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43º Framboesa de Ouro: Blonde, de Andrew Dominik, é o pior filme do ano

por: Cinevitor
Ana de Armas em Blonde: filme premiado

Foram anunciados neste sábado, 11/03, os vencedores da 43ª edição do Framboesa de Ouro, prêmio criado pelo publicitário John Wilson, que elege os piores da sétima arte, conhecido também como uma sátira ao Oscar.

Neste ano, o drama Blonde, cinebiografia de Marilyn Monroe, protagonizada por Ana de Armas e dirigida por Andrew Dominik, que liderava a lista com oito indicações, levou dois prêmios, entre eles, o de pior filme do ano. O Prêmio Redenção, dedicado a algum ator, atriz ou diretor que conseguiu dar a volta por cima depois de marcar presença constante entre os piores, foi entregue para Colin Farrell, de Os Banshees de Inisherin.

Depois da polêmica envolvendo o nome da jovem Ryan Kiera Armstrong na categoria de pior atriz, que foi retirado da disputa pela organização após vários protestos, o Framboesa de Ouro, também conhecido como Razzie Awards, entregou o prêmio para si mesmo para pedir desculpas pelo equívoco cometido. 

Conheça os vencedores do 43º Framboesa de Ouro:

PIOR FILME
Blonde

PIOR DIREÇÃO
Colson Baker (Machine Gun Kelly), por Tenha um Bom Luto

PIOR ATOR
Jared Leto, por Morbius

PIOR ATOR COADJUVANTE
Tom Hanks, por Elvis

PIOR ATRIZ
O próprio Framboesa de Ouro

PIOR ATRIZ COADJUVANTE
Adria Arjona, por Morbius

PIOR ROTEIRO
Blonde, escrito por Andrew Dominik

PIOR REMAKE, CÓPIA OU SEQUÊNCIA
Pinóquio (Disney)

PIOR COMBO E/OU CASAL
Tom Hanks e seu rosto carregado de látex (e sotaque ridículo), em Elvis

PRÊMIO REDENÇÃO
Colin Farrell, por Os Banshees de Inisherin

Foto: Netflix.

Turma da Mônica: filme sobre Chico Bento será protagonizado por Isaac Amendoim

por: Cinevitor
O influenciador mirim com Mauricio de Sousa

Em nova adaptação baseada na obra de Mauricio de Sousa, o personagem Chico Bento ganhará seu próprio live-action e já tem rosto confirmado. O escolhido para colocar o chapéu de palha e protagonizar o famoso caipira da Turma da Mônica foi o influenciador mirim Isaac Amendoim, de 9 anos de idade.

Isaac foi chamado para fazer um suposto teste final, mas chegando na produtora recebeu a notícia do próprio Mauricio. O momento da revelação foi gravado na presença de Fernando Fraiha, de La Vingança, Choque de Cultura e Bem-vinda, Violeta!, que assinará a direção do longa-metragem. Clique aqui e assista ao vídeo.

Chico Bento conta com a supervisão artística de Daniel Rezende, que dirigiu ambos os longas de Turma da Mônica (Laços e Lições) e Turma da Mônica: A Série, do Globoplay. A produção é assinada pela Biônica Filmes, em coprodução com a Paris Entretenimento, Mauricio de Sousa Produções e Paramount Pictures; a distribuição será da Paris Filmes.

Isaac alcançou mais de dois milhões de seguidores nas redes sociais com vídeos que mostravam sua rotina na roça de Cana Verde, sua cidade natal. Agora, o criador de conteúdo irá deixar o interior de Minas Gerais para adentrar a Vila da Abobrinha, cidade fictícia do universo da Turma da Mônica, onde irá incorporar o personagem em mais uma divertida trama inspirada no clássico da literatura infantil.

Figura muito vinculada à causa ambiental, Chico Bento tornou-se embaixador da proteção das nascentes do Pantanal e do WWF-Brasil. No longa, essa conexão com a natureza estará presente: o protagonista vai reunir seus colegas para salvar a goiabeira de uma plantação próxima à sua casa.

Foto: Divulgação/Fernando Fraiha.

Prêmio Platino 2023: Argentina, 1985, de Santiago Mitre, lidera indicações

por: Cinevitor
Ricardo Darín e Peter Lanzani em Argentina, 1985

Foram revelados nesta quinta-feira, 09/03, os indicados ao 10º Prêmio Platino (ou Premios Platino del Cine Iberoamericano), premiação criada em 2014 que destaca as melhores produções ibero-americanas de 23 países. O anúncio foi realizado na Fundación Española del Corazón, em Madri, por Amaia Salamanca, Cristina Castaño, Nerea Barros e Rubén Cortada.

Em sua décima edição, que acontecerá na capital espanhola no dia 22 de abril, o longa Argentina, 1985, de Santiago Mitre, se destaca com 14 indicações; As Bestas, Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades e Cinco lobitos aparecem na sequência com seis indicações cada.

Neste ano, o cinema brasileiro, que estava entre os pré-selecionados com diversos títulos, não conseguiu uma vaga entre os finalistas. Sendo assim, a lista foi distribuída entre doze países diferentes com a Espanha obtendo 34% das indicações para filmes. Além disso, a premiação apresenta uma novidade nesta edição comemorativa: a categoria de melhor comédia ibero-americana de ficção

Entre as produções nacionais e profissionais brasileiros que foram pré-selecionados entre os semifinalistas desta décima edição, porém, não foram classificados para etapa final, destacam-se: Marte Um, de Gabriel Martins; Marcélia Cartaxo, por A Mãe; Paloma, de Marcelo Gomes; Bem-vinda a Quixeramobim, de Halder Gomes; A Viagem de Pedro, de Laís Bodanzky; Rômulo Braga e Breno César por Sol, de Lô Politi; Carvão, de Carolina Markowicz; Tarsilinha, de Célia Catunda e Kiko Mistrorigo; os documentários Amigo Secreto, de Maria Augusta Ramos, e Kobra Auto Retrato, de Lina Chamie; entre outros. Além das séries O Rei da TV, Rota 66: A Polícia que Mata e Manhãs de Setembro.

Conheça os indicados ao Prêmio Platino de Cinema Ibero-Americano 2023:

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO | FICÇÃO
Alcarràs, de Carla Simón (Espanha/Itália)
Argentina, 1985, de Santiago Mitre (Argentina/Reino Unido/EUA)
As Bestas, de Rodrigo Sorogoyen (Espanha/França)
Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades, de Alejandro G. Iñárritu (México)

MELHOR DIREÇÃO
Alejandro G. Iñárritu, por Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades
Carla Simón, por Alcarràs
Rodrigo Sorogoyen, por As Bestas
Santiago Mitre, por Argentina, 1985

MELHOR ROTEIRO
1976, escrito por Manuela Martelli e Alejandra Moffat
Argentina, 1985, escrito por Mariano Llinás, Martín Mauregui e Santiago Mitre
As Bestas, escrito por Isabel Peña e Rodrigo Sorogoyen
Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades, escrito por Alejandro G. Iñárritu e Nicolás Giacobone

MELHOR ATRIZ
Aline Küppenheim, por 1976
Antonia Zegers, por El castigo
Laia Costa, por Cinco lobitos
Laura Galán, por Porquinha
Magnolia Núñez, por Carajita

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Alejandra Flechner, por Argentina, 1985
Carmen Machi, por Porquinha
Penélope Cruz, por En los márgenes
Susi Sánchez, por Cinco lobitos

MELHOR ATOR
Daniel Giménez Cacho, por Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades
Luis Tosar, por En los márgenes
Peter Lanzani, por Argentina, 1985
Ricardo Darín, por Argentina, 1985

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Carlos Portaluppi, por Argentina, 1985
Luis Zahera, por As Bestas
Norman Briski, por Argentina, 1985
Ramón Barea, por Cinco lobitos

MELHOR FILME DE ESTREIA IBERO-AMERICANO DE FICÇÃO
1976, de Manuela Martelli (Chile/Argentina)
Cinco lobitos, de Alauda Ruiz de Azúa (Espanha)
La hija de todas las rabias, de Laura Baumeister de Montis (Nicarágua/México/Espanha)
La Jauría, de Andrés Ramírez Pulido (Colômbia)
Utama, de Alejandro Loayza Grisi (Bolívia/Uruguai)

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
Águila y Jaguar: Los Guerreros Legendarios, de Mike R. Ortiz (México)
As Aventuras de Tadeo e a Tábua de Esmeralda, de Enrique Gato (Espanha)
El Paraíso, de Moreno Breser Federico e Fernando Sirianni (Argentina)
Unicorn Wars, de Alberto Vázquez (Espanha)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Bosco, de Alicia Cano (Uruguai)
EAMI, de Paz Encina (Paraguai/México/Argentina)
El Caso Padilla, de Pavel Giroud (Cuba/Espanha)
El Silencio del Topo, de Anaïs Taracena (Guatemala)
Meu País Imaginário, de Patricio Guzmán (Chile)

MELHOR COMÉDIA IBERO-AMERICANA DE FICÇÃO
Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades, de Alejandro G. Iñárritu (México)
Concorrência Oficial, de Mariano Cohn e Gastón Duprat (Espanha/Argentina)
Desconectados, de Diego Rougier (Chile/EUA)
Granizo, de Marcos Carnevale (Argentina)

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Argentina, 1985, por Pedro Osuna
Cinco lobitos, por Aránzazu Calleja
Os Reis do Mundo, por Leonardo Heiblum e Alexis Ruíz
Utama, por Cergio Prudencio

MELHOR EDIÇÃO
Argentina, 1985, por Andrés Pepe Estrada
As Bestas, por Alberto del Campo
Modelo 77, por José M. G. Moyano
Os Reis do Mundo, por Sebastián Hernández e Gustavo Vasco

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
1976, por Francisca Correa
Argentina, 1985, por Micaela Saiegh
Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades, por Eugenio Caballero
Modelo 77, por Pepe Domínguez del Olmo

MELHOR FOTOGRAFIA
Alcarràs, por Daniela Cajías
Argentina, 1985, por Javier Juliá
Os Reis do Mundo, por David Gallego
Utama, por Bárbara Álvarez

MELHOR DESENHO DE SOM
Argentina, 1985, por Santiago Fumagalli
As Bestas, por Aitor Berenguer, Fabiola Ordoyo e Yasmina Praderas
Os Reis do Mundo, por Carlos García
Utama, por Federico Moreira

PREMIO PLATINO AL CINE Y EDUCACIÓN EN VALORES
Argentina, 1985, de Santiago Mitre (Argentina/Reino Unido/EUA)
Cinco lobitos, de Alauda Ruiz de Azúa (Espanha)
O Suplente, de Diego Lerman (Argentina/Espanha/México)
Utama, de Alejandro Loayza Grisi (Bolívia/Uruguai)

MELHOR MINISSÉRIE OU SÉRIE IBERO-AMERICANA
Iosi, o Espião Arrependido (Argentina) (Prime Video)
Meu Querido Zelador (Argentina) (Star+)
Notícia de um Sequestro (Colômbia/Chile) (Prime Video)
Santa Evita (Argentina) (Star+)

MELHOR ATOR | MINISSÉRIE OU SÉRIE
Daniel Giménez Cacho, por Un extraño enemigo
Guillermo Francella, por Meu Querido Zelador
Juan Diego Botto, por Não Gosto de Dirigir
Juan Pablo Raba, por Notícia de um Sequestro

MELHOR ATRIZ | MINISSÉRIE OU SÉRIE
Claudia di Girolamo, por 42 Dias de Escuridão
Cristina Umaña, por Notícia de um Sequestro
Natalia Oreiro, por Santa Evita
Paulina Gaitan, por Detetive Belascoarán

MELHOR ATOR COADJUVANTE | MINISSÉRIE OU SÉRIE
Alejandro Awada, por Iosi, o Espião Arrependido
Andrés Parra, por Detetive Belascoarán
David Lorente, por Não Gosto de Dirigir
Rodrigo Celis, por Notícia de um Sequestro

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE | MINISSÉRIE OU SÉRIE
Amparo Noguera, por 42 Dias de Escuridão
Leonor Watling, por Não Gosto de Dirigir
Majida Issa, por Notícia de um Sequestro
Verónica Echegui, por Intimidade

MELHOR CRIADOR | MINISSÉRIE OU SÉRIE
Andrés Wood e Rodrigo García, por Notícia de um Sequestro
Daniel Burman, por Iosi, o Espião Arrependido
Leonardo Padrón, por Coração Marcado
Mariano Cohn e Gastón Duprat, por Meu Querido Zelador

Foto: Divulgação/Amazon Prime Video.

Curta Caicó 2023 abre inscrições para mostras competitivas e laboratório de roteiro

por: Cinevitor
A atriz Rejane Faria, de Marte Um, marcou presença na edição passada

O Curta Caicó, festival de audiovisual da região do Seridó, no Rio Grande do Norte, já está com inscrições abertas para sua sexta edição. Entre os dias 3 e 31 de março, cineastas e produtores de todo o país poderão inscrever seus curtas-metragens.

Os números do Curta Caicó são significativos: em apenas cinco edições, o festival já recebeu mais de 3.200 inscrições de filmes de todas as regiões do país, além da realização de oficinas de cinema e promoção de debates e fomento ao turismo cultural. Os realizadores interessados em participar do festival podem inscrever seus filmes através de um formulário disponível no site (clique aqui). As inscrições são gratuitas e serão aceitas obras de até 20 minutos com data de finalização a partir de janeiro de 2021.

O festival conta com várias mostras abordando diversos tipos de gêneros e estilos cinematográficos. Uma das novidades desta edição é uma mostra voltada para questões ambientais, como forma de promover a conscientização ambiental. Inclusive, para cada filme selecionado pela curadoria, o festival irá plantar uma muda de planta nativa em Caicó.

Para os realizadores potiguares, há três mostras disponíveis: Potiguar, para filmes de qualquer região do Rio Grande do Norte; Seridó, só para realizadores da região; e Foco RN, voltada para reportagens e produções para web que abordam a cultura e o turismo do Rio Grande do Norte.

O cinema potiguar vive um momento de verdadeira efervescência. Além do reconhecimento internacional de curtas como Sideral, de Carlos Segundo, a produção audiovisual vem crescendo em várias regiões do estado. A interiorização do audiovisual hoje já é realidade e a região do Seridó vem despontando tanto na produção de filmes como na realização de festivais.

O Curta Caicó surgiu em 2018 embalado pela memória afetiva de filmes como Boi de Prata, de Augusto Ribeiro Jr., produzido na cidade no final da década de 1970, e vem movimentando o cenário e fomentando o Seridó como um polo de produção audiovisual.

Além dos filmes, a formação em cinema será um dos focos do festival. Ao todo, serão realizadas seis oficinas em escolas públicas. E, dessa vez, além de Caicó, as oficinas serão em: São José do Seridó, Cruzeta, Acari, Carnaúba dos Dantas e São João do Sabugi. As atividades terão como resultado final a produção de curtas-metragens que serão exibidos na programação do festival.

Outro destaque desse ano é a realização da 2ª edição do LAB RN – Laboratório para Jovens Roteiristas do Rio Grande do Norte, que também já está com inscrições abertas (clique aqui). Realizadores seridoenses poderão inscrever roteiros focados em mestres e mestras da cultura popular; os oito selecionados passarão por uma imersão e serão capacitados por profissionais do cinema.

Os roteiros serão trabalhados, filmados e o resultado final será exibido nas comunidades dos homenageados nos filmes, o que é uma oportunidade ímpar de fomentar a produção audiovisual no Seridó e homenagear mestres e mestras que vem contribuindo para o fortalecimento da cultura popular na região.

Foto: Anny Isabely.

30º Festival de Cinema de Vitória abre inscrições para as mostras competitivas

por: Cinevitor
Johnny Massaro, Higor Campagnaro e Marcélia Cartaxo na edição passada

O Festival de Cinema de Vitória completa 30 anos em 2023 e, para comemorar, o evento promoverá duas edições: no mês de junho, uma edição comemorativa com filmes que marcaram a história do festival; e em setembro, a 30ª edição com a produção recente e inédita do cinema brasileiro.

Para compor a programação do mês de setembro, já estão abertas as inscrições para a seleção de curtas e longas-metragens que serão exibidos nas mostras competitivas do evento. Realizadores e realizadoras de todo o Brasil podem enviar filmes produzidos entre os anos de 2022 e 2023 até 10 de abril, às 23h59, horário de Brasília.

Todo o processo de inscrições e envio de mídia acontece em formato digitalizado e gratuito. Serão aceitos somente os filmes enviados através de link pelo formulário oficial de inscrições (clique aqui). Podem ser inscritos filmes de diversos gêneros, como ficção, documentário, animação, experimental e videoclipe. Serão exibidas apenas as produções que possuam cópia em MOV ou MP4, codec H264.

Os filmes devem ter duração máxima de 25 minutos (créditos inclusos) para curtas-metragens; e, longas-metragens, o mínimo de 70 minutos. O responsável deverá informar, no ato de sua inscrição, em campo próprio e disponível, um link para visualização completa e download na íntegra do filme, preferencialmente Vimeo ou YouTube, e também a senha de acesso, quando for o caso. Não serão aceitos links de transferência de arquivos, como WeTransfer, Dropbox, SendSpace ou qualquer outra ferramenta de alocação de dados que tenha prazo de expiração do link gerado. Não serão aceitas cópias em mídia física para a inscrição.

E mais: filmes anteriormente inscritos e que não foram exibidos não estarão aptos para participar novamente da seleção. Só serão aceitos no máximo dois filmes por realizador(a) ou coletivo de realizadores, de forma que no caso de inscrições além do limite serão consideradas apenas as duas obras mais recentes. As informações completas sobre o processo de inscrição podem ser acessadas no site oficial.

Os filmes escolhidos pela curadoria do festival serão distribuídos em 11 janelas de exibição. Entre elas, estão: a 27ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas, com uma seleção de títulos da safra recente do cinema brasileiro; a 13ª Mostra Competitiva Nacional de Longas, que apresenta um panorama do cinema autoral nacional de longa-metragem; a 13ª Mostra Quatro Estações, com produções que abordam a temática da diversidade sexual; a 12ª Mostra Corsária, com filmes que apresentam pesquisas de linguagem da estética cinematográfica; a 12ª Mostra Foco Capixaba, janela exclusiva para realizadores do Espírito Santo; e a 10ª Mostra Outros Olhares, que propõe a observação da construção de novos mundos a partir de experiências particulares.

A 8ª Mostra Mulheres no Cinema é uma janela para a exibição de filmes dirigidos exclusivamente por mulheres e que aborda as questões de gênero, valorizando a atuação feminina por trás das câmeras; e a 8ª Mostra Cinema e Negritude exibe filmes produzidos exclusivamente por realizadores negros e que tratam da pluralidade de narrativas que atravessam a população negra no Brasil.

A 7ª Mostra Nacional de Videoclipes apresenta produções do gênero experimental por excelência e que fundem música e audiovisual; e a 6ª Mostra Nacional de Cinema Ambiental abre espaço para o debate sobre sustentabilidade e questões ambientais. Fechando as janelas de exibição, a 5ª Mostra Do Outro Lado – Cinema Fantástico traz o universo fantástico e de horror para o evento.

Maior evento de cinema e audiovisual do Espírito Santo, o Festival de Cinema de Vitória completa 30 anos em 2023. Para celebrar a data, será realizada a Mostra Comemorativa 30 anos, que acontecerá entre os dias 14 e 18 de junho, com uma retrospectiva especial com longas e curtas-metragens que marcaram a história do festival. Já no segundo semestre, entre os dias 20 e 25 de setembro, acontecerá a 30ª edição do FCV, que apresentará a safra atual e inédita do cinema brasileiro e que também contará com debates, mesas redondas e muito mais.

Foto: Andie Freitas.

Sindicato dos Roteiristas anuncia vencedores do WGA Awards 2023

por: Cinevitor
Sarah Polley: melhor roteiro adaptado por Entre Mulheres

O Sindicato dos Roteiristas da América, Writers Guild of America, anunciou neste domingo, 05/03, os vencedores do Writers Guild Awards 2023, premiação que elege os melhores roteiros do cinema, TV, novas mídias e rádio. Realizado anualmente desde 1948, o WGA Awards é considerado um dos termômetros para o Oscar.

Escrito por Daniel Kwan e Daniel Scheinert, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, foi eleito o melhor roteiro original. Com isso, o filme se consagra nessa temporada ao vencer todos os prêmios dos principais sindicatos: DGA, PGA, WGA e SAG. O mesmo aconteceu com títulos como Argo, Quem Quer Ser um Milionário?, Beleza Americana e Onde os Fracos Não Têm Vez; todos levaram a estatueta dourada de melhor filme da Academia.

Entre as categorias televisivas, Ruptura, O Urso, The White Lotus, Better Call Saul, Undone e Hacks se destacaram nesta 75ª edição, que aconteceu em Los Angeles e Nova York; as comediantes Janelle James e Michelle Buteau foram as apresentadoras das cerimônias. 

A noite contou também com diversos nomes homenageados, como: o consagrado cineasta Spike Lee, que recebeu o Ian McLellan Hunter Award for Career Achievement; Charlie Kaufman, vencedor do Oscar por Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, que recebeu o Laurel Award for Screenwriting Achievement; Yvette Lee Bowser, roteirista e produtora de TV, que foi honrada com o Paddy Chayefsky Laurel Award for Television Writing Achievement; Rebecca Lenkiewicz, que recebeu o Paul Selvin Award pelo roteiro do longa Ela Disse; o produtor e roteirista Paul Simms, das séries Atlanta e What We Do in the Shadows, que foi homenageado com o Herb Sargent Award for Comedy Excellence; e a roteirista Penelope Koechl, que recebeu o Richard B. Jablow Award.

Conheça os vencedores do WGA Awards 2023 nas categorias de cinema:

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, escrito por Daniel Kwan e Daniel Scheinert

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Entre Mulheres, escrito por Sarah Polley; baseado no livro Women Talking, de Miriam Toews

MELHOR ROTEIRO | DOCUMENTÁRIO
Moonage Daydream, escrito por Brett Morgen

MELHOR ROTEIRO | FILME PARA TV OU NOVAS MÍDIAS
Honor Society, escrito por David A. Goodman

Foto: Amy Sussman/Getty Images for WGAW.

ASC Awards 2023: Mandy Walker é a primeira mulher a vencer o prêmio principal da American Society of Cinematographers

por: Cinevitor
Mandy Walker: primeira mulher a ser premiada na categoria principal

Foram anunciados neste domingo, 05/03, no The Beverly Hilton, em cerimônia apresentada pelo crítico de cinema Ben Mankiewicz, os vencedores do ASC Awards, prêmio organizado pela American Society of Cinematographers, que elege a melhor direção de fotografia em TV e cinema.

Neste ano, a australiana Mandy Walker levou o prêmio de melhor direção de fotografia por Elvis, de Baz Luhrmann. Com isso, torna-se a primeira mulher, em 37 anos, a vencer na categoria principal da premiação realizada pela ASC. Vale lembrar que até hoje, apenas três mulheres foram indicadas ao prêmio principal: além de Mandy, Rachel Morrison por Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississippi, na 32ª edição; e Ari Wegner, por Ataque dos Cães, no ano passado.

Como de costume, a premiação homenageou nomes importantes, entre eles, a consagrada atriz Viola Davis, que recebeu das mãos da cineasta Gina Prince-Bythewood, diretora de A Mulher Rei, o ASC Board of Governors Award, que reconhece indivíduos da indústria cujo trabalho faz contribuições significativas e indeléveis para o cinema. Nas categorias televisivas, The Marvelous Mrs. Maisel, The Old Man e Barry se destacaram. 

Fundada em 1919, a American Society of Cinematographers é uma organização, e não um sindicato, que reúne diretores e diretoras de fotografia com a intenção de discutir técnicas e promover o cinema como uma forma de arte. Desde 1986 realiza seu prêmio anual, o American Society of Cinematographers Awards.

Conheça os vencedores do ASC Awards 2023 nas categorias de cinema:

MELHOR FOTOGRAFIA | LONGA-METRAGEM | FICÇÃO
Elvis, por Mandy Walker

MELHOR FOTOGRAFIA | LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO
Tudo o que Respira, por Ben Bernhard e Riju Das

MELHOR FOTOGRAFIA | FILME PARA TV OU SÉRIE LIMITADA OU PILOTO
The Old Man (episódio: I), por Sean Porter

PRÊMIO SPOTLIGHT
Sturla Brandth Grøvlen, por War Sailor

Foto: Divulgação/Moloshok Photography.

73º ACE Eddie Awards: American Cinema Editors anuncia vencedores

por: Cinevitor
Cena do documentário Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft

Foram anunciados neste domingo, 05/03, os vencedores do Eddie Awards, prêmio organizado pela American Cinema Editors que elege, em votação realizada pelos membros da sociedade, os melhores editores da indústria televisiva e cinematográfica.

Nesta 73ª edição, os longas Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, Top Gun: Maverick, Pinóquio e Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft foram premiados. Nas categorias televisivas, as séries Andor, The White Lotus, O Urso, A Boa Vizinhança e Love, Death & Robots se destacaram.

Além disso, nomes importantes da indústria foram homenageados na cerimônia do Eddie Awards 2023, que aconteceu no Royce Hall, em Los Angeles: os editores Lynne Willingham, vencedora do Emmy por Breaking Bad, e Don Zimmerman, indicado ao Oscar por Amargo Regresso, foram honrados com o Career Achievement Awards; a cineasta Gina Prince-Bythewood, diretora de A Mulher Rei, recebeu o ACE Golden Eddie Filmmaker of the Year Award.

Com o objetivo de discutir e promover a arte criativa do trabalho dos editores, em 1951 foi criada a American Cinema Editors, sociedade formada por diversos nomes renomados da área, que hoje conta com mais de 800 membros. Inicialmente, era realizado um jantar de gala para celebrar os profissionais indicados na categoria de melhor edição do Oscar. Em 1962, os integrantes da ACE decidiram criar o Eddie Awards.

Conheça os vencedores do 73º ACE Eddie Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO | DRAMA
Top Gun: Maverick, por Eddie Hamilton

MELHOR EDIÇÃO | COMÉDIA
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Paul Rogers

MELHOR EDIÇÃO | ANIMAÇÃO
Pinóquio, por Ken Schretzmann e Holly Klein

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO
Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft, por Erin Casper e Jocelyne Chaput

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO | TV OU STREAMING
George Carlin: O Sonho Americano, por Joe Beshenkovsky

MELHOR EDIÇÃO | FILME PARA STREAMING
Weird: The Al Yankovic Story, por Jamie Kennedy

Foto: Divulgação.

Cinema Audio Society anuncia os vencedores do 59º CAS Awards

por: Cinevitor
Tom Cruise em Top Gun: Maverick

Foram anunciados neste sábado, 04/03, em cerimônia apresentada pelo ator Ben Gleib, no InterContinental, em Los Angeles Downtown, os vencedores da 59ª edição do CAS Awards, premiação realizada pela Cinema Audio Society, que elege a melhor mixagem de som em produções televisivas e cinematográficas.

Entre os indicados desta edição, Top Gun: Maverick, dirigido por Joseph Kosinski, se destacou e levou o prêmio de melhor mixagem de som em longa-metragem. Nas categorias televisivas, as séries Only Murders in the Building e Better Call Saul se destacaram.

Os homenageados deste ano foram: o mixador de som Peter J. Devlin, indicado ao Oscar por Pantera Negra, Transformers: O Lado Oculto da Lua, Star Trek, Transformers e Pearl Harbor, que recebeu o CAS Career Achievement Award; e o consagrado cineasta mexicano Alejandro G. Iñárritu, de Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades, que foi honrado com o CAS Filmmaker of the Year.

A Cinema Audio Society é uma organização filantrópica e sem fins lucrativos, que foi fundada em 1964 com o objetivo de compartilhar informações entre os profissionais de som da TV e do cinema. Como de costume, anualmente realiza uma premiação para eleger a melhor mixagem de som em produções televisivas e cinematográficas.

Conheça os vencedores do 59º CAS Awards nas categorias de cinema:

MELHOR MIXAGEM DE SOM | LONGA-METRAGEM
Top Gun: Maverick, por Mark Weingarten, Chris Burdon, Mark Taylor, Al Clay, Stephen Lipson e Blake Collins

MELHOR MIXAGEM DE SOM | ANIMAÇÃO
Pinóquio, por Carlos Sotolongo, Jon Taylor, Frank Montaño, Peter Cobbin, Kirsty Whalley e Tavish Grade

MELHOR MIXAGEM DE SOM | DOCUMENTÁRIO
Moonage Daydream, por Paul Massey, David Giammarco e Jens Rosenlund Petersen

MELHOR MIXAGEM DE SOM | DOCUMENTÁRIO PARA TV, VARIEDADE E SÉRIES MUSICAIS OU ESPECIAIS 
Obi-Wan Kenobi: O Retorno do Jedi (episódio 6, parte 1), por Julian Howarth, Bonnie Wild, Danielle Dupre, Scott R. Lewis, Doc Kane e Jason Butler

Foto: Cedric Dumler/Paramount Pictures.

Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo é o grande vencedor do Independent Spirit Awards 2023

por: Cinevitor
Ke Huy Quan: melhor ator coadjuvante por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

Foram anunciados neste sábado, 04/03, na praia de Santa Monica, Califórnia, os vencedores do Independent Spirit Awards 2023, prêmio que elege as melhores produções independentes do ano.

Em cerimônia apresentada pelo comediante Hasan Minhaj, a 38ª edição consagrou o longa Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, de Daniel Kwan e Daniel Scheinert, que liderava a lista de indicações e levou sete prêmios, entre eles, melhor filme.

Na categoria de melhor filme internacional, o paquistanês Joyland, de Saim Sadiq, que recebeu o Prêmio do Júri na mostra Un Certain Regard, no Festival de Cannes, foi o vencedor; o filme conta com a brasileira Jasmin Tenucci na equipe de montagem. Nas categorias televisivas, Pachinko e O Ensaio se destacaram; Quinta Brunson, de Abbott Elementary, e Ayo Edebiri, de O Urso, foram premiados por suas atuações.

Os comitês de indicações do Spirit Awards, conhecido como o Oscar do cinema independente e realizado pela Film Independent, selecionaram indicados de mais de 25 países diferentes. Os membros contam com roteiristas, diretores, produtores, diretores de fotografia, editores, atores, críticos, diretores de elenco, programadores de festivais e outros profissionais da sétima arte.

Conheça os vencedores do Independent Spirit Awards 2023 nas categorias de cinema:

MELHOR FILME
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, produzido por Daniel Kwan, Mike Larocca, Anthony Russo, Joe Russo, Daniel Scheinert e Jonathan Wang

MELHOR FILME DE ESTREIA
Aftersun, de Charlotte Wells; produzido por Mark Ceryak, Amy Jackson, Barry Jenkins e Adele Romanski

MELHOR DIREÇÃO
Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR ROTEIRO
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, escrito por Daniel Kwan e Daniel Scheinert

MELHOR ROTEIRO DE ESTREIA
Emily the Criminal, escrito por John Patton Ford

MELHOR INTERPRETAÇÃO
Michelle Yeoh, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR INTERPRETAÇÃO COADJUVANTE
Ke Huy Quan, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR INTERPRETAÇÃO REVELAÇÃO
Stephanie Hsu, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR DOCUMENTÁRIO
All the Beauty and the Bloodshed, de Laura Poitras

MELHOR FILME INTERNACIONAL
Joyland, de Saim Sadiq (Paquistão/EUA)

MELHOR FOTOGRAFIA
Tár, por Florian Hoffmeister

MELHOR EDIÇÃO
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Paul Rogers

PRÊMIO JOHN CASSAVETES
The Cathedral, de Ricky D’Ambrose

PRODUCERS AWARD
Tory Lenosky

SOMEONE TO WATCH AWARD
Nikyatu Jusu, por Nanny

TRUER THAN FICTION AWARD
Reid Davenport, por I Didn’t See You There

PRÊMIO ROBERT ALTMAN | MELHOR ELENCO
Entre Mulheres, de Sarah Polley; direção de elenco: John Buchan e Jason Knight
Elenco: Shayla Brown, Jessie Buckley, Claire Foy, Kira Guloien, Kate Hallett, Judith Ivey, Rooney Mara, Sheila McCarthy, Frances McDormand, Michelle McLeod, Liv McNeil, Ben Whishaw e August Winter

Foto: Kevin Winter/Getty Images.

Satellite Awards 2022: conheça os vencedores

por: Cinevitor
Danielle Deadwyler: melhor atriz por Till: A Busca por Justiça

Foram anunciados nesta sexta-feira, 03/03, em Los Angeles, os vencedores do Satellite Awards, prêmio realizado pela International Press Academy, que elege os melhores da indústria do entretenimento em diversas categorias.

Neste ano, em sua 27ª edição, Top Gun: Maverick, de Joseph Kosinski e protagonizado por Tom Cruise, que liderava a lista com dez indicações, recebeu quatro prêmios, entre eles, o de melhor filme dramático; o longa indiano RRR: Revolta, Rebelião, Revolução, de S.S. Rajamouli, recebeu um prêmio especial. Um dos principais objetivos do Satellite Awards é celebrar novos trabalhos de realizadores independentes estabelecidos e em desenvolvimento, dando-lhes acesso a um público maior no mundo todo. 

Nas categorias televisivas, Em Nome do Céu, Pam & Tommy, Dahmer: Um Canibal Americano, The Offer, The Old Man, Billions, The Boys, The Handmaid’s Tale, Better Call Saul, Barry e Only Murders in the Building se destacaram na premiação.

Fundada em 1996, a International Press Academy é uma associação de mídia de entretenimento com membros votantes do mundo todo que atuam em jornais, TV, rádio, blogs e novas plataformas de mais de vinte países. Com a intenção de honrar as excelências artísticas dos filmes, seriados, rádio e novas mídias, a IPA criou o Satellite Awards, antes conhecido como The Golden Satellite Awards.

Conheça os vencedores nas categorias de cinema do 27º Satellite Awards:

MELHOR FILME | DRAMA
Top Gun: Maverick

MELHOR FILME | COMÉDIA OU MUSICAL
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR FILME INTERNACIONAL
Argentina, 1985, de Santiago Mitre (Argentina)

MELHOR ANIMAÇÃO
Marcel the Shell With Shoes On

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft

MELHOR FILME PARA TV OU STREAMING
Weird: The Al Yankovic Story

MELHOR DIREÇÃO
James Cameron, por Avatar: O Caminho da Água

MELHOR ATRIZ | DRAMA
Danielle Deadwyler, por Till: A Busca por Justiça

MELHOR ATOR | DRAMA
Brendan Fraser, por A Baleia

MELHOR ATRIZ | COMÉDIA OU MUSICAL
Michelle Yeoh, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR ATOR | COMÉDIA OU MUSICAL
Austin Butler, por Elvis

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Claire Foy, por Entre Mulheres

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Ke Huy Quan, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Os Banshees de Inisherin, escrito por Martin McDonagh

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Entre Mulheres, escrito por Sarah Polley

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE E DESIGN DE PRODUÇÃO
Babilônia, por Florencia Martin e Anthony Carlino

MELHOR FOTOGRAFIA
Top Gun: Maverick, por Claudio Miranda

MELHOR FIGURINO
Babilônia, por Mary Zophres

MELHOR EDIÇÃO
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, por Paul Rogers

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Babilônia, por Justin Hurwitz

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
Hold My Hand, por Lady Gaga (Top Gun: Maverick)

MELHOR SOM | EDIÇÃO E MIXAGEM
Top Gun: Maverick, por Al Nelson, James H. Mather, Mark Weingarten, Chris Burdon e Mark Taylor

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Avatar: O Caminho da Água, por Joe Letteri, Eric Saindon, Richie Baneham e Daniel Barrett

MELHOR ELENCO | FILME
Glass Onion: Um Mistério Knives Out

MELHOR ELENCO | SÉRIE
Winning Time: The Rise of the Lakers Dynasty

MELHOR PERFORMANCE | REVELAÇÃO
Bhavin Rabari, por Last Film Show

PRÊMIO SATELLITE HONORÁRIO
RRR: Revolta, Rebelião, Revolução

PRÊMIO MARY PICKFORD
TBA

MELHOR PERFORMANCE DUBLÊ
Casey O’Neill, por Top Gun: Maverick

PRÊMIO AUTEUR
Martin McDonagh

PRÊMIO HUMANITÁRIO
Joe Mantegna

PRÊMIO TESLA
Ryan Tudhope

Foto: Lynsey Weatherspoon/Orion Pictures.

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por: Cinevitor

Direção: Lukas Dhont

Elenco: Eden Dambrine, Gustav De Waele, Émilie Dequenne, Léa Drucker, Igor van Dessel, Kevin Janssens, Marc Weiss, Léon Bataille, Serine Ayari, Robin Keyaert, Herman van Slambrouck, Iven Deduytschaver, Jeffrey Vanhaeren, Hélène Theunissen, Baptiste Bataille, Pieter Piron, Freya De Corte, Ahlaam Teghadouini, Hervé Guerrisi, Mezi Atwood, Pauline Delbaere, Elodie Barthels, James.

Ano: 2022

Sinopse: Com 13 anos, Léo e Rémi são inseparáveis; melhores amigos, tão próximos como irmãos. Eles passam cada momento juntos, brincando nos campos de flores e dormindo na casa um do outro. No entanto, quando começam um novo ano escolar, as pressões do início da adolescência desafiam seu vínculo com consequências inesperadas e significativas de longo alcance.

Nota do CINEVITOR: