Elenco: Cynthia Erivo, Ariana Grande, Jeff Goldblum, Michelle Yeoh, Jonathan Bailey, Ethan Slater, Marissa Bode, Colman Domingo, Bowen Yang, Bronwyn James, Aaron Teoh Guan Ti, Keala Settle, Sharon D. Clarke, Bethany Weaver, Adam James, Alice Fearn, Scarlett Spears, Bella-May Bekaraze, Lucia Smith, Faith Delaney, Summer Strallen, Michael Guarnera, Herbie Kinsey, Matthew Yang King, Dee Bradley Baker, Courtney Mae-Briggs, Kirsty Anne Shaw, Erin Battle, Alice Bennett, Pierre Bergman, Llyrio Boateng, Filiz Fairweather, Liz Izen, Alice Eloise Ling, Ketan Majmudar, Tony McCarthy, Carl Parris, Adam Pearce, Sarah-jayne Riedel, Joel Stern, Emily Tierney, Poppy Townsend White, Mark Wilkinson, Samuel Wright, Clare Brice, Lucy Frederick, Minal Patel.
Ano: 2025
Sinopse: O capítulo final da história não contada das bruxas de Oz começa com Elphaba e Glinda separadas, vivendo com as consequências de suas escolhas. Elphaba, agora demonizada como a Bruxa Má do Oeste, vive no exílio, escondida na floresta de Oz, enquanto continua sua luta pela liberdade dos animais silenciados e tenta desesperadamente expor a verdade que conhece sobre o Mágico. Enquanto isso, Glinda se tornou o glamouroso símbolo da bondade para todo o reino de Oz: ela vive no palácio da Cidade das Esmeraldas e desfruta das vantagens da fama e da popularidade. Sob a orientação de Madame Morrible, Glinda tem se tornado um conforto efervescente ao povo de Oz ao tranquilizar as massas de que tudo está bem sob o governo do Mágico. Quanto mais cresce a fama de Glinda, e se intensificam os preparativos para o seu casamento com o Príncipe Fiyero em uma espetacular festa oziana, ela se sente cada vez mais assombrada pela separação de Elphaba. Sua dedicada tentativa, provavelmente frustrada, de intermediar uma reconciliação entre Elphaba e o Mágico podem inclusive afastá-las ainda mais. As consequências disso vão transformar Boq e Fiyero para sempre, e ameaçar a segurança da irmã de Elphaba, Nessarose, quando uma garota do Kansas invadir a vida de todos eles. Enquanto uma multidão enfurecida se ergue contra a Bruxa Má, Glinda e Elphaba vão precisar se unir uma última vez.
Noá Bonoba recebe os prêmios do longa Morte e Vida Madalena, de Guto Parente
Os vencedores da 33ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade foram anunciados nesta quarta-feira, 19/11, na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. Com o tema A Gente Quer+ e trazendo uma das maiores programações da sua história, o evento segue até domingo com cinema, teatro, exposição, experiências XR, literatura e games.
Neste ano, A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, foi consagrado com o Coelho de Ouro de melhor longa-metragem brasileiro. Além disso, Arrenego, de Fernando Weller e Alan Oliveira, foi o grande vencedor da Mostra Reframe; Boi de Salto, de Tássia Araújo, levou na categoria de melhor curta-metragem brasileiro. Vale lembrar que os filmes nacionais premiados também recebem prêmios de incentivo à realização de seus novos projetos audiovisuais através da parceria do Mix Brasil com a DOT Cine e Mistika.
O Júri Oficial deste ano foi formado por: Andrezza Czech, João Pedro Mariano e Wiktor Morka na Competitiva Brasil de Longas; Clari Ribeiro, Márcio Picoli e Marina Bastos na Competitiva Brasil de Curtas; André Pitol, Francesca Fini e Raya Martigny na Mostra Reframe; Grace Lis, Mario Londoño e Marcos Serafim na Mostra de IA; be rgb, Gabriela Soutello e Jean Cândido no Mix Literário; Leonardo Maciel, Paulo Cibella e Filipe Chagas em Artes Visuais; Antônio Féres, Formigão e Aramyz no Prêmio Caio Fernando Abreu; e Aline Pereira, Francisco Carbone e Paulo Ernesto no Prêmio Canal Brasil de Curtas.
Confira a lista completa com os vencedores do 33º Festival MixBrasil:
COELHO DE OURO Prêmios dos Júris da Mostra Competitiva Brasil
Melhor longa-metragem: A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo (DF) Melhor curta-metragem: Boi de Salto, de Tássia Araújo (PI) Melhor Filme | Mostra Reframe: Arrenego, de Fernando Weller e Alan Oliveira (PE/PI)
COELHO DE PRATA | CURTA-METRAGEM Prêmios do Júri da Mostra Competitiva Brasil para curtas-metragens
Melhor Direção: Rosa Caldeira e Nay Mendl, por Fronteriza Melhor Roteiro: Como Nasce um Rio, escrito por Luma Flôres Melhor Interpretação: Leona Vingativa, Aria Nunes, Laiana do Socorro, Victor Henrique Oliver, Agarb Braga, Mac Silva e Juan Moraes, por Americana Menção Honrosa: A Vaqueira, a Dançarina e o Porco, de Stella Carneiro e Ary Zara (CE) e Vípuxovuko: Aldeia, de Dannon Lacerda (MS)
COELHO DE PRATA | LONGA e MÉDIA-METRAGEM Prêmios do Júri da Mostra Competitiva Brasil para longas e médias
Melhor Direção: Guto Parente, por Morte e Vida Madalena Melhor Roteiro: Morte e Vida Madalena, escrito por Guto Parente Melhor Interpretação: Laura Brandão e Serena, por A Natureza das Coisas Invisíveis Menção Honrosa: Apolo, de Tainá Müller e Isis Broken (SE/SP) e Apenas Coisas Boas, de Daniel Nolasco (GO) Menção Honrosa | Mostra Reframe: Resumo da Ópera, de Honório Félix e Breno de Lacerda (CE)
COELHO DE PRATA | INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Melhor Filme: Sakura Gansha, de Sijin Liu (Reino Unido/Taiwan) Menção Honrosa: Essa Não é uma Carta de Amor, de Danilo Craveiro (Brasil, SP)
PRÊMIO DO PÚBLICO
Melhor curta-metragem nacional: Fardado, de Dan Biurrum (BA) Melhor curta-metragem internacional: Tão Pouco Tempo (Short Notice), de Athina Gendry (França/Alemanha) Melhor longa-metragem nacional: Apolo, de Tainá Müller e Isis Broken (SE/SP) Melhor longa-metragem internacional: A Sapatona Galáctica (Lesbian Space Princess), de Leela Varghese e Emma Hough Hobbs (Austrália)
OUTROS PRÊMIOS
PRÊMIO ÍCONE MIX: Marisa Orth PRÊMIO SESC TV APRESENTA: Como Nasce um Rio, de Luma Flôres (BA) PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS: Fronteriza, de Rosa Caldeira e Nay Mendl (SP/PR) PRÊMIA IDA FELDMAN: Patrice Pauc SHOW DO GONGO: A Perna Cabeluda, de Manequins Harmonizades PRÊMIO CAIO FERNANDO ABREU: Rebu, por Marina Monteiro MIX LITERÁRIO | Coelho de Prata: Água de Maré, por Tatiana Nascimento MIX LITERÁRIO | Menção Honrosa: Samba Fandango, de Andreas Chamorro DRAMÁTICA | MELHOR ESPETÁCULO | Prêmio do Público | Coelho de Prata: Aqui, Agora, Todo Mundo, de Felipe Barros PRÊMIO VÓRTICE | ARTES VISUAIS: Seja Você, por Marcelo Magnani
Renate Reinsve e Inga Ibsdotter Lilleaas em Valor Sentimental
Foram anunciados nesta terça-feira, 18/11, os indicados ao 38º European Film Awards, premiação criada pela European Film Academy que elege as melhores produções cinematográficas europeias. Os vencedores serão escolhidos pelos membros da EFA, que conta com 5.400 integrantes, e serão revelados no dia 17 de janeiro de 2026, em Berlim, na Alemanha.
Neste ano, o norueguês Valor Sentimental, de Joachim Trier, que foi premiado no Festival de Cannes, se destaca com nove indicações, assim como Sirât, de Oliver Laxe. O alemão O Som da Queda, de Mascha Schilinski, aparece na sequência com oito indicações.
Além disso, a consagrada atriz norueguesa Liv Ullmann, indicada ao Oscar por Os Emigrantes e Face a Face, e a cineasta italiana Alice Rohrwacher, de Lazzaro felice e La Chimera, serão homenageadas com o European Lifetime Achievement Award.
Conheça os indicados ao European Film Awards 2026:
MELHOR FILME EUROPEU Amélie et la métaphysique des tubes, de Maïlys Vallade e Liane-Cho Ha (França) Arco, de Ugo Bienvenu (França) Dieva suns, de Raitis Ābele e Lauris Ābele (Letônia/EUA) Fiume o morte!, de Igor Bezinović (Croácia/Eslovênia/Itália) Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi (França/Irã/Luxemburgo) L’Olívia i el terratrèmol invisible, de Irene Iborra Rizo (Espanha/França/Bélgica/Suíça/Chile) O Som da Queda (In die Sonne schauen), de Mascha Schilinski (Alemanha) Riefenstahl, de Andres Veiel (Alemanha) Sirât, de Oliver Laxe (Espanha/França) Songs of Slow Burning Earth, de Olha Zhurba (Ucrânia/França/Dinamarca/Suécia) Tales from the Magic Garden, de David Súkup, Patrik Pašš, Leon Vidmar e Jean-Claude Rozec (República Checa/Eslováquia/Eslovênia/França) Tardes de soledad, de Albert Serra (Espanha/França) The Voice of Hind Rajab (Sawt Hind Rajab), de Kaouther Ben Hania (França/Tunísia) Valor Sentimental, de Joachim Trier (Noruega/França/Dinamarca/Alemanha/Suécia) With Hasan in Gaza, de Kamal Aljafari (Alemanha)
MELHOR DIREÇÃO Jafar Panahi, por Foi Apenas um Acidente (Yek tasadef sadeh) Joachim Trier, por Valor Sentimental (Affeksjonsverdi) Mascha Schilinski, por O Som da Queda (Sound of Falling) Oliver Laxe, por Sirât Yorgos Lanthimos, por Bugonia
MELHOR ATRIZ EUROPEIA Léa Drucker, por Dossier 137 Leonie Benesch, por Heldin (Late Shift) Renate Reinsve, por Valor Sentimental Valeria Bruni Tedeschi, por Duse Vicky Krieps, por Me Ame com Ternura (Love Me Tender)
MELHOR ATOR EUROPEU Idan Weiss, por Franz Mads Mikkelsen, por Den sidste viking Sergi López, por Sirât Stellan Skarsgård, por Valor Sentimental Toni Servillo, por La grazia
MELHOR ROTEIRO Foi Apenas um Acidente (Un Simple Accident), escrito por Jafar Panahi La grazia, escrito por Paolo Sorrentino O Som da Queda, escrito por Mascha Schilinski e Louise Peter Sirât, escrito por Santiago Fillol e Oliver Laxe Valor Sentimental (Sentimental Value), escrito por Eskil Vogt e Joachim Trier
MELHOR DOCUMENTÁRIO EUROPEU Fiume o morte!, de Igor Bezinović (Croácia/Eslovênia/Itália) Riefenstahl, de Andres Veiel (Alemanha) Songs of Slow Burning Earth, de Olha Zhurba (Ucrânia/França/Dinamarca/Suécia) Tardes de soledad, de Albert Serra (Espanha/França) With Hasan in Gaza, de Kamal Aljafari (Alemanha)
MELHOR FILME EUROPEU DE ANIMAÇÃO Amélie et la métaphysique des tubes, de Maïlys Vallade e Liane-Cho Ha (França) Arco, de Ugo Bienvenu (França) Dieva suns (Dog of God), de Raitis Ābele e Lauris Ābele (Letônia/EUA) L’Olívia i el terratrèmol invisible, de Irene Iborra Rizo (Espanha/França/Bélgica/Suíça/Chile) Tales from the Magic Garden, de David Súkup, Patrik Pašš, Leon Vidmar e Jean-Claude Rozec (República Checa/Eslováquia/Eslovênia/França)
EUROPEAN DISCOVERY | PRÊMIO FIPRESCI A Sombra do Meu Pai (My Father’s Shadow), de Akinola Davies Jr (Reino Unido/Nigéria) On Falling, de Laura Carreira (Reino Unido/Portugal) One of Those Days When Hemme Dies (Hemme’nin Öldüğü Günlerden Biri), de Murat Fıratoğlu (Turquia/Alemanha) Pequenos Pecados (Kaj ti je deklica), de Urška Djukić (Eslovênia/Itália/Croácia/Sérvia) Sauna, de Mathias Broe (Dinamarca) Under the Grey Sky (Pod szarym niebem), de Mara Tamkovich (Polônia)
MELHOR CURTA-METRAGEM EUROPEU | PRÊMIO VIMEO Being John Smith, de John Smith (Reino Unido) City Of Poets, de Sara Rajaei (Holanda) L’avance, de Djiby Kebe (França) Man Number 4, de Miranda Pennell (Reino Unido) The Flowers Stand Silently, Witnessing, de Theo Panagopoulos (Reino Unido)
LUX AUDIENCE AWARD Christy, de Brendan Canty (Irlanda/Reino Unido) Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi (França/Irã/Luxemburgo) Me Ame com Ternura, de Anna Cazenave Cambet (França) Sorda (Deaf), de Eva Libertad (Espanha) Valor Sentimental, de Joachim Trier (Noruega/França/Dinamarca/Alemanha/Suécia)
PRÊMIO DO PÚBLICO JOVEM Arco, de Ugo Bienvenu (França) La vita da grandi, de Greta Scarano (Itália) Véletlenül írtam egy könyvet, de Nóra Lakos (Hungria/Holanda)
MELHOR DIREÇÃO DE ELENCO O Som da Queda, por Karimah El-Giamal e Jacqueline Rietz Sirât, por Nadia Acimi, Luís Bértolo e María Rodrigo Valor Sentimental, por Yngvill Kolset Haga e Avy Kaufman
MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA L’étranger, por Manu Dacosse O Som da Queda, por Fabian Gamper Sirât, por Mauro Herce
MELHOR COMPOSITOR EUROPEU | TRILHA SONORA ORIGINAL Hania Rani, por Valor Sentimental Jerskin Fendrix, por Bugonia Michael Fiedler e Eike Hosenfeld, por O Som da Queda
MELHOR FIGURINO Duse, por Ursula Patzak Franz, por Michaela Horáčková Hořejší O Som da Queda, por Sabrina Krämer
MELHOR EDIÇÃO Bugonia, por Yorgos Mavropsaridis Morra, Amor, por Toni Froschhammer Sirât, por Cristóbal Fernández
MELHOR MAQUIAGEM E CABELO Bugonia, por Torsten Witte Franz, por Gabriela Poláková O Som da Queda, por Irina Schwarz e Anne-Marie Walther
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Bugonia, por James Price Sirât, por Laia Ateca Valor Sentimental, por Jørgen Stangebye Larsen
MELHOR DESIGN DE SOM Bugonia, por Johnnie Burn Sirât, por Laia Casanovas The Voice of Hind Rajab, por Gwennolé Le Borgne, Marion Papinot, Lars Ginzel, Elias Boughedir e Amal Attia
A 20ª edição do Festival Audiovisual Comunicurtas UEPB será realizada entre os dias 19 e 30 de novembro celebrando duas décadas de difusão do cinema, formação audiovisual e valorização da cultura paraibana. Em 2025, o festival reafirma sua identidade marcada pela descentralização, levando cinema e arte para diversos territórios da cidade.
Assim como nas últimas edições, o Comunicurtas expande suas fronteiras e ocupa vários ambientes culturais e comunitários de Campina Grande, na Paraíba. As sessões e atividades estarão distribuídas entre: Cine São José (sede principal da programação), Museu de Arte e Ciência de Campina Grande (MAC), Museu de Arte Popular da Paraíba (MAAP), Arcca Titão, Feira Central de Campina Grande, bairros da Ramadinha, São Januário e Catingueira e Instituto de Educação e Assistência aos Cegos do Nordeste (ICENO), em ação voltada para acessibilidade.
Essa circulação reafirma o papel do festival como um evento democrático, inclusivo e profundamente comprometido com a aproximação entre cinema, cidade e comunidade. Durante onze dias, Campina Grande se transformará em um grande circuito de exibições, debates, oficinas e experiências audiovisuais.
A 20ª edição presta tributo a duas figuras de grande relevância para as artes e para a educação: Professor Luiz Custódio, referência na pesquisa e na formação em comunicação e audiovisual; e Reginaldo Faria, consagrado ator brasileiro, com vasta contribuição ao cinema e à televisão. As homenagens destacam trajetórias que dialogam diretamente com a história do cinema nacional e com a missão do Comunicurtas de valorizar diferentes formas de expressão e criação audiovisual.
Criado em 2005, o Comunicurtas consolidou-se como um dos mais importantes festivais de audiovisual da Paraíba e do Nordeste. Nestes 20 anos, tornou-se referência na formação de criadores, na circulação de obras e na democratização do acesso ao cinema. A edição comemorativa reforça o compromisso do festival com a diversidade, a inclusão e a potência criativa das narrativas que emergem de diferentes territórios.
Conheça os filmes selecionados para o Comunicurtas 2025:
MOSTRA TROPEIROS | CURTAS PARAIBANOS
A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros (João Pessoa) A Menina que Amava Gatos, de Maria Tereza Azevedo (Aparecida) Animais na Pista, de Otto Cabral (Santa Rita) As Caras da Paraíba, de Gitana Pimentel (Campina Grande/João Pessoa) Campina Noir, de Kennyo Alex e Kleyner Arley (Campina Grande) Cantilena, de Dhiones do Congo (Congo) Comadre Florzinha, de Rai Diniz e Carlos Mosca (Campina Grande) Das Crianças para a Natureza, de Direção Coletiva: Alunos da Escola João Paulo II (Bananeiras) Habeas Pinho, de Nathan Cirino e Aluízio Guimarães (Campina Grande) Lá Em Cima Não Há Céu, de Yan Araujo e Óscar Araújo (Campina Grande) Ninguém (mais) Verá, de Fabiano Raposo (Campina Grande) Nua, de Fabi Melo (Campina Grande) O Colecionador de Cheiros de Nucas Femininas, de Natália Damião e Ana Clara Vidal de Negreiros (Campina Grande) O Mistério dos Olhos de Luzia, de Cassandra Bizai (Matinhas) Os Pioneiros, de Everton Xavier (Campina Grande) Retomada Étnica, de Jorge Elô (Esperança) Vento Sussurrante, de Juliete Lima (Campina Grande/Pocinhos) Visita, de André Leite (Campina Grande)
MOSTRA BRASIL | CURTAS NACIONAIS
Amargo, de Bruno Henrique Lima de Araujo (PE) Cinema Sem Teto, de Denise Szabo (SP) Gira, de Maiara Líbano (RJ) Homenagem a Kiarostami, de Jean-Claude Bernardet e Fábio Rogério (SP) Meu Superman, de Alexandre Estevanato (SP) Quando Eu For Grande, de Mano Cappu (PR) Ressonância, de Anna Zêpa (RN) Samba Infinito, de Leonardo Martinelli (RJ) Serenata do Adeus, de Marcio Mehiel (SP) Tamarindo Seco, de Dinorá Melo (CE) Um Dia Daqueles, de Walbert Vinicius (PE)
MOSTRA BRASIL | LONGAS-METRAGENS
Enquanto o Céu Não me Espera, de Christiane Garcia (AM) Moagem, de Ramon Batista (PB) Morte e Vida Madalena, de Guto Parente (CE) Perto do Sol é Mais Claro, de Regis Faria (RJ)
MOSTRA ESTALO | FILMES CURTÍSSIMOS
A Liberdade de Ser, de Elisandra Neves (PB) Com Poesia, as Drogas Foram Retiradas de seu Pequeno Corpo, Mas Nenhuma Palavra Restou Daquele Poema, de Inaz Javan (Irã) Gota de Óleo, de Brenno Lucena (PB) Muito, de Camila Correia (RS) Palavra, de Marcella Boehler (SP) Pequenas Aventuras de Kappa e Xaba, de Mariana Souza Leite Nascimento e Vitor Hadano (ES) Retrato, de Ignacio Rodó (Espanha) Ricordi, de Vitor Taborda e Cindy Macedo (SP) Salvando a Noite de Cinema, de Catalina Saez (Argentina) Tudo por Nada, de Giorgio Vinicius Casetta (GO) Verve, de Giulia Menezes Pérez (RJ)
MOSTRA TROPIQUEERS
Código de Transgressão, de Thayllen Couto (SC) Letargia, de Jakson Nascimento (PB) Marginalizadas? A Rua é Resistência!, de Maria Eliete (PB) Parirás, de Júlia Morim e Amandine Goisbault (PE) Quando a Noite é Vermelha, de Caio Marques e Nilton Silva (SP) Rita Não Anda Só, de Ary Régis Lima (PB)
MOSTRA SOM DA SERRA | VIDEOCLIPES
A Posse é um Fato, de Murilo Munìí e Mar Fagundes (Brasil, RS) Amigo, Amigo, de Flaira Ferro; direção: Amandine Goisbault (Brasil, PE) Eu Sou Eternatura, de Marc Hamill e Kate Sansi (Arábia Saudita/Reino Unido) Ficar Nessa, de Kaio Henry (Brasil, PB) Flerte Tropical, de Maria Liz; direção: Ana Clara Ribeiro e Maria Clara Campos (Brasil, RN) Herança, de Cypher; direção: Micah Aguiar e Jonas Sakamoto (Brasil, MA) Lara, de Zepelim e o Sopro do Cão; direção: Dede Guima e Bruno Caniello (Brasil, PB) Malabares, de Almério; direção: Marcos Castro (Brasil, PE) Movido a Água, de Vida Seca & Anelis Assumpção; direção: Ana Clara Gomes (Brasil, GO) Novo Céu, de Flores 15; direção: Júlia Shuvchinskaya (Portugal) Praia de Campina, de Zepelim e o Sopro do Cão; direção: Bruno Caniello e Dede Guima (Brasil, PB) Primeiro Amor, de Ivana Vladic (Espanha) Sambada Lunar, de Loca da Mata; direção: Biru (Brasil, PB) Will My Heart Survive The Way, de Angelo Porto; direção: Bianca Rocha (Brasil, PB)
MOSTRA CINE TEIA | Produções de Pontos de Cultura do Brasil
30 Anos Fazendo História, Sendo Memória, de Hipolito Lucena (PB) A Pisada é Delas: Mulheres do Coração Nazareno, de Patricia Yara Rocha (PE) Cumbe: Resistência e Afirmação, de Marco Antonio Monte Rocha (CE) Lia Faz um Filme, de Nelson Yabeta (RJ) Pontos de Revolução, de Christiane Ribeiro Gonçalves (CE) Por Debaixo das Mangas, de Elisandra Neves (PB) Povo do Poço da Draga, de Marco Antonio Monte Rocha (CE)
MOSTRA TERRITÓRIO E LIBERDADE | VIDEOARTE
10 Seconds, de Chih Hao Shen (China/Croácia/Taiwan) Arco Reflexo Polissináptico, de Wagner Previtali (Brasil, RS) Corps, de Zefel Coff (Brasil, DF) Díafanos, de Sociedade T (Brasil, RN) Grass Mountain, de Robin Lancaster Bisio (EUA) JÄÄÄÄR, The Edge of the Ice, de Daniel Souza Ferreira (Alemanha) Jenna, de Nacho Recio (Espanha) Novo Céu, Flores 15, de Julia Shuvchinskaya (Portugal) Other World, de Majid Farzolahi (Irã) Poeta é Substantivo Feminino, de Wagner Previtali (Brasil, RS) Put Me On, de Inaz Javan (Irã) Rattle, de Eduardo Herrera (Canadá) The Classroom, de Umar Aman (Paquistão) Uwara, de Voduù Produções (Brasil, SP) Videodança Vermelha, de Héctor Maya Requena (México)
MOSTRA FILMES DO MUNDO
A Voz dos Sem Vozes, de Luqman Mohammed Ibrahim (Nigéria) Coração Político, de Tomás Scillamá (Argentina) Kudret, de Mehmet Oğuz Yıldırım (Turquia) La Niña y la Flor, de Damaris Campana (Peru) Naufragia, de Ana Carolina Vaz Rebelo (Portugal) Salvando a Noite de Cinema, de Catalina Saez (Argentina) Sussurros Quebrados, de Amir Athar Soheili e Amir Masoud Soheili (Irã/Portugal/Síria)
MOSTRA TROPEIROS DE TELEJORNALISMO
Couro: Símbolo de Tradição, de Ana Lima (Campina Grande) De Palmares para cá, de Ana Beatriz Rocha (João Pessoa) Esperança no Espaço, de Thiago Marques (Esperança) Legado Cultural do Cangaço, de Ana Lima (Campina Grande) Memórias da Repressão, de Hebert Araújo (João Pessoa) Na Terra da Jurema Sagrada, de Ana Beatriz Rocha (Alhandra) Natuba, um destino Surpreendente: Turismo de Experiência movimenta economia e valoriza cultura local, de Bruna Morais (Natuba) O Futuro da Nossa Educação, de Ana Beatriz Rocha (João Pessoa) O Último Mestre do Bumba Meu Boi da Paraíba, de Lucas Tarciano (Taperoá) Série 50 anos FICG: A Economia Criativa do Evento, de Lucas Tarciano (Campina Grande)
Os vencedores da 15ª edição do Circuito Penedo de Cinema
Foram anunciados neste domingo, 16/12, os vencedores da 15ª edição do Circuito Penedo de Cinema, que nasceu da junção de quatro consagrados eventos do cinema alagoano. O festival promoveu uma extensa e diversificada programação, totalmente gratuita, às margens do Rio São Francisco, na cidade histórica de Penedo, em Alagoas.
Na cerimônia de encerramento, que aconteceu no Cine Penedo, foram entregues os troféus Canoa de Tolda para os vencedores das três mostras competitivas: 18º Festival do Cinema Brasileiro, 15º Festival de Cinema Universitário e 12º Festival Velho Chico de Cinema Ambiental.
O troféu, símbolo oficial do festival, é inspirado na embarcação tradicional do Baixo São Francisco e ganhou neste ano um novo desenho, com formato verticalizado, em releitura assinada pelo artista Fred Correia. A escolha pelo nome homenageia os festivais realizados em Penedo nas décadas de 1970 e 1980 e reforça o compromisso do evento com a memória da região: “Essa canoa que agora está aqui na cidade representa um símbolo do São Francisco e do cinema feito neste território. É com esse espírito que a gente encerra mais uma edição, sabendo que quem veio vai levar um pouco dessa história para onde for”, afirmou Sérgio Onofre, coordenador geral do Circuito.
Durante a premiação, Sérgio agradeceu ao público, à equipe e aos parceiros da universidade. Ele destacou o envolvimento dos estudantes e servidores da UFAL e a importância de um evento que se firma no calendário nacional pelo diálogo entre cinema e território: “O evento é uma junção de muitos elementos. A cidade, com sua beleza arquitetônica e com o São Francisco, oferece um cenário único. Não é difícil sair daqui falando bem”.
Em uma edição marcada pela diversidade temática e pelo protagonismo de produções locais, dois filmes alagoanos estão entre os vencedores, refletindo o impacto e a recepção das narrativas regionais entre o público presente. Na premiação do Voto Popular, o filme alagoano Cartas à Tia Marcelina, dirigido por Igor Macena, foi escolhido como o vencedor do 15º Festival de Cinema Universitário de Alagoas. Também do estado, o documentário Mulheres da Restinga e O Extrativismo no Baixo São Francisco, de Cynira França, foi eleito pelo público o melhor filme do 12º Festival Velho Chico de Cinema Ambiental.
Já o vencedor do 18º Festival do Cinema Brasileiro foi o baiano Espinho Remoso, dirigido por Heraldo de Deus. Representando a equipe, a atriz Maria Pereira reforçou o simbolismo da premiação: “É muito simbólico estar aqui num novembro tão representativo trazendo um filme que fala sobre romper estigmas e repensar estruturas. Sigamos, com consciência e resistência”.
Já o Júri Oficial escolheu como vencedor do 15º Festival de Cinema Universitário de Alagoas o filme alagoano Cartas à Tia Marcelina. A produção, dirigida por Igor Macena, foi feita sem recursos na própria Universidade Federal de Alagoas e aborda o episódio do Quebra de Xangô de 1912 e resgata figuras centrais da resistência religiosa afro-brasileira no estado: “É um filme sobre o nosso estado, com artistas locais, contando uma história fundamental. Dedicamos esse prêmio a Exu, que abriu os caminhos para fazermos esse filme. É um projeto coletivo que só foi possível graças à união de muitas pessoas”, declarou Macena.
O Júri Oficial do 12º Festival Velho Chico de Cinema Ambiental escolheu como vencedor o filme O Despertar de Aiyra, dirigido por Duda Rodrigues e Juliana Rogge. Duas outras produções receberam Menção Honrosa: A Travessia, de Sérgio Martinelli, e Mulheres da Restinga, de Cynira França.
A diretora Cynira França, agraciada com um troféu e uma Menção Honrosa, agradeceu o reconhecimento e destacou a importância do trabalho para dar visibilidade às comunidades ribeirinhas: “Eu fui meio que tomada pelo cinema. Trouxe essa luz para a minha vida. E juntos fomos construindo essa troca maravilhosa que nos premiou nesta noite”. Já o vencedor do 18º Festival do Cinema Brasileiro foi o filme paraibano A Nave que Nunca Pousa, dirigido por Ellen Morais e produzido por Clarissa Santos.
Além dos troféus, o circuito concedeu incentivos à continuidade da produção audiovisual brasileira. Foram entregues dois prêmios de R$ 10 mil em serviços de pós-produção aos vencedores da Mostra Ambiental. A plataforma de streaming Cardume anunciou a concessão de um contrato exclusivo de licenciamento, no valor de R$ 3 mil, como estímulo à difusão de curtas-metragens. A Mistika, patrocinadora do evento, premiou ainda o vencedor da mostra universitária com R$ 5 mil em serviços de pós-produção.
Com uma programação intensa, o júri deste ano foi formado por: Simone Zuccolotto, José Araripe Jr. e Kika Sena na mostra Festival do Cinema Brasileiro; Lúcio Vilar, Lucia Caus e Camila Morgado na mostra Festival de Cinema Universitário de Alagoas; e Taciana Kramer, Kim Barão e Gabriela Gastal na mostra Festival Velho Chico de Cinema Ambiental.
Conheça os vencedores do 15º Circuito Penedo de Cinema:
FESTIVAL DO CINEMA BRASILEIRO
Melhor Filme | Júri Popular: Espinho Remoso, de Heraldo de Deus (BA) Melhor Filme | Júri Oficial: A Nave que Nunca Pousa, de Ellen Morais (PB)
FESTIVAL DE CINEMA UNIVERSITÁRIO
Melhor Filme | Júri Popular: Cartas à Tia Marcelina, de João Igor Macena (AL) Melhor Filme | Júri Oficial: Cartas à Tia Marcelina, de João Igor Macena (AL)
MOSTRA VELHO CHICO DE CINEMA AMBIENTAL
Melhor Filme | Júri Popular: Mulheres da Restinga e O Extrativismo no Baixo São Francisco, de Cynira França (AL) Melhor Filme | Júri Oficial: O Despertar de Aiyra, de Duda Rodrigues e Juliana Rogge (SP) Menção Honrosa: A Travessia, de Sergio Martinelli (SP) e Mulheres da Restinga e O Extrativismo no Baixo São Francisco, de Cynira França (AL)
Osani, de Pupá, e a atriz Tânia Maria, de O Agente Secreto em Caicó
Foram anunciados neste sábado, 15/11, na Praça da Catedral de Sant’Anna, os vencedores da oitava edição do Curta Caicó, que vem se consolidando como uma das principais iniciativas de difusão do audiovisual no interior do Rio Grande do Norte.
No último dia de exibição de filmes, o Curta Caicó celebrou os novos talentos do cinema potiguar com a mostra de filmes do LAB RN: Laboratório de Roteiro do Festival. O público conferiu cinco títulos produzidos por jovens do Seridó Potiguar, que mostraram histórias diversas com sensibilidade para com as suas comunidades: Queimadas, de Flávia Silva; Carta D’água, de Nattan Pereira; Fardo, de Joelson Bezerra; O Som das Serras, de Eduarda Medeiros; e Fartura, de Agnes Félix.
Destaque também para a valorização das mulheres que se dedicam ao audiovisual. As atrizes Tânia Maria, de O Agente Secreto, e Múcia Teixeira, e a realizadora Jussara Queiroz, três nomes fundamentais para a consolidação da cena regional, foram homenageadas por suas trajetórias profissionais e dedicação ao cinema nacional. Momento de emoção e reconhecimento dessas mulheres junto às produções potiguares.
Entre os premiados, vale destacar que os filmes vencedores das mostras Seridó e Potiguar recebem cada um o Prêmio Mistika no valor de R$ 8.000,00 em serviços de pós-produção de imagem. Na mostra Seridó, Pupá, dirigido por Osani, que foi consagrado, foi selecionado para a próxima edição do LABRFF, Los Angeles Brazilian Film Festival, e recebeu também o Prêmio Filmes Urgentes no valor de R$ 8.000,00 em serviços de locação de equipamentos.
Com coordenação de Marcela Freire, o júri desta edição foi formado por: Priscila Urpia, Paulo Conceição e Ana Célia Gomes na mostra Seridó; Pedro Reinato, Luciana França e Fabi Melo na mostra Potiguar; e Kaiony Venâncio, Flavia Guerra e Beto Brant na mostra Nacional. A ACCiRN, Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte, entregou o Prêmio da Crítica em todas as mostras.
Conheça os vencedores do 8º Curta Caicó:
MOSTRA NACIONAL
Melhor Filme: Ladeira Abaixo, de Ismael Moura (PB) Melhor Direção: Ismael Moura, por Ladeira Abaixo Melhor Roteiro: Ladeira Abaixo, escrito por Ismael Moura Melhor Atriz: Titina Medeiros, por Ladeira Abaixo Melhor Ator: Danilo Maia, por Os Cravos Melhor Fotografia: A Sombra de um Futuro, por Bianca Ono Melhor Som: A Sombra de um Futuro, por Tulio Borges e Luiz Lepchak Melhor Montagem: O Nome da Vida, por Lucas Borges Prêmio Especial do Júri: Sobre Ruínas, de Carol Benjamin (RJ)
MOSTRA POTIGUAR
Melhor Filme: Divagar, de Lupa Silva Melhor Direção: Manoel Batista, por Entre Dunas Melhor Roteiro: Liberdade sem Conduta, escrito por Dênia Cruz Melhor Atuação/Personagem: Nilsão, em Nilsão Melhor Fotografia: Nilsão, por Evelyn Freitas Melhor Som: Divagar, por Sidenei da Silva Melhor Montagem: Entre Dunas, por Wallace Santos e Manoel Batista Menção Honrosa: Canto de Acauã, de Jaya Pereira
MOSTRA SERIDÓ
Melhor Filme: Pupá, de Osani Melhor Direção: Osani, por Pupá Melhor Roteiro: Corraveara, escrito por Julhin de Tia Lica Melhor Atuação: Tony Silva e Múcia Teixeira, por Mariana e Ludovina Melhor Fotografia: Cordões, por Alex Macêdo Melhor Som: Quanta Violência uma Cidade Tão Pequena Suporta? Melhor Montagem: Pupá, por Alex Macêdo Menção Honrosa: Maria Fulô e o Chafariz, de Andreza Edna e Anderson Bruno
PRÊMIO DA CRÍTICA | ACCiRN: Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte
Mostra Nacional: O Nome da Vida, de Amanda Pomar (MG) Mostra Potiguar: Divagar, de Lupa Silva Mostra Seridó: Cinco Marias, de Bruno Cesar Mostra Acauã | Ambiental: Correnteza, de Diego Muller e Pablo Muller (RS) Mostra Rio Branco: Vovó Foi pro Céu, de Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter (BA) Mostra Pax: O Sonho de Anu, de Vanessa Kypá (PB) Mostra São Francisco: Serão, de Caio Bernardo da Silva (PB) Mostra Alvorada | Filmes Fantásticos: Erva Daninha, de Fabio Salvador (SP) Mostra Videoclipe: Receita de Vó, de Carlon Hardt (Artista: Renan Inquérito e Liah Vitória) (PR)
A 16ª edição do Festival de Cinema de Triunfo, que acontecerá entre os dias 14 e 20 de dezembro, no Theatro Cinema Guarany, no Sertão do Pajeú, em Pernambuco, contará com mais de 30 filmes na programação entre curtas, médias e longas-metragens.
Os títulos selecionados concorrem ao Troféu Caretas com prêmios do Júri Oficial e Júri Popular. O melhor longa-metragem receberá R$ 6 mil, enquanto os melhores curtas de cada categoria serão premiados com R$ 4 mil. O prêmio para o melhor filme experimental será de R$ 2 mil. O Troféu Caretas também será entregue em outras categorias; já o Troféu Fernando Spencer será concedido para o melhor personagem das obras concorrentes.
O festival, que em breve anunciará outras atividades paralelas em sua programação, é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE e Fundarpe.
Conheça os filmes selecionados para o 16º Festival de Cinema de Triunfo:
LONGA-METRAGEM NACIONAL
Gravidade, de Leo Tabosa (PE) Jamary, de Begê Muniz (AM) Originárias (Native Worldviews), de Marcilia Cavalcante Barros (BA) Timidez, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa (RJ) Uma Estrada que Corta o Território do Xerente, de Túlio de Melo (TO)
CURTA ou MÉDIA-METRAGEM NACIONAL
Akaîutĩ, de JP Mello, Kaline Cassiano e Sylara Silvério (RN) Boiuna, de Adriana de Faria (PA) Iluminação Especial 7.0, de Mayara Bezerra (PE) O Céu Não Sabe Meu Nome, de Carol Aó (BA/SP) Ressonância, de Anna Zêpa (RN)
CURTA ou MÉDIA-METRAGEM PERNAMBUCANO
Afluir, de Gabi Holanda (Olinda) Areias do Céu, de Virgínia Guimarães (Santa Cruz do Capibaribe) Mar de Dentro, de Lia Letícia (Recife) Noé da Ciranda, de João Marcelo (Surubim) Ô Celina, Ô Celina: Biu Neguinho, de Jadson André e Sheilla Moreno (Arcoverde) Sertão 2138, de Deuilton B Junior (Recife)
CURTA ou MÉDIA-METRAGEM DOS SERTÕES
As Duas Faces de Eva, de Coletivo Cinema no Interior (Itacuruba) Encruza, de Guilherme Cavalcante e Rafael Costa (Salgueiro) Mal Sagrado, de Tandie Sogo e Pedro Lacerda (Petrolina) Pé de Chinelo, de Cátia Cardoso (Petrolina) Presente de Aniversário, de Uilma Queiroz (Afogados da Ingazeira) Salam, de Bruna Tavares (Afogados da Ingazeira)
CURTA ou MÉDIA-METRAGEM INFANTOJUVENIL
Babalu é Carne Forte, de Xulia Doxágui (PE) Catarse, de Nicole Carvalho Fukushima e Théo Álan de Sá Bugelli (SP) Lá na Frente, de Márcio Andrade (PE) Menina Semente, de Tulio Beat (PE) Queimando por Dentro, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE)
FILME EXPERIMENTAL
Cana Queimada de Desejos, de Sávio Sabiá e Ricardo Sékula (PE) Ecos do Tempo, de Renato Izaias (PE) Plantis da Vida: Frevo Rural, de Clarissa Azevedo (PE) Quando em Tuas Veias, de Roberta Laleska e Felipe Espíndola (PE) Recife: Enquanto os Monstros Dormem, de Widio Joffre (PE) Um Dia de Todos os Dias, de Fábio Narciso (MG)
Destaque: o longa chileno OOlhar Misterioso do Flamingo, de Diego Céspedes
Com o tema A Gente Quer+, o Festival MixBrasil de Cultura da Diversidade chega à sua 33ª edição trazendo uma das maiores programações da sua história. Serão 142 filmes de 33 países e de 18 estados brasileiros e uma série nacional.
Além disso, a seleção contará também com oito espetáculos teatrais, experiências XR (vindas da França, Benin, Brasil, Suíça, Coreia do Sul e EUA), artes visuais, literatura, games, conferência, o tradicional Show do Gongo e a grande novidade desta edição: uma mostra competitiva com filmes feitos com Inteligência Artificial.
Entre os dias 12 e 23 de novembro, o MixBrasil, maior evento cultural LGBT+ da América Latina, ocupará a capital paulista com sua programação, que acontecerá no CineSesc, Centro Cultural São Paulo (CCSP), Spcine Olido, Cinemark (Shopping Cidade São Paulo), Instituto Moreira Salles (IMS Paulista), Reserva Cultural, Museu da Diversidade Sexual, Museu da Imagem e do Som (MIS), Biblioteca Mário de Andrade, Galeria Vermelho, Tendal da Lapa e Teatro Sérgio Cardoso.
Para o diretor do festival, André Fischer, a 33ª edição chega reafirmando a vocação do MixBrasil como plataforma para além da resistência: “Mesmo com escassez de investimentos públicos e privados e retrocessos em várias frentes, o festival cresce e celebra uma das maiores programações da sua história. A colaboração internacional em ano de menos recursos por aqui viabilizou uma edição potente, através da integração à Temporada França–Brasil 2025 e a seção Mundo Mix que homenageia a Polônia”.
A edição de 2025 do MixBrasil abre no dia 12 de novembro com o longa Me Ame com Ternura (Love Me Tender), da diretora francesa Anna Cazenave Cambet, que marcará presença no festival. Exibida na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes, a obra acompanha a história de Clémence, interpretada por Vicky Krieps, que decide abrir seu coração ao ex-marido e revela que está vivendo novos amores, agora com mulheres. Um retrato devastador da maternidade e da liberdade. O filme também recebeu o Prêmio Especial do Júri no Prêmio Felix no Festival do Rio.
Criado para celebrar trajetórias artísticas e pessoais ligadas à história e aos valores do MixBrasil, o Prêmio Ícone Mix homenageia nesta edição Marisa Orth, que é parte indissociável da história do evento onde, desde 1999, conduz o lendário Show do Gongo, espetáculo que sintetiza o espírito do festival: liberdade, irreverência, afeto e celebração da diversidade. A atriz, cantora e apresentadora irá receber a homenagem na noite de abertura, que também contará com trechos da performance interativa Aqui, Agora, Todo Mundo, de Alexandre Mortágua com Fernando Barros.
Dylan O’Brien, Aisling Franciosi e James Sweeney em Twinless: Um Gêmeo a Menos
A programação de longas internacionais exibirá títulos de cineastas que fizeram parte dos mais importantes festivais do mundo, todos inéditos em São Paulo. São obras vindas de 17 países e protagonizadas por corpos queers, que fazem um convite a uma viagem profunda pela paisagem LGBT+ ao redor do planeta. Destacam-se: Twinless: Um Gêmeo a Menos, do americano James Sweeney, vencedor do Prêmio do Público no Festival de Sundance, com Dylan O’Brien no elenco; O Olhar Misterioso do Flamingo (La misteriosa mirada del flamenco), do chileno Diego Céspedes, que levou o prêmio de melhor filme na mostra Un Certain Regard, em Cannes, e representa o Chile no Oscar 2026; Antes/Depois (Avant/Après), do ator e diretor belga Manoël Dupont, que foi consagrado com o Prêmio FIPRESCI no Festival Internacional de Karlovy Vary.
E mais: Queens of the Dead, de Tina Romero, vencedor do Prêmio do Público no Festival de Tribeca; Meu Peito em Chamas (Mi pecho está lleno de centellas), do mexicano Gal S. Castellanos, que recebeu Menção Especial do júri no Festival de Málaga; A Sapatona Galáctica (Lesbian Space Princess), animação australiana de Leela Varghese e Emma Hough Hobbs, que venceu o Prêmio Felix de melhor longa internacional no Festival do Rio; Manok, da coreana Yu-jin Lee, selecionado para o BFI Flare: London LGBTQIA+ Film Festival; Niñxs, de Kani Lapuerta, premiado no Frameline San Francisco International LGBTQ Film Festival e exibido no Visions du Réel; o mexicano O Fim das Primeiras Vezes, de Rafael Ruiz Espejo, exibido no San Francisco International Film Festival.
A seleção internacional segue com: Remada (Skiff), da diretora belga Cecilia Verheyden e exibido no Gijón International Film Festival; Sabbath Queen, de Sandi DuBowski, exibido nos festivais de Zurique, Tribeca e Cleveland; o argentino A Metros de Distância (A metros de distancia), de Tadeo Pestãna Caro; Scarlet Blue, de Aurélia Mengin, com Patricia Barzyk no elenco; a comédia de horror Blowie, de Ed Aldridge, altSHIFT e Sam Lidbetter, com Kayden Gray e Gabriel Cross; e o drama Memorabilia, de Charles Lum e Todd Verow, com J.J. Bozeman e Justin Ivan Brown no elenco.
Com a direção de programação de cinema a cargo de Marcio Miranda Perez, a curadoria destaca também os longas nacionais, que reúne produções contemporâneas premiadas dentro e fora do Brasil. Com temas que revelam corpos em transição, identidades em conflito e uma persistente busca por liberdade, os filmes estão distribuídos entre as mostras Competitiva Brasil, Queer.doc e Reframe, que este ano se torna competitiva. Clique aqui e confira os títulos brasileiros selecionados, entre longas e curtas-metragens.
Vicky Krieps e Monia Chokri em Me Ame com Ternura
Outra novidade desta edição é a Mostra de Inteligência Artificial, que traz 24 filmes produzidos com ferramentas de IA, sendo 19 brasileiros e estrangeiros em competição, além de cinco filmesinternacionais com curadoria do FIVIA, Festival Internacional de Vídeo e Inteligência Artificial de Marselha, na França. A seleção final propõe um olhar crítico e poético sobre a presença da IA na criação cinematográfica de temática LGBT+.
O Dramatica, seção teatral do MixBrasil, traz oito espetáculos para esta 33ª edição que compõem um mosaico de existências em movimento; obras que transitam entre o trauma e a reinvenção. Entre as produções solo que abordam a experiência gay em São Paulo, estão: Bigorna, Irremediáveis e Segredos Privados para uma Vida Sexual Pública, respectivamente de Walmick de Holanda, Danilo Martim e Luiz Felipe Bianchini, com supervisão de Luiz Fernando Marques (Lubi).
Completam a lista: Aqui, Agora, Todo Mundo, com texto e atuação de Felipe Barros e direção de Heitor Garcia; Fumaça, com Filipe Augusto e direção de Fernando Vilela; (Des)conhecidos, de Leandro Rebello e Francisco Leal, com direção de Fabrício Licursi; Hospital de Puppet, uma ópera híbrida de Thomas Brennan, Miguel Noya e Gustavo Sol, com o apoio da Universidade de Artes de Estocolmo; e Long Play: Otima Forma, de Alexandre Roccoli e Marcos Serafim. O evento contará ainda com debates pós espetáculo e participação no MixLab, com o tema Retratos da Cena Cui/Queer e LGBT+ Contemporânea.
O Show do Gongo é o coração anárquico e afetivo do MixBrasil, um dos momentos mais aguardados e emblemáticos do festival. Sob o comando de Marisa Orth, o evento recebe cineastas profissionais e amadores que têm o desprendimento de submeter seus trabalhos de até cinco minutos, colocando à prova talento e criatividade. O público vibra em alto e bom som, aplaude e, quando necessário, grita gonga!, em um ritual de humor e catarse. Este ano, o Show do Gongo acontecerá no dia 18 de novembro, a partir das 20h, no Teatro Sérgio Cardoso.
Cena da animação A Sapatona Galáctica, de Leela Varghese e Emma Hough Hobbs
O Mix Literário chega à sua 8ª edição apresentando duas mesas de debate com os jurados dos Prêmios Mix Literário e Caio Fernando Abreu, além de encontros de formação em que escritoras e escritores compartilharão suas experiências de criação literária, de forma presencial, na Biblioteca Mário de Andrade. Mantendo o diálogo internacional, o Mix Literário receberá também a autora francesa Anne Pauly, uma das vozes mais potentes da literatura lésbica contemporânea, que participa da programação e assina a discotecagem da festa de abertura do MixBrasil.
As Artes Visuais ganham seu maior espaço em mais de três décadas de evento com: a exposição Kwir Nou Exist, sobre a comunidade trans reunionense; o encontro entre os coletivos Depois do Fim da Arte e Realidades, na Galeria Vermelho; e a mostra com curadoria da Vórtice Cultural, no Museu da Diversidade Sexual.
O Mix.XR, premiado em 2025 pela WSA Brasil (World Summit Awards, iniciativa ligada à ONU de inovação digital), consolida-se como a principal mostra de experiências imersivas e tecnológicas com foco na diversidade. Nesta edição, o programa apresentará cinco experiências em realidade virtual (VR), dois espetáculos imersivos e uma projeção em domo com o projeto Kancícà; uma estrutura hemisférica de 360° que oferece ao público uma vivência sensorial completa, onde som, imagem e corpo se entrelaçam. Kancícà integra tecnologia, espiritualidade e cultura afro-brasileira, expandindo os limites da narrativa audiovisual. Completam a programação: a experiência vinda da França, Another Place; dos Estados Unidos, Blackstar Sanctuary e Unfolding; do Brasil, Dilemma; e da Coreia do Sul, Downfall of the Virtual Huma.
O Festival Mix Brasil é um evento cultural dedicado a celebrar a diversidade, promover a expressão artística e avançar a inclusão social. O MixBrasil conquistou seu lugar como uma das mais abrangentes vitrines culturais LGBT+ do mundo.
Elenco: Wagner Moura, Robério Diógenes, Tânia Maria, Alice Carvalho, Gabriel Leone, Roney Villela, Isabél Zuaa, Maria Fernanda Candido, Thomás Aquino, Udo Kier, Ítalo Martins, Igor de Araújo, Carlos Francisco, Hermila Guedes, Laura Lufési, Kaiony Venâncio, Edilson Silva, Suzy Lopes, Buda Lira, Wilson Rabelo, Rubens Santos, Albert Tenório, Joalisson Cunha, Aline Marta Maia, Enzo Nunes, Erivaldo Oliveira, Fabiana Pirro, Fafá Dantas, Geane Albuquerque, Gregorio Graziosi, Isadora Ruppert, João Vitor Silva, Licínio Januário, Luciano Chirolli, Marcelo Valle, Márcio de Paula, Nivaldo Nascimento, Robson Andrade, Ane Oliva, Mariza Moreira, Jimmy Astley.
Ano: 2025
Sinopse: Brasil, 1977. Fugindo de um passado misterioso, Marcelo, um especialista em tecnologia, na casa dos quarenta, volta ao Recife em busca de um pouco de paz, mas percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura.
*Clique aqui e confira nossa entrevista com o protagonista Wagner Moura
Cena do longa cearense Morte e Vida Madalena, de Guto Parente
Depois de revelar os títulos das mostras paralelas (Potiguar e Panorama), a 12ª edição da Mostra de Cinema de Gostoso, que acontecerá entre os dias 20 e 24 de novembro, anunciou a programação da Mostra Competitiva, que reúne uma seleção de longas e curtas-metragens nacionais e também das Sessões Especiais.
O evento, reconhecido como uma experiência cinematográfica única no Brasil, será realizado na paradisíaca Praia do Maceió, em São Miguel do Gostoso, litoral potiguar, com sessões ao ar livre em uma sala de cinema de alta tecnologia. Com 700 espreguiçadeiras, tela de 12m x 6,5m, projeção em 4K e som 7.1, a sala proporciona conforto e qualidade de imagem e som, transformando a praia em um verdadeiro palco para o cinema brasileiro.
Os filmes da Mostra Competitiva concorrem ao Prêmio do Público, definido por votação popular, e ao Prêmio da Crítica, concedido por jornalistas convidados. Também será oferecido um prêmio de pós-produção pelas empresas DOT e Mistika para um filme em competição. A curadoria da 12ª Mostra de Cinema de Gostoso é formada por Carine Fiúza, Eugenio Puppo, Janaína Oliveira, Mariana Souza e Matheus Sundfeld.
Além dos filmes em competição, também serão exibidos longas em Sessões Especiais, como: o consagrado O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, com Wagner Moura, escolhido para representar o Brasil no Oscar 2026; a cópia restaurada do clássico brasileiro Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes; e o documentário Dona Onete: Meu Coração Neste Pedacinho Aqui, de Mini Kerti, que será o filme de encerramento.
Conheça os novos filmes selecionados para a Mostra de Cinema de Gostoso 2025:
MOSTRA COMPETITIVA | LONGAS-METRAGENS
A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo (DF) Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia (MG) Buenosaires, de Tuca Siqueira (PE) Cais, de Safira Moreira (BA) Morte e Vida Madalena, de Guto Parente (CE)
MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS
A Nave que Nunca Pousa, de Ellen Morais (PB) Dia dos Pais, de Bernardo Ale Abinader (AM) Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini (RJ) Presépio, de Felipe Bibian (RJ) Pupá, de Osani (RN) Queimando por Dentro, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE) Ressonância, de Anna Zêpa (RN)
SESSÃO ESPECIAL O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (PE)
SESSÃO CLÁSSICOS RESTAURADOS DO CINEMA BRASILEIRO Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes (2005) (PE)
FILME DE ENCERRAMENTO Dona Onete: Meu Coração Neste Pedacinho Aqui, de Mini Kerti (RJ)
Ítalo Martins no longa Uma Baleia Pode Ser Dilacerada como uma Escola de Samba
A 12ª edição da Mostra de Cinema de Gostoso, que acontecerá entre os dias 20 e 24 de novembro, divulgou os títulos selecionados para a Mostra Panorama, que traz uma curadoria especial de quatro longas e oito curtas-metragens que celebram a pluralidade estética, temática e territorial do cinema brasileiro contemporâneo.
As sessões da Mostra Panorama serão realizadas na Sala Petrobras em uma tenda geodésica climatizada com capacidade para 115 pessoas, instalada na Praia do Maceió, proporcionando ao público uma experiência cinematográfica acolhedora e imersiva à beira-mar.
A realização da Mostra Panorama é viabilizada pela parceria com a Petrobras, patrocinadora máster do projeto. A Sala Petrobras, que foi sucesso de público nas edições anteriores, reafirma o compromisso da empresa com a cultura nacional e com projetos que têm a brasilidade como inspiração, promovendo a diversidade cultural em todas as regiões do país.
A Mostra de Cinema de Gostoso se consolidou como um evento único em todo o Brasil, ao promover a exibição de filmes a céu aberto em uma sala de cinema montada na paradisíaca Praia do Maceió em São Miguel do Gostoso, litoral potiguar, com uma programação totalmente gratuita, aliando conforto e alta qualidade de projeção. Vale lembrar que os títulos que serão exibidos na Mostra Potiguar já foram anunciados: clique aqui e confira.
Conheça os filmes da Mostra Panorama da Mostra de Cinema de Gostoso 2025:
LONGAS-METRAGENS
A Mulher Sem Chão, de Auritha Tabajara e Débora McDowell (PA) As Travessias de Letieres Leite, de Iris de Oliveira e Day Sena (BA) Futuro Futuro, de Davi Pretto (RS) Uma Baleia Pode Ser Dilacerada como uma Escola de Samba, de Marina Meliande e Felipe M. Bragança (RJ)
CURTAS-METRAGENS
A Vaqueira, A Dançarina e O Porco, de Stella Carneiro e Ary Zara (CE) Boiuna, de Adriana de Faria (PA) E Seu Corpo é Belo, de Yuri Costa (RJ) Fuá, o sonho, de Viviane Jag Fej Farias e Amallia Brandolff (RS) Inquietas, de Thaina Morais (RN) Kaira e o Temporal, de Wagner Nogueira Mendes (CE) Marcia Antonelli: Das Palavras à Sobrevivência, de Mariellen Kuma (AM) Quem se Move, de Stephanie Ricci (SP)
Cíntia Domit Bittar, diretora de Virtuosas: filme premiado
Foram anunciados nesta quinta-feira, 30/10, na Sala Petrobras, na Cinemateca Brasileira, os vencedores da 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. A cerimônia, apresentada por Serginho Groisman e Renata de Almeida, diretora da Mostra, premiou 15 títulos em diversas categorias.
Neste ano, quatro prêmios foram concedidos pelo Júri Oficial, formado em 2025 pelo produtor sul-africano Atilla Salih Yücer, pelo produtor brasileiro baseado em Los Angeles Daniel Dreifuss, pela cineasta portuguesa Denise Fernandes, pela realizadora colombiana Laura Mora e pelo crítico-chefe da revista Variety, o norte-americano Peter Debruge.
O quinteto escolheu The President’s Cake, de Hasan Hadi, como melhor filme, uma coprodução entre Iraque, Estados Unidos e Catar. Eles também entregaram um Prêmio Especial para DJ Ahmet, de Georgi M. Unkovski. A Luta, de Jose Alayón, recebeu uma Menção Honrosa e Doha Ramadan ganhou como melhor atuação pelo trabalho na obra egípcia Feliz Aniversário, de Sarah Goher.
Além dos troféus Bandeira Paulista, uma criação da artista plástica Tomie Ohtake, dados pelos jurados, foram entregues os tradicionais: Prêmio do Público, Prêmio da Crítica, Prêmio Netflix, Prêmio Brada, Prêmio Abraccine de Cinema Brasileiro e Prêmio Paradiso, além do novo Prêmio Prisma Queer. Homenagens aos agraciados com o Prêmio Humanidade e o Prêmio Leon Cakoff também marcaram a cerimônia.
Na ocasião, Joelma Gonzaga, Secretária Nacional do Audiovisual do Ministério da Cultura, subiu ao palco para anunciar o edital Rouanet Festivais, no valor de R$ 17 milhões, em parceria com a BB Asset e a Petrobras. O MinC escolheu o encerramento da Mostra 2025 para a notícia sobre o programa, cujo objetivo é democratizar o acesso ao audiovisual brasileiro e fortalecer a política de difusão em todo o país: “Os festivais de cinema precisam de apoio e amparo de uma política pública”, disse Gonzaga no anúncio.
Após o cerimonial, o longa-metragem Jay Kelly, de Noah Baumbach, distribuído pela Netflix, foi exibido encerrando a programação oficial da 49ª Mostra de São Paulo. O filme, que disputou o Leão de Ouro no Festival de Veneza, conta com George Clooney e Adam Sandler no elenco.
Vale destacar que alguns dos filmes premiados estão na seleção da repescagem, que ocorre entre 31 de outubro e 5 de novembro em três salas: no CineSesc e no Cine Satyros Bijou durante todo o período, e no Cultura Artística nos dias 31 de outubro e 1º de novembro.
Conheça os vencedores da 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo:
TROFÉU BANDEIRA PAULISTA 2025 | JÚRI OFICIAL
MELHOR FILME | PRÊMIO DO JÚRI The President’s Cake (Mamlaket Al-Qasab), de Hasan Hadi (Iraque/EUA/Catar)
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI DJ Ahmet, de Georgi Unkovski (Macedônia/República Tcheca/Sérvia/Croácia)
PRÊMIO DO JÚRI | MENÇÃO HONROSA A Luta (La Lucha), de José Alayón (Espanha/Colômbia)
MELHOR ATUAÇÃO Doha Ramadan, por Feliz Aniversário (Eid Milad Saeed)
PRÊMIO DO PÚBLICO
MELHOR FICÇÃO BRASILEIRA Criadas, de Carol Rodrigues
MELHOR DOCUMENTÁRIO BRASILEIRO Cadernos Negros, de Joel Zito Araújo
MELHOR FICÇÃO INTERNACIONAL Palestina 36 (Filastin 36), de Annemarie Jacir (Palestina/Reino Unido/França/Dinamarca/Noruega/Catar/Arábia Saudita/Jordânia)
MELHOR DOCUMENTÁRIO INTERNACIONAL Yanuni, de Richard Ladkani (Áustria/Brasil/EUA/Canadá/Alemanha)
OUTROS PRÊMIOS
PRÊMIO ABRACCINE | MELHOR FILME BRASILEIRO O Pai e o Pajé, de Iawarete Kaiabi; codirigido por Felipe Tomazelli e Luís Villaça
PRÊMIO DA CRÍTICA Melhor Filme Brasileiro: A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo (Brasil/Chile) Melhor Filme Internacional: A Sombra do Meu Pai (My Father’s Shadow), de Akinola Davies Jr. (Reino Unido/Nigéria)
PRÊMIO NETFLIX Virtuosas, de Cíntia Domit Bittar (Brasil)
PRÊMIO PROJETO PARADISO Coração das Trevas, de Rogério Nunes (Brasil/França)
PRÊMIO BRADA | MELHOR DIREÇÃO DE ARTE A Sombra do Meu Pai, por Jennifer Anti e Pablo Anti
PRÊMIO PRISMA QUEER Melhor Filme Internacional: Queerpanorama, de Jun Li (EUA/Hong Kong/China) Melhor Filme Brasileiro: A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo Prêmio Especial do Júri: Morte e Vida Madalena, de Guto Parente (Brasil/Portugal)
PRÊMIO HUMANIDADE Euzhan Palcy Jafar Panahi Jean-Pierre e Luc Dardenne
PRÊMIO LEON CAKOFF Charlie Kaufman Mauricio de Sousa