Festival do Rio 2025: conheça os filmes internacionais selecionados

por: Cinevitor
Stellan Skarsgård e Elle Fanning em Valor Sentimental, de Joachim Trier

Depois de anunciar os filmes brasileiros, o Festival do Rio 2025, que acontecerá entre os dias 2 e 12 de outubro, revelou os títulos internacionais que serão exibidos ao longo da programação com produções aclamadas nos maiores festivais do mundo e os indicados por seus países ao Oscar.

Além da Première Brasil, principal vitrine do cinema brasileiro, a seleção internacional também ocupa lugar de destaque, com mostras tradicionais. A Panorama Mundial apresenta os grandes nomes do ano e obras de cineastas consagrados. Já a mostra Expectativas é o espaço para novas vozes, exibindo os primeiros trabalhos de diretores de diversos países que tenham até três filmes em suas filmografias; nesta edição, a mostra ganha caráter competitivo com o Prêmio do Público Expectativas.

A Première Latina traz cerca de 20 produções de todo o território da América Latina. Para quem busca experiências provocadoras, a Midnight Movies reúne obras intensas que transitam do terror ao erótico. Na mostra Itinerários Únicos, o foco está em documentários sobre a vida e o legado de grandes artistas da história mundial, da música à moda e à arquitetura. Por fim, Clássicos & Cults convida o público a redescobrir ou ter seu primeiro contato com títulos representativos da história do cinema global.

Nesta 27ª edição, uma seleção imperdível de produções internacionais ganha destaque na mostra Panorama Mundial, que traz os títulos mais esperados do ano, escolhidos para refletir perspectivas globais e apresentar os trabalhos mais recentes de cineastas consagrados, além de reunir destaques dos principais festivais internacionais.

Dentre os longas pré-selecionados por seus países para representá-los no Oscar 2026, 14 títulos completam a programação, entre eles, o brasileiro O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, com Wagner Moura; o aguardado A Voz de Hind Rajab, de Kaouther Ben Hania, representante da Tunísia e premiado no Festival de Veneza; o aclamado Valor Sentimental, de Joachim Trier, representante da Noruega e vencedor do Grand Prix em Cannes; o filipino Fernão de Magalhães, de Lav Diaz, com Gael García Bernal; entre outros.

Saja Kilani no premiado A Voz de Hind Rajab, de Kaouther Ben Hania

A programação contará também com outros destaques, como: Couture, de Alice Winocour, com Angelina Jolie e Louis Garrel; Alpha, de Julia Ducournau, que disputou a Palma de Ouro em Cannes; Balada de um Jogador, de Edward Berger, exibido nos festivais de Toronto e San Sebastián; Brincando com Fogo, de Delphine Coulin e Muriel Coulin, que rendeu o prêmio de melhor ator para Vincent Lindon no Festival de Veneza do ano passado; In-I in Motion, de Juliette Binoche, que contará com a presença da diretora no evento; O que a Natureza te Conta, de Hong Sang-soo, que disputou o Urso de Ouro no Festival de Berlim; La Grazia, de Paolo Sorrentino, que abriu o Festival de Veneza e rendeu o prêmio de melhor ator para Toni Servillo; Romaria, de Carla Simón, exibido em Cannes; Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, de Mary Bronstein, que rendeu o prêmio de melhor interpretação para Rose Byrne; Orphan, de László Nemes, exibido em Veneza; entre muitos outros.

O cinema latino-americano tem lugar cativo no Festival do Rio com a Première Latina, mostra que celebra a riqueza e a diversidade das narrativas do continente. Em sua edição de 2025, a seleção reúne longas-metragens que montam um rico panorama de culturas, histórias, estéticas e questões relevantes que atravessam as cinematografias autorais da região.

Entre os destaques estão produções como o drama chileno O Olhar Misterioso do Flamingo, de Diego Céspedes, obra alegórica sobre a epidemia de AIDS na década de 1980 que foi a grande vencedora da mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes deste ano, sendo também o longa escolhido para representar seu país na disputa pelo Oscar de melhor filme internacional. Outro título celebrado nos grandes festivais internacionais que marca presença na seleção é o sensível road movie A Mensageira, de Iván Fund, coprodução entre Argentina e Espanha, que conquistou o Prêmio do Júri no Festival de Berlim.

Cineastas premiados no circuito internacional também estão representados na seleção, que traz os novos filmes da cultuada realizadora argentina Lucrecia Martel e do chileno Sebastián Lelio. Martel apresenta Nossa Terra, primeiro longa documental de sua carreira, que revisita o assassinato do líder indígena Javier Chocobar e a luta de sua comunidade por justiça; a obra foi reconhecida com o Prêmio Films After Tomorrow em Locarno e exibida em Veneza. Já Lelio retorna às telas com A Onda, musical ousado que representa os eventos reais da primavera feminista que tomou as ruas do Chile em 2018.

O Festival do Rio tem uma mostra dedicada a obras diversas e provocantes, do terror ao erótico, que apresenta o que faz você querer desviar o olhar, mas mantém seus olhos fixos: a Midnight Movies. Neste ano, a seleção reúne filmes de todos os continentes, em sua maioria dirigidos por mulheres e membros da comunidade LGBTQIA+, dos gêneros cinematográficos mais variados, com participação relevante em Sundance, Berlim, Tribeca, Annecy e festivais de cinema fantástico e temática queer.

Angelina Jolie e Louis Garrel em Couture, de Alice Winocour

A mostra Expectativas, que exibe do primeiro ao terceiro filme de diretores e diretoras, revelando novos talentos e vozes de diferentes partes do mundo, vai contar com o Prêmio do Público Expectativas. Já a mostra Itinerários Únicos leva ao público narrativas sobre figuras públicas notáveis e contará com 16 produções. Com os filmes da seleção, focada no cinema documental, o público poderá conhecer mais sobre as trajetórias marcantes de artistas, pensadores e personalidades políticas como John Lennon, Yoko Ono, Jack Kerouac, George Orwell, Dalai Lama, Elizabeth Bishop e Volodymyr Zelensky.

Com a mostra mostra Clássicos & Cults, o Festival do Rio tem um compromisso com a formação e o fomento do público cinéfilo do Rio de Janeiro. Por isso, além de promover o melhor do cinema contemporâneo do Brasil e do mundo, exibindo produções aclamadas nas principais competições internacionais, o festival celebra obras que resistiram ao teste do tempo, amplificando seu impacto cultural e influência ao longo dos anos.

Vale destacar também que o filme de encerramento desta edição será Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, dirigido por Chloé Zhao, vencedora do Oscar por Nomadland. Inspirado no premiado livro de Maggie O’Farrell, foi o grande vencedor do Festival de Toronto e também aclamado pela crítica durante sua estreia no Festival de Telluride. A trama acompanha Agnes (Jessie Buckley), esposa de William Shakespeare (Paul Mescal), enquanto enfrenta a dor da perda de seu único filho, Hamnet. Emocionante e profundamente humano, o filme explora a força do luto e a capacidade de ressignificação, ao mesmo tempo em que revela o pano de fundo para a criação de Hamlet, a obra mais famosa do dramaturgo inglês.

Conheça os filmes internacionais selecionados para o Festival do Rio 2025:

PANORAMA MUNDIAL

& Filhos (& Sons), de Pablo Trapero (EUA/Canadá)
A Aventura (L’Aventura), de Sophie Letourneur (França)
À Beira (Fuori), de Mario Martone (Itália/França)
A Cerca (Le Cri des Gardes), de Claire Denis (França)
A Cláusula do Amor (Ren’ai saiban), de Koji Fukada (Japão/França)
A Costureira Húngara (Ema a smrtihlav), de Iveta Grofova (Eslováquia/Hungria/República Tcheca)
A Cronologia da Água (The Chronology of Water), de Kristen Stewart (EUA/França/Letônia)
A Divina Comédia (Komedie elahi), de Ali Asgari (Irã/Turquia/Itália/França/Alemanha)
A Festa de Aniversário (The Birthday Party), de Miguel Ángel Jiménez (Grécia/Espanha/Holanda/Reino Unido)
A Ilusão da Ilha de Yakushima (L’illusion de Yakushima), de Naomi Kawase (França/Japão/Bélgica/Luxemburgo)
A Mulher Mais Rica do Mundo (La femme la plus riche du monde), de Thierry Klifa (França)
A Vizinha Perfeita (The Perfect Neighbor), de Geeta Gandbhir (EUA)
A Voz de Hind Rajab (Sawt Hind Rajab), de Kaouther Ben Hania (Tunísia/França)
Alpha, de Julia Ducournau (França/Bélgica)
Aquilo que Você Mata (Things You Kill), de Alireza Khatami (França/Polônia/Canadá/Turquia)
Ari, de Léonor Serraille (França/Bélgica)
As Provadoras de Hitler (Le Assaggiatrici), de Silvio Soldini (Itália/Bélgica/Suíça)
Balada de um Jogador (Ballad of a Small Player), de Edward Berger (Reino Unido/Alemanha)
Brincando com Fogo (Jouer avec le feu), de Delphine Coulin e Muriel Coulin (França/Bélgica)
Clamor (Bidad), de Soheil Beiraghi (Irã)
Couture, de Alice Winocour (EUA/França)
Diga a Ela que a Amo (Dites-lui que je l’aime), de Romane Bohringer (França)
Divia, a natureza destruída pela guerra, de Dmytro Hreshko (Polônia/Ucrânia/Holanda/EUA)
Dois Pianos (Deux Pianos), de Arnaud Desplechin (França)
Dois Procuradores (Zwei Staatsanwälte), de Sergei Loznitsa (França/Alemanha/Holanda/Letônia/Romênia/Lituânia/Ucrânia)
Dossiê 137 (Case 137), de Dominik Moll (França)
Elefantes Fantasmas (Ghost Elephants), de Werner Herzog (EUA)
Elisa: O Véu da Culpa, de Leonardo Di Costanzo (Itália/Suíça)
Escrevendo a Vida: Annie Ernaux pelos Olhos dos Estudantes (Writing Life: Annie Ernaux Through The Eyes Of High School Students), de Claire Simon (França)
Família de Aluguel (Rental Family), de Hikari (EUA/Japão)
Fernão de Magalhães (Magalhães), de Lav Diaz (Portugal/Espanha/França/Filipinas/Taiwan)
Fim de Festa (Fin de fiesta), de Elena Manrique (Espanha)
Franz Antes de Kafka, de Agnieszka Holland (República Checa/Polônia/Alemanha/França/Turquia)
Hedda, de Nia DaCosta (EUA)
Honey, Não! (Honey Don’t), de Ethan Coen (EUA/Reino Unido)
In-I in Motion, de Juliette Binoche (França)
Justa, de Teresa Villaverde (Portugal/França)
Kokuho: O Mestre Kabuki, de Sang-il Lee (Japão)
La Duse: A Diva Contra o Facismo, de Pietro Marcello (Itália/França)
La Grazia, de Paolo Sorrentino (Itália)
Made in Europe (Made in EU), de Stephan Komandarev (Bulgária/Alemanha/República Tcheca)
Madre, de Teona Mitesvka (Bélgica/Macedônia/Dinamarca/Suécia)
Marcel Et Monsieur Pagnol (A Magnificent Life), de Sylvain Chomet (França/Luxemburgo/Bélgica)
Meu Mestre do Tênis (Il Maestro), de Andrea Di Stefano (Itália)
Minha Amiga Eva (Mi Amiga Eva), de Cesc Gay (Espanha)
Morra, Amor (Die My Love), de Lynne Ramsay (EUA/Reino Unido/Canadá)
O Acidente do Piano (L’accident de piano), de Quentin Dupieux (França)
O Estrangeiro (L’Étranger), de François Ozon (França)
O que a Natureza te Conta (Geu jayeoni nege mworago hani), de Hong Sang-soo (Coreia do Sul)
O Riso e a Faca, de Pedro Pinho (Portugal/Brasil/França/Romênia)
O Suflê (The Souffleur), de Gastón Solnicki (Argentina)
Olmo: Entre o Dever e a Festa, de Fernando Eimbcke (EUA/México)
Orphan (Árva), de László Nemes (Hungria/Reino Unido/Alemanha/França)
Remada (Skiff), de Cecilia Verheyden (Bélgica)
Romaria (Romería), de Carla Simón (Espanha/Alemanha)
Rua Málaga (Calle Malaga), de Maryam Touzani (Marrocos/França/Espanha/Alemanha/Bélgica)
Salmo Sami de Sobrevivência: Ativismo Indígena na Fronteira Ártica (The Sami Song of Survival: Indigenous Activism on the Northern Frontier), de Iara lee (EUA/Noruega)
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria (If I Had Legs I’d Kick You), de Mary Bronstein (EUA)
Sobre Tornar-se uma Galinha d’Angola (On Becoming a Guinea Fowl), de Rungano Nyoni (Zâmbia/Reino Unido/Irlanda)
Sonhos (Dreams), de Michel Franco (México/EUA)
Sonhos de Trem (Train Dreams), de Clint Bentley (EUA)
The Mastermind, de Kelly Reichardt (EUA)
Três Despedidas (Tre Ciotole), de Isabel Coixet (Itália/Espanha)
Um Pai (Otec), de Tereza Nvotová (Eslováquia/República Tcheca/Polônia)
Uma Mulher Diferente (Différente), de Lola Doillon (França)
Valor Sentimental (Sentimental Value/Affeksjonsverdi), de Joachim Trier (Noruega/Alemanha/Dinamarca/França/Suécia/Reino Unido/Turquia)
Vida Privada (Vie privée), de Rebecca Zlotowski (França)
Yes (Ken), de Nadav Lapid (França/Israel/Chipre/Alemanha)

PREMIÈRE LATINA

A Cobra Negra (La Couleuvre Noire), de Aurélien Vernhes-Lermusiaux (Colômbia/França/Brasil)
A Filha Condor (La Hija Cóndor), de Álvaro Olmos Torrico (Bolívia/Peru/Uruguai)
A Hera (Hiedra), de Ana Cristina Barragan (Equador/México/Espanha/França)
A Mensageira (El Mensaje), de Iván Fund (Argentina/Espanha/Uruguai)
A Onda (La Ola), de Sebastián Lelio (Chile)
As Correntes (Las Corrientes), de Milagros Mumenthaler (Argentina/Suíça)
Belén, de Dolores Fonzi (Argentina)
Cobre, de Nicolás Pereda (Canadá/México)
É Sempre Noite (Siempre Es de Noche), de Luis Ortega (Argentina)
Filho Mais Velho (Hijo mayor), de Cecilia Kang (Argentina/França)
Homo Argentum, de Gastón Duprat e Mariano Cohn (Argentina)
Nancy: Entre o Desejo e o Passado, de Luciano Zito (Argentina)
Nossa Terra (Nuestra Tierra), de Lucrecia Martel (Argentina/EUA/México/França/Holanda/Dinamarca)
O Diabo Fuma (e guarda as bitucas todas na mesma caixa) (El diablo fuma (y guarda las cabezas de los cerillos quemados en la misma caja)), de Ernesto Martínez Bucio (México)
O Lago da Perdição (La virgen de la tosquera), de Laura Casabe (Argentina/Espanha/México)
O Olhar Misterioso do Flamingo (La misteriosa mirada del flamenco), de Diego Céspedes (Chile/França/Alemanha/Espanha)
O Sítio (La quinta), de Silvina Schnicer (Argentina/Chile/Brasil/Espanha)
Um Cabo Solto (Un Cabo Suelto), de Daniel Hendler (Uruguai/Argentina/Espanha)

EXPECTATIVA

1001 Frames, de Mehrnoush Alia (Irã)
A Árvore da Autenticidade (L’arbre de l’authenticité), de Sammy Baloji (Congo)
A Fúria (La Furia), de Gemma Blasco (Espanha)
A Hibernação Humana (The Human Hibernation), de Anna Cornudella (Espanha)
A Marca do Tempo (Timestamp), de Kateryna Gornostai (Ucrânia/Luxemburgo/Holanda/França)
A Useful Ghost (Pee chai dai ka), de Ratchapoom Boonbunchachoke (Tailândia/França/Singapura)
A Vida Luminosa, de João Rosas (Portugal)
A Vida Secreta de Kika (Kika), de Alexe Poukine (Bélgica/França)
Ágon: O Corpo e a Luta (Agon), de Giulio Bertelli (Itália/EUA/França)
Aisha Can’t Fly Away (Eayshat lam taeud qadiratan ealaa altayaran), de Morad Mostafa (Egito/Sudão/Tunísia/Arábia Saudita/Qatar/França/Alemanha)
Alá Não Tem Obrigação (Allah N’Est Pas Obligé), de Zaven Najjar (França/Luxemburgo/Bélgica/Canadá/Arábia Saudita)
Alma de Fibra (Kevlarsjäl), de Maria Eriksson-Hecht (Suécia/Noruega/Finlândia)
Amor, Doce Confusão, de Toti Loureiro (Brasil)
Anotações de um Criminoso (Notes of a True Criminal), de Alexander Rodnyansky e Andriy Alferov (Ucrânia/EUA)
As Garotas Desejo (Les filles désir), de Prïncia Car (França)
As Ilhas (Islands), de Jan-Ole Gerster (Alemanha)
As Meninas (Le bambine), de Valentina Bertani e Nicole Bertani (Itália/Suíça/França)
Cara ou Coroa? (Testa o Croce?), de Alessio Rigo de Righi e Matteo Zoppis (Itália/EUA)
Como Inventar uma Biblioteca (How to Build a Library), de Christopher King e Maia Lekow (Quênia)
Depois do Verão (Tras el verano), de Yolanda Centeno (Espanha)
Desperta-me (Turn Me On), de Michael Tyburski (EUA)
Emoções Represadas (Zecji nasip), de Čejen Černić Čanak (Croácia/Lituânia/Eslovênia)
Entroncamento, de Pedro Cabeleira (França/Portugal)
Estranho Rio (Estrany riu), de Jaume Claret Muxart (Espanha/Alemanha)
Fragmentos de uma Vida Estrangeira (L’étrangère), de Gaya Jiji (França/Síria)
Frutos do Cacto (Sabar Bonda), de Rohan Parashuram Kanawade (Índia/Reino Unido/Canadá)
Garotas por um Fio (Xiang fei de nü hai), de Vivian Qu (China)
Górgona (Gorgoná), de Evi Kalogiropoulou (Grécia/França)
Guarde o Coração na Palma da Mão e Caminhe (Put Your Soul On Your Hand And Walk), de Sepideh Farsi (França/Palestina/Irã)
Histeria (Hysteria), de Mehmet Akif Büyükatalay (Alemanha)
Hotel Amor, de Hermano Moreira (Portugal)
Köln 75, de Ido Fluk (Alemanha/Bélgica/Polônia)
Licença Paternidade (Paternal Leave), de Alissa Jung (Itália/Alemanha)
Living the Land (Sheng Xi Zhi Di), de Meng Huo (China)
Mãe Solo (Solomamma), de Janicke Askevold (Noruega/Letônia/Lituânia/Finlândia)
Me Ame com Ternura (Love Me Tender), de Anna Cazenave Cambet (França/Luxemburgo)
Nawi: Querida Eu no Futuro, de Toby Schmutzler, Kevin Schmutzler, Apuu Mourine Munyes e Vallentine Chelluget (Quênia/Alemanha)
Nino de Sexta a Segunda (Nino), de Pauline Loquès (França)
Nós Acreditamos em Vocês (On vous croit), de Charlotte Devillers e Arnaud Dufeys (Bélgica)
O Acordo (Al mosta’mera), de Mohamed Rashad (Egito/França/Alemanha/Qatar/Arábia Saudita)
O Lago do Tigre (Vaghachipani), de Natesh Hegde (Índia/Singapura)
O Pavão (Pfau: Bin ich echt?), de Bernhard Wenger (Áustria/Alemanha)
O Sequestro de Arabella (Il rapimento di Arabella), de Carolina Cavalli (Itália)
O Último Rio (La Dernière Rive), de Jean-François Ravagnan (Bélgica/França/Qatar)
Orfeu (Orfeo), de Virgilio Villoresi (Itália)
Paraíso Prometido (Promis Le Ciel), de Erige Sehiri (França/Tunísia/Qatar)
Pequenos Pecados (Kaj ti je deklica), de Urška Djukić (Eslovênia/Itália/Croácia/Sérvia)
Policiais do Matrimônio (Marriage Cops), de Cheryl Hess e Shashwati Talukar (Índia/EUA)
Reconstrução (Rebuilding), de Max Walker-Silverman (EUA)
Reedland (Rietland), de Sven Bresser (Holanda/Bélgica)
Renoir, de Chie Hayakawa (Japão/França/Singapura/Filipinas/Indonésia/Qatar)
Sem Dó Nem Piedade (No Mercy), de Isa Willinger (Alemanha/Áustria)
Sem Volta (Aux jours qui viennent), de Nathalie Najem (França)
Sudão, Lembrem-se de nós (Sudan, remember us), de Hind Meddeb (França/Tunísia/Qatar)
Surda (Sorda), de Eva Libertad (Espanha)
Twinless, de James Sweeney (EUA)
Um Dia de Sorte em Nova York (Lucky Lu), de Lloyd Lee Choi (Canadá/EUA)
Um Pedido às Estrelas (Wishing on a Star), de Peter Kerekes (Itália/Eslováquia/República Tcheca/Áustria/Croácia)
Um Poeta (Un Poeta), de Simón Mesa Soto (Colômbia/Alemanha/Suécia)
Uma Quinta Portuguesa (Una quinta portuguesa), de Avelina Prat (Espanha/Portugal)
Viva um Pouco (Leva lite), de Fanny Ovesen (Suécia)
Vozes Rachadas (Sbormistr), de Ondřej Provazník (República Tcheca/Eslováquia)

MIDNIGHT MOVIES

A Meia-Irmã Feia (Den stygge stesøsteren), de Emilie Blichfeldt (Dinamarca/Noruega/Polônia/Suécia)
A Sapatona Galáctica (Lesbian Space Princess), de Leela Varghese e Emma Hough Hobb (Austrália)
Bebê da Mamãe (Mother’s Baby), de Johanna Moder (Alemanha/Áustria/Suíça)
Body Blow, de Dean Francis (Austrália)
Chove sobre Babel (Llueve sobre Babel), de Gala del Sol (Colômbia/Espanha/EUA)
Conselhos de um Serial Killer Aposentado (Psycho Therapy: The Shallow Tale of a Writer Who Decided to Write About a Serial Killer), de Tolga Karaçelik (EUA/Turquia)
Fim de Semana Macabro (The Weekend), de Daniel Oriahi (Nigéria)
Lago dos Ossos (Bone Lake), de Mercedes Bryce Morgan (EUA)
Magras! (Thinestra), de Nathan Hertz (EUA)
O Primata (Primate), de Johannes Roberts (EUA)
Quase Amor (Einskonar Ást), de Sigurður Anton Friðþjófsson (Islândia)
Queens of the Dead, de Tina Romero (EUA)
Saída 8 (8-ban deguchi), de Genki Kawamura (Japão)

CLÁSSICOS & CULTS

Amores Brutos (Amores Perros), de Alejandro González Iñárritu (2000)
Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola (1979)
Eu, Tu, Ele, Ela (Je tu il elle), de Chantal Akerman (1974)
Francis Ford Coppola: O Apocalipse de um Cineasta (Hearts of Darkness: A Filmmaker’s Apocalypse), de Eleanor Coppola, Fax Bahr e George Hickenlooper (1991)
Incêndios (Incendies), de Denis Villeneuve (2010)
Maria Candelária (Maria Candelaria), de Emilio Fernández (1944)

ITINERÁRIOS ÚNICOS

A Estrada de Kerouac: O Beat de Uma Nação (Kerouac’s Road: The Beat of a Nation), de Ebs Burnough (Reino Unido/EUA)
Aos Pedaços: A Música de Meredith Monk (Monk In Pieces), de Billy Shebar (EUA/Alemanha/França)
Artista dos Rejeitos (Maintenance Artist), de Toby Perl Freilich (EUA)
Como Volodymyr se tornou Zelensky (Et Volodia devint Zelensky), de Yves Jeuland, Ariane Chemin e Lisa Vapné (França)
Dalai Lama e a Sabedoria da Felicidade (Wisdom of Happiness), de Philip Delaquis e Barbara Miller (Suíça)
Elizabeth Bishop: Do Brasil com Amor (Elizabeth Bishop: From Brazil with Love), de Vivian Ostrovsky e Ruti Gadish (EUA)
James Howell: Pensamentos sobre o Infinito (Thoughts of Infinity), de Halina Dyrschka (Alemanha/EUA)
Krishnamurti, A Revolução do Silêncio (Krishnamurti, la révolution du silence), de Françoise Ferraton (França)
Marlee Matlin: Não Mais Sozinha (Marlee Matlin: Not Alone Anymore), de Shoshannah Stern (EUA)
Mugaritz: Um Ateliê de Culinária (Mugaritz. Sin pan ni postre), de Paco Plaza (Espanha)
O Longo Caminho para a Cadeira de Diretora (The Long Road to the Director’s Chair), de Vibeke Løkkeberg (Noruega)
One to One: John & Yoko, de Kevin Macdonald e Sam Rice-Edward (Reino Unido)
Orwell: 2 + 2 = 5, de Raoul Peck (EUA/França)
Os Diários de Ozu (The Ozu Diaries), de Daniel Raim (EUA)
Rompendo Rochas (Cutting Through Rocks), de Sara Khaki e Mohammadreza Eyni (Irã/Alemanha/EUA/Holanda/Qatar/Chile/Canadá)
Sarah McBride: A Primeira Congressista Trans (State of Firsts), de Chase Joynt (EUA)

Fotos: Divulgação.

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