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A Mesma Parte de um Homem

por: Cinevitor

mesmapartedehomemposter1Direção: Ana Johann

Elenco: Clarissa Kiste, Laís Cristina, Irandhir Santos, Otávio Linhares, Zeca Cenovicz, Hélio Barbosa, Richard Rabelo, Lidio Ramalho, Luigi (Israel).

Ano: 2021

Sinopse: Renata vive isolada no interior com sua filha adolescente e seu marido, compreendendo o medo como um sentimento comum. A chegada de um desconhecido desperta nela o desejo por tudo o que estava adormecido.

*Filme visto na 24ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Rosa Tirana

por: Cinevitor

Direção: Rogério Sagui

Elenco: Kiarah Rocha, José Dumont, Stela de Jesus, Rogério Leandro, Carlos White, Yan Quadros, Jocimário Kannário, Mufula, Eliene D´Goió, Sindy Rodrigues, Maria Flor, Lucas Leite, Gilson Rodrigues, Tina Dias, Nilzinha das Veredas, Alan Martins, Shaw Costa, Lourdes Santana, Euleni Meira, Vitalha Dias, Adelza Quirino, Tim Borges, Léia Porto, Rafael Carvalho, Simone Ferreira, Iuri Farias, Lany Fernandes, Vicente Fernandes, Kaio Paixão, Nicole Brito, Maria Clara, Natielly Leal, Priscila Silva, Samira Rocha, Naiane Costa, Kethelin Oliveira, Amanda Evelyn, Luis Felipe, Pedro Luiz, Eloah Sofia, Tiago Pereira, Nicoly Santos, Giovana Terezinha, Lype Souza, Wesley Santos, Ana Claudia, Keisy Sousa, Thaila Barreto, Rodrigo de Araújo, Adriana Barreto, Léo, Raissa, Mônica Freitas, Pedro Lucas, Sindy Rodrigues, João Machado, André Machado, Dona Vilma, Dona Sinha, Zé do Pandeiro, Ana Júlia Dias, Jorge Domingos (Gil), Maria Santos, Marcelo Silva, Adriana Moreira, Maria Eduarda Silva, Anna Clara Silva, Rei do Zinco, Macto Kleiton, Val Cunha, Cleide Jane Sousa, Jéssica Silva, Elisângela Limeira, Vitor Limeira, Neide Santana, Tony Soares, Marcinho Chaves, Mary Nascimento, Edna Rocha, Eliene Nascimento, Elivelton Nascimento, Laisa Costa, Kauane Brito, Kleber Queiroz, Sandra Rocha, Seu Otácilio, Lany Fernandes, Vicente Fernandes, Juarez Oliveira, Glauber Sá, Marcos Rocha, Olavo Luz, Júlia Leticia, Seu Antônio, Leandro Silva, Hiale Silva, Marcia Gomes, Maria Lúcia, Ana Julia Rocha, Nádia Azevedo, Carolina Amorim, Monique Silveira, Rayne Reis, Rone Fagundes, Isis Oliveira, Bárbara Luiza, Verônica dos Santos, João Soroba, Valdivio, Mirai Rocha, João Dias, Miguel Araújo, Ângela Rodrigues, Rogério Sagui, Cleide Jane, Jocira Nascimento, Michele Freire, Erene Curvelo, Luciclesia Castro, Camile Victoria, Julia Ramos Castro, Maria Eduarda, Luis Fabiano Almeida, Aline Santana, Kaio Paixão, Edu Novais, Thiago Bennet, Fabricia Freitas, Soraia de Jesus, Vinícius Meira, Bruna Gadelha, Wesley Berdinaze, Henrique Siqueira, Regiane Moreno, Andrey Santos, Samira Santos, Vitória Santos, Lalume Carvalho, Geovane Pimentel, Yara Alves, Maria Iris, Jeferson Trindade, José Venâncio, Lucas dos Santos.

Ano: 2020

Sinopse: Em uma terra banhada de sol, durante a maior seca que o sertão nordestino já viveu, a menina Rosa mergulha em uma longa travessia pela caatinga árida e fantasiosa em busca de um encontro com Nossa Senhora Imaculada, a rainha do sertão. Com um tom perspicaz, a trama é envolvida por um amalgama de fatores que, na aridez da paisagem retratada, torna-se fertilizante para a compreensão do drama humano a partir do olhar da pequena protagonista.

*Filme visto na 24ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

CINEVITOR #381: Entrevista com Juliano Cazarré | Dente por Dente

por: Cinevitor

dentepordentecinevitorProtagonista em cena: thriller brasileiro.

Estrelado por Juliano Cazarré, Paolla Oliveira e Renata Sorrah, Dente por Dente, dirigido por Júlio Taubkin e Pedro Arantes, chega aos cinemas nesta quinta-feira, 28/01, com distribuição da Vitrine Filmes.

Na trama, Ademar, papel de Cazarré, é sócio da empresa de segurança de Valadares, vivido por Aderbal Freire Filho, pai de Joana, interpretada por Paolla Oliveira. Juntos, Ademar e Joana investigam as razões da morte do amigo, marido e sócio, Teixeira, papel de Paulo Tiefenthaler, que está desaparecido. No elenco ainda estão nomes como Juliana Gerais, Digão Ribeiro, Paula Cohen, Phillip Lavra, Bruno Bellarmino, Adriano Barroso, Domênica Dias e Ana Flávia Cavalcanti.

Em uma época que marca o crescimento do cinema de gênero no Brasil, o thriller majoritariamente aborda a questão da violência social e da gentrificação nas metrópoles, com pessoas sendo expulsas de suas casas para construção de grandes empreendimentos imobiliários.

O longa, que destaca em sua trama o suspense investigativo com um toque de horror entre as avenidas, hotéis e construções da capital paulista, teve sua estreia na 44ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e participou do Fantastik Festival, no qual recebeu o prêmio de melhor longa pelo Júri ACCRJ e Júri Popular.

Para falar mais sobre Dente por Dente, conversamos com o protagonista Juliano Cazarré, que falou sobre sua preparação e construção do personagem, colegas de elenco, filme de gênero no Brasil e também relembrou outros trabalhos de sua carreira nos cinemas.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Vitrine Filmes.

Kevin

por: Cinevitor

kevinposter1Direção: Joana Oliveira

Elenco: Joana Oliveira, Kevin Adweko, Gustavo Fioravante, Mariana Mól, Nelma Costa, João Dumans, Magda Santiago, Pablo Moreno Fernandes, Savio Leite, Gilberto Monteiro de Sousa Lima, Adam Losodit Okula, Jerica Malaika Okula, Leila Ulrike Okula, Angela Asingo Okula, Amuron Rebecca Ochango, Herbert Stehr, Marcus Mascarenhas.

Ano: 2021

Sinopse: É a primeira vez que Joana, uma brasileira, visita sua amiga Kevin em seu país, a Uganda. Elas se conheceram há 20 anos quando estudaram juntas na Alemanha e faz muito tempo que não se veem. Agora estão próximas de completar 40 anos e a vida se mostra mais complexa que na juventude. Esse é um filme sobre uma amizade entre mulheres.

*Filme visto na 24ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

National Board of Review anuncia lista com os melhores de 2020 no cinema

por: Cinevitor

chadwicknationalboardChadwick Boseman em Destacamento Blood: homenagem póstuma.

A National Board of Review, importante e tradicional organização de críticos de cinema dos Estados Unidos, fundada em 1909, divulga, desde 1932, uma lista com os melhores do ano da indústria cinematográfica. Em 2020, mais de 280 filmes foram analisados por um seleto grupo de cineastas, profissionais e acadêmicos da sétima arte.

Entre os consagrados, como Destacamento Blood, de Spike Lee, a organização também anunciou nesta terça-feira, 26/01, em Nova York, que o ator Chadwick Boseman receberá postumamente o NBR Icon Award, uma homenagem que celebra o trabalho dos principais artistas cinematográficos que contribuem significativamente para a história, cultura e excelência do cinema. “Chadwick Boseman foi um talento extraordinário que representou o melhor que um ator poderia ser, independentemente do papel”, disse Annie Schulhof, presidente da National Board of Review. A cerimônia de entrega dos prêmios ainda não tem data definida.

Neste ano, o cinema brasileiro não marcou presença na lista. A última vez que uma produção nacional apareceu entre os melhores da NBR foi no ano passado com o drama A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, entre os cinco melhores longas estrangeiros.

Confira a lista com os melhores do cinema em 2020 segundo a National Board of Review:

MELHOR FILME: Destacamento Blood, de Spike Lee
MELHOR DIREÇÃO: Spike Lee, por Destacamento Blood
MELHOR ATOR: Riz Ahmed, por O Som do Silêncio
MELHOR ATRIZ: Carey Mulligan, por Bela Vingança
MELHOR ATOR COADJUVANTE: Paul Raci, por O Som do Silêncio
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Yuh-jung Youn, por Minari
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL: Minari, escrito por Lee Isaac Chung
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: Relatos do Mundo, escrito por Paul Greengrass e Luke Davies
MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO: Soul, de Pete Docter e Kemp Powers
ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO: Sidney Flanigan, por Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre
MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE: Channing Godfrey Peoples, por Miss Juneteenth
MELHOR FILME ESTRANGEIRO: La llorona, de Jayro Bustamante (Guatemala/França)
MELHOR DOCUMENTÁRIO: Time, de Garrett Bradley
MELHOR ELENCO: Destacamento Blood
PRÊMIO NBR FREEDOM OF EXPRESSION: Uma Noite em Miami…, de Regina King
EXCELÊNCIA EM FOTOGRAFIA: Nomadland, por Joshua James Richards
NBR ICON AWARD: Chadwick Boseman
NBR SPOTLIGHT AWARD: Radha Blank, por escrever, dirigir, produzir e estrelar The Forty-Year-Old Version

MELHORES FILMES DO ANO
Bela Vingança, de Emerald Fennell
First Cow, de Kelly Reichardt
Judas e o Messias Negro, de Shaka King
Minari, de Lee Isaac Chung
Nomadland, de Chloé Zhao
O Céu da Meia-Noite, de George Clooney
O Som do Silêncio, de Darius Marder
Relatos do Mundo, de Paul Greengrass
Soul, de Pete Docter e Kemp Powers
The Forty-Year-Old Version, de Radha Blank

TOP 5 FILMES ESTRANGEIROS
Agente Duplo, de Maite Alberdi (Chile/Holanda/Espanha/Alemanha/EUA)
Apples, de Christos Nikou (Grécia/Polônia/Eslovênia)
Collective, de Alexander Nanau (Romênia/Luxemburgo)
Dear Comrades (Dorogie tovarishchi), de Andrey Konchalovskiy (Rússia)
Night of the Kings (La nuit des rois), de Philippe Lacôte (França/Costa do Marfim/Canadá/Senegal)

TOP 5 DOCUMENTÁRIOS
As Mortes de Dick Johnson, de Kirsten Johnson
Até o Fim: A Luta Pela Democracia, de Lisa Cortes e Liz Garbus
Boys State, de Amanda McBaine e Jesse Moss
Miss Americana, de Lana Wilson
The Truffle Hunters, de Michael Dweck e Gregory Kershaw

TOP 10 FILMES INDEPENDENTES
A Subida, de Michael Angelo Covino
Driveways, de Andrew Ahn
Farewell Amor, de Ekwa Msangi
Miss Juneteenth, de Channing Godfrey Peoples
Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre, de Eliza Hittman
Posto de Combate, de Rod Lurie
Relic, de Natalie Erika James
Saint Frances, de Alex Thompson
The Nest, de Sean Durkin
Wolfwalkers, de Tomm Moore e Ross Stewart

Foto: Divulgação/Netflix.

Bacurau, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho, é indicado ao Independent Spirit Awards 2021

por: Cinevitor

bacurauspiritawardsCinema brasileiro na disputa: Danny Barbosa em Bacurau.

Foram anunciados nesta terça-feira, 26/01, os indicados ao Independent Spirit Awards 2021, prêmio que elege as melhores produções independentes do ano. O anúncio aconteceu durante uma transmissão no YouTube, que foi apresentada por Olivia Wilde, Barry Jenkins e Laverne Cox.

Neste ano, vale destacar a presença do brasileiro Bacurau, dirigido por Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho, na categoria de melhor filme internacional. O longa, premiado no Festival de Cannes, tem se destacado internacionalmente nesta temporada com reconhecimento de diversos críticos e premiações. Além disso, o cineasta brasileiro Edson Oda concorre na categoria de melhor filme de estreia com Nine Days, produção americana premiada no Festival de Sundance.

Uma novidade nesta 36ª edição é que pela primeira vez na história do Spirit Awards, conhecido como o Oscar do cinema independente, as produções televisivas e de streaming também estão na disputa por suas realizações excepcionais em singularidade de visão, inovação e ousadia.

Conheça os indicados ao Independent Spirit Awards 2021 nas categorias de cinema, que acontecerá no dia 22 de abril:

MELHOR FILME
A Voz Suprema do Blues, produzido por Todd Black, Denzel Washington e Dany Wolf
First Cow, produzido por Neil Kopp, Vincent Savino e Anish Savjani
Minari, produzido por Dede Gardner, Jeremy Kleiner e Christina Oh
Nomadland, produzido por Mollye Asher, Dan Janvey, Frances McDormand, Peter Spears e Chloé Zhao
Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre, produzido por Sara Murphy e Adele Romanski

MELHOR FILME DE ESTREIA
I Carry You with Me, de Heidi Ewing
The Forty-Year-Old Version, de Radha Blank
Miss Juneteenth, de Channing Godfrey Peoples
Nine Days, de Edson Oda
O Som do Silêncio, de Darius Marder

MELHOR DIREÇÃO
Chloé Zhao, por Nomadland
Eliza Hittman, por Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre
Emerald Fennell, por Bela Vingança
Kelly Reichardt, por First Cow
Lee Isaac Chung, por Minari

MELHOR ROTEIRO
Bela Vingança, escrito por Emerald Fennell
Má Educação, escrito por Mike Makowsky
Minari, escrito por Lee Isaac Chung
Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre, escrito por Eliza Hittman
Você Nem Imagina, escrito por Alice Wu

MELHOR ROTEIRO DE ESTREIA
A Assistente, escrito por Kitty Green
Lapsis, escrito por Noah Hutton
Miss Juneteenth, escrito por Channing Godfrey Peoples
Palm Springs, escrito por Andy Siara
Straight Up, escrito por James Sweeney

MELHOR ATOR
Adarsh Gourav, por O Tigre Branco
Chadwick Boseman, por A Voz Suprema do Blues
Riz Ahmed, por O Som do Silêncio
Rob Morgan, por Bull
Steven Yeun, por Minari

MELHOR ATRIZ
Carey Mulligan, por Bela Vingança
Frances McDormand, por Nomadland
Julia Garner, por A Assistente
Nicole Beharie, por Miss Juneteenth
Sidney Flanigan, por Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre
Viola Davis, por A Voz Suprema do Blues

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Alexis Chikaeze, por Miss Juneteenth
Talia Ryder, por Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre
Valerie Mahaffey, por French Exit
Yeri Han, por Minari
Yuh-jung Youn, por Minari

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Benedict Wong, por Nine Days
Colman Domingo, por A Voz Suprema do Blues
Glynn Turman, por A Voz Suprema do Blues
Orion Lee, por First Cow
Paul Raci, por O Som do Silêncio

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Agente Duplo, de Maite Alberdi
As Mortes de Dick Johnson, de Kirsten Johnson
Collective, de Alexander Nanau
Crip Camp: Revolução pela Inclusão, de James Lebrecht e Nicole Newnham
Time, de Garrett Bradley

MELHOR FILME INTERNACIONAL
Bacurau, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho (Brasil)
La nuit des rois, de Philippe Lacôte (França/Costa do Marfim/Canadá/Senegal)
Preparations to Be Together for an Unknown Period of Time, de Lili Horvát (Hungria)
Quo vadis, Aida?, de Jasmila Žbanić (Bósnia e Herzegovina)
The Disciple, de Chaitanya Tamahane (Índia)

MELHOR FOTOGRAFIA
A Assistente, por Michael Latham
Bull, por Shabier Kirchner
Ela Morre Amanhã, por Jay Keitel
Nomadland, por Joshua James Richards
Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre, por Hélène Louvart

MELHOR EDIÇÃO
I Carry You With Me, por Enat Sidi
Nomadland, por Chloé Zhao
Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre, por Scott Cummings
O Homem Invisível, por Andy Canny
Residue, por Merawi Gerima

PRÊMIO JOHN CASSAVETES
La leyenda negra, de Patricia Vidal Delgado (EUA)
Lingua Franca, de Isabel Sandoval (EUA/Filipinas)
Residue, de Merawi Gerima (EUA)
Saint Frances, de Alex Thompson (EUA)
The Killing of Two Lovers, de Robert Machoian (EUA)

PRODUCERS AWARD
Gerry Kim
Kara Durrett
Lucas Joaquin

SOMEONE TO WATCH AWARD
Annie Silverstein, por Bull
David Midell, por The Killing of Kenneth Chamberlain
Ekwa Msangi, por Farewell Amor

TRUER THAN FICTION AWARD
Cecilia Aldarondo, por Landfall
Elegance Bratton, por Pier Kids
Elizabeth Lo, por Stray

PRÊMIO ROBERT ALTMAN | MELHOR ELENCO
Uma Noite em Miami…, de Regina King

Foto: Victor Jucá.

Associação Cearense de Críticos de Cinema elege os melhores filmes de 2020

por: Cinevitor

katiablanderaceccineKatia Blander em Noite de Seresta, de Sávio Fernandes e Muniz Filho.

A Aceccine, Associação Cearense de Críticos de Cinema, anuncia nesta terça-feira, 26/01, os filmes que mais se destacaram em 2020, segundo o corpo de associados composto por profissionais da crítica de cinema que atuam no Ceará. Ao longo da votação, foram citados 73 filmes entre longas, médias e curtas-metragens.

Para as categorias de melhor longa-metragem brasileiro e estrangeiro, além de considerar os lançamentos comerciais entre 1 de janeiro e 31 de dezembro, os filmes que estrearam diretamente em serviços de streaming também estavam elegíveis. Na categoria de melhor longa-metragem cearense, além dos critérios anteriores, também foram consideradas as produções exibidas em festivais de cinema; nesse ano, principalmente os eventos à distância.

‘”Os festivais sempre foram uma peça fundamental para a atividade crítica, um espaço de redescoberta, de diálogo… Em 2020 essa importância foi acentuada”, pontua Ailton Monteiro, tesoureiro da gestão. “Tivemos mais de 10 longas-metragens cearenses elegíveis para a categoria. Oito exibidos em festivais on-line que, até ano passado, eram tradicionalmente presenciais”. O critério para os prêmios de melhor curta/média brasileiro e cearense contemplava os filmes exibidos em mostras e festivais, presenciais ou on-line, ao longo de 2020.

“Atravessado pelos olhares da entidade, o recorte dessa premiação expõe origens bem diferentes”, analisa Arthur Gadelha, presidente da gestão. “Os cearenses ‘Cabeça de Nêgo’ e ‘Noite de Seresta’ contam histórias bastante distintas e tiveram uma vida intensa pelos festivais em que foram apresentados juntos. ‘Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou’ é um filme muito especial sobre cinema que conseguiu, nesse ano tão caótico, estrear dentro de uma sala de cinema. ‘República’ é um filme feito na quarentena por uma das artistas mais elétricas do cinema brasileiro, enquanto ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’ vem da mesma edição do Festival de Cannes que premiou ‘Bacurau’, em 2019”. conclui.

Conheça os melhores filmes de 2020 segundo a Aceccine:

MELHOR LONGA-METRAGEM CEARENSE
Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso

MELHOR LONGA-METRAGEM BRASILEIRO
Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz

MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO
Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma (França)

MELHOR CURTA-METRAGEM CEARENSE
Noite de Seresta, de Sávio Fernandes e Muniz Filho

MELHOR CURTA-METRAGEM BRASILEIRO
República, de Grace Passô (SP)

Foto: Divulgação.

Festival de Berlim: série brasileira Os Últimos Dias de Gilda, de Gustavo Pizzi, é selecionada para a Berlinale Series 2021

por: Cinevitor

ultimosdiasgildaberlimProtagonista: Karine Teles na série Os Últimos Dias de Gilda.

Por conta da pandemia de Covid-19, a 71ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim desenvolveu um novo formato para 2021: as plataformas da indústria European Film Market, Berlinale Co-Production Market, Berlinale Talents e o World Cinema Fund darão início ao evento em março com uma programação on-line. Em junho, acontecerá a segunda parte com inúmeras exibições de filmes para o público em cinemas e ao ar livre. A divisão permite manter os dois pilares de sustentação: mercado de cinema e festival.

“Há uma grande vontade de nos encontrarmos cara a cara. A situação atual não permite um festival físico em fevereiro, ao mesmo tempo em que é importante oferecer um mercado à indústria cinematográfica ainda no primeiro trimestre do ano”, afirma a diretora executiva da Berlinale, Mariette Rissenbeek. “Com a mudança do formato do festival em 2021, teremos a chance de proteger a saúde de todos os convidados e apoiar a retomada da indústria do cinema. Com o evento de verão, queremos celebrar um festival de cinema e oferecer ao público da Berlinale a tão esperada experiência comunitária de cinema e cultura”, completou.

O processo atual de seleção de filmes para a Competição e as seções terá continuidade. O programa será anunciado em fevereiro e apresentado virtualmente à indústria cinematográfica no European Film Market. Um júri internacional assistirá aos filmes em Berlim e escolherá os vencedores. Além dos premiados, uma seleção de filmes também será apresentada ao público no verão.

“Em resposta aos tempos em que vivemos, decidimos dividir a nossa oferta em dois eventos distintos, mas relacionados, e assim cumprir a missão da Berlinale. Enquanto em março a indústria cinematográfica estará reunida (on-line) e poderá apoiar e iluminar nossa seleção, no verão, como um recomeço, 70 anos após a primeira edição, nosso público poderá celebrar os cineastas e suas equipes, nos cinemas e a céu aberto. Isso dá a oportunidade de vivenciar as diferentes seções e perfis do festival, assistir aos filmes da Competição Internacional e comemorar com os vencedores dos Ursos de Ouro e Prata em um clima alegre”, afirma Carlo Chatrian, diretor artístico do Festival de Berlim.

Enquanto isso, novidades começam a ser reveladas. Nesta terça-feira, 26/01, foram anunciadas as produções que farão parte da Berlinale Series 2021. Em um ano inusitado, a seleção é composta por seis títulos que, com temas, narrativas e estilo visual pouco convencionais e surpreendentes, constituem um espelho do nosso tempo. O conteúdo latino-americano é representado pela primeira vez na Berlinale Series com a produções argentina Entre Hombres e a brasileira Os Últimos Dias de Gilda. Além disso, Philly D.A., uma produção americana da dupla indicada ao Oscar Josh Penn e Michael Gottwald, é a primeira série de documentários a ser convidada para o programa.

Desde 2015, o programa Berlinale Series reúne uma seleção exclusiva com o melhor das novas produções de séries em todo o mundo. De acordo com o festival, a mostra apresenta trabalhos de criadores que usam consistentemente a liberdade criativa de contar histórias em série e complementam a variedade de formatos com narrativas contemporâneas e relevantes. A Berlinale Series consagra a Berlinale como um dos primeiros festivais em todo o mundo a dar visibilidade à mudança dos hábitos de consumo de entretenimento e à importância crescente da narrativa em série, reconhecendo os muitos desenvolvimentos estético-artísticos, dramatúrgicos e formais importantes da narrativa audiovisual nesta área, que já se equiparam às produções cinematográficas.

diasdegloria2berlimKarine Teles em cena: a atriz também assina o roteiro.

As produções selecionadas para a Berlinale Series, que tradicionalmente são exibidas no Zoo Palast, com sessões de gala e tapete vermelho para homenagear o elenco e equipes, este ano serão exibidas on-line, entre os dias 1 e 5 de março.

A série original do Canal Brasil, Os Últimos Dias de Gilda, criada e dirigida por Gustavo Pizzi, dos premiados longas Benzinho e Riscado, e protagonizada por Karine Teles e Julia Stockler, é um dos destaques da programação: “A seleção de Os Últimos  Dias de Gilda para o Festival de Berlim confirma que o Canal Brasil está  no caminho certo, de apostar em séries originais, com uma assinatura de excelência. Com esse olhar diferenciado, estamos atingindo a qual idade das maiores séries do mundo”, comemora André Saddy, diretor geral do Canal Brasil.

Em quatro episódios, Os Últimos Dias de Gilda, que estreou em novembro, está disponível nos serviços de streaming Canais Globo e Globoplay e ganhará uma maratona no Canal Brasil, na sexta-feira, dia 29/01, a partir das 23h15. A série propõe uma reflexão sobre liberdade, o papel da mulher, aceitação do corpo e a onda de conservadorismo dos dias atuais, abordando temas como o avanço das igrejas neopentecostais e das milícias em comunidades e a perigosa aliança entre a religião e o poder público. A série é uma adaptação do monólogo teatral homônimo de Rodrigo de Roure.

“A seleção de Os Últimos Dias de Gilda na Berlinale Series representa a coroação de um processo muito importante que o Canal Brasil vem desenvolvendo há muitos anos, no sentido de dar aos criadores o protagonismo e a liberdade fundamentais para fazerem seu trabalho. Gilda tem se mostrado uma série com forte apelo popular no Brasil e, agora, a partir da seleção em Berlim, existe a possibilidade de falar pro mundo todo sobre uma história nossa que traz uma narrativa sobre os nossos jeitos de nos relacionarmos, fala dos nossos conflitos e preconceitos; uma história sobre política, liberdade e aceitação mútua. É sobre as diferenças, mas também é sobre a importância da empatia. Gilda é sobre a solidariedade e a união necessária pra gente seguir em frente, principalmente nesse momento da história”, disse Gustavo Pizzi.

Interpretada pela atriz Karine Teles, que também é corroteirista da série, Gilda é uma mulher livre, no mais amplo sentido da palavra, cujo comportamento incomoda muita gente ao seu redor. Com excelentes dotes culinários, cria porcos e galinhas no quintal de sua casa para o abate e produz receitas capazes de encantar amigos e amantes. Sua independência incomoda a vizinhança, principalmente Cacilda, papel de Julia Stockler, esposa de Ismael, vivido por Higor Campagnaro, que está se candidatando a um cargo público através de um partido ligado a um grupo religioso.

Gilda mantém-se de forma independente, recusa-se a aceitar a  opressão e o machismo e escolheu se relacionar de forma livre com diversas pessoas, sem amarras ou rótulos. Já Cacilda representa valores mais conservadores, julgando o tempo todo o comportamento sexual da vizinha e classificando sua fé como bruxaria. Não bastasse a agressividade de todos ao seu redor, Gilda ainda precisa lidar com o aumento da violência urbana e a briga entre traficantes, policiais e milicianos em busca do controle da comunidade onde mora.

O elenco conta também com Erom Cordeiro, Antonio Saboia, Bruno Balthazar, Dida Camero, Ana Carbatti, Lucas Gouvêa, Philipp Lavra, Renato Luciano, Mauricio Piancó, Digão Ribeiro, João Vitor Silva e Inez Viana.

Confira a lista completa com a séries selecionadas para a Berlinale Series 2021:

Entre Hombres, de Pablo Fendrik (Argentina) (HBO)
Ich und die Anderen (Me and the Others), de David Schalko (Áustria/Alemanha) (Sky)
It’s a Sin, de Peter Hoar (Reino Unido) (Channel 4 e HBO Max com All3Media International)
Os Últimos Dias de Gilda, de Gustavo Pizzi (Brasil) (Canal Brasil)
Philly D.A., de Ted Passon e Yoni Brook (EUA)
Snöänglar (Snow Angels), de Anna Zackrisson (Suécia/Dinamarca) (SVT/DR)

Foto: Divulgação/Canal Brasil.

Seridó Cine – Festival Audiovisual: conheça os selecionados

por: Cinevitor

naturezahomemseridoArlindo Bezerra em Natureza do Homem, de André Santos.

A primeira edição do Seridó Cine – Festival Audiovisual acontecerá entre os dias 8 e 13 de fevereiro em formato on-line. Ao todo, serão exibidas cinquenta obras audiovisuais divididas nas seguintes categorias: Mostra Clip, Mostra Arretada, Mostra Curta Arretada, Mostra RN Ficção e Mostra RN Doc.

O Seridó Cine conta com um recorte voltado apenas para produções audiovisuais nordestinas. Ao todo, o festival recebeu 325 produções audiovisuais. A coordenação da curadoria ficou a cargo da jornalista, produtora, curadora e cineclubista Priscilla Urpia. Para ela, foi animador ver tantos filmes inscritos: “É uma constatação de que a região se insere no mapa das produções audiovisuais do país. São narrativas diversas que contam histórias e trazem filmes especiais. A missão de dar a ver essas obras foi um exercício de apresentar um recorte das produções nordestinas, tendo como objetivo principal trazer o maior número de representantes de diversos estados”.

Priscilla destaca ainda que todos os filmes são contemplados, premiados quando inscritos, pois trata-se de uma grande janela de exibição: “É fundamental para o audiovisual brasileiro a continuidade das produções da região do Nordeste, evidenciando o potencial e alcance de obras que ultrapassam territórios. Viva o cinema nordestino”, completou.

Raildon Lucena, diretor do Seridó Cine, também falou sobre o festival: “A ideia surgiu após a Mostra Nordeste do Curta Caicó. Percebi que seria interessante um novo festival com um recorte voltado apenas para produções nordestinas e abrangendo outros formatos, como clipes, médias e longas. É uma forma de potencializarmos a produção regional, valorizando os realizadores nordestinos”.

Conheça os selecionados para o Seridó Cine – Festival Audiovisual:

MOSTRA ARRETADA

A História de Parelhas, de Alex Macedo (RN)
Aponta pra Fé – Ou todas as músicas da minha vida, de Kalyne Almeida (PB)
Cavalo, de Rafhael Barbosa e Werner Salles (AL)
Fendas, de Carlos Segundo (RN)
O Jogador, de Gabriel Lima e Geraldo Guedes (PB)
O que acontece quando nada acontece, de Alcimar Veríssimo (PE)
Retirante Juvenil, de Dan Borges (BA)
Sapato 36, de Petrônio Lorena (PE)

MOSTRA CURTA ARRETADA

A Barca, de Nilton Resende (AL)
Iracema Plaza Hotel, de Reinaldo Jorge Menezes (CE)
Memórias de Quando Metemos o Pé na Estrada, de Weslley Oliveira (PI)
Nadir, de Fábio Rogério (SE)
Não Moro Mais Em Mim, de Vitor Celson e Bruna Guido (PE)
Nimbus, de Marcos Buccini (PE)
O Balido Interno, de Eder Deó (PE)
Os Porcos e a Reza, de Rogério Luiz Oliveira e Filipe Gama (BA)
Remoinho, de Tiago A. Neves (PB)
Trincheira, de Paulo Silver (AL)
Uma Força Extraordinária, de Amandine Goisbault (PE)

MOSTRA RN DOC

A Tradicional Familia Brasileira Katu, de Rodrigo Sena
Bixa Presa, de Eli Cafrê
Cabeça de Luz, de Carito Cavalcanti
Cadeira na área, de Mara Macêdo
Casa com Parede, de Dênia Cruz
Codinome Breno, de Manoel Batista
Geoparque Seridó, de Canindé Soares e Diego Cavalcanti
Júlia Porrada, de Igor Ribeiro
O Photographo Zézelino, de Damião Paz, Henrique José e Meysa Medeiros
Rosa de Aroeira, de Mônica Mac Dowell
Somente Após o Descanso, de Sihan Felix

MOSTRA RN FICÇÃO

Dona Cila, não me espere para o jantar, de Carlos Segundo
Em Reforma, de Diana Coelho
Mais Um João, de Athos Muniz
Natureza do Homem, de André Santos
Nocaute, de João Marcelino
Paralise, de Júlia Sena
Quaerenti, de Romero Oliviera e Mickaelly Moreira
Quem Sabe Ele Mude, de Kell Allen
Sicários: Entre bornais e patentes, de Gabriel Santos e Danúbio Silva
Vai Melhorar, de Pedro Fiuza
Womaneater, de Paula Pardillos

MOSTRA CLIP

Além Mar (Forró do Cabrunco), de Tárcísio Ferreira (AL)
Antúrio Branco (Sargáço Nightclub), de Pablo Reis (PE)
Camisa 9 (Diniz K9), de Thales Victor (RN)
Chato (Marco Gabriel), de Jessica Lauane (MA)
Modais (Silvio Filgueira), de Nicolas de Souza (RN)
Origem (Wescley Gama), de Dynho Silva (RN)
Primeiros Tons (André Dias), de Glauco Neves (BA)
Quadros (Juliana Gomes), de Diego Sevla (RN)
Sad Nostalgic Dream (Bessa Beach Army), de Kaio G e Lucas Cavalcanti (PB)
Tirem as Cercas (Regiane Araújo feat. Núbia e Débora Melo), de Thais Lima

O Seridó Cine – Festival Audiovisual é uma realização da Referência Comunicação com recursos da Lei Aldir Blanc Rio Grande do Norte, Fundação José Augusto, Governo do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

Foto: Luana Tayze.

Kansas City Film Circle: conheça os melhores de 2020

por: Cinevitor

bacuraukansascriticosAlli Willow e Chris Doubek em Bacurau.

Fundada em 1966 por James Loutzenhiser, a Kansas City Film Circle é a segunda associação de críticos profissionais de cinema mais antiga dos Estados Unidos, depois do New York Film Critics Circle. A KCFCC conta com mais de 20 membros ativos de diversos meios de comunicação, como mídia impressa e on-line, rádio e TV.

Depois da morte de Loutzenhiser, em 2001, os membros votaram unanimemente para renomear seus prêmios anuais em sua homenagem. Em 2005, um novo prêmio foi estabelecido em memória de Vince Koehler, membro de longa data do KCFCC, homenageando filmes de ficção científica, fantasia e terror. Em 2006, o grupo votou para homenagear o nativo de Kansas City, Robert Altman, renomeando o prêmio de melhor direção em sua homenagem e organizando um festival de cinema em abril de 2007.

A KCFCC se reúne formalmente duas vezes por ano. A primeira reunião é realizada em meados de dezembro e inclui a votação dos prêmios; a participação (pessoalmente ou por procuração) é obrigatória para todos os membros. A segunda reunião é realizada em junho, para a posse de novos membros e eleição de dirigentes e do Conselho Deliberativo.

Todos os votos do KCFCC são abertos a todos os membros, exceto aqueles que foram suspensos por violações de regras e ética. Para a votação dos prêmios anuais, os membros nomeiam com antecedência até três candidatos em cada categoria. Qualquer filme que tenha estreado em Kansas City, exibido para a crítica ou fornecido aos críticos via streaming ou projeção de DVD no ano civil anterior à votação, é elegível para consideração.

Neste ano, pela sexta vez em seus estimados 55 anos de história, o Kansas City Film Critics Circle chegou a um impasse na categoria de melhor filme e entregou o prêmio para duas produções: Nomadland, de Chloé Zao, e Bela Vingança, de Emerald Fennell. O brasileiro Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, foi lembrado na categoria de melhor filme estrangeiro e ficou em segundo lugar.

Conheça os vencedores do 55º Annual James Loutzenhiser Awards:

MELHOR FILME
Bela Vingança, de Emerald Fennell
Nomadland, de Chloé Zhao

MELHOR DIREÇÃO | PRÊMIO ROBERT ALTMAN
Chloé Zao, por Nomadland
2º lugar: Aaron Sorkin, por Os 7 de Chicago

MELHOR ATOR
Riz Ahmed, por O Som do Silêncio
2º lugar: Chadwick Boseman, por A Voz Suprema do Blues

MELHOR ATRIZ
Carey Mulligan, por Bela Vingança
2º lugar: Frances McDormand, por Nomadland

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Leslie Odom Jr., por Uma Noite em Miami…
2º lugar: Paul Raci, por O Som do Silêncio

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Yuh-Jung Youn, por Minari
2º lugar: Maria Bakalova, por Borat: Fita de Cinema Seguinte

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Bela Vingança, escrito por Emerald Fennell
2º lugar: Os 7 de Chicago, escrito por Aaron Sorkin

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Nomadland, escrito por Jessica Bruder e Chloé Zhao
2º lugar: Estou Pensando em Acabar com Tudo, escrito por Charlie Kaufman

MELHOR FOTOGRAFIA
A Vastidão da Noite, por M.I. Littin-Menz
2º lugar: Mank, por Eric Messerschmidt

MELHOR ANIMAÇÃO
Wolfwalkers, de Tomm Moore e Ross Stewart
2º lugar: Soul, de Pete Docter e Kemp Powers

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
Druk (Another Round), de Thomas Vinterberg (Dinamarca)
2º lugar: 76 Days, de Weixi Chen e Hao Wu (China), Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles (Brasil) e Rosa e Momo, de Edoardo Ponti (Itália)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
The Dissident, de Bryan Fogel
2º lugar: Crip Camp: Revolução pela Inclusão, de James Lebrecht e Nicole Newnham

MELHOR FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA/FANTASIA/HORROR | PRÊMIO VINCE KOEHLER
O Homem Invisível, de Leigh Whannell
2º lugar: A Vastidão da Noite, de Andrew Patterson

MELHOR FILME LGBT | PRÊMIO TOM POE
Kajillionaire, de Miranda July
2º lugar: A Festa de Formatura, de Ryan Murphy

Foto: Victor Jucá.

Oráculo

por: Cinevitor

oraculoposter1Direção: Melissa Dullius e Gustavo Jahn.

Elenco: Juarez Nunes, Alice Bennaton, Fernando Goulart Jahn, Aline Maya, Luana Raiter.

Ano: 2021

Sinopse: Os espaços são seis: um rochedo, uma montanha, a areia desenhada pelas ondas, o quebra-mar de uma praia do outro lado do oceano, a passarela sob uma ponte que liga uma ilha ao continente, o quarto de uma adolescente. Personagens são três: um homem que está preso num ciclo de vida e morte, um segundo que revisita um lugar onde uma transformação irreversível aconteceu, e uma jovem que está iniciando sua vida de artista. Oráculo situa-se entre experimento, método e dispositivo, e convida à contemplação. Particular em sua forma e ritmo, é universal nas lembranças que faz ecoar, comuns a todas as pessoas: família; começos, fins e recomeços; dores e traumas, e desejo intenso de vida e de sentido.

*Clique aqui e leia nossa entrevista com os diretores sobre o filme.

*Filme visto na 24ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

Nota do CINEVITOR:

nota-2-estrelas

Rodson ou (Onde o Sol Não Tem Dó)

por: Cinevitor

rodsonposter1Direção: Cleyton Xavier, Clara Chroma e Orlok Sombra.

Elenco: Orlok Sombra, S.brxxzkjxkzxkxkz, Nirá Link, Gadi Bergamota, Lyna Lurex, Tina Reinstrings, Melindra Lindra, Sabiá Pensativo, Rodolfo Keoma, Biela, Will, Insiranomeaqui, Guika, Kaê Marques, Cyborgue Oleosa, Abi Gaiu Oliveira, Lulu Ribeiro, Vitrilis Sarambaxo, Anaya Ókun, Sapata Deslizante, Kaye Djamiliá, Big Bug, Ariza Torquato, Rachid, Jane Malaquias, Davi Sampaio, Antoni Dia.

Ano: 2020

Sinopse: São os pré anos 3000. Arte é crime. Refletir é proibido. Ler não existe mais. Somente produções e consumos em massa são permitidos. Rodson é um garoto com seu animalesco instinto artístico represado pela sociedade ao seu redor; só mais um de muitos. O governo anarcocrenty comete o engano de achar que a besta estivera sob controle, mas sua mente concebe Caleb, o alterego de Rodson, que o lança estrada a fora, abandonando ares-condicionados em busca da alucinação perfeita sob o Sol sem dó de 2000°C que a última camada de exosfera proporciona à vigente sociedade.

*Filme visto na 24ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas