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FAM 2021: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor
Roney Villela no longa Achados Não Procurados, de Fabi Penna.

A 25ª edição do Festival Internacional de Cinema Florianópolis Audiovisual Mercosul – FAM 2021 acontecerá entre os dias 23 e 29 de setembro, em formato on-line, com oito mostras competitivas e uma convidada de animação.

Este ano, das oito mostras competitivas, quatro delas tiveram inscrições (Work in Progress, Videoclipe, Curtas Catarinense e Infantojuvenil) e as outras quatro foram por convite realizado pela curadoria do festival (Rally Universitário, Curtas Mercosul, Longas Ficção Mercosul e DOC-FAM).

Os filmes que farão parte da Mostra Curtas Mercosul estão em curadoria com instituições internacionais parceiras e em breve serão divulgados, assim como os representantes da Mostra Convidada Animação. As outras sete mostras que serão exibidas este ano contam com 33 filmes de nove países.

A organização do festival segue na busca por mais apoiadores para sua realização e aceita doações através do link Colabore: “É com muito carinho que fazemos cada seleção, pensando na experiência do público, o momento de cada produção, como podemos colaborar com cada trajetória e tantos outros cuidados. Este ano tivemos recorde de inscrição de videoclipes e filmes para a infância e juventude, muitos pedidos para seleção de filmes convidados, em um trabalho que foi muito intimista, junto à equipe do festival, já que seguimos o evento com 10% do orçamento captado”, ressalta Marilha Naccari, diretora de programação do FAM.

Temas como esperança, amizade, bullying, lendas da Amazônia, descobertas e aquecimento global estão entre os assuntos em foco dos seis filmes selecionados para a Mostra Infantojuvenil, que traz curtas-metragens que representam a Argentina, Brasil e Uruguai. Já a Mostra Videoclipe completa cinco anos na programação do FAM e foram selecionadas seis produções da Argentina, Colômbia e Brasil (estados do Maranhão, Minas Gerais e São Paulo).

Pelo terceiro ano consecutivo, o FAM exibirá filmes que ainda não foram finalizados na Mostra Work in Progress. Os seis títulos selecionados vêm do Uruguai, Argentina, Equador, Brasil, Peru e há uma coprodução Argentina, Bolívia, Brasil e Colômbia; metade é dirigida por mulheres. Na Mostra Rally Universitário serão exibidos os quatro filmes vencedores na atividade de formação realizada pelo FAM. A Mostra Curtas Catarinense, que este ano exigia filmes em première, selecionou cinco produções, sendo três delas dirigidas por mulheres.

A Mostra de Longas (ficção e documentário) vai exibir seis filmes; as produções foram escolhidas através da curadoria da Panvision. Na DOC-FAM, mostra de documentários, dois filmes são estreias e retornam ao festival, agora para todo o público, depois de passaram pelo Encontro de Coprodução do Mercosul em 2019; já na Mostra Longas Ficção Mercosul são duas estreias.

Em comunicado oficial, Marilha Naccari disse: “Nos seus 25 anos de história seguimos acompanhando a evolução do cinema latino-americano e de nossa produção local. É muito gratificante poder contar com filmes de diretores que já fazem parte da trajetória do FAM em tantos diferentes papéis, diretor que estreou seu primeiro curta no festival e retorna pela segunda vez com longa-metragem, com produções que nasceram de encontros no festival, filmes que se fortaleceram no ECM, evento de mercado do Mercosul no FAM. E claro, é muito importante realizar a estreia mundial do longa-metragem catarinense de uma diretora estreante”.

Conheça os filmes selecionados para o FAM 2021:

MOSTRA LONGAS FICÇÃO MERCOSUL

Achados Não Procurados, de Fabi Penna (Brasil, SC)
A Teoria dos Vidros Quebrados, de Diego Parker (Brasil/Uruguai)
Matar Pinochet, de Juan Ignacio Sabatini (Chile)

DOC-FAM

El Film Justifica los Medios, de Juan Jacobo Del Castillo (Colômbia/México)
Iwianch, el Diablo Venado, de José Cardoso (Equador)
O Amor Dentro da Câmera, de Jamille Fortunato e Lara Beck Belov (Brasil, RJ/BA)

MOSTRA CURTAS CATARINENSE

A Árvore de Alfajor, de Marcela Soares (Florianópolis/São José)
Entrando no País das Maravilhas, de François Muleka (Florianópolis)
Espelho Espelho Meu, de Laura Bassani (Palhoça)
eth_OS, de Victor Galles (Palhoça/Florianópolis/Bauru, SP)
Les Petits Rats, de Bruna Boita Meoti (Chapecó/Pinhalzinho)

MOSTRA INFANTOJUVENIL

4 Bilhões de Infinitos, de Marco Antonio Pereira (Brasil, MG)
A Menina e o Velho, de Luciano Fusinato (Brasil, SC)
Clara de Huevo, de Sol Infante Zamudio e Andrea Treszczan Azar (Uruguai)
Jamary, de Begê Muniz (Brasil, AM)
Olho Além do Ouvido, de Bruna Schelb Corrêa e Luis Bocchino (Brasil, MG)
Pingüino y ballena, de Ezequiel Torres e Pablo Roldán (Argentina)

MOSTRA VIDEOCLIPE

Breathe, de Francesco Santalucia; por Fernando Haddad e Larissa Korolkovas (Brasil, SP)
Chapadô, de Lutty part. Jeffy e The Bochado; por Guilherme Jardim e Samuel Fávero (Brasil, MG/SP)
Joven Consciente, de Ha’e Kuera Ñande Kuera; por Fernando Paul Wheden (Argentina)
Rolowood, de El Venue; por Carla Melo (Colômbia)
Sinal Fechado, de Getúlio Abelha; por Lucas Sá (Brasil, MA)
Tirem as Cercas, de Regiane Araújo part. Núbia e Débora Melo; por Thais Lima (Brasil, MA)

MOSTRA WORK IN PROGRESS

Ese soplo, de Valentina Baracco Pena (Uruguai)
La Danza de Los Mirlos, de Alvaro Luque (Peru)
Las Fronteras se Movian, de Marina Belaustegui Keller (Argentina)
Los de Abajo, de Alejandro Quiroga Guerra (Argentina/Bolívia/Brasil/Colômbia)
Puka Urpi, de Segundo Fuérez (Equador)
Vai e Vem (título provisório), de Fernanda Pessoa e Adriana Barbosa (Brasil)

MOSTRA RALLY UNIVERSITÁRIO

El gran día, de Hanna Valentina Gómez (Florianópolis)
E quem vai dizer?, de Guilherme Inã Ferreira (Florianópolis)
Luto, de Edu Camargo (Florianópolis)
Sociedade Etiquetada, de Helena Creczynski

Foto: Marx Vamerlatti.

IV Festival de Cinema de Rua de Remígio: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor
Aisha Jambo no curta Neguinho, de Marçal Vianna.

A quarta edição do Festival de Cinema de Rua de Remígio, que acontecerá entre os dias 1 e 3 de setembro, terá programação totalmente virtual (clique aqui). O evento, que é realizado no Cine RT na cidade de Remígio, na Paraíba, alterou sua forma, desde o ano passado, por conta da pandemia de Covid-19.

O festival, que visa difundir a produção cinematográfica e incentivar produções audiovisuais locais, regionais e nacionais, nasceu como fruto da extensão do Festival Audiovisual de Campina Grande, o Comunicurtas, que chegou à cidade em 2017 com uma Mostra Itinerante. Fez sucesso entre a população local, que no ano seguinte um grupo de jovens artistas resolveu promover o primeiro festival de cinema da cidade.

Neste ano, 60 títulos foram distribuídos nas mostras Pedra da Letra (longas-metragens de qualquer gênero), Arribação (curtas-metragens produzidos em qualquer região do Brasil), Curimataú (curtas produzidos por estudantes e realizadores iniciantes) e Especial. Além disso, os homenageados deste ano serão o cineasta paraibano Silvio Toledo e todos os professores que têm dedicado a sua vida em prol da transmissão do saber e do conhecimento.

Além das sessões de filmes, esta edição também contará com oficinas e cursos na área do audiovisual e da comunicação. Também serão realizados debates, webnários, palestras e conferências.

Conheça os filmes selecionados para o 4º Festival de Cinema de Rua de Remígio:

MOSTRA PEDRA DA LETRA

A Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha, de Pablo Guelli (SP)
Cavalo de Santo, de Mirian Fichtner e Carlos Caramez (RS)
Expurgo Deforming Europe, de Lucas Hell e Pedro Vasseur (MG)
Guerreiros da Chapada, de Aragonez Fagundes (BA)
Incursão, de Eduardo P. Moreira e Silvio Toledo (PB)
O Jogador, de Gabriel Lima e Geraldo Guedes (PB)

MOSTRA ARRIBAÇÃO

A Balada da Nobre Senhora, de Hsu Chien (RJ)
Aonde Vão os Pés, de Débora Zanatta (PR)
Aperto, de Alexandre Estevanato (SP)
Aqueles que Estamos Esquecendo, de R.B. Lima e Rebeca Linhares (PB)
Atordoado, Eu Permaneço Atento, de Lucas H. Rossi dos Santos e Henrique Amud (RJ)
Cura-me, de Eduardo Varandas (PB)
Ela que Mora no Andar de Cima, de Amarildo Martins (PR)
Hooji, de Marcello Quintella e Boynard (RJ)
Lata de Sardinha, de Erick Marinho (PE)
Mascararás, de Bueno Sátiro (RJ)
Match, de Raquel Freire (SP)
Não Moro Mais em Mim, de Vitor Celso (PB)
Neguinho, de Marçal Vianna (RJ)
O Eterno Sublime das Incertezas, de Ana Calline (PB)
Por Quem os Sinos Dobram, de Jonathan Fernandes (SP)
Primavera de Fernanda, de Débora Zanatta e Estevan de la Fuente (PR)
Sobre Nossas Cabeças, de Susan Kalik e Thiago Gomes (BA)
Somente Após o Descanso, de Sihan Félix (RN)
Terra Vermelha, de Leonardo Gonçalves (PB)
Womaneater, de Paula Pardillos (RN)

MOSTRA CURIMATAÚ

A Galinha Chocada, de André Dias (CE)
Agnus, de Netuno (Rodrigo Sousa) (PB)
As Ondas, de Augusto Dutra (RJ)
Assombramitos, de Elizângela da Silva (BA)
Cálice, de Bianca Rocha e Julian Santos (PB)
Canudos em Minha Pele, de Rosa Amorim (PE)
Fole, de Lourival Andrade (RN)
Heterotopias – Entre Olhos e Olhares, de Fernando Santana e João Eduardo P. de Freitas (SP/PR)
Introverso, de Barbara Lesiv, Camille Kaiser e Nicole Andrade (SP)
Janela Sobre Sonho, de Blandine Klander (BA)
Livre-se, de Matheus Lopes e Vinícius de Lima (SP)
Mestre PaiIguaracy e a Jurema Sagrada, de Wagner França (PE)
Miragem, de Bruna Maria Alexandre Guido (PE)
O Prazer de Matar Insetos, de Leonardo Martinelli (RJ)
O Último Cinema de Rua, de Marçal Vianna (RJ)
Os Dias com Você, de Letícia Cristina e Luan Santos (SP)
Playlist, de Pedro Meloi (PE)
Pronome Definido, de Giovanna Azevêdo (PB)
Quarta: Dia de Jogo, de Clara Henriques e Luiza França (RJ)
Remendo, de Diego Príncipe (RJ)

MOSTRA ESPECIAL

A Gaveta, de Adriano Gomez (SP)
A Inacreditável História do Milho Gigante, de Aldenor Pimentel (RR)
A Juventude e Desemprego, de Blandine Klander (BA/Angola)
À La Carte, de Adriano Gomez (SP)
Acessibilidade, de Luiz Felipe Bolis (PB)
Augusta e Antonico, de Cesar Felipe Pereira (PR)
Clovito 2069, de João Manteufel (MT)
Contraços, de Ralph Campos e Renan Collier (RJ/Portugal)
IdentidadeS in Transição, de Ricardo Alves (CE)
Nosztalgia, de Vanessa Malheiros e Wayner Tristão (MG/PE/Hungria)
Poucos que Sobrevivem, de Oliver (PI)
Previsões, de Wayner Tristão (PE)
Seu Amor Ainda é Tudo, de Adriano Gomez (SP)
Urubá, de Rodrigo Sena (RN)
Zé Laurentino – O Poeta do Povo, de Sandro Branco e Rafael Melo (PR/PB)

Foto: Divulgação.

Papai é Pop, protagonizado por Lázaro Ramos, ganha teaser

por: Cinevitor
Lázaro Ramos e Malu Aloise em cena: filme traz reflexão sobre paternidade.

Com roteiro de Ricardo Hofstetter e direção de Caito Ortiz, de O Roubo da Taça, Papai é Pop acompanha os desafios e alegrias que o protagonista encara para descobrir o que é ser pai.

O filme, uma coprodução da Galeria Distribuidora com a Pródigo Filmes e o Grupo Telefilms, acaba de divulgar seu primeiro teaser com imagens exclusivas que mostram as estrelas Lázaro Ramos e Paolla Oliveira dando vida ao casal Tom e Elisa, pais de primeira viagem.

Livremente inspirado no livro O Papai é Pop, de Marcos Piangers, o longa conta a história de Tom, um homem comum que vê sua vida mudar ao se tornar pai. Ao lado da esposa Elisa, Tom precisa aprender na prática como cuidar da filha, e em meio a situações divertidas e emocionantes da vida cotidiana, apresenta uma transformação interior que conflita com a forma como a sociedade enxerga um pai presente. O elenco conta também com Malu Aloise, Elisa Lucinda, Leandro Ramos, Dadá Coelho, Thiago Justino, Richard Cardoso, entre outros.

O filme ainda guarda algumas surpresas, como o final em que pessoas contam como a paternidade mudou suas vidas. Gabriel Gurman, CEO da Galeria Distribuidora e codiretor geral da Diamond Films Brasil, comenta: “Papai é Pop é um filme muito especial para nós, e a chegada do Dia dos Pais é o momento perfeito para compartilhar um gostinho do que se pode esperar! Desde o começo nos preocupamos em não ‘endeusar’ a figura do pai. Afinal, ele não está fazendo nada além do que deveria fazer. Não queremos, e nem temos no filme, um ‘pai perfeito’, temos apenas um pai e sua história pode servir de exemplo”.

Assista ao teaser de Papai é Pop, que ainda não tem data de estreia definida:

Foto: Reprodução/YouTube.

Queer Lisboa 2021 anuncia filmes selecionados; cinema brasileiro ganha destaque

por: Cinevitor
Cena do curta pernambucano Inabitável: destaque na seleção.

O Queer Lisboa tem como proposta exibir filmes de temática gay, lésbica, bissexual, transgênero, transexual, intersexo e de outras sexualidades e identidades não normativas. Com a expansão crescente do cinema queer em grandes festivais internacionais, o evento português, criado em 1997, cumpre seu objetivo de divulgar estéticas e narrativas mundiais que ainda possuem acesso limitado para o grande público.

Neste ano, em sua 25ª edição, que acontecerá entre os dias 17 e 25 de setembro, dezesseis títulos integram as mostras competitivas de longas-metragens, entre eles, três brasileiros:  Até o Fim, de Glenda Nicácio e Ary Rosa, e Madalena, de Madiano Marcheti, na categoria de ficção; e Limiar, de Coraci Ruiz, entre os documentários.

Na mostra competitiva de curtas, um terço dos títulos são de cineastas que retornam ao festival com obras radicais que reafirmam seus estilos. Aqui, o cinema brasileiro aparece com mais três filmes: Inabitável, de Enock Carvalho e Matheus Farias; Ouça, de Cris Lyra; e Vagalumes, de Léo Bittencourt.

Já na mostra Queer Art, que retrata novas tendências da teoria queer onde o cinema se cruza com as artes plásticas, mais três títulos brasileiros: 5 Casas, de Bruno Gularte Barreto, uma coprodução com a Alemanha; Desaprender a Dormir, de Gustavo Vinagre; e Vaga Carne, de Ricardo Alves Jr. e Grace Passô.

A competitiva de curtas da Escola Europeia In My Shorts traz filmes realizados por alunos de escolas de cinema produzidos no ano anterior; além disso, disponibiliza dois dias de workshops para os realizadores. Nesta edição, o cinema francês ganha destaque.

Além disso, um dos destaques desta edição é a parceria entre a BoCA Bienal e a Cinemateca Portuguesa na homenagem à obra de um dos autores mais prolíficos do cinema queer norte-americano: Gus Van Sant. O cineasta e artista plástico irá criar o seu primeiro musical de palco, inspirado no universo criativo do estúdio The Factory, de Andy Warhol, em colaboração com músicos e artistas portugueses. Por conta disso, o Queer Lisboa realizará uma retrospectiva da sua carreira.

Para completar a homenagem, Gus Van Sant escolheu dois títulos que serão exibidos na Cinemateca Portuguesa: Batman Dracula (1964), de Andy Warhol, e Andy Warhol: A Documentary Film (2006), de Ric Burns. As sessões serão acompanhadas pelo homenageado, que conversará com o público sobre os filmes.

Confira os filmes selecionados para o 25º Queer Lisboa:

COMPETIÇÃO | LONGAS-METRAGENS

Até o Fim, de Glenda Nicácio e Ary Rosa (Brasil)
Bliss (Glück), de Henrika Kull (Alemanha)
Fin de Siglo, de Lucio Castro (Argentina)
Garçon Chiffon, de Nicolas Maury (França)
La Nave del Olvido, de Nicol Ruiz (Chile)
Madalena, de Madiano Marcheti (Brasil)
Minyan, de Eric Steel (EUA)
The Scary of Sixty-First, de Dasha Nekrasova (EUA)

COMPETIÇÃO | DOCUMENTÁRIO

La Fabrique du Consentement: Regards Lesbo-Queer, de Mathilde Capone (Canadá)
Las Flores de la Noche, de Eduardo Esquivel e Omar Robles (México)
Limiar, de Coraci Ruiz (Brasil)
Miguel’s War, de Eliane Raheb (Líbano/Alemanha/Espanha)
Océano de Amor, de Alexa Karolinski e Ingo Niermann (Suíça/Cuba)
Sedimentos, de Adrián Silvestre (Espanha)
Silent Voice, de Reka Valerik (França/Bélgica)
Uferfrauen – Lesbisches L(i)eben in der DDR, de Barbara Wallbraun (Alemanha)

COMPETIÇÃO | CURTAS-METRAGENS

A Table for One, de Carlos Lobo (Portugal)
Beautiful Alexander (Mooie Alexander), de Marc Wagenaar (Holanda)
Drawings of my BF, de James Cooper (Reino Unido)
Dustin, de Naïla Guiguet (França)
Eggshells, de Slava Doytcheva (Bulgária)
En ce moment, de Serena Vittorini (Bélgica/Itália)
Escaping the Fragile Planet (Apodrasi apo ton Efthrafsto Planiti), de Thanasis Tsimpinis (Grécia)
Expatriate Dreamer, de Yihao Zheng (EUA/China)
Fou de Bassan, de Yann Gonzalez (França)
Heaven Reaches down to Earth, de Tebogo Malebogo (África do Sul)
Hi, Sweety., de Celeste Prezioso (Argentina)
Inabitável, de Enock Carvalho e Matheus Farias (Brasil)
International Dawn Chorus Day, de John Greyson (Canadá)
Les attendants, de Truong-Minh Quy (França/Indonésia/Singapura)
Lointain (Faraway), de Aziz Zoromba (Canadá)
Luz de Presença, de Diogo Costa Amarante (Portugal)
Nuit de Chine, de Nicolas Medy (França)
Octavia’s Visions, de Zara Zandieh (Alemanha)
Ouça, de Cris Lyra (Brasil)
Red Aninsri; or, Tiptoeing on the Still Trembling Berlin Wall (Aninsri Daeng), de Ratchapoom Boonbunchachoke (Tailândia)
The Fans (Fanaty), de Seva Galkin (Rússia)
Vagalumes, de Léo Bittencourt (Brasil)

COMPETIÇÃO | QUEER ART

5 Casas, de Bruno Gularte Barreto (Brasil/Alemanha)
Acts of Love, de Isidore Bethel e Francis Leplay (França/EUA)
Agate Mousse (Moss Agate), de Sélim Mourad (Líbano)
Another Europe, de Sangam Sharma (Áustria)
Desaprender a Dormir, de Gustavo Vinagre (Brasil)
Mojarse en Cuatro Versos, de Heleni Smuha e Clara Ràfols Pérez (Espanha)
Passion, de Maja Borg (Suécia/Espanha)
Vaga Carne, de Ricardo Alves Jr. e Grace Passô (Brasil)

COMPETIÇÃO | ESCOLA EUROPEIA IN MY SHORTS

Diamanda s’en va (Diamanda Goes Away), de Antoine Granier (França)
Eden, de Sven Spur (Bélgica)
Gare aux coquins (Naughty Spot), de Jean Costa (França)
Hyped, de Alkis Papastathopoulos (Grécia)
Jo, de Ann Sophie Wieder (França)
L’annonce, de Denis Liakhov (França)
La guerre en elle (The War inside Her), de Yara Atz (Suíça)
Scum Mutation, de Ov (França)
Supreme, de Youssef Youssef (Suíça)

RETROSPECTIVA GUS VAN SANT

Mala Noche (1985)
Garotos de Programa (1991)
Elefante (2003)
Milk: A Voz da Igualdade (2008)
Ouverture of Something That Never Ended (sete episódios)

* [ATUALIZADO – 26/08 | 15h46]

Foto: Gustavo Pessoa.

Inffinito Film Festival 2021: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor
Andrade Júnior no longa pernambucano King Kong en Assuncíon, de Camilo Cavalcante.

O Inffinito Film Festival, maior e mais importante festival de cinema brasileiro realizado no exterior, acaba de anunciar a seleção de filmes para as mostras competitivas de sua 25ª edição, que acontecerá entre os dias 4 e 18 de setembro.

Serão exibidos nos Estados Unidos, em formato híbrido, ao todo 55 produções. Este ano, pela primeira vez, a seleção conta com três coproduções entre Brasil e Estados Unidos: um longa e três curtas-metragens. De Porto Rico ao Alasca, os filmes serão exibidos através da primeira plataforma internacional de streaming dedicada exclusivamente ao audiovisual brasileiro, lançada pela Inffinito no ano passado. Além das mostras on-line, com o avanço da vacinação e a flexibilização das regras de isolamento social nos Estados Unidos, quem estiver em Nova York e Miami poderá assistir presencialmente as exibições ao ar livre e shows.

Em Nova York, o público poderá assistir ao show de Dom Salvador Samba Jazz Sextet, no SummerStage do Central Park, na noite de abertura do festival, 4 de setembro, a partir das 20h30. Dom Salvador, nome artístico de Salvador da Silva Filho, é um instrumentista, arranjador e compositor brasileiro que mora em NY desde 1973, onde toca piano no restaurante River Cafe e alterna seu trabalho com shows e gravações ocasionais. Há quem o considere responsável por mudar os rumos da música brasileira, por ter sido o músico escolhido para dar cara soul à música de Roberto Carlos, nos anos 1970. Sua história, pouco conhecida do grande público brasileiro, é contada no documentário Dom Salvador & Abolição, de Artur Ratton e Linka Hara, que será exibido, na mostra presencial, pouco antes na mesma noite, às 19h, também no Central Park.

Os filmes das mostras competitivas concorrem ao troféu Lente de Cristal em diversas categorias; o melhor documentário tem uma premiação à parte. Presidido pela atriz Betty Faria, o júri de filmes de ficção é composto pela atriz Camila Morgado; o roteirista de cinema e artista plástico Luiz Dolino; Lorenna Montenegro, crítica de cinema, roteirista, curadora, jornalista cultural e produtora de conteúdo; John Maass, cineasta e advogado.

Para a mostra competitiva de documentários, os jurados são: a fotógrafa Maritza Caneca; o cineasta e ator Luciano Vidigal; Flavia Azeredo, professora de linguística, cultura e cinema; e Bianca De Felipes, produtora e distribuidora de filmes e séries. Os prêmios do voto popular serão escolhidos pelo público nas categorias de melhor filme de ficção, melhor documentário e melhor curta-metragem.

No Brasil, além de algumas mostras virtuais, o público poderá assistir uma seleção especial na TV. Como parte da celebração dos 25 anos do Inffinito Film Festival, o Canal Brasil exibirá no horário nobre (aos sábados e domingos, entre os dias 04 e 26/09, às 22h) produções emblemáticas premiadas no festival ao longo de sua trajetória. A seleção inclui os títulos: O Quatrilho, Estômago, O Beijo no Asfalto, João, O Maestro, Raul – O Início, O Fim e O Meio, O Paciente – O Caso Tancredo Neves, Loki – Arnaldo Baptista e Polaroides Urbanas.

Pioneiro na promoção e difusão do cinema brasileiro no mercado internacional, o Inffinito Film Festival realizou, ao longo das últimas décadas, eventos, mostras e festivais de cinema em cidades como Miami, Nova York, Londres, Vancouver, Roma, Milão, Frascati, Madri, Barcelona, Montevidéu, Buenos Aires, Canudos e Bogotá. Em 87 edições dos festivais, o circuito soma mais de 1.200 filmes exibidos para um público de mais de 2 milhões de pessoas, criando assim uma forte relação com o consumidor do produto audiovisual brasileiro no exterior.

Conheça os filmes selecionados para o 25º Inffinito Film Festival:

MOSTRA COMPETITIVA | LONGAS | FICÇÃO

A Mesma Parte de um Homem, de Ana Johann
A Queda, de Diego Rocha
Cemitério das Almas Perdidas, de Rodrigo Aragão
Curral, de Marcelo Brennand
De Perto Ela Não é Normal, de Cininha de Paula
King Kong en Assuncíon, de Camilo Cavalcante
Madalena, de Madiano Marcheti
O Palestrante, de Marcelo Antunez
Raia 4, de Emiliano Cunha
Sertânia, de Geraldo Sarno
Um Dia com Jerusa, de Viviane Ferreira
Um Dia Qualquer, de Pedro Von Krüger

MOSTRA COMPETITIVA | DOCUMENTÁRIO

A Mulher da Luz Própria, de Sinai Sganzerla
A Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha, de Pablo Guelli
Alvorada, de Anna Muylaert e Lô Politi
Ana. Sem Título, de Lúcia Murat
Chico Mario – A Melodia da Liberdade, de Silvio Tendler
Doidos de Pedra – O Paraíso Ameaçado, de Luiz Eduardo Ozório
Dorival Caymmi – Um Homem de Afetos, de Daniela Broitman
Extermínio, de Mirela Kruel
Glauber, Claro, de César Meneghetti
Máquina do Desejo – Os 60 Anos do Teatro Oficina, de Lucas Weglinski e Joaquim Castro
Por Onde Anda Makunaíma?, de Rodrigo Séllos
Reflexo do Lago, de Fernando Segtowick
Ziraldo, Uma Obra que Pede Socorro, de Guga Dannemann

MOSTRA DE CURTAS-METRAGENS

111+, de Ivaldo Correia
A Balada da Nobre Senhora, de Hsu Chien
A Lista, de Luciana de Oliveira
Adelaide Aqui Não Há Segunda Vez para o Erro, de Anna Zêpa
Alfazema, de Sabrina Fidalgo
Antígona Pajubá, de Fabrício Boliveira
Atordoado, Eu Permaneço Atento, de Lucas H. Rossi dos Santos e Henrique Amud
Debaixo do Guarda-Chuva para Ser Resistência, de Vini Poffo
Entre, de Luz Bárbara e Ana Carolina Marinho
Éter Godzilla, de André Alves Pinto
Gado Marcado, de Estevan Muniz
Histórias de uma Cidade, de Felipe Nepomuceno
Isabela, de Diego Lopes e Claudio Bitencourt
Janelas Daqui, de Luciano Vidigal e Arthur Sherman
Janelas Pelo Mundo, de Bia Oliveira
João Bosco e Aldir Blanc, de Pedro Pontes
Nina Aprendendo a Andar de Bicicleta, de Luísa Parnes
O Buraco, de Zeudi Souza
O Sobrevivente, de Silvia Rocha
Simples Assim, de Luciana Bittencourt
Vai Melhorar, de Pedro Fiuza
Zero, de Sacha Bali

EXIBIÇÕES PRESENCIAIS | NOVA YORK + MIAMI

Amarração do Amor, de Caroline Okoshi Fioratti
Dom Salvador & Abolição, de Artur Ratton e Linka Hara
Homem Onça, de Vinicius Reis
Me Chama que Eu Vou, de Joana Mariani
Neojibá – Música que Transforma, de Sergio Machado e George Walker Torres
O Órfão, de Carolina Markowicz
Silêncio da Chuva, de Daniel Filho
Valentina, de Cássio Pereira dos Santos

Foto: Divulgação/ArtHouse.

Cinderela, com Camila Cabello, ganha trailer e data de estreia

por: Cinevitor
Filme estreia exclusivamente no Prime Video no dia 3 de setembro.

O Amazon Prime Video divulgou nesta terça-feira, 03/08, o trailer oficial de Cinderela, filme dirigido por Kay Cannon e protagonizado pela cantora e atriz Camila Cabello, que será lançado no dia 3 de setembro em mais de 240 países e territórios.

Cinderela é uma nova e ousada abordagem musical da história tradicional já conhecida pelo público. A protagonista é uma jovem ambiciosa cujos sonhos são maiores do que o seu mundo permite, mas com a ajuda de seu Fado Madrinho, interpretado por Billy Porter, da série Pose, ela é capaz de perseverar e realizar seus sonhos.

A trama conta com covers de canções escritas por alguns dos artistas musicais mais vendidos de todos os tempos e também com Idina Menzel, Minnie Driver, Nicholas Galitzine e Pierce Brosnan no elenco. Os produtores são James Corden, Leo Pearlman, Jonathan Kadin e Shannon McIntosh, e os produtores executivos são Louise Rosner e Josephine Rose.

Assista ao trailer de Cinderela:

Foto: Kerry Brown.

BrLab 2021: conheça os projetos de longas-metragens selecionados

por: Cinevitor
A Margem Escura do Rio: projeto de Matheus Farias e Enock Carvalho.

Atualmente, o BrLab é o único evento de mercado audiovisual no Brasil que recebe projetos de toda América Latina e Península Ibérica e que agrega diferentes workshops e encontros internacionais em sua programação, que, este ano, acontecerá entre os dias 1 e 22 de outubro em formato on-line por conta da pandemia de Covid-19.

O tradicional laboratório de desenvolvimento de projetos de longa-metragem de ficção do BrLab, chamado BrLab Features e realizado há 11 anos, anunciou nesta semana os selecionados para a edição de 2021. A direção e coordenação pedagógica do evento é do produtor Rafael Sampaio e os projetos selecionados para este ano receberão consultorias das produtoras Tatiana Leite (Brasil) e Juliette Lepoutre (França), do produtor Giancarlo Nasi (Chile), das cineastas Mariana Rondón (Venezuela) e Paula Astorga (México) e das roteiristas Iana Paro Cossoy (Brasil) e Xenia Rivery (Cuba), entre vários outros palestrantes e convidados envolvidos em conteúdos e reuniões de negócios de compõem a intensa programação.  

Durante a realização do laboratório, produtores, diretores e roteiristas representantes dos doze projetos selecionados recebem consultorias integrais em pilares fundamentais para uma melhor realização de seus filmes: roteiro, direção, produção e distribuição. O BrLab Features acumula casos bem-sucedidos de longas lançados no Brasil e no exterior e se consolidou, nos últimos anos, como um espaço de referência internacional.

A curadoria desta 11ª edição reúne futuros filmes de cineastas premiados como: Jô Serfaty, cujo longa anterior, Um Filme de Verão, foi exibido em mais de 30 festivais ao redor do mundo; Eduardo Nunes, cujo filme Sudoeste foi premiado em mais de 20 festivais; e Cássio Pereira dos Santos, que em 2020 ganhou o Prêmio do Público na Mostra de São Paulo, entre outros, com seu primeiro longa Valentina.

O Lesim, projeto de Eduardo Nunes, é uma coprodução entre Portugal e Brasil escrito em parceria com o cineasta português André Gil Mata e será inteiramente filmado em Portugal. Já Serfaty participa com Borda do Mundo, uma produção brasileira que será inteiramente rodada no litoral do Rio de Janeiro; e Cássio Pereira dos Santos participa com Temporada de Fogo, produção brasileira que busca coprodutor internacional e deverá ser majoritariamente filmada no cerrado mineiro.

A seleção internacional traz projetos de longas metragens de realizadores premiados, como a peruana Francesca Canepa, cujo curta El Silencio del Rio participou de Berlim, em 2020, entre outros festivais, e o venezuelano Michael Labarca, premiado na Cinéfondation do Festival de Cannes, em 2016, entre outros. 

Os projetos participantes irão concorrer a prêmios e estímulos oferecidos por importantes empresas e instituições parceiras, como a Globo Filmes, que oferece, desde 2019, o Prêmio Desenvolvimento Globo Filmes no valor de R$ 100.000,00, e a distribuidora Vitrine Filmes, parceira do BrLab desde a primeira edição, que oferece prêmios para projetos brasileiros e estrangeiros. Complementam a lista de prêmios: consultorias e workshops oferecidos pelo Torino Film Lab, apoiado pelo Projeto Paradiso, e Pop Up Film Residency, por exemplo, entre outras. 

A comissão de seleção do BrLab Features 2021 foi formada por: Andrea Cals, curadora audiovisual; Elzemann Neves, roteirista e dramaturgo; Fábio Leal, diretor, roteirista, ator e preparador de elenco; Fernanda De Capua, roteirista, diretora e produtora; Fernanda Vidigal, produtora e fundadora da Carapiá Filmes; Flávia Candida, curadora, cineasta e produtora; Giovanni Barros, diretor, roteirista e produtor de elenco; Julia Katharine, atriz e realizadora; Kariny Martins, curadora, pesquisadora, roteirista e diretora; Leticia Santinon, curadora e gerente de lançamentos; Mannu Costa, realizadora, produtora e produtora executiva; Marcela Esquivel, roteirista, diretora e produtora; Marcio Miranda Perez, realizador e curador; Maria Carla Del Rio, produtora; Marina Torre, produtora executiva e produtora; Melina Bomfim, realizadora, pesquisadora e curadora; Paula Astorga, produtora cultural; Rafael Sampaio, diretor do BrLab e produtor; Talita Arruda, curadora e distribuidora; Thamires Vieira, diretora e produtora; e Xênia Rivery Arboláez, roteirista e professora.

Conheça os projetos selecionados para o BrLab Features 2021 e detalhes da programação:

A Firma Unicórnio (CE)
Direção e roteiro: Marianne Macedo Martins e Daniel Lentini
Produção: Caroline Louise (Marrevolto Filmes)

A Margem Escura do Rio (PE)
Direção e roteiro: Matheus Farias e Enock Carvalho; Juliana Soares (co-roteirista)
Produção: Janaína Bernardes (Gatopardo Filmes)

Borda do Mundo (RJ)
Direção: Jô Serfaty
Roteiro: Jô Serfaty e Pedro Pipano
Produção: Clarissa Guarilha (Arissas)

Kaye (Chile)
Direção e roteiro: Juan Cáceres
Produção: Esteban Sandoval (Infractor Films Factory e Pejeperro Films)
*Selecionado em aliança com Cinéma en Développement do Festival Cinélatino de Toulouse

La Otra Orilla (Peru)
Direção: Francesca Canepa
Roteiro: Francesca Canepa e Miguel Angel Papalini
Produção: Enid Campos Leon (Split Films SAC)

La Sirena de Monterrey (Argentina/México)
Direção e roteiro: Marlene Grinberg
Produção: Araquen Rodriguez (Pelicano Cine)

Los Días en el Sur (Argentina/Chile)
Direção e roteiro: Liz María Haedo e Lucas Gabriel Olivares
Produção: Emilia Benzo e Jaque Content (Jaque Productora S.A.)

Muchachos Bañándose en el Lago (Venezuela/França/Argentina)
Direção e roteiro: Michael Labarca
Produção: Patricia Ramírez Arévalo (Todos Los Ríos)

O Lesim (Portugal/Brasil)
Direção: Eduardo Nunes
Roteiro: Eduardo Nunes e André Gil Mata
Produção: Marta Lima e Izabella Faya (Rua Escura CRL e 3 Tabelas Filmes)

O Último Dragão Chinês (SP)
Direção e roteiro: Pedro Jorge
Produção: Heverton Lima (Paideia Filmes)
*Selecionado através do Prêmio de Desenvolvimento comKids + BrLab

Temporada de Fogo (MG)
Direção e roteiro: Cássio Pereira do Santos
Produção: Erika Pereira dos Santos (Campo Cerrado Produções)

Tragam-me a Cabeça de Orum-Bomani (BA)
Direção e roteiro: Ariel L. Ferreira
Produção: Rubian Melo (Saturnema Filmes)

Conheça a programação do 11º BrLab:

BrLab Features: tradicional workshop de desenvolvimento de projetos de longas metragens de ficção da América Latina e Península Ibérica, realizado há 11 anos;
BrLab CoPro: novo encontro de coprodução voltado para projetos de longas metragens latino-americanos de ficção, realizado em parceria institucional com Brazilian Content, Cinema do Brasil e Projeto Paradiso, com apoio da Embaixada da França no Brasil;
BrLab Audience Design: workshop voltado para design de audiência, nesse ano realizado em parceria com o Projeto Paradiso e exclusivo para projetos da Incubadora Paradiso;
Locarno Industry Academy: programa de capacitação voltado a jovens profissionais da indústria audiovisual, realizado em parceria com o Festival de Locarno;
BrPlot – Screenwriters’ Meeting: encontro aberto ao público com programação de mesas de debate e palestras voltadas ao roteiro e a escrita para o audiovisual, realizada em parceria com a ABRA, Associação Brasileira de Roteiristas;
Reach – Audience Matters: encontro com programação aberta focado na reflexão sobre o público de projetos audiovisuais em desenvolvimento.

O BrLab também promove atividades regionais em diferentes estados do Brasil, publicações e iniciativas em parceria com renomadas instituições.

Foto: Divulgação.

IndieLisboa 2021 anuncia seleção; filmes brasileiros se destacam na programação

por: Cinevitor
Katia Blander no curta cearense Noite de Seresta, de Muniz Filho e Sávio Fernandes.

A 18ª edição do IndieLisboa – Festival Internacional de Cinema estava marcada para acontecer no final de abril, como de costume, porém, por conta da pandemia de Covid-19, foi adiada e confirmada entre os dias 21 de agosto e 6 de setembro. O festival surgiu, em 2004, com o objetivo de promover filmes independentes e apoiar a divulgação destes títulos na capital portuguesa, sendo considerado o maior festival português de cinema.

Neste ano, o cinema brasileiro ganha destaque com diversas produções, entre elas, Ney à Flor da Pele, documentário dirigido por Felipe Nepomuceno sobre a vida e obra de Ney Matogrosso. A programação destaca também dois títulos premiados no Panorama Internacional Coisa de Cinema, festival realizado em Salvador, que faz parceria com o IndieLisboa desde 2013: o longa O Amor Dentro da Câmera, de Jamille Fortunado e Lara Beck Belov; e o curta Noite de Seresta, de Muniz Filho e Sávio Fernandes.

Entre outros filmes brasileiros, a seleção deste ano contará com uma retrospectiva da cineasta francesa Sarah Maldoror, que ficou conhecida pelo movimento Negritude, sendo uma das primeiras mulheres a dirigir um longa-metragem em um país africano; ela morreu em abril do ano passado por complicações da Covid-19. Além disso, na mostra Silvestre, o foco estará no cineasta colombiano Camilo Restrepo, premiado no Festival de Berlim por Los Conductos, uma coprodução entre França, Colômbia e Brasil.

A seleção conta também com filmes de Radu Jude, Christophe Cognet, Helena Estrela, Brandon Colvin, Alice Diop, Emma Seligman, Aleksandre Koberidze, Edgar Wright, Orson Welles, Mario Bava, Sophie Mair, Sérgio Tréfaut, Tarzan Nasser e Arab Nasser, entre outros.

Conheça os filmes brasileiros selecionados para a 18ª edição do IndieLisboa:

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | LONGA-METRAGEM
Seção composta por primeiras, segundas e terceiras obras nunca antes mostradas publicamente em Portugal. Foram finalizadas no ano em que decorre o festival ou no ano anterior. Nesta seção concorrem longas e curtas metragens (em programas separados).

Esquí, de Manque La Banca (Argentina/Brasil)

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | CURTA-METRAGEM

Noite de Seresta, de Muniz Filho e Sávio Fernandes (Brasil)
Transportation Procedures For Lovers, de Helena Estrela (Portugal/Brasil/Espanha)

SILVESTRE | LONGA-METRAGEM
Mostrando obras de jovens cineastas e autores consagrados, esta mostra competitiva encontra na singularidade a sua norma. Mostramos, sob a asa de Silvestre, obras que rejeitem fórmulas consagradas, que despertem novas linguagens e cuja rebeldia espelhe o espírito do festival.

A Cidade dos Abismos, de Priscyla Bettim e Renato Coelho (Brasil)

SILVESTRE| CURTA-METRAGEM

Bicho Azul, de Rafael Spínola (Brasil)

FOCO SILVESTRE: CAMILO RESTREPO

Los Conductos, de Camilo Restrepo (França/Colômbia/Brasil)

DIRECTOR’S CUT
Filmes novos que mergulham na memória do cinema como principal inspiração e matéria-prima e filmes que retrabalham o patrimônio visual cinematográfico.

O Amor Dentro da Câmera, de Jamille Fortunato e Lara Beck Belov (Brasil)

SESSÕES ESPECIAIS

Mudança, de Welket Bungué (Alemanha/Portugal/Brasil/Guiné-Bissau)
Paraíso, de Sérgio Tréfaut (Portugal/França/Brasil)
Vieirarpad, de João Mário Grilo (Portugal/França/Brasil)

INDIEMUSIC | LONGA-METRAGEM
A ligação entre o cinema e a música está no epicentro desta mostra competitiva. No IndieMusic abraçamos filmes sobre músicos e bandas de todo o mundo, mergulhando não raras vezes nos contextos históricos, políticos e sociais que acompanham as movimentações musicais.

Ney à Flor da Pele, de Felipe Nepomuceno (Brasil)

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do FestCurtas Fundaj 2021

por: Cinevitor
Quézia Oliveira Dias no curta cearense A Beleza de Rose, de Natal Portela: filme premiado.

Foram anunciados neste domingo, 01/08, os vencedores da segunda edição do FestCurtas Fundaj 2021 – II Festival Nacional de Curtas do Cinema da Fundação On-line, realizado pela Fundação Joaquim Nabuco, sediada no Recife, em Pernambuco.

Durante seis dias o festival exibiu 30 curtas de 14 estados e alcançou mais de 48 mil acessos e 2.800 votos do público. Os premiados receberão o Troféu FestCurtas Fundaj, em madeira, assinado pelo mestre J. Borges, xilogravurista reconhecido internacionalmente pela sua arte; os selecionados recebem certificados de participação.

Além das categorias de melhor ficção e melhor documentário, o festival entrega o Prêmio Cinemateca Pernambucana, destinado para a melhor produção local; o vencedor deste ano foi o curta Ar, de Marcelo Oliveira e William Oliveira. A trama acompanha um artista independente gay que vive isolado devido à uma ameaça mortal, enquanto tenta escapar do perigo que está cercando sua casa.

Com mais de 850 votos, o curta pernambucano Azul, de Tauana Uchôa, foi escolhido pelos internautas como o vencedor do Prêmio do Público; o filme é uma poesia visual sobre amizade e autismo. O júri também concedeu uma Menção Honrosa para Abjetas 288, de Júlia da Costa e Renata Mourão, “pela invenção narrativa e perspectiva feminina de guerrilha”.

O júri foi composto pela cineasta e continuísta Adelina Pontual, pelo produtor e realizador Chico Serra e pelo cineasta Ivan Cordeiro, ícone do Ciclo Super-8 do Recife. Todos exaltaram a qualidade dos filmes exibidos e ressaltaram a importância da segunda edição do festival por oferecer um panorama da produção brasileira de curtas-metragens.

Conheça os vencedores do FestCurtas Fundaj 2021:

MELHOR FICÇÃO
A Beleza de Rose, de Natal Portela (CE)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Adelaide, Aqui Não Há Segunda Vez para o Erro, de Anna Zêpa (SP)

PRÊMIO CINEMATECA PERNAMBUCANA
Ar, de Marcelo Oliveira e William Oliveira (PE)

PRÊMIO DO PÚBLICO
Azul, de Tauana Uchôa (PE)

MENÇÃO HONROSA
Abjetas 288, de Júlia da Costa e Renata Mourão (SE)

Foto: Divulgação.

Curtas selecionados para o primeiro turno do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2021 estão disponíveis no Porta Curtas

por: Cinevitor
Cássia Damasceno no curta potiguar Vai Melhorar, de Pedro Fiuza.

A Academia Brasileira de Cinema divulgou recentemente os indicados ao primeiro turno do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2021, que ainda está sem data para acontecer. Os títulos serão avaliados pelos membros da Academia, que depois escolherão os finalistas em mais de 30 categorias.

No ano passado, por conta da pandemia de Covid-19, a cerimônia foi transmitida pela TV Cultura e também pelo YouTube e Facebook da emissora. Bacurau, dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, que liderava a lista de indicações, foi o grande vencedor do ano passado com seis prêmios.

Enquanto uma nova data para a 20ª edição não é definida, filmes como Pacarrete, Fim de Festa, Sertânia, A Febre, Alice Júnior, Três Verões, O Barco, Todos os Mortos, entre outros, já foram selecionados para esta primeira fase.

Neste ano, em parceria com o site Porta Curtas, os indicados ao Troféu Grande Otelo nas categorias de curta-metragem neste primeiro turno estão disponíveis gratuitamente para o público (clique aqui). A seleção apresenta alguns dos filmes mais instigantes da última temporada, compondo um panorama diversificado da rica produção de curtas do ano que passou; são 49 filmes brasileiros entre ficção, documentário e animação.

Vale destacar que os curtas Menarca, de Lillah Halla, e In memoriam – O roteiro do gravador, de Sylvio Lanna, estão entre os semifinalistas, mas ainda não foram disponibilizados para exibição no Porta Curtas.

Conheça os curtas brasileiros selecionados para o primeiro turno e disponíveis no Porta Curtas:

FICÇÃO

23 Minutos, de Rodrigo Beetz e Wesley Figueiredo (MG)
5 Estrelas, de Fernando Sanches (SP)
A Barca, de Nilton Resende (AL)
A Terra em que Pisar, de Fáuston da Silva (DF)
Aos Cuidados Dela, de Marcos Yoshi (SP)
Chão de Rua, de Tomás von der Osten (PR)
Egum, de Yuri Costa (RJ)
Estamos Todos na Sarjeta, Mas Alguns de Nós Olham as Estrelas, de João Marcos de Almeida e Sergio Silva (SP)
Inabitáveis, de Anderson Bardot (ES)
Inabitável, de Matheus Farias e Enock Carvalho (PE)
Manaus Hot City, de Rafael Ramos (AM)
O Jardim Fantástico, de Fábio Baldo e Tico Dias (SP)
O Verbo se Fez Carne, de Ziel Karapotó (PE)
Os Últimos Românticos do Mundo, de Henrique Arruda (PE)
Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira (SP)
Prata, de Lucas Melo (RJ)
Quantos Eram Pra Tá?, de Vinícius Silva (SP)
Receita de Caranguejo, de Issis Valenzuela (SP)
República, de Grace Passô (SP)
Trincheira, de Paulo Silver (AL)
Vai Melhorar, de Pedro Fiuza (RN)

DOCUMENTÁRIO

À Beira do Planeta Mainha Soprou a Gente, de Bruna Barros e Bruna Castro (BA)
A Morte Branca do Feiticeiro Negro, de Rodrigo Ribeiro (SC)
Cinema Contemporâneo, de Felipe André Silva (PE)
Construção, de Leonardo de Rosa (RS)
Contos da Família Pu, de Pedro Nishi (SP)
Filhas de Lavadeiras, de Edileuza Penha de Souza (DF)
Gilson, de Vitória Di Bonesso (SP)
Lora, de Mari Moraga (SP)
Mandayaki e Takino, de Ariato Juruna e Dadyma Juruna (MT)
Medo da Chuva em Noite de Frio, de Victor Hugo Fiuza (RJ)
Minha História é Outra, de Mariana Campos (RJ)
O que Pode um Corpo?, de Victor Di Marco e Márcio Picoli (RS)
Recoding Art, de Gabriel Pereira e Bruno Moreschi (SP)
Rua Augusta, 1029, de Mirrah da Silva (SP)
Sabrina, de Jéssica Barreto (SP)
Zanata, Fotógrafo do Campo, de Filipe Gama e Rogério Luiz Oliveira (BA)

ANIMAÇÃO

1 Peixe para 2, de Chia Beloto (PE)
Abismo, de Breno Bullo e Lucas M. Praça (SP)
Magnética, de Marco Arruda (RS)
Mãtãnãg, A Encantada, de Shawara Maxakali e Charles Bicalho (MG)
Nimbus, de Marcos Buccini (PE)
O Colírio do Corman Me Deixou Doido Demais, de Ivan Cardoso (RJ)
O Homem das Gavetas, de Duda Rodrigues (SP)
O Mundo de Clara, de Ayodê França (PE)
O Muro era Muito Alto, de Marão (RJ)
Subsolo, de Otto Guerra e Erica Maradona (RS)
Tandem, de Vivian Altman (SP)

Foto: Divulgação/Casa da Praia Filmes.

8ª Mostra de Cinema de Gostoso: inscrições abertas para longas e curtas

por: Cinevitor
A oitava edição pretende voltar ao formato presencial.

As inscrições para a oitava edição da Mostra de Cinema de Gostoso estão abertas e devem ser realizadas no site oficial do evento (clique aqui) até 26 de setembro. Poderão ser inscritos longas e curtas-metragens brasileiros de todos os gêneros (ficção, documentário e animação) desde que tenham sido finalizados a partir de 2020.

Com direção geral e curadoria de Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld, a mostra pretende retomar o formato presencial entre os dias 26 e 30 de novembro, trazendo de volta a experiência única das exibições ao ar livre na Praia do Maceió, em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, e outras atividades e vivências do evento com ampla participação da comunidade local.

Caso seja possível a realização presencial da 8ª Mostra de Cinema de Gostoso serão tomadas todas as medidas de segurança para adequação às restrições sanitárias vigentes por conta da pandemia de Covid-19. Em caso de impossibilidade de realização presencial, o evento será on-line.

O palco principal da mostra é a sala ao ar livre montada na Praia do Maceió, onde acontecem as sessões da Mostra Competitiva. Com 600 cadeiras espreguiçadeiras, tela de 12m x 6,5m, projeção com resolução 2K e som 5.1, a sala propicia uma experiência imersiva como a de uma sala de cinema de alta tecnologia.

Ao longo de cinco dias, o público poderá assistir aos mais recentes lançamentos cinematográficos brasileiros. Serão exibidos filmes de todo o país, entre as mostras Competitiva, Panorama, Infantil e Sessões Especiais. Os filmes da Mostra Competitiva concorrem ao Troféu Cascudo, em homenagem ao folclorista potiguar Luís da Câmara Cascudo, concedido pelo voto popular ao melhor curta e longa-metragem. Também será concedido o Troféu da Crítica, a partir da votação de jornalistas e críticos de cinema presentes à Mostra.

Anualmente são realizados debates com produtores, diretores e atores dos filmes exibidos e um seminário sobre o mercado audiovisual. Toda a programação é gratuita. Também será realizada a terceira edição do Gostoso Lab, laboratório para projetos de longa-metragem da região Nordeste em fase de desenvolvimento; uma parceria entre a Mostra de Cinema de Gostoso e o BrLab.

Antes do início da Mostra, serão oferecidos cursos de formação técnica e audiovisual para jovens de São Miguel do Gostoso. Desde 2013 foram ministradas 47 oficinas e produzidos 20 curtas-metragens, todos exibidos nas edições da Mostra de Cinema de Gostoso e em diversos festivais no país e no exterior. Como resultado dessa experiência, o grupo de alunos criou em 2015 o Coletivo Nós do Audiovisual com o objetivo de ampliar as possibilidades de realização de novos projetos, de forma autônoma, apontando para a profissionalização no setor audiovisual do estado.

O evento mobiliza os moradores da cidade, que participam ativamente da Mostra e que passaram a ter um contato mais próximo com a produção cultural de outras regiões do país. Com esse conjunto de ações, a Mostra de Cinema de Gostoso conquistou um espaço significativo no calendário cultural do Nordeste como uma importante referência de difusão audiovisual.

Foto: Divulgação.

Dirigido por Ridley Scott, Casa Gucci, com Lady Gaga e Adam Driver, ganha trailer

por: Cinevitor
Uma história de glamour, cobiça, loucura e morte.

Dirigido por Ridley Scott, de Thelma & Louise, Gladiador, Perdido em Marte, entre outros, Casa Gucci é baseado no livro The House of Gucci, escrito por Sara Gay Forden, que conta a história da família italiana que construiu um império da moda e artigos de luxo.

Com roteiro de Becky Johnston e Roberto Bentivegna, o longa é inspirado na chocante história real do clã por trás da italiana casa de moda Gucci. Abrangendo três décadas de amor, traição, decadência, vingança e em última instância, assassinato, vemos o que um nome significa, o que vale e quão longe uma família para se manter no controle.

A história começa com o fundador Guccio Gucci, que abriu a primeira loja em Florença, passando pelo apogeu nos anos 1950 e 1960, com seu filho Aldo, e terminando com o assassinato do último membro da família a dirigir a empresa, Maurizio Gucci. A biografia da família é marcada por luxo, glamour e sucesso, mas também por brigas, processos, cobiça e assassinato.

No livro, a autora reuniu essas histórias para contar a saga da dinastia Gucci, o assassinato de Maurizio e a condenação de sua ex-esposa, Patrizia, como mandante do crime. Ela traça, ainda, um paralelo com o mundo da moda, contando a trajetória de vários estilistas famosos, como Tom Ford, o responsável pelo renascimento da grife Gucci e a briga de dois gigantes do mercado de luxo pelo controle da empresa.

O elenco conta com Lady Gaga, no papel de Patrizia Reggiani; Adam Driver, como Maurizio Gucci; Al Pacino no papel de Aldo Gucci; Jared Leto, Mãdãlina Ghenea, Salma Hayek, Camille Cottin, Jeremy Irons, Jack Huston, Reeve Carney, entre outros.

Confira o primeiro trailer de Casa Gucci, que ainda não tem data de estreia definida:

Foto: Divulgação/Universal Pictures.