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Festival de Cannes 2022 anuncia novos filmes e pôster oficial

por: Cinevitor
Jim Carrey em O Show de Truman: cena que inspirou o pôster deste ano.

Depois de anunciar os primeiros filmes de sua 75ª edição, que acontecerá entre os dias 17 e 28 de maio, o Festival de Cannes revelou novos nomes que completam sua seleção. Confirmado em formato presencial, o evento acontecerá no Palais des Festivals com a tradicional disputa pela Palma de Ouro e mostras paralelas.

Entre os já selecionados para a Competição Oficial, destaca-se Armageddon Time, de James Gray, uma coprodução entre Estados Unidos e Brasil. Com Anne Hathaway, Anthony Hopkins, Jeremy Strong e Domenick Lombardozzi no elenco, o filme é baseado em memórias de infância do diretor e narra uma história de amadurecimento, que explora amizade e lealdade. Os brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’Anna, da RT Features, assinam a produção e produção executiva, respectivamente.

Outra novidade revelada para esta edição foi o pôster oficial inspirado no longa O Show de Truman, de Peter Weir; uma celebração poética da busca insuperável de expressão e liberdade.

O comunicado oficial diz: “Assim como o inesquecível Truman encarnado pelo inigualável Jim Carrey, cujos dedos roçam seu horizonte, o Festival de Cannes toma a natureza extrema do mundo em seu caminho para agarrá-lo novamente. A crise climática, os desastres humanitários e os conflitos armados… os motivos de preocupação são numerosos”.

“Tal como em 1939 e em 1946, o festival reafirma mais uma vez a sua forte convicção de que a arte e o cinema são onde a contemplação e a renovação da sociedade se desenrolam. O objetivo do festival, em um espírito de amizade e cooperação universal, é revelar e mostrar filmes de qualidade no interesse da evolução da arte cinematográfica”.

E mais: “O Show de Truman, de Peter Weir, com roteiro de Andrew Niccol, é um reflexo moderno da caverna de Platão e a cena decisiva incita os espectadores a não apenas experimentar a fronteira entre a realidade e sua representação, mas a refletir sobre o poder da ficção, entre manipulação e catarse. Assim como Truman escapa da falsidade ao subir, o festival, com seu famoso tapete vermelho ascendente, oferece aos espectadores a verdade dos artistas quando eles entram no teatro”.

Conheça os novos filmes selecionados para o Festival de Cannes 2022:

COMPETIÇÃO OFICIAL

Le otto montagne, de Felix van Groeningen e Charlotte Vandermeersch (Itália/Bélgica/França)
Pacifiction – Tourment sur les îles, de Albert Serra (Espanha)
Un petit frère, de Léonor Serraille (França)

UN CERTAIN REGARD

Harka, de Lotfy Nathan (França/Alemanha/EUA/Tunísia)
Le Bleu du caftan, de Maryam Touzani (França)
Mediterranean Fever, de Maha Haj (Alemanha/França/Chipre)
Plus que jamais, de Emily Atef (Alemanha/França/Luxemburgo/Noruega)

CANNES PREMIÈRE

Chronique d’une liaison passagère, de Emmanuel Mouret (França)
Don Juan, de Serge Bozon (França)
La nuit du 12, de Dominik Moll (França)

SESSÕES ESPECIAIS

Le petit Nicolas – Qu’est-ce qu’on attend pour être heureux?, de Amandine Fredon e Benjamin Massoubre (França/Luxemburgo)
Mi país imaginario, de Patricio Guzmán (Chile)
Restos do Vento, de Tiago Guedes (Portugal)
Riposte féministe, de Marie Perennès e Simon Depardon (França)
The Vagabonds, de Doroteya Droumeva (Alemanha)

SESSÃO DA MEIA-NOITE

Rebel, de Adil El Arbi e Bilall Fallah (Bélgica)

FORA DE COMPETIÇÃO

L’Innocent, de Louis Garrel (França)

Foto: Divulgação.

Olhar de Cinema 2022: conheça os filmes da mostra Exibições Especiais

por: Cinevitor
Cena de Coma, de Bertrand Bonello: vencedor do prêmio da FIPRESCI no Festival de Berlim.

A 11ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, que acontecerá entre os dias 1º e 9 de junho, na capital paranaense, acaba de anunciar os primeiros títulos de sua programação.

A mostra Exibições Especiais, que destaca grandes mestres do cinema, volta com toda a potência ao formato presencial com Baby Yar. Contexto, de Sergei Loznitsa, documentário que acompanha três dias de massacre de tropas nazistas em uma ravina de Kiev; a ficção Coma, de Bertrand Bonello, sobre a adolescência no mundo dos influenciadores digitais; e Rewind & Play, de Alain Gomis, que resgata o racismo contra o músico Thelonious Monk em um famoso programa de entrevistas francês nos anos 1960.

Os três filmes foram exibidos em importantes festivais internacionais, como Berlinale, Festival de Cannes, CPH:DOX Documentary Film Festival e Cinéma du Réel, e serão exibidos pela primeira vez no Brasil no Olhar.

Depois de dois anos acontecendo de maneira digital por conta da pandemia de Covid-19, o Olhar de Cinema retorna às salas da capital paranaense em sua data original, com todas as suas tradicionais dez mostras e suas atividades paralelas, como seminários, mesas de debates, oficinas e o CURITIBAlab, laboratório de desenvolvimento de projetos.

O coordenador-geral do festival, Antonio Gonçalves Junior, destaca a importância de retomar o formato presencial do evento: “É muito bom estar de volta porque um festival também se faz de encontros. Essa troca que o presencial proporciona e a vivência do evento, que é muito prejudicada pelo cotidiano no on-line, faz muita diferença para a experiência”.

O Olhar de Cinema é um festival que busca destacar e celebrar o cinema independente brasileiro e mundial. São propostas estéticas inventivas, envolventes e com comprometimento temático, que abrangem desde a abordagem de inquietações contemporâneas acerca do micro universo cotidiano de relacionamentos até interpretações e posicionamentos sobre política e economia mundial. 

A seleção apresenta ao público filmes que se arriscam em novas formas de linguagem cinematográfica, que estão abertos ao experimentalismo e que, ainda assim, possuem um grande potencial de comunicação com o público.

Além disso, tanto o CURITIBAlab quanto as oficinas do Olhar de Cinema estão com inscrições abertas. As do primeiro, destinado a realizadores com projetos de longas-metragens de ficção, podem ser feitas apenas até quinta-feira (21/04) pelo site oficial. As das segundas, destinadas ao público em geral e divididas em três temas: QuilomboCinema, ministrada por Tatiana Carvalho Costa; A Montagem como Reescrita de um Filme, por Tomás von der Osten; e Incorporar memórias, por Abiniel João Nascimento, podem ser feitas até o dia 13 de maio também pelo site (clique aqui); as aulas acontecerão em formato on-line.

Saiba mais sobre os títulos da mostra Exibições Especiais:

Babi Yar. Contexto (Babi Yar. Context, Países Baixos/Ucrânia, 2021), de Sergei Loznitsa
Sinopse: Em setembro de 1941, uma tropa nazista, auxiliada por dois batalhões da Polícia Ucraniana, e sem qualquer resistência da população local, efetuou o massacre de mais de 33 mil judeus na ravina de Babi Yar, a noroeste de Kiev. O filme busca o contexto histórico da tragédia por meio de imagens de arquivo que documentam a ocupação alemã da Ucrânia e a década subsequente. Quando a memória se transforma em esquecimento, quando o passado ofusca o futuro, é a voz do cinema que articula a verdade.

Coma (França, 2022), de Bertrand Bonello
Sinopse: O comportamento on-line e o consumo de conteúdo pelos olhos de uma adolescente que conduz o público através de seus sonhos e pesadelos. Navegando entre sonhos e realidade, ela é guiada por uma perturbadora e misteriosa youtuber, Patricia Coma.

Rewind & Play (França, 2022), de Alain Gomis
Sinopse: A falta de respeito com que o músico negro Thelonious Monk foi tratado no outono de 1969 após o final de sua turnê europeia, quando aparece em um programa de entrevistas para a televisão estatal francesa.

Foto: Divulgação.

Cannes 2022: conheça os filmes selecionados para a 61ª Semana da Crítica

por: Cinevitor
Leila Hatami no filme iraniano Tasavor, de Ali Behrad.

Foram anunciados os filmes selecionados para a Semana da Crítica (Semaine de la Critique), mostra paralela ao Festival de Cannes, que concentra-se na descoberta de novos talentos. Desde que foi criada pelo Syndicat Français de la Critique de Cinéma, em 1962, busca explorar e revelar novos cineastas inovadores do mundo todo.

Em sua 61ª edição, a Semana da Crítica, que acontecerá entre os dias 18 e 26 de maio, terá a cineasta tunisiana Kaouther Ben Hania como presidente do júri; a atriz grega Ariane Labed, o diretor islandês Benedikt Erlingsson, o diretor de fotografia belga Benoît Debie e a jornalista sul-coreana Huh Moon yung completam o júri.

O filme de abertura deste ano será a comédia dramática When You Finish Saving The World, que marca a estreia do ator Jesse Eisenberg na direção de um longa-metragem. O elenco conta com Julianne Moore, Finn Wolfhard, Billy Bryk, Alisha Boe, Jack Justice, Jay O. Sanders, Eleonore Hendricks, Catherine Haun, Annacheska Brown, Sara Anne, Marika Sayers, entre outros.

Conheça os filmes selecionados para a Semana da Crítica 2022:

COMPETIÇÃO | LONGA-METRAGEM

Aftersun, de Charlotte Wells (Reino Unido/EUA)
Alma Viva, de Cristèle Alves Meira (Portugal/França/Bélgica)
Dalva, de Emmanuelle Nicot (Bélgica/França)
La Jauría, de Andrés Ramírez Pulido (Colômbia/França)
Metsurin tarina (The Woodcutter Story), de Mikko Myllylahti (Finlândia)
Nos Cérémonies (Summer Scars), de Simon Rieth (França)
Tasavor (Imagine), de Ali Behrad (Irã)

COMPETIÇÃO | CURTA-METRAGEM

Canker, de Lin Tu (China)
Cuerdas, de Estibaliz Urresola Solaguren (Espanha)
Dang Wo Wang Xiang Ni De Shi Hou, de Shuli Huang (China)
Ice Merchants, de João Gonzalez (Portugal/Reino Unido/França)
It’s Nice in Here, de Robert-Jonathan Koeyers (Holanda)
Las criaturas que se derriten bajo el sol, de Diego Céspedes (Chile/França)
Nisam je stigao voljeti, de Anna Fernandez De Paco (Bósnia/Espanha/Reino Unido)
Raie Manta, de Anton Bialas (França)
Swan dans le centre, de Iris Chassaigne (França)
Στον Θρονο Του Ξερξη (On Xerxes’ throne), de Evi Kalogiropoulou (Grécia)

SESSÕES ESPECIAIS

AMO, de Emmanuel Gras (França)
Da-eum-so-hee (Next Sohee), de Jung July (Coreia do Sul) (filme de encerramento)
Goutte d’Or, de Clément Cogitore (França)
Hideous, de Yann Gonzalez (Reino Unido)
Scale, de Joseph Pierce (França/Reino Unido/República Tcheca/Bélgica)
Tout le monde aime Jeanne, de Céline Devaux (França/Portugal)
When You Finish Saving The World, de Jesse Eisenberg (EUA) (filme de abertura)

CONVIDADOS | 19º Festival International du Film de Morelia

Al motociclista no le cabe la felicidad en el traje (Motorcyclist’s Happiness Won’t Fit Into His Suit), de Gabriel Herrera (México)
El sueño más largo que recuerdo (The longest dream I remember), de Carlos Lenin (México)
Llueve (It Rains), de Magali Rocha Donnadieu e Carolina Corral Paredes (México)
Mi edad, la tuya y la del fin del mundo (My age yours and the age of the world), de Fernanda Tovar (México)

Foto: Divulgação.

45 do Segundo Tempo, com Tony Ramos, Cássio Gabus Mendes e Ary França, ganha data de estreia

por: Cinevitor
Os protagonistas em cena.

A Paris Filmes confirmou a nova data de estreia de 45 do Segundo Tempo, comédia estrelada por Tony Ramos, Cássio Gabus Mendes e Ary França. Inicialmente previsto para ser lançado em 2021, o longa-metragem, que passou por alguns adiamentos, chegará exclusivamente aos cinemas no dia 2 de junho.

Dirigido por Luiz Villaça, de Cristina Quer Casar, De Onde Eu Te Vejo e da série A Mulher do Prefeito, o filme conta a história de Pedro Baresi, um palmeirense roxo dono de uma tradicional cantina de comida italiana que reencontra com seus amigos do colégio, Ivan e Mariano, depois de 40 anos. O reencontro surge com um objetivo: recriar uma foto tirada na inauguração do metrô de São Paulo.

No entanto, o que era para ser um simples reencontro se transforma em uma jornada pautada por escolhas, amizades e redescobrimentos. Juntos, Pedro, Ivan e Mariano revivem as memórias dos melhores dias de suas vidas, ainda da adolescência, enquanto seguem em busca da musa de suas infâncias.

“Refletindo sobre tudo que estamos vivendo nos últimos anos, me sinto muito feliz por ter a oportunidade de dirigir um filme que fala sobre relações genuínas, sobre amor, sobre a necessidade do outro para a nossa existência, sobre a amizade mais pura e necessária. Queria fazer um filme que falasse do abraço, de como precisamos e necessitamos um do outro. Um filme que discutisse temas profundos com delicadeza, humor, emoção e que se relacionasse, dialogasse com o espectador. O rir e chorar. Espero que o filme faça parte de um reencontro que todos nós estamos precisando. Que é urgente. Necessário. Precisamos nos olhar. Nos abraçar”, explica o diretor Luiz Villaça.

Além de Tony Ramos, Cássio Gabus Mendes e Ary França, o filme traz também Filipe Bragança, Denise Fraga e Louise Cardoso no elenco principal. Com roteiro de Luiz Villaça, Leonardo Moreira, Rafael Gomes e Luna Grimberg, 45 do Segundo Tempo conta com produção da Café Royal e Bossa Nova Filmes, coprodução da Globo Filmes, Telecine e Spcine e distribuição da Paris Filmes e Downtown Filmes.

Confira o trailer de 45 do Segundo Tempo, que estreia em junho:

Foto: Divulgação.

Thor: Amor e Trovão, que estreia em julho, ganha teaser oficial

por: Cinevitor
Chris Hemsworth em novas aventuras.

A Marvel Studios divulgou nesta segunda-feira, 18/04, o primeiro teaser de Thor: Amor e Trovão, no original Thor: Love and Thunder. Programado para chegar aos cinemas brasileiros no dia 7 de julho, o longa-metragem mostrará uma nova fase do Deus do Trovão após os acontecimentos de Vingadores: Ultimato.

Na trama, Thor, interpretado por Chris Hemsworth, enfrenta uma jornada diferente. Aposentado e em processo de busca pela paz interior, ele tem que voltar à ativa graças a um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses, personagem de Christian Bale, ator conhecido por Batman: O Cavaleiro das Trevas, que busca a extinção dos deuses.

Para combater a ameaça, o Deus do Trovão pede ajuda do Rei Valquíria, Korg e sua ex-namorada, Jane Foster, a qual aparece empunhando o martelo mágico Mjölnir e se revela como a Poderosa Thor. Juntos, eles partem em uma angustiante aventura para descobrir o motivo da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Thor: Amor e Trovão é o quarto filme solo do Deus nórdico desde a retomada da Marvel nas telonas. O longa-metragem é dirigido por Taika Waititi, o qual também interpreta Korg no filme, cineasta responsável pela repaginação do personagem em Thor: Ragnarok e também do premiado Jojo Rabbit.

O filme traz ainda o retorno de Natalie Portman, como Jane Foster, assim como Chris Pratt, Karen Gillian, Matt Damon, Vin Diesel, Russell Crowe, Tessa Thompson, Melissa McCarthy, Sam Neill, Dave Bautista, entre outros.

Confira o teaser de Thor: Amor e Trovão:

Foto: Reprodução/YouTube.

Com Edilson Silva, Mirador, de Bruno Costa, ganha data de estreia nos cinemas e nas plataformas digitais

por: Cinevitor
Edilson Silva e Maria Luiza da Costa em cena.

O longa-metragem paranaense Mirador, dirigido por Bruno Costa, que foi exibido em festivais nacionais e internacionais, está programado para chegar aos cinemas brasileiros no dia 5 de maio e nas plataformas digitais em 6 de maio.

Estrelado por Edilson Silva, Mirador conta a história de Maycon, um boxeador que treina para retornar aos ringues enquanto trabalha em dois subempregos. A sua vida muda, no entanto, quando ele se vê na situação de ter que cuidar da filha pequena sozinho, enquanto divide o seu tempo com as demais obrigações.

O longa recebeu o prêmio de melhor filme pelo Júri Popular no 28º Festival de Cinema de Vitória, melhor filme de ficção no 4º Iberoamerican Film Festival Miami, Prêmio AVEC no 10º Olhar de Cinema e Prêmio Especial do Júri no 26º Femi, Festival Régional et International du Cinéma de Guadeloupe. Além disso, também fez parte da 24ª Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Havana, entre outros eventos.

O elenco conta também com Maria Luiza da Costa, Stephanie Fernandes, Luiz Pazello, Léa Albuquerque, Victor Haygert, Jordan Machado, Rafaelle Becker, Giovana Soar e Sandro Tueros.

O filme é pautado por questões como os desafios e fragilidades da masculinidade, quando colocadas em confronto com papéis sociais ainda pouco usuais. Apesar do boxe estar presente na dinâmica do longa, de acordo com o diretor, o tema não é exatamente o ponto principal da obra: “O boxe sempre me atraiu, é muito dinâmico e imagético, e eu tinha a vontade de realizar um filme nessa atmosfera. Porém não queria fazer um filme sobre boxe, e sim utilizá-lo como plano de fundo. A ideia principal que move a narrativa veio da observação do cotidiano. Na época em que estava buscando a questão central da história reparei que amigos estavam passando por separações e diversos imbróglios ligados aos filhos; questões quanto a guarda das crianças, etc. Foi então que tive o insight; faria um filme sobre a paternidade”, comentou Bruno Costa, que faz sua estreia como diretor de um longa-metragem.

Mirador foi rodado em Curitiba e conta com produção da Metafixa Produções, coprodução da Costa Filmes e Guaipeca Filmes do Brasil e distribuição da Olhar Distribuição. O longa é fruto de Arranjos Regionais, uma parceria entre a Fundação Nacional de Curitiba (FCC), o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e Agência Nacional de Cinema (Ancine).

Confira o trailer de Mirador:

Foto: Divulgação.

7ª Mostra Pajeú de Cinema: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor
Danny Barbosa em Adão, Eva e o Fruto Proibido, de R.B. Lima.

A sétima edição da Mostra Pajeú de Cinema acontecerá entre os dias 20 de abril e 7 de maio em formato presencial e itinerante com atividades em cinco cidades do Sertão do Pajeú, em Pernambuco: Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Iguaracy, Ingazeira e Solidão.

A programação conta com 54 filmes, sendo 49 curtas e cinco longas; vale destacar que mais da metade são produções realizadas por mulheres. Neste ano, 561 títulos foram inscritos de todo o território nacional; a curadoria foi assinada por André Dib, Bruna Tavares e William Tenório.

Produzida pela Pajeú Filmes, a Mostra, que tem como objetivo ampliar as fronteiras do audiovisual pernambucano e instigar debates sobre o cinema contemporâneo, contará com exibições de curtas, médias e longas, sessões para crianças e programas acessíveis (curtas para cegos, surdos e ensurdecidos), em exibições fora de competição. A programação completa-se com atividades de formação, como: A Montagem Cinematográfica e a Construção Visual do Mundo, com Cristina Amaral; e Da Poesia ao Vídeo, com Eva Jofilsan.

Para esta edição, a ilustração do cartaz foi assinada pela artista e educadora indígena Thaysa Aussuba e retrata o clima de reencontro e retomada das conexões que foram paralisadas em razão da pandemia de Covid-19. A escolha focou em um cenário de esperança, que reside naqueles que estão às margens: mulheres, indígenas, negros e negras, LGBTQIA+, periferias.

Conheça os filmes selecionados para a 7ª Mostra Pajeú de Cinema:

LONGAS-METRAGENS

A Felicidade das Coisas, de Thais Fujinaga (SP)
Adeus, Capitão, de Vincent Carelli e Tita (PE)
Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso (CE)
Estamos te Esperando em Casa, de Cecília da Fonte e Marcelo Pedroso (PE)
Manguebit, de Jura Capela (PE)

CURTAS-METRAGENS

1 Peixe para 2, de Chia Beloto (PE)
5 Fitas, de Heraldo de Deus e Vilma Carla Martins (BA)
A Busca do Eu e o Silêncio, de Giuliano Robert (PR)
A Represa é o Meu Quintal, de Bruna Carvalho Almeida (SP)
A Vida é Coisa que Segue, de Bruna Schelb Corrêa (MG)
A Vida em Meus Punhos, de Marília Hughes Guerreiro (BA)
A Voz de Adélia, de Val Gomes (RJ)
Adão, Eva e o Fruto Proibido, de R.B. Lima (PB)
Alágbedé, de Safira Moreira (BA)
As Coisas Não Vão Mudar, de Luiz Apolinário (PE)
Aurora – A Rua que Queria Ser um Rio, de Radhi Meron (SP)
Cabocolino, de João Marcelo (PE)
Capitão Tocha, de Matheus Amorim (GO)
Chão de Fábrica, de Nina Kopko (SP)
Correria, de Liliana Mont Serrat (RJ)
Cósmica, de Ana Bárbara Ramos (PB)
Da Boca da Noite à Barra do Dia, de Tiago Delácio (PE)
Debaixo do Arvoredo, de Janaína Lacerda (CE)
Dona Dora. A Mística do Boi, de Adalberto Oliveira (PE)
Esperançosxs, de Coquevídeo (PE)
Eu Faço a Minha Sambada, de Juliana Lima (PE)
Eu Sou Raiz, de Cíntia Lima e Lílian de Alcântara (PE)
Foi um Tempo de Poesia, de Petrus Cariry (CE)
Forrando a Vastidão, de Higor Gomes (MG)
Ladeira Não é Rampa, de Antônio Ribeiro e Sandro Garcia (RJ)
Madrugada, de Leonardo da Rosa e Gianluca Cozza (RS)
Meu Nome é Maalum, de Luísa Copetti (RJ)
Meus Santos Saúdam Teus Santos, de Rodrigo Antônio (PA)
Mutirão: O Filme, de Lincoln Péricles (SP)
Muxarabi, de Natália Maia e Samuel Brasileiro (CE)
Não Recomendadxs, de Coquevídeo (PE)
Nazo Dia e Noite Maria, de Andréa Paiva (AL)
Nimbus, de Marcos Buccini (PE)
Nonna, de Maria Augusta Nunes (SC)
Nossas Mãos São Sagradas, de Júlia Morim (PE)
O Meu Balão Vai Voar, de Chia Beloto e Rui Mendonça (PE)
Plantando o Voo, de Elis Costa (PE)
Prata, de Lucas Melo (RJ)
Redoma, de PV Ferraz (PE)
Rosário, de Juliana Soares e Igor Travassos (PE)
Samba de Latada, de João Lucas Melo (PE)
Ser Feliz no Vão, de Lucas H. Rossi dos Santos (RJ)
Serra da Inveja, de Henrique Lapa (PE)
Te Guardo no Bolso da Saudade, de Rosy Nascimento (PE)
Tempo Descobre Tempo, de Andrezza Tavares (PE)
Trans Nordestina, de Rafael Costa e Guilherme Cavalcante (PE)
Yakhë – Nossos Corpos, de Tayho Fulni-ô  (PE)
Yãy tu nũnãhã payexop – Encontro de Pajés, de Sueli Maxakali (MG)

Foto: Divulgação.

Festival de Cannes 2022: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor
Anne Hathaway nos bastidores de Armageddon Time, de James Gray: coprodução brasileira.

O Festival de Cannes 2022, que acontecerá entre os dias 17 e 28 de maio, anunciou nesta quinta-feira, 14/04, os filmes selecionados para sua 75ª edição, que neste ano terá a comédia Z (comme Z), de Michel Hazanavicius, como filme de abertura.

Confirmado em formato presencial, o evento acontecerá no Palais des Festivals com a tradicional disputa pela Palma de Ouro. O anúncio foi realizado por Pierre Lescure, presidente do festival, e Thierry Frémaux, diretor geral do evento; segundo eles, novos títulos serão revelados em breve.

Entre os selecionados para a Competição Oficial, destaca-se Armageddon Time, de James Gray, uma coprodução entre Estados Unidos e Brasil. Com Anne Hathaway, Anthony Hopkins, Jeremy Strong e Domenick Lombardozzi no elenco, o filme é baseado em memórias de infância do diretor e narra uma história de amadurecimento, que explora amizade e lealdade. Os brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’Anna, da RT Features, assinam a produção e produção executiva, respectivamente.

A disputa pela Palma de Ouro segue com nomes já conhecidos do festival, como: Hirokazu Koreeda, David Cronenberg, Park Chan-wook, Arnaud Desplechin, Claire Denis, os irmãos Dardenne, Ruben Östlund, entre outros.

[ATUALIZADO: 21/04 – 08h45]:

Confira a lista completa com os filmes selecionados para o Festival de Cannes 2022:

COMPETIÇÃO OFICIAL

Armageddon Time, de James Gray (EUA/Brasil)
Boy from Heaven, de Tarik Saleh (Suécia)
Broker, de Hirokazu Koreeda (Coreia do Sul)
Close, de Lukas Dhont (Bélgica/Holanda/França)
Crimes of the Future, de David Cronenberg (Canadá/Grécia/França)
Coupez! (Final Cut), de Michel Hazanavicius (França) (filme de abertura) (fora de competição)
Decision to Leave (Haeojil Gyeolsim), de Park Chan-wook (Coreia do Sul)
Eo, de Jerzy Skolimowski (Polônia)
Frère et soeur, de Arnaud Desplechin (França)
Holy Spider, de Ali Abbasi (França/Alemanha/Suécia/Dinamarca)
Le otto montagne, de Felix van Groeningen e Charlotte Vandermeersch (Itália/Bélgica/França)
Leila’s Brothers, de Saeed Roustaee (Irã)
Les Amandiers, de Valeria Bruni Tedeschi (França/Itália)
Nostalgia, de Mario Martone (Itália)
Pacifiction – Tourment sur les îles (Bora Bora), de Albert Serra (Espanha)
R.M.N, de Cristian Mungiu (Romênia)
Showing Up, de Kelly Reichardt (EUA)
Stars at Noon, de Claire Denis (EUA)
Tchaikovsky’s Wife (Zhena Chaikovskogo), de Kirill Serebrennikov (Rússia/França)
Tori and Lokita, de Luc Dardenne e Jean-Pierre Dardenne (França)
Triangle of Sadness, de Ruben Östlund (Suécia/Reino Unido/EUA/França/Grécia)
Un petit frère, de Léonor Serraille (França)

UN CERTAIN REGARD

All the People I’ll Never Be, de Davy Chou (Camboja/França)
Bachennya Metelyka (Butterfly Vision), de Maksym Nakonechnyi (Ucrânia)
Corsage, de Marie Kreutzer (Áustria/França/Alemanha/Luxemburgo)
Domingo y la niebla, de Ariel Escalante Meza (Costa Rica)
Harka, de Lotfy Nathan (França/Alemanha/EUA/Tunísia)
Joyland, de Saim Sadiq (Paquistão)
Kurak Günler (Burning Days), de Emin Alper (Turquia)
Le Bleu du caftan, de Maryam Touzani (França)
Les Pires, de Lise Akoka e Romane Gueret (França)
Mediterranean Fever, de Maha Haj (Alemanha/França/Chipre)
Metronom, de Alexandru Belc (Alemanha/Romênia)
Plan 75, de Chie Hayakawa (Japão)
Plus que jamais, de Emily Atef (Alemanha/França/Luxemburgo/Noruega)
Rodeo, de Lola Quivoron (França)
Sick of Myself, de Kristoffer Borgli (Noruega)
Silent Twins, de Agnieszka Smoczynska (Polônia/EUA/Reino Unido)
The Stranger, de Thomas M. Wright (Austrália)
Tirailleurs (Father & Soldier), de Mathieu Vadepied (França)
Untitled Pine Ridge Project, de Riley Keough e Gina Gammell (EUA)
Vanskabte Land (Volaða Land/Godland), de Hlynur Pálmason (Dinamarca/Islândia/França/Suécia)

FORA DE COMPETIÇÃO

Elvis, de Baz Luhrmann (EUA/Austrália)
L’Innocent, de Louis Garrel (França)
Mascarade, de Nicolas Bedos (França)
Novembre, de Cédric Jimenez (França)
Three Thousand Years of Longing, de George Miller (Austrália/EUA)
Top Gun: Maverick, de Joseph Kosinski (EUA/China)

CANNES PREMIERE

As Bestas, de Rodrigo Sorogoyen (Espanha/França)
Chronique d’une liaison passagère, de Emmanuel Mouret (França)
Dodo, de Panos H. Koutras (Grécia/França/Bélgica)
Don Juan, de Serge Bozon (França)
Esterno Notte, de Marco Bellocchio (Itália)
Irma Vep, de Olivier Assayas (França/EUA)
La nuit du 12, de Dominik Moll (França)
Nos Frangins, de Rachid Bouchareb (Argélia)

SESSÕES ESPECIAIS

All That Breathes, de Shaunak Sen (Reino Unido/Índia/EUA)
Jerry Lee Lewis: Trouble In Mind, de Ethan Coen (EUA)
Le petit Nicolas – Qu’est-ce qu’on attend pour être heureux?, de Amandine Fredon e Benjamin Massoubre (França/Luxemburgo)
Mi país imaginario, de Patricio Guzmán (Chile)
Restos do Vento, de Tiago Guedes (Portugal)
Riposte féministe, de Marie Perennès e Simon Depardon (França)
Salam, de Mélanie Diam’s, Houda Benyamina e Anne Cissé (França)
The Natural History of Destruction, de Sergei Loznitsa (Ucrânia)
The Vagabonds, de Doroteya Droumeva (Alemanha)

SESSÃO DA MEIA-NOITE

Fumer fait tousser, de Quentin Dupieux (França)
Hunt, de Lee Jung-jae (Coreia do Sul)
Moonage Daydream, de Brett Morgen (EUA)
Rebel, de Adil El Arbi e Bilall Fallah (Bélgica)

Foto: Divulgação.

Festival Volta ao Mundo: Holanda exibe filmes inéditos no Brasil

por: Cinevitor
Jan Bijvoet em Borgman: O Mal-Intencionado, de Alex van Warmerdam.

Começa nesta quinta-feira, 14/04, no serviço de streaming Belas Artes À La Carte, o Festival Volta ao Mundo: Holanda. Realizado em parceria com o SEE NL, formado por instituições responsáveis pela promoção de filmes holandeses, o evento, que acontece até 27 de abril, conta com produções de diretores premiados internacionalmente.

Exclusivo para assinantes da plataforma, o festival apresenta oito longas produzidos entre os anos de 1986 e 2021. Destes, três são dirigidos pelo premiado cineasta Alex van Warmerdam: a comédia Abel, o suspense O Número 10 e o terror/suspense Borgman: O Mal-Intencionado, um de seus filmes mais conhecidos, que disputou a Palma de Ouro no Festival de Cannes, em 2013.

Considerado um dos principais nomes do cinema holandês contemporâneo, Alex é o grande destaque do festival. O cineasta, que acumula dezenas de premiações e também já atuou nas telonas, conta com ao menos um filme lançado nos cinemas brasileiros, a aclamada comédia O Pequeno Tony, de 1998.

O evento conta ainda com Irmãs Gêmeas, longa indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2004 e dirigido por Ben Sombogaart; Apenas o Melhor Para Nosso Filho, de Monique Nolte; Prince, filme de Sam de Jong, premiado no Festival de Berlim em 2015; Me Leve para Algum Lugar Legal, de Ena Sendijarević; e Eu Não Quero Dançar, de Flynn Von Kleist.

Esta é a segunda vez no ano em que o Petra Belas Artes À La Carte apresenta o Festival Volta ao Mundo aos seus assinantes. Em março deste ano, a plataforma de streaming trouxe a edição voltada para filmes da Macedônia do Norte.

Confira a lista completa com os filmes do Festival Volta ao Mundo: Holanda:

Abel, de Alex van Warmerdam
Apenas o Melhor para o Nosso Filho, de Monique Nolte
Borgman: O Mal-Intencionado, de Alex van Warmerdam
Eu Não Quero Dançar, de Flynn Von Kleist
Irmãs Gêmeas, de Ben Sombogaart
Me Leve para Algum Lugar Legal, de Ena Sendijarević
O Número 10, de Alex van Warmerdam
Prince, de Sam de Jong

Foto: Divulgação.

Netflix anuncia as próximas produções brasileiras no catálogo

por: Cinevitor
Bastidores do filme Depois do Universo com Henry Zaga e Giulia Be.

A Netflix entrou em 2022 com produções brasileiras em diferentes formatos e gêneros e segue até o fim do ano com séries, filmes de ficção e documentários inéditos. Os próximos títulos apresentam novas histórias e personagens de todo o país: tem comédia no sertão nordestino, série com música sertaneja do Centro-Oeste, documentário sobre o rap paulista e filme de ação no Paraná. 

A primeira novidade é a sequência de Ricos de Amor, com direção de Bruno Garotti, que assina o roteiro ao lado de Sylvio Gonçalves. A trama, desta vez, se passa no Norte do país, e Giovanna Lancellotti e Danilo Mesquita voltam a viver Paula e Teto; enquanto ela retoma seu trabalho como médica voluntária, ele precisa superar definitivamente seus hábitos de garoto mimado e enfrentar os interesses de um poderoso fazendeiro: “O processo de desenvolvimento do Ricos de Amor 2 tem sido ainda mais empolgante pelo privilégio de trabalhar com profissionais do Norte e talentos diversos que trazem personalidade e frescor para o filme”, comentou Bruno.

Em documentários, a novidade vem das ruas da periferia de São Paulo, de onde os Racionais MC’s iniciaram o mais importante movimento rap do país. Dirigido por Juliana Vicente, o filme trará entrevistas e cenas exclusivas, gravadas ao longo dos mais de 30 anos de carreira, além de mostrar o impacto e o legado dos músicos desde os primeiros shows pela cidade. 

Ainda tem uma nova série de comédia, que traz, pela primeira vez à Netflix, a criadora de conteúdo digital Ademara e a atriz Mel Maia, nos papéis de duas irmãs que, após viralizarem na internet, terão que aprender a balancear a vida real com a das redes sociais. 

E mais: a segunda temporada de Cidade Invisível, com Marco Pigossi, já está em produção com as equipes de direção e produção em Belém, no Pará,  para contar a continuação desta história tão brasileira, sob o comando do diretor-geral Luis Carone e da diretora-assistente Graciela Guarani: “É importante poder reconhecer, valorizar e respeitar o que a gente tem aqui no país. E não só por meio da técnica, da produção, mas de uma narrativa coerente, que faça sentido. O que toca o público? O que nos faz refletir? Este diálogo é extremamente necessário”, disse Graciela.

Outro lançamento deste ano é a série Maldivas com Bruna Marquezine, Carol Castro, Natalia Klein (também roteirista da série), Sheron Menezzes e Manu Gavassi. Na trama, Liz se muda, vinda de Goiás, para tentar desvendar o assassinato de sua mãe. Nesta dramédia, um clima tropical esconde mistérios e intrigas, ao mesmo tempo em que escancara muito deboche e sarcasmo: “Maldivas fala de um universo muito particular, que são esses condomínios de luxo na Barra da Tijuca, com tudo dentro; as pessoas não precisam sair de lá para nada. Seus moradores têm um senso de comunidade muito forte, sabem tudo da vida uns dos outros e vivem com uma falsa sensação de segurança. Mas e quando acontece um crime lá dentro?”, adianta Natalia.

Manu Gavassi na série Maldivas: em breve no catálogo.

O novo thriller psicológico da Netflix, Olhar Indiscreto, é marcado por grandes reviravoltas. Quem conduz a história é Miranda, interpretada por Débora Nascimento, uma voyeur incontrolável e hacker extremamente habilidosa. Sua rotina é espiar pela janela a vida de Cléo, papel de Emanuelle Araújo, uma garota de programa de luxo e moradora do prédio em frente. 

Outra novidade para este ano é o filme Depois do Universo, dirigido por Diego Freitas, com Henry Zaga e Giulia Be no elenco. No filme, a talentosa pianista Nina é surpreendida por uma forte conexão com o médico residente Gabriel, enquanto supera os desafios de lidar com o lúpus, uma doença autoimune que pode atacar qualquer parte do corpo; o rim, no caso dela. 

A série Só Se For Por Amor buscou no sertanejo sofrência a inspiração para contar a história de amor de Deusa (Lucy Alves) e Tadeu (Felipe Bragança). Em meio a tantos atores e cantores de diferentes partes do Brasil, os sotaques criaram uma mistura deliciosa: “Esta é uma série muito especial, com artistas diversos, de sotaques do Brasil inteiro”, disse a atriz e cantora Lucy Alves. “Quando a gente vê algo tão grande assim, sendo feito no interior, a gente se identifica muito… é imediato”, complementa a também atriz e cantora Agnes Nunes. 

Na comédia romântica Casamento a Distância, Eva (Dandara Mariana) é uma executiva de sucesso decidida e pé no chão. Alex (Dan Ferreira) é brilhante e avoado, e sonha em criar games. Eles se amam de verdade. Mas, às vésperas do casamento, Alex se mete numa série de confusões enquanto tenta chegar a tempo para a cerimônia. Para se encontrarem diante do altar, Eva e Alex vão precisar fazer o impossível. E ainda terão que descobrir se foram mesmo feitos um para o outro.

A programação brasileira contará ainda com: o primeiro filme de ação brasileiro da Netflix, Carga Máxima, de Tomas Portella, com Thiago Martins, Sheron Menezzes, Raphael Logam, Milhem Cortaz, Evandro Mesquita e Paulinho Vilhena no elenco; o especial de comédia Rodrigo Sant’Anna: Cheguei!, a série O Cangaceiro do Futuro, com Edmilson Filho e Chandelly Braz, com direção de Halder Gomes e Glauber Filho; e as segundas temporadas de Bom Dia, Verônica e Irmandade.

Fotos: Nat Odenbreit e Rachel Tanugi/Netflix.

Conheça os vencedores do 27º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários

por: Cinevitor
Helena Petta e Ana Petta, diretoras de Quando Falta o Ar: filme premiado.

Foram anunciados neste domingo, 10/04, no Espaço Itaú Augusta, em São Paulo, os vencedores do 27º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários, principal evento dedicado à cultura do documentário na América Latina, fundado e dirigido por Amir Labaki.

A programação exibiu um total de 78 longas e curtas-metragens em competição e hors-concours, de forma gratuita, em plataformas de streaming disponíveis em todo o território brasileiro. Além disso, neste ano, o festival retomou suas sessões presenciais, que aconteceram em São Paulo e no Rio de Janeiro. A cerimônia de encerramento contou também com a exibição de O Território, de Alex Pritz, uma coprodução entre Brasil, Dinamarca e EUA, que foi premiada no Festival de Sundance deste ano.

Os ganhadores dos prêmios de melhor longa-metragem brasileiro e internacional terão novas exibições entre os dias 11 e 12 de abril, às 21h, respectivamente, na plataforma É Tudo Verdade Play. Os curtas vencedores das mostras competitivas também serão exibidos na plataforma, a partir das 12h de 11/04, respeitando o limite de visionamentos.

O júri das competições brasileiras foi composto pela historiadora Eloá Chouzal; o diretor e fotógrafo de cinema e televisão Carlos Ebert; e o escritor, roteirista e cineasta Renato Terra. Dirigido por Ana Petta e Helena Petta, Quando Falta o Ar foi eleito o vencedor da Competição Brasileira de Longas e Médias-Metragens, e recebeu como prêmio R$ 20.000,00 e o Troféu É Tudo Verdade. O filme tem como tema a pandemia, destacando o trabalho de enfrentamento de médicas, enfermeiras, agentes de saúde, trazendo uma face da luta coletiva contra a Covid-19.

Já o melhor curta-metragem brasileiro, eleito pelo mesmo júri, foi Cantos de um Livro Sagrado, de Cesar Gananian e Cassiana Der Haroutiounian, que recebeu como prêmio R$ 6.000,00 e o Troféu É Tudo Verdade. Além disso, o júri também ressaltou: “Na seleção de curtas, houve uma amplitude da temática negra refletida pelos olhares de autores negros. Os filmes Alágbedé, de Safira Moreira, e Solmatalua, de Rodrigo Ribeiro-Andrade, trazem novos ares para o pensamento cinematográfico brasileiro”.

Para as competições internacionais, o júri foi formado pelo cineasta e escritor brasileiro Luiz Bolognesi; pelo escritor, jornalista e designer uruguaio Hugo Burel; e pela cineasta norte-americana Megan Mylan. O grande vencedor da Competição Internacional de longas ou médias foi o polonês O Filme da Sacada, de Pawel Lozinski. No documentário, o diretor entrevista, da sacada do seu apartamento, em Varsóvia, pessoas que passam ali em frente. A partir desse dispositivo, traz histórias singulares e tratam dos modos como lidamos com a vida na condição de indivíduos; o longa recebeu R$ 12.000 e o Troféu É Tudo Verdade. Como Se Mede Um Ano?, de Jay Rosenblatt (EUA), foi escolhido pelo júri como melhor curta da competição e recebeu R$ 6.000,00 e o Troféu É Tudo Verdade.

Na cerimônia também foram anunciados alguns prêmios paralelos, como o Prêmio Canal Brasil de Curtas no valor de quinze mil reais; o vencedor, escolhido pelo júri formado por Flavia Guerra, Hannah Sloboda e Vitor Búrigo, foi Cadê Heleny?, de Esther Vital. E mais: o Prêmio Mistika, no valor de R$ 8.000,00 em serviços de pós-produção digital, foi anunciado junto ao prêmio oficial de melhor curta-metragem brasileiro; e teve também o Prêmio EDT, da Associação de Profissionais de Edição Audiovisual, para a melhor montagem de um curta e um longa.

Reconhecido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA como um festival classificatório para o Oscar, o É Tudo Verdade qualifica automaticamente as produções vencedoras nas competições brasileira e internacional de longas e médias e também de curtas-metragens para inscrição direta visando a disputa das estatuetas douradas.

Conheça os vencedores do É Tudo Verdade 2022:

COMPETIÇÃO BRASILEIRA | JÚRI OFICIAL

MELHOR DOCUMENTÁRIO | LONGA OU MÉDIA-METRAGEM
Quando Falta o Ar, de Ana Petta e Helena Petta

MENÇÃO HONROSA
Sinfonia de um Homem Comum, de José Joffily

MELHOR DOCUMENTÁRIO | CURTA-METRAGEM
Cantos de um Livro Sagrado, de Cesar Gananian e Cassiana Der Haroutiounian

MENÇÃO HONROSA
Cadê Heleny?, de Esther Vital

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | JÚRI OFICIAL

MELHOR DOCUMENTÁRIO | LONGA OU MÉDIA-METRAGEM
O Filme da Sacada (Film Balkonowy/The Balcony Movie), de Pawel Lozinski (Polônia)

MENÇÃO HONROSA
Ultravioleta e as Gangues Cuspidoras de Sangue (Ultraviolette et le Gang des Cracheuses de Sang), de Robin Hunzinger (França)

MELHOR DOCUMENTÁRIO | CURTA-METRAGEM
Como se Mede um Ano? (How Do You Measure a Year?), de Jay Rosenblatt (EUA)

MENÇÃO HONROSA
Ali e Sua Ovelha Milagrosa (Ali and his Miracle Sheep), de Maythem Ridha (Iraque/Reino Unido)

PREMIAÇÕES PARALELAS

PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS
Cadê Heleny?, de Esther Vital

PRÊMIO EDT (Associação de Profissionais de Edição Audiovisual)
Melhor Montagem | Longa: Sinfonia de um Homem Comum, de José Joffily
Melhor Montagem | Curta: Solmatalua, de Rodrigo Ribeiro-Andrade

Foto: Marcos Finotti.

3ª Orocine – Mostra Orobó de Cinema: conheça os vencedores

por: Cinevitor
Luciano Torres no curta A Botija, o Beato e a Besta-Fera: filme premiado.

Os vencedores da terceira edição da Orocine – Mostra Orobó de Cinema foram anunciados neste domingo, 10/04, em uma live nas redes sociais. Ao todo, 15 filmes foram premiados entre as seis mostras competitivas.

A edição deste ano, realizada em formato híbrido, valorizou a cultura local, representada por cantadores e violeiros, homenageando Raimundo Sanfoneiro e Biu Moura. Escolas públicas receberam oficinas e sessões itinerantes de filmes; o Salão Paroquial, que funciona no prédio do antigo cinema da cidade, sediou exibições e uma das prosas, fomentando o debate sobre a produção de filmes no interior pernambucano. Além disso, debates e oficinas aconteceram no ambiente virtual.

Para Carlos Kamara, organizador da mostra, foram muitos desafios este ano: “Fazer o evento de forma híbrida, enaltecendo a força do cinema do interior, e fazer com que o cinema volte a encantar as pessoas. Algumas atividades da Orocine foram realizadas no antigo cinema da cidade e a ideia é reacender esse espaço que existia e hoje funciona como ponto de apoio da Igreja Católica, mas que pode ser um espaço de cultura”, destacou.

ATUALIZADO [13/04, às 19h]

A produção caruaruense A Botija, o Beato e a Besta-Fera, de Tulio Beat, recebeu o prêmio de melhor filme pelo Júri Popular. Foram 5.577 votos e 3.036 somente para o curta. O segundo mais votado foi Curva Sinuosa, de Andréia Moreira Pires, com 1.707 votos.

Conheça os vencedores da III Orocine – Mostra Orobó de Cinema:

MOSTRA FORÇA INTERIOR
Melhor Filme: Da Boca da Noite à Barra do Dia, de Tiago Delácio (PE)
Melhor Direção: Adeus, Carnaval de Olinda, por Igor Pimentel e Rosielle Machado
Melhor Roteiro: Quintal Verde, escrito por Felipe dos Santos
Melhor Atriz: Kalor Pacheco, por Madeira de Lei
Melhor Ator: Mestre Martelo, por Da Boca da Noite à Barra do Dia
Melhor Produção: Açude nº 50, por Wagner Ferreira e Paulo Conceição
Melhor Fotografia: Madeira de Lei, por Kalor Pacheco
Melhor Direção de Arte: Jaguamérica, por Bako Machado

MOSTRA LUAR DO SERTÃO
Melhor Filme: A Tradicional Família Brasileira Katu, de Rodrigo Sena (RN)

MOSTRA NA CONTRAMÃO
Melhor Filme: Correria, de Liliana Mont Serrat (RJ)

MOSTRA ACESSIBILIDADE
Melhor Filme: Curva Sinuosa, de Andréia Moreira Pires (CE)

MOSTRA BRINCADEIRAS DE RODA
Melhor Filme: Capitão Tocha, de Matheus Amorim (GO)

MOSTRA SERRA VERDE
Melhor Filme: Ewé de Òsányín: o segredo das folhas, de Pâmela Peregrino (BA)

MENÇÕES HONROSAS
A produção de A Botija, o Beato e a Besta-Fera, de Tulio Beat (PE)
Kikazaru, de Matheus Cabral (ES)

A III Orocine contou com o incentivo da Lei Aldir Blanc, através da SECULT-PE e teve coprodução da Maat Produções, patrocínio da Prefeitura Municipal de Orobó e apoio cultural da Reserva Serra Verde.

Foto: Divulgação.