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Conheça os vencedores do 14º Dorian Awards, prêmio organizado pela Associação de Críticos LGBTQ

por: Cinevitor
Cena de Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo: sete prêmios

Foram anunciados nesta quinta-feira, 23/02, os vencedores da 14ª edição do Dorian Awards, prêmio organizado pela GALECA (Gay and Lesbian Entertainment Critics Association), Associação Gay e Lésbica de Críticos de Entretenimento; o nome é em homenagem ao escritor Oscar Wilde em referência ao seu romance O Retrato de Dorian Gray.

Neste ano, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, que liderava a lista de indicações, foi consagrado com sete prêmios, entre eles, o de melhor filme e melhor atriz para Michelle Yeoh; o documentário All the Beauty and the Bloodshed, de Laura Poitras, também se destacou.

Com mais de 400 jornalistas e críticos de veículos importantes dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, muitos integrantes da Associação, fundada em 2009, se identificam como membros da comunidade LGBTQ, seja lésbica, gay, bissexual, transgênero ou queer; porém, diversos jornalistas simpatizantes também fazem parte.

Nesta 14ª edição, a cantora e atriz Janelle Monáe, declarada uma pessoa não binária e que recentemente atuou em Glass Onion: Um Mistério Knives Out, foi homenageada com o GALECA LGBTQIA+ Film Trailblazer Award; o comediante Jerrod Carmichael venceu o mesmo prêmio por seu trabalho na TV. O vencedor do Timeless Award será anunciado em breve.

Nas categorias televisivas, Yellowjackets, Abbott Elementary, Heartstopper, The White Lotus, Round 6, The Other Two, RuPaul’s Drag Race e Euphoria se destacaram. Beyoncé foi premiada na categoria de melhor performance musical por sua apresentação no Oscar do ano passado com a música Be Alive, do filme King Richard: Criando Campeãs.

Em uma votação especial, os membros da GALECA foram convocados a nomear um lançamento de 2022, com a temática LGBTQ, que eles achavam que merecia mais atenção; filmes exibidos em plataformas de streaming, como Fire Island: Orgulho & Sedução e Justiceiras não foram considerados, mas serão elegíveis para a próxima edição. A lista final com os 10 melhores filmes LGBTQ que merecem mais destaque traz os seguintes títulos: Benediction, Close, Firebird, Girl Picture, Great Freedom, Os Amores Dela, Peter von Kant, Please Baby Please, Spoiler Alert: The Hero Dies e We’re All Going to the World’s Fair.

Em comunicado oficial, John Griffiths, diretor executivo da GALECA, disse: “Atravessando uma pandemia, além de ataques assustadores não apenas à democracia americana, mas também aos cidadãos de cor e a qualquer pessoa que não seja heterossexual, todos nós tivemos que lidar com muitas coisas ultimamente. Mas o quão bom é o retorno dos filmes, desde grandes e emocionantes sucessos de bilheteria até histórias pessoais e peculiares que atingem todos os tipos de fãs de cinema? Não importa o que esteja acontecendo na mente de um certo governador da Flórida e sua laia, os melhores filmes e a TV também continuarão a refletir o que está acontecendo no mundo real; e paralelos também. Olhando para os nossos indicados e vencedores, você pode deixar escapar um bom e profundo suspiro”.

Conheça os vencedores do Dorian Awards 2022/2023 nas categorias de cinema:

FILME DO ANO
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

FILME LGBTQ DO ANO
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR DIREÇÃO
Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

ROTEIRO DO ANO | ORIGINAL OU ADAPTADO
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, escrito por Daniel Kwan e Daniel Scheinert

INTERPRETAÇÃO DO ANO
Michelle Yeoh, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

INTERPRETAÇÃO COADJUVANTE DO ANO
Ke Huy Quan, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

FILME ESTRANGEIRO DO ANO
RRR: Revolta, Rebelião, Revolução, de S.S. Rajamouli (Índia)

DOCUMENTÁRIO DO ANO
All the Beauty and the Bloodshed, de Laura Poitras

DOCUMENTÁRIO LGBTQ DO ANO
All the Beauty and the Bloodshed, de Laura Poitras

FILME DE ANIMAÇÃO DO ANO
Marcel The Shell with Shoes On

TRILHA SONORA DO ANO
Tár, por Hildur Guðnadóttir

FILME VISUALMENTE IMPRESSIONANTE DO ANO
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

FILME NÃO CELEBRADO/DESCONHECIDO DO ANO
Aftersun

FILME CAMPY DO ANO
Pearl

REVELAÇÃO DO ANO
Stephanie Hsu

WILDE ARTIST AWARD
*honra uma força verdadeiramente inovadora no cinema, teatro ou TV
Michelle Yeoh

TIMELESS STAR (o vencedor será anunciado posteriormente)
*homenagem a um ator ou atriz cuja carreira exemplar é marcada pelo caráter, sabedoria e sagacidade
Anthony Hopkins
Bill Nighy
Nathan Lane
RuPaul Andre Charles
Tom Hanks

Foto: Divulgação.

A Baleia

por: Cinevitor

The Whale

Direção: Darren Aronofsky

Elenco: Brendan Fraser, Hong Chau, Sadie Sink, Ty Simpkins, Samantha Morton, Sathya Sridharan, Jacey Sink, Wilhelm Schalaudek.

Ano: 2022

Sinopse: Charlie é um professor de inglês com obesidade severa, que tenta se reconectar com sua filha adolescente como uma última tentativa de redenção. Baseado na peça homônima de Samuel D. Hunter.

Nota do CINEVITOR:

BAFTA 2023: conheça os vencedores do Oscar britânico

por: Cinevitor
Austin Butler: prêmio de melhor ator por Elvis

A Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão anunciou neste domingo, 19/02, em cerimônia realizada no Royal Albert Hall, em Londres, os vencedores do British Academy Awards 2023, também conhecido como BAFTA.

Neste ano, o alemão Nada de Novo no Front, de Edward Berger, que liderava a lista com quatorze indicações, foi o grande vencedor da noite com sete prêmios, entre eles, o de melhor filme; Os Banshees de Inisherin e Elvis também se destacaram e foram premiados em quatro categorias cada. Além disso, ao vencer o prêmio de melhor atriz por Tár, Cate Blanchett acumulou seu quarto BAFTA; anteriormente recebeu por Elizabeth, O Aviador e Blue Jasmine.

A 76ª edição do BAFTA, conhecido como o Oscar britânico, foi apresentada pelo ator Richard E. Grant ao lado da atriz Alison Hammond, e contou com apresentações musicais de Ariana DeBose, Little Simz e Joan Armatrading.

A renomada figurinista britância Sandy Powell, de A Favorita, O Irlandês, Shakespeare Apaixonado, A Jovem Rainha Vitória, O Aviador, entre outros, foi homenageada com o BAFTA Fellowship, entregue pela British Academy of Film and Television Arts, em reconhecimento à sua excepcional contribuição ao cinema ao longo de sua carreira.

Conheça os vencedores do BAFTA 2023:

MELHOR FILME
Nada de Novo no Front

MELHOR FILME BRITÂNICO
Os Banshees de Inisherin

MELHOR DIREÇÃO
Edward Berger, por Nada de Novo no Front

MELHOR ATOR
Austin Butler, por Elvis

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Barry Keoghan, por Os Banshees de Inisherin

MELHOR ATRIZ
Cate Blanchett, por Tár

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Kerry Condon, por Os Banshees de Inisherin

MELHOR ELENCO
Elvis, por Nikki Barrett e Denise Chamian

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Os Banshees de Inisherin, escrito por Martin McDonagh

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Nada de Novo no Front, escrito por Edward Berger, Lesley Paterson e Ian Stokell

MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO INGLESA
Nada de Novo no Front, de Edward Berger (Alemanha)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Navalny, de Daniel Roher

MELHOR ANIMAÇÃO
Pinóquio, de Guillermo del Toro e Mark Gustafson

MELHOR FOTOGRAFIA
Nada de Novo no Front, por James Friend

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Nada de Novo no Front, por Volker Bertelmann

MELHOR EDIÇÃO
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Paul Rogers

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Babilônia, por Florencia Martin e Anthony Carlino

MELHOR FIGURINO
Elvis, por Catherine Martin

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO
Elvis, por Jason Baird, Mark Coulier, Louise Coulston e Shane Thomas

MELHOR SOM
Nada de Novo no Front, por Lars Ginzsel, Frank Kruse, Viktor Prášil e Markus Stemler

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Avatar: O Caminho da Água, por Richard Baneham, Daniel Barrett, Joe Letteri e Eric Saindon

MELHOR ATOR/ATRIZ EM ASCENSÃO | VOTO POPULAR
Emma Mackey

ROTEIRISTA, DIRETOR(A) OU PRODUTOR(A) BRITÂNICO REVELAÇÃO
Charlotte Wells (diretora/roteirista), por Aftersun

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO
An Irish Goodbye, de Tom Berkeley e Ross White

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO | ANIMAÇÃO
O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo, de Peter Baynton e Charlie Mackesy

Foto: Gareth Cattermole/Getty Images for BAFTA.

75º DGA Awards: conheça os vencedores do prêmio do Sindicato dos Diretores

por: Cinevitor
Daniels: premiados por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

Foram anunciados neste sábado, 18/02, no Beverly Hilton, em Beverly Hills, em cerimônia apresentada pela quarta vez pelo comediante Judd Apatow, os vencedores do 75º DGA Awards, prêmio organizado pelo Sindicato dos Diretores da América, Directors Guild of America, que elege a melhor direção em TV e cinema desde 1948.

Os cineastas Daniel Kwan e Daniel Scheinert foram os grandes vencedores desta 75ª edição por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo e receberam o prêmio das mãos de Chloé Zhao, consagrada nesta mesma categoria em 2021 com Nomadland. Entre as produções televisivas, destacaram-se: Sam Levinson, por Euphoria; e Bill Hader, por Barry.

Como de costume, nomes importantes da indústria foram homenageados: o diretor televisivo Robert A. Fishman recebeu o Lifetime Achievement Award; Mark Hansson, primeiro assistente de direção de séries como Animal Kingdom, Cara Gente Branca e Lúcifer, foi homenageado com o Frank Capra Achievement Award; e Valdez Flagg, gerente de palco, foi honrado com o Franklin J. Schaffner Achievement Award.

Conheça os vencedores do 75º Directors Guild of America Awards nas categorias de cinema:

MELHOR DIREÇÃO | LONGA-METRAGEM
Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | LONGA-METRAGEM
Charlotte Wells, por Aftersun

MELHOR DIREÇÃO | DOCUMENTÁRIO
Sara Dosa, por Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft

MELHOR DIREÇÃO | FILME PARA TV OU MINISSÉRIE
Helen Shaver, por Estação Onze (episódio: Who’s There?)

Foto: Divulgação/DGA.

27º Art Directors Guild Awards: conheça os filmes premiados

por: Cinevitor
Margot Robbie em Babilônia, de Damien Chazelle

Foram anunciados neste sábado, 18/02, os vencedores da 27ª edição do Annual Excellence in Production Design Awards, que reconhece a excelência em design de produção (ou direção de arte, como é chamada no Brasil) no cinema, televisão, comerciais e videoclipes.

A cerimônia, realizada no InterContinental Los Angeles Downtown, consagrou diversos filmes, entre eles, Babilônia, com design de produção assinado por Florencia Martin, que também foi indicada ao Oscar deste ano. Nas categorias televisivas, as séries Pachinko, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, Ruptura e How I Met Your Father foram premiadas; o videoclipe I Drink Wine, da cantora Adele, também se destacou.

Nos últimos cinco anos, o vencedor do prêmio de filme de época do ADG ganhou o Oscar de design de produção três vezes: A Forma da Água, Era Uma Vez em… Hollywood e Mank. Em 2019, a estatueta dourada foi para Pantera Negra, vencedor da categoria fantasia; e em 2022 para Duna.

Além disso, nomes importantes foram homenageados na premiação: o Lifetime Achievement Award foi entregue para a designer de produção Lilly Kilvert, indicada ao Oscar por Lendas da Paixão e O Último Samurai; para o artista cênico Michael Denering, de Piratas do Caribe: No Fim do Mundo, Desventuras em Série e As Panteras; ao cenógrafo Luis Hoyos, de Tenet, Dunkirk, Dreamgirls: Em Busca de um Sonho e Memórias de uma Gueixa; e para a ilustradora/artista de storyboard Janet Kusnick, de 127 Horas, Kill Bill: Volume 2 e Silverado. O cineasta Baz Luhrmann e a diretora de arte e figurinista Catherine Martin foram honrados com o Cinematic Imagery Award; e Guillermo del Toro recebeu o William Cameron Menzies Award.

Fundada em 1937, a Art Directors Guild (ADG, IATSE Local 800) reúne mais de 2.500 membros do mundo todo, principalmente americanos e canadenses, que trabalham como designers de produção, diretores de arte, cenógrafos, ilustradores, modeladores, assistentes de arte, entre outros. Vale lembrar que, dentro da estrutura do cinema brasileiro, o designer de produção é mais conhecido como diretor de arte.

Conheça os vencedores do 27º Annual Excellence in Production Design Awards nas categorias de cinema:

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ÉPOCA
Babilônia, por Florencia Martin

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE FANTASIA
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Jason Kisvarday

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME CONTEMPORÂNEO
Glass Onion: Um Mistério Knives Out, por Rick Heinrichs

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ANIMAÇÃO
Pinóquio, por Curt Enderle e Guy Davis

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME PARA TV/STREAMING OU SÉRIE LIMITADA
O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro, por Tamara Deverell

Foto: Divulgação/Paramount Pictures.

21º VES Awards: conheça os vencedores do prêmio que elege os melhores efeitos visuais do cinema

por: Cinevitor
Nove prêmios: James Cameron, diretor de Avatar: O Caminho da Água

Foram anunciados nesta quarta-feira, 15/02, em cerimônia apresentada pelo comediante Patton Oswalt, no Beverly Hilton Hotel, em Los Angeles, os vencedores da 21ª edição do VES Awards, prêmio criado pela Visual Effects Society, que reconhece a excelência artística e a inovação em efeitos visuais em filmes, animações, programas de TV, comerciais e videogames.

Neste ano, Avatar: O Caminho da Água, de James Cameron, que liderava a lista com 14 indicações, foi consagrado com nove prêmios; a animação Pinóquio, de Guillermo Del Toro e Mark Gustafson, também se destacou. Em outras categorias, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, Cinco Dias no Hospital Memorial, The Last of Us, ABBA Voyage, The Umbrella Academy e Love, Death & Robots também foram premiados.

Esta edição marca a estreia do Prêmio Emerging Technology, que celebra os criadores de tecnologia por trás dos visuais e homenageia os inventores de uma ferramenta, dispositivo, software ou metodologia inovadora e única de valor excepcional para a arte e a ciência do efeitos visuais, jogos ou animação.

Como de costume, nomes importantes da indústria foram homenageados na premiação que elege os melhores efeitos visuais: a produtora e escritora Gale Anne Hurd, de O Exterminador do Futuro e Mankiller, recebeu o VES Lifetime Achievement Award; e Eric Roth, ex-diretor executivo da VES, foi honrado com o VES Board of Directors Award.

Com mais de 4.000 membros, de 40 países, a Visual Effects Society reúne profissionais de efeitos visuais, incluindo artistas, tecnólogos, modelistas, educadores, executivos de estúdio, supervisores, especialistas em marketing e produtores.

Conheça os vencedores do 21º Visual Effects Society Awards nas categorias de cinema:

MELHORES EFEITOS VISUAIS EM FILME FOTOREALISTA
Avatar: O Caminho da Água, por Richard Baneham, Walter Garcia, Joe Letteri, Eric Saindon e JD Schwalm

MELHORES EFEITOS VISUAIS DE APOIO EM FILME FOTOREALISTA
Treze Vidas: O Resgate, por Jason Billington, Thomas Horton, Denis Baudin, Michael Harrison e Brian Cox

MELHORES EFEITOS VISUAIS EM ANIMAÇÃO
Pinóquio, por Aaron Weintraub, Jeffrey Schaper, Cameron Carson e Emma Gorbey

MELHOR PERSONAGEM ANIMADO EM FILME FOTOREALISTA
Kiri, em Avatar: O Caminho da Água; por Anneka Fris, Rebecca Louise Leybourne, Guillaume Francois e Jung Rock Hwang

MELHOR PERSONAGEM ANIMADO EM ANIMAÇÃO
Pinocchio, em Pinóquio; por Oliver Beale, Richard Pickersgill, Brian Leif Hansen e Kim Slate

MELHOR AMBIENTE CRIADO EM FILME FOTOREALISTA
Recife, em Avatar: O Caminho da Água; por Jessica Cowley, Joe W. Churchill, Justin Stockton e Alex Nowotny

MELHOR AMBIENTE CRIADO EM ANIMAÇÃO
Estômago do Monstro Marinho, em Pinóquio; por Warren Lawtey, Anjum Sakharkar, Javier Gonzalez Alonso e Quinn Carvalho

MELHOR FOTOGRAFIA VIRTUAL EM CG PROJECT
Avatar: O Caminho da Água, por Richard Baneham, Dan Cox, Eric Reynolds e AJ Briones

MELHOR MODELO EM PROJETO FOTOREALISTA OU ANIMADO
Dragão do Mar, em Avatar: O Caminho da Água; por Sam Sharplin, Stephan Skorepa, Ian Baker e Guillaume Francois

MELHOR SIMULAÇÃO DE EFEITOS EM FILME FOTOREALISTA
Simulação de água, em Avatar: O Caminho da Água; por Johnathan Nixon, David Moraton, Nicolas James Illingworth e David Caeiro Cebrian

MELHOR SIMULAÇÃO DE EFEITOS EM FILME DE ANIMAÇÃO
Gato de Botas 2: O Último Pedido, por Derek Cheung, Michael Losure, Kiem Ching Ong e Jinguang Huang

MELHOR COMPOSIÇÃO E ILUMINAÇÃO EM FILME FOTOREALISTA
Integração hídrica, em Avatar: O Caminho da Água; por Sam Cole, Francois Sugny, Florian Schroeder e Jean Matthews

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS PRÁTICOS EM FILME FOTOREALISTA OU ANIMADO
Current Machine and Wave Pool, em Avatar: O Caminho da Água; por JD Schwalm, Richard Schwalm, Nick Rand e Robert Spurlock

MELHORES EFEITOS VISUAIS EM PROJETO ESTUDANTIL
A Calling. From the Desert to the Sea, por Mario Bertsch, Max Pollmann, Lukas Löffler e Till Sander-Titgemeyer

PRÊMIO EMERGING TECHNOLOGY
Avatar: O Caminho da Água (Water Toolset), por Alexey Stomakhin, Steve Lesser, Sven Joel Wretborn e Douglas McHale

Foto: Danny Moloshok/Moloshok Photography.

Meu Nome é Gal: protagonizado por Sophie Charlotte, filme sobre Gal Costa ganha data de estreia

por: Cinevitor
O longa chega aos cinemas no dia 21 de setembro

Protagonizado por Sophie Charlotte, o aguardado Meu Nome é Gal, cinebiografia de Gal Costa, dirigida por Dandara Ferreira e Lô Politi, que também assina o roteiro, acaba de confirmar sua data de estreia nos cinemas: 21 de setembro, dias antes do aniversário da cantora baiana, que completaria 78 anos este ano.

A Paris Filmes também divulgou, nesta terça-feira, 14/02, o cartaz teaser do longa. Além de Sophie no papel de Gal Costa, o filme traz no elenco nomes como Rodrigo Lelis, como Caetano Veloso; Dan Ferreira, como Gilberto Gil; Camila Márdila na pele de Dedé Gadelha; George Sauma como Waly Salomão; Luis Lobianco, que interpreta o empresário Guilherme Araújo; entre outros. A diretora Dandara Ferreira também atua no filme e dá vida à Maria Bethânia; Fabio Assunção faz uma participação especial na pele de um diretor de televisão.

Meu Nome é Gal retrata a trajetória de Maria da Graça Costa Penna Burgos, Gracinha, como era chamada pela mãe Mariah. Com 20 anos, Gal viaja para o Rio de Janeiro, onde se junta aos companheiros de vida Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Dedé Gadelha. A cantora enfrenta a timidez ao longo da carreira, mas a Tropicália potencializa sua força e a ajuda a provocar uma revolução estética e comportamental que transforma toda uma geração, sobretudo de mulheres. O movimento modifica a indústria, desafia a sociedade conservadora e Gal se torna um dos principais nomes da música brasileira.

Com 57 anos de carreira musical, a trajetória de Gal Costa soma mais de 30 álbuns e diversos prêmios, entre eles o Grammy Latino à Excelência Musical, recebido pelo conjunto de sua obra. Seus sucessos atemporais, e que são parte da cultura nacional, fazem parte da trilha sonora do filme que destaca Eu Vim da Bahia, Baby, Divino Maravilhoso, Alegria, Alegria, Coração Vagabundo, Mamãe, Coragem e, claro, Meu Nome é Gal, canção composta por Erasmo e Roberto Carlos em 1969. A música foi eleita a preferida da atriz Sophie Charlotte no vasto repertório da cantora, que morreu em São Paulo no dia 9 de novembro de 2022.

Com direção de fotografia de Pedro Sotero, Juliana Lobo e Thales Junqueira assinam a direção de arte. O figurino é de Gabriella Marra e a maquiagem de Tayce Vale. A trilha sonora ficou por conta de Otavio de Moraes e a montagem por Eduardo Serrano.

Com produção da Paris Entretenimento e Dramática Filmes, em coprodução com a Globo Filmes e Telecine, a distribuição é da Paris Filmes com codistribuição da Spcine e da Secretaria Municipal da Cultura.

Foto: Stella Carvalho.

Prêmio Goya 2023: conheça os vencedores; Carlos Saura e Juliette Binoche são homenageados

por: Cinevitor
A atriz francesa recebeu o Goya Internacional

Foram anunciados neste sábado, 11/02, no Auditorio Andalucía de Sevilla, os vencedores do Prêmio Goya (ou Premios Goya, no original), evento realizado pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha, que elege os melhores filmes e profissionais do cinema e é conhecido como o Oscar espanhol.

O suspense As Bestas, de Rodrigo Sorogoyen, que liderava a lista com 17 indicações, foi premiado em nove categorias, entre elas, melhor filme e melhor ator para Denis Ménochet; Modelo 77, de Alberto Rodríguez, aparece na sequência com cinco prêmios.

A cerimônia, apresentada por Antonio de la Torre e Clara Lago, foi ainda mais emocionante por conta das homenagens ao cineasta espanhol Carlos Saura, que morreu nesta sexta-feira, aos 91 anos, e já tinha sido anunciado como o grande vencedor do Goya de Honor: “Sua morte comoveu profundamente toda classe cinematográfica porque ele era um dos ativos mais brilhantes da cultura espanhola. O Carlos, a quem admirava como professor e amava como amigo, despediu-se de nós, dos seus espectadores, estreando esta semana sua penúltima obra. E tenho certeza que ele já estará naquelas galáxias em uma pré-produção”, disse Fernando Méndez-Leite, presidente da Academia.

Para celebrar tal honraria, os filhos e a companheira do cineasta receberam a estatueta das mãos da atriz Carmen Maura. Na sequência, Eulalia Ramón leu uma mensagem póstuma de Saura na qual agradecia aos colegas, amigos e atores e atrizes preferidos: “Eu me considero uma pessoa de sorte e ficarei feliz se o cinema que fiz serviu para inspirar as novas gerações”, disse.

Nesta 37ª edição, a atriz francesa Juliette Binoche foi homenageada com o Goya Internacional, que destaca personalidades que contribuem para o cinema em todo o mundo; o prêmio foi entregue pela cineasta Isabel Coixet, com quem trabalhou no longa Ninguém Deseja a Noite. Ovacionada pelo público, discursou: “Obrigada por este maravilhoso Goya, que não é para mim, é para o fogo que me habita mas não me pertence”. Binoche encerrou seu discurso prestando uma homenagem particular a Saura cantarolando a música Porque te vas, do filme Cría Cuervos.

Conheça os vencedores do Prêmio Goya 2023:

MELHOR FILME
As Bestas

MELHOR DIREÇÃO
Rodrigo Sorogoyen, por As Bestas

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE
Alauda Ruiz de Azúa, por Cinco lobitos

MELHOR ATOR
Denis Ménochet, por As Bestas

MELHOR ATRIZ
Laia Costa, por Cinco lobitos

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Luis Zahera, por As Bestas

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Susi Sánchez, por Cinco lobitos

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
As Bestas, escrito por Isabel Peña e Rodrigo Sorogoyen 

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Un año, una noche, escrito por Fran Araújo, Isa Campo e Isaki Lacuesta 

ATOR REVELAÇÃO
Telmo Irureta, por La consagración de la primavera

ATRIZ REVELAÇÃO
Laura Galán, por Cerdita

MELHOR DIREÇÃO DE PRODUÇÃO
Modelo 77, por Manuela Ocón Aburto 

MELHOR FOTOGRAFIA
As Bestas, por Álex de Pablo 

MELHOR MONTAGEM
As Bestas, por Alberto del Campo

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
Modelo 77, por Pepe Domínguez del Olmo 

MELHOR FIGURINO
Modelo 77, por Fernando García

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO
Modelo 77, por Yolanda Piña e Félix Terrero 

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
As Bestas, por Olivier Arson

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
Sintiéndolo mucho, de Joaquín Sabina e Leiva (Sintiéndolo mucho)

MELHOR SOM
As Bestas, por Aitor Berenguer, Fabiola Ordoyo e Yasmina Praderas 

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
Modelo 77, por Esther Ballesteros e Ana Rubio 

MELHOR ANIMAÇÃO
Unicorn Wars, de Alberto Vázquez

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Labordeta, un hombre sin más, de Paula Labordeta e Gaizka Urresti

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO
Argentina, 1985, de Santiago Mitre (Argentina)

MELHOR FILME EUROPEU
A Pior Pessoa do Mundo, de Joachim Trier (Noruega)

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO
Arquitectura Emocional 1959, de León Siminiani

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO
Maldita. A Love Song to Sarajevo, de Amaia Remírez García e Raúl de la Fuente

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO
Loop, de Pablo Polledri

Foto: Miguel Córdoba.

Sindicato dos Maquiadores e Cabeleireiros: conheça os vencedores do 10º MUAHS Awards

por: Cinevitor
Brendan Fraser em A Baleia, de Darren Aronofsky: filme premiado

O Sindicato dos Maquiadores e Cabeleireiros divulgou neste sábado, 11/02, os vencedores do 10º Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild Awards. A cerimônia, realizada no The Beverly Hilton, em Beverly Hills, e apresentada pela atriz Melissa Peterman, premiou as melhores maquiagens e estilos de penteados do cinema, da TV, mídias digitais e do teatro.

Nas categorias destinadas aos longas-metragens, foram consagrados: Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, Elvis, A Baleia e Pantera Negra: Wakanda para Sempre. Entre as produções televisivas, Euphoria, Pam & Tommy, Abbott Elementary e Nossa Bandeira é a Morte se destacaram.

Além disso, a cerimônia também homenageou profissionais que contribuem pelo trabalho na área de maquiagem e penteado: a atriz Angela Bassett, de Pantera Negra: Wakanda para Sempre, recebeu o Distinguished Artisan Award; Steve LaPorte, vencedor do Oscar por Os Fantasmas se Divertem, e o cabeleireiro Josée Normand, consagrado no Emmy por Jornada nas Estrelas: Voyager, Jornada nas Estrelas: A Nova Geração e A Gata e o Rato, receberam o Lifetime Achievement Award. O maquiador Fred C. Blau Jr., vencedor do Emmy por Histórias Maravilhosas, e a cabeleireira Judy Crown, premiada no Emmy por Houdini: O Mestre dos Mágicos e Designing Women, foram honrados com o Vanguard Awards.

Conheça os vencedores do MUAHS Awards 2023 nas categorias de cinema:

MELHOR MAQUIAGEM | FILME CONTEMPORÂNEO
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Michelle Chung, Erin Rosenmann e Dania A. Ridgway

MELHOR MAQUIAGEM EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO
Elvis, por Shane Thomas e Angela Conte 

MELHOR MAQUIAGEM DE EFEITOS ESPECIAIS
A Baleia, por Adrien Morot, Kathy Tse e Chris Gallaher

MELHOR PENTEADO | FILME CONTEMPORÂNEO
Pantera Negra: Wakanda para Sempre, por Camille Friend, Evelyn Feliciano, Marva Stokes e Victor Paz 

MELHOR PENTEADO EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO
Elvis, por Shane Thomas e Louise Coulston 

Foto: Divulgação/Califórnia Filmes.

Espaço Itaú de Cinema Anexo encerra atividades com sessão gratuita

por: Cinevitor
O cinema foi inaugurado em março de 1995

Em 16 de fevereiro de 2023, o Espaço Itaú de Cinema Anexo, localizado na Rua Augusta, 1470, vai encerrar as atividades, após 28 anos de funcionamento, com sessão gratuita do filme A Última Floresta, de Luiz Bolognesi, nas salas 4 e 5; os ingressos poderão ser retirados a partir das 19h.

Diretor de programação do circuito Itaú Cinemas, Adhemar Oliveira chama a sessão de “penúltima,  porque a última só deve acontecer com o fim do mundo”. O imóvel alugado que abriga duas salas de cinema foi vendido para a incorporadora Vila 11. Inaugurado em março de 1995 em um sobrado bem à frente da sede, o Anexo do Espaço Itaú Augusta se transformou, ao longo de quase três décadas, no point cinematográfico mais querido da cena paulistana, devido ao privilegiado espaço com quintal e jardim, além do Café Fellini.

Adhemar Oliveira inaugurou o Espaço Augusta em outubro de 1993, na época patrocinado pelo Banco Nacional. O cinema foi o primeiro a apostar na iniciativa de exibir cinematografias independentes do mundo todo, além de promover a formação de público através de cursos e projetos como o Escola no Cinema, Sessão Cinéfila e Clube do Professor. Credita-se ao cinema a revitalização da rua Augusta. O comércio do seu entorno, como lojas, bares e restaurantes, foi estimulado pelo expressivo número de frequentadores do cinema.

Prestes a completar 30 anos, o Espaço Itaú de Cinema Augusta continua vivo do outro lado da rua, assim como as unidades Frei Caneca, Pompeia, Brasília e Rio de Janeiro. Além de seguir em plena operação, o Augusta vai incorporar a programação do Anexo, assim como estuda uma possível ampliação do ambiente do Café Fellini no número 1475.

O Anexo foi aberto em um sobrado bem à frente da sede, em março de 1995. O aconchegante cinema acolheu projetos cinematográficos importantes como o Curta às Seis, que diariamente projetava curtas-metragens brasileiros em sessões gratuitas na sala 4, e cursos do Escola no Cinema destacando a história e o desenvolvimento da linguagem cinematográfica, os movimentos da cinematografia mundial e filmografias de diretores consagrados.

A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo exibiu ali inúmeros filmes, realizou debates com cineastas e promoveu o ciclo de depoimentos com personalidades da cultura Memórias do Cinema. Obras que integraram edições do Festival Internacional de Curtas Metragens também ganharam as telas do Anexo.

Café Fellini: atração à parte do Anexo

Títulos clássicos, tais como Stromboli (1950), de Roberto Rossellini, Morangos Silvestres (1957), de Ingmar Bergman, Um Corpo que Cai (1958), de Alfred Hitchcock, Hiroshima, Meu Amor (1959), de Alain Resnais, Acossado (1960), de Jean-Luc Godard, A Doce Vida (1960), de Federico Fellini, e Nosferatu: O Vampiro da Noite (1979), de Werner Herzog, foram relançados e entraram em cartaz no irmão caçula do Espaço Itaú de Cinema Augusta.

Durante as quase três décadas de existência, o Anexo teve ainda outro papel fundamental: o de dar continuidade à exibição de filmes que estrearam do outro lado da rua, no número 1475. Em vez de deixarem o circuito, essas produções entravam na programação das salas menores, a 4 (88 lugares) e a 5 (33 lugares), permanecendo, assim, mais semanas em cartaz.

O Café Fellini sempre foi uma atração à parte do Anexo, uma espécie de refúgio em meio ao clima caótico e agitado da rua Augusta. Em dois ambientes, um interno e outro ao ar livre, ambos decorados com flores, são oferecidos quitutes, como bolos, tortas e salgados, e bebidas, como cafés, chás e cervejas. O estabelecimento tocado por Silvia Oliveira, Silvinha, para os frequentadores mais assíduos, foi eleito cinco vezes a melhor bomboniere de cinema da cidade de São Paulo por um ranking anual promovido pelo Guia Folha, da Folha de S. Paulo.

Para marcar o fim das atividades no local, na quinta-feira, dia 16, o filme A Última Floresta será exibido nas salas 4 e 5, em sessão às 20h. Com direção de Luiz Bolognesi e premiado no Festival de Berlim, o longa acompanha os yanomami, que vivem numa área do norte do país, numa região de montanhas da floresta amazônica marcada por paisagens muito diferentes das que estamos habituados a ver. Chapadões imensos, cachoeiras, corredeiras descem pela mata densa. Muitas vezes, cerrados exóticos se sobrepõem às nuvens, no alto da floresta.

Nessas paisagens exóticas e pouco comuns, os yanomami escrevem uma rara história de resistência cultural em nossos dias. Enquanto outros povos são arrastados para a identidade do homem branco, seja pela invasão das igrejas evangélicas, seja pela penetração autorizada ou não de madeireiros, garimpeiros e engenheiros abrindo estradas ou construindo hidrelétricas, os yanomami, liderados pelo líder e grande pajé Davi Kopenawa Yanomami lutam para se isolar e manter a cultura espiritual e cotidiana viva. Travam uma verdadeira guerra para preservar suas identidades, com inúmeros conflitos internos, como o desejo dos jovens de terem celulares ou deixarem a vida na floresta pela vida nas cidades.

Fotos: Divulgação.

Perlimps

por: Cinevitor

Direção: Alê Abreu

Elenco: Giulia Benite, Lorenzo Tarantelli, Stenio Garcia.

Ano: 2022

Sinopse: Claé e Bruô são agentes secretos de reinos rivais que precisam trabalhar juntos em uma missão importante: salvar os Perlimps dos terríveis gigantes que cercaram a Floresta Encantada.

Nota do CINEVITOR:

Pearl

por: Cinevitor

Direção: Ti West

Elenco: Mia Goth, David Corenswet, Tandi Wright, Matthew Sunderland, Emma Jenkins-Purro, Alistair Sewell, Amelia Reid, Gabe McDonnell, Lauren Stewart, Todd Rippon, Grace Acheson, Shaman Theron.

Ano: 2022

Sinopse: Em 1918, uma jovem à beira da loucura busca o estrelato em uma tentativa desesperada de escapar do trabalho penoso, do isolamento e da falta de amor da vida na fazenda dos pais.

Nota do CINEVITOR: