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Eu Não me Importo se Entrarmos para a História Como Bárbaros

por: Cinevitor

eunaomeimportopostermostraÎmi este indiferent daca în istorie vom intra ca barbari

Direção: Radu Jude

Elenco: Ioana Iacob, Alex Bogdan, Alexandru Dabija, Ion Rizea, Claudia Ieremia, Ion Arcudeanu, Dana Bunescu, Eduard Cirlan, Bogdan Cotlet, Larisa Crunteanu, Liliana Ghita, Ilinca Harnut, Rares Hontzu, Ilinca Manolache, Gheorghe Mezei, Sofia Nicolaescu, Mihai Niculescu, Serban Pavlu, Dumitru Raducu, Gabriel Spahiu, Andrea Tokai, Luca Tudor.

Ano: 2018

Sinopse: Eu não me importo se entrarmos para a história como bárbaros. Essas palavras foram ditas no Conselho Ministerial, durante o verão de 1941, e deram início à limpeza étnica da Frente Oriental, principal frente europeia durante a Segunda Guerra Mundial. Uma jovem artista decide reencenar esse episódio histórico de seu país.

*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Gutland

por: Cinevitor

gutlandpostermostraDireção: Govinda Van Maele

Elenco: Frederick Lau, Vicky Krieps, Pit Bukowski, Leo Folschette, Gerdy Zint, Martine Kohn, Marco Lorenzini, Irina Blanaru, Franco Ariete, Christiane Hoffmann, Nathalie Maas, Sandy Schott, Jean Koch, Guy Schwickerath, Marie-Louise Schaack, Pierrette Heintz, Yvette Müller, Marcel Heintz, Davy Mertens, Nico Schlesser, Arsène Streveler, Roger Origer, Ismael Backes, Paul Hoffmann, Gérard Blaschette, Theo Lieser, Sandro Pantanali.

Ano: 2017

Sinopse: Um homem com um passado misterioso chega a uma vila, apenas com uma mala. Ele procura trabalho, mas os habitantes do local, desconfiados e hostis, lhe negam qualquer oportunidade. Apenas quando Lucy, a indisciplinada filha do prefeito, o acolhe é que os cidadãos passam a integrá-lo na rotina da cidadezinha. Mas, com o passar do tempo, fica evidente que ele não é o único no lugar que esconde um passado sombrio. Algo sinistro está encoberto sob a superfície imaculada desse pequeno e pitoresco mundo; e que lentamente o atrai.

*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Os Relatórios Sobre Sarah e Saleem

por: Cinevitor

relatoiosarahsaleemostraThe Reports on Sarah and Saleem

Direção: Muayad Alayan

Elenco: Sivane Kretchner, Adeeb Safadi, Maisa Abd Elhadi, Mohammad Eid, Kamel El Basha, Ishai Golan, Bashar Hassuneh, Hanan Hillo, Amer Khalil, Jan Kühne, Riyad Sliman, Rebecca Esmeralda Telhami, Mohammad Titi.

Ano: 2018

Sinopse: Sarah é casada e dona de uma cafeteria em Jerusalém Ocidental, enquanto Saleem é um palestino que vive na parte oriental da cidade e trabalha como entregador. Apesar de suas diferenças, os dois se apaixonam e começam um romance proibido que pode destruir as famílias de ambos. Uma noite, durante um encontro às escondidas, eles são descobertos. A trama, então, ganha dimensões políticas, pois o marido de Sarah é um oficial do Exército israelense.

*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Peregrinação

por: Cinevitor

peregrinacaopostermostraDireção: João Botelho

Elenco: Cláudio da Silva, Catarina Wallenstein, Cassiano Carneiro, Jani Zhao, Pedro Inês, Filipe Vargas, António Durães, Márcio Laranjeira, Rui Morisson, Maya Booth, João Cabral, Henrique Mello, Beatriz Leonardo, Alexander David, Marcello Urgeghe, Luís Lima Barreto, Jiaojiao Yao, José Manuel Mendes, Mina Andala, Pedro Lacerda, Francisco Tavares, Fernando Rodrigues, José Mora Ramos, Dinis Gomes, José Neto, Hugo Mestre Amaro, João Araújo, Gustavo Vargas, José Martins, Dinarte Branco, Shintaro Yokochi, João Guilherme Gouveia, Martim Barbeiro, Filipe Jorge Dias, Ricardo Aibéo, António Simões, Yuqui Sun, João Neves, Rafael Fonseca, Diogo Leite, Zia Soares, Telmo Mendes, Elton Lee, Vera Pimentel, Hugo Silva, Hugo Samora, Mário Sabino Sousa, Ryo Naohara, Atsushi Sugita, João Barbosa, Leonaldo de Almeida, Hortêncio Pacheco, Wong Chung Ko, Erika Yoshioka, Takashi Sugimoto, Yang Gaochao.

Ano: 2017

Sinopse: O explorador português Fernão Mendes Pinto passou mais de duas décadas no Oriente. Algumas de suas aventuras foram narradas em um livro que levou nove anos para ser concluído, sendo publicado postumamente em 1614. A obra registra uma história sem paralelo sobre algumas das maiores aventuras já vividas. O longa é baseado em trechos da publicação, bem como em eventos históricos verificados.

*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-1,5-estrelas

Túmulos sem Nome

por: Cinevitor

tumulosemnomepostermostraLes tombeaux sans noms

Direção: Rithy Panh

Ano: 2018

Sinopse: Quando uma criança de 13 anos de idade, que perdeu a maior parte da família sob o regime do Khmer Vermelho, embarca em uma procura pelas sepulturas de seus familiares, o que ela encontra lá? O documentário registra a busca por paz espiritual, tanto para quem foi morto quanto para os sobreviventes do sistema político que dominou o Camboja na década de 1970.

*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

CINEVITOR #306: Entrevista com Vera Holtz | As Quatro Irmãs

por: Cinevitor

asquatroirmascinevitorVera Holtz e as irmãs Teresa, Rosa e Regina: protagonistas.

O documentário As Quatro Irmãs nasceu de um convite da atriz Vera Holtz ao cineasta Evaldo Mocarzel durante os ensaios do espetáculo Um Pai (Puzzle), monólogo estrelado pela atriz Ana Beatriz Nogueira, com direção de Guilherme Leme e Vera, que estreou em fevereiro de 2015 no Rio.

Evaldo Mocarzel havia preparado a adaptação dramatúrgica do livro de Sibylle Lacan e foi assistir a um dos ensaios. A empatia com Vera Holtz foi imediata: conversaram muito sobre teatro, cinema e artes, em geral, e logo nasceu a primeira semente do documentário: um filme que resgata a memória da família da atriz Vera Holtz em um momento em que o casarão do clã Holtz completava 100 anos.

Para o filme, Vera decidiu resgatar a memória de sua família com as irmãs Teresa, Rosa e Regina. Este é o ponto de partida do documentário. Enfrentando lapsos de memória, a atriz tenta reinventar a própria vida no longa: a infância e a adolescência em Tatuí, no interior de São Paulo; a convivência familiar e as irmãs como personas do seu ser, eterna fonte de inspiração para suas personagens.

Para falar mais sobre As Quatro Irmãs, que será exibido na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e lançado comercialmente em dezembro, conversamos com a atriz Vera Holtz.

Aperte o play e confira:

Foto: Aline Arruda.

Nasce uma Estrela

por: Cinevitor

nasceumaestrelaposterA Star Is Born

Direção: Bradley Cooper

Elenco: Lady Gaga, Bradley Cooper, Sam Elliott, Andrew Dice Clay, Rafi Gavron, Anthony Ramos, Dave Chappelle, Alec Baldwin, Marlon Williams, Brandi Carlile, Ron Rifkin, Barry Shabaka Henley, Michael D. Roberts, Michael Harney, Rebecca Field, Derek Kevin Jones, Willam Belli, Dennis Tong, Josh Wells, Greg Grunberg, D.J. Shangela Pierce, Drena De Niro, Eddie Griffin, Sanaa Chapelle, Leandro De Niro Rodriguez, Jacob Schick, Gabe Fazio, Matthew Libatique, Luenell, Lukas Nelson & Promise of the Real, Don Roy King, Gena Rositano, Greg Scarnici, Michael Mancini, Richy Jackson, Christina Grady, Christopher Shazar, Ran Wei, Josie Achaval, Frank Anello.

Ano: 2018

Sinopse: Jackson Maine é um experiente músico que descobre a artista desconhecida Ally, por quem se apaixona. Ela está prestes a desistir de seu sonho de se tornar uma cantora de sucesso, até que Jack a convence a mudar de ideia. Porém, apesar de a carreira de Ally decolar, o relacionamento pessoal entre os dois começa a desandar, à medida que Jack luta contra seus próprios demônios.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Djon África

por: Cinevitor

djonafricaposter2Direção: João Miller Guerra, Filipa Reis.

Elenco: Miguel Moreira, Bitori Nha Bibinha, Isabel Muñoz Cardoso, Patricia Soso.

Ano: 2018

Sinopse: Miguel Moreira, também conhecido como Tibars e Djon África, descobre que a genética pode ser cruel quando sua fisionomia, bem como alguns de seus fortes traços de personalidade, o denunciam imediatamente como o filho de seu pai; alguém que ele nunca conheceu. Esta descoberta intrigante leva-o a tentar descobrir quem é este homem. Tudo o que ele sabe sobre ele é o que sua avó, com quem ele sempre viveu, lhe contou.

Crítica do CINEVITOR: Os portugueses João Miller Guerra e Filipa Reis estreiam na direção de um longa-metragem de ficção com Djon África, coprodução entre Portugal e Brasil. Aqui, conhecemos um pouco mais sobre Miguel, também chamado de Tibars ou Djon África, que decide embarcar em uma jornada de autoconhecimento. Disposto a se conectar com familiares, parte rumo a Cabo Verde para conhecer um pouco mais de sua história. Criado pela avó e órfão de mãe, o protagonista segue com o objetivo de encontrar seu pai, que nunca conheceu. Ao desenrolar dos acontecimentos, o longa oferece ao espectador, além dos conflitos narrativos, uma viagem cultural repleta de rituais típicos dos lugares visitados pelo protagonista. Em Djon África acompanhamos uma história de descoberta pessoal de Miguel carregada de emoções que antes não se manifestavam. À medida que sua jornada vai se concluindo, suas raízes familiares ganham força e trazem à tona lembranças de um passado incompleto prestes a ser reconstruído. João e Filipa conseguem captar a emoção de seu protagonista com planos que o destacam em uma imensidão de dúvidas e sensações; Miguel está aberto para um novo mundo, para novos desafios, mas no fundo sabe que carrega as respostas consigo. Djon África nada mais é do que um filme que mostra a jornada de um personagem em busca de si mesmo, tentando encontrar algo que lhe falta para se sentir completo, mas consegue surpreender pela sutileza na maneira de filmar tais emoções e contar uma história que parte de dentro pra fora. (Vitor Búrigo)

*Filme assistido no 7º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba.

*Clique aqui e leia nossa entrevista com os diretores sobre o filme.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Tudo por um Pop Star

por: Cinevitor

tudopopstarposterDireção: Bruno Garotti

Elenco: Maisa Silva, Mel Maia, Klara Castanho, Giovanna Lancellotti, João Guilherme, Felipe Neto, Isacque Lopes, Victor Aguiar, Ernani Moraes, Miguel Nader, Flávia Garrafa, Letícia Isnard, Osvaldo Mil, Maitê Padilha, Miriam Freeland, Dadá Coelho, Victor Lamoglia, Bárbara Maia, Gabz.

Ano: 2018

Sinopse: Melhores amigas, Manu, Gabi e Ritinha descobrem que seus ídolos da banda Slava Body Disco Disco Boys virão em turnê ao Rio de Janeiro. Extasiadas com a novidade, elas têm a difícil missão de convencer seus pais a permitir que deixem sua cidade no interior para realizar o sonho de ver de perto os meninos mais famosos do cenário pop. Para isso, contarão com a ajuda de Babete, a prima avoada e mais velha de Manu. Mas essa aventura reserva muitas surpresas: testa os limites da paixão dessas fãs e coloca à prova a força da amizade das três.

Crítica do CINEVITOR: Baseado no livro de Thalita Rebouças, que também assina o roteiro, Tudo por um Pop Star conta a história de três amigas que ficam extasiadas quando recebem a notícia de que a boy band Slava Body Disco Disco Boys estará em turnê no Rio de Janeiro. Tietes intensas, Gabi, Manu e Ritinha não vão medir esforços para realizar o sonho de ver de perto seus ídolos. Moradoras do interior, precisam convencer os pais a deixá-las viajarem sozinhas para a capital. Para isso, contarão com a ajuda de Babete, a prima mais velha de Manu. Passada essa etapa, terão que dar um jeito de conseguir os ingressos, que já estão esgotados. Tudo por um Pop Star tem potencial para atingir seu público alvo, principalmente por conta de suas carismáticas protagonistas, mas derrapa no roteiro ao deixar em vão algumas situações e coadjuvantes. (Vitor Búrigo)

*Crítica publicada na edição 109 (outubro/2018) da Revista Preview.

Nota do CINEVITOR:

nota-2,5-estrelas

Confira o trailer de Um Homem Comum, com Ben Kingsley, que estreia em novembro

por: Cinevitor

umhomemcomumtrailerBen Kingsley interpreta um general no filme.

Escrito e dirigido por Brad Silberling, de Cidade dos Anjos e Desventuras em Série, Um Homem Comum, protagonizado por Ben Kingsley, chega aos cinemas no dia 22 de novembro com distribuição da A2 Filmes e a Mares Filmes.

No longa, um criminoso de guerra e procurado mundo afora, um general que vive escondido há anos será transferido para outro lugar. Nesse novo esconderijo, ele conhece Tanja, sua nova camareira, e um estranho relacionamento surge entre eles, já que ambos possuem passados misteriosos. Aos poucos, o general e a camareira começam a se conhecer e mais detalhes sobre as vidas de ambos vêm à tona.

Quando a calmaria parecia estar se estabelecendo na vida do general, a camareira lê a notícia de que há uma recompensa milionária para quem souber onde o fugitivo está. Preocupado com a segurança da garota, o atormentado homem acredita que a solução será enfrentar o passado e voltar para casa, mesmo que isso custe sua vida.

O elenco conta também com Hera Hilmar, Peter Serafinowicz, Robert Blythe, Milorad Kapor, Edmund Kingsley e Bojan Bajcetic.

Confira, em primeira mão no CINEVITOR, o trailer de Um Homem Comum:

Foto: Divulgação.

Oscar 2019: 87 países disputam o prêmio de melhor filme estrangeiro

por: Cinevitor

brunacircooscar2019Bruna Linzmeyer em O Grande Circo Místico: representante brasileiro.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nesta segunda-feira, 08/10, a lista oficial com os filmes elegíveis que estão na disputa pela estatueta dourada de melhor filme estrangeiro no Oscar 2019.

Neste ano, 87 países foram classificados, entre eles, Malawi e Níger, candidatos pela primeira vez. Em dezembro, antes do anúncio final dos indicados, a Academia reduz essa lista para nove longas. Desse grupo saem os cinco finalistas que serão apresentados no dia 22 de janeiro. A cerimônia está marcada para o dia 24 de fevereiro, em Los Angeles; o Brasil está na disputa com O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, que foi exibido no Festival de Cannes deste ano.

Vale lembrar que, desde 1961, quando o Brasil se inscreveu pela primeira vez ao prêmio de melhor filme estrangeiro do Oscar, com A Morte Comanda o Cangaço, de Carlos Coimbra e Walter Guimarães Motta, o cineasta Cacá Diegues é o recordista em inscrições, com seis obras, porém sem indicações: Xica da Silva, Bye Bye Brasil, Um Trem para as Estrelas, Dias Melhores Virão, Tieta do Agreste e Orfeu.

Confira a lista completa com os 87 filmes estrangeiros candidatos ao Oscar 2019:

AFEGANISTÃO: Rona, Madar-e Azim (Rona, Azim’s Mother), de Jamshid Mahmoudi
ALEMANHA: Werk ohne Autor (Never Look Away), de Florian Henckel von Donnersmarck
ÁFRICA DO SUL: Sew the Winter to My Skin, de Jahmil X.T. Qubeka
ARGÉLIA: Ila akher ezaman (Until the End of Time), de Yasmine Chouikh
ARGENTINA: El Ángel, de Luis Ortega
ARMÊNIA: Spitak, de Aleksandr Kott
AUSTRÁLIA: Jirga, de Benjamin Gilmour
ÁUSTRIA: A Valsa De Waldheim (Waldheims Walzer), de Ruth Beckermann
BANGLADESH: No Bed of Roses, de Mostofa Sarwar Farooki
BÉLGICA: Girl, de Lukas Dhont
BOLÍVIA: The Goalkeeper, de Rodrigo Gory Patiño
BÓSNIA E HERZEGOVINA: Never Leave Me, de Aida Begic
BRASIL: O Grande Circo Místico, de Carlos Diegues
BULGÁRIA: Vezdesushtiyat (Omnipresent), de Ilian Djevelekov
CAMBOJA: Túmulos Sem Nome (Les tombeaux sans noms), de Rithy Pahn
CANADÁ: Chien de garde (Family Ties), de Sophie Dupuis
CAZAQUISTÃO: Ayka, de Sergei Dvortsevoy
CHILE: Y de Pronto el Amanecer (And suddenly the dawn), de Silvio Caiozzi
CHINA: Hidden Man, de Jiang Wen
COLÔMBIA: Pájaros de Verano (Birds of Passage), de Cristina Gallego e Ciro Guerra
COREIA DO SUL: Em Chamas (Beoning/Burning), de Chang-Dong Lee
COSTA RICA: Medea, de Alexandra Latishev Salazar
CROÁCIA: Osmi povjerenik (The Eight Commissioner), de Ivan Salaj
DINAMARCA: Culpa (Den skyldige/The Guilty), de Gustav Möller
EQUADOR: A Son of Man, de Jamaicanoproblem
EGITO: Yomeddine, de Abu Bakr Shawky
ESLOVÁQUIA: O Intérprete (The Interpreter), de Martin Šulík
ESLOVÊNIA: Ivan, de Janez Burger
ESPANHA: Campeones (Champions), de Javier Fesser
ESTÔNIA: Võta või jäta (Take It or Leave It), de Liina Trishkina-Vanhatalo
FILIPINAS: Signal Rock, de Chito S. Roño
FINLÂNDIA: Armomurhaaja (Euthanizer), de Teemu Nikki
FRANÇA: La douleur (Memoir of War), de Emmanuel Finkiel
GEÓRGIA: Namme, de Zaza Khalvashi
GRÉCIA: Polyxeni, de Dora Masklavanou
HONG KONG: Hong hai xing dong (Operation Red Sea), de Dante Lam
HOLANDA: Bankier van het Verzet (The Resistance Banker), de Joram Lürsen
HUNGRIA: Napszállta (Sunset), de László Nemes
IÊMEN
: 10 Days Before the Wedding, de Amr Gamal
ÍNDIA: Village Rockstars, de Rima Das
INDONÉSIA: Marlina the Murderer in Four Acts, de Mouly Surya
IRÃ: Sem Data, Sem Assinatura (Bedoone Tarikh, Bedoone Emza), de Vahid Jalilvand
IRAQUE: The Journey, de Mohamed Jabarah Al-Daradji
ISLÂNDIA: Uma Mulher em Guerra (Kona fer í stríð), de Benedikt Erlingsson
ISRAEL: The Cakemaker, de Ofir Raul Graizer
ITÁLIA: Dogman, de Matteo Garrone
JAPÃO: Assunto de Família (Manbiki kazoku/Shoplifters), de Hirokazu Kore-eda
KOSOVO: The Marriage, de Blerta Zeqiri
LETÔNIA: Turpinajums (To Be Continued), de Ivars Seleckis
LÍBANO: Capernaum (Capharnaüm), de Nadine Labaki
LITUÂNIA: Wonderful Losers: A Different World, de Arunas Matelis
LUXEMBURGO: Gutland, de Govinda Van Maele
MACEDÔNIA
: O Ingrediente Secreto (Iscelitel), de Gjorce Stavreski
MALAWI
: The Road to Sunrise, de Shemu Joyah
MARROCOS: Burnout, de Nour Eddine Lakhmari
MÉXICO: Roma, de Alfonso Cuarón
MONTENEGRO: Iskra, de Gojko Berkuljan
NEPAL: Panchayat, de Shivam Adhikari
NÍGER
Zin’naariya! (The Wedding Ring), de Rahmatou Keïta
NORUEGA: Hva vil folk si (What Will People Say), de Iram Haq
NOVA ZELÂNDIA: Yellow is Forbidden, de Pietra Brettkelly
PALESTINA: Ghost Hunting, de Raed Andoni
PANAMÁ: Ruben Blades Is Not My Name, de Abner Benaim
PAQUISTÃO: Cake, de Asim Abbasi
PARAGUAI: As Herdeiras (Las herederas), de Marcelo Martinessi
PERU: Winaypacha (Eternity), de Oscar Catacora
POLÔNIA: Guerra Fria (Zimna wojna/Cold War), de Pawel Pawlikowski
PORTUGAL: Peregrinação, de João Botelho
QUÊNIA: Supa Modo, de Likarion Wainaina
REINO UNIDO: I Am Not a Witch, de Rungano Nyoni
REPÚBLICA CHECA: Vsechno bude (Winter Flies), de Olmo Omerzu
REPÚBLICA DE BELARUS: Khrustal (Crystal Swan), de Darya Zhuk
REPÚBLICA DOMINICANA: Cocote, de Nelson Carlo de Los Santos Arias
ROMÊNIA: Eu Não Me Importo Se Entrarmos Para A História Como Bárbaros (Îmi este indiferent daca în istorie vom intra ca barbari), de Radu Jude
RÚSSIA: Sobibor, de Konstantin Khabenskiy
SÉRVIA: Izgrednici (Offenders), de Dejan Zecevic
SINGAPURA: Buffalo Boys, de Mike Wiluan
SUÉCIA: Gräns (Border), de Ali Abbasi
SUÍÇA: Eldorado, de Markus Imhoof
TAIWAN: The Great Buddha +, de Hsin-yao Huang
TAILÂNDIA: Malila: A Flor Do Adeus (Malila: The Farewell Flower), de Anucha Boonyawatana
TUNÍSIA: Aala Kaf Ifrit (Beauty and the Dogs), de Kaouther Ben Hania
TURQUIA: A Árvore Dos Frutos Selvagens (Ahlat Agaci), de Nuri Bilge Ceylan
UCRÂNIA: Donbass, de Sergey Loznitsa
URUGUAI: Uma Noite de 12 anos (La noche de 12 años), de Álvaro Brechner
VENEZUELA: A Família (La familia), de Gustavo Rondón Córdova
VIETNÃ: Co Ba Sai Gon (The Tailor), de Kay Nguyen e Buu Loc Tran

Foto: Divulgação/Globo Filmes.

42ª Mostra de São Paulo: conheça os filmes selecionados, homenageados e destaques da programação

por: Cinevitor

cuaronmostra1A atriz mexicana Yalitza Aparicio em Roma, de Alfonso Cuarón: filme de encerramento.

A 42ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo acontecerá entre os dias 18 e 31 de outubro. Durante duas semanas, serão exibidos mais de 300 títulos de variados países e diversas cinematografias. Os filmes serão apresentados em mais de 30 lugares entre cinemas, espaços culturais e museus espalhados pela capital paulista, incluindo exibições gratuitas e ao ar livre, e também em Campinas.

Neste ano, o filme de abertura será A Favorita (The Favourite), de Yorgos Lanthimos, vencedor do Grande Prêmio do Júri e da Coppa Volpi de melhor atriz para Olivia Colman no Festival de Veneza. O drama Roma, do cineasta mexicano Alfonso Cuarón, vencedor do Leão de Ouro em Veneza, será o filme de encerramento.

O cineasta japonês Hirokazu Kore-eda será homenageado com o Prêmio Humanidade. O trabalho mais recente do diretor, Assunto de Família, que recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, será exibido na programação. Outro Prêmio Humanidade será concedido a Drauzio Varella antes da exibição da cópia restaurada de Pixote: A Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco. A projeção do curta Conversa com Ele, de Bárbara Paz, antecede a sessão; Drauzio também participa da mesa Da Vida à Palavra; Da Palavra à Imagem, no II Fórum Mostra.

emmastoneafavoritaEmma Stone em A Favorita, do cineasta grego Yorgos Lanthimos: filme de abertura.

Como de costume, a seleção de títulos da 42ª Mostra de São Paulo apresenta filmes premiados em importantes festivais internacionais. Do Festival de Cannes, serão exibidos: o americano Infiltrado na Klan (BlacKkKlansman), de Spike Lee, vencedor do Grande Prêmio do Júri e também prêmio do público no Festival de Locarno; 3 Faces (Se rokh), de Jafar Panahi, premiado como melhor roteiro e que será homenageado na Mostra com o Prêmio Leon Cakoff; o drama francês Sofia, de Meryem Benm’Barek-Aloïsi, melhor roteiro na mostra Un Certain Regard; Diamantino, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, uma coprodução entre Portugal, Brasil e França, vencedora do Grande Prêmio da Semana da Crítica; o drama francês Selvagem (Sauvage), de Camille Vidal-Naquet, exibido na Semana da Crítica, que rendeu o Prêmio Revelação para o ator Félix Maritaud e foi indicado a Queer Palm; e o drama indiano A Costureira dos Sonhos (Sir), de Rohena Gera, também exibido na Semana da Crítica e vencedor do prêmio Gan Foundation Support for Distribution.

Filmes premiados no Festival de Berlim também fazem parte da programação, como: Não Me Toque (Touch Me Not), de Adina Pintilie, vencedor do Urso de Ouro; o drama policial Museu (Museo), do cineasta mexicano Alonso Ruizpalacios, com Gael García Bernal e vencedor do Urso de Prata de melhor roteiro; o francês A Prece (La prière), de Cédric Kahn, que rendeu o Leão de Prata de melhor ator para Anthony Bajon; a comédia dramática polonesa O Rosto (Twarz), de Malgorzata Szumowska, vencedora do Grande Prêmio do Júri; o peruano Retablo, de Alvaro Delgado Aparicio, vencedor do Prêmio Newcomer de melhor primeiro filme no Teddy Award; A Valsa De Waldheim (Waldheims Walzer), de Ruth Beckermann, Prêmio Glashütte de melhor documentário original; o documentário O Silêncio dos Outros (The Silence of Others), de Robert Bahar e Almudena Carracedo, vencedor do prêmio do público da mostra Panorama; o documentário argentino Teatro de Guerra, de Lola Arias, vencedor do Prêmio C.I.C.A.E. e exibido em San Sebastián.

apreceberlimmostraAnthony Bajon em A Prece: prêmio de melhor ator em Berlim.

Do Festival de Veneza, destacam-se: o drama José, da Guatemala, de Li Cheng, vencedor da Queer Lion; o novo trabalho do cineasta Andrew Haigh, A Rota Selvagem (Lean on Pete), que rendeu o Prêmio Marcello Mastroianni de Ator em Ascensão para Charlie Plummer; o drama francês Amanda, de Mikhaël Hers, vencedor do Prêmio Magic Lantern; a comédia dramática turca O Anúncio (Anons), de Mahmut Fazil Coskun, vencedora do Prêmio Especial do Júri na mostra Orizzonti; e o documentário O que Você Irá Fazer Quando o Mundo Estiver em Chamas? (What You Gonna Do When the World’s on Fire?), vencedor do Prêmio UNICEF, entre outros.

Premiados no Festival de Sundance também marcam presença na programação, entre eles, o drama O Mau Exemplo de Cameron Post (The Miseducation of Cameron Post), de Desiree Akhavan, com Chloë Grace Moretz, vencedor do Grande Prêmio do Júri. Desta seleção, destacam-se diversos documentários, como: Winnie, de Pascale Lamche, sobre Winnie Madikizela Mandela, vencedor do prêmio de melhor direção da World Cinema Documentary no ano passado; Genesis 2.0, de Christian Frei e Maxim Arbugaev, vencedor do Prêmio Especial do Júri de melhor fotografia da Competição Internacional; Isto é um Lar: Uma História de Refugiados (This Is Home: A Refugee Story), de Alexandra Shiva, vencedor do prêmio do público da mostra World Cinema Documentary; e Sobre Pais e Filhos (Of Fathers and Sons), de Talal Derki, vencedor do Grande Prêmio do Júri da Competição Internacional.

chloemostraForrest Goodluck, Sasha Lane e Chloë Grace Moretz em O Mau Exemplo de Cameron Post.

Do Festival de Locarno, mais filmes premiados na 42ª Mostra, como: Uma Terra Imaginada (A Land Imagined), de Siew Hua Yeo, vencedor do Leopardo de Ouro; O Hotel às Margens do Rio (Hotel by the River), de Hong Sang-soo, prêmio de melhor ator para Joo-Bong Ki; o drama inglês Ray & Liz, de Richard Billingham, que recebeu Menção Especial do Júri; e o chileno Tarde para Morrer Jovem (Tarde Para Morir Joven), uma coprodução entre Brasil e outros países, da cineasta Dominga Sotomayor Castillo, vencedora do prêmio de melhor direção.

Vencedores do Festival de Roterdã também foram selecionados, entre eles: o palestino Os Relatórios Sobre Sarah e Saleem, de Muayad Alayan, vencedor do Prêmio do Público e do Prêmio Especial do Júri para o roteirista Rami Musa Alayan; o drama indiano O Vendedor de Pulseiras (Balekempa), de Ere Gowda, vencedor do Prêmio FIPRESCI; o polonês Nina, de Olga Chajdas, vencedor do Prêmio Big Screen de melhor filme; e o drama dinamarquês O Retorno (The Return), de Malene Choi, Menção Especial da mostra Bright Future.

A seleção ainda apresenta a comédia uruguaia Tragam a Maconha (Traigan la hierba), de Denny Brecher, Alfonso Guerrero e Marcos Hecht, premiada no Santa Barbara International Film Festival; Ága, de Milko Lazarov, melhor filme no Sarajevo Film Festival; o suspense argentino Vermelho Sol (Rojo), uma coprodução entre Brasil e outros países, que recebeu a Concha de Prata de melhor direção para Benjamín Naishtat, melhor ator para Darío Grandinetti e Prêmio do Júri de melhor fotografia no Festival de San Sebástian; o italiano O Segredo de Nápoles, de Ferzan Ozpeteck, que será júri desta edição da Mostra, e rendeu o prêmio de melhor atriz para Giovanna Mezzogiorno no Moscow International Film Festival.

O documentário Las Sandinistas!, de Jenny Murray, que recebeu Menção Especial no SXSW Film Festival; A Terceira Esposa (The Third Wife), de Ash Mayfair, vencedor do Prêmio NETPAC no Festival de Toronto e exibido em San Sebastián; o drama Fuga, de Agnieszka Smoczynska, melhor filme no Polish Film Festival e exibido na Semana da Crítica em Cannes; o argentino El Motoarrebatador, de Agustín Toscano, exibido em San Sebastián e premiado no Santiago International Film Festival; o drama Limonada (Lemonade), vencedor do prêmio de melhor direção para Ioana Uricaru no Festival de Sarajevo e exibido em Berlim; o drama inglês Obediência (Obey), de Jamie Jones, vencedor do prêmio de melhor fotografia no Festival de Tribeca.

tardemorrerjovemmostraMatías Oviedo e Demian Hernández no chileno Tarde para Morrer Jovem.

Completam a programação: a comédia dramática Querido Ex (Dear Ex), de Chih-Yen Hsu e Mag Hsu, de Taiwan, vencedor de diversos prêmios no Taipei Film Festival, entre eles, o de melhor filme segundo o público; a comédia musical Sem Amor (Unlovable), de Suzi Yoonessi, com John Hawkes e Melissa Leo, que recebeu Menção Especial no SXSW Film Festival; a comédia dramática Thunder Road, de Jim Cummings, vencedora do Grande Prêmio do Júri no SXSW Film Festival; o documentário 3 Dias em Quiberon (3 Tage in Quiberon), de Emily Atef, sobre a atriz Romy Schneider, vencedor de vários prêmios no German Film Awards e exibido no Festival de Berlim; A Carga (Teret), de Ognjen Glavonic, exibido na Quinzena dos Realizadores em Cannes e no Sarajevo Film Festival, onde rendeu o prêmio de melhor ator para Leon Lucev; o drama Ava, uma coprodução entre Irã, Canadá e Qatar, dirigida por Sadaf Foroughi, vencedora do Prêmio FIPRESCI da mostra Discovery no Festival de Toronto do ano passado; o drama De Pai para Filho (Father to Son), de Taiwan e dirigido por Ya-chuan Hsiao, premiado no Taipei Film Festival e exibido em Roterdã; e a animação Na Estrada da Felicidade (On Happiness Road), da cineasta Hsin Yin Sung, grande vencedora do Taipei Film Festival.

Além dos filmes premiados, a seleção da 42ª Mostra de São Paulo também apresenta outros diversos longas exibidos nestes importantes festivais, como: Imagem e Palavra (Le livre d’image), de Jean-Luc Godard, exibido em Cannes, onde o diretor recebeu uma Palma de Ouro Especial; a comédia dramática Doubles vies, do cineasta francês Olivier Assayas, com Guillaume Canet e Juliette Binoche, exibido nos festivais de Veneza e Toronto; o novo filme do premiado cineasta chinês Jia Zhangke, o drama Amor até às Cinzas (Jiang hu er nv), exibido na Competição Oficial do Festival de Cannes; o argentino La Quietud, de Pablo Trapero, com Bérénice Bejo e Edgar Ramírez, exibido em Veneza; A Caótica Vida de Nada Kadic (Kaoticni Zivot Nade Kadic), de Marta Hernaiz Pidal, exibido no Festival de Berlim.

binochemostraJuliette Binoche em Doubles vies, de Olivier Assayas.

E mais: o novo filme da cineasta francesa Mia Hansen-Løve, o drama Maya, exibido no Festival de Toronto; o drama Nuestro Tiempo, do cineasta mexicano Carlos Reygadas, exibido em Veneza e na mostra Horizontes de San Sebastián; o russo Verão (Leto), de Kirill Serebrennikov, exibido na Competição Oficial de Cannes; Alemanha: Um Conto de Inverno (Wintermärchen), de Jan Bonny, exibido em Locarno; Almas Mortas (Dead Souls), de Wang Bing, exibido em Cannes, assim como o espanhol The Man Who Killed Don Quixote, de Terry Gilliam; o drama espanhol Carmen y Lola, de Arantxa Echevarria, exibido na Quinzena dos Realizadores; o documentário Cassandro, the Exotico!, de Marie Losier, indicado a Queer Palm, em Cannes, e exibido no Hamburg Film Festival; o drama As Ceifadeiras (Die Stropers), de Etienne Kallos, exibido na mostra Un Certain Regard, em Cannes.

A seleção segue com o drama sueco O Imóvel (Toppen av ingenting), de Måns Månsson e Axel Petersén, indicado ao Urso de Ouro em Berlim; o documentário Caubóis Fantasmas (Phantom Cowboys), de Daniel Patrick Carbone, exibido no Tribeca Film Festival; a comédia francesa Cléo & Paul (Allons enfants), de Stéphane Demoustier, exibida em Berlim; o documentário Ceres, de Janet Van den Brand, exibido no Festival de Berlim; o drama policial Holiday, de Isabella Eklöf, exibido em Sundance; o novo filme de Kim Ki-duk, o drama Humano, Espaço, Tempo e Humano (Inkan, gongkan, sikan grigo inkan), exibido em Berlim; Eu Sou Tempesta (Io sono Tempesta), do italiano Daniele Luchetti, exibido em Cannes.

O documentário Kusama: Infinito (Kusama: Infinity), de Heather Lenz, sobre a artista Yayoi Kusama e exibido em Sundance; o drama francês Meu Tecido Preferido (Mon tissu préféré), de Gaya Jiji, exibido na mostra Un Certain Regard, em Cannes; o novo filme do cineasta francês David Oelhoffen, o suspense Inimigos Íntimos (Frères ennemis), exibido no Festival de Veneza; o drama egípcio Rosas Venenosas (Poisonous Roses), de Fawzi Saleh, exibido em Roterdã.

quixotemostraAdam Driver e Jonathan Pryce em The Man Who Killed Don Quixote.

Outros títulos exibidos em grandes festivais completam a seleção, como: a comédia dramática Poderia me Perdoar? (Can You Ever Forgive Me?), de Marielle Heller, com Melissa McCarthy e Richard E. Grant, exibido em Toronto; o drama Wildlife, primeiro filme do ator Paul Dano como diretor e que foi exibido nos festivais de Cannes, Sundance e Toronto; o drama alemão O Nome do Meu Irmão é Robert e Ele é um Iidota (Mein Bruder heißt Robert und ist ein Idiot), indicado ao Urso de Ouro em Berlim; o documentário Chris, o Suíço (Chris the Swiss), de Anja Kofmel, exibido na Semana da Crítica, em Cannes; o drama queniano Rafiki, de Wanuri Kahiu, exibido na mostra Un Certain Regard, em Cannes; o documentário Heroínas Silenciosas (Quiet Heroes), de Jenny Mackenzie, Jared Ruga e Amanda Stoddard, exibido no Festival de Sundance; o terror argentino Muere, monstruo, muere, de Alejandro Fadel, exibido na mostra Un Certain Regard; o documentário O Homem que Roubou Banksy (The Man Who Stole Banksy), de Marco Proserpio, exibido no Festival de Tribeca; o drama cazaque O Rio (Ozen), de Emir Baigazin, exibido na mostra Plataforma em Toronto e na mostra Orizzonti de Veneza.

Também destacam-se nesta 42ª edição da Mostra: o drama Grass, de Hong Sang-soo, exibido em Berlim; A Doce Indiferença do Mundo (Laskovoe bezrazlichie mira), de Adilkhan Yerzhanov, exibido na mostra Un Certain Regard, em Cannes; o documentário Westwood: Punk, Ícone, Activista (Westwood: Punk, Icon, Activist), de Lorna Tucker, sobre a estilista Vivienne Westwood, exibido no Festival de Sundance; o drama belga Seguir em Frente (Continuer), de Joachim Lafosse, exibido em Veneza; o documentário Procurando por Ingmar Bergman (Ingmar Bergman – Vermächtnis eines Jahrhundertgenies), de Margarethe von Trotta, Felix Moeller e Bettina Böhler, exibido na mostra Cannes Classics; o suspense norueguês Utøya – 22 de julho (Utøya 22. juli), de Erik Poppe, indicado ao Urso de Ouro em Berlim; o documentário O Preço de Tudo (The Price of Everything), de Nathaniel Kahn, exibido em Sundance; e Trem das Vidas ou A Viagem de Angélique (Train de vies ou les voyages d’Angélique), novo filme de Paul Vecchiali, que foi homenageado com o Prêmio Leon Cakoff na Mostra do ano passado.

pauldanomostra42Carey Mulligan e Jake Gyllenhaal em Wildlife, de Paul Dano.

A seleção de filmes da 42ª Mostra de São Paulo também traz 19 obras já indicadas por seus respectivos países para concorrerem a uma vaga ao Oscar de melhor filme estrangeiro: o brasileiro O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues; o mexicano Roma, de Alfonso Cuarón; o polonês Guerra Fria (Zimna wojna), de Pawel Pawlikowski; o português Peregrinação, de João Botelho; o turco A Árvore Dos Frutos Selvagens (Ahlat Agaci), de Nuri Bilge Ceylan; o islandês Uma Mulher em Guerra (Kona fer í stríð), de Benedikt Erlingsson; o sul-coreano Em Chamas (Beoning/Burning), de Chang-Dong Lee; o eslovaco O Intérprete (The Interpreter), de Martin Šulík; o japonês Assunto de Família (Manbiki kazoku/Shoplifters), de Hirokazu Kore-eda.

O libanês Capernaum (Capharnaüm), de Nadine Labaki; o dinamarquês Culpa (Den skyldige), de Gustav Möller; o romeno Eu Não Me Importo Se Entrarmos Para A História Como Bárbaros (Îmi este indiferent daca în istorie vom intra ca barbari), de Radu Jude; o argentino El Ángel, de Luis Ortega; o cambojano Túmulos Sem Nome (Les tombeaux sans noms), de Rithy Pahn; o representante de Luxemburgo, Gutland, de Govinda Van Maele; o egípcio Yomeddine, de Abu Bakr Shawky; o macedônio O Ingrediente Secreto (Iscelitel), de Gjorce Stavreski; o tailandês Malila: A Flor Do Adeus (Malila: The Farewell Flower), de Anucha Boonyawatana; e o austríaco A Valsa De Waldheim (Waldheims Walzer), de Ruth Beckermann.

koreedamostra42filmeLily Franky, Miyu Sasaki e Sakura Andô em Assunto de Família, de Hirokazu Kore-eda.

Além da exibição do inédito A Casa que Jack Construiu, de Lars von Trier, a Mostra revisita a obra do diretor dinamarquês com sessões de outros três longas: Ondas do Destino, Europa e Elemento de um Crime. Além disso, a Mostra ainda vai apresentar os mais recentes filmes do cineasta israelense Amos Gitai: o curta Uma Carta para um Amigo em Gaza (A Letter to a Friend in Gaza) e o documentário Um Trem em Jerusalém (A Tramway in Jerusalem), ambos premiados em Veneza; e também o média-metragem A Casa (Bayit), de 1980, em sessão especial.

A 42ª Mostra homenageia o centenário do líder sul-africano Nelson Mandela com a exibição de quatro títulos, entre eles, o inédito O Estado Contra Mandela e os Outros (The State Against Mandela and the Others), de Gilles Porte e Nicolas Champeaux, exibido em Cannes. E mais: entre as obras latinas desta edição, que somam mais de 30, vale destacar dois títulos de Fernando Solanas, premiado cineasta argentino que estará presente durante o evento: La Hora de Los Hornos e o inédito Viaje A Los Pueblos Fumigados.

Neste ano, a Mostra de São Paulo conta com cerca de 90 títulos estrangeiros dirigidos por mulheres. Entre as diretoras com filmes na programação estão: Aïda Maigre-Touchet, com o documentário Canção de um Vidente (Les flâneries du voyant); Inka Achté, com Garotos que Gostam de Garotas (Boys Who Like Girls); Josephine Decker, com A Madeline de Madeline (Madeline’s Madeline); Maria Alché, com Família Submersa (Familia sumergida); Mercedes Dominioni, com El Creador de Universos; entre outras.

umajacklarsUma Thurman em A Casa que Jack Construiu, de Lars von Trier.

A 42ª Mostra vai exibir cerca de 70 títulos brasileiros incluídos nas seções Apresentação Especial, Competição Novos Diretores e Perspectiva Internacional, entre eles: Rasga Coração, de Jorge Furtado; O Olho e a Faca, de Paulo Sacramento; Deslembro, de Flávia Castro, exibido no Venice Days; Tinta Bruta, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, eleito o melhor filme de ficção no Teddy Award, em Berlim; Azougue Nazaré, de Tiago Melo, premiado em Roterdã; Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos, de João Salaviza e Renée Nader Messora, uma coprodução Brasil e Portugal, que recebeu o Prêmio Especial do Júri na mostra Un Certain Regard, em Cannes; o documentário Humberto Mauro, de André Di Mauro, exibido na mostra Venice Classics; Los Silencios, de Beatriz Seigner, premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e exibido na Quinzena dos Realizadores, em Cannes; o documentário Torre das Donzelas, de Susanna Lira; entre outros.

Os 20 anos de Central do Brasil, dirigido por Walter Salles e protagonizado por Fernanda Montenegro, que foi indicada ao Oscar de melhor atriz, serão comemorados com a exibição inédita no país da cópia restaurada do filme, com a presença do diretor e elenco principal. Também ganham sessão especial: a cópia restaurada de O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla, e o longa O Bravo Guerreiro, de Gustavo Dahl, que comemoram 50 anos de lançamento; além de Feliz Ano Velho, de Roberto Gervitz, que completa 30 anos.

centraldobrasilmostra1Fernanda Montenegro e Vinicius de Oliveira em Central do Brasil: Urso de Ouro em Berlim.

Os 200 anos de Karl Marx, pensador responsável pelas bases teóricas do socialismo, serão lembrados pela Mostra e pelo Instituto Goethe com uma exibição especial da cópia restaurada da icônica série de Rainer Werner Fassbinder, Oito Horas Não São um Dia, de 1972. Além disso, marcam o bicentenário as exibições de outros sete títulos.

Outros destaques da programação deste ano: A Caixa de Pandora, de 1929, longa alemão dirigido por Georg Wilhelm Pabst, que será projetado na área externa do Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer com acompanhamento da Orquestra Jazz Sinfônica. A tradicional programação apresentada no Vão Livre do Masp incluirá títulos como As Canções, de Eduardo Coutinho, Ópera do Malandro, de Ruy Guerra, e Invictus, de Clint Eastwood, que será exibido em homenagem ao centenário de Nelson Mandela. Os 30 anos do lançamento no Brasil do premiado Asas do Desejo, de Wim Wenders, serão comemorados com uma exibição da cópia restaurada do longa.

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Fotos: Divulgação.