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Festival de Locarno 2025: conheça os vencedores; brasileiros são premiados

por: Cinevitor
Felipe Casanova: premiado pelo curta O Rio de Janeiro Continua Lindo

Foram anunciados neste sábado, 16/08, os vencedores da 78ª edição do Festival de Cinema de Locarno, considerado um dos principais festivais de cinema autoral do mundo. O Leopardo de Ouro, prêmio máximo do evento, foi entregue para o japonês Tabi to Hibi, de Sho Miyake

Além disso, o Brasil se destacou na mostra Pardi di Domani, que traz um território de experimentação expressiva e de formas inovadoras de poesia. A seleção é composta por três competições: Concorso Internazionale, com obras de cineastas emergentes de todo o mundo; Concorso Nazionale, com produções suíças; e Concorso Corti d’Autore, com curtas-metragens de cineastas consagrados.

Na seleção nacional da Pardi di Domani, o cineasta brasileiro Felipe Casanova, atualmente radicado entre Genebra e Bruxelas, foi o grande vencedor do Leopardo de Ouro com o curta-metragem O Rio de Janeiro Continua Lindo, uma coprodução entre Bélgica, Brasil e Suíça; o filme também foi escolhido para participar do European Film Awards. A sinopse diz: em meio à folia do Carnaval carioca, Ilma escreve ao filho. Como ela sente a presença dele na multidão? Suspensa no tempo, a celebração se torna um espaço de memória e resistência política.

Entre os títulos internacionais da Pardi di Domani, destaque para o curta-metragem Primera Enseñanza, uma coprodução entre Cuba e Espanha, que levou o prêmio de melhor direção para a cubana Aria Sánchez e para a brasileira Marina Meira. Com Mia Hernandez, Lucero Montero, Wendy G. Castellanos, Raiza De Beche e Omar Durán no elenco, a sinopse diz: a voz de Daniela precisa estar completamente descansada antes que ela possa usá-la novamente. Dada a incapacidade dos adultos de lidar com a situação, seus colegas veem a oportunidade perfeita para silenciá-la definitivamente.

O júri do 78º Festival de Locarno foi formado por: Rithy Panh (presidente), Joslyn Barnes, Ursina Lardi, Carlos Reygadas e Renée Soutendijk na Competição Internacional; Asmara Abigail, La Frances Hui e Kani Kusruti no Concorso Cineasti del Presente; Jihan El Tahri, Lemohang Mosese e Sara Serraiocco na mostra Pardi di Domani; James Hawkinson, Judith Lou Lévy e Patricia Mazuy no prêmio First Feature; e Michael Almereyda, Martina Parenti e Seta Thakur na mostra Pardo Verde; além do voto popular e dos júris independentes

Com onze mostras, sendo três competitivas, o festival suíço explora o cinema sob todas as perspectivas, selecionando cuidadosamente filmes realizados para inspirar, surpreender, abrir a mente e questionar seus pressupostos.

Conheça os vencedores do 78º Festival de Cinema de Locarno:

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL

LEOPARDO DE OURO | MELHOR FILME
Tabi to Hibi (Two Seasons, Two Strangers), de Sho Miyake (Japão)

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI
White Snail, de Elsa Kremser e Levin Peter (Áustria/Alemanha)

MELHOR DIREÇÃO
Abbas Fahdel, por Tales of the Wounded Land

MELHOR INTERPRETAÇÃO
Manuela Martelli e Ana Marija Veselčić, por Bog neće pomoći
Marya Imbro e Mikhail Senkov, por White Snail

MENÇÃO ESPECIAL
Dry Leaf, de Alexandre Koberidze (Alemanha/Geórgia)

CONCORSO CINEASTI DEL PRESENTE

LEOPARDO DE OURO | MELHOR FILME
Tóc, giấy và nước…, de Nicolas Graux e Trương Minh Quý (Bélgica/França/Vietnã)

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI
Gioia mia, de Margherita Spampinato (Itália)

MELHOR DIREÇÃO EMERGENTE
Cecilia Kang, por Hijo mayor

MELHOR INTERPRETAÇÃO
Aurora Quattrocchi, por Gioia mia
Levan Gelbakhiani, por Don’t Let the Sun

PARDI DI DOMANI | COMPETIÇÃO INTERNACIONAL

LEOPARDO DE OURO | MELHOR CURTA-METRAGEM INTERNACIONAL
HYENA, de Altay Ulan Yang (EUA)

LEOPARDO DE PRATA
Still Playing, de Mohamed Mesbah (França)

MELHOR DIREÇÃO
Aria Sánchez e Marina Meira, por Primera Enseñanza

MEDIEN PATENT VERWALTUNG AG AWARD
Force Times Displacement, de Angel WU (Taiwan)

PARDI DI DOMANI | COMPETIÇÃO NACIONAL

LEOPARDO DE OURO | MELHOR CURTA-METRAGEM SUÍÇO
O Rio de Janeiro Continua Lindo, de Felipe Casanova (Bélgica/Brasil/Suíça)

LEOPARDO DE PRATA
Tusen Toner, de Francesco Poloni (Suíça)

PRÊMIO REVELAÇÃO
L’Avant-Poste 21, de Camille Surdez (Suíça)

CURTA-METRAGEM CANDIDATO AO EUROPEAN FILM AWARDS
O Rio de Janeiro Continua Lindo, de Felipe Casanova (Bélgica/Brasil/Suíça)

PARDI DI DOMANI | Concorso Corti d’Autore

LEOPARDO DE OURO
A Very Straight Neck, de Neo Sora (Japão/China)

*Clique aqui e confira a lista completa com os vencedores do Festival de Locarno 2025

Foto: Mattia Martegani/Locarno Film Festival/Ti-Press.

53º Festival de Cinema de Gramado começa com O Último Azul, de Gabriel Mascaro, e homenagem a Rodrigo Santoro

por: Cinevitor
Equipe do filme O Último Azul em Gramado

A 53ª edição do Festival de Cinema de Gramado começou oficialmente nesta sexta-feira, 15/08, com a exibição, fora de competição, do premiado O Último Azul, dirigido pelo cineasta pernambucano Gabriel Mascaro.

Inédito no Brasil e com lançamento nos cinemas brasileiros confirmado para 28 de agosto, o longa conquistou o Urso de Prata na 75ª edição do Festival de Berlim, em fevereiro deste ano. O filme rendeu também a Gabriel Mascaro o Prêmio do Júri Ecumênico e o Berliner Morgenpost Readers’ Jury Award, além de muitos aplausos. Recentemente, O Último Azul venceu o prêmio de melhor filme ibero-americano de ficção no Festival Internacional de Cine en Guadalajara, no México, evento que também premiou a atriz Denise Weinberg com o Prêmio Maguey de melhor interpretação.

O longa é situado na Amazônia, em um Brasil quase distópico, onde o governo transfere idosos para uma colônia habitacional em que vão desfrutar seus últimos anos de vida. Antes de seu exílio compulsório, Tereza, papel de Denise Weinberg, uma mulher de 77 anos, embarca em uma jornada para realizar seu último desejo. Rodrigo Santoro, Adanilo e a atriz cubana Miriam Socarrás também integram o elenco. A produção sobre resistência e amadurecimento ao longo dos rios da Amazônia também passou por países como Colômbia, Argentina, Turquia, Portugal e Austrália.

Na noite desta sexta-feira, Gramado fez história e pela primeira vez teve um tapete que não fosse vermelho. Como homenagem ao longa de abertura, estava completamente azul. Ao lado de sua equipe, Mascaro subiu ao palco do Palácio dos Festivais e apresentou o longa: “É uma alegria imensa poder lançar o filme no Brasil depois de uma linda trajetória que nos emocionou ao trazer o Urso de Prata para o país”. E continuou: “Acho que a gente viveu um momento muito desafiador no nosso país. A Ancine [Agência Nacional do Cinema] em algum momento, quis esconder o cinema brasileiro: os cartazes foram retirados da instituição. E hoje, o Palácio da Aurora abre as portas para ver o cinema brasileiro. Então, acho que é um momento muito especial”.

Aplaudido pelo público, Mascaro seguiu seu discurso: “Hoje é um dia de festa. É o dia do cinema brasileiro que está aqui em Gramado, festival que nos recebe vestindo-se de azul. É para celebrar a diversidade do olhar. Um Brasil que, na verdade, entendeu que é importante dar pluralidade de vozes. De descentralizar os recursos. Estamos colhendo algo que foi plantado quinze anos atrás. Esse filme não existiria se não fosse esse olhar para a diversidade”.

O diretor também destacou sua relação com o festival: “Estar aqui, depois de 20 anos da exibição do meu curta universitário, é muito especial para mim. Eu queria agradecer lindamente essa equipe e espero que vocês se conectem. É um filme muito apaixonado pela vida e inspirado na minha vó que me deu essa centelha. É uma distopia, mas é o filme, eu garanto, mais utópico que vocês vão assistir. O Brasil, além de ser o país do futebol, seguramente é o país do cinema. Viva o cinema brasileiro!”.

Rodrigo Santoro: homenagem 

Com produção da Desvia (Brasil) e Cinevinay (México), em coprodução com a Globo Filmes (Brasil), Quijote Films (Chile), Viking Film (Países Baixos) e distribuição da Vitrine Filmes no Brasil, O Último Azul foi produzido por Rachel Daisy Ellis e Sandino Saravia Vinay, produtor associado de Roma, de Alfonso Cuarón, e coprodutor dos filmes anteriores de Gabriel Mascaro.

O elenco de O Último Azul conta também com Rosa Malagueta, Clarissa Pinheiro, Dimas Mendonça, Daniel Ferrat, Heitor Lóris, Rafael Cesar, Isabela Catão, Daniela Reis, Diego Bauer, Aldenor Santos, Tony Ferreira, Karol Medeiros, Erismar Fernandes, Júlia Kahane, Robson Ney, Luana Brandão, Ítalo Rui, Amanda Costa, Ítalo Bruce, Matheus Sabbá, Paulo Queiroz, Wallace Abreu, Jôce Mendes, Rhuann Gabriel, Arthur Gabriel, Maria Alice, Ana Oliveira, Maurício Santtos, Klindson Cruz e Isadora Gibson. O roteiro é assinado por Gabriel Mascaro e Tibério Azul; a direção de fotografia é de Guillermo Garza. A edição é de Sebastían Sepúlveda e Omar Guzmán; Memo Guerra assina a música do filme.

A noite também foi marcada por outro momento emocionante antes da exibição do longa: a homenagem para o consagrado ator Rodrigo Santoro, que recebeu o Kikito de Cristal. Ele começou sua carreira atuando em novelas, mas logo se destacou em produções cinematográficas.

Ovacionado pelo público, Rodrigo se emocionou e discursou: “De repente passou um filme inteiro na minha cabeça… são muitos anos! Primeiro, quero agradecer ao Festival de Gramado. Foi o primeiro festival que eu frequentei como espectador. É uma honra imensa receber esse reconhecimento, especialmente aqui. Pela importância que o festival tem no cinema brasileiro e latino-americano. Me disseram que este reconhecimento é pela minha trajetória internacional. É a primeira vez que eu estou recebendo esse reconhecimento aqui no Brasil”.

E seguiu seu discurso: “Vou completar 50 anos na semana que vem. E nesse percurso, uma das coisas que eu aprendi foi que fronteiras são mais concretas na geografia. A essência humana, as nossas histórias, os nossos sonhos, as nossas dores são universais”. Santoro também destacou seu carinho pela cultura brasileira: “Toda vez que eu falo do Brasil, do nosso cinema, da nossa arte, da nossa cultura, eu falo de dentro para fora. Eu falo o que eu sinto, eu falo o que eu penso. Eu tenho muito respeito por tudo que a gente construiu e continua construindo dentro da nossa cultura. O meu coração é absolutamente brasileiro”.

O homenageado falou também da exibição especial de O Último Azul na noite de abertura do Festival de Gramado: “Esse filme torna esta noite ainda mais especial. É um ciclo que que se completa, não se fecha. É a primeira vez que O Último Azul vai ser exibido no Brasil. É a nossa estreia e para o público brasileiro. Isso é muito importante”.

Muito emocionado, Rodrigo finalizou: “É muita história, é muita coisa. São muitos sentimentos e eu não tenho vergonha de me emocionar. Para terminar, queria dedicar esse prêmio ao cinema independente brasileiro, que foi onde eu comecei há mais de 20 anos com Bicho de Sete Cabeças [dirigido por Laís Bodanzky] e sigo acreditando nele como é o caso do filme que vocês vão ver hoje. Dedico esse prêmio à resistência cultural e à coragem de todos os profissionais do nosso meio, que apesar dos grandes desafios que temos enfrentado, continuam trabalhando para contar as nossas poderosas histórias para o mundo. Viva o cinema brasileiro!”.

*O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal do YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Fotos: Diego Vara/Edison Vara/Agência Pressphoto.

53º Festival de Cinema de Gramado: conheça os integrantes dos júris

por: Cinevitor
Petrus Cariry: cineasta cearense está confirmado no júri de 2025

A 53ª edição do Festival de Cinema de Gramado, que acontecerá entre os dias 13 e 23 de agosto, com abertura oficial nesta sexta-feira, 15/08, revelou os nomes dos profissionais que escolherão os vencedores dos kikitos deste ano.

Profissionais de diferentes áreas do audiovisual e da crítica cinematográfica também sobem à Serra Gaúcha para integrar o time de jurados do 53º Festival de Cinema de Gramado. Ao todo, 20 nomes serão responsáveis pelos premiados nas mostras competitivas de longas brasileiros, longas documentais, longas gaúchos e curtas brasileiros, além do Prêmio Assembleia Legislativa da Mostra Gaúcha de Curtas.

Avaliando os seis títulos em competição na mostra de longas-metragens brasileiros estão: o ator Edson Celulari, a atriz Isabel Fillardis e os cineastas Sergio Rezende, Fernanda Lomba e Petrus Cariry. Já na mostra de longas documentais, o professor e realizador Bertrand Lira, o ator Marcos Breda e a jornalista e cineasta Thais Fernandes são os nomes que formam o júri. Ainda nos longas-metragens, o jornalista e crítico Daniel Fernandes, a atriz e produtora Gabrielle Fleck e a produtora Keyti Souza respondem pela seleção de vencedores da Mostra Sedac Iecine de Longas Gaúchos.

No segmento de curtas-metragens, a mostra nacional será avaliada pelo produtor Ailton Franco Jr., pela crítica de cinema Dríade Aguiar, pela atriz Polly Marinho e pela comunicadora Sarah Oliveira. Por fim, o Prêmio Assembleia Legislativa – Mostra Gaúcha de Curtas terá seus laureados escolhidos pela roteirista e diretora Ceci Alves dos Santos, pela produtora Daniela Marinho, pelo cineasta e pesquisador Donny Correia da Silva, pelo cineasta Flávio Botelho Jr. e pela consultora em Legislação Audiovisual, Vera Zaverucha.

O olhar fundamental da crítica na apreciação cinematográfica também se faz presente com o Júri da Crítica, formado por profissionais integrantes da ACCIRS, Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul, e da Abraccine, Associação Brasileira de Críticas de Cinema. São eles: Arthur Gadelha (CE), Cristian Verardi (RS), Ivana Silva (RS), Paulo Henrique Silva (MG) e Raquel Carneiro (SP).

O Festival de Cinema de Gramado 2025 começa oficialmente nesta sexta-feira com a exibição especial do premiado longa brasileiro O Último Azul, de Gabriel Mascaro, com Denise Weinberg, Adanilo e Rodrigo Santoro no elenco.

Foto: Edison Vara/Agência Pressphoto.

Oscar 2026: 16 longas estão habilitados e disputam indicação brasileira na categoria de melhor filme internacional

por: Cinevitor
Jesuíta Barbosa interpreta Ney Matogrosso em Homem com H: sucesso de público

A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta quinta-feira, 14/08, a lista com os 16 longas-metragens brasileiros que estão habilitados e seguem na disputa por uma indicação à vaga na categoria de melhor filme internacional no Oscar 2026

As reuniões da Comissão de Seleção acontecerão em duas etapas: dia 8 de setembro de 2025, quando serão revelados os seis títulos pré-selecionados entre os inscritos; e a reunião final, no dia 15 de setembro, para a escolha do título que representará o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de melhor filme internacional da 98ª edição do Oscar, premiação realizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que acontecerá no dia 15 de março de 2026, em Los Angeles.

Vale destacar que na última edição do prêmio da Academia, o Brasil foi premiado com Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, e levou o primeiro Oscar para o país; além disso, o longa também foi indicado a melhor filme e melhor atriz para Fernanda Torres

Conheça os 16 longas-metragens brasileiros habilitados:

A Melhor Mãe do Mundo, de Anna Muylaert
A Praia do Fim do Mundo, de Petrus Cariry
Baby, de Marcelo Caetano
Homem com H, de Esmir Filho
Kasa Branca, de Luciano Vidigal
Malu, de Pedro Freire
Manas, de Marianna Brennand
Milton Bituca Nascimento, de Flavia Moraes
O Agente Secreto, de Kleber de Mendonça Filho
O Filho de Mil Homens, de Daniel Rezende
O Último Azul, de Gabriel Mascaro
Oeste Outra Vez, de Erico Rassi
Os Enforcados, de Fernando Coimbra
Retrato de um Certo Oriente, de Marcelo Gomes
Um Lobo Entre os Cisnes, de Marcos Schechtman e Helena Varvaki
Vitória, de Andrucha Waddington

Foto: Marina Vancini.

Tijolo por Tijolo

por: Cinevitor

Direção: Victoria Álvares, Quentin Delaroche.

Elenco: Cris Martins, Albert Ventura, Caique de Souza Ventura, Isaque de Souza Ventura, Helena Vitoria de Souza Ventura, Yasmin de Souza Ventura, Cecília Martins de Souza.

Ano: 2024

Sinopse: Acompanhamos Cris e sua família, moradores do Ibura, na periferia do Recife, que no início da pandemia de Covid-19 tiveram que abandonar sua casa devido ao risco de desabamento. Grávida do quarto filho e lutando por uma laqueadura, Cris trabalha como influenciadora digital enquanto a família reconstrói sua moradia. Abordando temas relevantes ao Brasil de hoje, como maternidade, empreendedorismo e direitos reprodutivos e à moradia, entremeados com momentos de leveza cotidiana, o filme ressalta o protagonismo coletivo que torna possível erguer as paredes de um lar, dia após dia.

*Filme visto no 11º Festival Goiamum Audiovisual

Nota do CINEVITOR:

Juntos

por: Cinevitor

Together

Direção: Michael Shanks

Elenco: Dave Franco, Alison Brie, Damon Herriman, Mia Morrissey, Karl Richmond, Jack Kenny, Francesca Waters, Aljin Abella, Sarah Lang, Rob Brown, Ellora Iris, Charlie Lees, MJ Dorning, Tom Considine, Melanie Beddie, Flynn Wandin, Nancy Finn, Mark Robinson, Michael Shanks, Sunny S. Walia.

Ano: 2025

Sinopse: Millie é uma professora que aceita um novo emprego no interior e, junto de seu companheiro Tim, se mudam para uma nova cidade. Após a sugestão de Jamie, o casal decide aproveitar uma trilha próxima a casa de onde vivem. E, durante a atividade, eles se acidentam e o resultado disso afeta a vida dos dois para sempre. Após este fato, Tim e Millie se veem presos em uma espiral de terror que desafia o relacionamento já desgastado, enquanto distorce seus próprios corpos. Em meio a um vínculo cada vez mais grotesco e inexplicável, o casal precisa entender a origem dessa força sobrenatural. O problema é que nada do que viveram até ali os preparou para o horror que estão prestes a enfrentar.

Nota do CINEVITOR:

CINEVITOR #482: Carlota Joaquina, Princesa do Brazil | Marieta Severo + Marco Nanini + elenco

por: Cinevitor
Marieta Severo é Carlota Joaquina nas telonas

Marco da retomada do cinema brasileiro nos anos 1990, Carlota Joaquina, Princesa do Brazil completa 30 anos em 2025 e retorna aos cinemas em cópia remasterizada em 4K, reafirmando sua atualidade e potência criativa.

Ousado e irreverente, o primeiro longa dirigido por Carla Camurati e produzido por ela e por Bianca de Felippes, conquistou o público com sua crítica bem-humorada à formação do Brasil, aliada a uma linguagem estética inovadora. Estrelado por Marieta Severo como Carlota Joaquina, vivida na infância por Ludmila Dayer, Marco Nanini como Dom João, Marcos Palmeira como Dom Pedro I e Vera Holtz no papel de Maria Luísa de Parma, o filme retorna ao circuito comercial no dia 14 de agosto, em cópias acessíveis e restauradas digitalmente, com patrocínio da Petrobras.

A diretora Carla Camurati, que assina também o roteiro ao lado de Melanie Dimantas, destaca o humor, a ironia e a liberdade estética como marcas da obra, que convida o público a refletir sobre as origens do Brasil. Camurati celebra não apenas os 30 anos do filme, mas também a oportunidade de ver sua primeira obra como diretora de volta às telonas.

A narrativa se passa entre o fim do século XVIII e o início do século XIX. Aos dez anos, Carlota Joaquina é prometida a João, de Portugal. Talentosa e instruída, a jovem princesa é aprovada pela corte espanhola e enviada para Lisboa, onde se depara com um destino bem menos glamouroso que o retratado nos quadros e protocolos da nobreza. João, de temperamento introspectivo, prefere o canto sacro e o cultivo de flores à companhia da nova esposa. Com a morte do príncipe herdeiro e o agravamento da saúde mental da rainha D. Maria I, o casal acaba elevado ao trono português. Em meio às turbulências provocadas pela Revolução Francesa e pelas ameaças de invasão napoleônica, a corte portuguesa realiza uma fuga histórica e silenciosa para o Brasil, episódio que marca uma reviravolta no destino da colônia e dá origem a uma nova fase da história luso-brasileira.

Com argumento de Angus Mitchell e Carla Camurati, a fotografia é assinada por Breno Silveira. As músicas são de André Abujamra e Armando Souza, a produção de arte é de Bianca de Felippes e Richard Luiz com cenários de Tadeu Burgos e Emilia Duncan; o figurino é de Tadeu Burgos, Emilia Duncan e Marcelo Pies. O elenco conta também com Brent Hieatt, Maria Fernanda, Eliana Fonseca, Norton Nascimento, Beth Goulart, Antonio Abujamra, Bel Kutner, Ney Latorraca e Maria Ceiça.

Para marcar a celebração dos 30 anos do filme, conversamos com o elenco de Carlota Joaquina, Princesa do Brazil: Marieta Severo, Marco Nanini, Marcos Palmeira e Ludmila Dayer.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação.

XI Recifest: conheça os filmes selecionados para o Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero

por: Cinevitor
Sharlene Esse no curta pernambucano A Volta, de Anny Stone

Foram anunciados os 26 curtas-metragens que compõem as mostras competitivas da 11ª edição do Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, que acontecerá entre os dias 23 de setembro e 5 de outubro com programação no Recife e nas Terras Indígenas Pankararu (Tacaratu e Jatobá, no sertão de Pernambuco), além de atividades on-line.

As sessões competitivas serão realizadas entre os dias 23 e 27 de setembro no Cinema São Luiz reunindo obras de 13 estados brasileiros. Esta edição registrou o maior número de inscrições da história do festival: 271 filmes, dos quais foram selecionados 16 ficções, seis documentários, três animações e um híbrido.

Os curtas refletem a pluralidade da produção audiovisual contemporânea com equipes formadas por pessoas cis, trans, travestis, não-binárias e de diferentes identidades raciais e étnicas. As obras abordam temas como afetos e relações LGBTQIAPN+, questões de gênero, sexualidade, ancestralidade indígena e afro-brasileira, enfrentamento à violência, lutas por direitos e narrativas experimentais que exploram novas linguagens no cinema.

Seis títulos concorrem ao prêmio de melhor filme pernambucano e outros 20 ao prêmio de melhor filme nacional. A curadoria das mostras competitivas foi formada por Galba Gogóia, Graciela Guarani e Davi Barros. O Recifest é realizado pela Olinda Produções e pela Casa de Cinema de Olinda, com incentivo do Funcultura e apoio da Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.

Neste ano, Ruby Nox, vencedora da segunda temporada do reality show Drag Race Brasil, será a apresentadora do evento. E mais: o documentário Filhas da Noite, de Henrique Arruda e Sylara Silvério, com Sharlene Esse, Raquel Simpson, Márcia Vogue, Christiane Falcão, Suelanny Tigresa e Paloma Pitt, será o filme de abertura

Conheça os filmes selecionados para as mostras competitivas do 11º Recifest:

2/1, de Mateus Lacerda (SP)
A Vaqueira, a Dançarina e o Porco, de Stella Carneiro e Ary Zara (CE)
A Volta, de Anny Stone (PE)
Americana, de Agarb Braga (PA)
Ana Cecília, de Julia Regis (RS)
Ana e as Montanhas, de Julia Araújo e Carla Villa-Lobos (GO/RJ)
Cissa Tempo, de Oaj (SP)
Como Nasce um Rio, de Luma Flôres (BA)
Da Aldeia à Universidade, de Leandro de Alcântara e Túlio de Melo (TO)
Descamar, de Nicolau (DF)
Espelho da Memória, de Filipe Travanca e Roberto Simão (SP)
Geni & Thor, de Pedro H. Machado (PR)
Lá na Frente, de Márcio Andrade (PE)
Lança-Foguete, de William Oliveira (PE)
Mãe, de Jöão Monteiro (RS)
Na Volta Eu te Encontro, de Urânia Munzanzu (BA)
Os Quatro Exílios de Herbert Daniel, de Daniel Favaretto (SP)
Pacto pela Vida, de Luiza Côrte (PE)
Ponto e Vírgula, de Thiago Kistenmacker (RJ)
Queima Minha Pele, de Leonardo Amorim (AL)
Queimando por Dentro, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE)
Todas as Memórias que Você Fez para Mim, de Pedro Fillipe (PE)
Todo Romance Termina Assim, de Marco Aurélio Gal (SP)
Tudo que Importa, de Coraci Ruiz (SP)
Valéria di Roma, de Carlos Mosca (PB)
Velcro, de Carol Lima e Renata Pimentel (PE)

Foto: Divulgação.

CINEVITOR #481: Entrevista com Leandra Leal | Os Enforcados

por: Cinevitor
Irandhir Santos, Leandra Leal e Thiago Thomé em cena

Depois de passar pelos festivais de Toronto, Rio, Havana e Mostra de São Paulo, Os Enforcados, dirigido por Fernando Coimbra, de O Lobo Atrás da Porta, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 14/08, com distribuição da Paris Filmes.

Estrelado por Leandra Leal e Irandhir Santos, com participações especiais de Irene Ravache e Stepan Nercessian, o filme tem produção da Gullane e coprodução da Fado Filmes, Globo Filmes, Telecine e Pavuna Pictures. Assim como O Lobo Atrás da Porta, que marcou a estreia de Coimbra na direção de longas-metragens, Os Enforcados é o primeiro trabalho do cineasta no Brasil após dirigir episódios das séries internacionais Narcos, Outcast e Perry Mason e do filme Castelo de Areia (Sand Castle), com Nicholas Hoult e Henry Cavill.

Na trama, Valério (Irandhir Santos) e Regina (Leandra Leal) formam um casal vivendo confortavelmente na Zona Oeste do Rio de Janeiro, graças ao império do jogo do bicho construído pelo pai e pelo tio dele. Valério, que acredita ter mantido suas mãos limpas, precisa lidar com as pendências de sua família, em um meio que obedece a leis próprias. Incentivado pela ambiciosa mulher, ele tenta uma jogada que ambos consideram infalível.

O cineasta inspirou-se em Macbeth, de William Shakespeare, mas quis contar a história pela perspectiva de Lady Macbeth. Em Os Enforcados, como na peça, os dois personagens se veem presos em uma escalada de ambição e violência, em uma tragédia à brasileira, com uma boa dose de humor ácido.

Em Os Enforcados, Fernando Coimbra queria tratar da realidade brasileira e da elite econômica do país. A ideia começou a surgir ainda durante as filmagens de O Lobo Atrás da Porta quando Coimbra passava pela Barra da Tijuca a caminho de locações. Em 2015, o roteiro passou pelo Laboratório de Sundance, sendo premiado dois anos depois com o Sundance Global Filmmaking Awards, de reconhecimento e apoio a cineastas independentes emergentes. Os trabalhos fora do Brasil e a pandemia adiaram as filmagens, mas Fernando Coimbra nunca parou de trabalhar no roteiro.

O elenco conta também com Thiago Thomé, Pêpê Rapazote, Ernani Moraes, Augusto Madeira e Ricardo Bittencourt. A direção de fotografia é assinada por Junior Malta e a direção de arte é de Caio Costa e Rafael Torah. A montagem é de Karen Harley e o desenho de som é de Ricardo Cutz

Para falar mais sobre Os Enforcados, conversamos com a atriz Leandra Leal, que recentemente foi homenageada no Cine PE. No bate-papo, destacou sua parceria com Fernando Coimbra, falou sobre o trabalho com os colegas Irandhir Santos e Irene Ravache, recepção do público e expectativa para o lançamento.

Aperte o play e confira:

Foto: Helena Barreto. 

Festival de Toronto 2025: curta brasileiro O Véu, de Gabriel Motta, é selecionado

por: Cinevitor
Cena do curta brasileiro O Véu, de Gabriel Motta: selecionado para o TIFF

A 50ª edição do Festival Internacional de Cinema de Toronto, que acontecerá entre os dias 4 e 14 de setembro, divulgou os curtas-metragens selecionados para este ano; a lista traz 48 títulos, de 28 países.

O cinema brasileiro marca presença na mostra Short Cuts com O Véu, dirigido pelo cineasta gaúcho Gabriel Motta, que será exibido na seção Strange Cuts, uma vertente adjacente da Midnight Madness, que traz títulos híbridos de gênero. Com atmosfera densa e visual hipnótico, o curta é um filme de terror que acompanha um culto religioso marcado por falsos rituais de possessão; até que a filha do pastor é tomada por uma entidade real, desencadeando eventos macabros. Clique aqui e assista ao trailer. 

O filme é protagonizado por Robson Lima Duarte, PHILL e Rafaela Lima em interpretações intensas que exploram os limites entre fé, poder e repressão. O elenco ainda conta com Renata de Lélis, Marcello Crawshaw, Victor Di Marco e João Carlos Castanha. O Véu é produzido pela Fogo Filmes e Onomato, produtoras de Porto Alegre, e contou com o financiamento do Edital de Seleção Pública Paulo Gustavo Porto Alegre

Anteriormente, Gabriel Motta lançou Pastrana, codirigido por Melissa Brogni, que foi premiado como melhor filme nos festivais de Brasília e Gramado, melhor curta latino-americano no BAFICI e exibido em eventos como o Festival de Tribeca, Curta Cinema e Kinoforum. Seus outros trabalhos transitaram por eventos como Bogoshorts (Colômbia), San Francisco Frameline (Estados Unidos), FEST – Novos Realizadores | Novo Cinema (Portugal), entre outros. 

Em comunicado oficial nas redes sociais, o diretor disse: “É o cinema de gênero gaúcho representando o Brasil em um dos festivais mais importantes do mundo! Nosso filme será exibido na mostra competitiva Short Cuts, ao lado de obras incríveis de novos talentos do cinema mundial. Trata-se de uma competição qualificadora para o Oscar 2026. É uma honra compartilhar essa conquista com toda a equipe que tornou O Véu possível. Mal podemos esperar para apresentar essa história ao público de Toronto”

Com programação coordenada por Sonja Baksa e Mariam Zaidi, o júri da mostra Short Cuts será formado por: Ashley Iris Gill, cineasta e diretora de fotografia canadense; Marcel Jean, diretor artístico do Festival de Cinema de Animação de Annecy e diretor executivo da Cinémathèque québécoise; e Connor Jessup, ator, escritor e diretor canadense. Neste ano, além dos prêmios de melhor curta-metragem internacional e canadense, o festival também concederá um prêmio para o melhor curta-metragem de animação

Conheça os curtas-metragens selecionados para o 50º Festival de Toronto:

PROGRAMA 1 | CURTAS

A Small Fiction of My Mother in Beijing, de Dorothy Sing Zhang (China)
Agapito, de Arvin Belarmino e Kyla Danelle Romero (Filipinas)
DISC, de Blake Winston Rice (EUA)
Healer, de Chelsea McMullan (Canadá)
Jazz Infernal, de Will Niava (Canadá)
Ramón Who Speaks to Ghosts, de Shervin Kermani (Espanha/Canadá/México)
The Girl Who Cried Pearls, de Chris Lavis e Maciek Szczerbowski (Canadá)

PROGRAMA 2 | CURTAS

Ambush, de Yassmina Karajah (Jordânia/Canadá)
Bots, de Rich Williamson (Canadá)
Fille de l’eau (Water Girl), de Sandra Desmazières (França/Holanda/Portugal)
I Fear Blue Skies, de Salar Pashtoonyar (Canadá)
Not Scared, Just Sad, de Isabelle Mecattaf (Líbano/Bulgária)
Talk Me, de Joecar Hanna (Espanha/EUA)

PROGRAMA 3 | CURTAS

Asparagus Bear, de Ivan Grgur (Croácia)
Ce Qu’on Laisse Derrière (What We Leave Behind), de Jean-Sébastien Hamel e Alexandra Myotte (Canadá)
Demons, de Kelly Fyffe-Marshall (Canadá)
Öronmask (Earworm), de Patrik Eklund (Suécia)
Sea Star, de Tyler Mckenzie Evans (Canadá)
The Non-Actor, de Eliza Barry Callahan (EUA)
Une Fenêtre Plein Sud (A South Facing Window), de Lkhagvadulam Purev-Ochir (França/Mongólia)

PROGRAMA 4 | CURTAS

Ali, de Adnan Al Rajeev (Bangladesh/Filipinas)
Chín (Ripe), de Solara Thanh Bình Đặng (Canadá/Vietnã)
Dust to Dreams, de Idris Elba (Nigéria)
Fiction Contract, de Carolyn Lazard (EUA)
More Than Happy, de Wei Keong Tan (Singapura)
Une Fugue (To the Woods), de Agnès Patron (França)
Year of the Dragon, de Giran Findlay-Liu (Canadá)

PROGRAMA 5 | CURTAS

Argumentos a Favor do Amor (Arguments in Favor of Love), de Gabriel Abrantes (Portugal)
Dish Pit, de Anna Hopkins (Canadá)
I’m Glad You’re Dead Now, de Tawfeek Barhom (França/Grécia/Palestina)
Karupy, de Kalainithan Kalaichelvan (Canadá)
Pink Light, de Harrison Browne (Canadá)
Poster Boy, de India Opzoomer (Canadá)
The Contestant, de Patrick Xavier Bresnan (EUA/Alemanha)
Una vez en un cuerpo (Once in a Body), de María Cristina Pérez González (Colômbia/EUA)

PROGRAMA 6 | CURTAS

A Soft Touch, de Heather Young (Canadá)
All the Empty Rooms, de Joshua Seftel (EUA)
Divers, de Geordie Wood (EUA)
Niimi, de Dana Solomon (Canadá)
Permanent Guest, de Sana Zahra Jafri (Paquistão)
The Death of the Fish, de Eva Lusbaronian (França)

STRANGE CUTS

Klee, de Gavin Baird (Canadá)
Marriaginalia, de Hannah Cheesman (Canadá)
O Véu (The Veil), de Gabriel Motta (Brasil)
Praying Mantis, de Joe Hsieh (Taiwan/Hong Kong)
Quietness, de Gonçalo Almeida (Espanha)
Thanks To Meet You!, de Richard Hunter (Reino Unido)
UM, de Nieto (França)

Foto: Lívia Pasqual. 

A Hora do Mal

por: Cinevitor

Weapons

Direção: Zach Cregger

Elenco: Julia Garner, Cary Christopher, Josh Brolin, Benedict Wong, Austin Abrams, Alden Ehrenreich, Amy Madigan, Scarlett Sher, Jason Turner, Anny Jules, Ali Burch, Michael Gene Conti, Eric Jepson, Whitmer Thomas, Callie Schuttera, June Diane Raphael, Melissa Ponzio, Luke Speakman, Aaron Quick Nelson, Toby Huss, Sara Paxton, Justin Long, Mohammed Fahmy, Ronny Mathew, Clayton Farris, Carrie Gibson, Ashley Ames, Fidelus Singleton, Sarah Kopkin, Arya Posey, Carl Kennedy, Robert Hendren, Aubrey Brockwell, Drew Broderick, Bruce Cooper, Carter J. Cooper, Sergio Duque, Liza Francini, David Preston Knight, Khyler Liggins, Trey McGriff, Jackson A Park, Hurley Paul, Khalani Simon-Barrow, Jared Simon, Robert Tinsley, Landon Wilson.

Ano: 2025

Sinopse: A trama começa em plena quarta-feira, quando todas as crianças de uma sala desaparecem misteriosamente, com exceção de um único jovem. Exatamente às 2h17 da manhã, todas elas acordaram e saíram no escuro por livre e espontânea vontade, sem qualquer sinal de violência, e nunca mais voltaram. Agora, todos buscam respostas do porquê apenas os alunos da professora Gandy desapareceram. O que teria acontecido com as crianças e, mais importante, quem realmente estaria por trás desse evento?

Nota do CINEVITOR:

Drácula: Uma História de Amor Eterno

por: Cinevitor

Dracula: A Love Tale

Direção: Luc Besson

Elenco: Caleb Landry Jones, Christoph Waltz, Zoë Bleu, Guillaume de Tonquédec, Matilda De Angelis, Ewens Abid, Bertrand-Xavier Corbi, Raphael Luce, David Shields, Liviu Bora, Anne Kessler, Romain Levi, Jassem Mougari, Thalia Besson, Haymon Maria Buttinger, Ivan Franek, Karim Rakrouki, Arben Bajraktaraj, Nicola Puleo, Aaron Guillemette, Alex Andréa, Affif Ben Badra, Nicolas de Lavergne, Jade Pedri, Iman Perez, Joséphine Berry, Dominique Macaire, Danielle Guerre-Berthelot, Sergio Cavero Egusquiza, Ismail Vasseur Woolfenden, Sateen Besson, Noham Edje, Renée Silla, Maxime Gomis, Fayet Nsomoto, Nikita Makkojev, Turre Åhl, Jaakko Hutchings, Stavroula Karatheodorou, Joonas Makkonen, Janne Mattila, Egor Morozov, Jari Viljamaa.

Ano: 2025

Sinopse: Após a morte de sua esposa, um príncipe do século XV renuncia a Deus e se torna um vampiro. Tempos depois, na Londres do século XIX, ele vê uma mulher parecida com sua falecida esposa e a persegue, selando seu próprio destino. Baseado no personagem clássico de Bram Stoker.

Nota do CINEVITOR: