Lázaro Ramos e Ailton Graça em Correndo Atrás, de Jeferson De: filme de abertura.
A 13ª edição do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo acontecerá entre os dias 25 de julho e 1 de agosto com uma programação que reúne os destaques da produção mais recente feita na América Latina e no Caribe, incluindo vários títulos inéditos no Brasil.
No total, serão exibidos 77 filmes, representando 11 países da região: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, México, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Além disso, esta edição homenageará o cineasta brasileiro Jeferson De e a atriz radicada na Argentina Inés Efron.
A seção Contemporâneos traz produções inéditas no Brasil, longas brasileiros em première mundial e a segunda edição do Foco Chile, com convidados daquele país; a Mostra Escolas de Cinema Ciba Cilect apresenta trabalhos das mais importantes instituições audiovisuais da região.
Inédito no Brasil, Correndo Atrás é a atração de abertura do 13º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, em sessão ao ar livre, no dia 25/07, às 19h30, no Memorial da América Latina. A obra é dirigida por Jeferson De e tem elenco e equipe técnica com nomes majoritariamente compostos por profissionais negros. No longa-metragem, uma dupla composta por um talentoso jogador de futebol e seu improvisado empresário experimentam, em meio a trapaças, um redemoinho de esperanças, altos, baixos e muito bom humor.
Com curadoria e direção assinadas por Jurandir Müller e Francisco Cesar Filho, o festival conta também com atividades paralelas como seminários, encontros e debates.
Conheça os filmes selecionados para o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo 2018:
CONTEMPORÂNEOS:
A Mata Negra, de Rodrigo Aragão (Brasil)
A Redenção (La Redención), de Herib Godoy (Paraguai)
A Seleção do Presidente da República pelos Internos do Manicômio Nacional (La Selección del Presidente de la República por los Internos del Manicomio Nacional), de José Eduardo Alcazar (Paraguai)
Astracã, de Victoria Vic (Brasil)
Borrasca, de Francisco Garcia (Brasil)
Como Fotografei os Yanomami, de Otavio Cury (Brasil)
Correndo Atrás, de Jeferson De (Brasil)
Fôlego, de Renato Sircilli (Brasil)
Keyla, de Viviana Gómez Echeverry (Colômbia)
Mulheres do Caos Venezuelano (Mujeres del Caos Venezolano), de Margarita Cadenas (Venezuela/França)
Nelson Felix – Método Poético para Descontrole de Localidade, de Cristiano Burlan (Brasil)
O Caso do Homem Errado, de Camila de Moraes (Brasil)
Onde Quer que Você Esteja, de Bel Bechara e Sandro Serpa (Brasil)
Os Fracos (Los Debiles), de Raúl Rico e Eduardo Giralt Brun (México)
Outra História do Mundo (Otra Historia del Mundo), de Guillermo Casanova (Uruguai/Brasil/Argentina)
Outras Derivas, de Babi Fontana e Victor Costa (Brasil)
Tigre, de Silvina Elena Schnicer e Ulises Porra Guardiola (Argentina)
Tunga, o Esquecimento das Paixões, de Miguel de Almeida (Brasil)
Urso Polar (Oso Polar), de Marcelo Tobar (México)
CONTEMPORÂNEOS | FOCO CHILE:
Dry Martina, de Che Sandoval (Chile/Argentina)
E de repente o Amanhecer (Y de pronto el Amanecer), de Silvio Caiozzi
Meninas Aranhas (Niñas Araña), de Guillermo Helo
Princesinha (Princesita), de Marialy Rivas
HOMENAGEM JEFERSON DE:
Bróder (2011)
Carolina (2013)
Distraída para a Morte (2001)
Gênesis 22 (1999)
Jonas, Só Mais Um (2008)
Narciso RAP (2013)
O Amuleto (2015)
HOMENAGEM INÉS EFRON:
Amorosa Soledad, de Martín Carranza e Victoria Galardi (Argentina)
Cerro Bayo, de Victoria Galardi (Argentina)
O Menino Peixe (El Niño Pez), de Lucía Puenzo (Argentina/França/Espanha)
Voley, de Martín Piroyansky (Argentina)
LATININHOS:
A Tropa de Trapo na Selva do Arco-Íris (La Tropa de Trapo en la Selva del Arco Iris), de Alex Colls (Brasil/Espanha)
O Livro de Lila (El Libro de Lila), de Marcela Rincón (Colômbia/Uruguai)
Um Time Show de Bola (Metegol), de Juan José Campanella (Argentina/Espanha)
Viva – A Vida é uma Festa (Coco), de Lee Unkrich e Adrian Molina (EUA)
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Foto: Divulgação.