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Confira o trailer de Benzinho, de Gustavo Pizzi, com Adriana Esteves e Karine Teles

por: Cinevitor

benzinhotrailerAdriana Esteves e Karine Teles em cena: irmãs na ficção.

Dirigido por Gustavo Pizzi, de Riscado, Benzinho é uma coprodução entre Brasil e Uruguai e conta com Karine Teles, Adriana Esteves, Otávio Müller e Konstantinos Sarris no elenco. Distribuído pela Vitrine Filmes, o longa chega aos cinemas no dia 23 de agosto.

Na história, Irene, interpretada por Karine Teles, mora com o marido Klaus, papel de Otávio Müller, e seus quatro filhos nos arredores do Rio de Janeiro. Entre os empreendimentos sem sucesso do parceiro e os problemas da irmã, vivida por Adriana Esteves, Irene se desdobra para ajudar a todos e dar atenção aos filhos. Mas é quando seu primogênito Fernando, interpretado por Konstantinos Sarris, ator grego em sua estreia nos cinemas, é convidado para jogar handebol na Alemanha, que ela terá que lidar com o maior de seus problemas, a despedida antes do previsto.

O longa teve sua estreia mundial na competição do Festival de Sundance e participou da mostra Voices no Festival de Roterdã. Venceu o prêmio de melhor filme pelo júri e pela crítica do Festival de Málaga e pelo júri do Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira. Também participou dos festivais de Gotemburgo, São Francisco, Washington DC, Berkshire, Provincetown, Edimburgo e do Festival Internacional do Cinema Latino de Los Angeles. Além disso, participa do Festival de Karlovy Vary, na República Checa, e no Rooftop Films Summer Series.

Benzinho foi rodado em Petrópolis e Araruama, no Rio de Janeiro, e também traz no elenco o ator uruguaio César Troncoso, vivendo Alan, marido de Sônia e Vicente Demori como Thiago, filho do casal. Mateus Solano é Paçoca e faz uma participação especial como o professor de handebol de Fernando. Luan Teles, interpreta Rodrigo, filho do meio de Irene, o ator fez aulas de tuba para o papel; os gêmeos mais novos são vividos por Arthur e Francisco Teles Pizzi, filhos do diretor e da atriz Karine Teles, que foram casados e se inspiraram nessa experiência pessoal para criar a história do filme.

O longa foi vendido para França, China, Austrália, Nova Zelândia, República Checa, Portugal, México, Polônia, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Grécia, Espanha, Suíça, Áustria, Bósnia e Herzegovina, Croácia, Macedônia, Montenegro, Sérvia e Eslovênia. Estreou no Uruguai em março e estreia no México em julho. O projeto foi selecionado pela La Fabrique des Cinemas du Monde, durante o Festival de Cannes de 2013, para o Cinemart, em Roterdã, em 2015, e para o programa Boost NL, em 2017. O filme venceu o Ibermedia, assim como outros programas de incentivo a filmes brasileiros e coproduções internacionais.

Confira o trailer de Benzinho, que estreia nos cinemas brasileiros no dia 23 de agosto:

Foto: Bianca Aun.

Com Andréa Beltrão, longa sobre Hebe Camargo começa a ser filmado

por: Cinevitor

hebefilmagemandreabeltraoAndréa Beltrão interpretará a Rainha da Televisão Brasileira nas telonas.

Começaram as filmagens do longa baseado na história da famosa apresentadora Hebe Camargo. Com Andréa Beltrão como protagonista, no papel de Rainha da Televisão Brasileira, o filme se passa nos anos 1980 e traz como pano de fundo um retrato dos costumes, da cultura e da política do Brasil pelo olhar de Hebe Camargo. Sem pudor ou medo da crítica, como sempre foi na vida, a loira se revela inteira: na alegria e na tristeza, na saúde e na doença.

Com direção de Maurício Farias, da franquia Vai que dá Certo, e roteiro de Carolina Kotscho, de 2 Filhos de Francisco, o filme mostra como Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras dona de sua voz e única autora de sua própria história.

Além de Andréa Beltrão como protagonista, o elenco conta também com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Telles e Daniel Boaventura.

No filme, que se passa em São Paulo, o Brasil vive uma de suas piores crises e Hebe aparece na tela exuberante: é a imagem perfeita do poder e do sucesso. Ao completar 40 anos de profissão, perto de chegar aos 60 anos de vida, está madura e já não aceita ser apenas um produto que vende bem na tela da TV. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário, ao governo e aos costumes vigentes. Durante o período de abertura política do país, na transição da ditadura militar para a democracia, Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras dona de sua voz e única autora de sua própria história.

Entre o brilho da vida pública e a escuridão da dor privada, Hebe enfrenta o preconceito, o machismo, o marido ciumento, os chefes poderosos e a ditadura militar para se tornar a mais autêntica e mais querida celebridade da história da nossa TV: uma personagem extraordinária, com dramas comuns a qualquer um de seus milhões de fãs.

O longa, que ainda não tem data de estreia, é produzido pela Loma Filmes em coprodução com a Hebe Forever, Labrador Filmes, 20th Century Fox e Globo Filmes, com distribuição da Warner Bros. Pictures.

Confira a primeira foto do filme:

andreahebefilme

Foto: Divulgação.

Fernanda Montenegro será homenageada no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

por: Cinevitor

fernandahomenagemgpbDiva brasileira receberá merecida homenagem.

A atriz Fernanda Montenegro, que completa 75 anos de carreira em 2018, será homenageada no 17º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. A cerimônia, que acontecerá no dia 18 de setembro, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, contará com direção artística de Ivan Sugahara e será transmitida ao vivo pelo Canal Brasil.

O cineasta Cacá Diegues escreveu um texto especial para esta homenagem da Academia Brasileira de Cinema, intitulado Fernandona (abaixo, na íntegra). Em breve, os indicados ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2018 serão anunciados.

Confira o texto:

Fernandona, por Cacá Diegues

Segundo a Bíblia, todo ser humano é um templo vivo de Deus. Mas acho isso mais ou menos. Dependendo do ser humano, tem uns que são mais templo vivo do que outros. Pega um bandido do tráfico de drogas, por exemplo. Tem uns que atiram por dá cá aquela palha, entendendo por palha o que a gente está mesmo imaginando. Por outro lado, tem seres humanos que, mesmo que se queira plantar em sua fama alguns sórdidos pecados, nada pega. E não pega porque a má fama é inconsistente; mas sim porque a pessoa é que é consistente demais, não importa qual seja seu tipo de fama. Fernanda Montenegro é uma dessas pessoas. Tecnicamente, Fernanda é uma atriz, deusa dos palcos, de todas as telas grandes e pequenas. E do que mais se venha a inventar para nos contar a vida de alguém. No Brasil ou por aí, poucas mulheres nos deram o que Fernanda já nos deu e continua a dar, incansável narradora de almas. Pode ser que Bette Davis ou Jeanne Moreau tenham chegado perto; como perto há de ter chegado Cacilda Becker. Mas Fernanda é só ela.

Foto: Leila Fugii.

Custódia

por: Cinevitor

custodiaposterbrasilJusqu’à la garde

Direção: Xavier Legrand

Elenco: Léa Drucker, Denis Ménochet, Thomas Gioria, Mathilde Auneveux, Mathieu Saikaly, Florence Janas, Saadia Bentaïeb, Coralie Russier, Sophie Pincemaille, Emilie Incerti-Formentini, Jérome Care-Aulanier, Jenny Bellay, Martine Vandeville, Jean-Marie Winling, Martine Schambacher, Jean-Claude Leguay, Julien Lucas, Laurence Besson, Yannick Hélary, Anne-Gaëlle Jourdain, Noémie Vérot, Sabrina Larderet, Sylvain Pajot, Christophe Lechauve, Léo Delorme, Charlie Ballaloud.

Ano: 2017

Sinopse: Depois do divórcio, Myriam e Antoine dividem a guarda do filho. Refém de um pai ciumento e violento, e escudo para uma mãe perseguida, Julien é levado até o seu limite para prevenir que o pior aconteça.

Crítica do CINEVITOR: Em 2014, o cineasta francês Xavier Legrand foi indicado ao Oscar de melhor curta-metragem por Avant que de tout perdre, uma prévia de Custódia, pois o curta narra basicamente a mesma história e conta com praticamente o mesmo elenco. Agora, em sua estreia como diretor de longa-metragem, Legrand foi logo premiado: levou o Leão de Prata de melhor direção no Festival de Veneza e o Prêmio da Crítica de melhor filme internacional na Mostra de São Paulo. Na história, Miriam e Antoine estão divorciados; enquanto ela luta pela custódia exclusiva de seu filho Julien para protegê-lo de um pai que ela afirma ser violento, Antoine defende seu caso como um pai desprezado. Logo, a juíza decide a favor da custódia compartilhada. Refém do crescente conflito entre seus pais, o menino é levado ao limite para evitar que o pior aconteça. Custódia é uma bomba-relógio, tanto para seus personagens quanto para os espectadores. A tensão narrativa construída por Xavier Legrand, que também assina o roteiro, aparece já na primeira cena e permanece ao longo dos 93 minutos de duração. Esse drama familiar, que retrata situações cotidianas de uma relação abusiva, poderia ser classificado também como um filme de terror. Daqueles de tirar o fôlego, assim como na vida real. Aqui, não há monstros mascarados ou personagens fugindo de serial killers. Custódia é angustiante porque mostra com veracidade uma realidade cruel e aborda temas importantes e necessários para discussão, como a violência doméstica contra mulheres, por meio de uma direção impecável de Legrand, que destaca seus personagens e seus conflitos com uma câmera intimista capaz de revelar as angústias e os medos de cada um por meio de gestos e, principalmente, de olhares. Essa câmera, quase sempre fixa, é também uma personagem e observa tudo o que acontece em sua volta sem interferir nas ações. Excelente escolha do diretor para criar um clima ainda mais denso em sua narrativa: é como se ela ficasse ali parada sem chances de reagir, com medo e indefesa, diante de situações trágicas, tais como vivem alguns de seus protagonistas em momentos angustiantes e assustadores. Com um elenco talentoso e bem dirigido, que conta com Léa Drucker e Denis Ménochet nos papéis de pai e mãe, vale ressaltar a brilhante atuação do jovem Thomas Gioria, que interpreta o filho. É ele quem nos insere nessa família e nos apresenta todas as tensões e emoções que permeiam a história. Seu olhar assustado e suas ações espontâneas, tanto do medo que sente pelo pai, um homem que exala violência, quanto de dor, refletem em seu estado emocional, abalado pelo peso que carrega diante dessa briga por sua guarda compartilhada. Aqui, temos um pai agressivo que não consegue controlar seus instintos; ao mesmo tempo em que não economiza palavrões, se arrepende de tais atitudes: chora, reflete e finge tentar mudar, mas não consegue, pois logo sua fúria volta a se revelar. A mãe, com medo, faz de tudo para se esconder e manter distância daquilo que já fez muito mal à ela e à sua família. Assim, Custódia fica ainda mais forte por apresentar pontos de vista distintos que se conectam: no psicológico, analisamos a atitude de cada personagem e como agem perante tais situações; no social, traz uma discussão fundamental sobre as consequências de uma relação abusiva e seus traumas. Não estamos diante de uma batalha entre gato e rato ou de quem está certo ou errado, mas sim de uma análise comportamental sobre o ser humano e de como ele projeta e ultrapassa seus limites no dia a dia, afetando não só os seus mas toda uma sociedade, tanto para o bem quanto para o mal. Estamos falando de pessoas que se sentem ameaçadas. Ao juntar todos esses elementos, Legrand realiza um filme que foge de clichês e do melodrama, humanizando seus personagens, sejam eles vilões ou vítimas, sem estereótipos. Contudo, nem por isso, deixa de dar voz aos que realmente sofrem abusos físicos, verbais e emocionais nessa história. Custódia é devastador (e um soco no estômago) porque retrata pesadelos vividos diariamente por milhares de pessoas, principalmente mulheres. Vale lembrar que, segundo a ONU, sete em cada dez mulheres no mundo já foram ou serão violentadas em algum momento da vida. Além disso, a violência contra elas e crianças é uma das mais predominantes no mundo. Ainda que seja uma ficção, Custódia comove e impacta por sintetizar histórias reais e cruéis que, infelizmente, acontecem fora das telonas. Com um desfecho angustiante (e aterrorizante), que deixa o espectador sem fôlego, o filme de Xavier Legrand já pode ser considerado um dos melhores do ano por apresentar com maestria uma trama dilaceradora que traz reflexões urgentes sobre esses tempos tão sombrios em que estamos vivendo. (Vitor Búrigo)

*Filme assistido na 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

nota-5-estrelas

Homem-Formiga e a Vespa

por: Cinevitor

homemformigavespaposterAnt-Man and the Wasp

Direção: Peyton Reed

Elenco: Paul Rudd, Evangeline Lilly, Michael Peña, Laurence Fishburne, Michael Douglas, Walton Goggins, Bobby Cannavale, Judy Greer, T.I., David Dastmalchian, Hannah John-Kamen, Abby Ryder Fortson, Randall Park, Michelle Pfeiffer, Divian Ladwa, Goran Kostic, Rob Archer, Sean Kleier, Benjamin Byron Davis, Michael Cerveris, Riann Steele, Dax Griffin, Hayley Lovitt, Langston Fishburne, RaeLynn Bratten, Madeleine McGraw, Tim Heidecker, Charles Justo, Brian Huskey, Suehyla El-Attar, Julia Vera Andrews, Jessica Winther, Bryan Lugo, Darcy Shean, Stan Lee.

Ano: 2018

Sinopse: Depois dos acontecimentos de Capitão América: Guerra Civil, Scott Lang precisa lidar com as consequências de suas escolhas como super-herói e pai. Ainda se esforçando para equilibrar a vida pessoal com suas responsabilidades como Homem-Formiga, ele é procurado por Hope Van Dyne e Dr. Hank Pym para uma nova missão urgente. Scott deve vestir o traje mais uma vez e aprender a lutar ao lado da Vespa quando o time se reunir para descobrir segredos do passado.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Mulheres Alteradas

por: Cinevitor

mulheresalteradasposterDireção: Luis Pinheiro

Elenco: Alessandra Negrini, Deborah Secco, Maria Casadevall, Monica Iozzi, Sergio Guizé, Daniel Boaventura, Patricya Travassos, Carol Melgaço, Mário Gomes, João Vicente de Castro, Suely Franco, Stepan Nercessian.

Ano: 2018

Sinopse: Comédia sobre os dilemas tragicômicos enfrentados por quatro mulheres em diferentes fases da vida: Leandra está na crise dos 30. Solteira, não aguenta mais a intensa vida noturna; sua irmã, Sônia, é o oposto. Casada e com dois filhos, sonha com uma noite de curtição; Já Marinati é uma advogada workaholic que se apaixona justo quando sua carreira está deslanchando. E Keka está ansiosa com a viagem que programou para salvar seu casamento. Baseado nos quadrinhos da argentina Maitena.

*Clique aqui e confira o programa especial sobre o filme com entrevistas com as protagonistas e com o diretor.

*Filme assistido no 22º Cine PE – Festival Audiovisual.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Nos Vemos no Paraíso

por: Cinevitor

nosvemosparaisoposterAu revoir là-haut

Direção: Albert Dupontel

Elenco: Nahuel Pérez Biscayart, Albert Dupontel, Laurent Lafitte, Niels Arestrup, Émilie Dequenne, Mélanie Thierry, Héloïse Balster, Philippe Uchan, André Marcon, Michel Vuillermoz, Kyan Khojandi, Carole Franck, Gilles Gaston-Dreyfus, Jacques Mateu, Philippe Duquesne, Denis Podalydès, Matthieu Sausset, Axelle Simon, Eloïse Genet, François Girard, Jonathan Louis, Nicolas de Lavergne.

Ano: 2017

Sinopse: França, 1918. Poucos dias antes do fim da Primeira Guerra Mundial, Albert e Edouard são dois combatentes que se tornam amigos inseparáveis quando um salva a vida do outro em um bombardeio. Albert é um contador despretensioso, enquanto Edouard é um talentoso desenhista, agora desfigurado. Unindo as suas habilidades, eles armam um golpe espetacular para desmascarar um militar tirano que lucra sobre os mortos da guerra e para fraudar o governo francês.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

46º Festival de Gramado: conheça os curtas-metragens brasileiros selecionados

por: Cinevitor

curtasgramado2018A atriz Alice Doro no curta Apenas o que Você Precisa Saber Sobre Mim: selecionado.

A seleção de longas-metragens e homenageados da 46ª edição do Festival de Cinema de Gramado, que acontecerá entre os dias 17 e 25 de agosto, será divulgada em breve. Porém, os curtas-metragens brasileiros, que disputarão o tão cobiçado kikito, foram anunciados nesta quarta-feira, 05/07.

Neste ano, 14 títulos serão projetados na tela do Palácio dos Festivais e para avaliar os 365 filmes inscritos, o festival contou com uma comissão de seleção formada por: Camila de Moraes, diretora; Karine Emerich, produtora e diretora; Sérgio Fidalgo, ator e produtor; Stephen Bocskay, professor e escritor; e Tatiana Sager, produtora e diretora.

“Temas latentes serão apresentados com olhares diversificados, abordando assuntos cada vez mais urgentes e necessários na procura por uma produção audiovisual que possa representar melhor grupos que nem sempre tiveram espaço e visibilidade”, divulgou a comissão. E finalizou: “em busca da memória e de registrar novas narrativas, teremos uma seleção extremamente diversa, rica e potente, que intensifica o debate entre filmes, realizadores e público”.

Conheça os filmes selecionados para a Mostra Competitiva de curtas-metragens brasileiros do Festival de Gramado 2018:

À Tona, de Daniella Cronemberger (DF)
A Retirada para um Coração Bruto, de Marco Antonio Pereira (MG)
Apenas o que Você Precisa Saber Sobre Mim, de Maria Augusta V. Nunes (SC)
Aquarela, de Thiago Kistenmacker e Al Danuzio (MA)
Catadora de Gente, de Mirela Kruel (RS)
Estamos Todos Aqui, de Chico Santos e Rafael Mellim (SP)
Um Filme de Baixo Orçamento, de Paulo Leierer (SP)
Guaxuma, de Nara Normande (PE)
Kairo, de Fabio Rodrigo (SP)
Majur, de Rafael Irineu (MT)
Minha Mãe, Minha Filha, de Alexandre Estevanato (ES)
Nova Iorque, de Leo Tabosa (PE)
Plantae, de Guilherme Gehr (RJ)
Torre, de Nádia Mangolini (SP)

Foto: Novelo Filmes.

CINEVITOR #290: Mulheres Alteradas | Entrevistas com elenco + diretor

por: Cinevitor

mulheresalteradaspgmcinevitorMonica Iozzi e Maria Casadevall em cena: irmãs na ficção.

Exibido na noite de abertura do Cine PE – Festival Audiovisual, Mulheres Alteradas chega aos cinemas nesta quinta-feira, 05/07, com uma história inspirada nos quadrinhos da argentina Maitena, grande sucesso nos anos 1990.

Primeiro longa-metragem de Luis Pinheiro, das séries Samantha! e Lili, a Ex, e com roteiro assinado por Caco Galhardo, o filme é sobre os dilemas tragicômicos enfrentados por quatro mulheres em diferentes fases da vida: Leandra, vivida por Maria Casadevall, está na crise dos 30 e não aguenta mais a intensa vida noturna; sua irmã, Sônia, papel de Monica Iozzi, é o oposto. Casada e com dois filhos, sonha com uma noite de curtição; já Marinati, interpretada por Alessandra Negrini, é uma advogada workaholic que se apaixona justo quando sua carreira está deslanchando. E Keka, vivida por Deborah Secco, está ansiosa com a viagem que programou para salvar seu casamento.

Para falar mais sobre o filme, fizemos dois programas especiais com entrevistas com o diretor e também com as protagonistas. Confira:

PARTE 1:
Entrevistas com Deborah Secco e Alessandra Negrini

PARTE 2:
Entrevista com Maria Casadevall, Luis Pinheiro e Monica Iozzi

Foto: Divulgação.

Conheça os destaques do 1º FIM – Festival Internacional de Mulheres no Cinema

por: Cinevitor

baronesafilmeFIMAndreia Pereira de Souza, a protagonista de Baronesa: filme de Juliana Antunes.

O mercado audiovisual é um dos que mais cresce no Brasil, cerca de 9% ao ano, movimentando quase 25 bilhões de reais, segundo dados da Agência Nacional do Cinema. Porém, a presença feminina no segmento ainda é mínima. Entre todos os filmes brasileiros registrados na Ancine, de 2009 a 2016, lançados comercialmente em salas de exibição, menos de 17% foram dirigidos por mulheres.

Para discutir a equidade de gênero na indústria cinematográfica brasileira e mundial e valorizar narrativas construídas por mulheres, a Casa Redonda e a Associação Cultural Kinoforum realizam a 1ª edição do FIM – Festival Internacional de Mulheres no Cinema, de 4 a 11 de julho no CineSesc e no Espaço Itaú de Cinema Augusta, em São Paulo. O evento conta com patrocínio da Avon, por meio do FAMA, Fundo Avon Mulheres do Audiovisual, e tem apoio do Sesc São Paulo e do grupo Mulheres do Audiovisual Brasil.

Com curadoria de Beth Sá Freire, Juliana Vicente e Andrea Cals, a 1ª edição do FIM homenageia a atriz e cantora Zezé Motta e a programação, com uma seleção de 28 filmes, traz mostras competitivas de longas-metragens, programas que celebram a presença feminina por trás das câmeras e nas telas de cinema, sessões especiais e ações de formação, com cursos, encontros e masterclasses voltados prioritariamente ao público feminino atuante ou interessado no mercado no audiovisual.

A Mostra Competitiva Nacional reúne seis longas-metragens brasileiros exclusivamente dirigidos por mulheres e realizados nos últimos 18 meses, que foram selecionados por meio de inscrição no site do FIM; a Mostra Competitiva Internacional traz seis longas estrangeiros indicados pela curadoria, concluídos nos últimos 18 meses e que tenham apenas mulheres na direção. O público votará ao final de cada sessão para eleger o longa favorito em cada mostra; as diretoras dos dois filmes vencedores receberão um prêmio de 15 mil reais cada.

Na seção Mostras Especiais, o programa Lute Como uma Mulher apresenta sete longas-metragens brasileiros, dirigidos ou codirigidos por mulheres, acerca de temáticas de resistência política, social, ambiental, cultural, econômica, racial e afetiva. São novas abordagens de ativismo e manifestação de inquietudes, tendo o cinema como espaço de expressão e mobilização.

zezexicaFIMZezé Motta em cena de Xica da Silva, de Cacá Diegues.

Homenageada da 1ª edição do FIM, Zezé Motta é convidada da abertura do festival, que será realizada no CineSesc. Após a cerimônia, será exibido Que Língua Você Fala?, filme realizado pela artista visual Elisa Bracher, que aborda o enfrentamento e adaptação de imigrantes e migrantes frentes a uma nova língua e cultura. Zezé também participa de uma sessão especial de Xica da Silva, de Cacá Diegues, que levou mais de três milhões de brasileiros aos cinemas em 1976.

Outro destaque da programação, o tradicional bate-papo Cinema da Vela, do CineSesc, convida três diretoras unidas pelo FIM para relatarem suas experiências, desafios e o prazer de expressar suas vozes singulares. Adélia Sampaio fala de Amor MalditoRoberta Estrela D’Alva percorre sua trajetória pela poesia, cinema e TV; e Juliana Vicente compartilha os aprendizados de sua série Afronta e propostas da TV Preta.

Na cerimônia de encerramento, que acontecerá dia 11/07, além da premiação dos filmes escolhidos pelo público, serão apresentados os projetos e diretoras contempladas pelo FAMA na edição 2018. Fechando o festival, Paraíso Perdido, de Monique Gardenberg, é o primeiro filme apoiado pela edição piloto do FAMA, em 2017, que também selecionou os longas Diálogos com Ruth de Souza, de Juliana Vicente, e Pedro, de Laís Bodanzky, ambos em fase de produção.

Conheça os filmes selecionados para o 1º Festival Internacional de Mulheres no Cinema:

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL

Baronesa, de Juliana Antunes
Como é Cruel Viver Assim, de Julia Rezende
Desarquivando Alice Gonzaga, de Betse de Paula
O Chalé é uma Ilha Batida de Vento e Chuva, de Letícia Simões
O Desmonte do Monte, de Sinai Sganzerla
SLAM: Voz de Levante, de Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva

MOSTRA COMPETITIVA INTERNACIONAL

Colo, de Teresa Villaverde (Portugal/França)
Diário da Minha Cabeça (Journal de ma tête), de Ursula Meier (Suíça/França)
Esplendor (Hikari), de Naomi Kawase (Japão/França)
Jovem Mulher (Jeune femme), de Léonor Serraille (França/Bélgica)
Tesoros, de María Novaro (México)
Vergel, de Kris Niklison (Argentina/Brasil)

Fotos: Divulgação.

Começam as filmagens de Detetives do Prédio Azul 2, que estreia em janeiro de 2019

por: Cinevitor

dpa2filmagensDepois do sucesso nas bilheterias nacionais, os detetives estão de volta!

Em 2017, D.P.A. – Detetives do Prédio Azul, principal produção nacional e marca líder do canal Gloob, virou filme e levou mais de 1,2 milhão de espectadores aos cinemas. Agora, o elenco se prepara para o segundo longa-metragem, com direito a aventuras internacionais.

Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano será dirigido por Vivianne Jundi, que também está à frente da série na TV. O filme começou a ser rodado no dia 29 de junho, no Rio de Janeiro, em locações como o auditório do tradicional colégio Sion, no Cosme Velho, passagens na Lagoa Rodrigo de Freitas, além da Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói.

Desta vez, a história dos três amigos inseparáveis, unidos pela paixão por mistérios e magia, leva a criançada para longe do tradicional clubinho no Prédio Azul e convida o público para uma viagem até a Itália, onde parte da trama será filmada. A estreia nos cinemas está prevista para o dia 10 de janeiro de 2019.

No novo filme, Bento, papel de Anderson Lima, Sol, interpretada por Leticia Braga, e Pippo, vivido por Pedro Henriques Motta, decidem gravar um videoclipe para participar de um concurso musical, mas acabam boicotados por Berenice, papel de Nicole Orsini. Chateada por não poder fazer parte do grupo dos detetives, a aprendiz de feiticeira passa a perna neles, rouba seu lugar no concurso e se mete numa grande enrascada. Percebendo que Berenice está em perigo, o trio veste as capas e inicia mais uma investigação. Seguindo algumas pistas, desta vez a aventura os leva literalmente para longe: chegam à Itália, onde acontece o maior evento de bruxaria do mundo, a Expo-Bruxo.

bastidoresdpa2O segundo filme chega com direito a viagem de vassoura para Itália.

Como a Kombi de Severino não atravessa oceanos, o jeito é voar até a Europa com a vassoura mágica de Berenice. Chegando lá, quem recepciona o trio é o avô italiano de Pippo, Nonno Giuseppe, interpretado por Antonio Pedro, que garante fortes emoções a bordo de seu tuk-tuk pelos vilarejos de Puglia. A região, que fica no sul da Itália, é conhecida pelas casinhas de pedra construídas em formato de cone, os Trulli, que contribuem para o tom lúdico da trama.

Mas é claro que nem tudo acaba em pizza para os detetives: eles ainda terão que enfrentar uma dupla de bruxos mal-intencionados, Máximo e Mínima Buongusto, interpretados por Diogo Vilela e Fabiana Karla. Disfarçados de produtores musicais, eles levam Berenice e as outras crianças classificadas para o falso concurso no porão do castelo onde acontece a Expo-Bruxo. Sua intenção é extrair da voz das crianças um elemento imprescindível para recuperar a energia vital do bruxo Máximo. Mas o que eles não sabiam é que Bento, Pippo e Sol são muito mais do que apenas bons cantores, são o trio de detetives infantis mais eficientes do Brasil e, agora, da Itália.

No filme, os amigos também seguem aturando os surtos de mau-humor de Leocádia, agora interpretada pela atriz Claudia Netto, e Theobaldo, vivido por Charles Myara, que viajam ao Velho Continente para participar da Expo-Bruxo. Longe dos pais, que foram enfeitiçados e ficaram congelados no prédio sob os cuidados do porteiro Severino, interpretado por Ronaldo Reis, Sol, Pippo e Bento precisam unir forças e coragem para mais uma missão fantástica, repleta de magia e desafios.

*Clique aqui e confira a primeira parte do nosso programa especial sobre D.P.A. – O Filme com entrevistas com Pedro Henriques Motta, Leticia Braga, Anderson Lima, Tamara Taxman e Ronaldo Rios.

*Clique aqui e confira a segunda parte do programa com entrevistas com Cauê Campos, Letícia Pedro e com o diretor André Pellenz.

Fotos: Juliana Coutinho.

O Candidato Honesto 2, com Leandro Hassum, ganha trailer oficial

por: Cinevitor

candidatohonesto2trailerLeandro Hassum promete novas ciladas do político mais popular do Brasil.

Em O Candidato Honesto 2, Leandro Hassum dá vida novamente a João Ernesto, o personagem que ganhou o coração dos eleitores na corrida presidencial da primeira parte da franquia, mas que foi parar atrás das grades por conta dos crimes que cometeu. O trailer, que acaba de ser lançado, mostra que depois de cumprir quatro anos de prisão, João resolveu levar uma vida comum, fora dos holofotes da política. No entanto, ele é convencido a se candidatar mais uma vez à presidência da República, em meio a uma grande crise no Brasil e agora garante que tudo será diferente: está disposto a promover uma reforma política no país.

João só não contava que os problemas agora seriam outros. Ele vai acabar se envolvendo em novos escândalos, além de ser perseguido e dominado pelo seu vice, Ivan Pires. E, para completar, não vai conseguir controlar seu jeito super sincero, que o colocou em maus lençóis no passado.

Depois do sucesso do primeiro longa-metragem, com 2,3 milhões de ingressos vendidos, a franquia chega às telonas com direção de Roberto Santucci e roteiro de Paulo Cursino. O elenco conta com Flávia Garrafa, Rosanne Mulholland, Victor Leal, Cassio Pandolfh, Mila Ribeiro, Anderson Müller, Paulinho Serra e Maria Padilha.

Assista ao trailer de O Candidato Honesto 2, que chega aos cinemas no dia 30 de agosto:

Foto: Divulgação/Paris Filmes.