Mônica Martelli e Ingrid Guimarães: protagonistas e amigas em cena
A aguardada comédia Minha Melhor Amiga, que marca o primeiro longa-metragem de Ingrid Guimarães e Mônica Martelli juntas, estreia exclusivamente nos cinemas nesta quinta-feira, 03/09, com distribuição da Paris Filmes.
A direção é de Susana Garcia, diretora com a maior bilheteria do Brasil: seus filmes Minha Mãe é Uma Peça 3, Minha Vida em Marte e Minha Irmã e Eu venderam, juntos, mais de 20 milhões de ingressos.
Amigas de longa data, Mônica e Ingrid conquistaram a internet ao compartilhar situações hilárias e perrengues que passaram no exterior durante as férias com suas filhas Julia e Clara, que dão nome às protagonistas. Os vídeos, que começaram inicialmente como uma brincadeira entre as adolescentes para zoar as mães, se tornaram um fenômeno: “O filme saiu da vida e das redes. Fazemos essa viagem todo ano para juntar as meninas que moram em cidades separadas. Elas começaram a nos filmar e viralizou! Tem muita coisa delas, o olhar delas sobre a gente, além disso elas ajudaram nos diálogos das adolescentes. De tanto ouvir ‘faz um filme dessas viagens’, nós fizemos”, revelou Ingrid Guimarães.
“Lembro o dia em que chegamos em Lisboa para ambientação, uma semana antes de filmar, e fomos caminhar pela cidade. Então a Ingrid perguntou à Susana se não deveríamos ensaiar e ela respondeu: ‘Vocês estão há 30 anos ensaiando!’. Assim começaram as filmagens, em um clima de irmandade e olhares femininos”, contou Mônica Martelli.
Rodado no Rio de Janeiro, em Lisboa e em Sevilha, o filme traz a dupla nos papéis de Julia (Mônica) e Clara (Ingrid), duas melhores amigas que vivem uma fase difícil no auge dos 50 anos. Julia é uma jornalista divorciada que não acredita mais no amor e não se sente valorizada profissionalmente. Já Clara vive um casamento em crise e uma rotina frustrante em casa cuidando do marido, da sogra e do enteado, e no trabalho como corretora imobiliária que não apresenta mais nenhum desafio para ela.
Quando suas filhas Manu, interpretada por Giulia Benite, e Isadora, papel de Gabi Amaral, de 16 anos, embarcam para um intercâmbio em Portugal, as mães sentem dificuldade de lidar com a nova rotina sem as meninas. Para dar um basta no baixo astral, elas decidem viajar para Portugal e surpreender as adolescentes. Mas, quando chegam em solo europeu, nem tudo sai como planejado e elas vão precisar recalcular a rota para viver intensamente as melhores férias da vida em uma viagem transformadora.
O filme, que destaca a importância da amizade entre mulheres em todos os momentos da vida, foi rodado em pontos turísticos marcantes como a Praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, a Praça do Comércio e o Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, e a Plaza de España, em Sevilha. Com produção de Marcio Fraccaroli, André Fraccaroli e Veronica Stumpf, da Paris Entretenimento, Minha Melhor Amiga conta também com Gustavo Machado, Albano Jerónimo, Alejandro Albarracín, Ricardo Pereira, Michel Melamed e Thaila Ayala no elenco.
Com roteiro de Patrícia Leme, Luisa Capri, Tati Bernardi, Ingrid Guimarães, Mônica Martelli e Susana Garcia, o roteiro final foi assinado por Andrea Batitucci, Ingrid Guimarães, Mônica Martelli e Susana Garcia. A direção de fotografia é de Rodrigo Monte, a direção de arte é de Monica Costa, o figurino é de Verônica Julian e a caracterização é de Lu Moraes. O som direto é assinado por Ricardo Sequeira, Alvaro Correia e Douglas Vianna com edição de som de Bernado Uzeda e Tomás Alem e mixagem de Rodrigo Noronha e Gustavo Loureiro; Zé Ricardo é o responsável pela supervisão musical e a música original. A montagem é de Leonardo Gouvea e Mariana Flor; Marcela Flores e Martim Lorena assinam a direção de produção e Marcela Altberg assina o elenco. A produção executiva é de Laura Boorhem.
Para falar mais sobre a comédia Minha Melhor Amiga, conversamos com as protagonistas Ingrid Guimarães e Mônica Martelli e também com a diretora Susana Garcia. No bate-papo, falaram da relação de amizade que inspirou o filme, bastidores das filmagens e histórias engraçadas, expectativa para o lançamento e novos trabalhos entre amigas.
Cena do curta paraibano Como se Ninguém Estivesse Olhando, de Gi Ismael: filme premiado
Foram anunciados neste sábado, 29/08, os vencedores da 13ª edição do Cinema com Farinha, festival que acontece na cidade de Patos, no sertão da Paraíba. Neste ano, o evento recebeu 1.384 inscrições, um recorde histórico que reafirma a força e a diversidade do audiovisual independente.
Entre os dias 26 e 29 de agosto, o sertão paraibano vivenciou encontros de manifestações culturais, através de exibições das produções audiovisuais regionais e nacionais, com espaços de encontro para discussão e aprendizagem. O evento, além de contar com exibições das mostras competitivas, também realizou lançamentos de filmes, mostras paralelas, apresentações culturais, debates e formações que transformaram Patos na cidade do cinema sertanejo.
Para esta 13ª edição do Festival Cinema com Farinha, o júri foi formado por: Carlos Mosca, Fabi Melo e Raquel Ferreira na Mostra Brasil; e Alcides Neto, Raildon Lucena e Gabriel Bortolini na Mostra Paraíba. A cerimônia de premiação aconteceu no Patos Multiplex com a presença de realizadores, artistas e profissionais que fizeram parte desta edição.
Conheça os vencedores do Festival Cinema com Farinha 2026:
MOSTRA BRASIL
Melhor Filme | Júri Oficial: A Casa Amarela, de Adriel Nizer (PR) Melhor Filme | Júri Popular: O Fantasma de Deodato, de Maiara Líbano (RJ) Melhor Direção: Leonardo Martinelli, por Samba Infinito Melhor Roteiro: Ressonância, escrito por Anna Zêpa Melhor Atriz: Kátia Horn, por A Casa Amarela Melhor Ator: Wilson Rabelo, por Presépio Menção Honrosa | Atuação: Dandara Arcebispo, por O Pai da Rainha de Angola Melhor Fotografia: Samba Infinito, por João Atala Melhor Direção de Arte: Recessão Econômica, por Carol Tanajura Melhor Montagem: Presépio, por Gabriel Medeiros Melhor Trilha Sonora: O Pai da Rainha de Angola, por Jonathan Ferr Melhor Desenho de Som: Samba Infinito, por Fábio Carneiro
MOSTRA PARAÍBA
Melhor Filme | Júri Oficial: Como se Ninguém Estivesse Olhando, de Gi Ismael Melhor Filme | Júri Popular: Chibata, de Eduardo P. Moreira Menção Honrosa: Código para Eternidade, de Natalí Toledo Melhor Direção: Gi Ismael, por Como se Ninguém Estivesse Olhando Melhor Roteiro: Hipocondríaco, escrito por Paulo Roberto Melhor Atriz: Fafá Dantas, por Hipocondríaco Melhor Ator: Caé dos Santos, por Doula: Todos os Dias, o Nascer do Fim Melhor Fotografia: Doula: Todos os Dias, o Nascer do Fim, por Diego Pontes Melhor Direção de Arte: Babau, O Sanfoneiro Sonhador, por Carlos Mosca Melhor Montagem: O Monstro do Sertão, por Diego Pontes Melhor Trilha Sonora: Habeas Pinho, por Marcelo Alonso Neves Melhor Desenho de Som: Nua, por Romero Coelho
Cena do curta rondoniense Poronga, de Rafael Rogante
A oitava edição do Festival de Cinema da Amazônia – Olhar do Norte acontecerá entre os dias 23 e 27 de setembro no Teatro Amazonas, Teatro Gebes Medeiros e outros espaços culturais de Manaus, no Amazonas. Uma das novidades de 2026 será a estreia da mostra competitiva Amazônia de longas-metragens, que amplia o espaço dedicado à produção cinematográfica amazônica.
A programação vai reunir produções da Amazônia e de outras regiões do Brasil, entre mostras competitivas e não competitivas, além de atividades voltadas ao diálogo sobre cinema. Realizado pela Artrupe Produções, em parceria com o Cine Set, o festival tem como objetivo ampliar a visibilidade da produção audiovisual da Amazônia, além de trazer para Manaus produções de destaque de todas as regiões do Brasil, aliando exibição e diálogo sobre cinema.
Neste ano, o Olhar do Norte estreia a mostra competitiva Amazônia de longas-metragens com filmes realizados nos estados que integram a Amazônia Legal, como Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, ou dirigidos por cineastas desses estados.
O festival conta também com as mostras competitivas Amazônia de curtas-metragens, destinada a filmes produzidos nos estados da Amazônia Legal; Outros Nortes, voltada para produções e diretores dos demais estados brasileiros; e Olhar Panorâmico, que reúne uma seleção de trabalhos da Amazônia Legal. A programação inclui ainda a mostra não competitiva Olhinho, dedicada a filmes infantojuvenis e aberta a produções de todos os estados do Brasil, além de obras convidadas pela curadoria.
Além das exibições presenciais em Manaus, o festival amplia sua presença digital por meio de uma parceria com a plataforma Itaú Cultural Play, que disponibilizará on-line os filmes das mostras de curtas amazônicos e panorâmicos após o encerramento das sessões.
Conheça os filmes selecionados para o 8º Festival de Cinema da Amazônia – Olhar do Norte:
MOSTRA AMAZÔNIA | LONGAS-METRAGENS
Empresário do Terceiro Mundo, de Mateus Guzzo (PA) Jamary, de Begê Muniz (AM) Memória de Elefante, de Severino Neto (MT) Terruá Pará, de Jorane Castro (PA) Xingu, Nosso Rio Sagrado, de Angela Gomes (PA)
MOSTRA AMAZÔNIA | CURTAS-METRAGENS
A Ascensão da Cigarra, de Ana Clara Ribeiro (RO) A Pele do Ouro, de Marcela Ulhoa e Yare Perdomo (RR) A Terra das Estrelas Distantes, de Felipe Aufiero (AM) Através da Sacada, de Ana V. Araújo (RO) BICI, A História de uma Bicicleta no Afuá, de Otoniel Oliveira (PA) Capim, de Júlia Munhoz e Caio Pimenta (MT) Como Ler o Vento, de Bernardo Ale Abinader e Sharon Hakim (CE/AM) Crescente, de Maurício Moraes (PA) Flores Secas, de Arnaldo Barreto (AM) Maira Porongyta: O Aviso do Céu, de Kujãesage Kaiabi (MT) Minha Tia Suzi, de Tatiana Horevicht (MT) O Olhar de Antônio, de Glória Albues (MT) Por Onde Você Vai, de Bruma de Sá e Mauro Gruber (AM) Poronga, de Rafael Rogante (RO) Te Vejo Na Próxima Saída do Boi, de Keila-Sankofa e DaVárzea das Artes (PA) Tukàn: A Semente Plantada, de Taciano Brito e Silvio Guajajara (MA)
OLHAR PANORÂMICO
Cabeça de Martelo, de Rafael Creder (AM) Carne Crua, de Tarcísio Gabriel (PA) De Volta ao Começo, de Sérgio Santos Barroso (TO) Devaneios Rodoviários, de Pedro Bezerra (MA) Frutinha, de Giovanni Ojeda (MT) Limbo, de Sérgio Santos Barroso (MA) Magrela, de Gian Danton (AP) Maior que a Casa Toda, de Fabiano Barros e Neto Cavalcanti (RO) Mala Preta, de Áurea Maranhão (MA) No Limite do Lavrado, de Alex Pizano (RR) O Último Varredor, de Perseu Azul e Paulo Alipio (MT) Praia Grande, de Fernando Segtowick e Lucas Domires (PA) Quem é que Vai Nos Proteger Agora?!, de Eric Max (AM) Rios de Memórias, de Cinema Instantâneo (RO) Umassuma: Lascas de Memórias, de Guaracy Britto Jr. e Andrei Miralha (PA) Ybi, de Eliza Telles e Begê Muniz (AM)
OUTROS NORTES
Ajude os Menor, de Janderson Felipe e Lucas Litrento (AL) Caldeirão, de Oliveira Júnior, Milena Rocha e Weslley Oliveira (PI) Entrevista com Fantasmas, de Lincoln Péricles (LK) (SP) Éter, de Luiza Calagian (SP) Floresta do Fim do Mundo, de Denilson Baniwa e Felipe M. Bragança (RJ) Grão, de Gianluca Cozza e Leonardo da Rosa (RS) Kakxop Pahok: As Crianças Cegas, de Cassiano Maxakali e Charles Bicalho (MG) Lendas da Noite, de Olavo Toledo (SP) Recife Tem um Coração, de Rodrigo Sena (RN) Samba Infinito, de Leonardo Martinelli (RJ) Tião Personal Dancer, de Aristótelis Tothi (GO)
LONGAS-METRAGENS CONVIDADOS
Concerto de Quintal, de Juraci Junior (RO) Obeso Mórbido, de Diego Bauer (AM)
CURTAS-METRAGENS CONVIDADOS
3×4, de Juliana Tizatto (AM) Kika Não Foi Convidada, de Juraci Junior (RO) Tarde Dentro da Tarde, de Rafael Ramos (AM) Zona XYZ, de Ricardo Manjaro e Henrique Amud (AM)
OLHINHO
À Primeira Vista, de Antonio Fargoni (RN) Eu Acho que Não Vai Voar, de André Carlos Barbosa (SP) Fruto Desse Chão, de Carlon Hardt (PR) Hacker Leonilia, de Gustavo Fontele Dourado (DF) Luiz Miguel Contra o Monstro do Pântano, de Thiago Henrique Ferreira (PA) Maior que a Casa Toda, de Fabiano Barros e Neto Cavalcanti (RO) Memória de Pivete, de Pedro Santi (SP) O Coração da Boiuna, de Andrei Miralha (PA) Quando as Ondas do Mar Desligam, de Yasoda Nanda e Assaggi Piá (BA) Versos que Voam, de Thayná Liartes (AM)
FILME DE ABERTURA Feito Pipa, de Allan Deberton (CE)
FILME DE ENCERRAMENTO Os Avós, de Ana Lígia Pimentel (AM)
Documentário Não Existe Almoço Grátis estreia no dia 3 de setembro
O premiado documentário Não Existe Almoço Grátis, dirigido por Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, chega aos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira, 03/09, com distribuição da Descoloniza Filmes.
Os profundos danos durante a gestão da pandemia de Covid-19 foram acompanhados por outro vírus terrível: a fome. A falta de políticas públicas para enfrentar essa situação levou o MTST, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, a organizar dezenas de Cozinhas Solidárias, distribuindo almoços grátis por todo o país. Em Brasília, três mulheres negras, Bizza, Jurailde e Socorro, lideram uma dessas Cozinhas Solidárias, localizada na maior favela do país, Sol Nascente, a apenas 30 km do centro da capital. No contexto da posse de Luiz Inácio Lula da Silva, elas são encarregadas de cozinhar para as centenas de militantes do movimento que chegarão a Brasília para assistir à cerimônia no dia 1º de janeiro.
As três protagonistas possuem arcos narrativos singulares apresentados de modo não linear ao longo do filme. Bizza sonha em construir sua casa e abrir seu próprio negócio no lote que conquistou através da luta no MTST; Jurailde, evangélica, vincula sua conexão com a terra à sua ancestralidade indígena e seu passado de trabalho infantil; e Socorro, por sua vez, descobre o orgulho de si ao formar sua própria família depois de ter sido abandonada pelo pai na infância.
“Costurando relatos íntimos ao registro vivo e em movimento da força da organização coletiva, o filme é um manifesto contra as máximas neoliberais da meritocracia, do individualismo e do lucro. Sua linguagem visual e sonora marca o contraste da desigualdade social no Distrito Federal, fazendo de Brasília uma personagem símbolo de injustiças a serem superadas. É nesta cidade partida que Socorro, Jurailde e Bizza se conhecem e se tornam coordenadoras de uma das Cozinhas Solidárias do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, distribuindo almoços grátis diariamente”, refletem os diretores Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel.
Em meio a ameaças de golpe e crescente violência política, Não Existe Almoço Grátis acompanha esta saga de preparação logística e culinária massiva no contexto da posse presidencial mais paradigmática desde a redemocratização. Ao mesmo tempo, o filme traz entrevistas profundas com Bizza, Jurailde e Socorro, cujas vidas têm sido cheias de dificuldades, mas de muita resistência.
O longa traz também reflexões sobre a importância da organização coletiva e como laços de afeto e comunidade são essenciais para combater estruturas injustas e desafiar máximas de mérito e lucro individual. Na luta diária por moradia e contra a fome, Bizza, Jurailde e Socorro já antecipam muito do que sonham e provam que o futuro se cozinha hoje e a muitas mãos: “Há um pacto profundo entre filme e movimento social, do qual emerge a possibilidade de um mergulho na realidade do maior movimento urbano da América Latina e nos laços de afeto e comunidade fundamentais para combater as estruturas injustas de nossa sociedade. Em ano eleitoral, o filme é um lembrete de que a luta deve ser diária”, concluem Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel.
Antes de sua chegada às salas de cinema, Não Existe Almoço Grátis construiu uma sólida e premiada trajetória pelos principais festivais do país. Sua caminhada começou no 27º Forumdoc.bh, integrando a Mostra Contemporânea Brasileira. Em seguida, na 56ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, conquistou o público e a crítica na Mostra Brasília, onde foi consagrado com o prêmio de melhor filme pelo Júri Popular e recebeu uma Menção Honrosa do Júri Oficial. O apelo e o reconhecimento do público voltaram a se consagrar na 13ª Mostra Ecofalante de Cinema, onde o longa venceu novamente o prêmio de melhor filme pelo Júri Popular. A obra seguiu em exibição no Olhar de Cinema e integrou a Competitiva Nacional da 31ª edição do Festival de Cinema de Vitória, no qual recebeu mais uma Menção Honrosa do Júri Oficial. Já na 21ª Mostra do Filme Livre, recebeu o Prêmio Destaque.
Com produção executiva de Marcos Nepomuceno, Pedro Charbel e Evelyne Lessa, a direção de fotografia é assinada por André Hawk. A montagem é de Isabelle Araújo e Daniel Garcia, a colorização é de Saulo Silva e Claudia Daher e a música original é de Daniel Simitan. Felipy Andrade assina a supervisão de som e mixagem; a edição de ambiências é de Rodrigo Andrade com som e microfonação de André Ribeiro e assistência de edição de ambiências por Christian S. de Macedo. O design gráfico é de Thiago Rocha Ribeiro; Brenda Ximenes assina os efeitos visuais e Gabriel Stefano a masterização.
Assista ao trailer oficial de Não Existe Almoço Grátis, que estreia no dia 3 de setembro:
Silvo Silva no curta potiguar Recife Tem um Coração, dirigido por Rodrigo Sena
Foram anunciados nesta sexta-feira, 28/08, na Cinemateca Brasileira, em cerimônia apresentada por Adriana Couto, os vencedores da 37ª edição do Curta Kinoforum, Festival Internacional de Curtas de São Paulo; o evento exibiu 211 filmes, de mais de 50 países e cinco continentes, em sua programação.
Neste ano, o Kinoforum inaugurou uma nova premiação em homenagem à fundadora do festival, a produtora Zita Carvalhosa. O júri, formado por Deborah Osborn, Lilian Solá Santiago e Luciana Rodríguez, escolheu um filme dentre as produções nacionais inéditas no Brasil, inscritas nas diversas mostras do evento: o curta paraibano Imagem Imaginada, de Diego Benevides, recebeu um prêmio de R$ 20.000,00 oferecido pela Associação Cultural Kinoforum, organizadora do festival.
O Prêmio Revelação, para cineastas de filmes realizados em cursos e oficinas audiovisuais, exibidos nas mostras Brasil e Cinema em Curso, foi entregue para Diálogo Bulbul, de Nicole Mendes, Bruno Churuska, Gledson Augusto, Yan Altino e Zimá Domingos. Esse prêmio tem como objetivo incentivar jovens talentos do audiovisual brasileiro em sua próxima produção, da filmagem à finalização de um curta de até 15 minutos. Para isso, o festival estabelece parcerias com empresas do setor e o curta-metragem viabilizado pelo Prêmio Revelação tem como compromisso estrear no Curta Kinoforum. O júri deste ano foi formado por Caio Lazaneo, Lara Lima e Raphael Camacho.
Como de costume, o público do festival escolhe seus filmes favoritos entre os exibidos nas mostras Limite, Internacional, Latino-Americana e Programas Brasileiros. Os dez curtas brasileiros e os dez estrangeirosmais votados foram anunciados, em ordem alfabética, durante a cerimônia de premiação e serão reexibidos no último fim de semana do evento.
Já o Prêmio API é concedido pela Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro a dois filmes: um da Mostra Limite e o outro da Mostra Latino-Americana. O Troféu Borboleta de Ouro reconhece três destaques (um brasileiro, um estrangeiro e um Prêmio Especial) para curtas que tratam da diversidade sexual selecionados pela equipe do Cineclube LGBTQIAP+. Por sua vez, o Troféu Kaiser Destaque ABCA, promovido pela Associação Brasileira de Cinema de Animação, elege o melhor filme animado exibido no evento.
Neste ano, entre os curtas da Mostra Brasil que se destaquem pela sua trilha sonora, foram concedidos ao filme vencedor um troféu e dez horas de supervisão musical no próximo projeto do realizador; aos cinco filmes finalistas foram concedidos um certificado e um workshop de supervisão musical.
Magali Biff no curta Mulher Papaya, de Camila Tarifa
Um júri composto pela Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema, escolheu o melhor primeiro ou segundo filme entre os selecionados para a Mostra Brasil. Além disso, prêmios de aquisição, fruto de parcerias do evento com emissoras de TV e plataformas digitais de streaming, foram revelados. O Prêmio Canal Brasil de Curtas, no valor de R$ 15 mil e um contrato de licenciamento para o melhor filme dos programas brasileiros, escolhido por um júri especializado, teve como vencedor Morto Não, de Alex Reis.
O Prêmio TV Cultura, no valor de R$ 5 mil e destinado a curtas produzidos no estado de São Paulo, que serão exibidos na grade de programação da emissora, foi conquistado por Theo, de Monica Palazzo e Jo Galvv e Entre Mães, de V Magalhães. O Prêmio SescTV, destinado a diretores estreantes, contempla um filme brasileiro e um filme estrangeiro com R$ 6 mil cada, além de licenciamento pelo período de dois anos. O Prêmio Canal Curta!/Porta Curtas tem como proposta o licenciamento de um curta-metragem brasileiro (ou da Mostra Brasil), que autorize a exibição e a votação on-line na plataforma durante o período do evento.
O Prêmio Aquisição Spcine Play contemplou dois curtas-metragens selecionados com um contrato de R$ 5.000,00 para exibição na plataforma por 12 meses sem exclusividade. A seleção foi feita pela equipe curatorial da Difusão da Spcine entre os filmes paulistas selecionados para os Programas Brasileiros do festival que mais se destacaram em relação a mérito e adequação ao recorte curatorial da plataforma.
E mais: um curta premiado entre os filmes da Mostra Brasil participará por um ano do circuito CineSolar, o primeiro cinema itinerante movido a energia solar do Brasil, que promove sessões gratuitas de cinema pelo país com o objetivo de democratizar o acesso às produções audiovisuais, promover ações e práticas sustentáveis, a inclusão social e difundir a tecnologia da geração de energia solar. Pela participação não exclusiva, o curta receberá um prêmio de R$ 3.000,00.
Além disso, o júri do programa Laboratórios Kino destacou alguns projetos, que receberão alguns prêmios: o vencedor do Wipkino – Laboratório de Montagem receberá incentivos de pós-produção oferecidos pela Stone Milk. O projeto vencedor do Kinoforum Labs – Do Curta ao Longa receberá como prêmio uma mentoria integral em produção e direção destinada a fortalecer o desenvolvimento criativo, estratégico e de execução do projeto, através de três encontros virtuais personalizados com o diretor e produtor geral do Territorio LABEX Bernabé Demozzi; nos encontros, serão trabalhados os principais aspectos do projeto: design, plano de desenvolvimento, abordagem criativa, viabilidade e posicionamento para futuras instâncias de circulação. O projeto de longa-metragem também receberá incentivos oferecidos pela Stone Milk. Já o projeto premiado pela Incubadora Kino receberá todos os apoios de produção do Prêmio Revelação.
Conheça os vencedores do Curta Kinoforum 2026:
PRÊMIO ZITA CARVALHOSA Imagem Imaginada, de Diego Benevides (PB)
PRÊMIO ZITA CARVALHOSA | MENÇÃO HONROSA Mira, de Daniella Saba (SP)
PRÊMIO REVELAÇÃO Diálogo Bulbul, de Nicole Mendes, Bruno Churuska, Gledson Augusto, Yan Altino e Zimá Domingos (RJ)
10+ BRASIL | FAVORITOS DO PÚBLICO
Brasa, de Diane Maia (SP) Comunhão, de Pétala Lopes (SP) Kika Não Foi Convidada, de Juraci Júnior (RO) Morfeu e Caronte, de Jocimar Dias Jr. e Luiz Ulian (RJ) Morto Não, de Alex Reis (SP) Mulher Papaya, de Camila Tarifa (SP) Os Arcos Dourados de Olinda, de Douglas Henrique (PE) Passado e Presente, de Filipe Bispo Barbosa (SP) Recife Tem um Coração, de Rodrigo Sena (RN) Valsa para Maria Domingas, de Eugênia Santana (SP)
10+ ESTRANGEIROS | FAVORITOS DO PÚBLICO
Meu Irmão Lyosha e Eu (Я и мой брат Лёша), de Lena Tronina (Cazaquistão) Nascida Soldado (Je suis née soldat), de Sahara Moeini (França) O Último Jogo (El último juego), de Daniel Chile (Cuba) Os Mentirosos (Los Mentirosos), de Eduardo Braun Costa (Argentina/Brasil) Para os Oponentes (Para los contrincantes), de Federico Luis (México/Chile/França/Reino Unido) Por Favor (Please), de Anna Mantzaris (Suécia) Ruído das Ondas (Szum fal), de Tomasz Wrobel (Polônia) Trio, de Fridtjof Stensæth Josefsen e Morten Borgestad (Noruega) Um Lobo nos Subúrbios (A Wolf in the Suburbs), de Amélie Hardy (Canadá) Vida que Segue (Life Goes On), de Daniel Audritt e Kathryn Butterfield (Reino Unido)
DESTAQUE LGBTQIA+ | TROFÉU BORBOLETA DE OURO Brasileiro: Morfeu e Caronte, de Jocimar Dias Jr. e Luiz Ulian (RJ) Estrangeiro: Bolero Vermelho (Bolero Rojo), de Angel Molina (Paraguai/Nicarágua/França) Prêmio Especial: Lorre Motta, por Revelação
PRÊMIO ABRACCINE | Associação Brasileira de Críticos de Cinema Melhor Filme: Diu, de Camila Schincaglia (SP) Menção Honrosa: Duwid Tuminkiz: Makunaima é Duwid?, de Gustavo Caboco Wapixana (PR)
PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS Morto Não, de Alex Reis (SP)
DESTAQUE ABCA | MELHOR ANIMAÇÃO | TROFÉU KAISER Melhor Filme: O Jardim (El Jardin), de Carolina Charadán e Miguel Machado (Cuba/Canadá/México)
PRÊMIO API Mostra Latino-Americana | Melhor Filme: Ixquic, de Elvis Caj (Guatemala) Menção Honrosa: Todos os Nomes Começam com M (Todos los nombres empiezan con M), de Carla Scolari (Argentina/Uruguai) Mostra Limite | Melhor Filme: Raidinalha, de Marco Arruda (RS) Menção Honrosa: Replikka, de Piratá Waurá e Heloisa Passos (MT)
PRÊMIO Audiovibes | MELHOR TRILHA SONORA Kakxop Pahok: As Crianças Cegas, de Cassiano Maxakali e Charles Bicalho (MG) Finalistas: Barulho, de Karen Suzane (RJ), Samba Infinito, de Leonardo Martinelli (RJ), A Ascensão da Cigarra, de Ana Clara Ribeiro (RO) e O Véu, de Gabriel Motta (RS)
PRÊMIO AQUISIÇÃO | PORTA CURTAS + CANAL CURTA! O Mapa em que Estão Meus Pés, de Luciano Pedro Jr. (AL)
PRÊMIO AQUISIÇÃO | Spcine Play Os Dias com Ela, de Lina Montanari (SP) Brasa, de Diane Maia (SP)
SELEÇÃO ESPECIAL SESC TV Nacional: O Mapa em que Estão Meus Pés, de Luciano Pedro Jr. (AL) Estrangeiro: Astronauta, de Giorgio Giampà (Itália/França/Guatemala/México)
PRÊMIO AQUISIÇÃO | TV CULTURA Theo, de Monica Palazzo e Jo Galvv (SP) Entre Mães, de V Magalhães (SP)
MENÇÃO TV CULTURA PARA NOVOS OLHARES Entre Mães, de V Magalhães (SP)
PRÊMIO AQUISIÇÃO | CineSolar Theo, de Monica Palazzo e Jo Galvv (SP)
KINOFORUM LABS | DO CURTA AO LONGA Lembrar de Mim, de Bárbara Bárcia
WIPKINO | Laboratório de Montagem Feito Tatu, de Larissa Barbosa
Caique Copque e Ítalo Martins em A Margem do Rio, de Matheus Farias e Enock Carvalho
A 28ª edição do Festival do Rio, que acontecerá entre os dias 1º e 11 de outubro, anunciou os títulos selecionados para as mostras da Première Brasil, maior e mais importante vitrine do cinema nacional no evento: serão 101 filmes brasileiros exibidos na programação.
Escolhidos entre um total de quase 1.500 longas e curtas-metragens inscritos, os filmes compõem um amplo panorama da produção audiovisual brasileira, reunindo diferentes narrativas, linguagens, gêneros e modos de produção, refletindo a vitalidade e a diversidade criativa do cinema realizado no país. A programação aproxima cineastas consagrados e novos talentos, reafirmando a capacidade do cinema brasileiro de se renovar, experimentar e ampliar suas formas de representar o Brasil; e o compromisso do Festival do Rio de promover a diversidade da produção nacional, revelar novas vozes e fortalecer o encontro entre os filmes e o público.
Os filmes em competição concorrem ao Troféu Redentor em diversas categorias, premiando talentos e profissionais de diversas áreas. O Festival do Rio traz ainda filmes em coprodução com o Brasil e uma mostra de séries brasileiras com lançamento previsto em 2026. As diversas mostras tradicionais do festival também apresentam produções brasileiras que dialogam com vários públicos e linguagens.
Os filmes estão distribuídos entre as seguintes mostras: competição de longas e curtas-metragens e Competição Novos Rumos, com 45 longas e curtas-metragens concorrendo ao Troféu Redentor; Hors Concours, que reúne filmes fora de competição em sessões especiais; Hors Concours Especial, que oferece a oportunidade de rever no cinema filmes que marcaram época em cópias restauradas, com a presença de equipe e elenco; Retratos, dedicada a documentários sobre trajetórias marcantes e às vezes pouco conhecidas da cultura e da sociedade brasileiras; Midnight Movies, voltada aos amantes de um cinema mais ousado, inventivo e provocador, tanto na linguagem quanto nos gêneros que explora; e O Estado das Coisas, com documentários que estimulam reflexões e debates sobre questões humanas, sociais e políticas do Brasil contemporâneo.
Uma das novidades desta edição é a mostra Nova Geração, dedicada à produção brasileira voltada ao público jovem e à toda a família. Com seis filmes, a seleção acompanha as transformações, os desejos e os conflitos das novas gerações, reunindo narrativas contemporâneas que dialogam com seus universos, sensibilidades e formas de expressão. A mostra também evidencia o esforço do cinema brasileiro para se aproximar desse público, compreender suas demandas e renovar as maneiras de contar histórias sobre e para os jovens.
Ana Luísa Camino no curta potiguar Fissuras, de Diana Coelho
A Première Brasil 2026 em números: 414 longas-metragens inscritos; 1.012 curtas-metragens inscritos; 101 filmes selecionados, entre longas e curtas-metragens; 45 filmes concorrendo ao Troféu Redentor; 15 longas-metragens em estreia mundial; e 5 séries brasileiras. A programação da Première Brasil inclui sessões seguidas de debates com realizadores, equipes e integrantes do elenco, aproximando o público dos processos de criação e produção dos filmes.
As sessões de gala dos filmes da Competição de longas e curtas-metragens acontecem no Estação Claro Gávea e, no dia seguinte, são exibidos em sessões a preços populares com debates no Cine Odeon: Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, na Cinelândia, região central da cidade. Já as mostras Competição Novos Rumos e O Estado das Coisas promoverão conversas com as equipes dos filmes após as sessões no Estação Claro Rio, no Cinesystem Botafogo e na nova sala do circuito, localizada na Fundação Getúlio Vargas.
O Festival do Rio também ultrapassa os limites das salas comerciais e chega aos cinemas do Circuito Cine Carioca, mantido pela Prefeitura, no Parque de Realengo, e na Areninha Cultural Renato Russo (Ilha do Governador), com uma programação especial. A iniciativa leva a produção brasileira a diferentes regiões da capital carioca, amplia o alcance dos filmes e contribui para a democratização do acesso ao cinema.
O Armazém da Utopia, sede do Festival do Rio, ocupa um espaço de cinco mil metros quadrados na região revitalizada do Cais do Porto. O local abriga o credenciamento, a sala de imprensa e o RioMarket, área de negócios do festival, que oferece uma programação diária de palestras, seminários, encontros e workshops, reunindo centenas de profissionais do mercado audiovisual.
Em comunicado oficial, Ilda Santiago, diretora do Festival do Rio, disse: “O cinema brasileiro é sempre surpreendente e demonstra, ano após ano, uma vitalidade que chama a atenção por sua renovação, ousadia e força. A Première Brasil é um grande tapete vermelho de talentos e a prova concreta de que, se há um setor para onde a atenção deve se voltar por sua capacidade de impacto e crescimento, é o cinema e suas múltiplas expressões”.
Conheça os títulos selecionados para a Première Brasil 2026:
PREMIÈRE BRASIL | LONGAS | FICÇÃO
A Margem do Rio, de Enock Carvalho e Matheus Farias A Professora de Francês, de Ricardo Alves Jr. Diário do Fogo, de Maju de Paiva e Bernardo Florim Ela Foi Ali Guardar o Coração na Geladeira, de Cristiane Oliveira e Gustavo Galvão Funk, de Aly Muritiba London, de Victor Di Marco e Márcio Picoli Maria de Maria, de Luiza Shelling Tubaldini O Filho da Puta, de Erica Maradona, Tania Anaya, Otto Guerra e Sávio Leite Oceânico, de Guilherme Coelho Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins
PREMIÈRE BRASIL | LONGAS | DOCUMENTÁRIO
A Extraordinária Vida de Vera Valdez, de Fabio Meira Alucinação, de Renato Terra, Marcos Caetano e Leo Caetano Cão Sem Plumas, de Camila Valença Dragões, de Miguel Antunes Ramos Elza, de Eryk Rocha Fui Olhar Você Dormir, de Anna Azevedo O Sertão das Nossas Memórias, de Lucia Murat Uma Missa para Dom Angélico, de Emilia Silveira
PREMIÈRE BRASIL | CURTAS METRAGENS
3×4, de Juliana Tizatto A Casa de Dona Carlota, de Lili Fialho e Bruna Linzmeyer Better Future, de Jungle Boulevard Arrudas, de Matheus Moura Fissuras, de Diana Coelho Fortaleza, de Michel Stolnicki Joqueta, de Luciana Vieira Lagoa do Abandono, de Diego Maia Pedra-Mar, de Janaína Lacerda Reteté, de Donna Oliveira Santo, de Maria Luísa Alves
PREMIÈRE BRASIL | NOVOS RUMOS | LONGAS
144: Apocalipse Não, de João Paulo Cuenca Isabel, de Gabe Klinger Jardim dos Silêncios, de Henrique Dantas Malick, de Cassio Tolpolar e Modou Awa Dieye Não Estamos Sonhando, de Ulisses Arthur O Deserto de Luiza, de Alan Minas Talismã, de Thais Fujinaga Turma 101, de Wagner Novais
PREMIÈRE BRASIL | NOVOS RUMOS | CURTAS
Consolo, de Johnny Massaro Floresta do Fim do Mundo, de Felipe M. Bragança e Denilson Baniwa Fundura, de Catapreta Laser-Gato, de Lucas Acher Mira, de Daniella Saba Ondas de Silêncio, de Caio J. Bonfim Os Beatos, de Valentin Lebeau Um Domingo, de Maíra Bühler e Rô Albuquerque
PREMIÈRE BRASIL | GALA DE ENCERRAMENTO 100 Dias, de Carlos Saldanha
PREMIÈRE BRASIL | HORS-CONCOURS
As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você, de Diego Freitas Fernanda, de Pedro Waddington Justino: Nos Bastidores do Reino, de José Eduardo Belmonte Ney por trás das Máscaras, de Esmir Filho Pai de Primeira Viagem, de Mariana Youssef Pitico: Hermes Ayres Azevedo (1881-1959) – Historiador da Província, de Julio Bressane Se Eu Fosse Você 3, de Anita Barbosa Sedução, de Zelito Viana e Marcos Palmeira Tempo à Faca, de Diogo Oliveira Verão da Lata, de Santiago Dellape
PREMIÈRE BRASIL | HORS-CONCOURS ESPECIAL
Janela da Alma, de João Jardim e Walter Carvalho (2001) O Tempo e o Lugar, de Eduardo Escorel (2008) Paraíso Semiárido, de Eduardo Escorel Tarantino’s Mind, de 300ml (2006) (curta-metragem)
PREMIÈRE BRASIL | RETRATOS
Aldir Blanc: Resposta ao Tempo, de Marcus Fernando e Hugo Sukman Alegria Brasil, Estrelando Maria Alcina, de Elizabete Martins Campos Amor e Fé: Chica Xavier, de Clementino Junior Baile das Luzes, de Vincent Rosenblatt Cansei de Ser Galã, de Bento Marzo e Eduardo Ades Cony, Retrato Íntimo, de Marcos Ribeiro Flora & Airto: O Som Revolucionário, de Jom Tob Azulay Mario Carneiro: Gravura Feita de Luz, de Beth Formaggini O Gesto Entre Nós, de Roberto Bomtempo Squel: Confissões de uma porta-bandeira, de Celina Torrealba e Zeca Brito Taísa Machado: Em Estado de Encontro, de Milena Manfredini (curta-metragem) Tempos de Inocência, de Gregory Baltz e Kaio Caiazzo (curta-metragem) Vivo 76, de Lírio Ferreira Wonderful, de Susanna Lira
PREMIÈRE BRASIL | O ESTADO DAS COISAS
Duwid Tuminkiz: Makunaima é Duwid?, de Gustavo Caboco Wapixana (curta-metragem) Nação Ubuntu: A Voz dos Silenciados, de Paulo Henrique Fontenelle No Passo da Cobra, de Estevão Ciavatta Pantoja Franco Pontos de Partida, de Silvio Tendler Por Que Não?, de Maria Prata Tanaru, de Julia Mariano (curta-metragem) Vitória da Paz, de Ricardo Calil, Fábio Gusmão e Dudu Levy Vozes na Sua Cabeça, de Douglas Duarte
PREMIÈRE BRASIL | MIDNIGHT MOVIES
Chuva Ácida: Histórias do Crepúsculo de Cubatão, de Cláudia Pereira Morfeu e Caronte, de Luiz Ulian e Jocimar Dias Jr. (curta-metragem) Overman, de Tomás Portella Privadas de Suas Vidas, de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner
PREMIÈRE BRASIL | NOVA GERAÇÃO
Amadeo e o Hipotético Mundo Novo, de Edu Felistoque, Brenda Lígia e Everton Amorim Cinderela do Samba, de Magna Domingues (curta-metragem) Feito Pipa, de Allan Deberton Medley, de Ana Luiza Azevedo Minha Primeira Namorada, de Jonathan Haagensen e Kátia Lund O Capitão Engarrafado, de Guilherme Reis
PREMIÈRE BRASIL | SÉRIES
Amora, de Juliana Rojas (Canal Brasil) Cidade de Deus 2: A Luta Não Para, de Aly Muritiba (HBO Max) Delegado, de Leonardo Lacca e Marcelo Lordello (Canal Brasil) Especial Afronta!, de Juliana Vicente Marília Mendonça: Sentimento Louco, de Susanna Lira (MGM Amazon Studios)
PREMIÈRE BRASIL | PANORAMA CARIOCA | LONGAS
A Última Noite, de Pedro Belchior Costa e Jhenifer Emerick O Cinema Possível, de Luiz Carlos Lacerda
PREMIÈRE BRASIL | PANORAMA CARIOCA | CURTAS
A Casa do Pai, de Patrick Sampaio Amor Inteligente, de José Bial Helena! Cinema!, de Cavi Borges e Christian Caselli Pique-Pega, de Mia Lima Rocha Revelação, de Gabriela I. Gaia
PREMIÈRE BRASIL | ITINERÁRIOS ÚNICOS
Cadu Barcellos: Cria Não Morre, Vira Lenda, de Wagner Novais (curta-metragem) Me Deixa Ser (Let Us Be), de Viviane D’Avilla Mounir, de Juliana Borges Pardo é Papel, de Alexis Zelensky
PRODUÇÕES BRASILEIRAS EM OUTRAS MOSTRAS
Elefantes na Névoa (Elephants in the Fog), de Abinash Bikram Shah (Nepal/França/Alemanha/Brasil/Noruega) (Expectativa) Furies, de Rami Kodeih (Líbano/Brasil) (Expectativa) Glaxo, de Benjamín Naishtat (Argentina/Brasil) (Première Latina) La Perra, de Dominga Sottomayor (Chile/Brasil) (Première Latina) Quem Matou Narciso? (Narciso), de Marcelo Martinessi (Alemanha/Brasil/Espanha/França/Paraguai/Portugal/Uruguai) (Première Latina) Seis Meses no Prédio Rosa e Azul (Seis meses en el edificio rosa con azul), de Bruno Santamaría Razo (México/Brasil/Dinamarca) (Première Latina) Vinchuca (Kissing Bug), de Luis Zorraquin (Argentina/Brasil) (Première Latina)
Elenco: Ju Colombo, Robert Frank, Jéssica Gaspar, Efraim Santos, Flip, Marisa Revert, Gláucia Vandeveld, Juan Queiroz, Mateus Aleluia, Nanego Lira, Tássia Reis, Laercio Vilar, Tethys Lamy, CBziin, Loló Lotus, Wanatta, Goma, Zion Ramos dos Santos, Davi Emanuel Rocha dos Santos, Hanna Hian do Rosário Damião, Bryan Mendes de Jesus Rosa, Ronaldo Antônio da Silva.
Ano: 2026
Sinopse: Uma família negra tenta reconstruir sua rotina após uma perda recente. Enquanto cada um foge do luto à sua maneira, o filho caçula guarda um segredo capaz de encarar as raízes de suas dores e, juntos, descobrirem um novo caminho.
*Filme visto no 54º Festival de Cinema de Gramado
*Clique aqui e leia nossa matéria especial sobre o filme em Gramado
Elenco: Daniel de Oliveira, Luisa Arraes, Samantha Jones, Felipe Velozo, Drica Moraes, Janaína Kremer, Gabriela Poester, Catharina Conte, Giovana de Figueiredo, Paula Souza, Manoela Wunderlich, Thiago L. Machado Vermelho, Sofia Tonial, Guilherme Curuja, Janaina Pellizon, Leonardo Barison, Ana Paula Schneider, Cinândrea Guterres, Daniela Lemes, Gabriela Greco, Bruno Fernandes, Laura Hickmann, Edu Mendas, Priscilla Colombi, Nicolas Vargas.
Ano: 2026
Sinopse: Rubem, um motorista de aplicativo sem perspectivas, recebe uma herança inesperada: o Motel Pérola, que logo descobre ser um prédio em ruínas. Lá, ele conhece Grace, ex-funcionária que ficou morando numa das suítes quando o motel fechou. Sem conseguir vender o imóvel e atolados em dívidas, Grace e Rubem unem-se para reativar o motel. Quase de brincadeira, com a ajuda de Nalva, que sabe tudo de internet, eles começam a gravar seus clientes e, para fazer algum dinheiro extra, a vender os vídeos, com identidades protegidas para sites eróticos. O esquema se torna rapidamente lucrativo e, como era de se esperar, perigoso.
A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta segunda-feira, 24/08, a lista com os 15 longas-metragens brasileiros que estão habilitados e seguem na disputa por uma indicação à vaga na categoria de melhor filme internacional no Oscar 2027.
A Comissão de Seleção deste ano, composta por 15 membros titulares, sendo 12 eleitos em votação entre os sócios da Academia e três indicados pela diretoria, irá se reunir no dia 9 de setembro para a escolha de uma pré-lista com seis títulos. A decisão final do título escolhido será anunciada no dia 16 de setembro. A cerimônia da 99ª edição do Oscar será realizada no dia 14 de março de 2027. De acordo com as regras da AMPAS, Academy of Motion Picture Arts and Sciences, os nomes dos membros da comissão não podem ser divulgados antes do anúncio do filme escolhido.
A seleção do representante do Brasil no Oscar considera filmes que estrearam em salas de cinema entre 1º de outubro de 2025 e 30 de setembro de 2026 e estiveram em cartaz por pelo menos sete dias consecutivos em cinemas comerciais com fins lucrativos em benefício de seu produtor e exibidor. A Academia Brasileira de Cinema é a única entidade responsável pela seleção do filme brasileiro que concorre a uma indicação na categoria de melhor filme internacional.
Conheça os 15 longas-metragens brasileiros habilitados:
100 Dias, de Carlos Saldanha A Conspiração Condor, de André Sturm A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo Ato Noturno, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher Cinco Tipos de Medo, de Bruno Bini Dolores, de Maria Clara Escobar e Marcelo Gomes Feito Pipa, de Allan Deberton Herança de Narcisa, de Clarissa Appelt e Daniel Dias Malês, de Antonio Pitanga Nosso Segredo, de Grace Passô O Rei da Internet, de Fabrício Bittar Papagaios, de Douglas Soares Quando Vira a Esquina, de Chris Alcazar Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins
Foram anunciados neste sábado, 22/08, no Palácio dos Festivais, os vencedores da 54ª edição do Festival de Cinema de Gramado, que reuniu cineastas, artistas, jornalistas, estudantes e diversos profissionais do audiovisual ao longo de onze dias de evento.
Neste ano, o mais tradicional festival de cinema do Brasil exibiu 61 filmes em dez diferentes mostras com um público estimado em mais de 20 mil pessoas entre sessões lotadas no Palácio dos Festivais e no Hotel Serrazul. A programação contou com mostras competitivas, sessões especiais, homenagens, debates e atividades de mercado. Ao todo, foram entregues 59 prêmios, sendo 40 kikitos e mais de R$ 500 mil em prêmios em dinheiro. Com apresentação do jornalista cultural Roger Lerina, da radialista Marla Martins e do ator e diretor Silvio Guindane, a cerimônia de premiação teve transmissão ao vivo para todo o país no Canal Brasil, na TVE e no canal do YouTube da Gramadotur.
O kikito de melhor filme foi para o mineiro Nosso Segredo, de Grace Passô, que ganhou três prêmios. O longa também conquistou os kikitos de melhor fotografia para Wilssa Esser e melhor direção de arte para Lucas Osório. Já o cearense Feito Pipa, dirigido por Allan Deberton, recebeu cinco prêmios, entre eles, o de melhor longa-metragem brasileiro pelo Júri Popular. O prêmio de melhor longa brasileiro pelo Júri da Crítica ficou com Leite em Pó, de Carlos Segundo, uma coprodução entre Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Norte, que também venceu como melhor roteiro e melhor desenho de som, com três prêmios no total.
Teca Pereira: melhor atriz por Feito Pipa
Nesta edição do festival, a curadoria da mostra de longas-metragens brasileiros e documentais foi formada por Camila Morgado, Ana Flavia Cavalcanti e Marcos Santuario. O júri foi composto pela atriz Cris Vianna, pelo diretor e roteirista Fabio Meira, pela atriz Helena Ranaldi, pela pesquisadora, crítica de cinema e curadora Kênia Freitas e pelo ator Marcelo Serrado. O Júri da Crítica contou com: a jornalista e documentarista Flavia Guerra; a jornalista e professora Pâmela Eurídice; o documentarista e crítico Rafael Valles; a jornalista e diretora Simone Zuccolotto; e o pesquisador e crítico Victor Souza.
A premiação da mostra competitiva Sedac/Iecine de longas-metragens gaúchos e da mostra competitiva de curtas-metragens brasileiros aconteceu na sexta-feira, 21/08, enquanto os vencedores da Mostra de Curtas Gaúchos foram conhecidos no domingo, dia 16/08.
Ao longo dos onze dias, o festival reuniu produções brasileiras e gaúchas em suas mostras competitivas, além de documentários, curtas-metragens, sessões especiais e lançamentos. A programação reforçou o papel de Gramado como vitrine para novos filmes e ponto de encontro entre realizadores, artistas, profissionais da indústria e público, celebrando a diversidade da produção audiovisual nacional.
Conheça os vencedores do Festival de Cinema de Gramado 2026:
LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS
Melhor Filme: Nosso Segredo, de Grace Passô (MG) Melhor Filme | Júri Popular: Feito Pipa, de Allan Deberton (CE) Melhor Filme | Júri da Crítica: Leite em Pó, de Carlos Segundo (MG/SP/RN) Melhor Direção: Allan Deberton, por Feito Pipa Melhor Atriz: Teca Pereira, por Feito Pipa Melhor Ator: Christian Malheiros, por Justino: Nos Bastidores do Reino e José Loreto, por Chorão: Só os Loucos Sabem Melhor Atriz Coadjuvante: Naruna Costa, por Pele de Rinoceronte Melhor Ator Coadjuvante: Lázaro Ramos, por Feito Pipa Melhor Roteiro: Leite em Pó, escrito por Carlos Segundo e Rafael Copel Melhor Fotografia: Nosso Segredo, por Wilssa Esser Melhor Direção de Arte: Nosso Segredo, por Lucas Osório Melhor Montagem: Justino: Nos Bastidores do Reino, por André Finotti e José Eduardo Belmonte Melhor Trilha Musical: Chorão: Só os Loucos Sabem, por Otávio de Moraes Melhor Desenho de Som: Leite em Pó, por Waldir Xavier Menção Honrosa: Yuri Gomes, por Feito Pipa Menção Honrosa: Onna Silva, por Justino: Nos Bastidores do Reino
LONGAS-METRAGENS DOCUMENTAIS
Melhor Filme: Gonzaguinha, Da Maior Liberdade, de Susanna Lira (RJ) Menção Honrosa: Empeleitada, de Micaele Xukuru, Chico Ludermir e Sergio Borges (PE)
*O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal do YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.
Os primeiros kikitos da 54ª edição do Festival de Cinema de Gramado começaram a ser entregues na noite desta sexta-feira, 21/08, no palco do Palácio dos Festivais. A cerimônia, apresentada por Marla Martins, Roger Lerina e Silvio Guindane, foi marcada pela premiação dos melhores filmes nas mostras de curtas-metragens brasileiros e longas-metragens gaúchos.
Na mostra competitiva SEDAC/Iecine de longas-metragens gaúchos, Filhas da Lua, de Tatiana Sager, foi o grande vencedor e levou os prêmios de melhor filme pelo Júri Oficial e Júri Popular; A História Mais Triste do Mundo, de Hique Montanari, também se destacou com seis kikitos. Entre os curtas, 씨발 (Shibal), de João Rubio Rubinato, conquistou o troféu de melhor filme da mostra competitiva de curtas-metragens brasileiros.
O Júri Oficial da mostra de curtas brasileiros foi formado por Eva Pereira, Gabriela Loran, Ícaro Silva, Leonardo Martinelli e Marcos Veras. O Júri da Crítica contou com Flavia Guerra, Pâmela Eurídice, Rafael Valles, Simone Zuccolotto e Victor Souza. O júri de longas gaúchos foi formado por Milton do Prado, Rodrigo Antonio e Vitória Strada. Já o júri do Prêmio Canal Brasil de Curtas foi composto por André Zuliani, Marcelo Cajueiro, Mariana Toledo, Ticiano Osório e Yasmine Evaristo.
A cerimônia dedicada ao cinema gaúcho também contou com a entrega do Prêmio Leonardo Machado à atriz e produtora cultural Silvia Duarte, além dos Prêmios Iecine para Renato Dornelles e Tatiana Sager, na categoria Destaque; Marcio Reolon e Filipe Matzembacher em Inovação; e a produtora Gisele Hiltl na categoria Legado.
Além disso, La Perra, longa dirigido por Dominga Sotomayor, que traz Selton Mello no elenco e foi exibido na Quinzena de Cineastas, em Cannes, encerrou as sessões do Festival de Cinema de Gramado 2026 nesta sexta-feira, com uma exibição hors-concours no Palácio dos Festivais. Antes da sessão, Andrea Beltrão foi homenageada e enviou um vídeo de agradecimento pelo Troféu Oscarito, já que não pode comparecer à cerimônia por motivos de saúde.
Neste sábado, dia 22/08, todas as atenções se voltam para a cerimônia que encerra oficialmente o 54º Festival de Cinema de Gramado. No Palácio dos Festivais, serão revelados os vencedores da mostra competitiva de longas-metragens brasileiros e da mostra competitiva de documentários brasileiros.
Conheça os primeiros vencedores do 54º Festival de Cinema de Gramado:
CURTAS-METRAGENS BRASILEIROS
Melhor Filme: 씨발 (Shibal), de João Rubio Rubinato (SP) Melhor Filme | Júri Popular: Divino: Sua Alma, Sua Lente, de Clea Torres e Gilson Costa; codireção: Divino Tserewahú (MT) Melhor Filme | Júri da Crítica: Mulher Papaya, de Camila Tarifa (SP) Prêmio Especial do Júri: Revelação, de Gabriela I. Gaia (RJ/SP/FR) Melhor Direção: Wesley Gabriel Silva Santos, por Pão Doce Melhor Ator: Francisco Gaspar, por Pão Doce Melhor Atriz: Chris Couto, por Um Passeio Melhor Roteiro: Mulher Papaya, escrito por Camila Tarifa Melhor Fotografia: Pique-Pega, por Felipe Ovelha Melhor Montagem: Divino: Sua Alma, Sua Lente, por Gilson Costa e Thamires Coelho Melhor Trilha Musical: Graxa e o Zepelim, por Ângelo de Souza Melhor Direção de Arte: A Menina que Queria Ser Pedra, por Jackson Abacatu Melhor Desenho de Som: Fúrias, por Marcos Lopes Prêmio Canal Brasil de Curtas: Revelação, de Gabriela I. Gaia (RJ/SP/FR)
LONGAS-METRAGENS GAÚCHOS
Melhor Filme: Filhas da Lua, de Tatiana Sager (Porto Alegre) Melhor Filme | Júri Popular: Filhas da Lua, de Tatiana Sager (Porto Alegre) Melhor Direção: Hique Montanari, por A História Mais Triste do Mundo Melhor Ator: Arthur Seidel, por A História Mais Triste do Mundo Melhor Atriz: Áurea Baptista, por Remanente – Voltagem Melhor Roteiro: A História Mais Triste do Mundo, escrito por Hique Montanari Melhor Fotografia: A História Mais Triste do Mundo, por Juarez Pavelak Melhor Direção de Arte: Remanente – Voltagem, por Tiago Retamal Melhor Montagem: Filhas da Lua, por Gabriel Sager Rodrigues Melhor Desenho de Som: A História Mais Triste do Mundo, por Gabriela Bervian Melhor Trilha Musical: A História Mais Triste do Mundo, por João Vitor Costa Dias
OUTROS PRÊMIOS
Prêmio Iecine Destaque: Renato Dornelles e Tatiana Sager Prêmio Iecine Inovação: Márcio Reolon e Filipe Matzembacher Prêmio Leonardo Machado: Silvia Duarte Prêmio Iecine Legado: Gisele Hiltl
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Filmado em Belo Horizonte, Minas Gerais, o filme acompanha uma família negra que tenta reconstruir sua rotina após uma perda recente. Enquanto cada integrante enfrenta o luto à sua maneira, o filho caçula guarda um segredo capaz de transformar a forma como todos atravessam esse processo. O elenco conta com Robert Frank, Ju Colombo, Efraim Santos, Jéssica Gaspar, Flip, Marisa Revert, Nanego Lira, Gláucia Vandeveld e Juan Queiroz, além das participações especiais de Mateus Aleluia e Tássia Reis, que fizeram suas primeiras atuações no cinema.
A trilha sonora original é assinada pelo pernambucano Amaro Freitas, um dos pianistas brasileiros de maior projeção internacional. Vencedor do Prêmio Paul Acket, concedido pelo North Sea Jazz Festival, e reconhecido por aproximar o jazz contemporâneo das tradições musicais afro-brasileiras, o artista cria para o filme uma atmosfera sensível que amplia a dimensão emocional da narrativa.
Antes de chegar ao Brasil, Nosso Segredo passou pela Alemanha e também por festivais na França, no Uruguai, na Argentina e na Jordânia, até realizar sua première nacional em Gramado, onde era o único título da mostra competitiva de longas brasileiros dirigido por uma mulher.
No palco do Palácio dos Festivais, Grace Passô subiu ao lado de diversos integrantes de sua equipe e discursou: “Vocês podem imaginar, né? A felicidade e a alegria de ter essa fartura aqui em cima do palco. Sabemos o quanto é difícil vir tanta gente. Estou super emocionada porque aqui na plateia tem pessoas que são muito importantes pra mim, são referências, em várias funções artísticas, e que estão aqui espalhadas. É muito legal encontrar vocês! Estou muito agradecida também pelo Festival de Gramado. Muito obrigada! É muito bom conhecer o festival. Eu tenho admiração e sei o que significa fazer um festival. Obrigado por ter nos recebido tão bem!”.
Equipe do filme no Palácio dos Festivais
Produzido pelo cineasta Ricardo Alves Jr., da Entre Filmes, em coprodução com Globo Filmes, Desvia Filmes, Quarta-Feira Filmes, Foi Bonita a Festa e Grãos da Imagem, Nosso Segredo chega às salas de cinema na próxima quinta-feira, 27/08, pela Sessão Vitrine Petrobras, projeto de difusão e democratização do cinema brasileiro idealizado pela Vitrine Filmes em parceria com a Petrobras. A iniciativa amplia o acesso do público ao cinema nacional independente com lançamentos em dezenas de cidades, ingressos a preços acessíveis e ações de formação de plateia.
A equipe do longa conta também com Wilssa Esser na direção de fotografia e Lucas Osório na direção de arte. A edição é de Gabriel Martins e Eva Randolph; o som é de Gustavo Fioravante, a trilha sonora é de Amaro Freitas e o design de som e mixagem é de Tiago Bello. Rachel Daisy Ellis aparece como coprodutora pela Desvia Filmes ao lado de Julia Alves, que também assina como produtora executiva; Luna Gomides assina como gerente de produção.
Além de Nosso Segredo, a programação desta quinta-feira do 54º Festival de Cinema de Gramado contou também com a entrega do Kikito de Cristal para a atriz Maria Fernanda Cândido. Também foram exibidos os curtas-metragens nacionais em competição: Revelação, de Gabriela I. Gaia; Mulher Papaya, de Camila Tarifa; e Maior que a Casa Toda, de Fabiano Barros e Neto Cavalcanti. Na mostra competitiva de documentários brasileiros, o destaque da noite foi Gonzaguinha, Da Maior Liberdade, de Susanna Lira.
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Fotos: Cleiton Thiele e Edison Vara/Ag. Pressphoto.