Com o objetivo de discutir e promover a arte criativa do trabalho dos editores, em 1951 foi criada a American Cinema Editors, sociedade formada por diversos nomes renomados da área, que hoje conta com mais de 800 membros.
Inicialmente, era realizado um jantar de gala para celebrar os profissionais indicados na categoria de melhor edição do Oscar. Em 1962, os integrantes da ACE decidiram criar o Eddie Awards, prêmio que elege, em votação realizada pelos membros da sociedade, os melhores editores da indústria televisiva e cinematográfica. Em sua primeira edição, Philip W. Anderson foi premiado por seu trabalho na comédia O Grande Amor de Nossas Vidas, de David Swift.
Nesta 75ª edição, além dos indicados, nomes relevantes da indústria serão homenageados: Jon M. Chu, diretor de Wicked, Podres de Ricos, Truque de Mestre: O 2º Ato e Em um Bairro de Nova York, receberá o ACE Golden Eddie Filmmaker of the Year Award; a montadora Maysie Hoy, de O Homem do Jazz, Batalhão 6888 e Amor Além da Vida, e o editor Paul Hirsch, vencedor do Oscar por Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança e indicado por Ray, serão honrados com o Career Achievement Honoree.
Os vencedores do Eddie Awards 2025 serão anunciados no dia 18 de janeiro de 2025 em cerimônia que acontecerá no Royce Hall da UCLA, em Westwood.
Conheça os indicados ao 75º ACE Eddie Awards nas categorias de cinema:
MELHOR EDIÇÃO | DRAMA Conclave, por Nick Emerson Duna: Parte 2, por Joe Walker Emilia Pérez, por Juliette Welfling Furiosa: Uma Saga Mad Max, por Eliot Knapman e Margaret Sixel Guerra Civil, por Jake Roberts
MELHOR EDIÇÃO | COMÉDIA A Substância, por Coralie Fargeat, Jérôme Eltabet e Valentin Féron A Verdadeira Dor, por Robert Nassau Anora, por Sean Baker Rivais, por Marco Costa Wicked, por Myron Kerstein
MELHOR EDIÇÃO | ANIMAÇÃO Divertida Mente 2, por Maurissa Horwitz Flow, por Gints Zilbalodis Moana 2, por Jeremy Milton e Michael Louis Hill Robô Selvagem, por Mary Blee Wallace & Gromit: Avengança, por Dan Hembery
MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO Beatles ’64, por Mariah Rehmet Her Name was Moviola, por Howard Berry Jim Henson: O Homem das Ideias, por Sierra Neal e Paul Crowder Super/Man: A História de Christopher Reeve, por Otto Burnham Will & Harper, por Monique Zavistovski
MELHOR EDIÇÃO | FILME PARA STREAMING A Batalha do Biscoito Pop-Tart, por Evan Henke Está Tudo Bem Comigo?, por Kayla M. Emter e Glen Scantlebury Matador de Aluguel, por Doc Crotzer
Te Extraño Perdularia: curta-metragem cubano dirigido pela brasileira Manu Zilveti
A edição de 2025 do Festival Sundance de Cinema, um dos eventos mais importantes do cinema independente, que acontecerá entre os dias 23 de janeiro e 2 de fevereiro de 2025, em Park City e Salt Lake City, em Utah, anunciou nesta quarta-feira, 11/12, sua seleção oficial.
Neste ano, foram inscritos 15.775 títulos, de 156 países, entre eles, 4.138 longas-metragens (1.591 dos Estados Unidos e 2.547 internacionais). Dos 88 longas selecionados, de 33 países, 47% são de cineastas estreantes.
Em comunicado oficial, Robert Redford, fundador e presidente do Sundance Institute, disse: “O Festival de Cinema de Sundance permanece firme em seu compromisso de elevar vozes únicas e urgentes na narrativa independente. O público pode esperar um programa de 2025 que mostre uma produção cinematográfica variada e vibrante globalmente”.
Na lista de curtas-metragens, 57 títulos, de 28 países, foram selecionados entre 11.153 inscrições: 4.909 eram dos Estados Unidos e 6.244 eram internacionais. Vale destacar a presença do filme cubano Te Extraño Perdularia (Miss You Perdularia), dirigido pela brasileiraManu Zilveti e roteiro do brasileiroStefano Lopes, estudantes da EICTV, Escuela Internacional de Cine y Television, de Cuba.
A sinopse do curta diz: em uma escola cubana, um grupo de amigas autoproclamado Las Perdularias lida em seu cotidiano com as ausências daqueles que deixaram o país. Elas sabem que a adolescência terminará em breve e buscam maneiras de congelar o tempo para enfrentar as contradições de uma ilha que cada dia se torna mais vazia.
Além disso, os homenageados desta 41ª edição serão: a atriz e cantora Cynthia Erivo, de Wicked e indicada ao Oscar por Harriet, que receberá o Visionary Award; e o diretor e roteirista James Mangold, indicado ao Oscar por Logan e Ford vs. Ferrari, que será honrado com o Trailblazer Award.
Conheça os filmes selecionados para o Festival de Sundance 2025:
COMPETIÇÃO AMERICANA | DRAMA
Atropia, de Hailey Gates Bubble & Squeak, de Evan Twohy Bunnylovr, de Katarina Zhu Love, Brooklyn, de Rachael Abigail Holder Omaha, de Cole Webley Plainclothes, de Carmen Emmi Ricky, de Rashad Frett Sorry, Baby, de Eva Victor Sunfish (& Other Stories on Green Lake), de Sierra Falconer Twinless, de James Sweeney
COMPETIÇÃO AMERICANA | DOCUMENTÁRIO
Andre is an Idiot, de Anthony Benna Life After, de Reid Davenport Marlee Matlin: Not Alone Anymore, de Shoshannah Stern Predators, de David Osit Seeds, de Brittany Shyne Selena y Los Dinos, de Isabel Castro Speak., de Jennifer Tiexiera e Guy Mossman Sugar Babies, de Rachel Fleit The Perfect Neighbor, de Geeta Gandbhir Third Act, de Tadashi Nakamura
COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DRAMA
Brides, de Nadia Fall (Reino Unido) DJ Ahmet, de Georgi M. Unkovski (Macedônia do Norte/República Checa/Sérvia/Croácia) LUZ, de Flora Lau (Hong Kong/China) Sabar Bonda (Cactus Pears), de Rohan Parashuram Kanawade (Índia/Reino Unido/Canadá) Sauna, de Mathias Broe (Dinamarca) Sukkwan Island, de Vladimir de Fontenay (França) The Things You Kill, de Alireza Khatami (Turquia/França/Polônia/Canadá) The Virgin of the Quarry Lake, de Laura Casabé (Argentina/Espanha/México) Two Women, de Chloé Robichaud (Canadá) Where the Wind Comes From, de Amel Guellaty (Tunísia/França/Qatar)
COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DOCUMENTÁRIO
2000 Meters to Andriivka, de Mstyslav Chernov (Ucrânia) Coexistence, My Ass!, de Amber Fares (EUA/França) Cutting Through Rocks (اوزاک یوللار), de Sara Khaki e Mohammadreza Eyni (Irã/Alemanha/EUA/Holanda/Qatar/Chile/Canadá) Endless Cookie, de Seth Scriver e Peter Scriver (Canadá) GEN_, de Gianluca Matarrese (França/Itália/Suíça) How to Build a Library, de Maia Lekow e Christopher King (Quênia) Khartoum, de Anas Saeed, Rawia Alhag, Ibrahim Snoopy Ahmad, Timeea Mohamed Ahmed e Phil Cox (Sudão/Reino Unido/Alemanha/Qatar) Mr. Nobody Against Putin, de David Borenstein (Dinamarca/República Checa) Prime Minister, de Michelle Walshe e Lindsay Utz (EUA) The Dating Game, de Violet Du Feng (EUA/Reino Unido/Noruega)
NEXT
BLKNWS: Terms & Conditions, de Kahlil Joseph (EUA) By Design, de Amanda Kramer (EUA) East of Wall, de Kate Beecroft (EUA) Mad Bills to Pay (or Destiny, dile que no soy malo), de Joel Alfonso Vargas (EUA) OBEX, de Albert Birney (EUA) Rains Over Babel, de Gala del Sol (Colômbia/EUA/Espanha) Serious People, de Pasqual Gutierrez e Ben Mullinkosson (EUA) Zodiac Killer Project, de Charlie Shackleton (EUA/Reino Unido)
PREMIERES
All That’s Left of You (اللي باقي منك), de Cherien Dabis (Alemanha/Chipre) Come See Me in the Good Light, de Ryan White (EUA) Deaf President Now!, de Nyle DiMarco e Davis Guggenheim (EUA) Enigma, de Zackary Drucker (EUA) FOLKTALES, de Heidi Ewing e Rachel Grady (EUA/Noruega) Free Leonard Peltier, de Jesse Short Bull e David France (EUA) Heightened Scrutiny, de Sam Feder (EUA) If I Had Legs I’d Kick You, de Mary Bronstein (EUA) It’s Never Over, Jeff Buckley, de Amy Berg (EUA) Jimpa, de Sophie Hyde (Austrália/Holanda/Finlândia) Kiss of the Spider Woman, de Bill Condon (EUA) Last Days, de Justin Lin (EUA) Lurker, de Alex Russell (EUA) Magic Farm, de Amalia Ulman (Argentina/EUA) Middletown, de Jesse Moss e Amanda McBaine (EUA) Move Ya Body: The Birth of House, de Elegance Bratton (EUA) Oh, Hi!, de Sophie Brooks (EUA) Peter Hujar’s Day, de Ira Sachs (EUA) Rebuilding, de Max Walker-Silverman (EUA) SALLY, de Cristina Costantini (EUA) SLY LIVES! (aka The Burden of Black Genius), de Ahmir “Questlove” Thompson (EUA) The Alabama Solution, de Andrew Jarecki e Charlotte Kaufman (EUA) The Ballad of Wallis Island, de James Griffiths (Reino Unido) The Librarians, de Kim A. Snyder (EUA) The Stringer, de Bao Nguyen (EUA) The Thing with Feathers, de Dylan Southern (Reino Unido) The Wedding Banquet, de Andrew Ahn (EUA) Train Dreams, de Clint Bentley (EUA)
MIDNIGHT
Dead Lover, de Grace Glowicki (Canadá) Didn’t Die, de Meera Menon (EUA) Opus, de Mark Anthony Green (EUA) Rabbit Trap, de Bryn Chainey (Reino Unido) Together, de Michael Shanks (Austrália/EUA) Touch Me, de Addison Heimann (EUA) The Ugly Stepsister, de Emilie Blichfeldt (Noruega)
SPOTLIGHT
April, de Dea Kulumbegashvili (Geórgia) One to One: John & Yoko, de Kevin Macdonald (Reino Unido)
Margaret Qualley e Demi Moore em A Substância, de Coralie Fargeat
O Sindicato de Maquiadores e Cabeleireiros, Make-Up Artists and Hair Stylists Guild, foi fundado em novembro de 1937 e hoje conta com mais de 2.300 membros da indústria do entretenimento de todo o mundo.
Como de costume, anualmente realiza o Make-Up Artists and Hair Stylists Guild Awards, prêmio que elege as melhores maquiagens e estilos de penteados do cinema, da TV, mídias digitais e do teatro. Os indicados da 12ª edição foram anunciados nesta terça-feira, 10/12, pela presidente Julie Socash. Os vencedores serão revelados no dia 15 de fevereiro de 2025, no Fairmont Century Plaza, em Los Angeles.
Neste ano, o maquiador Todd McIntosh, de Memórias de uma Gueixa e vencedor do Emmy por Buffy: A Caça-Vampiros e Pushing Daisies: Um Toque de Vida, e o cabeleireiro Peter Tothpal, de Guardiões da Galáxia Vol. 3 e O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas, e indicado ao Emmy por Deadwood: Cidade sem Lei, serão homenageados com o Lifetime Achievement Awards.
Conheça os indicados ao MUAHS Awards 2025 nas categorias de cinema:
MELHOR MAQUIAGEM | FILME CONTEMPORÂNEO A Libertação, por Beverly Jo Pryor, Eric Pagdin, Chloe Sens e Doug Fairall A Substância, por Stéphanie Guillon É Assim que Acaba, por Sarah Graalman, Vivian Baker e Melanie Licata Emilia Pérez, por Julia Floch Carbonel e Simon Livet Sorria 2, por Sasha Grossman e Valerie Carney
MELHOR MAQUIAGEM EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO Deadpool & Wolverine, por Bill Corso, Whitney James, Paula Price, Monica Huppert e Cyndi Reece-Thorne Gladiador 2, por Jana Carboni, Charlie Hounslow, Maria Solberg Lepre, Lauren Baldwin e Chantal Busuttil MaXXXine, por Sarah Rubano, Mandy Artusato e Akiko Matsumoto Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice, por Christine Blundell, Lesa Warrener, Charmaine Fuller, Mona Turnbull e Chloe Meddings Wicked, por Frances Hannon, Alice Jones, Nuria Mbornio, Johanna Nielsen e Branka Vorkapic
MELHOR MAQUIAGEM DE EFEITOS ESPECIAIS A Libertação, por Jason Collins, Chloe Sens e Michael McCarty A Substância, por Pierre-Olivier Persin Deadpool & Wolverine, por Bill Corso, Andrew Clement, Monica Huppert, Geoff Redknap e Robb Crafer Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice, por Jennifer Kewley, Megan Thomas e Martin Rezard Um Homem Diferente, por Mike Marino, David Presto e Crystal Junado
MELHOR PENTEADO | FILME CONTEMPORÂNEO A Libertação, por Melissa Forney, Linda Flowers, Tommie Ammons, Jackie Noel e Eric Matthews A Substância, por Frédérique Arguello É Assim que Acaba, por Robert Lugo, Vita Viscuso e Anne Carroll Megalópolis, por Terrie Velazquez Owen, April Schuller, Tracy Moss, Victor Paz e Alexis Continenente The Last Showgirl, por Katy McClintock, Marc Boyle e Stephanie Hobgood
MELHOR PENTEADO EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO Bob Marley: One Love, por Carla Farmer, Nadia Stacey e Morris Roots Gladiador 2, por Giuliano Mariano, Kerstin Weller, Romina Ronzani, Nicola Mariano e Marcelle Genovese Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice, por Christine Blundell, Lesa Warrener, Susan Cole, Charmaine Fuller e Chloe Meddings Shirley, por Nakoya Yancey, Wayne Jolla Jr., Gayette Williams e Lisa Thomas Wicked, por Frances Hannon, Sarah Nuth, Sim Camps e Gabor Kerekes
Foram revelados na manhã desta segunda-feira, 09/12, os indicados ao 82º Globo de Ouro, um dos prêmios mais conhecidos do cinema e da TV. O anúncio foi realizado no The Beverly Hilton, em Beverly Hills, pelos atores Morris Chestnut e Mindy Kaling ao lado de Helen Hoehne, presidente do Golden Globes.
Neste ano, o cinema brasileiro se destacou com Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, que recebeu duas indicações: melhor filme em língua não inglesa e melhor atriz em drama para Fernanda Torres. Vale lembrar que há 25 anos, Fernanda Montenegro foi a primeira atriz brasileira a ser indicada: em 1999 com Central do Brasil, também de Salles.
Vencedor do prêmio de melhor roteiro no Festival de Veneza deste ano e estrelado por Fernanda Torres e Selton Mello, com participação especial de Fernanda Montenegro, o filme reúne a Sony Pictures Classics com Walter Salles 26 anos depois da trajetória de sucesso de Central do Brasil.
Ainda Estou Aqui é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram; o roteiro é de Murilo Hauser, de A Vida Invisível, e Heitor Lorega.
A sinopse diz: Rio de Janeiro, início dos anos 70. O país enfrenta o endurecimento da ditadura militar. Estamos no centro de uma família, os Paiva: Rubens, Eunice e seus cinco filhos. Vivem na frente da praia, numa casa de portas abertas para os amigos. Um dia, Rubens Paiva é levado por militares à paisana e desaparece. Eunice , cuja busca pela verdade sobre o destino de seu marido se estenderia por décadas, é obrigada a se reinventar e traçar um novo futuro para si e seus filhos.
O longa, que já alcançou mais de dois milhões de espectadores nos cinemas, promove o reencontro entre Fernanda Torres e Walter Salles depois de Terra Estrangeira e O Primeiro Dia. Na última parte do filme, Eunice é interpretada por Fernanda Montenegro, que volta a trabalhar com Walter Salles depois do consagrado Central do Brasil. O elenco principal reúne nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, como os filhos na primeira fase do filme; e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha integram a família no segundo momento. E mais: Guilherme Silveira, Pri Helena, Humberto Carrão, Maeve Jinkings, Dan Stulbach, Camila Márdila, Luiz Bertazzo, Lourinelson Vladmir, Thelmo Fernandes, Carla Ribas, Daniel Dantas, Charles Fricks, Helena Albergaria, Marcelo Varzea, Caio Horowicz, Maitê Padilha, Luana Nastas, Isadora Gupert, Alexandre Mello, Augusto Trainotti, Alan Rocha e Daniel Pereira.
Além disso, outro destaque da lista foi o musical francês Emilia Pérez, de Jacques Audiard, que lidera com dez indicações, entre elas, melhor filme de comédia ou musical e melhor atriz para Karla Sofía Gascón, a primeira mulher transgênero a disputar a estatueta.
A 82ª edição do Globo de Ouro, que será apresentada pela comediante Nikki Glaser, homenageará a consagrada atriz Viola Davis com o Cecil B. DeMille Award e o ator Ted Danson com o Carol Burnett Award.
Com mais de 300 votantes, de 75 países, entre eles, diversos brasileiros, o Globo de Ouro anunciará seus vencedores no dia 5 de janeiro de 2025 no The Beverly Hilton, em Beverly Hills.
Conheça os indicados ao Globo de Ouro 2025 nas categorias de cinema:
MELHOR FILME | DRAMA Conclave, de Edward Berger Duna: Parte Dois, de Denis Villeneuve Nickel Boys, de RaMell Ross O Brutalista, de Brady Corbet Setembro 5, de Tim Fehlbaum Um Completo Desconhecido, de James Mangold
MELHOR FILME | COMÉDIA ou MUSICAL A Substância, de Coralie Fargeat A Verdadeira Dor, de Jesse Eisenberg Anora, de Sean Baker Emilia Pérez, de Jacques Audiard Rivais, de Luca Guadagnino Wicked, de Jon M. Chu
MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO Divertida Mente 2, de Kelsey Mann Flow, de Gints Zilbalodis Memórias de um Caracol, de Adam Elliot Moana 2, de Dana Ledoux Miller, Jason Hand e David Derrick Jr. Robô Selvagem, de Chris Sanders Wallace & Gromit: Avengança, de Merlin Crossingham e Nick Park
MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO INGLESA A Garota da Agulha, de Magnus von Horn (Polônia/Suécia/Dinamarca) Ainda Estou Aqui, de Walter Salles (Brasil) Emilia Pérez, de Jacques Audiard (França) The Seed of the Sacred Fig, de Mohammad Rasoulof (Alemanha/EUA) Tudo que Imaginamos como Luz, de Payal Kapadia (Índia/EUA/França) Vermiglio, de Maura Delpero (Itália)
MELHOR ATOR | DRAMA Adrien Brody, por O Brutalista Colman Domingo, por Sing Sing Daniel Craig, por Queer Ralph Fiennes, por Conclave Sebastian Stan, por O Aprendiz Timothée Chalamet, por Um Completo Desconhecido
MELHOR ATRIZ | DRAMA Angelina Jolie, por Maria Callas Fernanda Torres, por Ainda Estou Aqui Kate Winslet, por Lee Nicole Kidman, por Babygirl Pamela Anderson, por The Last Showgirl Tilda Swinton, por O Quarto ao Lado
MELHOR ATOR | COMÉDIA ou MUSICAL Gabriel Labelle, por Saturday Night: A Noite que Mudou a Comédia Glen Powell, por Assassino por Acaso Hugh Grant, por Herege Jesse Eisenberg, por A Verdadeira Dor Jesse Plemons, por Tipos de Gentileza Sebastian Stan, por Um Homem Diferente
MELHOR ATRIZ | COMÉDIA ou MUSICAL Amy Adams, por Canina Cynthia Erivo, por Wicked Demi Moore, por A Substância Karla Sofía Gascón, por Emilia Pérez Mikey Madison, por Anora Zendaya, por Rivais
MELHOR ATOR COADJUVANTE Denzel Washington, por Gladiador 2 Edward Norton, por Um Completo Desconhecido Guy Pearce, por O Brutalista Jeremy Strong, por O Aprendiz Kieran Culkin, por A Verdadeira Dor Yura Borisov, por Anora
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Ariana Grande, por Wicked Felicity Jones, por O Brutalista Isabella Rossellini, por Conclave Margaret Qualley, por A Substância Selena Gomez, por Emilia Pérez Zoe Saldaña, por Emilia Pérez
MELHOR DIREÇÃO Brady Corbet, por O Brutalista Coralie Fargeat, por A Substância Edward Berger, por Conclave Jacques Audiard, por Emilia Pérez Payal Kapadia, por Tudo que Imaginamos como Luz Sean Baker, por Anora
MELHOR ROTEIRO A Substância, escrito por Coralie Fargeat A Verdadeira Dor, escrito por Jesse Eisenberg Anora, escrito por Sean Baker Conclave, escrito por Peter Straughan Emilia Pérez, escrito por Jacques Audiard O Brutalista, escrito por Brady Corbet e Mona Fastvold
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL Conclave, por Volker Bertelmann Duna: Parte Dois, por Hans Zimmer Emilia Pérez, por Clément Ducol e Camille O Brutalista, por Daniel Blumberg Rivais, por Trent Reznor e Atticus Ross Robô Selvagem, por Kris Bowers
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL Beautiful That Way, por Andrew Wyatt, Miley Cyrus e Lykke Zachrisson (The Last Showgirl) Compress/Repress, por Trent Reznor, Atticus Ross e Luca Guadagnino (Rivais) El Mal, por Clément Ducol, Camille e Jacques Audiard (Emilia Pérez) Forbidden Road, por Robbie Williams, Freddy Wexler e Sacha Skarbek (Better Man: A História de Robbie Williams) Kiss The Sky, por Delacey, Jordan K. Johnson, Stefan Johnson, Maren Morris, Michael Pollack e Ali Tamposi (Robô Selvagem) Mi Camino, por Clément Ducol e Camille (Emilia Pérez)
CINEMATIC AND BOX OFFICE ACHIEVEMENT Alien: Romulus, de Fede Alvarez Deadpool & Wolverine, de Shawn Levy Divertida Mente 2, de Kelsey Mann Gladiador 2, de Ridley Scott Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice, de Tim Burton Robô Selvagem, de Chris Sanders Twisters, de Lee Isaac Chung Wicked, de Jon M. Chu
Filhas da Noite, de Henrique Arruda e Sylara Silvério: filme premiado
Foram anunciados neste sábado, 07/12, no Cine Brasília, em cerimônia apresentada por Ana Luiza Bellacosta e Gleici Damasceno, os vencedores da 57ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Foram distribuídos ao todo 49 prêmios e duas menções honrosas, atribuídos pelos júris compostos por 32 profissionais atuantes em todos os setores do audiovisual.
Na premiação de longas-metragens da Mostra Competitiva Nacional, produções de Pernambuco e Minas Gerais se destacaram e levaram alguns dos principais prêmios distribuídos pelo festival. Salomé, filme do pernambucano André Antônio, garantiu vitória ao cinema queer, acumulando oito Candangos, entre eles os de melhor longa pelos júris oficial e popular.
Suçuarana, dos mineiros Clarissa Campolina e Sérgio Borges, arrebatou cinco troféus, incluindo os de melhor atriz para Sinara Teles e ator coadjuvante para Carlos Francisco, além dos prêmios técnicos de fotografia, edição de som e montagem.
A categoria de curtas-metragens da Competitiva Nacional rendeu o Troféu Candango para produções de Pernambuco, São Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O Júri Popular premiou Javyju: Bom Dia, de Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães, e o Júri Oficial laureou Mar de Dentro, filme de Lia Letícia; a pernambucana também levou melhor direção.
A Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa distribuiu R$ 240.000,00 em prêmios na noite de 7 de dezembro: Renato Barbieri venceu em três categorias pelo longa-metragem Tesouro Natterer. O Júri Popular elegeu A Câmara, de Cristiane Bernardes e Tiago Aragão, como melhor filme.
A mostra competitiva paralela Caleidoscópio compôs júri próprio para distribuir dois prêmios entre os cinco títulos exibidos. Como melhor filme, o júri premiou o pernambucano Filhas da Noite, de Henrique Arruda e Sylara Silvério. O documentário, com produção executiva de Arlindo Bezerra e Rosinha Assis, conta com Sharlene Esse, Raquel Simpson, Márcia Vogue, Christiane Falcão, Suelanny Tigresa e Paloma Pitt no elenco.
O Candango de Melhor Filme de Temática Afirmativa do festival, concedido pelo CODIPIR, Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial, foi para a cineasta piauiense, radicada em Brasília, Dácia Ibiapina pelo curta Confluências. Já o Prêmio Zózimo Bulbul, concedido pelo Centro Afrocarioca de Cinema e a APAN, Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro, consagrou vencedores, de forma inédita, dois curtas-metragens e não um curta e um longa. Dois Nilos, de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro, e Mar de Dentro, de Lia Letícia, levaram os prêmios concedido aos filmes que melhor trabalham pautas raciais no contexto das exibições competitivas.
O júri da Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema, consagrou em seu prêmio próprio os filmes Salomé como melhor longa e Kabuki como melhor curta. O Prêmio Marco Antônio Guimarães foi concedido ao filme Barreto, Fotógrafo das Lentes Nuas, de Miguel Freire, reconhecimento outorgado pelo CPCB, Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro, ao filme que melhor trabalha memória e arquivo do cinema brasileiro.
O Prêmio Canal Brasil de Curtas, no valor de R$ 15 mil para o melhor curta eleito por júri próprio laureou o catarinense Kabuki, de Tiago Minamisawa. O Canal Like ofereceu ao melhor longa pelo Júri Oficial um apoio de mídia e publicidade no canal, no valor de R$ 50 mil. O Correio Braziliense concedeu o Troféu Saruê, de melhor momento do festival, ao filme A Fúria, de Ruy Guerra e Luciana Mazzotti.
Em 2024, o Festival de Brasília contou com um time de jurados formado por seletos profissionais do audiovisual brasileiro nas mais distintas áreas do setor; são atores, curadores, professores, críticos de cinema, fotógrafos, realizadores e produtores. Entre os júris compostos para esta edição estão: Affonso Uchôa, Carina Bini, Heitor Augusto, Yasmine Evaristo e Sandra Kogut na Mostra Competitiva Nacional de longas; Lila Foster, Mirella Façanha, Paola Mallmann, Simone Zuccolotto e Thiago Costa na Mostra Competitiva Nacional de curtas; e Antonio Grassi, Catarina Accioly e José Delvinei na Mostra Brasília.
A mostra competitivaCaleidoscópio contou com júri próprio composto pelo cineasta Adirley Queirós, o jornalista José Geraldo Couto e a produtora Sara Silveira. O júri do Prêmio de Melhor Filme de Temática Afirmativa foi formado por representantes do Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial, Renata Parreira, professora e cineasta, e Simone Borges, produtora cultural e diretora de elenco. O Prêmio Zózimo Bulbul foi composto pela produtora Larô Gonzaga, o diretor do Centro Afrocarioca de Cinema, Vitor José Pereira, e o realizador Aristótelis thoti.
Conheça os vencedores do 57º Festival de Brasília:
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | LONGAS-METRAGENS
MELHOR FILME | JÚRI OFICIAL Salomé, de André Antonio (PE)
MELHOR FILME | JÚRI POPULAR Salomé, de André Antonio (PE)
MELHOR DIREÇÃO Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna, por Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá
MELHOR ATOR Wellington Abreu, por Pacto da Viola
MELHOR ATRIZ Sinara Teles, por Suçuarana
MELHOR ATOR COADJUVANTE Carlos Francisco, por Suçuarana
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Renata Carvalho, por Salomé
MELHOR ROTEIRO Salomé, escrito por André Antônio
MELHOR FOTOGRAFIA Suçuarana, por Ivo Lopes Araújo
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE Salomé, por Maíra Mesquita
MELHOR TRILHA SONORA Salomé, por Mateus Alves e Piero Bianchi
MELHOR EDIÇÃO DE SOM Suçuarana, por Pablo Lamar
MELHOR MONTAGEM Suçuarana, por Luiz Pretti
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI Ruy Guerra, diretor de A Fúria
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | CURTAS-METRAGENS
MELHOR FILME | JÚRI OFICIAL Mar de Dentro, de Lia Letícia (PE)
MELHOR FILME | JÚRI POPULAR Javyju: Bom Dia, de Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães (SP)
MELHOR DIREÇÃO Lia Letícia, por Mar de Dentro
MELHOR ATOR João Pedro Oliveira, por E Seu Corpo é Belo
MELHOR ATRIZ Carlandréia Ribeiro, por Mãe do Ouro
MELHOR ROTEIRO Descamar, escrito por Nicolau
MELHOR FOTOGRAFIA Mãe do Ouro, por Fernanda de Sena
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE E Seu Corpo é Belo, por Caroline Meirelles
MELHOR MONTAGEM Confluências, por Cristina Amaral
MELHOR TRILHA SONORA Kabuki, por Ruben Feffer e Gustavo Kurlat
MELHOR EDIÇÃO DE SOM E Seu Corpo é Belo, por Kiko Ferraz e Ricardo Costa
MENÇÃO HONROSA Dois Nilos, de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro (RJ)
MOSTRA CALEIDOSCÓPIO
MELHOR FILME Filhas da Noite, de Henrique Arruda e Sylara Silvério (PE)
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI Topo, de Eugenio Puppo (SP)
MOSTRA BRASÍLIA | 26º Troféu Câmara Legislativa
MELHOR LONGA-METRAGEM | JÚRI OFICIAL Tesouro Natterer, de Renato Barbieri
MELHOR LONGA-METRAGEM | JÚRI POPULAR A Câmara, de Cristiane Bernardes e Tiago de Aragão
MELHOR CURTA-METRAGEM | JÚRI OFICIAL Via Sacra, de João Campos
MELHOR CURTA-METRAGEM | JÚRI POPULAR Manequim, de Danilo Borges e Diego Borges
MELHOR DIREÇÃO Adriano Guimarães, por Nada
MELHOR ATOR Eduardo Gabriel Ydiriuá, por Manual do Herói
MELHOR ATRIZ Gleide Firmino, por Via Sacra
MELHOR ROTEIRO Tesouro Natterer, escrito por Andrea Fenzl, Victor Leonardi, Renato Barbieri, Neto Borges e Rodrigo Borges
MELHOR FOTOGRAFIA Xarpi, por Emília Silberstein
MELHOR MONTAGEM A Sua Imagem na Minha Caixa de Correio, por Silvino Mendonça
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE Nada, por Maíra Carvalho, Marcus Takatsuka e Nadine Diel
MELHOR EDIÇÃO DE SOM Nada, por Guile Martins e Olívia Hernández
MELHOR TRILHA SONORA Tesouro Natterer, por Márcio Vermelho e Pedro Zopelar
MENÇÃO HONROSA Juliana Drummond pela excepcional performance nas apresentações da Mostra Brasília
OUTROS PRÊMIOS
PRÊMIO DE MELHOR FILME DE TEMÁTICA AFIRMATIVA Confluências, de Dácia Ibiapina (DF)
PRÊMIO ZÓZIMO BULBUL Melhor curta-metragem: Mar de Dentro, de Lia Letícia (PE) Prêmio Especial do Júri: Dois Nilos, de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro (RJ)
PRÊMIO MARCO ANTÔNIO GUIMARÃES Barreto, Fotógrafo das Lentes Nuas, de Miguel Freire (RJ)
PRÊMIO ABRACCINE | Associação Brasileira dos Críticos de Cinema Melhor longa-metragem: Salomé, de André Antônio (PE) Melhor curta-metragem: Kabuki, de Tiago Minamisawa (SC)
PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS Kabuki, de Tiago Minamisawa (SC)
TROFÉU SARUÊ | Correio Braziliense A Fúria, de Ruy Guerra e Luciana Mazzotti (RJ)
A National Board of Review, importante e tradicional organização de críticos de cinema dos Estados Unidos, fundada em 1909, divulga, desde 1932, uma lista anual com os melhores da indústria cinematográfica. Neste ano, 246 filmes foram analisados por um seleto grupo de cineastas, cinéfilos, profissionais e acadêmicos da sétima arte e muitos dos quais foram seguidos por discussões aprofundadas com diretores, atores, produtores e roteiristas.
Em comunicado oficial, Annie Schulhof, presidente da NBR, falou sobre o grande vencedor deste ano: “Wicked representa a pura magia que os filmes podem trazer ao público. Cada detalhe é lindamente trabalhado e projetado, os atores são todos excepcionais e a música é inigualável; juntos, eles se somam a uma experiência transportadora como nenhuma outra. O NBR tem orgulho de homenagear o diretor Jon M. Chu e sua notável visão cinematográfica”.
Neste ano, o cinema brasileiro marca presença com o aclamado Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, que aparece entre os cinco melhores filmes internacionais de 2024. O longa, protagonizado por Fernanda Torres, Selton Mello e Fernanda Montenegro, é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram; o roteiro, premiado no Festival de Veneza, é de Murilo Hauser, de A Vida Invisível, e Heitor Lorega.
A NBR Awards Gala, cerimônia de entrega dos prêmios, está marcada para o dia 7 de janeiro de 2025 em Nova York, com apresentação de Willie Geist.
Confira os melhores do cinema em 2024 segundo a National Board of Review:
MELHOR FILME Wicked, de Jon M. Chu
MELHOR DIREÇÃO Jon M. Chu, por Wicked
MELHOR ATOR Daniel Craig, por Queer
MELHOR ATRIZ Nicole Kidman, por Babygirl
MELHOR ATOR COADJUVANTE Kieran Culkin, por A Verdadeira Dor
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Elle Fanning, por Um Completo Desconhecido
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Hard Truths, escrito por Mike Leigh
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Sing Sing, escrito por Clint Bentley e Greg Kwedar
ATUAÇÃO REVELAÇÃO Mikey Madison, por Anora
MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE India Donaldson, por Good One
MELHOR FILME INTERNACIONAL The Seed of the Sacred Fig, de Mohammad Rasoulof (Alemanha/EUA)
MELHOR DOCUMENTÁRIO Sugarcane, de Emily Kassie e Julian Brave NoiseCat
MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO Flow, de Gints Zilbalodis
MELHOR ELENCO Conclave
NBR SPOTLIGHT AWARD Cynthia Erivo e Ariana Grande (pela colaboração criativa em Wicked)
NBR FREEDOM OF EXPRESSION AWARD No Other Land, de Yuval Abraham, Basel Adra, Rachel Szor e Hamdan Ballal
EXCELÊNCIA EM FOTOGRAFIA Jarin Blaschke, por Nosferatu
MELHOR EQUIPE DE DUBLÊ Furiosa: Uma Saga Mad Max
MELHORES FILMES DO ANO A Verdadeira Dor, de Jesse Eisenberg Anora, de Sean Baker Babygirl, de Halina Reijn Conclave, de Edward Berger Furiosa: Uma Saga Mad Max, de George Miller Gladiador 2, de Ridley Scott Jurado Nº2, de Clint Eastwood Queer, de Luca Guadagnino Sing Sing, de Greg Kwedar Um Completo Desconhecido, de James Mangold
TOP 5 FILMES INTERNACIONAIS A Garota da Agulha, de Magnus von Horn (Polônia/Suécia/Dinamarca) Ainda Estou Aqui, de Walter Salles (Brasil) Santosh, de Sandhya Suri (Reino Unido/Alemanha/Índia/França) Tudo que Imaginamos como Luz, de Payal Kapadia (Índia/EUA/França) Universal Language, de Matthew Rankin (Canadá)
TOP 5 DOCUMENTÁRIOS Black Box Diaries, de Shiori Ito Dahomey, de Mati Diop Look Into My Eyes, de Lana Wilson Super/Man: A História de Christopher Reeve, de Ian Bonhôte e Peter Ettedgui Will & Harper, de Josh Greenbaum
TOP 10 FILMES INDEPENDENTES As Três Filhas, de Azazel Jacobs Bird, de Andrea Arnold Dìdi, de Sean Wang Ghostlight, de Kelly O’Sullivan e Alex Thompson Good One, de India Donaldson Hard Truths, de Mike Leigh Love Lies Bleeding: O Amor Sangra, de Rose Glass Meu Eu do Futuro, de Megan Park Thelma, de Josh Margolin Um Homem Diferente, de Aaron Schimberg
Mark Eydelshteyn e Mikey Madison em Anora, de Sean Baker
Foram revelados nesta quarta-feira, 04/12, os indicados ao Independent Spirit Awards 2025, prêmio que elege as melhores produções independentes do ano. Nesta 40ª edição, um marco histórico de aniversário, a premiação celebrará os indicados e também os artistas que se destacaram ao longo da história do evento.
Em comunicado oficial, Josh Welsh, president do Film Independent, disse: “Desde que realizamos nossa primeira cerimônia em 1985 em um restaurante em La Cienega até o show do ano passado, quando espectadores de todo o mundo se juntaram a nós na Praia de Santa Mônica para celebrar o trabalho de tantos artistas, a Film Independent continuou a apoiar cineastas independentes e a permitir que eles alcançassem suas visões em todas as fases de suas carreiras. Assim como os artistas lendários daquele evento inaugural, e os inúmeros outros com quem tivemos o privilégio de trabalhar desde então, estamos entusiasmados em homenagear este grupo criativo enquanto continuam um legado orgulhoso”.
Neste ano, Anora, dirigido por Sean Baker e vencedor da Palma de Ouro em Cannes, lidera a lista com seis indicações ao lado do terror Eu Vi o Brilho da TV, de Jane Schoenbrun. Nas categorias televisivas, Xógum: A Gloriosa Saga do Japão se destaca com cinco indicações; Bebê Rena e O Professor aparecem na sequência com quatro indicações cada. Os vencedores do 40º Independent Spirit Awards serão anunciados no dia 22 de fevereiro de 2025 em cerimônia apresentada pela atriz Aidy Bryant na praia de Santa Mônica, na Califórnia.
Os comitês de indicações do Spirit Awards, conhecido como o Oscar do cinema independente, selecionaram indicados de 17 países com orçamentos variando entre US$ 112.000 e US$ 28 milhões. Os membros contam com roteiristas, diretores, produtores, diretores de fotografia, editores, atores, críticos, diretores de elenco, programadores de festivais e outros profissionais da sétima arte.
Conheça os indicados ao Independent Spirit Awards 2025 nas categorias de cinema:
MELHOR FILME A Substância, produzido por Tim Bevan, Coralie Fargeat e Eric Fellner Anora, produzido por Sean Baker, Alex Coco e Samantha Quan Eu Vi o Brilho da TV, produzido por Ali Herting, Luca Intili, Dave McCary, Emma Stone e Sarah Winshall Nickel Boys, produzido por Joslyn Barnes, Dede Gardner, Jeremy Kleiner e David Levine Sing Sing, produzido por Clint Bentley, Greg Kwedar e Monique Walton
MELHOR FILME DE ESTREIA Dìdi, de Sean Wang In the Summers, de Alessandra Lacorazza Samudio Janet Planet, de Annie Baker Piano de Família, de Malcolm Washington Problemista, de Julio Torres
MELHOR DIREÇÃO Ali Abbasi, por O Aprendiz Alonso Ruizpalacios, por La Cocina Brady Corbet, por O Brutalista Jane Schoenbrun, por Eu Vi o Brilho da TV Sean Baker, por Anora
MELHOR ROTEIRO A Verdadeira Dor, escrito por Jesse Eisenberg Eu Vi o Brilho da TV, escrito por Jane Schoenbrun Herege, escrito por Scott Beck e Bryan Woods Meu Eu do Futuro, escrito por Megan Park Um Homem Diferente, escrito por Aaron Schimberg
MELHOR ROTEIRO DE ESTREIA Aquela Sensação que o Tempo de Fazer Algo Passou, escrito por Joanna Arnow Dìdi, escrito por Sean Wang Good One, escrito por India Donaldson Janet Planet, escrito por Annie Baker Problemista, escrito por Julio Torres
MELHOR INTERPRETAÇÃO Amy Adams, por Canina Colman Domingo, por Sing Sing Demi Moore, por A Substância Hunter Schafer, por Cuckoo June Squibb, por Thelma Justice Smith, por Eu Vi o Brilho da TV Keith Kupferer, por Ghostlight Mikey Madison, por Anora Ryan Destiny, por The Fire Inside Sebastian Stan, por O Aprendiz
MELHOR INTERPRETAÇÃO COADJUVANTE Adam Pearson, por Um Homem Diferente Brigette Lundy-Paine, por Eu Vi o Brilho da TV Carol Kane, por Entre os Templos Clarence ‘Divine Eye’ Maclin, por Sing Sing Danielle Deadwyler, por Piano de Família Joan Chen, por Dìdi Kani Kusruti, por Girls Will Be Girls Karren Karagulian, por Anora Kieran Culkin, por A Verdadeira Dor Yura Borisov, por Anora
MELHOR INTERPRETAÇÃO REVELAÇÃO Isaac Krasner, por Big Boys Katy O’Brian, por Love Lies Bleeding: O Amor Sangra Maisy Stella, por Meu Eu do Futuro Mason Alexander Park, por National Anthem René Pérez Joglar, por In the Summers
MELHOR DOCUMENTÁRIO Gaucho Gaucho, de Michael Dweck e Gregory Kershaw Hummingbirds, de Silvia Del Carmen Castaños e Estefanía “Beba” Contreras No Other Land, de Yuval Abraham, Basel Adra, Hamdan Ballal e Rachel Szor Patrice: The Movie, de Ted Passon Soundtrack to a Coup d’Etat, de Johan Grimonprez
MELHOR FILME INTERNACIONAL Black Dog, de Guan Hu (China) Flow, de Gints Zilbalodis (Letônia/França/Bélgica) Hard Truths, de Mike Leigh (Reino Unido) Tudo que Imaginamos como Luz, de Payal Kapadia (Índia/França/Holanda/Luxemburgo) Zona de Exclusão, de Agnieszka Holland (Polônia/França/República Checa/Bélgica)
MELHOR FOTOGRAFIA Inside the Yellow Cocoon Shell, por Dinh Duy Hung Janet Planet, por Maria von Hausswolff La Cocina, por Juan Pablo Ramírez Nickel Boys, por Jomo Fray The Fire Inside, por Rina Yang
MELHOR EDIÇÃO Canina, por Anne McCabe Dìdi, por Arielle Zakowski Jazzy, por Laura Colwell e Vanara Taing O Aprendiz, por Olivier Bugge Coutté e Olivia Neergaard-Holm Setembro 5, por Hansjörg Weissbrich
PRÊMIO JOHN CASSAVETES Big Boys, de Corey Sherman Ghostlight, de Kelly O’Sullivan Girls Will Be Girls, de Shuchi Talati Jazzy, de Morrisa Maltz The People’s Joker, de Vera Drew
PRODUCERS AWARD Alex Coco Sarah Winshall Zoë Worth
SOMEONE TO WATCH AWARD Nicholas Colia, diretor de Griffin in Summer Sarah Friedland, diretora de Familiar Touch Pham Thien An, diretor de Inside the Yellow Cocoon Shell
TRUER THAN FICTION AWARD Carla Gutiérrez, diretora de Frida Julian Brave NoiseCat e Emily Kassie, diretores de Sugarcane Rachel Elizabeth Seed, diretora de A Photographic Memory
PRÊMIO ROBERT ALTMAN | MELHOR ELENCO As Três Filhas, de Azazel Jacobs; direção de elenco: Nicole Arbusto Elenco: Jovan Adepo, Jasmine Bracey, Carrie Coon, Jose Febus, Rudy Galvan, Natasha Lyonne, Elizabeth Olsen, Randy Ramos Jr. e Jay O. Sanders
Colman Domingo e Clarence Maclin em Sing Sing: premiados
Foram anunciados nesta segunda-feira, 02/12, no Cipriani Wall Street, em Nova York, os vencedores da 34ª edição do Gotham Awards, um dos principais prêmios do cinema independente, organizado pela IFP, Independent Filmmaker Project, que dá início à temporada de premiações.
Neste ano, a comédia dramática Um Homem Diferente, de Aaron Schimberg, foi consagrada com o prêmio de melhor filme; Colman Domingo e Clarence Maclin foram premiados por suas atuações no drama Sing Sing, de Greg Kwedar.
Além dos prêmios, a noite contou também com homenagens: a atriz e cantora Zendaya recebeu o Spotlight Tribute; o cineasta Denis Villeneuve, de Duna: Parte Dois, foi honrado com o Director Tribute; Franklin Leonard, que fundou a The Black List, recebeu o Anniversary Tribute; o elenco do drama musical Piano de Família recebeu o Ensemble Tribute; o drama Sing Sing foi honrado com o Social Justice Tribute; o ator Timothée Chalamet e o diretor James Mangold, de Um Completo Desconhecido, foram homenageados com o Visionary Tribute; e a atriz Angelina Jolie, de Maria Callas, recebeu o Performer Tribute.
Como a primeira grande cerimônia de premiação da temporada, o Gotham Awards reconhece e destaca filmes e séries (em uma premiação separada) assim como seus roteiristas, diretores, produtores e atores. Os candidatos são selecionados por comitês de críticos de cinema, jornalistas e curadores de festivais. Júris distintos, compostos por roteiristas, diretores, atores, produtores e editores escolhem os premiados.
Conheça os vencedores do 34º Gotham Awards:
MELHOR FILME Um Homem Diferente, de Aaron Schimberg
MELHOR DIREÇÃO RaMell Ross, por Nickel Boys
MELHOR DOCUMENTÁRIO No Other Land, de Yuval Abraham, Basel Adra, Hamdan Ballal e Rachel Szor
MELHOR FILME INTERNACIONAL Tudo que Imaginamos como Luz, de Payal Kapadia (França/Índia/Holanda/Luxemburgo)
MELHOR DIREÇÃO REVELAÇÃO Vera Drew, por The People’s Joker
MELHOR ROTEIRO As Três Filhas, escrito por Azazel Jacobs
MELHOR ATUAÇÃO Colman Domingo, por Sing Sing
MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE Clarence Maclin, por Sing Sing
Cena do curta alagoano Cavaram uma Cova no Meu Coração, de Ulisses Arthur
Foram anunciados neste domingo, 01/12, os vencedores da 14ª edição do Circuito Penedo de Cinema, que nasceu da junção de quatro consagrados eventos do cinema alagoano. O festival promoveu uma extensa e diversificada programação, totalmente gratuita, às margens do Rio São Francisco, na cidade histórica de Penedo, em Alagoas.
Na cerimônia de encerramento, que aconteceu no Centro de Convenções e Eventos Comendador Zeca Peixoto, foram entregues os troféus Canoa de Tolda para os vencedores das três mostras competitivas: 17º Festival do Cinema Brasileiro, 14º Festival de Cinema Universitário e 11º Festival Velho Chico de Cinema Ambiental.
Com uma programação intensa, o júri deste ano foi formado por: Bárbara Colen, Fred Maia e Francisco Gaspar na mostra Festival do Cinema Brasileiro; Cristiano Burlan, Marcus Vilar e Rosélis Barbosa Câmara na mostra Festival de Cinema Universitário de Alagoas; e Cláudio Buia Sampaio, Kim Barão e Vitor Graize na mostra Festival Velho Chico de Cinema Ambiental.
Conheça os vencedores do 14º Circuito Penedo de Cinema:
FESTIVAL DO CINEMA BRASILEIRO
Melhor Filme | Júri Popular: Mistérios do Nixipae, de Renato Libanoro e Mawa Pey Huni Kuî (AC) Melhor Filme | Júri Oficial: Cavaram uma Cova no Meu Coração, de Ulisses Arthur (AL) Menção Honrosa: Samuel Foi Trabalhar, de Janderson Felipe e Lucas Litrento (AL), Vão das Almas, de Edileuza Souza e Santiago Dellape (DF) e Vollúpya, de Éri Sarmet e Jocimar Dias Jr. (RJ)
FESTIVAL DE CINEMA UNIVERSITÁRIO
Melhor Filme | Júri Popular: No Fim da Noite, de Simon Pereira (SP) Melhor Filme | Júri Oficial: Projeto de Doutorado.1, de Roseane Monteiro (AL) Menção Honrosa: Esse Navio Vai Afundar, de Luc da Silveira (PR) e KM 100, de Lucas Ribeiro (SP)
MOSTRA VELHO CHICO DE CINEMA AMBIENTAL
Melhor Filme | Júri Popular: Rebio Saltinho, de Thiago Ismael Hara (SP) Melhor Filme | Júri Oficial: Bati da Vila, de Raquel Cardozo (RN) Menção Honrosa: Cabeça de Fogo, de Lidiana Reis (GO)
A oitava edição do Curta Coremas, que aconteceu na microrregião de Piancó, no alto sertão paraibano, revelou seus vencedores neste sábado, 30/11, em uma cerimônia de encerramento que contou também com a exibição de filmes coremenses.
Além da premiação, o público presente foi contemplado com uma apresentação musical do show Dia Manso do cantor Kelven Pereira, natural de Coremas. Depois disso, o DJ Gleydson Virgulino, de Cajazeiras, agitou a noite.
O festival, que conta com direção geral de Kennel Rogis e direção de produção de Bianca Brunet, propõe democratizar a produção cinematográfica brasileira com a população de Coremas e regiões circunvizinhas, através de apresentações, oficinas, exibições e fóruns gratuitos contribuindo para sua formação social, com a intenção de impulsionar a produção artísticae cultural da cidade, além de atrair o turismo e aquecer a economia local.
O time de jurados deste ano foi formado por: Adriana Caldas, Bruno Soares e Sérgio Silveira na Mostra Brasil; e Dudha Moreira, Leonardo Alves de Oliveira e Luciana França na Mostra Paraíba. A curadoria desta oitava edição, das mostras Brasil e Paraíba, foi assinada por: Alexandre Soares, Priscila Urpia e Vitor Búrigo.
Conheça os vencedores do 8º Curta Coremas:
MOSTRA BRASIL
Melhor Filme | Júri Oficial: Maputo, de Lucas Abraão (SP) Melhor Filme | Júri Popular: Umbilina e sua Grande Rival, de Marlom Meirelles (PE/PB) Melhor Direção: Lucas Abraão, por Maputo Melhor Roteiro: Cida Tem Duas Sílabas, escrito por Giovanna Castellari Melhor Ator: Paulo Matos, por Sereia Melhor Atriz: Mariana Muniz, por Cida Tem Duas Sílabas Melhor Personagem: Guaracy de Souza, por Guaracy Melhor Fotografia: Sereia, por Renata Corrêa Melhor Direção de Arte: Maré Braba, por Pâmela Peregrino Melhor Montagem: Moagem, por Jaime Guimarães Melhor Desenho de Som: Cida Tem Duas Sílabas, por Pedro Caetano
MOSTRA PARAÍBA
Melhor Filme | Júri Oficial: Era uma Noite de São João, de Bruna Velden (Cabedelo) Melhor Filme | Júri Popular: Céu, de Valtyennya Pires (Santa Luzia) Melhor Direção: Ana Célia Gomes, por A Espera Melhor Roteiro: Era uma Noite de São João, escrito por Bruna Velden Melhor Ator: Fernando Teixeira, por Jacu Melhor Atriz: Isla Oliveira, por A Menina da Serra Melhor Personagem: Céu, por Céu Melhor Fotografia: A Espera, por João Carlos Beltrão Melhor Direção de Arte: Céu, por Valtyennya Pires Melhor Montagem: Jacu, por Erê Morais Teixeira Melhor Desenho de Som: Jacu, por Mayara Valentim, Danilo Valência e Marcos Paki Menção Honrosa: Mãe Biu, de Tarciliano Silva e Um Sertão Profundo, de Vitor Daniel Cartaxo Prêmio Especial Ely Marques de Montagem: Jacu Prêmio Especial Por um Mundo Melhor (filmes com temática ambiental): Você Está em Território Tabajara, de Jacy Tabajara (Conde)
PRÊMIO MISTIKA (pós-finalização de filmes) Um Sertão Profundo, de Vitor Daniel Cartaxo (Cachoeira dos Índios, PB)
Sinopse: Em Mumbai, a rotina da enfermeira Prabha se transforma quando ela recebe um presente inesperado do ex-marido. Sua colega de quarto, a jovem Anu, tenta em vão encontrar um lugar na cidade onde possa ter alguma intimidade com o namorado. Uma viagem ao litoral permite que eles encontrem um espaço para que seus desejos se manifestem.
*Filme visto na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo
Marcélia Cartaxo em Lispectorante, de Renata Pinheiro
A 19ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que acontecerá entre os dias 5 e 11 de dezembro, em João Pessoa, na Paraíba, anunciou a lista completa com os longas-metragens selecionados para este ano. As exibições serão realizadas na rede Cinépolis do Manaíra Shopping com entrada gratuita para o público.
Com recorde de inscrições nesta edição, com 880 filmes inscritos (entre curtas e longas), o Comitê de Seleção foi formado pelos jornalistas e críticos de cinema Amilton Pinheiro (SP) e Rodrigo Fonseca (RJ) e a roteirista e crítica Vivi Pistache (BH).
Durante os 18 anos de trajetória, o Fest Aruanda se consolidou como uma janela do cinema nacional e paraibano. Agora, o festival expande essa janela também para o cinema internacional celebrando uma nova parceria com a China e San Diego a partir dessa edição e também com a União Europeia, que já faz parte desde a edição passada, com a Mostra Competitiva Internacional de Curtas (clique aqui e confira a seleção).
E mais: além de homenagear a atriz Suzy Lopes e o cinéfilo Ivan Cineminha, a programação traz também a Mostra Caleidoscópio Universitário com videoclipes, TCC’s, programas de TV, documentários, reportagens e interprogramas que concorrerão nesta edição (clique aqui e confira). A quinta edição do Laboratório Aruanda/Energisa, com Susanna Lira, também está confirmada.
Conheça os filmes selecionados para o Fest Aruanda 2024:
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | LONGAS
A Queda do Céu, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha (RR/SP) Baby, de Marcelo Caetano (SP) Kasa Branca, de Luciano Vidigal (RJ) Lispectorante, de Renata Pinheiro (PE) Manas, de Marianna Brennand (PE) Os Afro-Sambas, o Brasil de Baden e Vinicius, de Emílio Domingos (RJ)
MOSTRA COMPETITIVA | SOB O CÉU NORDESTINO
Ainda Não é Amanhã, de Milena Times (PE) Centro Ilusão, de Pedro Diogenes (CE) Lampião, Governador do Sertão, de Wolney Oliveira (CE) Quem é Essa Mulher?, de Mariana Jaspe (BA)
FILMES DE ABERTURA A Bolandeira, de Vladimir Carvalho (1968) (PB) Malu, de Pedro Freire (2024) (RJ)
FILME DE ENCERRAMENTO Alma Negra, do Quilombo ao Baile, de Flávio Frederico (SP)
*Clique aqui e conheça os curtas paraibanos selecionados *Clique aqui e conheça os curtas nacionais selecionados