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Kleber Mendonça Filho fará parte do júri do Festival de Berlim 2020

por: Cinevitor

klebermendoncajuriberlimO cineasta pernambucano no Festival de Cannes, em maio do ano passado.

A 70ª edição do Festival de Berlim, que acontecerá entre os dias 20 de fevereiro e 1º de março, terá o ator britânico Jeremy Irons como presidente do júri e o drama My Salinger Year, de Philippe Falardeau, como filme de abertura.

Nesta terça-feira, 04/02, foram anunciados os nomes dos integrantes que completam o júri oficial. Juntos, terão a missão de escolher os grandes vencedores do Urso de Prata e do Urso de Ouro, considerados os prêmios mais importantes do evento.

Os membros do júri são: o cineasta brasileiro Kleber Mendonça Filho, de O Som ao Redor, Aquarius e Bacurau; a atriz franco-argentina Bérénice Bejo, indicada ao Oscar por O Artista; a produtora cinematográfica alemã Bettina Brokemper; a cineasta palestina Annemarie Jacir, premiada em Berlim com Quando Vi Você; o cineasta americano Kenneth Lonergan, vencedor do Oscar por Manchester à Beira-Mar; e o ator italiano Luca Marinelli, premiado em Berlim em 2013.

Foto: Getty Images Europe.

Conheça os vencedores do BAFTA 2020; 1917, de Sam Mendes, vence em sete categorias

por: Cinevitor

bafta2020vencedoresTaika Waititi, de Jojo Rabbit, com George MacKay e Dean-Charles Chapman, de 1917.

A Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão, British Academy of Film and Television Arts, anunciou neste domingo, 02/02, no Royal Albert Hall, em Londres, os vencedores do BAFTA 2020, British Academy Film Awards, o Oscar britânico, em cerimônia apresentada pelo ator Graham Norton.

Neste ano, em sua 73ª edição, o ator britânico Andy Serkis foi homenageado com o Outstanding British Contribution to Cinema, o Prêmio de Contribuição Britânica ao Cinema. Serkis ficou conhecido por interpretar personagens em computação gráfica, como: Gollum, da franquia O Senhor dos Anéis; e Caesar, da franquia Planeta dos Macacos.

Coringa, de Todd Phillips, que liderava a lista com onze indicações, venceu em três categorias. Porém, o grande vencedor da noite foi 1917, de Sam Mendes, com sete prêmios, entre eles, o de melhor filme e melhor direção.

Confira a lista completa com os vencedores do BAFTA 2020:

MELHOR FILME:
1917

MELHOR FILME BRITÂNICO:
1917

MELHOR DIREÇÃO:
Sam Mendes, por 1917

MELHOR ATOR:
Joaquin Phoenix, por Coringa

MELHOR ATRIZ:
Renée Zellweger, por Judy: Muito Além do Arco-íris

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Brad Pitt, por Era Uma Vez em… Hollywood

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Laura Dern, por História de um Casamento

MELHOR ELENCO:
Coringa, por Shayna Markowitz

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Parasita, escrito por Han Jin Won e Bong Joon-Ho

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Jojo Rabbit, escrito por Taika Waititi

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Parasita, de Bong Joon-Ho (Coreia do Sul)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
For Sama, de Waad Al-Kateab e Edward Watts

MELHOR ANIMAÇÃO:
Klaus, de Sergio Pablos e Carlos Martínez López

MELHOR FOTOGRAFIA:
1917, por Roger Deakins

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Coringa, por Hildur Guðnadóttir

MELHOR EDIÇÃO:
Ford vs Ferrari, por Andrew Buckland e Michael McCusker

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
1917, por Dennis Gassner e Lee Sandales

MELHOR FIGURINO:
Adoráveis Mulheres, por Jacqueline Durran

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
O Escândalo, por Vivian Baker, Kazu Hiro e Anne Morgan

MELHOR SOM:
1917, por Scott Millan, Oliver Tarney, Rachael Tate, Mark Taylor e Stuart Wilson

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
1917, por Greg Butler, Guillaume Rocheron e Dominic Tuohy

MELHOR ATOR/ATRIZ EM ASCENSÃO | VOTO POPULAR:
Micheal Ward

ROTEIRISTA, DIRETOR(A) OU PRODUTOR(A) BRITÂNICO REVELAÇÃO:
Bait, por Mark Jenkin (roteirista/diretor), Kate Byers e Linn Waite (produtoras)

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO:
Learning to Skateboard in a Warzone (If You’re a Girl), de Carol Dysinger e Elena Andreicheva

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO | ANIMAÇÃO:
Grandad was a romantic., de Maryam Mohajer

Foto: Getty Images Europe.

Sindicato dos Roteiristas anuncia vencedores do WGA Awards 2020

por: Cinevitor

parasitaWGAO sul-coreano Parasita, de Bong Joon Ho, foi premiado.

Foram anunciados neste sábado, 01/02, os vencedores do Writers Guild Awards 2020, premiação realizada pelo Sindicato dos Roteiristas da América, Writers Guild of America, que elege os melhores roteiros de cinema, TV e rádio desde 1948.

Neste ano, além dos premiados, a cerimônia, apresentada pela atriz Ana Gasteyer, contou também com homenagens: a cineasta e roteirista Nancy Meyers, que foi indicada ao Oscar de melhor roteiro por A Recruta Benjamin e ao Globo de Ouro por Simplesmente Complicado, recebeu o Laurel Awards por seu trabalho no cinema; Merrill Markoe, vencedora do Emmy por Late Night with David Letterman, também recebeu tal honraria por sua carreira na TV. Os roteiristas Charles Randolph e David N. Weiss foram homenageados com o Special Achievement Awards; e Brad Falchuk, das séries Pose, American Crime Story, Glee e American Horror Story recebeu o Honorary Service Awards.

Conheça os vencedores do WGA Awards 2020 nas categorias de cinema:

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Parasita, escrito por Bong Joon Ho e Han Jin Won

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Jojo Rabbit, escrito por Taika Waititi; baseado no livro Caging Skies, de Christine Leunens

MELHOR ROTEIRO DE DOCUMENTÁRIO:
The Inventor: Out for Blood in Silicon Valley, escrito por Alex Gibney

Foto: Getty Images North America.

24º Art Directors Guild Awards: conheça os vencedores

por: Cinevitor

eraumavezhollywoodADGvenceBrad Pitt e Mike Moh em Era Uma Vez em… Hollywood, de Quentin Tarantino.

Foram anunciados neste sábado, 01/02, os vencedores do Annual Excellence in Production Design Awards, prêmio de excelência em design de produção no cinema, na TV e no teatro, realizado pela Art Directors Guild (ADG, IATSE Local 800), que reúne mais de 2.500 membros do mundo todo, principalmente americanos e canadenses, que trabalham como designers de produção, diretores de arte, cenógrafos, ilustradores, modeladores, assistentes de arte, entre outros.

A cerimônia, apresentada pela atriz e comediante Debra Wilson, contou também com homenagens: Chuck Lorre, que já foi indicado oito vezes ao Emmy por The Big Bang Theory e Two and a Half Men, recebeu o Cinematic Imagery Award; o designer de produção William J. Creber, indicado ao Oscar por A Maior História de Todos os Tempos, O Destino do Poseidon e Inferno na Torre, e que morreu em março do ano passado, entrou para o Hall da Fama da ADG; Syd Mead, de Blade Runner 2049 e Elysium, recebeu o William Cameron Menzies Award.

Além disso, o Lifetime Achievement Award foi entregue para quatro profissionais que se destacaram ao longo de suas carreiras: Joe Alves, da franquia Tubarão e indicado ao Oscar por Contatos Imediatos do Terceiro Grau; Denis Olsen, de Os Caça-Fantasmas; Stephen Myles Berger, de Instinto Selvagem e Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York; e Jack Johnson, de Edward Mãos de Tesoura.

Conheça os vencedores do 24º ADG Awards nas categorias de cinema:

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ÉPOCA:
Era Uma Vez em… Hollywood, por Barbara Ling

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE FANTASIA:
Vingadores: Ultimato, por Charles Wood

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME CONTEMPORÂNEO:
Parasita, por Lee Ha-Jun

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ANIMAÇÃO:
Toy Story 4, por Bob Pauley

Foto: Andrew Cooper.

23ª Mostra de Cinema de Tiradentes: conheça os vencedores

por: Cinevitor

vencedorestiradentes2020Equipe do filme cearense Canto dos Ossos: premiado na Mostra Aurora.

Foram anunciados neste sábado, 01/02, no Cine-Tenda, os vencedores do Troféu Barroco da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes. O filme cearense Canto dos Ossos, da dupla Petrus de Bairros e Jorge Polo, venceu como melhor longa-metragem da Mostra Aurora. A cerimônia consagrou a produção com o prêmio concedido pelo Júri Oficial, formado por críticos e pesquisadores do audiovisual.

Nas palavras do júri, o filme “aposta na imaginação como potência gestada coletivamente e acolhe seu caráter disjuntivo”. E completou: “Um filme pode nos dizer coisas pela metade, pode errar ou exagerar e, no entanto, pode, à sua maneira, revelar epifanias que nos oferecem o intempestivo cristal de um segmento de tempo, de gesto, de susto privilegiado”.

O Prêmio Helena Ignez 2020, oferecido pelo Júri Oficial a um destaque feminino em qualquer função nos filmes das mostras Aurora e Foco, foi entregue pelas mãos da própria atriz e diretora. A vencedora foi a diretora de fotografia Lílis Soares, que esteve em Tiradentes com três trabalhos: os curtas Ilhas de Calor e Minha História é Outra; e o longa Um dia com Jerusa.

“O que ela tem feito, articulada em coletivos, como o Coletivo de Diretoras de Fotografia do Brasil, ao qual o júri estende sua homenagem, é um cinema que assume para si a responsabilidade de enfrentar não apenas uma disputa de narrativas, mas o agenciamento de uma sensibilidade preta”, destacou o texto do Júri Oficial. No agradecimento, emocionada, Lílis desejou um cinema brasileiro com mais mulheres e mais pessoas negras na criação.

Confira a lista completa com os vencedores da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes:

MELHOR CURTA-METRAGEM | JÚRI POPULAR:
A Parteira, de Catarina Doolan (RN)

MELHOR CURTA-METRAGEM | MOSTRA FOCO | JÚRI OFICIAL:
Egum, de Yuri Costa (RJ)

PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS:
Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira (SP)

PRÊMIO CARLOS REICHENBACH | MELHOR LONGA-METRAGEM | MOSTRA OLHOS LIVRES | JÚRI JOVEM:
Yãmĩyhex – As Mulheres-espírito, de Sueli Maxakali e Isael Maxakali (MG)

MELHOR LONGA-METRAGEM | MOSTRA AURORA | JÚRI OFICIAL:
Canto dos Ossos, de Jorge Polo e Petrus de Bairros (CE/RJ)

MELHOR LONGA-METRAGEM | JÚRI POPULAR:
Até o Fim, de Glenda Nicácio e Ary Rosa (BA)

PRÊMIO HELENA IGNEZ | DESTAQUE FEMININO:
Lílis Soares, diretora de fotografia

Foto: Leo Lara/Universo Produção.

Conheça os vencedores do Festival de Sundance 2020

por: Cinevitor

sundance2020vencedoresA cineasta americana Heidi Ewing na cerimônia: premiada.

Foram anunciados neste sábado, 01/02, em Park City, Utah, nos Estados Unidos, os vencedores do Festival Sundance de Cinema 2020, conhecido por destacar produções independentes em sua programação. Neste ano, o evento contou com 128 longas-metragens e 74 curtas selecionados entre mais de 15.100 inscrições.

Dos 28 prêmios concedidos nesta edição, de 25 filmes, incluindo o trabalho de 29 cineastas, 48% foram dirigidos por uma ou mais mulheres; 40% foram dirigidos por uma ou mais pessoas de cor; e 8% foram dirigidos por uma pessoa que se identifica como LGBTQ +.

Os vencedores deste ano representam novas conquistas na narrativa independente global. Histórias ousadas, íntimas e humanizadoras prevaleceram em todas as categorias: “Acreditamos que a arte pode romper o ruído e a polarização. Em tempos voláteis como esses, democracia e narrativa não são separadas: elas estão indissociavelmente ligadas”, disse Keri Putnam, diretora executiva do Sundance Institute.

wagnermourasundancefinal

Entre os jurados deste ano, vale destacar a presença do ator brasileiro Wagner Moura na Competição Internacional de Drama, World Cinema Dramatic. Além disso, ele também apresentou no festival o filme Sergio, fora de competição. Dirigido por Greg Barker, o longa conta a história de Sergio Vieira de Mello, que dedicou a maior parte de sua carreira como diplomata da ONU trabalhando nas regiões mais instáveis do mundo, negociando habilmente com presidentes, revolucionários e criminosos de guerra para proteger a vida de pessoas comuns.

Outros nomes que fizeram parte dos júris foram: Rodrigo Garcia, Ethan Hawke, Dee Rees, Isabella Rossellini, Wash Westmoreland, Kimberly Reed, Rachel Rosen, Courtney Sexton, E. Chai Vasarhelyi, Noland Walker, Haifaa Al Mansour, Alba Rohrwacher, Eric Hynes, Rima Mismar, Nanfu Wang e Gregg Araki.

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O Brasil também aparece entre os premiados: o drama Nine Days, dirigido e escrito pelo brasileiro Edson Oda (foto), foi premiado na categoria de melhor roteiro da Competição Americana. O longa traz no elenco Bill Skarsgård, Winston Duke, Zazie Beetz, Tony Hale, Benedict Wong, Geraldine Hughes, entre outros.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Sundance 2020:

COMPETIÇÃO AMERICANA | DRAMA

Grande Prêmio do Júri: Minari, de Lee Isaac Chung
Melhor Direção: Radha Blank, por The 40-Year-Old Version
Prêmio Waldo Salt | Melhor Roteiro: Nine Days, escrito por Edson Oda
Prêmio Especial do Júri | Melhor Elenco: Charm City Kings
Prêmio Especial do Júri | Auteur Filmmaking: Shirley, de Josephine Decker
Prêmio Especial do Júri | Neo-Realism: Never Rarely Sometimes Always, de Eliza Hittman
Prêmio do Público: Minari, de Lee Isaac Chung

COMPETIÇÃO AMERICANA | DOCUMENTÁRIO

Grande Prêmio do Júri: Boys State, de Jesse Moss e Amanda McBaine
Melhor Direção: Garrett Bradley, por Time
Prêmio Especial do Júri | Direção Revelação: Arthur Jones, por Feels Good Man
Prêmio Especial do Júri | Inovação em narrativa não-ficcional: Dick Johnson Is Dead, de Kirsten Johnson
Prêmio Especial do Júri | Social Impact Filmmaking: The Fight, de Elyse Steinberg, Josh Kriegman e Eli Despres
Prêmio Especial do Júri | Edição: Welcome to Chechnya, por Tyler H. Walk
Prêmio do Público: Crip Camp, de Nicole Newnham e Jim LeBrecht

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DRAMA

Grande Prêmio do Júri: Yalda, a Night for Forgiveness, de Massoud Bakhshi (Irã/França/Alemanha/Suíça/Luxemburgo)
Melhor Direção: Maïmouna Doucouré, por Cuties (Mignonnes) (França)
Prêmio Especial do Júri | Visionary Filmmaking: Lemohang Jeremiah Mosese, por This Is Not a Burial, It’s a Resurrection (Lesoto)
Prêmio Especial do Júri | Melhor Roteiro: Identifying Features (Sin Señas Particulares), escrito por Fernanda Valadez e Astrid Rondero
Prêmio Especial do Júri | Atuação: Ben Whishaw, por Surge
Prêmio do Público: Identifying Features (Sin Señas Particulares), de Fernanda Valadez (México/Espanha)

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DOCUMENTÁRIO

Grande Prêmio do Júri: Epicentro, de Hubert Sauper (Áustria/França)
Melhor Direção: Iryna Tsilyk, por The Earth Is Blue as an Orange (Ucrânia/Lituânia)
Prêmio Especial do Júri | Creative Storytelling: The Painter and the Thief, por Benjamin Ree
Prêmio Especial do Júri | Fotografia: Acasa, My Home, por Mircea Topoleanu e Radu Ciorniciuc
Prêmio Especial do Júri | Edição: Softie, por Mila Aung-Thwin, Sam Soko e Ryan Mullins
Prêmio do Público: The Reason I Jump, de Jerry Rothwell (EUA/Reino Unido)

CURTAS-METRAGENS

Grande Prêmio do Júri: So What If The Goats Die, de Sofia Alaoui (França/Marrocos)
Prêmio do Júri | Ficção | Competição Americana: -Ship: A Visual Poem, de Terrance Daye
Prêmio do Júri | Ficção | Competição Internacional: The Devil’s Harmony, de Dylan Holmes Williams (Reino Unido)
Prêmio do Júri | Não ficção: John Was Trying to Contact Aliens, de Matthew Killip (EUA)
Prêmio do Júri | Animação: Daughter, de Daria Kashcheeva (República Checa)
Prêmio Especial do Júri | Acting: Exam, de Sonia K. Hadad (Irã)
Prêmio Especial do Júri | Direção: Michael Arcos, por Valerio’s Day Out (Colômbia/EUA)

OUTROS PRÊMIOS

PRÊMIO DO PÚBLICO | NEXT: I Carry You With Me, de Heidi Ewing (EUA/México)
NHK AWARD: Kirsten Tan, por Higher (Singapura)
NEXT Innovator Prize: I Carry You With Me, de Heidi Ewing
PRÊMIO ALFRED P. SLOAN: Tesla, de Michael Almereyda (EUA)
AMAZON STUDIOS PRODUCERS AWARDS | DOCUMENTÁRIO: Whirlybird, de Matt Yoka
AMAZON STUDIOS PRODUCERS AWARDS | FICÇÃO: Farewell Amor, de Ekwa Msangi
ADOBE MENTORSHIP AWARD | EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO: Carla Guttierez
ADOBE MENTORSHIP AWARD | EDIÇÃO | FICÇÃO: Affonso Gonçalves

Fotos: Getty Images North America.

Conheça os vencedores do 40º London Critics’ Circle Film Awards

por: Cinevitor

parasitalondonvenceParasita, de Bong Joon Ho: dois prêmios.

Foram anunciados nesta quinta-feira, 30/01, os vencedores do London Critics’ Circle Film Awards, prêmio realizado pela The Critics’ Circle, associação que conta com os principais críticos do Reino Unido que se dividem entre teatro, música, filme, dança, artes visuais e livros.

Nesta 40ª edição, o sul-coreano Parasita, de Bong Joon Ho, foi consagrado com dois prêmios: melhor filme e melhor direção. A cerimônia foi apresentada pela atriz Sally Phillips no May Fair Hotel, em Londres.

Além disso, a cineasta Sally Potter, de A Festa, e a figurinista Sandy Powell, vencedora do Oscar por Shakespeare Apaixonado, O Aviador e A Jovem Rainha Vitória, foram homenageadas com o Prêmio Dilys Powell.

Conheça os vencedores do 40º London Critics’ Circle Film Awards:

FILME DO ANO:
Parasita

FILME ESTRANGEIRO DO ANO:
Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma (França)

DOCUMENTÁRIO DO ANO:
For Sama, de Waad Al-Kateab e Edward Watts

FILME BRITÂNICO OU IRLANDÊS DO ANO | PRÊMIO ATTENBOROUGH:
The Souvenir, de Joanna Hogg

DIREÇÃO DO ANO:
Bong Joon Ho, por Parasita

ROTEIRISTA DO ANO:
Noah Baumbach, por História de um Casamento

ATRIZ DO ANO:
Renée Zellweger, por Judy: Muito Além do Arco-íris

ATOR DO ANO:
Joaquin Phoenix, por Coringa

ATRIZ COADJUVANTE DO ANO:
Laura Dern, por História de um Casamento

ATOR COADJUVANTE DO ANO:
Joe Pesci, por O Irlandês

ATRIZ BRITÂNICA/IRLANDESA DO ANO:
Florence Pugh, por Lutando pela Família, Midsommar: O Mal Não Espera a Noite e Adoráveis Mulheres

ATOR BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
Robert Pattinson, por O Farol, High Life e O Rei

ATOR/ATRIZ JOVEM BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
Honor Swinton Byrne, por The Souvenir

DIRETOR E/OU ROTEIRISTA BRITÂNICO/IRLANDÊS REVELAÇÃO DO ANO | PRÊMIO PHILIP FRENCH:
Mark Jenkin, por Bait

CURTA-METRAGEM BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
The Devil’s Harmony, de Dylan Holmes Williams

TECHNICAL ACHIEVEMENT AWARD:
Era Uma Vez em… Hollywood, por Barbara Ling (design de produção)

PRÊMIO DILYS POWELL | EXCELÊNCIA EM FILME:
Sally Potter
Sandy Powell

40th ANNIVERSARY AWARD:
Aardman

Foto: Divulgação/Pandora Filmes.

Açúcar

por: Cinevitor

acucarposterDireção: Renata Pinheiro, Sergio Oliveira.

Elenco: Maeve Jinkings, Magali Biff, Dandara de Morais, Zé Maria, Fernando Abreu, Diogo Lins, José Henrique Leite, Marcela Felipe, Henrique Braz, Márcio Filho, Jennyfer Caldas, Rebeca Gondim, Jorge Kildery, Danielle Valentim, Pedro Garske, Edno Luciano, Rasta, Fábio Freitas, Rodrigo Petty, Italo Albuquerque, Leonardo Edardna, Dona Íris, Gustavo Montenegro, Iracilda Alves.

Ano: 2017

Sinopse: Bethânia retorna a suas terras onde uma vez funcionou o antigo engenho de açúcar da sua família, o Engenho Wanderley. Entre fotos, criaturas fantásticas, contas a pagar e trabalhadores reivindicando seus direitos sobre a terra, Bethânia enfrenta a si mesma em um presente onde o passado e o futuro são ambos ameaçadores. Açúcar é ambientado num universo de realismo fantástico, que cruza a história pessoal de Bethânia com a formação da identidade de um país que é, ao mesmo tempo, moderno e arcaico, contemporâneo e ancestral, branco e muito, muito mais negro.

*Clique aqui e assista aos programas especiais com entrevistas com a protagonista Maeve Jinkings e com os diretores.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

CINEVITOR #363: Entrevista com Léa Garcia | Edição Especial | 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes

por: Cinevitor

leagarciatiradentesA atriz esteve em Tiradentes para a exibição de seu novo filme.

Considerada uma das maiores atrizes brasileiras, Léa Garcia começou sua carreira na década de 1950 no Teatro Experimental do Negro, fundado por Abdias do Nascimento, um dos maiores expoentes da cultura negra no Brasil.

Dos palcos, ganhou destaque nas telonas ao interpretar Serafina em Orfeu Negro, do cineasta francês Marcel Camus, uma coprodução entre Brasil, França e Itália. O longa foi premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes e levou o Globo de Ouro e o Oscar de melhor filme estrangeiro.

Sua estreia na TV aconteceu no Grande Teatro, da TV Tupi, na década de 1950. Depois, atuou na novela Acorrentados, exibida na a TV Rio. Estreou na Rede Globo em 1970, na novela Assim na Terra como no Céu, de Dias Gomes. Na emissora carioca, participou de diversas produções, como: Minha Doce Namorada, O Homem que Deve Morrer, Selva de Pedra, Os Ossos do Barão, Fogo Sobre Terra, A Moreninha, Araponga, A Viagem, Anjo Mau, Suave Veneno, O Clone, Sol Nascente, entre outras. A atriz também passou pela TV Manchete, em Xica da Silva e Tocaia Grande, e outras emissoras.

A novela Escrava Isaura, exibida em 1976 na Rede Globo, foi um fenômeno de audiência no Brasil e no exterior e é considerado um dos trabalhos mais marcantes na carreira de Léa Garcia, que interpretava a vilã Rosa.

No cinema, a atriz também ganhou reconhecimento: foi premiada no Festival de Gramado pelo longa As Filhas do Vento e pelo curta Acalanto, que também lhe rendeu prêmios no Brazilian Film Festival of Toronto e no Festival de Cuiabá; com Memórias da Chibata foi consagrada na Jornada Internacional de Cinema da Bahia; no Festival de Natal levou o prêmio de melhor atriz por Dias Amargos. Além disso, atuou em Ganga Zumba, Ladrões de Cinema, A Deusa Negra, Quilombo, Viva Sapato!, Mulheres do Brasil, O Maior Amor do Mundo, Billi Pig, Sudoeste, Boca de Ouro, entre outros.

Recentemente, a atriz passou pela 23ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes para apresentar o longa Um Dia com Jerusa, de Viviane Ferreira, exibido no Cine-Tenda na mostra A imaginação como potência. O filme conta o encontro da sensitiva Silvia, uma jovem pesquisadora de mercado que enfrenta as agruras do subemprego enquanto aguarda o resultado de um concurso público, e da graciosa Jerusa, uma senhora de 77 anos, testemunha ocular do cotidiano vivido no bairro do Bixiga, recheado de memórias ancestrais. No dia do aniversário de Jerusa, enquanto espera sua família para comemorar, o encontro entre suas memórias e a mediunidade de Silvia lhes proporciona transitar por tempos e realidades comuns às suas ancestralidades.

No dia seguinte à emocionante exibição, conversamos com a atriz sobre o longa, cinema brasileiro, mulheres negras no audiovisual e carreira.

Aperte o play e confira:

Foto: Leo Lara/Universo Produção.

Judy: Muito Além do Arco-íris

por: Cinevitor

judyfilmeposter2Judy

Direção: Rupert Goold

Elenco: Renée Zellweger, Jessie Buckley, Finn Wittrock, Rufus Sewell, Michael Gambon, Richard Cordery, Royce Pierreson, Darci Shaw, Andy Nyman, Daniel Cerqueira, Bella Ramsey, Lewin Lloyd, Tom Durant Pritchard, John Dagleish, Adrian Lukis, Gemma-Leah Devereux, Gus Barry, Jodie McNee, Gus Brown, Matt Nalton, Bentley Kalu, Martin Savage, Phil Dunster, Gaia Weiss, Lucy Russell, John Mackay, Natasha Powell, Bradley Banton, Ed Stoppard, David Shields, Tim Ahern, Peter Forbes, Arthur McBain, David Rubin, Jack Jagodka, Fenella Woolgar, Gillian Parkhouse, Pierre Bergman, Jonathan Cheetham, Emily Ferrier, Julian Ferro, Luke Fetherston, Patrick Loh, Kate Margo, Martyn Mayger, Diana Alexandra Pocol, Israel Ruiz, Robert Ryan, Philippe Spall, Stuart Whelan.

Ano: 2019

Sinopse: O filme transcorre durante o último ano de Judy Garland antes de sua morte, aos 47 anos, e traz flashes da rígida adolescência da artista. Com problemas financeiros e sofrendo com os recentes divórcios, a artista embarca em uma turnê de shows em Londres, durante o inverno de 1968. Adaptado da peça teatral End of the Rainbow, de Peter Quilter.

*Filme visto no 21º Festival do Rio.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Bad Boys Para Sempre

por: Cinevitor

badboysparasempreposterBad Boys for Life

Direção: Adil El Arbi, Bilall Fallah.

Elenco: Will Smith, Martin Lawrence, Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig, Charles Melton, Paola Nuñez, Kate del Castillo, Nicky Jam, Joe Pantoliano, Jacob Scipio, Theresa Randle, DJ Khaled, Happy Anderson, Bianca Bethune, Dennis McDonald, Michael Bay, Gissette Valentin, Rose Bianco, Edelia Merida, Jasmin Lawrence, Shacai O’Neal, Carlos Guerrero, Massi Furlan, Chick Bernhard, Jennifer Badger, Jeff J.J. Authors, Keith Wheeler, Brandi Cohen, Jay Amor, Yessenia Hernandez, Anthony Molinari, Ivo Nandi, David Shae, Eduardo Rosario, Rory Markham, Brad Sanders, Damien Butler, Bilall Fallah, Norma Alvarez, Adil El Arbi, Sharon Pfeiffer, Davis Aguila, McDaniel Austin, Laura Ault, Maynard Bagang, Sidnei Barboza, Troy Brenna, Tom Bui, London Seabreeze.

Ano: 2020

Sinopse: Enquanto Marcus está tentando dar um passo atrás e passar mais tempo com a família, uma ameaça perigosa emergirá para colocar em risco a vida de Mike, trazendo Marcus de volta à ativa, afinal, Mike também é sua família e ele não deixará que ele vá sozinho nessa missão. Os Bad Boys Mike Lowrey e Marcus Burnett estão de volta para uma última missão.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

18º VES Awards: conheça os vencedores do prêmio que elege os melhores efeitos visuais do cinema

por: Cinevitor

alitaVESAlita: Anjo de Combate, de Robert Rodriguez: premiado.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 29/01, os vencedores do VES Awards, prêmio realizado pela Visual Effects Society, que reconhece os melhores efeitos visuais e a inovação em filmes, animações, programas de TV, comerciais e videogames.

Com mais de 3.300 membros, de 30 países, a VES reúne profissionais de efeitos visuais, incluindo artistas, tecnólogos, modelistas, educadores, executivos de estúdio, supervisores, especialistas em marketing e produtores.

A cerimônia, apresentada pelo ator e comediante Patton Oswalt, contou também com homenagens: o cineasta Martin Scorsese recebeu o VES Lifetime Achievement Award; o produtor e cineasta Roland Emmerich foi contemplado com o VES Visionary Award; e Sheena Duggal, supervisora de efeitos visuais, recebeu o VES Award for Creative Excellence.

Conheça os vencedores do 18º Visual Effects Society Awards nas categorias de cinema:

MELHORES EFEITOS VISUAIS EM FILME FOTOREALISTA:
O Rei Leão, por Robert Legato, Tom Peitzman, Adam Valdez e Andrew R. Jones

MELHORES EFEITOS VISUAIS DE APOIO EM FILME FOTOREALISTA:
O Irlandês, por Pablo Helman, Mitchell Ferm, Jill Brooks, Leandro Estebecorena e Jeff Brink

MELHORES EFEITOS VISUAIS EM ANIMAÇÃO:
Link Perdido, por Brad Schiff, Travis Knight, Steve Emerson e Benoit Dubuc

MELHOR PERSONAGEM ANIMADO EM FILME FOTOREALISTA:
Alita, em Alita: Anjo de Combate

MELHOR PERSONAGEM ANIMADO EM ANIMAÇÃO:
Susan, em Link Perdido

MELHOR AMBIENTE CRIADO EM FILME FOTOREALISTA:
The Pridelands, em O Rei Leão

MELHOR AMBIENTE CRIADO EM ANIMAÇÃO:
Antiques Mall, em Toy Story 4

MELHOR FOTOGRAFIA VIRTUAL EM CG PROJECT:
O Rei Leão, por Robert Legato, Caleb Deschanel, Ben Grossmann e AJ Sciutto

MELHOR MODELO EM PROJETO FOTOREALISTA OU ANIMADO:
The Sin e The Razorcrest, em The Mandalorian

MELHOR SIMULAÇÃO DE EFEITOS EM FILME FOTOREALISTA:
Star Wars: A Ascensão Skywalker

MELHOR SIMULAÇÃO DE EFEITOS EM FILME DE ANIMAÇÃO:
Frozen 2

MELHOR COMPOSIÇÃO EM FILME FOTOREALISTA:
O Irlandês, por Nelson Sepulveda, Vincent Papaix, Benjamin O’Brien e Christopher Doerhoff

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS PRÁTICOS EM FILME FOTOREALISTA OU ANIMADO:
O Cristal Encantado: A Era da Resistência

MELHORES EFEITOS VISUAIS EM PROJETO ESTUDANTIL:
The Beauty, por Marc Angele, Aleksandra Todorovic, Pascal Schelbli e Noel Winzen

Foto: Divulgação/20th Century Fox.