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Pacarrete, de Allan Deberton, abre o 3º CINEFESTIVAL – Festival de Cinema do Vale do Jaguaribe e emociona o público

por: Cinevitor

aberturarussas19Marcélia Cartaxo e Allan Deberton no palco: momento emocionante.

Idealizado com o objetivo de formar público consumidor de arte cinematográfica no interior do Ceará, além de fomentar a discussão acerca da experiência audiovisual brasileira contemporânea, a terceira edição do CINEFESTIVAL – Festival de Cinema do Vale do Jaguaribe aconteceu entre os dias 18 e 21 de dezembro, em Russas.

Com curadoria de Pedro Azevedo, a programação contou com 14 curtas-metragens de 7 estados, que disputaram o Troféu Araibu. Além dos filmes, o evento apresentou três oficinas e um espaço aberto de Ambiente de Mercado, com acesso gratuito.

A noite de abertura, que aconteceu na Praça do Estudante, foi um dos momentos mais emocionantes desta edição. Com um público estimado em 4 mil pessoas, o longa Pacarrete, consagrado em diversos festivais e filmado em Russas, foi exibido ao ar livre e comoveu os espectadores. Allan Deberton, russano e diretor do filme, subiu ao palco ao lado da protagonista Marcélia Cartaxo, que foi ovacionada.

Registramos os melhores momentos da abertura, apresentada por Deydianne Piaf, que contou também com a participação da banda e do balé da cidade e discursos emocionantes da equipe de Pacarrete.

Aperte o play e confira:

Foto: Joyce S. Vidal.

23ª Mostra de Cinema de Tiradentes: conheça os curtas-metragens selecionados

por: Cinevitor

semasastiradentesKaik Pereira no curta Sem Asas, de Renata Martins.

Na programação da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes, que será realizada na cidade histórica mineira entre os dias 24 de janeiro e 1º de fevereiro, serão exibidos 80 curtas-metragens, vindos de 14 estados e espalhados por 10 seções gratuitas. Eles serão apresentados dentro das mostras Foco, Panorama, Foco Minas, A Imaginação como Potência, Formação, Valores, Jovem, Mostrinha e Praça.

A curadoria de curtas-metragens foi feita pelo pesquisador e professor Pedro Maciel Guimarães, pela crítica Camila Vieira e pela professora Tatiana Carvalho Costa. Ao longo do processo de seleção, algumas linhas estéticas acabaram se desenhando diante dos filmes. Uma delas é a invenção de narrativas alegóricas para tratar do presente e, ao mesmo tempo, dimensionar traumas históricos do país. Para Camila Vieira, outra característica dos filmes este ano é “a reconfiguração do realismo a partir de uma abertura para explorar elementos do artifício que inventam formas de fabulação”.

Pedro Maciel Guimarães detecta que, para 2020, os curtas ainda reverberam a apatia e o choque com a situação política e cultural do Brasil que se mostrou forte na seleção de 2019, mas agora há mais reação e proposição. Sobre a Mostra Foco, que reúne curtas a serem avaliados pelo Júri da Crítica, Pedro aponta a presença grande de títulos híbridos, que flertam com o documentário e o filme-ensaio, e alguns de narrativas mais alegóricas tratando de questões urgentes.

Conheça os curtas-metragens selecionados para a 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes:

MOSTRA FOCO

A BARCA, de Nilton Resende (AL)
AOS CUIDADOS DELA, de Marcos Yoshi (SP)
CALMARIA, de CATAPRETA (MG)
CINEMA CONTEMPORÂNEO, de Felipe André Silva (PE)
EGUM, de Yuri Costa (RJ)
ESTAMOS TODOS NA SARJETA, MAS ALGUNS DE NÓS OLHAM AS ESTRELAS, de João Marcos de Almeida e Sergio Silva (SP)
MANSÃO DO AMOR, de Renata Pinheiro (PE)
MINHA HISTÓRIA É OUTRA, de Mariana Campos (RJ)
PERIFERICU, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira (SP)
RANCHO DA GOIABADA, de Guilherme Martins (SP)

MOSTRA CURTAS NA PRAÇA

A PARTEIRA, de Catarina Doolan (RN)
A TRADICIONAL FAMÍLIA BRASILEIRA KATU, de Rodrigo Sena (RN)
AQUELE CASAL, de William de Oliveira (PR)
AS RENDAS DE DINHO, de Adriane Canan (SC)
BICHA-BOMBA, de Renan de Cillo (PR)
CARNE, de Camila Kater (SP)
DOMINIQUE, de Tatiana Issa e Guto Barra (RJ)
ÊLES, de Roberto Burd (RS)
PAPO FRANCO, de Luis Lomenha (RJ)
SANGRO, de Tiago Minamisawa, Bruno H Castro e Guto BR (SP)
SEM ASAS, de Renata Martins (SP)
SEREMOS OUVIDAS, de Larissa Nepomuceno (PR)
SWINGUERRA, de Barbara Wagner e Benjamin de Burca (PE)

MOSTRA PANORAMA

A MENTIRA, de Klaus Diehl e Rafael Spínola (RJ)
A MULHER QUE EU ERA, de Karen Suzane (MG)
A NAVE DE MANÉ SOCÓ, de Severino Dadá (PE)
A TERRA DAS MUITAS ÁGUAS, de Catu Rizo (RJ)
A VIAGEM DO SEU ARLINDO, de Sheila Altoé (GO)
BOM DIA SANTA MARIA, de Rafael C. Parrode (GO)
BONDE, de Asaph Luccas (SP)
COPACABANA MADUREIRA, de Leonardo Martinelli (RJ)
DESERTO ESTRANGEIRO, de Davi Pretto (RS)
DUDA, de Eugenia Castello e William Biagioli (PR)
EM REFORMA, de Diana Coelho (RS)
ENTRE NÓS E O MUNDO, de Fabio Rodrigo (SP)
FAIXA DE GAZA, de Lúcio César Fernandes (PB)
FÉRIAS, de André Meirelles Collazzo (SP)
FIQUEM, de Zoe Guglielmoni (SP)
JULHO, de Danilo Daher e Daniel Calil (GO)
LOOPING, de Maick Hannder (MG)
MÃTÃNÃG, A ENCANTADA, de Shawara Maxakali e Charles Bicalho (MG)
MONA, de Luíza Zaidan e Thiago Schindler (SP)
NÃO VOU A LUGAR NENHUM, de Maurício Coutinho (TO)
PEQUENOS DELITOS, de Rodrigo Grota (PR)
ROSÁRIO, de Juliana Soares e Igor Travassos (PE)
RUA AUGUSTA, 1029, de Mirrah Iañez (SP)
SEM TÍTULO # 5 : A ROTINA TERÁ SEU ENQUANTO, de Carlos Adriano (SP)
TRINDADE, de Rodrigo Meireles (MG)

MOSTRA FOCO MINAS

ANGELA, de Marília Nogueira (MG)
AZAR, de Gabriel Duarte (MG)
BABI & ELVIS, de Mariana Borges (MG)
BROOKLIN, de Direção Coletiva [CineLeblon] (MG)
DIZ QUE É VERDADE, de Claryssa Almeida e Pedro Estrada (MG)
ESTRANHO ANIMAL, de Arthur B. Senra (MG)
NOVE ÁGUAS, de Gabriel Martins e Quilombo Marques (MG)
SANTA, de Marco Andrade (MG)

MOSTRA TEMÁTICA

A FELICIDADE DELAS, de Carol Rodrigues (SP)
INABITÁVEIS, de Anderson Bardot (ES)
O VERBO SE FEZ CARNE, de Ziel Karapotó (PE)
OS ÚLTIMOS ROMÂNTICOS DO MUNDO, de Henrique Arruda (PE)
PATTAKI, de Everlane Moraes (SE)

MOSTRA FORMAÇÃO

A SÚSSIA, de Lucrécia Dias (TO)
ABRAÇO, de Matheus Murucci (RJ)
E NO RUMO DO MEU SANGUE, de Gabriel Borges (PR)
EU ESTOU VIVO, de Maíra Campos e Michel Ramos (MG)
NADA ALÉM DA NOITE, de Rodrigo de Janeiro (RJ)
RELATOS TECNOPOBRES, de João Batista Silva (GO)
REMOINHO, de Tiago A. Neves (PB)
SÁBADO NÃO É DIA DE IR EMBORA, de Luísa Giesteira (RJ)

MOSTRA VALORES

CORES DE TIRADENTES, de Marcos Lôndero e Nani Rodrigues (MG)
TIRADENTES – HISTÓRIA MINEIRA!, de Márcio Cotta (MG)

MOSTRA JOVEM

1996, de Rodrigo Brandão (MG)
BARCO DE PAPEL, de Thais Scabio (SP)
ILHAS DE CALOR, de Ulisses Arthur (AL)
MENINOS RIMAM, de Lucas Nunes (SP)

MOSTRINHA

A FESTA NO CÉU, de Alisson Menezes (PE)
A GALINHA RUIVA, de Irson Jr (ES)
TORCIDA ÚNICA, de Catarina Forbes (SP)
TRINCHEIRA, de Paulo Silver (AL)
VIVI LOBO E O QUARTO MÁGICO, de Isabelle Santos e Edu MZ Camargo (PR)

Foto: Daisy Serena.

Conheça os vencedores do 3º CINEFESTIVAL – Festival de Cinema do Vale do Jaguaribe

por: Cinevitor

vencedoresrussas2019Os premiados depois da cerimônia.

Foram anunciados neste sábado, 21/12, no Cine Jaguar, os vencedores da terceira edição do CINEFESTIVAL – Festival de Cinema do Vale do Jaguaribe, que aconteceu entre os dias 18 e 21 de dezembro, em Russas, no Ceará. Com curadoria de Pedro Azevedo, a programação contou com 14 curtas-metragens de 7 estados, que disputaram o Troféu Araibu, produzido por artesãs russanas.

O curta-metragem Sem Asas, de Renata Martins, foi o grande vencedor desta edição e levou os troféus de melhor filme e melhor ator para Kaik Pereira. Oceano, de Michelline Helena e Amanda Pontes, ficou com o prêmio de melhor produção cearense.

O Júri Oficial foi composto por: Ariadne Mazzetti, produtora e fundadora da Mistika Post; André Araújo, roteirista; Camila Lamha, analista de pesquisa e aquisição de conteúdo no Canal Brasil; William Hinestrosa, realizador e pesquisador; e Patricia Baia, sócia da Corte Seco Filmes e homenageada no festival neste ano.

Na cerimônia de encerramento, apresentada por Vitor Búrigo, aqui do CINEVITOR, foi exibido o curta-metragem O Amor Veste Preto, realizado durante o festival pelos alunos da oficina Documentando, ministrada pelo cineasta Marlom Meirelles. O filme destaca histórias de uma conhecida cidadã russana, Ana Maciel Bezerra, a Dona Naninha. Além disso, o vídeo Cenas Animadas, produzido pelos alunos da oficina de Animação Stop Motion com Quiá Rodrigues, também foi projetado para o público.

Além da Mostra Competitiva de Curtas, a terceira edição do festival contou com rodada de negócios, exibições especiais de longas, debates e oficinas.

Conheça os vencedores do 3º CINEFESTIVAL – Festival de Cinema do Vale do Jaguaribe:

MELHOR CURTA-METRAGEM
Sem Asas, de Renata Martins (SP)

MELHOR DIREÇÃO
Ulisses Arthur, por Ilhas de Calor (AL)

MELHOR PRODUÇÃO CEARENSE
Oceano, de Michelline Helena e Amanda Pontes

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Maria Maculada, de Leão Neto e Bruno Bressam (CE)

MELHOR ROTEIRO
O Mistério da Carne, escrito por Rafaela Camelo (DF)

MELHOR ATRIZ
Lais Vieira, por Rosário

MELHOR ATOR
Kaik Pereira, por Sem Asas

MELHOR FOTOGRAFIA
A Volta Para Casa, por Kauê Zilli

MELHOR MONTAGEM
Plano Controle, por Juliana Antunes

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
Marie, por Isabela Stampanoni

MELHOR TRILHA SONORA
Ilhas de Calor, por Ulisses Arthur e Bruno Brandão

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI
Elenco de Ilhas de Calor

MENÇÃO HONROSA
A Mulher de Pele Azul, de Esther Arruda e Pedro Ulee (CE)

Foto: Joyce S. Vidal.

Eduardo e Mônica, com Alice Braga e Gabriel Leone, ganha trailer

por: Cinevitor

eduardomonicatrailerEduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer.

Com lançamento previsto para abril de 2020, Eduardo e Mônica repete a parceria entre o diretor René Sampaio e a produtora Bianca De Felippes, que filmaram Faroeste Caboclo, em 2013, outro grande sucesso da banda Legião Urbana.

Eduardo e Mônica são vividos pelos atores Gabriel Leone e Alice Braga, que trabalham juntos pela primeira vez e vivem os personagens que se apaixonam, mesmo tendo idades e personalidades completamente diferentes. Também estão no elenco Otávio Augusto, como Bira, avô de Eduardo; Juliana Carneiro da Cunha, como Lara, mãe de Mônica; Victor Lamoglia, como Inácio, amigo de Eduardo; Bruna Spínola, como Karina, irmã da Mônica; Eli Ferreira, Digão Ribeiro, Ivan Mendes, Luisa Violtti e participação especial de Fabricio Boliveira.

Na trama, o casal se conheceu numa festa estranha, com gente esquisita. Não era nada parecido, mas se completava muito bem, que nem feijão com arroz, ela era de Leão e ele tinha 16, viveram também muitas aventuras e estão prestes a viver mais uma.

Confira o trailer de Eduardo e Mônica, com personagens emblemáticos da música homônima de Renato Russo:

Foto: Downtown/Paris Filmes.

Festival do Rio 2019: conheça os vencedores

por: Cinevitor

vencedoresrio2019Cinema pernambucano premiado!

Foram anunciados na noite desta quinta-feira, 19/12, no Museu do Amanhã, em cerimônia apresentada por Fabio Porchat e Evelyn Castro, os vencedores do Festival do Rio 2019. Fim de Festa, do cineasta pernambucano Hilton Lacerda, se consagrou como o grande campeão da 21ª edição e recebeu o Troféu Redentor de melhor filme e roteiro.

O júri da Première Brasil foi presidido pela produtora Mariza Leão e composto por: Bárbara Paz, atriz e diretora; Christine Bardsley, curadora de festivais de cinema e produtora de documentários; José Eduardo Belmonte, cineasta; Susanna Lira, diretora e produtora; e Waldir Xavier, editor de som e montador.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival do Rio 2019:

PREMIÈRE BRASIL | MOSTRA COMPETITIVA:

MELHOR FILME DE FICÇÃO: Fim de Festa, de Hilton Lacerda (PE)
MELHOR DOCUMENTÁRIO: Ressaca, de Vincent Rimbaux e Patrizia Landi (RJ)
MELHOR DIREÇÃO | FICÇÃO: Maya Da-Rin, por A Febre
MELHOR DIREÇÃO | DOCUMENTÁRIO: Vincent Rimbaux e Patrizia Landi, por Ressaca
MELHOR ATRIZ: Regina Casé, por Três Verões
MELHOR ATOR: Fabricio Boliveira, por Breve Miragem de Sol
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Gabriela Carneiro da Cunha, por Anna
MELHOR ATOR COADJUVANTE: Augusto Madeira, por Acqua Movie
MELHOR FOTOGRAFIA: Breve Miragem de Sol, por Miguel Vassy
MELHOR MONTAGEM: Breve Miragem de Sol, por Renato Vallone
MELHOR ROTEIRO: Fim de Festa, escrito por Hilton Lacerda
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: para o som do filme A Febre: Felippe Schultz Mussel e Breno Furtado (som direto), Felippe Schultz Mussel e Romain Ozanne (edição de som) e Emmanuel Croset (mixagem)
MENÇÃO HONROSA: Favela é Moda, de Emílio Domingos (RJ) e M8 – Quando a Morte Socorre a Vida, de Jeferson De (RJ)

MELHOR FILME DE FICÇÃO | VOTO POPULAR: M8 – Quando a Morte Socorre a Vida, de Jeferson De
MELHOR DOCUMENTÁRIO | VOTO POPULAR: Favela é Moda, de Emílio Domingos

MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS

MELHOR CURTA-METRAGEM | JÚRI OFICIAL: A Mentira, de Klaus Diehl e Rafael Spínola (RJ)
MELHOR CURTA-METRAGEM | VOTO POPULAR: Carne, de Camila Kater (SP)

MOSTRA PREMIÈRE BRASIL | NOVOS RUMOS:

MELHOR FILME: Sete Anos em Maio, de Affonso Uchoa (MG)
Menção Honrosa: Marcelo Diorio, ator e coroteirista de A Rosa Azul de Novalis
MELHOR CURTA-METRAGEM: Revoada, de Victor Costa Lopes (CE)
Menção Honrosa: Bonde, de Asaph Luccas (SP)
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Chão, de Camila Freitas (DF)

PRÊMIO FELIX:

MELHOR FILME BRASILEIRO DE FICÇÃO: Alice Júnior, de Gil Baroni (PR)
MELHOR FILME DE FICÇÃO: Retrato de Uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma
MELHOR DOCUMENTÁRIO: Lemebel, um Artista Contra a Ditadura Chilena, de Joanna Reposi Garibaldi
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Bicha-Bomba, de Renan de Cillo
Menção Honrosa: Camille Cabral, pela atuação em luta dos direitos humanos

MOSTRA GERAÇÃO:

MELHOR FILME | JÚRI POPULAR: Alice Júnior, de Gil Baroni (PR)

Foto: Davi Campana.

Bacurau no Mapa

por: Cinevitor

bacuraunomapaposterDireção: Kleber Mendonça Filho

Elenco: Sonia Braga, Udo Kier, Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles, Bárbara Colen, Eduarda Samara, Maria Barbalho, Thales Junqueira, Lia de Itamaracá, Pedro Sotero, Nicolau Saldanha, Thiago Pereira, Maíra Iabrudi, Wilson Rabelo, Luciana Souza, Emilie Lesclaux, Fellipe Fernandes, Daniel Lentini, Nicolas Hallet, Lincoln Santos, Ricardo Cutz, Cyril Holtz, Danny Barbosa, Thomás Aquino, Edilson Silva, Rubens Santos, Lucas Caminha, Kennedy Mariano, Aguinaldo Matias, Martão, Jonny Mars, Silvero Pereira, Tayce Vale, Uirá dos Reis, Julia Marie Peterson, Chris Doubek, Ingrid Trigueiro, Carlos Francisco, Alli Willow, Karine Teles, Antonio Saboia, Rodger Rogério, Suzy Lopes.

Ano: 2019

Sinopse: Com imagens exclusivas das filmagens e pós-produção de Bacurau, os diretores Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles mostram como fizeram do longa um sucesso de público e crítica.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Satellite Awards 2019: International Press Academy anuncia vencedores

por: Cinevitor

fordferrarisatelliteChristian Bale em Ford vs Ferrari: prêmio de melhor ator.

Fundada em 1996, a International Press Academy é uma associação de mídia de entretenimento com membros votantes do mundo todo que atuam em jornais, TV, rádio, blogs e novas plataformas de mais de vinte países.

Com a intenção de honrar as excelências artísticas dos filmes, seriados, rádio e novas mídias, a IPA criou o Satellite Awards, antes conhecido como The Golden Satellite Awards, prêmio que elege os melhores da indústria do entretenimento em categorias diversas.

Neste ano, em sua 24ª edição, Ford vs Ferrari, de James Mangold, se consagrou como o grande vencedor em cinco categorias, entre elas, a de melhor filme. História de um Casamento, Coringa e Rocketman aparecem na sequência, empatados, com três prêmios.

Conheça os vencedores do Satellite Awards 2019, que já foram anunciados, mas só receberão os troféus no dia 21 de janeiro, em uma cerimônia realizada em Hollywood:

MELHOR FILME | DRAMA:
Ford vs Ferrari, de James Mangold

MELHOR FILME | COMÉDIA OU MUSICAL:
Era Uma Vez em… Hollywood, de Quentin Tarantino

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Truth and Justice (Tõde ja õigus), de Tanel Toom (Estônia)

MELHOR ANIMAÇÃO:
O Rei Leão, de Jon Favreau

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
63 Up, de Michael Apted

MELHOR DIREÇÃO:
James Mangold, por Ford vs Ferrari

MELHOR ATRIZ | DRAMA:
Scarlett Johansson, por História de um Casamento

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Jennifer Lopez, por As Golpistas

MELHOR ATOR | DRAMA:
Christian Bale, por Ford vs Ferrari

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Willem Dafoe, por O Farol

MELHOR ATRIZ | COMÉDIA OU MUSICAL:
Awkwafina, por The Farewell

MELHOR ATOR | COMÉDIA OU MUSICAL:
Taron Egerton, por Rocketman

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
História de um Casamento, escrito por Noah Baumbach

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Coringa, escrito por Todd Phillips e Scott Silver

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE E DESIGN DE PRODUÇÃO:
Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe, por Beth Mickle e Michael Ahern

MELHOR FOTOGRAFIA:
1917, por Roger Deakins

MELHOR FIGURINO:
Meu Nome é Dolemite, por Ruth E. Carter

MELHOR EDIÇÃO:
Ford vs Ferrari, por Michael McCusker e Andrew Buckland

MELHOR TRILHA SONORA:
Coringa, por Hildur Guonadottir

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
(I’m Gonna) Love Me Again, por Elton John e Taron Egerton (Rocketman)

MELHOR SOM | EDIÇÃO E MIXAGEM:
Ford vs Ferrari, por Donald Sylvester, Paul Massey, David Giammarco e Steven A. Morrow

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Alita: Anjo de Combate, por Joe Letteri e Eric Saindon

MELHOR ELENCO | FILME:
Entre Facas e Segredos

MELHOR PRIMEIRO FILME:
The Mustang, de Laure de Clermont-Tonnerre

PRÊMIO AUTEUR:
Edward Norton, por Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe

PRÊMIO HUMANITÁRIO:
Papicha, de Mounia Meddour

Foto: Divulgação/20th Century Fox.

A Rosa Azul de Novalis

por: Cinevitor

rosaazulnovalisposterDireção: Gustavo Vinagre, Rodrigo Carneiro.

Elenco: Marcelo Diorio, Majeca Angelucci, Marcos Hermanson Pomar, Thais de Almeida Prado, Estela Lapponi, Beatriz Pomar, Rafael Rudolf, Christian Sedemaka.

Ano: 2019

Sinopse: Marcelo, um dândi de cerca de 40 anos, possui uma memória inigualável. Revive lembranças familiares em sua cabeça e tem recordações de suas vidas passadas. Em uma delas, foi Novalis, poeta alemão que perseguia uma rosa azul. E nessa vida atual, o que Marcelo persegue?

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

E Então Nós Dançamos

por: Cinevitor

entaonosdancamosposter1And Then We Danced

Direção: Levan Akin

Elenco: Levan Gelbakhiani, Bachi Valishvili, Ana Javakishvili, Giorgi Tsereteli, Tamar Bukhnikashvili, Marika Gogichaishvili, Kakha Gogidze, Levan Gabrava, Ana Makharadze, Nino Gabisonia, Mate Khidasheli, Aleko Begalishvili, Saba Abashidze, Soso Abramishvili, Davit Abuladze, Giorgi Aladashvili, Dachi Babunashvili, Ketie Danelia, Marlen Egutia, Tsitsino Kobiahsvili, Eka Mzhavanadze, Salome Nadaraia, Mzia Samkharadze, Tamari Skhirtladze, Zaira Tabatadze, Lucas Hesling, Giorgi Mukhadze.

Ano: 2019

Sinopse: Desde bem jovem, Merab treina dança tradicional georgiana no Georgian National Dance Ensemble com sua parceira Mary. Quando se junta ao grupo o carismático e descontraído bailarino Irakli, Merab se sente ameaçado, e também atraído, por aquele que se tornará uma fonte de rivalidade e desejo. Em um cenário conservador e tradicional, Merab terá que se libertar e impor sua identidade.

*Filme visto no 27º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

O Paraíso Deve Ser Aqui

por: Cinevitor

paraisodeveseraquiposter1It Must Be Heaven

Direção: Elia Suleiman

Elenco: Elia Suleiman, Tarik Kopty, Kareem Ghneim, George Khleifi, Ali Suliman, Faris Muqabaa, Yasmine Haj, Asmaa Azaizeh, Grégoire Colin, Vincent Maraval, Claire Dumas, Antoine Cholet, Eric Cornet, Yumi Narita, Kengo Saito, Stephen McHattie, Raia Haidar, Fadi Sakr, Kwasi Songui, Guy Sprung, Nancy Grant, Alain Dahan, Gael García Bernal, Ossama Bawardi, Wisam Zoabi, Ghali Yamani, Jude Heib, Fouad Abdel Hadi, Jack Deek, Subhi Hussari, Baher Agbariya, Marah Khamis, Hani Shaheen, Gersende Welker, Yasmine Hamdan, Blandine Bourd, Valentin Turchi, Dehbia Djelil, Saqlain Zaka, Slimane Dazi, Romain Jouffroy, Brigitte Vallée, Jean Girard, René Moreau, Delphine Le Moine, Marlise Bete Ngadem, François Girard, Angelo Aybar, Robert Higden, Daniel Bernatchez, Sebastien Beaulac, Holden Wong, Miro Lacasse, Nael Kanj, Daniel Naaser.

Ano: 2019

Sinopse: O diretor Elia Suleiman estrela seu próprio filme, uma saga cômica que investiga os significados do exílio e da busca por um lar. Palestino, Suleiman deixa seu país à procura de uma nova vida. Mas aonde quer que ele vá, de Paris a Nova York, a Palestina parece segui-lo, pois algo sempre o faz lembrar de casa.

*Filme visto na 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

23ª Mostra de Cinema de Tiradentes anuncia filmes selecionados para a Mostra Aurora

por: Cinevitor

naturezamortatiradentesCena do filme Natureza Morta, de Clarissa Ramalho.

A Mostra Aurora, que faz parte da 23ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes, que acontecerá entre os dias 24 de janeiro e 1º de fevereiro, é dedicada a filmes de diretores com até três longas-metragens no currículo e é um dos destaques da programação que exibirá oito títulos de cinco estados em pré-estreia no evento.

Em comum, todos lidam com a realidade brasileira através de chaves de reinvenção, reconfiguração ou alegoria, seja em documentários que olham diretamente para determinado espaço ou acontecimento, seja numa ficção de época ambientado no século XIX. Os filmes selecionados pelos curadores Francis Vogner dos Reis e Lila Foster dialogam com a temática desta edição, A imaginação como potência, e serão avaliados pelo Júri da Crítica, formado por pesquisadores, críticos e professores. O ganhador da Aurora leva o Troféu Barroco e prêmios oferecidos por parceiros da Mostra.

“O interessante da temática de Tiradentes em 2020 é que, mesmo bastante ampla, ela abre vetores muito específicos da nossa imaginação pública e da nossa imaginação política. Ela nos permite olhar para o que a arte propõe enquanto reinvenção do real e do mundo”, disse Lila Foster, uma das curadoras.

Um forte time de professores, críticos e pesquisadores integram o Júri da Crítica que terá a tarefa de escolher não só o melhor filme da Mostra Aurora da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes, como também da Mostra Foco (seleção de curtas) e o destaque feminino dentre os filmes destas duas mostras competitivas. Integram a seleção: o professor, pesquisador, crítico de música e cinema e produtor Bernardo Oliveira (RJ); a professora, pesquisadora e performer Cíntia Guedes (RJ); a professora e pesquisadora Cláudia Mesquita (MG); o crítico de cinema Luís Soares Júnior (PB); e a pesquisadora e professora Patrícia Machado (RJ).

Conheça os sete filmes selecionados para a Mostra Aurora da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes:

Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso (CE)
Cadê Edson?, de Dácia Ibiapina (DF)
Mascarados, de Marcela Borela e Henrique Borela (GO)
Pão e Gente, de Renan Rovida (SP)
Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu, de Bruno Risas (SP)
Canto dos Ossos, de Jorge Polo e Petrus de Bairros (CE)
Natureza Morta, de Clarissa Ramalho (MG)
Sequizágua, de Maurício Rezende (MG)

Foto: Cadu Pilotto.

Festival Internacional de Cinema de Roterdã 2020: filmes brasileiros são selecionados

por: Cinevitor

desterroroterda2020Carla Kinzo em Desterro, de Maria Clara Escobar.

O Festival Internacional de Cinema de Roterdã (IFFR, International Film Festival Rotterdam) é considerado um dos maiores do mundo e destaca obras cinematográficos dirigidas por novos cineastas. Além das seções oficiais em sua programação, também apresenta retrospectivas e programas temáticos.

Neste ano, em sua 49ª edição, que acontecerá entre os dias 22 de janeiro e 2 de fevereiro, o cinema brasileiro estará representado com diversas produções. Na competição oficial, conhecida como Tiger Competition, aparece com: Desterro, de Maria Clara Escobar. O filme acompanha Laura, interpretada por Carla Kinzo, e o que se passa dentro dela, as coisas não se encaixam. O mesmo desencaixe que está entre os corpos de Laura e Israel. É uma atmosfera que acompanha esses corpos em desencontro. O júri da Tiger Competition será formado por: Hany Abu-Assad, cineasta israelense; Kogonada, diretor sul-coreano; Sacha Polak, cineasta holandesa; e Hafiz Rancajale, diretor indonésio.

Na seção Big Screen Competition, o Brasil se destaca com dois filmes: Um Animal Amarelo, de Felipe Bragança; e Mosquito, dirigido pelo português João Nuno Pinto, uma coprodução com a brasileira Delicatessen Filmes, e que será o filme de abertura. O longa acompanha Zacarias, um jovem português sedento por viver grandes aventuras heroicas durante a Primeira Guerra Mundial. Enviado para Moçambique, onde o conflito se desenrola longe dos olhares do mundo, o jovem soldado é deixado para trás pelo seu pelotão, partindo numa longa caminhada selva adentro, em busca dos seus camaradas, da guerra e dos seus sonhos de glória.

Na Ammodo Tiger Short Competition, os curtas brasileiros Apiyemiyekî?, de Ana Vaz, e A chuva acalanta a dor, de Leonardo Mouramateus, estão na disputa. Além disso, Mouramateus, cineasta cearense, ganhará uma retrospectiva de seus curtas na mostra Deep Focus.

morotoroterdaMariana Nunes em A Morte Habita à Noite, de Eduardo Morotó.

Na Mostra Voices Short, o Brasil se destaca com: Vitória, de Ricardo Alves Jr; Como ficamos da mesma altura, de Laís Santos Araújo; La Espera, de Danilo do Carmo e Jakob Krese; e Inabitáveis (The Uninhabitable Ones), de Anderson Bardot. Enquanto isso, na mostra Perspectives, mais obras brasileiras: O Colírio do Corman (Corman’s Eyedrops Got Me Too Crazy), de Ivan Cardoso; Aos Pedaços (In Pieces), de Ruy Guerra; e Água e Sal (Water and Salt), de Luisa Mello.

A programação conta com outras diversas produções brasileiras, como: A Morte Habita à Noite (Death Inhabits at Night), do pernambucano Eduardo Morotó, na Bright Future Main Programme; o curta Swinguerra, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, na Bright Future Short; e Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e A Febre, de Maya Da-Rin, que serão exibidos fora de competição.

Além disso, a 49ª edição do festival apresentará a mostra Ordinary Heroes com destaque para o cinema de Hong Kong e uma exibição especial de Crash: Estranhos Prazeres, de David Cronenberg, com trilha sonora da Orquestra Filarmônica de Roterdã. O filme de encerramento deste ano será Um Lindo Dia na Vizinhança, de Marielle Heller, com Tom Hanks, Matthew Rhys e Chris Cooper.

Conheça os filmes selecionados para o Festival Internacional de Cinema de Roterdã 2020:

TIGER COMPETITION

El año del descubrimiento, de Luis López Carrasco (Espanha/Suíça)
Beasts Clawing at Straws, de Kim Yonghoon (Coreia do Sul)
The Cloud in Her Room, de Zheng Lu Xinyuan (França/China)
Desterro, de Maria Clara Escobar (Brasil/Portugal/Argentina)
Drama Girl, de Vincent Boy Kars (Holanda)
La fortaleza, de Jorge Thielen Armand (Venezuela/França/Holanda/Colômbia)
Kala azar, de Janis Rafa (Holanda/Grécia)
Nasir, de Arun Karthick (Índia/Holanda)
Piedra sola, de Alejandro Telemaco Tarraf (Argentina/México/Qatar/Reino Unido)
Si yo fuera el invierno mismo, de Jazmín López (Argentina)

BIG SCREEN COMPETITION

El cazador, de Marco Berger (Argentina)
Eden, de Ágnes Kocsis (Hungria/Romênia)
Énorme, de Sophie Letourneur (França)
The Evening Hour, de Braden King (EUA)
Fanny Lye Deliver’d, de Thomas Clay (Reino Unido/Alemanha)
Mosquito, de João Nuno Pinto (Portugal/França/Brasil)
A Perfectly Normal Family, de Malou Reymann (Dinamarca)
Synapses, de Chang Tso-chi (Taiwan)
Um Animal Amarelo (A Yellow Animal), de Felipe Bragança (Brasil/Portugal/Moçambique)

BRIGHT FUTURE | COMPETITION

Babai, de Artem Aisagaliev (Rússia/EUA)
Chaco, de Diego Mondaca (Bolívia/Argentina)
Los fantasmas, de Sebastián Lojo (Guatemala/Argentina)
Fellwechselzeit, de Sabrina Mertens (Alemanha)
For the Time Being, de Salka Tiziana (Alemanha/Espanha/Suíça)
I Blame Society, de Gillian Wallace Horvat (EUA)
Moving On, de Yoon Dan-bi (Coreia do Sul)
My Mexican Bretzel, de Nuria Giménez Lorang (Espanha)
Ofrenda, de Juan María Mónaco Cagni (Argentina)
Panquiaco, de Ana Elena Tejera (Panamá)
A Rifle and a Bag, de Isabella Rinaldi, Cristina Hanes e Arya Rothe (Índia)
Sebastian springt über Geländer, de Ceylan-Alejandro Ataman-Checa (Alemanha)
The Trouble with Nature, de Illum Jacobi (Dinamarca/França)
Truth or Consequences, de Hannah Jayanti (EUA)
Wisdom Tooth, de Liang Ming (China)

Fotos: Divulgação/Embaúba Filmes.