Elenco:João Pedro Mariano, Ricardo Teodoro, Ana Flavia Cavalcanti, Bruna Linzmeyer, Luiz Bertazzo, Marcelo Varzea, Mauricio de Barros, Kyra Reis, Patrick Coelho, Baco Pereira, Sylvia Prado, Ariane Aparecida, Victor Hugo Martins, Kelly Campello, Cleo Coelho, Cael Benício, Aquiles, Mauricio Sasí, Roberto Audio, Mawusi Tulani, Alex Amaral, Paula Pretta, Breno da Matta, Henrique Zanoni, Abraão Kimberley, Glauber Amaral, Vagner Jesus.
Ano: 2024
Sinopse: Logo após ser liberado de um Centro de Detenção para jovens, Wellington se vê à deriva nas ruas de São Paulo. Durante uma visita a um cinema pornô, ele conhece Ronaldo, um garoto de programa que lhe ensina novas formas de sobreviver. Aos poucos, a relação dos dois se transforma em uma paixão cheia de conflitos, entre a exploração e a proteção, o ciúme e a cumplicidade.
*Filme visto no Festival do Rio 2024
*Clique aqui e confira um vídeo especial sobre o filme com o elenco no Festival do Rio
Elenco: Nicole Kidman, Harris Dickinson, Antonio Banderas, Sophie Wilde, Esther McGregor, Vaughan Reilly, Victor Slezak, Leslie Silva, Gaite Jansen, Robert Farrior, Bartley Booz, Anoop Desai, Mary Ann Lamb, Gabrielle Policano, Gabriela Torres, Izabel Mar, Max O’Herlihy, Michael Kirchmann, Mareau Hall, Dolly Wells, Tess McMillan, Skylar Matthews, Molly Price, Maxwell Whittington-Cooper, Maryann Urbano, Alyriana, Alex Anagnostidis, John Cenatiempo, Tyler Johnson, Christopher Mormando, Suki Úna Rae, Laurie Sheppard, Sue Sterling, Corey Totten, Jolena Wu, Alysa Finnegan, Ariana Maria McCue.
Ano: 2024
Sinopse: Romy é uma CEO bem sucedida que coloca em risco sua vida pessoal e profissional quando se envolve em um jogo de gato e rato com Samuel, o novo estagiário da empresa em que ela trabalha.
Zizi (ou oração da jaca fabulosa), de Felipe M. Bragança: selecionado
Depois de anunciar os primeiros filmes, a 75ª edição do Festival de Berlim, que acontecerá entre os dias 13 e 23 de fevereiro, revelou os títulos selecionados para as mostras Forum Expanded e Forum Special.
Neste ano, o cinema brasileiro marca presença na Forum Expanded com duas obras: Cartas do Absurdo, de Gabraz Sanna, com Sara Não Tem Nome e Eliakin, que traz o fim do mundo descrito em quatro cartas escritas por indígenas brasileiros no século XVII; o filme trata dos efeitos devastadores do genocídio dos povos indígenas do Brasil nos últimos cinco séculos. E também: Zizi (ou oração da jaca fabulosa), de Felipe M. Bragança, com Leo Tucherman, que traz cenas documentais e encenadas que se misturam nesta história muito pessoal de uma família da periferia do Rio, através das memórias de um quintal, de uma árvore gigante e da mulher que a plantou.
Na 20ª edição da Forum Expanded, que em 2025 apresenta o tema Methods of Translucence, a seleção conta com 24 obras, de 21 países. Empregando práticas que abrangem instalação, filme, vídeo e escultura, os artistas e cineastas selecionados empregam a translucidez como um meio de se envolver com as realidades cataclísmicas do presente. Seja lidando com histórias pessoais ou coletivas, guerras em andamento, extrativismo, legados do colonialismo ou desigualdades sociais, suas abordagens frequentemente dependem da intervenção em vez da observação. Seja por meio de vidro colorido, realidade virtual, especulação histórica ou aumento sônico: suas obras projetam ativamente ideias, imagens e sons que alteram como percebemos a realidade e refratam nossa visão do mundo. Eles tornam o que está faltando ainda mais tangível, redirecionando nosso olhar e, como resultado, lançam o que está além ou fora de nossa percepção em um relevo cada vez mais nítido.
Enquanto isso, na mostra Forum Special, organizada por Barbara Wurm, a seleção exibirá um programa de filmes históricos e atuais, com curadoria em torno de um conjunto de temas relacionados. A seleção corresponde ao programa principal da Forum e confronta o estado devastador do presente ao olhar conscientemente para o passado. Com a temática Open Wounds, Open Words, a mostra forma uma continuação lógica dessas ideias de programação, voltando sua atenção desta vez para as posições da geração mais jovem: crescimento, despertares juvenis, tornar-se adulto e parte da sociedade; em contextos marcados por normas culturais, desigualdade social e injustiça política.
Edna de Cássia em Iracema, Uma Transa Amazônica
Aqui, o Brasil aparece com uma cópia restaurada em 4K de um clássico do Cinema Novo: Iracema, Uma Transa Amazônica, de Jorge Bodanzky e Orlando Senna, lançado em 1975. Na trama, um caminhoneiro que trafega pela Transamazônica, a grande rodovia brasileira que atravessa a Floresta Amazônica, conhece uma prostituta e aos poucos percebe os problemas daquela região; o elenco conta com Paulo César Peréio e Edna de Cássia.
Além disso, na Berlinale Co-Production Market, 35 projetos de filmes, de 27 países, foram selecionados, entre eles, dois brasileiros: O Funeral, de Carolina Markowicz, da Biônica Filmes; e Serpente, de Diogo Hayashi, da Quarta-Feira Filmes, com produção de Julia Alves.
O festival também anunciou anteriormente que o cineasta Todd Haynes será o presidente do Júri Internacional desta edição; diretor de filmes como Longe do Paraíso, Carol, Não Estou Lá e Segredos de um Escândalo, foi premiado na Berlinale, em 1991, com seu filme de estreia: Poison, que levou o Teddy Award.
E mais: a consagrada atriz Tilda Swinton será homenageada com o Urso de Ouro Honorário na cerimônia de abertura. Em comunicado oficial, disse: “A Berlinale é o primeiro festival de cinema que fui, em 1986, com Derek Jarman e o primeiro filme que fiz, seu Caravaggio.Foi meu portal para o mundo em que fiz o trabalho da minha vida, o mundo do cinema internacional, e nunca esqueci a dívida que tenho com ele.Ser homenageada dessa forma por este festival em particular é profundamente tocante para mim: será um privilégio e prazer celebrar, mais uma vez em fevereiro, a sementeira que é esta reunião de olhos arregalados e confiavelmente maravilhosa”.
Tricia Tuttle, diretora do festival, também comentou: “A gama de trabalhos de Tilda Swinton é de tirar o fôlego.Ao cinema, ela traz muita humanidade, compaixão, inteligência, humor e estilo, e expande nossas ideias do mundo por meio de seu trabalho.Tilda é um dos nossos ídolos do cinema moderno e também faz parte da família Berlinale há muito tempo.Estamos muito felizes em poder presenteá-la com este Urso de Ouro Honorário”.
Conheça os novos títulos selecionados para o Festival de Berlim 2025:
FORUM EXPANDED
Akher Youm, de Mahmoud Ibrahim (Egito) Al Basateen, de Antoine Chapon (França/Áustria) Alternatives Denkmal für Deutschland (ADfD), de Alternative Monument (Alemanha) beneath the placid lake, de Kush Badhwar e Vyjayanthi Rao (Índia/Finlândia) Cartas do Absurdo, de Gabraz Sanna (Brasil) Chang Gyeong, de Jangwook Lee (Coreia do Sul) Extra Life (and Decay), de Stéphanie Lagarde (Holanda/França) J-N-N, de Ginan Seidl (Alemanha) Mikuba, de Petna Ndaliko Katondolo (República Democrática do Congo/EUA) Miraculous Accident, de Assaf Gruber (Alemanha/Áustria) Mirage: Eigenstate, de Riar Rizaldi (Indonésia/Reino Unido/Portugal) Mountain Roars, de Chonchanok Thanatteepwong e Pobwarat Maprasob (Tailândia) Mua besoj më shpëtoj portreti, de Alban Muja (Kosovo/Holanda) Photosynthesizing Dead in Warehouse, de Jeamin Cha (Coreia do Sul) Pidikwe, de Caroline Monnet (Canadá) Portales, de Elena Duque (Espanha) RAPTURE, de Alisa Berger (França/Alemanha) Sinking Suns, de Neda Saeedi (Áustria/Alemanha) Spetsialna Operatsiia, de Oleksiy Radynski (Ucrânia/Lituânia) STARS, de STARS Collective (Reino Unido/Alemanha) Tin City, de Feargal Ward (Irlanda) When the Sun is Eaten (Chi’bal K’iin), de Kevin Jerome Everson (EUA) Wilfred Buck’s Star Stories, de Lisa Jackson e The Macronauts (Canadá) Zizi (ou oração da jaca fabulosa), de Felipe M. Bragança (Brasil)
FORUM SPECIAL
Das falsche Wort, de Katrin Seybold (1987) (Alemanha) Guochang, de Nana Xu (2025) (Alemanha/China) Iracema, Uma Transa Amazônica, de Jorge Bodanzky e Orlando Senna (1975) (Brasil/Alemanha) Mes fantômes arméniens, de Tamara Stepanyan (2025) (França/Armênia) Nagota, de Sabina Bakaeva (2025) (Uzbequistão/França) Scars of a Putsch, de Nathalie Borgers (2025) (Áustria/Bélgica) Shinagani gazapkhulebis q’vaviloba, de Tiku Kobiashvili (2025) (Geórgia) The Long Road to The Director’s Chair, de Vibeke Løkkeberg (2025) (Noruega)
Fotos: Duas Mariola Filmes/Arquivo Jorge Bodanzky IMS.
Edward Berger e Ralph Fiennes nos bastidores de Conclave
Foi divulgada nesta quarta-feira, 08/01, a lista completa com os indicados ao 77º DGA Awards, prêmio organizado pelo Sindicato dos Diretores da América, Directors Guild of America, que elege os melhores diretores e diretoras da TV e do cinema desde 1948.
Em comunicado oficial, Lesli Linka Glatter, presidente do Sindicato, disse: “2024 foi um ano verdadeiramente extraordinário para contar histórias e os indicados de hoje criaram filmes audaciosos e únicos que expandem as possibilidades de excelência cinematográfica. Estou emocionada em parabenizar todos os nossos diretores indicados por seus trabalhos brilhantes, que são visionários, inspiradores e falam à profundidade da experiência humana. Ser escolhido pelos colegas é o verdadeiro marcador de uma excelente realização de direção e o que torna essas indicações tão especiais”.
Neste ano, nenhuma mulher aparece na categoria principal. Enquanto isso, na categoria de direção estreante, duas aparecem na disputa; entre os documentários, destaque para três representantes femininas. Nas categorias televisivas, a lista conta com: Hiromi Kamata, por Xógum: A Gloriosa Saga do Japão; Issa López, por True Detective; Lucia Aniello, por Hacks; Kevin Bray, Jennifer Getzinger e Helen Shaver, por Pinguim; Alfonso Cuarón, por Disclaimer; entre outros. Os vencedores serão anunciados no dia 8 de fevereiro no The Beverly Hilton Hotel, em Beverly Hills.
Além dos indicados, os homenageados desta 77ª edição também foram revelados: o diretor Ang Lee, de O Tigre e o Dragão e vencedor do Oscar por As Aventuras de Pi e O Segredo de Brokeback Mountain, receberá o DGA Lifetime Achievement Award; a produtora Mary Rae Thewlis, indicada ao Emmy por The Americans, será honrada com o Robert B. Aldrich Award; e o produtor Thomas J. Whelan, de Miss Simpatia, Os Excêntricos Tenenbaums, Sex and the City, Gotham e Diarra from Detroit receberá o Frank Capra Achievement Award.
Conheça os indicados ao 77º Directors Guild of America Awards nas categorias de cinema:
MELHOR DIREÇÃO | LONGA-METRAGEM Brady Corbet, por O Brutalista Edward Berger, por Conclave Jacques Audiard, por Emilia Pérez James Mangold, por Um Completo Desconhecido Sean Baker, por Anora
MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | LONGA-METRAGEM Halfdan Ullmann Tøndel, por Armand Megan Park, por Meu Eu do Futuro Payal Kapadia, por Tudo que Imaginamos como Luz RaMell Ross, por Nickel Boys Sean Wang, por Dìdi
MELHOR DIREÇÃO | DOCUMENTÁRIO Brendan Bellomo e Slava Leontyev, por Porcelain War Ibrahim Nash’at, por Hollywoodgate Johan Grimonprez, por Soundtrack to a Coup d’Etat Julian Brave Noisecat e Emily Kassie, por Sugarcane Natalie Rae e Angela Patton, por Filhas
O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos divulgou nesta quarta-feira, 08/01, os indicados ao 31º Screen Actors Guild Awards, também conhecido como SAG Awards.
O anúncio, que seria transmitido ao vivo pelo ator Cooper Koch e pela atriz Joey King, foi cancelado por conta dos incêndios florestais e das condições adversas de vento em Los Angeles. Sendo assim, a lista foi revelada em um comunicada à imprensa e nas redes sociais. Fran Drescher, presidente do SAG-AFTRA (Screen Actors Guild‐American Federation of Television and Radio Artists), também participaria do vídeo.
O prêmio, que elege os melhores atores e atrizes da TV e do cinema, é considerado uma prévia para o Oscar, já que seus vencedores quase sempre acabam levando a estatueta dourada para casa. Vale lembrar que o período de elegibilidade para esta edição do SAG foi de 1º de janeiro de 2024 a 31 de dezembro de 2024.
O SAG Awards 2025 acontecerá no dia 23 de fevereiro e a cerimônia, que será realizada no Shrine Auditorium & Expo Hall, em Los Angeles, será transmitida ao vivo pela Netflix. Neste ano, a atriz e cantora Kristen Bell será a apresentadora; a lendária atriz, escritora e ativista Jane Fonda será homenageada com o Life Achievement Award.
Conheça os indicados ao 31º SAG Awards nas categorias de cinema:
MELHOR ELENCO Anora Conclave Emilia Pérez Um Completo Desconhecido Wicked
MELHOR ATOR Adrien Brody, por O Brutalista Colman Domingo, por Sing Sing Daniel Craig, por Queer Ralph Fiennes, por Conclave Timothée Chalamet, por Um Completo Desconhecido
MELHOR ATRIZ Cynthia Erivo, por Wicked Demi Moore, por A Substância Karla Sofía Gascón, por Emilia Pérez Mikey Madison, por Anora Pamela Anderson, por The Last Showgirl
MELHOR ATOR COADJUVANTE Edward Norton, por Um Completo Desconhecido Jeremy Strong, por O Aprendiz Jonathan Bailey, por Wicked Kieran Culkin, por A Verdadeira Dor Yura Borisov, por Anora
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Ariana Grande, por Wicked Danielle Deadwyler, por Piano de Família Jamie Lee Curtis, por The Last Showgirl Monica Barbaro, por Um Completo Desconhecido Zoe Saldaña, por Emilia Pérez
MELHOR EQUIPE DE DUBLÊS Deadpool & Wolverine Duna: Parte Dois Gladiador 2 O Dublê Wicked
Timothée Chalamet é Bob Dylan em Um Completo Desconhecido
A Cinema Audio Society é uma organização filantrópica e sem fins lucrativos, que foi fundada em 1964 com o objetivo de compartilhar informações entre os profissionais de som da TV e do cinema. Como de costume, anualmente realiza uma premiação para eleger a melhor mixagem de som em produções televisivas e cinematográficas.
Em comunicado oficial, Peter Kurland, presidente da CAS, disse: “2024 foi um ano de conquistas notáveis na comunidade sonora, com talentos excepcionais em exibição em todas as categorias. A inovação e a arte desses mixadores de som continuam a elevar a arte e os próximos prêmios serão uma celebração das contribuições excepcionais feitas este ano. Parabéns a todos os indicados merecedores pelos excepcionais trabalhos”.
A cerimônia de premiação acontecerá no dia 22 de fevereiro no Beverly Hilton. O consagrado engenheiro de som Tod A. Maitland, indicado ao Oscar por Um Completo Desconhecido, Amor, Sublime Amor, Coringa, Seabiscuit: Alma de Herói, JFK: A Pergunta que Não Quer Calar e Nascido em 4 de Julho, receberá o CAS Career Achievement Award; e o cineasta Denis Villeneuve, de Duna: Parte 2, será honrado com o Cinema Audio Society’s Filmmaker Award.
Conheça os indicados ao 61º CAS Awards nas categorias de cinema:
MELHOR MIXAGEM DE SOM | LONGA-METRAGEM Deadpool & Wolverine Duna: Parte 2 Gladiador 2 Um Completo Desconhecido Wicked
MELHOR MIXAGEM DE SOM | ANIMAÇÃO Divertida Mente 2 Moana 2 Mufasa: O Rei Leão Robô Selvagem Wallace & Gromit: Avengança
MELHOR MIXAGEM DE SOM | DOCUMENTÁRIO A Música de John Williams Elton John: Never Too Late Eu Sou: Celine Dion Super/Man: A História de Christopher Reeve The Blue Angels
MELHOR MIXAGEM DE SOM | FILME PARA TV ou SÉRIE LIMITADA Bebê Rena (1ª temporada, episódio 7) Mestres do Ar (1ª temporada, episódio 5: Part Five) Pinguim (1ª temporada, episódio 1: After Hours) Ripley (1ª temporada, episódio 3: III Sommerso) Stax: Soulsville (1ª temporada, episódio 2: Soul Man)
MELHOR MIXAGEM DE SOM | DOCUMENTÁRIO PARA TV, VARIEDADE E SÉRIES MUSICAIS OU ESPECIAIS Beatles ’64 F1: Dirigir para Viver (6ª temporada; episódio 8: Forza Ferrari) Jim Henson: O Homem das Ideias The 100th: Billy Joel at Madison Square Garden Yacht Rock: A Dockumentary
Fundada em 1953, a MPSE, Motion Picture Sound Editors, é uma organização dedicada a melhorar o reconhecimento de seus membros, educando o público e o resto da comunidade cinematográfica quanto ao mérito artístico da edição sonora.
Os membros da MPSE criam os efeitos sonoros dramáticos e inventam novos sons para mundos imaginários. Além dos editores de efeitos de som, a organização conta também com: editores de Foley, que reproduzem efeitos sonoros complementares para um filme (também conhecido como sonoplastia), como por exemplo, barulho de um vidro quebrando ou de um zíper sendo aberto; editores de diálogos, que são os artesãos que suavizam meticulosamente o som da produção gravado no local; editores de ADR, que ajudam a tecer o diálogo recriado e substituem faixas problemáticas; e editores de música, que trabalham com compositores e supervisores musicais que detectam pontos capazes de coser uma tapeçaria sônica da partitura original e da música pré-gravada em várias fontes.
Anualmente, a Motion Picture Sound Editors realiza o Golden Reel Awards, premiação que elege os melhores trabalhos nas áreas de edição de som na TV, cinema, games e produções estudantis. Os vencedores desta 72ª edição serão anunciados no dia 23 de fevereiro no Wilshire Ebell Theatre, em Los Angeles, em cerimônia apresentada por Patton Oswalt.
Os homenageados deste ano serão: o ator e cineasta Kevin Costner, vencedor do Oscar por Dança com Lobos, que receberá o MPSE Filmmaker Award; e o editor supervisor de som Greg Hedgepath, de Frozen: Uma Aventura Congelante e Velocidade Máxima, que será honrado com o MPSE Career Achievement Award.
Conheça os indicados ao 72º MPSE Golden Reel Awards nas categorias de cinema:
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | DIÁLOGOS/ADR Alien: Romulus Deadpool & Wolverine Duna: Parte 2 Saturday Night: A Noite que Mudou a Comédia Um Completo Desconhecido Wicked
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | EFEITOS/FOLEY Alien: Romulus Deadpool & Wolverine Duna: Parte 2 Furiosa: Uma Saga Mad Max Nosferatu Setembro 5
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO Divertida Mente 2 Mufasa: O Rei Leão O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim Robô Selvagem
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO A Música de John Williams Dahomey Elton John: Never Too Late Super/Man: A História de Christopher Reeve The Blue Angels Will & Harper
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME INTERNACIONAL A Garota da Agulha Emilia Pérez Kneecap: Música e Liberdade Vida de Cabra
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | MÚSICA | FICÇÃO Better Man: A História de Robbie Williams Deadpool & Wolverine Duna: Parte 2 Emilia Pérez Um Completo Desconhecido Wicked
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | MÚSICA | DOCUMENTÁRIO A Música de John Williams A Noite que Mudou o Pop Beatles ’64 Elton John: Never Too Late Jim Henson: O Homem das Ideias
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME | STREAMING Atlas Música O Assassino Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes Um Tira da Pesada 4
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO | STREAMING Apollo 13: Sobrevivendo no Espaço F1: Dirigir para Viver (episódio: Forza Ferrari) Fly Jim Henson: O Homem das Ideias STEVE! (martin): documentário em 2 partes The Beach Boys: Uma História de Sucesso
MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO | STREAMING Arcane (episódio: The Dirt Under Your Nails) Invencível (episódio: I Thought You Were Stronger) Justice League (episódio: Crisis on Infinite Earths, Part Three) Orion e o Escuro Watchmen: Chapter I
STUDENT FILM | VERNA FIELDS AWARD At the Riverbank (Chapman University) Bubble Boy (National Film & Television School) Intermission (National Film & Television School) Last Remembrances (University of Southern California) Songbirds (Savannah College of Art and Design) Student Accomplice (Brigham Young University) The Memories of Autumn (Beijing Film Academy) Wrestle-Off (University of Southern California)
Fernanda Torres: atriz brasileira premiada por Ainda Estou Aqui
Foram anunciados neste domingo, 05/01, em cerimônia comandada pela comediante Nikki Glaser, a primeira mulher a apresentar a premiação sozinha, no Hotel The Beverly Hilton, em Beverly Hills, os vencedores da 82ª edição do Globo de Ouro, prêmio que elege os melhores da TV e do cinema.
Neste ano, a brasileira Fernanda Torres foi consagrada na categoria de melhor atriz em drama por seu trabalho em Ainda Estou Aqui, de Walter Salles. Vale lembrar que em 1999 sua mãe, Fernanda Montenegro, foi indicada na mesma categoria por Central do Brasil. O longa é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram; o roteiro é de Murilo Hauser, de A Vida Invisível, e Heitor Lorega, que foram premiados no Festival de Veneza.
Ainda Estou Aqui, que já alcançou mais de três milhões de espectadores nos cinemas, promove o reencontro entre Fernanda Torres e Walter Salles depois de Terra Estrangeira e O Primeiro Dia. Na última parte do filme, Eunice é interpretada por Fernanda Montenegro, que volta a trabalhar com Walter Salles depois do consagrado Central do Brasil. Além de Selton Mello, o elenco principal reúne nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, como os filhos na primeira fase do filme; e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha integram a família no segundo momento. E mais: Guilherme Silveira, Pri Helena, Humberto Carrão, Maeve Jinkings, Dan Stulbach, Camila Márdila, Luiz Bertazzo, Lourinelson Vladmir, Thelmo Fernandes, Carla Ribas, Daniel Dantas, Charles Fricks, Helena Albergaria, Marcelo Varzea, Caio Horowicz, Maitê Padilha, Luana Nastas, Isadora Gupert, Alexandre Mello, Augusto Trainotti, Alan Rocha e Daniel Pereira.
Emocionada, Torres subiu ao palco, recebeu o troféu das mãos de Viola Davis e fez seu discurso: “Meu Deus! Eu não preparei nada porque eu já estava feliz. Este é um ano incrível para atuações femininas. Tantas atrizes aqui que eu admiro muito. Eu quero agradecer a Walter Salles, meu parceiro, meu amigo. Que história, Walter! E claro que eu quero dedicar esse prêmio para minha mãe… vocês não têm ideia… ela esteve aqui há 25 anos! E isso é uma prova de que a arte pode perdurar pela vida, mesmo em momentos difíceis como a incrível Eunice Paiva passou. Alguma coisa parecida está acontecendo agora no mundo com tanto medo. Este é um filme que nos ajudou a pensar em como sobreviver em tempos difíceis como este”. Ela ainda agradeceu ao marido Andrucha Waddington, aos filhos e ao colega de cena Selton Mello.
Além disso, Emilia Pérez, de Jacques Audiard, que liderava a lista com dez indicações, foi premiado em quatro categorias, entre elas, melhor filme de comédia ou musical. Entre as categorias televisivas, Xógum: A Gloriosa Saga do Japão, se destacou com quatro prêmios.
A noite também foi marcada por outros momentos emocionantes, entres eles, o discurso de Demi Moore, premiada por A Substância: “Eu realmente não esperava por isso. Estou em choque. Faço isso há muito tempo, mais de 45 anos. E esta é a primeira vez que ganho algo como atriz. Estou tão honrada e grata”.
Nesta edição, os homenageados foram: a consagrada atriz Viola Davis, que recebeu o Cecil B. DeMilleAward; e o ator Ted Danson, que foi honrado com o Carol Burnett Award. A categoria Cinematic and Box Office Achievement, criada no ano passado e que reconhece as conquistas cinematográficas e de bilheteria dos filmes mais lucrativos e/ou mais vistos do ano, destacou Wicked, de Jon M. Chu.
A cerimônia de premiação contou também com a participação de nomes consagrados, como: Glenn Close, Elton John, Michelle Yeoh, Colin Farrell, Melissa McCarthy, Colman Domingo, Kathy Bates, Auli’i Cravalho, Dwayne Johnson, Margaret Qualley, Jeff Goldblum, Salma Hayek Pinault, Jennifer Coolidge, Kaley Cuoco, Mindy Kaling, Sharon Stone, Zoë Kravitz, entre outros.
Conheça os vencedores do Globo de Ouro 2025 nas categorias de cinema:
MELHOR FILME | DRAMA O Brutalista, de Brady Corbet
MELHOR FILME | COMÉDIA ou MUSICAL Emilia Pérez, de Jacques Audiard
MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO Flow, de Gints Zilbalodis
MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO INGLESA Emilia Pérez, de Jacques Audiard (França)
MELHOR ATOR | DRAMA Adrien Brody, por O Brutalista
MELHOR ATRIZ | DRAMA Fernanda Torres, por Ainda Estou Aqui
MELHOR ATOR | COMÉDIA ou MUSICAL Sebastian Stan, por Um Homem Diferente
MELHOR ATRIZ | COMÉDIA ou MUSICAL Demi Moore, por A Substância
MELHOR ATOR COADJUVANTE Kieran Culkin, por A Verdadeira Dor
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Zoe Saldaña, por Emilia Pérez
MELHOR DIREÇÃO Brady Corbet, por O Brutalista
MELHOR ROTEIRO Conclave, escrito por Peter Straughan
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL Rivais, por Trent Reznor e Atticus Ross
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL El Mal, por Clément Ducol, Camille e Jacques Audiard (Emilia Pérez)
CINEMATIC AND BOX OFFICE ACHIEVEMENT Wicked, de Jon M. Chu
Sinopse: Depois de 20 anos desaparecido, João Grilo retorna à pequena Taperoá para se juntar ao seu velho companheiro Chicó. Acontece que agora ele é recebido como uma celebridade na cidade. Afinal, reza a lenda que havia sido morto por bala de espingarda e ressuscitado após um julgamento que tinha o Diabo como acusador, Nossa Senhora como defensora e o próprio Jesus Cristo como juiz. Disputado como principal cabo eleitoral pelos dois políticos mais poderosos da cidade, ele faz de tudo para finalmente aplicar o golpe que vai lhe render muito dinheiro e, quem sabe, vida mansa… como se fosse possível que ele se aquietasse. Só que nada sai como planejado e ele terá de recorrer à Compadecida novamente. Da obra de Ariano Suassuna.
Mariana Ximenes em Nem Deus é Tão Justo Quanto Seus Jeans, de Sergio Silva
A 28ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes, que segue reafirmando-se como vitrine da produção autoral brasileira contemporânea, acontecerá entre os dias 24 de janeiro e 1º de fevereiro de 2025 na cidade histórica mineira com mudanças importantes na estrutura de programação.
As mostras competitivas Olhos Livres, Aurora e Foco, que reúnem filmes com inovações de linguagem e modos de produção, passam por alterações com objetivo de retomar algumas de suas premissas originais e manter a produção de vanguarda como grande destaque no evento.
A Mostra Olhos Livres passa a ser avaliada pelo Júri Oficial enquanto a Mostra Aurora será avaliada pelo Júri Jovem com sessões no fim da tarde. Além disso, a Aurora agora passa a contar com filmes exclusivamente de cineastas em seu primeiro longa-metragem. A decisão reflete mudanças observadas no panorama do cinema independente ao longo dos últimos anos: “Quando a Aurora foi criada pelo curador Cléber Eduardo em 2008, o cenário da produção independente, de baixo ou baixíssimo orçamento, ainda estava se consolidando e buscava identidades. Com o tempo, esse campo ganhou forma e maturidade e modificou as trajetórias de seus realizadores”, explica Francis Vogner dos Reis, coordenador curatorial da Mostra de Tiradentes.
A Olhos Livres tem se destacado nos últimos anos a exibir filmes que resgatam o espírito original da Aurora, quando a proposta era desbravar novos caminhos na produção autoral: “Muitos desses filmes surgem à revelia das dificuldades econômicas enfrentadas pelo cinema brasileiro e adaptam-se às circunstâncias disponíveis. O cenário revela uma geração de realizadores que muitas vezes iniciaram suas trajetórias há dez anos ou mais e hoje já estão em seus terceiros, quartos ou até sextos longas-metragens. Apesar de se firmarem como jovens veteranos, continuam a apostar na radicalidade inventiva que marca suas obras”, segue o curador.
No caso da Aurora, até 2024 a regra permitia a inscrição de até um terceiro longa-metragem de um mesmo realizador, com intenção de acompanhar o desenvolvimento e a evolução de novos autores: “Atualmente, esses realizadores, após o lançamento do primeiro longa, já ganham visibilidade e passam a circular em outros festivais, atingindo notoriedade muito mais rapidamente. Ao chegarem ao segundo ou terceiro trabalho, muitos têm carreiras em andamento e isso tornou necessário repensar os critérios da Aurora para valorizar a ideia de estreia e de novidade”, completa Francis.
A Foco, dedicada a curtas-metragens, mantém o perfil da pluralidade e radicalidade: “Estamos sempre atentos à emergência de expressões sofisticadas de quem está começando pelo curta ou de cineastas experientes que continuam explorando o formato como meio de experimentação e refinamento”, exalta Francis Vogner.
As três seções competitivas em Tiradentes, embora distintas em seus recortes, dialogam entre si por meio da imaginação criativa e da busca por formas de expressão que surpreendam o público. Para Francis Vogner, o momento atual do cinema brasileiro é propício tanto a essa diversidade quanto à valorização de propostas fora do convencional: “Se em algum momento o novo estava associado apenas ao jovem, hoje entendemos que ele atravessa gerações. Temos esse ano realizadores estreando nos anos 2020 e outros que iniciaram suas trajetórias nos anos 1960, todos movidos pela inquietação e pela vontade de criar algo fora do comum”, reflete.
As mostras Olhos Livres e Foco são avaliadas pelo Júri Oficial, que escolhe o melhor filme e alguns outros prêmios especiais. Em 2025 os integrantes são: Carlos Francisco (MG), ator; Cíntia Gil (Portugal), programadora; Ivo Lopes Araujo (CE), cineasta; Juçara Marçal (SP), cantora e compositora; e Rita Vênus (PE), crítica e curadora.
Já a Mostra Aurora terá o Júri Jovem, formado por estudantes selecionados numa oficina de crítica de cinema e composto por: Clara Prado (SP), Letras, USP; Duds Tuts (MG), Cinema e Audiovisual, PUC Minas; Giulia Belmonte (RS), Cinema e Audiovisual, UFPel; Otávio Osaki (SP), Comunicação Social: Midialogia, Unicamp; e Sofia Carlos (RN), Comunicação Social: Audiovisual, UFRN.
Conheça os primeiros filmes selecionados para a Mostra de Cinema de Tiradentes 2024:
MOSTRA OLHOS LIVRES
A Primavera, de Daniel Aragão e Sergio Bivar (PE) A Vida Secreta de Meus Três Homens, de Letícia Simões (PE) As Muitas Mortes de Antônio Parreiras, de Lucas Parente (RJ/CE) Batguano Returns: Roben na Estrada, de Tavinho Teixeira e Frederico Benevides (PB) Deuses da Peste, de Gabriela Luíza e Tiago Mata Machado (SP/MG) O Mundo dos Mortos, de Pedro Tavares (RJ) Prédio Vazio, de Rodrigo Aragão (ES)
MOSTRA AURORA
Cartografias das Ondas, de Heloísa Machado (RJ) Kickflip, de Lucca Filippin (SP) Margeado, de Diego Zon (ES) Nem Deus é Tão Justo Quanto seus Jeans, de Sergio Silva (SP) Resumo da Ópera, de Honório Félix e Breno de Lacerda (CE) Um Minuto é uma Eternidade para quem está Sofrendo, de Fábio Rogério e Wesley Pereira de Castro (SE)
MOSTRA FOCO
Entre Corpos, de Mayra Costa (AL) Estrela Brava, de Jorge Polo (RJ) HEYARI: espalhar fumaça para fazer adoecer colocando feitiço no fogo, de Daniel Velasco Leão (SC) Jamais Visto, de Natália Reis (MG) Marmita, de Guilherme Peraro (SP) Memórias Despejadas (ou A Enchente Levou Tudo, E Encontraram a Luta), de Juliana Koetz (RS) Não Me Abandone, de Gabriel Vieira de Mello (SP) O Mediador, de Marcus Curvelo (BA) Osmo, de Pablo Gonçalo (DF) Sem Título # 9: Nem Todas as Flores da Falta, de Carlos Adriano (SP) Tamagotchi_balé, de Anna Costa e Silva (RJ) Trabalho de Amor Perdido, de Vinícius Romero (SP) Ver Céu no Chão, de Isabel Veiga (CE/RJ)
Robô Selvagem: o brasileiro Fabio Lignini está indicado pelo filme
Foram anunciados nesta sexta-feira, 20/12, os indicados ao 52º Annie Awards, conhecido como o Oscar da animação, organizado pela ASIFA-Hollywood, International Animated Film Society, que é considerada a primeira e principal organização profissional do mundo dedicada a promover a arte da animação e celebrar as pessoas que as criam.
Fundada em 1960, a associação premiava os melhores nomes da animação simbolicamente, até a lendária dubladora June Foray criar a cerimônia oficial em 1972. O prêmio de melhor animação cinematográfica só surgiu na 20ª edição do evento, em 1992, que consagrou A Bela e a Fera.
Neste ano, o longa Robô Selvagem, dirigido por Chris Sanders, lidera a lista com dez indicações, entre elas, melhor animação de personagem em animação para o brasileiroFabio Lignini, que já foi premiado por Como Treinar o Seu Dragão 2. Vale destacar que Lignini já trabalhou em diversos outros filmes de sucesso, como: Gato de Botas 2: O Último Pedido, Os Croods 2: Uma Nova Era, O Príncipe do Egito, O Espanta Tubarões, Bee Movie: A História de uma Abelha, Os Pinguins de Madagascar, Kung Fu Panda 3, entre outros.
A lista segue com Divertida Mente 2, de Kelsey Mann, e Wallace & Gromit: Avengança, de Nick Park e Merlin Crossingham, com sete indicações cada. Os vencedores serão anunciados no dia 8 de fevereiro de 2025 no Royce Hall da UCLA, em Los Angeles.
Em comunicado oficial, Aubry Mintz, diretor executivo da ASIFA-Hollywood, disse: “Estamos muito entusiasmados com as nomeações deste ano; elas exemplificam a gama de talentos e abordagens à nossa forma de arte diversificada. Os vencedores homenageiam o passado, o presente e o futuro da animação. O Annie Awards celebra artistas que fizeram conquistas incríveis tanto no mundo dos estúdios comerciais quanto no cinema independente, reconhecendo o impacto que é feito para melhorar a equidade e a inclusão, e reconhecendo a inovação enquanto olhamos para o horizonte”.
Os homenageados desta 52ª edição serão: o animador Aaron Blaise, indicado ao Oscar por Irmão Urso, a diretora e animadora Eunice Macaulay, vencedora do Oscar pelo curta Special Delivery e indicada por George and Rosemary, e a compositora Normand Roger, de Tio Tomás, A Contabilidade Dos Dias, O Outono de Poppety e do curta brasileiro Guaxuma, que receberão o Winsor McCay Award; o June Foray Award será entregue para a ONG WIA, Women In Animation, que defende a igualdade de gênero e inclusão em animação, efeitos visuais e jogos; o Ub lwerks Award, que reconhece o avanço técnico que afeta a indústria da animação, vai para Alberto Menache; e o Special Achievement Award homenageará a importância do livro Directing at Disney-The Original Directors of Walt’s Animated Films, de Pete Docter e Don Peri.
Conheça os indicados nas categorias de cinema do Annie Awards 2025:
MELHOR ANIMAÇÃO Aquele Natal Divertida Mente 2 Kung Fu Panda 4 Robô Selvagem Ultraman: A Ascensão Wallace & Gromit: Avengança
MELHOR ANIMAÇÃO INDEPENDENTE Chicken for Linda! Flow Look Back Mars Express Memórias de um Caracol O Menino e o Mestre
MELHOR DIREÇÃO EM ANIMAÇÃO Chiara Malta e Sébastien Laudenbach, por Chicken for Linda! Chris Sanders, por Robô Selvagem Gints Zilbalodis, por Flow Nick Park e Merlin Crossingham, por Wallace & Gromit: Avengança Simon Otto, por Aquele Natal
MELHOR ROTEIRO EM ANIMAÇÃO Divertida Mente 2, escrito por Meg LeFauve e Dave Holstein Flow, escrito por Gints Zilbalodis e Matīss Kaža Memórias de um Caracol, escrito por Adam Elliot O Menino e o Mestre, escrito por Frank Cottrell-Boyce
MELHOR DUBLAGEM EM ANIMAÇÃO Brian Tyree Henry, por Transformers: O Início Kit Connor, por Robô Selvagem Lupita Nyong’o, por Robô Selvagem Maya Hawke, por Divertida Mente 2 Mélinée Leclerc, por Chicken for Linda!
MELHOR ANIMAÇÃO | CURTA-METRAGEM Beautiful Men In the Shadow of the Cypress Ruthless Blade The Swineherd Wander to Wonder
MELHOR ANIMAÇÃO ESTUDANTIL Adiós, de José Prats El Ombligo de la Luna, de Sara António, Julia Grupińska, Bokang Koatja, Tian Westraad e Ezequiel Garibay Pear Garden, de Shadab Shayegan Polliwog, de Julia Skala Turmspringer, de Oscar Bittner
MELHORES EFEITOS ESPECIAIS DE ANIMAÇÃO Kung Fu Panda 4, por Zachary Glynn, Alex Timchenko, Kiem Ching Ong, Yorie Kaela Kumalasari e Jinguang Huang Moana 2, por Santiago Robles, Marc Bryant, Deborah Carlson, Jake Rice e Ian J. Coony Robô Selvagem, por Derek Cheung, Michael Losure, David Chow, Nyoung Kim e Steve Avoujageli Ultraman: A Ascensão, por Goncalo Cabaca, Vishal Patel, Zheng Yong Oh, Nicholas Yoon Joo Kuang e Pei-Zhi Huang Huang Wallace & Gromit: Avengança, por Howard Jones, Rich Spence, Deborah Jane Price, Jon Biggins e Kirstie Deane
MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGEM EM ANIMAÇÃO Divertida Mente 2, por Aviv Mano Kung Fu Panda 4, por Patrick Giusiano Moana 2, por Brian Scott Robô Selvagem, por Fabio Lignini Wallace & Gromit: Avengança, por Carmen Bromfield Mason
MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGEM EM LIVE-ACTION A Casa do Dragão (2ª temporada), por Jason Snyman, Manjoe Chan, Chloe McLean, Cedric Enriquez Canlas e Vincent Lee Better Man: A História de Robbie Williams, por Shaun Freeman, Luisma Lavin Peredo, Carlos Lin, Seoungseok Charlie Kim e Kaori Miyazawa Gladiador 2, por Kyle Dunlevy, Philipp Winterstein, Gil Daniel, Michael Elder e Julien Bagory Godzilla e Kong: O Novo Império, por Ludovic Chailloleau, Jonathan Paquin, Craig Penn, Florian Fernandez e Marco Barbati Planeta dos Macacos: O Reinado, por Christian Kickenweitz, Aidan Martin, Allison Orr, Radiya Alam e Howard Sly
MELHOR DESIGN DE PERSONAGEM EM ANIMAÇÃO Aquele Natal, por Uwe Heidschötter Divertida Mente 2, por Deanna Marsigliese Enfeitiçados, por Guillermo Ramírez Robô Selvagem, por Genevieve Tsai Scarygirl, por Nathan Jurevicius
MELHOR MÚSICA EM ANIMAÇÃO Aquele Natal, por John Powell, Ed Sheeran e Johnny McDaid O Menino e o Mestre, por Stuart Hancock Peça por Peça, por Pharrell Williams e Michael Andrews Robô Selvagem, por Kris Bowers Wallace & Gromit: Avengança, por Lorne Balfe e Julian Nott
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM ANIMAÇÃO Aquele Natal, por Justin Hutchinson-Chatburn e Mike Redman Divertida Mente 2, por Jason Deamer, Josh West, Keiko Murayama, Bill Zahn e Laura Meyer Robô Selvagem, por Raymond Zibach e Ritchie Sacilioc Ultraman: A Ascensão, por The Ultraman: Rising Production Design Team Wallace & Gromit: Avengança, por Matt Perry, Darren Dubicki, Richard Edmunds, Matt Sanders e Gavin Lines
MELHOR STORYBOARDING EM ANIMAÇÃO A Missão de Sandy Bochechas, por Piero Piluso Aquele Natal, por Ashley Boddy, Lorenzo Fresta e Helen Schroeder Enfeitiçados, por Alex Relloso Horna e Carlos Zapater Oliva Meu Malvado Favorito 4, por Habib Louati Moana 2, por Ryan Green
MELHOR EDIÇÃO EM ANIMAÇÃO Divertida Mente 2, por Maurissa Horwitz, David Suther, Fiona Toth e Jonathan Vargo Moana 2, por Jeremy Milton e Michael Louis Hill Robô Selvagem, por Mary Blee, Collin Erker, Orlando Duenas, Lucie Lyon e Brian Parker Ultraman: A Ascensão, por Bret Marnell, William Max Steinberg, Nik Siefke, Ryan Sommer e Kaye Speare Wallace & Gromit: Avengança, por Dan Hembery
MELHOR PRODUÇÃO ESPECIAL A Bear Named Wojtek Mog’s Christmas Orion e o Escuro Tabby McTat Yuck!
Matheus Nachtergaele em O Auto da Compadecida 2: indicado
A APCA, Associação Paulista de Críticos de Arte, existe desde 1973. Sua base surgiu em 1951, contando exclusivamente como uma premiação teatral. Mais de 20 anos depois, uma reestruturação redefiniu seu alcance para todas as formas de arte.
Cada grupo de críticos se reúne para escolher os melhores de cada ano, sendo que, por escolha própria, dois desses grupos também anunciam um grupo de indicados semanas antes do resultado final; são eles: Teatro e Televisão. A partir de 2024, o segmento Cinema seguirá seus colegas de palco e telinha em prol de também garantir um grau ainda maior de expectativa natural que cerca nossos resultados.
Juntos, os membros Flavia Guerra, Francisco Carbone, Luiz Carlos Merten e Orlando Margarido organizaram esse grupo de indicados à versão 2024 da premiação, que terá resultados divulgados no dia 13 de janeiro de 2025, em todas as categorias; a premiação acontecerá ainda no primeiro semestre em data a ser anunciada.
A decisão foi discutida pelos membros nesta semana, decidindo que era hora do segmento se envolver ainda mais com a indústria, pois vê nessa decisão também uma forma de alavancar, ainda que em seu lugar, barulho para provocar discussões e reflexões. Para que, assim, exista mais uma maneira de alavancar e prestigiar a arte que emprega e representa tantos, com mais diversidade, de todas as formas. Assim sendo, espera-se garantir a visibilidade de bem mais que sete títulos no ano (o número de troféus) abraçando um grupo bem mais amplo.
“Esperamos, com isso, fortalecer o prêmio com a decisão, agregando expectativa no setor. Em momento agridoce, onde uma produção bate recordes de bilheteria enquanto a maior parte do circuito ainda amarga resultados injustos nas salas de cinema, a lista de indicados aos melhores do ano em Cinema pela APCA tem o doce e humilde desejo de tentar ser mais uma, entre tantas iniciativas, a apoiar e reverberar nossa cinematografia”, disse Carbone, que foi o organizador da ideia original, trazendo esse debate primeiramente ao grupo e abriu os trabalhos juntos aos colegas.
“Com essa lista, destacamos filmes que merecem nossa atenção, para além dos já tradicionais vencedores do ano, pois a nossa produção tem sido cada vez mais prolífica e diversa, como a própria lista mostra; valorizar toda uma safra, é isso que pretendemos”, completou Guerra.
“Pensamos ainda, porquê não, no futuro, abrir discussões em dois momentos do ano, como no teatro. Nos reunirmos para debater a temporada, tanto em julho quanto em dezembro, e assim promover ainda mais justiça entre a imensa quantidade de títulos lançados no país”, reitera Margarido.
Conheça os finalistas ao Prêmio APCA 2024 nas categorias de Cinema:
FILME Ainda Estou Aqui, de Walter Salles Estranho Caminho, de Guto Parente Greice, de Leonardo Mouramateus Malu, de Pedro Freire O Dia que te Conheci, de André Novais Oliveira Retrato de um Certo Oriente, de Marcelo Gomes Saudade Fez Morada Aqui Dentro, de Haroldo Borges
DOCUMENTÁRIO A Flor do Buriti, de João Salaviza e Renée Nader Messora Amanhã, de Marcos Pimentel Antonio Candido, Anotações Finais, de Eduardo Escorel Fausto Fawcett na Cabeça, de Victor Lopes Fernanda Young: Foge-me ao controle, de Susanna Lira Othelo, o Grande, de Lucas H. Rossi dos Santos Salão de Baile, de Juru e Vitã
DIREÇÃO André Novais Oliveira, por O Dia que te Conheci Eduardo Escorel, por Antonio Candido, Anotações Finais Juliana Rojas, por Cidade; Campo Marcelo Gomes, por Retrato de um Certo Oriente Susanna Lira, por Fernanda Young: Foge-me ao Controle Walter Salles, por Ainda Estou Aqui
ROTEIRO Ainda Estou Aqui, escrito por Murilo Hauser e Heitor Lorega Greice, escrito por Leonardo Mouramateus O Auto da Compadecida 2, escrito por Guel Arraes, João Falcão, Adriana Falcão e Jorge Furtado O Dia que te Conheci, escrito por André Novais Oliveira Retrato de um Certo Oriente, escrito por Marcelo Gomes, Maria Camargo e Gustavo Campos Saudade Fez Morada Aqui Dentro, escrito por Haroldo Borges e Paula Gomes
ATRIZ Denise Weinberg, por A Metade de Nós Fernanda Torres, por Ainda Estou Aqui Grace Passô, por O Dia que te Conheci Maria Bomani, por Bandida: A Número Um Mirella Façanha, por Cidade; Campo Yara de Novaes, por Malu
ATOR Bruno Jefferson, por Saudade Fez Morada Aqui Dentro Démick Lopes, por A Filha do Palhaço Fabio Assunção, por Motel Destino Matheus Nachtergaele, por Mais Pesado é o Céu e O Auto da Compadecida 2 Renato Novaes, por O Dia que te Conheci Selton Mello, por Ainda Estou Aqui e O Auto da Compadecida 2