/UM CERTO OLHAR:
Prêmio Un Certain Regard: Lerd (A Man of Integrity), de Mohammad Rasoulof (Irã) Melhor Atriz: Jasmine Trinca, por Fortunata, de Sergio Castellitto (Itália) Prêmio do Júri:Las hijas de Abril, de Michel Franco (México) Melhor Direção: Taylor Sheridan, por Wind River (Reino Unido/Canadá/EUA) Melhor Narrativa Poética: Barbara, escrito por Mathieu Amalric (França)
QUINZENA DOS REALIZADORES:
Prêmio Art Cinema: The Rider, dirigido por Chloé Zhao (EUA) Prêmio SACD (Society of Dramatic Authors and Composers) (empate): Un beau soleil intérieur (Bright Sunshine In), de Claire Denis (França) e L’amant d’un jour, de Philippe Garrel (França) Label Cinema Europa: A Ciambra, dirigido por Jonas Carpignano (Itália/Brasil/Alemanha/França/EUA/Suécia) Prêmio Océans France Ô | Curta-metragem: Tangente, de Julie Jouve e Rida Belghiat (França) Prêmio illy | Melhor curta-metragem: Retour à Genoa City, de Benoît Grimalt (França)
SEMANA DA CRÍTICA:
Grande Prêmio: Makala, de Emmanuel Gras (França) Prêmio Revelação France 4: Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa (Brasil) Prêmio SACD (Society of Dramatic Authors and Composers): Ava, escrito por Léa Mysius (França) Prêmio Gan Foundation de Distribuição: Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa (Brasil) Prêmio Canal+ de curta-metragem: Najpiękniejsze fajerwerki ever (The best fireworks ever), de Aleksandra Terpińska (Polônia) Prêmio Descoberta Leica Cine | Curta-metragem: Los desheredados, de Laura Ferrés (Espanha)
PRÊMIOS FIPRESCI | Federação Internacional de Críticos de Cinema:
Competição Oficial: 120 battements par minute, de Robin Campillo (França) Un Certain Regard: Tesnota (Étroitesse), de Kantemir Balagov (Rússia) Semana da Crítica/Quinzena dos Realizadores: A Fábrica de Nada, de Pedro Pinho (Portugal)
JÚRI ECUMÊNICO:
Melhor Filme: Hikari (Radiance), de Naomi Kawase (Japão/França)
L’Œil d’or (Olho de Ouro) | MELHOR DOCUMENTÁRIO: Visages, villages, de Agnès Varda e JR (França)
CINÉFONDATION:
Primeiro Prêmio: Paul est là (Paul Is Here), de Valentina Maurel (Bélgica) Segundo Prêmio: Heyvan (AniMal), de Bahram & Bahman Ark (Irã) Terceiro Prêmio: Deux Égarés Sont Morts (Two Youths Died), de Tommaso Usberti (França)
Os diretores com a atriz Annika Sörling, nos bastidores.
Em cartaz nos cinemas através do projeto Sessão Vitrine Petrobras, Muito Romântico, dirigido, roteirizado, produzido e atuado por Melissa Dullius e Gustavo Jahn mostra as aventuras de um casal de artistas brasileiros que cruza o oceano Atlântico para tentar a vida em Berlim, na Alemanha.
Com referências ao cinema vanguardista de Jean-Luc Godard e Julio Bressane, o longa usa recursos simples e originais para revelar memórias, experiências, desejos e fantasias, combinando música, pintura, literatura, fotografia e experimentos cinematográficos em 16mm para construir uma visualidade altamente impactante.
Muito bem recebido pela crítica no Festival de Berlim do ano passado, onde teve sua estreia mundial, o filme foi rodado ao longo de nove anos, começando com uma viagem de navio até a capital alemã. A história é dividida em três atos: a travessia é o momento de contemplação; em Berlim, vemos a cidade através de imagens que a própria dupla produz, pontuadas por comentários deles e de seus amigos e a trama se desenvolve a partir da chegada a Berlim e à nova casa, lugar transformado no centro do próprio universo do casal.
Melissa Dullius e Gustavo Jahn, que moram em Berlim há onze anos, estão no Brasil para lançar o filme e também para participar de alguns debates com o público. Em São Paulo, conversamos com o casal na semana da estreia. Confira os melhores momentos do bate-papo:
A CHEGADA, A IDEIA E O NAVIO:
“Chegamos em Berlim no dia 12 de dezembro de 2006 de navio. Saímos do Porto do Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Naquele mesmo ano, fizemos um curta-metragem chamado Éternau, que também é sobre uma viagem e teve uma parte encenada dentro de um navio cargueiro que estava ancorado. Isso foi feito no Porto de Imbituba, em Santa Catarina. A partir disso, com a ideia da mudança, juntamos as duas coisas e decidimos rodar esse filme no navio. Unimos nossa vida pessoal e fizemos um filme sobre esse processo, sobre essa viagem. Porém, quando chegamos em Berlim percebemos que ainda não tínhamos o filme e precisávamos continuá-lo. O filme do navio acabou se alongando por nove anos e virou o Muito Romântico”, disse Gustavo.
O casal em cena do filme.
BERLINALE E A ESTREIA MUNDIAL:
“Em 2009, participamos do Forum Expanded, no Festival de Berlim, só que com outro filme, que aliás, acabamos de terminar a continuação dele, ou seja, temos um novo curta vindo por aí. O Forum Expanded é uma parte onde o cinema e a arte se misturam. O que se chama, talvez, filme de artista ou a imagem em movimento dentro da arte. Hoje, o Forum Expanded está mais consolidado e pra nós foi um espaço natural para que o filme fosse exibido e a troca com a cidade e com a nossa equipe foi ótima”, disse Melissa.
“Sempre pensamos em estrear no Forum Expanded porque o filme não é sobre Berlim, mas se passa em Berlim, sobre o que aconteceu na cidade e mostra estrangeiros experimentando essa convivência. A estreia no festival foi bem acolhedora e muita gente se comunicou com o filme. Foi um momento muito bonito de começar e foi como estrear em casa”, revelou Gustavo.
Cena do filme.
LUZ, CÂMERA, AÇÃO!
“Em 2010, ganhei uma bolsa que é um fundo só para mulheres artistas do senado, ou seja, da Secretaria da Cultura de Berlim, e trabalhei o roteiro em cima das cenas do quarto de Muito Romântico, que vemos o quarto como um palco, trazendo o mundo para dentro daquele ambiente, mostrando a cidade e a nossa vida até ali, trazendo tudo para aquele palco que se transformava em qualquer coisa que pudesse ser, com muita fantasia. Essa parte precisava de um certo esforço de produção, de concentração para as filmagens. Escrevemos o filme em mais de quinze projetos, na tentativa de financiá-lo, mas é um filme muito peculiar porque uma parte já estava filmada. Era muito difícil conseguir um financiamento e não conseguimos. Então, chegou um momento que decidimos: ‘É agora ou nunca. Vamos fazer esse filme! Vamos financiar do nosso bolso e filmar entre amigos, criar um set legal e uma experiência muito boa’. E foi como a gente fez. Em onze dias de filmagem, 45 pessoas trabalharam”, contou Melissa.
Melissa e Gustavo em Berlim.
EQUIPE:
“Fazemos parte de uma associação de realizadores e artistas que montou um laboratório de cinema, o LaborBerlin. Então, várias pessoas que trabalharam no filme fazem parte dessa associação, que também ajudamos a fundar. A equipe do filme, para a parte ficcional ou roteirizada, é uma mistura de membros do LaborBerlin com pessoas da nossa rede de contatos profissionais e amigos que não tinham nada a ver com cinema. O filme tem uma carga de relação afetiva muito forte”, disse Gustavo.
PÚBLICO BRASILEIRO:
“Viemos ao Brasil em outubro de 2016 para quatro festivais: Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, Janela Internacional de Cinema do Recife, Cine Esquema Novo, em Porto Alegre, e Semana dos Realizadores, no Rio de Janeiro. Nessas quatro cidades já tivemos um gostinho sobre a recepção do público. Em Recife, a Silvia Cruz [sócia da Vitrine Filmes] entrou em contato conosco e nos convidou para fazer parte da Sessão Vitrine Petrobras. Voltar para exibir esse filme em muitas cidades e participar de diversos debates no Brasil é muito especial. Que bom que temos essa oportunidade em todo o país”, disse Melissa.
“É um sonho que se realiza conseguir mostra o filme. Sair um pouco do circuito de festivais, não que seja negativo, mas expandir e chegar ao público de outra maneira. Temos mostrado nosso trabalho na Europa e em outros países, mas o nosso público ainda é principalmente aqui no Brasil. Dialogar com esse público abre perspectivas. E voltar ao lugar de origem possibilita acrescentar algo”, finalizou Gustavo.
Bastidores em Berlim.
Muito Romântico será exibido nas seguintes cidades: Rio Branco (Cine Teatro Recreio), Maceió (Cine Arte Pajuçara), Fortaleza (Cinema do Dragão), Brasília (Cine Brasília e Espaço Itaú de Cinema Brasília), Vitória (Cine Metrópolis), Goiânia (Cine Cultura Goiânia), São Luís (Cine Praia Grande), João Pessoa (Cine Banguê e Cinespaço Mag Shopping), Recife (Cine São Luís), Teresina (Cine Teresina), Curitiba (Cineplex Batel, Cinemateca de Curitiba e Espaço Itaú de Cinema Curitiba), Niterói (Cine Arte UFF), Rio de Janeiro (Espaço Itaú de Cinema Botafogo), Porto Alegre (Cine Bancários e Espaço Itaú de Cinema Porto Alegre), Aracaju (Cine Vitória), São Paulo (Espaço Itaú de Cinema Augusta e Caixa Belas Artes), Palmas (Cine Cultura Palmas), Salvador (Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha), Belo Horizonte (Cinema Belas Artes), Santos (Cinespaço Miramar) e Belém (Cine Líbero Luxardo).
João Pedro Zappa: protagonista em Gabriel e a Montanha.
O grande vencedor da Palma de Ouro do 70º Festival de Cannes só será anunciado neste fim de semana, mas, os premiados na Semana da Crítica (Semaine de la Critique), mostra paralela ao evento que tem como tradição selecionar novos cineastas, divulgou nesta quinta-feira, 25/05, os vencedores deste ano.
O longa-metragem brasileiro Gabriel e a Montanha, do diretor carioca Fellipe Barbosa, que retrata a história do economista carioca Gabriel Buchmann na África, recebeu dois prêmios. A coprodução entre Brasil e França foi honrada com o Prix Révélation France 4, oferecido ao diretor pela obra “que mostra a paixão e o entusiasmo de um novo talento da indústria cinematográfica”. O outro prêmio, o Prix Fondation Gan à la Diffusion, foi dado à distribuidora francesa para alavancar a distribuição do filme na França.
“Estou muito feliz e muito emocionado com essa conquista e esse reconhecimento. A gente teve o prêmio Revelação concedido pelo nosso conterrâneo Kleber Mendonça Filho e o prêmio de um outro júri que nos dará um apoio de distribuição na França. Estou aqui com a mãe e a irmã do Gabriel, a Fátima e a Nina, e elas estão muito emocionadas. O filme nasceu de uma forma gloriosa. Parecia que não podia ficar melhor, tivemos uma recepção muito emocionante aqui em Cannes. E espero que o filme possa ser visto em breve por vocês no Brasil. Vamos com tudo, como diria o Gabriel”, comemorou Fellipe Barbosa.
Neste ano, em sua 56ª edição, a Semana da Crítica contou com o cineasta brasileiro Kleber Mendonça Filho, que esteve na Competição Oficial do Festival de Cannes, no ano passado, com Aquarius, como presidente do júri. Diana Bustamante Escobar, produtora e diretora artística do Festival de Cinema de Cartagena; Eric Kohn, crítico de cinema; Hania Mroué, diretora do Metropolis Art Cinema, do Líbano; e Niels Schneider, ator francês, integraram o júri.
Conheça os vencedores da Semana da Crítica 2017:
Grande Prêmio: Makala, de Emmanuel Gras (França) Prêmio Revelação France 4: Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa (Brasil) Prêmio SACD (Society of Dramatic Authors and Composers): Ava, escrito por Léa Mysius (França) Prêmio Gan Foundation de Distribuição: Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa (Brasil) Prêmio Canal+ de curta-metragem: Najpiękniejsze fajerwerki ever (The best fireworks ever), de Aleksandra Terpińska (Polônia) Prêmio Descoberta Leica Cine | Curta-metragem: Los desheredados, de Laura Ferrés (Espanha)
Ele fez muito sucesso nos anos 1980, assim como Balthazar Bratt. Usava ombreiras, assim como Balthazar Bratt. Sabe cantar e dançar tão bem, ou até melhor, que Balthazar Bratt. A Universal Pictures anunciou nesta quarta-feira, 24/05, que o cantor e ator Evandro Mesquita será a voz do novo supervilão de Meu Malvado Favorito 3, Balthazar Bratt.
“Me identifico com o Bratt, ele tem um lado bad boy também. Mas eu não tenho intenção de destruir o mundo como ele”, brincou Evandro durante o processo de dublagem.
Com direção de Pierre Coffin e Kyle Balda, Meu Malvado Favorito 3 traz de volta os personagens mais famosos da série: Gru (Leandro Hassum), Lucy (Maria Clara Gueiros), Agnes, Margo, Edith, Dr. Nefario e os atrapalhados Minions, além de agora apresentar Dru, o irmão gêmeo de Gru, e o novo vilão Balthazar Bratt.
Confira o novo trailer dublado da animação, que chega aos cinemas no dia 29 de junho:
O jovem Peter Parker/Homem-Aranha, interpretado por Tom Holland, que fez sua estreia em Capitão América: Guerra Civil, começa a lidar com a sua recém-descoberta identidade como o super-herói Cabeça de Teia, em Homem-Aranha: De Volta ao Lar. Entusiasmado com sua experiência com os Vingadores e sob o olhar atento de seu novo mentor Tony Stark, papel de Robert Downey Jr., Peter retorna à casa onde vive com sua Tia May, vivida por Marisa Tomei. Distraído por pensamentos de provar ser mais do que apenas o Homem-Aranha, amigo da vizinhança, ele tenta se readaptar à sua rotina, mas quando o Abutre, interpretado por Michael Keaton, emerge como um novo vilão, tudo o que Peter considera mais importante em sua vida será ameaçado.
Popular em todo o mundo, Homem-Aranha é a franquia mais bem-sucedida da história da Sony Pictures e agora, pela primeira vez, é também a mais recente adição ao Universo Cinematográfico Marvel.
Dirigido por Jon Watts, o filme chega aos cinemas brasileiros no dia 6 de julho. Confira o novo trailer:
A Disney•Pixar anunciou nesta terça-feira, 23/05, um novo integrante na equipe de dubladores da animação Carros 3: o piloto brasileiro Rubens Barrichello, que emprestará sua voz para o personagem Cal Weathers, um veterano corredor da equipe Dinoco, da mesma geração de corredores de Relâmpago McQueen.
Rubinho é um dos maiores corredores do país, duas vezes vice-campeão mundial, e também o piloto brasileiro que mais participou de grandes prêmios, ao todo foram 326. Atualmente, corre na Stock Car brasileira onde foi campeão em 2014.
Barrichello junta forças ao elenco de Carros 3, que conta também com a atriz Giovanna Ewbank, a jornalista esportiva Fernanda Gentil e os narradores da ESPN, Everaldo Marques e Rômulo Mendonça.
Na versão original, o time de dubladores conta com Owen Wilson como Relâmpago McQueen; Armie Hammer como Jackson Storm; Cristela Alonzo como Cruz Ramirez; e Kerry Washington como Natália Certeza.
Na trama, o lendário Relâmpago McQueen é surpreendido por uma nova geração de corredores incrivelmente rápidos e é repentinamente afastado do esporte que ama. Para voltar com tudo às corridas, ele precisará da ajuda de uma determinada jovem treinadora de corridas, Cruz Ramirez. Com o seu plano para vencer, mais a inspiração do Fabuloso Doc Hudson e alguns acontecimentos inesperados, eles partem para a maior aventura de suas vidas. E o teste final do campeão será na maior prova da Copa Pistão.
Dirigido por Brian Fee, Carros 3 chega aos cinemas no dia 13 de julho.