Prêmio Grande Otelo 2025: curtas selecionados para o primeiro turno estão disponíveis no Porta Curtas

por: Cinevitor
Helena Ignez no curta Helena de Guaratiba, de Karen Black

A Academia Brasileira de Cinema divulgou recentemente os títulos inscritos para o primeiro turno do Prêmio Grande Otelo 2025, antes chamado de Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, que acontecerá no dia 30 de julho, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.

Os títulos serão avaliados pelos membros da Academia, que depois escolherão os finalistas da 24ª edição em 29 categorias. No ano passado, Pedágio, dirigido por Carolina Markowicz, se destacou com três prêmios, entre eles, melhor longa-metragem de ficção. Os curtas premiados em 2024 foram: Mulher Vestida de Sol, de Patrícia Moreira; Thuë pihi kuuwi: Uma Mulher Pensando, de Aida Harikariyoma Yanomami, Edmar Tokorino Yanomami e Roseane Yanomami; e A Menina e o Mar, de Gabriel Mellin

Neste ano, a Academia repete a parceria com o site Porta Curtas e os indicados ao Troféu Grande Otelo nas categorias de curta-metragem neste primeiro turno estão disponíveis gratuitamente para o público (clique aqui) até o dia 23 de junho. A seleção apresenta alguns dos filmes mais instigantes da última temporada, compondo um panorama diversificado da rica produção de curtas do ano que passou; são 60 filmes brasileiros entre ficção, documentário e animação.

O resultado da votação interna da comunidade do Porta Curtas, que não interfere no resultado final do Prêmio Grande Otelo, será divulgado no próprio site. Paralelamente, os membros da Academia Brasileira de Cinema escolhem os finalistas em cada categoria entre todos os selecionados deste primeiro turno e, depois, elegem os vencedores.

Vale destacar que o filme Sem Título # 9: Nem Todas as Flores da Falta, de Carlos Adriano, também foi selecionado pela Academia Brasileira de Cinema, mas não está disponível para exibição por questões contratuais.

Conheça os curtas selecionados para o primeiro turno de 2025 e disponíveis no Porta Curtas:

FICÇÃO

2 Brasis, de Helder Fruteira e Carol Aó (SP)
Bença, de Manu Cappo (PR)
Boi de Conchas, de Daniel Barosa (SP)
Carne Fresca, de Giovani Barros (RJ)
Cassino, de Gianluca Cozza (RS)
Cida Tem Duas Sílabas, de Giovanna Castellari (SP)
Dia de Preto, de Beto Oliveira (SP)
E Seu Corpo é Belo, de Yuri Costa (RJ)
Helena de Guaratiba, de Karen Black (RJ)
Maputo, de Lucas Abrahão (SP)
Movimentos Migratórios, de Rogério Cathalá (BA)
O Lado de Fora Fica Aqui Dentro, de Larissa Barbosa (MG)
O que Fica de Quem Vai, de André Zamith e Vinícius Cerqueira (SP)
Pássaro Memória, de Leonardo Martinelli (RJ)
Pequenas Insurreições, de William de Oliveira (PR)
Quando Aqui, de André Novais Oliveira (MG)
Sabão Líquido, de Fernanda Reis e Gabriel Faccini (RS)
Samuel Foi Trabalhar, de Janderson Felipe e Lucas Litrento (AL)
Se Eu Tô Aqui é por Mistério, de Clari Ribeiro (RJ)
Sereia, de Estevan de la Fuente (PR)
Soneca e Jupa, de Rodrigo R. Meireles (MG)
Toró, de Clara Ferrer e Marcella C. De Finis (RJ)
Zagêro, de Victor Di Marco e Márcio Picoli (RS)

DOCUMENTÁRIO

A Noite de Garrafadas, de Eder Gomes Barbosa (RJ)
Aguyjevete Avaxi’i, de Kerexu Martim (SP)
As Placas São Invisíveis, de Gabrielle Ferreira (SP)
Até Onde o Mundo Alcança, de Daniel Frota de Abreu (RJ)
Cavaram uma Cova no meu Coração, de Ulisses Arthur (AL)
Céu, de Valtyennya Pires (PB)
Das Águas, de Adalberto Oliveira e Tiago Martins Rêgo (PE)
Dois Nilos, de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro (RJ)
Eu Fui Assistente do Eduardo Coutinho, de Allan Ribeiro (RJ)
Mandinga de Gorila, de Juliana Gonçalves e Luzé (RJ)
Mar de Dentro, de Lia Letícia (PE)
Mborairapé, de Roney Freitas (SP)
O que Nos Espera, de Chico Bahia e Bruno Xaxier (SP)
Quebrante, de Janaina Wagner (PA)
Rosa, de Pedro Murad (RJ)
Ruth, de Sonia Guggisberg (SP)
Serão, de Caio Bernardo (PB)
Sertão, América, de Marcela Ilha Bordin (ES)
Stella do Patrocínio e a Gênese da Poesia, de Milena Manfredini (RJ)
Utopia Muda, de Julio Matos (SP)
Vento Dourado, de André Hayato Saito (SP)
Você, de Elisa Bessa (RJ)
Vollúpya, de Éri Sarmet e Jocimar Dias Jr. (RJ)

ANIMAÇÃO

A Menina e o Pote, de Valentina Homem (PE)
Contos Mirabolantes: O Olho do Mapinguari, de Andrei Miralha e Petronio Medeiros (PA)
Dona Beatriz Ñsîmba Vita, de Catapreta (MG)
Eu e o Boi, o Boi e Eu, de Jane Carmen Oliveira (MG)
Eu Sou um Pastor Alemão, de Angelo Defanti (RJ)
Hoje Eu Só Volto Amanhã, de Diego Lacerda (PE)
Kabuki, de Tiago Minamisawa (SC/SP)
Lagrimar, de Paula Vanina (RN)
Lulina e a Lua, de Marcus Vinicius Vasconcelos e Alois Di Leo (SP)
Menino Monstro, de Guilherme Alvernaz (SP)
O Cacto, de Ricardo Kump (SP)
Pororoca, de Francisco Franco e Fernanda Roque (MG)
Posso Contar nos Dedos, de Victória Kaminski (RS)
Receita de Vó, de Carlon Hardt (PR)

Foto: Divulgação.

Comentários