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Confira o teaser de Se A Vida Começasse Agora, filme que se passa no Rock in Rio

por: Cinevitor

filmerockinrioCaio Castro, no Rock in Rio: o festival serve como pano de fundo de uma grande história de amor.

A Imagem Filmes acaba de divulgar o primeiro teaser do filme Se A Vida Começasse Agora, dirigido por Roberto Carminati e Alexandre Klemperer. O longa conta a história de Beto, interpretado por Caio Castro, um jornalista em começo de carreira que tem a grande chance de mostrar o seu valor ao receber a missão de cobrir o primeiro Rock in Rio. Mal sabe ele que aceitar esse grande desafio vai mudar sua vida para sempre. Pelo seu caminho passam as maiores lendas vivas do rock mundial. Mas, o que ele não poderia imaginar é que também encontraria, no mesmo evento, um grande amor e uma amizade para a vida toda.

Além de Caio Castro, o elenco conta com Luiza Valdetaro, que interpreta Bia, uma jovem sonhadora que decide fugir para o Rio de Janeiro com sua melhor amiga para tentar realizar o seu maior sonho: conseguir um autógrafo do Freddie Mercury, líder da banda Queen, que vai se apresentar na primeira edição do Rock in Rio, em 1985.

Sophia Abrahão, Ícaro Silva, Ivan Mendes e Victor Lamoglia também integram o elenco do longa, ao lado de Marcelo Serrado, que interpreta o empresário Roberto Medina, responsável pela idealização e produção do Rock in Rio.

Escrito por Zé Dassilva, Se A Vida Começasse Agora tem estreia prevista para 2016.

Confira o primeiro teaser:

Assista ao primeiro trailer de A Grande Aposta, com Steve Carell e Brad Pitt

por: Cinevitor

thebigshottrailerSteve Carell e Ryan Gosling em cena do filme.

Dirigido por Adam McKay, A Grande Aposta, que chega aos cinemas no dia 4 de fevereiro de 2016, é baseado em uma história real, que deu origem ao livro The Big Short: Inside the Doomsday Machine, de Michael Lewis, mesmo escritor de Um Sonho Possível e O Homem que Mudou o Jogo.

Estrelado por Christian Bale, Steve Carell, Ryan Gosling e Brad Pitt, o filme conta a trajetória de quatro homens que perceberam de antemão o que os grandes bancos, mídia e governo não conseguiram prever: a crise econômica que abateu os Estados Unidos em 2008. Os quatro se juntaram em investimentos ousados que os levaram para o lado sombrio do sistema bancário moderno, onde devem questionar tudo e a todos.

Karen Gillan, Selena Gomez, Marisa Tomei e Melissa Leo também integram o elenco do longa.

Confira o primeiro trailer oficial de A Grande Aposta:

CINEVITOR – Programa 123: KAYA SCODELARIO + GIANCARLO ESPOSITO + MAZE RUNNER: PROVA DE FOGO

por: Cinevitor

kayaespositocinevitorElenco: Kaya Scodelario e Giancarlo Esposito no Brasil.

A série Maze Runner, escrita por James Dashner, já vendeu mais de três milhões de cópias no mundo todo. O sucesso se repete nas telonas: em 2014, o primeiro filme baseado na saga, Maze Runner: Correr ou Morrer, fez bonito nas bilheterias.

Para divulgar o filme Maze Runner: Prova de Fogo, segundo capítulo da série, que já está em cartaz nos cinemas, os atores Kaya Scodelario e Giancarlo Esposito estiveram no Brasil e participaram de um tour promocional. Durante a coletiva de imprensa, realizada em São Paulo, eles falaram sobre seus personagens, as diferenças entre atuar na TV e no cinema e dividiram com o público algumas histórias de bastidores.

Aperte o play e confira os melhores momentos da coletiva de imprensa:

Foto: Divulgação/Agência Febre.

Conheça os vencedores do 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

por: Cinevitor

minhaamadamortabrasiliaFernando Alves Pinto e Mayana Neiva em cena do filme Para Minha Amada Morta.

Foram anunciados na noite desta terça-feira, 22/09, os vencedores da 48ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Entre os premiados, destacam-se o pernambucano Big Jato, dirigido por Cláudio Assis, que recebeu cinco prêmios, inclusive o de melhor filme, e o curitibano Para Minha Amada Morta, de Aly Muritiba, vencedor em seis categorias.

Dentre os curtas-metragens, Quintal, de André Novais, foi eleito o melhor filme, recebendo outros dois prêmios: melhor atriz para Maria José Novais e melhor roteiro.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Brasília 2015:

LONGA-METRAGEM: JÚRI OFICIAL

Melhor Filme: R$ 100.000: Big Jato, de Cláudio Assis
Melhor Direção: R$ 20.000: Aly Muritiba, por Para Minha Amada Morta
Melhor Ator: R$ 10.000: Matheus Nachtergaele, por Big Jato
Melhor Atriz: R$ 10.000: Marcélia Cartaxo, por Big Jato
Melhor Ator Coadjuvante: R$ 5.000: Lourinelson Vladmir, por Para Minha Amada Morta
Melhor Atriz Coadjuvante: R$ 5.000: Giuly Biancato, por Para Minha Amada Morta
Melhor Roteiro: R$ 10.000: Big Jato, escrito por Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco
Melhor Fotografia: R$ 10.000: Para Minha Amada Morta, por Pablo Baião
Melhor Montagem: R$ 10.000: Para Minha Amada Morta, por João Menna Barreto
Melhor Som: R$ 10.000: Fome, por Claudio Gonçalves e Flávio Bessa
Melhor Direção de Arte: R$ 10.000: Para Minha Amada Morta, por Monica Palazzo
Melhor Trilha Sonora: R$ 10.000: Big Jato, por DJ Dolores

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Jean-Claude Bernardet, por Fome

CURTA OU MÉDIA-METRAGEM: JÚRI OFICIAL

Melhor Filme: R$ 30.000: Quintal, dirigido por André Novais
Melhor Direção: R$ 10.000: Nathália Tereza, por A Outra Margem
Melhor Ator: R$ 5.000: João Campos, por Cidade Nova
Melhor Atriz: R$ 5.000: Maria José Novais, por Quintal
Melhor Roteiro: R$ 5.000: Quintal, escrito por André Novais
Melhor Fotografia: R$ 5.000: À Parte do Inferno, por Leonardo Feliciano
Melhor Direção de Arte: R$ 5.000: Tarântula, por Fabiola Bonofiglio
Melhor Som: R$ 5.000: Command Action, por Léo Bortolin
Melhor Trilha Sonora: R$ 5.000: Rapsódio para o Homem Negro, por Sérgio Pererê, Carlos Francisco, Gabriel Martins e Pedro Santiago
Melhor Montagem: R$ 5.000: Afonso é uma Brazza, por Pablo Ferreira

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI (pela feliz conjugação entre o trabalho de direção e atuação coletiva): História de uma Pena, dirigido por Leonardo Mouramateus

JÚRI POPULAR

Melhor longa-metragem: R$ 40.000: A Família Dionti, dirigido por Alan Minas
Melhor curta-metragem: R$ 10.000: Afonso é uma Brazza, dirigido por Naji Sidki e James Gama

TROFÉU CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

Melhor longa-metragem: R$ 80.000: Santoro – O Homem e sua Música, dirigido por John Howard Szerman
Melhor curta-metragem: R$ 30.000: A Culpa é da Foto, dirigido por Eraldo Peres, André Dusek e Joedson Alves
Melhor Direção: R$ 6.000: John Howard Szerman, por Santoro – O Homem e sua Música
Melhor Ator: R$ 6.000: Davi Galdeano, por O Outro Lado do Paraíso
Melhor Atriz: R$ 6.000: Simone Iliescu, por O Outro Lado do Paraíso
Melhor Roteiro: R$ 6.000: O Outro Lado do Paraíso, escrito por Marcelo Müller, Ricardo Tiezzi, José Rezende Jr. e André Ristum
Melhor Fotografia: R$ 6.000: O Escuro do Medo, por Lelo Santos
Melhor Montagem: R$ 6.000: Alma Palavra Alma, por Armando Bulcão
Melhor Direção de Arte: R$ 6.000: O Outro Lado do Paraíso, por Beto Grimaldi
Melhor Edição de Som: R$ 6.000: O Outro Lado do Paraíso, por Alessandro Laroca, Armando Torres Jr. e Eduardo Virmond
Melhor Captação de Som: R$ 6.000: O Outro Lado do Paraíso, por Toninho Muricy
Melhor Trilha Sonora: R$ 6.000:  Santoro – O Homem e sua Música, por Alessandro Santoro
Melhor longa-metragem (Júri Popular): O Outro Lado do Paraíso, dirigido por André Ristum
Melhor curta-metragem (Júri Popular): Ninguém Nasce no Paraíso (Matriz Proibida), dirigido por Alan Schvarberg

PRÊMIO MARCO ANTÔNIO GUIMARÃES: Santoro – O Homem e sua Música, dirigido por John Howard Szerman
PRÊMIO CANAL BRASIL: Rapsódio para o Homem Negro, dirigido por Gabriel Martins
PRÊMIO EXIBIÇÃO TV BRASIL: Santoro – O Homem e sua Música
, dirigido por John Howard Szerman
PRÊMIO SARUÊ: Rodrigo Carneiro, pelo conteúdo embasado e tocante de seu discurso

PRÊMIO ABRACCINE

Melhor curta-metragem: A Outra Margem, dirigido por Nathália Tereza
Melhor longa-metragem: Para Minha Amada Morta, dirigido por Aly Muritiba

PRÊMIO ABCV (Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo): Gê Martu (ator)

Conheça os vencedores do Festival Internacional de Cinema de Toronto 2015

por: Cinevitor

roomtorontoJacob Tremblay e Brie Larson em cena do filme Room, grande vencedor desta edição.

Conhecido por ser um termômetro para o Oscar, o Festival Internacional de Cinema de Toronto acaba de anunciar os vencedores de sua 40ª edição. Neste ano, o drama Room, baseado no livro O Quarto de Jack, escrito por Emma Donoghue, que conta a história de uma jovem que consegue fugir de um cativeiro com seu filho de cinco anos e precisa se adaptar à nova vida longe do sequestrador, foi escolhido o melhor filme pelo público.

A mostra Platform, inaugurada este ano no festival, destaca diretores do mundo todo, com vozes fortes e estilos diferentes. O júri, composto por Claire Denis, Agnieszka Holland e Jia Zhangke, escolheu o canadense Hurt, como melhor filme: “Depois de uma longa discussão, o júri escolheu, por unanimidade, dar o Prêmio Plataform para Hurt, que é um filme que explora a complexidade e fragilidade do destino humano em um país que grande parte do mundo vê como um paraíso”, diz o comunicado oficial.

O brasileiro Gabriel Mascaro, diretor de Boi Neon, recebeu uma Menção Honrosa do júri da mostra Platform, que também premiou o chinês The Promised Land e o argentino El Clan.

Confira a lista completa dos vencedores do Festival Internacional de Cinema de Toronto 2015:

Melhor Filme (People’s Choice Award): Room, dirigido por Lenny Abrahamson
Melhor Documentário (People’s Choice Documentary Award): Winter on Fire: Ukraine’s Fight for Freedom, dirigido por Evgeny Afineevsky
Prêmio Mostra Midnight Madness (People’s Choice Award): Hardcore, dirigido por Ilya Naishuller
Melhor Filme Canadense: Closet Monster, dirigido por Stephen Dunn
Prêmio City of Toronto – Melhor Filme Canadense de Estreia: Sleeping Giant, dirigido por Andrew Cividino
Melhor curta-metragem Canadense: Overpass
, dirigido por Patrice Laliberté
Melhor curta-metragem Internacional: Maman(s)
, dirigido por Maïmouna Doucouré
Prêmio FIPRESCI – Discovery: Eva Nová
, dirigido por Marko Skop
Prêmio FIPRESCI – Special Presentations: Desierto
, dirigido por Jonás Cuarón
Prêmio NETPAC: The Whispering Star, dirigido por Shion Sono
Prêmio Dropbox – Discovery Programme Filmmakers: Black
, dirigido por Adil El Arbi e Bilall Fallah
Prêmio Toronto Platform – Melhor Filme: Hurt
, dirigido por Alan Zweig
Prêmio Toronto Platform – Menção Honrosa: Boi Neon
, dirigido por Gabriel Mascaro, The Promised Land, dirigido por Ping He e El Clan, dirigido por Pablo Trapero.

Confira o trailer de A Bruxa, terror dirigido por Robert Eggers

por: Cinevitor

abruxatrailerTerror: Anya Taylor-Joy em cena do filme.

Dirigido por Robert Eggers, A Bruxa conta a história de uma família que é acometida por um mal desconhecido assim que se muda para perto de uma floresta. O filme se passa na Nova Inglaterra, em 1630, e é narrado pela jovem Thomasin, interpretada por Anya Taylor-Joy. Após a mudança de sua família para a nova casa, coisas estranhas começam a acontecer: animais tornam-se malévolos, a plantação morre e uma criança desaparece aparentemente possuída por um espírito maligno. Desconfiados e paranoicos, os membros da família acusam a adolescente de praticar feitiçaria.

A Bruxa, que rendeu o prêmio de melhor diretor para Eggers no Festival Sundance de Cinema deste ano, tem estreia prevista, no Brasil, para o último trimestre de 2015.

Confira o trailer:

Morre, aos 87 anos, o diretor Carlos Manga

por: Cinevitor

carlosmangaGrande nome do cinema brasileiro.

Morreu nesta quinta-feira, 17/09, o diretor de cinema e TV, Carlos Manga, aos 87 anos. Segundo informações divulgadas pelo site G1, ele faleceu em sua casa, no Rio de Janeiro, e a causa da morte não foi divulgada.

Na década de 1950, Manga se destacou como diretor de diversas chanchadas produzidas pela Atlântida Cinematográfica e trabalhou ao lado de Oscarito e Grande Otelo. Em seu currículo constam: A Dupla do Barulho (1953), Matar ou Correr (1954), Nem Sansão Nem Dalila (1955), Vamos com Calma (1956), Papai Fanfarrão (1957), O Homem do Sputnik (1959), O Marginal (1974), Assim Era a Atlântida (1975), Os Trapalhões e o Rei do Futebol (1986), entre outros.

Carlos Manga também teve uma brilhante carreira na televisão, onde dirigiu diversos trabalhos importantes, como: a série Chico City, com Chico Anysio; Os Trapalhões; a minissérie Um Só Coração; a novela Eterna Magia; e muitos outros.

Em 1983 recebeu um kikito especial no Festival de Cinema de Gramado pelo conjunto da obra. Anos depois, em 1995, no mesmo festival, foi homenageado com o Troféu Oscarito.

Foto: Divulgação.

CINEMÃO #33: MAZE RUNNER: PROVA DE FOGO

por: Cinevitor

mazerunnercinemaoTurma reunida: prontos para novas aventuras!

Dirigido por Wes Ball, o mesmo diretor do primeiro filme, Maze Runner: Prova de Fogo é baseado no segundo livro da série Maze Runner, de James Dashner, que já vendeu mais de três milhões de cópias. No longa, Thomas e os Clareanos vão encarar novos desafios e tentar descobrir o que está por trás da C.R.U.E.L., uma poderosa e misteriosa organização.

Aperte o play e confira os comentários dos críticos Edu Fernandes e Vitor Búrigo sobre Maze Runner: Prova de Fogo, no Cinemão desta semana:

Festival do Rio 2015 anuncia programação

por: Cinevitor

talesfestivalrioJohn C. Reilly e Salma Hayek em O Conto dos Contos: um dos selecionados desta edição.

Cerca de 250 filmes de 60 países serão exibidos durante o Festival do Rio 2015. Além disso, o público poderá participar de debates e de sessões especiais com a presença de personalidades do cinema mundial.

O documentário Chico: Artista Brasileiro, dirigido por Miguel Faria Jr., que acompanha o cantor e compositor Chico Buarque na montagem de um show com convidados, mostrando seu cotidiano, seu método de trabalho, seu processo criativo e sua trajetória, foi escolhido para ser o filme de abertura da 17ª edição do evento.

Além das produções brasileiras, que serão exibidas na Première Brasil, uma das mostras mais esperadas e concorridas do Festival, filmes de todos os cantos do mundo, prestigiados em diversos festivais importantes, como Cannes e Veneza, também foram selecionados, como: Mia madre, de Nanni Moretti; Tudo Vai Ficar Bem, de Wim Wenders, com Rachel McAdams, James Franco e Charlotte Gainsbourg no elenco; Sicario: Terra de Ninguém, de Denis Villeneuve; o novo de Michel Gondry, Micróbio & Gasolina; o italiano O Conto dos Contos, de Matteo Garrone, com Vincent Cassel, Salma Hayek e John C. Reilly; Mon roi, vencedor do prêmio de melhor atriz para Emmanuelle Bercot no Festival de Cannes deste ano; o terror A Colina Escarlate, de Guillermo del Toro; o argentino Truman, com Ricardo Darín; The Lobster, de Yorgos Lanthimos, com Colin Farrell, Rachel Weisz e Léa Seydoux no elenco; Os 33, com Rodrigo Santoro; o drama I Am Michael, com James Franco e Zachary Quinto; entre outros.

Além das mostras Panorama do Cinema Mundial, Expectativa 2015, Première Latina, Fronteiras, Midnight, Midnight Docs, Film Doc, Geração, Itinerários Únicos e Meio Ambiente, o Festival vai dedicar mostras especiais a raridades do Noir Mexicano, ao gênio Orson Welles, às famosas produções de animação do Estúdio Ghibli e aos Grandes Mestres do Cinema. Pelo segundo ano, o Prêmio Felix vai eleger o melhor filme de temática LGBTQ de toda a programação, escolhido por um júri oficial.

Confira a lista com os selecionados:

PANORAMA: GRANDES MESTRES DO CINEMA

Tudo Vai Ficar Bem (Every Thing Will Be Fine), dirigido por Wim Wenders (Alemanha/Canadá/França/Suécia/Noruega
Mia madre, dirigido por Nanni Moretti (Itália/França)
Francofonia, dirigido por Aleksandr Sokurov (França/Alemanha)
11 minutos (11 minut), dirigido por Jerzy Skolimowski (Polônia/Irlanda)
À Sombra de uma Mulher (L’ombre des femmes), dirigido por Philippe Garrel (França)
Maravilhoso Boccacio (Maraviglioso Boccaccio), dirigido por Paolo Taviani e Vittorio Taviani (Itália/França)
Rabin, the Last Day, dirigido por Amos Gitai (Israel)
Em Jackson Heights (In Jackson Heights), dirigido por Frederick Wiseman (EUA)
Não é um Filme Caseiro (No Home Movie), dirigido por Chantal Akerman (Bélgica/França)
Lugar Certo, História Errada (Right Now, Wrong Then), dirigido por Hong Sang-soo (Coreia do Sul)
Montanha da Liberdade (Hill of Freedom), dirigido por Hong Sang-soo (Coreia do Sul)
À Tarde (Afternoon), dirigido por Tsai Ming-liang (China)
A Rua da Amargura (La calle de la amargura/Bleak Street), dirigido por Arturo Ripstein (México)
Um amor a Cada Esquina (She’s Funny That Way), dirigido por Peter Bogdanovich (Alemanha/EUA)
Argentina, dirigido por Carlos Saura (Argentina/Espanha/França)
Em Trânsito (In Transit), dirigido por Albert Maysles, Lynn True, Nelson Walker, David Usui e Ben Wu (EUA)

PANORAMA DO CINEMA MUNDIAL

Sicario: Terra de Ninguém, dirigido por Denis Villeneuve (EUA)
O Conto dos Contos (Tale of Tales/Il racconto dei racconti), dirigido por Matteo Garrone (Itália/França/Reino Unido)
O Final da Turnê (The End of the Tour), dirigido por James Ponsoldt (EUA)
The Lobster, dirigido por Yorgos Lanthimos (Irlanda/Reino Unido/França/Grécia/Holanda)
Mon roi, dirigido por Maïwenn (França)
Micróbio & Gasolina (Microbe & Gasoline), dirigido por Michel Gondry (França)
Malala (He Named Me Malala), dirigido por Davis Guggenheim (EUA)
Rainha do Mundo (Queen of Earth), dirigido por Alex Ross Perry (EUA)
Ned Rifle, dirigido por Hal Hartley (EUA)
Miss You Already, dirigido por Catherine Hardwicke (Reino Unido)
Sr. Holmes (Mr. Holmes), dirigido por Bill Condon (Reino Unido)
A Bela Estação (La Belle Saison), dirigido por Catherine Corsini (França)
Truman, dirigido por Cesc Gay (Espanha/Argentina)
Je Suis Charlie, dirigido por Daniel Leconte e Emmanuel Leconte (França)
Love & Mercy, dirigido por Bill Pohlad (EUA)
Per amor vostro, dirigido por Giuseppe M. Gaudino (Itália/França)
Les Chevaliers Blancs, dirigido por Joachim Lafosse (Bélgica/França)
Rabo de Peixe, dirigido por Joaquim Pinto e Nuno Leonel (Portugal)
Resultados (Results), dirigido por Andrew Bujalski (EUA)
Nasty Baby, dirigido por Sebastián Silva (EUA)
Grandma, dirigido por Paul Weitz (EUA)
Brasil vs Brasil, dirigido por Marcos Prado (Brasil)
Eu Sou Michael (I Am Michael), dirigido por Justin Kelly (EUA)
Longe Deste Insensato Mundo (Far from the Madding Crowd), dirigido por Thomas Vinterberg (EUA/Reino Unido)
Os 33 (Los 33), dirigido por Patricia Riggen (Chile)
O Outro Lado (The Other Side), dirigido por Roberto Minervini (França/Itália/EUA)
No Andar de Baixo (One Floor Below), dirigido por Radu Muntean (Romênia)
Madonna, dirigido por Su-won Shin (Coreia do Sul)
Fatima, dirigido por Philippe Faucon (França)
Paz para Nós em Nossos Sonhos (Peace to Us in Our Dreams), dirigido por Sharunas Bartas (Lituânia/França/Rússia)
Stop, dirigido por Kim Ki-duk (Coreia do Sul/Japão)
Bombay Velvet, dirigido por Anurag Kashyap (Índia)
A Travessia (The Walk), dirigido por Robert Zemeckis (EUA)
Aqui em Lisboa, dirigido por Denis Côté, Dominga Sotomayor, Gabriel Abrantes e Marie Losier (Portugal/Canadá/França/Chile
Pecados Antigos, Longas Sombras (La Isla Mínima), dirigido por Alberto Rodríguez (Espanha)
A Academia das Musas (L’Accademia delle Muse), dirigido por José Luis Guerín (Espanha)
Ruth & Alex (5 Flights Up), dirigido por Richard Loncraine (EUA)
A Linguagem do Coração (Marie’s Story), dirigido por Jean-Pierre Améris (França)
Depois de Tudo (Through It All), dirigido por João Araújo (Brasil)

EXPECTATIVA 2015

Cinco Graças (Mustang), de Deniz Gamze Ergüven (França/Alemanha/Turquia)
Tangerina (Tangerine), de Sean Baker (EUA)
Necktie Youth, de Sibs Shongwe-La Mer (África do Sul)
Dope, de Rick Famuyiwa (EUA)
Eu, Você e a Garota que Vai Morrer (Me and Earl and the Dying Girl), de Alfonso Gomez-Rejon (EUA)
The Diary of a Teenage Girl, de Marielle Heller (EUA)
Coro (Chorus), de François Delisle (Canadá)
Tikkun, de Avishai Sivan (Israel)
Bela e Perdida (Bella e perduta), de Pietro Marcello (Itália)
H., de Rania Attieh e Daniel Garcia (Argentina/EUA)
Tribunal (Court), de Chaitanya Tamhane (Índia)
Contando (Counting), de Jem Cohen (EUA)
Nahid, de Ida Panahandeh (Irã)
O Quarto Código (The Fourth Direction), de Gurvinder Singh (Índia/França)
Transtorno (Disorder), de Alice Winocour (França)
Mediterrânea (Mediterranea), de Jonas Carpignano (Itália/França /EUA/Alemanha/Qatar)
Paraíso Fétido (Stinking Heaven), de Nathan Silver (EUA)
Eu, Soldado (I am a Soldier/Je suis un soldat), de Laurent Larivière (França/Bélgica)
Cavalo Negro (The Dark Horse) , de James Napier Robertson (Nova Zelândia)
Febre Ondulante (Undulant Fever), de Hiroshi Ando (Japão)
In natura (Out of Nature/Mot naturen), de Ole Giæver e Marte Vold (Noruega)
10 anos, Divorciada (I Am Nojoom, Age 10 and Divorced), de Khadija Al-Salami (Iémen)
Dégradé, de Arab Nasser e Tarzan Nasser (França/Palestina)
Estórias de Nossas Vidas (Stories of Our Lives), de Jim Chuchu (Quênia)
Short Skin, de Duccio Chiarini (Itália)
Sangue Francês (Un Français), de Diastème (França)
Zoom, de Pedro Morelli (Brasil/Canadá)
Dora ou As Neuroses Sexuais de Nossos Pais (Dora or The Sexual Neuroses of Our Parents), de Stina Werenfels (Suíça/Alemanha)
Aos 14 (Being 14), de Helene Zimmer (França)
Koza, de Ivan Ostrochovský (Eslováquia/República Tcheca)
Sol a Pino (The High Sun), de Dalibor Matanic (Croácia/Eslovênia /Sérvia)
Gigante Adormecido (Sleeping Giant), de Andrew Cividino (Canadá)
Como Gente Grande (Learn by Heart), de Mathieu Vadepied (França)
Sem Ar (Tiempo sin Aire), de Samuel Martín Mateos e Andrés Luque Pérez (Espanha)
Sem Fronteiras (Borderless), de Amirhossein Asgari (Irã)
Os Exilados Românticos (Los Exiliados Románticos), de Jonás Trueba (Espanha)
Streetkids United II, as meninas do Rio (Streetkids United II, The Girls From Rio), de Maria Clara Costa (Brasil/Holanda/Reino Unido)
Filhos de Bach, de Ansgar Ahlers (Alemanha/Brasil)
Ninguém Ama Ninguém… Por Mais de Dois Anos (No One Loves Anyone… For More Than Two Years), de Clovis Mello (Brasil)
Quanto Tempo o Tempo Tem (Transtime), de Adriana L. Dutra (Brasil)
Dá Licença de Contar (Stories of Samba), de Pedro Serrano (Brasil)
Pêras (Pears), de Karen Sztajnberg (Estados Unidos)
Rebelião (Riot), de Nathan Silver (EUA)

PREMIÈRE LATINA

Sociedade Indiferente (Un monstruo de mil cabezas), de Rodrigo Plá (México)
600 Millas, de Gabriel Ripstein (México)
O Incêndio (El Incendio), de Juan Schnitman (Argentina)
As Escolhidas (Las Elegidas), de David Pablos (México)
Paulina, de Santiago Mitre (Argentina/Brasil/França)
Allende, Meu Avô Allende (Allende mi abuelo Allende), de Marcia Tambutti Allende (Chile/México)
Te Prometo Anarquia (Te Prometo Anarquía), de Julio Hernández Cordón (México/Alemanha)
A Obra do Século (La Obra del Siglo), de Carlos Machado Quintela (Cuba/Argentina/Suíça/Alemanha)
Lúcifer (Lucifer), de Gust Van den Berghe (México/Bélgica)
A Aula Vazia (El Aula Vacía), de Gael García Bernal, Flavia Castro, Mariana Chenillo, Pablo Fendrik, Carlos Gaviria, Tatiana Huezo, Lucrecia Martel, Nicolás Pereda, Eryk Rocha, Pablo Stoll, Daniel e Diego Veja (México/Argentina/Brasil/Colômbia/El Salvador)
Viagem (Viaje), de Paz Fabrega (Costa Rica)
O Homem Novo (El Hombre Nuevo), de Aldo Garay (Uruguai/Chile/Nicarágua)
Hilda, de Andrés Clariond Rangel (México)
Sozinhos (Solos), de Joanna Lombardi (Peru)
Aurora, de Rodrigo Sepúlveda (Chile)
O Silêncio do Rio (El Silencio del Río), de Carlos Tribiño Mamby (Colômbia/Uruguai/França)
O Caçador de Estátuas (Rastreador de estatuas), de Jeronimo Rodriguez (Chile)
Semana Santa, de Alejandra Márquez Abella (México)
A Terra Vermelha (La Tierra Roja), de Diego Martínez Vignatti (Bélgica/Argentina/Brasil)

MIDNIGHT MOVIES

Apocalipse Yakuza (Yakuza Apocalypse/Gokudou daisensou), de Takashi Miike (Japão)
A Colina Escarlate (Crimson Peak), de Guillermo del Toro (EUA)
Escritório (Office), de Johnnie To (Hong Kong/China)
Green Room, de Jeremy Saulnier (EUA)
Entertainment, de Rick Alverson (EUA)
O Pesadelo – Paralisia do Sono (The Nightmare), de Rodney Ascher (EUA)
Paz & Amor (Love & Peace), de Sion Sono (Japão)
Endorfina (Endorphine), de André Turpin (Canadá)
Der Nachtmahr: Seu Pior Pesadelo (Der Nachtmahr), de Akiz (Alemanha)
As Fábulas Negras (The Black Fables), de Rodrigo Aragão, Joel Caetano, Petter Baiestorf e José Mojica Marins (Brasil)
Schneider vs. Bax, de Alex van Warmerdam (Holanda/Bélgica)
Straight Outta Compton – A História do N.W.A. (Straight Outta Compton), de F. Gary Gray (EUA)
Kiri – Profissão: Assassino (Kiri – Profession: Assassin), de Koichi Sakamoto (Japão/EUA)
HOMENAGEM A WES CRAVEN: Pânico (Scream), de Wes Craven (EUA)
25 ANOS DE LUA DE CRISTAL!: Lua de Cristal, de Tizuka Yamasaki (Brasil)

MIDNIGHT DOCS

MIDNIGHT DOCS MÚSICA: The Reflektor Tapes, de Kahlil Joseph (Reino Unido)
MIDNIGHT DOCS MÚSICA: Janis Joplin: Little Girl Blue (Janis: Little Girl Blue), de Amy Berg (EUA)
MIDNIGHT DOCS MÚSICA: James Brown: Mr. Dynamite (Mr. Dynamite: The Rise of James Brown), de Alex Gibney (EUA)
Cartel Land, de Matthew Heineman (EUA/México)
Os Irmãos Lobo (The Wolfpack), de Crystal Moselle (EUA)
Going Clear: Scientology and the Prison of Belief, de Alex Gibney (EUA)
O Mundo de Daniel (Daniel’s World), de Veronika Lišková (República Tcheca)
Obrigado por Jogar (Thank You For Playing), de David Osit e Malika Zouhali-Worrall (EUA)
Melhores Inimigos (Best of Enemies), de Morgan Neville e Robert Gordon (EUA)
O Pica Pau Russo
(The Russian Woodpecker), de Chad Gracia (Reino Unido/Ucrânia/EUA)
Batalhas
(Battles), de Isabelle Tollenaere (Bélgica/Holanda)
Cárcere 4614: Prisioneiros do Fetiche
(Prison System 4614), de Jan Soldat (Alemanha)
Cockpit
(The Cockpit), de Sho Miyake (Japão)
Stand by for Tape Back-up: Memória em VHS
(Stand by for Tape Back-up), de Ross Sutherland (Reino Unido)
Copycat
, de Charlie Lyne (Reino Unido)

FRONTEIRAS

Apanhadora de Sonhos (Dreamcatcher), de Kim Longinotto (Reino Unido/EUA)
Os Panteras Negras: Vanguarda da Revolução (The Black Panthers: Vanguard of the Revolution), de Stanley Nelson (EUA)
O Peso do Silêncio (The Look of Silence), de Joshua Oppenheimer (Dinamarca/Finlândia/Indonésia/Noruega/Reino Unido)
Chicas Nuevas 24 horas, de Mabel Lozano (Espanha/Paraguai/Argentina/Colômbia/Peru)
Filha da Índia (India’s Daughter), de Leslee Udwin (Reino Unido/Índia)
Terra Natal (Iraque Ano Zero) Parte I – Antes da Queda (Homeland (Iraq Year Zero) Part I – Before the Fall), de Abbas Fahdel (Iraque/França)
Terra Natal (Iraque Ano zero) Parte II – Depois da Batalha (Homeland (Iraq Year Zero) Part II – After the Battle), de Abbas Fahdel (Iraque/França)
Speed Sisters: Irmãs na Velocidade (Speed Sisters), de Amber Fares (Palestina/EUA/Qatar/Reino Unido/Dinamarca)
Terão de Nos Matar Primeiro (They Will Have to Kill Us First), de Johanna Schwartz (Reino Unido)
Entre Fiéis (Among the Believers), de Mohammed Naqvi e Hemal Trivedi (Paquistão/EUA)
Dr. Mukwege: O Homem que Conserta Mulheres (The Man Who Mends Women), de Thierry Michel (Bélgica)
K2 e Os Lacaios Invisíveis (K2 and the Invisible Footmen), de Iara Lee (EUA)
Istambul: Crônica de uma Revolta (Chronik einer Revolte – Ein Jahr Istanbul), de Biene Pilavci e Ayla Gottschlich (Alemanha)
A Marcha dos Elefantes Brancos (The March of the White Elephants), de Craig Tanner
Levante! (Uprising!), de Susanna Lira e Barney Lankester-Owen (Brasil)

ITINERÁRIOS ÚNICOS

Peggy Guggenheim – Paixão por Arte (Peggy Guggenheim – Art Addict), de Lisa Immordino Vreeland (EUA/Reino Unido/Itália)
Bem-vinda a Esta Casa (Welcome to this House), de Barbara Hammer (EUA/Canadá/Brasil)
Doug Aitken – De Estação em Estação (Station to Station), de Doug Aitken (EUA)
Troublemakers: A História da Land Art, de James Crump (EUA)
Cozinhando o Melhor do Mundo: El Celler de Can Roca (Cooking Up a Tribute), de Luis González e Andrea Gómez (Espanha)
Iris, Uma Vida de Estilo (Iris), de Albert Maysles (EUA)
O Culto a J.T. Leroy (The Cult of J.T. LeRoy), de Marjorie Sturm (EUA)
Sentimentos São Fatos – A vida de Yvonne Rainer (Feelings Are Facts: The Life of Yvonne Rainer), de Jack Walsh (EUA)
Um Conto de Bailarina (A Ballerina’s Tale), de Nelson George (EUA)
Hockney, de Randall Wright (Reino Unido)
Paco de Lucía, A Busca (Paco de Lucía, La Búsqueda), de Francisco Sánchez Varela (Espanha)
Dândi Negro – Uma Beleza Política (Black dandy, une beauté politique), de Laurent Lunetta (França)
Jeff Koons, Abrace Seu Passado (Jeff, Embrace Your Past), de Roger Teich (EUA)
Lygia Clark em Nova York (Lygia Clark in New York), de Daniela Thomas (Brasil)
Carmen – Life is a Celebration, de Maurício Branco (Brasil)
Xampy, de Paulo Menezes e Daniel Wierman (Brasil)

FILME DOC

By Sidney Lumet, de Nancy Buirski (EUA)
Sembene! – O Pai do Cinema Africano (Sembene!), de Samba Gadjigo e Jason Silverman (EUA/Senegal)
Fassbinder – Amor Sem Cobranças (Fassbinder – To Love Without Demands), de Christian Braad Thomsen (Dinamarca)
Steve McQueen: O Homem e a Velocidade (Steve McQueen: The Man & Le Mans), de Gabriel Clarke e John McKenna (Reino Unido/EUA)
Uma Verdade Cintilante (A Flickering Truth), de Pietra Brettkelly (Nova Zelândia/Afeganistão)

MEIO AMBIENTE

Naomi Klein: Isso Muda Tudo (This Changes Everything), de Avi Lewis (Canadá/Estados Unidos)
Humano (Human), de Yann Arthus-Bertrand (França)
Os Yes Man em Revolta (The Yes Men Are Revolting), de Laura Nix, Andy Bichlbaum e Mike Bonanno (EUA)
10 Bilhões (10 Billion), de Peter Webber (Reino Unido)
Indian Point: Uma Usina Nuclear em Nova York (Indian Point), de Ivy Meeropol (EUA)
Açúcar! (That Sugar Film), de Damon Gameau (Austrália)
Contenção (Containment), de Peter Galison e Robb Moss (EUA)
Carvão Branco (White Coal), de Georg Tiller (Áustria)
A Corrida Contra a Extinção (Racing Extinction), de Louie Psihoyos (EUA)

GERAÇÃO

Happy end?, de Petra Clever (Alemanha)
14+, de Andrey Zaytsev (Rússia)
Camelo Celestial, de Yuriy Feting (Rússia)
O Desejo de Jack (Jack’s Wish), de Anne de Clercq (Holanda)
Aviãozinho de Papel (Paper Planes), de Robert Connolly (Austrália)

ORSON WELLES

Too Much Johnson, de Orson Welles (EUA)
Soberba (The Magnificent Ambersons), de Orson Welles (EUA)
Falstaff – O Toque da Meia Noite (Chimes at Midnight), de Orson Welles (Espanha/França/Suíça)
Wellesiana: Raridades de Orson Welles (Wellesiana: Rare Welles’ Footage), de Orson Welles e outros
Volta ao Mundo com Orson Welles (Around the World with Orson Welles), de Orson Welles (Reino Unido)
Otelo (Otello), de Orson Welles (EUA/Itália/Marrocos/França)
DOCUMENTÁRIOS: Orson Welles, Autópsia de Uma Lenda (Orson Welles, Shadows and Light), de Elisabeth Kapnist (França)
DOCUMENTÁRIOS: This Is Orson Welles, de Clara Kuperberg e Julia Kuperberg (França)
DOCUMENTÁRIOS: O Mago: Vida e Obra de Orson Welles (Magician: The Astonishing Life and Work of Orson Welles), de Chuck Workman (EUA)

O MUNDO GHIBLI

As Memórias de Marnie (When Marnie Was There), de Hiromasa Yonebayashi (Japão)
Meu Amigo Totoro (My Neighbor Totoro), de Hayao Miyazaki (Japão)
Porco Rosso: O Último Herói Romântico (Porco Rosso), de Hayao Miyazaki (Japão)
Meus Vizinhos, os Yamadas (My Neighbors the Yamadas), de Isao Takahata (Japão)
O Reino dos Gatos (The Cat Returns), de Hiroyuki Morita (Japão)
Contos de Terramar (Tales from Earthsea), de Goro Miyazaki (Japão)
Os Pequeninos (The Secret World of Arrietty), de Hiromasa Yonebayashi (Japão)
Túmulo dos Vagalumes (Grave of the Fireflies), de Isao Takahata (Japão)
O Castelo de Cagliostro (Rupan sansei: Kariosutoro no shiro), de Hayao Miyazaki (Japão)

LIÇÃO DE CINEMA COM HAL HARTLEY

Ned Rifle, de Hal Hartley (EUA)
Flerte (Flirt), de Hal Hartley (EUA/Alemanha/Japão)
Simples Desejo (Simple Men), de Hal Hartley (Itália/Reino Unido/EUA)

TESOUROS DA CINEMATECA

Menino de Engenho (Plantation Boy), de Walter Lima Jr. (Brasil)

CINEMA NOIR MEXICANO

Outro Amanhecer (Distinto Amanecer), de Julio Bracho (México)
A Outra (La Outra), de Roberto Gavaldón (México)
A Deusa Ajoelhada (La diosa arrodillada), de Roberto Gavaldón (México)
As Riquezas do Diabo (Los dineros del diablo), de Alejandro Galindo (México)
Na Palma de Tua Mão (En la palma de tu mano), de Roberto Gavaldón (México)
A Noite Avança (La noche avanza), de Roberto Gavaldón (México)

Para saber quais os filmes brasileiros selecionados para a mostra Première Brasil, clique aqui.

A 17ª edição do Festival do Rio acontecerá de 1 a 14 de outubro.

Maze Runner: Prova de Fogo

por: Cinevitor

mazerunnerfogoMaze Runner: The Scorch Trials

Diretor: Wes Ball

Elenco: Dylan O’Brien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Dexter Darden, Alexander Flores, Jacob Lofland, Rosa Salazar, Giancarlo Esposito, Patricia Clarkson, Aidan Gillen, Terry Dale Parks, Kathryn Smith-McGlynn, Lili Taylor, Barry Pepper, J. Nathan Simmons, Matthew T. Metzler, Alan Tudyk, Jenny Gabrielle, David House, Lora Martinez-Cunningham, Luke Gallegos, Shawn Prince, Jeremy Becerra, Matthew Page, Alex Knight, Marc Comstock, Brandon K. Hampton, John Trejo, Tatanka Means, Katherine McNamara, Ryan Jason Cook, James Burnett, Morse Bicknell, Ben Pronsky, Laramie Cooley, Anouvat Bon Boulom, Jetto Dorsainville, Nathalie Emmanuel, Andrea Good, Cazi Greene, Gary Hood, Keith Jardine, Elizabeth M. Kallman, Jess King, James E. Lane, Jon McGarrah, Crystal Miller, Rodney Nagel, Martin Palmer, Frank Powers, Gonzalo Robles, Bryce Romero, Diego Romero, Jason a Sedillo, Phil Sperandeo, Kaelee Vigil, Richard Daniel Williams.

Ano: 2015

Sinopse: Neste próximo capítulo da saga épica Maze Runner, Thomas e seus companheiros Clareanos vão encarar seus maiores desafios até agora: procurar por pistas sobre a misteriosa e poderosa organização conhecida como C.R.U.E.L. Sua jornada os leva até O Deserto, um cenário desolado repleto de obstáculos inimagináveis. Unindo-se com lutadores da resistência, os Clareanos desafiam as forças superiores da C.R.U.E.L e descobrem seus terríveis planos para todos eles.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

De Cabeça Erguida

por: Cinevitor

decabecaerguidaLa tête haute

Diretora: Emmanuelle Bercot

Elenco: Catherine Deneuve, Rod Paradot, Benoît Magimel, Sara Forestier, Catherine Salée, Diane Rouxel, Ludovic Berthillot, Anne Suarez, Martin Loizillon, Aurore Broutin, Michel Masiero, Christophe Meynet, Elisabeth Mazev, Enzo Trouillet, Lucie Parchemal, Marie Piemontese.

Ano: 2015

Sinopse: Desde os seis anos de idade, Malony comete pequenos delitos e tem problemas com a polícia. Durante toda a sua adolescência, um educador e uma juíza especializada na infância tentam salvá-lo.

Crítica do CINEVITOR: Antes mesmo de estrear, De Cabeça Erguida, dirigido por Emmanuelle Bercot, já estava na boca do povo. No Festival de Cannes deste ano, o filme foi exibido na noite de abertura e entrou para a história do evento, sendo o primeiro longa dirigido por uma mulher a abrir um dos festivais de cinema mais importantes do mundo. Emmanuelle era só sorrisos em Cannes, pois, além disso, também foi premiada como melhor atriz pelo filme Mon Roi. Entre tantos méritos, vale parabenizar a diretora por seu mais novo trabalho atrás das câmeras. Ao narrar a história de um jovem problemático e agressivo, vindo de uma família desestruturada, De Cabeça Erguida abre espaço para diversas questões que precisam ser debatidas. O que leva um adolescente a agir de maneira ríspida perante uma sociedade que se preocupa com seu futuro (e que, ao mesmo tempo, o classifica como alguém fora dos padrões apresentáveis para um convívio social)? O filme mostra muito bem o amadurecimento de seus personagens diante de situações desagradáveis que acontecem em um cenário político e social questionável. Até que ponto estamos certos em tentar otimizar as infrações cometidas por um jovem infrator que carrega consigo um passado emocional vazio? Talvez o filme de Emmanuelle Bercot não traga todas essas respostas, mas dialoga com essas dúvidas de maneira clara. Malony, o jovem interpretado brilhantemente por Rod Paradot, é agressivo, impaciente, grosseiro e transmite raiva em seu olhar. Por meio da sua história percebemos que não existem culpados por suas revoltas, porém existem vários elementos que colaboraram para a construção de algo doloroso que, por fim, contribuíram para que ele se tornasse um garoto necessitado de carinho, atenção e principalmente amor. De Cabeça Erguida coloca o espectador em dúvida sobre o menor infrator: julgar ou compreender? Certo ou errado? A favor ou contra? A resposta não é tão simples, já que o filme aborda muito bem uma questão polêmica: até que ponto a intervenção do serviço público ajuda ou atrapalha na educação de um jovem fragilizado? Para representar esse outro lado da moeda temos Catherine Deneuve no papel de uma juíza de menores, em uma excelente atuação. Sua relação com o jovem Malony ultrapassa as sentenças, criando um afeto, mesmo que discreto, entre eles. O filme deve chamar atenção no Brasil por falar da maioridade penal, um assunto bastante comentado por aqui recentemente. Talvez deixe alguns brasileiros surpresos com a qualidade das condições de tratamento aos jovens franceses. Não podemos negar que nossos serviços públicos deixam a desejar em alguns quesitos, principalmente quando falamos em educação ou reabilitação para os menores. Com o filme, percebemos ainda mais o quanto precisamos melhorar em relação a isso, pois o centro de reabilitação frequentado pelo protagonista é digno de causar inveja ao sistema brasileiro. Mas, além de todos os problemas sociais apresentados na história, De Cabeça Erguida também fala de amadurecimento e esperança. A lição que fica é que para construirmos um mundo melhor, precisamos que cada um faça sua parte, sem julgamentos e com boas intenções. (Vitor Búrigo)

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Gambit, com Channing Tatum, não será mais dirigido por Rupert Wyatt

por: Cinevitor

diretorgambitRupert Wyatt: fora do projeto. 

Segundo informações divulgadas pelo site da revista americana Variety, o cineasta Rupert Wyatt não será mais o diretor de Gambit, spinoff de X-Men, que conta a história do mutante que possuiu habilidade de manipular a energia cinética.

“Eu estava muito ansioso para trabalhar com meu amigo Channing e com a equipe da Fox, mas, lamentavelmente, um mudança de data entrou em conflito com outro projeto. Agradeço pela oportunidade e sei que o filme será fantástico”, disse Rupert, em um comunicado oficial.

As filmagens, que começariam em novembro, foram adiadas para o início de 2016. Gambit terá Channing Tatum e Léa Seydoux no elenco e tem estreia prevista para outubro de 2016.

Foto: Claire Folger.