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Com Maria Luisa Mendonça e Débora Falabella, Todo Clichê do Amor, de Rafael Primot, ganha trailer

por: Cinevitor

clicheamortrailerDébora Falabella e Rafael Primot em cena.

Protagonizado por Maria Luisa Mendonça, Débora Falabella e Marjorie Estiano, Todo Clichê do Amor, segundo longa do diretor Rafael Primot, de Gata Velha Ainda Mia, que também atua neste filme, é uma comédia sobre temas comuns em quatro histórias que se entrelaçam numa grande metrópole como São Paulo, um clichê que não se satura e que possui abordagens infinitas.

O longa conta a história de uma prostituta passional que decide se tornar mãe; de um entregador que comete um assassinato como prova de amor a uma garçonete comprometida; e mostra a última chance que uma madrasta tem para conquistar o afeto de sua enteada durante velório de seu esposo. Um entrechoque de carências e erros desses outsiders que emerge novas e inesperadas formas de afeto.

Todo Clichê do Amor conta também com a participação de Eucir de Souza, um homem sem paladar e sua esposa cega, interpretada por Clarissa Kiste; Amanda Mirásci, uma deficiente auditiva; Gilda Nomacce como uma divertida atendente de lanchonete; Giovana Zotti, como uma divertida maquiadora; e João Baldasserini, que vive um ator pornô.

Confira o trailer de Todo Clichê do Amor, que tem estreia marcada para o dia 12 de abril:

Foto: Divulgação.

54º Cinema Audio Society Awards: conheça os vencedores

por: Cinevitor

dunkirkvenceCASKenneth Branagh em Dunkirk, de Christopher Nolan: filme premiado.

Foram revelados neste sábado, 24/02, em cerimônia apresentada pelo comediante Michael Kosta, os vencedores do 54º CAS Awards, prêmio organizado pela Cinema Audio Society, que elege a melhor mixagem de som em produções televisivas e cinematográficas.

Neste ano, a sonoplasta Anna Behlmer, indicada ao Oscar por Coração Valente, Evita, Los Angeles: Cidade Proibida, Além da Linha Vermelha, Moulin Rouge: Amor em Vermelho, Seabiscuit – Alma de Herói, O Último Samurai, Guerra dos Mundos, Diamante de Sangue e Star Trek, recebeu o Career Achievement Award; Joe Wright, diretor de O Destino de uma Nação, foi homenageado com o Filmmaker Award; o Prêmio Edward J. Greene, entregue pela primeira vez este ano, foi para o engenheiro de som Tomlinson Holman, de Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi e Indiana Jones e o Templo da Perdição.

Dunkirk, de Christopher Nolan, venceu na categoria de melhor mixagem de som em um filme de ficção; A Forma da Água, Em Ritmo de Fuga, Mulher-Maravilha e Star Wars: Os Últimos Jedi também estavam na disputa.

Conheça os vencedores do 54º Cinema Audio Society Awards nas categorias de cinema:

MELHOR MIXAGEM DE SOM | LONGA-METRAGEM:
Dunkirk, por Mark Weingarten

MELHOR MIXAGEM DE SOM | ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por Vince Caro

MELHOR MIXAGEM DE SOM | DOCUMENTÁRIO:
Jane, por Lee Smith

Foto: Melinda Sue Gordon.

Sindicato dos Maquiadores e Cabeleireiros anuncia vencedores do MUAHS Awards 2018

por: Cinevitor

destinomaquiagemvenceGary Oldman em O Destino de uma Nação, de Joe Wright: maquiagem premiada.

O Sindicato de Maquiadores e Cabeleireiros (Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild, I.A.T.S.E., Local 706) anunciou neste sábado, 24/02, os vencedores do Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild Awards, prêmio que elege as melhores maquiagens e estilos de cabelo do cinema, da TV, mídias digitais e do teatro.

Entre os premiados, a comédia musical A Escolha Perfeita 3, que só estreia no Brasil em março, desbancou fortes concorrentes, como A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell, Doentes de Amor, Em Ritmo de Fuga e Extraordinário, e levou o prêmio de melhor maquiagem em filme contemporâneo.

Neste ano, o ator britânico Gary Oldman recebeu o Distinguished Artisan Award; o maquiador Greg Cannom, vencedor do Oscar por Drácula de Bram Stoker, Uma Babá Quase Perfeita e O Curioso Caso de Benjamin Button, e também de outros trabalhos, como Batman: O Retorno, O MáskaraTitanicO Homem BicentenárioUma Mente Brilhante e As Branquelas, foi honrado com o Lifetime Achievement Award; a cabeleireira Mary Guerrer, do programa Dancing with the Stars e das séries Super Vicky, Alf, O ETeimoso, Get a LifeTudo Por Um Gato e iCarly também foi homenageada com o Lifetime Achievement Award.

Conheça os vencedores do MUAHS Awards 2018 nas categorias de cinema:

MELHOR MAQUIAGEM | FILME CONTEMPORÂNEO:
A Escolha Perfeita 3, por Melanie Hughes-Weaver, Judy Yonemoto e Erica Kyker

MELHOR PENTEADO | FILME CONTEMPORÂNEO:
Guardiões da Galáxia Vol. 2, por Camille Friend, Louisa Anthony e Jules Holdren

MELHOR MAQUIAGEM EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO:
O Destino de uma Nação, por Ivana Primorac e Flora Moody

MELHOR PENTEADO EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO:
Eu, Tonya, por Adruitha Lee e Mary Everett

MELHOR MAQUIAGEM DE EFEITOS ESPECIAIS:
O Destino de uma Nação, por Kazuhiro Tsuji, David Malinowski e Lucy Sibbick

Foto: Jack English.

Touch Me Not, de Adina Pintilie, é o grande vencedor do Festival de Berlim 2018

por: Cinevitor

berlimvence2018Adina Pintilie, de Touch Me Not, com a produtora Bianca Oana e a atriz Laura Benson.

Foram anunciados neste sábado, 24/02, os vencedores do 68º Festival de Berlim. Neste ano, o júri foi presidido pelo cineasta alemão Tom Tykwer e composto por: Cécile de France, atriz belga; Chema Prado, ex-diretor da Filmoteca Español; Adele Romanski, produtora americana; Ryūichi Sakamoto, músico, compositor e ator japonês; e a americana Stephanie Zacharek, crítica de cinema. O Urso de Ouro, prêmio máximo do evento, foi entregue para o romeno Touch Me Not, de Adina Pintilie.

O Prêmio Glashütte, criado no ano passado, elege o melhor documentário original dentre os filmes exibidos em diversas mostras do festival. O brasileiro Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi e produzido por Caio Gullane, Fabiano Gullane e Laís Bodanzky, recebeu Menção Especial. O longa mostra o drama contemporâneo dos povos indígenas a partir da história de Perpera, um índio Paiter Suruí que viveu até os 20 anos num grupo isolado na floresta onde se tornou pajé. Após o contato com os brancos, um pastor evangélico afirma que os atos e saberes do pajé são coisas do Diabo e Perpera passa a viver um conflito interno. Apesar de se dizer evangélico e se definir como ex-pajé, continua tendo visões dos espíritos da floresta.

Além dos grandes vencedores, também foram anunciados, anteriormente, os premiados pelo júri independente, como o Teddy Award, que elege os melhores filmes com temática LGBT. Aqui, duas produções brasileiras foram consagradas: Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, levou o prêmio de melhor filme de ficção e Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla, foi eleito o melhor documentário; na mostra Panorama, os vencedores são escolhidos pelo público e o documentário brasileiro O Processo, de Maria Augusta Ramos, que testemunha o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, ficou em terceiro lugar; Aeroporto Central, dirigido pelo brasileiro Karim Aïnouz, recebeu o Prêmio Amnesty, no valor de 5 mil euros, que tem como objetivo chamar a atenção do público e representantes do setor cinematográfico para o tema dos direitos humanos e encorajar os cineastas a abordar este tema.

Conheça os vencedores do Festival de Berlim 2018:

COMPETIÇÃO OFICIAL | LONGA-METRAGEM:

URSO DE OURO | MELHOR FILME: Touch Me Not, de Adina Pintilie (Romênia/Alemanha/República Checa/Bulgária/França)
URSO DE PRATA | GRANDE PRÊMIO DO JÚRI: Twarz (Mug), de Małgorzata Szumowska (Polônia)
URSO DE PRATA | PRÊMIO ALFRED BAUER: Las herederas (The Heiresses), de Marcelo Martinessi (Paraguai/Uruguai/Alemanha/Brasil/Noruega/França)
URSO DE PRATA | MELHOR DIREÇÃO: Wes Anderson, por Isle of Dogs (Reino Unido/Alemanha)
URSO DE PRATA | MELHOR ATRIZ: Ana Brun, por Las herederas (The Heiresses)
URSO DE PRATA | MELHOR ATOR: Anthony Bajon, por La prière (The Prayer)
URSO DE PRATA | MELHOR ROTEIRO: Museo (Museum), escrito por Manuel Alcalá e Alonso Ruizpalacios (México)
URSO DE PRATA | MELHOR CONTRIBUIÇÃO ARTÍSTICA: Elena Okopnaya, pelo figurino e design de produção de Dovlatov, de Alexey German Jr. (Rússia/Polônia/Sérvia)

COMPETIÇÃO OFICIAL | CURTA-METRAGEM:

URSO DE OURO | MELHOR CURTA: The Men Behind the Wall, de Ines Moldavsky (Israel)
URSO DE PRATA | PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Imfura, de Samuel Ishimwe (Suíça/Ruanda)
PRÊMIO AUDI: Solar Walk, de Réka Bucsi (Dinamarca)
Curta-metragem indicado ao European Film Awards: Burkina Brandenburg Komplex, de Ulu Braun (Alemanha)

PRÊMIO GWFF | MELHOR FILME DE ESTREIA: Touch Me Not, de Adina Pintilie (Romênia/Alemanha/República Checa/Bulgária/França)
PRÊMIO GWFF | MENÇÃO ESPECIAL: An Elephant Sitting Still, de Hu Bo (China)
PRÊMIO GLASHÜTTE | DOCUMENTÁRIO ORIGINAL: Waldheims Walzer (The Waldheim Waltz), de Ruth Beckermann (Áustria)
PRÊMIO GLASHÜTTE | MENÇÃO ESPECIAL: Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi (Brasil)

MOSTRA PANORAMA:

MELHOR FILME DE FICÇÃO | PRÊMIO DO PÚBLICO: Profile, de Timur Bekmambetov (EUA/Reino Unido/República do Chipre/Rússia)
2º lugar: Styx, de Wolfgang Fischer (Alemanha/Áustria)
3º lugar: L’ Animale, de Katharina Mueckstein (Áustria)
MELHOR DOCUMENTÁRIO | PRÊMIO DO PÚBLICO: The Silence of Others, de Almudena Carracedo e Robert Bahar (EUA/Espanha)
2º lugar: Partisan, de Lutz Pehnert, Matthias Ehlert e Adama Ulrich (Alemanha)
3º lugar: O Processo, de Maria Augusta Ramos (Brasil/Alemanha/Holanda)

PRÊMIO FIPRESCI:

Competição Oficial: Las herederas (The Heiresses), de Marcelo Martinessi (Paraguai/Uruguai/Alemanha/Brasil/Noruega/França)
Panorama: River’s Edge, de Isao Yukisada (Japão)
Forum 2018: An Elephant Sitting Still, de Hu Bo (China)

JÚRI ECUMÊNICO:

Competição Oficial: In den Gängen (In the Aisles), de Thomas Stuber (Alemanha)
Competição Oficial | Menção Especial: Utøya 22. juli (U – July 22), de Erik Poppe (Noruega)
Panorama: Styx, de Wolfgang Fischer (Alemanha/Áustria)
Forum 2018: Teatro de Guerra, de Lola Arias (Argentina/Espanha)

PRÊMIO TEDDY:

Melhor Filme: Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon (Brasil)
Melhor Documentário: Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla (Brasil)
Melhor Curta-metragem: Three Centimetres, de Lara Zeidan (Reino Unido)
Prêmio Especial do Júri: Obscuro Barroco, de Evangelia Kranioti (França/Grécia)

GENERATION KPLUS:

URSO DE CRISTAL | MELHOR FILME: Les rois mongols (Cross My Heart), de Luc Picard (Canadá)
MENÇÃO ESPECIAL: Supa Modo, de Likarion Wainaina (Alemanha/Quênia)
GRANDE PRÊMIO DO JÚRI INTERNACIONAL: Sekala Niskala (The Seen and Unseen), de Kamila Andini (Indonésia/Holanda/Austrália/Qatar)
MENÇÃO ESPECIAL | JÚRI INTERNACIONAL: Allons enfants (Cléo & Paul), de Stéphane Demoustier (França)
URSO DE CRISTAL | MELHOR CURTA-METRAGEM: A Field Guide to Being a 12-Year-Old Girl, de Tilda Cobham-Hervey (Austrália)
MENÇÃO ESPECIAL: Snijeg za Vodu (Snow for Water), de Christopher Villiers (Bósnia e Herzegovina/Reino Unido)
GRANDE PRÊMIO DO JÚRI INTERNACIONAL: Jaalgedi (A Curious Girl), de Rajesh Prasad Khatri (Nepal)
MENÇÃO ESPECIAL | JÚRI INTERNACIONAL: Cena d’aragoste (Lobster Dinner), de Gregorio Franchetti (EUA/Itália)

GENERATION 14PLUS:

URSO DE CRISTAL | MELHOR FILME: Fortuna, de Germinal Roaux (Suíça/Bélgica)
MENÇÃO ESPECIAL: Retablo, de Álvaro Delgado-Aparicio L. (Peru/Alemanha/Noruega)
GRANDE PRÊMIO DO JÚRI INTERNACIONAL: Fortuna, de Germinal Roaux
MENÇÃO ESPECIAL | JÚRI INTERNACIONAL: Dressage, de Pooya Badkoobeh (Irã)
URSO DE CRISTAL | MELHOR CURTA-METRAGEM: Kiem Holijanda, de Sarah Veltmeyer (Holanda)
MENÇÃO ESPECIAL: Je fais où tu me dis (Dressed for Pleasure), de Marie de Maricourt (Suíça)
GRANDE PRÊMIO DO JÚRI INTERNACIONAL: Juck, de Olivia Kastebring, Julia Gumpert e Ulrika Bandeira (Suécia)
MENÇÃO ESPECIAL | JÚRI INTERNACIONAL: Na zdrowie! (Bless You!), de Paulina Ziolkowska (Polônia)

PRÊMIO AMNESTY | FILME INTERNACIONAL: Aeroporto Central (Zentralflughafen THF/Central Airport THF), de Karim Aïnouz (Alemanha/França/Brasil)
PRÊMIO AMNESTY | MENÇÃO ESPECIAL: Eldorado, de Markus Imhoof (Suíca/Alemanha)

URSO DE OURO HONORÁRIO: Willem Dafoe

Para conhecer outros vencedores dos prêmios entregues pelo júri independente, clique aqui.

Foto: Reprodução.

Tinta Bruta e Bixa Travesty: filmes brasileiros são premiados no Teddy Award 2018

por: Cinevitor

teddytintabrasilCena de Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon.

A 68ª edição do Festival de Berlim só termina no domingo, 25/02, mas os vencedores do 32° Teddy Award, prêmio paralelo à competição oficial, que elege os melhores filmes com temática LGBT, foram anunciados nesta sexta-feira, 23/02.

O cinema brasileiro foi premiado com duas produções: Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, que levou o prêmio de melhor filme de ficção; e Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla, eleito o melhor documentário. Além disso, o paraguaio Las herederas, de Marcelo Martinessi, uma coprodução com o Brasil e diversos outros países, recebeu um prêmio especial.

Tinta Bruta, exibido na mostra Panorama da Berlinale, conta a história de Pedro, interpretado por Shico Menegat, um jovem que, enquanto responde a um processo criminal, é forçado a lidar com a mudança da irmã para o outro lado do país. Sozinho no escuro do seu quarto, ele dança coberto de tinta neon, enquanto milhares de estranhos o assistem pela webcam. No palco, os diretores discursaram: “Dedicamos esse prêmio à população LGBTQI do Brasil. Precisamos cuidar uns dos outros, apoiar uns aos outros, e juntos superarmos esse momento sombrio que vivemos. Nenhum LGBTQI ficará para trás”.

Em Bixa Travesty, também exibido na mostra Panorama, o corpo feminino trans se torna um meio político de expressão no espaço público e privado. A cantora trans Linn da Quebrada, uma artista carismática e com uma presença extraordinária no palco, reflete sobre o gênero, com participações de Jup do Bairro e Liniker.

Mas, como funciona o Teddy Award? Todos os filmes selecionados para as mostras do Festival de Berlim são analisados por um júri independente. Aqueles que preencherem os critérios relacionados à temática LGBT já são indicados.

Conheça os vencedores do Teddy Award 2018:

MELHOR FILME | FICÇÃO:
Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon (Brasil)

MELHOR FILME | DOCUMENTÁRIO:
Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla (Brasil)

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:
Obscuro Barroco, de Evangelia Kranioti (França/Grécia)

MELHOR CURTA-METRAGEM:
Three Centimetres, de Lara Zeidan (Reino Unido)

TEDDY NEWCOMER AWARD:
Retablo, de Álvaro Delgado-Aparicio L. (Peru/Alemanha/Noruega)

TEDDY MANNSCHAFT READERS’ AWARD:
Las herederas, de Marcelo Martinessi (Paraguai/Uruguai/Alemanha/Brasil/Noruega/França)

Foto: Divulgação.

Paulistas

por: Cinevitor

paulistasnolascoposter2Direção: Daniel Nolasco

Elenco: Rafael Nolasco, Vinícius Nolasco, Samuel Nolasco, Wander Marra, Maria Cristina Nolasco, Irene Alves, José Jaconi, Alcino Rodrigues, Alessandra Santana, André Luiz Monteiro, Branca Cardoso, Cleidiane Nolasco, Cristiane Nolasco, Diego Silva, Dídimo Correia, Elismar Filho, Erielle Fernandes, Evandy Correia, Fátima José, Gisele Correia, Isabela Reis, Jeorgeta Rodrigues, Leonice Pires, Miguel Romano, Osvaldo Marra, Pedro Tarcísio, Reginaldo Ferreira, Rui Correia, Simone Nolasco, Sílvio Dourado, Valdeci Simões, Victor Rodovalho, Waldiná Nolasco.

Ano: 2018

Sinopse: Paulistas e Soledade são duas regiões rurais localizadas no sul de Goiás. No começo da década de 1990, o êxodo rural foi intensificado com a expansão da monocultura agrícola e a exploração dos recursos hídricos. Desde 2014, não existem mais jovens morando na região. Estamos em julho, mês de férias. Época em que os filhos visitam a casa dos pais.

*Filme visto no 9º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Trama Fantasma

por: Cinevitor

tramafantasmaposterPhantom Thread

Direção: Paul Thomas Anderson

Elenco: Daniel Day-Lewis, Vicky Krieps, Lesley Manville, Sue Clark, Joan Brown, Julia Davis, Harriet Leitch, Dinah Nicholson, Julie Duck, Maryanne Frost, Elli Banks, Amy Cunningham, Amber Brabant, Geneva Corlett, Juliet Glaves, Camilla Rutherford, Gina McKee, Philip Franks, Tony Hansford, Steven F Thompson, George Glasgow, Niki Angus-Campbell, Georgia Kemball, Nick Ashley, Ingrid Sophie Schram, Ellie Blackwell, Zarene Dallas, Brian Gleeson, Pauline Moriarty, Harriet Sansom Harris, Eric Sigmundsson, Phyllis MacMahon, Richard Graham, Silas Carson, Martin Dew, Tim Ahern, Lujza Richter, Leopoldine Hugo, Délia Rémy, Emma Clandon, Sarah Lamesch, Nicholas Mander, Jane Perry, Cecile Van Dijk.

Ano: 2017

Sinopse: Londres, anos 1950. Reynolds Woodcock é um estilista confiante e focado que tira inspiração das mulheres que, constantemente, entram e saem de sua vida. Acostumado a vestir a realeza, estrelas de cinema, socialites e damas, Woodcock vê sua trama perder o rumo quando se envolve com Alma, uma jovem forte que logo se torna um acessório necessário para sua vida e carreira, como musa e amante.

*Clique aqui e assista ao programa especial do Oscar 2018 sobre Trama Fantasma.

Nota do CINEVITOR:

nota-4,5-estrelas

Sindicato dos Figurinistas anuncia vencedores do Costume Designers Guild Awards 2018

por: Cinevitor

tonyafigurinoSebastian Stan, Margot Robbie e Julianne Nicholson em Eu, Tonya: premiado.

Foram anunciados nesta terça-feira, 20/02, em cerimônia apresentada pela atriz Gina Rodriguez, os vencedores do CDG Awards, prêmio organizado pelo Sindicato dos Figurinistas, Costume Designers Guild, que elege os melhores figurinos da TV e do cinema desde 1999.

Nesta 20ª edição, a figurinista Joanna Johnston, indicada ao Oscar por Lincoln e Aliados, recebeu o Career Achievement Award pelo conjunto da obra; John Mollo, figurinista de Star Wars: Episódio IV – Uma Nova EsperançaAlien, o Oitavo Passageiro e Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca, morto em outubro de 2017, foi homenageado pelo ator Mark Hamill e incluído no Hall da Fama do Sindicato; o cineasta mexicano Guillermo del Toro recebeu o Distinguished Collaborator Award, prêmio especial entregue para quem apoia e colabora com o trabalho dos figurinistas; e a atriz Kerry Washington foi homenageada com o Spotlight Award.

Conheça os vencedores do Costume Designers Guild Awards 2018:

EXCELÊNCIA EM FILME CONTEMPORÂNEO:
Eu, Tonya, por Jennifer Johnson

EXCELÊNCIA EM FILME DE ÉPOCA:
A Forma da Água, por Luis Sequeira

EXCELÊNCIA EM FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU FANTASIA:
Mulher-Maravilha, por Lindy Hemming

CAREER ACHIEVEMENT AWARD:
Joanna Johnson

DISTINGUISHED COLLABORATOR AWARD:
Guillermo del Toro

DISTINGUISHED SERVICE AWARD:
Maggie Schpak

SPOTLIGHT AWARD:
Kerry Washington

Foto: Divulgação/California Filmes.

Motion Picture Sound Editors anuncia vencedores do 65º MPSE Golden Reel Awards

por: Cinevitor

bladempsevenceRyan Gosling e Harrison Ford em Blade Runner 2049, de Denis Villeneuve.

Foram anunciados neste domingo, 18/02, os vencedores do 65º Golden Reel Awards, premiação organizada pela Motion Picture Sound Editors, que elege os melhores trabalhos nas áreas de edição de som na TV e no cinema.

Os membros da MPSE criam os efeitos sonoros dramáticos e inventam novos sons para mundos imaginários. Além dos editores de efeitos de som, a organização conta também com: editores de Foley, que reproduzem efeitos sonoros complementares para um filme (também conhecido como sonoplastia), como por exemplo, barulho de um vidro quebrando ou de um zíper sendo aberto; editores de diálogos, que são os artesãos que suavizam meticulosamente o som da produção gravado no local; editores de ADR, que ajudam a tecer o diálogo recriado e substituem faixas problemáticas; e editores de música, que trabalham com compositores e supervisores musicais que detectam pontos capazes de coser uma tapeçaria sônica da partitura original e da música pré-gravada em várias fontes.

Neste ano, John P. Fasal, editor de efeitos sonoros de vários filmes, como Dunkirk e Transformers: O Último Cavaleiro, recebeu o Career Achievement Award, prêmio especial pelo conjunto da obra; a cineasta Kathryn Bigelow, de Detroit em Rebelião, A Hora Mais Escura, Guerra ao Terror, O Peso da Água, Caçadores de Emoção, entre outros, também foi homenageada e recebeu o Filmmaker Award.

Conheça os vencedores do 65º MPSE Golden Reel Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | DIÁLOGOS/ADR:
Planeta dos Macacos: A Guerra, por Douglas Murray e Will Files

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | EFEITOS/FOLEY:
Blade Runner 2049, por Mark Mangini

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por J.R. Grubbs e Chris Boyes

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO:
Jane, por Warren Shaw e Joshua Paul Johnson

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME ESTRANGEIRO:
Sem Amor, por Andrey Dergachev

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | TRILHA SONORA:
Dunkirk, por Alex Gibson e Ryan Rubin

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | MUSICAL:
O Rei do Show, por Jen Monnar

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME NÃO LANÇADO NO CINEMA:
Em Busca de Fellini, por David Barber e Ben Zarai

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO NÃO LANÇADO NO CINEMA
Becoming Bond, por Trip Brock

SPECIAL VENUE:
Carne Y Arena, por Randy Thom, Martín Hernández e Leff Lefferts

Foto: Stephen Vaughan.

Três Anúncios Para um Crime é o grande vencedor do BAFTA 2018, o Oscar britânico

por: Cinevitor

tresanunciosbafta18Equipe de Três Anúncios Para um Crime: grande vencedor.

A Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão, British Academy of Film and Television Arts, revelou neste domingo, 18/02, em Londres, em cerimônia apresentada pela atriz Joanna Lumley, os vencedores do BAFTA 2018, conhecido como o Oscar britânico.

Nesta 71ª edição, o drama A Forma da Água liderava com doze indicações e foi premiado em três categorias, incluindo melhor direção para Guillermo del Toro; Três Anúncios Para um Crime, de Martin McDonagh, se consagrou como o grande campeão da noite com cinco prêmios, entre eles, o de melhor filme.

Assim como no Globo de Ouro, a campanha TIME’S UP, organizada por importantes mulheres da indústria do entretenimento, com a intenção de lutar contra qualquer tipo de abuso e também para abrir um diálogo ainda maior sobre desigualdade de gênero, leis trabalhistas, racismo, falta de representatividade, desigualdade sistêmica, políticas corporativas, entre outros, também foi destaque no BAFTA. Para apoiar ainda mais a causa, as estrelas passaram pelo tapete vermelho vestidas de preto em solidariedade às vítimas de violência sexual e também em homenagem às mulheres que, corajosamente, revelaram publicamente casos de abuso e assédio sexual sofridos em Hollywood.

Conheça os vencedores do British Academy Film Awards 2018:

MELHOR FILME:
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR FILME BRITÂNICO:
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR DIREÇÃO:
Guillermo del Toro, por A Forma da Água

MELHOR ATOR:
Gary Oldman, por O Destino de uma Nação

MELHOR ATRIZ:
Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Allison Janney, por Eu, Tonya

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Três Anúncios Para um Crime, escrito por Martin McDonagh

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Me Chame Pelo Seu Nome, escrito por James Ivory

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
A Criada, de Park Chan-wook (Coreia do Sul)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Eu Não Sou Seu Negro, de Raoul Peck

MELHOR ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR FOTOGRAFIA:
Blade Runner 2049, por Roger Deakins

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
A Forma da Água, por Alexandre Desplat

MELHOR EDIÇÃO:
Em Ritmo de Fuga, por Jonathan Amos e Paul Machliss

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Forma da Água, por Paul Austerberry, Jeff Melvin e Shane Vieau

MELHOR FIGURINO:
Trama Fantasma, por Mark Bridges

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
O Destino de uma Nação, por David Malinowski, Ivana Primorac, Lucy Sibbick e Kazuhiro Tsuji

MELHOR SOM:
Dunkirk, por Alex Gibson, Richard King, Gregg Landaker, Gary A. Rizzo e Mark Weingarten

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Blade Runner 2049, por Richard R. Hoover, Paul Lambert, Gerd Nefzer e John Nelson

MELHOR ATOR/ATRIZ EM ASCENSÃO (voto popular):
Daniel Kaluuya

ROTEIRISTA, DIRETOR(A) OU PRODUTOR(A) BRITÂNICO REVELAÇÃO:
Rungano Nyoni (roteirista e diretora) e Emily Morgan (produtora), por I Am Not a Witch

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO:
Cowboy Dave, de Colin O’Toole

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO | ANIMAÇÃO:
Poles Apart, de Paloma Baeza

Foto: Jeff Spicer.

32º ASC Awards: Roger Deakins, de Blade Runner 2049, é premiado pela American Society of Cinematographers

por: Cinevitor

bladevenceascDenis Villeneuve e Roger Deakins nos bastidores de Blade Runner 2049.

Foram anunciados neste sábado, 18/02, em cerimônia apresentada por Ben Mankiewicz, os vencedores do American Society of Cinematographers Awards, que elege a melhor direção de fotografia em TV e cinema.

Roger Deakins levou o prêmio de melhor fotografia em longa-metragem por seu trabalho em Blade Runner 2049, de Denis Villeneuve. O fotógrafo já foi premiado pela American Society of Cinematographers outras vezes por: Um Sonho de Liberdade, O Homem que Não Estava Lá, 007 – Operação Skyfall e em 2011 recebeu o Lifetime Achievement Award.

Entre os concorrentes desta 32ª edição, vale destacar a presença de Rachel Morrison na lista. Indicada por seu trabalho em Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississippi, ela se tornou a primeira mulher da história desta premiação a concorrer na categoria principal.

Além disso, prêmios especiais foram entregues ao longo da cerimônia: Russell Carpenter, vencedor do Oscar de melhor fotografia por Titanic, recebeu o Lifetime Achievement Award; Russell Boyd, premiado pela Academia por Mestre dos Mares – O Lado Mais Distante do Mundo, recebeu o International Award; a atriz e cineasta Angelina Jolie subiu ao palco para receber o Board of Governors Award; o Presidents Award foi entregue para Stephen Lighthill e Alan Caso foi homenageado com o Career Achievement in Television Award.

O brasileiro Adriano Goldman, diretor de fotografia de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, 360, Xingu, Trash: A Esperança Vem do Lixo e Pegando Fogo, foi premiado na categoria de melhor fotografia em um episódio de uma série não comercial por Smoke and Mirrors, do seriado The Crown, da Netflix; o prêmio Spotlight, criado para reconhecer a excepcional fotografia em longas-metragens que foram exibidos em poucos cinemas ou em festivais internacionais, foi entregue para Mart Taniel pelo drama November, do estoniano Rainer Sarnet.

Conheça os vencedores do 32º ASC Awards nas categorias de cinema:

MELHOR FOTOGRAFIA EM LONGA-METRAGEM:
Blade Runner 2049, por Roger Deakins

PRÊMIO SPOTLIGHT:
November, por Mart Taniel

ASC HASKELL WEXLER STUDENT DOCUMENTARY AWARD:
Forever Home, por Connor Ellmann

Foto: Divulgação.

Filmes brasileiros são selecionados para o 33º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara

por: Cinevitor

carolguadalajaraCaroline Abras em Alguma Coisa Assim, de Esmir Filho e Mariana Bastos: selecionado.

O Festival Internacional de Cine en Guadalajara, um dos mais fortes da América Latina, anunciou nesta semana os filmes selecionados para a sua 33ª edição, que acontecerá entre os dias 9 e 16 de março na cidade mexicana.

Além do destaque para o cinema mexicano com o Prêmio Mezcal, o evento também apresenta uma programação com produções ibero-americanas. Neste ano, o Brasil está representado com doze filmes em diversas seções, entre eles, O Filme da Minha Vida, de Selton Mello, na competição de longa-metragem ibero-americano. Na última edição, As Duas Irenes, de Fabio Meira, foi escolhido como o melhor primeiro filme e melhor fotografia.

Entre os selecionados para o Prêmio Maguey, por exemplo, que destaca o cinema LGBTTTI (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, transexuais, travestis e intersex), três longas brasileiros estão na disputa. No ano passado, Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano, foi premiado nesta categoria.

Conheça os filmes brasileiros selecionados para o 33º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara:

LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO | FICÇÃO:
O Filme da Minha Vida, de Selton Mello

DOCUMENTÁRIO IBERO-AMERICANO:
Aqualoucos, de Victor Ribeiro
Cidades Fantasmas, de Tyrell Spencer
Estado de Exceção, de Jason O’Hara

CURTA-METRAGEM IBERO-AMERICANO:
A Foreman, de Daniel Drummond (Brasil/EUA)
Anderson, de Rodrigo Meireles
Boca de Fogo, de Luciano Pérez Fernández
Censurado, de Pedro Buson
O Espírito do Bosque, de Carla Saavedra Brychcy

PRÊMIO MAGUEY:
Alguma Coisa Assim, de Esmir Filho e Mariana Bastos
Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor
Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon

Foto: Divulgação/Vitrine Filmes.