Festival de Cinema de Veneza 2025: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor
Oscar Isaac em Frankenstein, de Guillermo del Toro: filme em competição

A 82ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontecerá entre os dias 27 de agosto e 6 de setembro, revelou, nesta terça-feira, 22/07, em uma coletiva de imprensa comandada por Pietrangelo Buttafuoco e Alberto Barbera, a lista completa com os filmes selecionados para este ano.

Na Competição Internacional, que traz 21 títulos na disputa pelo Leão de Ouro, prêmio máximo do evento, nomes consagrados se destacam, como: Kathryn Bigelow, que já foi premiada com Guerra ao Terror; Yorgos Lanthimos, que foi consagrado com Pobres Criaturas e premiado com A Favorita e Alpes; Guillermo Del Toro, vencedor do Leão de Ouro com A Forma da Água; Noah Baumbach, que exibiu História de um Casamento e foi premiado com Ruído Branco; François Ozon, que já passou com O Amor em 5 Tempos, Potiche: Esposa Troféu e Frantz; entre muitos outros. 

Como já anunciado anteriormente, o cineasta e roteirista americano Alexander Payne será o presidente do Júri Internacional da Competição, que contará também com a atriz brasileira Fernanda Torres, que passou pelo festival italiano no ano passado com o consagrado Ainda Estou Aqui, de Walter Salles

Para esta edição, 4.580 títulos foram inscritos; 1.936 longas-metragens e 2.353 curtas. Ao total, 66,35% eram filmes dirigidos por homens, 32,7% por mulheres e 1,38% de outros gêneros. 

O cinema brasileiro, infelizmente, não aparece com nenhum filme em competição. Porém, na mostra Venice Immersive, a produção The Midnight Walk, de Klaus Lyngeled e Olov Redmalm, uma coprodução entre Suécia, Brasil e Índia, foi selecionada, fora de competição, para a seção Best of Experiences

Conheça os filmes selecionados para o 82º Festival de Veneza:

VENEZIA 82 | COMPETIÇÃO

A House of Dynamite, de Kathryn Bigelow (EUA)
À pied d’œuvre, de Valérie Donzelli (França)
Bugonia, de Yorgos Lanthimos (Reino Unido)
Duse, de Pietro Marcello (Itália)
Elisa, de Leonardo Di Costanzo (Itália/Suíça)
Eojjeol suga eopda (No Other Choice), de Park Chan-wook (Coreia do Sul)
Father Mother Sister Brother, de Jim Jarmusch (EUA/Irlanda/França)
Frankenstein, de Guillermo del Toro (EUA)
Jay Kelly, de Noah Baumbach (EUA/Reino Unido/Itália)
L’étranger (The Stranger), de François Ozon (França)
La Grazia, de Paolo Sorrentino (Itália) (filme de abertura)
Nühai (Girl), de Shu Qi (Taiwan)
Orphan, de László Nemes (Hungria/Reino Unido/Alemanha/França)
Ri gua zhong tian (Sun rises on us all), de Cai Shangjun (China)
Silent Friend, de Ildikó Enyedi (Alemanha/França/Hungria)
Sotto le nuvole, de Gianfranco Rosi (Itália)
The Smashing Machine, de Benny Safdie (Canadá/EUA/Japão)
The Testament of Ann Lee, de Mona Fastvold (Reino Unido)
The Voice of Hind Rajab, de Kaouther Ben Hania (Tunísia/França)
The Wizard of the Kremlin, de Olivier Assayas (França)
Un film fatto per Bene, de Franco Maresco (Itália)

ORIZZONTI | COMPETIÇÃO

Barrio triste, de Stillz (Colômbia/EUA)
Dinți de lapte (Milk Teeth), de Mihai Mincan (Romênia/França/Dinamarca/Grécia/Bulgária)
En el camino, de David Pablos (México/França)
Estrany riu (Strange River), de Jaume Claret Muxart (Espanha/Alemanha)
Funeral Casino Blues, de Roderick Warich (Alemanha)
Grand Ciel, de Akihiro Hata (França/Luxemburgo)
Harà Watan (Lost Land), de Akio Fujimoto (Japão/França/Malásia/Alemanha)
Hiedra, de Ana Cristina Barragan (Equador/México/França/Espanha)
Human Resource, de Nawapol Thamrongrattanarit (Tailândia)
Il rapimento di Arabella, de Carolina Cavalli (Itália)
Komedie elahi (Divine Comedy), de Ali Asgari (Irã/Itália/França/Alemanha/Turquia)
Late Fame, de Kent Jones (EUA)
Mother, de Teona Strugar Mitevska (Bélgica/Macedônia do Norte/Suécia/Dinamarca/Bósnia e Herzegovina)
Otec (Father), de Tereza Nvotová (Eslováquia/República Tcheca/Polônia)
Pin de Fartie, de Alejo Moguillansky (Argentina)
Rose of Nevada, de Mark Jenkin (Reino Unido)
Songs of Forgotten Trees, de Anuparna Roy (Índia)
The Souffleur, de Gastón Solnicki (Áustria/Argentina)
Un anno di scuola, de Laura Samani (Itália/França)

ORIZZONTI | CURTA-METRAGEM | COMPETIÇÃO

Coyotes, de Said Zagha (Palestina/França/Jordânia/Reino Unido)
El origen del mundo (The origin of the world), de Jazmin Lopez (Argentina)
Je crois entendre encore (I hear it still), de Constance Bonnot (França)
Kushta Mayn, la mia Costantinopoli, de Nicolò Folin (Itália)
La ligne de vie (The Lifeline), de Hugo Becker (França)
Lion Rock, de Nick Mayow e Prisca Bouchet (Nova Zelândia)
Merrimundi, de Niles Atallah (Chile)
Nedostupni (Unavailable), de Kyrylo Zemlyanyi (Ucrânia/França/Bélgica/Bulgária/Holanda)
Norheimsund, de Ana Alpizar (Cuba/EUA)
Saint Siméon, de Olubunmi Ogunsola (Nigéria)
Tang lang (Praying mantis), de Joe Hsieh e Yonfan (Taiwan/Hong Kong)
The Curfew, de Shehrezad Maher (EUA)
Utan Kelly (Without Kelly), de Lovisa Sirén (Suécia)
You jian chui yan (A Soil A Culture A River A People), de Viv Li (Alemanha/Bélgica/China)

ORIZZONTI | CURTA-METRAGEM | FORA DE COMPETIÇÃO

Rukeli, de Alessandro Rak (Itália/Suécia)

ORIZZONTI | Cortometraggi Omaggio alla Scuola di Cinema | A Wave in the Ocean | AWITO

A Very Good Boy, de Samuel Te Kani (Nova Zelândia)
Girl Time, de Eleanor Bishop (Nova Zelândia)
In Conversation with Jack Maurer, de Hash Perambalam (Nova Zelândia)
Kurī, de Ana Chaya Scotney (Nova Zelândia)
Socks, de Todd Karehana (Nova Zelândia)
The Brightness, de Freya Silas Finch (Nova Zelândia)
The Girl Next Door, de Mingjian Cui (Nova Zelândia)

VENEZIA SPOTLIGHT

À bras-le-corps (Silent rebellion), de Marie-Elsa Sgualdo (Suíça/França/Bélgica)
Ammazzare stanca, de Daniele Vicari (Itália)
Calle Malaga, de Maryam Touzani (Marrocos/França/Espanha/Alemanha/Bélgica)
Hijra, de Shahad Ameen (Arábia Saudita/Iraque/Egito/Reino Unido)
La hija de la española (It Would Be Night in Caracas), de Mariana Rondón e Marité Ugás (México/Venezuela)
Made in EU, de Stephan Komandarev (Bulgária/Alemanha/República Tcheca)
Motor City, de Potsy Ponciroli (EUA)
Un cabo suelto (A Loose End), de Daniel Hendler (Uruguai/Argentina/Espanha)

FORA DE COMPETIÇÃO | FICÇÃO

After the Hunt, de Luca Guadagnino (EUA)
Boşluğa xütbə (Sermon to the Void), de Hilal Baydarov (Azerbaijão/México/Turquia)
Chien 51, de Cédric Jimenez (França)
Dead Man’s Wire, de Gus Van Sant (EUA)
Den Sidste Viking (The Last Viking), de Anders Thomas Jensen (Dinamarca/Suécia)
Hateshinaki Scarlet, de Mamoro Hosoda (Japão)
Il Maestro, de Andrea Di Stefano (Itália)
In the Hand of Dante, de Julian Schnabel (EUA/Itália)
L’isola di Andrea, de Antonio Capuano (Itália)
La valle dei sorrisi, de Paolo Strippoli (Itália/Eslovênia)
Orfeo, de Virgilio Villoresi (Itália)

FORA DE COMPETIÇÃO | DOCUMENTÁRIO

Baba wa al-Qadhafi (My Father and Qaddafi), de Jihan K (EUA/Líbia)
Broken English, de Jane Pollard e Iain Forsyth (Reino Unido)
Cover-up, de Laura Poitras e Mark Obenhaus (EUA)
Director’s Diary, de Alexandr Sokurov (Rússia/Itália)
Ferdinando Scianna: Il fotografo dell’ombra, de Roberto Andò (Itália)
Ghost Elephants, de Werner Herzog (EUA)
Hui jia (Back Home), de Tsai Ming-liang (Taiwan)
I diari di Angela: Noi due cineasti. Capitolo terzo, de Yervant Gianikian e Angela Ricci Lucchi (Itália)
Kabul, Between Prayers, de Aboozar Amini (Holanda/Bélgica)
Kim Novak’s Vertigo, de Alexandre Philippe (EUA)
Marc by Sofia, de Sofia Coppola (EUA)
Nuestra Tierra, de Lucrecia Martel (Argentina/EUA/México/França/Holanda/Dinamarca)
Remake, de Ross McElwee (EUA)
The Tale of Silyan, de Tamara Kotevska (Macedônia do Norte)
Zapiski Nastoyashego Prestupnika (Notes of a true criminal), de Alexander Rodnyansky e Andriy Alferov (Ucrânia/EUA)

FORA DE COMPETIÇÃO | ESPECIAL | CINEMA & MÚSICA 

Francesco De Gregori Nevergreen, de Stefano Pistolini (Itália)
Newport and The Great Folk Dream, de Robert Gordon (EUA)
Nino. 18 giorni, de Toni D’Angelo (Itália)
Piero Pelù. Rumore dentro, de Francesco Fei (Itália)

FORA DE COMPETIÇÃO | SÉRIES

Etty, de Hagai Levi (França/Alemanha/Holanda)
Il mostro, de Stefano Sollima (Itália)
Portobello, de Marco Bellocchio (Itália/França)
Un prophète: La série, de Enrico Maria Artale (França)

FORA DE COMPETIÇÃO | CURTA-METRAGEM

Boomerang Atomic, de Rachid Bouchareb (França)
How to shoot a ghost, de Charlie Kaufman (EUA/Grécia)
Origin, de Yann Arthus-Bertrand (França)

VENICE CLASSICS

Àiqíng wànsuì (Vive l’amour), de Tsai Ming-Liang (1994) (Taiwan)
Alucinação Sensual (Kagi), de Kon Ichikawa (1959) (Japão)
Aniki-Bóbó, de Manoel de Oliveira (1942) (Portugal)
Bashu, O Pequeno Estrangeiro (Bashu gharibeh kouchak), de Bahram Beyzai (1989) (Irã)
Cais das Sombras (Le quai des brumes), de Marcel Carné (1938) (França)
Casei Contigo para Me Divertir (Ti ho sposato per allegria), de Luciano Salce (1967) (Itália)
Dois Acres de Terra (Do bigha zamin), de Bimal Roy (1953) (Índia)
Kwaidan: As Quatro Faces do Medo (Kaidan), de Masaki Kobayashi (1965) (Japão)
Lolita, de Stanley Kubrick (1962) (EUA)
Marca do Renegado (Mark of the Renegade), de Hugo Fregonese (1951) (EUA)
Matador, de Pedro Almodóvar (1986) (Espanha)
Minha Rainha (Queen Kelly), de Eric von Stroheim (1929) (EUA)
O Delinquente Delicado (The Delicate Delinquent), de Don McGuire (1957) (EUA)
O Demônio e o Dr. Hichcock (Lo spettro), de Riccardo Freda (1963) (Itália)
O Magnífico Traído (Il magnifico cornuto), de Antonio Pietrangeli (1964) (Itália/França)
Os Indomáveis (3:10 to Yuma), de Delmer Daves (1957) (EUA)
Roma às 11 Horas (Roma ore 11), de Giuseppe De Santis (1952) (Itália)
Sangue do Meu Sangue (House of Strangers), de Joseph L. Mankiewicz (1949) (EUA)
Sorte Cega (Przypadek), de Krzysztof Kieślowski (1981) (Polônia)

VENICE CLASSICS | DOCUMENTÁRIOS

Boorman and the Devil, de David Kittredge (EUA)
Elvira Notari: oltre il silenzio, de Valerio Ciriaci (Itália/EUA)
Holofiction, de Michal Kosakowski (Alemanha/Áustria)
Louis Malle, le révolté, de Claire Duguet (França)
Mata Hari, de Joe Beshenkovsky e James A. Smith (EUA)
Megadoc, de Mike Figgis (EUA)
Memoria de los olvidados (Memory of the Forgotten), de Javier Espada (Espanha/México/EUA)
Sangre Del Toro, de Yves Montmayeur (França/Reino Unido)
The Ozu Diaries, de Daniel Raim (EUA)

Foto: Ken Woroner/Netflix.

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