59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor
Martha Nowill em Privadas de Suas Vidas, de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner

A mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou a seleção de sua 59ª edição, que acontecerá entre os dias 11 e 19 de setembro, no Cine Brasília, exibindo produções marcadas pela diversidade temática, de linguagem e de regiões. Com novas sessões especiais e mostras paralelas, o festival ainda conta com programações formativas, atividades de mercado e ações em outros equipamentos culturais do Distrito Federal

Sob a presidência do secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, com direção geral de Sara Rocha, o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem direção artística do crítico, cineasta e programador Eduardo Valente. A edição apresenta um panorama do mais novo cinema brasileiro, com produções de Norte a Sul do país, além de exibir alguns clássicos e materiais raros históricos.

O Festival de Brasília 2026 registrou um recorde de inscrições, com quase 2 mil títulos entre curtas e longas, dos quais foram selecionados 7 longas-metragens e 12 curtas para a Mostra Competitiva Nacional, além de 4 longas e 8 curtas para a Mostra Brasília. Ao todo, o festival exibirá mais de 70 produções, distribuídas em seis outras mostras e nas sessões especiais, hors concours, incluindo a sessão de abertura, com exibição do curta Brasília Planejamento Urbano (1965), de Fernando Coni Campos, e do longa inédito A Pele Morta, de Denise Moraes e Bruno Torres; e a de encerramento, com Verão da Lata, de Santiago Dellape

“É muito sintomático que o Festival de Brasília possa se iniciar e finalizar com obras de cineastas locais, dando sinais da força e variedade da cena brasiliense, que estará exemplificada também ao longo de toda a duração do evento. Ainda mais significativo por serem ambas obras realizadas por estes cineastas fora de Brasília como cenário, num dos casos inclusive com filmagens fora do Brasil: é um símbolo forte da expansão das fronteiras da atuação dos artistas locais”, definiu Eduardo Valente, diretor artístico do evento. 

No caso do filme de abertura, o público assistirá a um projeto que seria dirigido por um dos grandes nomes históricos do cinema brasiliense, Geraldo Moraes, pai dos dois realizadores que assinam a obra, e que assumiram o projeto após o falecimento dele; o filme tem produção de sua companheira, Solange Moraes. Já o longa de encerramento, Verão da Lata, é uma das grandes apostas do cinema nacional para a próxima temporada de verão, numa comédia de ação com um elenco estelar liderado por Samantha Schmütz e Babu Santana, com direção do cineasta brasiliense Santiago Dellape.

Como faz parte de sua tradição, o Festival de Brasília celebra todo ano alguns nomes essenciais para a história do cinema brasileiro. Nesse sentido, a atriz Julia Lemmertz terá sua carreira reconhecida com o Troféu Candango de Conjunto da Obra na abertura do festival e, durante a programação, será reexibido o filme A Cor do Seu Destino (1986), de Jorge Durán, recentemente restaurado, em celebração aos 40 anos do lançamento da obra pela qual recebeu o Candango de melhor atriz coadjuvante à época. 

Reconhecida com o Prêmio Leila Diniz, outorgado a mulheres que abriram caminhos dentro do cinema nacional, a cineasta Tata Amaral terá sua trajetória celebrada dentro do festival. Pela ocasião do prêmio, o evento exibirá seu primeiro longa-metragem, de 1996, Um Céu de Estrelas, há 30 anos, pelo qual foi premiada com o Candango de melhor direção, um prêmio que ela já tinha ganho em 1991 pelo curta Viver a Vida. Além desses dois prêmios individuais, Tata também foi premiada em 2011 como melhor longa por Hoje, ganhador de outros quatro prêmios.

Dez anos depois de sua criação, a Medalha Paulo Emílio Sales Gomes deste ano será concedida à museóloga e conservadora audiovisual Fernanda Coelho, por sua contribuição à preservação da memória e ao pensamento e ao ensino do cinema no Brasil. Também professora na área de Museologia, ela se destaca pela trajetória de 36 anos na Cinemateca Brasileira, tendo formado gerações de profissionais de preservação do cinema brasileiro. Ela receberá a láurea durante a sessão das 18h de domingo, 13/09, da mostra História(s) do Cinema Brasileiro, no Cine Brasília, na qual também serão exibidos trechos dos materiais do Arquivo Público do DF, que passa atualmente por um amplo processo de restauro.

Norberto Novais Oliveira em Se Eu Fosse Vivo…Vivia, de André Novais Oliveira

Na Mostra Competitiva Nacional, a seleção oficial do 59º Festival de Brasília reúne sete longas. Além de contar com a participação do diretor artístico do festival, os filmes foram selecionados pelos seguintes curadores: Janaína Oliveira, Rafaella Rezende, Luís Fernando Moura e Leonardo Bomfim. O júri desta mostra será formado por Simone Spoladore, Débora Butruce, Jom Tob Azulay e Daniel Bandeira

Já a seleção de curtas nacionais inclui 12 títulos. Sob a supervisão da direção artística, compuseram a comissão de seleção dos curtas os curadores: André Dib, Lorenna Montenegro, Sergio Silva, Karen Black, Bruno Victor e Waleska Antunes. O júri contará com Noá Bonoba, Marina Person, Monique Sobral, Viviane Pistache e Tiago de Aragão

Os selecionados para as mostras competitivas nacionais serão remunerados com cachê de seleção nos valores de R$ 30 mil para longas-metragens e R$ 10 mil para curtas. Há ainda prêmios em dinheiro, como o Prêmio Canal Brasil de Curtas, que concede R$ 15 mil ao filme eleito por júri montado pelo canal; e prêmios em mídia, como o do Canal Like, que concede R$ 50 mil em anúncios no canal ao melhor longa pelo Júri Oficial. As sessões acontecem sempre no Cine Brasília, na Sala Vladimir Carvalho, às 21h. A reprise dos filmes da Mostra Competitiva Nacional será realizada na Sala 2, no Cine Cultura Liberty Mall, entre os dias 13 e 19 de setembro, às 10h, com entrada franca.

Na Mostra Brasília, janela dedicada a produções realizadas no Distrito Federal, os filmes selecionados concorrem ao 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal e a um total de R$ 298 mil em prêmios. Esta é uma iniciativa da Câmara Legislativa do Distrito Federal e a comissão de seleção foi composta por Ana Arruda, Bethania Maia, Daniela Diniz, Marcelo Barbosa e Paulo Duro Moraes.

A seleção inclui quatro longas-metragens e onze curtas-metragens. O júri será formado por Lila Foster, Fabrício Duque e Santiago Dellape. As sessões acontecem sempre no Cine Brasília, na Sala Vladimir Carvalho, às 18h, com sessões às 19h45 no Complexo Cultural de Planaltina e no Campus da Universidade Católica em Taguatinga, entre os dias 14 e 18 de setembro, sempre com entrada franca, sujeita à lotação da sala, e com aferição de Júri Popular em todas as sessões. 

A programação do Festival de Brasília se desdobra em diversas mostras, além da Competitiva Nacional e Brasília. O Festivalzinho é uma das vitrines mais tradicionais, voltada para exibição de produções infantojuvenis com sete filmes programados nas manhãs entre 13 e 17 de setembro no Cine Brasília, no Complexo Cultural de Planaltina e na Universidade Católica em Taguatinga. Já a mostra tradicional realizada há muitos anos, a Festival dos Festivais reúne filmes que realizaram suas estreias em outros festivais, mas que são exibidos agora pela primeira vez para o público do DF.

Na sempre muito aguardada Mostra Caleidoscópio, também competitiva, serão exibidos filmes instigantes, de forte voz artística e autoral. As produções concorrem entre si ao Prêmio do Júri Fipresci, da Federação Internacional de Críticos de Cinema, que contará com Maja Korbecka (Alemanha), Héctor Llanos Martínez (Espanha) e Helvecio Parente (Brasil); e ao Prêmio Jean-Claude Bernardet, conferido pelo Júri Jovem, formado por estudantes de audiovisual da UnB, Universidade de Brasília, berço do festival, que contará com: Iara Sousa, Letícia Negreiros, Maria Luiza Rocha, Neurillan e Vitor Pontes; sob coordenação de Mariana Souto e Pablo Gonçalo

Tendo sido realizada nos últimos anos, a mostra História(s) do Cinema Brasileiro terá dois conjuntos de filmes que fazem referência à importante tradição do cinema nacional. A primeira de Clássicos; e o segundo bloco com novos títulos cujas narrativas fazem referência a artistas ou filmes históricos do cinema brasileiro. É o caso de Adeus, Brasília, de Moacir Macedo, que une materiais de uma inédita e recente entrevista com Vladimir Carvalho a imagens da despedida ao cineasta realizada no próprio Cine Brasília; Fernando Coni Campos: Cada um Vive como Sonha, de Luis Abramo e Pedro Rossi, que faz um resumo da carreira do artista e que terá um curta exibido na abertura; e o documentário Drops de Anis, de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro, em que os cineastas examinam a relação entre o cinema brasileiro, a crítica e o público através de dezenas de entrevistas realizadas com expoentes de cada um desses segmentos. Algumas destas conversas, inclusive, foram filmadas por ocasião do Festival de Brasília de 2025

Finalmente, retomando uma iniciativa bem-sucedida da edição de 2025, a Mostra Premiere DF apresentará dois títulos brasilienses inéditos: Jornada nas Estrelas, de Angelo Pignaton; e Brasifilia, de Francenilton Klava. Por fim, a Sessão Vozes e Lutas exibirá dois filmes sobre movimentos políticos e culturais relevantes, e realizará um debate após essa exibição: o curta brasiliense A Última Diária, de Marcelo Pelucio e Felipe Cortes; e o longa Pontos de Partida, obra póstuma do grande cineasta, que foi também diretor do Festival de Brasília, Silvio Tendler

Cena do curta potiguar Mariposa, de Alexandre Américo e Pedro Vitor

Neste ano, serão realizados 19 debates de filmes do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, consolidando-se como espaços essenciais de reflexão e diálogo entre realizadores, críticos e o público. Destaque também para as atividades do Ambiente de Mercado deste ano, que apresentará um lançamento de peso: três episódios da série pernambucana inédita Delegado, dirigida por Marcelo Lordello e Leonardo Lacca, com produção de Kleber Mendonça Filho e Emilie Lesclaux. É uma iniciativa inédita na história do evento; pela primeira vez, o festival exibirá na sua sala principal, o histórico Cine Brasília, episódios de uma série audiovisual, em sessão especial

Os motivos para essa primeira vez são muitos, na relação desta obra com a história do próprio festival: Delegado é uma produção da Cinemascópio, empresa capitaneada por Emilie Lesclaux e Kleber Mendonça Filho, cujo O Agente Secreto foi o filme de abertura da última edição, além de vários outros de seus trabalhos exibidos ao longo dos anos. Além disso, a série tem direção de dois cineastas pernambucanos com extensa e premiada participação no festival: Leonardo Lacca venceu o prêmio de melhor direção na competitiva de curtas em 2007 com Décimo Segundo, enquanto Lordello já competiu mais de uma vez com longas no festival, tendo recebido o prêmio de melhor filme de longa-metragem de ficção com sua estreia, Eles Voltam (2012). Complementando essa relação intensa entre os principais responsáveis artísticos pela obra, Delegado fará parte da programação do Canal Brasil, um dos mais constantes e importantes parceiros históricos do festival, desde que o canal foi criado. 

A série é protagonizada por Johnny Massaro e conta também com Alice Carvalho, Rubens Santos, Hermila Guedes, Virginia Cavendish, Igor de Araújo, Narcival Rubens, Georgette Fadel, Nataly Rocha, Tuca Andrada, Robson Medeiros, Joálisson Cunha e Tânia Maria no elenco: “Por tudo isso, é uma honra para o festival inaugurar esse novo espaço de gala para o audiovisual brasileiro na tela do Cine Brasília, com uma exibição em horário nobre no primeiro final de semana do evento”, reconhece Sara Rocha, diretora-geral do Festival de Brasília. Logo após a sessão, Kleber Mendonça Filho lançará o livro do roteiro de O Agente Secreto e, no domingo, 13/09, será realizada a coletiva de imprensa com equipe e elenco às 14h; às 16h, Emilie Lesclaux apresentará uma masterclass sobre produção de cinema e construção de trajetórias com mediação da jornalista Simone Zuccolotto.

O Ambiente de Mercado também apresentará as tradicionais Rodadas de Negócio, encontros estratégicos organizados para promover a interação direta entre profissionais e players do setor audiovisual, facilitando oportunidades de coprodução, investimento, distribuição e outras colaborações comerciais, com reuniões de 20 minutos, mediante seleção dos participantes. Uma novidade deste ano é o Meet the Critic, inspirado nos encontros exclusivos realizados em mercados internacionais; esta ação reúne até 15 realizadores para uma conversa com a crítica e pesquisadora Maja Korbecka (Alemanha). 

A programação do Ambiente de Mercado terá também oficinas, painéis internacionais, pitching para jogos eletrônicos e a Mostra de VR IMERSÃO EM PERSONA: Humanidades em Realidade Virtual, do projeto Visita 360, do Senado Federal. A Conferência do Audiovisual Nacional estará de volta para sua sexta edição dentro da programação do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, nos dias 14 e 15 de setembro, na área anexa ao Cine Brasília, reafirmando-se como um espaço fundamental para a discussão, articulação e planejamento do futuro do audiovisual brasileiro. 

A extensa programação de atividades formativas e de encontros setoriais confere oportunidade para que o público se qualifique, participe de debates e conheça mais a fundo as demandas do setor audiovisual. As oficinas do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro integram um importante eixo da programação dedicado à formação, à troca de experiências e à ampliação do acesso ao conhecimento no campo audiovisual. Por meio de atividades voltadas ao desenvolvimento técnico, artístico e crítico, as oficinas contribuem para a qualificação de novos talentos, o aperfeiçoamento de profissionais e o fortalecimento da diversidade de olhares e práticas no cinema brasileiro. Profissionais como Nina Maria, Micael Guimarães, Noá Bonoba, Luiz Joaquim e Karen Akerman serão responsáveis pelas oficinas. 

Os encontros setoriais do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro também estão confirmados e se apresentam como espaços estratégicos de diálogo, articulação e escuta entre profissionais, entidades, gestores e a sociedade civil, fortalecendo a construção e o aprimoramento de políticas públicas para o audiovisual

A cerimônia de premiação do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro será realizada no Cine Brasília, na sexta-feira, 19/09, das 17h às 20h, comandada por Barbara Colen e Simone Zuccolotto. A premiação será seguida da Sessão Especial de Encerramento com Verão da Lata, às 21h. Ambas as atividades são abertas ao público. 

Conheça os filmes selecionados para o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2026:

FILME DE ABERTURA
A Pele Morta, Bruno Fatumbi Torres e Denise Moraes (BA)

FILME DE ENCERRAMENTO
O Verão da Lata, de Santiago Dellape (DF/RJ)

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | LONGAS

Ana, En Passant, de Fernanda Salgado (MG)
Pequenas Tragédias, de Daniel Nolasco (GO)
Privadas de Suas Vidas, de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner (SP)
Sabes de Mim, Agora Esqueça, de Denise Vieira (DF)
Se Eu Fosse Vivo…Vivia, de André Novais Oliveira (MG)
Todo o Sentimento, de Ary Rosa e Glenda Nicácio (BA)
Tudo é Tempo, de Marcos Guttmann (RJ)

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | CURTAS

Banho de Choque, de Cintia Lima (PE)
Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro (SP)
Cidão, de Ale Gama (GO)
Descarrilho, de Aline Gutierres (RS)
Fundura, de Catapreta (MG)
Futuro Decadance, de Leviathan (AL)
Gastronomia do Olho, de Nicolau (DF)
Lagoa do Abandono, de Diego Maia (CE)
Mariposa, de Alexandre Américo e Pedro Vitor (RN)
Poronga, de Rafael Rogante (RO)
Tiró e a Onça, de Wera Poty (SP)
Vejo Você de Repente, de Aída da Costa (CE)

MOSTRA CALEIDOSCÓPIO

Cacimba, de Rodrigo Campos (MG)
Mulheres do Bando, de Thamires Vieira (BA)
Os Fantasmas Gentis, de Caetano Gotardo (SP)
Os Vivos Caminham a Terra, de Pedro Maia de Brito (PE)
Tempo à Faca, de Diogo Oliveira (BA)

MOSTRA BRASÍLIA | LONGAS

Amadeo e o Hipotético Mundo Novo, de Brenda Lígia e Edu Felistoque
Mapas, de Rafael Lobo
Nem Todos Sabem, de Edileuza Penha de Souza
Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça

MOSTRA BRASÍLIA | CURTAS

A Arte Perdida da Lombada, de Helena Sarmento e Gabriel Brito
Ar-Dor, de Mike Peixoto
Dora, de Murilo Abreu
Hacker Leonilia, de Gustavo Fontele
Impostor, de Rafael Gontijo
Isso Aqui e Várzea!, de Flávio Costa
Madre, de Talita Carvalho e Carol Matias
Não Há Crime no Plano Piloto, de Gabriel Machado
O Jardim Mágico, de Naira Carneiro e Carlon Hardt
Rima, de Josianne Diniz
Vinte Vinte Quatro, de Davi Pieri

SESSÕES ESPECIAIS

A Última Diária, de Marcelo Pelúcio e Zefel Coff (DF)
Delegado, de Marcelo Lordello e Leonardo Lacca (PE)
Histórias de Terror e Delicadeza, de Jimi Figueiredo e Sérgio Sartório (DF)
Música Secular, de Emanuel Lavor (DF)
Norte Sul Esquerda Direita, de Ricardo Ribeiro (SP)
Pitico: Hermes Ayres Azevedo (1881-1959) – Historiador da Província, de Julio Bressane (RJ)
Pontos de Partida, de Silvio Tendler (SP/RJ)

MOSTRA HISTÓRIA(S) DO CINEMA BRASILEIRO | CONTEMPORÂNEOS

Adeus Brasília, de Moacir Macedo (DF)
Drops de Anis, de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro (RJ)
Fernando Coni Campos: Cada um Vive como Sonha, de Luis Abramo e Pedro Rossi (RJ)

MOSTRA HISTÓRIA(S) DO CINEMA BRASILEIRO | CLÁSSICOS

A Cor do seu Destino, de Jorge Durán (1986)
A Paisagem Natural, de Vladimir Carvalho (1991)
Brasília Segundo Feldman, de Vladimir Carvalho (1979)
Brasília: Planejamento Urbano, de Fernando Coni Campos (1964)
Drops de Cinema do Arquivo Público DF + Parque Rogério Pithon Farias
O Sertão do Rio do Peixe, de Vladimir Carvalho
Um Céu de Estrelas, de Tata Amaral (1996)

FESTIVAL DOS FESTIVAIS

A Caminhada Sagrada de Tatatxi Ywarete, de Wera Djekupe (ES)
Afrolatinas: Mulheres Negras em Movimentos, de Viviane Ferreira (BA)
Flora & Airto: O Som Revolucionário, de Jom Tob Azulay (RJ)
Para os Guardados, de Desali e Rafael dos Santos Rocha (MG)
Proust Palimpsesto, de Carlos Adriano (SP)

PREMIERE DF

Brasifilia, de Francenilton Klava (DF)
Jornada nas Estrelas, de Angelo Pignaton (DF)

FESTIVALZINHO | LONGAS

Folclórica, de Rodrigo Aragão (ES)
O Menino que Carregava Água na Peneira, de Daniel Leite Almeida (MS)

FESTIVALZINHO | CURTAS

Bruce Spike: Missão Contra o Medo, de Lucas Bezerril e Gabriella Plothow (MT)
Em que Língua Você Ri?, de Giuliano Robert (PR)
Omedodeedu, de Bruno Mazzilli e Tiago Judas (SP)
Sonhos Voadores, de Luiz do Futuro, Marcos Vasconcelos e Vannesa Fort (SP)
Theo, de Monica Palazzo e Jo Galvv (SP)

Fotos: Divulgação/RT Features/Leonor Teles.

Comentários