O filme Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo estreia em abril com sessões a partir do dia 21 e circuito completo, em todo o país, no dia 28. Dessa vez, os detetives Pippo, Bento e Sol estão em apuros após Severino encontrar a metade de um colar poderoso nos escombros de um avião.
O que parecia um inofensivo acessório é, na verdade, a parte maldosa do Medalhão de Uzur, responsável por controlar e manipular toda a magia existente no mundo. Assim que coloca o artefato no pescoço, o porteiro tão querido por todos começa a se transformar em uma figura maligna e muito perigosa. Agora, o trio precisa entrar em ação para ajudar Severino, interpretado por Ronaldo Reis, o que acaba os levando rumo a uma aventura congelante no fim do mundo, em Ushuaia. No entanto, nessa missão, eles não estarão sozinhos: contarão com a ajuda e as trapalhadas da feiticeira Berenice, papel de Nicole Orsini, e também dos detetives argentinos de Los Inspetores de La Casa Naranja.
Dirigido por Mauro Lima, de Meu Nome Não é Johnny, Tim Maia e João, o Maestro, o filme traz ainda no elenco Alexandra Richter e Klara Castanho, no papel das vilãs Duvíbora e Dunhoca, Claudia Netto, Charles Myara, Suely Franco, Débora Ozório, Perfeito Fortuna; além das participações especiais de Lázaro Ramos, Alinne Moraes e Rafael Cardoso.
Com roteiro de Flávia Lins e Silva, Rêne Belmonte e Mauro Lima, os efeitos especiais são assinados por Marco Prado. E mais: D.P.A. 3 – O Filme conta com a música de abertura da série, Um Barulho, Um Sumiço, interpretada pela cantora Ivete Sangalo. Com direção de fotografia de André Faccioli, a direção de arte é assinada por Cláudio Amaral Peixoto.
Detetives do Prédio Azul (D.P.A.) completa 10 anos desde que estreou no Gloob, em junho de 2012, e é marca líder do canal. A série faz tanto sucesso na TV que não poderia ser diferente no cinema. O primeiro filme sobre o trio mirim de detetives levou mais de 1,2 milhão de espectadores aos cinemas, em 2017. O segundo longa repetiu a dose em 2018, com um público que ultrapassou 1,3 milhão de pessoas.
Para falar mais sobre o terceiro filme, conversamos com os atores e detetives Pedro Motta, Anderson Lima, Leticia Braga e Nicole Orsini. Aperte o play e confira:
PARTE 1: Entrevista com Leticia Braga e Nicole Orsini
PARTE 2: Entrevista com Anderson Lima e Pedro Motta
Leila Hatami no filme iraniano Tasavor, de Ali Behrad.
Foram anunciados os filmes selecionados para a Semana da Crítica (Semaine de la Critique), mostra paralela ao Festival de Cannes, que concentra-se na descoberta de novos talentos. Desde que foi criada pelo Syndicat Français de la Critique de Cinéma, em 1962, busca explorar e revelar novos cineastas inovadores do mundo todo.
Em sua 61ª edição, a Semana da Crítica, que acontecerá entre os dias 18 e 26 de maio, terá a cineasta tunisiana Kaouther Ben Hania como presidente do júri; a atriz grega Ariane Labed, o diretor islandês Benedikt Erlingsson, o diretor de fotografia belga Benoît Debie e a jornalista sul-coreana Huh Moon yung completam o júri.
O filme de abertura deste ano será a comédia dramática When You Finish Saving The World, que marca a estreia do ator Jesse Eisenberg na direção de um longa-metragem. O elenco conta com Julianne Moore, Finn Wolfhard, Billy Bryk, Alisha Boe, Jack Justice, Jay O. Sanders, Eleonore Hendricks, Catherine Haun, Annacheska Brown, Sara Anne, Marika Sayers, entre outros.
Conheça os filmes selecionados para a Semana da Crítica 2022:
COMPETIÇÃO | LONGA-METRAGEM
Aftersun, de Charlotte Wells (Reino Unido/EUA) Alma Viva, de Cristèle Alves Meira (Portugal/França/Bélgica) Dalva, de Emmanuelle Nicot (Bélgica/França) La Jauría, de Andrés Ramírez Pulido (Colômbia/França) Metsurin tarina (The Woodcutter Story), de Mikko Myllylahti (Finlândia) Nos Cérémonies (Summer Scars), de Simon Rieth (França) Tasavor (Imagine), de Ali Behrad (Irã)
COMPETIÇÃO | CURTA-METRAGEM
Canker, de Lin Tu (China) Cuerdas, de Estibaliz Urresola Solaguren (Espanha) Dang Wo Wang Xiang Ni De Shi Hou, de Shuli Huang (China) Ice Merchants, de João Gonzalez (Portugal/Reino Unido/França) It’s Nice in Here, de Robert-Jonathan Koeyers (Holanda) Las criaturas que se derriten bajo el sol, de Diego Céspedes (Chile/França) Nisam je stigao voljeti, de Anna Fernandez De Paco (Bósnia/Espanha/Reino Unido) Raie Manta, de Anton Bialas (França) Swan dans le centre, de Iris Chassaigne (França) Στον Θρονο Του Ξερξη (On Xerxes’ throne), de Evi Kalogiropoulou (Grécia)
SESSÕES ESPECIAIS
AMO, de Emmanuel Gras (França) Da-eum-so-hee (Next Sohee), de Jung July (Coreia do Sul) (filme de encerramento) Goutte d’Or, de Clément Cogitore (França) Hideous, de Yann Gonzalez (Reino Unido) Scale, de Joseph Pierce (França/Reino Unido/República Tcheca/Bélgica) Tout le monde aime Jeanne, de Céline Devaux (França/Portugal) When You Finish Saving The World, de Jesse Eisenberg (EUA) (filme de abertura)
CONVIDADOS | 19º Festival International du Film de Morelia
Al motociclista no le cabe la felicidad en el traje (Motorcyclist’s Happiness Won’t Fit Into His Suit), de Gabriel Herrera (México) El sueño más largo que recuerdo (The longest dream I remember), de Carlos Lenin (México) Llueve (It Rains), de Magali Rocha Donnadieu e Carolina Corral Paredes (México) Mi edad, la tuya y la del fin del mundo (My age yours and the age of the world), de Fernanda Tovar (México)
A Paris Filmes confirmou a nova data de estreia de 45 do Segundo Tempo, comédia estrelada por Tony Ramos, Cássio Gabus Mendes e Ary França. Inicialmente previsto para ser lançado em 2021, o longa-metragem, que passou por alguns adiamentos, chegará exclusivamente aos cinemas no dia 2 de junho.
Dirigido por Luiz Villaça, de Cristina Quer Casar, De Onde Eu Te Vejo e da série A Mulher do Prefeito, o filme conta a história de Pedro Baresi, um palmeirense roxo dono de uma tradicional cantina de comida italiana que reencontra com seus amigos do colégio, Ivan e Mariano, depois de 40 anos. O reencontro surge com um objetivo: recriar uma foto tirada na inauguração do metrô de São Paulo.
No entanto, o que era para ser um simples reencontro se transforma em uma jornada pautada por escolhas, amizades e redescobrimentos. Juntos, Pedro, Ivan e Mariano revivem as memórias dos melhores dias de suas vidas, ainda da adolescência, enquanto seguem em busca da musa de suas infâncias.
“Refletindo sobre tudo que estamos vivendo nos últimos anos, me sinto muito feliz por ter a oportunidade de dirigir um filme que fala sobre relações genuínas, sobre amor, sobre a necessidade do outro para a nossa existência, sobre a amizade mais pura e necessária. Queria fazer um filme que falasse do abraço, de como precisamos e necessitamos um do outro. Um filme que discutisse temas profundos com delicadeza, humor, emoção e que se relacionasse, dialogasse com o espectador. O rir e chorar. Espero que o filme faça parte de um reencontro que todos nós estamos precisando. Que é urgente. Necessário. Precisamos nos olhar. Nos abraçar”, explica o diretor Luiz Villaça.
Além de Tony Ramos, Cássio Gabus Mendes e Ary França, o filme traz também Filipe Bragança, Denise Fraga e Louise Cardoso no elenco principal. Com roteiro de Luiz Villaça, Leonardo Moreira, Rafael Gomes e Luna Grimberg, 45 do Segundo Tempo conta com produção da Café Royal e Bossa Nova Filmes, coprodução da Globo Filmes, Telecine e Spcine e distribuição da Paris Filmes e Downtown Filmes.
Confira o trailer de 45 do Segundo Tempo, que estreia em junho:
A Marvel Studios divulgou nesta segunda-feira, 18/04, o primeiro teaser de Thor: Amor e Trovão, no original Thor: Love and Thunder. Programado para chegar aos cinemas brasileiros no dia 7 de julho, o longa-metragem mostrará uma nova fase do Deus do Trovão após os acontecimentos de Vingadores: Ultimato.
Na trama, Thor, interpretado por Chris Hemsworth, enfrenta uma jornada diferente. Aposentado e em processo de busca pela paz interior, ele tem que voltar à ativa graças a um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses, personagem de Christian Bale, ator conhecido por Batman: O Cavaleiro das Trevas, que busca a extinção dos deuses.
Para combater a ameaça, o Deus do Trovão pede ajuda do Rei Valquíria, Korg e sua ex-namorada, Jane Foster, a qual aparece empunhando o martelo mágico Mjölnir e se revela como a Poderosa Thor. Juntos, eles partem em uma angustiante aventura para descobrir o motivo da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
Thor: Amor e Trovão é o quarto filme solo do Deus nórdico desde a retomada da Marvel nas telonas. O longa-metragem é dirigido por Taika Waititi, o qual também interpreta Korg no filme, cineasta responsável pela repaginação do personagem em Thor: Ragnarok e também do premiado Jojo Rabbit.
O filme traz ainda o retorno de Natalie Portman, como Jane Foster, assim como Chris Pratt, Karen Gillian, Matt Damon, Vin Diesel, Russell Crowe, Tessa Thompson, Melissa McCarthy, Sam Neill, Dave Bautista, entre outros.
O longa-metragem paranaense Mirador, dirigido por Bruno Costa, que foi exibido em festivais nacionais e internacionais, está programado para chegar aos cinemas brasileiros no dia 5 de maio e nas plataformas digitais em 6 de maio.
Estrelado por Edilson Silva, Miradorconta a história de Maycon, um boxeador que treina para retornar aos ringues enquanto trabalha em dois subempregos. A sua vida muda, no entanto, quando ele se vê na situação de ter que cuidar da filha pequena sozinho, enquanto divide o seu tempo com as demais obrigações.
O elenco conta também com Maria Luiza da Costa, Stephanie Fernandes, Luiz Pazello, Léa Albuquerque, Victor Haygert, Jordan Machado, Rafaelle Becker, Giovana Soar e Sandro Tueros.
O filme é pautado por questões como os desafios e fragilidades da masculinidade, quando colocadas em confronto com papéis sociais ainda pouco usuais. Apesar do boxe estar presente na dinâmica do longa, de acordo com o diretor, o tema não é exatamente o ponto principal da obra: “O boxe sempre me atraiu, é muito dinâmico e imagético, e eu tinha a vontade de realizar um filme nessa atmosfera. Porém não queria fazer um filme sobre boxe, e sim utilizá-lo como plano de fundo. A ideia principal que move a narrativa veio da observação do cotidiano. Na época em que estava buscando a questão central da história reparei que amigos estavam passando por separações e diversos imbróglios ligados aos filhos; questões quanto a guarda das crianças, etc. Foi então que tive o insight; faria um filme sobre a paternidade”, comentou Bruno Costa, que faz sua estreia como diretor de um longa-metragem.
Mirador foi rodado em Curitiba e conta com produção da Metafixa Produções, coprodução da Costa Filmes e Guaipeca Filmes do Brasil e distribuição da Olhar Distribuição. O longa é fruto de Arranjos Regionais, uma parceria entre a Fundação Nacional de Curitiba (FCC), o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e Agência Nacional de Cinema (Ancine).
Danny Barbosa em Adão, Eva e o Fruto Proibido, de R.B. Lima.
A sétima edição da Mostra Pajeú de Cinema acontecerá entre os dias 20 de abril e 7 de maio em formato presencial e itinerante com atividades em cinco cidades do Sertão do Pajeú, em Pernambuco: Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Iguaracy, Ingazeira e Solidão.
A programação conta com 54 filmes, sendo 49 curtas e cinco longas; vale destacar que mais da metade são produções realizadas por mulheres. Neste ano, 561 títulos foram inscritos de todo o território nacional; a curadoria foi assinada por André Dib, Bruna Tavares e William Tenório.
Produzida pela Pajeú Filmes, a Mostra, que tem como objetivo ampliar as fronteiras do audiovisual pernambucano e instigar debates sobre o cinema contemporâneo, contará com exibições de curtas, médias e longas, sessões para crianças e programas acessíveis (curtas para cegos, surdos e ensurdecidos), em exibições fora de competição. A programação completa-se com atividades de formação, como: A Montagem Cinematográfica e a Construção Visual do Mundo, com Cristina Amaral; e Da Poesia ao Vídeo, com Eva Jofilsan.
Para esta edição, a ilustração do cartaz foi assinada pela artista e educadora indígena Thaysa Aussuba e retrata o clima de reencontro e retomada das conexões que foram paralisadas em razão da pandemia de Covid-19. A escolha focou em um cenário de esperança, que reside naqueles que estão às margens: mulheres, indígenas, negros e negras, LGBTQIA+, periferias.
Conheça os filmes selecionados para a 7ª Mostra Pajeú de Cinema:
LONGAS-METRAGENS
A Felicidade das Coisas, de Thais Fujinaga (SP) Adeus, Capitão, de Vincent Carelli e Tita (PE) Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso (CE) Estamos te Esperando em Casa, de Cecília da Fonte e Marcelo Pedroso (PE) Manguebit, de Jura Capela (PE)
CURTAS-METRAGENS
1 Peixe para 2, de Chia Beloto (PE) 5 Fitas, de Heraldo de Deus e Vilma Carla Martins (BA) A Busca do Eu e o Silêncio, de Giuliano Robert (PR) A Represa é o Meu Quintal, de Bruna Carvalho Almeida (SP) A Vida é Coisa que Segue, de Bruna Schelb Corrêa (MG) A Vida em Meus Punhos, de Marília Hughes Guerreiro (BA) A Voz de Adélia, de Val Gomes (RJ) Adão, Eva e o Fruto Proibido, de R.B. Lima (PB) Alágbedé, de Safira Moreira (BA) As Coisas Não Vão Mudar, de Luiz Apolinário (PE) Aurora – A Rua que Queria Ser um Rio, de Radhi Meron (SP) Cabocolino, de João Marcelo (PE) Capitão Tocha, de Matheus Amorim (GO) Chão de Fábrica, de Nina Kopko (SP) Correria, de Liliana Mont Serrat (RJ) Cósmica, de Ana Bárbara Ramos (PB) Da Boca da Noite à Barra do Dia, de Tiago Delácio (PE) Debaixo do Arvoredo, de Janaína Lacerda (CE) Dona Dora. A Mística do Boi, de Adalberto Oliveira (PE) Esperançosxs, de Coquevídeo (PE) Eu Faço a Minha Sambada, de Juliana Lima (PE) Eu Sou Raiz, de Cíntia Lima e Lílian de Alcântara (PE) Foi um Tempo de Poesia, de Petrus Cariry (CE) Forrando a Vastidão, de Higor Gomes (MG) Ladeira Não é Rampa, de Antônio Ribeiro e Sandro Garcia (RJ) Madrugada, de Leonardo da Rosa e Gianluca Cozza (RS) Meu Nome é Maalum, de Luísa Copetti (RJ) Meus Santos Saúdam Teus Santos, de Rodrigo Antônio (PA) Mutirão: O Filme, de Lincoln Péricles (SP) Muxarabi, de Natália Maia e Samuel Brasileiro (CE) Não Recomendadxs, de Coquevídeo (PE) Nazo Dia e Noite Maria, de Andréa Paiva (AL) Nimbus, de Marcos Buccini (PE) Nonna, de Maria Augusta Nunes (SC) Nossas Mãos São Sagradas, de Júlia Morim (PE) O Meu Balão Vai Voar, de Chia Beloto e Rui Mendonça (PE) Plantando o Voo, de Elis Costa (PE) Prata, de Lucas Melo (RJ) Redoma, de PV Ferraz (PE) Rosário, de Juliana Soares e Igor Travassos (PE) Samba de Latada, de João Lucas Melo (PE) Ser Feliz no Vão, de Lucas H. Rossi dos Santos (RJ) Serra da Inveja, de Henrique Lapa (PE) Te Guardo no Bolso da Saudade, de Rosy Nascimento (PE) Tempo Descobre Tempo, de Andrezza Tavares (PE) Trans Nordestina, de Rafael Costa e Guilherme Cavalcante (PE) Yakhë – Nossos Corpos, de Tayho Fulni-ô (PE) Yãy tu nũnãhã payexop – Encontro de Pajés, de Sueli Maxakali (MG)
Elenco: Eddie Redmayne, Jude Law, Mads Mikkelsen, Maria Fernanda Cândido, Ezra Miller, Dan Fogler, Alison Sudol, Callum Turner, Jessica Williams, Katherine Waterston, Paul Low-Hang, Richard Coyle, Wilf Scolding, Cara Mahoney, Poppy Corby-Tuech, Maja Bloom, Noor Dillan-Night, William Nadylam, Victoria Yeates, Manuel Klein, Aleksandr Kuznetsov, Oliver Masucci, Valerie Pachner, Ramona Kunze-Libnow, Dave Wong, Lucas Englander, Fiona Glascott, Jan Pohl, Matthias Brenner, Peter Simonischek, Jacqueline Boatswain, David Bertrand, Stefan Race, Jessica Cartledge, Rahda Sthanakiya, Isabelle Coverdale, Dónal Finn, Jeremy Azis, Hebe Beardsall, Nick Davison, Emilia Karlsson, Tony McCarthy, Sean Talo.
Ano: 2022
Sinopse: O professor Alvo Dumbledore sabe que o poderoso mago das trevas Gerardo Grindelwald está se movimentando para assumir o controle do mundo mágico. Incapaz de detê-lo sozinho, ele pede ao magizoologista Newt Scamander para liderar uma intrépida equipe de bruxos, bruxas e um corajoso padeiro trouxa em uma missão perigosa, em que eles encontram velhos e novos animais fantásticos e entram em conflito com a crescente legião de seguidores de Grindelwald. Mas com tantas ameaças, quanto tempo poderá Dumbledore permanecer à margem do embate?
Anne Hathaway nos bastidores de Armageddon Time, de James Gray: coprodução brasileira.
O Festival de Cannes 2022, que acontecerá entre os dias 17 e 28 de maio, anunciou nesta quinta-feira, 14/04, os filmes selecionados para sua 75ª edição, que neste ano terá a comédia Z (comme Z), de Michel Hazanavicius, como filme de abertura.
Confirmado em formato presencial, o evento acontecerá no Palais des Festivals com a tradicional disputa pela Palma de Ouro. O anúncio foi realizado por Pierre Lescure, presidente do festival, e Thierry Frémaux, diretor geral do evento; segundo eles, novos títulos serão revelados em breve.
Entre os selecionados para a Competição Oficial, destaca-se Armageddon Time, de James Gray, uma coprodução entre Estados Unidos e Brasil. Com Anne Hathaway, Anthony Hopkins, Jeremy Strong e Domenick Lombardozzi no elenco, o filme é baseado em memórias de infância do diretor e narra uma história de amadurecimento, que explora amizade e lealdade. Os brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’Anna, da RT Features, assinam a produção e produção executiva, respectivamente.
A disputa pela Palma de Ouro segue com nomes já conhecidos do festival, como: Hirokazu Koreeda, David Cronenberg, Park Chan-wook, Arnaud Desplechin, Claire Denis, os irmãos Dardenne, Ruben Östlund, entre outros.
[ATUALIZADO: 21/04 – 08h45]:
Confira a lista completa com os filmes selecionados para o Festival de Cannes 2022:
COMPETIÇÃO OFICIAL
Armageddon Time, de James Gray (EUA/Brasil) Boy from Heaven, de Tarik Saleh (Suécia) Broker, de Hirokazu Koreeda (Coreia do Sul) Close, de Lukas Dhont (Bélgica/Holanda/França) Crimes of the Future, de David Cronenberg (Canadá/Grécia/França) Coupez! (Final Cut), de Michel Hazanavicius (França) (filme de abertura) (fora de competição) Decision to Leave (Haeojil Gyeolsim), de Park Chan-wook (Coreia do Sul) Eo, de Jerzy Skolimowski (Polônia) Frère et soeur, de Arnaud Desplechin (França) Holy Spider, de Ali Abbasi (França/Alemanha/Suécia/Dinamarca) Le otto montagne, de Felix van Groeningen e Charlotte Vandermeersch (Itália/Bélgica/França) Leila’s Brothers, de Saeed Roustaee (Irã) Les Amandiers, de Valeria Bruni Tedeschi (França/Itália) Nostalgia, de Mario Martone (Itália) Pacifiction – Tourment sur les îles (Bora Bora), de Albert Serra (Espanha) R.M.N, de Cristian Mungiu (Romênia) Showing Up, de Kelly Reichardt (EUA) Stars at Noon, de Claire Denis (EUA) Tchaikovsky’s Wife (Zhena Chaikovskogo), de Kirill Serebrennikov (Rússia/França) Tori and Lokita, de Luc Dardenne e Jean-Pierre Dardenne (França) Triangle of Sadness, de Ruben Östlund (Suécia/Reino Unido/EUA/França/Grécia) Un petit frère, de Léonor Serraille (França)
UN CERTAIN REGARD
All the People I’ll Never Be, de Davy Chou (Camboja/França) Bachennya Metelyka (Butterfly Vision), de Maksym Nakonechnyi (Ucrânia) Corsage, de Marie Kreutzer (Áustria/França/Alemanha/Luxemburgo) Domingo y la niebla, de Ariel Escalante Meza (Costa Rica) Harka, de Lotfy Nathan (França/Alemanha/EUA/Tunísia) Joyland, de Saim Sadiq (Paquistão) Kurak Günler (Burning Days), de Emin Alper (Turquia) Le Bleu du caftan, de Maryam Touzani (França) Les Pires, de Lise Akoka e Romane Gueret (França) Mediterranean Fever, de Maha Haj (Alemanha/França/Chipre) Metronom, de Alexandru Belc (Alemanha/Romênia) Plan 75, de Chie Hayakawa (Japão) Plus que jamais, de Emily Atef (Alemanha/França/Luxemburgo/Noruega) Rodeo, de Lola Quivoron (França) Sick of Myself, de Kristoffer Borgli (Noruega) Silent Twins, de Agnieszka Smoczynska (Polônia/EUA/Reino Unido) The Stranger, de Thomas M. Wright (Austrália) Tirailleurs (Father & Soldier), de Mathieu Vadepied (França) Untitled Pine Ridge Project, de Riley Keough e Gina Gammell (EUA) Vanskabte Land (Volaða Land/Godland), de Hlynur Pálmason (Dinamarca/Islândia/França/Suécia)
FORA DE COMPETIÇÃO
Elvis, de Baz Luhrmann (EUA/Austrália) L’Innocent, de Louis Garrel (França) Mascarade, de Nicolas Bedos (França) Novembre, de Cédric Jimenez (França) Three Thousand Years of Longing, de George Miller (Austrália/EUA) Top Gun: Maverick, de Joseph Kosinski (EUA/China)
CANNES PREMIERE
As Bestas, de Rodrigo Sorogoyen (Espanha/França) Chronique d’une liaison passagère, de Emmanuel Mouret (França) Dodo, de Panos H. Koutras (Grécia/França/Bélgica) Don Juan, de Serge Bozon (França) Esterno Notte, de Marco Bellocchio (Itália) Irma Vep, de Olivier Assayas (França/EUA) La nuit du 12, de Dominik Moll (França) Nos Frangins, de Rachid Bouchareb (Argélia)
SESSÕES ESPECIAIS
All That Breathes, de Shaunak Sen (Reino Unido/Índia/EUA) Jerry Lee Lewis: Trouble In Mind, de Ethan Coen (EUA) Le petit Nicolas – Qu’est-ce qu’on attend pour être heureux?, de Amandine Fredon e Benjamin Massoubre (França/Luxemburgo) Mi país imaginario, de Patricio Guzmán (Chile) Restos do Vento, de Tiago Guedes (Portugal) Riposte féministe, de Marie Perennès e Simon Depardon (França) Salam, de Mélanie Diam’s, Houda Benyamina e Anne Cissé (França) The Natural History of Destruction, de Sergei Loznitsa (Ucrânia) The Vagabonds, de Doroteya Droumeva (Alemanha)
SESSÃO DA MEIA-NOITE
Fumer fait tousser, de Quentin Dupieux (França) Hunt, de Lee Jung-jae (Coreia do Sul) Moonage Daydream, de Brett Morgen (EUA) Rebel, de Adil El Arbi e Bilall Fallah (Bélgica)
Jan Bijvoet em Borgman: O Mal-Intencionado, de Alex van Warmerdam.
Começa nesta quinta-feira, 14/04, no serviço de streaming Belas Artes À La Carte, o Festival Volta ao Mundo: Holanda. Realizado em parceria com o SEE NL, formado por instituições responsáveis pela promoção de filmes holandeses, o evento, que acontece até 27 de abril, conta com produções de diretores premiados internacionalmente.
Exclusivo para assinantes da plataforma, o festival apresenta oito longas produzidos entre os anos de 1986 e 2021. Destes, três são dirigidos pelo premiado cineasta Alex van Warmerdam: a comédia Abel, o suspense O Número 10 e o terror/suspense Borgman: O Mal-Intencionado, um de seus filmes mais conhecidos, que disputou a Palma de Ouro no Festival de Cannes, em 2013.
Considerado um dos principais nomes do cinema holandês contemporâneo, Alex é o grande destaque do festival. O cineasta, que acumula dezenas de premiações e também já atuou nas telonas, conta com ao menos um filme lançado nos cinemas brasileiros, a aclamada comédia O Pequeno Tony, de 1998.
O evento conta ainda com Irmãs Gêmeas, longa indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2004 e dirigido por Ben Sombogaart; Apenas o Melhor Para Nosso Filho, de Monique Nolte; Prince, filme de Sam de Jong, premiado no Festival de Berlim em 2015; Me Leve para Algum Lugar Legal, de Ena Sendijarević; e Eu Não Quero Dançar, de Flynn Von Kleist.
Esta é a segunda vez no ano em que o Petra Belas Artes À La Carte apresenta o Festival Volta ao Mundo aos seus assinantes. Em março deste ano, a plataforma de streaming trouxe a edição voltada para filmes da Macedônia do Norte.
Confira a lista completa com os filmes do Festival Volta ao Mundo: Holanda:
Abel, de Alex van Warmerdam Apenas o Melhor para o Nosso Filho, de Monique Nolte Borgman: O Mal-Intencionado, de Alex van Warmerdam Eu Não Quero Dançar, de Flynn Von Kleist Irmãs Gêmeas, de Ben Sombogaart Me Leve para Algum Lugar Legal, de Ena Sendijarević O Número 10, de Alex van Warmerdam Prince, de Sam de Jong
Bastidores do filme Depois do Universo com Henry Zaga e Giulia Be.
A Netflix entrou em 2022 com produções brasileiras em diferentes formatos e gêneros e segue até o fim do ano com séries, filmes de ficção e documentários inéditos. Os próximos títulos apresentam novas histórias e personagens de todo o país: tem comédia no sertão nordestino, série com música sertaneja do Centro-Oeste, documentário sobre o rap paulista e filme de ação no Paraná.
A primeira novidade é a sequência de Ricos de Amor, com direção de Bruno Garotti, que assina o roteiro ao lado de Sylvio Gonçalves. A trama, desta vez, se passa no Norte do país, e Giovanna Lancellotti e Danilo Mesquita voltam a viver Paula e Teto; enquanto ela retoma seu trabalho como médica voluntária, ele precisa superar definitivamente seus hábitos de garoto mimado e enfrentar os interesses de um poderoso fazendeiro: “O processo de desenvolvimento do Ricos de Amor 2 tem sido ainda mais empolgante pelo privilégio de trabalhar com profissionais do Norte e talentos diversos que trazem personalidade e frescor para o filme”, comentou Bruno.
Em documentários, a novidade vem das ruas da periferia de São Paulo, de onde os Racionais MC’s iniciaram o mais importante movimento rap do país. Dirigido por Juliana Vicente, o filme trará entrevistas e cenas exclusivas, gravadas ao longo dos mais de 30 anos de carreira, além de mostrar o impacto e o legado dos músicos desde os primeiros shows pela cidade.
Ainda tem uma nova série de comédia, que traz, pela primeira vez à Netflix, a criadora de conteúdo digital Ademara e a atriz Mel Maia, nos papéis de duas irmãs que, após viralizarem na internet, terão que aprender a balancear a vida real com a das redes sociais.
E mais: a segunda temporada de Cidade Invisível, com Marco Pigossi, já está em produção com as equipes de direção e produção em Belém, no Pará, para contar a continuação desta história tão brasileira, sob o comando do diretor-geral Luis Carone e da diretora-assistente Graciela Guarani: “É importante poder reconhecer, valorizar e respeitar o que a gente tem aqui no país. E não só por meio da técnica, da produção, mas de uma narrativa coerente, que faça sentido. O que toca o público? O que nos faz refletir? Este diálogo é extremamente necessário”, disse Graciela.
Outro lançamento deste ano é a série Maldivas com Bruna Marquezine, Carol Castro, Natalia Klein (também roteirista da série), Sheron Menezzes e Manu Gavassi. Na trama, Liz se muda, vinda de Goiás, para tentar desvendar o assassinato de sua mãe. Nesta dramédia, um clima tropical esconde mistérios e intrigas, ao mesmo tempo em que escancara muito deboche e sarcasmo: “Maldivas fala de um universo muito particular, que são esses condomínios de luxo na Barra da Tijuca, com tudo dentro; as pessoas não precisam sair de lá para nada. Seus moradores têm um senso de comunidade muito forte, sabem tudo da vida uns dos outros e vivem com uma falsa sensação de segurança. Mas e quando acontece um crime lá dentro?”, adianta Natalia.
Manu Gavassi na série Maldivas: em breve no catálogo.
O novo thriller psicológico da Netflix, Olhar Indiscreto, é marcado por grandes reviravoltas. Quem conduz a história é Miranda, interpretada por Débora Nascimento, uma voyeur incontrolável e hacker extremamente habilidosa. Sua rotina é espiar pela janela a vida de Cléo, papel de Emanuelle Araújo, uma garota de programa de luxo e moradora do prédio em frente.
Outra novidade para este ano é o filme Depois do Universo, dirigido por Diego Freitas, com Henry Zaga e Giulia Be no elenco. No filme, a talentosa pianista Nina é surpreendida por uma forte conexão com o médico residente Gabriel, enquanto supera os desafios de lidar com o lúpus, uma doença autoimune que pode atacar qualquer parte do corpo; o rim, no caso dela.
A série Só Se For Por Amor buscou no sertanejo sofrência a inspiração para contar a história de amor de Deusa (Lucy Alves) e Tadeu (Felipe Bragança). Em meio a tantos atores e cantores de diferentes partes do Brasil, os sotaques criaram uma mistura deliciosa: “Esta é uma série muito especial, com artistas diversos, de sotaques do Brasil inteiro”, disse a atriz e cantora Lucy Alves. “Quando a gente vê algo tão grande assim, sendo feito no interior, a gente se identifica muito… é imediato”, complementa a também atriz e cantora Agnes Nunes.
Na comédia romântica Casamento a Distância, Eva (Dandara Mariana) é uma executiva de sucesso decidida e pé no chão. Alex (Dan Ferreira) é brilhante e avoado, e sonha em criar games. Eles se amam de verdade. Mas, às vésperas do casamento, Alex se mete numa série de confusões enquanto tenta chegar a tempo para a cerimônia. Para se encontrarem diante do altar, Eva e Alex vão precisar fazer o impossível. E ainda terão que descobrir se foram mesmo feitos um para o outro.
A programação brasileira contará ainda com: o primeiro filme de ação brasileiro da Netflix, Carga Máxima, de Tomas Portella, com Thiago Martins, Sheron Menezzes, Raphael Logam, Milhem Cortaz, Evandro Mesquita e Paulinho Vilhena no elenco; o especial de comédia Rodrigo Sant’Anna: Cheguei!, a série O Cangaceiro do Futuro, com Edmilson Filho e Chandelly Braz, com direção de Halder Gomes e Glauber Filho; e as segundas temporadas de Bom Dia, Verônica e Irmandade.
Dirigido por Lázaro Ramos, o longa Medida Provisória chega aos cinemas no dia 14 de abril e conta com Taís Araujo, Seu Jorge e Alfred Enoch, da franquia Harry Potter e da série How to Get Away with Murder, no elenco.
O filme se passa em um futuro distópico em que o governo brasileiro decreta uma medida que obriga os cidadãos negros a voltarem à África como forma de reparar os tempos da escravidão. Diante do cenário, o advogado Antônio, sua companheira, a médica Capitú e seu primo, o jornalista André, decidem resistir. O conflito e o amor vivido pelos personagens principais, então, viram plano de fundo para uma obra que mistura humor, drama e thriller e debate questões sociais.
O roteiro é baseado na peça teatral Namíbia, Não!, de Aldri Anunciação, e foi escrito originalmente em 2011. Lázaro se apaixonou pelo texto e o adaptou para o cinema em 2015, iniciando as filmagens em 2019, em diversas locações na cidade do Rio de Janeiro. Medida Provisória conta com um grande elenco de 77 atores, entre eles: Adriana Esteves, Renata Sorrah, Mariana Xavier, Emicida, Pablo Sanábio, Jéssica Ellen, Tia Má, Flávio Bauraqui e Paulo Chun.
A trilha sonora conta com direção musical de Plínio Profeta, conhecido pelo trabalho de composição em O Palhaço e O Filme da Minha Vida, que trouxe toda a carga cinematográfica para a obra. Já Rincon Sapiência e Kiko Souza, que também assinam a direção musical, trazem a sonoridade do hip hop paulista contemporâneo, com canções nas vozes de Elza Soares, Xênia França e Liniker.
Estreia de Lázaro Ramos na direção de um longa-metragem, Medida Provisória passou por diversos festivais internacionais, entre eles o SWSX, South by Southwest, e foi bem recebido pela crítica estrangeira. Ainda em 2020, o filme recebeu o troféu de melhor roteiro no Indie Memphis Film Festival, nos Estados Unidos. Em 2021, o longa venceu os prêmios de melhor direção e melhor ator, para Alfred Enoch, no Pan African Film, Festival de Huelva e no FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa, em Lisboa. No Brasil, recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival do Rio.
Para falar mais sobre o filme, conversamos com o diretor e também com alguns integrantes do elenco, como: Taís Araujo, Adriana Esteves, Seu Jorge, Alfred Enoch. Nossos convidados falaram sobre a expectativa para o lançamento, censura ao filme, a importância de Medida Provisória para o Brasil atual, política, cultura, preparação de elenco, entrosamento, entre outros assuntos.
Aperte o play e confira:
PARTE 1: Entrevista com Lázaro Ramos
PARTE 2: Entrevista com Adriana Esteves e Taís Araujo
Luciano Torres no curta A Botija, o Beato e a Besta-Fera: filme premiado.
Os vencedores da terceira edição da Orocine – Mostra Orobó de Cinema foram anunciados neste domingo, 10/04, em uma live nas redes sociais. Ao todo, 15 filmes foram premiados entre as seis mostras competitivas.
A edição deste ano, realizada em formato híbrido, valorizou a cultura local, representada por cantadores e violeiros, homenageando Raimundo Sanfoneiro e Biu Moura. Escolas públicas receberam oficinas e sessões itinerantes de filmes; o Salão Paroquial, que funciona no prédio do antigo cinema da cidade, sediou exibições e uma das prosas, fomentando o debate sobre a produção de filmes no interior pernambucano. Além disso, debates e oficinas aconteceram no ambiente virtual.
Para Carlos Kamara, organizador da mostra, foram muitos desafios este ano: “Fazer o evento de forma híbrida, enaltecendo a força do cinema do interior, e fazer com que o cinema volte a encantar as pessoas. Algumas atividades da Orocine foram realizadas no antigo cinema da cidade e a ideia é reacender esse espaço que existia e hoje funciona como ponto de apoio da Igreja Católica, mas que pode ser um espaço de cultura”, destacou.
ATUALIZADO [13/04, às 19h]
A produção caruaruense A Botija, o Beato e a Besta-Fera, de Tulio Beat, recebeu o prêmio de melhor filme pelo Júri Popular. Foram 5.577 votos e 3.036 somente para o curta. O segundo mais votado foi Curva Sinuosa, de Andréia Moreira Pires, com 1.707 votos.
Conheça os vencedores da III Orocine – Mostra Orobó de Cinema:
MOSTRA FORÇA INTERIOR Melhor Filme: Da Boca da Noite à Barra do Dia, de Tiago Delácio (PE) Melhor Direção: Adeus, Carnaval de Olinda, por Igor Pimentel e Rosielle Machado Melhor Roteiro: Quintal Verde, escrito por Felipe dos Santos Melhor Atriz: Kalor Pacheco, por Madeira de Lei Melhor Ator: Mestre Martelo, por Da Boca da Noite à Barra do Dia Melhor Produção: Açude nº 50, por Wagner Ferreira e Paulo Conceição Melhor Fotografia: Madeira de Lei, por Kalor Pacheco Melhor Direção de Arte: Jaguamérica, por Bako Machado
MOSTRA LUAR DO SERTÃO Melhor Filme: A Tradicional Família Brasileira Katu, de Rodrigo Sena (RN)
MOSTRA NA CONTRAMÃO Melhor Filme: Correria, de Liliana Mont Serrat (RJ)
MOSTRA ACESSIBILIDADE Melhor Filme: Curva Sinuosa, de Andréia Moreira Pires (CE)
MOSTRA BRINCADEIRAS DE RODA Melhor Filme: Capitão Tocha, de Matheus Amorim (GO)
MOSTRA SERRA VERDE Melhor Filme: Ewé de Òsányín: o segredo das folhas, de Pâmela Peregrino (BA)
MENÇÕES HONROSAS A produção de A Botija, o Beato e a Besta-Fera, de Tulio Beat (PE) Kikazaru, de Matheus Cabral (ES)
A III Orocine contou com o incentivo da Lei Aldir Blanc, através da SECULT-PE e teve coprodução da Maat Produções, patrocínio da Prefeitura Municipal de Orobó e apoio cultural da Reserva Serra Verde.