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Conheça os vencedores do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián 2016

por: Cinevitor

sebastian2016Vencedores no palco.

Foram anunciados neste sábado, 24/09, os vencedores da 64ª edição do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián. O chinês I Am Not Madame Bovary, de Xiaogang Feng, recebeu a Concha de Ouro de melhor filme, prêmio máximo do evento. O cinema asiático também se destacou nas categorias de melhor direção e melhor atriz.

O brasileiro Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé, recebeu Menção Especial no Prêmio Spanish Cooperation, entregue a filmes Ibero-americanos, selecionados para a Competição Oficial, Novos Diretores e Mostra Horizontes Latinos, que apresentam a melhor contribuição para o desenvolvimento humano, a erradicação da pobreza e o pleno exercício dos direitos humanos. Este prêmio é um acordo entre o Festival de San Sebastián e a AECID (Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento), com o objetivo de reforçar o compromisso de ambas as partes a trabalhar em conjunto com a indústria audiovisual ibero-americana, a fim de promover novos talentos, promover a produção de filmes e projetos para fortalecer a comercialização e internacionalização das produções.

Confira os vencedores do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián 2016:

CONCHA DE OURO | MELHOR FILME: I Am Not Madame Bovary, dirigido por Xiaogang Feng (China)
CONCHA DE PRATA | MELHOR DIREÇÃO: Sang-soo Hong, por Yourself and Yours
CONCHA DE PRATA | MELHOR ATRIZ: Fan Bingbing, por I Am Not Madame Bovary
CONCHA DE PRATA | MELHOR ATOR: Eduard Fernández, por El hombre de las mil caras
Prêmio Especial do Júri: El Invierno, de Emiliano Torres (Argentina) e Jätten (The Giant), de Johannes Nyholm (Suécia/Dinamarca)
Prêmio do Júri | Melhor Roteiro: Que Dios nos perdone, escrito por Isabel Peña e Rodrigo Sorogoyen (Espanha)
Prêmio do Júri | Melhor Fotografia: El Invierno, por Ramiro Civita
Prêmio Novos Diretores: Park, dirigido por Sofia Exarchou (Grécia/Polônia)
Prêmio Novos Diretores | Menção Especial: Compte tes blessures (A Taste of Ink), dirigido por Morgan Simon (França)
Prêmio Horizontes: Rara, dirigido por Pepa San Martín (Chile/Argentina)
Prêmio Horizontes | Menção Especial: Alba, dirigido por Ana Cristina Barragán (Equador/México/Grécia)
Melhor Filme | Júri Popular: I, Daniel Blake, dirigido por Ken Loach (Reino Unido/França/Bélgica)
Melhor Filme Europeu | Júri Popular: Ma vie de Courgette (My Life as a Courgette), dirigido por Claude Barras (Suíça/França)
Prêmio FIPRESCI: Lady Macbeth, dirigido por William Oldroyd (Reino Unido)
Prêmio Spanish Cooperation: Oscuro animal, dirigido por Felipe Guerrero (Colômbia/Argentina/Holanda/Alemanha/Grécia)
Prêmio Spanish Cooperation | Menção Especial: Era o Hotel Cambridge, dirigido por Eliane Caffé (Brasil/França) e Viejo Calavera (Dark Skull), dirigido por Kiro Russo (Bolívia/Qatar)

Foto: Gorka Estrada.

CINEVITOR #183: Entrevistas com Klebber Toledo, Tess Amorim e Marco Luque | Cegonhas

por: Cinevitor

cegonhaspgmcinevitorDubladores durante a entrevista.

A animação Cegonhas – A História Que Não Te Contaram, que já está em cartaz nos cinemas brasileiros, além de divertir o público, busca mostrar com a história da cegonha Júnior e da menina Tulipa que é possível conviver com as diferenças: um pássaro e uma humana podem até virar irmãos e formar uma família.

Para falar mais sobre o filme, conversamos com os dubladores brasileiros: Klebber Toledo, que interpreta Júnior; Tess Amorim, que dubla a atrapalhada Tulipa; e Marco Luque, que empresta sua voz para o Pombo Luke. Aperte o play e confira o bate-papo:

Conheça os destaques da programação da 3ª Mostra de Filmes Hip Hop

por: Cinevitor

mostrahiphopCena do filme Beat Street: destaque da programação.

A Mostra de Filmes Hip Hop chega à sua 3ª edição e acontece de 28/09 a 04/10, com entrada gratuita, no CineSesc, em São Paulo, com uma homenagem ao premiado diretor Bobbito Garcia, um dos expoentes do hip hop de Nova York.

Com a curadoria de Rodrigo Brandão, conhecido também como Gorila Urbano, o evento reúne 14 títulos que celebram a cultura hip hop,​ entre longas e curtas, ficções ​e​ documentário​s, divididos nas mostras: Old School, Raiz de Rua, DJ, Original Gangsta e Obra Inacabada.

Considerado uma lenda urbana em Nova York, Bobbito Garcia, homenageado desta edição, é conhecido também como Kool Bob Love, e ajudou a difundir artistas de rap como Wu-Tang Clan, Jay-Z, The Notorious B.I.G e Nas, através do programa de rádio que apresentava, junto com o DJ Stretch Armstrong, nos anos 1990. A história pode ser conferida no documentário Stretch and Bobbito: Radio That Changed Lives, inédito no Brasil.

garciahipHomenageado desta edição: Bobbito Garcia.

Na noite de abertura será exibido o filme Wave Twisters, de Syd Garon e Eric Henry, inédito no Brasil e que completa 15 anos em 2016. A sessão especial contará com a presença do DJ Qbert, que fará uma apresentação inédita e exclusiva. O filme, que é o primeiro musical do gênero feito todo em animação, foi construído com base no disco homônimo do DJ.

No mostra Old School, destacam-se: Krush Groove (1985), dirigido por Michael Schultz, baseado na ascensão da gravadora Def Jam, primeiro império empresarial da história da cultura de rua que lançou nomes como Beastie Boys, LL Cool J, e Public Enemy, entre outros; e o longa Beat Street – A Loucura Do Ritmo, de Stan Lathan (1984), grande responsável por propagar a cultura hip hop no Brasil nos anos 1980.

No programa Raiz de Rua, serão exibidos: Pixadores, de Amir Escandari, que mostra a história dos pichadores Djan, William, Ricardo e Biscoito, que atacaram o mundo das artes durante anos e participaram da Bienal de Berlim, evento que mudou a vida deles; e Hip Rap Hop, que resgata a história do primeiro disco de rap do Brasil, do grupo Região Abissal.

pixadoreshiphopCena do documentário Pixadores, premiado na 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Dois documentários dirigidos pelo rapper, músico, e produtor Adam Yauch, o MCA dos Beastie Boys, falecido em 2012, serão exibidos na programação. Para quem perdeu as duas passagens históricas da banda no Brasil ou quer matar saudade, vale a pena conferir o documentário Awesome; I Fuckin’ Shot That!, ​​registro do show de 2004, feito por fãs e uma equipe de filmagem. Na apresentação, a banda fez uma releitura de sua carreira, mesclando músicas novas e antigas; já em Gunnin’ For That #1 Spot, o diretor mostra a carreira de jogadores profissionais de basquete, desde a passagem pela faculdade até o estrelato na NBA, com depoimentos de várias personalidades.

Além disso, o evento promove ainda um debate sobre a construção de um documentário de hip hop, no programa Obra Inacabada, que acontecerá no sábado, 01/10, às 17h, com exibição do teaser do doc Poesia Concreta, ainda em fase de produção, que conta a história do rap underground de SP, através de artistas como Espião, Ascendência Mista, Elo da Corrente, Academia Brasileira de Rimas, Nitro, Ogi, Mamelo Sound System, e outros. Após a exibição, os diretores do filme participarão de um bate-papo.

Para mais informações sobre a 3ª Mostra de Filmes Hip Hop, clique aqui.

Fotos: Divulgação/Puma.

Protagonizado por Julio Andrade, Maresia, de Marcos Guttmann, ganha trailer

por: Cinevitor

maresiatrailerJulio Andrade em cena.

Inspirado no romance Barco a Seco, de Rubens Figueiredo, premiado com o Jabuti de 2002, Maresia, dirigido por Marcos Guttmann, traz Julio Andrade nos dois papéis principais: o crítico de arte Gaspar e o pintor Emílio Vega. O longa foi premiado no 26º Cine Ceará – Festival Ibero-americano nas categorias de melhor ator e diretor.

Maresia conta a história de Gaspar, um perito de arte obcecado pela obra de Emilio Vega, um pintor mítico morto há 50 anos. Estudioso e crítico, Gaspar é o maior especialista sobre Vega. Mas ele tem suas convicções abaladas após um incômodo encontro com Inácio Cabrera, vivido por Pietro Bogianchini, um amigo e contemporâneo do pintor.

Com estreia prevista para o dia 17 de novembro, o filme também conta com Vera Holtz, Mariana Nunes, Jonas Bloch, Álamo Facó e Pablo Sanábio no elenco. Confira o primeiro trailer de Maresia:

Foto: Divulgação.

Festival do Rio 2016 anuncia programação completa com 250 filmes e diretores consagrados

por: Cinevitor

mariondolanMarion Cotillard em cena de Juste la fin du monde, de Xavier Dolan.

De 6 a 16 de outubro, o Festival do Rio 2016 vai exibir 250 filmes de mais de 60 países, espalhados por 15 mostras em cerca de 20 locais de exibição da cidade. O público terá a oportunidade de conferir os filmes mais comentados e premiados, descobrir raridades, votar no melhor da Première Brasil (clique aqui e confira a lista dos filmes brasileiros selecionados), participar de debates e de sessões especiais com a presença de personalidades do cinema mundial e oficinas gratuitas no RioMarket.

Serão apresentados os novos trabalhos de diretores consagrados, como Terrence Malick, Ken Loach, Maren Ade, Wim Wenders, Olivier Assayas, Lav Diaz, Werner Herzog, Xavier Dolan, João Pedro Rodrigues, Richard Linklater, Stéphane Brizé, Noah Baumbach, Mahamat-Saleh Haroun, Rebecca Zlotowski, Ira Sachs, Joachim Lafosse, entre outros.

Além das mostras tradicionais como Panorama do Cinema Mundial, Première Brasil, Première Latina, Expectativa, Mostra Geração, Midnight Movies & Docs, Fronteiras, Meio Ambiente e Itinerários Únicos, o festival traz novas mostras nesta edição:

– Mostra Cinema Novo/Interseções/Cinema Marginal: um olhar sobre dois movimentos fundamentais do Cinema Brasileiro, com filmes de Carlos Diegues, Nelson Pereira dos Santos, Ruy Guerra, David Neves, Walter Lima Jr., Flávio Migliaccio, Carlos Reichenbach, José Agrippino de Paula, Álvaro Guimarães, André Farias e Elyseu Visconti;

– Mostra Universal Monsters: com sete clássicos restaurados, produzidos pelo estúdio entre 1930 e 1954, incluindo pérolas como Drácula, A Noiva de Frankenstein e O Monstro da Lagoa Negra 3D;

– Mostra Artistas Viajantes: inclui uma homenagem ao artista plástico Tunga, com exibição de dois filmes sobre o artista, dirigidos por Murilo Salles, e trabalhos de Ken Jacobs e Eryk Rocha.

A mostra Film Doc, com documentários sobre cinema, inclui produções sobre Brian De Palma, Mike Nichols, Richard Linklater, além da impressionante viagem de Bertrand Tavernier pela história do cinema francês em Voyage à travers le cinéma français e Et la femme créa Hollywood, um estudo sobre o papel primordial de diretoras, produtoras e roteiristas na Era de Ouro de Hollywood.

Uma seleção de documentários musicais inclui Nick Cave em 3D, dois filmes dos The Rolling Stones, Frank Zappa, Iggy and the Stooges; homenagens a David Bowie (Fome de Viver) e Prince (Purple Rain e Sign ‘o’ the Times) e uma sessão de Na Cama com Madonna completam a programação.

Pelo terceiro ano, o Prêmio Felix vai eleger o melhor filme de temática LGBTQ de uma seleção de 28 longas, escolhido por um júri oficial. A modelo internacional Lea T receberá o Prêmio Suzy Capó Personalidade Felix do Ano.

Confira a lista com as atrações do Festival do Rio 2016:

PANORAMA DO CINEMA MUNDIAL:

Eu, Daniel Blake (I, Daniel Blake), de Ken Loach (Reino Unido/França)
Voyage of Time: Life’s Journey, de Terrence Malick (Estados Unidos/França/Alemanha)
Toni Erdmann, de Maren Ade (Alemanha/Áustria)
Paterson, de Jim Jarmusch (EUA)
Personal Shopper, de Olivier Assayas (França)
Você e os Seus (Yourself and Yours), de Hong Sang-soo (Coreia do Sul)
Loving, de Jeff Nichols (Reino Unido/EUA)
Sieranevada, de Cristi Puiu (Romênia/França/Bósnia-Herzegovina/Croácia/Macedônia)
Paraíso (Rai), de Andrei Konchalovsky (Rússia/Alemanha)
Os Belos Dias de Aranjuez 3D (Les Beaux Jours d’Aranjuez), de Wim Wenders (França/Alemanha)
É Apenas o Fim do Mundo (Juste la fin du monde), de Xavier Dolan (Canadá/França)
A Luz Entre Oceanos (The Light Between Oceans), de Derek Cianfrance (EUA/Nova Zelândia)
Mistério na Costa Chanel (Ma Loute), de Bruno Dumont (França/Alemanha)
O Contador (The Accountant), de Gavin O’Connor (EUA)
Nocturama, de Bertrand Bonello (França)
Sarah Winchester, Ópera Fantasma (Sarah Winchester, Opéra Fantôme), de Bertrand Bonello (França)
O Ornitólogo, de João Pedro Rodrigues (Portugal/França/Brasil)
A Mulher que se Foi (Ang Babaeng Humayo/The Woman Who Left), de Lav Diaz (Filipinas)
A Vida de uma Mulher (Une vie), de Stéphane Brizé (França/Bélgica)
Na Vertical (Rester vertical), de Alain Guiraudie (França)
Planetarium, de Rebecca Zlotowski (França/Bélgica)
Jovens, Loucos e Mais Rebeldes (Everybody Wants Some!!), de Richard Linklater (EUA)
Austerlitz, de Sergei Loznitsa (Alemanha)
Dinheiro Amargo (Ku Qian), de Wang Bing (Hong Kong/França)
Ta’ang, de Wang Bing (Hong Kong/França)
Christine, de Antonio Campos (EUA)
Certas Mulheres (Certain Women), de Kelly Reichardt (EUA)
Les habitants, de Raymond Depardon (França)
Manchester à beira-mar (Manchester by the Sea), de Kenneth Lonergan (EUA)
Indignação (Indignation), de James Schamus (EUA)
Absolutely Fabulous: The Movie, de Mandie Fletcher (Reino Unido/EUA)
Ma Ma, de Julio Medem (Espanha/França)
Melhores Amigos (Little Men), de Ira Sachs (EUA/Grécia)
Wiener-Dog, de Todd Solondz (EUA)
Lo and Behold, Reveries of the Connected World, de Werner Herzog (EUA)
Boris sem Béatrice (Boris sans Béatrice), de Denis Côté (Canadá)
Quand on a 17 ans, de André Téchiné (França)
O Filho de Joseph (Le Fils de Joseph), de Eugène Green (França/Bélgica)
Lost in Paris (Paris pieds nus), de Dominique Abel e Fiona Gordon (França/Bélgica)
Uma Paixão Tranquila (A Quiet Passion), de Terence Davies (Reino Unido/Bélgica)
A Canção do Pôr do Sol (Sunset Song), de Terence Davies (Reino Unido/Luxemburgo)
Entre Cercas (Bein gderot), de Avi Mograbi (Israel/França)
Harmonium (Fuchi Ni Tatsu), de Kôji Fukada (Japão)
Hissein Habré, uma tragédia no Chade (Hissein Habré, Une Tragédie Tchadienne), de Mahamat-Saleh Haroun (França)
A Economia do Amor (L’économie du couple), de Joachim Lafosse (França/Bélgica)
O Efeito Aquático (L’effet aquatique), de Sólveig Anspach (França/Islândia)
Cosmos, de Andrzej Zulawski (França/Portugal)
Jota: Para Além do Flamenco (Jota), de Carlos Saura (Espanha)
Kubo e a Espada Mágica (Kubo and the Two Strings), de Travis Knight (EUA)
Jonas Mekas: I Had Nowhere To Go, de Douglas Gordon (Alemanha)
Afterimage (Powidoki), de Andrzej Wajda (Polônia)
Comboio de Sal e Açúcar, de Licinio Azevedo (Brasil/Portugal/França)
Tommaso, de Kim Rossi Stuart (Itália)
Amnesia, de Barbet Schroeder (Suíça/França)
Much Loved, de Nabil Ayouch (França/Marrocos)
O Medo (La Peur), de Damien Odoul (França/Canadá)
O Mundo Fora do Lugar (Die abhandene Welt), de Margarethe Von Trotta (Alemanha)
Noite Sem Fim (Nadie quiere la noche), de Isabel Coixet (Espanha/França/Bulgária)
A Nona Vida de Louis Drax (The 9th Life of Louis Drax), de Alexandre Aja (Canadá/Reino Unido/EUA)
O Túnel (Teo-neol), de Kim Seong-hun (Coreia do Sul)
Riachos, Campos e Rostos Adoráveis (Al ma’wal khodra wal wajh el hassan), de Yousry Nasrallah (Egito)
As Confissões (Le confessioni), de Roberto Andò (Itália/França)
Michelle e Obama (Southside With You), de Richard Tanne (EUA)

EXPECTATIVAS:

Souvenir, de Bavo Defurne (Bélgica/Luxemburgo/França)
Capitão Fantástico (Captain Fantastic), de Matt Ross (EUA)
Álbum de Família (Albüm), de Mehmet Can Mertoğlu (Turquia)
Os Bons Tempos Chegarão em Breve (I Tempi Felici Verranno Presto), de Alessandro Comodin (Itália/França)
Baden Baden, de Rachel Lang (Bélgica/França)
Mister Universo, de Tizza Covi e Rainer Frimmel (Áustria/Itália)
Posto-avançado do Progresso, de Hugo Vieira da Silva (Portugal)
Destruction babies (Disutorakushon beibîzu), de Mariko Tetsuya (Japão)
E Donald Chorou (Donald Cried), de Kristopher Avedisian (EUA)
O Intermediário (Fixeur), de Adrian Sitaru (Romênia/França)
Tramps, de Adam Leon (EUA)
Orelhas (Orecchie), de Alessandro Aronadio (Itália)
As Vidas de Thérèse (Les Vies de Thérèse), de Sébastien Lifshitz (França)
Dois Amantes e um Urso (Two Lovers and a Bear), de Kim Nguyen (Canadá)
Spa night, de Andrew Ahn (EUA)
A Dama de Baco (Jug-yeo-ju-neun Yeo-ja), de E J-yong (Coreia do Sul)
Essa Sensação (Esa Sensación), de Julián Génisson, Juan Cavestany e Pablo Hernando (Espanha)
Ator Martinez (Actor Martinez), de Nathan Silver e Mike Ott (EUA)
Tomcat, de Kater Händl Klaus (Áustria)
O Monstro no Armário (Closet Monster), de Stephen Dunn (Canadá)
Vida, animada (Life, Animated), de Roger Ross Williams (EUA/França)
Antes das Ruas (Avant les Rues), de Chloé Leriche (Canadá)
Uma Criada para Cada Uma (Makhdoumin), de Maher Abi Samra (Líbano/França/Noruega/Emirados Árabes Unidos)
Um Grande Plano (Film Kteer Kbeer), de Mir-Jean Bou Chaaya (Líbano/Qatar)
Barakah com Barakah (Barakah yoqabil Barakah), de Mahmoud Sabbagh (Arábia Saudita)
Assim que Abro Meus Olhos (À peine j’ouvre les yeux), de Leyla Bouzid (França/Tunísia/Bélgica)
No Escuro do Cinema Descalço os Sapatos, de Cláudia Varejão (Portugal)
Nos Últimos Dias da Cidade (Akher ayam el madina), de Tamer El Said (Egito/Alemanha/Reino Unido/Emirados Árabes Unidos)
Damocles, de Manuel Schapira (França)
O Grande Dia (Le grand jour), de Pascal Plisson (França)

PREMIÈRE LATINA:

A Região Selvagem (La Region Salvaje), de Amat Escalante (México)
O Cristo Cego (El Cristo Ciego), de Christopher Murray (Chile/França)
Kékszakállú, de Gastón Solnicki (Argentina)
A Ideia de um Lago (La idea de un lago), de Milagros Mumenthaler (Suíça/Argentina/Qatar)
Minha Amiga do Parque (Mi amiga del parque), de Ana Katz (Argentina/Uruguai)
Aqui Não Aconteceu Nada (Aquí No Ha Pasado Nada), de Alejandro Fernández Almendras (Chile)
Rara, de Pepa San Martín (Chile/Argentina)
Tempestade (Tempestad), de Tatiana Huezo (México)
Histórias dos Dois que Sonharam (Historias de Dos que Soñaron), de Andrea Bussmann e Nicolás Pereda (México/Canadá)
A Longa Noite de Francisco Sanctis (La Larga Noche De Francisco Sanctis), de Andrea Testa e Francisco Márquez (Argentina)
Primeiro Janeiro (Primero enero), de Darío Mascambroni (Argentina)
Solar, de Manuel Abramovich (Argentina)
Hermia & Helena, de Matías Piñeiro (EUA/Argentina)
Viejo Calavera, de Kiro Russo (Bolívia/Qatar)
O Auge do Humano (El auge del humano), de Eduardo Williams (Argentina/Brasil/Portugal)
Dolores, de Juan Dickinson (Argentina)
Todo o Resto (Todo lo demás), de Natalia Almada (México/EUA)
Koblic, de Sebastian Borensztein (Argentina/Espanha)

FILM DOC:

De Palma, de Noah Baumbach e Jake Paltrow (EUA)
Voyage à travers le cinèma français, de Bertrand Tavernier (França)
Richard Linklater – Sonho é destino (Richard Linklater – Dream is Destiny), de Louis Black e Karen Bernstein (EUA)
E a Mulher Criou Hollywood (Et La femme créa Hollywood), de Clara Kuperberg e Julia Kuperberg (França)
Bernadette Lafont e Deus Criaram a Mulher Livre (Bernadette Lafont et Dieu créa la femme), de Esther Hoffenberg (França)

Para conferir a lista completa, com a programação de todas as mostras, clique aqui.

Foto: Divulgação.

CINEVITOR #182: Entrevistas com Samantha Schmütz, Katiuscia Canoro e Anderson di Rizzi | Tô Ryca

por: Cinevitor

torycapgmGrandes amigas: Luane e Selminha prontas para torrar o dinheiro. 

Samantha Schmütz ganha às telonas de todo o Brasil com sua primeira protagonista no cinema em Tô Ryca, do diretor Pedro Antônio. Mas, na internet, o longa já vem agitando o público. O trailer da comédia já soma 11,5 milhões de visualizações na fanpage oficial e ultrapassa a casa dos 66 mil compartilhamentos.

Para falar mais sobre o filme, participamos da pré-estreia em São Paulo e conversamos com Samantha Schmütz, Katiuscia Canoro, Anderson di Rizzi e também com o diretor e com o roteirista Fil Braz.

Aperte o play e confira:

Foto: Páprica Fotografia.

Primeiro teaser de Internet – O Filme, com Mr. Catra e Victor Meyniel é divulgado

por: Cinevitor

interneteaserDestaque: Victor Meyniel encontra Mr. Catra.

Na pele de um produtor de elenco, responsável pelo casting do filme “pra Internet”, Mr. Catra estrela o primeiro teaser do longa Internet – O Filme, que está sendo rodado na capital paulista. Dirigido por Filippo Capuzzi Lapietra, Catra protagoniza a cena ao lado do youtuber Victor Meyniel. Com um booking na mãos e o discurso de desconfiança a cada página, Mr. Catra determina os rumos da seleção de elenco, a partir dos vários youtubers que aparecem como sugestão.

Com roteiro de Rafinha Bastos, Dani Garuti e Mirna Nogueira, Internet – O Filme traz às telas do cinema a espontaneidade das redes sociais, com suas principais estrelas. Em oito esquetes, a comédia apresenta diferentes tramas que dialogam com situações recorrentes do dia a dia. A partir de um encontro em uma convenção de youtubers, os personagens vivenciam momentos de descobertas, ira, equívocos, raiva, inveja e confusões em busca pela fama.

O elenco reúne os principais influenciadores digitais do Brasil, como Mauro Nakada, Teddy, Gustavo Stockler, Júlio Cocielo, Pathy dos Reis, além de Felipe Castanhari, Rafinha Bastos, Cauê Moura, entre outros.

Confira o teaser de Internet – O Filme, que tem estreia prevista para o início de 2017:

Foto: Reprodução/YouTube.

CINEVITOR #181: Entrevistas com Marco Dutra e Rodrigo Teixeira | O Silêncio do Céu

por: Cinevitor

silencioceupgm2Destaque: o diretor Marco Dutra nos bastidores das filmagens.

Premiado no Festival de Cinema de Gramado deste ano, O Silêncio do Céu, dirigido por Marco Dutra, foi rodado no Uruguai e é falado em espanhol. O roteiro é assinado por Lucía Puenzo, de O Médico Alemão, por Sergio Bizzio, autor do romance Era el Cielo, obra em que se baseia a história, e por Caetano Gotardo. O elenco conta com Carolina Dieckmann, Leonardo Sbaraglia, de Relatos Selvagens, Chino Darín, Mirella Pascual, de Whisky, e Paula Cohen.

Nesta segunda parte do CINEVITOR especial sobre o filme, que já está em cartaz nos cinemas, conversamos com o diretor Marco Dutra e com o produtor Rodrigo Teixeira, da RT Features. Aperte o play e confira:

Foto: Rui Poças e Karla Meneghetti.

Clique aqui e confira a primeira parte do programa com entrevistas com Carolina Dieckmann e Leonardo Sbaraglia.

CINEVITOR #180: Entrevistas com Carolina Dieckmann e Leonardo Sbaraglia | O Silêncio do Céu

por: Cinevitor

silencioceupgm1Dieckmann e Sbaraglia: protagonistas.

Filmado no Uruguai e falado em espanhol, O Silêncio do Céu, dirigido por Marco Dutra, já está em cartaz nos cinemas. O filme levou três prêmios no Festival de Cinema de Gramado deste ano: melhor desenho de som, melhor longa brasileiro segundo o Júri da Crítica e Prêmio Especial do Júri pelo domínio da construção narrativa e da linguagem cinematográfica.

Para falar mais sobre O Silêncio do Céu, fizemos dois programas especiais. Nesta primeira parte você confere as entrevistas com o ator argentino Leonardo Sbaraglia e com a atriz Carolina Dieckmann, que interpretam um casal de classe média obrigado a lidar com um ato de violência e com uma perturbadora incomunicabilidade.

Aperte o play e confira:

Clique aqui e confira a segunda parte do programa com entrevistas com Marco Dutra e Rodrigo Teixeira.

Foto: Pedro Luque.

Primeiro trailer de Annabelle 2, com Miranda Otto, é divulgado

por: Cinevitor

annabelledoistrailerA boneca assustadora está de volta!

Em Annabelle 2, vários anos após a trágica morte de sua filhinha, um fabricante de bonecas e sua esposa abrigam em sua casa uma freira e várias meninas de um orfanato que foi fechado, e logo se tornam alvos da possuída criação do fabricante de bonecas, Annabelle.

Dirigido por David F. Sandberg, de Quando as Luzes se Apagam, a sequência do estrondoso sucesso de 2014, Annabelle, que faturou cerca de 257 milhões de dólares nas bilheterias de todo o mundo durante sua exibição nos cinemas, é produzida por Peter Safran e James Wan, que trabalharam juntos nos filmes da franquia Invocação do Mal.

O terror é estrelado por Stephanie Sigman, Talitha Bateman, Lulu Wilson, Philippa Anne Coulthard, Grace Fulton, Lou Lou Safran, Samara Lee, Tayler Buck, Anthony LaPaglia e Miranda Otto.

Confira o primeiro trailer legendado de Annabelle 2, que tem estreia prevista para o dia 18 de maio de 2017:

Foto: Divulgação/Warner Bros.

Atriz peruana Magaly Solier desembarca no Brasil para divulgar A Passageira, filme de Salvador del Solar

por: Cinevitor

atrizpassageiraAtriz latina estará em solo brasileiro.

A atriz peruana Magaly Solier desembarca no Brasil nesta sexta-feira, 23/09, para divulgar o filme A Passageira, dirigido por Salvador del Solar, que estreia nos cinemas no dia 29 de setembro.

Magaly participará de uma pré-estreia no Estação Net Rio, às 19h, na sexta, e no Caixa Belas Artes, às 18h40, no dia 24, sábado, em São Paulo. A atriz é um dos maiores nomes do cinema da América Latina. Em 2009, se destacou no filme A Teta Assustada, vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim.

Baseado no livro A Passageira, de Alonso Cueto, o longa narra o reencontro entre um coronel, seu soldado e uma misteriosa mulher, anos após o fim da guerra civil no Peru. O filme é uma coprodução entre Peru, Argentina, Colômbia e Espanha.

A Passageira integrou a programação da 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e ganhou prêmios em festivais internacionais como San Sebastián, Havana, Lima, Mannheim-Heidelberg e Huelva. O longa foi indicado ao Goya de melhor filme ibero-americano e aos Prêmios Platino em cinco categorias, incluindo melhor primeiro filme, roteiro e ator.

Foto: Divulgação.

O Silêncio do Céu

por: Cinevitor

silencioceuposterDiretor: Marco Dutra

Elenco: Leonardo Sbaraglia, Carolina Dieckmann, Chino Darín, Mirella Pascual, Alvaro Armand Ugon, Paula Cohen, Roberto Suárez, Dylan Cortes, Priscila Bellora, Gabriela Freire, María Mendive, Walter Rey, Susana Groisman, Sebastián Ulvengren, Jean-Michel Cerf, Gabriel Alles, Hugo Piccinini, Ariel Caldarelli, Alfonso Tort, Natalia Castello, Gustavo Saffores.

Ano: 2016

Sinopse: Após ser vítima de um estupro dentro de sua própria casa, Diana escolhe manter o trauma em segredo. Mario, seu marido, também tem algo a esconder. O silêncio que toma conta do casal ao longo dos dias se transforma, aos poucos, em uma peculiar forma de violência.

Crítica do CINEVITOR: Respire fundo antes de sentar na poltrona para assistir O Silêncio do Céu. O novo filme de Marco Dutra é tenso do início ao fim. A aflição começa logo nos primeiros minutos com uma cena de estupro. Diana, interpretada por Carolina Dieckmann, é violentada dentro da sua própria casa e a partir daqui acompanhamos as consequências dramáticas do trauma vivido por sua personagem, que respingam em todos os outros integrantes do elenco. O argentino Leonardo Sbaraglia, que interpreta Mario, seu marido, acompanha tudo de perto, porém, chocado com a situação, demora para agir. Sua presença em cena é tão forte que o ator nos entrega uma atuação visceral e poderosa, que, muitas vezes, expõe seus sentimentos em uma feição pesarosa e vingativa. Assim como Dieckmann, que também se expressa com o olhar, até mais que seu companheiro de cena. A atriz, um rosto bem conhecido da TV, utilizou com competência essa nova possibilidade dramática de dar vida a uma personagem mais profunda e com isso, traz para o filme uma mulher carregada de angústias, que tenta lidar com suas memórias traumatizantes, atingindo até um certo estágio catatônico, ora ignorando, ora enfrentando suas emoções. A distância entre Mario e Diana é visível, mas, ao mesmo tempo, percebe-se uma ligação forte entre eles: o silêncio. Essa quietude incômoda das personagens, que toma conta da narrativa, fica ainda mais tensa devido à riqueza sonora de O Silêncio do Céu. Tanto o desenho de som quanto a mixagem, minuciosamente trabalhados, colaboram para o impacto que o filme causa no espectador. O barulho estrondoso mantém o suspense e o clima sombrio da trama, que também se manifestam na fotografia de Pedro Luque, com sombras, luzes bem direcionadas e cores fortes. O roteiro, baseado no livro Era el Cielo, do escritor argentino Sergio Bizzo, é outro elemento que enriquece o longa, assim como a atuação de seus coadjuvantes, sempre tão misteriosos, e a impecável direção de Marco Dutra. Confiante, o diretor cria uma dramaticidade sem exageros, e conduz com maestria cada intensidade refletida na telona. As referências de Dutra são notórias em diversos momentos e seus traços ficam ainda mais marcantes a cada trabalho. O Silêncio do Céu é perturbador, impactante e consegue gerar todos os tipos de sentimentos e sensações no espectador com um silêncio carregado de mistérios e traumas no olhar de suas personagens. Um filmaço brasileiro de tirar o fôlego! (Vitor Búrigo)

Nota do CINEVITOR:

nota-4,5-estrelas