Foram anunciados neste sábado, 26/03, em uma cerimônia virtual, os vencedores do 42º Framboesa de Ouro, divertido prêmio criado pelo publicitário John Wilson, que elege os piores da sétima arte e ficou conhecido como uma sátira ao Oscar.
Neste ano, Diana: O Musical, a versão filmada da Broadway e disponível na Netflix, que liderava a lista, se destacou e venceu em cinco categorias, entre elas, pior filme. Além disso, o ator Bruce Willis ganhou uma categoria especial por suas piores atuações em oito filmes lançados em 2021.
O Prêmio Redenção, entregue para alguém que conseguiu dar a volta por cima depois de marcar presença constante entre os piores, foi para o ator Will Smith, por King Richard: Criando Campeãs. Jamie Dornan, de Belfast, e Nicolas Cage, de Pig: A Vingança, também estavam na disputa.
Conheça os vencedores do 42º Framboesa de Ouro, também conhecido como Razzie Awards:
PIOR FILME Diana: O Musical
PIOR DIREÇÃO Christopher Ashley, por Diana: O Musical
PIOR ATOR LeBron James, por Space Jam: Um Novo Legado
PIOR ATOR COADJUVANTE Jared Leto, por Casa Gucci
PIOR ATRIZ Jeanna de Waal, por Diana: O Musical
PIOR ATRIZ COADJUVANTE Judy Kaye, por Diana: O Musical
PIOR ATUAÇÃO DO BRUCE WILLIS EM 2021 | CATEGORIA ESPECIAL Invasão Cósmica
PIOR ROTEIRO Diana: O Musical, escrito por Joe DiPietro e músicas de David Bryan
PIOR REMAKE, CÓPIA OU SEQUÊNCIA Space Jam: Um Novo Legado
PIOR CASAL EM CENA LeBron James e qualquer personagem animado que ele tenta driblar, em Space Jam: Um Novo Legado
PRÊMIO REDENÇÃO Will Smith, por King Richard: Criando Campeãs
Oscar 2022: cineasta brasileiro na disputa pela estatueta dourada!
A 94ª edição do Oscar, que acontecerá neste domingo, 27/03, conta com um brasileiro entre os indicados: o carioca Pedro Kos concorre na categoria de melhor curta documental com o filme Onde Eu Moro, codirigido por Jon Shenk.
Antes de disputar a cobiçada estatueta dourada entregue por membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Pedro Kos, nascido no Rio de Janeiro e radicado em Los Angeles, se formou em Direção de Teatro na Universidade de Yale. Dirigiu o curta Soleá, em 2014, sobre o guitarrista flamenco Juan Ramirez; no mesmo ano, foi premiado no Emmy pela montagem do documentário The Square.
Com Lixo Extraordinário, de Lucy Walker, Karen Harley e João Jardim, documentário indicado ao Oscar em 2011, Pedro recebeu uma indicação no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. No ano passado, exibiu o longa Rebel Hearts na Competição Americana de Documentários do Festival de Sundance; o filme também se destacou no Hot Docs.
Além disso, escreveu e produziu o documentário Privacidade Hackeada, original Netflix, dirigido por Jehane Noujaim e Karim Amer, que também teve sua estreia no Festival de Sundance, em 2019, e recebeu uma indicação ao BAFTA e ao Emmy. Seu primeiro longa, Parceiros da Saúde (Bending the Arc), codirigido por Kief Davidson, estreou no Festival de Sundance, em 2017. Como editor, trabalhou em The Crash Reel, de Lucy Walker, premiado no SXSW e indicado ao DGA Awards e ao Gotham Awards; e The Island President, de Jon Shenk, consagrado no Festival de Toronto e indicado ao PGA Awards.
Agora, Pedro ganha destaque com Onde Eu Moro, uma produção americana e original Netflix, que mostra histórias comoventes de moradores de rua dos Estados Unidos, que compõem um retrato cinematográfico sobre uma imensa e urgente crise humanitária.
Para falar mais sobre o filme indicado ao Oscar, conversamos com o cineasta sobre a emoção de fazer parte do prêmio da Academia, os bastidores do anúncio da indicação, a ideia do projeto, filmagens, contato com os personagens, pesquisa, repercussão, almoço do Oscar, encontro com celebridades, entre outros assuntos.
Elenco: N.T. Rama Rao Jr., Ram Charan Teja, Ajay Devgn, Alia Bhatt, Olivia Morris, Shriya Saran, Ray Stevenson, Alison Doody, Samuthirakani, Chandra Sekhar, Makrand Deshpande, Rajeev Kanakala, Rahul Ramakrishna, Edward Sonnenblick, Varun Buddhadev, Spandan Chaturvedi, Mark Bennington, Ahmareen Anjum, Kirron Arya, Akash Boro, Eduard Buhac, Siddharth Kumar Choudhary, Narendra Singh Dhami, Shashikant Gupta, Arnav Joshi, Oleg Karpenko, Richard Bhakti Klein, Ivan Kostadinov, Sachin Singh Kushwaha, Daniel O’Kane, Alexx O’Nell, Gaurav Pandiya, Fam boy Sameer, Twinkle Sharma, Chobber Sidhu, Veera Ravi Kumar Yalla, Jason Yeboa.
Ano: 2022
Sinopse: Um conto sobre dois revolucionários lendários, que seguem em uma jornada longe de casa e desconhecem as verdadeiras identidades um do outro. Depois da saga, neste drama épico indiano, eles voltam e começam a lutar contra os colonialistas britânicos na década de 1920.
Verdens verste menneske The Worst Person in the World
Direção: Joachim Trier
Elenco: Renate Reinsve, Anders Danielsen Lie, Herbert Nordrum, Hans Olav Brenner, Helene Bjørneby, Vidar Sandem, Maria Grazia Di Meo, Lasse Gretland, Karen Røise Kielland, Marianne Krogh, Thea Stabell, Deniz Kaya, Eia Skjønsberg, Ruby Dagnall, Torgny Amdam, Rebekka Jynge, Sigrid Sollund, Are Skeie Hermansen, Siri Forberg, Sofia Schandy Bloch, Anna Dworak, Savannah Marie Schei, August Wilhelm Méd Brenner, Karla Nitteberg Aspelin, Tumi Løvik Jakobson, Jonathan Nielssen, Maren Haagenrud Buskoven, Olav Stubberud, Martin Gran, Geir Ørnholt, Tobias Smith, Nataniel Nordnes, Trygve Indrelid, Trude Schjelderup Iversen, Zoe Maland Rogers, Jonas Lund, Hildur Kristinsdottir, Johanna Brym Ryg, Thomas Teige, Tom Espen Pedersen, Gisle Tveito, Ine Jansen, Mia McGovern Zaini.
Ano: 2021
Sinopse: Julie está chegando aos trinta e sua vida é uma bagunça existencial. Vários de seus talentos foram desperdiçados e seu namorado, Aksel, um escritor de sucesso mais velho que ela, está pressionando para que eles se estabeleçam. Uma noite, Julie invade uma festa e conhece o charmoso Eivind. Em pouco tempo, ela termina com Aksel e se joga em um novo relacionamento, esperando uma perspectiva diferente em sua vida. O drama cômico trata do amor nos tempos atuais e sobre como, mesmo com todas as oportunidades que a vida dá, é possível se sentir a pior pessoa do mundo.
Nathalia Dill e Gabriel Louchard em cena: em breve nos cinemas.
Depois de ter o trailer lançado em outubro de 2020, a comédia romântica Incompatível, estrelada por Nathalia Dill e Gabriel Louchard, já tem data para chegar aos cinemas brasileiros: 28 de abril.
Na trama, acompanhamos o dilema de Fábio, interpretado por Gabriel Louchard, que está prestes a se casar com Taís, personagem de Giovanna Lancellotti. No entanto, após assistir aos vídeos de conselhos amorosos de Patrícia Bacchi, interpretada por Nathalia Dill, a garota chega à conclusão de que a sua alma gêmea é, na verdade, incompatível com ela mesma, cancelando o casamento. Indignado, Fábio decide acabar com a popularidade da youtuber que indiretamente enterrou o seu casamento. Mas, o que era para ser uma vingança aos poucos vai se transformando em uma nova relação.
Incompatível é dirigido por Johnny Araujo, dos filmes Legalize Já: Amizade Nunca Morre, Chocante e O Magnata. O roteiro é uma adaptação de Incompatible, de Scott Benson, escrita por Paulo Cursino, do filme De Pernas pro Ar, Léo Luz, da série Vai que Cola, e Gabriel Louchard. O longa é uma coprodução da Gullane, Fox Networks Group Brasil e Fox Film do Brasil, que também é a distribuidora.
Confira o trailer de Incompatível, que conta também com Gabriel Godoy, Pablo Sanábio e Patricya Travassos no elenco:
Dudu Azevedo e Leticia Spiller em cena: em breve nos cinemas.
A comédia romântica Nunca Fomos Tão Modernos, estrelada por Leticia Spiller, Dudu Azevedo e Guga Coelho, será lançado nos cinemas brasileiros no dia 21 de abril.
A trama gira em torno de Santiago, interpretado por Guga Coelho, um cara azarado que é casado com Marina, personagem de Leticia Spiller, uma talentosa restauradora que trabalha em um museu de peças antigas. A crise financeira, no entanto, faz com que o casamento dos dois não vá tão bem. A situação de uma crise conjugal, então, faz com que Marina passe a se aproveitar da proximidade com o seu melhor amigo, Argeu, personagem de Dudu Azevedo, para provocar ciúmes em seu marido. A empreitada acaba sendo atrapalhada por um pequeno detalhe, que faz com que todo o planejamento se transforme em uma grande bagunça, resultando em diversas situações inusitadas para os três.
Distribuído pela Pipa Filmes, Nunca Fomos Tão Modernos é dirigido pelo próprio Guga Coelho, em parceria com Alexandre Moretzsohn. O filme conta com diversas participações especiais como: Luiza Tomé, Igor Paiva, Tiago Justino, Mônica Bittencourt, Ney Sant’Anna, Lucinha Lins, Cláudio Tovar, Álamo Facó, Rafa de Martins, Manuela Duarte, Ricardo Pavão, Marcelo Ferrarini e Tiago Defotol.
Cena do filme Da Boca da Noite à Barra do Dia, de Tiago Delácio: premiado.
Foram anunciados nesta terça-feira, 22/03, em uma cerimônia virtual, os vencedores da 15ª edição do Curta Taquary, que, mais uma vez, fortaleceu as contribuições do festival para a cidade de Taquaritinga do Norte e a região do agreste pernambucano.
Ao longo de sete dias, foram exibidos filmes de forma presencial, para alunos e moradores da região, e também on-line, com a disponibilização de produções nacionais e internacionais, através do site oficial. Reforçando seu compromisso com a educação e a defesa do meio ambiente, foram realizadas oficinas e o plantio de mudas com o intuito de reflorestar áreas que sofreram depredação. Ao total, o festival reuniu 113 obras audiovisuais.
Para o Curta Taquary, promover um festival é não só exibir filmes, mas formar plateias e reconectar as pessoas com a arte, consigo e com seus pares. É expor os indivíduos ao divergente, estimulando o respeito e a sensibilidade. Por isso, a curadoria apostou em trabalhos instigantes, com mostras que revelaram a pluralidade de visões e da criação artística no Brasil e no mundo. De nomes consagrados a novos realizadores, o projeto estimulou as percepções diversas sobre o contemporâneo, seja através da ficção ou do documentário.
No âmbito da formação, oficina de roteiros, de animação, grafite, atuação e de criação audiovisual tendo como base a poesia, mobilizaram pessoas já envolvidas com o cinema, mas também aqueles que iniciavam sua trajetória junto à sétima arte. Também foram realizados vários debates com realizadores de todo o país. Para além de ações pontuais, o Curta Taquary busca envolver esses alunos no processo de autodescoberta para que a arte seja, também, uma forma de libertação.
Além da cidade de Taquaritinga do Norte, onde o Cine Teatro Santo Amaro foi reativado após anos sem receber o público, também foram realizadas sessões em outras cidades e distritos, como Gravatá do Ibiapina, Toritama e Caruaru: “Entendemos o Curta Taquary como um projeto que só se completa nessa troca com as pessoas. O cinema é uma ferramenta de transformação pessoal e social e acreditamos que as temáticas do nosso tempo, como a conscientização ambiental e a defesa dos direitos humanos, foram abraçadas pelo público do festival. Esperamos ter plantado mais sementes (literais e metafóricas) naqueles que puderam ser tocados pelos filmes, oficinas e trocas durante esta edição”, refletiu Alexandre Soares, coordenador do Curta Taquary.
Conheça os vencedores do Curta Taquary 2022:
MOSTRA BRASIL *Júri: Giselle Geney, Gustavo Vinagre e Leonardo Martinelli
Melhor Filme: Da Boca da Noite à Barra do Dia, de Tiago Delácio (PE) Melhor Direção: Nina Kopko, por Chão de Fábrica Melhor Roteiro: Sideral, escrito por Carlos Segundo Melhor Atriz: Danny Barbosa, por Adão, Eva e o Fruto Proibido Melhor Ator: Enio Cavalcante, por Sideral Melhor Fotografia: Chão de Fábrica, por Anna Júlia Santos Melhor Direção de Arte: Sideral, por Ana Paola Ottoni Melhor Figurino: Chão de Fábrica, por Gabriella Marra Melhor Edição: Da Boca da Noite à Barra do Dia, por Adalberto Oliveira Melhor Trilha Sonora: Wherá Tupã e o Fogo Sagrado, por Alcindo Wherá Tupã e Ney Platt Melhor Som: Sideral, por Miguel Sampaio Melhor Cartaz: Da Boca da Noite à Barra do Dia, por Cavani Rosas Menção Honrosa: Patativa do Assaré (poeta), de Foi um Tempo de Poesia
MOSTRA INTERNACIONAL *Júri: Giselle Geney, Gustavo Vinagre e Leonardo Martinelli
Melhor Filme: Bestia, de Hugo Covarrubias (Chile) Melhor Direção: Hugo Covarrubias, por Bestia Melhor Roteiro: Bestia, escrito por Martín Erazo e Hugo Covarrubias Melhor Atriz: Honorata Vilca Mamani, por Mamapara Melhor Ator: Elenco de 13 Grados Sur Melhor Fotografia: Mamapara, por Alberto Flores Vilca Melhor Direção de Arte: La Creación Segun La Madre Tierra Melhor Figurino: Bestia Melhor Edição: Bosquecito, por Facundo Corsini Melhor Trilha Sonora: Choyün, Brotes de La Tierra Melhor Som: La Creación Segun La Madre Tierra Melhor Cartaz: Bosquecito
MOSTRA CRIANCINE *Júri: Flávia Lopes, Mónica Baeza e Bete Mendes
Melhor Filme: Entre Muros, de Gleison Mota (BA) e Meu Nome é Maalum, de Luísa Copetti (RJ) Melhor Direção: Luísa Copetti, por Meu Nome é Maalum Melhor Roteiro: Entre Muros, escrito por Gleison Mota, Vitor Tavares e Tiago Rocha Melhor Ator: Pedro Samuel Nascimento, por Entre Muros Melhor Fotografia: Nazaré: do Verde ao Barro, por Rafael Oliveira Melhor Direção de Arte: Piruetas Melhor Figurino: Piruetas Melhor Edição: Traços, por Carol Moraes Melhor Trilha Sonora: Piruetas Melhor Som: Traços, por Carol Moraes Melhor Cartaz: Meu Nome é Maalum, por Luísa Copetti
MOSTRA POR UM MUNDO MELHOR *Júri: Mayana Neiva, Beth Formaginni e Renato Nogueira
Melhor Filme: Ewé de Òsányìn: O Segredo das Folhas, de Pâmela Peregrino (AL) Melhor Direção: Tiago Carvalho, por Vazanteiros Melhor Roteiro: Ewé de Òsányìn: O Segredo das Folhas, escrito por Pâmela Peregrino Melhor Atriz: Dona Rosa Cariri, por Fôlego Vivo Melhor Ator: Vandécio Santana, por Fragmentos de Gondwana Melhor Fotografia: Vazanteiros, por Paulo Castiglioni Melhor Direção de Arte: Aurora – A Rua que Queria Ser um Rio, por Eryk Souza Melhor Edição: Fragmentos de Gondwana, por Adalberto Oliveira Melhor Trilha Sonora: Fôlego Vivo, por Gurcius Gwedner Melhor Som: Vazanteiros, por Marcos Cantanhede Melhor Cartaz: Nonna, por Cíntia Domit Bittar
MOSTRA UNIVERSITÁRIA *Júri: Julia Katherine, César Melo e Ziel Karapotó
Melhor Filme: Tempo de Derruba, de Gabriela Daldegan (DF) Melhor Direção: Gabriela Daldegan, por Tempo de Derruba Melhor Roteiro: Estas Lápides Onde Habitamos, escrito por Daniel Honegger e Thiago Winter Melhor Atriz: Virna Oliveira, Luara Oliveira e Lucileide Ferreira, por Praia dos Tempos Melhor Ator: Emerson Rodriguez, por Quando eu Soltar a Minha Voz Melhor Fotografia: Estas Lápides onde Habitamos, por Daniel Honegger e Thiago Winter Melhor Direção de Arte: Praia dos Tempos, por Lia da França Melhor Figurino: Praia dos Tempos, por Lia da França Melhor Trilha Sonora: Praia dos Tempos, por Miguel Caligari Melhor Som: Estas Lápides onde Habitamos, por Ricardo Giocondo Melhor Cartaz: Tempo de Derruba, por Gabriela Daldegan e João Vasconcelos
MOSTRA DIVERSIDADE *Júri: Amandine Goisbault, Cristiano Sousa e Larissa Fernandes
Melhor Filme: O Fundo dos Nossos Corações, de Letícia Leão (RJ) Melhor Direção: Camila de Moraes, por Mãe Solo Melhor Roteiro: O Fundo dos Nossos Corações, por Letícia Leão Melhor Atriz: Edite Rosa, por Hortelã Melhor Fotografia: O Fundo dos Nossos Corações, por Bel Corção e Bel Scorza Melhor Direção de Arte: O Fundo dos Nossos Corações, por Alice Cruz Melhor Edição: Meu Arado, Feminino, por Ana Paula Romero Melhor Trilha Sonora: Sangoma, por Ayrton Paul, Aline Fernandes e Talita Lima Melhor Som: Lebara, por Bruno Alves Melhor Cartaz: Meu Arado, Feminino, por Matth Lopz Menção Especial: história de vida de dos personagens de Pokett Nery – Rainha do Samba Junino e Nazo Dia e Noite Maria
MOSTRA CURTAS FANTÁSTICOS *Júri: Amandine Goisbault, Cristiano Sousa e Larissa Fernandes
Melhor Filme: Eu Não Sou um Robô, de Gabriela Lamas (RS) Melhor Direção: Begê Muniz, por Jamary Melhor Roteiro: Castelo da Xelita, escrito por Lara Ovídio Melhor Atriz: Jari Nass, por Yabá Melhor Ator: Enio Cavalcante, por Yabá Melhor Fotografia: Eu Não Sou um Robô, por Lívia Pasqual Melhor Direção de Arte: Jamary, por Eliana Andrade Melhor Figurino: Solum, por Mackenzie Starr Melhor Edição: Castelo da Xelita, por Acácia Lima Melhor Trilha Sonora: Yabá, por Nitorê Akadã, Lucas Maciel e Gabriel Rosário Melhor Som: Os Demônios Menores, por Guilherme Cássio Melhor Cartaz: Jamary
MOSTRA DÁLIA DA SERRA *Júri: Flávia Lopes, Mónica Baeza e Bete Mendes
Melhor Filme: Marécife, de Direção Coletiva (Oficina Documentando) (PE) Melhor Direção: Coletiva (Oficina Documentando), por Marécife Melhor Roteiro: Tatá e os Amigos do Cerrado, escrito por Alunos do Curso de Formação em Animação do Projeto Ilha da Imaginação (2ª edição) Melhor Atriz: Sandy Andrade, por Fuligem de Cubatão Melhor Fotografia: Marécife, por Marlom Meirelles Melhor Direção de Arte: Tatá e os Amigos do Cerrado, por Julio Quinan e Ricardo Gonçalves Melhor Edição: Fuligem de Cubatão, por Sander Newton Melhor Trilha Sonora: Tatá e os Amigos do Cerrado, por Claudio Girardi Melhor Som: Mitomania, por Danubia Serena Melhor Cartaz: A Espera de Ludy, por Santiago Lemos
MOSTRA PERNAMBUCANA *Júri: Mayana Neiva, Beth Formaginni e Renato Nogueira
Melhor Filme: Angustura, de Caio Sales Melhor Direção: Everton Amorim, por Vivências Melhor Roteiro: Angustura, escrito por Caio Sales Melhor Atriz: Dona Glorinha do Coco, por Eu Faço a Minha Sambada Melhor Ator: Alyson Nosyla, por Insurreição Melhor Fotografia: Per Capita, por Pablo Nóbrega Melhor Direção de Arte: Eu Sou Raiz Melhor Figurino: Dona Dora. A Mística do Boi Melhor Edição: Angustura, por Caio Sales Melhor Trilha Sonora: Angustura Melhor Som: Angustura, por Caio Sales Melhor Cartaz: Insurreição, por Natália Corrêa
MOSTRA PRIMEIROS PASSOS *Júri: Julia Katherine, César Melo e Ziel Karapotó
Melhor Filme: Aluísio, o Silêncio e o Mar, de Luiz Carlos Vasconcelos (PB) Melhor Direção: Luiz Carlos Vasconcelos, por Aluísio, o Silêncio e o Mar Melhor Roteiro: [O Vazio Que Atravessa], escrito por Fernando Moreira Melhor Atriz: Lina Agifu, por Penélope Melhor Ator: João Paulo Soares, por Aluísio, o Silêncio e o Mar Melhor Fotografia: Aluísio, o Silêncio e o Mar, por Vitor Bossa Melhor Direção de Arte: Debaixo do Arvoredo, por Luzia Gomide Melhor Figurino: Aluísio, o Silêncio e o Mar, por Ana Dinniz Melhor Edição: [O Vazio Que Atravessa], por Sonia Cristina Melhor Trilha Sonora: Antes de Falar de Amor, por Vitor Santana e Bruno Mesquita Melhor Som: Planta Baixa, por Julia Teles Melhor Cartaz: Planta Baixa, por Larissa Delfim
A segunda edição do FIC RIO, Festival Internacional de Curtas no Rio de Janeiro, já tem data para acontecer: o evento será realizado entre os dias 25 e 30 de abril, ainda em formato on-line, de maneira completamente gratuita, com transmissão ao vivo pelo YouTube.
Ao todo, serão exibidos 92 curtas-metragens brasileiros e internacionais, divididos entre ficções, documentários, animações e videoclipes; o festival retorna com a proposta de ressaltar a excelência do cinema independente.
A grande homenageada deste ano será a atriz Léa Garcia, que aos 89 anos segue atuante no audiovisual brasileiro. Sua trajetória nas telonas ficou marcada por diversas obras, entre elas: Acalanto, As Filhas do Vento, Memórias da Chibata, Dias Amargos, Ganga Zumba, Ladrões de Cinema, A Deusa Negra, Quilombo, Viva Sapato!, Mulheres do Brasil, O Maior Amor do Mundo, Billi Pig, Sudoeste, Boca de Ouro, Um Dia com Jerusa, entre tantos outros.
Os indicados deste ano concorrem à premiação em 27 categorias, entre as quais se destacam melhor filme, melhor filme internacional, melhor direção e melhor direção internacional. A segunda edição do evento marca também a estreia de três novas categorias: melhor filme LGBTQIA+, melhor filme curtíssimo (de 1 a 5 minutos) e melhor videoclipe.
Entre os principais indicados do 2º FIC RIO estão os curtas Entre, de Ana C. Marinho e Bárbara Santos; O Sobrevivente, de Sílvia Rocha Campos; e Guida, de Rosana Urbes. After Party, da Grécia; A Godless Country, da Austrália; e Bless me, Father, da França, são alguns dos presentes na categoria de melhor filme internacional. A lista completa pode ser conferida no site do festival.
Os diretores e curadores, Ivann Willig e Zeca Teixeira, escolheram A Diversidade no Cinema como tema da edição deste ano do FIC RIO. O objetivo é justamente contribuir para o debate sobre a importância da representatividade de grupos, gêneros e corpos nas telas e em narrativas que dialoguem com a realidade.
O festival, realizado pela Midori Produções Artísticas, contará ainda como curta-metragista convidada a roteirista e diretora Julia Katharine, primeira cineasta transexual do Brasil a entrar no circuito comercial enquanto diretora de um filme, o curta Tea for Two, de 2019.
Cena do curta Eu Sou Raiz, de Cíntia Lima e Lílian de Alcântara.
Foram divulgados nesta segunda-feira, 21/03, os filmes selecionados para as mostras competitivas da primeira edição do Festival de Cinema de Jacarehy. O evento, que será realizado entre os dias 6 e 9 de abril, na cidade paulista de Jacareí, tem como ponto principal a valorização da produção audiovisual de cidades que não são capitais.
Ao todo, foram selecionados 33 filmes para a representação de 33 cidades de 11 estados brasileiros. Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal são os estados que serão representados no festival.
Todos os títulos concorrem aos prêmios de melhor filme pelo júri popular e melhor filme pelo júri oficial, nas categorias curta-metragem e infantojuvenil. Os vencedores do público levam o troféu Panvision, enquanto os vencedores do júri serão premiados com mais de 25 mil reais em produtos e serviços das empresas DOT, Link Digital, Mistika, Navega e Naymovie, parceiras da Associação Cultural Panvision, realizadora do evento.
“Nosso objetivo sempre é incentivar e apoiar que novos filmes sejam realizados, por isso nossa premiação é pensando na próxima produção dos realizadores”, destaca o produtor executivo da Panvision, Tiago Santos.
Os filmes selecionados na mostra Curtas são pautados por temas recorrentes como violência contra a mulher e manifestações culturais. Na mostra Infantojuvenil, a preservação do planeta é a temática mais latente. Das 33 produções, 15 são ficções, 10 documentários, quatro experimentais e quatro animações.
“Ter na primeira edição do Festival Jacarehy grande diversidade de estados, cidades do Brasil, sendo 13 filmes de diretores estreantes, 13 filmes com direção de mulheres, oito com direção LGBTQIA+ e oito diretores autodeclarados pretos ou pardos, acompanha a pluralidade que temos na produção audiovisual do país”, reforça a diretora de programação da Panvision, Marilha Naccari.
O Festival Curta Jacarehy é produzido por meio da Lei de Incentivo à Cultura e será realizado no hotel Ibis Jacareí. O evento conta com a parceria de diversas entidades privadas e também de órgãos públicos.
Conheça os filmes selecionados para o 1º Festival Curta Jacarehy:
MOSTRA CURTAS
Adeus, Carnaval de Olinda, de Igor Pimentel e Rosielle Machado (Olinda/PE) Alfenim, Sangue e Poesia, de Jose Elias Avelino (Açu/RN) Aflição, de Luiza Vienel (Santo Amaro da Imperatriz/SC) Antiquíssimo, de Laura de Freitas (Goiás/GO) Central de Memórias, de Rayssa Coelho e Filipe Gama (Vitória da Conquista/BA) Coleção Preciosa, de Filipe Gama e Rayssa Coelho (Vitória da Conquista/BA) E.P.I., de Gustavo e Victor Dalosto (Taguatinga/DF) Eu Sou Raiz, de Cíntia Lima e Lílian de Alcântara (Ocrocó e Carpina/PE) Ladeira Não é Rampa, de Antonio Ribeiro e Sandro Garcia (Belford Roxo/RJ) Lady Red – Mulheres no Hip Hop, de Danielo Morales (São José dos Campos/SP) Lucas, de Alex Correia (São José dos Campos/SP) Madeira de Lei, de Kalor Pacheco (Camaragibe/PE) Minha Mãe Fazia, de Andrei Smoler (Jacareí/SP) Na Estrada sem Fim Há Lampejos de Esplendor, de Liv Costa e Sunny Maia (Jaguaretama/CE) O Ciclope, de Guilherme Cenzi e Pedro Achilles (Jacareí/SP) O Demônio Quando quer Fica Bonito, de Julia Zulian (Mossoró/RN) Olho em Perfeito Silêncio para as Estrelas, de Dynho Silva (Lagoa Nova/RN) O Pato, de Antonio Galdino (Campina Grande/PB) Os Antissociais, de Gabriel Silva (Joinville/SC) O Último Cinema de Rua, de Marçal Vianna (Nova Iguaçu/RJ) Par Perfeito, de Débora Herling (Palhoça/SC) Pós-Traumático, de Tallis Costanzi (Palhoça/SC) Salve, de Luiza Gurgel (Mossoró/RN) Substantivo Feminino, de Marcel Giubilei (São Sebastião do Paraíso/MG) Temporário, de Rafael Ghiraldelli (Hortolândia/SP) Tinnitus, de Caroline Cavalcanti (Lagoa Santa e Sete Lagoas/MG) Tupinambás – Vozes da Caminhada, de Rodrigo Brucoli (Olivença e Ilhéus/BA) Uma Mão Anima a Outra, de Beatriz Belo, Denise Cunha, Leuí Abreu, Mariana Fogo e Paula Abril Marinho (Campinas e Valinhos/SP)
MOSTRA INFANTOJUVENIL
Assum Preto, de Bako Machado (Arcoverde/PE) Entre Muros, de Gleison Mota (Feira de Santana/BA) Olho Além do Ouvido, de Bruna Schelb Corrêa e Luis Bocchino (Cataguases e Juiz de Fora/MG) Por Dentro das Árvores, de Francisco de Paula (Santos/SP) Teo, o menino azul, de Hygor Amorim (São Carlos/SP)
Meryl Streep em Não Olhe para Cima: filme premiado.
O Sindicato dos Roteiristas da América, Writers Guild of America, anunciou neste domingo, 20/03, os vencedores do Writers Guild Awards 2022, premiação que elege os melhores roteiros do cinema, TV, novas mídias e rádio.
Escrito por Adam McKay e David Sirota, Não Olhe para Cima levou o prêmio de melhor roteiro original. No Ritmo do Coração, escrito por Siân Heder, venceu na categoria de roteiro adaptado; o filme é uma adaptação do longa francês A Família Bélier, de Eric Lartigau. Realizado anualmente desde 1948, o WGA Awards é considerado como um dos termômetros para o Oscar.
Succession, Hacks e Mare of Easttown foram os principais vencedores das categorias televisivas desta 74ª edição, que aconteceu em formato virtual e foi apresentada pela comediante Ashley Nicole Black. O cineasta Barry Jenkins recebeu o Paul Selvin Award por Chapter 9: Indiana Winter, da série The Underground Railroad; o comediante Dick Cavett foi honrado com o Evelyn F. Burkey Award.
Conheça os vencedores do WGA Awards 2022:
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Não Olhe para Cima, escrito por Adam McKay e David Sirota
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO No Ritmo do Coração, escrito por Siân Heder; baseado no filme A Família Bélier, de Eric Lartigau
MELHOR ROTEIRO DE DOCUMENTÁRIO Exposing Muybridge, escrito por Marc Shaffer
Nicolas Cage e o fotógrafo Pat Scola nos bastidores de Pig – A Vingança.
Foram anunciados neste domingo, 20/03, em cerimônia apresentada pela atriz Debbie Allen, os vencedores do ASC Awards, prêmio organizado pela American Society of Cinematographers, que elege a melhor direção de fotografia em TV e cinema.
Neste ano, o brasileiro Adolpho Veloso estava indicado ao Prêmio Spotlight, que reconhece a fotografia excepcional em filmes independentes, estrangeiros ou de arte, pelo longa Jockey, de Clint Bentley, mas, infelizmente, não foi premiado. O fotógrafo, que também é membro da Associação Brasileira de Cinematografia, se destacou recentemente por seu trabalho no longa Mosquito, de João Nuno Pinto. Seu currículo conta também com: On Yoga: Arquitetura da Paz, Rodantes, Tungstênio, O Perfeito David, entre outros.
Entre os longas, Duna, dirigido por Denis Villeneuve e com fotografia de Greig Fraser, foi consagrado pelos votantes desta 36ª edição. Nas categorias televisivas, a série The Underground Railroad, criada e dirigida por Barry Jenkins, foi premiada pela fotografia de James Laxton.
Como de costume, a premiação celebra nomes importantes da indústria: Ellen Kuras, de Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças e indicada ao Oscar por The Betrayal: Nerakhoon, recebeu o ASC Lifetime Achievement Award; Peter Levy, vencedor do Emmy por A Vida e Morte de Peter Sellers e pela série Californication, foi homenageado com o Career Achievement in Television Award; John Lindley, indicado ao Emmy pela série Pan Am, recebeu o President’s Award; e Daniel Sasaki, da Panavision, foi honrado com o Curtis Clark Technical Achievement Award, criado este ano pela ASC.
Fundada em 1919, a American Society of Cinematographers é uma organização, e não um sindicato, que reúne diretores e diretoras de fotografia com a intenção de discutir técnicas e promover o cinema como uma forma de arte. Desde 1986 realiza sua premiação anual.
Conheça os vencedores do ASC Awards 2022 nas categorias de cinema:
MELHOR FOTOGRAFIA | LONGA-METRAGEM | FICÇÃO Duna, por Greig Fraser
MELHOR FOTOGRAFIA | LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO Faya Dayi, por Jessica Beshir
Marcélia Cartaxo no curta Ela que Mora no Andar de Cima.
Os festivais de cinema das cidades de Itabaiana (Cine das Almas, em sua primeira edição) e de Juripiranga (Cine Paraíso, em sua quinta edição), se uniram para realizar a Semana do Audiovisual Vladimir Carvalho na região do Vale do Paraíba.
Segundo os organizadores Edglês Gonçalves, responsável pelo Cine das Almas, e João Paulo Lima, responsável pelo Cine Paraíso, essas ações em conjunto serão de grande importância para a disseminação da obra de Vladimir em sua terra natal e na região do Vale como um todo. Além de envolver a comunidade escolar nas ações de formação de audiovisual, os festivais irão promover sessões gratuitas com filmes paraibanos e do panorama nacional para toda a comunidade da região.
Entre os dias 28/03 e 01/04 serão exibidos filmes do documentarista em escolas da rede pública e em comunidades pertencentes aos municípios, que terão a oportunidade de conhecer um pouco de sua importante obra cinematográfica. Entre os filmes de Vladimir selecionados estão grandes clássicos de sua carreira documentarista de curta-metragem, como: A Bolandeira (1969), A Pedra da Riqueza (1975), Pankararu de Brejo dos Padres (1977), Quilombo (1975) e Os Romeiros da Guia (1962).
Nos dias 4, 5 e 6 de abril acontecerá o Cine das Almas, em Itabaiana, e logo em seguida, nos dias 7, 8 e 9 a realização do Cine Paraíso, na cidade de Juripiranga. Os festivais receberam em torno de 570 filmes, atingido praticamente todos os estados da federação; 210 títulos foram inscritos no Cine das Almas para suas quatro mostras e 360 inscritos no Cine Paraíso em suas três mostras.
Além disso, a programação contará também com atividades gratuitas para a população de Itabaiana e Juripiranga, como: oficinas, debates, sessões ao ar livre e sessões destinadas ao público infantojuvenil nas escolas públicas; o Cine das Almas também terá a Mostra das Almas, que irá exibir filmes do gênero de terror, suspense e mistério.
Os dois festivais contarão também com a Oficina Documentando, ministrada pelo cineasta Marlom Meirelles, para estudantes da rede pública de ensino pertencentes às duas cidades. Criado em 2009, o Documentando tem contribuído para o fortalecimento da produção audiovisual independente no estado de Pernambuco, iniciando novos produtores e ampliando as possibilidades de alcance de suas obras. Os participantes conhecem todo o processo de realização de um documentário e os elementos fundamentais para a construção de um roteiro, produção, captação e edição de um filme.
Além de ampliar o repertório no campo do audiovisual e o acesso a conceitos e vanguardas da história do cinema, os estudantes são provocados a refletir sobre suas vivências e pensar narrativas que contemplem questões sociais, de gênero, raça, territorialidade, identidade, entre outras. Ao final de cada oficina é produzido um documentário com temática livre e escolhido por meio de exercícios coletivos, que serão exibidos na programação dos festivais.
Conheça os filmes selecionados para o V Cine Paraíso:
MOSTRA PANORAMA NACIONAL
7 minutos, de Christian Schneider (RS) As Canções de Amor de uma Bixa Velha, de André Sandino Costa (RJ) Dez Conto, de Bruno Maciel (SP) Ela que Mora no Andar de Cima, de Amarildo Martins (PR) Elos Positivos, de Eduardo Oliveira (SP) Isolation, de Clerio Back (PR) O Buraco, de Zeudi Souza (AM) O Caminho das Águas, de Antonio Fargoni e Karla Ferreira (PE) Um Dia Depois do meu Suicídio, de Rafael Castro Lopes (RJ) Um Dia Frio, de Victor Percy (PR)
MOSTRA PARAHYBA
Borderline: do céu ao inferno, de Mayara Caroline Cura-me, de Eduardo Varandas DNA-M Deus Não Acredita em Máquinas, de Ely Marques(in memoriam) Faixa de Gaza, de Lúcio César Fernandes Margaridas, de Valtyennya Pires e Luana Gregório Menino Azul, de Odécio Antonio Não moro mais em mim, de Bruna Guido e Vitor Celso Remoinho, de Tiago A. Neves
MOSTRA INFANTOJUVENIL
#turismo_selvagem, de Direção Coletiva (PE) A Vida é Coisa que Segue, de Bruna Schelb Corrêa (MG) Foguete, de Pedro Henrique Chaves (DF) Navegar é Preciso, de Wiskow (RS) Nomad, de Gabriel Aleluia, Gabriel Zanferrari, Nikollas Candido e Victor Kuroiwa (SP)
Sobre esta quinta edição do Cine Paraíso: o festival acontecerá em formato híbrido e seguirá todos os protocolos de segurança por conta da pandemia de Covid-19. O evento conta com o patrocínio da CAGEPA – Companhia e Água e Esgotos da Paraíba, através do edital lançado para apoio às Mostras e Festivais do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria de Cultura, com a utilização da Lei Rouanet, Lei nº 8.313/91, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal. Conta também com o apoio da Prefeitura de Juripiranga, através de sua Secretaria de Cultura e da FUNESC.
*Clique aqui e conheça os filmes selecionados para o 1º Cine das Almas.