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Confira o trailer de Baseado em Fatos Reais, novo filme de Roman Polanski, escrito por Olivier Assayas

por: Cinevitor

fatosreaistrailerEmmanuelle Seigner e Eva Green em cena: dúbia e furiosa relação.

Com roteiro assinado por Olivier Assayas, de Acima das Nuvens e Personal Shopper, e adaptado do romance homônimo da francesa Delphine de Vigan, Baseado em Fatos Reais, novo filme de Roman Polanski, é protagonizado pelas atrizes Emmanuelle Seigner, que dá vida a escritora Delphine Dayrieux na trama, e por Eva Green, como Elle, uma mulher misteriosa que estabelece uma relação obsessiva com sua escritora favorita.

Exibido no Festival de Cannes do ano passado, fora da Competição Oficial, o suspense recebeu o Prêmio FIPRESCI de melhor filme no Stockholm Film Festival e conta também com Vincent Perez, Dominique Pinon, Noémie Lvovsky, Damien Bonnard e Saadia Bentaïeb no elenco.

Confira o trailer legendado de Baseado em Fatos Reais, que chega aos cinemas brasileiros no dia 12 de abril:

Foto: Divulgação/Paris Filmes.

Me Chame Pelo Seu Nome

por: Cinevitor

mechamepeloseunomeposter1Call Me by Your Name

Direção: Luca Guadagnino

Elenco: Timothée Chalamet, Armie Hammer, Michael Stuhlbarg, Amira Casar, Esther Garrel, Victoire Du Bois, Vanda Capriolo, Antonio Rimoldi, Elena Bucci, Marco Sgrosso, Andre Aciman, Peter Spears.

Ano: 2017

Sinopse: Verão de 1983, norte da Itália. Elio Perlman, um jovem ítalo-americano de 17 anos, passa seus dias na vila de sua família, um antigo casarão do século XVII. Seus dias são repletos de composições ao piano e flertes com sua amiga Marzia. Um dia, Oliver, um charmoso homem de 24 anos, chega para ajudar o pai de Elio em sua pesquisa sobre cultura greco-romana. Sob o sol do verão italiano, Elio e Oliver descobrem a beleza do despertar de novos desejos que irão mudar as suas vidas para sempre. Baseado no livro homônimo de André Aciman.

Crítica do CINEVITOR: Dirigido pelo italiano Luca Guadagnino, de 100 Escovadas Antes de Dormir e Um Sonho de Amor, e produzido pelos brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’Anna, da RT Features, Me Chame Pelo Seu Nome é baseado no livro homônimo do escritor egípcio André Aciman. Desde sua estreia no circuito de festivais, começando por Sundance, o longa tem sido aclamado pela crítica e pelo público. Nessa temporada de premiações, o sucesso se repete. Foi eleito pelos críticos de Los Angeles como o melhor filme do ano, está na lista do American Film Institute, levou o prêmio de melhor roteiro adaptado no Critics’ Choice Awards, foi indicado ao Globo de Ouro e ao BAFTA e deve aparecer nas principais categorias do Oscar, que revelará seus concorrentes no dia 23 de janeiro. A história, que se passa no verão de 1983 em algum lugar do norte da Itália, mostra o cotidiano de uma família poliglota que recebe o americano Oliver, vivido por Armie Hammer, em sua residência. O motivo da visita é uma pesquisa sobre cultura greco-romana na qual o hóspede foi selecionado para estudar com o Sr. Perlman, interpretado por Michael Stuhlbarg. Porém, além disso, há momentos de sobra para descontração e é aqui que entra Elio, papel de Timothée Chalamet, o filho dos anfitriões. Ao longo dos 132 minutos, Guadagnino passeia por belíssimas paisagens e constrói uma obra sublime sobre o amor ao retratar o relacionamento entre Elio e Oliver. Em meio a um jogo de sedução e indiretas, os personagens se aproximam delicadamente e o desejo latente que exala em seus poros ganha forma de maneira sensível e encantadora. Para Elio, um jovem de dezessete anos, há uma certa ingenuidade nessa relação; uma necessidade de se descobrir e de se entregar para o novo. Me Chame Pelo Seu Nome fala do amadurecimento desse rapaz e do seu despertar para o amor e mostra esse processo com afeição e graciosidade. Aqui, nada é por acaso. Tudo o que está em cena corresponde perfeitamente à narrativa: desde os figurinos coloridos da época, o sol radiante e a comovente trilha sonora. Com isso, pequenos gestos ganham muita importância, como uma troca de olhares, uma mão no ombro, uma olhada desconfiada por cima do óculos, um sorriso no canto do rosto; sempre enquadrados com sutileza, assim como os objetos: um relógio, um pêssego, uma partitura ou um slide de uma estátua. Há uma conexão e um motivo para que esses elementos estejam ali detalhados. Todas essas imagens revelam algo sobre esse amor e Guadagnino desenvolve a relação com profundidade. É válido observar a maneira como os espaços frequentados por seus protagonistas são bem aproveitados. Ainda que a casa esteja lotada ou que as ruas da pequena cidade estejam movimentadas, o foco principal da narrativa não se perde. Elio e Oliver estão sempre em destaque. Não por acaso, algumas cenas reveladoras, como uma sutil declaração, por exemplo, acontecem em lugares públicos ou com pessoas ao redor e, mesmo assim, acompanhamos o entrosamento dos personagens em evidência. Com roteiro escrito por James Ivory, Me Chame Pelo Seu Nome traz diálogos intrínsecos, mas também consegue contar sua história com gestos e olhares, sem dar brecha para o melodrama. Vale aqui destacar a brilhante atuação de Timothée Chalamet, que realiza um trabalho impecável em cena: a maneira como se movimenta, como conversa, como sorri ou até mesmo quando olha ansioso para seu relógio de pulso, são representadas com perspicácia e serenidade. Fato é que o filme fala muito mais sobre Elio e suas descobertas do que sobre os outros, sem desmerecer seus importantes coadjuvantes, peças fundamentais para o desenrolar da trama. Para imprimir os sentimentos de seu protagonista, Guadagnino traz esse amor de verão, que marcará para sempre não só a vida de Elio, mas de todos os personagens, com uma elegância que comove e apaixona. Há também uma sensualidade presente em todos os cantos, que embeleza e acolhe; seja numa pista de dança, nos corpos suados pelo verão escaldante, nos pequenos trajes ou até mesmo nas esculturas greco-romanas analisadas. Me Chame Pelo Seu Nome é tão afetuoso e visceral porque constrói uma relação com verossimilhança e apresenta uma importante e necessária compreensão ao outro. Guadagnino fala com sensibilidade sobre desejo, amor, amizade, sexualidade, família, paixão e sedução em uma obra que desdobra a essência de seus personagens da maneira mais bela e apaixonante que se possa apreciar. (Vitor Búrigo)

*Clique aqui e assista ao programa especial do Oscar 2018 sobre Me Chame Pelo Seu Nome.

*Filme assistido no 25º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade.

Nota do CINEVITOR:

nota-4,5-estrelas

 

Pela Janela

por: Cinevitor

pelajanelaposterDireção: Caroline Leone

Elenco: Magali Biff, Cacá Amaral, Mayara Constantino.

Ano: 2017

Sinopse: Rosália é uma operária de 65 anos que dedicou a vida ao trabalho em um fábrica de reatores da periferia de São Paulo. Ela é demitida e, deprimida, é consolada pelo irmão José, que resolve levá-la junto com ele em uma viagem de carro até Buenos Aires. Na viagem, Rosália vê pela primeira vez um mundo desconhecido e distante de sua vida cotidiana, começando uma jornada que sutilmente transformará uma parte essencial dela mesma.

*Filme assistido no 45º Festival de Cinema de Gramado.

*Clique aqui e confira nosso programa especial sobre o filme com entrevistas com a diretora e com os atores Cacá Amaral e Magali Biff.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Os Iniciados

por: Cinevitor

iniciadosposterInxeba

Direção: John Trengove

Elenco: Nakhane Touré, Bongile Mantsai, Niza Jay, Thobani Mseleni, Gabriel Mini, Zwelakhe Mtsaka, Menzeleli Majola, Gamelihle Bovana, Halalisani Bradley Cebekhulu, Inga Qwede, Sibabalwe Ngqayana, Siphosethu Ngcetane, Luyanda L. Vonqo, Thando Mhlontlo, Anga Ntsepe, Hellman Hlomuka, Loyiso ‘Lloyd’ Ngqayana, Zimi Banisi, Luxolo Ngqunge, Refiloe Ramatlapeng, Monde Bambelo, Jan Bloxham, Caswell Sabelo Mabona, Mpho Diamond.

Ano: 2017

Sinopse: Cabo Oriental, África do Sul. Xolani, um solitário operário, ausenta-se de seu trabalho para ajudar nos ritos de circuncisão Xhosa de iniciação à masculinidade. Em um remoto acampamento em uma montanha, jovens se recuperam enquanto aprendem os códigos masculinos de sua cultura. Neste ambiente de machismo e agressão, Xolani cuida de Kwanda, um rebelde novato de Joanesburgo, que questiona os códigos patriarcais de iniciação, enquanto o próprio Xolani sofre entre seu mundo familiar tradicional e sua própria realização.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Correndo Atrás de um Pai

por: Cinevitor

correndoatraspaiposterFather Figures

Direção: Lawrence Sher

Elenco: Owen Wilson, Ed Helms, Glenn Close, J.K. Simmons, Katt Williams, Terry Bradshaw, Ving Rhames, Christopher Walken, June Squibb, Robert Jon Mello, Retta, Zachary Haven, Mary Grill, Ann McKenzie, Jessica Gomes, Harry Shearer, Sarah Skeist, Jo Helton, Debra Stipe, Hannah Black, Robert Pralgo, Niki Davis, Donna Duplantier, Robert Walker Branchaud, B’nard Lewis, Andrew Wilson, Katie Aselton, Ryan Cartwright, Ryan Gaul, Taylor Treadwell, Jack McGee, Jim France, Ali Wong, Avri Bartolozzi, Giovanna Basilio, Tamila Bilalova, Kathi Binkley, Nick Canning, Lucie Carroll, Kendrick Cross, Douglas DeLisle, Alexander G. Eckert, Rachel Eggleston, Hunter Flanagan, Brian Huskey, Perry Johnson, Ethan Rosero, Liam Tomasiello, John Archer Lundgren, Valdez Williams.

Ano: 2017

Sinopse: Kyle e Peter Reynolds são irmãos cuja mãe excêntrica os criou para acreditar que seu pai havia morrido quando eram jovens. Quando eles descobrem que isso é uma mentira, eles se juntam para encontrar seu verdadeiro pai e acabam aprendendo mais sobre sua mãe do que eles provavelmente já quiseram saber.

Nota do CINEVITOR:

nota-2-estrelas

CINEVITOR #266: Entrevistas com Magali Biff, Caroline Leone e Cacá Amaral | Pela Janela

por: Cinevitor

pelajanelapgmcinevitorMagali Biff e Cacá Amaral em cena: irmãos na ficção.

Em Pela Janela, primeiro longa-metragem de Caroline Leone na direção, conhecemos Rosália, uma operária de 65 anos que dedicou a vida ao trabalho em um fábrica de reatores da periferia de São Paulo. Ela é demitida, e, deprimida, é consolada pelo irmão José, que resolve levá-la a Buenos Aires em uma viagem de carro. Na viagem, Rosália vê pela primeira vez um mundo desconhecido e distante de sua vida cotidiana, iniciando uma jornada de libertação e transformação interior.

Produzido por Sara Silveira e Maria Ionescu, o longa foi exibido em festivais ao redor do mundo e ganhou diversos prêmios, entre eles: melhor filme no XIII Panorama Internacional Coisa de Cinema, em Salvador, e o Prêmio FIPRESCI no Festival Internacional de Cinema de Roterdã.

Para falar mais sobre Pela Janela, que chega aos cinemas nesta quinta-feira, 18/01, pelo projeto Sessão Vitrine Petrobras, conversamos com a diretora e com os atores Cacá Amaral e Magali Biff.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Vitrine Filmes.

Conheça os indicados ao 16º Visual Effects Society Awards, prêmio que elege os melhores efeitos visuais do cinema

por: Cinevitor

bladeefeitosawardsRyan Gosling em Blade Runner 2049, de Denis Villeneuve.

Com mais de 3.300 membros, de 30 países, a Visual Effects Society reúne profissionais de efeitos visuais, incluindo artistas, tecnólogos, modelistas, educadores, executivos de estúdio, supervisores, especialistas em marketing e produtores.

Em 2003, aconteceu o primeiro VES Awards, prêmio que reconhece os melhores efeitos visuais e a inovação em filmes, animações, programas de TV, comerciais e videogames. O Senhor dos Anéis: As Duas Torres, de Peter Jackson, venceu em oito categorias, incluindo a de melhores efeitos visuais em longa-metragem. No ano passado, Mogli – O Menino Lobo, Doutor Estranho e Kubo e as Cordas Mágicas foram alguns dos vencedores.

Em sua 16ª edição, Blade Runner 2049 e Planeta dos Macacos: A Guerra lideram a lista com sete indicações cada; Meu Malvado Favorito 3 se destaca entre as animações com cinco indicações. Os vencedores serão anunciados no dia 13 de fevereiro, em uma cerimônia apresentada pelo ator e comediante Patton Oswalt.

Conheça os indicados ao 16º Visual Effects Society Awards nas categorias de cinema:

MELHORES EFEITOS VISUAIS EM FILME FOTOREALISTA:
Blade Runner 2049
Guardiões da Galáxia Vol. 2
Kong: A Ilha da Caveira
Planeta dos Macacos: A Guerra
Star Wars: Os Últimos Jedi

MELHORES EFEITOS VISUAIS DE APOIO EM FILME FOTOREALISTA:
Dunkirk
Mãe!
O Destino de uma Nação
Only the Brave
Pequena Grande Vida

MELHORES EFEITOS VISUAIS EM ANIMAÇÃO:
As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme
Carros 3
LEGO Batman: O Filme
LEGO Ninjago – O Filme
Meu Malvado Favorito 3
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR PERFORMANCE ANIMADA EM FILME FOTOREALISTA:
Rachel, em Blade Runner 2049
Kong, em Kong: A Ilha da Caveira
Bad Ape, em Planeta dos Macacos: A Guerra
Caesar, em Planeta dos Macacos: A Guerra

MELHOR PERFORMANCE ANIMADA EM ANIMAÇÃO:
Boss Baby, em O Poderoso Chefinho
Bratt, em Meu Malvado Favorito 3
Garma Mecha Man, em LEGO Ninjago – O Filme
Garmadon, em LEGO Ninjago – O Filme
Hèctor, em Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR AMBIENTE CRIADO EM FILME FOTOREALISTA:
Hidden Fortress, em Planeta dos Macacos: A Guerra
Los Angeles, em Blade Runner 2049
Prison Camp, em Planeta dos Macacos: A Guerra
Trash Mesa, em Blade Runner 2049
Vegas, em Blade Runner 2049

MELHOR AMBIENTE CRIADO EM ANIMAÇÃO:
Cidade dos mortos, em Viva – A Vida é uma Festa
Hollywood Destruction, em Meu Malvado Favorito 3
Ninjago City, em LEGO Ninjago – O Filme
Pista de corrida abandonada, em Carros 3

MELHOR FOTOGRAFIA VIRTUAL EM PROJETO FOTOREALISTA:
Batalha de Crait, em Star Wars: Os Últimos Jedi
Be Our Guest, em A Bela e a Fera
Dança do Groot e luta de abertura, em Guardiões da Galáxia Vol. 2
Flashback de Valkyrie, em Thor: Ragnarok

MELHOR MODELO EM PROJETO FOTOREALISTA OU ANIMADO:
Anthem; Monument, em US Marines
Carro Dru, em Carros 3
ISS, em Vida
Sede da LAPD, em Blade Runner 2049

MELHOR SIMULAÇÃO DE EFEITOS EM FILME FOTOREALISTA:
Bombardeio, em Star Wars: Os Últimos Jedi
Destruição de Mega Destroyer, em Star Wars: Os Últimos Jedi
Fogo e fumaça, em Only the Brave
Kong: A Ilha da Caveira
Planeta dos Macacos: A Guerra

MELHOR SIMULAÇÃO DE EFEITOS EM FILME DE ANIMAÇÃO:
Carros 3
Meu Malvado Favorito 3
O Touro Ferdinando
O Poderoso Chefinho
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR COMPOSIÇÃO EM FILME FOTOREALISTA:
Abordagem de LAPD e hologramas de Joi, em Blade Runner 2049
Batalha na ponte, em Thor: Ragnarok
Kong: A Ilha da Caveira
Planeta dos Macacos: A Guerra

MELHORES EFEITOS VISUAIS EM PROJETO ESTUDANTIL:
Creature Pinup
Hybrids
Les Pionniers de l’Univers
The Endless

Foto: Alcon Entertainment.

Conheça os vencedores do 49º NAACP Image Awards; Corra!, de Jordan Peele, é premiado em três categorias

por: Cinevitor

danielimageawardsDaniel Kaluuya, protagonista de Corra!: melhor ator.

Fundada em 12 de fevereiro de 1909, a NAACP, National Association for the Advancement of Colored People (na tradução, Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor), é a maior e mais antiga organização de direitos civis dos Estados Unidos.

O principal objetivo da NAACP é assegurar a igualdade política, educacional, social e econômica dos cidadãos dos grupos minoritários dos Estados Unidos e acabar com o preconceito racial. A NAACP procura eliminar todas as barreiras da discriminação racial através dos processos democráticos.

Desde 1970, realiza o NAACP Image Awards, premiação que destaca os afro-americanos mais influentes do cinema, da televisão e da música. Neste ano, sua 49ª edição, apresentada pelo ator Anthony Anderson, aconteceu no dia 15 de janeiro, data que homenageia o aniversário do ativista político Martin Luther King Jr. com um feriado federal.

O ator Danny Glover foi homenageado com o President’s Award e a cineasta Ava DuVernay, de Selma – Uma Luta Pela Igualdade, A 13ª Emenda e Uma Dobra no Tempo recebeu o prêmio de Entertainer of the Year. Corra!, de Jordan Peele, se consagrou como o grande vencedor em três categorias: melhor ator para Daniel Kaluuya, direção e roteiro.

Conheça os vencedores do 49º NAACP Image Awards nas categorias de cinema:

MELHOR FILME:
Viagem das Garotas, de Malcolm D. Lee

MELHOR FILME INDEPENDENTE:
Detroit em Rebelião, de Kathryn Bigelow

MELHOR ATOR:
Daniel Kaluuya, por Corra!

MELHOR ATRIZ:
Octavia Spencer, por Um Laço de Amor

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Idris Elba, por Thor: Ragnarok

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Tiffany Haddish, por Viagem das Garotas

MELHOR DIREÇÃO:
Jordan Peele, por Corra!

MELHOR ROTEIRO:
Corra!, escrito por Jordan Peele

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Step, de Amanda Lipitz

Foto: Divulgação.

Conheça os novos filmes selecionados para o Festival de Berlim 2018

por: Cinevitor

damselberlimMia Wasikowska e Robert Pattinson em Damsel, de David e Nathan Zellner.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 15/01, novos filmes na programação do 68º Festival de Berlim, que acontecerá entre os dias 15 e 25 de fevereiro de 2018, com o cineasta alemão Tom Tykwer, de Corra, Lola, Corra, Perfume: A História de um Assassino e Negócio das Arábias, como presidente do júri e a animação Isle of Dogs, de Wes Anderson, exibida na noite de abertura.

Para disputar o tão cobiçado Urso de Ouro, dez novos longas-metragens foram anunciados na seleção da Competição Oficial, entre eles, o paraguaio Las herederas, de Marcelo Martinessi, uma coprodução entre Alemanha, Uruguai, Noruega e Brasil. Além disso, outras três produções foram divulgadas na mostra Berlinale Special.

O cinema brasileiro estará representado em diversas seções. Na mostra Panorama serão três documentários: Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman; Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi; e Aeroporto Central (Zentralflughafen THF), uma coprodução entre Alemanha, Brasil e França, dirigida por Karim Aïnouz. Na Berlinale Shorts, três curtas-metragens: Alma Bandida, de Marco Antônio Pereira; Terremoto Santo, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca; e Russa, de João Salaviza e Ricardo Alves Jr., uma coprodução com Portugal. Na mostra Generation, será exibido Unicórnio, de Eduardo Nunes.

Além disso, no programa Berlinale Talents 2018, que contará com 250 profissionais da sétima arte de 81 países com a proposta de debater entre eles novos projetos cinematográficos, foram selecionados 12 brasileiros: Camila Freitas, cineasta; Antônio Junior, produtor; Edson Secco, designer de som e compositor; Ramiro Suárez, editor e diretor; Tatiana Leite, produtora; Lidia Damatto Moreira, sales agent; Carolina Markowicz, diretora e roteirista; Marina Palmero Butolo, diretora de arte; Ernesto Molinero, produtor e diretor; Tomás von der Osten, editor e diretor; Leonardo Mouramateus, diretor e editor; e Marcella Jacques, produtora.

Conheça os novos filmes selecionados para o Festival de Berlim 2018:

COMPETIÇÃO:
3 Tage in Quiberon (3 Days in Quiberon), de Emily Atef (Alemanha/Áustria/França)
Black 47, de Lance Daly (Irlanda/Luxemburgo)
Damsel, de David Zellner e Nathan Zellner (EUA)
Eldorado, de Markus Imhoof (Suíça/Alemanha)
Las herederas (The Heiresses), de Marcelo Martinessi (Paraguai/Alemanha/Uruguai/Noruega/Brasil/França)
Khook (Pig), de Mani Haghighi (Irã)
La prière (The Prayer), de Cédric Kahn (França)
Toppen av ingenting (The Real Estate), de Måns Månsson (Suécia/Reino Unido)
Touch Me Not, de Adina Pintilie (Romênia/Alemanha/República Checa/Bulgária/França)
Transit, de Christian Petzold (Alemanha/França)

BERLINALE SPECIAL:
Monster Hunt 2, de Raman Hui (China/Hong Kong)
Gurrumul, de Paul Williams (Austrália)
Viaje a los Pueblos Fumigados, de Fernando Solanas (Argentina)

Foto: Divulgação.

Costume Designers Guild Awards 2018: conheça os indicados ao prêmio do Sindicato dos Figurinistas

por: Cinevitor

tramafigurinofantasmaVicky Krieps e Daniel Day-Lewis em Trama Fantasma, de Paul Thomas Anderson.

Fundado em 1953, o Sindicato dos Figurinistas, Costume Designers Guild, começou com um grupo de 30 pessoas e hoje conta com mais de 900 membros. Desde 1999, realiza uma premiação anual, CDG Awards, que elege os melhores figurinos da TV e do cinema.

Na primeira edição, a premiação realizou homenagens a nomes lendários da área, como Albert Wolsky, Travis Banton, Edith Head, Dorothy Jeakins e Irene Sharaff, incluindo-os no Hall da Fama. No ano seguinte, Beleza Americana e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça foram os primeiros filmes a serem premiados.

Este ano, em sua 20ª edição, os vencedores serão anunciados no dia 20 de fevereiro. Conheça os indicados ao Costume Designers Guild Awards 2018 nas categorias de cinema:

EXCELÊNCIA EM FILME CONTEMPORÂNEO:
Corra!, por Nadine Haders
Eu, Tonya, por Jennifer Johnson
Kingsman: O Círculo Dourado, por Arianne Phillips
Lady Bird – A Hora de Voar, por April Napier
Três Anúncios Para um Crime, por Melissa Toth

EXCELÊNCIA EM FILME DE ÉPOCA:
A Forma da Água, por Luis Sequeira
Assassinato no Expresso do Oriente, por Alexandra Byrne
Dunkirk, por Jeffrey Kurland
O Rei do Show, por Ellen Mirojnick
Trama Fantasma, por Mark Bridges

EXCELÊNCIA EM FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU FANTASIA:
A Bela e a Fera, por Jacqueline Durran
Blade Runner 2049, por Renée April
Mulher-Maravilha, por Lindy Hemming
Star Wars: Os Últimos Jedi, por Michael Kaplan
Thor: Ragnarok, por Mayes C. Rubeo

Foto: Laurie Sparham.

Conheça os vencedores do 23º Critics’ Choice Awards

por: Cinevitor

margotcriticsMargot Robbie: melhor atriz em comédia por Eu, Tonya.

A Broadcast Film Critics Association, maior organização de críticos americanos e canadenses, anunciou nesta quinta-feira, 11/01, em cerimônia apresentada pela atriz Olivia Munn, os vencedores do 23º Critics’ Choice Awards, importante premiação que elege os melhores da TV e do cinema.

A atriz Gal Gadot, protagonista de Mulher-Maravilha, foi homenageada com o Prêmio #SeeHer, criado ano passado em parceria com a Association of National Advertisers, com a intenção de homenagear mulheres que se destacam na mídia. A homenagem, que já foi entregue para Viola Davis, foi apresentada pela cineasta Patty Jenkins, diretora do filme solo da super-heroína, e reconhece uma mulher que incorpora os valores estabelecidos pelo movimento #SeeHer, destacando seu desempenho em retratar com precisão o papel feminino na indústria do entretenimento sem estereótipos, seja na ficção ou na vida real, dialogando sobre temas importantes como a igualdade de gênero.

“Quando eu comecei como atriz, tinham poucos papéis de protagonistas para mulheres. Este ano, as três maiores bilheterias tiveram protagonistas femininas, entre elas, Mulher-Maravilha, realizado por Patty Jenkins. Embora isso já seja um progresso, precisamos avançar mais. Como artistas e cineastas, nosso trabalho não é só entreter, mas também inspirar. Eu estou comprometida com todos vocês e nunca vou me silenciar. Vamos continuar juntos lutando pela igualdade!”, disse Gal Gadot em seu discurso.

O drama A Forma da Água, de Guillermo del Toro, que liderava com 14 indicações, venceu em quatro categorias, entre elas, a de melhor filme.

Conheça os vencedores do 23º Critics’ Choice Awards nas categorias de cinema:

MELHOR FILME:
A Forma da Água

MELHOR ATOR:
Gary Oldman, por O Destino de uma Nação

MELHOR ATRIZ:
Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Allison Janney, por Eu, Tonya

MELHOR ATOR/ATRIZ JOVEM:
Brooklynn Prince, por Projeto Flórida

MELHOR ELENCO:
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR DIREÇÃO:
Guillermo del Toro, por A Forma da Água

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Corra!, escrito por Jordan Peele

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Me Chame Pelo Seu Nome, escrito por James Ivory

MELHOR FOTOGRAFIA:
Blade Runner 2049, por Roger Deakins

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Forma da Água, por Paul D. Austerberry

MELHOR EDIÇÃO (empate):
Dunkirk, por Lee Smith e Em Ritmo de Fuga, por Jonathan Amos e Paul Machliss

MELHOR FIGURINO:
Trama Fantasma, por Mark Bridges

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
O Destino de uma Nação

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Planeta dos Macacos: A Guerra

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR FILME DE AÇÃO:
Mulher-Maravilha, de Patty Jenkins

MELHOR FILME DE COMÉDIA:
Doentes de Amor, de Michael Showalter

MELHOR ATOR EM COMÉDIA:
James Franco, por Artista do Desastre

MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA:
Margot Robbie, por Eu, Tonya

MELHOR FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU TERROR:
Corra!, de Jordan Peele

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Em Pedaços, de Fatih Akin (Alemanha)

MELHOR CANÇÃO:
Remember Me, interpretada por Miguel (Viva – A Vida é uma Festa)

MELHOR TRILHA SONORA:
A Forma da Água, por Alexandre Desplat

Foto: Divulgação.

O Destino de uma Nação

por: Cinevitor

destinonacaoposterDarkest Hour

Direção: Joe Wright

Elenco: Gary Oldman, Kristin Scott Thomas, Ben Mendelsohn, Lily James, Ronald Pickup, Stephen Dillane, Nicholas Jones, Samuel West, David Schofield, Richard Lumsden, Malcolm Storry, Hilton McRae, Benjamin Whitrow, Joe Armstrong, Adrian Rawlins, David Bamber, Paul Leonard, David Strathairn, Eric MacLennan, Philip Martin Brown, Demetri Goritsas, Jordan Waller, Alex Clatworthy, Mary Antony, Bethany Muir, Anna Burnett, Jeremy Child, Brian Pettifer, Michael Gould, Paul Riddell, Robin Pearce, Michael Bott, Oliver Broche, Mario Hacquard, Pip Torrens, Edmund Wiseman, Hannah Steele, Nia Gwynne, Ade Haastrup, James Eeles, Flora Nicholson, Bronte Carmichael, Roisin O’Neill, John Locke, Jo Neary, Richard Glover, Tom Ashley, Joshua Higgott, Faye Marsay, John Atterbury, James Harkness, Joshua James, Charley Palmer Rothwell, Tim Ingall, Andy Mihalache, Beatrice Stein.

Ano: 2017

Sinopse: Ao ver as Forças Nazistas percorrendo toda a Europa Ocidental, uma ameaça de invasão eminente a uma população despreparada, um rei cético e um partido que conspira contra seu líder, Winston Churchill estará dividido entre negociar um tratado de paz com a Alemanha Nazista e firmar a luta pelos ideais em prol da liberdade de uma nação.

*Clique aqui e assista ao programa especial do Oscar 2018 sobre O Destino de uma Nação.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas