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Moonlight: Sob a Luz do Luar é o grande vencedor do Dorian Awards, prêmio da Associação de Críticos LGBTQ

por: Cinevitor

moonlightlgbtqTrevante Rhodes em Moonlight: revelação do ano.

Fundada em 2009, a GALECA (Gay and Lesbian Entertainment Critics Association), Associação Gay e Lésbica de Críticos de Entretenimento, conta com mais de 150 jornalistas e críticos de veículos importantes dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Muitos integrantes se identificam como membros da comunidade LGBTQ, seja lésbica, gay, bissexual, transgênero ou queer, mas diversos jornalistas simpatizantes também fazem parte.

Desde o início realiza o Dorian Awards, prêmio que elege os melhores do ano na TV e no cinema, e que possui esse nome em homenagem ao escritor Oscar Wilde, em referência ao seu romance O Retrato de Dorian Gray. “A Associação existe para reforçar os jornalistas de entretenimento LGBTQ, bem como lembrar ao mundo e aos nossos jovens, que os gays têm uma história cultural distinta em ajudar a colocar grandes filmes e programas de TV ao alcance de todos”, diz o comunicado oficial.

Neste ano, em sua 6ª edição, o drama Moonlight: Sob a Luz do Luar se consagrou como o grande campeão em cinco categorias, incluindo a de melhor filme. Carol, Boyhood: Da Infância à Juventude, 12 Anos de Escravidão, Argo, Weekend, Um Sonho de Amor e Direito de Amar foram os vencedores em edições anteriores.

Conheça os vencedores do Dorian Awards 2016/2017, que foram anunciados nesta quinta-feira, 26/01:

FILME DO ANO:
Moonlight: Sob a Luz do Luar

MELHOR DIREÇÃO:
Barry Jenkins, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

MELHOR ATRIZ:
Viola Davis, por Um Limite Entre Nós

MELHOR ATOR:
Mahershala Ali, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

FILME LGBTQ DO ANO:
Moonlight: Sob a Luz do Luar

FILME ESTRANGEIRO DO ANO:
A Criada, de Chan-wook Park (Coreia do Sul)

MELHOR ROTEIRO:
Moonlight: Sob a Luz do Luar, escrito por Barry Jenkins

DOCUMENTÁRIO DO ANO:
O.J.: Made in America, dirigido por Ezra Edelman

FILME VISUALMENTE IMPRESSIONANTE DO ANO:
La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle

FILME NÃO CELEBRADO DO ANO:
Christine, de Antonio Campos

FILME CAMPY DO ANO:
A Vingança Está na Moda, de Jocelyn Moorhouse

REVELAÇÃO DO ANO:
Trevante Rhodes

WILDE WIT OF THE YEAR (homenagem a um artista, roteirista ou comentarista cujas observações desafiam e divertem):
Carrie Fisher

WILDE ARTIST OF THE YEAR (honra uma força verdadeiramente inovadora no cinema, teatro ou TV):
Kate McKinnon e Lin-Manuel Miranda

TIMELESS STAR (ator/atriz cuja carreira exemplar é marcada pelo caráter, sabedoria e sagacidade):
John Waters

Foto: David Bornfriend.

Quase 18

por: Cinevitor

quase18posterThe Edge of Seventeen

Direção: Kelly Fremon Craig

Elenco: Hailee Steinfeld, Haley Lu Richardson, Blake Jenner, Kyra Sedgwick, Woody Harrelson, Hayden Szeto, Alexander Calvert, Eric Keenleyside, Nesta Cooper, Daniel Bacon, Lina Renna, Ava Grace Cooper, Christian Michael Cooper, Jena Skodje, Kavandeep Hayre, Meredith Monroe, Katie Stuart, Lyle Reginald, Chris Shields, Christian Lagasse, Kirsten Robek, Paul Herbert, Laine MacNeil, David Hardware, Brayden Snow.

Ano: 2016

Sinopse: A vida no colégio se torna ainda mais complicada para Nadine quando sua melhor amiga começa a namorar o seu irmão mais velho.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Conheça os indicados ao 64º MPSE Golden Reel Awards, prêmio que elege os melhores editores de som

por: Cinevitor

doutorestranhompseBenedict Cumberbatch em Doutor Estranho: filme indicado.

Fundada em 1953, a MPSE, Motion Picture Sound Editors, é uma organização dedicada a melhorar o reconhecimento de seus membros, educando o público e o resto da comunidade cinematográfica quanto ao mérito artístico da edição sonora.

Os membros da MPSE criam os efeitos sonoros dramáticos e inventam novos sons para mundos imaginários. Além dos editores de efeitos de som, a organização conta também com: editores de Foley, que reproduzem efeitos sonoros complementares para um filme (também conhecido como sonoplastia), como por exemplo, barulho de um vidro quebrando ou de um zíper sendo aberto; editores de diálogos, que são os artesãos que suavizam meticulosamente o som da produção gravado no local; editores de ADR, que ajudam a tecer o diálogo recriado e substituem faixas problemáticas; e editores de música, que trabalham com compositores e supervisores musicais que detectam pontos capazes de coser uma tapeçaria sônica da partitura original e da música pré-gravada em várias fontes.

Anualmente, a Motion Picture Sound Editors realiza o Golden Reel Awards, premiação que elege os melhores trabalhos nas áreas de edição de som na TV e no cinema. Neste ano, os vencedores serão anunciados no dia 19 de fevereiro.

Em sua 64ª edição, Harry Cohen, editor de efeitos sonoros de vários filmes, como A Série Divergente: Insurgente, Os Oito Odiados, Django Livre, Selvagens, Lanterna Verde, Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme, Bastardos Inglórios, Diamante de Sangue, O Dia Depois de Amanhã, Kill Bill: Volume 1 e 2, O Patriota, A Bruxa de Blair, O Máskara, entre outros, será homenageado com um prêmio de realização por sua carreira. O cineasta mexicano Guillermo del Toro, de Hellboy, O Labirinto do Fauno e A Colina Escarlate receberá o 2017 Filmmaker Award Recipient.

Confira os indicados ao 64º MPSE Golden Reel Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | DIÁLOGOS/ADR:
A Chegada
A Qualquer Custo
Até o Último Homem
Deadpool
Estrelas Além do Tempo
Lion – Uma Jornada Para Casa
Rogue One: Uma História Star Wars
Sully: O Herói do Rio Hudson

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | EFEITOS/FOLEY:
A Chegada
Até o Último Homem
Capitão América: Guerra Civil
Deadpool
Doutor Estranho
Horizonte Profundo: Desastre no Golfo
Mogli – O Menino Lobo
Rogue One: Uma História Star Wars

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO:
A Tartaruga Vermelha
Kubo e as Cordas Mágicas
Moana – Um Mar de Aventuras
O Pequeno Príncipe
Procurando Dory
Sing – Quem Canta Seus Males Espanta
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO:
A 13ª Emenda
Amanda Knox
Before The Flood
O Extermínio do Marfim
Passage To Mars
The Beatles: Eight Days A Week – The Touring Years
The Eagle Huntress
The Music of Strangers: Yo-Yo Ma and The Silk Road Ensemble

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME ESTRANGEIRO | EFEITOS/FOLEY/DIÁLOGOS/ADR:
A Criada
Elle
Neruda
Sob a Sombra
The King’s Choice
Toni Erdmann

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | TRILHA SONORA:
A Chegada
Até o Último Homem
Doutor Estranho
O Homem nas Trevas
Rogue One: Uma História Star Wars
Star Trek: Sem Fronteiras
13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi
Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | MUSICAL:
Florence: Quem é Essa Mulher?
La La Land: Cantando Estações
Moana – Um Mar de Aventuras
Sing Street: Música e Sonho
Trolls

SPECIAL VENUE:
A Beautiful Planet
America Wild: National Parks Adventure
Extreme Weather
Pearl

Até o Último Homem

por: Cinevitor

ateultimohomemposterHacksaw Ridge

Diretor: Mel Gibson

Elenco: Andrew Garfield, Hugo Weaving, Teresa Palmer, Rachel Griffiths, Vince Vaughn, Sam Worthington, Luke Bracey, Dennis Kreusler, Firass Dirani, Michael Sheasby, Luke Pegler, Ben Mingay, Nico Cortez, Goran D. Kleut, Harry Greenwood, Damien Thomlinson, Ben O’Toole, Andrew Sears, Jim Robison, Nathan Baird, Sam Wright, Mikael Koski, Troy Pickering, James Moffett, Josh Dean Williams, Richard Roxburgh, Robert Morgan, Helmut Bakaitis, Bill Young, Georgia Adamson, Jacob Warner, Milo Gibson, Darcy Bryce, Roman Guerriero, James Lugton, Kasia Stelmach, Nathaniel Buzolic, Charles Jacobs, Benedict Hardie, Philip Quast, James Mackay, Ryan Corr, Sam Parsonson, James O’Connell, Ori Pfeffer, Adrian Twigg, Sean Lynch, Luke McMahon, Thomas Unger, William Temm, Kazuaki Ono, Hayden Geens, Eric Taugherbeck, Tim Potter, Santo Tripodi, Matt Nable, Laurence Brewer, Nobuaki Shimamoto, Hiroshi Kasuga, Ryuzaburo Naruse, Taka Uematsu, Adam Bowes, Yukihiro Nagashima, Takehiro Abe, Daniel Thone, Nathan Halls, Nicholas Cowey, Charles Upton, Yoji Tatsuta, Milan Pulvermacher, Richard Pyros.

Ano: 2016

Sinopse: O filme é baseado em uma história real, que acontece durante a Segunda Guerra Mundial e tem como protagonista o médico do exército Desmond T. Doss, que se tornou conhecido por ter recusado a pegar em armas durante o conflito, fato que não o impediu de salvar mais de 75 pessoas durante a Batalha de Okinawa.

Crítica do CINEVITOR: Bombas, soldados, sangue, corpos dilacerados. Filmes de guerra não saem de moda em Hollywood, principalmente quando enaltecem a glória dos americanos. Mas, nem todos valem a pena. Com tantas obras icônicas na história do cinema, um novo filme deste gênero precisa inovar e surpreender o espectador para, pelo menos, não se tornar esquecível. Se superar ou se igualar à dramas aclamados que já retrataram esse cenário doloroso nas telonas não é uma tarefa fácil. É preciso se reinventar. E não só na parte técnica, mas, principalmente no roteiro. Até o Último Homem, novo trabalho de Mel Gibson como diretor, se esforça para realizar tal desafio, e até consegue em alguns momentos, mas logo cai em um melodrama heroico que, inicialmente, promete apresentar algo diferente em sua trama, mas acaba derrapando para o mais do mesmo. Nem por isso deixa de ser um filme tocante, bem dirigido e com ótimas atuações, vide o trabalho do protagonista Andrew Garfield, que preenche a cota de herói americano carismático na temporada de premiações ao interpretar um médico do exército que se recusa a pegar em armas durante a Batalha de Okinawa. Baseado em fatos reais, Até o Último Homem transborda patriotismo, porém, em meio a sangria desatada, se preocupa em focar no lado mais humano de seus personagens, destacando suas personalidades durante o conflito. Ainda que exagere nos efeitos visuais em algumas cenas, com uma clássica fotografia acinzentada muito comum em filmes deste gênero, é válido elogiar o trabalho de mixagem e edição do som, que colabora com o impacto visual proposto pelo longa. Em seu roteiro, há também uma abordagem religiosa em torno de seu protagonista que bate de frente com os ideais daqueles que não acreditam ou não seguem as palavras bíblicas. Até o Último Homem é mais um filme americano sobre guerra, no qual Mel Gibson não decepciona, mas também não apresenta algo muito diferente daquilo que já foi visto. (Vitor Búrigo)

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Resident Evil 6: O Capítulo Final

por: Cinevitor

residentfinalResident Evil: The Final Chapter

Diretor: Paul W.S. Anderson

Elenco: Milla Jovovich, Iain Glen, Ali Larter, Shawn Roberts, Eoin Macken, Fraser James, Ruby Rose, William Levy, Rola, Ever Anderson, Mark Simpson, Milton Schorr, Siobhan Hodgson, Joon-Gi Lee, Aubrey Shelton, Caroline Midgley, Dylan Skews, Kevin Otto, Lee Raviv, Vian Singleton, Dale Jackson, Matthew Santoro, David Casper Smith.

Ano: 2016

Sinopse: Alice é a única sobrevivente do que era para ter sido a última chance da humanidade de lutar contra os mortos-vivos. Agora, ela precisa retornar para o lugar onde esse pesadelo começou, a Colmeia, em Racoon City, onde a Umbrella Corp está unindo forças para uma última batalha contra os sobreviventes do apocalipse. Baseado no popular jogo de vídeo game da Capcom.

Crítica do CINEVITOR: Baseado no popular jogo de vídeo game, Resident Evil chega ao seu último capítulo cinematográfico com Alice (Milla Jovovich), a única sobrevivente do que era para ter sido a última chance da humanidade de lutar contra os mortos-vivos. Agora, ela precisa retornar para o lugar onde esse pesadelo começou, a Colmeia, em Raccoon City, onde a Umbrella Corp está unindo forças para uma última batalha contra os sobreviventes do apocalipse. Com direção de Paul W.S. Anderson, que já comandou outros três filmes da série, as cenas de ação, freneticamente picotadas, tomam conta dessa nova aventura e ainda que seu roteiro pareça um pouco arrastado, o filme consegue agradar seu público alvo: os fãs da franquia. (Vitor Búrigo)

*Crítica publicada na edição 92 (maio/2017) da Revista Preview.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Beleza Oculta

por: Cinevitor

belezaocultaposterCollateral Beauty

Diretor: David Frankel

Elenco: Will Smith, Edward Norton, Kate Winslet, Michael Peña, Helen Mirren, Naomie Harris, Keira Knightley, Jacob Latimore, Ann Dowd, Liza Colón-Zayas, Natalie Gold, Kylie Rogers, Shirley Rumierk, Alyssa Cheatham, Benjamin Snyder, Mary Beth Peil, Andy Taylor, Michael Cumpsty, Joseph Castillo-Midyett, Jimmy Palumbo, Elia Monte-Brown, Jabriah Anderson, Ayden Hernandez, Jesse Ray Sheps.

Ano: 2016

Sinopse: Quando um bem-sucedido executivo da publicidade de Nova York sofre uma grande tragédia ele se isola de tudo. Enquanto seus preocupados amigos tentam desesperadamente se reconectar com ele, o executivo procura respostas do universo escrevendo cartas para o Amor, Tempo e Morte. Mas é somente quando suas ações trazem responsabilidades pessoais inesperadas que ele começa a entender como essas constantes se relacionam com uma história plenamente vivida, e como até a maior das perdas pode revelar momentos de descoberta e de beleza.

Crítica do CINEVITOR: Howard, um bem-sucedido executivo de publicidade, sofre uma grande tragédia e se isola de tudo. Enquanto seus amigos tentam desesperadamente se reconectar com ele, o executivo procura respostas do universo escrevendo cartas para o Amor, Tempo e Morte. Inesperadamente, ele começa a receber respostas dessas cartas e passa a entender como até a maior das perdas pode revelar momentos de descoberta. Em ritmo de autoajuda, Beleza Oculta conta com um elenco talentoso, mas exagera no melodrama e nas frases de efeito tentando manipular o espectador para que derrame uma lágrima de emoção. Pode ser que consiga. (Vitor Búrigo)

*Crítica publicada na edição 92 (maio/2017) da Revista Preview.

Nota do CINEVITOR:

nota-2,5-estrelas

A Bailarina

por: Cinevitor

bailarinaposterBallerina

Diretores: Eric Summer, Éric Warin.

Elenco: Mel Maia, Elle Fanning, Dane DeHaan, Maddie Ziegler, Carly Rae Jepsen, Camille Cottin, Elana Dunkelman, Julie Khaner, Kaycie Chase, Shoshana Sperling, Laurent Maurel, Malik Bentalha, Terrence Scammell, Pascal Casanova, Antoine Schoumsky, Magali Barney, Céline Melloul, Cathy Cerda.

Ano: 2016

Sinopse: Paris, século XIX. Félicie é uma sonhadora menina órfã que almeja realizar o sonho de ser uma grande bailarina. Para isso, a jovem toma uma atitude arriscada para conseguir o que quer: foge para Paris e decide se passar por outra pessoa, e consegue uma vaga no Grand Opera, onde vai aprontar muitas aventuras.

Crítica do CINEVITOR: Félicie Milliner, dublada por Elle Fanning, de Malévola, e no Brasil por Mel Maia, é uma sonhadora menina órfã que almeja ser uma grande bailarina. Para realizar seu sonho, a jovem toma uma atitude arriscada: foge para Paris, acompanhada de Victor (Dane DeHaan), seu melhor amigo, e lá, decide se passar por outra pessoa até conseguir uma vaga no Grand Opera. Entre tantas peripécias da protagonista, momentos musicais também ganham destaque no filme e encantam ao contar uma história sobre amizade e esperança. Em meio a aventuras pela Cidade Luz, a animação, ambientada no século XIX, dialoga diretamente com o público infantil, mas traz em sua narrativa uma bela mensagem, com a intenção de agradar também o espectador adulto. (Vitor Búrigo)

*Crítica publicada na edição 91 (abril/2017) da Revista Preview.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

O Ídolo

por: Cinevitor

oidoloposterYa tayr el tayer

Diretor: Hany Abu-Assad

Elenco: Tawfeek Barhom, Kais Attalah, Hiba Attalah, Ahmad Qasem, Abdel Kareem Barakeh, Teya Hussein, Dima Awawdeh, Ahmed Al Rokh, Saber Shreim, Amer Hlehel, Manal Awad, Walid Abed Elsalam, Eyad Hourani, Ashraf Barhom, Nadine Labaki, Ali Suliman, Ali Jaber, Dima Al-Jamel Abu-Assad, Maisa Abd Elhadi, Jamal Khalaile, Hany Abu-Assad, Sobhi Hosari, Jana Zeineddine, Azmi Al-Hasani, Adeeb Hadi.

Ano: 2015

Sinopse: Mohammed Assaf é um garoto de Gaza que sonha em cantar na Ópera do Cairo para que o mundo ouça sua voz. De alguma maneira ele consegue escapar da prisão que é Gaza e chegar até as audições do Arab Idol, em Cairo, o programa de talentos mais famoso da região. Conforme avança para as fases finais da competição, ele deve confrontar seus próprios medos para tomar as rédeas de seu destino e trazer esperança e felicidade para toda uma região. A plateia assistirá Mohammad passar por uma jornada para mudar de vida. Baseado em uma história real.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky, é selecionado para o Festival de Berlim 2017

por: Cinevitor

nossospaisberlimMaria Ribeiro em cena: história retrata a mulher contemporânea brasileira.

A 67ª edição do Festival de Berlim acaba de anunciar mais dois filmes brasileiros em sua programação: Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky, que terá sua estreia mundial na edição deste ano, que acontecerá entre os dias 9 e 19 de fevereiro; e também o curta-metragem em animação Vênus – Filó a Fadinha Lésbica, de Sávio Leite. Com esses, o cinema brasileiro soma 12 produções na Berlinale.

Estrelado por Maria Ribeiro, Paulo Vilhena, Sophia Valverde, Annalara Prates, Clarisse Abujamra e Jorge Mautner, Como Nossos Pais integra a programação da mostra Panorama Special. O anúncio, feito nesta quarta-feira, 25/01, destaca a  atuação dos personagens com suas “paixões individuais e delírios existenciais encenados com uma naturalidade sublime”.

“A estreia mundial é sempre muito importante para um filme, porque define o rumo que ele pode tomar. Ter a oportunidade de exibir Como Nossos Pais em um festival da linha A como o de Berlim é realmente uma grande conquista”, afirma Laís. Esse é o quarto longa-metragem da diretora, que festeja também o momento vivido pelo cinema brasileiro no festival alemão “Como Nossos Pais é mais um filme nacional anunciado em Berlim, um recorde num evento desse porte. Fico muito feliz de fazer parte desse momento”, finaliza.

“Ter o filme da Laís na seleção oficial do Festival de Berlim nos traz duas grandes alegrias. A primeira é perceber o quanto o cinema dela está em sintonia com os temas e as discussões que serão abordados neste ano na Berlinale e a segunda é a possibilidade de construir uma linda carreira para o Como Nossos Pais no mercado internacional. Realizar a estreia mundial em Berlim e ainda contar com a Wild Bunch como nossa representante internacional de vendas nos coloca numa excelente posição para o ano de 2017”, disse o produtor Fabiano Gullane.

O longa conta a história de Rosa, interpretada por Maria Ribeiro, uma mulher dividida entre o cuidado com as filhas, os afazeres domésticos, a convivência com o marido e a relação conflituosa com a mãe. Em meio a tantos afazeres, ela começa a questionar a sua rotina.

O curta de Sávio Leite é inspirado em um poema de Hilda Hilst e conta com a narração de Helena Ignez. Segundo o comunicado oficial do festival, “o curta-metragem de animação Vênus – Filó a Fadinha Lésbica encerra a forte presença do Brasil na edição deste ano da mostra Panorama”.

Vale lembrar que o cinema brasileiro também estará representado na mostra Panorama com Vazante, de Daniela Thomas; No Intenso Agora, de João Moreira Salles; e Pendular, de Julia Murat; na Competição Oficial com Joaquim, de Marcelo Gomes; na mostra Forum, com Rifle, de Davi Pretto; na mostra Generation, com Mulher do Pai, de Cristiane Oliveira; As Duas Irenes, de Fabio Meira; Não Devore Meu Coração, de Felipe Bragança; e com o curta Em Busca da Terra Sem Males, de Anna Azevedo; e na seção Berlinale Shorts, com o curta Estás Vendo Coisas, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca.

Conheça os novos filmes selecionados para a mostra Panorama:

1945, de Ferenc Török (Hungria)
Berlin Syndrome, de Cate Shortland (Austrália)
Bing Lang Xue (The Taste of Betel Nut), de Hu Jia (Hong Kong/China)
Call Me by Your Name, de Luca Guadagnino (Itália/França)
Ciao Ciao, de Song Chuan (França/China)
Como Nossos Pais (Just Like Our Parents), de Laís Bodanzky (Brasil)
Discreet, de Travis Mathews (EUA)
Fluidø, de Shu Lea Cheang (Alemanha)
Fra balkongen (From the Balcony), de Ole Giaever (Noruega)
Ghost in the Mountains, de Yang Heng (China)
God’s Own Country, de Francis Lee (Reino Unido)
Headbang Lullaby, de Hicham Lasri (Marrocos/França/Qatar/Líbano)
Hostages, de Rezo Gigineishvili (Rússia/Geórgia/Polônia)
Insyriated, de Philippe Van Leeuw (Bélgica/França/Líbano)
Karera ga Honki de Amu toki wa (Close-Knit), de Naoko Ogigami (Japão)
Kaygı (Inflame), de Ceylan Özgün Özçelik (Turquia)
Kongens Nei (The King’s Choice), de Erik Poppe (Noruega/Suécia/Dinamarca/Irlanda)
The Misandrists, de Bruce LaBruce (Alemanha)
One Thousand Ropes, de Tusi Tamasese (Nova Zelândia)
Pieles (Skins), de Eduardo Casanova (Espanha)
Rekvijem za gospodju J. (Requiem for Mrs. J.), de Bojan Vuletić (Sérvia/Bulgária/República da Macedônia/Rússia/França)
Tiger Girl, de Jakob Lass (Alemanha)
Vaya, de Akin Omotoso (África do Sul)
When the Day Had no Name, de Teona Mitevska (República da Macedônia/Bélgica/Eslovênia)

SUPPORTING FILM:
Vênus – Filó a fadinha Lésbica (Venus – Filly the Lesbian Little Fairy), de Sávio Leite (Brasil)

Foto: Priscila Prade.

Conheça os indicados ao César 2017, o Oscar francês; Aquarius concorre a melhor filme estrangeiro

por: Cinevitor

aquariuscesarSonia Braga em Aquarius, de Kleber Mendonça Filho.

A Academia de Artes e Técnicas do Cinema (l’Académie des Arts et Techniques du Cinéma) anunciou nesta quarta-feira, 25/01, os indicados ao prêmio César 2017, conhecido como o Oscar francês. Elle, de Paul Verhoeven e Frantz, de François Ozon lideram a lista com onze indicações cada.

Nesta 42ª edição, o Brasil está representado por Aquarius, de Kleber Mendonça Filho na categoria de melhor filme estrangeiro, ao lado de produções premiadas como Toni Erdmann, da Alemanha, e o americano Manchester À Beira-Mar. Os vencedores serão anunciados no dia 24 de fevereiro.

Confira a lista completa com os indicados ao César 2017:

MELHOR FILME:
Agnus Dei
Divinas
Elle
Frantz
Mistério na Costa Chanel
Um Instante de Amor
Victoria

MELHOR DIREÇÃO:
Anne Fontaine, por Agnus Dei
Bruno Dumont, por Mistério na Costa Chanel
François Ozon, por Frantz
Houda Benyamina, por Divinas
Nicole Garcia, por Um Instante de Amor
Paul Verhoeven, por Elle
Xavier Dolan, por É Apenas o Fim do Mundo

MELHOR ATRIZ:
Isabelle Huppert, por Elle
Judith Chemla, por A Vida de Uma Mulher
Marina Foïs, por Irrepreensível
Marion Cotillard, por Um Instante de Amor
Sidse Babett Knudsen, por La fille de Brest
Soko, por La danseuse
Virginie Efira, por Victoria

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Anne Consigny, por Elle
Déborah Lukumuena, por Divinas
Mélanie Thierry, por La danseuse
Nathalie Baye, por É Apenas o Fim do Mundo
Valeria Bruni Tedeschi, por Mistério na Costa Chanel

MELHOR ATOR:
Fabrice Luchini, por Mistério na Costa Chanel
François Cluzet, por Médecin de campagne
Gaspard Ulliel, por É Apenas o Fim do Mundo
Nicolas Duvauchelle, por Não Sou Um Canalha
Omar Sy, por Chocolate
Pierre Deladonchamps, por Le fils de Jean
Pierre Niney, por Frantz

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Gabriel Arcand, por Le fils de Jean
James Thierrée, por Chocolate
Laurent Lafitte, por Elle
Melvil Poupaud, por Victoria
Vincent Cassel, por É Apenas o Fim do Mundo
Vincent Lacoste, por Victoria

ATRIZ REVELAÇÃO:
Lily-Rose Depp, por La danseuse
Noémie Merlant, por Le ciel attendra
Oulaya Amamra, por Divinas
Paula Beer, por Frantz
Raph, por Mistério na Costa Chanel

ATOR REVELAÇÃO:
Corentin Fila, por Quando Se Tem 17 Anos
Damien Bonnard, por Na Vertical
Jonas Bloquet, por Elle
Kacey Mottet Klein, por Quando Se Tem 17 Anos
Niels Schneider, por Diamant noir

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Agnus Dei
Divinas
O Efeito Aquático
Mistério na Costa Chanel
Victoria

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Elle
Frantz
La fille de Brest
Minha Vida de Abobrinha
Réparer les vivants
Um Instante de Amor

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Chocolate
Dans les forêts de Sibérie
Elle
Frantz
Minha Vida de Abobrinha

MELHOR SOM:
Chocolate
Elle
Frantz
L’odyssée
Um Instante de Amor

MELHOR FOTOGRAFIA:
Agnus Dei
Elle
Frantz
Mistério na Costa Chanel
Um Instante de Amor

MELHOR EDIÇÃO:
Divinas
É Apenas o Fim do Mundo
Elle
Frantz
Um Instante de Amor

MELHOR FIGURINO:
A Vida de Uma Mulher
Frantz
La danseuse
Mistério na Costa Chanel
Um Instante de Amor

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
Chocolate
Frantz

La danseuse
Mistério na Costa Chanel
Planetarium

MELHOR CURTA-METRAGEM:
Après Suzanne
Au bruit des clochettes
Chasse royale
Maman(s)
Vers la tendresse

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
Longa-metragem:
A Tartaruga Vermelha
A Menina Sem Mãos
Minha Vida de Abobrinha
Curta-metragem:
Café Froid
Celui qui a deux âmes
Journal animé
Peripheria

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Dernières nouvelles du cosmos
Fogo no Mar
Merci patron!
Swagger
Viagem Através do Cinema Francês

MELHOR FILME DE ESTREIA:
Cigarettes et chocolat chaud
La danseuse
Diamant noir
Divinas
Rosalie Blum

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
A Garota Desconhecida (Bélgica/França)
Aquarius (Brasil)
Bacalaureat (Romênia/França/Bélgica)
É Apenas o Fim do Mundo (Canadá/França)
Manchester À Beira-Mar (EUA)
Eu, Daniel Blake (Reino Unido/França/Bélgica)
Toni Erdmann (Alemanha/Áustria/Romênia)

Conheça os indicados ao Oscar 2017

por: Cinevitor

lalaoscarRyan Gosling e Emma Stone em La La Land: Cantando Estações.

Foram anunciados na manhã desta terça-feira, 24/01, os indicados ao Oscar 2017. Neste ano, o anúncio foi realizado de forma diferente, por meio de vídeos com depoimentos das atrizes Jennifer Hudson, Brie Larson, Marcia Gay Harden e Gabourey Sidibe; e também dos atores Ken Watanabe e Demian Bichir; dos cineastas Jason Reitman e Guillermo del Toro; e do roteirista Dustin Lance Black, acompanhados pela presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Cheryl Boone Isaacs.

O musical La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle, lidera a lista com 14 indicações. Casey Affleck e a francesa Isabelle Huppert, vencedores do Globo de Ouro, também estão na disputa nas categorias de atuação, assim como Natalie Portman, que já ganhou uma estatueta dourada de melhor atriz em 2011, por Cisne Negro.

A 89ª edição do Oscar acontecerá no dia 26 de fevereiro, no Dolby Theatre, em Hollywood, e será apresentada pelo ator e comediante Jimmy Kimmel.

Confira a lista completa com os indicados ao Oscar 2017:

MELHOR FILME:
A Chegada
A Qualquer Custo
Até o Último Homem
Estrelas Além do Tempo

La La Land: Cantando Estações
Lion – Uma Jornada para Casa
Manchester À Beira-Mar
Moonlight: Sob a Luz do Luar
Um Limite Entre Nós

MELHOR DIREÇÃO:
Barry Jenkins, por Moonlight: Sob a Luz do Luar
Damien Chazelle, por La La Land: Cantando Estações
Denis Villeneuve, por A Chegada
Mel Gibson, por Até o Último Homem
Kenneth Lonergan, por Manchester À Beira-Mar

MELHOR ATRIZ:
Emma Stone, por La La Land: Cantando Estações
Isabelle Huppert, por Elle
Meryl Streep, por Florence: Quem é Essa Mulher?
Natalie Portman, por Jackie
Ruth Negga, por Loving

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Michelle Williams, por Manchester À Beira-Mar
Naomie Harris, por Moonlight: Sob a Luz do Luar
Nicole Kidman, por Lion – Uma Jornada para Casa
Octavia Spencer, por Estrelas Além do Tempo
Viola Davis, por Um Limite Entre Nós

MELHOR ATOR:
Andrew Garfield, por Até o Último Homem
Casey Affleck, por Manchester À Beira-Mar
Denzel Washington, por Um Limite Entre Nós
Ryan Gosling, por La La Land: Cantando Estações
Viggo Mortensen, por Capitão Fantástico

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Dev Patel, por Lion – Uma Jornada para Casa
Jeff Bridges, por A Qualquer Custo
Lucas Hedges, por Manchester À Beira-Mar
Mahershala Ali, por Moonlight: Sob a Luz do Luar
Michael Shannon, por Animais Noturnos

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
A Qualquer Custo
La La Land: Cantando Estações
Manchester À Beira-Mar
O Lagosta

20th Century Women

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
A Chegada
Estrelas Além do Tempo
Lion – Uma Jornada para Casa
Moonlight: Sob a Luz do Luar
Um Limite Entre Nós

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Jackie
La La Land: Cantando Estações
Lion – Uma Jornada para Casa
Moonlight: Sob a Luz do Luar
Passageiros

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Audition, de La La Land: Cantando Estações
Can’t Stop the Feeling, de Trolls
City of Stars, de La La Land: Cantando Estações
How Far I’ll Go, de Moana – Um Mar de Aventuras
The Empty Chair, de Jim: The James Foley Story

MELHOR ANIMAÇÃO:
A Tartaruga Vermelha
Kubo e as Cordas Mágicas
Minha Vida de Abobrinha
Moana – Um Mar de Aventuras
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

MELHOR FOTOGRAFIA:
A Chegada
La La Land: Cantando Estações
Lion – Uma Jornada para Casa
Moonlight: Sob a Luz do Luar
Silêncio

MELHOR FIGURINO:
Aliados
Animais Fantásticos e Onde Habitam
Florence: Quem é Essa Mulher?
Jackie
La La Land: Cantando Estações

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
A 13ª Emenda, dirigido por Ava DuVernay
Eu Não Sou Seu Negro
, dirigido por Raoul Peck
Fogo no Mar, dirigido por Gianfranco Rosi
Life, Animated, dirigido por Roger Ross Williams
O.J.: Made in America, dirigido por Ezra Edelman

MELHOR DOCUMENTÁRIO | CURTA-METRAGEM:
Extremis
4.1 Miles
Joe’s Violin
Os Capacetes Brancos

Watani: My Homeland

MELHOR EDIÇÃO:
A Chegada
A Qualquer Custo
Até o Último Homem
La La Land: Cantando Estações
Moonlight: Sob a Luz do Luar

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
O Apartamento, de Asghar Farhadi (Irã)
Tanna, de Martin Butler e Bentley Dean (Austrália)
Terra de Minas, de Martin Zandvliet (Dinamarca)
Toni Erdmann, de Maren Ade (Alemanha)
Um Homem Chamado Ove, de Hannes Holm (Suécia)

MELHOR CABELO E MAQUIAGEM:
Esquadrão Suicida
Um Homem Chamado Ove
Star Trek: Sem Fronteiras

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Chegada
Animais Fantásticos e Onde Habitam
Ave, César!
La La Land: Cantando Estações
Passageiros

MELHOR CURTA-METRAGEM:
Ennemis Intérieurs
La Femme et le TGV
Silent Nights
Sing (Mindenki)
Timecode

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Blind Vaysha
Borrowed Time
Pear Cider and Cigarettes
Pearl
Piper: Descobrindo o Mundo

MELHOR EDIÇÃO DE SOM:
A Chegada
Até o Último Homem
Horizonte Profundo: Desastre no Golfo
La La Land: Cantando Estações
Sully: O Herói do Rio Hudson

MELHOR MIXAGEM DE SOM:
A Chegada
Até o Último Homem
La La Land: Cantando Estações
Rogue One: Uma História Star Wars
13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Doutor Estranho
Horizonte Profundo: Desastre no Golfo

Kubo e as Cordas Mágicas
Mogli – O Menino Lobo
Rogue One: Uma História Star Wars

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 37º London Critics’ Circle Film Awards

por: Cinevitor

criticoslondresKate Beckinsale, Isabelle Huppert e Naomie Harris: premiadas.

Fundada em 1913, a associação The Critics’ Circle conta com os principais críticos do Reino Unido que se dividem entre teatro, música, filme, dança, artes visuais e livros. Desde 1980, acontece o London Critics’ Circle Film Awards, prêmio que elege os melhores da sétima arte.

Neste domingo, 22/01, os prêmios foram entregues em uma cerimônia realizada em Londres e apresentada por Alice Lowe e Steve Oram. Filmes da Irlanda, França, Hungria, Alemanha, Itália, Austrália e Estados Unidos também foram premiados pelos críticos.

Conheça os vencedores do 37º London Critics’ Circle Film Awards:

FILME DO ANO:
La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle

FILME ESTRANGEIRO DO ANO:
Toni Erdmann, de Maren Ade (Alemanha/Áustria/Romênia)

DOCUMENTÁRIO DO ANO:
Fogo no Mar, de Gianfranco Rosi

FILME BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
Eu, Daniel Blake, de Ken Loach

ATOR DO ANO:
Casey Affleck, por Manchester À Beira-Mar

ATRIZ DO ANO:
Isabelle Huppert, O Que Está Por Vir

ATOR COADJUVANTE DO ANO (empate):
Mahershala Ali, por Moonlight: Sob a Luz do Luar e Tom Bennett, por Amor & Amizade

ATRIZ COADJUVANTE DO ANO:
Naomie Harris, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

DIRETOR DO ANO:
László Nemes, por Filho de Saul

ROTEIRISTA DO ANO:
Kenneth Lonergan, por Manchester À Beira-Mar

MELHOR ATOR BRITÂNICO/IRLANDÊS:
Andrew Garfield, por Até o Último Homem

MELHOR ATRIZ BRITÂNICA/IRLANDESA:
Kate Beckinsale, por Amor & Amizade

MELHOR ATOR/ATRIZ JOVEM BRITÂNICO/IRLANDÊS:
Lewis MacDougall, por Sete Minutos Depois da Meia-Noite

DIRETOR BRITÂNICO/IRLANDÊS REVELAÇÃO:
Babak Anvari, por Sob a Sombra

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO/IRLANDÊS:
Sweet Maddie Stone, de Brady Hood

PRÊMIO DE REALIZAÇÃO TÉCNICA:
Sturla Brandth Grøvlen pela fotografia de Victoria

PRÊMIO DILYS POWELL POR EXCELÊNCIA EM FILME:
Isabelle Huppert

Foto: Dave Bennett.