Especial: 15 filmes premiados no Oscar que estão disponíveis na Netflix

por: Cinevitor

umapulposcarUma Thurman em cena de Pulp Fiction: premiado como melhor roteiro original.

No próximo domingo, 28/02, acontece a 88ª edição do Oscar, o maior prêmio do cinema. E para entrar no clima da festa, fizemos uma seleção com 15 filmes, de diversos gêneros, que já foram premiados pela Academia durante todos esses anos e que estão disponíveis na Netflix.

Prepare a pipoca e confira a nossa seleção especial, com obras que marcaram a sétima arte e que merecem ser vistas e revistas pelo público:

O PODEROSO CHEFÃO | 1972
Prêmios: melhor filme, melhor ator (Marlon Brando) e melhor roteiro adaptado.

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Aclamado pela crítica e pelo público, o filme, dirigido por Francis Ford Coppola, recebeu onze indicações na 45º edição do Oscar. A história de Don Corleone, o chefe de uma mafiosa família italiana de Nova York, rendeu a Marlon Brando o prêmio de melhor ator. Mas, ele se recusou a comparecer à premiação e convocou Sacheen Littlefeather, uma índia americana (que mais tarde descobriu-se que era uma atriz) para receber sua estatueta. O motivo da ausência do astro foi um protesto contra a posição da Academia em relação aos nativos americanos.

MOULIN ROUGE: AMOR EM VERMELHO | 2001
Prêmios: melhor direção de arte e figurino.

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O musical dirigido por Baz Luhrmann, que conta a história de amor entre a cortesã Satine, interpretada por Nicole Kidman, e o escritor Christian, papel de Ewan McGregor, recebeu oito indicações ao Oscar, inclusive a de melhor filme, mas perdeu para o drama Uma Mente Brilhante. A trilha sonora, composta por músicas de David Bowie, Fatboy Slim, Beck, entre outros, agradou ao público também por apresentar novas versões de canções já conhecidas, como Material Girl, da Madonna e Diamonds Are a Girl’s Best Friend, interpretada por Marilyn Monroe no filme Os Homens Preferem as Loiras.

O SEGREDO DOS SEUS OLHOS | 2009
Prêmio: melhor filme estrangeiro.

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O argentino O Segredo dos Seus Olhos, protagonizado por Ricardo Darín, recebeu a estatueta dourada de melhor filme estrangeiro em uma disputa acirrada com fortes concorrentes, como o austríaco A Fita Branca e o peruano A Teta Assustada. Mas, o suspense dirigido por Juan José Campanella agradou aos votantes da Academia ao contar a jornada de Benjamín Esposito, um ex-oficial da justiça, que resolve voltar a investigar um antigo crime não solucionado, questionando um passado de amor, morte e amizade.

ROCKY: UM LUTADOR | 1976
Prêmios: melhor filme, direção e edição.

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A comovente história de Rocky Balboa fez bonito no prêmio da Academia. Com dez indicações, o longa, dirigido por John G. Avildsen, foi premiado em três categorias, entre elas a de melhor filme, deixando para trás Taxi Driver e Todos os Homens do Presidente. Além da indicação a melhor ator, Sylvester Stallone também concorria a melhor roteiro. Nas duas categorias os prêmios foram entregues para Rede de Intrigas: Peter Finch por sua atuação e Paddy Chayefsky pelo roteiro. A música Gonna Fly Now, de Rocky: Um Lutador, ficou no topo das paradas da Billboard por uma semana.

UP: ALTAS AVENTURAS | 2009
Prêmios: melhor animação e trilha sonora.

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Up: Altas Aventuras encantou o público ao contar a história de Carl Fredricksen, um vendedor de balões aposentado, que parte em direção ao mundo perdido dos seus sonhos de infância em uma viagem emocionante. A animação, dirigida por Pete Docter e Bob Peterson, foi a segunda maior bilheteria de 2009 e recebeu cinco indicações ao Oscar, incluindo a de melhor filme, mas perdeu para Guerra ao Terror.

PARA SEMPRE ALICE | 2014
Prêmio: melhor atriz (Julianne Moore).

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Com uma atuação impecável, Julianne Moore emocionou o público ao interpretar Alice, uma professora de Psicologia em Harvard, casada e com três filhos, que, aos cinquenta anos é diagnosticada com Mal de Alzheimer. Sua personagem em Para Sempre Alice, filme dirigido por Richard Glatzer e Wash Westmoreland, lhe rendeu seu primeiro Oscar de melhor atriz. Julianne já tinha sido indicada outras três vezes: em 1998, por Boogie Nights: Prazer Sem Limites; em 2000, por Fim de Caso; e em 2003 foi indicada por Longe do Paraíso e também por As Horas, como atriz coadjuvante.

FORREST GUMP – O CONTADOR DE HISTÓRIAS | 1994
Prêmios: melhor filme, ator (Tom Hanks), direção, roteiro adaptado, edição e efeitos visuais.

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Dirigido por Robert Zemeckis, Forrest Gump – O Contador de Histórias, recebeu treze indicações ao Oscar e se consagrou como o grande vencedor do prêmio da Academia em 1995. Ao interpretar um rapaz que testemunha diversos eventos históricos, Tom Hanks foi premiado com a estatueta dourada de melhor ator. O filme tornou-se o maior sucesso comercial do cinema americano no ano de seu lançamento.

CRASH – NO LIMITE | 2004
Prêmios: melhor filme, roteiro original e edição.

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Na 78ª edição do Oscar, Crash – No Limite, dirigido por Paul Haggis, concorria com fortes candidatos na categoria de melhor filme, como: O Segredo de Brokeback Mountain e Boa Noite e Boa Sorte. Mas, a história que narra uma série de incidentes, cruzando as histórias de seus personagens, se deu bem e levou o prêmio mais esperado da noite. Matt Dillon foi indicado a melhor ator coadjuvante, mas perdeu para George Clooney, de Syriana – A Indústria do Petróleo.

TUDO SOBRE MINHA MÃE | 1999
Prêmio: melhor filme estrangeiro.

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Representando a Espanha na categoria de melhor filme estrangeiro, o drama Tudo Sobre Minha Mãe, escrito e dirigido por Pedro Almodóvar, saiu premiado da 72ª edição do Oscar. Protagonizado por Cecilia Roth e Marisa Paredes, o longa foi aclamado pela crítica ao contar a história de uma mãe, que, após perder seu filho, resolver ir atrás do pai do menino para dar a notícia. Almodóvar dedicou o filme à sua mãe, que faleceu logo após as filmagens.

PULP FICTION: TEMPO DE VIOLÊNCIA | 1994
Prêmio: melhor roteiro original.

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Em 1995, Pulp Fiction concorreu a melhor filme, mas perdeu para Forrest Gump – O Contador de Histórias. Além disso, foi indicado em outras seis categorias e recebeu a estatueta dourada de melhor roteiro original, rendendo o primeiro Oscar a Quentin Tarantino. O longa, que conta com John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e Tim Roth no elenco, foi aclamado pelo público e pela crítica e tornou-se o primeiro filme independente a ultrapassar a marca de 100 milhões de dólares em bilheteria.

ANNA KARENINA | 2012
Prêmio: melhor figurino.

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O figurino de Jacqueline Durran para Anna Karenina, adaptação do romance homônimo de Liev Tolstói para os cinemas, foi premiado na 85ª edição do Oscar, mas concorria com fortes candidatos, como: Os Miseráveis e Espelho, Espelho Meu. Com Keira Knightley, Jude Law, Domhnall Gleeson, Alicia Vikander e Aaron Taylor-Johnson no elenco e dirigido por Joe Wright, o filme também foi indicado a melhor fotografia, trilha sonora e design de produção.

TUBARÃO | 1975
Prêmios: melhor edição, som e trilha sonora.

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Em 1975, Steven Spielberg aterrorizou o público ao mostrar diversos ataques realizados por um tubarão-branco em uma praia americana. Só no Brasil, o filme levou mais de 13 milhões de pessoas aos cinemas. Com tanto sucesso, recebeu quatro indicações ao Oscar, inclusive na categoria de melhor filme, mas perdeu para Um Estranho no Ninho. A inesquecível trilha sonora de John Williams foi premiada pela Academia.

CLUBE DE COMPRAS DALLAS | 2013
Prêmios: melhor ator (Matthew McConaughey), ator coadjuvante (Jared Leto) e cabelo/maquiagem.

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Clube de Compras Dallas, dirigido por Jean-Marc Vallée, não ganhou o Oscar de melhor filme, mas fez bonito nas categorias de atuação com Matthew McConaughey e Jared Leto. O drama conta a história de Ron Woodroof, que ao ser diagnosticado com AIDS, inicia uma batalha contra a indústria farmacêutica e passa a contrabandear medicamentos ilegais. Também foi indicado a melhor roteiro original e edição.

A VIDA É BELA | 1997
Prêmios: melhor ator (Roberto Benigni), trilha sonora e filme estrangeiro.

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A Itália tomou conta da 71ª edição do Oscar, em 1999. A Vida É Bela chegou na premiação com sete indicações e saiu com três estatuetas douradas, entre elas, a de melhor filme estrangeiro, deixando o brasileiro Central do Brasil para trás. Roberto Benigni, que recebeu o prêmio de melhor ator, também concorria a melhor diretor, mas perdeu para Steven Spielberg, de O Resgate do Soldado Ryan.

O SILÊNCIO DOS INOCENTES | 1991
Prêmios: melhor filme, ator (Anthony Hopkins), atriz (Jodie Foster), diretor e roteiro adaptado.

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Hannibal Lecter, um psicopata assassino em série, conhecido por realizar canibalismo com suas vitimas, foi o grande vencedor da 64ª edição do Oscar. O assustador personagem de O Silêncio dos Inocentes, rendeu a estatueta dourada de melhor ator para Anthony Hopkins. Dirigido por Jonathan Demme, o filme, indicado em sete categorias, fez sucesso com o público e com a crítica.

Muitos outros filmes premiados também estão disponíveis na Netflix, como: O Jogo da Imitação, Histórias Cruzadas, Um Sonho Possível, Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, O Paciente Inglês, entre outros. Vale a pena conferir!

Clique aqui e confira os indicados ao Oscar 2016.

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