Todos os posts de Cinevitor

Kleber Mendonça Filho, de Aquarius, será o presidente do júri da Semana da Crítica 2017 em Cannes

por: Cinevitor

klebersemanaKleber Mendonça Filho: representante do cinema brasileiro em Cannes.

A Semana da Crítica (Semaine de la Critique), seção paralela do Festival de Cannes, concentra-se na descoberta de novos talentos. Desde que foi criada pelo Syndicat Français de la Critique de Cinéma, em 1962, busca explorar e revelar novos cineastas inovadores do mundo todo.

Bernardo Bertolucci, Jean Eustache, Otar Iosseliani, Ken Loach, Wong Kar-Wai, Jacques Audiard, Arnaud Desplechin, Alejandro González Iñárritu, Bertrand Bonello e Jeff Nichols foram apresentados pela primeira vez ao público nesta seção.

Neste ano, em sua 56ª edição, o cineasta brasileiro Kleber Mendonça Filho, que esteve na Competição Oficial do Festival de Cannes, no ano passado, com Aquarius, será o presidente do júri da Semana da Crítica 2017: “Celebramos o cinema brasileiro ao convidar um dos diretores mais talentosos da atualidade, Kleber Mendonça Filho, para ser o presidente do júri. Acolhemos com satisfação a vanguarda da nova geração de cineastas brasileiros que surgem no cenário internacional”, diz o comunicado oficial.

O júri será composto por: Diana Bustamante Escobar, produtora e diretora artística do Festival de Cinema de Cartagena; Eric Kohn, crítico de cinema; Hania Mroué, diretora do Metropolis Art Cinema, do Líbano; e Niels Schneider, ator francês.

A Semana da Crítica 2017 acontecerá entre os dias 18 e 26 de maio.

Foto: Loic Venance.

A Bela e a Fera

por: Cinevitor

belaferaposternovoBeauty and the Beast

Diretor: Bill Condon

Elenco: Emma Watson, Dan Stevens, Luke Evans, Josh Gad, Kevin Kline, Ewan McGregor, Ian McKellen, Emma Thompson, Audra McDonald, Stanley Tucci, Gugu Mbatha-Raw, Hattie Morahan, Haydn Gwynne, Gerard Horan, Ray Fearon, Nathan Mack, Clive Rowe, Thomas Padden, Gizmo, Rita Davies, D.J. Bailey, Adrian Schiller, Harriet Jones, Rudi Goodman, Henry Garrett, Michael Jibson, Zoe Rainey, Daisy Duczmal, Jolyon Coy, Jimmy Johnston, Dean Street, Alexis Loizon, Sophie Reid, Rafaëlle Cohen, Carla Nella, Lynne Wilmot, Jane Fowler, Dale Branston, Daniel Ioannou.

Ano: 2017

Sinopse: Bela é uma jovem linda, brilhante e independente que é aprisionada pela Fera em seu castelo. Apesar de seus medos, ela se torna amiga dos serviçais encantados e aprende a enxergar além do exterior horrendo da Fera e percebe o coração gentil do verdadeiro príncipe que existe em seu interior.

Crítica do CINEVITOR: Em 1991, a Disney levou para as telonas a belíssima e emocionante animação A Bela e a Fera, que fez sucesso nas bilheterias e se tornou o primeiro longa deste gênero a concorrer na categoria de melhor filme no Oscar. Não ganhou o prêmio principal da Academia, mas levou outras duas estatuetas douradas: melhor trilha sonora original e melhor canção original para Beauty and the Beast, de Alan Menken e Howard Ashman. Agora, 26 anos depois do lançamento do clássico, o estúdio revive a história, que marcou muitas pessoas, em uma versão live-action com atores e cenários reais. Dirigido por Bill Condon, de A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 e 2, Kinsey – Vamos Falar de Sexo, Sr. Sherlock Holmes e Dreamgirls: Em Busca de um Sonho, o filme se mantém fiel ao original, mas também apresenta novidades no roteiro. Ainda que a essência da animação esteja presente na telona frequentemente, falta emoção neste remake. Sem esse ingrediente importante, que Condon não conseguiu resgatar, o longa derrapa em alguns quesitos e passa longe de ser considerado algo brilhante. Se na versão de 1991 os personagens não economizavam em carisma, como o simpático candelabro Lumière e o ranzinza Horloge, um relógio de pêndulo, aqui eles aparecem bem menos cativantes e dublados por Ewan McGregor e Ian McKellen. Porém, quem rouba a cena é a dupla Gaston e LeFou, interpretados por Luke Evans e Josh Gad. A química entre eles enriquece as cenas e os momentos musicais estrelados pelos dois são os mais divertidos do filme. Emma Watson, que ficou conhecida por viver a estudiosa Hermione Granger na franquia Harry Potter, aceitou a missão de interpretar a protagonista da história e a fez com competência. Seus traços delicados e sua voz suave combinam com a personagem e os figurinos lhe caem como uma luva. Porém, suas atitudes não se destacam como mereciam, até pela infeliz falta de espaço para isso no roteiro, e assim, a Disney perde a oportunidade de trazer uma Bela mais forte e empoderada, talvez mais parecida com a personalidade da atriz que a interpreta. Ficaria mais interessante. Outro deslize do estúdio (quase que inadmissível) são os efeitos visuais. E não estamos falando dos personagens animados, muito bem desenvolvidos por sinal, mas, sim, de cenas que, nitidamente, apelam em computação gráfica e apresentam ambientes escancaradamente falsos que destoam do elogiável design de produção. Mogli – O Menino Lobo, por exemplo, lançado em abril do ano passado pela Disney, também em live-action, apresenta efeitos impecáveis e poderia ter sido usado como referência. Mas, não chegaram nem perto. Mesmo com alguns escorregões, A Bela e a Fera ainda consegue dialogar com seu público fiel trazendo à tona o sentimento de nostalgia, mas a constante preocupação em apresentar fidelidade ao clássico é o que derruba o filme. Nem a cena mais famosa (e tão esperada), quando os protagonistas dançam pelo salão em trajes de gala ao som da belíssima Beauty and the Beast, consegue causar arrepios. Bill Condon poderia ter arriscado mais para apresentar algo novo que realmente fizesse diferença e causasse um impacto emotivo. A Bela e a Fera não chega a ser uma catástrofe e apesar de perder a chance de se reinventar em algumas situações, tem, sim, momentos marcantes e memoráveis, como a interessante proposta em apresentar, ainda que suavemente, porém honestamente, o notório e até hilário desejo do personagem LeFou por seu fiel escudeiro Gaston. Ao tratar de assuntos tão atuais e necessários, como a diversidade sexual, mesmo que numa história de época, a Disney ganha pontos por incluir tal discussão em sua narrativa sem parecer forçada ou caricata. Mesmo sendo um filme que poderia entregar mais emoção, aproveitar melhor seu elenco talentoso e ousar na direção, este novo A Bela e a Fera consegue passar sua mensagem, que vem desde 1991. Mas, já dizia a música: sentimentos são fáceis de mudar. E do clássico para o novo, mudaram. (Vitor Búrigo)

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Jonas e o Circo Sem Lona

por: Cinevitor

jonascircoposterDiretora: Paula Gomes

Elenco: Jonas Laborda, Wilma Macedo, Neide Silva, Wanderson Silva, Micael Nunes, Ian Laborda, Gutinho Silva, Mateus Lima, Ana Paula Araújo.

Ano: 2016

Sinopse: Jonas tem 13 anos e seu sonho é manter vivo o circo que ele mesmo criou no quintal de casa. Enquanto luta por isso, Jonas vai atravessar a grande aventura de crescer.

Crítica do CINEVITOR: A arte circense está no sangue de Jonas, um garoto de 13 anos, que vive na região metropolitana de Salvador e administra seu próprio circo no quintal de casa. Sua família se dedicou por muitos anos ao picadeiro e, como diz o ditado, o fruto não cai muito longe da árvore. Com a ajuda de amigos, realiza apresentações para vizinhos  e comanda cada etapa do espetáculo. Discute o preço dos ingressos, pensa na ordem das músicas, nos figurinos, ensaia com os artistas (seus amigos) e almeja seguir nessa carreira em um futuro próximo. Jonas pensa grande. Sonha. Mas, também se frustra. Sofre como um adulto. Mas, é na arte que encontra seu refúgio. O documentário, dirigido por Paula Gomes, vai além do quintal desse menino. Quando pisa em seu picadeiro improvisado, Jonas se realiza. Mergulha em um universo particular, que lhe garante sorrisos e satisfação. Uma sensação de dever cumprido a cada aplauso recebido ao final do show. E nesse mesmo lugar, quando não está se apresentando, Jonas reflete. Seja em cima de uma árvore ou num banco de madeira. Ali, ele vislumbra seu futuro, seus planos. E cria. E sonha mais uma vez. Em Jonas e o Circo Sem Lona sentimos o amor do protagonista pelo que faz, suas angústias por conta das dificuldades que encontra no meio do caminho, sua relação com os estudos, com a família, com os amigos. Logo ficamos íntimos de Jonas. Apostamos em seus sonhos e admiramos sua maturidade. Parece um adulto, mas não é. E ele tenta ser um, ainda que esteja se encaminhando para tal, porém, sua alma juvenil ainda lhe acompanha. Notamos isso, por exemplo, quando prefere deixar a escola de lado para se dedicar à arte. Muito a contragosto e por pressão da mãe, que não quer que o filho abandone os estudos, ele acorda cedo para estudar. Mas, se sente incomodado porque naquele ambiente não existe apoio. E sem incentivo, fica difícil mudar de opinião. Jonas quer ir embora com o circo, claro, pois é lá que se imagina feliz. O documentário, premiado em festivais do mundo todo, encanta o espectador por revelar sutilmente a intimidade desse jovem sonhador nas telonas em busca da sua felicidade. Jonas e a diretora conversam em alguns momentos durante o filme e nesses carinhosos diálogos percebemos uma conexão afetiva entre eles que entrega momentos reflexivos de seu personagem principal, em devaneios sobre a vida. Um ar anuviado toma conta dos sorrisos e as alegrias parecem distantes do tão sonhado picadeiro. Jonas e o Circo Sem Lona é um filme sem dramas coreografados, que te propõe refletir sobre os mais puros e belos sonhos de um jovem artista circense. Você ri e se emociona e, assim, Jonas consegue nos conquistar. Mas, ele quer mais: quer conquistar o mundo. Seja em um trapézio, como palhaço, fazendo malabares, contanto que esteja no picadeiro ao lado de sua felicidade. (Vitor Búrigo)

Nota do CINEVITOR:

nota-4,5-estrelas

Tinha Que Ser Ele?

por: Cinevitor

tinhaquesereleposterWhy Him?

Diretor: John Hamburg

Elenco: Bryan Cranston, James Franco, Zoey Deutch, Megan Mullally, Griffin Gluck, Cedric the Entertainer, Tangie Ambrose, Zack Pearlman, Jee Young Han, Mary Pat Gleason, Jimmy Badstibner, Keegan-Michael Key, Adam Devine, Jacob Kemp, Ramy Youssef, Harrison Bieker, Richard Blais, Kaley Cuoco, Steve Aoki, Elon Musk, George Kareman, Bob Stephenson, Toby Turner, Casey Wilson, Andrew Rannells, Steve Bannos, Stevens Gaston, Caleb Thomas, Gene Simmons, Paul Stanley.

Ano: 2016

Sinopse: Durante as férias, Ned, um pai superprotetor, sua família visitam a filha na Universidade de Stanford, onde ele encontra seu maior pesadelo: o bem-intencionado, mas socialmente desajeitado namorado de sua filha, um bilionário do Vale do Silício, Laird. O certinho Ned acha que Laird, que não tem absolutamente nenhum filtro, é um par extremamente inadequado para sua filha. A rivalidade e o nível de pânico de Ned se intensificam quando ele se encontra cada vez mais fora de sintonia no glamoroso centro de alta tecnologia, e descobre que Laird está prestes a pedir sua filha em casamento.

Crítica do CINEVITOR: Ned decide visitar com a família a filha Stephanie na Universidade. Lá, ele conhece o bem-intencionado, mas socialmente desajeitado Laird, seu genro, um bilionário do Vale do Silício. Logo, percebe que o rapaz, totalmente sem filtro, é um par inadequado para sua filha e o pânico aumenta quando descobre que Stephanie está prestes a ser pedida em casamento. Dirigido por John Hamburg, roteirista das franquias Entrando Numa Fria e Zoolander, Tinha Que Ser Ele? funciona porque se assume como comédia sem a pretensão de ser levada a sério. E conta ainda com um nome de peso no elenco: Bryan Cranston, que nunca decepciona. (Vitor Búrigo)

*Crítica publicada na edição 93 (junho/2017) da Revista Preview.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Era o Hotel Cambridge

por: Cinevitor

eracambridgeposterDiretora: Eliane Caffé

Elenco: José Dumont, Carmen Silva, Isam Ahamad Issa, Guylain Mukendi, Suely Franco, Lucia Pulido, Ibtessam Umran.

Ano: 2016

Sinopse: Esse filme conta a inusitada trajetória de um grupo de refugiados que divide com os sem-teto uma ocupação no centro de São Paulo. Na tensão diária pela ameaça de despejo, revelam-se pequenos dramas, alegrias e diferentes visões de mundo dos ocupantes.

Crítica do CINEVITOR: Em um edifício abandonado no centro de São Paulo, ocupado por refugiados e trabalhadores sem-teto, encontramos uma mistura de classes, ideais, sonhos e opiniões. A realidade dessas pessoas é retratada em Era o Hotel Cambridge, filme dirigido por Eliane Caffé, que usa da ficção para narrar situações atuais e abordar temas necessários. Com ar documental, o longa nos apresenta atores e não-atores dividindo a cena e interagindo com as incertezas que os cercam. Mas, aqui, há também espaço para momentos descontraídos, que, ao mesmo tempo que divertem o espectador, também trazem uma reflexão em torno do entrosamento entre a comunidade e a disposição dos personagens em seguir na luta pelos seus objetivos. Era o Hotel Cambridge fala sobre pessoas e abre um diálogo importante em relação aos problemas sociais e políticos do Brasil ao ressaltar a problemática desigualdade socioeconômica do nosso país. A injustiça entre classes e o descaso/preconceito para com os refugiados são situações mostradas diariamente em jornais do mundo todo e neste filme conseguimos enxergar o outro lado dessas histórias, pelo menos por aqui. Se perante à Justiça todos somos iguais, sabemos que na prática, no cotidiano, nem sempre é assim, já que o desprezo e a interferência à liberdade do outro é frequente. Ainda que traga assuntos como esses, Era o Hotel Cambridge é também um respiro para o nosso cinema, pois traz uma proposta cinematográfica diferente e pouco vista por aqui, que agrada ao tratar de assuntos sérios com competência e verossimilhança. (Vitor Búrigo)

*Filme assistido na 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

La Vingança

por: Cinevitor

lavingancaposterDiretor: Fernando Fraiha

Elenco: Felipe Rocha, Daniel Furlan, Adrian Navarro, Gastón Ricaud, Ana Pauls, Leandra Leal, Aylin Prandi.

Ano: 2016

Sinopse: Após receber a enigmática mensagem precisamos conversar, Caco resolve fazer uma surpresa para sua namorada Julia e vai pedi-la em casamento, mas acaba a encontrando com um argentino. Vadão, o melhor amigo de Caco, arrasta o ex-futuro noivo até a Argentina numa viagem nonsense de busca por vingança. Enquanto Vadão tenta reviver a adolescência, Caco segue focado em reconquistar seu amor. Mas nada acontece como planejado.

*Filme assistido na 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

*Clique aqui e confira a matéria sobre o filme, realizada na Mostra; e aqui para assistir ao programa especial sobre a Mostra com entrevistas com o diretor e o ator Daniel Furlan.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Imprevistos de uma Noite em Paris

por: Cinevitor

imprevistosparisOuvert la nuit

Diretor: Édouard Baer

Elenco: Édouard Baer, Sabrina Ouazani, Audrey Tautou, Christophe Meynet, Jean-Michel Lahmi, Grégory Gadebois, Patrick Boshart, Marie-Ange Casta, Alka Balbir, Lionel Abelanski, Atmen Kelif, Christine Murillo, Yoshi Oida, Michel Galabru, Kaori Ito, Adriana Pegueroles, Alfredo Arias, Michel Fau, Booder, Guilaine Londez, Francis Van Litsenborgh, Louis-Marie Audubert, Lisa Diaz, Naomi Diaz, Emmanuelle Lepoutre, Olivier Macarez, Elsa Roger-Lacan, Jennifer Gold, Nadir Louatib, Marcelin M’Baya, Michèle Hery, Alexia Giordano, Danielle Recher, Mariam Koné.

Ano: 2016

Sinopse: Luigi tem uma noite para salvar seu teatro, um dos mais prestigiados de Paris. Uma noite para encontrar um macaco ator para subir no palco. Uma noite para recuperar a confiança da sua equipe e o respeito de seu melhor amigo. Uma noite, enfim, para provar a sua jovem e confiante estagiaria, que existe uma maneira diferente de resolver os (inúmeros) problemas: dando prioridade ao que você acha mais divertido.

Nota do CINEVITOR:

nota-2-estrelas

Os Cowboys

por: Cinevitor

cowboysposterLes cowboys

Diretor: Thomas Bidegain

Elenco: François Damiens, Finnegan Oldfield, Agathe Dronne, John C. Reilly, Iliana Zabeth, Ellora Torchia, Antoine Chappey, Maxim Driesen, Jean-Louis Coulloc’h, Gilles Treton, Francis Leplay, Djemel Barek, Mounir Margoum, Leïla Saadali, Laure Calamy, Antoine Régent, Antonia Campbell-Hughes, Sam Louwyck, Rami Farah, Tariq Bettahar, Sanjay Dadich, Dani Sanchez-Lopez.

Ano: 2015

Sinopse: Uma extensa planície, um encontro country western em algum lugar do leste da França. Alain é um dos pilares dessa comunidade. Ele dança com Kelly, sua filha de 16 anos, sob o olhar terno da esposa e do caçula Kid. Mas nesse dia, Kelly desaparece e a vida da família desmorona. Alain não vai desistir de procurá-la, perdendo o amor da família e tudo que possuía. Ele é lançado na violência do mundo. Um universo em plena mudança onde seu único apoio será seu filho Kid, que sacrifica sua juventude e embarca com o pai nessa busca sem fim.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Com os Punhos Cerrados

por: Cinevitor

punhoscerradosposterDiretores: Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti.

Elenco: Ricardo Pretti, Pedro Diogenes, Luiz Pretti, Samya De Lavor, Uirá dos Reis, Rodrigo Capistrano, Guto Parente.

Ano: 2014

Sinopse: A partir de uma rádio clandestina, Eugenio, Joaquim e João usam suas vozes para gritar por liberdade enquanto planejam uma revolução. Eles invadem as transmissões de rádios tradicionais de Fortaleza com poesias, músicas, citações, arquivos de som e provocações. Certa noite, eles são vistos disfarçados pelas ruas da cidade, em ações que atacam a base constitutiva da sociedade burguesa e capitalista. Aos poucos, os três começam a incomodar os poderosos. Franco, empresário influente e magnata do forró, decide destruir a qualquer custo, a rádio e a vida deles. Quando o perigo começa a rondar a rádio, surge Salomé, uma ouvinte bela e misteriosa que quer se unir a eles na revolução. Mas a chegada da moça pode transformar o destino dos três revolucionários.

Nota do CINEVITOR:

nota-2-estrelas

Meu Malvado Favorito 3 ganha novo trailer dublado

por: Cinevitor

favorito3novoGru e seu irmão gêmeo na animação.

A vida de Gru sempre foi uma aventura. Ao lado dos Minions, praticou as maiores trapalhadas. Com as filhas Agnes, Margo e Edith e sua companheira Lucy, dublada por Maria Clara Gueiros, descobriu que era possível ser um malvado bonzinho. Agora, Gru conhece Dru, seu irmão gêmeo, no novo trailer de Meu Malvado Favorito 3, dublado por Leandro Hassum, que acaba de ser divulgado.

Com direção de Pierre Coffin e Kyle Balda, a animação traz de volta os personagens mais famosos da série e os atrapalhados Minions, além de agora apresentar Dru e o novo vilão Balthazar Bratt. Produzido pela Illumination Entertainment, de Minions, Pets: A Vida Secreta dos Bichos e Sing – Quem Canta Seus Males Espanta, o filme chega aos cinemas no dia 29 de junho.

Confira o novo trailer de Meu Malvado Favorito 3:

É Apenas o Fim do Mundo, de Xavier Dolan, é o grande vencedor do Canadian Screen Awards 2017

por: Cinevitor

fimdomundocanadaMarion Cotillard, Xavier Dolan e Nathalie Baye: bastidores de É Apenas o Fim do Mundo.

Fundada em 1979, a Academia Canadense de Cinema e Televisão conta com mais de 4.000 profissionais da indústria televisiva e cinematográfica. Até 2012, realizava o Genie Awards, premiação voltada para o cinema, e o Gemini Awards, que premiava os melhores da TV e do rádio canadense. Em 2012, os prêmios se uniram e formaram o Canadian Screen Awards.

Neste ano, o drama É Apenas o Fim do Mundo, dirigido por Xavier Dolan, que liderava a lista com nove indicações, se consagrou como o grande campeão ao ser premiado em seis categorias, incluindo a de melhor filme. Além disso, o ator Christopher Plummer recebeu um prêmio especial pelo conjunto da obra e por sua contribuição para a cultura por meio de sua arte.

Conheça os vencedores do Canadian Screen Awards 2017 nas categorias de cinema:

MELHOR FILME:
É Apenas o Fim do Mundo

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Weirdos, escrito por Daniel MacIvor

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
É Apenas o Fim do Mundo, escrito por Xavier Dolan

MELHOR DIREÇÃO:
Xavier Dolan, por É Apenas o Fim do Mundo

MELHOR ATRIZ:
Tatiana Maslany, por The Other Half

MELHOR ATOR:
Stephan James, por Raça

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Molly Parker, por Weirdos

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Vincent Cassel, por É Apenas o Fim do Mundo

MELHOR DOCUMENTÁRIO | PRÊMIO TED ROGERS:
I Am the Blues

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
Two Lovers and a Bear, por Emmanuel Fréchette

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Born to be Blue, por David Braid, Todor Kobakov e Steve London

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Could Have Been, por David Braid (Born to be Blue)

MELHOR FOTOGRAFIA:
É Apenas o Fim do Mundo, por André Turpin

MELHOR FOTOGRAFIA | DOCUMENTÁRIO:
I Am the Blues, por John Price

MELHOR FIGURINO:
Nelly, por Patricia McNeil

MELHOR MAQUIAGEM:
É Apenas o Fim do Mundo, por Denis Vidal e Maïna Militza

MELHOR EDIÇÃO:
Two Lovers and a Bear, por Richard Comeau

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO:
Giants of Africa, por Dave De Carlo

MELHOR PRIMEIRO FILME:
Old Stone (Lao shi), dirigido por Johnny Ma

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Raça

MELHOR SOM:
Raça

MELHOR MIXAGEM DE SOM:
Raça

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
This River

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Blind Vaysha

MELHOR CURTA-METRAGEM | DRAMA:
Mutants

PRÊMIO CINEPLEX GOLDEN SCREEN:
The 3 Little Pigs 2 (Les 3 p’tits cochons 2), dirigido por Jean-François Pouliot

PRÊMIO DO PÚBLICO | FAN’S CHOICE AWARD:
Natasha Negovanlis

PRÊMIO LIFETIME ACHIEVEMENT:
Christopher Plummer

Com Charlize Theron e James McAvoy, Atômica ganha primeiro trailer

por: Cinevitor

atomicatrailerCharlize Theron e James McAvoy em cena do filme, que se passa durante a Guerra Fria.

Sensualidade, brutalidade e espionagem estão presentes em Atômica, novo longa protagonizado por Charlize Theron, que estreia em agosto no Brasil, com direção de David Leitch, de Deadpool 2, que ainda está em pré-produção.

Charlize Theron é Lorraine Broughton, uma agente disposta a enfrentar qualquer desafio e a usar todas as suas habilidades para sobreviver à uma missão impossível. Após a queda do muro de Berlim, a assassina mais brutal do MI6 é enviada a cidade para recuperar um dossiê de valor inestimável. Ela se une ao chefe da estação local, David Percival, interpretado por James McAvoy, e se envolve em um jogo letal de espiões.

Com distribuição da Universal Pictures, a produção é uma combinação de ação e suspense baseada na série de quadrinhos da Oni Press, The Coldest City, de Antony Johnston, ilustrado por Sam Hart. O elenco ainda conta com John Goodman, Til Schweiger, Eddie Marsan, Sofia Boutella e Toby Jones.

Confira o primeiro trailer de Atômica:

Foto: Divulgação/Entertainment Weekly.