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Prêmio Goya 2023: conheça os vencedores; Carlos Saura e Juliette Binoche são homenageados

por: Cinevitor
A atriz francesa recebeu o Goya Internacional

Foram anunciados neste sábado, 11/02, no Auditorio Andalucía de Sevilla, os vencedores do Prêmio Goya (ou Premios Goya, no original), evento realizado pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha, que elege os melhores filmes e profissionais do cinema e é conhecido como o Oscar espanhol.

O suspense As Bestas, de Rodrigo Sorogoyen, que liderava a lista com 17 indicações, foi premiado em nove categorias, entre elas, melhor filme e melhor ator para Denis Ménochet; Modelo 77, de Alberto Rodríguez, aparece na sequência com cinco prêmios.

A cerimônia, apresentada por Antonio de la Torre e Clara Lago, foi ainda mais emocionante por conta das homenagens ao cineasta espanhol Carlos Saura, que morreu nesta sexta-feira, aos 91 anos, e já tinha sido anunciado como o grande vencedor do Goya de Honor: “Sua morte comoveu profundamente toda classe cinematográfica porque ele era um dos ativos mais brilhantes da cultura espanhola. O Carlos, a quem admirava como professor e amava como amigo, despediu-se de nós, dos seus espectadores, estreando esta semana sua penúltima obra. E tenho certeza que ele já estará naquelas galáxias em uma pré-produção”, disse Fernando Méndez-Leite, presidente da Academia.

Para celebrar tal honraria, os filhos e a companheira do cineasta receberam a estatueta das mãos da atriz Carmen Maura. Na sequência, Eulalia Ramón leu uma mensagem póstuma de Saura na qual agradecia aos colegas, amigos e atores e atrizes preferidos: “Eu me considero uma pessoa de sorte e ficarei feliz se o cinema que fiz serviu para inspirar as novas gerações”, disse.

Nesta 37ª edição, a atriz francesa Juliette Binoche foi homenageada com o Goya Internacional, que destaca personalidades que contribuem para o cinema em todo o mundo; o prêmio foi entregue pela cineasta Isabel Coixet, com quem trabalhou no longa Ninguém Deseja a Noite. Ovacionada pelo público, discursou: “Obrigada por este maravilhoso Goya, que não é para mim, é para o fogo que me habita mas não me pertence”. Binoche encerrou seu discurso prestando uma homenagem particular a Saura cantarolando a música Porque te vas, do filme Cría Cuervos.

Conheça os vencedores do Prêmio Goya 2023:

MELHOR FILME
As Bestas

MELHOR DIREÇÃO
Rodrigo Sorogoyen, por As Bestas

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE
Alauda Ruiz de Azúa, por Cinco lobitos

MELHOR ATOR
Denis Ménochet, por As Bestas

MELHOR ATRIZ
Laia Costa, por Cinco lobitos

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Luis Zahera, por As Bestas

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Susi Sánchez, por Cinco lobitos

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
As Bestas, escrito por Isabel Peña e Rodrigo Sorogoyen 

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Un año, una noche, escrito por Fran Araújo, Isa Campo e Isaki Lacuesta 

ATOR REVELAÇÃO
Telmo Irureta, por La consagración de la primavera

ATRIZ REVELAÇÃO
Laura Galán, por Cerdita

MELHOR DIREÇÃO DE PRODUÇÃO
Modelo 77, por Manuela Ocón Aburto 

MELHOR FOTOGRAFIA
As Bestas, por Álex de Pablo 

MELHOR MONTAGEM
As Bestas, por Alberto del Campo

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
Modelo 77, por Pepe Domínguez del Olmo 

MELHOR FIGURINO
Modelo 77, por Fernando García

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO
Modelo 77, por Yolanda Piña e Félix Terrero 

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
As Bestas, por Olivier Arson

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
Sintiéndolo mucho, de Joaquín Sabina e Leiva (Sintiéndolo mucho)

MELHOR SOM
As Bestas, por Aitor Berenguer, Fabiola Ordoyo e Yasmina Praderas 

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
Modelo 77, por Esther Ballesteros e Ana Rubio 

MELHOR ANIMAÇÃO
Unicorn Wars, de Alberto Vázquez

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Labordeta, un hombre sin más, de Paula Labordeta e Gaizka Urresti

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO
Argentina, 1985, de Santiago Mitre (Argentina)

MELHOR FILME EUROPEU
A Pior Pessoa do Mundo, de Joachim Trier (Noruega)

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO
Arquitectura Emocional 1959, de León Siminiani

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO
Maldita. A Love Song to Sarajevo, de Amaia Remírez García e Raúl de la Fuente

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO
Loop, de Pablo Polledri

Foto: Miguel Córdoba.

Sindicato dos Maquiadores e Cabeleireiros: conheça os vencedores do 10º MUAHS Awards

por: Cinevitor
Brendan Fraser em A Baleia, de Darren Aronofsky: filme premiado

O Sindicato dos Maquiadores e Cabeleireiros divulgou neste sábado, 11/02, os vencedores do 10º Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild Awards. A cerimônia, realizada no The Beverly Hilton, em Beverly Hills, e apresentada pela atriz Melissa Peterman, premiou as melhores maquiagens e estilos de penteados do cinema, da TV, mídias digitais e do teatro.

Nas categorias destinadas aos longas-metragens, foram consagrados: Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, Elvis, A Baleia e Pantera Negra: Wakanda para Sempre. Entre as produções televisivas, Euphoria, Pam & Tommy, Abbott Elementary e Nossa Bandeira é a Morte se destacaram.

Além disso, a cerimônia também homenageou profissionais que contribuem pelo trabalho na área de maquiagem e penteado: a atriz Angela Bassett, de Pantera Negra: Wakanda para Sempre, recebeu o Distinguished Artisan Award; Steve LaPorte, vencedor do Oscar por Os Fantasmas se Divertem, e o cabeleireiro Josée Normand, consagrado no Emmy por Jornada nas Estrelas: Voyager, Jornada nas Estrelas: A Nova Geração e A Gata e o Rato, receberam o Lifetime Achievement Award. O maquiador Fred C. Blau Jr., vencedor do Emmy por Histórias Maravilhosas, e a cabeleireira Judy Crown, premiada no Emmy por Houdini: O Mestre dos Mágicos e Designing Women, foram honrados com o Vanguard Awards.

Conheça os vencedores do MUAHS Awards 2023 nas categorias de cinema:

MELHOR MAQUIAGEM | FILME CONTEMPORÂNEO
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Michelle Chung, Erin Rosenmann e Dania A. Ridgway

MELHOR MAQUIAGEM EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO
Elvis, por Shane Thomas e Angela Conte 

MELHOR MAQUIAGEM DE EFEITOS ESPECIAIS
A Baleia, por Adrien Morot, Kathy Tse e Chris Gallaher

MELHOR PENTEADO | FILME CONTEMPORÂNEO
Pantera Negra: Wakanda para Sempre, por Camille Friend, Evelyn Feliciano, Marva Stokes e Victor Paz 

MELHOR PENTEADO EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO
Elvis, por Shane Thomas e Louise Coulston 

Foto: Divulgação/Califórnia Filmes.

Espaço Itaú de Cinema Anexo encerra atividades com sessão gratuita

por: Cinevitor
O cinema foi inaugurado em março de 1995

Em 16 de fevereiro de 2023, o Espaço Itaú de Cinema Anexo, localizado na Rua Augusta, 1470, vai encerrar as atividades, após 28 anos de funcionamento, com sessão gratuita do filme A Última Floresta, de Luiz Bolognesi, nas salas 4 e 5; os ingressos poderão ser retirados a partir das 19h.

Diretor de programação do circuito Itaú Cinemas, Adhemar Oliveira chama a sessão de “penúltima,  porque a última só deve acontecer com o fim do mundo”. O imóvel alugado que abriga duas salas de cinema foi vendido para a incorporadora Vila 11. Inaugurado em março de 1995 em um sobrado bem à frente da sede, o Anexo do Espaço Itaú Augusta se transformou, ao longo de quase três décadas, no point cinematográfico mais querido da cena paulistana, devido ao privilegiado espaço com quintal e jardim, além do Café Fellini.

Adhemar Oliveira inaugurou o Espaço Augusta em outubro de 1993, na época patrocinado pelo Banco Nacional. O cinema foi o primeiro a apostar na iniciativa de exibir cinematografias independentes do mundo todo, além de promover a formação de público através de cursos e projetos como o Escola no Cinema, Sessão Cinéfila e Clube do Professor. Credita-se ao cinema a revitalização da rua Augusta. O comércio do seu entorno, como lojas, bares e restaurantes, foi estimulado pelo expressivo número de frequentadores do cinema.

Prestes a completar 30 anos, o Espaço Itaú de Cinema Augusta continua vivo do outro lado da rua, assim como as unidades Frei Caneca, Pompeia, Brasília e Rio de Janeiro. Além de seguir em plena operação, o Augusta vai incorporar a programação do Anexo, assim como estuda uma possível ampliação do ambiente do Café Fellini no número 1475.

O Anexo foi aberto em um sobrado bem à frente da sede, em março de 1995. O aconchegante cinema acolheu projetos cinematográficos importantes como o Curta às Seis, que diariamente projetava curtas-metragens brasileiros em sessões gratuitas na sala 4, e cursos do Escola no Cinema destacando a história e o desenvolvimento da linguagem cinematográfica, os movimentos da cinematografia mundial e filmografias de diretores consagrados.

A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo exibiu ali inúmeros filmes, realizou debates com cineastas e promoveu o ciclo de depoimentos com personalidades da cultura Memórias do Cinema. Obras que integraram edições do Festival Internacional de Curtas Metragens também ganharam as telas do Anexo.

Café Fellini: atração à parte do Anexo

Títulos clássicos, tais como Stromboli (1950), de Roberto Rossellini, Morangos Silvestres (1957), de Ingmar Bergman, Um Corpo que Cai (1958), de Alfred Hitchcock, Hiroshima, Meu Amor (1959), de Alain Resnais, Acossado (1960), de Jean-Luc Godard, A Doce Vida (1960), de Federico Fellini, e Nosferatu: O Vampiro da Noite (1979), de Werner Herzog, foram relançados e entraram em cartaz no irmão caçula do Espaço Itaú de Cinema Augusta.

Durante as quase três décadas de existência, o Anexo teve ainda outro papel fundamental: o de dar continuidade à exibição de filmes que estrearam do outro lado da rua, no número 1475. Em vez de deixarem o circuito, essas produções entravam na programação das salas menores, a 4 (88 lugares) e a 5 (33 lugares), permanecendo, assim, mais semanas em cartaz.

O Café Fellini sempre foi uma atração à parte do Anexo, uma espécie de refúgio em meio ao clima caótico e agitado da rua Augusta. Em dois ambientes, um interno e outro ao ar livre, ambos decorados com flores, são oferecidos quitutes, como bolos, tortas e salgados, e bebidas, como cafés, chás e cervejas. O estabelecimento tocado por Silvia Oliveira, Silvinha, para os frequentadores mais assíduos, foi eleito cinco vezes a melhor bomboniere de cinema da cidade de São Paulo por um ranking anual promovido pelo Guia Folha, da Folha de S. Paulo.

Para marcar o fim das atividades no local, na quinta-feira, dia 16, o filme A Última Floresta será exibido nas salas 4 e 5, em sessão às 20h. Com direção de Luiz Bolognesi e premiado no Festival de Berlim, o longa acompanha os yanomami, que vivem numa área do norte do país, numa região de montanhas da floresta amazônica marcada por paisagens muito diferentes das que estamos habituados a ver. Chapadões imensos, cachoeiras, corredeiras descem pela mata densa. Muitas vezes, cerrados exóticos se sobrepõem às nuvens, no alto da floresta.

Nessas paisagens exóticas e pouco comuns, os yanomami escrevem uma rara história de resistência cultural em nossos dias. Enquanto outros povos são arrastados para a identidade do homem branco, seja pela invasão das igrejas evangélicas, seja pela penetração autorizada ou não de madeireiros, garimpeiros e engenheiros abrindo estradas ou construindo hidrelétricas, os yanomami, liderados pelo líder e grande pajé Davi Kopenawa Yanomami lutam para se isolar e manter a cultura espiritual e cotidiana viva. Travam uma verdadeira guerra para preservar suas identidades, com inúmeros conflitos internos, como o desejo dos jovens de terem celulares ou deixarem a vida na floresta pela vida nas cidades.

Fotos: Divulgação.

Prêmio Abraccine 2022: Associação Brasileira de Críticos de Cinema elege os melhores do ano

por: Cinevitor
O mineiro Marte Um, de Gabriel Martins: melhor longa brasileiro

Foram anunciados nesta quarta-feira, 08/02, os vencedores do Prêmio Abraccine 2022. Em um ano marcado pelo retorno definitivo às sessões presenciais e mais uma quantidade enorme de lançamentos em streaming, associados e associadas da Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema, votaram, definiram e elegeram seus lançamentos favoritos.

O resultado foi anunciado em uma transmissão ao vivo no canal da entidade no YouTube com mediação do presidente da Abraccine, Marcelo Miranda, e participação de Cecília Barroso e Francisco Carbone, integrantes das comissões que trabalharam na metodologia e organização da votação esse ano.

Os resultados chamam atenção para a cartela variada de escolhas dos associados. Na categoria de longa estrangeiro, por exemplo, apenas dois, entre dez títulos mais votados, são produções dos Estados Unidos, líder inconteste em número de filmes em cartaz ao longo do ano. Os outros oito filmes são cada um de países diferentes.

Pelo terceiro ano consecutivo, o longa-metragem estrangeiro mais votado por integrantes da Abraccine tem direção de uma mulher: venceu o britânico Aftersun, da estreante no formato Charlotte Wells. Nos brasileiros, o mineiro Marte Um, de Gabriel Martins, confirmou o natural favoritismo depois de um ano bastante influente na crítica e no público, incluindo a pré-indicação ao Oscar e as várias semanas em cartaz nos cinemas. No curta-metragem, o carioca Fantasma Neon, de Leonardo Martinelli, também repetiu a boa acolhida em festivais ao longo de 2022 e foi o mais votado no formato, sempre muito disputado.

Além dos três premiados, a Abraccine divulga ainda seu TOP 10 de melhores filmes em cada uma das três categorias, a partir da mesma votação e em ordem alfabética de título.

Conheça os vencedores do Prêmio Abraccine 2022:

LONGA-METRAGEM BRASILEIRO

VENCEDOR
Marte Um, de Gabriel Martins (MG)

COMPLETAM O TOP 10 EM ORDEM ALFABÉTICA:
5 Casas, de Bruno Gularte Barreto (RS)
A Felicidade das Coisas, de Thais Fujinaga (SP)
A Mãe, de Cristiano Burlan (SP)
Carro Rei, de Renata Pinheiro (PE)
Carvão, de Carolina Markowicz (SP)
Eduardo e Mônica, de René Sampaio (RJ)
Os Primeiros Soldados, de Rodrigo de Oliveira (ES)
Paloma, de Marcelo Gomes (PE)
Seguindo Todos os Protocolos, de Fábio Leal (PE)

LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO

VENCEDOR
Aftersun, de Charlotte Wells (Reino Unido/EUA)

COMPLETAM O TOP 10 EM ORDEM ALFABÉTICA:
A Pior Pessoa do Mundo, de Joachim Trier (Noruega)
Dias, de Tsai Ming-Liang (Taiwan)
Drive My Car, de Ryusuke Hamaguchi (Japão)
Licorice Pizza, de Paul Thomas Anderson (EUA)
Memoria, de Apichatpong Weerasethakul (Colômbia/Tailândia)
Não! Não Olhe!, de Jordan Peele (EUA)
O Acontecimento, de Audrey Diwan (França)
RRR: Revolta, Rebelião, Revolução, de S.S. Rajamouli (Índia)
Vitalina Varela, de Pedro Costa (Portugal)

CURTA-METRAGEM BRASILEIRO

VENCEDOR
Fantasma Neon, de Leonardo Martinelli (RJ)

COMPLETAM O TOP 10 EM ORDEM ALFABÉTICA:
Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo, de Guilherme Xavier Ribeiro (SP)
Big Bang, de Carlos Segundo (MG)
Curupira e a Máquina do Destino, de Janaína Wagner (SP)
Escasso, de Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles (RJ)
Garotos Ingleses, de Marcus Curvelo (BA)
Infantaria, de Laís Santos Araujo (AL)
Mutirão: O Filme, de Lincoln Péricles (SP)
Solmatalua, de Rodrigo Ribeiro-Andrade (SC/RJ/SP)
Tekoha, de Carlos Adriano (SP)

Foto: Divulgação/Embaúba Filmes.

Tá Escrito: longa com Larissa Manoela começa a ser filmado em São Paulo

por: Cinevitor
A estreia está prevista para o segundo semestre deste ano

Com direção de Matheus Souza, de Tamo Junto e Apenas o Fim, o longa Tá Escrito começou a ser filmado em São Paulo. O filme, com produção da Paris Entretenimento e distribuição da Paris Filmes, traz Larissa Manoela na pele de Alice, uma jovem que vê seu mundo virar de cabeça para baixo ao se tornar uma influenciadora digital que dá dicas de astrologia.

Leonina insegura que não gosta dos holofotes, Alice acredita que os astros não sorriem para ela. Com 23 anos, ela mora com a mãe, que é obcecada por organização, e com o irmão, que faz de tudo para atazanar sua vida. Seu sonho é conquistar o primeiro emprego e ir morar com seu namorado, Breno, vivido por André Luiz Frambach, por quem é perdidamente apaixonada. Mas todos os planos da garota vão por água abaixo quando Breno termina com ela para ter mais liberdade e seguir carreira como influenciador digital.

O longa dialoga com a juventude e aborda temas atuais característicos da geração Z, como a influência da internet na vida cotidiana, superexposição nas redes sociais, cultura do cancelamento e, também, os desafios enfrentados hoje em dia pelos jovens que chegam à vida adulta com seus medos e sonhos.

Coproduzido pela Globo Filmes e Globoplay, o roteiro é assinado por Souza, Thuany Parente e Mariana Zatz; a estreia está prevista para o segundo semestre deste ano. O elenco conta também com Caroline Dallarosa, Victor Lamoglia, Kevin Vechiatto, Karine Teles e Cazé Pecini.

Foto: Stella Carvalho.

MADFA 2023: Marieta Severo é premiada em festival da Espanha

por: Cinevitor
Marieta Severo concorreu com atrizes de outros 13 países

O MADFA, Madrid Film Awards, é um dos festivais de cinema mais prestigiados da Espanha. Fundado em 2016, possui grande experiência no setor e inclui personalidades reconhecidas e premiadas em seu júri.

Neste ano, a brasileira Marieta Severo conquistou o prêmio de melhor atriz por seu trabalho em Domingo à Noite. O filme, dirigido por André Bushatsky e com roteiro de Bruno Gil Gonzalez, tem lançamento previsto para o segundo semestre com distribuição da O2 Play, distribuidora da O2 Filmes. Na categoria em que venceu, Marieta concorreu com atrizes de outros 13 países.

Em comunicado oficial, Marieta disse: “Um prêmio é sempre uma forma concreta de reconhecimento do nosso trabalho. E ao receber um prêmio de um festival de outro país, que não tem nenhuma referência sobre você, parece que ele adquire um valor maior ainda porque é só o seu trabalho, o que está ali na tela e a potência do filme. Então, esse prêmio teve um sabor muito especial para mim. Uma importância muito grande”.

Domingo à Noite acompanha Margot, papel de Marieta, que tem 75 anos e é uma das maiores atrizes do Brasil. Ela é casada há mais de 50 anos com Antônio, vivido por Zé Carlos Machado, um escritor premiado e com Alzheimer avançado. Enquanto luta para manter a independência do casal e cuidar do marido sozinha, Margot enfrenta grandes dificuldades internas para finalizar seu último filme. Porém, mais importante: ela luta para manter o amor vivo diante da falta de memória do marido. Quando descobre que também tem Alzheimer, precisará se reconectar com os filhos para manter a independência e poder morrer em paz.

Além de Marieta Severo, o festival consagrou também o drama armênio It’s Spring…, de Roman Musheghyan, eleito o melhor filme; o documentário Sonoma (Le film, pas le spectacle), de Xavi Lozano e Albert Pons também foi premiado, assim como o curta-metragem Christmas Present, de Konstantinos P. Kakarountas.

Foto: Divulgação/O2 Play.

Prêmio APCA 2022: conheça os vencedores

por: Cinevitor
Fátima Muniz e Yuri Yamamoto no longa cearense Pajeú: melhor roteiro

A Associação Paulista de Críticos de Artes anunciou os vencedores do Prêmio APCA 2022, que conta com os melhores do ano nas seguintes categorias: Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Música Popular, Rádio, Teatro, Teatro Infantojuvenil e Televisão.

Na categoria Cinema, os críticos Bruno Carmelo, Flávia Guerra, Luiz Carlos Merten, Orlando Margarido e Walter Cezar Addeo escolheram o longa Segredos do Putumayo, dirigido por Aurélio Michiles, como o melhor filme do ano que passou. O documentário narra as investigações do ativista irlandês Roger Casement, então cônsul britânico no Brasil, sobre a escravização e o assassinato de milhares de indígenas que eram forçados a trabalhar na coleta de borracha. No filme, a voz de Casement é interpretada pelo ator Stephen Rea.

Produzido por Patrick Leblanc e com roteiro assinado por Aurélio Michiles, Danilo Gullane e André Finotti, o documentário conta com a participação do historiador Angus Mitchell, do escritor Milton Hatoum e de importantes moradores dos quatro povos (Uitoto, Bora, Okaina e Muinames), habitantes de La Chorrera, na Colômbia, que dão testemunhos sobre os fatos ocorridos em seu território. 

Além disso, em outras áreas do Prêmio APCA, como Música Popular, Milton Nascimento foi consagrado com o Grande Prêmio da Crítica; já em Televisão, Pantanal, da Rede Globo, venceu na categoria de melhor novela e Isabel Teixeira e Osmar Prado ficaram com os prêmios de atuação; a série Manhãs de Setembro também foi premiada. No Teatro, a atriz Inês Peixoto se destacou por seu trabalho em Órfãs de Dinheiro.

Em Assembleia Geral realizada presencialmente no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, depois de um intervalo de dois anos em formato on-line por conta da pandemia de Covid-19, os associados se reuniram e definiram os vencedores nesta segunda-feira, 06/02. A cerimônia de entrega dos troféus da 66ª edição aos artistas contemplados está prevista para acontecer ainda no primeiro semestre, porém, está em fase de viabilização em busca de apoios e patrocínios para sua realização.

Em comunicado oficial, a presidente da APCA, Maria Fernanda Teixeira, disse: “É importante destacar neste ano a retomada da valorização da cultura no país, em todas as áreas de expressão artística. Enaltecer a cultura é uma forma de preservar o que somos, nossa identidade, nossas características, nossa memória”.

Conheça os vencedores do Prêmio APCA 2022 na categoria de Cinema:

MELHOR FILME | LONGA-METRAGEM
Segredos do Putumayo, de Aurélio Michiles

MELHOR DIREÇÃO
Gabriel Martins, por Marte Um

MELHOR ROTEIRO
Pajeú, escrito por Pedro Diógenes

MELHOR ATOR
Gabriel Leone, por Eduardo e Mônica

MELHOR ATRIZ
Alice Braga, por Eduardo e Mônica

MELHOR FOTOGRAFIA
5 Casas, por Bruno Gularte Barreto, Bruno Polidoro e Tiago Coelho

GRANDE PRÊMIO DO JÚRI
Ana Carolina, pelo experimentalismo do filme Paixões Recorrentes

Foto: Divulgação/Embaúba Filmes.

Cine PE 2023: inscrições abertas para as mostras competitivas

por: Cinevitor
O Cine PE 2023 deve acontecer no segundo semestre

A 27ª edição do Cine PE – Festival do Audiovisual, que acontece no Recife, está com inscrições abertas até o dia 6 de março para suas mostras competitivas. Os filmes podem participar das mostras de curtas-metragens pernambucanos, curtas-metragens nacionais e de longas-metragens, nas categorias ficção, animação ou documentário.

Para se inscrever, os curtas devem ter até 22 minutos de duração, incluindo conteúdo e créditos. Já os longas-metragens precisam ser brasileiros, podendo haver coprodução internacional, com duração superior a 70 minutos. No momento da inscrição, é necessário fornecer um link de acesso ao filme, bem como garantir oficialmente sua exibição na grade em formato digital. Tendo em vista a acessibilidade, os filmes selecionados, tanto curtas quanto longas, deverão apresentar legendagem descritiva em português.

O regulamento completo e os formulários de inscrição para curtas e longas-metragens estão disponíveis no site oficial; clique aqui. Na edição passada, mais de 730 filmes foram inscritos no festival, que é uma das maiores vitrines do audiovisual brasileiro. A 27ª edição do Cine PE deve acontecer no segundo semestre de 2023.

Foto: Felipe Souto Maior.

Os Banshees de Inisherin é o grande vencedor do 43º London Critics’ Circle Film Awards

por: Cinevitor
Colin Farrell em Os Banshees de Inisherin: melhor ator

Foram anunciados neste domingo, 05/02, em cerimônia apresentada pela comediante Anna Leong Brophy, no The May Fair Hotel, em Londres, os vencedores do London Critics’ Circle Film Awards, prêmio realizado pela The Critics’ Circle, associação que conta com mais de 200 críticos do Reino Unido que se dividem entre teatro, música, filme, dança, artes visuais e livros.

Nesta 43ª edição, a comédia dramática Os Banshees de Inisherin, de Martin McDonagh, que liderava a lista com oito indicações, foi consagrada em cinco categorias; Tár, de Todd Field, também se destacou e levou três prêmios, entre eles, o de melhor filme do ano e melhor atriz para Cate Blanchett, que já tinha sido premiada anteriormente por Elizabeth e Blue Jasmine.

A cerimônia de premiação terminou com a entrega do Prêmio Dilys Powell de Excelência em Cinema para o ícone cinematográfico Michelle Yeoh, protagonista de Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo; a homenagem foi apresentada pelo cineasta Danny Boyle.

Conheça os vencedores do 43º London Critics’ Circle Film Awards:

FILME DO ANO
Tár, de Todd Field

FILME ESTRANGEIRO DO ANO
Decisão de Partir, de Park Chan-wook (Coreia do Sul)
The Quiet Girl (An Cailín Ciúin), de Colm Bairéad (Irlanda)

DOCUMENTÁRIO DO ANO
All the Beauty and the Bloodshed, de Laura Poitras

FILME BRITÂNICO OU IRLANDÊS DO ANO | PRÊMIO ATTENBOROUGH
Os Banshees de Inisherin, de Martin McDonagh

DIREÇÃO DO ANO
Todd Field, por Tár

ROTEIRISTA DO ANO
Martin McDonagh, por Os Banshees de Inisherin

ATRIZ DO ANO
Cate Blanchett, por Tár

ATOR DO ANO
Colin Farrell, por Os Banshees de Inisherin

ATRIZ COADJUVANTE DO ANO
Kerry Condon, por Os Banshees de Inisherin

ATOR COADJUVANTE DO ANO
Barry Keoghan, por Os Banshees de Inisherin

ATRIZ BRITÂNICA/IRLANDESA DO ANO
Florence Pugh, por Não Se Preocupe, Querida, Gato de Botas 2: O Último Pedido e O Milagre

ATOR BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO
Bill Nighy, por Living

ATOR/ATRIZ JOVEM BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO
Frankie Corio, por Aftersun

CINEASTA BRITÂNICO/IRLANDÊS REVELAÇÃO DO ANO | PRÊMIO PHILIP FRENCH
Charlotte Wells, por Aftersun

CURTA-METRAGEM BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO
A Fox in the Night, de Keeran Anwar Blessie

TECHNICAL ACHIEVEMENT AWARD
Pinóquio, por Guillermo del Toro e Brian Leif Hansen (animador)

DILYS POWELL AWARD | EXCELÊNCIA EM FILME
Michelle Yeoh

Foto: Divulgação/Searchlight Pictures.

Festival de Clermont-Ferrand 2023: conheça os vencedores

por: Cinevitor
Cena do curta brasileiro Escasso, de Gabriela Gaia Meirelles e Clara Anastácia

Criado em 1979 e organizado pela Sauve qui peut le court métrage, o Festival de curta-metragem de Clermont-Ferrand, considerado o maior evento de curtas-metragens do mundo, anunciou a lista completa com seus vencedores neste sábado, 04/02.

Nesta 45ª edição, o cinema brasileiro se destacou na Competição Internacional com Escasso, de Gabriela Gaia Meirelles e Clara Anastácia, que recebeu Menção Especial do Júri Estudantil, e mostra Rose, uma passeadora de pets, que apresenta seu novo lar para uma equipe documental enquanto celebra a realização do sonho da casa própria, mesmo que ocupada; e com Takanakuy, de Vokos, uma coprodução entre Brasil e Peru, que recebeu Menção Especial do Júri Oficial, e é ambientado em uma comunidade tradicional no alto dos Andes peruanos, que conta a história de um relacionamento terno entre dois adolescentes, Fausto e Chaska

Além disso, outras produções brasileiras foram selecionadas em competição: Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo, de Guilherme Xavier Ribeiro, e Big Bang, de Carlos Segundo. No Short Film Market Picks, programa de mercado do festival, títulos nacionais, trazidos pela produtora Zita Carvalhosa, do Curta Kinoforum, com o apoio da Spcine, também foram exibidos, como: Tapuia, de Begê Muniz e Kay Sara; O Mito da Democracia Racial, de Val Gomes; Ararat, de Guto Gomes; Do Lado de Cá, de direção coletiva; e Coletânea de Histórias Extremamente Curtas, de Pedro Fraga Villaça.

O time de jurados deste ano foi formado por: Cristèle Alves Meira, Lionel Baier, Julie Bertuccelli, Ho Wi-Ding e Stacey Rozich na Competição Internacional; Bastien Dubois, Alain Guiraudie, Claude Le Pape, Rabah Nait Oufella e Fanny Sidney na Competição Nacional; Valérie Mréjen, Wu Ke-Xi e a cineasta brasileira Ivete Lucas na mostra Lab.

Conheça os vencedores do Festival de curta-metragem de Clermont-Ferrand 2023:

COMPETIÇÃO NACIONAL

Grande Prêmio: La Lutte est une fin, de Arthur Thomas-Pavlowsky (França)
Prêmio Especial do Júri: Fairplay, de Zoel Aeschbacher (França/Suíça)
Prêmio do Público: Tondex 2000, de Jean Baptiste Leonetti (França)
Melhor Atuação: Aude N’Guessan Forget, por Anansi
Prêmio Estudante: Ressources humaines, de Titouan Tillier, Isaac Wenzek e Trinidad Plass Caussade
Melhor Animação (SACD): Écorchée, de Joachim Hérissé
Melhor Trilha Sonora Original (SACEM): Sèt Lam, por Vincent Fontano 
Prêmio Canal+: Tondex 2000, de Jean Baptiste Leonetti
Melhor Ficção | Filme de estreia (SACD): I Kemi Varros Baballaret, de Hekuran Isufi (França)
Press Award (Télérama): I Once Was Lost, de Emma Limon (França/EUA)
Menção Especial do Júri: Tondex 2000, de Jean Baptiste Leonetti (França)
Menção Especial | Júri Estudantil: Sardine, de Johanna Caraire (França)
Menção Especial | Júri Queer: La Lutte est une fin, de Arthur Thomas-Pavlowsky

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL

Grande Prêmio: Will My Parents Come to See Me, de Mo Harawe (Áustria/Alemanha/Somália)
Prêmio Especial do Júri: Invincible, de Vincent René-Lortie (Canadá)
Prêmio do Público: Nothing Holier Than A Dolphin, de Isabella Margara (Grécia)
Melhor Animação: O Homem do Lixo, de Laura Gonçalves (Portugal)
Melhor Atuação: Thanasis Neofotistos, por Airhostess-737
Prêmio Estudante: Um Caroço de Abacate, de Ary Zara (Portugal)
Menção Especial | Júri Estudantil: Escasso, de Gabriela Gaia Meirelles e Clara Anastácia (Brasil)
European Film Awards: Las Visitantes, de Enrique Buleo (Espanha/França)
Prêmio CanalL+/Ciné+: Åsnelandet (Donkeyland), de Bahar Pars (Suécia)
Fernand Raynaud Comedy Award: Las Visitantes, de Enrique Buleo (Espanha/França)
Menção Especial do Júri: Diabeł, de Jan Bujnowski (Polônia), Takanakuy, de Vokos (Brasil/Peru), Ridder Lykke, de Lasse Lyskjær Noer (Dinamarca), TsutsuƐ, de Amartei Armar (França/Gana), Serpêhatiyên neqewimî, de Ramazan Kılıç (Turquia) e Cuerdas, de Estibaliz Urresola (Espanha)

LAB COMPETITION

Grande Prêmio: Hideous, de Yann Gonzalez (Reino Unido/Inglaterra)
Prêmio Especial do Júri: The Debutante, de Elizabeth Hobbs (Reino Unido/Inglaterra)
Prêmio do Público: Scale, de Joseph Pierce (França/Bélgica/Reino Unido/Inglaterra/Tchéquia)
Prêmio Estudante: Fantasy in a Concrete Jungle, de Mehedi Mostafa (Bangladesh)
Melhor Documentário: Majmouan, de Mohammadreza Farzad (Polônia/Alemanha/Irã)
Special Effects Award: Buurman Abdi, de Douwe Dijkstra (Holanda)
Menção Especial do Júri: Bird in the Peninsula, de Atsushi Wada (França/Japão), As time passes, de Jamil McGinnis (EUA/Turquia) e Majmouan, de Mohammadreza Farzad (Polônia/Alemanha/Irã)
Menção Especial do Júri Estudantil: Will You Look At Me, de Shuli Huang (China)
Festivals Connexion Auvergne-Rhône-Alpes Award: 45th Parallel, de Lawrence Abu Hamdan (Inglaterra)

*Clique aqui e confira a lista completa com os premiados.

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 6º CineForte – Mostra Audiovisual de Cabedelo

por: Cinevitor
Luis Melo no curta A Morte do Funcionário: melhor ator

A sexta edição do CineForte – Mostra Audiovisual de Cabedelo, que aconteceu entre os dias 2 e 4 de fevereiro, em formato híbrido, contou com 21 filmes selecionados entre os 428 inscritos, oriundos de 23 estados, sendo 7 concorrentes paraibanos.

A programação foi dividida em três mostras: Canhoneira, com filmes produzidos na cidade de Cabedelo; Muralha, com filmes produzidos nas demais cidades do estado da Paraíba; e Mostra Baluarte, que exibiu filmes dos demais estados do país.

Realizado anualmente pela Orbe Produções Audiovisuais, em parceria com a Fundação Fortaleza de Santa Catarina, o CineForte acontece sempre durante o verão, período de elevado fluxo turístico no município. Seu intuito primordial é difundir os realizadores locais, paraibanos e de outros estados, exibindo filmes com temáticas mais populares a fim de buscar uma geração de público para o cinema regional. O evento é organizado pelo cineasta e roteirista Eduardo P. Moreira na na produção e coordenação; e Osvaldo Carvalho, presidente da Fundação Fortaleza de Santa Catarina.

O júri desta sexta edição foi formado por: Adriana Vasconcelos, Deleon Souto, Edson Santos, Jayme Filho, Kassandra Brandão, Lúcio Cesar Fernandes e Márcio H. Soares.

Conheça os vencedores da 6ª edição do CineForte – Mostra Audiovisual de Cabedelo:

Melhor Filme: A Morte do Funcionário, de Guilherme Pau y Biglia (PR)
Melhor Ficção: A Morte do Funcionário, de Guilherme Pau y Biglia (PR)
Melhor Documentário: Sonhos de Leandro, de J. França (PB)
Melhor Animação: Meu Nome é Maalum, de Luísa Copetti (RJ)
Melhor Filme Paraibano: Nem Todas as Manhãs São Iguais, de Fabi Melo
Menção Honrosa: Quarentena, de Adriel Nizer e Nando Sturmer (PB)
Melhor Direção: Guilherme Pau y Biglia, por A Morte do Funcionário
Melhor Atriz: Fernanda de Freitas, por Só Mais uma Frase
Melhor Ator: Luis Melo, por A Morte do Funcionário
Melhor Roteiro: Ela Mora Logo Ali, escrito por Fabiano Barros e Rafael Rogante
Melhor Fotografia: Nem Todas as Manhãs São Iguais, por João Carlos Beltrão
Melhor Direção de Arte: A Morte do Funcionário, por Ana Bona
Melhor Edição: Não Olhe para Trás, por Jessika Goulart
Melhor Trilha Sonora: Meu Nome é Maalum, por Maíra Freitas
Melhor Desenho de Som: A Morte do Funcionário, por Wonder Bettin, Miguel Boaventura e Zeno Mainardi

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do Festival Internacional de Cinema de Roterdã 2023

por: Cinevitor
Os vencedores na cerimônia de premiação

Foram anunciados nesta sexta-feira, 03/02, os vencedores da 52ª edição do Festival Internacional de Cinema de Roterdã (IFFR, International Film Festival Rotterdam), considerado um dos maiores do mundo e que destaca talentos cinematográficos dirigidos por novos cineastas.

O melhor filme da Tiger Competition, eleito pelo júri formado por Sabrina Baracetti, Lav Diaz, Anisia Uzeyman, Christine Vachon e Alonso Díaz de la Vega, foi o documentário Le spectre de Boko Haram, de Cyrielle Raingou, uma coprodução entre Camarões e França. A justificativa diz: “Uma história centrada no olhar paciente e honesto de seu cineasta sobre a presença pairante da violência, vista através dos olhos de inocentes”.

O filme de encerramento deste ano foi a comédia All India Rank, do diretor indiano Varun Grover. O festival apresentou 455 títulos na programação, incluindo 207 estreias mundiais.

Neste ano, o cinema brasileiro também exibiu alguns títulos na programação, como: os curtas-metragens Remendo, de Roger Ghil; Casa de Bonecas, de George Pedrosa; Escasso, de Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles; Procuro Teu Auxílio para Enterrar um Homem, de Anderson Bardot; e Visão do Paraíso, de Leonardo Pirondi. E os longas: Represa, de Diego Hoefel, e A Longa Viagem do Ônibus Amarelo, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima.

O Prêmio Robby Müller, que homenageia um criador de imagem (diretor de fotografia, cineasta ou artista visual), foi entregue para a diretora de fotografia francesa Hélène Louvart, conhecida por seu trabalho em Lazzaro felice, Murina, Pina, Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre, Le pupille, A Filha Perdida e os brasileiros Todos os Mortos e A Vida Invisível.

Conheça os vencedores do International Film Festival Rotterdam 2023:

TIGER COMPETITION
Melhor Filme: Le spectre de Boko Haram, de Cyrielle Raingou (Camarões/França)
Prêmio Especial do Júri: Munnel, de Visakesa Chandrasekaram (Sri Lanka) e New Strains, de Artemis Shaw e Prashanth Kamalakanthan (EUA)

BIG SCREEN COMPETITION
Melhor Filme: Endless Borders, de Abbas Amini (República Tcheca/Alemanha/Irã)

PRÊMIO FIPRESCI
La Palisiada, de Philip Sotnychenko (Ucrânia)

PRÊMIO NETPAC
Whispering Mountains, de Jagath Manuwarna (Sri Lanka)

AMMODO TIGER SHORT AWARDS
Melhor curta-metragem: Natureza Humana, de Mónica Lima (Portugal/Alemanha), Tito, de Kerven Jimenez e Taylor McIntosh (Haiti) e What the Soil Remembers, de José Cardoso (África do Sul/Equador)

PRÊMIO KNF | CURTA-METRAGEM
Aqueronte, de Manuel Muñoz Rivas (Espanha)

EUROPEAN FILM AWARD | CURTA-METRAGEM
Repetitions, de Morgan Alaric Quaintance (Reino Unido)

PRÊMIO DO PÚBLICO
Dalva, de Emmanuelle Nicot (França/Bélgica)

MELHOR FILME | JÚRI JOVEM
Something You Said Last Night, de Luis De Filippis (Canadá/Suíça)

PRÊMIO ROBBY MÜLLER
Hélène Louvart

Foto: Divulgação/IFFR.